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ORIGEM DA BIBLIOTECONOMIA:

CONSTITUIÇÃO PRÉ-CIENTÍFICA,
PROTOCIENTÍFICA E CIENTÍFICA

Professora:
Gabrielle Francinne Tanus
 Esses momentos são assim divididos em razão
das características do campo, inicialmente
marcada pela prática, um fazer que antecede a
teoria, depois por um saber que começa a se
sistematizar, tornando-se mais elaborado e
técnico, e, posteriormente, pelos traços
científicos, reflexões mais elaboradas sobre
bibliotecas e Biblioteconomia, refletida em
diversas produções teóricas.
BIBLIOTECONOMIA
 Etimologicamente pode ser decomposta em três elementos:
Biblion = livro, Theke = armazém e nomo = administração ou
descrição, resultando assim na concepção de organização e
administração de bibliotecas (biblioteca + economia);

 Bibliotecología, que consiste na união de Biblio = livro, Theke =


armazén e Logos = estudo, sendo, portanto, mais amplo que o
anterior devido ao sufixo logos, que significa ciência, ou seja, a
ciência das bibliotecas.

 BRASIL: BIBLIOTECONOMIA COMO BIBLIOTECOLOGÍA / México:


Bibliotecología y Estudios de Información / França:
Bibliothéconomie et Sciences de Information / EUA: Library and
Information Science...
“CONCEITUAÇÃO TRADICIONAL”
 Conceito de biblioteca ligado ao de Biblioteconomia, o
primeiro como objeto de estudo da segunda.

 Manuel Carrión Gútiez– organização e funcionamento das


bibliotecas.
 Emili Eroles – arte de conservar, ordenar, administrar
biblioteca.
 Martinez de Souza – conjunto de conhecimentos teóricos e
técnicos relativos a conservação, organização e
administração de biblioteca.
 Marina Moliner Ruiz – Ciência da conservação, arranjo e
serviço das bibliotecas.
 Martin Alonso – Arte de conservar, ordenar, administrar uma
biblioteca.
 Etimologicamente, portanto, biblioteconomia é o conjunto
de regras de acordo com as quais os livros são
organizados em espaços apropriados: estantes, salas,
edifícios” (FONSECA, 2007).

 “Organizar livros implica tanto ordená-los segundo um


sistema lógico de classificação dos conhecimentos [CDD,
CDU, etc.] e conservá-los para que resistam a condições
desfavoráveis de espaço e de tempo, como torná-los
conhecidos – por meio de catálogos, bibliografias,
resumos, notícias, exposições etc. – para que sejam
utilizados pelo maior número possível de pessoas
interessadas nos elementos formativos, informativos,
estéticos ou simplesmente lúdico neles contidos [...]”
(FONSECA, 2007).

Organizar -> acesso! Não organizar por organizar “erro


biblioteconomizante”, organizar como processo, como
atividade meio e não fim.
BIBLIOTECONOMIA PRÉ-CIENTÍFICA
 Antes da sua constituição como campo científico devemos falar
das práticas, do campo empírico, das ações exercidas desde a
Antiguidade nas bibliotecas.
 Bibliotecas primitivas -> manifestações de organização,
preservação, acesso ao conhecimento -> arcabouço de
técnicas, procedimentos, saberes disciplinares da
Biblioteconomia.
Biblioteca de Ebla, na Síria (15 mil tabuinhas);
Biblioteca de Nínive, Rei Assurbanípal (30 mil tabuinhas);
(blocos de argila cozida e escrita em caracteres cuneiformes;
placas eram classificadas por assuntos e identificadas por marcas que
determinavam sua localização dentro da coleção)
Biblioteca de Alexandria, Egito (700 mil rolos)
(Calímaco Cirene - Pinakes, catálogo em 120 volumes, dividido por assunto e
nota biográfica do autor)
 “Bibliotecários” -> Homens, sábios, eruditos. Atividades: ordenar
e conservar a coleção, efetuar cópias, produzir catálogo ou lista
de obras.

 Idade Média – Bibliotecas mantinha as portas fechadas,


preocupação com a guarda, conservação, organização da
coleção - catálogos – espécie de inventário. Vinculada às
ordens religiosas – bibliotecas dos mosteiros.

 o primeiro registro de um catálogo entre bibliotecas remonta ao medievo,


especificamente a 1250-1296 com a obra Registrum librorum angliae, que
reunia as informações sobre o acervo dos 183 mosteiros franciscanos
ingleses (Alfredo Serrai).

 Durante estes dois momentos, Antiguidade e Idade Média, o


acesso aos registros dos conhecimentos, sejam as tabuinhas de
argila, os papiros ou pergaminhos, eram restritos.
 Os fazeres e as práticas eram norteados pelas necessidades
imediatas, e não por um corpo teórico sistematizado.

 Biblioteconomia pré-científica, as produções escritas ainda em


número reduzido, se voltavam ao fazer dentro do espaço da
biblioteca: como selecionar e montar coleções, como organizar
e administrar as bibliotecas e as suas coleções em barro, papiro
ou pergaminho.

 Em síntese, a Biblioteconomia inicia sua trajetória em


decorrência das práticas exercidas nas primeiras bibliotecas, a
quais eram imbuídas do espírito conservacionista, assim como
é vista como uma arte ou ofício pelo menos até o século XV
(PULIDO; MORRILAS, 2006).
 Até à Renascença, as bibliotecas não estão à
disposição dos profanos: são organismos mais
ou menos sagrados, ou, pelo menos, religiosos,
a que têm acesso apenas os que fazem parte
de uma certa ‘ordem’, de um ‘corpo’
igualmente religioso ou sagrado. Nesse
particular, as sandálias macias do monge
medieval repetiam, no eco das abóbadas, o
mesmo som ancestral dos sacerdotes
sumerianos da biblioteca de Assurbanipal
(Martins, 1996, p. 71).
BIBLIOTECONOMIA PROTOCIENTÍFICA
 Idade Moderna. Marco: Prensa tipográfica – livros manuscritos
para livros impressos nas oficinas. Rompimento do monopólio
religioso - produção de livros de assuntos diversos e em
maiores quantidades.

 Demanda reprimida: “o homem adquire, através da imprensa,


a plena consciência da sua força espiritual e se atira ao livro
como sedento se atira à água” (MARTINS, 2002, p. 188).

 A quantidade excessiva de livros conduziu a uma necessidade


de organização desse conhecimento acumulado. Destaque
para classificações, catálogos e bibliografias.

 “Bibliotecas de caráter enciclopédico”


 bibliografia universal vincula-se a Konrad Von Gesner, que publicou, em
1545, o catálogo Bibliotheca Universalis, em quatro volumes (3 volumes e
1 apêndice). Cada uma das doze mil obras listadas aparecem indexadas
sob o autor ou o assunto, contém ainda índice por nome, sobrenome e
remissiva com variantes do nome.

 1548, Gesner classificou quinze mil livros por assunto, o que resultou em
21 classes, que se subdividem em seções e subseções. Além de conter um
índice alfabético e palavras chaves com 25 mil entradas.

 1584, foi criada a bibliografia nacional da Bibliothèque Françoise de La


Croix du Maine e bibliografias organizadas por assunto no campo de
teologia, direito, medicina e história como a Bibliotheca Historica de
Boldanus (1620)

 Essas obras, surgidas no século XVI, eram uma forma de


resposta ao problema da explosão de livros, uma forma de se
obter conhecimento dos livros produzidos por meio de um livro.
http://gallica.bnf.fr/accueil/?mode=desktop
ESSAS BIBLIOGRAFIAS ABREM CAMINHO PARA A CONFIGURAÇÃO DE UM
NOVO CAMPO DO SABER, A BIBLIOGRAFIA .

 Gabriel Naudé, bibliotecário da biblioteca de Mazarino, é


considerado o pai da Biblioteconomia moderna, devido a suas
idéias expressas no manual, nomeado de Advis pour dresser
une bibliothèque (1627).

 Para Naudé a biblioteca deveria estar a serviço de todos e ter


um caráter universal com livros editados em todos os ramos do
saber, nas línguas originais e traduzidos, com obras literárias
antigas e contemporâneas. Além dessa visão ampliada de um
acervo da biblioteca o catálogo deveria sistematizar tais obras,
de forma que esse espaço não constituísse um amontoado de
livros, mas uma coleção organizada que possibilitaria acesso
ao acervo por todos.
 Morales López (2008) acrescenta ainda
que Naudé considerava que o grande
desafio dos bibliotecários era a seleção
dos melhores títulos para as coleções,
focalizando, assim, em seu conteúdo
independente de o bibliotecário estar de
acordo ou não com o assunto, o que reflete
uma mudança substancial no papel do
bibliotecário, de guardião do saber,
imbuindo de um espírito conservacionista,
para uma atividade racional de seleção
dos saberes em prol do outro, e não mais
de uma manutenção voltada para o
acervo, para a custódia das obras
armazenadas nas bibliotecas.

 biblioteca moderna -> SERVIR, DAR


ACESSO AOS LIVROS E AS BIBLIOTECAS.

“jamais negá-los ao mais humilde dos homens


que deles vier a precisar” (NAÚDE)
 A Biblioteconomia protocientífica -> produção sistemática de
um conhecimento teórico específico. Nesse momento as
preocupações com o acervo e sua organização (catalogação e
classificação) tornam-se cada vez mais complexas.

 Desse modo, a criação de técnicas mais ou menos sofisticadas


diante da necessidade de organizar o resultado de uma
exacerbada produção documental caracteriza a
Biblioteconomia protocientífica (PULIDO; MORRILAS, 2004).
“tradicional, custodial, inventarial e erudita”

 Em síntese, os séculos XVI-XVIII são marcados pela proliferação


de obras, voltadas para regras, normas, esquemas de
classificação e catalogação, ao lado dessas técnicas encontra-
se o bibliotecário, que passa paulatinamente a ser o
responsável por disseminar e dar acesso à coleção organizada.
 Naquela Europa do século XV, onde muitos países em franca
evolução cultural se contrapunham a outros que,
aparentemente, relutavam em sair da Idade Média, a
impressão tipográfica evoluiu. Evoluiu, particularmente,
pelas mãos do povo judeu, artífice por excelência na arte da
impressão, que se espalhou pela Europa desde Mainz,
viajou Reno abaixo até Colônia e Estrasburgo, cruzou os
Apeninos e alcançou Subiaco e Roma. Pouco tempo depois,
ainda no século XV, já se implantara na Basiléia, Pilsen,
Augsburgo, Veneza, Utrecht, Brugues, Aalsit, Louvaina, Paris,
Lion, Saragosa, Valencia, Bolonha, Florença, Milão, Nápoles,
Budapeste, Cracóvia... Antes do final do século XV já atingira
a Dinamarca, Suécia, Turquia e Portugal (PINHEIRO, 1990,
p.42).
 Por volta do ano de 1500 havia impressoras em mais de 250
centros europeus e elas já haviam produzido cerca de 27 mil
edições. Fazendo uma estimativa conservadora de 500
exemplares por edição, haveria então algo em torno de 13
milhões de livros em circulação no ano de 1500 numa Europa
de 100 milhões de habitantes (excluindo-se o mundo ortodoxo,
que escrevia em grego ou russo ou eslavo eclesiástico). Já para
o período entre 1500 e 1750, foram publicados na Europa
tantos volumes cujos totais os estudiosos da história do livro
não conseguem ou não querem calcular (com base no índice
de produção do século XV o total estaria ao redor de 130
milhões, mas de fato o índice de produção aumentou
dramaticamente).
 A multiplicação dos livros criou imediatamente um problema
para um grupo profissional, o dos bibliotecários, embora seja
óbvio que eles se tornaram ainda mais indispensáveis (BURKE,
2002).
BIBLIOTECONOMIA CIENTÍFICA
 1808 (Alemanha) Martin Schrettinger - nomeou a ciência das
bibliotecas Bibliothekswissenschaft como um conjunto de
conhecimentos e habilidades necessárias à gestão de
bibliotecas.
 Defendia a incorporação de metodologias e ferramentas provenientes de outras
ciências para melhorar a aprofundar o estudo dos fenômenos que tinham lugar na
biblioteca.
 E a formação do bibliotecário não bastava ser erudita para fazer uma coleção de
livros, essa coleção tem que ser ordenada para seu uso.

 1832 (Itália) Doménico Rossetti, no livro Saggio di bibliotattica


[...] a define como a ciência da organização da coleção de
objetos gráficos.

 Vários autores realizam discussão conceitual: Friedrich Adolf


Ebert; L.A. Constantin; Zoller; Jean Pie Namur; Jules Richard;
Jules Cousin; Albert Maire; Armim Graesel....
CONTEXTO: XIX – REVOLUÇÃO FRANCESA
 Cultura, e, claro as bibliotecas, como domínio do povo.
Educação direito do povo.

 Bibliotecas privadas (reais, nobres e clero) passa para o Estado


– criação das bibliotecas nacionais.

 o livro passou a ser sentido como uma necessidade social, a


ideia de democracia, implicava justamente o acesso à
informação, educação e cultura. Nesse sentido, já não
somente se concebia o livro como um instrumento de
ornamentação dos ricos ou como ferramenta de trabalho dos
eruditos e sim como elemento fundamental da transformação
de uma sociedade marcada pelo antigo regime em uma
sociedade iluminada pela luz da razão (MOREIRO GONZÁLEZ,
2005).
 aperfeiçoamento das técnicas bibliotecárias: 91 regras de Panizzi,
de 1841, as regras de Charles Ammi Cutter, de 1846, o relatório
Smithsonian, da Smithsonian Institution dos Estados Unidos, por
Charles C. Jewett, em 1853, contendo 33 regras, baseadas nas
regras de Panizzi, com algumas modificações para o contexto norte-
americano. 1876 Classificação Decimal de Dewey.

 INSTITUIÇÕES: 1876 – criação da American Library Association


(ALA). 1877, foi criada a Library Association (LA), assim tanto a ALA
como a LA foram decisivas à consolidação da Biblioteconomia e
fortalecimento do ensino e das bibliotecas e de seus processos
mediante as publicações oficiais de tais instituições. 1909 Special
Library (SLA)– Bibliotecários especializados.

 CURSOS DE FORMAÇÃO: 1821 - École de Chartes: formação de


bibliotecários-arquivistas-paleógrafos; 1887 - Columbia School of
Library Economy – Bibliotecários…
ESCOLA DE CHICAGO
 Estados Unidos, década 1920/30 a “ciência das bibliotecas”
ou “library science” – “mudança de um paradigma profissional
para um paradigma científico”
 Contribuições:
 Formação de bibliotecários. Pesquisa em biblioteconomia.
Preocupação com o desenvolvimento científico, metodológico e
teórico. Criação de um corpo teórico próprio. Virada na
concepção de biblioteca: biblioteca como sistema de
comunicação, centro de comunicação, sistema de informação.
Enlace com a sociedade e com as ciências sociais.
 Estuda: seleção e aquisição, tratamento da informação,
serviços de informação, normalização, automação, gestão,
planejamento...
 Autores como: Louis Round Wilson, Jesse Shera, Pierce Butler,
Waples...
 Criação da revista (1931) Library Quarterly .
 Só no nível de doutorado, no período 1930-1972, são 472
teses. No que se pode chamar de pesquisa histórica, temos
tópicos como a história do livro e das bibliotecas; dos
processos intelectuais e industriais da produção editorial; a
história de publicações específicas (periódicos e jornais);
biografias de personalidades da profissão; a história de
vários tipos de bibliotecas (públicas, universitárias,
especializadas etc.) e de serviços (referência, catalogação
etc.). Na pesquisa de campo, excluídas aquelas de natureza
mais gerencial, há uma série de pesquisas de qualidade
conceitual e metodológica sobre temas como as
necessidades de informação; o uso de catálogos; a relação
dos profissionais com os sindicatos; as atitudes dos
cidadãos em relação às bibliotecas; e a satisfação dos
profissionais no emprego (BUSHA; HARTER, p. 79-87 apud
DIAS, 2000).
 Ranganathan – indiano – ‘pai da Biblioteconomia’ -
professor de matemática interessado em bibliotecas e
na biblioteconomia. Visitou centenas de bibliotecas da
Europa e Estados Unidos, a partir da
experiência/observação elaborou as 5 leis da
Biblioteconomia - The Five Laws of Library Science"
(1931)

1. Os livros são para uso;


2. Todo leitor tem seu livro;
3. Todo livro tem seu leitor;
4. Poupe o tempo do leitor;
5. Uma biblioteca é um organismo em crescimento.

-> Sugestão de leitura: As contribuições de Ranganathan


para a Biblioteconomia: reflexões e desafios
Interpretação das cinco leis por GARFIELD, LANCASTER e NICE FIGUEREDO
Bibliotecas com localização e horário adequados. Bibliotecário como disseminador, mais
que um organizador e protetor. Acesso, mais que posse.
+ Open Acess; bibliotecas abertas; Serviço de referência; Política de seleção de acervos...
determina que as bibliotecas sirvam a todos os leitores, não importa a classe social,
sexo, idade, ou qualquer outro fato.
+ Responsabilidades do Estado, da biblioteca, do leitor; biblioteca ambiente democrático; foco nos
usuários (estudo de usuários).
estipula que para cada livro existe um leitor e que os livros devem estar descritos no
catálogo, expostos de maneira a atrair os leitores e prontamente disponíveis. Esta lei leva
a práticas, tais como acesso livre, arranjo coerente na estante, catálogo adequado e
serviço de referência e disseminação seletiva. Quanto maior a exposição, melhor a
atuação da biblioteca.
+ Seleção do acervo; Acessibilidade; Serviço de referência; Serviço de extensão.
enfatiza serviço eficiente, o que implica rápido sistema de empréstimo e guias de fácil
entendimento nas estantes. Uso de técnicas e tecnologias que permitam ao bibliotecário
atuar de maneira eficiente.
+ Serviço de referência; Organização da informação (processamento técnico); Open Acess.
reconhece que o crescimento que indubitavelmente ocorrerá deve ser planejado
sistematicamente. Assim, das acomodações físicas às práticas administrativas, a
biblioteca deve ser aberta, sempre pronta a se expandir. Dinâmica.
+ Modernização; tecnologias; comunicação; serviços; organização da informação.
MODERNIZAÇÃO DAS LEIS
 1. a informação é para o uso;
 2. a cada usuário sua informação;
 3. cada informação a seu usuário;
 4. economize o tempo do usuário – e o seu
corolário: economize o tempo dos cientistas da
informação;
 5. um sistema de informação é um organismo em
crescimento.

 Rajagopalan e Rajan (1984)


VARIANTES DAS LEIS DE RANGANAHTAN:

 Bibliotecas servem a humanidade.


 Respeite todas as formas pelas quais o
conhecimento é comunicado.
 Use a tecnologia de maneira inteligente para
aprimorar o serviço.
 Proteja o acesso livre ao conhecimento.
 Honre o passado e crie o futuro.
 Michael Gorman e Walt Crawford in Future Libraries:
Dreams, Madness, and Realities[American Library Association,
1995], (p. 8)
AMBIENTE DA WEB

 Recursos da Web são para uso.


 Cada usuário tem seu recurso da web.

 Todo recurso da web tem seu usuário.

 Economize o tempo do usuário.

 A Web é um organismo em crescimento.

 Alireza Noruzi (2004)


PRODUÇÃO DA BIBLIOTECONOMIA
+ LIVROS
 Link: http://www.abecin.org.br/e-
books/

 + Livros (internacional)
 http://iibi.unam.mx/node/449
PRECISAMOS ESCREVER MAIS SOBRE A
BIBLIOTECONOMIA...