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Curso de acólitos e

coroinhas – Paróquia Mãe


Rainha

Rito romano: Da Liturgia Eucarística à benção final


O Rito Romano
Da Liturgia Eucarística à benção final.
Ofertório

 No início da liturgia eucarística são levadas ao altar as


oferendas que se converterão no Corpo e Sangue de Cristo.
Isto poderá ocorrer de duas formas:
 Forma simples: as ofertas são levadas da credência até o altar.
Primeiro leva-se o cálice, apenas com o sanguíneo, com a
paterna, onde está a hóstia magna (grande), coberto com o
corporal. Em seguida, os cibórios com as demais hóstias, as
galhetas do vinho e da água.
 Forma solene: Primeiro prepara-se o altar, "colocando-se nele
o corporal, o sanguíneo, o missal e o cálice, e a seguir trazem-
se as oferendas" (IGRM, n. 73) em procissão do fundo da igreja.
Os responsáveis por trazer os dons na procissão são os fiéis, que
levam primeiro os cibórios com as hóstias e em seguida as
galhetas. O sacerdote ou o diácono as recebe e as passa
para o ministro encarregado de levar os dons até o altar
(coroinha). Também é permitido levar nesta procissão uvas e
pães, como sinal simbólico, mas estes devem ser colocados
em outro lugar da igreja, fora o altar.
Ofertório

O padre coloca a gota d’água no cálice rezando a oração “Pelo mistério desta água”.
Depois rezará a oração “Bendito sejais” por cada espécie e, em seguida, inclinando-se um pouco a oração “De
coração contrito e humilde”.
Ele volta-se para o lado e procederá da seguinte forma:

 Sem turíbulo: Os coroinhas levarão o lavado e o manustérgio


para o sacerdote, que lavará, de forma simbólica, as mãos
rezando em voz baixa a oração "Lavai-me, Senhor". Caso o
sacerdote sinta sede pode-se oferecer-lhe água.
 Com turíbulo: Os coroinhas apresentam o turíbulo e a naveta
ao sacerdote que impõe o incenso. Em seguida o sacerdote,
precedido pelo primeiro diácono e seguido do cerimoniário,
segurando sua casula, e do segundo diácono, incensará a
cruz, o altar e as oblatas tão somente. Feito isto, o diácono
tomará o turíbulo e incensará o sacerdote celebrante (e se
houver concelebrantes, todos os concelebrantes juntos), depois
os fiéis presentes, entregando o turíbulo, ao final, para o
turiferário, que se retirará. Enquanto o diácono incensa os fiéis,
o sacerdote lavará as mãos e tudo o mais descrito acima.
Oração sobre as oblatas

As oblatas são os dons que são oferecidos, ou seja, o pão e o vinho. Este nome
vem de oblação que quer dizer oferecimento.
Na Missa se diz uma só oração sobre as oferendas, que termina com a conclusão
mais breve, isto é: “Por Cristo, nosso Senhor”; se, no fim, se fizer menção do Filho, a
conclusão será: “Que vive e reina para sempre”. O povo, unindo-se à oração, a faz
sua pela aclamação “Amém”.
Instruções
 A partir deste momento se dará início uma série de orações, por isso, o coroinha deve estar
atento às orações, realizando os gestos prescritos, mas sem descuidar de seus ofícios.
 Mantenha silêncio total, nada de conversas. Falar apenas para responder as invocações do
sacerdote, quando for o caso.
Prefácio
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre
os braços e diz:
C. O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
R. Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
C. Corações ao alto.
O povo:
R. O nosso coração está em Deus.
O sacerdote com os braços abertos, acrescenta:
C. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo:
R. É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Prefácio

 É através do prefácio, principalmente, que o sacerdote, em nome de todo o povo


santo, glorifica a Deus e lhe rende graças por toda a Obra da salvação ou então por
um dos seus aspectos, de acordo com o dia, a festividade ou o tempo litúrgico.
 Há dezenas de prefácios que devem ser usados conforme a memória que se celebra,
mas há também aqueles que estão juntos com as Orações Eucarísticas que podem ser
usados sempre que não houver prefácio próprio para o dia, desde que se observe as
diretrizes quanto à escolha da Oração Eucarística.
Sanctus

 Todo o povo santo de Deus, unindo-se aos santos e anjos dos céus, canta
ou se une ao coro para entoar o hino do Sanctus (Santo). É a partir deste
momento que se realiza de forma mais clara a união das duas liturgias: a
liturgia terrestre, da Igreja peregrina, e a liturgia celeste, da qual fazem
parte os espíritos celestes.

(Português) (Latim)
Santo, Santo, Santo Sanctus, Sanctus, Sanctus
Senhor, Deus do universo! Dóminus Deus Sábaoth!

O céu e a terra proclamam a vossa glória Pleni sunt caeli et terra glória tua

Hosana nas alturas! Hosánna in excélsis!


Bendito o que vem Benedíctus qui venit
em nome do Senhor! in nómine Dómini!
Hosana nas alturas! Hosánna in excelsis!
Oração Eucarística

 Seguiremos a estrutura da Oração Eucarística I (Cânon Romano) por ser aquele


que deve ou ao menos deveria ser rezado aos domingos e dias solenes. A
estrutura das demais Orações Eucarísticas é um pouco diferente, especialmente
quanto à ordem.

Narrativa e
consagração
Quam
Unde et
oblationem
memores
(epiclese)

Supra quae
Hanc Igitur
propítio

Memento dos
Comunicantes
mortos

Memento dos Memento dos


vivos pecadores

Te igitur Per ipsum


Oração Eucarística

 Te igitur (Pai de misericórdia)


O sacerdote suplica para que Deus aceite e
abençoe as oferendas do altar, que são dons puros
e santos. A oferenda é feita pela Santa Igreja
Católica, pela unidade e comunhão do Papa e do
bispo local, e por todos os fiéis católicos.
 Memento dos vivos
Momento em que se suplica a Deus para que Ele se
recorde de todas as pessoas que vivem sobre a
terra. Neste momento se oferece o nosso sacrifício
de louvor para que cheguemos à salvação.
Gesto que era feito durante a oração Unde et
memores antes de São Pio V.
Oração Eucarística

 Comunicantes (Em comunhão)


Este é o momento em que a Igreja recorda e venera
a memória da Santíssima Virgem Maria e de todos
os santos, a fim de que nos auxiliem, por meio de
seus méritos e orações, e nos protejam sempre em
nossas vidas.

"Honremos, diz o celebrante, a memória da Santíssima


Virgem, Mãe de Deus, dos Santos Apóstolos e de todos os
santos. O Sacrifício é oferecido, não aos Santos, mas a
Deus e somente a Deus. Somente se sacrifica em honra e
memória dos Santos, mas o oferecimento é feito a Deus.
Todavia, fazer memória deles é implorar indiretamente a
sua intercessão." (Dom Bernardo de Vasconcelos, A Missa e
a Vida Interior, p. 67)
Oração Eucarística

 Hanc Igitur (Recebei com bondade)


Momento em que o sacerdote que oferece a
Missa por si e por todos os reunidos, pedindo
ainda que nos Deus nos livre da condenação
eterna.

"O sacerdote estende as mãos sobre o cálice e a


hóstia, à semelhança do que outrora fazia o Sumo
Sacerdote sobre a vítima que era imolada em
expiação pelos pecados. Jesus, a única vítima digna
de Deus, vai ser imolado por nós. O sacerdote pede
ao Senhor que se digne aceitar o sacrifício oferecido
por ele e por todos os seus filhos, esta «oblação da
nossa servidão», como diz o texto sagrado." (Dom
Bernardo de Vasconcelos, A Missa e a Vida Interior, p.
73)
Oração Eucarística

 Quam oblationem (epiclese)


O Sacerdote suplica a Deus santificador a
benção sobre as oferendas para que se tornem
um sacrifício espiritual perfeito, a fim de se
converterem real e verdadeiramente no Corpo
e no Sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor e
Redentor.

Instruções
 Nesta oração o sacerdote imporá as mãos sobre
as ofertas e o coroinha deverá tocar o sino a fim
de que todos, exceto o sacerdote, se ajoelhem.
 O turiferário e o naveteiro se ajoelharão também.
Os ceroferários poderão se manter em pé, se
necessário.
Oração Eucarística

 Narrativa e consagração
Este é o momento em que ocorrerá de forma sacramental e incruenta a renovação do
Sacrifício de Cristo. As espécies do pão e do vinho irão se tornar no Corpo e no Sangue
de Jesus Cristo.

Este é o ponto central, ao redor do qual


gravitam todas as fórmulas e cerimônias. É o
momento mais augusto da Santa Missa. O
sacerdote, que nunca deixou de obrar em
nome de Jesus e como seu ministro, agora
desapareceu ante a pessoa sagrada de Jesus
que vem renovar os gestos, as palavras e os
milagres da última Ceia, que vem realizar o
mistério por excelência da nossa fé - mysterium
fidei.
Oração Eucarística

Instruções

 Durante as elevações o diácono, ou na sua


ausência, o turiferário incensará o Santíssimo
Sacramento com três ductos e três ictos.
 Este momento requer o silêncio absoluto! Nem
uma agulha deve cair no chão. Aqui ocorre o
maior milagre do universo, maior do que a
criação. Um simples pão e um pouco de vinho se
tornarão no Corpo e Sangue de Jesus Cristo,
nosso Deus.
Oração Eucarística
 Unde et memores (Celebrando, pois, a memória)
O sacerdote nesta oração, como que
correspondendo aquele desejo do Senhor que diz:
«Toda as vezes que isto fizerdes, fazei em memória
de mim», recorda todos os mistérios de Jesus: a bem-
aventurada Paixão, a Ressurreição e a Ascensão
aos Céus.
 Supra quae propitio (Recebei estas oferendas)
Roga-se a Deus que receba com agrado o Sacrifício
do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo
assim como recebeu a oferta de Abel, de Abraão e
de Melquisedec. A tradução da CNBB é totalmente
equivocada, suprime quase toda a oração (talvez a
tinta da caneta estava acabando), que continua
pedindo para que o Santo Anjo eleve a Santa Hóstia
ao altar de Deus a fim de que nós possamos
alcançar as bênçãos e graças do céu.
Oração Eucarística

 Memento dos mortos


Momento em que se recorda dos fiéis falecidos,
aqueles que estão no purgatório, para que
descansem em Cristo, o lugar da consolação, da luz
e da paz, isto é, a fim de que possam gozar da
alegria de chegar ao céu.
 Memento dos pecadores
Suplica-se a Deus para que tenha misericórdia
especialmente dos ministros (sacerdote e aqueles
que servem com assistência), mas também de todos
nós, pobres pecadores, a fim de que possamos
entrar na assembleia dos bem-aventurados
apóstolos, mártires e de todos os santos.
Oração Eucarística

 Per ipsum (Por Cristo)


Para finalizar a Oração Eucarística o sacerdote
oferece aquele Sacrifício por Cristo, com Cristo e em
Cristo a Deus Pai, na unidade do Espírito Santo,
demonstrando que o Sacrifício seja sempre para a
honra e glória de Deus.
Cristo é o único Caminho, fora do qual os homens se
perdem e correm para a perdição; é a Verdade
infalível, fora da qual tudo é erro e trevas; é a única
Vida verdadeira, que salva da morte; é a Vida viva.
Instruções
 Aqueles que quiserem podem permanecer
ajoelhados até o fim desta oração.
Rito da Comunhão

 Havendo consumado a oblação


(oferecimento) e o Sacrifício da Missa resta-
nos participar do Banquete celeste, do
Corpo e do Sangue de Cristo, que é o
alimento da alma, pois todo aquele que
come a carne e bebe o sangue do Senhor
tem a vida eterna.

"A Missa é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, o memorial sacrificial em


que se perpetua o sacrifício da cruz e o banquete sagrado da comunhão do
corpo e sangue do Senhor."
(Catecismo da Igreja Católica, 1382)
Rito da Comunhão
 Pater Noster (Pai Nosso)
A celebração eucarística termina na participação comum no banquete pascal em que Cristo, imolado e
ressuscitado, nos convida a alimentar-nos com o seu Corpo e com o seu Sangue derramado na Cruz.
Mas para nos podermos alimentar na mesa eucarística é indispensável estar em harmonia com a Vontade
do Pai e em verdadeira paz com os irmãos. Para isto tende a recitação comunitária do Pai Nosso, para a
qual o sacerdote convida agora os fiéis.
Instruções
 O Pai Nosso é recitado por todos, mas somente o sacerdote ergue as mãos durante a oração, pois faz as vezes do
próprio Cristo.
 Não se diz amém após o término da oração, pois o sacerdote continua rezando.
PATER NOSTER, qui es in cælis: PAI NOSSO que estais nos céus:
sanctificétur nomen tuum; santificado seja o vosso nome;
advéniat regnum tuum; fiat venha a nós o vosso reino; seja
volúntas tua, sicut in cælo, et feita a vossa vontade, assim
in terra. Panem nostrum cotidiánum na terra como no céu. O pão nosso
da nobis hódie; et dimítte nobis de cada dia nos dai hoje; perdoai-
débita nos as
nostra, sicut et nos dimíttimus nossas ofensas, assim como nós
debitóribus perdoamos
nostris; et ne nos indúcas in a quem nos tem ofendido; e não
tentatiónem; nos deixeis cair em tentação, mas
sed líbera nos a malo. livrai- nos do mal.
Rito da Comunhão

 Ósculo da Paz (Rito da Paz)

O sacerdote dá aos presentes a paz sacerdotal, dizendo:


C. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ao que os fiéis respondem:
R. O Amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, poderá o sacerdote ou


o diácono proferir "Saudai-vos na Paz de Cristo" ou
então omitir essa cerimônia simbólica, pois a paz já
foi dada pelo próprio sacerdote. Se houver essa
cerimônia simbólica, convém que cada um dê a
paz somente aos que estão mais próximos e que o
sacerdote não saia do presbitério.
Rito da Comunhão

A CNBB, na VI Assembleia Geral de 1970, decidiu


que “o rito da paz seja realizado por cumprimento
entre as pessoas do modo com que as mesmas se
cumprimentam entre si em qualquer lugar público”.

Instruções
 O coroinha deve saudar apenas os mais
próximos e se estiver no presbitério não deverá
descer dele.
 Faça a saudação de maneira sóbria, sem
gracinhas.
 Não há música nesse momento.
Rito da Comunhão

 Agnus Dei (Cordeiro de Deus)


O sacerdote toma a Hóstia, parte-a sobre o altar, e lança um fragmento dela sobre o
cálice, dizendo em silêncio a oração "Esta união do Corpo e Sangue". E enquanto isto,
todos cantam ou recitam o Agnus Dei.

Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado
miserére nobis. do mundo: tende piedade de nós.
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado
miserére nobis. do mundo: tende piedade de nós.
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado
dona nobis pacem. do mundo: dai-nos a paz.
Rito da Comunhão

Enquanto se canta o Agnus Dei, o sacerdote reza


em silêncio a oração "Senhor Jesus Cristo, Filho de
Deus vivo" ou "A comunhão do vosso Corpo e
Sangue".
Instruções
 A oração deve ser rezada ou cantada sem erguer as
mãos em direção ao altar.
 Algumas pessoas fazem um gesto de erguer as mãos
em direção do altar e, em seguida, juntá-la ao peito.
Esse gesto é um resquício do tradicional gesto feito na
forma extraordinária, que pode ser feito também na
forma ordinária.
 Segundo o Missal, no número 42 da Instrução Geral, os
gestos tradicionais do Rito Romano podem ser usados.
Portanto, é permitido bater no peito em cada
invocação do Agnus Dei.
Rito da Comunhão

 Ecce Agnus Dei (Eis o Cordeiro de Deus)


O sacerdote faz uma genuflexão, toma a hóstia, a
levanta um pouco sobre a patena ou sobre o cálice e,
voltando-se para os fiéis, diz em voz alta a oração
"Felizes os convidados", ao que respondem com a
oração "Senhor, eu não sou digno".
 Comunhão do sacerdote
O sacerdote reza em silêncio a oração "O Corpo de
Cristo e me guarde para a vida eterna" e comunga o
Corpo de Cristo. Em seguida, reza em silêncio "O
Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna" e
comunga o preciosíssimo Sangue.
Se houver concelebrantes eles comungam depois do
sacerdote celebrante. Eles mesmos tomarão a Hóstia
da píxide e a molhará dentro do cálice. Em seguida,
comungam por si mesmos.
Rito da Comunhão

 Comunhão dos fiéis


Todas as demais pessoas, inclusive os diáconos,
deverão receber a comunhão do sacerdote, por
isso nunca poderão tomar a Hóstia da píxide ou
molhá-la no Cálice para comungarem.
Se houver necessidade (devido a ausência de
sacerdotes concelebrantes ou diáconos ou por
causa do grande número de pessoas) de ministros
extraordinários da comunhão eucarística (MECES),
estes somente deverão se aproximarem do altar, isto
é, subir ao presbitério, quando o sacerdote houver
comungado.
Rito da Comunhão

Depois o sacerdote toma a patena ou a píxide e aproxima-se das pessoas da


assembleia que comungam. Erguendo a Hóstia dirá "Corpus Christi" ou "O
Corpo de Cristo" e ao que recebe responde "Amem". Enquanto ocorre a
comunhão, o coral canta a Antífona da Comunhão ou outro canto
adequado.

1. Se a comunhão for dada em uma espécie, isto é, somente na espécie do Pão, as


pessoas poderão receber a comunhão:
 De joelhos ou em pé, desde que façam uma reverência antes de comungar
 Na língua ou na mão.
2. Se a comunhão for dada nas duas espécies, isto é, na espécie do Pão e na do Vinho,
as pessoas poderão receber a comunhão:
 De joelhos ou em pé, desde que façam uma reverência antes de comungar
 Na língua, somente.
Rito da Comunhão

Convém recordar qual a melhor forma de


comungar! O Papa Bento XVI insistiu para que todos
pudessem comungam da forma mais piedosa e
reverente possível: de joelhos e na língua.

 Quando a comunhão é dada na mão corre-se o


perigo de cair algum fragmento da Hóstia Sagrada.
Pequenos fragmentos podem ficar nas mãos do
comungante e, com isso, cair ao chão, ser pisado!
Jesus sendo pisoteado na Missa é um grande sacrilégio!
Receba a comunhão na boca e assim você evita de
cometer esse pecado. O uso da bandeja da
Comunhão é um instrumento obrigatório, segundo o
Missal Romano, pois também evita a profanação do
Corpo e Sangue do Senhor.
Rito da Comunhão

“Na administração do sacramento eucarístico, deve


mostrar-se um particular zelo, a fim de que não se
percam os fragmentos das hóstias consagradas, já
que em cada um deles está presente o Corpo
inteiro de Cristo. Por isso, tome-se o cuidado, para
que os fragmentos se não separem facilmente da
hóstia e não caiam por terra, onde - é horrível dizê-
lo! - Se poderão misturar com a porcaria e ser
calcados pelos pés”.
(Instrução da Sagrada Congregação da disciplina dos
sacramentos)
Rito da Comunhão

Segundo o Papa, "dobrar os joelhos na presença do


Deus vivo é irrenunciável", pois é um gesto de
adoração.

"Por meio d'Ele, o Crucificado, se cumpre a profecia


do Antigo Testamento: todos se põem de joelhos
diante de Jesus, Aquele que ascendeu, e se
dobram os joelhos diante do único Deus verdadeiro,
que está sobre todos os deuses. Quem aprende a
crer também aprende a ajoelhar.
(Papa Bento XVI, Joseph Ratzinger, Introdução ao Espírito
da Liturgia, p. 218)
Rito da Comunhão

Instruções
 No momento da comunhão os coroinhas devem
fazer uma fila no próprio presbitério. Todos
comungarão, de preferência, de joelhos e na
boca.
 Um dos coroinhas deve segurar a bandeja da
Comunhão para que os coroinhas comunguem.
 Quando a comunhão for dada aos demais fiéis,
devem ir junto com o ministro (seja ele ordinário,
como é o caso dos sacerdotes e dos diáconos,
seja ele extraordinário, como é o caso do acólito
instituído ou dos Mece’s) para segurar a bandeja
da Comunhão e para observar se alguém tenta
roubar a Sagrada Eucaristia.
Rito da Comunhão

Outras normas
 "Cada um examine a si mesmo em profundidade para que, quem seja consciente de
estar em pecado grave, não celebre a Missa nem comungue o Corpo do Senhor sem
recorrer antes à confissão sacramental." (Redemptionis Sacramentum, n. 81)
 "Deve-se vigiar para que não se receba a sagrada Comunhão, por ignorância, os não-
católicos ou, inclusive, os não-cristãos, etc. Corresponde aos pastores advertir, no
momento oportuno, aos presentes sobre a verdade e disciplina que se deve observar
estritamente." (Redemptionis Sacramentum, n. 84)
 "É de responsabilidade do sacerdote celebrante distribuir a Comunhão, se é o caso,
ajudado pelos outros sacerdotes e diáconos; e este não deve prosseguir a Missa até
que haja terminado a Comunhão dos fiéis. Só aonde a necessidade o requeira, os
ministros extraordinários podem ajudar ao sacerdote celebrante, de acordo com as
normas do direito. Porque isto não está previsto para assegurar uma plena participação
aos leigos, mas sim que, por sua natureza, ou suplementação e provisoriedade.
Reprove-se o costume daqueles sacerdotes que, apesar de estar presentes na
celebração, abstém-se de distribuir a Comunhão, delegando esta tarefa a leigos."
(Redemptionis Sacramentum, n. 88, 151, 157)
Rito da Comunhão

Outras normas
 "A bandeja para a Comunhão dos fiéis se deve manter, para evitar o perigo de que caia
a hóstia sagrada ou algum fragmento." (Redemptionis Sacramentum, n. 93)
 "Não se permita ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice, nem receber
na mão a hóstia molhada." (Redemptionis Sacramentum, n. 104)
 "De acordo com a normativa estabelecida nos cânones, «quem joga por terra as
espécies consagradas, e as leva ou retém com uma finalidade sacrílega, incorre em
excomunhão latae sententiae reservada à Sé apostólica; o clérigo pode ser castigado,
além disso com outra pena, sem excluir a expulsão do estado clerical». Neste caso se
deve considerar incluída qualquer ação, voluntária e grave, de desrespeito às sagradas
espécies. De modo que, se alguém atua contra as normas acima indicadas, por
exemplo, armazenando as sagradas espécies no lavabo da sacristia, ou em um lugar
indigno, ou pelo chão, incorre nas penas estabelecidas." (Redemptionis Sacramentum,
n. 107)
Rito da Comunhão

 Purificação dos vasos


Quando a distribuição da comunhão estiver
terminada o próprio sacerdote, um
concelebrante ou um diácono poderá
purificar os vasos sagrados sobre o altar. No
entanto, também poderá delegar um acólito
instituído para purificar os vasos na credência
após o término da Missa. Quem purifica os
vasos deve rezar a oração "O que em nossa
boca recebemos".
É recomendado que após a distribuição da
comunhão se guarde um momento de
silêncio para oração pessoal, que deverá ser
feita em individualmente em silêncio ou
presidida pelo sacerdote.
Rito da Comunhão

 Oração depois da Comunhão

Para completar a oração do povo de Deus e encerrar todo o rito


da Comunhão, o sacerdote profere a oração depois da
Comunhão, em que implora os frutos do mistério celebrado.
O sacerdote proferirá "Oremos", ao que todos devem se levantar.
Em seguida, ele rezará a oração prescrita para a ocasião disponível
no Missal.
Ritos de conclusão

 Se for necessário e oportuno poderá haver um


breve tempo para avisos.
O sacerdote, voltado para o povo, diz:
C. O Senhor esteja convosco.
Ao que o povo responde:
R. Ele está no meio de nós.
 Em seguida, dá a benção sacerdotal, dizendo:
C. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai, Filho, + e
Espírito Santo.
R. Amem.
 Esta benção poderá ser enriquecida com uma
benção solene, proposta pelo Missal para várias
ocasiões.
Ritos de conclusão

Em seguida, o próprio sacerdote ou um diácono


proferirá:
C. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
R. Graças a Deus.

 O sacerdote, depois de haver beijado o altar, e


todos os ministros fazem reverência ao altar
(inclinação ou genuflexão) e retiram-se em
procissão, na mesma ordem que entraram.
 As normas gerais para a celebração do Santo Sacrifício da Missa foram
expostas. Conta-se, agora, com a boa vontade por parte dos servidores,
incluso o sacerdote, para que respeitem o Dom da Liturgia Eucarística.

"Por isso, sinto o dever de fazer um veemente apelo para que as normas litúrgicas sejam
observadas, com grande fidelidade, na celebração eucarística. Constituem uma expressão concreta
da autêntica eclesialidade da Eucaristia; tal é o seu sentido mais profundo. A liturgia nunca é
propriedade privada de alguém, nem do celebrante, nem da comunidade onde são celebrados os
santos mistérios.
Atualmente também deveria ser redescoberta e valorizada a obediência às normas litúrgicas como
reflexo e testemunho da Igreja, una e universal, que se torna presente em cada celebração da
Eucaristia. O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a
comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo o seu amor à
Igreja.
A ninguém é permitido aviltar este mistério que está confiado às nossas mãos: o tesouro é
demasiado grande para que alguém possa permitir-se de tratá-lo a seu livre arbítrio, não
respeitando o seu carácter sagrado nem a sua dimensão universal.
(Papa S. João Paulo II, Encíclica Ecclesia de Eucharistia, n. 52)