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Classe

AULA DE Nº 1

HAMARTIOLOGIA
A DOUTRINA DO PECADO
Leitura bíblica: Rm.3:10-18; 1Jo.3:4-8
Romanos 3: 10-18
10 como está escrito: Não há justo, nem sequer um.
11 Não há quem entenda; não há quem busque a Deus.
12 Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem

faça o bem, não há nem um só.


13 A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas tratam

enganosamente; peçonha de áspides está debaixo dos seus lábios;


14 a sua boca está cheia de maldição e amargura.
15 Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.
16 Nos seus caminhos há destruição e miséria;
17 e não conheceram o caminho da paz.
18 Não há temor de Deus diante dos seus olhos.
1João 3:4-8
4 Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o
pecado é a transgressão da Lei.
5 Vocês sabem que ele se manifestou para tirar os nossos pecados, e

nele não há pecado.


6 Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele

que está no pecado não o viu nem o conheceu.


7 Filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que pratica

a justiça é justo, assim como ele é justo.


8 Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem

pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou:


para destruir as obras do diabo.
O que é HAMARTIOLOGIA ?

do grego transliterado HAMARTIA = erro ou pecado + LOGIA = estudo,


como sugere o próprio nome, é a ciência que estuda o pecado e as
suas origens e consequências. O termo vem do grego HAMARTÁNO e
do hebraico HHATÁ, com o significado de ‘errar’ um alvo, um objetivo
determinado. Em latim, a expressão transforma-se em PECCÁTU.
1. DEFINIÇÃO DE PECADO NA BÍBLIA

O QUE É O PECADO?
Pecado é tudo o que separa a pessoa de Deus.

* Ele é descrito na Bíblia como TRANSGRESSÃO à lei de Deus


(I João 3:4)
• REBELIÃO contra Deus (Deuteronômio 9:7; Josué 1:18).

• O primeiro pecado consiste em querer ser igual a Deus e ir além


do que ele permitiu, Desobedecendo a sua vontade
segundo Gênesis 3.1-13.
Terminologias usadas para descrever pecado:
O pecado pode ser definido da seguinte forma: “qualquer
pensamento, palavra, ação, omissão ou desejo contrário a lei
de Deus”. A palavra pecado se refere a toda iniquidade e a
corrupção espiritual da alma. É o oposto da justiça. Pode ser
descrito como:
a)Impiedade: (no grego “asebeia” - 2 Pe 2.6), consiste na
oposição a Deus e a seus princípios, em autêntica rebelião
de alma. Ser ímpio significa se contrário a Deus e a seus
mandamentos; é viver como se Deus não existisse.
b) Transgressão: (no grego “parabasis”), literalmente significa “ir
além de um limite estabelecido”. Consiste na violação de
princípios piedosos reconhecidos, que conduzem o indivíduo à
quebra da lei afastando-o da lei moral (Mt 6.14; Tg 2.11; At 23.3; 2
Pe 2.16). O termo “parabasis” (transgressão) relaciona-se
diretamente com o termo grego paraptōma, isto é, passos em
falso, ou desviamos pela tangente, apesar de estarmos instruídos
o bastante para não o fazer. Assim, transgredir é ultrapassar os
"limites" estabelecidos na lei de Deus.
O Pecado É Qualquer Coisa Contrária Ao Caráter de Deus
Esta é a melhor definição, contudo poderíamos dizer
Pecado é qualquer falta de conformidade, ativa ou passiva,
com a lei moral de Deus. Isso pode ser uma questão de ato,
de pensamento ou de disposição ou estado interior. Pecado é
a incapacidade de viver de acordo com o que Deus espera de
nós no que diz respeito ao que fazemos, pensamos e somos.
EXISTEM NÍVEIS DE PECADOS ?
A Igreja Romana historicamente faz diferença entre pecado mortal e pecado
venial, o que significa que alguns pecados são mais hediondos que outros.
Pecado mortal é assim chamado porque é suficientemente sério para destruir a
graça salvadora na alma. Ele mata a graça, e por isso é chamado mortal.
Este conceito foi rejeitado pelos reformadores protestantes do século XVI,
uma vez que todo pecado é mortal no sentido que merece a morte (CALVINO),
mas nenhum pecado é mortal, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo
(estudaremos em lições à frente), no sentido de que ser capaz de destruir a
salvação que Cristo adquiriu para nós. Todavia, os reformadores não negaram a
existência de graduações de pecado. O Cristianismo ortodoxo, católicos-romanos
e as denominações protestantes, assumem a posição de que há alguns pecados
que são piores do que outros. Eles fazem essa distinção porque as Escrituras
ensinam isso claramente.
a) Culpa Legal –Todo pecado, por mais leve que seja, é igualmente sério e
nos torna legalmente culpados diante de Deus, pois é uma transgressão da lei e
uma ofensa ao Legislador, Deus (Tg 2.10-12) Ser um pecador não depende do
tipo ou do tamanho dos pecados cometidos. Um homem rouba uma maçã e
outro homem rouba mil dólares. Diante de Deus os dois são culpados. Não por
roubar uma coisa grande ou pequena, mas por roubar. Quando Deus pede uma
coisa e fazemos outra, o que nos afasta de Deus é o fato de termos
desobedecido. Não nos enganemos, pois, pensando que os nossos pecados
não são tão maus como os de outras pessoas. Mesmo que o nosso pecado
pareça muito pequeno, será suficiente para nos afastar de nosso Deus. O
pecado de Adão e Eva quando comeram o fruto proibido não parece importante
em comparação com os pecados e crimes graves que são cometidos
atualmente. No entanto, o seu pecado bastou para separá-los de Deus e trazer
sobre eles e sobre a sua descendência, a condenação de morte.
b) Consequências Legais – Todos reconhecemos que há
diferença entre um assassinato e uma calúnia. Até mesmo um
assassinato pode ser classificado de culposo (não intencional)
ou doloso (intencional). Em Israel, aquele que cometia
homicídio doloso deveria ser morto também. Para o que
cometia homicídio culposo, havia as cidades refúgio até que
fosse julgado (Nm 35.9-21). Os pecados por ignorância eram
punidos com menos severidade (Lv 4.2,13,22).
Níveis de pecado no Novo Testamento
* a) Uma referência ao traidor que entregou Jesus à morte – “Quem me
entregou a ti maior pecado tem” ( Jo 19.11).
* b) Sugere que se há mandamentos maiores e menores, há pecados
com consequências piores que outros (Mt 5.19; 23.23).
* c) Sugere também que os mestres, aqueles que ensinam, ao
cometerem algum pecado deliberadamente, receberão maior juízo por
causa do dano que podem causar à reputação do evangelho (Tg 3.1).
* Portanto, podemos afirmar que em termos de culpa, todo pecado é
sério, mas, em termos de consequência, os pecados podem ter efeitos
diferentes.
O conceito de pecado, nos dias atuais, está totalmente distante do
seu real significado, e porque não dizer, que, falar em pecado está
fora de moda.
Em Romanos 7:13, a Palavra de Deus diz que o pecado é
excessivamente maligno. Isto significa que ele nunca deve ser visto
apenas como um erro, como uma falha.
Expressões do tipo: "Não se preocupe, todos somos falhos"; ou
"Quem é que nunca errou?", ou ainda "O cair é do homem, mas o
levantar é de Deus", são expressões que, dependendo da maneira
como são pronunciadas, reduzem a malignidade do pecado.
O pecado é tão maligno que Deus o aborrece, o odeia. Deus é
amor em sua essência. Para Deus odiar alguma coisa, essa coisa
tem que estar revestida de uma "excessiva malignidade".
EXISTE O PROBLEMA, MAS QUAL È A SOLUÇÃO?
Pecado tem nome e é preciso lança-lo aos pés da cruz. Pois
Deus mesmo através da Bíblia, diz que:
A) Seu filho Jesus Cristo veio ao mundo para salvar o pecador –
1 Tm 1:17;
B) Que este mesmo filho morreu na cruz do calvário pelos
nossos pecados - 1 Cor 15:3.
A missão de Cristo dar um basta ao pecado (Ef 1: 7 – 14; Cl 1: 20).
C) Aquele que é nascido de Deus não vive em pecado –
1 João 5:18
Quatro pilares para não pecarmos contra este Deus:

* OUVI-LO;
* OBEDECÊ-LO;
* GUARDAR SUA PALAVRA
* NÃO DESVIAR DELA.