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Atos Ilícitos

Atos Ilícitos
1. CONCEITO
Atos ilícitos
 PRATICA ATO ILÍCITO:
 Aquele que viola o dever legal de não lesar a outrem, como prevê o
art.186 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária,
negligência, ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem,
ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.”

 Aquele que pratica abuso de direito, como consta no art. 187 do


mesmo Código: “Também comete ato ilícito o titular de um direito que,
ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim
econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.”
Atos ilícitos
 PRATICA ATO ILÍCITO:
 Portanto, o ato ilícito consiste na prática da violação de um dever de
conduta, através de “ações ou omissões culposas ou dolosas do
agente, das quais resulta dano para outrem.”
 Tal dano deve ser reparado, como dita o art. 927 do Código Civil:
“Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a
repará-lo.”
 Deste modo, o prejuízo causado à outrem deve ser reparado por meio
de indenização ou ressarcimento.
 OBS: Ainda que ocorra a infração de um dever jurídico, e mesmo que
exista culpa ou dolo, por parte do violador, não caberá nenhuma
indenização, quando não for constatado prejuízo.
Atos ilícitos
 Há visões doutrinárias divergentes sobre o fato de o dano ser ou não
elemento integrante do ato ilícito.
 O jurista José Paulo Cavalcanti acredita que “o ato ilícito pode não
causar dano”, exemplificando com o ilícito civil que segundo ele se
origina e possui consequências civis, mesmo que não exista nenhum dano
a reparar.
 Em outra visão, o ato ilícito é inseparável do dano, nesta perspectiva, se
não houver dano, não haverá também ato ilícito.
Atos ilícitos
2. RESPONSABILIDADE CONTRATUAL E EXTRACONTRATUAL

 Um indivíduo pode ocasionar prejuízo a outrem pelo fato de violar um dever contratual.

 Como consta no art. 389 do Código Civil: “Não cumprida a obrigação, responde o
devedor por perdas e danos, mais juros e atualização monetária segundo índices oficiais
regularmente estabelecidos, e honorários de advogado.”, desta forma o
inadimplemento contratual tem como consequência a responsabilidade de indenizar as
perdas e danos.

 Quando a responsabilidade é originária da violação do dever legal e não de contrato,


é nomeada extracontratual ou aquiliana.
Atos ilícitos
2. RESPONSABILIDADE CONTRATUAL E EXTRACONTRATUAL

 Apesar de, a violação ao dever legal e ao dever contratual possuírem a


mesma consequência ( dever de ressarcir o dano causado), o Código
Civil Brasileiro dispõe a responsabilidade extracontratual nos arts. 186 e
187, sob o título de “Dos atos ilícitos” e a contratual, nos arts. 389,395, sob
o título de “Do inadimplemento das obrigações”, não se referindo a
qualquer tipo de diferenciação.
Atos ilícitos
2. RESPONSABILIDADE CONTRATUAL E EXTRACONTRATUAL
 O doutrinador Carlos Roberto Gonçalves identifica algumas diferenças entre a
responsabilidade contratual e a extracontratual:
 1) “Diz respeito ao ônus da prova”, sendo que na responsabilidade contratual a culpa
do inadimplente é presumida, já na responsabilidade extracontratual é necessário que o
indivíduo que sofreu a lesão prove (incumbe ônus de provar) se houve culpa ou dolo do
causador do prejuízo.
 2) A contratual origina-se do descumprimento do contrato, já a extracontratual possui
origem na “inobservância do dever genérico de não lesar a outrem”.
 3) A capacidade é limitada no âmbito da responsabilidade contratual, sendo mais
abrangente na esfera da responsabilidade extracontratual.
 4) Na responsabilidade contratual a culpa cumpre determinado escalonamento
conforme os casos em que se configura, já na responsabilidade extracontratual a culpa
é mais ampla
Atos ilícitos

 Capacidade de discernimento do autor


Atos ilícitos

 Privados de discernimento não respondem por atos ilícitos

 A responsabilidade é atribuída a seu curador


Atos ilícitos

 Menores, mesmo que emancipados não respondem por atos


ilícitos

 A responsabilidade é atribuída ao responsável do menor