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NEGÓCIOS JURÍDICOS

PROF. DENIS DE SOUZA LUIZ


www.denis-souza.blogspot.com.br
NEGÓCIO JURÍDICO
CONCEITO

Negócio Jurídico é uma espécie do gênero ato


jurídico em sentido amplo.
Pode ser entendido como toda ação humana, de
autonomia privada, com o qual o particular regula
por si os próprios interesses.
Nele há uma composição de interesses.
Os atos praticados pelos agentes foram previstos em
lei e desejados por eles.
CLASSIFICAÇÃO DO NEGÓCIO JURÍDICO
QUANTO À MANIFESTAÇÃO DA
VONTADE
 unilaterais – a declaração de vontade, feita por
uma ou mais pessoas, na mesma direção.
Ex.: testamento, instituição de fundação,
procuração, renúncia de direitos, promessa de
recompensa)

 bilaterais – duas manifestações de vontade, em


sentido oposto, porém há coincidência em relação
ao objeto.
Ex . Contratos.
QUANTO ÀS VANTAGENS
 gratuitos – só uma das partes aufere vantagem;
Ex.: doação pura; comodato.
 onerosos – ambos os celebrantes possuem ônus
e vantagens recíprocas.

ATENÇÃO: Todo negócio oneroso é bilateral,


porque a prestação de uma das partes envolve uma
contraprestação da outra. Mas nem todo ato
bilateral é oneroso.
Ex. doação é contrato e, portanto, negócio jurídico
bilateral.
QUANTO AO TEMPO EM QUE DEVAM
PRODUZIR EFEITOS

 inter vivos – destinados a produzir efeitos


durante a vida dos interessados.
 causa mortis – emitidos para gerar efeitos
após a morte do declarante.
– aquele cuja subordina a um outro.
existêia
QUANTO À SUBORDINAÇÃO

 Principais – são os negócios jurídicos que


têm existência própria e não dependem de
nenhum outro.
 Acessórios – aquele cuja existência
subordina a um outro.
QUANTO ÀS FORMALIDADES
 solenes – são celebrados de acordo com a
forma prevista na lei.
 não solenes – não dependem de forma
rígida para sua celebração.
QUANTO À PESSOA
 impessoais – não importa quem sejam as
partes.
 intuitu personae – aquele realizado de
acordo com as qualidades especiais de quem
o celebra.
INTERPRETAÇÃO DOS NEGÓCIOS
JURÍDICOS
Interpretar o negócio jurídico é, precisar o sentido e
alcance do conteúdo da declaração de vontade.
Busca-se apurar a vontade concreta das partes, não
a vontade interna, psicológica, mas a vontade
objetiva, o conteúdo, as normas que nascem da sua
declaração.
AS TEORIA DA VONTADE E DA DECLARAÇÃO

Art. 112 do CC: “Nas declarações de vontade se atenderá mais à


intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da
linguagem”.
REGRAS DE INTERPRETAÇÃO

O artigo112 do CC. estabelece, pois, uma regra de


interpretação destacando o elemento intenção sobre a
literalidade da linguagem. Cabe ao intérprete investigar
qual foi a real intenção dos contratantes na elaboração da
cláusula contratual duvidosa ou obscura.

Art. 113. Os negócios jurídicos devem ser interpretados


conforme a boa-fé e os usos do lugar de sua celebração.

Art. 114. Os negócios jurídicos benéficos e a renúncia


interpretam-se estritamente.

Outros dispositivos: arts. 423, 819 e 1899 do CC. e art. 47 do


CDC.