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DIREITO CONSTITUCIONAL

PRIMEIRA AULA:

-> Junto à constitucional estudar também a LICC. Importante.

Página 159 do livro material tem a lista de artigos que caem.

Arts.: 5º, 12, 14, 24, 34 a 36, 53, 58, 60, 62, 69, 80, 81, 85, 86, 93, 95, 97, 102, 103-A, 105 (atualizado), 109, 127 a 130. Verificar EC/48 ou 49.

Ordenamento - Somatória da Constituição + normas infraconstitu

Jurídico

cionais (abaixo da CF).

A CF é lei fundamental e limite de poder dentro do Estado.

Nada pode contrariar a CF, nem EC já incorporada. NADA. Normas infraconstit. – regulamenta direitos – abaixo da CF.

Ordenamento

Jurídico

regulamenta direitos – abaixo da CF. Ordenamento Jurídico Constituição Normas Infraconstitucionais – regulamentar.

Constituição

Normas Infraconstitucionais – regulamentar.

Ordenamento ---------- CF/88

Jurídico

Brasileiro ------------ CP, CPP, CLT, CPC, CC etc.

Jurídico Brasileiro ------------ CP, CPP, CLT, CPC, CC etc. ----------- 26 Constit. Estaduais + L.O. DF
Jurídico Brasileiro ------------ CP, CPP, CLT, CPC, CC etc. ----------- 26 Constit. Estaduais + L.O. DF

----------- 26 Constit. Estaduais + L.O. DF e Munic.

------------- Leis Infraconst., Microsistemas etc.

PRINC. DA SUPREMACIA DA CF. – Nada pode contrariar.

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE

É fundado no princ. da supremacia da CF. Verifica se a norma infra é constitucional ou ato jurídico está de acordo com a CF ou não. Pois ela é SUPREMA.

CLASSIFICAÇÃO DAS CONSTITUIÇÕES

Quanto a Forma:

- Escrita – órgão constituinte que fez documento único e solene, que estrutura o Estado.

Quanto a Elaboração:

- Dogmática – órgão constituinte que estabeleceu os princípios e pontos fundamentais dos Estados.

Quanto a Origem:

- Popular – eleição para um órgão constituinte (assembléia) que fará uma constituição e esta será promulgada.

O povo elege a assembléia constituinte que faz a constituição.

Quanto a Extensão:

- Analítica – longa, possui normas materialmente e formalmente constitucionais.

Materialmente: estruturam o Estado – importantíssima. São normas que se retiradas da CF o Estado não existe completo.

Formalmente: chamadas de constitucionais porque estão escritas na CF. Ex: meio ambiente, família, desporto, índios etc. São normas que se retiradas da CF o Estado existe normalmente.

Quanto a Função: Objetivo:

- Dirigente – estabelece programas a serem desenvolvidos, saúde, transporte, seguridade social. Estado dirige outros sistemas. EC/48 – art.215, $ 3º, CF.

- Garantia – protege o Estado e os particulares, art.37 “caput”.

Ex: Legalidade tributária, penal, remédios constitucionais etc.

Quanto a Estabilidade ou Mutabilidade ou Alterabilidade: CAI**

- Rígida – tem processo formal, solene, e mais difícil de ser alterada do que uma lei ordinária ou comum.

Lei ordinária – alterada pela maioria simples ou relativa.

CF rígida – maioria qualificada para alterar.

Para modificar a CF:

Art.60 $ 2º ->

3/5
3/5

2 TURNOS

2 CASAS

Fenômenos ou teorias que surgem com uma nova CF:

REGRA: a nova CF revoga a CF anterior.

FENÔMENOS

1º Recepção: a nova CF recebe normas infra da CF anterior, desde que não afronte a nova CF.

NI NI CF Antiga Nova CF
NI
NI
CF Antiga
Nova CF

Desde que não contrarie a nova CF. A lei anterior continua existindo. Ex.:

Lei 1.079/50.

2º Desconstitucionalização: a nova CF recebe a CF anterior como

norma infraconstitucional. ISSO NÃO EXISTE NO BRASIL

.

Não pode pegar norma constitucional e transformar em infra.

3º Repristinação: a

anteriores, que haviam sido revogadas. ISSO NÃO EXISTE NO BRASIL Não pode nova CF trazer novamente à vida norma infra revogada.

nova

CF

revigora normas infra

de

OBS.: $3º, art. 2º da LICC – DL 4.657/42

->

Ver.

CF

Lei infra isso pode ocorrer.

Lei infra isso pode ocorrer. Deve ser expresso que a lei velha volta a valer.
Deve ser expresso que a lei velha volta a valer.

Deve ser expresso que a lei velha volta a valer.

LEI VELHA - LEI REVOGADORA - LEI NOVA Traz de novo à vida a lei
LEI VELHA
-
LEI REVOGADORA
-
LEI NOVA
Traz de novo à vida a
lei antes revogada
porque revoga a lei
revogadora. Na infra.

* Lei revogadora revoga a lei velha. Vem lei nova e revoga a lei revogadora, então a função única da lei revogadora é perdida em função da sua revogação. Assim, a lei velha volta à vigência.

Eficácia

das

decisões

do

STF

constitucionalidade (ADIN genérica):

Lei A -----> Lei B revoga a lei A. ADIN declara lei B inconstitucional. Automaticamente volta a valer a lei A.

em controle concentrado de

Ressurreição de lei morta no plano infra.
lei morta no plano infra.Ressurreição de

5º Aplicabilidade das normas constitucionais:

- normas constitucionais quanto a sua eficácia, efetividade ou aplicabilidade.

 

PLENA: não depende de regulamentação de norma infra. São auto aplicáveis, independentes.

 

CONTIDA:

não

depende de

regulam. de norma

infra.

 

Redutível ou restringível.

 

LIMITADA: depende

 

de norma regulamentar, norma infra

.

Ex.: art.18, $3º - art.5º, XXXII – art.7º, XXVII.

 

EFICÁCIA

Plena

:

dedo indicador – não depende de outro dedo para quase

Contida

:

tudo, pode fazer sozinho. dedo médio – para algumas coisas depende de outro dedo, para algumas ele sozinho serve.

Limitada.: dedão –

não faz nada sem o auxílio de outro dedo,

.

sozinho não serve para nada

PLENA E

de outro dedo, . sozinho não serve para nada PLENA E Não tem lei. O texto

Não

tem

lei.

O texto diz segundo a lei
O texto
diz segundo
a lei

CONTIDA: ambas não dependem de regulamentação.

- Mas a CF autoriza o legislador ordinário (congresso) REDUZIR direito previsto na CF – Art.5º, XIII, XV e LVIII.

LIMITADA: Constitutiva- cria novos órgãos ou entes do Estado.

Programática- estabelece programas a serem

desenvolvidos. Ex: seguridade social.

* a CONTIDA é a que mais cai, é a intermediária .

PODER CONSTITUINTE

1-

ORIGINÁRIO: a primeira ou uma nova CF.

Ex: iraque terá uma

nova CF, pois ainda não tinha. O povo elege uma assembléia que faz uma nova CF. É originário, não adveio de nenhuma. É soberano, inicial, ilimitado, incondicionado, independente. (PODE TUDO).

2-

DERIVADO:

derivado

de

reforma ou

emenda.

Depende do

originário. Possibilidade de mudança pelo poder reformador

.

Art.3º ADCT + art.60 CF.

Muda o que já existe.

 

3-

DERIVADO DECORRENTE: existe em Estados federais (Brasil).

Distribuição de competência entre União, Estados membros, DF e Municípios. Ver arts. 25 “caput”, 29 LO Munic. e 32 LO DF.

É

derivado

porque

não

pode

tudo,

e

decorrente

da

distribuição de competência dada pela União.

 

Derivado de reforma (2) é o que mais cai.

Art.3º ADCT – Emenda Constitucional de Revisão. Após 5 anos de existência, por maioria absoluta, pelo congresso em sessão unicameral (1 sessão, 1 vez). Só existem 6 na CF/88.

EMENDA À CF – ART. 60 CF

a) PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO – PEC

-

1/3 por
1/3
por

da Câm. Deputados Ou Senado

 

-

iniciativa do presidente

 

-

mais de

 

½ da Assembléia Legislativa

Esses dois começam no senado.

da Assembléia Legislativa Esses dois começam no senado. CASAS Congresso, Câm. Deputados ou Senado 1ª Câm.

CASAS

Congresso, Câm. Deputados ou Senado
Câm. Deputados ou SenadoCongresso,

Câm. Dep. -> 3/5 + 3/5 = 4 votações – ainda falta promulgar.

Senado

-> 3/5 + 3/5 = 4 votações – ainda falta promulgar.

FÓRMULA:

3/5
3/5

2 TURNOS

2 CASAS

b) PROMULGAÇÃO – mesa da Câm. Dep. e mesa do Senado.

E/C – Não existe sanção ou veto.

E/C – Não existe sanção ou veto. Presidente não participa se ele não propôs.
Presidente não participa se ele não propôs.

Presidente não participa se ele não propôs.

Existe

limitação circunstancial

que impede modificação da CF:

Não pode

mudar CF

Não pode mudar CF - Intervenção Federal, 34. - Estado de Defesa, 136. - Estado de
Não pode mudar CF - Intervenção Federal, 34. - Estado de Defesa, 136. - Estado de

- Intervenção Federal, 34. - Estado de Defesa, 136. - Estado de Sítio, 137.

- Intervenção Federal, 34. - Estado de Defesa, 136. - Estado de Sítio, 137.

LIMITAÇÃO TEMPORAL:

A

E/C

rejeitada

pode

ser apresentada na próxima sessão

legislativa, no próximo ano. De um ano para outro.

 

LIMITAÇÃO MATERIAL:

Cláusulas pétreas ou Núcleos Const. Intangíveis ou Cernes fixos.

Forma Federativa: União, Estados, DF e Municípios. Separação dos Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

OBS.:

dos Poderes : Legislativo, Executivo e Judiciário. OBS.: OBRIGATORIEDADE DO VOTO NÃO É CLÁUSULA PÉTREA. -

OBRIGATORIEDADE DO VOTO NÃO É CLÁUSULA PÉTREA.

-

Mas o voto é obrigatório para maiores de 18 anos.

 

-

É

facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos ou pessoas

entre 16 e 18.

 

-

Não podem alistar-se como eleitores: os estrangeiros, os

 

conscritos durante o serviço militar obrigatório.

 

-

São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos

.

SEGUNDA AULA:

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE

->

Despenca na OAB**

Ordenamento

Jurídico

---> Constituição: Lei fund. e limite de poder. ---> Normas Infra: Função reguladora, detalhar.

---> Constituição: Lei fund. e limite de poder. ---> Normas Infra: Função reguladora, detalhar.

Normas Infra Constitucionais não podem contrariar a CF; Princípio da Supremacia da Constituição Federal.

Nem Norma Infra nem Emenda Constit. pode contrariar a CF.

INCONSTITUCIONALIDADES = Contrário à Constituição –

* Cai na OAB só a Federal.

FEDERAL

ESTADUAL

MUNICIPAL

- Ver se a Norma Infra ou o Ato Jurídico (decreto etc.) está de acordo com a CF.

- O Controle de Constitucionalidade verifica a compatibilidade vertical que necessariamente deve haver entre Norma Infra ou Atos Jurídicos e a CF.

INCONSTITUCIONALIDADE POR AÇÃO OU POR OMISSÃO

-> Cai demais*

INCONST. POR AÇÃO – Feito lei ou ato jurídico qualquer contrário à CF, ao que a CF dita como regra.

qualquer contrário à CF, ao que a CF dita como regra. Pode ser: FORMAL – Violação

Pode ser:

FORMAL – Violação de um procedimento previsto na CF, sua forma. Iniciativa Reservada. MATERIAL- Matéria protegida, como cláusula pétrea. Art.60 CF. Especiais, direitos e garantias

individuais, Art.5º é pétreo.

INCO. POR OMISSÃO

Norma Constitucional de Eficácia Limitada

 

NÃO REGULAMENTADA.

 

Tem direito na CF

,

 

Art.7º, XXVII,

não consegue exercer por

 

falta de regulamento

. Ex: direito de greve

do servidor público, não tem lei que regulamenta ainda. O assunto é OMISSO.

Cabe Mandado de Injunção ou

 

ADIN Supridora de Omissão (especial).

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE PREVENTIVO (a priori)

Antes da lei existir, ainda é projeto.

PODER LEGISL. – CCJ

: Comissão de Constit. e Justiça

.

PROJETO

DE LEI

PODER
PODER

EXECUT. – Controle Preventivo.

 
 
  Veto   por inconstitucionalidade  

Veto

 

por inconstitucionalidade

 

.

Ordem pública – Veto político Inconstituc. – Veto jurídico .

Ordem pública – Veto político Inconstituc. – Veto jurídico

.

Antes de

.

existir. Ainda é projeto. ----> Passou por 3 câmaras ( CCJ / Câm.Dep. / Sen.Fed.)

CONGRESSO NACIONAL

câmaras ( CCJ / Câm.Dep. / Sen.Fed. ) CONGRESSO NACIONAL CÂMARA DEPUTADOS SENADO FEDERAL Projeto de

CÂMARA DEPUTADOS SENADO FEDERAL

Projeto de Lei passa pelas 2 casas.

Só na esfera federal isso.

CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE REPRESSIVO (a posteriori

)

Ocorre depois que a lei já foi promulgada

.

-

Lei ou ato normativo efetivo, em vigor, valendo.

 

-

Antes disso é controle preventivo, feito por CCJ e 2 casas.

-

A

posteriori é o Judiciário que faz, via de regra

.

 

CONTROLE

– incidental - entre partes

Caráter egoísti co, protege a

DIFUSO

- caso concreto

si apenas, não

- via de defesa

atinge todos,

JUDICIÁRIO a posteriori

- via exceção

só aquele caso.

 
 

CONTROLE

- abstrato - em tese

Protege ordena- mento jurídico,

CONCENTRADO

- principal

a todos, geral,

- via ação

erga omnes, ou

- ação direta

seja, contra a Lei, que vale para todos.

 

DIFUSO:

- FORO: QQ. juiz ou tribunal para aquela matéria.

- Qualquer pessoa pode pleitear.

- Tem eficácia apenas entre as partes.

CONCENTRADO: - FORO: Contrário Const. Federal = STF Contrário Const. Estadual = TJ Matéria especial, Trib. especial (militar)

-

Legitimidade Especial Ativa – Art.103, CF – REGRA

Ver

Art.103 CF.

-

IMPORTANTE: Conselho FEDERAL da OAB pode também.

 

-

ADIN INTERVENTIVA FEDERAL só o PGR pode - EXCEÇÃO

-

Tem eficácia “erga omnes” e Vinculante

.

-

Art.102, $2º - VINCULA TODOS OS DEMAIS ÓRGÃOS JUDICIAIS, A ADM. PÚBLICA DIRETA E INDIRETA, SEJA FEDERAL, ESTADUAL OU MUNICIPAL, ficam todos vinculados. -> CAI*

Art.103-A CF –

Súmula Vinculante no Controle de

Súmula Vinculante no Controle de Constitucionalidade, com quorum de 2/3.
Constitucionalidade, com quorum de 2/3.

Constitucionalidade, com quorum de 2/3.

CONTROLE CONCENTRADO CABEM 5 AÇÕES:

1- ADIN Genérica.

2-

3- ADIN Supridora de Omissão. 4- ADECON Declaratória de Constitucionalidade. 5- ADPF – Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental.

ADIN Interventiva. (Só o Procurador Geral pode propor)

Ver Leis:

9868/99 + 9882/99 -> sobre as ações acima.

Norma tem que ter AGA:

Abstração Generalidade – atinge todos. Autonomia – existe por si.

-

JUDICIÁRIO pode fazer controle preventivo também: Quando julga

 

Mandado de Segurança de projeto de lei inconstitucional.

 

-

CONGRESSO pode fazer controle preventivo também: Quando

 

Congresso rejeita MP, ainda não vigente.

 

1

ADIN GENÉRICA: protege ordenamento jurídico.

 

-

Lei ou Ato Normativo contrário à CF;

- Emenda Constitucional ou MP contrária à const. Fed. ou Est.

-

Legitimação Art.103 CF ->

Foro STF

 
Quorum instalação – 8 – 2/3 membros; Quorum aprovação - 6 – maioria absoluta;

Quorum instalação – 8 – 2/3 membros; Quorum aprovação - 6 – maioria absoluta;

-

Eficácia “erga omnes” e Vinculante – Poder Jud. / Adm. Pública, Direta / Indireta – Federal, Estadual, Municipal;

-

“Ex tunc” – REGRA;

 

-

“Ex nunc” – EXCEÇÃO – 2/3 STF

 

2

ADIN SUPRIDORA DE OMISSÃO: norma constitucional de eficácia

limitada não regulamentada.

 

-

Lei não detalhou direito constitucional;

-

Legitimidade do Art.103 – Foro STF Quorum instalação – 8 – 2/3 membros; Quorum aprovação - 6 – maioria absoluta;

do Art.103 – Foro STF Quorum instalação – 8 – 2/3 membros; Quorum aprovação - 6

-

Dar ciência ou fazer em 30 dias - $2º, 103, CF.

-

Ciência: Poder competente foi omisso, Legislativo não resolve.

-

Fazer: Órgão Adm. não regulamentou, deve faze-lo, executivo.

3

ADIN INTERVENTIVA: 34 à 36 Constituição Federal ou Estadual. Violação dos princípios constitucionais sensíveis, expressos, Art.34, VII, CF.

-

Legitimação ativa – Procurador Geral República – Chefe do MPU;

-

Foro STF – instalação 8, aprovação 6 + Decreto Presid. Repúbl.

-

Requer obrigatoriamente Decreto do Presidente da República;

-

Quando município desrespeita princípio da constituição do Estado, é Decreto do Governador do Estado;

-

Legitimação ativa – Procurador Geral de Justiça – Chefe MPE;

-

Foro TJ – instalação 2/3 – aprovação maioria absoluta, 97 CF;

OBS.: Não existe intervenção distrital (DF).

4

ADECON: lei ou ato normativo federal contraria à CF.

- Igual ADIN Genérica, pouca diferença;

- Requer processos judiciais – União perdendo;

- Supremo declara a constitucionalidade;

- Nome não vincula – Supremo pode declarar inconstitucional;

- Legitimação ativa, 103 CF – Foro STF;

- “Erga omnes” e Vinculante. Vincula Poder Judiciário, Adm. Pública, Direta e Indireta, Federal, Estadual e Municipal.

Depois da EC/45 – todos os do art. 103 da CF.

OBS.: ADIN Genérica e ADECON eram chamadas Ações Dúplices ou Ambivalentes, pois podem declarar CONSTITUCIONALIDADE bem como INCONSTITUCIONALIDADE. O nome da ação não vincula decisão, Ex: ingressa com ADECON e STF declara inconstit.

5 – ADPF: Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental.

- Violação ou lesão de preceito fundamental;

- Lei fundamental de Estado;

- Órgão Público causou a lesão;

- Lei ou Ato Normativo Federal ou Estadual, Municipal NÃO.

- A lei não poderia ampliar competência do STF, portanto, não se aplica ao município.

- Lei revoga Lei;

- ADPF única que pode analisar lei municipal contrária à CF;

- Legitimação ativa – Art.103 CF – todos podem propor;

- Foro é STF, instalação 8, aprovação 6;

- “Erga omnes” e Vinculante ao Poder Judiciário, Adm. Pública, Direta e Indireta, Federal e Estadual.

PODE PROPOR QUALQUER DESSAS: Procurador Geral da República;

COMPETÊNCIA EM TODOS OS CASOS: Sempre competente o STF.

TERCEIRA AULA:

FEDERALISMO ou FORMA FEDERATIVA DE ESTADO

- É cláusula pétrea. Art.1º, 18, 60, $4º, CF.

- DIVISÃO DE COMPETÊNCIAS = FORMA FEDERATIVA:

União – Estados – DF – Municípios

UNIÃO - Pessoa jurídica de direito público interno e externo.

ESTADO -

Bicameralismo só existe na esfera federal, são dois

Bicameralismo só existe na esfera federal, são dois

órgãos que formam a mesma casa

Bicameralismo só existe na esfera federal, são dois órgãos que formam a mesma casa

. (Câm.Dep. e Senado).

São 26. Art.18, $3º, CF, criar novo Estado. São 26 Assembléias Legislativas.

CF, criar novo Estado. São 26 Assembléias Legislativas. Criar novo Estado precisa Plebiscito + Lei Complem.

Criar novo Estado precisa Plebiscito + Lei Complem.

MUNIC . - 5560 municípios. Sua norma fundamental é a Lei Orgânica do Município, não
MUNIC
.
-
5560 municípios. Sua norma fundamental é a Lei
Orgânica do Município, não existe Constituição.
Criar novos municípios. Art.26, $4º, CF:
-
Estudo de viabilidade
;
-
Plebiscito entre população interessada
;
-
Lei estadual
;
-
Prazo estabelecido por lei complementar Federal
.
DF
-
Art.32 CF – DECORAR TODO ARTIGO, PRINCIPALMENTE CAPUT
.
Norma fundamental = Lei Orgânica
.
Poder Legislativo do DF = Câmara Legislativa = só DF
.
Não existem municípios no DF
.
Não existe intervenção distrital
.
Chefe do executivo = é o Governador do DF
.
Competência Legislativa Cumulativa. Art.32, $1º, CF.
-
Tem conteúdo Estadual e Municipal (cumulativo
).
TERRITÓRIOS
Art.33, CF.
FEDERAIS
Atualmente não existe nenhum. Mas pode existir
.
Eram regiões que União cuidava, mas nenhum Estado
Queria para ele como seu território.
Art.35, 2ª parte, CF –
Intervenção Federal em
municípios só se eles forem localizados em
territórios federais.
VEDAÇÕES EXISTENTES QUANTO AO FEDERALISMO
VER = ART. 19, I, II, III, CF.
COMPETÊNCIA LEGISLATIVA E ADMINISTRATIVA (ART.21 CF)
CAI*
Legislativa
: aptidão para realizar algo.
Administrativa: não legislativa.
Compet. Legisl.
Compet. Legisl.
EXCLUSIVA: Ex: Art.21 só UNIÃO. - (
PRIVATIVA: Ex: Art.22 só UNIÃO. - (
Não delega
)
pode delegar
)
Delega mediante lei complementar aos
Estados membros
. Art.22, P. Único. CF

Compet. Legisl. COMUM

: Art.23 – qualquer um pode legislar.

Compet. Legisl. CONCORRENTE: Art.24 – ao mesmo tempo:

1ª União faz normas gerais – leis federais - $1º 2ª Estados podem suplementar – leis estaduais – leg. Fed. - $2º 3ª Inexistindo lei fed. os Estados legislam plenamente - $3º (normas gerais e normas especiais = lei estadual) CAI* Para atender suas peculiaridades (no seu território) 4ª Superveniência de lei federal SUSPENDE a eficácia da lei estadual no que for contrário - $4º Existe possibilidade de coexistência entre leis federal e estadual (concorrente).

INTERVENÇÃO FEDERAL (34 ao 36, CF)

Intervenção

UNIÃO – ESTADO UNIÃO – DF

1

DE OFÍCIO: I, II, III e V – Presidente da República ouve 2 conselhos e decreta, o congresso confirma.

2

SOLICITAÇÃO DOS PODERES: IV –

-

EXECUTIVO

Coagido em função típica nas unidades federativas.

-

LEGISLAT.

Chefes requisitam ao Pres. Rep. – Segue o 1º.

-

JUDICIÁRIO

Coagido, presidente TJ pede para STF a interv. e STF faz requisição judicial (3º). Não ouve os 2 conselhos e não tem controle.

3

REQUISIÇÃO JUDICIAL: VI e VII – Judiciário coagido (TJ) pede para STF a interv. e este faz requisição judicial ao Presidente da República. Podem: TJ, TSE e STF.

PROCEDIMENTO:

- De Ofício e Solicitação dos Poderes Legisl. e Exec. coagidos:

1º Presid. Rep. ouve 2 conselhos = Conselho da República, e Conselho de Defesa Nacional. 2º Presidente Decreta = pois só por decreto intervenção federal.

3º Controle Político = feito pelo Congresso que confirma ou não.

ESTADO DE DEFESA (ART.136 CF)

- Ameaça à ordem pública ou paz social – INTERNO.

- Grave e iminente instabilidade institucional do Estado.

- Calamidades de grande proporção na natureza.

- PRAZO: 30 dias, prorrogável por mais 30 dias. Máximo de 60 dias.

PROCEDIMENTO:

1º Presid. Rep. ouve 2 conselhos = Conselho da República, e Conselho de Defesa Nacional. 2º Presidente Decreta = tem que se decreto.

3º Congresso faz o controle político:

a) Confirma o Decreto;

b) Controle concomitante, 5 membros da mesa vão acompanhar;

c) Controle sucessivo, ao final o presid. relata por mensagem ao congresso.

EXCEÇÃO: Direitos fundamentais limitados por decreto do presidente. (é pétrea mais pode) ????????????????????

ESTADO DE SÍTIO (ART.137 a 139 CF)

- Comoção grave de repercussão nacional – INTERNO.

- Prazo 30 dias + 30 dias + 30 dias

- Resposta à agressão armada estrangeira, guerra – EXTERNO.

- Em caso de guerra não há prazo, indeterminado. “Em caso de guerra eu vou para o sítio” – Lembrar.

até resolver.

PROCEDIMENTO:

1º Presid. Rep. ouve 2 conselhos = Conselho da República, e Conselho de Defesa Nacional. 2º Pede autorização ao Congresso = Controle político PRÉVIO.

3º Aceito pelo congresso DECRETA o estado de sítio.

4º Controle político = Congresso:

- Concomitante – 5 membros da mesa vão acompanhar.

- Sucessivo – ao final o presid. relata por mensagem.

Se o Presidente não seguir estes passos há

INCONSTITUCIONALIDADE, pois é imposto pela CF.

NORMAS COMUNS ENTRE OS 3 INSTITUTOS:

(INTERVENÇÃO FEDERAL) (ESTADO DE DEFESA) (ESTADO DE SÍTIO)

- São chamadas de Legalidades Extraordinárias.

- São criadas por Decreto do Presidente da República.

- São temporárias e excepcionais.

- Em REGRA ouve-se os 2 conselhos (órgãos consultivos) Salvo Intervenção Federal por Requisição Judicial (STF).

QUARTA AULA:

PODER LEGISLATIVO NO BRASIL Veja quadro sistemático anexo.

MESAS: órgãos diretivos de uma casa.

1 – presidente

/

2 – vices

/

4 - secretários

- Declara perda de mandato, seu membro.

- Promulga EC – 2 mesas CÂM e SEN. – art.60, §3º, CF.

- Existe em todas as casas.

- Presidente da mesa é o presidente da casa – dirige a casa.

- Só na esfera federal tem 3 mesas.

Mesa Câmara Mesa Senado Mesa Congresso = os 2 acima juntos (câmara + senado) Presidente do senado preside o congresso.

COMISSÕES PARLAMENTARES

Parlamentares: existem sempre. CPI – art.58, §3º, CF – investigar algo interesse do Estado.

Requisitos:

- 1/3 dos membros devem assinar.

- investiga fato determinado a prazo certo.

- poderes próprios das autoridades judiciais.

- conclusões são encaminhadas ao MP.

- o MP promove responsabilidade civil e criminal dos infratores.

NENHUMA CPI PODE:

- Determinar interceptação telefônica – só judiciário em processo criminal em que a lei autoriza tal meio de prova.

Existem: CPI Federal CPI Distrital (DF = estadual e municipal) CPI Municipal (câmara de vereadores)

FUNCIONAMENTO DO CONGRESSO NACIONAL

SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA: (Anual – se houver uma rejeição MP e EC; somente no próximo ano)

- Existe de: 15/02 até 30/06 01/08 até 12/12

- Recesso: (descanso) – 01 a 31 julho

- Legislatura: é o período de 4 anos

- Sessão legislativa ordinária: período diário – a cada 15 dias é a noite.

- Sessão legislativa extraordinária: são as convocações durante recesso.

- Sessão Extraordinária (horas extras) – além do horário (sábados, domingos e feriados).

e

16/12 até 14/02

IMUNIDADE PARLAMENTAR (art.53 CF)

A) MATERIAL (inviolabilidade): os parlamentares são imunes civil

e criminalmente por suas opiniões, palavras e votos no

exercício da atividade parlamentar. (calúnia, injúria, difamação). Todos os parlamentares nas suas áreas de circunscrição, ex.: vereador é dentro do município.

B) FORMAL (também chamada propriamente dita) é a possibilidade de suspensão da prisão e do processo por maioria absoluta dos membros da respectiva casa. Somente por ser crime inafiançável e em flagrante delito. Suspenso o processo está suspenso a prescrição.

- Vereador não tem imunidade FORMAL.

- Quem possui? Os Deputados Federais, DF e Estaduais, e os Senadores.

PERDA DO MANDATO (art.55 CF)

- Quem tem que declarar a perda do mandato é a mesa da

respectiva casa.

FALTA DE DECORO PARLAMENTAR: processo de cassação, perda do mandato.

POR

FALTA DE ASSIDUIDADE: faltar mais de 1/3 da sessão legislativa

sem

justo motivo, perde o mandato.

ESPÉCIES NORMATIVAS

ART. 60 CF – a constituição poderá ser emendada mediante proposta:

I

– de 1/3 dos membros da Câmara Deputados ou do Senado.

II

– do Presidente da República.

III

– mais da metade da assembléia legislativa dos Estados.

§2º

- Congresso vota em 2 turnos, 2 casas, 3/5 dos membros.

Ler arts. 5º, §3º e 60, §2º, da CF.

§3º - Promulgação pelas Mesas da Câmara Deputados e do Senado.

* Não pode haver emendas à CF durante: Intervenção Federal,

Estado de Defesa e Estado de Sítio.

§4º - Emenda à CF não poderá atentar contra:

.

a forma federativa de Estado;

.

o voto direto, secreto, universal e periódico;

.

a separação dos poderes;

.

os direitos e garantias individuais.

§5º - a mesma matéria que foi proposta de emenda e foi rejeitada, só pode voltar como proposta novamente na próxima sessão legislativa (próximo ano).

- O art.60, §4º, e seus incisos trazem as CLÁUSULAS PÉTREAS.

- O art.5º é cláusula pétrea porque acoberta grande parte de direitos e garantias fundamentais.

LEI COMPLEMENTAR

- Só uso lei complementar quando a CF determine especificidade de matéria, ou seja, necessidade de esclarecimento sobre ela.

- Art.69, CF, as leis complementares são aprovadas por maioria Absoluta = total de membros.

* Lei Ordinária =/= Lei Complementar

- Lei Ordinária é uma Lei Comum, e a lei determinada pela lei

federal, feita pelo Congresso Nacional, tem que passa pelas duas casas, “bicameralismo”, deputados federais e senado federal.

- É aprovada por maioria simples ou relativa (leva em consideração

os presentes) no mínimo a maioria absoluta para extrair a maioria

simples. Ex.: de 100 senadores, presentes 55 pode ocorrer a votação.

INICIATIVA RESERVADA

- Apenas 2 pessoas podem apresentar projetos de lei.

- Somente o Presidente da República, art.61, §1º, inc. I e II.

- Se houver violação da iniciativa reservada, isso caracteriza inconstitucionalidade formal (violação de um procedimento), inconstitucionalidade material (cláusula pétrea).

MEDIDA PROVISÓRIA

- art.62 CF

- Quem pode adotar (editar)? = Presidente da República.

- Em que situações? = Em caso de Relevância e Urgência.

Restrições à MP: (não pode existir MP)

- nacionalidade, cidadania, direitos políticos e eleitoral;

- direito penal, processual penal e processual civil;

- organização do poder judiciário e do Ministério Público;

- planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o 167, §3º.

-> Medida Provisória pode criar CRÉDITOS EXTRAORDINÁRIOS para atender a despesas imprevisíveis (guerra, calamidade públ.).

-> MP não pode determinar detenção, seqüestro de bens de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro.

-> MP nasce para ser convertida em Lei Ordinária (lei federal).

-> MP que implique em instituição ou majoração de impostos só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte.

-> MP pode criar e aumentar tributos: quais?: impostos. Sujeito ao princípio da anterioridade, deve respeitar a noventena.

-> MP não pode mexer nos impostos sobre: Importação, Exportação, IPI, IOF – Somente através de decreto.

IMPOSTO EXTRAORDINÁRIO EM CASO DE GUERRA

PRAZOS:

- art.154, II, CF

- 60 dias prorrogável por mais 60 dias. No máximo 120 dias, porém durante o recesso o prazo fica suspenso, mas a MP continua vigendo.

- Destrancamento de medida de urgência – 45 dias após a publicação.

-> Presidente da República edita a MP; -> Câmara dos Deputados e Senado Federal aprovam; -> Presidente do Senado vai promulgar; -> Edita; -> Publica; -> Virou Lei Federal.

- Se houver alteração da proposta original, vai seguir o caminho da lei ordinária.

LEI DELEGADA - art.68, §1º, CF

- Quem edita é o Presidente da República, tem que pedir autorização para o Congresso Nacional.

=/= MP e Lei Delegada: Na delegada o Presidente tem que pedir licença para o Congresso, através de uma resolução, porque ela é lei definitiva. A MP não é definitiva, ela nasce para se tornar lei ordinária. MP não precisa de autorização do Congresso.

DECRETO LEGISLATIVO – CONGRESSO NACIONAL

- Art.49, CF – as atribuições do Congresso Nacional.

- RESOLUÇÃO: pode ser da Câmara, do Senado ou do Congresso.

OBS.: Art.52, X, CF. – resolução do senado, controle difuso, recurso extraordinário.

- Resolução do Congresso, autorizando o Presidente a fazer Lei Delegada.

PODER EXECUTIVO NO BRASIL

PODER

EXECUTIVO

NO BRASIL

FEDERAL – Brasileiro nato, art.12, §3º, CF. - Presidente da República, Vice, Ministro de Estado.

ESTADUAL – 26 Estados. Governador e Vice, auxiliados por secretários estaduais.

DISTRITAL – Governador e Vice, auxiliados por secretários distritais (art.32 CF).

MUNICIPAL – Prefeito e Vice, auxiliados por secretários municipais.

- Nós temos 27 governadores no Brasil – 26 Estados + o DF.

- Mandato do Poder Executivo – 4 anos – reeleição 1 vez.

- Período subseqüente.

Reeleição em todas as esferas:

1º turno = 1º domingo de outubro – conseguir a maioria absoluta dos votos válidos (total menos brancos e nulos). 2º turno = último domingo de outubro – (os dois mais votados).

OBSS.: - O sistema de eleição é o sistema majoritário absoluto. - Municípios com 220 mil eleitores se têm um só turno, sistema majoritário relativo ou simples é o mesmo para senadores.

Art.80, CF.

Vagando os cargos de Presidente e Vice, assumem nesta ordem:

1º- Presidente da Câmara dos Deputados; 2º- Presidente do Senado Federal; 3º- Presidente do STF.

Art.81, CF.

- Se o Presidente e o Vice morrerem (nos 2 primeiros anos do

mandato) far-se-á nova eleição DIRETA, FEITA PELO POVO.

- Se o Presidente e o Vice morrerem (nos 2 últimos anos do

mandato) far-se-á eleição PELO CONGRESSO NACIONAL (NÃO POVO).

PROCESSO DE IMPEACHMENT – IMPEDIMENTO – Arts. 85 e 86, CF.

- Ocorre quando o Presidente comete crime de responsabilidade.

São Crimes de Responsabilidade os atos que atentem contra:

1- a existência da União; 2- o livre exercício do Poder Legislativo, Poder Judiciário, do Ministério Público e das unidades da federação; 3- o exercício dos direito políticos, individuais e sociais; 4- a segurança interna do país;

5-

a probidade na administração;

6-

a lei orçamentária;

7-

o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

FASES DO IMPEACHMENT

1ª fase: juízo de admissibilidade – Câmara dos Deputados, por 2/3 dos membros; 2ª fase: o julgamento por crimes comuns – STF julga. 2ª fase: o julgamento por crimes de responsabilidade – Senado Federal julga, com 2/3 dos seus membros.

- O Presidente ficará afastado por 180 dias das suas atividades.

- Punição é a perda do cargo e fica inabilitado por 8 anos para exercer funções públicas.

- A proibição é para ser votado, pois pode votar normalmente.

QUINTA AULA:

ARTIGOS QUE DEVERÃO SER LIDOS COM CALMA, POIS OS QUE MAIS CAEM.

ARTS.: 93, 95, 97, 102, 103, 103-A, 105, 109 + EC 45/2004 TODA.

GARANTIAS CONSTITUCIONAIS – Art.95, CF.

VITALICIEDADE: adquire-se com 2 anos de exercício na função. O magistrado adquire de 2 modos:

1-

juiz concursado – 2 anos de efetivo exercício do cargo (estágio probatório).

2-

1/5 constitucional – membros do MP e Advogados, adquirem com o 1º ato, já é vitalício.

- O vitalício só perde o cargo mediante SENTENÇA CONDENATÓRIA TRANSITADA EM JULGADO.

INAMOVIBILIDADE: o juiz não pode ser removido contra sua vontade.

SALVO: interesse público e maioria absoluta do respectivo tribunal ou do conselho nacional de justiça concordem.

IRREDUTIBILIDADE DE SUBSÍDIOS: o salário de membros da magistratura não pode ser reduzido, APENAS limitado ao teto da categoria, que ainda não foi regulamentado.

SÚMULA VINCULANTE – Art. 103-A – LER ESTE ARTIGO COM ATENÇÃO*

- STF cria súmula vinculante.

- Quorum de 2/3 dos Ministros do STF = 8 ministros.

- Geram efeitos similares de uma Adin genérica e Adecon, ou seja, erga omnes e vingulante.

- Súmula Vinculante pode ser revista ou cancelada? SIM

- Quem pode pedir? Mesmas pessoas que podem propor Adin ou Adecon. (art.103 CF).

- Maior incidência na prova da OAB – arts. 96, 97, 98.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

- Homologação de sentença estrangeira, era de competência do STF, agora é do STJ. (baixou uma instância para desafogar o STF que tem menos ministros que o STJ). Art. 102 e 105 CF.

- ROC – Recurso Ordinário Constitucional – 102, II e 105, II. Analisar suas diferenças, pois os 2 são ROC.

DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS – REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS

- TODO O ARTIGO 5º DA CF.

- Remédios ou Garantias Constitucionais são para defender direitos.

DIREITO DE PETIÇÃO: 5º, XXXIV, “a”. É conceito diferente do direito processual.

- É o meio de se levar ao conhecimento do Estado que existe algo ilegal ou abusivo. Sem formalismo ou advogado.

HABEAS CORPUS: 5º, LXVIII. – Desnecessidade de Advogado.

- Ver sem falta arts. 647/667 CPP – trata do HC.

- HC pode ser PREVENTIVO – ameaça de prisão ilegal ou abusiva. Também chamado de “Salvo Conduto”.

- HC pode ser REPRESSIVO ou LIBERATÓRIO – já houve a prisão ilegal ou abusiva. Também chamado de “Contra Mandado”.

- HC para pessoa jurídica é possível – quando comete crime ambiental, para trancar IP ou Ação Penal.

HABEAS DATA: 5º, LXXII, “a”. Lei 9.507/97.

- Acesso e Retificar ou Corrigir dados ou informações do impetrante que estão em uma entidade governamental ou órgão público ou entidade privada de caráter público (SERASA, SPC, Adm. de Cartão de Crédito, Bancos etc)

- É ação judicial, precisa de advogado.

- Deve antes esgotar as vias administrativas possíveis.

MANDADO DE SEGURANÇA: 5º, LXIX. Lei 1.533/51 e 4.348/64.

- Direito líquido e certo (não tem testemunhas, comprova com documentos).

- Cabe quando não couber HC nem HD.

- Abuso de autoridade pública ou pessoa jurídica no exercício de atividade pública (concessão, autorização, delegação).

- Ex.: quer certidão do INSS, que nega.

- Ex.: retirar informações em lugar inadequado.

MANDADO DE INJUNÇÃO: 5º, LXXI. – Não tem regulamentação ainda.

- Quando houver falta de norma regulamentadora sobre o tema.

- Qualquer direito ou liberdade constitucional (gênero), ou das prerrogativas inerentes à nacionalidade, cidadania e soberania (espécies).

- É controle difuso de constitucionalidade = qualquer pessoa comum pode utilizar.

- Pleiteado em qualquer juízo ou tribunal para ordenar quem não fez, que regulamente a norma.

- É possível no STF, quando Congresso Nacional não fez a lei.

- É ação judicial, precisa de advogado.

* OBS.: OS QUE MAIS CAEM SÃO: M. DE SEGURANÇA e M. DE INJUNÇÃO.

DIFERENÇAS ENTRE MAND. INJUNÇÃO E ADIN SUPRIDORA DE OMISSÃO:

- Situação fática é a mesma;

- Inconstitucionalidade por omissão, pois falta regulamento;

- Pode usar qualquer dos 2 institutos.

- Omissão de órgão público – 30 d. para regulamentar. 103, §2º.

- Omissão do Legislativo – dá-se ciência para fazer, sem prazo.

ADIN – Competência do STF; M.I. – Qualquer juízo ou tribunal, até mesmo o STF.

ADIN – Legitimidade ativa somente das pessoas do art.103 da CF; M.I. – Legitimidade ativa de qualquer pessoa.

AÇÃO POPULAR: 5º, LXXIII. Lei 4.717/65.

- Visa proteger o patrimônio público, histórico e cultural, a moralidade administrativa etc.

- Legitimidade Ativa – qualquer cidadão comum, eleitor.

- Como o próprio nome diz, é ação, precisa de advogado.

CUIDADO: Ministério Público tem legitimidade extraordinária (postula em nome próprio defendendo direito alheio), caso o cidadão comum desista. Assim, o MP assume e continua ação.

- Pode assumir e pedir arquivamento;

- Na fase de execução DEVE executar – não desiste mais.

MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO: 5º, LXX.

- Só para proteger grupos de pessoas.

- Mesmos requisitos do MS individual.

- Legitimidade ativa é diferente:

a) Partido político com representação no congresso;

b) Organismo sindical, entidade de classe e associação com mais de 1 ano de existência.

AÇÃO CIVIL PÚBLICA: Lei 7.347/85.

- É do Ministério Público a legitimidade, somente ele.

- Mesmo objeto da Ação Popular, só muda a legitimidade ativa.

- Ambiente ampliado, dá maior proteção. Veja lei.

NACIONALIDADE

- Arts. 12 e 13, CF + Lei 6.815/80.

BRASILEIRO NATO = aquele que nasce no Brasil. SALVO:

a) Pais estrangeiros e a serviço do país de origem. (cônsul,

diplomata, embaixador).

b) Pais brasileiros no exterior a serviço do Brasil.

c) Brasileiros no exterior a passeio – não é nato. Deve vir residir aqui e optar pela nacionalidade.

CARGOS PRIVATIVOS DE BRASILEIROS NATO:

Todo executivo federal: - Presidente e Vice da República;

Lembrar na ordem de Sucessão do Presid.

Vice da República; Lembrar na ordem de Sucessão do Presid. EXTRADIÇÃO: - Presid. Câmara dos Deputados;

EXTRADIÇÃO:

- Presid. Câmara dos Deputados;

- Presidente do Senado Federal;

- Ministro do STF (todos os 11).

- Carreira diplomática;

- Oficial forças armadas;

- Ministro de Estado da Defesa.

- Envolve 2 países;

- 5º, LI, CF Ver*;

- Brasileiro NATO NUNCA será extraditado;

- O naturalizado pode, em 2 casos:

1- Crime comum anterior à naturalização; 2- Comprovado tráfico ilícito de drogas INTERNACIONAL.

EXPULSÃO:

- Envolve apenas 1 país, o que expulsa;

- Cometeu crime grave contra interesse social;

- Só estrangeiro pode ser expulso – nato e naturalizado não.

DEPORTAÇÃO:

- Envolve apenas 1 país, o que deporta;

- Caso de estrangeiro que entra no país ilegalmente.

BANIMENTO:

- Envio compulsório de nacional para o estrangeiro;

- Antigo exílio;

- Não existe mais, nem poderá existir.

DIREITOS POLÍTICOS – Art. 14/17, CF.

- Alistabilidade: capacidade eleitoral ativa = poder votar.

- Elegibilidade : capacidade passiva = ser votado – candidato.

Ver §1º: Vota se quiser (facultativo):

- Analfabeto – voto facultativo – não pode ser candidato.

- Maior de 70 anos – voto facultativo – pode ser candidato.

- Maior de 16 e menor de 18 – voto facultativo – não candidato.

Ver §2º: Inelegibilidade Absoluta (não se candidata):

- Os inalistáveis:

Estrangeiros; Menor de 16 e até 18; Analfabeto; Conscrito (homem durante serviço militar).

CARGOS ELETIVOS: Aquele em que se vota. Só o Presid. e Vice devem ser natos. Deputado Federal e Senador não precisam.

IDADE, art.14, §3º, VI:

Presidente – 35 Governador – 30

Deputado e Prefeito – 21

Vereador

– 18

DESINCOMPATIBILIZAÇÃO = afastamento do cargo:

- Poder executivo;

- Afastar-se 6 meses antes da eleição;

- Ex.: Prefeito quer concorrer a Deputado.

* Para reeleição não precisa

OS ARTIGOS MAIS IMPORTANTES PARA O EXAME OAB/SP EM CONSTITUC.

5º, 12, 14, 24, 34/36, 53, 55, 58 §3º (CPI), 60, 62, 80, 81, 85, 86, 93, 95, 97, 102, 103, 103-A, 105, 109.

DIREITO ADMINISTRATIVO

Estado tem 3 poderes:

PRIMEIRA AULA:

PODERES

Função

Função

Típica

Atípica

LEGISLATIVO :

- Administrar - Aplicar Lei -

Legislar

Administrar (licitação)

EXECUTIVO

:

JUDICIÁRIO :

Administrar (férias func.)

Função Administrativa Típica – Executivo Função Administrativa Atípica – Legislativo / Judiciário (não é só o executivo que administra).

PRINCÍPIOS

1- Supremacia do Interesse Público sobre o Particular:

Eventual conflito entre o particular e a coletividade deve

Eventual conflito entre o particular e a coletividade deve

prevalecer o interesse da coletividade

.

Primário

Secuntário – não coletividade, mas do administrador.

– da coletividade, beneficia a todos em geral.

2- Indisponibilidade do Interesse Público:

O interesse público é indisponível e irrenunciável, não é do

 

administrador, mas do povo, coletividade. Não se pode dispor de

interesse alheio.

 

Legalidade

Impessoalidade

Moralidade

Publicidade

Eficiência

- Toda vez que tem que decorar princípios faz uma sujeira na

cabeça, então L.I.M.P.E. -

Só o que a lei determina ou permite a administração pública pode

fazer.

A falta de lei para a administração é proibição

.

Para particular a falta da lei é permissão. (contrário)

Administração só pode fazer o que está na lei, positivado

.

4- Impessoalidade:

a) Administrados –

 

tratar igualmente os particulares, impessoal

deve atuar de forma neutra,

art.37, $1º, CF,

sem se imputar qualquer ato público, não se promover

 

pessoalmente, fazer propaganda etc.

 

b) Administrador –

5- Moralidade:

Boa-fé, ética, probidade etc.

.

Não apenas atuar legalmente, mas moralmente também.

6- Publicidade:

Divulgar sua atividade amplamente, contratos etc

.

Sociedade deve saber se seu interesse está sendo alcançado

.

7- Eficiência:

 

Fazer o melhor com os recursos de que dispõe.

 

Atingir seus objetivos com qualidade.

 

8-

Continuidade:

é implícito na CF.

Atuação da administração não pode parar, serviços públicos

.

Por isso há restrições à greve, para não parar 100%.

Não aplica

a “exceptio non adimpleti contractus

pois,

”, que não existe

contra a administração pública,

não pode a empresa

contratada pela administração pública para seus serviços por

falta de pagamento do ente público, serviço não pára

.

9- Autotutela:

Adm. pública deve tutelar seus próprios atos, podendo:

REVOGAR – os

ANULARdeve tutelar seus próprios atos, podendo: REVOGAR – os atos inoportunos ou inconvenientes não retroage –

atos inoportunos ou inconvenientes
atos inoportunos ou inconvenientes

atos inoportunos ou inconvenientes

atos inoportunos ou inconvenientes não retroage

não retroage

atos inoportunos ou inconvenientes não retroage

– tem efeito “ex

nunc”, ou seja,

, vale dali para frente.

ato
ato

- os

atos ilegais anulado
atos ilegais

atos ilegais

atos ilegais anulado
anulado

anulado

– com efeito “ex tunc”, ou seja,

retroage à data do ato anulado. Foi ilegal.

PODE revogar

e não DEVE revogar,

atos inconvenientes

.

DEVE anular obrigatoriamente

e não PODE anular,

atos ilegais,

subordinado ao princípio da legalidade.

MECANISMOS DE CONTROLE DE ATOS ADMINISTRATIVOS

1-

INGLÊS ou JURISDIÇÃO UNA

– pode reclamar ao judiciário

tudo que quiser, qualquer ato. 2- FRANCÊS ou JURISDIÇÃO DUPLA – não serão avaliados atos

judiciários, por administração, terá apenas o controle interno.

O

Brasil

adotou o

INGLÊS ,

ou

seja,

o

judiciário pode

controlar atos do poder administrativo.

 

É

o chamado CONTROLE EXTERNO de ato administrativo.

 

CONTROLE INTERNO: Adm.

CONTROLE EXTERNO:

.   CONTROLE INTERNO: Adm. – CONTROLE EXTERNO: Jud. – revoga ou anula quando quiser 473

Jud.

revoga ou anula quando quiser

473 do STF.

. SÚMULA

não revoga, só anula, porque não

 

analisa conveniência e oportunidade, só

analisa legalidade do ato.

 

ATO VINCULADO

: liberdade pequena, lei

quando e como agir

.

restringe,

dizendo

ATO DISCRICIONÁRIO:

liberdade maior, dentro da lei também, mas

se utiliza da conveniência e oportunidade

quando e como agir.

de

DIFERENTE da margem de liberdade de atuação do agente administrativo, que eles gozam, apenas, maior em um caso e menor em outro.

O

judiciário faz o controle dos atos administrativos

vinculados (porque a lei vincula) e também dos

discricionários, mas apenas quanto ao critério da legalidade

10-

Razoabilidade e Proporcionalidade

:

.

Deve o administrador nos seus atos ser razoável, dentro de um

padrão,

sem excessos

, sem omissões, os

meios e fins compatíveis

,

ou seja,

o meio deve ser proporcional ao fim, numa média.

 

11-

Segurança Jurídica:

É princípio de todo o direito, não apenas desta matéria.

Adm. Pública torna válido atos que contenha vício, privilegia a

Adm. Pública torna válido atos que contenha vício, privilegia a

estabilidade das relações jurídicas.

Adm. Pública torna válido atos que contenha vício, privilegia a estabilidade das relações jurídicas.

PODERES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – PODER / DEVER

São poderes instrumentais, pois são meios para atingir suas

finalidades

.

Irrenunciáveis

– não é faculdade, é poder / dever da adm.

a)

VINCULADO:
VINCULADO:

Administra situação clara e objetiva e único

 

comportamento a ser tomado, ou sim ou não.

 

b)

DISCRICIONÁRIO

: Exerce

juízo de conveniência e oportunidade

,

como e quando tomar comportamento.

 

c)

HIERÁRQUICO

:

Organização de sua estrutura, relações de

 

coordenação e subordinação.

Ex: quem é chefe de quem.

d)

DISCIPLINAR :

 

Sancionar agentes públicos pela prática de

 

infração funcional

(decorre da hierarquia).

 

e)

NORMATIVO / REGULAMENTAR:

 

Quando expede atos administr.

 

normativos, decretos, resoluções, portarias

, OS etc.

f)

DE POLÍCIA: Conferido à adm. para poder restringir, limitar,

frenar direitos de liberdade, propriedade, e atividades dos

 

particulares, adequando ao interesse coletivo. RESTRINGIR,

 

nunca aniquilar, acabar

.

- Do Normativo / Regulamentar:

DECRETOS

DE EXECUÇÃO AUTÔNOMO :
DE EXECUÇÃO
AUTÔNOMO
:

: art.84, IV, CF,

para detalhar a lei para pessoas

cumprirem, pormenorizar a lei.

vem no lugar de uma lei, não detalhar, vem inovando

a lei.

>
>
CF > LEI > DECRETO (regulamenta a lei )
CF
>
LEI
>
DECRETO (regulamenta a lei
)

>

ATOS NORMATIVOS

O

EC/32, art.84, VI, CF – vem admitindo.

Decreto AUTÔNOMO, previsto na CF, vem no lugar da lei

.

PARA PROVA DA OAB NÃO EXISTE O DECRETO AUTÔNOMO

 

O Decreto que existe só regulamenta lei já existente.

PODER DE POLÍCIA

Fundamento:

a) Supremacia do Inter. Públ. sobre o Particular.

a) Supremacia do Inter. Públ. sobre o Particular.

b) Executa leis, faz cumprir.

a) Supremacia do Inter. Públ. sobre o Particular. b) Executa leis, faz cumprir.

Ex. vigilância sanit.

Atributos/qualidades:

a)

REGRA : discricionários, para penalizar.

 

b)

EXCEÇÃO: concessão de licença para construir, vinculado.

c)

COERCIBILIDADE: obrigação, é forçado, imposto.

 
d) AUTOEXECUTORIEDADE: adm. executa direito, sem autorização do
d) AUTOEXECUTORIEDADE: adm. executa direito, sem autorização do

d) AUTOEXECUTORIEDADE: adm. executa direito, sem autorização do

d) AUTOEXECUTORIEDADE: adm. executa direito, sem autorização do judiciário, é autoexecutável, poder de polícia.

judiciário, é autoexecutável, poder de polícia.

d) AUTOEXECUTORIEDADE: adm. executa direito, sem autorização do judiciário, é autoexecutável, poder de polícia.

SEGUNDA AULA:

ATOS ADMINISTRATIVOS – CAI*

Atos dos poderes Executivo / Legislativo / Judiciário

 
==
==

(típico)

(atípico)

(atípico)

Perfeição

Validade

==
==

Eficácia

Sido completo, ato pronto, Dentro ou fora da lei. Válido: feito e assinado, vigente, normal; Inválido:

Dentro da lei. Possível exigir-se o que se exige.

Valendo ou não. Gerando efeitos.

exige absurdo. EFICAZ -> vigente, valendo. VÁLIDO INEFICAZ –> Ex: esqueceu de publicar. PERFEITO:
exige absurdo.
EFICAZ -> vigente, valendo.
VÁLIDO
INEFICAZ –> Ex: esqueceu de
publicar.
PERFEITO:
INVÁLIDO
EFICAZ
|

lei fora.

INEFICAZ

impossível

ELEMENTOS DO ATO ADMINISTRATIVO

* São seus requisitos, pressupostos.

* Existência do ato: o que ele precisa para existir.

* DIFERENTE de atributos, que são características, qualidades.

- FOFI.COM –

1-

que são características, qualidades. - FOFI.COM – 1- FO RMA: como ele será exteriorizado necessariamente

FORMA:

como ele será exteriorizado

necessariamente escrito.

. Prevista em lei, mas não

2- FINALIDADE: seu objetivo, que pretende alcançar. Ex: proteção à saúde, segurança etc. Interesse Público: comum a

todo ato adm.

alcançar.

Finalidade Específica: o que se quer

3- COMPETÊNCIA:

sujeito que pratica o ato deve ser competente e

Não impedido ou

capaz, senão ato não é válido.

suspeito. Ex: procurador INSS dá parecer em proc. do seu pai, é impedido.

4- OBJETO: o que

o ato enumera, dispõe, enuncia, extingue

,

certifica. Efeito jurídico do ato. Ex: Despacho de demissão = objetiva demissão. Objeto está dentro do

ato. Deve ser

direito),

legal, moral, possível

.

(de fato e de

certo e determinado

5- MOTIVO: fato que autoriza ou determina a prática do ato. Ex:

multa – motivo: sujeira

na cozinha do bar.

É o por

quê. O motivo deve ser verdadeiro.

TEORIA DOS MOTIVOS DETERMINANTES: motivo dado ao ato

 

administrativo vincula à sua validade. Motivo falso ou

inexistente o ato será inválido.

 
ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser motivados .
ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser
ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser

ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser

ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser motivados .
ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser motivados .
ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser motivados .
ATOS DISCRICIONÁRIOS e VINCULADOS – todos devem ser motivados .
motivados .

motivados.

Logo, não importa a origem, TODOS os atos administrativos

devem ser motivados, sob pena de invalidez.

EXCEÇÃO: não precisa

motivar:

nomeação

ou

exoneração

para

cargo

em

comissão

(assessores). Nomeia e exonera sem motivar, não precisa, mas se

quiser motivar não tem problemas

.

Ocorre que, motivou vinculou , o motivo não pode ser falso. Ex: Exonera por falta

Ocorre que, motivou vinculou

,

o motivo não pode ser falso.

Ex: Exonera por falta de verbas, mentira. Exoneração falsa,

inválida, funcionário re-integra no cargo

.

- Precisou motivar – não motivou – inválido. - Não precisava - motivou errado –
-
Precisou motivar – não motivou
– inválido.
-
Não precisava
- motivou errado – inválido.
ATRIBUTOS / CARACTERÍSTICAS = o que diferencia dos outros.
-
P.I.C.A. TIPICIDADE
1-
PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE
: atos adm. se presumem verdadeiros
e legais
até prova em contrário
.
- presunção juris tantum. (relativa)
- particular deve provar não verdadeiro ou ilegal.
2-
IMPERATIVIDADE
:
impostos à terceiros independentemente de sua
concordância
– constitui o particular em obrigação –
unilateral
. EXCEÇÃO: atos que particular provoca
– Ex:
licença para construir, não obriga ele a construir.
3-
COERCIBILIDADE / EXIGIBILIDADE
:
adm. vai exigir o que foi
imposto na imperatividade.
Ex: mandou trocar calçada,
não trocou, multa -> coação indireta – Exige
cumprimento, força.
4-
AUTOEXECUTORIEDADE
:
ato seja executado pela própria adm. sem
necessidade de autorização judicial. Adm. decide e
executa. Só pode existir com previsão legal ou urgência.
Ex: calçada, a adm. arranca tudo e manda a conta para
particular que descumpriu.
5-
TIPICIDADE: atos adm. devem corresponder à figuras
previamente
escritas em lei
. Tudo que aconteceu antes

(nº 1 a 4), que tenha lei descrevendo – Desnecessário.

A prova é do particular, prova que ato é errado.

DIFERENÇA entre ATO VINCULADO e ATO DISCRICIONÁRIO

- A diferença está na margem de liberdade de atuação do agente.

* Vinculado

* Vinculado

: margem estrita (na lei);

* Discricionário: conveniência e oportunidade (na lei).

Nenhum pode ser nunca ilegal. Judiciário analisa os dois atos quanto à legalidade.

TIPOS DE INVALIDADE DOS ATOS ADMINISTRATIVOS (dos elementos)

a)

INEXISTENTE: Não conserta. Absurdo jurídico

, as vezes

 

criminoso. Ilegal, imoral, sem motivo, sem finalidade. Muito viciado que nem existe.

b)

NULOS: Não conserta

. Lei diz que são nulos, expresso, ou

 

aqueles que não permitem convalidação. Ex: nomear para cargo público efetivo sem concurso público, é nulo e precisa do concurso.

c)

ANULÁVEIS: Conserta

.

Nulidade relativa

. Ex: fiscal da zona

 

sul trabalhou na zona norte e multou. O verdadeiro da zona norte ratifica o do outro e pronto. Apenas incompetência territorial. Convalida pela segurança jurídica. Convalida.

d)

IRREGULARES: Nem precisa consertar. Contém vício material

 

irrelevante. Foge à padronização, não compromete o ato, não

 

atinge o ato. Nem precisa convalidar, pequeno.

 

ANULÁVEL CABE CONVALIDAÇÃO, CONSERTO

.

FORMAS DE EXTINÇÃO DE ATOS ADMINISTRATIVOS

Formas originárias: não exige novo ato.

ADMINISTRATIVOS Formas originárias: não exige novo ato. I. RENÚNCIA: forma de extinção em razão do particular

I. RENÚNCIA:

forma de extinção em razão do particular beneficiário

abre mão da vantagem que lhe foi concedida.

É DIFERENTE da

recusa, nesta ele nunca teve. Só se renuncia o que já tem.

 

II. CUMPRIMENTO DE SEUS EFEITOS

o que já tem.   II. CUMPRIMENTO DE SEUS EFEITOS : Ex: concessão de férias, cumpriu

: Ex: concessão de férias, cumpriu

volta ao trabalho e pronto. Ato exaurido – cumprido seus efeitos acaba.

III. DESAPARECIMENTO DO SUJEITO OU OBJETO

efeitos acaba. III. DESAPARECIMENTO DO SUJEITO OU OBJETO : Bem tombado destruído por terremoto, o objeto

: Bem tombado destruído por

terremoto, o objeto desapareceu, o ato está extinto.

Formas derivadas

retirada do ato.

: exige novo ato para extinguir anterior. É

IV. CASSAÇÃO: forma em razão do particular não ter cumprido suas obrigações . Ex: licença
IV.
CASSAÇÃO:
forma em razão do particular não ter cumprido suas
obrigações
. Ex: licença para hotel ele abre bordel. Assim cassa
o alvará.
Adm. extingue, por penalidade, ilegalidade na
execução.
V.
CADUCIDADE: forma em razão de uma lei não mais permitir.
Decaimento daquele ato. Nova
lei não permite mais o ato
. Ex:
nova lei derruba aquela antiga permissão
.
Ilegalidade
Superveniente,
passa ser ilegal, ilegalidade na execução.
VI.
CONTRAPOSIÇÃO / DERRUBADA: forma em razão de novo ato
contrário, antagônico ao primeiro
. Contrário ao que permitia.
VII.
REVOGAÇÃO:
adm. toma conta de seus próprios atos =
autotutela
feito pela adm. quando inconveniente ou inoportuno. Efeito “ex
nunc”, mediante fato novo que justifique a mudança.
VIII.
ANULAÇÃO:
forma que pode ser feita pela adm. ou pelo
judiciário. Ligado à ilegalidade. Efeito “ex tunc”.

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

ilegalidade. Efeito “ex tunc”. ADMINISTRAÇÃO INDIRETA ADM. DIRETA : União, Estados, DF e Municípios, cultura

ADM. DIRETA :

União, Estados, DF e Municípios,

cultura etc.

e seus órgãos. Ex: secretaria de

Tem personalidade jurídica (pessoa jurídica de direito público)

Ex: ministério da previdência.

->São entes políticos

Ex: ministério da previdência. ->São entes políticos ADM. INDIRETA : : podem legislar, competência legislativa.

ADM. INDIRETA :

: podem legislar, competência legislativa.

Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia

Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia

Mista, Agências Reguladoras e Agências Executivas

.

CAI*
CAI*
 

-> Paraestatais, Entes de cooperação, 3º setor NÃO FAZEM PARTE.

 

Ex: Pessoas jurídicas de direito privado, Sistema “S”: sesc, senai

etc, Organizações sociais, Oscip´s (recebe incentivo).

 

Serviços Sociais Autônomos; Organizações Sociais de Direito Privado, sem fins lucrativos. Ex:

santa casa. Lei: 9.637/98 – Contratos de Gestão. VER LEI.

Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP =

 

Lei: 9.790/99. Termo de Parceria, e não contrato de gestão. Ex:

Instituto Joãozinho 30 – RJ. Sem fins lucrativos

.

AUTARQUIAS AUTARQUIA
AUTARQUIAS
AUTARQUIA

TERCEIRA AULA:

- Administração Indireta (autarquia comum)

FUNDACIONAL

: Fundações

ESPECIAL

:

Agências Reguladoras

COMUM: OAB, USP, BC, CADE, CVM (têm carac. de comum)

. Ex: Anatel, Aneel,

Anvisa, Anac etc. (Mandato fixo, chefe do executivo nomeia, estabilidade, quarentena).

-

Pessoa Jurídica de Direito Público – INSS, INCRA, IBAMA;

 

-

Existe Estadual

 

e

Municipal

 

normalmente.

 

-

Criados por lei específica

– art.37, XIX,

 

CF

(extinguir tb.)

 

-

Executa atividade típica

da

administração pública

.

 

-

São

VINCULADAS à administração direta

(Não subordinada, nem

   
 

hierarquia),

apenas controle finalístico

 

(de finalidade)).

 

-

Autarquia licita para tudo. Lei 8.666/93.

 

-

Ingresso por concurso público.

 

-

Regime jurídico pode ser Celetista ou Estatutário. Tanto faz,

 

a lei estabelece.

 

-

Responsabilidade da autarquia perante 3º é OBJETIVA – art.37,

 

$6º, CF.

 

-

Criador

 

da autarquia também responde, mas subsidiariamente,

 
 

não solidário.

 

-

Gozam de

   

prerrogativas

 

processuais

 

– contestar e recorrer.

 

-

Tem

foro

privilegiado

 

– art.109, I, CF. –

 

Justiça

 

Federal

.

-

Imunidade

 

tributária

 

recíproca

, art.150, VI, “a”, CF.

 

*

Não

 

é

para

 

todo

 

tributo

,

apenas

para imposto sobre
para
imposto
sobre
 

patrimônio

,

renda

,

serviços

, etc. Art.150, $2º, CF.

-

Seus

 

bens

 

são

 

impenhoráveis

,

imprescritíveis

 

e

inalienáveis

.

FUNDAÇÕES - administração indireta (autarquia especial) - administração indireta (autarquia especial)

-

Pessoa Jurídica de Direito Público ( majoritária ) ou Privado
Pessoa
Jurídica
de
Direito
Público
(
majoritária
)
ou
Privado

não é unânime.

 

-

São

AUTORIZADAS

 

por

lei

específica

. Art.37, XIX, CF.

Não são

 
 

Criadas por lei específica como as autarquias. Atente-se que as

fundações são apenas autorizadas.

 

-

O resto é tudo igual a autarquia comum, tanto que é uma espécie de autarquia.

-

IBGE é fundação.

 

-

Funai, Febem, Fund. Roberto Marinho, Xuxa Meneguel etc

.

->

É o

Código Civil que rege, é diferente.

 

EMPRESAS PÚBLICAS E SOC. DE ECONOMIA MISTA – muito parecidas

-

EMPR. PÚBLICAS: CEF, Correios, Radiobrás, Bndes.

-

SOC. ECON. MISTA: BB, Petrobrás, Metrô, Sabesp.

Empresas Estatais ou Governamentais – gênero de Empresa Pública e Sociedade de Economia Mista.

-

Pessoa Jurídica de Direito Privado.

-

Prestadora de Serviços Públicos – Correio, Sabesp. (meio público e meio privado, parece autarquia e fundação).

-

Exploradora de Atividade Econômica – BB, CEF, Petrobrás. (competem com empresas privadas).

O

ESTADO ATUA EXCEPCIONALMENTE: Casos de Segurança Nacional ou

Relevante Interesse Coletivo, o Estado pode explorar atividade

econômica, ou seja, MAIS PRIVADO DO QUE PÚBLICO. Não pode privilegiar a empresa pública nunca.

Ex.: Produzir remédio para AIDS

– sim pode.

Produzir caneta esferográfica – não pode.

DEVEM LICITAR? A doutrina diverge. Art.170, I, II e III, CF.

- a CF previu que lei estabelecerá, mas esta lei não existe.

* Para prova OAB:

Prestadora Serviço Público

Exploradora Atividade Econômica

Obj. licit. atividade meio: Licita Obj. licit. atividade fim: Não precisa

Licita para Tudo

Ex.: Comprar caneta – meio – licita. Subst. química – fim - não precisa. (O que prejudicar a competitividade não licita)

- Responsabilidade de 3º:

Serviço

Atividade – subjetiva

– objetiva

de 3º: Serviço Atividade – subjetiva – objetiva Art.37, $6º, CF Estado NÃO responde subsidiariamente. -

Art.37, $6º, CF Estado NÃO responde subsidiariamente.

- Ingresso por concurso público.

- Regime Jurídico é Celetista (Empr. Pública e Soc. Econ. Mista)

- Não tem imunidade tributária recíproca, a CF é clara.

- Os seus: bens afetados = destinados são inalienáveis e etc. bens normais = podem ser alienados etc. (divergente)

- Não tem prerrogativa processual nenhuma.

DIFERENÇA ENTRE:

 

EMPRESA PÚBLICA

SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA

Capital:

Público

Misto: Público e Privado

Formação:

QQ modalidade

Somente S/A

Foro:

Federal = Federal Estad. e Municip. = Estadual

Estadual = Estadual Federal = Estadual tb. CAI* ( Art.109, I, CF. )

AGÊNCIAS EXECUTIVAS

- È uma qualificação concedida a uma autarquia ou fundação quando firma CONTRATO DE GESTÃO.

- Mínimo de 1 ano.

- Com administração direta, aquela que a criou.

- Agência Executiva tem mais autonomia, flexibilidade.

- Mas fica sujeita a cumprir algumas metas.

- Contrato com o Ministério Superior, Ex: INSS com Ministério das Previdência Social.

LICITAÇÃO – Lei 8.666/93

– Contratação discricionária – Não obrigado.

* Finalidade:

- Busca proposta mais vantajosa.

- Menor preço pode não ser mais vantajoso.

- Busca preservar o princípio da Isonomia.

- Competência Legislativa:

.

UNIÃO – normas gerais.

.

ESTADOS e MUNICÍPIOS – desde que não crie normas gerais.

* Princípios ao procedimento licitatório – 3 mais importantes:

1 – VINCULAÇÃO AO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO:

O chamamento, não só edital, mas pode ser carta convite. Realizando a licitação ou participando é vinculado.

2

JULGAMENTO OBJETIVO:

Julga respeitando o instrumento convocatório.

3 – ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA AO LICITANTE VENCEDOR:

Atribui direito de não ser preterido na possível contratação A administração não é obrigada a contratar. Dá apenas o direito ao vencedor, expectativa. Não é a contratação que é compulsória. Igual concurso público, que cria apenas expectativa. Naquele período da licitação não pode fazer outra com o mesmo objeto.

QUEM LICITA? Art.1º da Lei 8.666/93, Par. Único (todo mundo). Exceção: Empresa Pública.

Art.2º - Para que precisa licitar? Parece que para tudo.

EXCEÇÕES AO DEVER DE LICITAR:

INEXIGIBILIDADE: Quando não há viabilidade de competição, não há como competir. Ex. um fabricante apenas. Art.25 da lei, é exemplificativo, VER.

- Não pode em razão da marca.

- Publicidade licita sempre.

- Artistas impossível licitar.

DISPENSA: Dá para licitar, é possível, mas a lei dispensa.

: Dá para licitar, é possível, mas a lei dispensa. Dispensável: discricionário, se quiser licita, Art.24.

Dispensável: discricionário, se quiser licita, Art.24. Dispensada : dispensa e não quer que faça, não é discricionário ainda que possível,

Art.17.(taxativo).

Na dispensável:

- Não apareceu ninguém para concorrer – DESERTA.

- Deserta: contrata direto se a demora trazer prejuízo para adm.

- Contrata direto, mas nas mesmas bases do edital.

- Senão trazer prejuízo faz de novo até conseguir.

- Licitação fracassada – Ex: foram desclassificados ou inabilitados os concorrentes – tem que fazer novamente.

É dispensada: - Alienação de bens públicos.

FASES DA LICITAÇÃO:

1

– FASE INTERNA:

2 – FASE EXTERNA:

a) Edital ou Carta Convite – ato convocatório.

b) Habilitação – qualifica técnica, econômica, fiscal, aptidão.

c) Julgamento e Classificação da Propostas – 1º lugar, 2º, 3º

d) Homologação – meio que autoridade diz que foi regular.

e) Adjudicação – atribui o objeto ao vencedor.

Contratação está fora porque a adm. contrata se quiser.

MODALIDADES DA LICITAÇÃO:

a adm. contrata se quiser. MODALIDADES DA LICITAÇÃO: == de tipos: - Menor preço; - Melhor

== de tipos:

- Menor preço;

- Melhor técnica;

- Maior lance ou oferta.

EDITAL: Acima de 650 mil – outros serviços geral. Acima de 1,5 milhão – obras e engenharia.

1- Concorrência. 2- Tomada de Preços. 3- Convite.

4- Leilão. 5- Concurso. 6- Pregão.

1 – CONCORRÊNCIA: Transação de maior vulto, qualquer um participa. Meio Edital. Acima de 650 mil – outros todos. Acima de 1,5 milhão – engenharia e obras.

2 – TOMADA DE PREÇOS: Transação de vulto médio, participa os previamente cadastrados. Meio Edital. Até 650 mil – outros todos. Até 1,5 milhão – obras e engenharia.

* até 3 dias antes do recebimento das propostas deve preencher os requisitos para cadastro.

3 – CONVITE: Valores pequenos, pequeno vulto.

Meio Carta Convite – não publicidade, só os convidados com no mínimo 3 dias antecedência e fixa em local adequado.

Até

Até 150 mil – obras e engenharia.

80 mil – outros todos.

O

convidado não precisa ser cadastrado.

O

não convidado que é cadastrado pode participar, mas deve

mostrar interesse até 24 h. antes do recebimento propostas. Não cadastrados e não convidados não participam.

4 – LEILÃO: vender, alienar, móveis e imóveis. Meio edital. Participa quem quiser e tiver interesse. Qualquer valor, não importa.

5 – CONCURSO: para trabalho técnico, científico ou artístico. Meio Edital. Qualquer um participa desde que preencha os requisitos do edital, claro. Meio de selecionar servidores.

** Agora o que mais CAI*

6 – PREGÃO: Lei separada: 10.520/02.

Meio Edital. Aquisição de bens e serviços comuns = padrão objetivamente definidos no edital com especificações usuais no mercado. Não tem limite de valor, pode ser PREGÃO ou Concorrência.

- Quem pode mais, pode menos

Bem ou serviço muito complicado, ainda que de R$100,00 reais, não pode ser pregão.

PREGÃO só do tipo menor preço. Do julgamento até classificação tudo em uma sessão apenas. Não tem comissão de licitação, tem pregoeiro.

Inverte a ordem procedimental:

1º Edital 2º Julga (trazem declaração de habilitado) 3º Homologa (se documentação estiver correta)

-

Se errada documentação passa para o segundo.

-

Contrata com o 2º se o 1º for inabilitado.

Todos que apresentam até 10% a mais que o 1º colocado, participarão por lance verbal entre todos e sucessivo.

-

Depois dos lances verbais o que ofereceu menos é o vencedor.

-

Só nesse segundo momento dos lances é que se tem o vencedor.

-

Analisa-se dos documentos do vencedor do 2º momento (verbal)

DEC 5450/05 – Obrigado a Administração Federal Direta e Indireta, para bens e serviços comuns, o PREGÃO. VER, CAI*

-

Não concorrência, não importa o valor, agora é obrigado a fazer PREGÃO (somente Federal).

-

OBS.: pregão não é para tudo, só bens e serviços comuns.

.

REVOGA licitação (conveniência e oportunidade)

.

ANULA licitação (somente por ilegalidade)

CONTRATOS ADMINISTRATIVOS

- Contrato Administrativo Ativo

a)

CLÁUSULAS EXORBITANTES: altera, modifica contrato sem precisar acordar com particular. Contrato entre particulares não pode. Modificação e rescisão unilateral. EXCEÇÃO: Objeto do contrato

nunca pode mudar. Princípio da Supremacia do Interesse Público.

b)

MANUTENÇÃO do EQUILÍBRIO ECONÔMICO e FINANCEIRO: pode alterar o contrato mas deve manter equilíbrio. Alterações devem respeitar equilíbrio, não pode prejudicar ninguém.

FATO DO PRÍNCIPE: Fato geral do poder público que altera o contrato mais não foi dirigido diretamente ao contrato. Ex.: Construção de viaduto, cimento especial de U$1,00. Câmbio mudou e passou a custar U$10,00. Atingiu o contrato mais não foi dirigido a ele diretamente.

FATO DA ADMINISTRAÇÃO: É uma ação ou omissão da administração que se dirige ao contrato, diretamente a ele. Atinge direto e se dirige ao contrato, feito pela administração, ação ou omissão. Contratante pede equilíbrio.

INTERFERÊNCIAS IMPREVISTAS: Descoberta de obstáculo natural que prejudica a execução do contrato. Encarece o serviço. Ex.: na construção de um viaduto a máquina escavadeira encontra uma pedra no caminho muito grande, tem que remover ou demorará mais para furar.

- Administração pode atrasar o pagamento por 90 dias e o contratante

não pode suspender o serviço. Depois de 90 dias ele pode suspender, mas não pode fazer nada para receber. Não existe no contrato administrativo a Exceptio non adimpleti contractus.

FORMAS DE EXTINÇÃO DO CONTRATO ADMINISTRATIVO:

1- Advento do Termo: acabou o prazo. 2- Conclusão do Objeto: entregou a obra. 3- Rescisão Unilateral: administração pode rescindir por si. 4- Rescisão Bilateral: ambas as partes decidem por terminar. 5- Rescisão Judicial: o judiciário rescinde o contrato a pedido do particular (adm. pode fazer unilateralmente), sentença.

RESPONSABILIDADE CIVIL EXTRACONTRATUAL DO ESTADO: -> CAI*

- Quando o Estado causa prejuízo ao particular.

1ª FASE: Irresponsabilidade do Estado – Regime Absolutista. 2ª FASE: Responsabilidade Subjetiva,

mas tinha que provar:

a) Ação ou Omissão do Estado;

b) Dano;

c) Nexo Causal;

d) Culpa ou Dolo do agente públ.

3ª FASE: Responsabilidade Objetiva,

mas devia comprovar:

É O CASO DO BRASIL

3 TEORIAS DENTRO DA OBJETIVA:

a) Ação ou Omissão do Estado;

b)

c) Nexo Causal. Não precisa Culpa ou Dolo.

Dano;

a) RISCO INTEGRAL: Não há nada que Estado possa excluir

responsabilidade, não tem excludente. Ex: até se o particular

provocar o evento a responsabilidade é do Estado.

b) RISCO ADMINISTRATIVO: Existem excludentes de responsabilidade que

o Estado pode se utilizar. – Culpa exclusiva da vítima – Caso fortuito ou Força maior. MAJORITÁRIA NA DOUTRINA.

c) CULPA ADMINISTRATIVA: Pela falta do serviço, feito inadequado ou

feito tardiamente. Para acionar o Estado precisa provar:

- Ação ou Omissão do Estado;

- Dano;

- Culpa da Administração (não do agente).

NOVA TEORIA: Celso Antônio Bandeira de Mello

a) Ação do Estado = Resp. é Objetiva.

b) Omissão do Estado = Resp. é Subjetiva (não a subjetiva acima, da 2ª fase) Ele diz que é Culpa Administrativa com outro nome. É subjetiva da 3ª fase.

c) Guarda de Pessoas ou Coisas Perigosas = Objetiva sempre.

OBS.: Culpa de 3º não precisa cumprir o requisito do Nexo Causal, quebra o nexo, responsável não é o Estado.

- Estado responde frente ao particular = Objetivo.

- Estado tem regresso contra agente público.

- Estado contra agente é subjetiva – comprova culpa ou dolo. (Art.37, $6º, CF.)

INTERVENÇÃO DO ESTADO NA PROPRIEDADE

- Base na Supremacia do Interesse Público sobre o Particular.

- Prática de Ilegalidade do particular gera punição do Estado à propriedade dele.

1- Requisição Administrativa; 2- Servidão Administrativa; 3- Ocupação Temporária; 4- Limitação Administrativa; 5- Tombamento; 6- Desapropriação.

Administrativa; 5- Tombamento; 6- Desapropriação. Não perde propriedade, só sofre limitação no uso. Perde
Administrativa; 5- Tombamento; 6- Desapropriação. Não perde propriedade, só sofre limitação no uso. Perde
Administrativa; 5- Tombamento; 6- Desapropriação. Não perde propriedade, só sofre limitação no uso. Perde
Administrativa; 5- Tombamento; 6- Desapropriação. Não perde propriedade, só sofre limitação no uso. Perde
Administrativa; 5- Tombamento; 6- Desapropriação. Não perde propriedade, só sofre limitação no uso. Perde
Administrativa; 5- Tombamento; 6- Desapropriação. Não perde propriedade, só sofre limitação no uso. Perde

Não perde propriedade, só sofre limitação no uso.

Perde a propriedade.

REQUISIÇÃO (pega para usar)

- Perigo público – urgência.

- Bens móveis e imóveis ou até serviços.

- Transitoriedade – até fim do perigo.

- Indeniza posterior os danos ao bem.

- Bem de pessoa determinada.

- Ato adm. autoexecutável, não precisa de autorização judicial. OCUPAÇÃO TEMPORÁRIA (vacinação usa as escolas)

- Obra ou Serviços.

- Só imóvel.

- Transitória (temporária).

- Indeniza se tiver dano, mas só posteriormente.

- Imóvel pessoa determinada.

- É por ato administrativo.

SERVIDÃO

- Não tem perigo nem urgência

- Bem imóvel apenas.

- Definitividade, enquanto precisar.

- Bem de pessoa determinada.

não é atoenquanto precisar. - Bem de pessoa determinada. - 2º judiciário - Indeniza se houver prejuízo

- 2º judiciário

- Indeniza se houver prejuízo previamente, no acordo ou sentença judicial.

- 1º tenta acordo

administ.no acordo ou sentença judicial. - 1º tenta acordo LIMITAÇÃO ADMINISTRATIVA (prédio perto de aeroporto) -

LIMITAÇÃO ADMINISTRATIVA (prédio perto de aeroporto)

- Interesse público abstrato.

- Móvel, imóvel ou atividade.

- É definitiva.

- Nunca indeniza – é para todos, interesse comum.

- Por ato adm. ou lei.

TOMBAMENTO

– Poder público restringe uso de bem móvel (quadro) ou imóvel (casa antiga) por valor cultural que possui.

- É limitação. Continua na propriedade, pode até vender, mas 1º oferece para poder público. Preferência.

- Não pode fazer nada no bem sem autorização.