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As informações que chegam até nós são filtradas e organizadas por nossos

órgãos dos sentidos e pelo cérebro. Mas em certas situações elas podem nos
enganar, como acontece nas ilusões de óptica.

Darq/Shutterstock/Glow Images
Você sabe qual é a função da íris, da
lente e da retina? Sabe que fenômenos
ocorrem quando o som atinge a orelha?
E que sentidos dependem principalmente
do nariz, da língua e da pele?

As três silhuetas humanas são do mesmo tamanho, embora não pareçam.


A visão

Ingeborg Asbach / Arquivo Da Editora


Os olhos são protegidos pelas esclera
músculos

pálpebras e pelos cílios. Além corioide


(ou coroide)
disso, cada vez que piscamos, conjuntiva

certa quantidade de lágrima


retina íris
espalha-se sobre a superfície do
olho para protegê-lo.
fóvea
central
A luz que chega até os olhos
nervo pupila
atravessa a córnea, o humor óptico
córnea
aquoso, passa pela pupila, pela
lente e pelo corpo vítreo até
chegar à retina. humor
aquoso
A função da retina, portanto, é vasos
sanguíneos
transformar a luz em corpo
lente (ou
cristalino)
mensagens nervosas que vítreo

serão levadas pelo nervo óptico


até o cérebro. Esquema simplificado do globo ocular (cerca de 3 cm
de diâmetro). (Esquema sem escala. Cores fantasia.)
No meio da íris há uma abertura, a pupila, por onde a luz entra depois de
passar pela córnea.
A íris possui músculos que podem se contrair ou relaxar, diminuindo ou
aumentando o tamanho da pupila de acordo com a iluminação do ambiente.
Dessa forma, a íris regula automaticamente a intensidade de luz que entra
nos olhos.

ambiente pouco iluminado ambiente iluminado

Adam Hart-davis/Science Photo Library/Latinstock


esclera íris pupila esclera íris pupila

A íris controla a intensidade de luz que entra nos olhos.


Na retina encontram-se cerca de 160 milhões de células sensíveis à luz, os bastonetes e cones.
Os bastonetes são bem sensíveis à luz e captam imagens em lugares pouco iluminados, porém
não distinguem cores.
Os cones fornecem imagens coloridas e mais nítidas. As cores que percebemos dependem da
combinação dos sinais nervosos enviados pelos três tipos de cones, que reagem a cores distintas.
córnea retina

Hans-ulrich Osterwalder/Science Photo Library/Latinstock


lente

neurônios
pupila
dentritos íris
Nervo óptico
levando impulsos
para o cérebro

corpo
celular
luz

axônio bastonete

Ingeborg Asbach/ Arquivo Da Editora


Esquema simplificado da
retina mostrando os cones e
os bastonetes. (Figura sem
escala. Cores fantasia.)
cone células com
sentido do pigmento
impulso nervoso corioide
Problemas da visão

A lente do olho é um pouco elástica, e os músculos presos a ela podem mudar


sua curvatura, desviando os raios luminosos de modos diferentes para que a
imagem caia sobre a retina. Essa capacidade, chamada de acomodação, põe
em foco objetos situados a distâncias diversas.

objeto
distante
lente
Kln Artes Gráficas/Arquivo Da Editora

imagem na lente imagem objeto


retina próximo

A mudança da curvatura da lente permite que imagens situadas a distâncias


diversas se formem sobre a retina. (Figura sem escala. Cores fantasia.)
Com o passar dos anos, porém, a lente vai perdendo a elasticidade. Isso
resulta na dificuldade de enxergar de perto, ou seja, de pôr em foco os
objetos próximos: trata-se da vista cansada ou presbiopia, que costuma
ocorrer depois dos 40 anos.
O problema é corrigido com o uso de óculos com lentes que desviam os raios
luminosos e fazem a imagem formar-se na retina.

objeto próximo
Kln Artes Gráficas/Arquivo Da Editora

lente
imagem

Correção da presbiopia. (Figura sem escala. Cores fantasia.)


Algumas pessoas possuem um globo ocular mais alongado ou uma lente mais espessa.
Nesse caso, o ponto em que a imagem é focalizada fica um pouco à frente da retina.

lente

Kln Artes Gráficas/Arquivo Da Editora


divergente
objeto

imagem objeto
desfocada imagem

Miopia e sua correção. (Figura sem escala. Cores fantasia.)


Cordelia Molloy/Science Photo Library/Latinstock

Objetos mais distantes passam


a ser vistos fora de foco, o que
resulta na dificuldade de
enxergar de longe: é a miopia.
A correção da miopia é feita
com lentes divergentes.

Visão de um míope (à esquerda) e representação da imagem


corrigida pelo uso de óculos ou lentes de contato (à direita).
No caso de pessoas com hipermetropia, a imagem se forma em um ponto
depois da retina e objetos mais próximos são vistos fora de foco.
imagem lente

Kln Artes Gráficas/Arquivo Da Editora


convergente

imagem
desfocada objeto
objeto

Hipermetropia e sua correção. (Figura sem escala. Cores fantasia.)

Em algumas pessoas a lente ou a córnea tem um formato irregular e, com isso,


a imagem fica fora de foco em algumas direções. É o astigmatismo.
imagem
imagem
Kln Artes Gráficas/Arquivo Da Editora

lente

objeto objeto

Astigmatismo e sua correção. (Figura sem escala. Cores fantasia.)


Já no glaucoma há um excesso de humor aquoso, o que aumenta a pressão
dentro do olho. Esse aumento de pressão pode destruir aos poucos o nervo
óptico e provocar a cegueira.
A catarata é um problema em que a lente perde parte da transparência e
prejudica a visão. É mais comum após os 50 anos.
Sue Ford/Science Photo Library/Latinsotck

B. Boissonnet/Bsip/Alamy/Latinstock
Indivíduo com catarata em estado avançado nos dois olhos. A pessoa com essa
condição enxerga como se estivesse no meio da neblina (como no detalhe).
Em razão de um problema genético, algumas pessoas nascem com um ou
mais tipos de cone em número reduzido ou ausentes. Consequentemente,
essas pessoas têm dificuldade de distinguir certas cores: é o daltonismo.
Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, a membrana que reveste parte da
esclerótica e o interior das pálpebras. Há várias causas: vírus, bactérias, entre
outras.
Na degeneração macular, mais comum em pessoas idosas, a mácula
(região central da retina onde a imagem se forma com mais nitidez) é afetada.

Annabella Bluesky/Science Photo Library/Latinstock

Suzanne Tucker/Shutterstock/Glow Images


Pessoas com certos tipos de
Garoto com conjuntivite nos dois olhos.
daltonismo podem ter dificuldade em
enxergar o número 15 neste quadro.
Audição e equilíbrio
A orelha é o órgão que nos permite ouvir sons. Além disso, é o órgão do
equilíbrio, que fornece informações ao cérebro sobre o movimento e a posição
do nosso corpo.
A orelha é dividida em três regiões: orelha externa, orelha média e orelha
interna.
pavilhão
auricular bigorna canais
estribo semicirculares
martelo
nervos

cóclea
Visuals Unlimited/Corbis/Latinstock

tuba auditiva

membrana janela do
meato
vestíbulo A estrutura da orelha.
acústico timpânica
(tímpano) (janela oval) (Figura sem escala. Cores fantasia.)
externo
Os sons se originam de vibrações que são transmitidas ao longo das estruturas
da orelha:

vibração da ossículos da janela órgão espiral


cóclea
membrana timpânica orelha média oval (células sensitivas)

divisões vestibular nervo que envia


orelha média e coclear do nervo células ciliadas mensagens para
vestibulococlear sensitivas o cérebro
Visuals Unlimited/Corbis/Latinstock

Hiroe Sasaki/Arquivo Da Editora


orelha interna
orelha externa nervo
vestibulococlear

Partes da orelha e detalhe do órgão espiral.


(As células são microscópicas. Figura sem escala. Cores fantasia.)

As células ciliadas sensitivas transformam as vibrações em mensagens


nervosas, que são levadas ao cérebro pelo nervo vestibulococlear. É no
cérebro que se forma a sensação do som.
Para entender melhor o processo auditivo veja o vídeo no próximo slide
Créditos: Science Library
O equilíbrio do corpo

canais semicirculares
Além da cóclea, a orelha interna possui

Visuals Unlimited/Corbis/Latinstock
canais, os canais semicirculares, e uma cóclea
cavidade, o vestíbulo, sendo, por isso,
também chamada de labirinto. Os
canais e a cavidade estão cheios de
líquido.
Quando uma pessoa roda o corpo e para
de repente, o líquido nos canais e nas
cavidades continua a se deslocar por janela do
vestíbulo
alguns instantes. Consequentemente,
são enviadas ao cérebro informações de
que o corpo está se movimentando. A orelha interna é também chamada de labirinto.
(Figura sem escala. Cores fantasia.)

Existem várias doenças que afetam o labirinto, chamadas de labirintopatias (labirintite,


termo usado popularmente para denominá-las, é apenas um tipo de labirintopatia).
Poluição sonora e problemas de audição
Os efeitos da poluição sonora dependem da intensidade do som, do tempo de
exposição e da sensibilidade da pessoa, e podem variar de zumbidos e perda
passageira da audição até a redução ou perda irreversível da audição.
O hábito de ouvir música alta com fones de ouvido pode causar sérios
problemas de audição. Os equipamentos com fones de ouvido costumam
trazer um aviso sobre o volume.
Connel/Shutterstock/Glow Images

Reprodução/Arquivo Da Editora

A intensidade do som pode ser


medida por meio da unidade decibel
(dB). Em tom normal, a voz humana
produz um som da ordem de 60
decibéis. Uma buzina muito alta ou
uma britadeira podem produzir um
barulho de 100 decibéis.

Ouvir música com fones de ouvido é muito comum e pode nos ajudar em várias
tarefas, mas é fundamental que se respeitem os limites aconselhados.
Olfato
As substâncias soltam partículas no ar, que chegam às cavidades nasais e
estimulam células sensitivas chamadas de receptores olfatórios.
Pelo nervo olfatório, essas células mandam mensagens ao cérebro, que nos
permite identificar o cheiro das substâncias.
Nós temos cerca de 16 milhões de receptores olfatórios, que possibilitam
uma percepção de cerca de 10 mil odores diferentes.
John Bavosi / Science Photo Library / Latinstock

nervo olfatório

bulbo
olfatório

Luís Moura / Arquivo Da Editora


cavidade
nasal

receptores
olfatórios

Os receptores olfatórios localizam-se no teto de cada cavidade nasal.


(As células são microscópicas. Figura sem escala. Cores fantasia.)
Gustação
O sentido da gustação nos dá informações sobre certas substâncias
dissolvidas nos alimentos. Por meio da gustação, é possível perceber
centenas de gostos diferentes e reconhecer diversos tipos de alimento.
As papilas gustatórias encontradas na parte de cima da língua contêm
botões gustatórios, que são estimulados por partículas de alimento dissolvidas
na saliva, e enviam mensagens ao sistema nervoso.

papilas
Hiroe Sasaki / Arquivo Da Editora

gustatórias

célula sensível
a substâncias
dissolvidas no
alimento

língua botões
gustatórios
nervo

Língua, papilas e botões gustatórios. (Figura sem escala. Cores fantasia.)


Sensibilidade da pele
Em nossa pele existem vários tipos de receptores que acusam dor, sensações
táteis e sensações térmicas. O tato é a percepção de que algo tocou nossa
pele e de que esse toque ocorreu em determinado ponto dela.
Algumas áreas da pele possuem mais receptores que outras, por isso são mais
sensíveis: é o caso da extremidade dos dedos, que tem maior concentração de
receptores que o dorso da mão, por exemplo.
Rodval Matias/Arquivo Da Editora
receptor tátil terminações
sensível a pressões nervosas
fortes e contínuas livres (dor) pelo

epiderme
receptor sensível
a toques leves

derme
receptor sensível
a pressões fortes

tela
subcutânea

terminações células
nervosas no pelo adiposas
Os diversos receptores da pele. (Figura sem escala. Cores fantasia.)