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DIANTE DA

PARTIDA
- Segundo a ONU, no
mundo 102 pessoas
desencarnam por
minuto
- As doenças
cardiovasculares
respondem pela maior
parte dos desencarnes
no mundo
5 ESTÁGIOS DO MORRER
A INCÓGNITA DO ALÉM
Escrutínio de Luz – Emmanuel Cap. 56
O homem defrontará sempre a incógnita do Além-túmulo,
tomado de indizíveis angústias, quando se distancia do
alimento espiritual, matéria prima da vida externa. O
homem moderno cresceu em suas realizações puramente
intelectualísticas avançando no domínio das organizações
materiais entretanto, por traz de muralhas de livros, ao
longo de códigos pacientemente elaborados, à sombra de
laboratórios, a inteligência da criatura se esconde para
preferir a morte. A ciência que devassou desde o subsolo à
estratosfera, manifesta a sua impossibilidade de dominar o
vulcão mortífero.
CIDADE NO ALÉM
F.C. Xavier / Heigorina Cunha
Pelos Espíritos de André Luiz e Lucius
Em toda parte, depois do berço, o homem, no centro da
Natureza, é defrontado pelos princípios de sequência.
Depois da morte também. Quantos abordam o mundo
material, através do renascimento, evidenciam-se na
condição em que se achavam, no Plano Espiritual, e,
consequentemente, quantos regressam ao Plano Espiritual,
procedentes do mundo, lá se revelam tal qual se encontram,
seja em matéria de evolução ou seja ante a contabilidade da
lei de causa e efeito. A morte não opera milagres. O ser
humano, além dela, prossegue no trabalho do auto-
burilamento ou estacionário, enquanto não aceite a
obrigação de renovar-se e evoluir.
OBREIROS DA VIDA
ETERNA
F.C. Xavier pelo Espírito de André Luiz
Cap. 13 – Companheiro Libertado
CONDUTA ESPÍRITA
Waldo Vieira pelo Espírito de André Luiz
Cap. 36 – Perante a Desencarnação
Resignar-se ante a desencarnação inesperada do parente ou
do amigo, vendo nisso a manifestação da Sábia Vontade que
nos comanda os destinos.
Maior resignação, maior prova de confiança e
entendimento.
Emitir para os companheiros desencarnados, sem exceção,
pensamentos de respeito, paz e carinho, seja qual for a sua
condição. A caridade é dever para todo clima.
Proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e
galhofa em torno da pessoa desencarnada, tanto quanto
cochichos impróprios ao pé do corpo inerte.
O companheiro recém-desencarnado pede, sem palavras, a
caridade da prece ou do silêncio que o ajudem a refazer-se.
Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou
discorrer sem afetação, quando chamado a isso, sobre a
imortalidade da alma e sobre o valor da existência humana.

A morte exprime realidade quase totalmente


incompreendida na Terra.