Sei sulla pagina 1di 34

PROJETO DE INSTALAÇÃO ELÉTRICA

PROJETO

DE

ILUMINAÇÃO

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

-Residencial

-Predial

-Comercial

-Industrial

-Especial

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Etapas preliminares

-Projeto arquitetônico

-Lay out com o processo/máquinas

-Verificação das características do meio:

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

-Verificação das características do meio:

. detalhes construtivos

. existência de equipamentos elevados / pontes rolantes

.

tipo de atividade

.

nível de iluminamento desejado

. tipo de lâmpada

.

tipo de luminária

.

características da instalação => refletâncias . riscos de explosão / acúmulo de poeira.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Conceitos básicos

- Iluminância - conhecida também como nível de

iluminamento. É expressa em lux, que corresponde ao fluxo luminoso incidente numa determinada superfície por unidade de área. Assim, se uma superfície plana de 1 m 2 é iluminada perpendicularmente por uma fonte de luz, cujo fluxo luminoso é de 1 lúmen, apresenta uma iluminância de 1 lux, ou seja:

E =

F / S

( lux )

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Conceitos básicos

- Fluxo Luminoso – É a potência de radiação emitida por uma

fonte luminosa em todas as direções do espaço. Sua unidade é o lúmen, que representa a quantidade de luz irradiada, através de uma abertura de 1 m 2 feita na superfície de uma esfera de 1 m de raio, por uma fonte luminosa de intensidade igual a 1 candela, em todas as direções, colocada no seu interior e posicionada no centro.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Conceitos básicos

- Eficiência Luminosa – É a relação entre o fluxo luminoso emitido por uma fonte luminosa e a potência em watts consumida por esta.

- Intensidade luminosa – Pode ser definida como sendo a potência de radiação visível que uma determinada fonte de luz emite numa direção especificada. Sua unidade é denominada de candela (cd).

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Conceitos básicos

- Refletância – É a relação entre o fluxo luminoso refletido por uma dada superfície e o fluxo luminoso incidente sobre a mesma.

- Índice de reprodução de cores – caracteriza a aparência como as cores dos objetos iluminados são percebidas pelo observador. Quanto mais elevado, melhor é o equilíbrio das cores. É definido de 1 a 100 %.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Conceitos básicos

- Temperatura de cor – é um critério utilizado para classificar a

tonalidade dos diversos tipos de lâmpadas. A unidade é Kelvin. Quanto mais clara a tonalidade da luz maior é a temperatura de cor. A luz diurna ao meio dia é de aproximadamente 6500 K. A luz amarelada, como de uma lâmpada incandescente, tem 2700 K. A cor da luz nada interfere na eficiência energética da lâmpada, não sendo válida a impressão de que quanto mais clara, mais potente é a lâmpada. Quando dizemos que um sistema de iluminação apresenta luz “quente”, não significa que a luz apresenta maior temperatura de cor, mas sim que a luz apresenta uma tonalidade mais amarelada, deixando o ambiente mais aconchegante. Da mesma forma quanto mais alta for a temperatura de cor, mais “fria” será a luz, tornando o ambiente adequado para a realização de tarefas.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Lâmpadas Elétricas

Lâmpadas incandescentes

Tipo

Incandescente

Halógena

Luz mista

Eficiência

baixa

alta

alta

luminosa

Fluxo luminoso

200 W – 3400 lm

500 W – 12000 lm

500 W – 13500 lm

Temperatura

2700 K

2900 a 3200 K

3600 K

cor

IRC

100 %

100 %

60 %

Partida

direta

direta

direta

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Lâmpadas de descarga

Tipo

Fluorescen

Vapor

Vapor

Vapor

te

Mercúrio

Sódio

Metálico

Eficiência

alta

alta

alta

alta

luminosa

Fluxo

40 W – 2600 lm

400 W – 22000 lm

400W – 49000 lm

400W – 30600 lm

luminoso

Temperatur a cor

5000 K

4000 K

4000 K

4300 K

IRC

70 %

45 %

23 %

69 %

Partida

reator

reator

Reator + ignitor

Reator + ignitor

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Reator – elemento responsável pela estabilização da corrente a um nível adequado ao projeto da lâmpada. É uma reatância em série no circuito da lâmpada.

- Ignitor – elemento que gera uma série de pulsações de tensão

elevada na ordem de 1 a 5 KV, a fim de iniciar a descarga na

lâmpada.

- Starter – elemento que fornece pico de tensão requerido na ignição das lâmpadas fluorescentes. Está deixando de ser utilizado.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Luminárias

-Comerciais

-Industriais

-Logradouros públicos

-Jardins

-Decorativas

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Características fotométricas das luminárias

Curva de distribuição luminosa

- Cada luminária, juntamente com a sua fonte luminosa, produz

um fluxo luminoso de efeito não uniforme. Ou seja, para cada plano numa dada direção, a intensidade luminosa tem diferentes valores. A

distribuição deste fluxo em forma de intensidade luminosa é representada através de um diagrama de coordenadas polares, cuja fonte luminosa se localiza no seu centro. Este diagrama é chamado Curva de distribuição luminosa. Como a intensidade luminosa é proporcional ao fluxo luminoso emitido pela lâmpada, os fabricantes de luminárias, convencionalmente, elaboram estas curvas tomando como base um fluxo de 1000 lúmens. Assim as curvas de distribuição luminosa tem os valores em candelas/1000 lúmens. Estas curvas são utilizadas nos projetos de cálculo de iluminação que empregam o método ponto por ponto.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação de interiores

- Não utilizar lâmpadas incandescentes na iluminação principal

- Utilizar lâmpadas incandescentes para emergência, pontos

localizados nas máquinas, áreas de menor utilização e pouco número de lâmpadas

- Tornar a iluminação o mais uniforme possível

- A relação entre as iluminâncias dos pontos de menor e maior iluminamento não deve ser inferior a 0,70

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação de interiores

- Ambientes com pé direito de até 6,0 m de altura é conveniente o uso de fluorescentes

- Ambientes com pé direito acima de 6,0 m de altura é conveniente o uso de lâmpadas de descarga de alto fluxo luminoso

- Em ambientes que se exige boa reprodução de cores, não utilizar lâmpadas a vapor de sódio (baixo IRC)

- Observar áreas com pontes rolantes

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação conforme NBR 5413

- Avaliar as características da tarefa

- Avaliar as características do observador

- Definir a iluminância adequada com base nas tabelas a seguir

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação conforme NBR 5413

- Fatores determinantes da iluminância adequada

Características da tarefa do observador

 

Peso

-1

0

+1

Idade

Inferior a 40 anos

Entre 40 e 55 anos

Superior a 55 anos

Velocidade e precisão

Sem

Importante

Crítica

importânci

a

Refletância do fundo da tarefa

Superior a

Entre 30 e

Inferior a

70%

70%

30%

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação conforme NBR 5413

- Quando o valor total for igual a –2 ou –3, utilizar o valor de iluminância mais baixo do grupo das tabelas a seguir

- Quando o valor total for igual a +2 ou +3, utilizar o maior valor de iluminância do grupo das tabelas a seguir

- Quando o valor total for intermediário aos anteriores, utilizar o valor de iluminância médio do grupo das tabelas a seguir

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação conforme NBR 5413

- Iluminâncias para cada grupo de tarefas visuais

Faixas

Iluminância s (lux)

Tipo de atividade

A – Iluminação geral para áreas usadas ininterruptamente ou com tarefas visuais simples

20

Áreas públicas com arredores escuros

30

50

 

50

Orientação simples

75

para permanência curta

 

100

100

Recintos não usados para trabalho contínuo, depósitos

150

200

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação conforme NBR 5413

- Iluminâncias para cada grupo de tarefas visuais

Faixas

Iluminância s (lux)

Tipo de atividade

B – Iluminação geral para

200

Tarefas com requisitos visuais limitados, trabalho bruto de maquinaria, auditórios

300

áreas de trabalho

500

500

Tarefas com requisitos visuais normais, trabalho médio de maquinaria, auditórios

 

750

1.000

1.000

Tarefas com requisitos especiais, gravação manual, inspeção, indústria de roupas

1.500

2.000

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação conforme NBR 5413

- Iluminâncias para cada grupo de tarefas visuais

Faixas

Iluminância s (lux)

Tipo de atividade

C – Iluminação

2.000

Tarefas visuais extras e prolongadas, eletrônicas e tamanho pequeno

3.000

adicional para tarefas difíceis

5.000

5.000

Tarefas visuais muito exatas,

 

7.500

montagem de microeletrônica

10.000

10.000

Tarefas visuais muito especiais, cirurgia

15.000

20.000

 

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Iluminação conforme NBR 5413

- A NBR 5413 também estabelece as iluminâncias mínimas

para os diversos tipos de ambientes em função das tarefas visuais ali desenvolvidas.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Depreciação do fluxo luminoso

- Devido ao envelhecimento da lâmpada

- Devido ao acúmulo de poeira na lâmpada, luminária, parede, piso e teto

- Fator de depreciação do serviço da luminária

- Mede a relação entre o fluxo luminoso emitido por uma

luminária no fim do período considerado para iniciar o processo de manutenção, e o fluxo emitido no início de sua operação

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Fator de depreciação da luminária

Ambiente

Período de manutenção

2500

5000 hs

7500 hs

hs

Limpo

0.95

0.91

0.88

Normal

0.91

0.85

0.80

Sujo

0.80

0.66

0.57

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Fator de utilização

- É a relação entre o fluxo luminoso que chega ao plano de

trabalho e o fluxo luminoso total emitido pelas lâmpadas.

- O fator de utilização depende das dimensões do ambiente

(índices do recinto), do tipo da luminária e da pintura das paredes e teto (refletâncias médias).

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Cálculo de iluminação

- Método dos lúmens

- Método das cavidades zonais

- Método do ponto por ponto

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Método dos lúmens

- determina o fluxo luminoso necessário para se obter o iluminamento médio desejado no plano do trabalho

t

=

E x S --------- F u x F dl

t – fluxo total a ser emitido pelas lâmpadas, em lúmens

E – iluminamento médio requerido pelo ambiente, em lux

S – área do recinto, em m 2

F u – fator de utilização da luminária / recinto

F dl – fator de depreciação do serviço da luminária

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Método dos lúmens

-

Índice do recinto

 

K

=

A x B --------- H lp x (A + B)

K

– índice do recinto

A

– comprimento do recinto, em m

B

– largura do recinto, em m

H lp – altura da fonte de luz, sobre o plano de trabalho, em m

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Método dos lúmens

- Definição do fator de utilização da luminária

Para a escolha do fator de utilização é necessário conhecer o índice do recinto e as refletâncias médias do teto, parede e piso, e então verificar o valor correspondente no catálogo da luminária escolhida.

a) Refletâncias médias do teto

. branco:

te = 70 % = 0,70

.

claro:

te = 50 % = 0,50

.

escuro:

te = 30 % = 0,30

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Método dos lúmens

b) Refletâncias médias das paredes

.

claras:

pa = 50 % = 0,50

.

escuras:

pa = 30 % = 0,30

c) Refletância média do piso

. escuro:

pi = 10 % = 0,10

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Método dos lúmens

- Cálculo do número de luminárias

N lu

=

t

---------

N la x l

N lu – número de luminárias

t - fluxo total a ser emitido pelas lâmpadas, em lúmens

l – fluxo luminoso emitido por uma lâmpada, em lúmens

N la - número de lâmpadas por luminárias

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

- Método dos lúmens

- Distribuição das luminárias

O espaçamento entre as luminárias depende de sua altura útil. A distância máxima entre os centros das luminárias deve ser menor que 1 a 1,5 da sua altura útil.

O espaçamento da luminária à parede deve ser a metade deste valor.

- Exemplos de aplicação