Sei sulla pagina 1di 35

MOTIVANDO PESSOAS E ELEVANDO

A AUTO-ESTIMA
OBJETIVO GERAL:
• Promover uma reflexão sobre a importância da
motivação e os impactos de uma auto-estima
elevada na nossa carreira pessoal e
profissional.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Reconhecer a motivação como uma importante
força propulsora da conduta humana.
• Identificar os fatores que provocam uma baixa
auto-estima.
• Promover o desenvolvimento de uma auto-
estima saudável, em direção à nossa satisfação
pessoal e profissional.
REFLEXÃO
“ O que as pessoas colhem como resultado de
seus esforços é consequência das metas
traçadas, de sua dedicação e principalmente de
sua capacidade para atingi-las”.
Shinyashiki.
VOCÊ SE CONSIDERA UMA
PESSOA MOTIVADA?
REFLEXÃO
MOTIVAÇÃO
• É o conjunto de fatores, os quais agem
entre si, e determinam a conduta de um
indivíduo. É acreditando neste conjunto de
fatores que existe dentro de cada um de
nós e que faz com que determinemos
nosso jeito de ser e estar na vida que
conseguimos alcançar o que desejamos.
Dicionário Aurélio.
REFLEXÃO
MOTIVAÇÃO
• “A motivação é a força propulsora da
conduta. É a condição interna que ativa o
indivíduo e o predispõe a emitir certas
respostas”.
SABINI, 1988.

“...causar ou produzir a aprendizagem,


estimular o aluno, despertar o interesse ou
entusiasmo pela aprendizagem”.
BARROS, 1995.
Portanto...
• Motivar é:
• Predispor o indivíduo para
certo comportamento desejável
naquele momento. O aluno está
motivado para aprender quando
está interessado em aprender
um certo assunto, em resolver
um dado problema.
• É fator fundamental da
aprendizagem. Sem motivação
não há aprendizagem.
Piletti.
Relação entre motivar e
incentivar
• Uma força interna, faz parte
de nossa personalidade ao
passo que o incentivo é um
fator externo capaz de
despertar um motivo.
CLASSIFICAÇÃO DOS
MOTIVOS
WILLIAM THOMAS (1788 – 1844) Classificação dos motivos
• Desejo segurança;
• Desejo de resposta;
• Desejo de aprovação social;
• Desejo de novas experiências.
FUNÇÕES DOS MOTIVOS
Segundo, Mouly as funções mais
importantes dos motivos são:
1.Os motivos ativam o organismo;
2.Os motivos dirigem o comportamento para
um objetivo;
3.Os motivos selecionam e acentuam a
resposta correta.
TEORIAS DA MOTIVAÇÃO
• SKINER (1904 – 1990) • 1.TEORIA DO
CONDICIONAMENTO
• A aprendizagem acontece por
associação de determinada
resposta a um reforço.
TEORIAS DA MOTIVAÇÃO
GEROME BRUNER(1915 –
1950...) 2. TEORIA COGNITIVA
• “O exercício do aprender
produz, por si mesmo e
simultaneamente, motivação e
recompensa”.
TEORIAS DA MOTIVAÇÃO
MASLOW(1908 – 1970) 3.TEORIA HUMANISTA
• Aceita a idéia de que o
comportamento humano
pode ser motivado pela
satisfação das necessidades
biológicas, mas rejeita a
teoria de que toda
motivação humana pode
ser explicada em termos de
privação, necessidade e
reforço.
TEORIA HUMANISTA
TEORIAS DA MOTIVAÇÃO
SIGMUND FREUD(1856 -1939) 4.TEORIA PSICANALÍTICA
• A maior parte dos motivos
seria inconsciente.
Partes do aparelho psíquico:
• Id: permissivo e consciente;
• Ego: corresponde à razão;
• Superego: à moral.
MOTIVAÇÃO PARA O
TRABALHO
• Sentir-se motivado
faz toda a diferença.
AUTO-ESTIMA
• “É a valorização de si
mesmo, amor próprio”.

Dicionário Aurélio.
NATHANIEL BRANDEN
“Ela tem dois componentes: o sentimento de
competência pessoal e o sentimento de valor
pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a
soma da autoconfiança com o auto-respeito. Ela
reflete o julgamento implícito da nossa
capacidade de lidar com os desafios da
vida(entender e dominar problemas) e o direito
de ser feliz(respeitar e defender os próprios
interesses e necessidades)”.
AUTO-ESTIMA
• “É a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si
mesma. É ser capaz de respeitar, confiar e gostar de si”.
Rosimeire Zago.

“A auto-estima é o sentimento que faz com que a pessoa


goste de si mesma. Aprecie o que faz e aprove suas
atitudes. Trata-se de um dos mais importantes
ingredientes do nosso comportamento”.
Içami Tiba.
E ainda...
“ É a capacidade de sentirmos a vida, estando de
bem com ela. É a confiança em nosso modo de
pensar e enfrentar os problemas e o direito de
ser feliz.Precisamos ter a sensação de que
somos merecedores de nossas necessidades,
desejos e desfrutar os resultados de nossos
esforços”.
Sandra M. Mainardi.
AUTO-ESTIMA É...
ELEVE A SUA AUTO-ESTIMA
• Desenvolver a auto-estima é
desenvolver a convicção de
que somos capazes de viver e
somos merecedores de
felicidade e capazes de
enfrentar a vida com mais
confiança, boa vontade e
otimismo para que possamos
alcançar nossos objetivos.
O que diminui a auto-estima?
• Humilhação;
• Sensação de perdas;
• Raiva;
• Inveja;
• Vergonha;
• Falta de afetividade;
• Motivação;
• Sentimentos de culpa;
• Abandono;
• Rejeição;
• Críticas negativas.
Consequências...
REFLEXÃO
O que é necessário para elevar
a auto-estima?
• Ter autoconhecimento;
• Gostar de sua imagem;
• Apreciar suas qualidades pessoais;
• Amor à vida;
• Gestos de carinho;
• Ter diálogo;
• E é claro acreditar em si mesmo para ser
feliz.
Tudo isso resulta em...
• Um bom desempenho pessoal e
profissional;
• Promove a paz interior;
• Flexibilidade;
• Satisfação pessoal;
• Qualidade de vida;
• Relações mais saudáveis.
GOSTAR DE SI MESMA
EXERCITANDO A AUTO-ESTIMA

• 1.Viva de forma consciente;


• 2.Pratique a auto-aceitação;
• 3.Tenha senso de responsabilidade;
• 4.Pratique a auto-afirmação;
• 5.Viva objetivamente;
• 6.Seja íntegro;
• 7.Ético;
• 8. Seja harmônico;
• 9.Utilize seu talento ;
• 10.Seja criativo;
• 11.Medite sempre.
AUTO-ESTIMA ELEVADA, CLIMA
ORGANIZACIONAL SAUDÁVEL
• “Quando você quer
alguma coisa, todo o
universo conspira para
que você realize seu
desejo”.
Paulo Coelho
Então...
ISSO É QUE É TER
AUTO-ESTIMA
MENSAGEM FINAL
REFERÊNCIAS
• BARROS, Célia S.Guimarães. Pontos de Psicologia
Geral. São Paulo: Atica, 1987.
• BRANDEN, Nathanael. Como aumentar sua auto-
estima. São Paulo: sextante, 2009.
• CHIAVENATO, Idalberto. Administração de RH. São
Paulo: Atlas, 1981.
• PILETTI, Nelson. Psicologia Educacional. São Paulo:
Atica, 1991.
• SABINI, Maria Aparecida Coria. Fundamentos de
Psicologia Educacional. São Paulo: Atica, 1988.
• SHINYASHIKI, Roberto. Sem Medo de Vencer. São
Paulo: Gente, 1993.