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Cap.

XXVI -
Das
perguntas
que se
podem fazer
aos Espíritos
Considerações Gerais
Que tipo de perguntas se fazem?
• Perguntas simpáticas ou antipáticas aos Espíritos
• Perguntas sobre o futuro
• Sobre as existências passadas e vindouras
• Sobre interesses morais e materiais
• Sobre a sorte dos Espíritos
• Sobre a saúde
• Sobre as invenções e descobertas
• Sobre os tesouros ocultos
• Sobre outros mundos
Perguntas simpáticas ou antipáticas
1. Os Espíritos respondem de boa vontade ás perguntas que lhes
são dirigidas?
2. Basta que uma pergunta seja séria para se obter uma resposta
séria?
3. Quais as perguntas com que mais antipatizam os bons
Espíritos?
4. Que se deve pensar das pessoas que nas manifestações
espíritas apenas vêem uma distração e um passatempo, ou um
meio de obterem revelações sobre o que lhes interessa?
5. Quando os Espíritos não respondem a certas perguntas, será
porque o não querem, ou por que uma força superior se opõe a
certas revelações?
6. Todos os Espíritos são aptos a compreender as questões que se
lhes proponham?
Perguntas sobre o Futuro
1. Podem os Espíritos dar-nos a conhecer o futuro?
2. Não é certo, entretanto, que, às vezes, alguns acontecimentos futuros
são anunciados espontaneamente e com verdade pelos Espíritos?
3. De que gênero são as previsões de que mais se deve desconfiar?
4. Que fim visam os Espíritos que anunciam acontecimentos que não se
realizam?
5. Por que, quando fazem pressentir um acontecimento, os Espíritos
sérios de ordinário não determinam a data? Será porque o não
possam, ou porque não queiram?
6. Não há homens dotados de uma faculdade especial, que os faz
entrever o futuro?
7. Que pensar dos Espíritos que gostam de predizer a alguém o dia e
hora certa em que morrerá?
8. Como é então que certas pessoas são avisadas, por pressentimento, da
época em que morrerão?
Sobre as existências passadas e vindouras
1. Podem os Espiritos dar-nos a conhecer as nossas existências
passadas?
a) Por que é que alguns Espíritos nunca se recusam a fazer esta
espécie de revelações?
b) Assim como não podemos conhecer a nossa individualidade
anterior, segue-se que também nada podemos saber do gênero de
existência que tivemos, da posição social que ocupamos, das
virtudes e dos defeitos que em nós predominaram?
2. Alguma coisa nos pode ser revelada sobre as nossas existências
futuras?
Sobre Interesses Morais e Materiais
1. Podem pedir-se conselhos aos Espíritos?
2. Podem os Espíritos dar conselhos sobre coisas de interesse privado?
3. Podem os Espíritos familiares favorecer os interesses materiais por
meio de revelações?
4. Se uma pessoa, ao morrer, deixar embaraçados seus negócios, poder-
se-á pedir a seu Espírito que ajude a desembaraçá-los? Poder-se-á
também interrogá-lo sobre o quanto dos haveres que deixou, dado o
caso de se não conhecer esse quanto, desde que isso se faça no
interesse da justiça?
Sobre a Sorte dos Espiritos
1. Podem-se pedir os Espíritos esclarecimentos sobre a situação em que
se encontram no mundo espiritual?
2. Podem os Espíritos descrever a natureza de seus sofrimentos ou da
felicidade de que gozam?
3. Evocando-se uma pessoa, cuja sorte seja desconhecida, poder-se-á
saber dela mesma se ainda existe?
a) Se estiver morta, poderá dar a conhecer as circunstâncias de
sua morte, de modo que esta possa ser verificada?
Sobre a Saúde
1. Podem os Espíritos dar conselhos relativos à saúde?
2. Se nos dirigirmos ao Espírito de uma celebridade médica, poderemos
estar mais certos de obter um bom conselho?
3. O sábio, ao se tornar Espírito, reconhece seus erros científicos?
4. Poderia um médico, evocando os Espíritos de seus clientes que
morreram, obter esclarecimentos sobre o que lhes determinou a
morte, sobre as faltas que haja porventura cometido no tratamento
deles e adquirir assim um acréscimo de experiência?
Sobre as Invenções e Descobertas
1. Podem os Espíritos guiar os homens nas pesquisas científicas e nas
descobertas?
2. O sábio e o inventor nunca são assistidos, em suas pesquisas, pelos
Espíritos?
Sobre os Tesouros Ocultos
1. Podem os Espíritos fazer que se descubram tesouros?
2. Que se deve pensar da crença nos Espíritos guardiães de tesouros
ocultos?
Sobre Outros Mundos
1. Que confiança se pode depositar nas descrições que os Espíritos
fazem dos diferentes mundos?
a) Como se pode verificar a exatidão dessas descrições?
Para meditar…

No início da atividade mediúnica de Chico Xavier,


Emmanuel lhe perguntou se ele estava realmente disposto a
dedicar-se à tarefa que lhe era atribuída. Emmanuel falava
em trinta livros, só pra começar – no total, foram mais de
quatrocentos…
Chico temia não estar à altura do compromisso. Também
receava ser abandonado pelos bons espíritos. Emmanuel lhe
garantiu que isso não aconteceria, desde que ele se
dedicasse ao trabalho, ao estudo e ao esforço no Bem.
Emmanuel propôs a Chico três pontos cruciais para o bom
desempenho da tarefa:
Para meditar…

• O primeiro, disciplina;
• O segundo, disciplina;
• O terceiro, disciplina;

AMOR INCONDICIONAL!!!!
Para meditar…

• A disciplina começa pelo pensamento.

O velhos hábitos devem ser substituídos!

Devem ser superados com ação. Ação,


atividade, produtividade, utilidade, vida!
Para meditar…

É impressionante o número de pessoas que


querem esclarecimento acerca de determinados
assuntos que, no entanto, não se animam a ler, a
estudar. Inúmeras pessoas sentem os reflexos da
mediunidade que não foi estudada e desenvolvida,
sabem disso, sofrem com isso, mas não de dão ao
trabalho de ler meia dúzia de livros, de participar
de um grupo de estudos no centro espírita, de
adquirir novos costumes. Existem pessoas que até
tem preguiça até de orar!
Para meditar…

É preciso ação, e ação disciplinada. É só uma


questão de hábito. É só acreditar que depois de
algum esforço inicial, mesmo que sem muita
vontade, tudo começa a fluir naturalmente, tudo
começa a ficar mais fácil, e os novos hábitos vão se
tornando prazerosos. Os que se decidem a seguir a
disciplina não se arrependem.
Aquele que pergunta é um tolo por 5
minutos e o que não pergunta é um
tolo para sempre!!!