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Universidade de Évora

Licenciatura em Psicologia

Disciplina: Psicopatologia

2011/2012

Universidade de Évora Licenciatura em Psicologia Disciplina: Psicopatologia 2011/2012
Universidade de Évora Licenciatura em Psicologia Disciplina: Psicopatologia 2011/2012
Índice
Índice
  • INTRODUÇÃO

  • ASPECTOS HISTÓRICOS

  • CONCEITOS

  • MODELOS EXPLICATIVOS DO USO DE SUBSTÂNCIAS

  • CAUSAS DO USO DE SUBSTÂNCIAS

  • CLASSIFICAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS

  • DISTÚRBIOS RELACIONADOS COM SUBSTÂNCIAS

  • CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA O USO DE SUBSTÂNCIAS

  • USO DE SUBSTÂNCIAS E PERSONALIDADE

  • CO-MORBILIDADE/COMORBIDADE

  • CONCLUSÃO REFLEXIVA

  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASPECTOS HISTÓRICOS

ASPECTOS HISTÓRICOS Drogas Civilizações Indígenas Benefícios Crenças Espirituais Crenças Físicas Malefícios Problema Internacional (XIX) Plantas psicotrópicas
Drogas
Drogas
Civilizações Indígenas Benefícios
Civilizações
Indígenas
Benefícios
Crenças Espirituais
Crenças
Espirituais
Crenças Físicas
Crenças
Físicas
Malefícios
Malefícios
Problema Internacional (XIX) Plantas psicotrópicas
Problema
Internacional
(XIX)
Plantas
psicotrópicas

Drogas

Sintéticas

(modificadas em

laboratório)

CONCEITOS • Drogas São substancias (naturais ou sintéticas),que actuam no sistema nervoso central produzindo alterações de
CONCEITOS
Drogas
São substancias (naturais ou sintéticas),que actuam no sistema nervoso central
produzindo alterações de comportamento, humor e cognição, com grande capacidade
reforçadora e por isso sendo, susceptíveis de auto-administração
Dependência
• Dependência física, um estado de adaptação do corpo, manifestado por perturbações
físicas quando o uso da drogas é interrompido;
Física
• A dependência psíquica instala-se quando a pessoa é dominada por um impulso forte,
quase incontrolável, de se administrar a droga à qual se habituou, experimentando um
Dependência
mal-estar intenso ("fissura"), na ausência da mesma)
Psíquica

CONCEITOS

Poli-usuário Tipos de Habitual Experimental Utilizadores Ocasional
Poli-usuário
Tipos de
Habitual
Experimental
Utilizadores
Ocasional

MODELOS EXPLICATIVOS DO USO

DE SUBSTÂNCIAS

Modelo ético-legal Quem apresentar estes modelos tem que escrever nestes quadrados a sua propria cabula=P pk
Modelo
ético-legal
Quem apresentar
estes modelos tem
que escrever
nestes quadrados
a sua propria
cabula=P pk torna-
se mais facil para
explicar
Modelo jurídico-moral
Modelo
jurídico-moral
Modelo médico, de doença ou de saúde pública
Modelo médico,
de doença ou
de saúde
pública

Modelo sociológico ou sociocultural

Modelo psicológico ou psicossocial

CAUSAS DO USO DE

SUBSTÂNCIAS

Não existe apenas uma única razão/explicação que possa influenciar o consumo
Não existe apenas uma única razão/explicação que possa influenciar o consumo
ou o não consumo;
ou o não consumo;
Existem sim, vários factores podem ser individuais, sociais, familiares, ambientais e inerentes a cada substância; E
Existem sim, vários factores podem ser individuais, sociais, familiares,
ambientais e inerentes a cada substância;
E existem diferentes formas de consumo com diferentes significados e as razões
que levam os indivíduos a experimentar uma droga são distintas das razões que os
levam a ficar dependentes;
levam a ficar dependentes;

CLASSIFICAÇÃO DAS

SUBSTÂNCIAS

Tipos de

Drogas

Formas de Absorção

Analgésicos; Estimulantes; Alucinogénios; Tranquilizantes e barbitúricos; Álcool e substâncias voláteis;

• Injecção; • Inalação; Via oral; • • • Injecção intravenosa; Aplicadas via rectal;
• Injecção;
• Inalação;
Via oral;
Injecção intravenosa;
Aplicadas via rectal;

1.1 Classificação quanto aos efeitos farmacológicos:

  • Nesta categoria as drogas são classificadas, tendo em consideração o tipo de acção ou efeito que causam no cérebro, pelo que se distinguem, três classes (Chaloult,

1971):

Drogas Depressoras do Sistema Nervoso Central ou Psicolépticas Drogas Estimulantes do Sistema Nervoso Central ou Psicoanalépticas
Drogas
Depressoras do
Sistema Nervoso
Central ou
Psicolépticas
Drogas
Estimulantes do
Sistema Nervoso
Central ou
Psicoanalépticas
Drogas
perturbadoras
do Sistema
Nervoso Central

1.2 Classificação quanto ao potencial de uso nocivo e utilidade clínica:

 A DEA (Federal Drug Enforcement Administration) nos E.U.A., elaborou ainda uma classificação adoptada pelos órgãos
A DEA (Federal Drug Enforcement Administration) nos E.U.A., elaborou ainda
uma classificação adoptada pelos órgãos de saúde pública e vigilância de todo o
mundo. Esta classificação baseia-se na utilidade clínica da substância e no seu
potencial de uso nocivo, podendo ser consultada online em
http://www.justice.gov/dea/pubs/1107_all_fact _sheets.pdf.

1.3 Classificação Legal

Lícitas Têm permissão legal para serem comercializadas e consumidas, como é o caso do álcool, do
Lícitas
Têm permissão legal
para serem
comercializadas e
consumidas, como é o
caso do álcool, do
tabaco e da cafeína.
Ilícitas Não podem ser consumidas ou comercializadas, como é o caso da heroína e da cocaína
Ilícitas
Não podem ser
consumidas ou
comercializadas, como
é o caso da heroína e da
cocaína

1.4 Classificação quanto à origem ou forma de

produção:

Naturais

Semi-Sintéticas

São extraídas de uma fonte

exclusivamente natural (através de

determinadas plantas e de alguns minerais)

Exemplo: Cocaína, a morfina, a cafeína (do

café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoila) ,etc.

São obtidas em laboratório através de

técnicas especiais e, a partir de uma matriz natural.

Exemplo: A heroína, obtida em laboratório pela molécula da morfina.
Exemplo: A heroína,
obtida em laboratório pela
molécula da morfina.

Sintéticas

São obtidas em laboratório sem

utilizar uma matriz natural

Exemplo: Como os

barbitúricos e as anfetaminas

DISTÚRBIOS RELACIONADOS COM

SUBSTÂNCIAS

  • Distúrbios por uso de substâncias: abuso de substâncias e

dependência de substâncias

  • Distúrbios induzidos por substâncias: intoxicação por substâncias; privação de substâncias; delírio (delirium) induzido por substância; demência persistente induzida por substância; distúrbio amnésico persistente induzido por substância; distúrbio psicótico induzido por

substância; distúrbio afectivo induzido por substância; distúrbio de ansiedade induzido por substância; disfunção sexual induzida por substância, e distúrbio do sono induzido por substância.

CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA O

USO DE SUBSTÂNCIAS

Abuso de Substâncias

  • A) Um padrão mal-adaptativo de uso de substâncias levando a prejuízo ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por um (ou mais) dos seguintes aspectos, ocorrendo num período dentro de doze meses:

  • a) Uso recorrente da substância em um fracasso em cumprir obrigações importantes relativas ao seu papel no trabalho, na escola ou em casa.

  • b) Uso recorrente da substância nas quais isto representa perigo físico.

  • c) Problemas legais recorrente relacionados à substância.

  • d) Uso continuado da substância, apesar de problemas sociais ou interpessoais

persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelo efeito da substância.

  • B) Os sintomas não preenchem os critérios para Dependência de Substância para esta

classe de substância.

Dependência de Substâncias

 
 

Um padrão mal-adaptativo de uso de substância, levando a prejuízo ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por três

(ou mais) dos seguintes critérios, ocorrendo a qualquer momento no mesmo período de 12 meses:

1)

Tolerância, definida por qualquer dos seguintes aspectos:

a)

Uma necessidade de quantidades progressivamente maiores da substância para adquirir a intoxicação ou efeito desejado,

b)

Acentuada redução do efeito com o uso continuado da mesma quantidade de substância.

2)

Abstinência, manifestada por qualquer dos seguintes aspectos:

a)

(a)Síndrome de abstinência característica para a substância,

b)

(b) A mesma substância (ou uma substância estreitamente relacionada) é consumida para aliviar ou evitar sintomas de abstinência.

  • 3. A substância é frequentemente consumida em maiores quantidades ou por um período mais longo do que é pretendido.

  • 4. Existe um desejo persistente ou esforços mal-sucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso da substância.

  • 5. Muito tempo é gasto em actividades necessárias para a obtenção da substância, na utilização da substância ou na recuperação de seus efeitos.

  • 6. Importantes actividades sociais, ocupacionais ou recreativas são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso de substâncias.

  • 7. O uso da substância continua, apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende

 

a ser causado ou exacerbado pela substância.

Quadro I: Critérios da DSM-IV para o abuso e dependência de substâncias

1.

Abuso de Substâncias

  • e) Uso recorrente da substância resultando em fracasso no cumprimento de obrigações

importantes relativas ao papel do indivíduo no trabalho, na escola ou em casa (por

exemplo: faltas reiteradas ao trabalho ou execução deficiente das tarefas, relacionadas ao uso de substâncias; ausências, suspensões ou expulsões da escola relacionadas com substâncias ou seu uso; negligência dos filhos e das actividades domésticas)

  • f) Uso recorrente da substância em situações perigosas (por exemplo: conduzir o

automóvel ou trabalhar com máquinas sob o efeito de substâncias).

  • g) Problemas legais recorrentes relacionados com o uso de substâncias (por exemplo:

prisões por conduta imprópria).

  • h) Uso continuado da substância, apesar de problemas sociais ou interpessoais, persistentes ou recorrentes, causados ou exacerbados pelos efeitos das substâncias (por exemplo: discussões com o cônjuge sobre as consequências da intoxicação, tendência

para o indivíduo se envolver em brigas, …).

2. Dependência

  • A dependência de substâncias, é definida pela OMS (2004), como sendo um estado psíquico e por vezes físico, caracterizado por comportamentos e respostas que incluem sempre a compulsão e necessidade de tomar uma substância química, de forma contínua ou periódica, de modo a experimentar efeitos físicos ou para evitar o desconforto da sua ausência, podendo a tolerância estar ou não presente.

A)Tolerância
A)Tolerância
B) Abstinência
B) Abstinência
 

Caracterização

Critérios de

Abuso

Dependência

diagnóstico

Cannabis

       

Anfetaminas

       

USO DE SUBSTÂNCIAS E PERSONALIDADE

 

Diferenças entre Alteração e Distúrbio da Personalidade

 

Alteração da Personalidade

 

Distúrbio da Personalidade

 
  • - É

uma

mudança

no

padrão

 

prévio e característica do indivíduo;

  • - Tem início em qualquer época;

  • - Detecta-se a causa;

  • - Na

maioria

reversível;

sãs

pessoas

  • - Tipo Paranóide

  • - Tipo Agressivo

  • - Tipo Instável

  • - Tipo Desinibido

  • - Tipo Apático

  • - Tipo Sociopata

é

  • - Padrão

permanente

e

ligado

profundamente à pessoa;

  • - Início na infância/Adolescência

  • - Sem causa aparente;

  • - É irreversível;

  • - Tipo Paranóide;

  • - Tipo Esquizóide;

  • - Tipo Explosivo;

  • - Tipo Histriónico;

  • - Tipo Ansioso;

  • - Tipo Anti-Social (Sociopata)

CO-MORBILIDADE/COMORBIDADE

  • Associação fortuita e aleatória, onde a pessoa sofreria simultaneamente dois distúrbios;

  • Associação por superposição, onde uma mesma vulnerabilidade constitucional resultaria em mais do que um distúrbio;

  • Associação redutiva, onde distúrbios diferentes e com distintas fisiopatologias poderiam ter sintomas partilhados. É o que acontece, por exemplo, com o distúrbio esquizotímico de personalidade e o distúrbio borderline de personalidade.

  • Associação espectral, quando distúrbios com a mesma origem diferem apenas numa expressão sintomática como, por exemplo, o Distúrbio de Personalidade Esquizotímica e Esquizofrenia.

  • Associação por predisposição, quando a presença de um distúrbio predispõe a pessoa a sofrer de outro distúrbio diferente como, por exemplo, Personalidade Dependente e os Episódios de Dependente e os Episódios de Depressão Maior.

CONCLUSÃO REFLEXIVA

  • ? Ainda estou a ver o que escrever!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS