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Símbolo Da Instituição Policial

NOME DA INSTITUIÇÃO POLICIAL E A FEDERAÇÃO QUE PERTENCE

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LAUDO DE PERÍCIA ICONOGRÁFICA Nº

/2008

I- APRESENTAÇÃO:

Aos três dias do mês de maio do ano de dois mil e oito, nesta cidade de Brasília-DF, na Sede do Instituto de Identificação da Polícia Civil/SSP/DF, em conformidade com a legislação e nos termos do

, do art.

XXº, inciso XX, do Decreto XX / XX, bem como do art. XX, § XX, item XX do Decreto n.º XX / XX,

foram designados pelo Diretor do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Distrito Federal, ou (nome

, os

Peritos Papiloscopistas ou (Cargo de quem vai elaborar o retrato

falado) matrícula ,

atender solicitação do Delegado de Polícia

, Autoridade Policial da

para emitirem LLaauuddoo ddee PPeerríícciiaa IIccoonnooggrrááffiiccaa ddee RReettrraattoo FFaallaaddoo, visando

,

do orgao responsavel pela atribuicao ), (Cargo do Diretor)

art. 159 ao 184; do Decreto-Lei n.º 3.689/41-CPP, art.119, § XX da Lei Orgânica do

,

matrícula

,

e

Delegacia

de Polícia, descrevendo com verdade e, com todas as circunstâncias, tudo quanto

interessar possa. A solicitação em epígrafe foi formalizada por meio do Memorando n.°

ª

referente à Oc. n.°

2008

ª

DP.

/2008

-

DP, datado de 29 de maio de 2008, protocolado naquela instituição, sob o nº. -

/2008,

Mediante a apresentação do supracitado expediente, compareceram

 

e

do fato em epígrafe que, na condição de declarantes, foram

submetidos à entrevista com técnicas específicas direcionadas para elaboração de Perícia Iconográfica. Desta feita foram fornecidos os dados supracitados a respeito do local e circunstâncias do crime, dados de

caracteres faciais, antropométricos, psico-sociais e “Modus Operandis”, bem como as características fisionômicas gerais, específicas e distintivas da pessoa descrita, para compor a imagem do Retrato Falado ora em questão, com o objetivo de auxiliar na identificação do autor do delito.

, testemunhas,

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II – FUNDAMENTAÇÃO DA PERÍCIA ICONOGRÁFICA:

O processo penal brasileiro estabelece que o Juiz formará sua convicção pela livre apreciação

da prova, artigo 157 do CPP. Destacam-se na legislação como meios de prova, regulados pelo Código de Processo Penal (CPP): o Interrogatório, disciplinado nos artigos 185 ao 196, dispositivos que foram recentemente alterados pela Lei n.º 10.792/03; a Acareação, prevista nos artigos. 229 e 230; o Depoimento do Ofendido, disposto no artigo 201, e o das Testemunhas, disposto nos artigos 202 ao 225; o Reconhecimento de Pessoas e Coisas, regulado nos artigos 226, 227 e 228; a Busca e Apreensão reguladas nos artigos 240 ao 250, e a Perícia, constante dos artigos 158 ao 184; do CPP.

A perícia, entre as categorias integrantes do instituto jurídico da prova, é aquela sob a qual

deve recair a análise da obtenção deste elemento de prova.

Pelo instituto da perícia judicial que, como meio de prova autorizado em lei, há de se fazer, através de perito, pela coleta intelectiva de elementos de prova existentes na realidade objetiva, sendo que o laudo é o instrumento (documento) expositivo do trabalho realizado." (LEAL, 2004, p. 178.) (Grifos do autor.)

Após a obtenção do elemento de prova por meio lícito e legalmente permitido tem-se, ainda, que fixar o mesmo nos autos de processo. Para tanto, se faz necessária a utilização da categoria do instrumento de prova, que se destina a materializar de modo gráfico-formal os elementos obtidos.

III - DA METODOLOGIA UTILIZADA:

O processo técnico metodológico empregado na Perícia Iconográfica consiste na utilização

de procedimentos sistematizados e cumprimentos de etapas muitas das quais imprescindíveis. A parte mais importante na elaboração de um Retrato Falado é a entrevista que se dá de uma maneira informal e natural, entretanto de forma bastante sistematizada na qual é necessário o emprego dos métodos e técnicas científicas que assegurem um trabalho lógico e que sejam facilitadores da mecânica desenvolvida Em seguida há a utilização de programas avançados de edição e editoração eletrônica de imagens que trabalham características fisionômicas de diversas etnias (testa, queixo, olho, nariz, boca e demais particularidades da face humana). Em uma terceira fase são feitas incursões artísticas com o fim de promover o acabamento e a máxima aproximação da imagem com o indivíduo descrito pelo declarante, que pode ser uma vítima ou testemunha do fato, ou ainda uma pessoa que o tenha visto em alguma outra circunstância.

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O expert, que efetua a Perícia de Iconografia Facial (Retrato Falado), possui especialização na área de Representação Facial Humana, atuando ainda nos trabalhos de Reconstituição Facial, Envelhecimento, Rejuvenescimento e Disfarces em imagens de pessoas procuradas ou desaparecidas; elaborando também os Laudos Prosopográficos e demais trabalhos referentes à Representação Facial Humana. Para tanto são necessários conhecimentos na área de Técnicas de Entrevista, Anatomia, Antropometria e Fisiologia Facial, além de noções de Psicologia no atendimento ao publico. É necessário ainda que o especialista possua vasto conhecimento sobre edição e editoração eletrônica de imagens e busque constantemente o aprimoramento no manuseio de tecnologias relacionadas, pois a construção da face é parte principal do trabalho, seja ela de natureza simples ou complexa.

Para efeito de explicações técnicas, convem mencionar que utilizamos um método inovador adotado pioneiramente pela Polícia Civil do Distrito Federal, o qual dispensa a aquisição dos tradicionais programas de “Softwares” específicos para a montagem de Retratos Falados. Desde o ano de 2005, o Instituto de Identificação de Brasília vem elaborando Retratos Falados em matiz, utilizando as imagens coloridas e atualizadas do Banco Fotográfico Criminal do Distrito Federal. Este Banco de Imagens possui cerca de 80.000 fotografias referentes aos criminosos presos e atuantes no Distrito Federal e no entorno. Ou seja, os Retratos Falados atuais são elaborados a partir de um banco genuinamente local. ( ESSA PARTE SE REFERE UNICAMENTE A COMO O TRABALHO E FEITO EM BRASILIA E VOCÊ DEVERÁ COLOCAR COMO É REALIZADO NO SEU ESTADO).

Esta técnica permite a construção da imagem com qualidade fotográfica, uma vez que utiliza um programa de editoração eletrônica a partir da captura de fotografias digitalizadas e armazenadas no Banco Fotográfico Criminal. Essas fotos são submetidas a um padrão de qualidade e enquadramento ideal para posterior tratamento e recortes das partes do rosto, que são armazenadas de forma sistemática de acordo com subclassificações de gênero, idade, cor e raça. Daí o aspecto facilitador na apresentação das peças que serão submetidas à escolha das vítimas ou testemunhas no próprio programa de editoração, onde as alterações sugeridas serão realizadas. (ESSA PARTE SE REFERE A COMO O BANCO DE BRASILIA FOI CRIADO E VOCÊ PODE CITAR COMO É O BANCO DE DADOS QUE O SEU ESTADO ADOTA OU SOBRE O SOFTWARE UTILIZADO, ETC).

Utilizamos então o Método Misto, pois este consiste na junção do Método Artístico com o Método de montagem técnica. Na primeira fase do processo, ocorre a montagem da composição

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fotográfica, momento em que o declarante escolherá, dentre as peças que estão armazenadas no Banco de Imagens, as que mais se aproximam, em termos de semelhança, com a pessoa a ser descrita. Em seguida o especialista utilizará o software de editoração para efetuar incursões artísticas, de acordo com as modificações solicitadas pela vítima/testemunha, para que do Retrato Falado fique o mais semelhante possível com a figura visualizada no momento do crime. (ESSA PARTE SE REFERE AO MÉTODO EMPREGADO).

IV – DA PERÍCIA ICONOGRÁFICA:

A realização da Perícia Iconográfica, ou seja, aquela que elabora um Retrato Falado descrito pela vítima ou testemunha do delito obtém como resultado uma imagem representativa da pessoa visualizada no momento do crime (Retrato Falado). É de extrema importância ressaltar que, apesar de todas as técnicas empregadas, a imagem final corresponde a uma definição do declarante, bem como de sua capacidade de observação, memorização e descrição. O estudo desta imagem e suas considerações são consignados e formalizados por meio deste Laudo Iconográfico utilizado como um elemento auxiliador na investigação e fixado nos autos, como um meio de prova por meio do instrumento de prova.

1º- Durante esta Entrevista foi relatado QUE:

A pessoa descrita nessa perícia foi vista de frente pela vítima no momento em que adentrou na residência. Estava com a arma em punho e obrigou a vítima entrar no banheiro juntamente com os outros moradores da casa onde permaneceu até o final da ação delituosa. O indivíduo parecia ser o lider da ação, pois agiu juntamente com outros dois homens mal visualizados que recebiam suas ordem Todos fugiram levando o carro (GM Vectra/preto/2008) e os vários objetos relatados na ocorrência policial. NESTE CAMPO DEVE SER ESCRITO COMO FOI A ABORDAGEM DO INDIVÍDUO, DE QUE FORMA A VÍTIMA PODE VISUALIZÁ-LO E O QUE OCORREU DURANTE A AÇÃO DELITUOSA DE FORMA RESUMIDA E CLARA, UMA VEZ QUE O HISTÓRICO DO FATO ESTÁ NA OCORRÊNCIA DE FORMA COMPLETA.

2º- Foram apresentadas aos declarantes (ou a vítima), as peças integrantes do Índice do Banco de Imagens, entre as quais houve a seleção das seguintes peças de caracteres faciais. NESTE CAMPO DEVE RELACIONAR O NÚMERO DAS PEÇAS ESCOLHIDAS PELA VÍTIMA E UTILIZADAS PARA A MONTAGEM DA IMAGEM.

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PEÇA

NUMERAÇÃO

BANCO DE IMAGENS

Formato de rosto

DF00642006

Pardo Claro 21-45 anos

Cabelos

DF01182007

Pardo Claro 21-45 anos

Olhos

DF03122007

Branco 21-45 anos

Nariz

DF00152008

Pardo Claro até 20 anos

Boca

DF00452008

Pardo Claro 21-45 anos

3º- Submetemos os declarantes ao detalhamento e acabamento gráfico das peças selecionadas, utilizando programa de editoração de imagens ADOBE PHOTOSHOP CS para a inserção das modificações sugeridas que foram produzidas com incursões artísticas, obtendo-se com isto a individualização Iconográfica do autor do crime representado na imagem em destaque no Anexo I, página 07.

A
A

DF00642006

B

na imagem em destaque no Anexo I, página 07. A DF00642006 B DF01182007 C DF03122007 D

DF01182007

C
C

DF03122007

D
D

DF00152008

E

07. A DF00642006 B DF01182007 C DF03122007 D DF00152008 E DF00452008 Resultado da Pericia RETRATO FALADO

DF00452008

Resultado da Pericia

C DF03122007 D DF00152008 E DF00452008 Resultado da Pericia RETRATO FALADO XXX /2008 No desenvolvimento do

RETRATO FALADO XXX/2008

No desenvolvimento do trabalho as peças foram equalizadas em tons RGB promovendo o equilíbrio do tom da pele além de várias alterações efetuadas:

(DESCREVA AS ALTERAÇÕES EFETUADAS NAS IMAGENS ESCOLHIDAS)

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A. - DF00642006: Foram acrescentdas as manchas da pele, uma vez que a vítima relatou haver acnes na pele do suspeito. O pescoço foi alterado no sentido látero- latral representando, dessa forma, a compleição forte do indivíduo. Em relação ao cabelo foi trocado pela peça B. Houve ainda a retirada do pêlo facial sendo preservada a região mentoniana, local onde foram acrescentados mais pêlos; As orelhas foram substituídas por outras mais descoladas da caixa craniana; Foi acresida ainda marcas de expressão na forma de linhas horizontais paralelas desenhadas na região frontal.

B. DF01182007: A peça foi recortada e encaixada na peça anterior e promoveu-se o

aumento no comprimento dos cabelos na região abaixo das orelhas.

C. . DF03122007: Foram feitos ajustes proporcionais e equalização de cores, visando adequar a imagem ao rosto escolhido. Alteração da cor dos olhos para o tom

castanho claro e redefinição das sobrancelhas tornando-as mais arqueadas e com menos pêlos.

D. DF00152008: Foram efetuadas alterações na pele, visando torná-la homogênea com um alongamento da raiz e um estreitamento da base no sentido látero-lateral.

E. DF00452008: Ajustes proporcionais de equalização de cores e retiradas de pêlos na região oral e promovido o estreitamento do lábio superior no sentido látero- lateal.

4º- Os declarantes foram submetidos ainda à avaliação de semelhança facial entre o Retrato Falado e a face do indivíduo descrito, estabelecendo assim uma margem variante entre 0% e 100%.

V- CONCLUSÃO:

A natureza do delito, ou seja, Roube em residência, tem características próprias relacionadas aos fatores adversos para a elaboração de bons retratos falados. Nesse caso foram constatados alguns obstáculos inibidores, inerentes às vítimas desse tipo de delito, como o estado emocional causado pelo trauma e o tempo entre o fato ocorrido e a descrição, uma vez que verificou-se que foram transcorridos cerca de 15 (quinze) dias entre o dia do fato ocorrido e o atendimento da mesma neste Instituto de Identificação. Sabe-se que a demora para encaminhar a vítimas/ testemunha para o Instituto de Identificação, causa muitas vezes, o esquecimento da imagem correta. Devido a isso durante a construção

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dessa imagem foi observado que os declarantes não estavam seguros quanto à escolha das peças, e ainda

divergiram quanto ao traje do indivíduo descrito, bem como a altura do mesmo.

Mesmo diante disso ressalta-se que os declarantes foram coerentes durante toda a elaboração

do Retrato Falado em relação às alterações sugeridas para as modificações das peças escolhidas.

Após o término do processo de montagem e individualização Iconográfica do presente

Retrato Falado, os declarantes nos certificaram que o resultado final tem 80 % de Semelhança Facial e

Física com o autor do crime ora em epígrafe.

Por fim, o Retrato Falado, em sentido jurídico processual, é uma perícia indireta, sendo

constituído de maneira subjetiva, um vez que resultante da atividade intelectiva entre quem descreve e

quem executa a elaboração do mesmo. O presente laudo visa esclarecer como foi efetuada esta perícia e as

inferências ocorridas na respectiva Representação Facial cujo principal objetivo é orientar a investigação,

transformando em uma imagem concreta as características físicas de um indivíduo, conforme a abstrata

descrição do declarante.

Nada mais havendo a consignar, os Peritos Papiloscopistas encerram o presente Laudo,

composto por 08 (oito) laudas que, lido e achado conforme, assinam acordes.

Brasília, 31 de Agosto de 2008.

Nome do 1º perito Matrícula: XXXXXXXX

Nome do 2º perito Matrícula: XXXXXXXX

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/2008

Ref. Memo n.° xxxxx/2008 - DH - Delegacia de Homicídios Protocolo n.° xxxxxx/2008

OC n.° xxxxxxxx/2008 - DH - Delegacia de Homicídios Data da elaboração: XXXXX

- DH - Delegacia de Homicídios Data da elaboração: XXXXX Sexo : Masculino Cor da Pele

Sexo: Masculino Cor da Pele: Parda Clara Compleição: Média/Forte

Local: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx -DF

Cabelos: Pretos/Cacheados/Curtos

Altura: 1,65/1,65

Peso: 60/60

Tipo Ocorrência: Roubo à residência

Os DECLARANTES:

Cor dos Olhos: Castanhos Claros Idade: 22/26a Data: xxxxxx Horário: 23:05/00:10h

XXXXXXXXXXXXXXXXXX(testemunha) XXXXXXXXXXXXXXXXXX(vítima)

Arma: Revólver inoxidado de cano curto Traje : USAVA VESTES SEMELHANTES A DE UM "ROQUEIRO" E ESTAVA DE CAMISETA BRANCA E LARGA. Observações : AUSÊNCIA DO DENTE FRONTAL SUPERIOR ESQUERDO.

Histórico : A pessoa descrita foi vista de frente pelas vítimas no momento em que adentrou na residência. Estava com a arma em punho e obrigou-as a entrar no banheiro juntamente com os outros moradores da casa onde permaneceram até o final da ação delituosa. O indivíduo parecia ser o lider da ação, pois agiu juntamente com outros dois homens mal visualizados que recebiam suas ordem. Todos fugiram levando o carro (GM Vectra/preto/2008) e os vários objetos relatados na ocorrência policial. Em termos de semelhança, o informante deu nota 8 ao presente Retrato Falado.

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