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Transplante

e
xenotransplante

Centro Universitário Presidente Tancredo


Footer Text de Almeida Neves 5/30/2018 1
Integrantes
• Jonatha Oliveira Alves
• Vinicius Nogueira
• Flavia Alessandra
• Ana Luiza Dias
• Marcela Borges
• Liriana Resende
• Ana Carolina
• Luana Sousa

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Transplante
• É um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um
órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor), por outro órgão
ou tecido normal de um doador vivo ou morto.

• Quais órgãos/tecidos podem ser obtidos de um doador vivo?


Um dos rins, parte do fígado, parte da medula e parte dos
pulmões.

• Quais os órgãos/tecidos que podem ser obtidos de um doador


não vivo?
Órgãos: rins, coração, pulmão, pâncreas, fígado e intestino.
Tecidos: córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele,
veias e artérias.

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• Como funciona a captação de órgãos?
1. Identificação do potencial doador
Paciente que se encontra internado em
hospitais, sob cuidados intensivos. EX: derrame cerebral,
lesão irreversível do encéfalo
2. Notificação:
Profissionais de uma unidade de terapia
intensiva têm o compromisso ético de notificar um
potencial doador à CNCDO e em OPOs
(Organização de Procurade Órgãos)

3. Avaliação: A OPO se dirige ao Hospital, avalia o doador


.
Exames laboratoriais, doenças infecciosas,
compatibilidade e permissão da família

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4. Informação do Doador Efetivo
terminada a avaliação, quando o doador é viável, a
OPO informa a Central de Transplantes e passa as
informações colhidas

5. Seleção dos Receptores


A Central de Transplantes emite uma lista de
receptores inscritos, e compatíveis com o doador

6. Identificação das Equipes Transplantadoras


A Central de Transplantes informa as equipes
transplantadoras sobre a existência do doador e qual
paciente receptor foi selecionado

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7. Retirada dos Órgãos
As equipes fazem a extração dos órgãos no hospital
onde se encontra o doador, terminado o
procedimento, elas se dirigem aos hospitais para
procederem à transplantação.

8. Liberação do Corpo
O corpo é entregue à família condignamente
recomposto.

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Tempo Útil para retirada e transplante

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Fila de espera para
transplante
• Cada orgao possui uma lista especifica de espera
que seguem regulamentacoes tais como a lei n
9.434/1997, no decreto n 2.268/1997 e na portaria
GM/MS n 2.600/2009.
• A lista não funciona por ordem de chegada. É
ordenada obedecendo tres fatores:
- Compatibilidade dos
grupos sanguíneos
- Tempo de espera
- Gravidade do caso

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Aceitação da população e fatores associados à
doação

• A recusa familiar representa um grande entrave à


realização dos transplantes, contribuindo para que o
número de doadores seja insuficiente para atender à
demanda crescente de receptores em lista de espera.

• A divulgação e o esclarecimento são de fundamental


importância para que a população possa criar uma
consciência sobre a doação de órgãos, e os meios de
comunicação têm um papel relevante nesse processo.

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Outros motivos de recusa da doação de órgãos são

• A crença religiosa
• À espera de um milagre
• A não compreensão do diagnóstico de morte
encefálica e a crença na reversão do quadro
• A não aceitação da manipulação do corpo
• A inadequação da informação e a ausência de
confirmação da morte encefálica
• O desejo do paciente falecido, manifestado em
vida, de não ser um doador de órgãos

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Estratégias de incentivo à doação de órgãos

• Educação para profissionais e estudantes da área


da saúde
• É fator decisivo tanto para o refinamento
técnico do transplante quanto para a melhora
do índice de captação de órgãos.

• Incentivo à discussão dentro das famílias


• Pesquisas realizadas com famílias de doadores
de órgãos demonstram que um fator importante
para essa decisão foi a discussão prévia sobre
doação entre os familiares.
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Observações

• O baixo nível de escolaridade e a desinformação da


população podem gerar interpretações deturpadas
a respeito da captação e do transplante de órgãos.

• O profissional de saúde deve atuar como educador,


para modificar a opinião pública quanto aos
conceitos errôneos; mas as crenças desfavoráveis só
poderão ser modificadas se os educadores
estimularem a população a participar de debates
sobre transplantes de órgãos e legislação.

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Xenotransplante
• Xenoenxerto ou xenotransplante é um enxerto
cirúrgico de tecido entre espécies distintas

• Espécie pode ser definido como uma categoria


taxonômica

• Indivíduos são da mesma espécie quando


necessariamente apresentarem semelhanças
morfológicas e são capazes de cruzar entre si e
gerar descendência fértil.

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• É uma área de interesse da biomedicina,
biotecnologia, ciências da saúde etc.

• As discussões sobre o tema tem focado menos nos


aspectos éticos sobre o uso de animais e mais nas
questões das zoonoses.

• Ética não é imutável

• A ética envolvida em xenotransplante tem sido


discutida desde o surgimento dessa possibilidade.

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• As principais discussões éticas podem ser divididas
em quatro grupos:

- Questões inerentes aos direitos animais

* O artigo 225, § 1º, VII,


da Constituição da
República, impõe ao Poder Público
“proteger a fauna e a flora,
vedadas, na forma da lei,
as práticas que coloquem em risco
sua função ecológica, provoquem
a extinção de espécies ou
submetam os animais a crueldade.”

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* Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-
tratos, ferir ou mutilar animais
silvestres, domésticos ou domesticados,
nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três
meses a um ano, e multa. § 1º Incorre
nas mesmas penas quem realiza
experiência dolorosa ou cruel em animal vivo,
ainda que para fins didáticos ou
científicos, quando existirem recursos
alternativos. § 2º A pena é aumentada de um
sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

• - Risco de infecção e sua influência no consentimento

• - Questões econômicas envolvendo CIA de biotecnologia

• - Alternativas mais viáveis

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Referencias
• http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/142transpl
ante_de_orgaos.html
• http://www.scielo.br/pdf/sdeb/v36n95/a15v36n9
5.pdf
• http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/anais/cienciascr
iminais/III/30.pdf
• A.S. Daar, M.D., D.Phil. Ethics of
Xenotransplantation: Animal Issues, Consent,
and Likely Transformation of Transplant
Ethics. World J. Surg. 21, 975–982, 1997

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