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A FIAT, além de produzir

automóveis com alta tecnologia


PORTUGUÊS
e design único, também investe
em ações socioculturais e ambi-
MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO
entais, pois acredita na parceria
de todos os setores da socie-
dade para o desenvolvimento
sustentável do Brasil. Conheça
essas iniciativas pelo site:
www.fiat.com.br/cidadania

Uno e Fiorino - Impresso 60355277 - VII/2012


COPYRIGHT BY FIAT AUTOMÓVEIS S.A. - PRINTED IN BRAZIL
Os dados contidos nesta publicação são fornecidos a título indicativo e poderão ficar desatualizados em Esta publicação foi
UNO • FIORINO
consequência das modificações feitas pelo fabricante, a qualquer momento, por razões de natureza produzida com papel
técnica, ou comercial, porém sem prejudicar as características básicas do produto. certificado FSC
COMPROMISSO FIAT COM A QUALIDADE
300 mA

ORIENTAÇÕES: 80 mA

Prefira sempre Acessórios Genuínos FIAT.


Tanto o veículo como os equipamentos nele instalados consomem 36 mA
energia da bateria quando desligados, é o denominado “consumo em Consumo máximo
Stand-by”. Como a bateria possui um limite máximo de consumo para 4 mA Stand-by da bateria
11 mA 60 AH
garantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equi-
pamentos ao limite de consumo da bateria.
Rádio
Rádio Rádio
Veículo Genuíno
marca A marca B
ADVERTÊNCIAS Fiat

Para assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veículo, recomendamos instalar somente acessórios genuínos, à disposição
na Rede de Assistência Fiat.
A instalação de rádios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessório eletrônico não genuíno poderá ocasionar consumo excessivo
de carga da bateria, podendo provocar o não funcionamento do veículo e a perda da garantia.

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol2 (kgf/cm2)

Mille Fire Economy / Mille Way Economy / Uno Furgão Fiorino


Com carga média
- dianteiro: 26 (1,8) 26 (1,8)
- traseiro: 26 (1,8) 26 (1,8)
Com carga completa
- dianteiro: 31 (2,2) 31 (2,2)
- traseiro: 31 (2,2) 43 (3,0)

Com o pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 em relação ao valor prescrito.
Observação: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.
Caro Cliente,
Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat.
Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe do Fiat Uno e do Fiorino e, assim, utilizá-lo da
maneira mais correta.
Recomendamos que o leia com atenção antes de utilizar o veículo pela primeira vez.
No mesmo estão contidas informações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajudarão a aproveitar,
por completo, as qualidades técnicas do seu veículo; você vai encontrar, ainda, indicações para a sua segurança, para manter
o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente.
As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, e recomendamos que sua execução
seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A.

Além disso, no kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais trazem informações específicas e
não menos importantes sobre outros assuntos; tais como:
sGARANTIADOVEÓCULO
sSERVI OSADICIONAISRESERVADOSAOS#LIENTES&IAT
s#ØDIGO.ACIONALDE4RÊNSITOEINSTRU ÜESDEPRIMEIROSSOCORROS
sFUNCIONAMENTODOSISTEMADESOMSEDISPONÓVEL 

Boa leitura, e boa viagem!

Este manual descreve os instrumentos, equipamentos e acessórios que podem equipar os modelos Fiat Uno
e Fiorino disponíveis na rede de Concessionárias Fiat até a presente data. Mas atenção! Considere somente as
informações inerentes ao modelo/versão e equipamentos opcionais originais de fábrica do veículo adquirido,
conforme discriminado na nota fiscal de venda.

1
BEM-VINDO A BORDO

Os veículos Fiat são automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa segurança e
respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passando pelos dispositivos de
segurança e a preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes, tudo isso contribuirá para que a persona-
lidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento.

Em seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos processos de cons-
trução que diminuem os custos de manutenção.

Segurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente fazem do Fiat Uno e do Fiorino veículos a serem imita-
dos.

2
OS SÍMBOLOS PARA UMA DIREÇÃO CORRETA
Os sinais indicados nesta página são muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde é necessário
deter-se com mais atenção.

Como você pode ver, cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro descobrir a
qual área pertencem os assuntos:

Segurança das pessoas Proteção do ambiente Integridade do veículo

Atenção. A falta total ou parcial de Indica o comportamento correto a Atenção. A falta total ou parcial de
respeito a estas prescrições pode pôr manter, para que o uso do veículo não respeito a estas prescrições pode acarre-
em grave perigo a segurança física das cause nenhum dano ao meio ambiente. tar sérios danos ao veículo e, em certos
pessoas. casos, a perda da garantia.

3
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

Antes de arrancar, certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não existam obstáculos
que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro objeto. Verifique também se as
luzes-espia não estão assinalando nenhuma irregularidade.
Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo.
Faça do uso do cinto de segurança um hábito. Utilize-o sempre para sua proteção.
/BSERVEOTRÊNSITOANTESDEABRIRUMAPORTAOUSAIRCOMOSEUVEÓCULODOESTACIONAMENTO
Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas, antes de movimentar o veículo.
0ARASUASEGURAN A OBSERVEASCONDI ÜESDOTEMPO DOTRÊNSITOEDAESTRADA EDIRIJADEACORDOCOMELAS
Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais.
Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu funcionamento.
Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois em caso de desaceleração rápida do veículo, os mesmos poderão provocar
ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo.
Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles.
Respeite as velocidades máximas estabelecidas na legislação.
,EMBRE SEOSMOTORISTASPRUDENTESRESPEITAMTODASASLEISDETRÊNSITO&A ADAPRUDÐNCIAUMHÉBITO
A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Garantia. Quando
for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima revisão periódica.

4
SIMBOLOGIA SÍMBOLOS DE PERIGO Bobina
Alta tensão.
Em alguns componentes do seu Fiat, Bateria
ou perto dos mesmos, estão aplicadas
Líquido corrosivo.
etiquetas coloridas específicas cujo
símbolo chama a atenção do usuário e
indica precauções importantes que este Correias e polias
deve tomar, em relação ao componente Órgãos em movimento; não
em questão. Bateria aproximar partes do corpo
A seguir, são citados resumidamen- Perigo de explosão. ou roupas.
te todos os símbolos indicados pelas
etiquetas empregadas no seu Fiat e, ao
lado, os componentes para os quais os
símbolos chamam a atenção.
Ventilador Tubulação do climatizador
É também indicado o significado do de ar
símbolo de acordo com a subdivisão Pode ligar-se automatica-
mente, mesmo com o motor Não abrir.
de perigo, proibição, advertência ou
obrigação, à qual o próprio símbolo parado. Gás em alta pressão.
pertence.

Reservatório de expansão
Não remover a tampa quan-
do o líquido de arrefecimen-
to estiver quente.

5
SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO Circuito dos freios Reservatório de expansão
Não superar o nível máxi- Usar somente o líquido pres-
Bateria mo do líquido no reservató- crito no capítulo “Abasteci-
Não aproximar chamas. rio. Usar somente o líquido mentos”.
prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”.

Bateria SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO


Manter as crianças afasta- Limpador do para-brisa
das. Bateria
Usar somente o líquido do Proteger os olhos.
tipo prescrito no capítulo
“Abastecimentos”.
Anteparos de calor - cor-
reias - polias - ventilador Bateria Macaco
Não pôr as mãos. Motor Consultar o manual de Uso e
Manutenção.
Usar somente o tipo de lubri-
ficante prescrito no capítulo
SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA “Abastecimentos”.

Catalisador
Não estacionar sobre super- Veículo com gasolina eco-
fícies inflamáveis. Consultar lógica
o capítulo “Proteção dos Usar somente gasolina sem
dispositivos que reduzem as chumbo.
emissões”

6
#/.(%#)-%.4/$/6%·#5,/ A

53/#/22%4/$/6%·#5,/ B

EM EMERGÊNCIA C

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#!2!#4%2·34)#!34³#.)#!3 E

·.$)#%!,&!"³4)#/ F
CONHECIMENTO DO VEÍCULO
Recomendamos ler este capítulo sentado confortavelmente 42!.30/24%$%#2)!.£!3%-3%'52!.£! .A-11
ABORDODOSEUNOVO&IAT$ESTAMANEIRA VOCÐVAIPODER A
0!).%,$%).3425-%.4/3 . . . . . . . . . . . . . . . .A-12
reconhecer imediatamente as partes descritas no manual e
verificar “ao vivo” o que está lendo. 15!$2/$%).3425-%.4/3 . . . . . . . . . . . . .A-13
Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu Fiat, com ).3425-%.4/3$%"/2$/ . . . . . . . . . . . . . . .A-15
os comandos e os dispositivos com os quais está equipado.
$EPOIS QUANDOLIGAROMOTOREENTRARNOTRÊNSITO FARÉMUITAS LUZES-ESPIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-17
outras descobertas agradáveis. 3)34%-!$%!15%#)-%.4/6%.4),!£²/. . . .A-19
!2 #/.$)#)/.!$/ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-22
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FARÓIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-37
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A
SISTEMA FIAT CODE CHAVES - fig. 1 Junto com as chaves, também é en-
tregue o Code Card fig. 2 no qual é
GERAÇÃO II Com o veículo são entregues duas
chaves fig. 1, que servem para:
indicado:
A fim de minimizar riscos de furtos/
A-fig. 2 OCØDIGOMECÊNICODASCHA- A
- partida; ves a comunicar à Rede Assistencial
roubos, o veículo é equipado com um - portas; Fiat para pedir cópias das chaves;
sistema eletrônico de inibição do fun-
CIONAMENTODOMOTOR&IAT#/$% QUE - tampa do tanque do combustível;
é ativado automaticamente tirando a TAMPADOPORTA MALAS5NO EPORTA
chave da ignição. TRASEIRA&IORINO 
Cada chave possui um dispositivo A chave fig. 1 de ignição possui pre-
eletrônico com a função de transmitir disposição para instalação de teleco-
um sinal em código para o sistema de MANDOADISTÊNCIAPARAALARME
ignição através de uma antena especial Aconselha-se o uso de alarmes com
incorporada no comutador de ignição. telecomando incorporado à chave da
O sinal enviado constitui a “palavra linha Fiat acessórios, que foram desen-
de ordem” sempre diferente para cada volvidos e testados para uso em seu
partida com a qual a central reconhe- veículo e são oferecidos em todas as
ce a chave, e somente nessa condição, concessionárias Fiat.
permite a partida do motor.

U00345

0."2
fig. 1 fig. 2
A-1
ADVERTÊNCIA: o CODE CARD 2) Se a luz-espia YFICARACESAJUN- Este equipamento opera em
é indispensável para a execução de to com a luz-espia U OCØDIGONÎOFOI caráter secundário, isto é, não
partidas de emergência. Aconselha- reconhecido. Neste caso, aconselha-se tem direito a proteção contra
se a mantê-lo sempre consigo (não a repor a chave na posição STOP e, interferência prejudicial, mesmo
no veículo) já que ele foi criado depois, de novo em MAR; se o bloqueio de estações do mesmo tipo, e
especialmente para proporcionar persistir, tentar com as outras chaves não pode causar interferência a
mais uma opção de segurança e fornecidas. sistemas operando em caráter
tranquilidade. É importante também
Com o automóvel em movimento primário.
anotar os números constantes do
e a chave da ignição em MAR, a luz-
CODE CARD, para utilizá-los em
-espia Y acender, significa que o siste-
caso de um eventual extravio do A sequência numérica impressa aci-
ma está efetuando um autodiagnóstico ma do código de barras identifica o nú-
cartão.
POREXEMPLO DEVIDOAUMAQUEDADE mero de homologação do immobilizer
TENSÎO  JUNTOÌ!.!4%,
O FUNCIONAMENTO
O código de barras e os algarismos
Cada vez que girar a chave de ig- ADVERTÊNCIA: impactos localizados abaixo do mesmo contêm
nição na posição STOP, ou PARK, o violentos podem danificar dados do fornecedor do equipamento.
sistema de proteção ativa o bloqueio os componentes eletrônicos
do motor. contidos na chave. Etiqueta - (Immobilizer)
Girando a chave para MAR:
NISA
1) Se o código for reconhecido, a ADVERTÊNCIA: cada
luz-espia Y no quadro de instrumen- chave fornecida possui um
tos faz um breve lampejo, indicando código próprio, diferente de 2981 - 10 - 3430
que o sistema de proteção reconheceu todos os outros, que deve ser memo-
o código transmitido pela chave e o blo- rizado pela central do sistema.
queio do motor foi desativado. Girando (01) 0789838176 064 3
a chave para AVV, o motor funcionará.

A-2
DUPLICAÇÃO DAS CHAVES COMUTADOR DE - PARK: motor desligado, luzes de
posição acesas, a chave pode ser remo-
Quando o proprietário necessitar de IGNIÇÃO vida. Para girar a chave para a posição
chaves adicionais, deve ir a Rede As-
sistencial Fiat com todas as chaves e o A chave pode girar para 4 posições
PARK, apertar o botão A. A
Code Card. A Rede Assistencial Fiat diferentes fig. 3:
EFETUARÉAMEMORIZA ÎOATÏUMMÉXI- Em caso de violação do
- STOP: motor desligado, a chave dispositivo da ignição por
MODECHAVES DETODASASCHAVES pode ser removida. Alguns dispositivos
tanto as novas quanto as que estiverem ex.: uma tentativa de roubo,
ELÏTRICOSPOREXAUTORRÉDIO TRAVAMEN- mandar verificar o funcionamento
em mãos. TOELÏTRICODASPORTASETC PODEMFUN- na Rede Assistencial Fiat.
A Rede Assistencial Fiat poderá exi- cionar.
gir os documentos de propriedade do - MARPOSI ÎODEMARCHA4ODOSOS
veículo. dispositivos elétricos podem funcionar. Ao descer do veículo, tire
As chaves não apresentadas durante - AVV: partida do motor. sempre a chave para evitar
a nova operação de memorização são que alguém ligue os coman-
definitivamente cancelados da memória dos involuntariamente. Lembre-se
para garantir que as chaves eventual- de puxar o freio de mão até travar
mente perdidas não sejam mais capazes no dente necessário para imobili-
de ligar o motor. zar completamente o veículo. Se o
veículo estiver em declive, engate a
Em caso de venda do veí- primeira marcha, sendo aconselhá-
culo, é indispensável que vel também virar as rodas em dire-
ção ao passeio, tomando o cuidado

U00081
o novo proprietário receba
todas as chaves e o CODE card. para não tocar o pneu no meio-fio
O P MAR (guias). Nunca deixe crianças sozi-
ST
nhas no veículo.

AV
PARK

V
A

fig. 3
A-3
REGULAGENS Regulagem do encosto reclinável com APOIA-CABEÇAS
alavanca
PERSONALIZADAS Puxar para cima a alavanca B e soltá- Bancos dianteiros - fig. 5
la quando o encosto atingir a posição Para aumentar a segurança dos passa-
BANCOS - fig. 4 desejada. Após a regulagem, colocar geiros, os apoia-cabeças são reguláveis
a alavanca B em sua posição original em altura e travam-se automaticamente
Qualquer regulagem deve ser feita TOTALMENTEPARABAIXO  na posição desejada.
exclusivamente com o veículo parado. Para destravar o encosto, pode ser
necessário forçá-lo ligeiramente para
Regulagem no sentido longitudinal baixo com o peso do corpo, ao mesmo Lembre-se que os apoia-
tempo em que a alavanca B é puxada. -cabeças devem ser regu-
Levantar a alavanca A e empurrar
lados de maneira que a
o banco para a frente ou para trás. Ao
nuca, e não o pescoço, apoie neles.
soltar a alavanca, verificar se o banco ADVERTÊNCIA: não forçar o Somente nesta posição podem pro-
está bem travado, tentando empurrá-lo encosto do banco enquanto a ala- tegê-lo em caso de batidas.
para a frente e para trás. A falta deste vanca B não estiver completamente
bloqueio poderia provocar o movimen- levantada.
to do banco, fazendo-o deslocar alguns
milímetros para frente ou para trás.
Não desmontar os ban-
cos nem efetuar serviços
de manutenção e/ou repa-
ração nos mesmos: operações rea-
U00140

U00078
B
lizadas de modo incorreto podem
prejudicar o funcionamento dos
dispositivos de segurança. Dirigir-se
sempre à Rede Assistencial Fiat.

fig. 4 fig. 5
A-4
Bancos traseiros - fig. 6 BASCULAMENTO DOS BANCOS ADVERTÊNCIA: o projeto de um
Para os bancos traseiros estão pre- DIANTEIROS veículo é concebido atualmente
vistos, para algumas versões, apoia- (exceto veículos 5 portas) - fig. 7 para que, em casos de sinistros, os
cabeças reguláveis em altura. Pode-se acessar facilmente os bancos
ocupantes sofram o mínimo de con- A
sequências possíveis.
Para a regulagem: levantar ou abaixar traseiros por ambos os lados:
os apoia-cabeças até alcançar a altura - puxe para cima a alavanca A e re- Para tanto, são concebidos na
desejada. bata o encosto para frente. Ao retornar ótica de “SEGURANÇA ATIVA”
o encosto para a posição normal, veri- e “SEGURANÇA PASSIVA”. No
Não desmontar os ban- fique se está bem travado. caso específico dos bancos, estes,
cos nem efetuar serviços quando da ocorrência de impac-
OBS.: para rebater o conjunto de tos que possam gerar desacele-
de manutenção e/ou repa- encosto e assento do banco dianteiro
ração nos mesmos. Operações rea- rações em níveis “PERIGOSOS”
do Uno versão 2 portas, levante a
lizadas de modo incorreto podem alavanca B-fig. 7 e realize a operação.

U00082
prejudicar o funcionamento dos
dispositivos de segurança. Dirigir-se
sempre à Rede Assistencial Fiat. Ao retornar o encosto
do banco à sua posição
original, não o deixe sim-
plesmente cair sobre a sua trava.
A
Acompanhe o movimento do encos-
to lentamente com as mãos, e certi-
fique-se de que eventuais obstácu-
U00073

los (objetos soltos, ou mesmo os pés


dos passageiros), não irão se inter-
por no curso de descida do banco
até o seu perfeito travamento. B

O banco deve estar bem


travado para evitar o seu
deslocamento quando o
fig. 6 veículo estiver em movimento. fig. 7
A-5
aos usuários, são projetados para O espelho retrovisor interno é equi- Qualquer regulagem
deformarem-se e assim, reduzir o pado com um dispositivo contra aci- deve ser efetuada somente
nível de desaceleração sobre os dentes que o desprende em caso de com o veículo parado.
ocupantes, “PRESERVANDO-OS choque.
PASSIVAMENTE”.
ESPELHOS RETROVISORES As lentes dos espelhos
EXTERNOS - figs. 9 e 10 retrovisores são parabóli-
Nestes casos, a deformação dos cas e aumentam o campo
bancos deve ser considerada uma de visão. No entanto, diminuem
desejada consequência do sinistro, Com regulagem externa
o tamanho da imagem, dando a
uma vez que é na deformação que Faz-se a orientação do espelho re- impressão de que o objeto refletido
a energia do impacto é absorvida. trovisor através do seu próprio corpo está mais distante do que a reali-
Considera-se que após constatada A, movimentando-o até a posição de- dade.
esta deformação, o conjunto deve- sejada.
rá ser substituído.
Com regulagem interna Se a saliência do espe-
Por dentro do veículo, mover o bo- lho criar dificuldades numa
ESPELHO RETROVISOR INTERNO
tão B. passagem estreita, dobre-o
- fig. 8
da posição 1-fig. 9 ou fig. 10 (versão
Puxando para trás a alavanca A ob- Fiorino) para a posição 2.
tém-se a posição antiofuscamento.
U00074

U00083

U00076
A B

1 B 1
A
A 2 2

fig. 8 fig. 9 fig. 10


A-6
CINTOS DE Para destravar os cintos, apertar o REGULAGEM DA ALTURA DOS
botão C. Acompanhar o cinto durante CINTOS DE SEGURANÇA - fig. 12
SEGURANÇA o rebobinamento para evitar que fique
Para algumas versões, é possível
torcido.
regular a altura dos cintos dos lugares A
COMO UTILIZAR OS CINTOS DE
dianteiros, adaptando-os à estrutura dos
SEGURANÇA - fig. 11 Não apertar o botão (C) ocupantes.
O cinto deve ser usado mantendo o durante a marcha. A regulagem da altura é feita remo-
tórax ereto e apoiado contra o encosto vendo o anel oscilante de sua posição
do banco. O cinto, por meio do retrator auto-
mático, adapta-se automaticamente ao original e reinstalando-o no orifício dis-
Para apertar os cintos, introduzir a corpo do passageiro que o usa, permi- ponível na coluna central.
lingueta de engate A na sede do fecho tindo maior liberdade de movimentos. Esta operação deverá ser confiada a
B, até perceber o ruído de bloqueio. Rede Assistencial Fiat.
Puxar devagar o cinto; caso este se
Com o veículo estacio-
trave, deixá-lo rebobinar um pouco e
nado em forte aclive ou
puxá-lo novamente, evitando manobras
declive o enrolador pode
bruscas.
travar-se: isto é normal.
Após engatar a fivela na se-
de do fecho, puxar levemente Além do mais, o mecanismo do re-
o cinto para eliminar a folga trator automático trava o cinto cada vez
do cadarço na região abdominal. que este desliza rapidamente ou em ca-
so de freadas bruscas, impactos e curvas
U00090

U00187
em alta velocidade.

Para obter a máxima pro-


teção, manter o encosto em B
posição ereta, apoiar bem
as costas e manter o cinto bem ade-
A rente ao tórax e à bacia. Nunca uti- A
C B lizar o cinto com o banco reclinado.
fig. 11 fig. 12
A-7
USO DOS CINTOS DE SEGURANÇA AJUSTE DO CINTO LATERAL A extremidade excedente do cinto
TRASEIROS TRASEIRO FIXO (SEM RETRATOR resultante de um ajuste, assim como
AUTOMÁTICO) - fig. 14 os próprios cintos de segurança dos
O banco traseiro possui cintos de se- lugares que não estiverem ocupa-
gurança de três pontas de fixação com dos podem, inadvertidamente, ficar
enrolador para os postos laterais. Para apertar
para fora do veículo após ter fecha-
Os cintos para os lugares traseiros Passar o cinto pela fivela A, puxando do as portas traseiras. Aconselha-se
devem ser usados de acordo com o es- na extremidade BESTAOPERA ÎOPODE a deixar afivelados todos os cintos
quema ilustrado na fig. 13. SERFEITACOMOCINTOJÉAFIVELADO !PØS de segurança traseiros dos veículos
O cinto deve ser usado mantendo o ter apertado o cinto, deslocar a presilha sem retrator automático, mesmo
tórax ereto e apoiado contra o encosto. D até onde o curso desta permitir, de se não estiverem em uso, e sempre
maneira a manter unidos o cinto de se- deslocar a presilha D (como indica-
gurança e a extremidade excedente B. do) após ter feito o ajuste do cinto
Recordar-se de que, em ao corpo do passageiro.
caso de colisão, os passa-
geiros dos bancos traseiros
que não estiverem usando os cintos, Para afrouxar
além de estarem infringindo as leis Pressionar a fivela A e puxar na parte
de trânsito e de serem expostos a C, mantendo a fivela A perpendicular
um grande risco, constituem um ao cinto.
perigo também para os passageiros
dos lugares dianteiros.
ADVERTÊNCIA: o cinto estará
regulado corretamente quando ade-

U00079
U00091

A B
rir bem à bacia. A sua eficiência
depende diretamente da correta
colocação por parte do usuário.

D
C

fig. 13 fig. 14
A-8
USO DO CINTO TRASEIRO ADVERTÊNCIA: o cinto estará Para garantir a máxima
CENTRAL - fig. 15 regulado corretamente quando ade- proteção aos ocupantes do
rir bem à bacia. veículo em caso de aciden-
Para afivelar o cinto te, recomenda-se manter o encosto A
na posição mais ereta possível e o
Inserir a lingueta de engate A na aber-
Lembre-se que, em caso cinto bem aderido ao tórax e à bacia.
tura B do fecho até ouvir o clique de
de colisão, os passageiros
bloqueio.
dos bancos traseiros que
Para destravar o cinto: apertar o bo- não estiverem usando os cintos de Colocar e ajustar sempre
tão C. segurança, além de estarem infrin- os cintos de segurança, tanto
gindo as leis de trânsito e de serem nos lugares dianteiros como
Para ajustar o cinto expostos a um grande risco, cons- traseiros. Viajar sem utilizar os cintos
- para apertar: passar o cinto pela fi- tituem um grave perigo para os aumenta o risco de lesões graves, ou
vela D, puxando na extremidade EESTA passageiros dos lugares dianteiros. de morte, em caso de colisão.
operação pode ser feita com o cinto já
AFIVELADO 
ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A A opção em reclinar o
- para afrouxar: puxar na parte F, UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE
banco limita as funções do
mantendo a fivela D perpendicular ao SEGURANÇA
cinto de segurança, poden-
cinto.
/MOTORISTADEVERESPEITARETAMBÏM do ocasionar o escorregamento do
OSOUTROSOCUPANTESDOVEÓCULO TODAS usuário por baixo do cinto, com
as disposições legislativas locais com riscos de estrangulamento.
U00019

relação à obrigação e modalidades de


C
D A utilização dos cintos.
Colocar e ajustar sempre os cintos de
segurança antes de iniciar uma viagem.
E

fig. 15
A-9
O cinto não deve ser Se o cinto tiver sido sub- Cada cinto de segurança
dobrado. A parte superior metido a uma forte soli- deve ser utilizado somen-
deve passar nos ombros e citação como, por exem- te por uma pessoa. Nunca
atravessar diagonalmente o tórax. plo, após um acidente, o mesmo transportar crianças no colo de
A parte inferior deve aderir à bacia deve ser substituído completamente um passageiro utilizando um cinto
fig. 16 e não ao abdômen do pas- junto com as fixações e os parafu- de segurança para a proteção de
sageiro. Não utilizar dispositivos sos, mesmo não apresentando danos ambos fig. 17 e não colocar nenhum
(almofadas, espumas, clipes, etc.) visíveis, pois estes equipamentos objeto entre a pessoa e o cinto.
entre o corpo e o cinto, para qual- podem ter perdido suas proprieda-
quer finalidade, ou qualquer outro des de resistência. O uso dos cintos é necessário tam-
tipo de dispositivo que trave, afrou- bém para as mulheres grávidas: para
xe ou modifique o funcionamento Para qualquer intervenção ou
elas e para o bebê o risco de lesões em
normal do cinto de segurança. reparo, dirija-se sempre à Rede
caso de colisão é certamente menor se
estiverem usando o cinto.
Assistencial Fiat.
Obviamente as mulheres grávidas
deverão colocar a faixa abdominal do
cinto muito mais baixa de modo que a
mesma passe sob o ventre fig. 18.
&#"2

&#"2

&#"2
fig. 16 fig. 17 fig. 18
A-10
COMO MANTER OS CINTOS DE TRANSPORTE DE ADVERTÊNCIA: cada sistema de
SEGURANÇA SEMPRE EFICIENTES retenção é rigorosamente para uma
CRIANÇAS EM pessoa; não transportar nunca duas
1) Utilizar sempre os cintos de se-
gurança bem esticados, não torcidos; SEGURANÇA crianças na mesma cadeirinha ao A
mesmo tempo.
certificar-se de que os mesmos possam 4ODOSOSMENORES CUJASCARACTERÓSTI-
deslizar livremente sem impedimen- CASFÓSICASIDADE ALTURAEPESO OSIM-
tos. peçam de utilizar os cintos de seguran- ADVERTÊNCIA: verificar sempre
2) Após um acidente, substituir o cin- ça com os quais o veículo é equipado se os cintos não estão apoiando no
to usado, mesmo se aparentemente não originalmente, deverão ser protegidos pescoço da criança.
pareça danificado. por dispositivos de retenção apropria-
3) Para limpar os cintos, lavá-los com dos, seguindo rigorosamente as instru-
água e sabão neutro, enxaguando-os e ções do fabricante do dispositivo. Não ADVERTÊNCIA: durante a viagem
deixando-os secar à sombra. Não usar utilizar cadeirinhas ou outros dispositi- não permitir que a criança desen-
detergentes fortes, alvejantes ou tintu- vos sem as instruções de uso. caixe os cintos.
RAS OUQUALQUEROUTRASUBSTÊNCIAQUÓ- ADVERTÊNCIA: somente o banco
mica que possa enfraquecer as fibras traseiro deverá ser usado para o
do cinto. transporte de crianças. Esta posi- ADVERTÊNCIA: em caso de aci-
ção é a mais protegida em caso de dente, substituir a cadeirinha por
4) Evitar que os retratores automáti-
choque. uma nova.
cos se molhem. O seu correto funcio-
namento é garantido somente se não
sofrerem infiltrações de água. Para a melhor proteção em caso de
colisão, todos os ocupantes devem via- ADVERTÊNCIA: aconselha-se
5) Substituir o cinto quando apresen- jar sentados e protegidos pelos sistemas verificar na Rede Assistencial Fiat
tar marcas de deterioração ou cortes. DERETEN ÎOADEQUADOSCINTOSDESEGU- a disponibilidade de dispositivos de
RAN A CADEIRINHAS ETC  retenção para crianças da Linha Fiat
Esta recomendação é ainda mais Acessórios, especificamente desen-
importante quando são transportadas volvidos para uso nos veículos Fiat.
crianças no veículo.

A-11
PAINEL DE INSTRUMENTOS
A disponibilidade e a posição dos instrumentos, sinalizadores e equipamentos podem variar em função das versões e dos
itens opcionais adquiridos/disponíveis.

U00310
80
100 120
140
Economy 60 km/h
160
F 40 H
180
20 200

E 0 C

fig. 19

1)$IFUSORESDEARLATERAIS REGULÉVEISEORIENTÉVEIS 2) Alavanca de comando das luzes externas - 3) Quadro de instrumentos
e luzes-espia - 4) Interruptor das luzes de emergência - 5)"UZINA 6) Alavanca de comando dos limpadores e lavadores do
para-brisa e do vidro traseiro - 7) Comandos - 8)$IFUSORESDEARCENTRAIS REGULÉVEISEORIENTÉVEIS 9)4OMADADECORRENTE
e Cinzeiro - 10) Porta-luvas - 11) Sede para autorrádio - 12) Comandos de ventilação - 13) Comutador de ignição - 14)
Alavanca para abrir o capô do motor - 15)4AMPADEACESSOÌCAIXADEFUSÓVEIS

A-12
QUADRO DE INSTRUMENTOS

MILLE FIRE ECONOMY / MILLE WAY ECONOMY A

U00309
80
100 120
140
Economy 60 km/h
160
F 40 H
180
20 200

E 0 C

A B C D E

fig. 20
A - Indicador do nível de combustível com luz-espia da reserva.
B - Econômetro
C- Velocímetro
D - Hodômetro total e parcial.
E - Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento do motor

A-13
UNO FURGÃO/FIORINO

U00326
80
100 120
F 140
60 km/h
160
H
40 180
E 20 200
C
0

A B C D
fig. 21

A - Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento do motor.


B - Indicador do nível de combustível com luz-espia da reserva.
C - Velocímetro.
D - Hodômetros total e parcial.

A-14
INSTRUMENTOS DE INDICADOR DO NÍVEL DE INDICADOR DE TEMPERATURA DO
COMBUSTÍVEL - fig. 23 LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO
BORDO O ponteiro indica a quantidade
MOTOR - fig. 24
aproximada de combustível existente Em regime de funcionamento, normal- A
VELOCÍMETRO E HODÔMETRO - no tanque. mente, o ponteiro A deve estar sobre os
fig. 22 O acendimento contínuo da luz-es- valores centrais da escala. Se chegar perto
pia de reserva A indica que no tanque da marca vermelha, significa que o motor
A - Hodômetro total e parcial está sendo muito solicitado e é necessário
restam cerca de 5 a 7 litros de com-
B - Velocímetro bustível. reduzir a exigência de desempenho.
C - Botão para zerar o hodômetro E - (empty) - tanque vazio. Viajando a velocidade muito baixa
parcial e para comutação do parcial com clima muito quente, o ponteiro po-
para total. F - (full) - tanque cheio. de chegar perto da marca vermelha.
Para zerar o hodômetro parcial, é Ver observação no item “Estaciona- Nestes casos, é melhor parar o veícu-
necessário pressionar o botão durante mento” (no capítulo B - uso correto lo em lugar seguro e desligar o motor.
4 segundos. do veículo). Em seguida, ligá-lo novamente manten-
do-o ligeiramente acelerado.
Advertência: se o indicador do
nível de combustível estiver com a Se a situação persistir, des-
luz-espia piscando é sinal de ano- ligar o motor e providenciar
malia no sistema. Neste caso, pro- o reboque do veículo à con-
curar a Rede Assistencial Fiat. cessionária Fiat mais próxima.
U00311

U00312

U00313
80
100 120 F H
140
60 km/h
160
40 180
B C
A
20 200
E C
0
A
km A
fig. 22 fig. 23 fig. 24
A-15
Observação: Com o veículo em marcha lenta, o Quanto mais próximo o ponteiro es-
H - do inglês hot: quente ponteiro fica estacionado sobre a faixa TIVERDOINÓCIODAFAIXAVERDEESQUERDA
branca da escala. O econômetro entra DAESCALA MELHORESTARÉSENDOOCON-
C - do inglês cold: frio em operação a partir do momento em sumo de combustível.
Se o motor funcionar sem o que o motorista aciona o pedal do ace-
líquido de arrefecimento, seu lerador e inicia um trajeto. O econôme- ATENÇÃO: lembre-se que o eco-
veículo poderá ser seriamente tro somente iniciará a indicação quando nômetro é somente um indicador de
danificado. Os reparos, nestes o veículo estiver em movimento e com referência. A economia de combus-
casos, não serão cobertos pela velocidade superior a 7 km/h, situação tível depende fundamentalmente do
garantia. em que o ponteiro irá deslocar-se para a modo de dirigir adotado pelo moto-
esquerda, percorrendo a escala que vai rista. A esse respeito, veja as indica-
DESDEAFAIXAAMARELAMENOSECONÙMI- ções em “Dirigir com economia e
ECONÔMETRO - fig. 25 CO ATÏAFAIXAVERDEMAISECONÙMICO  respeitando o meio ambiente”, no
O econômetro é um instrumento A condição mais econômica é visua- capítulo B. Para algumas versões,
eletrônico sinalizador de consumo de lizada com o ponteiro ocupando qual- veja as indicações constantes no
combustível, cuja função é auxiliar vi- quer ponto da faixa verde da escala. guia prático de mesmo nome.
sualmente o motorista na maneira de
conduzir o veículo, tentando obter a
condição mais econômica possível
quanto ao consumo de combustível,
levando em conta as condições de trá-
fego e percurso.

U00314
Economy

fig. 25
A-16
LUZES-ESPIA Nestas condições, é possível prosse-

Acendem-se nos seguintes casos:


w RECARGA INSUFICIENTE
DA BATERIA
guir a marcha, evitando porém, exigir
demais do motor ou velocidades altas.
$IRIGIR SE OQUANTOANTES ÌRede As- A
PRESSÃO INSUFICIENTE Quando houver um defeito no siste- sistencial Fiat.
v DO ÓLEO DO MOTOR ma do gerador de corrente. O uso prolongado do veículo com
$IRIGIR SEÌRede Assistencial Fiat luz-espia acesa pode causar danos,
Quando a pressão do óleo no motor para evitar que se descarregue com- principalmente em caso de funciona-
descer abaixo do valor normal. pletamente a bateria. mento irregular ou de perda de retoma-
Girando a chave para a posição Girando a chave para a posição da do motor. O veículo pode ser usado
MAR, a luz-espia se acende, mas deve MAR, a luz-espia se acende, mas de- somente por pouco tempo em regimes
apagar-se assim que o motor ligar. verá apagar-se assim que o motor for baixos.
É possível que ocorra um ligeiro re- ligado. 3EALÊMPADAACENDER SEDEVEZEM
tardo no desligamento da luz-espia, quando, por poucos segundos, isto não
sobretudo se o motor se encontra em significa nada.
marcha lenta.
Se o motor for muito solicitado, ro- U AVARIA DO SISTEMA DE
INJEÇÃO
6ERITEMh$IRIGIRCOMECONOMIAE
respeitando o meio ambiente - Sistema
dando em marcha lenta, a luz-espia /"$vNOCAPÓTULO"
pode lampejar, mas deve apagar-se Acende-se quando houver uma ava-
acelerando levemente. ria no sistema de injeção. FREIO DE MÃO

Se a lâmpada acender-se
Girando a chave para a posição
MAR, a luz-espia se acende, mas de- x ACIONADO/NÍVEL
INSUFICIENTE DO
ve apagar-se após o funcionamento do LÍQUIDO DOS FREIOS
durante a marcha, desligar
o motor e providenciar o motor. Acende-se em duas situações:
reboque do veículo à concessioná- Se a luz permanecer acesa ou acen- 1) quando o freio de mão estiver
ria Fiat mais próxima. der-se durante a marcha, a mesma in- acionado;
dica um funcionamento imperfeito do
sistema de injeção com possível perda 2) quando o nível do líquido dos
de desempenho, má dirigibilidade e freios descer abaixo do mínimo.
consumo elevado.

A-17
Y FIAT CODE K RESERVATÓRIO DE
PARTIDA A FRIO
1 FARÓIS ALTOS

Girando a chave da ignição na posi- Quando o nível de gasolina para Quando os faróis altos forem ace-
ção MAR a luz-espia no quadro deve partida a frio for insuficiente ou estiver sos.
lampejar somente uma vez e depois vazio.
apagar. Se, com a chave na posição
MAR, a luz-espia permanecer acesa,
INDICAUMAPOSSÓVELAVARIAVEROSISTE-
ma Fiat #/$%NESTECAPÓTULO  INDICADORES DE
( VIDRO TÉRMICO
TRASEIRO
FD DIREÇÃO
Quando ligar o disposivo de desem-
(INTERMITENTES)
ATENÇÃO: o acendimento simul- baçamento do vidro traseiro.
TÊNEODASLUZES ESPIA U e Y indica Quando é acionada a alavanca de É recomendável desligar o dispositivo
AVARIANOSISTEMA&IAT#/$% COMANDODASLUZESDEDIRE ÎOSETAS  tão logo o vidro traseiro estiver desem-
baçado.

3 LUZES EXTERNAS

Quando as luzes de posição forem


acesas.

A-18
SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO

U00315
1 A
1

F Economy
80 100 120
60
E
40 Km/h 140
160
20
180
0
200
1
2

fig. 26
3
1 $IFUSORESPARADESEMBA AMENTODOPARA BRISA
2 $IFUSORESCENTRAISELATERAISORIENTÉVEIS
3 - Aberturas laterais inferiores para enviar ar aos pés do motorista e do passageiro dianteiro.

A-19
DIFUSORES ORIENTÁVEIS E B - Comando para orientação lateral COMANDOS PARA VENTILAÇÃO -
REGULÁVEIS - figs. 27 e 28 do fluxo do ar. Em algumas versões os fig. 29
difusores só podem ser orientados para
Os difusores podem ser orientados cima ou para baixo, bastando atuar no A - Seletor para ligar o ventilador.
para cima ou para baixo pressionando- seu corpo. B - Seletor para a distribuição do ar.
os.
- - Fluxo de ar direcionado para o
A - Comando para a regulagem da para-brisa.
quantidade de ar:
Q - Fluxo de ar direcionado para
- girando para cima: difusor aberto os pés dos passageiros e para o para-
- girando para baixo: difusor fecha- brisa.
do N - Fluxo de ar direcionado para os
pés dos passageiros.
C - Seletor para regulagem da quan-
tidade de ar.
U00225

U00230

U00122
A
B

- p 0 1 2 3 4 - O
N

-
B
- A

fig. 27 fig. 28 fig. 29


A-20
COMANDOS PARA AQUECIMENTO Para se evitar a sensação de enjôo, Após o desembaçamento, usar os co-
E VENTILAÇÃO - fig. 30 fechar os difusores centrais quando for mandos para manter as perfeitas condi-
utilizar o aquecimento. ções de visibilidade.
A - Seletor para regulagem da tem-
peratura do ar. A
DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO Vidro traseiro
B - Seletor para a velocidade do ven-
tilador. Para-brisa e vidros laterais Pressionar o botão (.
C - Seletor para a distribuição do ar. 1) Seletor para a temperatura do ar: 4ÎOLOGOOVIDROTRASEIROESTIVERDE-
APONTARNOSETORVERMELHOCOMPLETA- sembaçado, é aconselhável desligar o
- - Fluxo de ar direcionado para o botão, acionando novamente a tecla
para-brisa. MENTEGIRADOPARAADIREITA 
correspondente.
Q - Fluxo de ar direcionado para 2) Seletor do ventilador: posicionar
na velocidade máxima.
os pés dos passageiros e para o para- VENTILAÇÃO
brisa. 3) Seletor para a distribuição do ar:
apontar em -. 1)$IFUSORESDEARCENTRAISELATERAIS
N - Fluxo de ar direcionado para os completamente abertos.
pés dos passageiros. 4) Comando para regulagem da
quantidade de ar nos difusores centrais 2) Seletor para a temperatura do ar:
D - Seletor para regulagem da quan-
tidade de ar. D-fig. 30POSI ÎODIFUSORFECHADOGI- apontar no setor azul.
rar para posição OFF  3) Seletor do ventilador: posicionar
AQUECIMENTO na velocidade desejada.
4) Seletor para a distribuição do ar:
1) Seletor para a temperatura do ar: apontar em Q.
ponteiro no setor vermelho.

U00232
2) Seletor do ventilador: botão na
velocidade desejada.
B
3) Seletor para a distribuição do ar:
-

A D
apontar em Q para aquecer os pés e, ao
mesmo tempo, desembaçar o para-brisa C
ou N para somente aquecer os pés;

fig. 30
A-21
AR-CONDICIONADO ADVERTÊNCIA: a função de recir- 2) Seletor do ventilador B-fig. 31 po-
culação é útil principalmente em sicionado na velocidade máxima.
condições de forte poluição externa 3) Seletor de distribuição do ar C-fig.
O sistema utiliza fluido (engarrafamentos, trânsito em túnel 30 apontado para O; controlar para que
refrigerante R134a que, em etc.). Não é aconselhado, no entan- todas as saídas de ar estejam totalmente
caso de vazamentos aciden- to, um uso muito prolongado desta abertas.
tais, não prejudica o meio ambiente. função, especialmente se houver
muitas pessoas no veículo. Com o cursor D na posição v é
Nunca utilizar o fluido R12, incom- ativada somente a circulação do ar in-
patível com os componentes do terno.
próprio sistema. CONDICIONAMENTO DO AR 4) Ligar o ar-condicionado apertando
(RESFRIAMENTO) o botão E-fig. 32.
COMANDOS - fig. 31 e 32 Para obter um resfriamento rápido 5) Se possível, abrir totalmente, ou
A - Seletor para regular a temperatura do habitáculo em veículos equipados pelo menos um pouco, as janelas das
DOARMISTURAARQUENTEFRIO  com ar-condicionado, operar o sistema portas dianteiras por um breve período
conforme indicado: AMINUTOSNOMÉXIMO PARAQUE
B - Cursor para a velocidade do ven-
1) Seletor para a temperatura do ar haja uma circulação mais intensa do
tilador.
A-fig. 31 totalmente posicionado à es- ar no habitáculo. Em seguida, fechar
C - Seletor para a distribuição do ar. as janelas.
querda.
D - Cursor para ligar a recirculação
do ar, eliminando a entrada de ar ex-
terno.

U00233

U00234
E "OTÎOPARALIGAROAR CONDICIONA- E
( √
do E-fig. 32. Com o ar-condicionado
LIGADO O,%$NOBOTÎOE se acende.
p
B
A
- 0 1 2 3 4 -
C
-

- p 4 -
D 0 1 2 3

fig. 31 fig. 32
A-22
AQUECIMENTO 5) Recirculação do ar: desligada. ADVERTÊNCIA: com a tempe-
6) Comando para regulagem da ratura externa muito alta, a recir-
Para as funções de aquecimento e culação acelera o resfriamento do
ventilação, não ligar o condicionador, quantidade de ar nos difusores centrais
mas utilizar o sistema normal de aque- A-fig. 27POSI ÎODIFUSORFECHADOGIRAR
ar. Além disso, é particularmente A
útil em condições de forte poluição
CIMENTOEVENTILA ÎOVER!QUECIMENTO PARABAIXO  externa (engarrafamentos, trânsito
EVENTILA ÎONESTECAPÓTULO  Após o desembaçamento, usar os co- em túnel etc.). Não é aconselhado,
mandos para manter as perfeitas condi- no entanto, um uso muito prolonga-
DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO ções de visibilidade. do desta função.
O ar-condicionado é muito útil pa- RECIRCULAÇÃO
ra acelerar o desembaçamento, pois
desumidifica o ar. É suficiente regular Com o cursor D-fig. 31 na posição ADVERTÊNCIA: para plena efici-
os comandos para a função de desem- v, é ativada somente a circulação do ência na operação de desembaça-
baçamento e ativar o condicionador, ar interno. mento, mantenha a parte interna
apertando o botão E-fig. 32. dos vidros sempre limpa e desen-
Vidro traseiro gordurada. Para limpeza dos vidros,
Para-brisa e vidros laterais use apenas detergente neutro e
1) Condicionador de ar ligado: botão Pressionar o botão (4ÎOLOGOO água. Não utilize produtos à base
E-fig. 32. vidro traseiro estiver desembaçado, é de silicone para a limpeza de partes
2) Seletor para a temperatura do ar: aconselhável desligar o dispositivo. plásticas, principalmente o painel,
COMPLETAMENTEGIRADOPARAADIREITA pois o silicone se evapora quan-
PARADIASFRIOSOUCOMPLETAMENTEGIRA- do exposto ao sol, condensando-se
DOPARAAESQUERDA PARADIASQUENTES sobre a superfície interna do vidro
3) Cursor do ventilador: posicionar e prejudicando o desembaçamento
na velocidade máxima. e a visibilidade noturna.
4) Seletor para a distribuição do ar:
apontar em -.

A-23
ALAVANCAS SOB O Luzes de posição - fig. 33 Faróis altos - fig. 35
Acendem-se girando a empunhadura Acendem-se com a empunhadura na
VOLANTE da posição å à posição 6. No quadro posição 2, e empurrando a alavanca
de instrumentos acende-se a respectiva para a frente em direção ao painel de
ALAVANCA ESQUERDA luz-espia 3. instrumentos.
Reúne os comandos das luzes exter- No quadro acende-se a luz-espia
Faróis baixos - fig. 34 1.
nas e das setas.
Acendem-se girando a empunhadura Apagam-se puxando a alavanca em
A iluminação externa funciona so-
da posição 6 à posição 2. direção do volante.
mente com a chave de ignição na po-
sição MAR.
Acendendo as luzes externas, ilumi-
nam-se os ideogramas no quadro de ins-
trumentos e os símbolos dos comandos
situados no painel de instrumentos.
U00060

U00061

U00062
fig. 33 fig. 34 fig. 35
A-24
Lampejos - fig. 36 ALAVANCA DIREITA E &UN ÎOANTIPÊNICOTEMPORÉRIOE
São feitos puxando a alavanca em di- contínuo rápido; ao soltar, a alavanca
Reúne todos os comandos para a lim- volta para a posição å e desliga au-
RE ÎOAOVOLANTEPOSI ÎOINSTÉVEL  peza do para-brisa e do vidro traseiro. tomaticamente o limpador do para- A
Luzes de direção (setas) - fig. 37 brisa.
Limpador/lavador do para-brisa - fig. 38
$ESLOCANDOAALAVANCA Puxando a alavanca na direção do
volante fig. 39, ativa-se o esguicho do
para cima - ativa-se a seta direita; Funciona somente com a chave de lavador do para-brisa.
para baixo - ativa-se a seta esquer- ignição na posição MAR.
da. A - Limpador do para-brisa desliga-
No quadro de instrumentos acende- do.
se com intermitência a luz-espia y. B - Funcionamento intermitente.

U00065
E
As setas são desativadas automatica- C - Funcionamento contínuo e lento.
mente quando o veículo volta a prosse- D - Funcionamento contínuo e rá- A
guir em linha reta. pido.
Caso queira dar um sinal de luz rapi- B

damente, mova a alavanca para cima


ou para baixo, sem chegar ao final do C

curso. Ao soltá-la, a alavanca volta so-


D
zinha ao ponto de partida.
fig. 38
U00063

U00064

U00066
fig. 36 fig. 37 fig. 39
A-25
Limpador/lavador do vidro traseiro COMANDOS BOTÕES DE COMANDO - fig. 42
- fig. 40
Estão situados sobre os difusores cen-
Funciona somente com a chave de
LUZES DE EMERGÊNCIA - fig. 41 trais do ar e funcionam somente com
ignição na posição MAR.
a chave de ignição na posição MAR.
Comandos: Acendem-se apertando levemente o A "OTÎOCOMINDICA ÎODEFUN ÎO
1) girar a empunhadura da posição botão A, independente da posição da ativada no quadro de instrumentos para
å para '; chave de ignição. ligar/desligar o desembaçador do vidro
2) empurrando a alavanca em dire- A indicação, para o condutor, de que traseiro.
 ÎOAOPAINELPOSI ÎOINSTÉVEL ATIVAM as luzes de emergência foram ativadas é 4ÎOLOGOOVIDROTRASEIROESTIVERDE-
se o esguicho do lavador do vidro tra- evidenciada pelo acendimento da luz- sembaçado, é aconselhável desligar o
seiro e o limpador do vidro traseiro; ao espia y no quadro de instrumentos dispositivo.
soltá-la, desligam-se. ou por meio de iluminação do botão
A-fig. 41 de acionamento, localizado B "OTÎOPARALIGAROAR CONDICIONA-
na coluna de direção. DO/,%$DOBOTÎOSEACENDECOMOAR
-condicionado ligado.
A luz de emergência só
deve ser acionada com o
veículo parado; nunca em
movimento.
U00059

U00316

U00226
A ( √
B
80
100 120
140
Economy 60 km/h
160
F 40 H
180

E A
20
0
200

A
- p 0 1 2 3 4 - O
N

fig. 40 fig. 41 fig. 42


A-26
EQUIPAMENTOS Posição neutra na lente: acende-se TOMADA DE CORRENTE - fig. 45
somente com a porta do motorista aber-
INTERNOS TAALGUMASVERSÜES  Algumas versões dispõem de tomada
de corrente para alimentação de aces-
Posição 2: permanentemente liga- SØRIOSELÏTRICOSCARREGADORDECELULAR A
PORTA-LUVAS da. aspirador de pó, acendedor de cigarros,
ETC 
Para abrir, pressionar simultanea- CONJUNTO DA LUZ INTERNA -
mente as duas teclas indicadas pelas $EVIDOÌGRANDEVARIEDADEDEACESSØ-
fig. 44-B rios elétricos que podem ser conectados
setas fig. 43.
0ARAACENDERALÊMPADA LEVANTARA a esta tomada de corrente, recomenda-
Nunca trafegue com a tampa do
alavanca 1-fig. 44-B e abaixá-la para se especial cuidado na utilização dos
porta-luvas aberta. mesmos, observando se atendem as
APAGARALÊMPADA
especificações abaixo:
CONJUNTO DA LUZ INTERNA -
- Somente podem ser conectados
fig. 44-A

U00331
acessórios com potência até 180 Watts.
A
!LÊMPADAPODEACENDER SEEMDUAS - Para prevenir danos, o corpo do
situações distintas, de acordo com a po- plugue do acessório deve ser largo o
sição do interruptor fig. 44-A. suficiente para servir como guia decen-
Posição 1: permanentemente desli- tralização, quando este estiver inserido
gada. 1 2 na tomada de corrente.
U00070

U00102
B
1

fig. 43 fig. 44 fig. 45


A-27
Se houver dúvidas com ADVERTÊNCIA: verificar sempre PARA-SÓIS - fig. 47
relação à conformidade do se o acendedor está desligado após
o uso. Estão situados ao lado do espelho re-
plugue do acessório a ser trovisor interno, podendo ser orientados
utilizado, recomenda-se verificar para a frente ou para o lado.
com o fabricante se o mesmo aten- O acendedor de cigar-
de às especificações vigentes. Para algumas versões está disponível
ros alcança temperaturas um espelho de cortesia no para-sol do
elevadas. Manejá-lo com lado do passageiro.
O plugue do acessório cautela e evitar que crianças o utili-
zem, pois há perigo de incêndio ou Para algumas versões, há uma eti-
deve se ajustar perfeita-
queimaduras. queta no verso do para-sol, contendo
mente à medida da toma-
INFORMA ÜESSOBREOECONÙMETROVERO
da de corrente visando evitar mau
CINZEIRO - fig. 46 assunto “ECONÔMETRO”, em “INSTRUMEN-
contato ou superaquecimento com
TOS DE BORDOv NESTECAPÓTULO 
risco de incêndio.
Algumas versões dispõem de cin-
zeiro. Para utilizá-lo, abrir a tampa A
Em caso de utilização da tomada empurrando-a para trás.
de corrente como acendedor de Para facilitar a sua limpeza o cinzeiro
cigarros (adquirido como acessório), pode ser removido.
recomenda-se cautela no manuseio
deste último para prevenir queima-
duras causadas pelo calor gerado
pelo dispositivo.

U00142

U00067
Recomenda-se verificar na Rede A
Assistencial Fiat a disponibilidade
de acessórios originais e homologa-
dos para uso nos modelos Fiat.

fig. 46 fig. 47
A-28
PORTAS Versões 5 portas - fig. 49 Abertura/travamento manual por
Para abrir pelo lado externo, usar a dentro das portas dianteiras
chave e acionar o botão da maçaneta. Abertura: puxar a maçaneta de aber-
PORTAS LATERAIS
Para trancar pelo lado externo, usar a tura A-fig. 50. A
chave ou acionar previamente o pino- 4RAVAMENTOFECHARAPORTAEAPERTAR
Versões 3 Portas - fig. 48 TRAVAEXCE ÎOPARAAPORTADOMOTO- o pino. Para os veículos equipados com
Para abrir pelo lado externo, use a RISTA  trava elétrica são travadas também as
chave e acione a alavanca para cima. portas traseiras.
Para trancar pelo lado externo, usar a
chave ou acionar previamente o pino-
TRAVACOMEXCE ÎODAPORTADOMOTO-
RISTA 

U00022

U00023

U00037
A

fig. 48 fig. 49 fig. 50


A-29
Dispositivo de segurança TRAVAMENTO ELÉTRICO LEVANTADORES DOS
para crianças VIDROS DAS PORTAS
Impede a abertura das portas traseiras Por fora
pelo lado de dentro. É ativado movendo Com as portas fechadas, inserir e girar Levantadores manuais dos vidros
a alavanca fig. 51. a chave na fechadura de uma das portas Girar a manivela da respectiva porta
Posição 1 - dispositivo desativado. dianteiras. para abaixar ou levantar o vidro A-fig.
Posição 2 - dispositivo ativado. 52.
Por dentro
O dispositivo fica ativado mesmo se
as portas forem destravadas com co- #OMASPORTASFECHADAS APERTARPA-
mando elétrico. RATRAVAR OUPUXARPARADESTRAVAR UM
dos pinos de abertura das portas dian-
teiras.
Utilizar sempre este dis-
positivo quando for trans-
portar crianças. ADVERTÊNCIA: se uma das portas
dianteiras não estiver bem fechada
ou houver um defeito no sistema,
o travamento centralizado não é
ativado e, após algumas tentativas,
o dispositivo é excluído por cerca
de 2 minutos. Nestes 2 minutos, é
possível travar ou destravar as por-
U00104

U00039
tas manualmente, sem que o sistema
elétrico intervenha. Após esses 2
minutos, a central está de novo apta
a receber os comandos.

Se foi resolvida a causa do pro- A


blema, o dispositivo volta a funcio-
nar normalmente, caso contrário,
fig. 51 repete o ciclo de exclusão. fig. 52
A-30
Levantadores elétricos dos vidros Antes de acionar o inter- COMPARTIMENTO
dianteiros - fig. 53 ruptor do mecanismo levan-
No apoia-braço da porta do lado tador do vidro, verifique se DE CARGAS
do motorista há duas teclas que co- não há alguém com o braço do lado A
mandam, com a chave de ignição em de fora do veículo.
PORTA TRASEIRA
MAR:
A - vidro esquerdo
O uso impróprio dos Fiorino - fig. 54
B - vidro direito. levantadores elétricos dos É constituída de duas partes, abrindo
No apoia-braço da porta do lado do vidros pode ser perigoso. lateralmente. Ambas dotadas de tirantes
passageiro há uma tecla para o coman- Antes e durante o acionamento, de fixação, no teto e no piso da carroce-
do do respectivo vidro. verificar sempre se os passagei- ria. A da direita é provida de maçaneta
Pressionar as teclas para abaixar ou ros não estão expostos ao risco externa com fechadura à chave.
levantar os vidros. de lesões provocadas tanto direta
Para abrir a porta pelo lado externo,
ou indiretamente pelos vidros em
destravar a fechadura e girar a maçane-
movimento, como por objetos pes-
ta no sentido da seta.
soais arrastados ou jogados pelos
mesmos.

Ao sair do veículo, retire


sempre a chave da ignição
para evitar que os levan-
U00040

U00024
tadores elétricos dos vidros, acio-
nados inadvertidamente, constitu-
A am perigo para quem permanece
a bordo.
B

fig. 53 fig. 54
A-31
Para abrir a porta esquerda, agir sobre Limitador de abertura da porta - Para a abertura total da porta, leve-a
a alavanca A-fig. 55. fig. 56 até o fim de curso do limitador. Para
A fim de facilitar o acesso ao com- deixar a porta na posição de abertura
Abertura pelo lado interno - fig. 55 partimento de carga, a porta traseira é intermediária leve-a até o ponto médio
Para abrir a porta pelo lado interno, provida de limitador de abertura, que do limitador no qual a porta para na
atuar sobre a alavanca B. permite mantê-la aberta em duas po- posição desejada.
sições.

U00025

U00346
B A

fig. 55 fig. 56
A-32
ILUMINAÇÃO DO COMPARTIMEN- VIDROS LATERAIS CORREDIÇOS GRADES E ANTEPAROS - fig. 59
TO DE CARGA - fig. 57 (algumas versões) - fig. 58 O compartimento traseiro está sepa-
!LÊMPADAESTÉLOCALIZADASOBREAS Para abrir os vidros laterais corredi- rado do habitáculo por uma grade de
portas traseiras. Para acendê-la, colo- ços, pressione o dispositivo de fecha- proteção A, na parte superior e por um A
que a lente na posição central. Pres- mento e movimente os vidros para anteparo B, localizado na parte infe-
sionando em uma das extremidades a trás. rior.
LÊMPADASEAPAGA Não carregue pessoas no comparti-
mento de cargas: ele é destinado exclu-
sivamente para transporte de cargas.

U00095

U00032

U00116
A

fig. 57 fig. 58 fig. 59


A-33
GANCHOS PARA FIXAÇÃO DE PORTA-MALAS No uso do porta-malas,
CARGA - fig. 60 nunca superar as cargas
4ODACARGAASERTRANSPORTADADEVE máximas permitidas (ver
ABERTURA/FECHAMENTO DA capítulo “Características técnicas”).
ser devidamente fixada. Para tal, utilizar
TAMPA DO PORTA-MALAS Certificar-se ainda que os objetos
os ganchos, indicados pelas setas-fig.
60, localizados no compartimento de contidos no porta-malas estejam
Para abrir a tampa do porta-malas por
carga. Para que a operação seja feita de bem colocados, para evitar que uma
fora, destrancar a fechadura usando a
freada brusca possa jogá-los para a
forma segura, somente utilizar cabos, chave de ignição fig. 61.
cordas ou correias adequadas à fixação frente, machucando os passageiros.
A abertura da tampa é facilitada pela
do material que será transportado. ação do amortecedor lateral a gás.
Para fechar, abaixar a tampa e im- Colocar acessórios no bagagito
pulsioná-la com o dedo polegar pela ou na tampa do porta-malas (alto-
fechadura. -falantes, spoiler etc., exceto quan-
do previsto pelo fabricante) pode
prejudicar o correto funcionamento
Abaixar a tampa e soltá-la um
dos amortecedores laterais a gás
pouco antes do fechamento para
da própria tampa. Objetos soltos
evitar que prenda os dedos.
devem ser colocados no porta-
-malas.

O compartimento de bagagens é de
uso exclusivo destas.
U00054

U00047
fig. 60 fig. 61
A-34
AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS 5) Para reposicionar o encosto, voltá- Após o reposicionamento do
1) Abaixar completamente os apoia- -lo à posição vertical e empurrá-lo até encosto, certifique-se de que o
cabeças do banco traseiro. o completo travamento do mesmo nas mesmo esteja bem encaixado e tra-
travas superiores laterais. Após o trava- vado. A
2)$ESENGATAROENCOSTO MOVENDOAS mento, pressionar as alavancas laterais
alavancas laterais A-fig. 62 no sentido A-fig. 62 em direção à parte frontal do
da seta. veículo. Para remover o bagagito (somente
3) Rebater para a frente o encosto, Uno):
passando os cintos pelos lados, até que
ADVERTÊNCIA: o encosto do 1) Gire o tirante fig. 64 e retire-o do
este se apoie sobre o assento traseiro. orifício.
banco traseiro pode ser colocado
4) Em seguida, rebater o banco traseiro em duas posições, de acordo com 2) Retire o pino guia do bagagito da
inteiro para a frente de maneira a obter a necessidade de mais ou menos sua sede fig. 65 e remova-o.
uma única superfície de carga fig. 63. espaço no porta-malas. Para alterar Uma vez retirada, a superfície pode
a posição do encosto, empurre a ser posta transversalmente entre os en-
alavanca A-fig. 62 no sentido indi- costos dos bancos da frente e o assento
cado pela seta.
U00207 rebatido do banco de trás.

U00045

U00089
A

fig. 62 fig. 63 fig. 64


A-35
Para colocar o banco na posição CAPÔ DO MOTOR 4) introduzir a extremidade da vareta
normal na abertura do capô do motor fig. 68.
1) Empurre o assento do banco trasei- PARA ABRIR O CAPÔ DO MOTOR
ro e encaixe-o na sua respectiva sede. Antes de abrir o capô,
1) puxar a alavanca fig. 66. certifique-se que o braço do
2) Empurre o encosto passando-o la-
teralmente pelos cintos de segurança e 2) empurrar a trava A-fig. 67. limpador do para-brisa não
encaixando-o em suas fixações. 3) levantar o capô segurando-o pela esteja levantado.
parte central e, simultaneamente, soltar
Certifique-se que os ban- a vareta de suporte fig. 68 do seu dis-
cos traseiros estejam firmes positivo de bloqueio;
e bem encaixados antes de

U00051
U00036
colocar o veículo em marcha.

fig. 66
U00050

U00317
fig. 65 fig. 67 fig. 68
A-36
Atenção: Uma colocação BAGAGEIRO DE FARÓIS
incorreta da vareta pode
provocar a queda violenta TETO
do capô.
As sedes para encaixar as fixações,
REGULAGEM DO FACHO A
LUMINOSO
ficam acessíveis após ter deslocado
Se houver necessidade
levemente a guarnição das portas nos
de se fazer alguma verifi-
pontos indicados na fig. 69. ADVERTÊNCIA: uma correta
cação no motor, estando
A este respeito, sugerimos verificar regulagem dos faróis é determinan-
este ainda quente, evite encostar-se
na Rede Assistencial Fiat a existência te para o conforto e a segurança
no eletroventilador, pois o mesmo
de um bagageiro específico para o Fiat não só de quem guia o veículo, mas
poderá funcionar mesmo com a
Uno. de todos os usuários. Além disso,
chave de ignição desligada. Espere
constitui uma norma precisa do
até que o motor esfrie.
Não superar a carga Código de trânsito. Para garantir a
máxima permitida (ver si mesmo e aos outros as melhores
PARA FECHAR O CAPÔ DO capítulo “Características condições de visibilidade viajando
MOTOR técnicas”). com os faróis acesos, o veículo deve
ter um correto alinhamento dos
1) manter levantado o capô com uma mesmos.
mão e, com a outra, tirar a vareta fig. 68 Depois de percorrer
da abertura e repô-la no seu dispositivo alguns quilômetros, confe- A operação de regulagem dos faróis
de bloqueio; rir se as fixações do bagageiro estão pode ser realizada na Rede Assisten-
bem apertadas. cial Fiat.
2) abaixar o capô a cerca de 20 cm

U00044
do vão do motor;
3) deixá-lo cair: o capô fecha-se au-
tomaticamente.

Verificar sempre se o
capô foi bem fechado para
evitar que se abra durante a
marcha do veículo.
fig. 69
A-37
PREDISPOSIÇÃO Alto-falantes na cobertura do porta- OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A
malas de 18W de potência fig. 72. INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE
PARA INSTALAÇÃO Chicotes elétricos para alto-falantes SOM
DO AUTORRÁDIO das portas e da cobertura do porta-
malas. A instalação de siste-
Alguns veículos possuem predispo- Fusível de proteção de 15A localiza- mas de som (autorrádios,
sição para instalação de autorrádio. do na caixa de fusíveis sob o painel. módulos de potência, CD
O equipamento deverá ser instalado Changers etc.), que implique em
Para o modelo Uno, está previsto co-
na respectiva sede prevista para essa alterações das condições originais
nector e cabo, e a antena está instalada
finalidade. Para isso, retirar a tampa ou da instalação elétrica e/ou em inter-
no teto.
OPORTA OBJETOSAPENASPARAALGUMAS ferências nos sistemas eletrônicos
VERSÜES ATUANDONASTRAVASINDICADAS A sede do alto-falante das portas
PODEVARIARSEGUNDOAVERSÎOOU de bordo; além de provocar o can-
pelas setas fig. 70. celamento da garantia dos com-
PORTAS 
A predisposição é composta de: ponentes envolvidos, pode gerar
Alto-falante na porta dianteira direita anomalias de funcionamento com
de 20W de potência fig. 71. risco de incêndio. Ver recomenda-
ções em acessórios comprados pelo
Alto-falante na porta dianteira es-
usuário, no capítulo uso correto do
querda de 20W de potência fig. 71.
veículo.
U00105

U00106

U00107
fig. 70 fig. 71 fig. 72
A-38
NO POSTO DE A adição de outro tipo TAMPA DO RESERVATÓRIO DE
de gasolina no tanque (ex.: COMBUSTÍVEL
ABASTECIMENTO gasolina de aviação), não A tampa do reservatório de com-
Os dispositivos antipoluentes exi-
homologada para uso automotivo, -bustível é hermética, sem respiro, a A
pode provocar danos irreversíveis fim de evitar o lançamento de vapores
gem o uso exclusivo de gasolina sem no conversor catalítico.
chumbo. de combustível no meio ambiente, em
atendimento à legislação vigente.
Se o veículo estiver em trânsi-
De acordo com regulamenta- Mantenha-a sempre bem fechada e
to por outros países, certifique-se
ção vigente estabelecida pela ANP não a substitua por outra de tipo dife-
de que o abastecimento seja feito
(Agência Nacional de Petróleo) a rente.
somente com gasolina que não con-
gasolina normalmente disponível no tenha chumbo em sua composição.
mercado brasileiro não deve conter O combustível que escor-
chumbo em proporções que possam Nunca introduzir, nem re acidentalmente durante
causar danos ao conversor catalíti- mesmo em casos de emer- o abastecimento, além de
co dos automóveis. gência, a mínima quanti- ser poluente, pode danificar a pin-
dade de gasolina com chumbo no tura do veículo na região do bocal
tanque. de abastecimento, devendo ser evi-
tado.
O conversor catalítico
ineficiente provoca emis-
sões nocivas no escapamen-
U00217

to, com a consequente poluição do


meio ambiente.

Por motivos de seguran-


ça, assim como para garan-
tir o funcionamento correto
do sistema, a chave de ignição deve-
rá permanecer desligada enquanto
o veículo estiver sendo abastecido.
fig. 73
A-39
Fiorino Uno VERSÕES FLEX
O acesso à tampa de combustível é Para abri-la, segure a tampa e gire a (combustível etanol e/ou gasolina)
obtido abrindo a portinhola fig. 74. Pa- chave no sentido anti-horário; prossiga Este sistema, que está disponível
ra abri-la, segure a tampa e gire a chave girando a tampa fig. 75 até o seu com- exclusivamente nas versões FLEX,
no sentido anti-horário; prossiga giran- pleto desalojamento; foi projetado para proporcionar total
do a tampa A-fig. 74 até o seu completo flexibilidade na alimentação do motor
desalojamento; Não se aproximar do do veículo, permitindo a utilização de
bocal do tanque de com- etanol ou de gasolina indistintamente.
bustível com fósforos ou O combustível pode ser adicionado no
cigarros acesos, pois há perigo de reservatório na proporção que o usuário
incêndio. Evitar também aproximar julgar conveniente para o uso.
demais o rosto do bocal, para não Caberá ao usuário a análise sobre
inalar vapores nocivos. qual proporção dos dois combustíveis
é mais conveniente para o seu tipo de
utilização, considerando as diversas
VARIÉVEISPRE ODOCOMBUSTÓVEL CON-
SUMO DESEMPENHO ETC 
A central eletrônica de controle de in-
jeção está preparada para “gerenciar” a
interação entre os dois tipos de combus-
TÓVELETANOLOUGASOLINA POSSIBILITANDO
um funcionamento sempre regular em
U00071

U00048
todas as situações de utilização.
No uso normal as versões FLEX não
requerem cuidados ou procedimentos
A A especiais, excetuando a observação das
advertências de utilização presentes
neste capítulo e os pontos de manuten-
ção específicos.

fig. 74 fig. 75
A-40
Para propiciar partidas mais rápi- ADVERTÊNCIA: após um abaste- PROTEÇÃO DO
das, manter sempre abastecido o cimento, o sistema Flex necessita
reservatório de gasolina para par- de um pequeno tempo de adapta- MEIO AMBIENTE
tida a frio. ção (aproximadamente 10 minutos)
A proteção do meio ambiente condu-
A
com o veículo funcionando, para
reconhecer o combustível que está ziu o projeto e a realização dos veículos
Não utilizar combustí- no tanque (etanol ou gasolina). Fiat em todas as suas fases. O resulta-
veis diferentes dos especi- do está na utilização de materiais e no
ficados. O sistema somente aperfeiçoamento de dispositivos capa-
está preparado para funcionar com Esta recomendação é importante, zes de reduzir ou limitar drasticamen-
etanol e gasolina automotivos. sobretudo, quando tenha ocorrido te as influências nocivas sobre o meio
a troca do combustível que esta- ambiente.
va sendo utilizado (ex.: etanol em O Veículo Fiat está pronto para rodar
Não adaptar o veículo vez de gasolina). O veículo deve com uma boa margem de vantagem so-
para funcionamento com cumprir um percurso mínimo (pelo bre as mais severas normas antipoluição
GNV (Gás natural veicular) tempo anteriormente especificado) internacionais.
pois as características dos motores para que o sistema assimile o novo
FLEX não possibilitam a conversão. combustível.
Fazer alterações no veículo com o
objetivo de aumentar o seu desem-
penho, tais como a retirada do
Os motores FLEX podem apre- Este procedimento irá minimizar
catalisador e/ou modificações no
sentar níveis de ruídos diferentes, eventuais problemas na próxima
sistema de injeção eletrônica, além
dependendo do combustível utiliza- partida do veículo, principalmente
de contribuírem para aumentar des-
do (etanol ou gasolina) bem como se o motor estiver frio.
necessariamente a poluição atmos-
percentual de mistura. Este com-
férica, podem resultar no cancela-
portamento é normal e não afeta o
mento da garantia dos componentes
desempenho do motor.
envolvidos.

A-41
USO DE MATERIAIS NÃO O conversor catalítico é um “labora- Sistema antievaporação
NOCIVOS AO MEIO AMBIENTE tório” no qual uma porcentagem muito Sendo impossível, mesmo com o
alta destes componentes transforma-se motor desligado, impedir a formação
Nenhum componente do veículo EMSUBSTÊNCIASINØCUAS
contém amianto ou cádmio. Os com- dos vapores de gasolina, o sistema os
ponentes espumados e o sistema de ar- A transformação é auxiliada pela mantêm armazenados num recipiente
CONDICIONADONÎOCONTÐM#&##LORO- presença de minúsculas partículas de especial de carvão ativado, de onde
FLUORCARBONO GÉS RESPONSÉVEL PELA metais nobres presentes no corpo de são aspirados e queimados durante o
redução da camada de ozônio. CERÊMICA FECHADOPELORECIPIENTEME- funcionamento do motor.
tálico de aço inoxidável.
DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS Ruídos veiculares
EMISSÕES A retirada do conver- Este veículo está em conformidade
sor catalítico, além de não com a legislação vigente de controle
Conversor catalítico trivalente contribuir para aumentar o da poluição sonora para veículos au-
A-fig. 76 desempenho do veículo, ocasiona tomotores.
poluição desnecessária e constitui Limite máximo de ruído para fiscali-
Monóxido de carbono, óxidos de um claro desrespeito à legislação
nitrogênio e hidrocarbonetos não quei- ZA ÎODEVEÓCULOEMCIRCULA ÎOVEÓCU-
ambiental para veículos automo- lo parado segundo Resolução n° 01/93
mados são os principais componentes tores.
nocivos dos gases de escapamento. DO#/.!-! 

Sonda Lambda (sensor de oxigênio) Versão Ruídos


4ODAS AS VERSÜES ESTÎO EQUIPADAS
Mille Fire Economy  D"!
%."2

com a sonda lambda, pois esta garante


A
A o controle da relação exata da mistu- Mille Way Fire  D"!
ra ar/combustível, fundamental para o Economy
correto funcionamento do motor e do
catalisador. Fiorino FLEX  D"!

Uno Furgão FLEX  D"!

fig. 76
A-42
É importante o seguimento do “Ser- DESTINAÇÃO DE BATERIAS Composição básica: chumbo, ácido
viço Periódico de Manutenção”, para sulfúrico diluído e plástico.
que o veículo permaneça dentro dos 4ODO CONSUMIDORUSUÉRIO FINAL Ï
obrigado a devolver sua bateria usada Os pontos de venda são obrigados a
padrões antipoluentes.
AUMPONTODEVENDA2ESOLU ÎO#/- aceitar a devolução de sua bateria usa- A
.!-!DE  da, bem como armazená-la em local
Trafegar com o sistema adequado e devolvê-la ao fabricante
de escapamento modifi- Reciclagem obrigatória: para reciclagem.
cado ou danificado, além
de aumentar consideravelmente o Riscos do contato com a solução
nível de ruído do veículo (poluição Não descarte a bateria no ácida e com o chumbo
sonora), constitui uma infração ao lixo. Quando a solução ácida e o chumbo
Código Nacional de Trânsito. contidos na bateria são descartados na
$EVOLVAABATERIAUSADAAO natureza de forma incorreta, poderão
revendedor no ato da troca. contaminar o solo, o subsolo e as águas,
Não jogue pontas de bem como causar riscos à saúde do ser
cigarro para fora da janela. humano.
Além de evitar incêndios e
queimadas, você estará evitando a No caso de contato acidental com
contaminação do solo. os olhos ou com a pele, lavar imedia-
tamente com água corrente e procurar
orientação médica.
O lixo que é jogado na
rua coloca em risco as gera-
ções futuras devido ao altís-
simo tempo de decomposição de
determinados materiais.

A-43
USO CORRETO DO VEÍCULO
PARTIDA DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-1
Para utilizar o veículo Fiat do melhor modo possível, para
ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-2
não danificá-lo e, principalmente, para poder aproveitar todas
USO DO CÂMBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-3
as suas qualidades, neste capítulo sugerimos “o que fazer, o
DIRIGIR COM SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . B-4
que não fazer e o que evitar”.
DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO
Trata-se, na maior parte dos casos, de comportamentos O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-8 B
válidos também para outros veículos. Em outros, pode tratar- LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO . . . . . . . . . B-12
se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat Uno e do CONTROLES FREQUENTES E ANTES DE
Fiorino. Assim, é preciso prestar muita atenção neste capítulo VIAGENS LONGAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-13
também, para conhecer o comportamento na direção e no uso ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO . . B-13
que lhe permitirão desfrutar ao máximo do seu veículo. SEÇÃO LATERAL TRASEIRA DE UM
VEÍCULO (EXEMPLO GENÉRICO) . . . . . . . . . . . . B-14
DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . . B-14

B
PARTIDA DO Não é necessário pisar no ADVERTÊNCIA: com o motor
acelerador para dar partida desligado, não deixar a chave de
MOTOR no motor. ignição na posição MAR.

É perigoso deixar o motor Com o motor em movi- Para os veículos catalisa-


funcionando em local mento, não tocar nos cabos dos deve ser completamen-
fechado. O motor conso- de alta tensão (cabos das te evitado a partida com
me oxigênio e libera gás carbôni- velas). empurrão, reboque ou aproveitando
co, monóxido de carbono e outros as descidas. Essas manobras pode- B
gases tóxicos. Se o motor não funcionar na primei- riam causar o afluxo de combustível
ra tentativa, é necessário repor a chave no conversor catalítico e danificá-lo
na posição STOP antes de tentar de irremediavelmente.
Antes de dar partida no motor: novo.
1) Verificar se o freio de mão está Nas versões equipadas com FIAT
engatado. CODE se, com a chave na posição Lembre-se que, enquan-
2) Colocar a alavanca do câmbio em MAR, a luz-espia Y ficar acesa junto to o motor não funcionar,
ponto morto. com a luz-espia U, aconselha-se repor o servofreio e a direção
a chave na posição STOP e, depois, de hidráulica não são ativados, sendo
3) Pisar a fundo no pedal da embrea-
novo em MAR; se a luz-espia continuar necessário exercer um esforço
gem, sem pisar no acelerador.
acesa, tentar a partida de novo com a muito maior tanto no pedal do freio
4) Girar a chave de ignição para a po- outra chave fornecida. como no volante.
sição AVV e soltá-la assim que o motor
der partida. Se, ainda assim, não conseguir ligar o
motor, recorrer à partida de emergência
Nas versões FLEX, o sistema de par- (ver Partida de emergência no capítulo
tida a frio irá intervir automaticamente “EM EMERGÊNCIA”) e dirigir-se à Rede As-
para proporcionar partidas mais rápi- sistencial Fiat.
das.

B-1
COMO AQUECER O MOTOR depois da partida, dependendo das ESTACIONAMENTO
DEPOIS DA PARTIDA condições externas de trânsito e
- Colocar o carro em movimento len- temperatura ambiente.
tamente, deixando o motor em regime Desligar o motor, puxar
médio, sem aceleradas bruscas. o freio de mão, engatar
PARTIDA COM MOTOR QUENTE
a 1ª marcha e deixar as
- Evitar exigir, desde os primeiros qui-
Para dar partida com o motor quente, rodas viradas em direção ao meio-
lômetros, o máximo de desempenho.
aconselha-se manter a chave em MAR -fio (guias) do passeio. Se o veículo
por alguns segundos antes de girá-la estiver estacionado em uma descida
Mesmo com a adoção de moder- para AVV. íngreme, aconselha-se também a
nos sistemas de injeção e ignição travar as rodas com um calço.
Essa operação fará a bomba elétri-
eletrônicos, a ocorrência de peque-
ca de combustível funcionar antes do
nas variações de funcionamen- Não deixar a chave de ignição na
motor, possibilitando uma partida mais
to (oscilação da marcha lenta ou posição MAR, para não descarregar a
rápida.
pequenos engasgos), nos primeiros bateria.
instantes de funcionamento, pode Ao descer do veículo, tirar sempre a
ser considerada uma característi- PARA DESLIGAR O MOTOR
chave do contato.
ca normal, própria dos motores Com o motor em marcha lenta, gi-
a explosão, sobretudo quando ali- rar a chave de ignição para a posição
mentados com etanol. A utilização Nunca deixe crianças
STOP.
de combustível de má qualidade sozinhas no veículo.
A “pisada no acelerador” antes de
pode acentuar essas características desligar o motor não serve para nada,
a ponto de torná-las mais perceptí- e causa um consumo inútil de combus-
veis por parte do usuário. tível, além de ser prejudicial.

O motor do veículo somente irá ADVERTÊNCIA: depois de um


atingir um grau de funcionamento percurso desgastante é melhor dei-
que possa ser considerado regular xar o motor em marcha lenta antes
quando atingir a sua temperatura de desligá-lo, para que a temperatu-
padrão de funcionamento, a qual ra do motor seja reduzida.
será alcançada alguns momentos
B-2
Observação: o indicador do nível Dependendo da regula- USO DO CÂMBIO
de combustível possui um circuito ele- gem do banco do motoris-
trônico de amortecimento, que tem a ta no sentido longitudinal Para engrenar as marchas, pisar a
função de neutralizar as oscilações do (para frente ou para trás), a ala- fundo no pedal da embreagem e pôr
ponteiro que poderiam ser causadas vanca do freio de mão pode ficar a alavanca do câmbio em uma das po-
pela movimentação do combustível próxima à alavanca do encosto do sições do esquema na fig. 2 (o esque-
dentro do tanque. banco. Nesse caso, ao acionar o ma também está indicado no pomo da
freio de mão faça-o com o cuidado. alavanca).
Portanto, se no momento da partida
o veículo se encontrava estacionado em
Para engrenar a marcha a ré (R), (o B
veículo deve estar parado e em ponto
posição inclinada (subida ou descida), a ADVERTÊNCIA: independente morto), pisar no pedal da embreagem
indicação fornecida pelo ponteiro pode dos prazos constantes da tabela do até o fim do curso, aguardar alguns
levar até 2 minutos para ser atualizada. “Plano de manutenção programa- segundos, levantar o anel A-fig. 2 do
da”, e sem prejuízo destes, sempre dispositivo inibidor de marcha a ré e,
FREIO DE MÃO - fig. 1 que for requerido maior esforço para só então, partindo da posição neutra,
acionamento do freio de mão de seu deslocar a alavanca para a direita e
A alavanca do freio de mão está situ- veículo, leve-o à Rede Assistencial
ada entre os bancos dianteiros. para trás.
Fiat para efetuar a regulagem.
Para acionar o freio de mão, puxar a
alavanca para cima até travar no dente Com o freio de mão acionado e a
necessário para imobilizar completa- chave de ignição na posição MAR, no
mente o veículo. quadro de instrumentos ilumina-se a
luz-espia x.
U00042

U00252
1 3 5
A Para desengatar o freio de mão: 1 3 5
R

1) Levantar levemente a alavanca e


2 4

2 4 R
apertar o botão de desengate A-fig. 1. A

5
3

R
1

4
2
2) Manter apertado o botão e abaixar
a alavanca. A luz-espia x apaga-se.

fig. 1 fig. 2
B-3
VELOCIDADES PARA TROCA DE DIRIGIR COM Verifique que os tapetes
MARCHAS estejam sempre estendi-
Para se obter máxima economia,
SEGURANÇA dos e bem posicionados.
recomendamos observar os seguintes Observe a localização correta em
Ao projetar o veículo, a Fiat traba- cada unidade e seu respectivo posi-
limites de velocidades para trocas de lhou com empenho para obter um ve-
marchas: cionamento. A disposição indevida,
ículo capaz de garantir a máxima se- ou o uso de um tapete não homolo-
gurança aos passageiros. No entanto, o gado, pode se tornar um obstáculo
Mille Fire Uno Furgão
comportamento de quem dirige é sem- ao acionamento dos pedais. Utilize,
Economy
pre um fator decisivo para a segurança exclusivamente, tapetes originais e/
Fiorino
nas estradas. ou homologados pela FIAT, evitan-
Mille Way
Economy A seguir, você vai encontrar algumas do materiais não autorizados.
regras simples para viajar com seguran-
1ª ° 2ª 22 25 ça em diversas condições. Com certe- - Verifique se os eventuais sistemas
2ª ° 3ª 44 40 za, muitas serão já conhecidas, mas, de de proteção das crianças (porta-bebês,
qualquer forma, será útil ler tudo com bercinhos, etc.) estão fixados correta-
3ª ° 4ª 62 65 atenção. mente no banco traseiro. Não use o
4ª ° 5ª 82 72 banco dianteiro para o transporte de
ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO crianças.
Para mudar as marchas - Coloque com cuidado objetos no
- Verifique o correto funcionamento
corretamente, é necessário porta-malas para evitar que uma freada
das luzes e dos faróis.
pisar a fundo no pedal da brusca possa jogá-los para a frente.
- Regule bem a posição do banco, do
embreagem. Por isso, o piso sob volante e dos espelhos retrovisores, pa-
- Evite ingerir alimentos pesados an-
os pedais não deve ter obstáculos. ra obter a posição melhor para dirigir.
tes de viajar. Uma alimentação leve,
Verificar se os tapetes estão sempre de fácil digestão, ajuda a manter os
bem estendidos e não interferem no - Regule com cuidado os apoia-ca- reflexos rápidos. Evite, principalmente,
deslocamento dos pedais, diminuin- beças de modo que a nuca, e não o bebidas alcoólicas.
do o seu curso. pescoço, seja apoiada neles.
Periodicamente, lembre-se de fazer
- Certifique-se que nada (tapetes, os controles citados em “Controles
etc.) impeça o movimento e o curso frequentes e antes de viagens longas”,
dos pedais. neste capítulo.
B-4
ADVERTÊNCIA: nunca transporte - Certifique-se sempre que, além de - Nunca percorra descidas com o
no veículo reservatórios suplemen- você, todos os outros passageiros do motor desligado; não tendo o auxílio
tares de combustível, uma vez que, veículo também estejam usando os do freio motor e do servofreio, a ação
em caso de vazamento ou acidente, cintos de segurança e que as crianças de frenagem requer um esforço muito
poderiam explodir ou incendiar-se. sejam transportadas com sistemas es- maior no pedal.
pecíficos.
DIRIGIR À NOITE
Nunca encha galões de combustí- Não dirija em estado de
vel no interior do veículo ou sobre Aqui estão as principais indicações a
o compartimento de carga, pois a
embriaguez alcoólica ou seguir quando viajar à noite. B
sob efeito de medicamen-
eletricidade estática e os vapores tos. - Dirija com prudência especial, já
de combustível dos galões podem que, à noite, as condições de direção
provocar explosão e incêndio. são mais difíceis.
Use sempre os cintos de - Reduza a velocidade, principalmen-
EM VIAGEM segurança, e certifique-se te em estradas sem iluminação.
de que os passageiros tam- - Aos primeiros sinais de sonolência,
- A primeira regra para dirigir com bém façam o mesmo. Viajar sem o pare o veículo em local seguro. Prosse-
segurança é a prudência. uso dos cintos aumenta o risco de guir seria um risco para si mesmo e para
- Prudência também significa estar lesões graves, ou de morte, em caso os outros. Continue a viagem só depois
em condições de prever um compor- de acidente, e ainda é uma infração. de ter descansado bastante.
tamento incorreto ou imprudente dos
outros motoristas. - Viagens longas devem ser feitas em
boas condições físicas.

U00209
- Siga rigorosamente as regras do
Código Nacional de Trânsito e, prin- - Não dirija por muitas horas conse-
cipalmente, respeite os limites de ve- cutivas; efetue paradas periódicas para
locidade. fazer um pouco de movimento e revi-
gorar o físico.
- Troque constantemente o ar no
veículo.

fig. 3
B-5
- Mantenha uma distância de segu- DIRIGIR COM CHUVA - Se estiver chovendo muito forte, a
rança em relação aos veículos da frente, visibilidade também é reduzida.
maior do que a que manteria durante o A chuva e as estradas molhadas sig-
nificam perigo. Nestes casos, mesmo se for dia, acen-
dia. É difícil avaliar a velocidade dos da os faróis baixos para tornar-se mais
outros veículos quando só as luzes são Em uma estrada molhada, todas as visíveis aos outros.
visíveis. manobras são mais difíceis, pois o atrito
das rodas no asfalto é reduzido consi- - Não atravesse poças em alta velo-
- Verifique a correta orientação dos cidade e segure bem o volante. Uma
faróis; se estiverem baixos demais, redu- deravelmente. Consequentemente, os
espaços para frear aumentam muito e poça atravessada em alta velocidade
zem a visibilidade e cansam a vista. Se pode provocar a perda de controle do
estiverem altos demais, podem atrapa- a aderência na estrada diminui.
veículo (aquaplanagem).
lhar os motoristas dos outros veículos. Aqui estão alguns conselhos a seguir
em caso de chuva: - Coloque os comandos de ventilação
- Use os faróis altos somente fora das na função de desembaçamento (ver ca-
cidades e quando tiver certeza que não - Reduza a velocidade e mantenha pítulo “Conhecimento do veículo”), pa-
atrapalharão os outros motoristas. uma distância de segurança maior dos ra não ter problemas de visibilidade.
- Cruzando com um outro veículo, veículos da frente.
- Verifique, de vez em quando, as
passe, com bastante antecedência, dos condições das palhetas dos limpadores
faróis altos (se estiverem acesos) aos do para-brisa.
baixos.
- Mantenha luzes e faróis limpos. A passagem em poças
- Fora da cidade, tenha atenção com d’água muito profundas,
a travessia de animais. ou em ruas alagadas, pode

U00210
ocasionar graves danos ao motor
do veículo.

fig. 4
B-6
DIRIGIR NA NEBLINA - Mantenha uma grande distância de - Lembre-se que a ultrapassagem em
segurança do veículo da frente. subida é mais lenta e, por isso, requer
- Se a neblina for densa, evitar, o mais estrada livre. Ao ser ultrapassado
quanto possível, viajar. - Evite, ao máximo, variações repen-
tinas de velocidade. em subida, facilite a ultrapassagem do
Em caso de dirigir com névoa, nebli- outro veículo.
na uniforme ou possibilidade de banco - Evite, se possível, ultrapassar outros
de neblina: veículos.
DIRIGIR EM ESTRADAS NÃO
- Mantenha uma velocidade mode- Em caso de parada forçada do veícu- PAVIMENTADAS
rada. lo (avarias, impossibilidade de prosse-
guir por causa de má visibilidade etc.), A utilização do veiculo em estradas B
- Acenda, mesmo durante o dia, os antes de mais nada, tente parar fora das não pavimentadas, rodovias ou cami-
faróis baixos. Não use os faróis altos. faixas de rodagem. Em seguida, acenda nhos com a presença de buracos, va-
- Coloque os comandos de ventilação as luzes de emergência e, se possível, letas, pedras, terrenos lamacentos e/ou
na função de desembaçamento (ver ca- os faróis baixos. alagadiços, presença de areia ou todo
pítulo “Conhecimento do veículo”), pa- Toque a buzina repetidamente se e qualquer material que possa danificar
ra não ter problemas de visibilidade. perceber a aproximação de um outro carroceria e/ou componentes mecâni-
- Lembre-se que a presença de ne- veículo. cos do veiculo deve ser evitada.
blina também causa umidade no asfal-
to, o que dificulta qualquer manobra DIRIGIR EM MONTANHA
e aumenta a distância dos espaços da
frenagem. - Em estradas em descida, use o freio
motor, engrenando marchas fortes, para
não superaquecer os freios.
U00213

U00214
- Não percorra, em hipótese alguma,
descidas com o motor desligado ou em
ponto morto, e muito menos com a cha-
ve tirada do contato.
- Dirija com velocidade moderada,
evitando “cortar” as curvas.

fig. 5 fig. 6
B-7
DIRIGIR COM to ao meio ambiente, mas influi também
no rendimento do veículo. Assim, manter
Não ligar o motor, mesmo que só
para testar, com uma ou mais velas
ECONOMIA E em boas condições estes dispositivos é a desligadas.
primeira regra para uma direção ao mes-
RESPEITANDO O mo tempo ecológica e econômica.
Não aquecer o motor em marcha
lenta antes de partir, a não ser que a
MEIO AMBIENTE A primeira precaução é seguir cui- temperatura externa esteja muito baixa
dadosamente o plano de Manutenção e, mesmo neste caso, não por mais de
A proteção do meio ambiente é um Programada. 30 segundos.
dos princípios que conduziram a reali-
zação dos veículos Fiat. Os dispositivos Para os motores a gasolina, use so-
antipoluentes desenvolvidos dão resul- mente gasolina sem chumbo. A retirada do conver-
tados muito além das normas vigentes. Se a partida for difícil, não insis- sor catalítico, além de não
Entretanto, o meio ambiente não po- ta com tentativas prolongadas. Evite, contribuir para aumentar o
de ficar sem o maior cuidado da parte principalmente, empurrar, rebocar ou desempenho do veículo, ocasiona
de cada um. usar descidas; são todas manobras que poluição desnecessária e constitui um
podem danificar o conversor catalítico. claro desrespeito à legislação ambien-
O motorista, seguindo regras simples,
Use somente uma bateria auxiliar (ver tal para veículos automotores.
pode evitar danos ao meio ambiente e,
ao mesmo tempo, diminuir o consumo “PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR” no capítu-
de combustível. lo “EM EMERGÊNCIA”).
Se, durante a marcha, o motor não No seu funcionamento
A este respeito, são citadas, a seguir, normal, o conversor cata-
muitas indicações úteis que unem-se funcionar bem, prossiga reduzindo ao
mínimo indispensável a exigência de lítico atinge elevadas tem-
àquelas identificadas pelo símbolo #, peraturas. Assim, não estacione o
presentes em várias partes do manual. desempenho do motor e dirija-se, logo
que puder, à Rede Assistencial Fiat. veículo sobre material inflamável
O conselho, tanto para as primeiras (grama, folhas secas, folhas de
como para as últimas, é de ler tudo com Quando acender a luz-espia de re- pinheiro, etc.); pois há perigo de
atenção. serva de combustível, abastecer assim incêndio.
que for possível. Um baixo nível do
PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS combustível poderia causar uma ali- Não instale outros anteparos de calor
QUE REDUZEM AS EMISSÕES mentação irregular do motor, e como e nem remova os existentes colocados
consequência, possíveis danos ao con- sobre o conversor catalítico e o tubo de
O correto funcionamento dos dispositi- versor catalítico. escapamento.
vos antipoluentes não só garante o respei-
B-8
Não borrifar nenhum produto sobre - Controlar periodicamente a pressão SISTEMA OBD
o conversor catalítico, a sonda lambda dos pneus. Se a pressão estiver muito bai-
e o tubo de escapamento. xa, o consumo de combustível aumenta. O Sistema de Diagnóstico de Bordo
(OBD - On Board Diagnosis), presente
- Remover o bagageiro do teto quan-
em algumas versões, efetua um diagnósti-
A falta de respeito a estes do não for usado. Este acessório diminui
co contínuo dos componentes relaciona-
procedimentos pode causar consideravelmente a penetração aero-
dos com as emissões gasosas produzidas
riscos de incêndio. dinâmica do veículo.
pelo veículo. Além disso, indica por meio
- Utilizar os dispositivos elétricos do acendimento da luz-espia U no qua-
OUTROS CONSELHOS
somente pelo tempo necessário. A exi- dro de instrumentos, acompanhada de B
gência de corrente aumenta o consumo mensagem no display (algumas versões),
- Não aquecer o motor com o veículo de combustível. a condição de falha de componentes do
parado; neste estado o motor se aque- sistema de controle do motor.
ce muito mais devagar, aumentando Não jogue resíduos ou O sistema OBD tem como objetivos:
consumos e emissões. Assim, é melhor recipientes vazios na rua,
partir lentamente, evitando regimes de sMANTERSOBCONTROLEAEFICIÐNCIADO
mantenha dentro do veí- sistema;
rotação elevados. culo um saco plástico para guardá-
- Assim que as condições do trânsito -los até que possa descartá-los em sSINALIZARUMAUMENTODEEMISSÜES
e a estrada o permitirem, utilizar uma uma lixeira apropriada. Esta prática devido a um funcionamento irregular
marcha mais alta. ajuda a manter as ruas mais limpas, do veículo;
- Evitar acelerações quando estiver evitando o entupimento dos esgo- sSINALIZARANECESSIDADEDESUBSTITUIR
parado em semáforos ou antes de des- tos e reduzindo, assim, o perigo os componentes deteriorados.
ligar o motor. das enchentes causadas pelas fortes O sistema dispõe também de um
chuvas de verão. conector que permite a leitura dos có-
- Manter uma velocidade uniforme
o quanto possível, evitando freadas e digos de erros memorizados na central
arranques supérfluos que gastam com- Trafegar com o sistema eletrônica, em conjunto com uma série
bustível e aumentam claramente as de escapamento modifi- de parâmetros específicos de diagnós-
emissões. cado ou danificado, além tico e funcionamento do motor. Tal
de aumentar consideravelmente o verificação é possível para os agentes
- Desligar o motor em paradas pro- encarregados de fiscalização de trânsi-
longadas. nível de ruído do veículo (poluição
sonora), constitui uma infração ao to, mediante a interface do sistema com
Código Nacional de Trânsito. instrumentos adequados.
B-9
LUZ-ESPIA DE AVARIA Se a luz-espia se acende de modo CONSIDERAÇÕES GERAIS
DO SISTEMA DE intermitente é indicação de possível
U DIAGNÓSTICO DE
BORDO/CONTROLE DO
dano no catalisador. No caso de acen-
dimento intermitente, soltar o pedal do
Manutenção do veículo
acelerador, reduzindo a velocidade, até As condições de manutenção do ve-
MOTOR (amarelo âmbar)
que a luz espia se apague. Prossiga a ículo representam um fator muito im-
Em condições normais, girando a marcha em velocidade reduzida e pro- portante, que incide diretamente sobre
chave de ignição para a posição MAR, cure a Rede Assistencial Fiat. o consumo de combustível, a tranqui-
a luz-espia se acende, mas deve apagar- lidade de marcha e a própria vida útil
-se quando o motor funcionar. do veículo. Por este motivo, é oportu-
Se, girando a chave para no cuidar da manutenção fazendo com
Se a luz-espia permanece acesa, ou se a posição MAR, a luz-espia
acender durante a marcha, é indicação que o veículo passe pelas revisões e
U não se acender, ou se operações de manutenção previstas no
de funcionamento imperfeito do sistema acender de modo fixo/intermitente
de controle do motor. O acendimento “PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA”.
durante a marcha, contatar o quan-
fixo da luz-espia indica mau funciona- to antes a Rede Assistencial Fiat.
mento no sistema de alimentação/igni- Pneus
A funcionalidade da luz-espia U
ção, que poderá provocar aumento de pode ser verificada pelos agentes de Controlar periodicamente a pressão
emissões do escape, possível perda de fiscalização do trânsito ou em even- de ar dos pneus em intervalos não supe-
desempenho, má dirigibilidade e con- tuais programas oficiais de inspeção riores a 4 semanas; se a pressão estiver
sumos elevados. Em algumas versões o de veículos. Respeite as normas muito baixa, o consumo de combustível
display exibe mensagem específica. vigentes. aumenta quanto maior for a resistência
Nessas condições, é possível conti- ao rolamento. É importante ressaltar,
nuar a dirigir, sempre evitando esfor- nestas condições, o desgaste natural dos
ços do motor e altas velocidades. O uso CONTENÇÃO DOS GASTOS DE pneus é acelerado, piorando também
prolongado do veículo, com a luz-espia UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO o comportamento do veículo e, conse-
acesa, pode provocar danos ao mesmo. AMBIENTAL quentemente, a segurança de marcha.
Nesse caso, procure a Rede Assistencial A seguir, são fornecidas algumas
Fiat. sugestões que permitem obter uma
Se o mau funcionamento desaparece economia de utilização do veículo e
a luz-espia se apaga, mas o sistema me- um comportamento ecologicamente
moriza a sinalização. adequado.
B-10
Cargas inúteis Ar-condicionado Velocidade máxima
Não viajar com excesso de carga. O Exerce forte influência no consumo O consumo de combustível aumenta
peso do veículo (sobretudo no trânsito de combustível do veículo (aproxi- proporcionalmente em relação à veloci-
urbano), influencia fortemente o consu- madamente 20% a mais). Quando a dade que o veículo desenvolve; como
mo e a estabilidade. temperatura externa o permitir, utilizar exemplo, pode-se dizer que passando
somente o sistema de renovação de ar de 90 a 120 km/h, o incremento de
Equipamentos elétricos natural do veículo. consumo de combustível é de aproxi-
Utilizar os dispositivos elétricos so- madamente 30%.
mente pelo tempo necessário. O lim- Acessórios aerodinâmicos Tentar manter uma velocidade uni- B
pador de para-brisa e o eletroventilador Os acessórios aerodinâmicos não forme, dentro do possível, evitando fre-
do sistema de aquecimento e ventilação certificados durante o desenvolvimento adas e retomadas desnecessárias, que
requerem, para o seu funcionamento, do veículo podem, na realidade, pena- consomem combustível e aumentam,
uma quantidade de energia adicional lizar o consumo e o próprio coeficiente simultaneamente, a emissão de poluen-
que pode aumentar o consumo de com- aerodinâmico original. tes. Aconselha-se a adotar um modo de
bustível do veículo em até 25%, em tre- dirigir prudente, tratando de antecipar
chos urbanos. MODO DE DIRIGIR as manobras para evitar perigo iminente
e de respeitar a distância de segurança
em relação aos veículos que trafegam
Troca de marchas logo a frente.
Tão logo as condições do trânsito
o permitam, utilizar as marchas mais
altas. O uso de marchas baixas para
U00211

U00212
obter uma boa resposta do motor pro-
voca aumento inevitável do consumo.
Da mesma forma, a insistência em man-
ter marchas altas em trechos de baixa
velocidade, além de aumentar o consu-
mo e a emissão de poluentes, acelera o
desgaste do motor.

fig. 7 fig. 8
B-11
Aceleração Situação do trânsito e condição das LONGA
Acelerar o motor de forma violenta, vias e estradas
induzindo-o a funcionar em rotações O consumo elevado de combustível INATIVIDADE
elevadas, penaliza notavelmente o con- está ligado diretamente a situações de DO VEÍCULO
sumo de combustível, as emissões de trânsito intenso, sobretudo nas gran-
poluentes e a própria durabilidade do des cidades, onde se trafega durante a Se o veículo tiver que ficar parado
mesmo; convém acelerar gradualmente maior parte do tempo utilizando mar- por mais de um mês, tomar estas pre-
e não ultrapassar o regime de torque chas baixas e as paradas em semáforos cauções:
máximo do motor. são muito frequentes. - colocar o veículo num lugar cober-
Também os percursos sinuosos, co- to, seco e possivelmente arejado;
Condições de utilização mo estradas de montanha, ou trechos - engrenar uma marcha;
Trajetos muito curtos e partidas fre- em mau estado de conservação, influe-
ciam negativamente o consumo. - certificar-se que o freio de mão não
quentes com o motor frio não permitem
esteja puxado;
que o motor atinja a temperatura ideal
de funcionamento, além de significar Paradas ou interrupções de trânsito. - desligar os bornes dos pólos da ba-
um incremento de consumo e de emis- teria (retirar primeiro o borne negativo)
Durante as paradas prolongadas,
são de substâncias nocivas da ordem e controlar o estado de carga da mesma.
motivadas por trânsito interrompido, o
de 15 a 30%. Durante o tempo em que o veículo ficar
melhor a fazer é desligar o motor.
parado, este controle terá que ser feito
mensalmente.
U00218

U00215
fig. 8 fig. 9
B-12
Recarregar se a tensão estiver abaixo CONTROLES ACESSÓRIOS
de 12,5V.
- limpar e proteger as partes pintadas FREQUENTES E COMPRADOS PELO
aplicando ceras protetoras; ANTES DE USUÁRIO
- limpar e proteger as partes metálicas
brilhantes com produtos especiais;
VIAGENS LONGAS NOTA: tanto o veículo quanto os
equipamentos nele instalados con-
- polvilhar talco nas palhetas de bor- A cada 500 km, ou antes de viagens somem energia da bateria, mesmo
racha do limpador do para-brisa e do longas controlar: desligados, o que se denomina
limpador do vidro traseiro e deixá-las - pressão e estado dos pneus; consumo stand-by. A bateria pos-
B
afastadas dos vidros; sui um limite máximo de consumo
- nível do líquido da bateria;
- abrir um pouco os vidros; para garantir a partida do motor.
- nível do óleo do motor; Portanto, o consumo dos equipa-
- cobrir o veículo com uma capa de
tecido ou de plástico perfurado. Não - nível do líquido de arrefecimento mentos deve ser dimensionado de
usar encerados de plástico compacto do motor e estado do sistema; acordo com o limite de consumo da
que não deixam evaporar a umidade - nível do líquido dos freios; bateria. Os acessórios genuínos Fiat
presente na superfície do veículo; oferecem essa garantia.
- nível do líquido do lavador do para-
- calibrar os pneus com uma pressão -brisa;
A instalação de rádio,
de +0,5 bar em relação à normalmente - nível do líquido da direção hidráu- alarme ou qualquer outro
indicada e controlá-la periodicamen- lica. acessório eletrônico não
te; genuíno poderá ocasionar consu-
- nível de gasolina do reservatório de
- não esvaziar o sistema de refrigera- partida a frio (versões FLEX). mo excessivo de carga da bateria,
ção do motor. podendo ocasionar o não funcio-
- estado do filtro de ar.
- esvaziar o reservatório de gasolina namento do veículo e a perda da
para partida a frio (versões FLEX). garantia.

B-13
Para assegurar a quali- DISPOSITIVO O dispositivo para o gancho de re-
dade e o perfeito funcio- boque deve ser fixado à carroceria por
namento do veículo, reco- PARA REBOQUE pessoal especializado da Rede Assis-
mendamos instalar somente acessó- tencial Fiat (ver observação na página
rios genuínos, à disposição na Rede INSTALAÇÃO DO GANCHO DE seguinte), conforme as indicações que
de Assistência Fiat. REBOQUE PARA ATRELADOS serão fornecidas a seguir, as quais deve-
rão ser integralmente respeitadas.
Para efetuar reboques de atrelados
TRANSMISSORES DE (carretinhas, trailers, etc.), o veículo deve - Efetuar no veículo a furação com
RÁDIO E TELEFONES estar equipado com engate esférico para Ø (diâmetro) 11 mm traspassando o as-
CELULARES acoplamento mecânico e conexão elé- soalho posterior (ver detalhe A-fig. 11)
trica adequada, sendo que ambos dispo- e a longarina nas marcas esquemáticas
A eficiência de transmissão destes sitivos devem cumprir os requisitos das indicadas na figura correspondente ao
aparelhos pode ficar prejudicada pelo normas vigentes da ABNT (Associação modelo do seu veículo (12 e 13).
efeito isolante da carroceria do veícu- Brasileira de Normas Técnicas). Em alguns modelos de veículos, são
lo. aproveitados alguns furos pré-existen-
tes, retirando e recolocando parafusos
ADVERTÊNCIA: para efeito de uti- que fixam alguns componentes (ver
lização de telefonia celular durante figuras).
a marcha, mantenha-se rigorosa- De acordo com o tipo de gancho de
mente informado do que é estabe- Seção lateral traseira de um veículo reboque homologado pela Fiat Auto-
lecido pela legislação de trânsito (exemplo genérico) móveis, será necessário furar também
vigente, à época, mesmo no caso o painel traseiro de algumas versões

4EN1160BR
da disponibilidade no veículo de (ver figuras).
dispositivos originais ou adquiridos - Alargar os furos, somente no assoa-
no mercado. lho, para Ø (diâmetro) 16 mm.
A
- Aplicar proteção contra a corrosão
sobre os furos.
- Montar o engate para reboque con-
forme orientação do fabricante do Kit.
fig. 11
B-14
Para garantir a completa funcio- O peso que o reboque exerce O engate para reboque genuí-
nalidade e segurança da instalação, no engate para reboque do veículo no Fiat, adquirido como acessório
e dependendo do modelo de engate reduz, a capacidade de carga do original e instalado fora da Rede
adequado para cada versão, pode ser próprio veículo. Para ter certeza de Assistencial Fiat, tem exclusivamen-
necessário efetuar modificações na não superar o peso máximo rebocá- te garantia legal de 90 dias.
parte posterior do veículo (recorte do vel, é preciso levar em considera-
para-choque, por exemplo) com a fina- ção o peso do atrelado com carga
lidade de evitar interferências entre os completa, incluídos acessórios e A peça genuína adquirida e ins-
componentes envolvidos. bagagens pessoais. Este veículo tem talada na Rede Assistencial Fiat,
capacidade de tracionar somente mediante pagamento é garantida B
- Aplicar um torque de aperto de 40
N.m sobre os parafusos. um reboque sem freio próprio até o por 12 (doze) meses, inclusa garan-
limite de 400 kg. tia legal de noventa dias, contados a
OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE partir da data da execução dos ser-
REBOQUE viços, conforme nota fiscal de servi-
Caso as ligações da ços, que de-verá ser mantida com o
tomada elétrica do atrela- cliente para apresentação, quando
Lembre-se que o ato de rebocar do forem mal executadas, exigida pela Fiat Automóveis e/ou
um atrelado reduz a capacidade podem ocorrer sérios danos no sis- Rede Assistencial Fiat no Brasil.
máxima do veículo para superar tema eletroeletrônico do veículo.
aclives (rampas).
O respeito à presente
A garantia contra corrosão da instrução de instalação é
Nos percursos em des- região perfurada somente será man- uma forma de conservar a
cida, engatar uma mar- tida se os furos forem executados integridade do veículo e prevenir a
cha forte em vez de usar através da Rede Assistencial Fiat ocorrência de acidentes. Instalações
somente o freio. e desde que o campo “Acessórios efetuadas de modo diferente ao
Fiat”, contido no Manual de quanto indicado neste manual são,
Garantia, esteja devidamente pre- conforme a legislação vigente, de
enchido com a assinatura e carimbo responsabilidade do instalador e do
da concessionária. proprietário do veículo.

B-15
A Fiat Automóveis somente se UNO FIORINO
responsabiliza por instalações efe-
tuadas na Rede Assistencial Fiat, Vista superior do assoalho traseiro Vista superior do assoalho traseiro

U00300

U00301
de acordo com as prescrições e os
critérios técnicos das informações
anteriormente citadas.

Recomenda-se a utilização de
engate para reboque genuíno Fiat,
o qual, se disponível para o modelo
de seu veículo, pode ser adquirido e
instalado na Rede Assistencial Fiat.

Antes de trafegar com reboque


em outro país, verifique as dispo-
sições gerais do mesmo em relação
ao reboque de atrelados. Respeite
os limites de velocidade específicos
de cada país para os veículos com
reboque.

fig. 12 fig. 13
B-16
EM EMERGÊNCIA
As páginas seguintes foram elaboradas especialmente para PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR . . . . . . . . . . .C-1
socorrê-lo em situações de emergências com seu veículo. PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA . . . . .C-2
Como você verá, foram considerados alguns inconvenien-
SE FURAR UM PNEU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-2
tes e, para cada um deles, é sugerido o tipo de intervenção
que você pode efetuar pessoalmente. No caso de contra- SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA . . . . . . . . . . . . .C-5
tempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à Rede SE APAGAR UMA LUZ INTERNA . . . . . . . . . . . .C-10
Assistencial Fiat.
SE QUEIMAR UM FUSÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . .C-11
A este respeito lembramos-lhe que, junto com o Manual de
Uso e Manutenção, também constam em seu kit de bordo, SE DESCARREGAR A BATERIA . . . . . . . . . . . . . .C-13
o Manual Básico de Segurança no Trânsito, o Manual de SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-14
Garantia e o Livrete Confiat, nos quais estão descritos detalha-
SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-15
damente todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição
EM CASO DE ACIDENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-16
C
em caso de dificuldades.
Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura destas pági- EXTINTOR DE INCÊNDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-17
nas. Assim, em caso de necessidade, você vai saber localizar
imediatamente as informações úteis.

C
PARTIDA COM Esta operação deverá ser feita da se- Não efetue esta opera-
guinte maneira: ção se não tiver experiên-
BATERIA AUXILIAR 1) ligar os bornes positivos (sinal + cia; operações efetuadas de
perto do borne) das duas baterias com forma incorreta podem provocar
Se a bateria estiver descarregada, descargas elétricas de intensidade
um cabo especial;
pode-se ligar o motor usando uma ou- considerável e até mesmo explosão
tra bateria que tenha capacidade igual 2) ligar, com um segundo cabo, o da bateria. Além disso, recomenda-
ou pouco superior à da bateria descar- borne negativo (–) da bateria auxiliar se não chegar perto da bateria com
regada (ver capítulo “CARACTERÍSTICAS com um ponto de massa no motor ou chamas ou cigarros acesos e não
TÉCNICAS”). na caixa de mudanças do veículo a ser provocar faíscas, pois há perigo de
ligado, ou com o borne negativo (–) da explosão e de incêndio.
bateria descarregada;
3) ligar o motor;
4) quando o motor estiver em mo- Evitar, rigorosamente,
vimento, retirar os cabos, seguindo a o uso de um carregador C
ordem inversa. de baterias para a parti-
Se, depois de algumas tentativas, o da de emergência. Poderiam ser
motor não funcionar, não insistir inu- danificados os sistemas eletrônicos
tilmente, mas dirigir-se à Rede Assis- e, principalmente, as centrais que
tencial Fiat. comandam as funções de ignição e
de alimentação.
U00175

fig. 1
C-1
PARTIDA COM SE FURAR UM PNEU RETIRAR A RODA SOBRESSALENTE

MANOBRAS POR A roda sobressalente está localizada


no vão do motor. Para retirá-la, abra o
INÉRCIA PARAR O VEÍCULO
capô e desencaixe o dispositivo de tra-
- Se possível, parar o veículo em ter- vamento A-fig. 2.
Para os veículos catali- reno plano e compacto.
sados, deve ser comple- - Ligar as luzes de emergência. PEGAR FERRAMENTAS E MACACO
tamente evitada a partida - Puxar o freio de mão.
com empurrões, a reboque ou apro- Uno
veitando descidas. Essas manobras - Engatar a primeira marcha ou a
marcha a ré. Estão no porta-malas fig. 3.
poderiam causar o afluxo de com-
bustível no conversor catalítico, - Calçar as rodas com um pedaço
danificando-o irremediavelmente. de madeira, ou outros materiais ade- Fiorino
quados, caso o veículo se encontre em Estão no habitáculo, atrás do banco
uma via inclinada ou em mau estado. do motorista fig. 4.
Lembre-se que, enquanto O calço deve estar do mesmo lado da
o motor não funcionar, o utilização do macaco.
servofreio não irá funcio-
nar, sendo necessário exercer um
esforço muito maior no pedal do
freio.
U00130

U00027

U00068
A

fig. 2 fig. 3 fig. 4


C-2
SUBSTITUIR A RODA 4) girar a manivela do macaco e 7) atarraxar apenas um dos parafu-
levantar o veículo de maneira que a sos A-fig. 7, em correspondência com
1) desapertar cerca de uma volta roda fique a alguns centímetros longe a válvula de enchimento B fig. 7;
os parafusos de fixação da roda a ser do chão;
substituída; 8) colocar a calota cuidando para
5) desparafusar completamente os 4 que o furo B-fig. 8 fique em correspon-
Com rodas de liga, balançar lateral- parafusos e remover a calota e a roda; dência com a válvula, e dessa maneira
mente o veículo para facilitar o desen- o furo maior da calota A-fig. 8 passe
gate da roda do cubo da roda. 6) montar a roda sobressalente, en-
caixando os furos A-fig. 6 com os res- pelo parafuso já fixado;
2) girar a manivela do macaco para pectivos pinos B;
abri-lo parcialmente;
3) colocar o macaco onde está mar-
cado o símbolos B-fig. 5, perto da roda
a substituir, e certificar-se de que a ra-
nhura A do macaco esteja bem encai-
xada na longarina C-fig. 5. C

A colocação incorreta do
macaco pode provocar a
queda do veículo levantado
ou acoplamento incorreto da roda.
U00153

U00154

U00155
B
A

B B
A
A C

fig. 5 fig. 6 fig. 7


C-3
9) atarraxar os outros três parafusos; 12) apertar bem os parafusos, passan- ADVERTÊNCIA: na primeira opor-
10) apertar os parafusos utilizando a do alternadamente de um parafuso ao tunidade, providencie a reparação
chave de roda específica; outro diagonalmente oposto, de acordo do pneu furado. Evite rodar com a
com a ordem ilustrada na fig. 9; roda sobressalente.
11) girar a manivela do macaco de
maneira a abaixar o veículo e remover 13) colocar o macaco e as ferramen-
o macaco; tas utilizados no local apropriado, de ADVERTÊNCIA: controle periodi-
modo a evitar vibrações, ou que se solte camente a pressão dos pneus e da
durante a marcha; roda de reserva.
14) colocar a roda substituída no
compartimento da roda sobressalente
fixando-a com o dispositivo de blo- O macaco serve somente para a
queio. troca das rodas. Não deve, em hipó-
tese alguma, ser usado para efetuar
consertos debaixo do veículo.

ADVERTÊNCIA: após a troca de


pneus deve-se calibrá-los.

Nos veículos com opcio-


nal rodas de liga leve, é
prevista uma roda sobressa-
U00318

U00325
lente específica, diferente da que é
prevista nos veículos com rodas de
2
aço. Em caso de posterior compra
de rodas em liga para substituir as
A 3 4
de aço, aconselhamos manter dis-
B 1 poníveis no veículo 4 parafusos ori-
ginais para serem usados somente
com a roda sobressalente, para não
comprometer os cubos das rodas.
fig. 8 fig. 9
C-4
SE APAGAR UMA Após ter substituído uma lâmpada dos TIPOS DE LÂMPADAS
faróis, verificar sempre a regulagem dos
LUZ EXTERNA mesmos por motivos de segurança. Diversos tipos de lâmpadas estão ins-
taladas no veículo fig. 10.

ADVERTÊNCIA: em dias frios e/ A- Lâmpadas totalmente de vidro


Modificações ou conser-
ou úmidos, os faróis podem apre-
tos do sistema elétrico, efe- São inseridas a pressão. Para retirá-
sentar condensação de água nas
tuados de maneira incorre- las, basta puxá-las.
lentes. Esta condensação deve desa-
ta e sem levar em consideração as
parecer momentos após o veículo
características técnicas do sistema, B- Lâmpadas a baioneta
trafegar com os faróis acesos.
podem causar um funcionamento
Para retirá-la do porta-lâmpada, aper-
anômalo com riscos de incêndio.
tar o bulbo de vidro, girá-lo em sentido
As lâmpadas halógenas anti-horário e extrair a lâmpada.
INDICAÇÕES GERAIS devem ser manuseadas
tocando somente a parte C- Lâmpadas cilíndricas C
Quando uma luz não funcionar, an- metálica. Se o bulbo transparente
tes de substituir a lâmpada, verificar se Para extraí-las, separar o contato elé-
entrar em contato com os dedos, trico que as sustenta.
o fusível correspondente está em bom diminui a intensidade da luz emitida
estado. e pode ser prejudicada a duração
da lâmpada. Em caso de contato D- Lâmpadas halógenas
Quanto à localização dos fusíveis,
consultar “SE QUEIMAR UM FUSÍVEL” neste acidental, esfregar o bulbo com Para remover a lâmpada, retirar antes
capítulo. um pano umedecido com álcool e a presilha de fixação de sua sede.
Antes de substituir uma lâmpada apa- deixar secar.
gada, verificar se os contatos não estão
oxidados.
As lâmpadas halógenas contêm
As lâmpadas “queimadas” devem gás sob pressão que, em caso de
ser substituídas por outras com as mes- quebra da lâmpada, pode projetar
mas características. As lâmpadas com fragmentos de vidro.
potência insuficiente iluminam pouco,
enquanto que as potentes demais con-
somem muita energia.
C-5
Referência
Lâmpada Tipo Potência
fig. 10

U00014
Luz de posição dianteira A W5W 5W

Indicadores de direção dianteiros B PY21W 21W

Indicadores de direção traseiros B P21W 21W

Luz de posição traseira B P5W 5W

Luz de freio B P21W 21W

Luz de marcha a ré B P21W 21W

Luz de placa A W5W 5W

Luz interna C W10W 10W

Faróis D H4 55W

Luz compartimento de carga C C10W 10W


fig. 10
C-6
SUBSTITUIÇÃO DAS LÂMPADAS SUBSTITUIÇÃO DAS LÂMPADAS LUZES DE POSIÇÃO DIANTEIRA -
DOS FARÓIS DAS SETAS DIANTEIRAS - fig. 13 fig. 14
Para substituir as lâmpadas das setas A lâmpada (12V - 5W, totalmente de
Em caso de dificuldades dianteiras: vidro) é incorporada ao farol.
na operação, recomenda-se 1) Retirar o porta-lâmpadas A-fig. 13 Para substituí-la gire o soquete A
dirigir-se à Rede Assistencial girando-o no sentido anti-horário; exercendo ligeira pressão. A lâmpada
Fiat. 2) Remover a lâmpada empurrando-a é encaixada sob pressão.
O acesso à lâmpada do farol (12V- um pouco e girando-a no sentido anti-
60/55W halogênio) efetua-se pelo com- horário;
partimento do motor. 3) Após a substituição da lâmpada,
Para substituí-la, remova o conector remontar o porta-lâmpada em sua res-

U00117
A e a coifa B-fig. 11. pectiva sede.
Em seguida, pressione o anel trava in- C
dicado pelas setas - fig. 12 e substitua A
a lâmpada.
Observe os encaixes do anel trava e
da lâmpada, fazendo-os coincidir com
as respectivas sedes.
fig. 13
U00100

U00174

U00173
B

fig. 11 fig. 12 fig. 14


C-7
LANTERNAS TRASEIRAS 4) Pressionar as travas indicadas 6) As lâmpadas fig. 17, são do tipo:
pelas setas fig. 16 e retirar o porta- A - de 12V-21W para luzes de dire-
Uno lâmpadas. ção traseiras.
1) Abrir a tampa do porta-malas. 5) Remover as lâmpadas, empurran- B - de 12V-21W para luzes de mar-
do-as levemente e girando-as no senti- cha a ré.
2) Usando uma chave em “L”, não do horário.
fornecida, retirar os parafusos e arruelas C - de duplo filamento:
indicados pelas setas fig. 15. - 12V-5W para luz de posição;
3) Pelo lado de fora do veículo, puxe - 21V-21W para luz de freio.
a lanterna traseira.

U00057

U00159

U00069
A B

fig. 15 fig. 16 fig. 17


C-8
Fiorino Uno Fiorino
Para remover a lente da lanterna tra- Gire o soquete B-fig. 22 na direção Retire o porta-lâmpadas A-fig. 21;
seira, solte as travas A e B-fig. 18 com o da seta e substitua a lâmpada (12V-5W, em seguida, gire o soquete na direção
auxílio de uma chave de fenda de ponta totalmente de vidro), que é fixada sob da seta e substitua a lâmpada (12V-5W,
fina, não fornecida. pressão. totalmente de vidro), que é fixada sob
As lâmpadas são fixadas através de pressão.
soquetes de encaixe fig. 19
C - lâmpada (12V - 21W) da luz de
direção ou advertência.
D - lâmpada (12V - 5W) da luz de
posição/freio.

U00031

U00030
E - lâmpada (12V - 21W) da luz de C
marcha a ré. A
D C
LUZ DE PLACA E

Solte o conjunto porta-lâmpadas A-


fig. 20 ou fig. 21 do seu alojamento no
para-choque, utilizando uma chave de
fenda no seu rebaixo lateral.
fig. 19 fig. 21
U00028

U00086

U00029
A

A
B

fig. 18 fig. 20 fig. 22


C-9
SE APAGAR UMA - retirar o refletor recolocando a nova LUZ DO COMPARTIMENTO DE
lâmpada na sede C e substituir a lâmpa- CARGA
LUZ INTERNA da cilíndrica D.
- remontar o refletor A e o conjunto Fiorino
CONJUNTO DA LUZ INTERNA - da luz interna na sua sede, fazendo uma Para substituir a lâmpada:
fig. 23 ligeira pressão.
1) retire o porta-lâmpadas, com uma
Para substituir a lâmpada cilíndrica CONJUNTO DA LUZ INTERNA - chave de fenda atuando nos pontos in-
de 12V-10W: fig. 24 dicados pelas setas fig. 25.
- com uma chave de fenda no ponto
Para substituir a lâmpada totalmente
indicado pela seta - fig. 23, remover
de vidro de 12V-5W:
o conjunto da luz interna montada a
pressão pelas travas B. - Com uma chave de fenda no ponto
A-fig. 24, remover o refletor do conjun-
to da luz interna montado a pressão.
U00332 - Substituir a lâmpada.
- Remontar o refletor do conjunto da
luz interna em sua sede, fazendo uma
ligeira pressão.

U00118
4EN0921BR
B

D
A C B
fig. 23 fig. 24 fig. 25
C-10
2) retire o refletor, atuando com uma SE QUEIMAR UM FUSÍVEIS NA CENTRAL - fig. 28
chave de fenda no ponto indicado pela
seta fig. 26. FUSÍVEL Cada fusível é identificado pelo sím-
bolo do principal circuito protegido.
3) Substitua a lâmpada e recoloque
o refletor. 3 7,5 - A Luz de posição dian-
POSIÇÃO DOS FUSÍVEIS teira esquerda e traseira direita e luz de
4) Remontar o porta-lâmpada em sua placa, luz espia das luzes de posição,
sede. A central dos fusíveis está debaixo do
painel porta-instrumentos, à esquerda iluminação do quadro de instrumen-
do volante. tos.
Para alcançar os fusíveis, remover 3 7,5A - Luz de posição dianteira
o parafuso A-fig. 27 e retirar a tampa direita e traseira esquerda.
protetora. 2 10A - Farol baixo esquerdo.
Pressionar a trava B-fig. 28 para abrir 2 10A - Farol baixo direito.
a tampa de proteção dos fusíveis. 1 10A - Farol alto esquerdo, luz C
espia dos faróis altos.
U00085
1 10A - Farol alto direito.

U00038

U00348
A

fig. 26 fig. 27 fig. 28


C-11
q 20A - Comando elétrico da tra- ∫ 15A - Alimentação (+15) do Estão localizados atrás da caixa de
va das portas. quadro de instrumentos, centralinas , fusíveis:
r 10A - Luz intermitente de ad- relés e luzes de marcha a ré e luz de 10A - Bobinas do relé do eletro-
vertência (pisca-alerta). freio. ventilador 1ª velocidade, immobilizer,
º 30A - Comando elétrico dos p 25A - Ventilação interna. injeção eletrônica.
vidros das portas. p 30A - Eletroventilador do siste- 15A - Sonda lambda, eletroventila-
π 15A - Luz interna, acendedor ma de arrefecimento. dor, canister.
de cigarros, alimentação de rádio. p 10A - Compressor ar-condicio- 7,5A - Bobina do relé do ar-condi-
o 10A - Buzina. nado (potência relés). cionado.
( 20A - Vidro traseiro térmico, g 7,5A - Injeção eletrônica (relé), 30A - Injeção.
luz espia do vidro traseiro térmico. immobilizer, partida a frio.
& 15A - Limpador e lavador do
para-brisa e vidro traseiro.
y 10A - Luz de direção (setas),
luz espia das setas.

C-12
SUBSTITUIR OS FUSÍVEIS SE DESCARREGAR A RECARGA DA BATERIA
Quando um dispositivo elétrico não
funciona mais, verificar se o fusível
BATERIA Aconselha-se uma recarga lenta com
baixa corrente pela duração de cerca
correspondente está em bom estado Antes de tudo, aconselha-se a ver no de 24 horas. Aqui estão os procedi-
fig. 29. capítulo “Manutenção do veículo” as mentos:
A - Fusível em bom estado. precauções para evitar que a bateria se 1) desligar os bornes do sistema elé-
B - Fusível com filamento interrom- descarregue e para garantir uma longa trico dos terminais da bateria;
pido. duração da mesma. 2) ligar, aos terminais da bateria, os
Substituir o fusível fundido por um cabos do aparelho de recarga;
PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR
fusível do mesmo valor (mesma cor). 3) ativar o aparelho de recarga;
Se o defeito acontecer de novo, diri- Ver “PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR” nes- 4) terminada a recarga, desativar o
gir-se à Rede Assistencial Fiat. te capítulo. aparelho antes de desligá-lo da bate-
ria; C
Nunca substitua um fusí- Evitar, rigorosamente, o 5) ligar os bornes aos terminais da
vel queimado por outro de uso de um carregador de bateria respeitando as polaridades.
capacidade diferente. bateria para a partida do
motor; isto poderia danificar os sis-
O líquido contido na
temas eletrônicos e, principalmen-
bateria é venenoso e cor-
te, as centrais que comandam as
rosivo. Evite o contato com
funções de ignição e alimentação.
a pele ou com os olhos. A operação
de recarga da bateria deve ser efetu-
U00097

ada em ambiente ventilado e longe


de chamas ou possíveis fontes de
faíscas, pois há perigo de explosão
A B
ou de incêndio.

fig. 29
C-13
SE PRECISAR Lateralmente COM ELEVADOR DE DUAS
O veículo pode ser levantado com COLUNAS
LEVANTAR O um macaco hidráulico posicionado co- O veículo deve ser levantado colo-
VEÍCULO mo ilustrado nas figs. 30 e 31. cando as extremidades dos braços do
elevador nos pontos inferiores da carro-
O veículo não deve ser ceria, conforme indicado na fig. 32.
COM O MACACO
levantado pela parte tra-
Ver “Se furar um pneu”, neste capí- seira (parte inferior da car- Cuidar para que os bra-
tulo. roceria, eixo traseiro ou partes da ços do elevador não forcem
suspensão e parte dianteira (carcaça a carroceria, a saia plás-
do câmbio). tica lateral ou os estribos laterais.
O macaco serve somente para tro-
car as rodas. Não deve, de maneira Regular as sapatas dos braços do
alguma, ser utilizado em caso de elevador e, se preciso, usar um
conserto debaixo do veículo. calço de borracha ou madeira entre
U00319
as sapatas e a carroceria.

U00320

U00321
fig. 30 fig. 31 fig. 32
C-14
SE PRECISAR Ao rebocar o veículo, é Durante o reboque do
obrigatório respeitar as nor- veículo, lembre-se que, não
REBOCAR O mas especiais de circulação, tendo o auxílio do servo-
relacionadas tanto ao dispositivo de freio, para frear é necessário um
VEÍCULO reboque quanto ao comportamento maior esforço no pedal. Não use
Apesar de seu veículo estar equipado nas estradas. cabos flexíveis quando o veículo for
com gancho para fixação de elementos rebocado por outro e evite trancos.
de reboque, o mesmo somente deverá Na operação de reboque, cuidar
ser rebocado por carro-guincho. para que a fixação do guincho ao
veículo não danifique os componen-
Em condições excepcionais, que tes em contato.
possibilitem a utilização dos ganchos,
fixe o elemento de reboque no gancho
fig. 33, conforme a necessidade de re-
boque.
C
U00053

fig. 33
C-15
EM CASO DE - Nos acidentes múltiplos em rodo- SE HOUVER FERIDOS
vias, principalmente com pouca visibili-
ACIDENTE dade, é grande o risco de envolvimento - Nunca se deve abandonar o ferido.
A obrigação de socorro é válida tam-
em outros impactos. Abandone imedia-
- É importante manter sempre a cal- tamente o veículo e proteja-se fora do bém para as pessoas não envolvidas
ma. “guard-rail”. diretamente no acidente.
- Se não estiver diretamente envolvi- - Remova a chave de ignição dos ve- - Não aglomerar-se ao redor dos fe-
do, pare a uma distância de pelo menos ículos acidentados. ridos.
uns dez metros do acidente. - Tranquilize o ferido em relação à
- Se sentir cheiro de combustível ou
- Em rodovia, pare sem obstruir o de outros produtos químicos, não fume rapidez dos socorros, fique a seu lado
acostamento. e mande apagar os cigarros. para dominar eventuais crises de pâni-
co.
- Desligue o motor e acenda as luzes - Para apagar os incêndios, mesmo
de emergência. de pequenas dimensões, use o extintor - Destrave ou corte os cintos de segu-
(descrito neste capítulo), cobertas, areia rança que retêm os feridos.
- À noite, ilumine com os faróis o lu-
gar do acidente. ou terra. Nunca use água. - Não dê água aos feridos.
- Comporte-se com prudência, não - O ferido nunca deve ser removido
corra o risco de ser atropelado. do veículo, salvo nos casos indicados
no ponto seguinte.
- Assinale o acidente pondo o tri-
ângulo bem à vista e a uma distância - Tirar o ferido do veículo somen-
regulamentar. te em caso de perigo de incêndio, de
afundamento em água ou de queda
- Chame o socorro, fornecendo infor-
em precipício. Ao tirar um ferido: não
mações da maneira precisa.
provoque deslocamentos dos membros,
nunca dobre a cabeça dele. Manter,
sempre que possível, o corpo em posi-
ção horizontal.

C-16
EXTINTOR DE O extintor de incêndio é indicado
para apagar chamas das classes:
O extintor de incêndio deverá ser
imediatamente substituído (não permite
INCÊNDIO A - sólidos inflamáveis como borra- recarga), quando ocorrer uma das situ-
chas, plásticos e espumas; ações seguintes:
O extintor de incêndio está localiza-
B - líquidos inflamáveis; - vencimento do prazo de validade
do no piso, à frente do banco do passa-
do teste hidrostático;
geiro, fig. 34. C - materiais elétricos;
- após a sua utilização em incên-
Para algumas versões está previsto
dios;
uma capa de proteção para o extintor.
- se o ponteiro do manômetro estiver
A validade do extintor de incêndio
fora da sua faixa normal de operação
está vinculada ao teste hidrostático do
(faixa verde), indicando alguma anoma-
mesmo (teste para verificação de vaza-
lia no cilindro, na válvula ou no próprio
mentos no cilindro), que é de 5 anos,
manômetro.
a partir da sua data de fabricação. A
indicação desta validade se encontra C
gravada no corpo do cilindro. Recomendamos, também, ler as
instruções impressas no equipamen-
to.
U00080

fig. 34
C-17
MANUTENÇÃO DO VEÍCULO
Os veículos Fiat Uno e Fiorino são novos em tudo, até nos MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . D-1
critérios de manutenção.
PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . D-2
A primeira revisão de Manutenção Programada está pre-
SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO . . . . . . . . . . D-5
vista somente aos 15.000 km. Entretanto, é útil recordar que
o veículo necessita sempre de serviços ordinários como, por SERVIÇOS ADICIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-5
exemplo, o controle sistemático do nível dos líquidos com VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-8
eventual restabelecimento da pressão dos pneus etc.
FILTRO DE AR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-12
De qualquer maneira, lembramos que uma correta ma-
nutenção do automóvel é certamente o melhor modo para BATERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-13
conservar inalterados no decorrer do tempo os rendimentos CENTRAIS ELETRÔNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-14
do veículo e as características de segurança, o respeito pelo
meio ambiente e os baixos custos de funcionamento. VELAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-15
Lembre-se ainda que um respeito pelas normas de manu- RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-15
tenção indicadas pelo símbolo ∑ pode constituir a condição TUBULAÇÕES DE BORRACHA . . . . . . . . . . . . . D-17
necessária para a conservação da garantia.
LIMPADORES DO PARA-BRISA E DO
VIDRO TRASEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-17
D
AR-CONDICIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-18
CARROCERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-19
INTERIOR DO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-22

D
MANUTENÇÃO A correta manutenção do Os produtos que o veículo
veículo, além de contribuir utiliza para o seu funciona-
PROGRAMADA para prolongar ao máximo mento (óleo de motor, flui-
a sua vida útil, é essencial também do de freio, líquido para radiador,
Uma correta manutenção é deter- para garantir o respeito ao meio etc.), quando substituídos, deverão
minante para garantir ao veículo uma ambiente. ser recolhidos cuidadosamente evi-
longa duração em condições perfeitas. tando, assim, que se contamine o
Por isso, a Fiat preparou uma série de Durante a realização de intervenções, meio ambiente.
controles e de intervenções de manu- além das operações previstas, pode ha-
tenção a cada 15 mil quilômetros. ver a necessidade de substituições ou
consertos não programados, os quais ADVERTÊNCIA: alguns com-
ADVERTÊNCIA: as revisões de serão comunicados ao cliente. Os refe- ponentes tais como lubrificantes,
Manutenção Programada são pres- ridos consertos podem alterar o prazo podem requerer uma verificação/
critas pelo fabricante. A não reali- de entrega do veículo. troca com maior frequência, devido
zação das mesmas pode acarretar a a utilização do veículo, portanto
perda da garantia. ADVERTÊNCIA: aconselha-se observar com cuidado as recomen-
dirigir-se imediatamente à Rede dações constantes desta seção do
O serviço de Manutenção Programa- Assistencial Fiat, quando verificar manual.
da é prestado por toda a Rede Assisten- pequenas anomalias de funciona-
cial Fiat, com tempos prefixados. mento, sem esperar a realização da D
próxima revisão.

D-1
PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Controle do estado das pastilhas dos
freios a disco dianteiros (*) s s s s s s s s s s
Verificação visual do estado: parte externa da carroceria e
protetores da parte inferior da mesma, tubulações (escapa-
mento - alimentação de combustível - freios), elementos de
borracha (proteções - mangueiras - buchas - etc.), tubula- s s s s s s s s s s
ções flexíveis do sistema dos freios e alimentação, sistema
de partida a frio, pneus e amortecedores
Controle e eventual regulagem do curso
ou altura do pedal da embreagem s s s s s s s s s s
Controle e eventual regulagem da folga das válvulas s s s s s
Restabelecimento dos níveis dos líquidos (arrefecimento
do motor, freios, direção hidráulica, lavador do para-brisa, s s s s s s s s s s
etc.)
Controle do sistema de ignição/injeção (com utilização
de equipamento de autodiagnóstico) s s s s s
Controle das emissões dos gases do escapamento s s s

(*) Verificar as pastilhas de freio nas revisões recomendadas. Caso a espessura útil seja menor que 5mm, estas deverão
ser substituídas.

D-2
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Substituição do filtro de combustível s s s s s s s s s s
Substituição do elemento do filtro de ar (ver “ADVERTÊNCIA”
em “SERVIÇOS ADICIONAIS” neste capítulo) s s s s s s s s s s
Substituição das velas, controle dos cabos s s s s s
Substituição do líquido dos freios (ou a cada 24, meses) s s s
Verificação/limpeza do sistema de ventilação do cárter do
motor (blow-by) s s s s s s s s s s
Controle do nível do óleo da caixa de mudanças/diferen-
cial s s s
Funcionalidade do sistema antievaporativo s s s
Controle visual das condições das correias trapezoidais e/
ou Poly-V s s s s s s s s s s
Controle do estado e desgaste das lonas traseiras (Freios e
tambor) s s D
Substituição do óleo da caixa de mudança/diferencial s
Controle visual da correia dentada da distribuição s s

D-3
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Controlar equipamentos de segurança extintor/cintos de se-
gurança e funcionamento dos sistemas de iluminação/sina- s s s s s s s s s s
lização e comando elétricos dos vidros/portas e limpadores
Substituição da correia dentada de comando da distribui-
ção (*) ou a cada 3 anos s s
Controle e eventual regulagem do curso do freio de esta-
cionamento s s s s s s s s s s
Substituição do óleo do motor
vide advertência óleo do motor na página D-5 (**)
Substituição do filtro do óleo do motor

(*) A cada troca da correia dentada, efetuar a substituição das correias dos órgãos auxiliares. Em caso de utilização do
veículo predominantemente em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, efetuar o controle do estado de todas as correias
a cada 15.000 Km e, se necessário, efetuar sua substituição.
(**) Substituir o óleo e o filtro de óleo a cada 7.500 km ou 12 meses , se o veículo for utilizado predominantemente numa
das seguintes condições particularmente severas:
- reboques;
- estradas lamacentas, arenosas ou poeirentas;
- trajetos curtos (menos de 7 - 8 Km) e repetidos;
- motor que roda frequentemente em marcha lenta ou em distâncias longas com baixa velocidade (ex.: táxi, veículos de
entrega de porta em porta ou utilizado como veículo de patrulha).

D-4
SUBSTITUIÇÕES SERVIÇOS ADVERTÊNCIA - Óleo do Motor
FORA DO PLANO ADICIONAIS Substituir o óleo e o filtro de
óleo a cada 7.500 km, se o veícu-
A cada 500 km ou antes de viagens
A CADA 2 ANOS lo estiver sujeito a quaisquer das
longas, controlar e, se necessário, res-
seguintes condições:
- Líquido dos freios TUTELA TOP tabelecer:
- Reboque de carretinhas;
4/S. - nível do óleo do motor;
- Estradas poeirentas, arenosas
- Líquido de arrefecimento do motor - nível do líquido de arrefecimento
ou lamacentas;
50% Coolantup (vermelho) + 50% de do motor;
água pura. - Motor que roda frequente-
- nível do líquido dos freios;
mente em marcha lenta, condu-
- nível do líquido do lavador do para- ção em distâncias longas com
CONTINUIDADE DA brisa; baixa velocidade ou baixa rotação
MANUTENÇÃO
- pressão e estado dos pneus; frequente (por ex.: “anda e para”
Após a realização da última revisão - nível de gasolina no reservatório de do tráfego urbano, táxis, entregas
indicada no Plano de Manutenção partida a frio. (motores FLEX); de porta em porta ou em caso de
(150.000 km), considerar a mesma fre- longa inatividade);
quência para substituição e verificação - verificar o correto funcionamento
do eletroventilador, assim como o esta- - Trajetos curtos (até 8 Km)
de itens a partir da revisão de 45.000
km. do das pás da hélice quanto à limpeza e com o motor não aquecido com- D
conservação - ver CARROCERIA/Eletro- pletamente.
ventilador do radiador, neste capítulo; Se nenhuma destas condições
- estado do filtro de ar. ocorrer, troque o óleo e o filtro
de óleo a cada 15.000 km ou 12
meses, o que ocorrer primeiro,
sempre com o motor quente.
As trocas de óleo deverão ser
feitas dentro do intervalo de
tempo ou quilometragem estabe-
lecidos, para que o óleo não perca
sua propriedade de lubrificação.
D-5
A troca de óleo do veícu- ATENÇÃO: ADVERTÊNCIA - BATERIA
lo deve, obrigatoriamente,
ser feita na rede Assisten- 1 - Não se deve acrescentar qual-
cial Fiat que possui o filtro e o óleo quer tipo de aditivo ao óleo do Aconselha-se controlar o esta-
recomendados, bem como possui motor, pois o mesmo não necessita do da carga da bateria, com mais
uma rotina correta de recolhimento, de aditivos complementares. frequência se o veículo é usado
armazenamento e encaminhamento predominantemente para percursos
do produto usado para reciclagem. Os danos causados pelo uso des- breves ou se estiver equipado com
ses aditivos não são cobertos pela dispositivos que absorvam energia
garantia do veículo. permanentemente, mesmo com a
Lembre-se que o óleo usado não chave desligada, principalmente se
poderá ser descartado na rede 2 - Caso seja necessário com- instalados depois da compra.
pública de esgoto, já que esta práti- plementar o nível de óleo, utilize,
ca pode poluir rios e lagos e trazer sempre, óleo com a mesma especifi-
sérios prejuízos ao meio ambiente. cação daquele disponível no motor.

Em caso emergencial, utilize


aquele que possuir especificação
técnica similar ao homologado.
Atenção: observe as instruções da
embalagem.

Recomendamos que depois de


efetuada a troca emergencial, seu
veículo seja encaminhado a uma
concessionária autorizada FIAT, o
mais breve possível, para que seja
realizado o serviço de troca de óleo
utilizando os produtos aprovados
para o seu veículo.

D-6
ADVERTÊNCIA - FILTRO DO AR A manutenção do veículo ADVERTÊNCIA -
deve ser confiada à Rede EXTINTOR DE INCÊNDIO
Utilizando o veículo em estradas Assistencial Fiat. Para os
poeirentas, arenosas ou lamacentas, serviços de manutenção e repara-
substituir o elemento do filtro de ar ções pequenas e rotineiras, certifi- Fazer, mensalmente, uma inspe-
com uma frequência maior daquela que-se sempre se tem as ferramentas ção visual do estado do equipa-
indicada no Plano de Manutenção adequadas, as peças de substituição mento e, caso constate alguma ano-
Programada. originais Fiat e os líquidos; em todo malia, levá-lo, de imediato, à Rede
caso, não faça tais operações se não Assistencial Fiat ou representante
O mau estado do elemento do tiver nenhuma experiência. credenciado do fabricante do apa-
filtro de ar pode ocasionar aumento relho para verificação e solução do
no consumo de combustível. inconveniente.
ADVERTÊNCIA -
Para qualquer dúvida referente FILTRO DE COMBUSTÍVEL
às frequências de substituição do
óleo do motor e do elemento do Verificar o estado do filtro de
filtro de ar em relação a como é combustível se for notada alguma
utilizado o veículo, dirigir-se à Rede falha (engasgamento) no funciona-
Assistencial Fiat. mento do motor.
D

D-7
VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS

MILLE FIRE ECONOMY 1.0 8V FLEX / MILLE WAY ECONOMY 1.0 8V FLEX / UNO FURGÃO1.3 8V FLEX / FIORINO
1.3 8V FLEX

1) óleo do motor

U00347
2) líquido dos freios (reservatório de-
6
baixo do estepe) 7
3) líquido do lavador do para-brisa
4) líquido de arrefecimento do motor
(versões sem ar-condicionado) 2
1
5) líquido de arrefecimento do motor
(versões com ar-condicionado)
3
6) reservatório de gasolina partida a 5
frio
7) líquido de direção hidráulica
4
fig. 1

D-8
ÓLEO DO MOTOR - fig. 2 O nível do óleo nunca deve ultrapas- LÍQUIDO DO SISTEMA DE
A - vareta de verificação sar a referência MAX. ARREFECIMENTO DO MOTOR
- A-fig. 3 ou B-fig. 4
B - bocal de enchimento
ADVERTÊNCIA: depois de ter
ADVERTÊNCIA: verifique o nível adicionado ou substituído o óleo,
e efetue a troca do óleo do motor Quando o motor estiver
funcionar o motor por alguns segun- muito quente, não remover
de acordo com a frequência indi- dos, desligá-lo e só então verificar
cada no “Plano de Manutenção a tampa do reservatório;
o nível. pois há perigo de queimaduras.
Programada”.
O nível do óleo deve estar entre as Devido à concepção dos motores a O nível do líquido deve ser contro-
referências MIN e MAX marcadas na combustão interna, para que haja uma lado com motor frio e não deve estar
vareta de controle. O espaço entre elas boa lubrificação, parte do óleo lubrifi- abaixo da referência MIN marcada no
corresponde a cerca de 1 litro de óleo. cante é consumido durante o funciona- reservatório.
mento do motor.
O controle do nível do óleo deve ser Se o nível for insuficiente, despejar
efetuado com o veículo em terreno pla- Com motor quente, mexer lentamente, através do bocal do re-
no e com o motor ainda quente (cerca com muito cuidado dentro servatório, uma mistura com 50% de
de 10 minutos após tê-lo desligado). do vão do motor, pois há Coolantup (vermelho) e 50% de água
Se o nível do óleo estiver perto ou perigo de queimaduras. Lembre-se pura.
até abaixo da referência MIN, adicionar que, com o motor quente, o eletro-
ventilador pode pôr-se em movi- D
óleo através do bocal de enchimento
até atingir a referência MAX. mento, e ocasionar lesões.

U00150
U00148

Não adicionar óleo com


características diferentes
das do óleo já existente no A
motor. Só o uso de óleo semisinté-
A B tico (ver “Características dos lubri-
ficantes e dos líquidos” no capítulo
Características Técnicas) garante a
quilometragem prevista pelo plano
fig. 2 de manutenção. fig. 3
D-9
LÍQUIDO DOS LAVADORES Com o óleo quente, o nível também
Se o motor funcionar sem o DO PARA-BRISA E DO VIDRO pode superar a referência MAX.
líquido de arrefecimento, seu veí- TRASEIRO - C-fig. 5 Se for necessário adicionar óleo,
culo poderá ser seriamente dani- certificar-se de que tenha as mesmas
ficado. Os reparos, nestes casos, Para adicionar líquido, tirar a tampa
características do óleo já presente no
não serão cobertos pela Garantia. e encher até o nível.
sistema.
ATENÇÃO: nunca abasteça o Usar somente óleo TUTELA GI/A.
reservatório no sistema de arre- ADVERTÊNCIA: não viajar com
o reservatório do lavador do para- Se o nível do líquido no reservatório
fecimento do motor do veículo
-brisa vazio; a ação do lavador é estiver inferior ao nível prescrito, adi-
com líquido de arrefecimento não
fundamental para melhorar a visi- cionar o óleo TUTELA GI/A, operando
orgânico (verde). Utilize somen-
bilidade. da seguinte forma:
te Coolantup (vermelho), pois
a mistura com outros aditivos - ligar o motor, deixá-lo em marcha
pode alterar as propriedades do lenta e aguardar até que o nível de líqui-
Coolantup (vermelho), comprome- LÍQUIDO PARA A DIREÇÃO do no reservatório esteja estabilizado;
tendo sua eficiência. HIDRÁULICA - D-fig. 6
- com o motor ligado, girar completa-
Verificar se o nível do óleo, com o mente o volante para a esquerda e para
veículo em terreno plano e motor frio, a direita;
está entre as referências MIN e MAX - encher somente até a marca de re-
marcadas na parte externa do reserva- ferência MAX do reservatório.
tório.

U00126
U00162

U00152
C D

fig. 4 fig. 5 fig. 6


D-10
ADVERTÊNCIA: para esta opera- LÍQUIDO DOS FREIOS - E-fig. 7 ADVERTÊNCIA: o líquido dos
ção é aconselhável dirigir-se à Rede freios é higroscópico (isto é, absor-
Assistencial FIat. Periodicamente, controlar o funcio-
namento da luz-espia situada no qua- ve a umidade). Por isto, se o veí-
dro de instrumentos: pressionando a culo for usado predominantemente
tampa do reservatório (com chave de em regiões com alta porcentagem
Evitar que o líquido para de umidade atmosférica, o líquido
a direção hidráulica entre ignição em MAR), a luz-espia x deve
acender. deve ser substituído com mais fre-
em contato com a partes quência do que indicado no Plano
quentes do motor. Se precisar adicionar líquido, utilizar de Manutenção Programada.
somente os classificados DOT 4. Em
particular, aconselha-se o uso de TU-
Não forçar o volante TELA TOP 4/S, com o qual foi efetuado Importante: para evitar inconve-
totalmente girado em fim o primeiro enchimento. nientes de frenagem, substitua o
de curso. Isto provoca o líquido dos freios a cada dois anos,
O nível do líquido no reservatório não
aumento desnecessário da pressão independentemente da quilometra-
deve ultrapassar a referência MAX.
do sistema. gem percorrida.

Verificar periodicamente o estado e a Obs: para ter acesso ao reserva-


O símbolo π, presente
tensão da correia da bomba da direção tório é necessário retirar o estepe.
no recipiente, identifica os
hidráulica. líquidos de freios de tipo
sintético, distinguindo-os dos de D
Evitar que o líquido dos
tipo mineral. Usar líquidos de tipo
freios, altamente corrosivo,
mineral danifica irremediavelmente
U00135

entre em contato com as


as juntas especiais de borracha do
partes pintadas. Se isso acontecer,
sistema de frenagem.
E lavar imediatamente com água.

fig. 7
D-11
RESERVATÓRIO DE GASOLINA gasolina aditivada, que mantém as FILTRO DE AR
PARA PARTIDA A FRIO - F-fig. 8 suas propriedades por período mais
O reservatório de gasolina para parti- extenso do que a gasolina tipo C
comum. SUBSTITUIÇÃO - fig. 9
da a frio F-fig. 8 possui uma capacidade
de 2,0 litros. Soltar os grampos indicados pelas se-
Anti-knock index (Aki) é bem similar
à denominação Ron. Aki 91 correspon- tas, retirar a tampa plástica puxando-a
O abastecimento deve de a aproximadamente Ron 95. para trás, tomando cuidado para não
ser efetuado com cautela, danificar o tubo de borracha que está
evitando derramamento de conectado à mesma. Remover o ele-
Substituir o combustível do reser- mento filtrante A.
gasolina. Caso isto ocorra, fechar
vatório de partida a frio a cada 3
o reservatório com a tampa e jogar
meses se este não for consumido.
água, a fim de remover o excesso de O filtro de ar deverá ser inspe-
combustível. Para substituição do combustível, cionado a cada 500 km e, caso se
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. encontre muito sujo, deverá ser
A baixa frequência de uti- substituído antes do prazo espe-
O reservatório de partida a frio deve
lização de 100% de etanol cificado no Plano de Manutenção
ser abastecido sempre que a luz espia
pode provocar o envelheci- Programada.
K no painel acusar nível insuficiente de
mento da gasolina presente no reser-
gasolina.
vatório de partida a frio pela falta
de consumo. Para minimizar este O abastecimento deve ser efetuado
evento, é recomendável o abasteci- com o motor desligado.
mento do reservatório de partida a

U00208

U00349
A
frio preferencialmente com gasolina
de alta octanagem - Ron 95 ou Aki F
91, por exemplo, a gasolina Podium
da Petrobras e a V-Power Racing da
Shell, entre outras com as mesmas
características. Consulte o posto de
abastecimento de combustível de
sua preferência, das opções dispo-
níveis. Na ausência destas, utilizar fig. 8 fig. 9
D-12
Ao retirar os grampos da BATERIA lhamos dirigir-se à Rede Assistencial
parte superior do filtro de Fiat, que está preparada para a
ar (veículos com ar-condi- As baterias dos veículos Fiat são do eliminação da mesma respeitando
cionado), cuidado para não ferir as tipo “Sem Manutenção”, que, em con- a natureza e as disposições legais.
mãos no suporte da central elétrica, dições normais de uso, não exigem en-
localizado acima do filtro. chimentos com água destilada.
Para a recarga da bateria, ver o capí- Uma montagem incorre-
tulo “EM EMERGÊNCIA”. ta de acessórios elétricos
e eletrônicos pode causar
graves danos ao veículo.
O líquido contido na
bateria é venenoso e corro-
sivo. Evitar o contato com CONSELHOS ÚTEIS PARA
a pele e com os olhos. Não aproxi- PROLONGAR A DURAÇÃO DA
mar-se da bateria com chamas ou BATERIA
possíveis fontes de faíscas, pois há
Ao estacionar o veículo, certificar-se
perigo de explosão e de incêndio.
que as portas e o capô estejam bem fe-
chados. As luzes internas devem estar
apagadas.
A utilização da bateria
com o nível de eletrólito Com motor desligado, não manter D
muito baixo pode danificá- dispositivos ligados por muito tempo
-la irreparavelmente, provocando (por ex. rádio, luzes de emergência
4EN0716BR

o rompimento da caixa plástica e etc.).


o vazamento do ácido contido na
mesma. ADVERTÊNCIA: a bateria
mantida por muito tempo
com carga abaixo de 50% é
Pb As baterias contêm subs- danificada por sulfatação, reduzin-
-tâncias muito perigosas do-se a sua capacidade e o desem-
para o meio ambiente. Para penho na partida.
a substituição da bateria, aconse-
fig. 10
D-13
Em caso de parada prolongada, ver CENTRAIS - Não ligue ou desligue os terminais
“INATIVIDADE PROLONGADA DO VEÍCULO”, das centrais eletrônicas quando a chave
no capítulo “USO CORRETO DO VEÍCULO”. ELETRÔNICAS de ignição estiver na posição MAR.
- Não verifique polaridades elétricas
Se, após a compra do veículo, você Usando normalmente o veículo, não
com faíscas.
desejar montar acessórios (alarme ele- é preciso ter precauções especiais.
trônico etc.), dirija-se à Rede Assisten- - Desligue as centrais eletrônicas no
Em caso de intervenções no sistema
cial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositi- caso de soldas elétricas na carroceria.
elétrico ou de partida de emergência,
vos mais adequados e, principalmente, Removê-las em caso de temperaturas
é necessário, porém, seguir cuidadosa-
recomendar-lhe a utilização de uma acima de 80°C (trabalhos especiais na
mente as instruções seguintes:
bateria com capacidade maior. carroceria etc.).
- Nunca desligue a bateria do sistema
elétrico com o motor em movimento.
ADVERTÊNCIA: tendo ADVERTÊNCIA: a insta-
- Desligue a bateria do sistema elétri- lação de acessórios eletrô-
que instalar no veículo sis- co em caso de recarga.
temas adicionais (alarme, nicos (rádio, alarme etc.)
som etc.), frisamos o perigo que - Em caso de emergência, nunca com exceção dos originais de fábri-
representam derivações inadequa- efetue a partida com um carregador de ca, não deve em hipótese alguma,
das em conexões dos chicotes elé- bateria, mas utilizar uma bateria auxi- alterar os chicotes elétricos dos
tricos, principalmente se ligados aos liar (ver “PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR” no sistemas de injeção e ignição.
dispositivos de segurança. capítulo “EM EMERGÊNCIA”).
- Tome um cuidado especial com li-
gação entre bateria e sistema elétrico, Modificações ou con-
verificando tanto a exata polaridade, sertos no sistema elétrico,
como a eficiência da própria ligação. efetuados de maneira incor-
Quando a bateria é religada, a central reta e sem ter em consideração as
do sistema de injeção/ignição deve rea- características técnicas do sistema,
daptar os próprios parâmetros internos. podem causar anomalias de funcio-
Portanto, nos primeiros quilômetros namento com risco de incêndio.
de uso, o veículo pode apresentar um
comportamento levemente diferente do
anterior.

D-14
VELAS RODAS E PNEUS Lembre-se que a aderên-
cia do veículo na estrada
A limpeza e a integridade das velas depende também da correta
fig. 11 são decisivas para a eficiência PRESSÃO DOS PNEUS pressão dos pneus.
do motor e para a contenção das emis- Controlar semanalmente, e antes de Uma pressão errada provoca um des-
sões poluentes. viagens longas, a pressão de cada pneu, gaste anormal dos pneus fig. 12.
O aspecto da vela, se examinado por inclusive da roda sobressalente. A - Pressão normal: banda de roda-
um especialista, é um válido O controle da pressão deve ser efetu- gem gasta de maneira uniforme.
indício para localizar um defeito, ado com pneu frio. B - Pressão insuficiente: banda de
mesmo se não for ligado ao sistema Usando o veículo por um longo perí- rodagem gasta principalmente nas bor-
de ignição. Assim, se o motor tiver al- odo, é normal que a pressão aumente. das.
gum problema, é importante verificar as Se, por acaso, precisar controlar ou cali- C - Pressão excessiva: banda de roda-
velas na Rede Assistencial Fiat. brar os pneus estando os mesmos quen- gem gasta principalmente no centro.
tes, considere que o valor da pressão
deverá ser +0,3 kgf/cm2 ou 4lbf/pol2 a
Tipo ............................. NGK BKR6E Uma pressão baixa
mais em relação ao valor estabelecido.
demais provoca o supera-
As velas devem ser subs- quecimento do pneu, com
-tituídas dentro dos pra- possibilidade de graves danos ao
zos previstos pelo Plano mesmo. D
de Manutenção Programada. Use
somente velas do tipo recomen-

4EN0169BR

4EN0170BR
dado; se o grau térmico for inade-
quado, ou se não for garantida a
duração prevista, podem acontecer
inconvenientes.

A B C

fig. 11 fig. 12
D-15
A borracha não se decom- Evitar viajar com sobrecarga; po- Para permitir um desgaste uniforme
põe com o passar do tempo, de causar sérios danos às rodas e aos entre os pneus dianteiros e os trasei-
razão pela qual os pneus pneus. ros, aconselha-se efetuar o rodízio dos
usados, quando forem substituídos, Se furar um pneu, parar imediata- pneus a cada 10-15 mil quilômetros,
não devem ser descartados em lixei- mente e substituí-lo para não danificar mantendo-os do mesmo lado do ve-
ras comuns. É aconselhável deixá- o próprio pneu, a roda, a suspensão e ículo para não inverter o sentido de
-los no estabelecimento que fez a o mecanismo da direção. rotação.
troca para que este se encarregue O pneu envelhece mesmo se pouco Pneus novos apresentam melhor
de reciclá-los. usado. Rachaduras na borracha da ban- aderência após percorrerem pelo me-
da de rodagem e nas laterais são um nos 150 km.
sinal de envelhecimento. De qualquer Os pneus de alguns fabricantes pos-
ADVERTÊNCIAS: se possível, evi- forma, se os pneus estão montados há suem, em uma de suas laterais, a inscri-
tar freadas repentinas, arrancadas mais de 6 anos, é necessário mandá-los ção “EXTERNO”, indicando que este la-
violentas, etc. controlar por pessoal especializado, pa- do do pneu deve ser obrigatoriamente
ra avaliar se podem ainda ser utilizados. montado do lado externo da roda.
Lembre-se também de controlar com
Evitar, principalmente, choques muito cuidado a roda sobressalente.
violentos contra calçadas, buracos Monte sempre o pneu
na estrada e obstáculos de qualquer Em caso de substituição, montar sem- fazendo coincidir a sua
tipo. O uso prolongado em estradas pre pneus novos, evitando os de prove- face externa (onde aparece
mal conservadas pode danificar os niência duvidosa. a palavra “EXTERNO”) com a face
pneus. Os veículos Fiat usam pneus Tube- externa da roda, pois somente desta
less, sem câmara de ar. Nunca usar câ- maneira estará garantida a seguran-
Verificar, periodicamente, se os maras de ar com estes pneus. ça durante a rodagem.
pneus não têm cortes laterais, aumen- Se substituir um pneu, é oportuno tro-
to de volume ou desgaste irregular das car a válvula de enchimento também.
bandas de rodagem. Nesse caso, dirigir- Não efetuar rodízio em
se à Rede Assistencial Fiat. cruz dos pneus, deslocan-
do-os do lado direito do
veículo para o esquerdo e vice-
-versa.

D-16
TUBULAÇÕES DE LIMPADORES DO Substituição das palhetas do limpador
do para-brisa - fig. 13
BORRACHA PARA-BRISA E DO 1) Levantar o braço do limpador do
Em relação às tubulações flexíveis de VIDRO TRASEIRO para-brisa e posicionar a palheta de ma-
neira que forme um ângulo de 90 graus
borracha do sistema de freios, da dire-
com o próprio braço;
ção hidráulica e de alimentação, seguir PALHETAS
rigorosamente o Plano de Manutenção 2) Comprima a lingueta A e, simul-
Programada. Efetivamente, o ozônio, as Limpar, periodicamente, a parte de taneamente, empurre a palheta contra
altas temperaturas e a falta prolongada borracha usando produtos adequados. a haste.
de líquido no sistema podem causar o Substituir as palhetas se o limpador de 3) Com a palheta solta de seu en-
endurecimento e a rachadura das tubu- borracha estiver deformado ou gasto. caixe, posicione-a de modo a retirá-la
lações, com possíveis vazamentos de lí- Em todo caso, aconselha-se a substituí- através do orifício.
quidos. Assim, é necessário um controle las uma vez por ano.
cuidadoso.
Viajar com as palhetas
do limpador do para-brisa
desgastadas representa um
grave risco, pois reduz a visibilidade
em caso de más condições atmos- D
féricas.

- Não ligar os limpadores do para-bri-

U00350
sa e do vidro traseiro sobre o vidro seco.
Somente devem ser utilizados estando
o vidro molhado e livre de impurezas,
tais como: terra, barro, areia etc., sob
pena de se danificarem a borracha e o
próprio vidro.
A

fig. 13
D-17
Substituição da palheta do limpador ESGUICHOS AR-CONDICIONADO
do vidro traseiro fig. 14
Se o jato não sair, antes de tudo, ve-
1) Levantar o braço do limpador do rificar se há líquido no reservatório; ver A utilização constante do ar-condi-
vidro traseiro e posicionar a palheta de “VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS” neste capítulo. cionado pode resultar, com o tempo,
maneira que forme um ângulo de 90 na formação de mau cheiro devido ao
graus com o próprio braço; Depois, usando um alfinete, verificar acúmulo de poeira e umidade no sis-
se os furos de saída não estão entupidos tema de ar-condicionado, facilitando a
2) Comprima a lingueta A e, simul- fig. 15.
taneamente, empurre a palheta contra proliferação de fungos e bactérias.
a haste. Os jatos do lavador do vidro traseiro Para minimizar o problema de mau
podem se orientados regulando a di- cheiro, é recomendado, semanalmen-
3) Com a palheta solta de seu en- reção do esguicho. Atuar na esfera do
caixe, posicione-a de modo a retirá-la te, desligar o ar-condicionado e ligar o
esguicho para efetuar a regulagem. aquecedor, no máximo, cerca de 5 a
através do orifício.
10 minutos antes de estacionar o veí-
O limpador do vidro traseiro somente culo, para que a umidade do sistema
deve ser utilizado, estando o vidro mo- seja eliminada.
lhado e isento de impurezas, tais como:
terra, barro, areia, etc., sob pena de se
danificarem a borracha e o próprio vi-
dro.
U00351

U00129

U00161
A

fig. 14 fig. 15 fig. 16


D-18
Durante o inverno, o sistema de ar- CARROCERIA Aqui estão as principais:
condicionado deve ser colocado em - produtos e sistemas de pintura que
funcionamento pelo menos uma vez dão ao veículo uma maior resistência
por mês e por cerca de 10 minutos. PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES contra corrosão e abrasão;
Antes do verão, verificar a eficiência ATMOSFÉRICOS
- uso de chapas zincadas (ou pré-
do sistema na Rede Assistencial Fiat. As principais causas de fenômenos tratadas), dotadas de alta resistência
de corrosão são: contra a corrosão;
O sistema utiliza fluido - poluição atmosférica - aspersão da parte inferior da carro-
refrigerante R134a que, em ceria, do compartimento do motor, da
- salinidade e umidade da atmosfera
caso de vazamentos aciden- parte interna da caixa das rodas e outros
(regiões litorâneas ou com clima quente
tais, não danifica o meio ambiente. elementos com produtos cerosos com
e úmido)
Evitar completamente o uso de flui- elevado poder protetor;
do R12 que, além de ser incompatí- - variações climáticas das estações.
- aspersão de polímeros com função
vel com os componentes do sistema, Não se deve subestimar também a protetora, nos pontos mais expostos: so-
contém clorofluorcarbonetos (CFC). ação abrasiva da poeira atmosférica e leira das portas, parte interna dos para-
da areia levadas pelo vento, do barro e lamas, bordas etc;
do cascalho atirados pelos outros ve-
ículos. - uso de caixas “abertas” para evitar
condensação e estagnação de água, que
A Fiat adotou em seus veículos as
melhores soluções tecnológicas para
podem favorecer a formação de ferru- D
gem no interior.
proteger, com eficácia, a carroceria
contra a corrosão.

D-19
CONSELHOS PARA A BOA Ao lavar o veículo, utilize Não lavar o veículo depois de ter fi-
CONSERVAÇÃO DA CARROCERIA o mínimo de água possível. cado parado sob o sol ou com o capô
Se for utilizar mangueira, do motor quente; o brilho da pintura
certifique-se de que a mesma não pode ser alterado.
Pintura
apresente vazamentos que favore- As partes de plástico externas devem
A pintura não tem só função estética, çam o desperdício de água potável. ser limpas com o mesmo procedimen-
mas também de proteção das chapas. to seguido para a lavagem normal do
Em caso de abrasões ou riscos pro- veículo.
fundos, aconselha-se a fazer os devidos Para uma lavagem correta:
Evitar estacionar o veículo debaixo
retoques imediatamente, para evitar for- 1) molhar a carroceria com um jato de árvores; a resina que muitas espécies
mações de ferrugem. d’água com baixa pressão; deixam cair dão um aspecto opaco à
Para os retoques na pintura, utilizar 2) passar na carroceria uma esponja pintura e aumentam a possibilidade de
somente produtos originais (ver o capí- com shampoo neutro automotivo, enxa- corrosão.
tulo “CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS”). guando a mesma com frequência.
A manutenção normal da pintura 3) enxaguar bem com água e enxugar ADVERTÊNCIA: os excrementos
consiste na lavagem, cuja frequência com jato de ar, uma camurça ou pano de pássaros devem ser lavados ime-
depende das condições do ambiente macio. diatamente e com cuidado, pois sua
de uso. Por exemplo, nas zonas com Ao enxugar, prestar atenção nas acidez é bastante agressiva.
alta poluição atmosférica, alta salidade partes menos visíveis, como o vão das
ou em estradas rurais, onde é comum portas, capô e contorno dos faróis, nos Para proteger melhor a pintura, acon-
haver estrume de animal, orientamos a quais a água pode empoçar-se com selhamos encerar periodicamente, utili-
lavar o veículo com mais frequência. mais facilidade. zando cera, a qual deixa uma camada
protetora sobre a mesma.
Aconselha-se a não guardar logo
Os detergentes poluem as o veículo em ambiente fechado, mas
águas. Por isso, a lavagem deixá-lo ao ar livre para favorecer a
do veículo deve ser efetu- evaporação da água.
ada usando produtos biodegradá-
veis, que se decompõem no meio
ambiente.

D-20
Vidros - evite jatos d’água diretamente Eletroventilador do radiador
Para a limpeza dos vidros, usar deter- sobre os componentes eletroe-letrô- A utilização do veículo em vias la-
gentes específicos. Usar panos bem lim- nicos e seus chicotes; macentas pode ocasionar o acúmulo de
pos para não riscar os vidros ou alterar barro no eletroventilador, provocando
a transparência dos mesmos. vibrações e ruídos anormais e, em si-
- proteja com plásticos o alter- tuações extremas, o travamento do sis-
nador, a central da ignição/injeção tema. A inspeção e limpeza do eletro-
ADVERTÊNCIA: para não prejudi- eletrônica, a bateria e a bobina.
car as resistências elétricas presen- ventilador do radiador é uma operação
tes na superfície interna do vidro necessária em veículos que trafegam
traseiro, esfregar delicadamente em tais condições.
- proteja também com plástico o
seguindo o sentido das próprias reservatório do fluido de freio, para
resistências. evitar a sua contaminação; A limpeza do eletroven-
tilador do radiador deve
Evite aplicar decalques ou outros ade- ser feita respeitando as dis-
sivos nos vidros, visto que os mesmos Após a lavagem, não pulverize posições estabelecidas no tópico
podem desviar a atenção e reduzem o nenhum tipo de fluido (óleo die- “Vão do motor”. Particularmente,
campo de visão. sel, querosene, óleo de mamona o emprego inadequado de jatos
etc.) sobre o motor e componentes, d’água pode ocasionar danos nas
Vão do motor sob pena de danificá-los, causando, colmeias do radiador e no motor
A lavagem do compartimento do motor inclusive, a retenção de poeira. elétrico do eletroventilador. D
é um procedimento que deve ser evitado.
Porém, quando isto se tornar necessário, Pneus
observar as recomendações a seguir: ADVERTÊNCIA: a lavagem deve
ser efetuada com motor frio e chave Após uma lavagem geral do veículo
- não o lave o motor quando este de ignição em STOP. Depois da aconselha-se esfregar uma escova de
estiver ainda quente; lavagem, verificar se as diversas cerdas macias com uma solução de
proteções (ex.: tampas de borra- água e shampoo neutro. Utilizar “Easy
cha e outras proteções) não foram Care limpa pneus”, que dá aos pneus
- não utilize substâncias cáusticas, removidas ou danificadas. um aspecto novo, sem brilho exagera-
produtos ácidos ou derivados de do.
petróleo;
D-21
INTERIOR DO PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS ADVERTÊNCIA: não utilizar álco-
ol ou benzina para a limpeza do
VEÍCULO Usar produtos específicos, desenvol-
vidos para não alterar o aspecto dos
visor do quadro de instrumentos.
Periodicamente, verificar se não há componentes.
água parada debaixo dos tapetes (devi- Não deixar frascos de
do a sapatos molhados, guarda-chuvas TAPETES E PARTES DE BORRACHA aerossol no veículo, pois
etc.) que poderiam proporcionar o sur- (exceto vão do motor) há perigo de explosão. Os
gimento de focos de corrosão. frascos de aerossol não devem ser
Recomenda-se usar produtos de efi-
ciência comprovada. Misturas caseiras expostos a uma temperatura supe-
LIMPEZA DOS BANCOS E DAS de álcool + glicerina produzem brilho rior a 50°C. Dentro do veículo
PARTES DE TECIDO exagerado, além de agredir a borracha exposto ao sol, a temperatura pode
dos pneus. ultrapassar em muito este valor.
- Retirar o pó com uma escova macia
ou com um aspirador de pó.
- Aplicar levemente nos bancos uma
esponja fina, umedecida com uma mis-
tura de água e detergente neutro.

D-22
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Os aficionados de motores e de mecânica provavelmente DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . E-1
vão começar a ler o manual a partir desta parte. CÓDIGO DOS MOTORES -
Efetivamente, inicia uma seção cheia de dados, números,
VERSÕES DE CARROCERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-2
medidas e tabelas. Trata-se, de uma certa forma, da carteira de
identidade de seu veículo. Um documento de apresentação MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-3
que mostra, em linguagem técnica, todas as características TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5
que fazem dele um modelo criado para proporcionar-lhe a
máxima satisfação. FREIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5
SUSPENSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . E-7
RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-8
SISTEMA ELÉTRICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-9
DESEMPENHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-11
DIMENSÕES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-12
PESOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-15
ABASTECIMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-16
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
E DOS LÍQUIDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-19
E
PRESSÃO DOS PNEUS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-20

E
DADOS PARA A ANO DE FABRICAÇÃO TIPO E NÚMERO DO CHASSI

IDENTIFICAÇÃO C - Etiqueta sobre a coluna de fixa- D - Gravação no assoalho, na frente


ção da porta dianteira direita, próxima do banco dianteiro direito.
Estão indicados nos seguintes pontos à etiqueta VIS.
fig. 1 e 2 CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DE
CARROCERIA
SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO E - Plaqueta fixada na travessa dian-
VEÍCULO (VIS) teira com código de identificação de
A - Etiqueta sobre o para-lama dian- carroceria.
teiro direito.

U00169
U00171
A B
B - Etiqueta sobre a coluna de fixa- TIPO E NÚMERO DO MOTOR
ção da porta dianteira direita. F - Gravação no lado direito do blo-
Este número sequencial está também co do motor.
gravado no para-brisa, vidro traseiro e
vidros das portas. ETIQUETA DE CAPACIDADE
DE CARGA

U00132
U00172
C D
Fiorino e Uno Furgão
G - Etiqueta fixada na porta dianteira
esquerda com a capacidade de carga
U00353

máxima do veículo.
A B C
E

U00354

U00352
F
U00131

D E F G

fig. 1 fig. 2
E-1
ETIQUETA ADESIVA DE ETIQUETA ADESIVA DE CÓDIGO DOS
IDENTIFICAÇÃO DA TINTA IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE
DA CARROCERIA - fig. 3 fig. 4 MOTORES -
A etiqueta adesiva está colada na A etiqueta adesiva está localizada sob VERSÕES DE
parte lateral interna da porta dianteira o capô do motor.
esquerda.
CARROCERIA
Indica os seguintes dados:
Código
A - Fabricante da tinta Código da
Versões do tipo
carroceria
B - Denominação da cor de motor
C - Código Fiat da cor 3 portas
D - Código da cor para retoques ou Mille Fire 158.02A.6
146E1011
nova pintura Economy 5 portas
158.22A.6
3 portas
Mille Way 158.04A.6
146E1011
Economy 5 portas
158.44A.6
Uno
178E9011 258.039
Furgão

Fiorino
U00119

178E9011 255.049

4EN1451BR
A Fiorino
178E9011 255.429
B
FIAT AUTOMÓVEIS S/A Ambulância
Av. Contorno, nº 3455, bairro Paulo Camilo
Betim-Minas Gerais-CEP: 32.669-900
C CGC 16 701 716/0001-56
Indústria Brasileira

fig. 3 fig. 4
E-2
MOTOR
MILLE FIRE ECONOMY 1.0 8V FLEX UNO FURGÃO 1.3 8V FLEX
DADOS GERAIS
MILLE WAY ECONOMY 1.0 8V FLEX FIORINO 1.3 8V FLEX
Código do tipo 146E1011 178E9011
Ciclo Otto Otto
Combustível Gasolina/etanol Gasolina/Etanol
Número de posição dos cilindros 4 em linha 4 em linha
Número de válvulas por cilindro 2 2
Diâmetro x curso mm 70,0 X 64,9 70,8 x 78,86
Cilindrada total cm3 999,1 1241,86
Taxa de compressão 11,65 ± 0,15:1 11,0 ± 0,15:1
Potência máxima Gasolina Etanol Gasolina Etanol
ABNT cv/kw 65/47,8 66/48,6 70/51,52 71/52,26
regime correspondente rpm 6000 6000 5500 5500
Torque máximo ABNT kgm/Nm 9,1/89,3 9,2/90,3 11,4/107,9 11,6/113,8
regime correspondente rpm 2500 2500 2500 2500
Regime de marcha lenta rpm 750 ± 50 850 ± 50
DISTRIBUIÇÃO E
Admissão: início antes do PMS 2º 2º
fim depois do PMI 41º 41º
Escapamento: início antes do PMI 42º 42º
fim depois do PMS 1º 1º
Teor de CO em marcha lenta < 0,30% < 0,30%

E-3
ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO Bomba de combustível: por imersão Dispositivos Antipoluição
no reservatório. Sistema antievaporativo com conver-
Mille Fire Economy 1.0 8V FLEX / Pressão de injeção: 3 bar. sor catalítico e sistema de controle de
Mille Way Economy 1.0 8V Flex / Sistema de dosagem da mistura me- emissões evaporativas e recirculação
Uno Furgão 1.3 8V Flex / Fiorino 1.3 diante elaboração eletrônica dos dados dos gases do cárter. Teor de monóxi-
8V Flex detectados pelos sensores do ângulo de do de carbono, em marcha lenta (%):
abertura da borboleta aceleradora e de < 0,5.
Alimentação/Ignição regime do motor.
Injeção eletrônica e ignição com Ordem de ignição: 1 - 3 - 4 - 2 Modificações ou conser-
sistemas integrados: uma única central Velas de ignição: NGKBKR6E tos no sistema de alimenta-
eletrônica controla ambas as funções ção, efetuados de maneira
elaborando, ao mesmo tempo, a dura- incorreta e sem ter em conta as
ção do tempo de injeção (para a do- características técnicas do sistema,
sagem do combustível) e o ângulo de podem causar anomalias de funcio-
avanço da ignição. namento com riscos de incêndio.
Tipo: Multipoint semi-sequencial in-
direta e sequencial indireta (FIRE).
Filtro do ar: a seco, com elemento
filtrante de papel; tomada de seleção
termostática.

E-4
TRANSMISSÃO Grupo cilíndrico de redução e gru- FREIOS
po diferencial incorporados à caixa de
velocidades.
EMBREAGEM FREIOS DE SERVIÇO
As relações são:
Monodisco a seco, com comando Dianteiros: a disco rígido, com pinça
mecânico, sem curso morto do pedal. Relação de redução do flutuante.
4,067
diferencial Traseiros: a tambor, com sapatas
Número de dentes 15/61 autocentrantes.
Circuitos hidráulicos em paralelo.
CAIXA DE MUDANÇAS E Servofreio por depressão.
DIFERENCIAL Transmissão de movimento para as
rodas dianteiras através de semi-eixos Recuperação automática da folga de-
Com cinco marchas para a frente e ligados ao grupo diferencial e às rodas vido ao desgaste das pastilhas e lonas
marcha à ré com sincronizadores para o com juntas homocinéticas. de freio.
engate das marchas para a frente. Regulador de frenagem a corte fixo
que age no circuito hidráulico dos freios
traseiros.
Mille Way
Mille
As relações Economy/
Fire FREIO DE MÃO
são: Uno Furgão/
Economy
Fiorino Comandado por alavanca de mão
Em 1ª marcha 4,273 4,273 que age mecanicamente sobre as sapa-
tas dos freios traseiros.
Em 2ª marcha 2,238 2,238
Em 3ª marcha 1,444 1,444
E
Em 4ª marcha 1,029 1,029
Em 5ª marcha 0,838 0,872
Em marcha
3,909 3,909
a ré
E-5
SUSPENSÕES TRASEIRA DIREÇÃO
Uno À cremalheira. Coluna de direção ar-
DIANTEIRA ticulada com duas juntas universais.
Rodas independentes com braços
De rodas independentes, tipo oscilantes inferiores e amortecedores
McPherson com braços oscilantes in- hidráulicos telescópicos de dupla ação, Mille Fire Economy/
feriores. (WET). Feixe de molas transversal de Mille Way Economy
Molas helicoidais e amortecedores três lâminas que atua também como Número de voltas do volante:
hidráulicos telescópicos de dupla ação barra estabilizadora nos movimentos sem direção hidráulica .............. 3,8
(WET). assimétricos das rodas. Articulações
com direção hidráulica ............ 3,03
com coxins de borracha.
Barra estabilizadora ligada aos braços Diâmetro mínimo de curva:
oscilantes.
Fiorino sem direção hidráulica ........ 10,6 m
Com eixo rígido e amortecedores hi- com direção hidráulica ........ 10,1 m
dráulicos telescópicos de duplo efeito,
mola parabólica longitudinal. Fiorino/Uno Furgão
Número de voltas do volante:
sem direção hidráulica: ............. 9,5
com direção hidráulica: ............. 9,9
Diâmetro mínimo de curva:
sem direção hidráulica: ............. 9,5
com direção hidráulica: ............. 9,9
Braços do comando da direção simé-
tricos e independentes para cada roda.
Articulações com lubrificação perma-
nente.

E-6
ALINHAMENTO DAS RODAS

RODAS DIANTEIRAS

Câmber Cáster Convergência


1º ± 30’
Mille Fire Economy 0º ± 30’ 0 ± 1 mm
1°15’ ± 30’ (*)
1° ± 30’
Mille Way Economy 5’ ± 30’ 0 ± 1 mm
1°15’ ± 30’ (*)
1°15’ ± 30’
Uno Furgão 0º ± 30’ 0 ± 1 mm
1°15’ ± 30’ (*)
1°30’ ± 30’
Fiorino -24 ± 20’ -2 ± 1 mm
1º30’ ± 30’ (*)
(*) Com direção hidráulica

RODAS TRASEIRAS

Câmber Convergência

Mille Fire Economy -45’ ± 30’ 2 ± 2 mm


E
Mille Way Economy -30’ ± 30’ 2 ± 2 mm

Uno Furgão -45’ ± 30’ 2 ± 2 mm

Fiorino 0 ± 30’ 0 ± 2 mm

E-7
RODAS E PNEUS
Rodas Pneus
4,5 x 13”
Mille Fire Economy 165/70R13-79T
5B x 13” (*)

Mille Way Economy 5,0 x 13” 175/70R13-82T

Uno Furgão 5,0 x 13” 165/70R13-79T

Fiorino 5,0 x 13” 165/70R13-83R

(*) Opcional roda de liga leve para algumas versões/kits de opcionais.

ADVERTÊNCIA: estabelecidas as dimensões prescritas, para a segurança da marcha, é indispensável que o veí-
culo esteja equipado com pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas.

ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara), não usar câmaras de ar.

E-8
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão de alimentação: 12 volts.

BATERIA
Com negativo em massa.

Capacidades

Mille Fire Economy Mille Way Economy Uno Furgão Fiorino

Versão básica 45 Ah 45 Ah 45 Ah 45 Ah
Com ar-condicionado 45 Ah 45 Ah – –

ALTERNADOR
Retificador e regulador de tensão eletrônico incorporado. Início da carga da bateria assim que o motor é ligado.

Mille Fire Economy Mille Way Economy Uno Furgão Fiorino

Corrente nominal 75 A 75 A 75 A 75 A
E
máxima fornecida 110 A(*) 110 A(*) 110 A(*) 110 A(*)
(*) Com ar-condicionado

E-9
O alternador possui um regulador de tensão que incorpora a função de diagnóstico, ou seja, a lâmpada de recarga da
bateria permanece acesa até 2,5 segundos após a partida do veículo para leitura do sistema.
Se houver algum inconveniente permanente, a lâmpada continuará acesa. Neste caso, dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat.
Caso não haja nenhum inconveniente permanente no veículo a lâmpada apagará e, se a seguir, a chave de ignição for
colocada em STOP e novamente em marcha, a lâmpada de recarga da bateria não mais acenderá.

MOTOR DE PARTIDA

Mille Fire Economy Mille Way Economy Uno Furgão Fiorino

Corrente nominal 0,8 KW 0,8 KW 0,9 KW 0,9 KW

Modificações ou consertos no sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as
características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio.

E-10
DESEMPENHO
Velocidades máximas admissíveis, com média carga e estrada plana (km/h).
Mille Fire Economy Mille Way Economy Uno Furgão Fiorino
Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol
1 marcha
a
36 36 36 36 32,8 32,8 38,5 38,5
2a marcha 70 70 70 70 62,5 62,5 73,4 73,4
3 marcha
a
108 108 108 108 96,7 96,7 113,8 113,8
4a marcha 151 153 151 153 136,0 136,0 138,0 138,0
5 marcha (*)
a
151 153 151 153 144,0 145,0 141,0 143,0
Em marcha a ré 40 40 40 40 35,8 35,8 42,0 42,0

Rampa máxima superável (*), em primeira marcha e com carga útil; estando o veículo já em movimento com o motor
em rotação de torque máximo.

Mille Fire Economy Mille Way Economy Uno Furgão Fiorino


Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol
% 35,6 35,7 35,6 35,7 27 27 24,3 25,4
* os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%, dependendo dos opcionais do veículo.
E

E-11
DIMENSÕES

U00322
MILLE FIRE ECONOMY /
UNO FURGÃO

E
Mille Fire Economy 3 e 5 portas A B C F
Volume do porta-malas D H
(norma ISO 3832)
- em condições normais: 290 ᐉ
- ampliada, com carga rente aos
vidros laterais: 620 ᐉ
- ampliada, com carga até o teto:
1110 ᐉ

G
Uno Furgão
Compartimento de Carga fig. 5
- comprimento: 1285 mm
- largura: 1060 mm
- altura: 990 mm
- volume: 1300 ᐉ
A B C D E (*) F G H

1445
738,7 2361,5 592,6 3692,8 1337 1357 1548
1362(*)
(*) Veículo carregado

E-12
MILLE WAY ECONOMY

U00322
Mille Way Economy 3 e 5 portas
Volume do porta-malas

E
(norma ISO 3832)
- em condições normais: 290 ᐉ
A B C F
- ampliada, com carga rente aos
vidros laterais: 620 ᐉ D H

- ampliada, com carga até o teto:


1110 ᐉ

fig. 5

E
A B C D E (*) F G H

1489
738,7 2361,5 592,6 3692,8 1337 1357 1548
1406(*)
(*) Veículo carregado
E-13
FIORINO

U00323
Compartimento de carga
- comprimento: 1780 mm

E
- largura: 1350 mm
- altura: 1363 mm
- volume: 3200 ᐉ
A B C F

D H

fig. 7

A B C D E (*) F G H

1873
738,7 2576,5 868,5 4183,7 1332 1360 1622
1805(*)
(*) Veículo carregado

E-14
PESOS
MILLE FIRE ECONOMY MILLE WAY ECONOMY UNO FURGÃO FIORINO
Pesos (kg)
3 portas 5 portas 3 portas 5 portas 3 portas

Peso do veículo em ordem de marcha


(com abastecimentos, roda de reserva, 820 840 820 840 831 1000
ferramentas e acessórios):

Capacidade útil incluindo o motorista: 400 400 400 400 400 620

Cargas máximas admitidas (*):


- eixo dianteiro 562 567 562 567 578 635
- eixo traseiro 648 663 648 663 653 985

Cargas rebocáveis:
400 400 400 400 400 400
- reboque sem freio

Carga máxima sobre o teto 50 50 50 50 50 50

(*) Cargas que não devem ser superadas. É de responsabilidade do usuário, a colocação das bagagens no porta-malas e/ou sobre a superfície
de carga, respeitando as cargas máximas admitidas.

E-15
ABASTECIMENTOS
MILLE FIRE ECONOMY MILLE WAY ECONOMY
Produtos homologados (*)
Litros Kg Litros Kg
Tanque de combustível: (*) 50 - 50 - - Gasolina tipo C com teor de álcool etílico
Incluída uma reserva anidro conforme legislação vigente
aproximada de: 4,5 a 7,5 - 4,5 a 7,5 - - Flex (***)
Sistema de arrefecimento do motor:
- base 5,1 a 5,3 - 5,1 a 5,3 - 50% de Coolantup (vermelho) + 50% de água
- com aquecedor 5,3 a 5,4 - 5,3 a 5,4 - pura
- com ar-condicionado 5,3 a 5,4 - 5,3 a 5,4 -
Cárter 2,5 2,2 2,5 2,2 SELÈNIA K PURE ENERGY 5W30 (sintético)
Cárter + filtro 2,7 2,4 2,7 2,4 SELÈNIA K SL 15W40 (base sintética)
Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 1,8 2,0 1,8 TUTELA EPYX
Caixa de direção e respectivas coifas 0,14 0,13 0,14 0,13 GRAXA TUTELA K854
Junta homocinética e coifa: - 0,05 - 0,05 GRAXA TUTELA MRM 2/L
Sistema hidráulico dos freios 0,44 - 0,44 - Fluído sintético Tutela TOP 4/S

Reservatório do líquido de direção 0,9 - 0,9 - TUTELA GI/A


hidráulica

Lavador do para-brisa e vidro traseiro 3,0 - 3,0 - Água pura (**)

Reservatório de gasolina para partida 2,0 - 2,0 - Gasolina comum tipo C


a frio (motores FLEX)

(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo momento do abastecimento.
(**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do para-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC35 Limpa parabrisas ao líquido
do reservatório do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela Limpa parabrisas + 75% de água pura.
(***) Gasolina tipo C ou etanol etílico hidratado combustível em qualquer proporção.
E-16
UNO FURGÃO FIORINO
Produtos homologados (*)
Litros Kg Litros Kg
Tanque de combustível: (*) 50 - 64 - - Gasolina tipo C com teor de álcool etílico anidro
Incluída uma reserva conforme legislação vigente
aproximada de: 4,5 a 7,5 - 5,5 a 7,5 - - Flex (***)

Sistema de arrefecimento do motor:


- base 4,6 a 4,7 - 4,6 a 4,7 - 50% de Coolantup (vermelho) + 50% de água pura
- com aquecedor e com ar-condicionado 5,8 a 5,9 - 5,8 a 5,9 -

Cárter 2,5 2,20 2,5 2,20 SELÈNIA K SL 15W40 ou


Cárter + filtro 2,7 2,4 2,7 2,4 SELÈNIA PERFORMER 10W40
Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 1,80 2,0 1,80 TUTELA EPYX
Caixa de direção e respectivas coifas 0,14 0,13 0,14 0,13 GRAXA TUTELA K854
Junta homocinética e coifa: - 0,05 - 0,05 GRAXA TUTELA MRM 2/L
Sistema hidráulico dos freios 0,36 0,32 0,44 0,40 Fluído sintético Tutela TOP 4/S

Reservatório do líquido de direção 0,9 - 0,9 - TUTELA GI/A


hidráulica

Lavador do para-brisa e vidro traseiro 3,0 - 3,0 - Água pura (**)

Reservatório de gasolina para partida 2,0 - 2,0 - Gasolina comum tipo C


a frio (motores FLEX)
E
(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo momento do abastecimento.
(**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do para-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC35 Limpa parabrisas ao líquido
do reservatório do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela Limpa parabrisas + 75% de água pura.
(***) Gasolina tipo C ou etanol etílico hidratado combustível em qualquer proporção.

E-17
NOTAS SOBRE O USO DOS ADVERTÊNCIA: o uso de combus- De maneira indicativa, o consumo
PRODUTOS tíveis diferentes dos especificados máximo de óleo do motor, expresso em
poderá comprometer o desempe- ml a cada 1000 km, é o seguinte:
Óleo nho do veículo, bem como causar
danos aos componentes do sistema
Não completar o nível com óleos de de alimentação, e do próprio motor, ml a cada
características diferentes das do óleo já que não são cobertos pela garantia. 1000 km
existente.

CONSUMO DE ÓLEO DO MOTOR Mille Fire Economy/


Combustíveis Mille Way Economy
300
Os motores foram projetados para Devido à concepção dos motores a
utilizar gasolina do tipo “C” com teor combustão interna, para que haja uma
de álcool etílico anidro conforme legis- Uno Furgão 300
boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
lação vigente (PROGRAMA DE CON- cante é consumido durante o funciona-
TROLE DE POLUIÇÃO DO AR PARA Fiorino 300
mento do motor.
VEÍCULOS AUTOMOTORES e ANP).
Para as versões FLEX, foram projeta-
dos motores para utilizar gasolina tipo ADVERTÊNCIA: o consumo do
C com teor de álcool etílico anidro ou óleo do motor depende do modo
etanol etílico hidratado combustível em de dirigir e das condições de uso
qualquer proporção. do veículo.

E-18
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS

PRODUTOS UTILIZADOS E SUAS CARACTERÍSTICAS

Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos


Tipo Aplicação
para um correto funcionamento do veículo (*)
Mille Fire Economy / Mille Way Economy:
Lubrificantes sintéticos ou de base sintética que aten-
Lubrificantes para motores dam às normas API SL e Fiat 9.55535-G1
Cárter do motor
a gasolina/etanol (FLEX) Uno Furgão / Fiorino:
Lubricantes sintéticos ou semi-sintéticos que atendam às
normas API SL e Fiat 9.55535-G1
Óleo SAE 80 W EP para caixa de mudanças e
Caixa de mudanças e diferencial
Lubrificantes e graxas pa- diferenciais. Atende as especificações API GL-4
ra a transmissão do Óleo de tipo DEXRON II Direções hidráulicas
movimento
Graxa de bissulfeto de molibdênio à base de sabões de
Juntas homocinéticas e coifas
lítio hidrorrepelente, consistência N.L.G.I. = 2
Fluidos para freios Freios hidráulicos e comandos
Fluido sintético, classe DOT 4 SAE J 1703
hidráulicos hidráulicos da embreagem
Antioxidante com ação anticongelante, à base de glicol
Protetor e anticongelante monoetilênico inibido (mistura de 50% com 50% de Sistema de arrefecimento
água pura) E
Líquido para lavadores
Mistura de álcoois, água e tensoativos Lavadores do para-brisa e do
do para-brisa e do vidro
(mistura 25% com 75% de água pura) vidro traseiro
traseiro

(*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o funcionamento do veículo.
E-19
PRESSÃO DOS PNEUS

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS (kgf/cm2 - lbf/pol2)


Com pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 em relação ao valor prescrito.

MILLE FIRE ECONOMY MILLE WAY ECONOMY UNO FURGÃO FIORINO

Com carga média


- dianteiro: 1,8 (26) 1,8 (26) 1,8 (26) 1,8 (26)
- traseiro: 1,8 (26) 1,8 (26) 1,8 (26) 1,8 (26)
Com carga completa
- dianteiro: 2,2 (31) 2,2 (31) 2,2 (31) 2,2 (31)
- traseiro: 2,2 (31) 2,2 (31) 2,2 (31) 3,0 (44)

Obs.: a primeira especificação é em kgf/cm2 e a segunda, entre parênteses, é em lbf/pol2.

E-20
ÍNDICE ALFABÉTICO Bateria ....A-43, C-13, D-6, D-13, E-9 Comandos para aquecimento e
Botões de comando...................A-26 ventilação ...............................A-21

Abastecimentos ....................... E-16 Comandos para ventilação ........A-20


Acessórios comprados pelo
Caixa de mudanças e Comandos .................................A-26
diferencial ................................. E-5 Como aquecer o motor depois da
usuário .................................... B-13
Capô do motor ..........................A-36 partida....................................... B-2
Acidente ....................................C-16
Características dos lubrificantes e Como desligar o motor ................ B-2
Advertências gerais para a utilização
outros líquidos ........................ E-19 Como manter os cintos de
dos cintos de segurança ............A-9
Características técnicas ...................E
Ajuste do cinto lateral traseiro segurança eficientes ................A-11
Carroceria
fixo............................................A-8 Compartimento de cargas..........A-31
- limpeza e conservação ........ D-19
Alavancas sob o volante ............A-24 Comutador de ignição .................A-3
Cartão Code ................................A-1
Alimentação/ignição.................... E-4 Condicionamento do ar.............A-22
Centrais eletrônicas .................. D-14
Alinhamento das rodas ................ E-7 Conhecimento do veículo .............. A
Chaves ........................................A-1
Alternador ................................... E-9 Conservação da carroceria ....... D-20
Cinto de segurança traseiro
Ampliação do porta-malas ........A-35 Consumo de óleo do motor....... E-18
central .......................................A-9
Apoia-cabeças .............................A-4 Cintos de segurança traseiros ......A-8 Contenção dos gastos de utilização e
Aquecimento .............................A-21 Cintos de segurança ....................A-7 da poluição ambiental ............ B-10
Ar-condicionado ... A-22, A-26, D-18 Cinzeiro ....................................A-28 Controles freqüentes e antes de
Code Card ...................................A-1 viagens longas ......................... B-13
Bagageiro de teto .....................A-37 Código de identificação da
Bancos ........................................A-4 carroceria .................................. E-1 Dados para identificação ........... E-1
Basculamento dos bancos Código dos motores e versões Desembaçador do vidro
F
dianteiros ..................................A-5 de carroceria ............................. E-2 traseiro ....................................A-26
F-1
Desembaçamento Econômetro..............................A-16 Fusíveis na central .....................C-11
rápido ........................... A-21, A-23 Embreagem ................................. E-5 Fusíveis .....................................C-11
Desempenho ............................. E-11
Emergência..................................... C
Ganchos para fixação de
Destinação de baterias ..............A-43 carga .......................................A-34
Equipamentos internos ..............A-27
Difusores orientáveis e Grades e anteparos....................A-33
Esguichos ................................. D-18
reguláveis ................................A-20
Espelho retrovisor interno ............A-6
Dimensões ................................ E-12
Espelhos retrovisores externos .....A-6
Hodômetro ..............................A-15
Direção ....................................... E-6
Estacionamento ........................... B-2
Dirigir à noite .............................. B-5 Iluminação do compartimento de
Etiqueta ano de fabricação .......... E-1
Dirigir com chuva ....................... B-6 carga .......................................A-33
Etiqueta de capacidade de carga . E-1
Dirigir com economia e respeitando Indicador de temperatura do líquido
Etiqueta de identificação da tinta da
o meio ambiente ....................... B-8 de arrefecimento do motor ......A-15
carroceria .................................. E-2
Dirigir com segurança ................. B-4 Indicador do nível de
Dirigir em estradas não Etiqueta de identificação do combustível.............................A-15
pavimentadas ............................ B-7 fabricante .................................. E-2 Instalação do gancho de reboque
Dirigir em montanha ................... B-7 Extintor de incêndio ..........C-17, D-7 para atrelados.......................... B-14
Dirigir em viagem ....................... B-5 Instrumentos de bordo...............A-15
Dirigir na neblina ........................ B-7 Faróis altos ............. A-24, A-37, C-7 Interior do veículo
Dispositivo de segurança para Faróis baixos ........... A-24, A-37, C-7 - limpeza ................................ D-22
crianças...................................A-30 Faróis ...................... A-24, A-37, C-7
Dispositivo para reboque .......... B-14 Fiat Code Geração II ...................A-1 Lâmpadas
Dispositivos para reduzir as Filtro de ar........................ D-7, D-12 - tipos ........................................C-5
emissões..................................A-42 Freio de mão ........................ B-3, E-5 Lampejos.................................A-25
Duplicação das chaves................A-3 Freios .......................................... E-5 Lanternas traseiras .......................C-8
F-2
Levantadores dos vidros das Luzes de emergência .................A-26 Partida do motor ......................... B-1
portas ......................................A-30 Luzes de posição ............... A-24, C-7 Pesos ......................................... E-15
Limpador/lavador do Plano de manutenção
para-brisa ......................A-25, D-17 Macaco ........................... C-2, C-14 programada .............................. D-2
Limpador/lavador do vidro Manutenção do veículo..................D Pneus e rodas ........... D-15, E-8, E-20
traseiro ..........................A-26, D-17 Manutenção programada ........... D-1 Porta traseira
Limpeza das partes de plástico Modo de dirigir ..................B-4, B-11 - Fiorino ..................................A-31
internas .................................. D-22 Motor de partida ....................... E-10 Porta-luvas ................................A-27
Limpeza dos bancos e das partes de Motor .......................................... E-3 Porta-malas ...............................A-34
tecido ..................................... D-22 Portas ........................................A-29
Líquido do sistema de arrefecimento OBD .......................................... B-9 Posição dos fusíveis...................C-11
do motor ................ D-9, E-16, E-19 Observações gerais sobre instalação Posto de abastecimento .............A-39
Líquido dos freios ... D-11, E-16, E-19 de sistemas de som .................A-38 Predisposição para instalação do
Líquido dos lavadores do para-brisa e Observações gerais sobre autorrádio ...............................A-38
do vidro traseiro ... D-11, E-16, E-19 reboque................................... B-15 Pressão dos pneus ........... D-15, E-20
Líquido para a direção Óleo do motor . D-5, D-9, E-16, E-19 Proteção contra agentes
hidráulica ............. D-10, E-16, E-19 atmosféricos ........................... D-19
Longa inatividade do veículo .... B-12 Painel de instrumentos ............A-12 Proteção do meio ambiente ......A-41
Luz de placa................................C-9 Palhetas .................................... D-17 Proteção dos dispositivos que
Luz do compartimento Para-sóis ....................................A-28 reduzem as emissões................. B-8
de carga ..................................C-10 Partida com bateria auxiliar ........C-1
Luz interna ...................... A-27, C-10 Partida com manobras por Quadro de instrumentos ..........A-13
Luzes-espia................................A-17 inércia .......................................C-2
F
Luzes de direção ............... A-25, C-7 Partida com motor quente ........... B-2 Reboque ........................ B-14, C-15
F-3
Recirculação .............................A-23 Símbolos de perigo......................... 5 Transmissores de rádio e telefones
Regulagem de altura dos cintos de Símbolos de proibição.................... 6 celulares.................................. B-14
segurança ..................................A-7 Símbolos para uma direção Travamento elétrico das portas ..A-30
Regulagem do facho luminoso dos correta.......................................... 3 Tubulações de borracha ........... D-17
faróis .......................................A-37 Sistema de aquecimento/
Regulagens personalizadas ..........A-4 ventilação ...............................A-19
Uso correto do veículo ................. B
Retrovisor interno ........................A-6 Sistema elétrico ........................... E-9
Uso de materiais não nocivos ao
Retrovisores externos ...................A-6 Sistema Fiat Code Geração II ......A-1
meio ambiente ........................A-42
Rodas e pneus .......... D-15, E-8, E-20 Sistema OBD ............................... B-9
Substituição de pneu furado ........C-2 Uso do câmbio............................ B-3
Se apagar uma luz externa.........C-5 Substituições fora do plano de
Se descarregar a bateria ............C-13 manutenção ............................. D-5 Velas ...................................... D-15
Se furar um pneu .........................C-2 Substituir fusíveis............. C-11, C-13 Velocidades para troca de
Se precisar levantar o veículo....C-14 Suspensões .................................. E-6 marchas .................................... B-4
Se precisar rebocar o veículo ....C-15 Velocímetro...............................A-15
Se queimar um fusível ...............C-11 Tampa do porta-malas .............A-34 Ventilação .................................A-21
Seção de identificação do Tampa do reservatório de
Verificação dos níveis ................ D-8
veículo (VIS) .............................. E-1 combustível.............................A-39
Vidros laterais corrediços ..........A-33
Serviços adicionais ao plano de Tapetes e partes de borracha .... D-22
manutenção ............................. D-5 Tipo e número de chassi ............. E-1
Setas .................................. A-25, C-7 Tipo e número do motor ............. E-1
Simbologia ..................................... 5 Tipos de lâmpadas ......................C-5
Símbolos de advertência ................ 6 Tomada de corrente ..................A-27
Símbolos de obrigação ................... 6 Transmissão................................. E-5
F-4
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de utilização e das advertências descritas nesta publicação, e que lhe seja entregue o presente manual de uso e manutenção.

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Central de Relacionamento Fiat


Fones : DDG (0800) 282 - 1001
DDG (0800) 707 - 1000

FIAT Automóveis S.A. / Assistência Técnica


Avenida Contorno, 3455 - Bairro Paulo Camilo - Betim - MG - CEP 32669-900
Internet: http://www.fiat.com.br

Este veículo está em conformidade com o PROCONVE - Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores.

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