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ALTERNADOR SISTEMA DE CARGA

1.

OBJETIVO

2.

INTRODUÇÃO

3.

DESENVOLVIMENTO

 

- Finalidade

- Componentes

- Princípios teóricos

- Gerador (dínamo e alternador)

- Atualizações

4.

-

Prática (alternador) CONCLUSÃO

ALTERNADOR

OBJETIVOS DO SISTEMA DE CARGA

a. Conhecer o componentes do alternador

b. Compreender o princípio de funcionamento

c. Desmontar e montar o um alternador

d. Identificar os componentes do sistema no veículo

 

ALTERNADOR

 

ALTERNADOR

INTRODUÇÃO

FINALIDADE – SISTEMA DE CARGA

ENERGIA MECÂNICA

• ENERGIA MECÂNICA

ENERGIA ELÉTRICA

Fornecer energia elétrica a todos os consumidores do veículo durante o funcionamento do motor.

DÍNAMO

DÍNAMO BATERIA Recarregar a bateria.

BATERIA

Recarregar a bateria.

ALTERNADOR

 
 

ALTERNADOR

 

ALTERNADOR

LOCALIZAÇÃO

LOCALIZAÇÃO LOCALIZAÇÃO

LOCALIZAÇÃO

Recarregar a bateria. ALTERNADOR     ALTERNADOR   ALTERNADOR LOCALIZAÇÃO LOCALIZAÇÃO

ALTERNADOR

PARTES PRINCIPAIS - SISTEMA DE CARGA

ALTERNADOR PARTES PRINCIPAIS - SISTEMA DE CARGA • Bateria • Gerador ( alternador ou dínamo )

• Bateria

• Gerador (alternador ou dínamo)

• Regulador de tensão

ALTERNADOR

PROCESSO DE GERAÇÃO DE ELETRICIDADE

Para se obter corrente elétrica através de efeitos magnéticos devemos relacionar três grandezas

campo

corrente elétrica através de efeitos magnéticos devemos relacionar três grandezas campo condutor movimento relativo

condutor

movimento relativo

ALTERNADOR - DÍNAMO

FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR - DÍNAMO FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR

PARTES PRINCIPAIS – SISTEMA DE CARGA

ALTERNADOR PARTES PRINCIPAIS – SISTEMA DE CARGA • Bateria • Gerador ( alternador ou dínamo )

Bateria

• Gerador (alternador ou dínamo)

• Regulador de tensão

DÍNAMO

ALTERNADOR

• Funcionamento

• Partes principais

• Regulagens

• Limitações

ALTERNADOR - DÍNAMO

FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR - DÍNAMO FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR - DÍNAMO

FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR - DÍNAMO FUNCIONAMENTO
ALTERNADOR - DÍNAMO FUNCIONAMENTO
ALTERNADOR - DÍNAMO FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR - DÍNAMO

REGULAGENS

DISJUNTOR

REGULADOR DE TENSÃO

REGULADOR DE CORRENTE

ALTERNADORES

ALTERNADOR

Por quê a gradual aplicação de alternadores em substituição aos dínamos?

• Aumento do nº de veículos

• Aumento do nº de acessórios

ALTERNADOR - DÍNAMO

PARTES PRINCIPAIS

ALTERNADOR - DÍNAMO PARTES PRINCIPAIS

ALTERNADOR - DÍNAMO

LIMITAÇÕES DO DÍNAMO

CARREGAMENTO DA BATERIA DEFICIENTE EM MARCHA LENTA

CORRENTE MÁXIMA LIMITADA EM 30A

DIFICULDADE EM ARREFECÊ-LO

VELOCIDADE MÁXIMA 9.000 RPM.

ALTERNADOR

VANTAGENS DO ALTERNADOR

• Fornecimento de potência já no regime de marcha lenta do motor, tornando possível a antecipação do início da carga da bateria;

• Elevada rotação máxima;

• Produz carga máxima com menor rotação;

• Ocupa menor espaço;

• Manutenção mínima;

• Pouco desgaste, por isso longa duração;

• Grande segurança de funcionamento;

• Pouco peso em relação à potência;

• Não há necessidade de disjuntor no regulador de tensão;

ETAPAS

ALTERNADOR

• Funcionamento

• Partes principais

• Elementos reguladores

• Prática

ALTERNADOR

FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR FUNCIONAMENTO
ALTERNADOR FUNCIONAMENTO
ALTERNADOR FUNCIONAMENTO

ALTERNADOR

PROCESSO DE GERAÇÃO DE ELETRICIDADE

campo

ALTERNADOR PROCESSO DE GERAÇÃO DE ELETRICIDADE campo condutor movimento relativo

condutor

movimento relativo

ALTERNADOR

campo condutor movimento relativo ALTERNADOR FUNCIONAMENTO METADE BRANCA DA BOBINA A – Fluxo máximo,

FUNCIONAMENTO

METADE BRANCA DA BOBINA

A – Fluxo máximo, fem igual a zero; (0º)

B – Fluxo = 0, máxima fem; (90º)

C – Fluxo máximo, fem igual a zero; (180º)

INVERSÃO DE POLARIDADE (-) (-)

B – Fluxo = 0, máxima fem; (270º)

A – Fluxo máximo, fem igual zero; (0º)

INVERSÃO DE POLARIDADE (+) (+)

ALTERNADOR

PROCESSO DE GERAÇÃO DE ELETRICIDADE

ALTERNADOR PROCESSO DE GERAÇÃO DE ELETRICIDADE

ALTERNADOR

INTENSIDADE DA CORRENTE ELÉTRICA , PRODUZIDA PELO ALTERNADOR DEPENDE:

• Número de espiras do estator

• Velocidade do rotor

• Intensidade do campo eletromagnético

ALTERNADOR

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO ALTERNADOR

ALTERNADOR PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO ALTERNADOR

ALTERNADOR

PARTES PRINCIPAIS

ALTERNADOR PARTES PRINCIPAIS
ALTERNADOR PARTES PRINCIPAIS

ESTATOR

ALTERNADOR

Corrente alternada de três fases – Corrente trifásica

ESTATOR ALTERNADOR Corrente alternada de três fases – Corrente trifásica

ALTERNADOR

O VALOR DA F.E.M INDUZIDA NOS ALTERNADORES DEPENDE:

• A força do campo ou o número de linhas da força que contem (fluxo).

• A velocidade de corte ou número de linhas de força cortadas, por segundo.

• Número de condutores ou de espiras que contém o enrolamento

ESTATOR

ALTERNADOR

Consiste de uma carcaça de ferro laminado, em cujas canaletas (lado interno) estão montadas as bobinas que formam os três enrolamentos

carcaça de ferro laminado, em cujas canaletas (lado interno) estão montadas as bobinas que formam os

ESTATOR

ALTERNADOR

Corrente alternada de três fases – Corrente trifásica

ESTATOR ALTERNADOR Corrente alternada de três fases – Corrente trifásica

ESTATOR

ALTERNADOR

Corrente alternada de três fases – Corrente trifásica

Corrente alternada de três fases – Corrente trifásica CAPACITOR DIMINUI AS ONDULAÇÕES DA TENSÃO (FATOR RIPPLE)
Corrente alternada de três fases – Corrente trifásica CAPACITOR DIMINUI AS ONDULAÇÕES DA TENSÃO (FATOR RIPPLE)

CAPACITOR DIMINUI AS ONDULAÇÕES DA TENSÃO (FATOR RIPPLE)

ROTOR

ALTERNADOR

ROTOR ALTERNADOR

ALTERNADOR

VISTA INTERNA DO ALTERNADOR

ALTERNADOR VISTA INTERNA DO ALTERNADOR

ROTOR

ALTERNADOR

Consiste de uma bobina de campo encaixada entre duas estrelas de ferro, com as pontas dobradas e intercaladas entre si, formando um eletroimã de diversos pólos magnéticos. Os extremos da bobina são ligados a um par de anéis de cobre, isolados entre si e do eixo.

diversos pólos magnéticos. Os extremos da bobina são ligados a um par de anéis de cobre,

ALTERNADOR

DEMAIS PARTE DO ALTERNADOR

TAMPA COM PORTA ESCOVAS - Suporta a base de montagem dos retificadores positivos (chapa dissipadora de calor), mancal de rolamento, escovas, porta escovas, a retificadores negativos e os terminais de ligação.

TAMPA DO LADO DA POLIA - Suporta um rolamento, no qual gira o eixo do motor.

RETIFICADORES - Pequenas pastilhas de silício especialmente tratado que, em conjunto no circuito de retificação do alternador, transformam a corrente alternada trifásica induzida nas bobinas do estator em corrente continua pulsante.

ALTERNADOR

VISTA EXPLODIDA DO ALTERNADOR

ALTERNADOR VISTA EXPLODIDA DO ALTERNADOR

ALTERNADOR

ELEMENTOS REGULADORES

REGULADOR ELETROMECÂNICO

REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR

REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR

RETIFICAÇÃO TRIFÁSICA

ALTERNADOR RETIFICAÇÃO TRIFÁSICA

ALTERNADOR

REGULADOR ELETROMECÂNICO

ALTERNADOR REGULADOR ELETROMECÂNICO

ALTERNADOR

SISTEMA ELETRÔNICO

ALTERNADOR SISTEMA ELETRÔNICO

ALTERNADOR

REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR REGULADOR ELETRÔNICO Processo de pré-excitação 1- Com o comutador de ignição na posição “MAR”, a

Processo de pré-excitação

1- Com o comutador de ignição na posição “MAR”, a corrente sai do pólo positivo da bateria (sentido convencional), passa pela lâmpada indicadora de carga e pelo resistor, que estão em paralelo, entrando no terminal D+ do regulador de tensão. Daí, passa pelo resistor R1, díodo D1, junção base-emissor do transistor TR1 retornando ao pólo negativo da bateria (massa).

ALTERNADOR

FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO Processo de pré-excitação 2- Quando a corrente flui através da

Processo de pré-excitação

2- Quando a corrente flui através da junção

base-emissor do transistor TR1, este entra em

condução, liberando a passagem da corrente no sentido coletor-emissor. Desta forma a corrente irá percorrer a bobina de campo do rotor, fazendo a pré-excitação do alternador.

A

lâmpada indicadora de carga, que deve ter

no

mínimo 3W de potência fica acessa, com a

chave de ignição na posição “MAR”, antes da partida do veículo.

O resistor ligado em paralelo com a lâmpada

funciona como “by pass”, oferecendo um caminho alternativo para a corrente de pré- excitação caso a lâmpada se queime.

Além disso a ligação em paralelo entre a lâmpada indicadora e o resistor diminui a resistência total do circuito, aumentado a corrente de pré-excitação e a tensão inicial na partida do motor.

ALTERNADOR

FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO Processo excitação 4- Quando o alternador está em movimento, a

Processo excitação

4- Quando o alternador está em movimento, a

própria tensão gerada no estator é utilizada para excitar o campo do rotor.

A tenção alternada trifásica é retificada pelos

díodos de excitação, e a corrente que surge passa pela bobina de campo do rotor, terminal

DF do regulador, transistor TR1 e daí até a

massa. Para fechar o circuito, essa corrente de

excitação retorna ao estator passando pelos díodos retificadores negativos (D4, D5 e D6),

A tensão retificada também alimenta o

regulador de tensão, através do terminal D+, e

servirá de referência para a sua atuação.

Logo que o gerador começa a gerar, a

lâmpada indicadora de carga se apaga, pois

fica submetida à mesma tensão em ambos os

terminais, não havendo diferença de potencial

entre eles.

ALTERNADOR

FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO Alguns componentes completam o circuito: Resistor R4 - Evita

Alguns

componentes

completam

o

circuito:

Resistor R4 - Evita o excesso de corrente em TR1 quando em altas temperaturas;

Díodo D3 - Elimina efeitos da força contra- eletromotriz gerada na bobina de campo quando ocorre o corte de corrente de excitação;

Resistor R2 – É um resistor térmico, ou termistor, e varia a tensão regulada em função da temperatura. Permite obter a tensão ideal para a recarga da bateria,

Capacitor C1 – Retarda variações bruscas de tensão em R3.

ALTERNADOR

FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO Processo de Carga 3- A tensão alternada trifásica produzida no

Processo de Carga

3- A tensão alternada trifásica produzida no

enrolamento do estator é transformada em contínua pulsativa por meio da ponte retificadora trifásica, composta dos 3 díodos retificadores positivos e dos 3 negativos.

Esta tensão retificada faz surgir a corrente que é levada através da linha B+ para ser utilizada na recarga da bateria e no funcionamento dos componentes eletroeletrônicos do veículo.

Se a tensão do alternador estiver menor que

a tensão da bateria, os díodos positivos

bloqueiam a passagem de corrente no sentido da bateria para o alternador;

As

três bobinas se alteram no fornecimento

da

tensão para o circuito, ou seja, em um

determinado momento temos geração entre

as fases UW, depois VW, VU, WU e UV.

ALTERNADOR

FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO

ALTERNADOR FUNCIONAMENTO - REGULADOR ELETRÔNICO Processo de regulagem 5- A tensão na linha D+ aumenta quando

Processo de regulagem

5-

A tensão na linha D+ aumenta quando o rotor

do

alternador gira mais rápido, elevando as

tensões nos resistores R2 em paralelo com R5 e

R3.

Quando a tensão em R3 atingir o valor de tensão zener (Vz) mais a queda de tensão na junção base-emissor (VBE) do transistor TR2, do díodo zener Z2 passa a condizir simultaneamente ao transistor TR2, causando o corte de TR1.

A passagem da corrente na bobina de campo do

rotor cessa com o corte de TR1, fazendo diminuir

a tensão gerada no alternador e,

conseqüentemente, a tensão D+.

Assim a tensão R3 diminui, levando ao corte o díodo zener Z2 , que corta TR2.Neste momento, TR1 volta a conduzir levando novamente alimentação à bobina do rotor.

ALTERNADOR

REGULADOR SEPARADO DO ALTERNADOR

ALTERNADOR REGULADOR SEPARADO DO ALTERNADOR
ALTERNADOR INSTRUÇÕES RELATIVAS AO FUNCIONAMENTO • Para serviços de montagem e solda no veículo, devem

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES RELATIVAS AO FUNCIONAMENTO

• Para serviços de montagem e solda no veículo, devem ser desconectados da bateria, tanto o condutor positivo como o negativo. A mesma providência é necessária também para carga rápida da bateria.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES RELATIVAS AO FUNCIONAMENTO

• O regulador não exige manutenção. Em caso de danificação, será substituído

• Durante a revisão dos 100.000 km deverão ser substituídos os rolamentos.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES RELATIVAS AO FUNCIONAMENTO

• Baterias conectadas com inversão dos pólos provocam imediata destruição dos diodos.

• Para o teste de isolamento dos diodos retificadores e do regulador transistorizado, somente podem ser utilizadas tensões de corrente continua inferiores a 40 volts.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES RELATIVAS AO FUNCIONAMENTO

• Em virtude da baixa corrente de excitação e de uma esmerada blindagem dos anéis coletores (proteção contra impurezas e água) o desgaste das escovas, no alternador, é extraordinariamente baixo. O limite da durabilidade das escovas em alternadores alcança a revisão geral do motor, aos 100.000 km.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES RELATIVAS AO FUNCIONAMENTO

• Você é gerente de manutenção numa empresa e recebe a seguinte reclamação do condutor:

“A bateria ‘vive’ descarregada. Já troquei a bateria duas vezes e o problema persiste”.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES DEPANAGEM DO SISTEMA (ESTÁTICO)

• Verificar o estado de carga da bateria.

• Verificar se o chicote, suas ligações, massa e contatos estão perfeitos.

• Verificar a tensão da correia.

• Instale um voltímetro entre o terminal C (ou DF) e a massa, em seguida ligue a chave de ignição. O voltímetro deverá marcar de 2,5 a 3 volts.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES DEPANAGEM DO SISTEMA (DINÂMICO)

Instale um voltímetro entre o terminal A (ou B+) e massa.

Instale um amperímetro em série com o terminal A (ou B+) do alternador Caso a tensão seja nula, verificar condutores .

Funcione o veículo a 2500 rpm, com os faróis ligados

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES DEPANAGEM DO SISTEMA (DINÂMICO)

Se a tensão for mais alta, e houver problema com a bateria consumindo muita água (cheiro forte de ácido), a deficiência pode estar localizada:

No Regulador – Circuito interrompido ou em

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES DEPANAGEM DO SISTEMA (ESTÁTICO)

• Instale um voltímetro entre o terminal A (ou B+) e a massa. A tensão obtida deverá ser a da bateria.

• Caso a tensão seja nula, verificar condutores

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES DEPANAGEM DO SISTEMA (DINÂMICO)

Se a tensão for correta (13,4V e 14,6V) e houver problema com a bateria, constantemente descarregada, esta deficiência pode ser localizada:

No Alternador - Retificadores abertos ou em curto - circuito neste último caso, é comum o aparecimento de ronco ou zumbido, principalmente com a elevação do consumo.

No circuito - Maus contatos, ou fios em mau estado, entre o alternador e a bateria.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES DEPANAGEM DO SISTEMA (DINÂMICO)

Se a tensão é nula ou insignificante, a deficiência pode estar localizada:

No alternador - Enrolamentos em curto no estator ou no rotor. Mau contato entre escovas e anéis.

No regulador - Contatos oxidados ou resistência interrompida.

No circuito - Falta de massa no regulador. Mau contato ou interrupção entre os terminais C (DF) do regulador e do alternador. Mau contato na chave de ignição ou lâmpada.

ALTERNADOR

INSTRUÇÕES DEPANAGEM DO SISTEMA (DINÂMICO)

TESTE DE PRODUÇÃO MÁXIMA

ALTERNADOR

VERIFICAÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES

DIODOS

ALTERNADOR VERIFICAÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES DIODOS

ALTERNADOR

SUBSTITUIÇÃO DOS ROLAMENTOS

ALTERNADOR SUBSTITUIÇÃO DOS ROLAMENTOS

ALTERNADOR

VERIFICAÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES

ESTATOR

ALTERNADOR VERIFICAÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES ESTATOR

ALTERNADOR

VERIFICAÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES

ROTOR

ALTERNADOR VERIFICAÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES ROTOR

ALTERNADOR

NOVIDADES

ALTERNADOR NOVIDADES
ALTERNADOR NOVIDADES