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MATERIAIS POLIMÉRICOS MATERIAISMATERIAIS POLIMPOLIMÉÉRICOSRICOS
MATERIAIS POLIMÉRICOS
MATERIAISMATERIAIS
POLIMPOLIMÉÉRICOSRICOS

Prof. Murilo Feltran

POLIMPOLIMÉÉRICOSRICOS Prof. Murilo Feltran Janeiro de 2012 FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL

Janeiro de 2012

FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL CURSO DE TECNOLOGIA EM POLÍMEROS

MATERIAIS POLIMÉRICOS Objetivo
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Objetivo

Desenvolver habilidades relativas à tecnologia de polímeros considerando a cadeia produtiva.

Como:

Identificando estruturas, processos de obtenção, propriedades de termoplásticos, termofixos, elastômero, fibras, compósitos e processos produtivos (extrusão, injeção, sopro, termoformagem, rotomoldagem, entre outros).

Interpretando medidas de massa, pressão, temperatura, volume, viscosidade, tensão e deformação.

Identificando propriedades físicas, químicas e físico-químicas de materiais poliméricos.

Aplicando conceitos de físico–química dos polímeros.

Relacionando estrutura, propriedades, processamento e aplicações dos polímeros.

Identificando o comportamento mecânico dos polímeros.

Identificando o comportamento térmico dos polímeros.

Identificando o comportamento dos polímeros fundidos e no estado sólido.

Correlacionando propriedades e aplicações dos polímeros.

MATERIAIS POLIMÉRICOS AA TRANSFORMATRANSFORMAÇÇÃOÃO DEDE POLPOLÍÍMEROSMEROS ÉÉ UMAUMA INDINDÚÚSTRIASTRIA
MATERIAIS POLIMÉRICOS
AA TRANSFORMATRANSFORMAÇÇÃOÃO
DEDE POLPOLÍÍMEROSMEROS ÉÉ UMAUMA
INDINDÚÚSTRIASTRIA
IMPORTANTE?IMPORTANTE?

Prof. Murilo Feltran

IMPORTANTE?IMPORTANTE? Prof. Murilo Feltran Janeiro de 2012 FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL

Janeiro de 2012

FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL CURSO DE TECNOLOGIA EM POLÍMEROS

MATERIAIS POLIMÉRICOS Mercado mundial de termoplásticos
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Mercado mundial de termoplásticos

Produção mundial de plásticos (milhões de toneladas)

Produção mundial de plásticos (milhões de toneladas) Produção mundial aço 2008: 1,33 bilhão ton Densidade

Produção mundial aço 2008: 1,33 bilhão ton Densidade média do aço: 7,68 g/cm 3 Produção mundial de aço 2008: 173 milhões m 3

Densidade média do plástico: 1,0 g/cm 3 Produção mundial plástico: 245 milhões m 3

Fonte:World Steel Association” – Associação Mundial do Aço

(www.worldsteel.org)

Fonte:“O Perfil da Indústria Brasileira de Transformação

de Material Plástico 2009”, Abiplast: Associação Brasileira da Indústria do Plástico (www.abiplast.org.br)

Oportunidade para crescimento no Brasil é muito grande!!!
Oportunidade para
crescimento no Brasil
é muito grande!!!

Consumo per capita (kg/hab)

Plástico ( www.abiplast.org.br ) Oportunidade para crescimento no Brasil é muito grande!!! Consumo per capita (kg/hab)
MATERIAIS POLIMÉRICOS Mercado brasileiro de resinas termoplásticas
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Mercado brasileiro de resinas termoplásticas

Consumo aparente de resinas termoplásticas 2000-2010 (kton)

Segmentação por tipo de resina (2010)

2000-2010 (kton) Segmentação por tipo de resina (2010) Fonte: “O Perfil da Indústria Brasileira de

Fonte:“O Perfil da Indústria Brasileira de Transformação de Material

Plástico 2010”, Abiplast: Associação Brasileira da Indústria do Plástico

(www.abiplast.org.br)

Observação: não estão computados no acompanhamento da Abiplast os volumes de plásticos de engenharia, plásticos especiais, termofixos e elastômeros.

MATERIAIS POLIMÉRICOS Faturamento da Indústria
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Faturamento da Indústria
Produção de Transformados Plásticos 2000-2010 (kt)
Produção de Transformados
Plásticos 2000-2010 (kt)

Crescimento: 52% Crescimento médio: 4,3% a.a.

Faturamento da Indústria de Transformados Plásticos 2000-2010 (US$ bi)

da Indústria de Transformados Plásticos 2000-2010 (US$ bi) Crescimento: 150% Crescimento médio: 9,6% a.a. Fonte: “O

Crescimento: 150% Crescimento médio: 9,6% a.a.

Fonte:“O Perfil da Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico 2010”, Abiplast:

Associação Brasileira da Indústria do

Plástico (www.abiplast.org.br)

Faturamento US$/kg: 2,58 1,75 2,06 2,45 3,84 3,99 4,02 3,74 3,94 3,69 4,24
Faturamento US$/kg:
2,58
1,75
2,06
2,45
3,84
3,99
4,02
3,74
3,94
3,69
4,24

Crescimento: 64% Crescimento médio: 5,1% a.a.

MATERIAIS POLIMÉRICOS Mercado de trabalho da indústria de plásticos
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Mercado de trabalho da indústria de plásticos

Número de empresas no Brasil

Número de empregados no Brasil

de empresas no Brasil Número de empregados no Brasil Estado de São Paulo: 5.093 empresas (44,4%)

Estado de São Paulo:

5.093 empresas (44,4%) 157.729 empregados (45,1%)

Fonte:“O Perfil da Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico 2010”, Abiplast: Associação Brasileira da Indústria do Plástico (www.abiplast.org.br)

MATERIAIS POLIMÉRICOS Setores da economia onde o plástico é mais utilizado
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Setores da economia onde o plástico é mais utilizado
Fonte:“O Perfil da Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico 2010”, Abiplast: Associação
Fonte:“O Perfil da Indústria Brasileira de
Transformação de Material Plástico 2010”,
Abiplast: Associação Brasileira da Indústria
do Plástico (www.abiplast.org.br)
MATERIAIS POLIMÉRICOS CRONOGRAMACRONOGRAMA DASDAS AULASAULAS EE MMÉÉTODOTODO DEDE AVALIAAVALIAÇÇÃOÃO
MATERIAIS POLIMÉRICOS
CRONOGRAMACRONOGRAMA DASDAS
AULASAULAS EE MMÉÉTODOTODO DEDE
AVALIAAVALIAÇÇÃOÃO

Prof. Murilo Feltran

DEDE AVALIAAVALIAÇÇÃOÃO Prof. Murilo Feltran Janeiro de 2012 FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL

Janeiro de 2012

FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL CURSO DE TECNOLOGIA EM POLÍMEROS

MATERIAIS POLIMÉRICOS Cronograma de aulas - versão 1
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Cronograma de aulas - versão 1

Data

Dia

Tema

23/jan

segunda-feira

Aula de abertura / Revisão Fundamentos de Polímeros

24/jan

terça-feira

Revisão Fundamentos de Polímeros

30/jan

segunda-feira

Revisão Fundamentos de Polímeros

31/jan

terça-feira

Revisão Fundamentos de Polímeros

3/fev

sexta-feira

Polietilenos

6/fev

segunda-feira

PEBD

7/fev

terça-feira

PEAD

10/fev

sexta-feira

PELBD

13/fev

segunda-feira

Metalocenos (m-PELBD)

14/fev

terça-feira

PEUAPM / PEUBD / Copolímeros Olefínicos

24/fev

sexta-feira

EPE / XLPE / PEX / EVA

27/fev

segunda-feira

EVOH / EAA / EMAA / Ionômeros

28/fev

terça-feira

Prova P1

5/mar

segunda-feira

Polipropilenos

6/mar

terça-feira

PP Homopolímero e PP Copolímero (Random e Heterofásico)

9/mar

sexta-feira

Aditivos para PP

12/mar

segunda-feira

Borrachas Diênicas Termoplásticas (EPM e EPDM)

13/mar

terça-feira

Compostos de PP / EPP

19/mar

segunda-feira

Prova P2

20/mar

terça-feira

PVC: Resinas de PVC Suspensão / Resinas de PVC Emulsão/Microsuspensão

23/mar

sexta-feira

Preparação de Compostos Rígidos / Flexíveis / Pastas

MATERIAIS POLIMÉRICOS Cronograma de aulas - versão 1 (continuação)
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Cronograma de aulas - versão 1 (continuação)

Data

Dia

Tema

26/mar

segunda-feira

Aditivos para PVC

27/mar

terça-feira

Aditivos para PVC

2/abr

segunda-feira

Processamento de compostos e pastas de PVC. PVC Clorado (CPVC)

3/abr

terça-feira

TRABALHO 2: AULA EXPERIMENTAL COMPOSTOS DE PVC

9/abr

segunda-feira

Prova P3

10/abr

terça-feira

Poliestirenos: GPPS E PSAI

13/abr

sexta-feira

PSAI / EPS

16/abr

segunda-feira

ABS e SAN

17/abr

terça-feira

MABS / ASA / SBS / Blendas de ABS e ASA

23/abr

segunda-feira

PMMA

24/abr

terça-feira

Prova P4

27/abr

sexta-feira

Poliamidas

7/mai

segunda-feira

Palestra Solvay Rhodia: PA 6, PA 6.6 e compostos de PA

8/mai

terça-feira

Policarbonatos / Blendas de PC

11/mai

sexta-feira

PET

14/mai

segunda-feira

PBT / Outros poliésteres

15/mai

terça-feira

Poliacetais (POM - homopolímero e copolímero)

21/mai

segunda-feira

Prova P5

22/mai

terça-feira

Polímeros de Uso Especial: PAA, PPA, PSU, PES, PPSU, LCP, PTFE (Palestra Solvay Advanced Polymers)

25/mai

sexta-feira

Termofixos

28/mai

segunda-feira

Termofixos

MATERIAIS POLIMÉRICOS Cronograma de aulas - versão 1 (continuação)
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Cronograma de aulas - versão 1 (continuação)

Data

Dia

Tema

29/mai

terça-feira

Elastômeros

4/jun

segunda-feira

Poliuretanos - Isocianatos e polióis / Espumas Rígidas e Flexíveis / TPU

5/jun

terça-feira

Prova P6

6/jun

quarta-feira

TRABALHO 3: SEMINÁRIOS SOBRE ELASTÔMEROS

8/jun

sexta-feira

Polímeros Biodegradáveis

11/jun

segunda-feira

PROVA RECUPERAÇÃO

12/jun

terça-feira

Polímeros Biodegradáveis

13/jun

quarta-feira

Aula final

MATERIAIS POLIMÉRICOS Sistema de Avaliação
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Sistema de Avaliação

6

provas presenciais

= 60% da nota total (10 pontos cada prova na média final)

3

trabalhos em grupo = 30% da nota total (10 pontos cada trabalho na média final)

5

Artigos para leitura* = 10% da nota total (2 pontos cada artigo na média final)

* Nota será dada pela resposta de 2 perguntas objetivas sobre o artigo.

Provas presenciais:

Prova 1 – 28 de fevereiro

Prova 2 – 19 de março

Prova 3 – 9 de abril

Prova 4 – 24 de abril

Prova 5 – 21 de maio

Prova 6 – 5 de junho

Observação: não haverá reposição das provas. Opção para reposição de nota é a prova de recuperação (toda a matéria) no dia 11 de junho.

MATERIAIS POLIMÉRICOS Sistema de Avaliação
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Sistema de Avaliação

Trabalho em grupo 1 (sorteio dia 5 de março e entrega 02 de abril): abordará uma situação problema encontrada no dia-a-dia de um departamento de desenvolvimento de produtos de uma empresa de transformação de poliolefinas. Um relatório técnico detalhado deverá ser entregue posteriormente.

Trabalho em grupo 2 (realização 03 de abril e entrega dia 24 de abril): trabalho experimental no laboratório de PVC abordando o desenvolvimento de formulações, a preparação e processamento dos compostos a mensuração de propriedades específicas. Será realizado no laboratório de PVC e um relatório técnico detalhado deverá ser entregue posteriormente.

Trabalho em grupo 3 (sorteio dia 11 de maio e apresentação dia 6 de junho):

seminário técnico em grupo (apresentação expositiva de 15 minutos) sobre obtenção, estrutura, propriedades, processamento e aplicações de um elastômero a ser sorteado.

Grupos deverão ser formados de 4 alunos (dependendo do número total de alunos da sala).

Os critérios de avaliação serão objetivos e discutidos com a sala anteriormente ao início das atividades de cada trabalho.

MATERIAIS POLIMÉRICOS Referências Bibliográficas – Algumas sugestões
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Referências Bibliográficas – Algumas sugestões

1. ASHBY, M.F. Materials Selection in Mechanical Design. 2 a edição, Butterworth-Heinemann, 1999, 501 páginas.

2. BILLMEYER JR., F. W. Textbook of polymer science. 3 a edição, John Wiley & Sons, 1984, 578 páginas.

3. BRYDSON, J.A. Plastics Materials. 6 a edição, Butterworth-Heinemann Ltd, 1995, 896 páginas.

4. CANEVAROLO JR., S. V. Ciência dos polímeros. 2ª edição, Artliber Editora, 2006, 277 páginas.

5. CRAWFORD, R.J. Plastics Engineering. 3 a edição. Butterworth-Heinemann Ltd, 1998, 505 páginas.

6. HARPER, C.A.; MODERN PLASTICS. Modern Plastics Handbook. McGraw-Hill, 2000, 1231 páginas.

7. MARK. J.E. Handbook of Polymer Data. Oxford University Press, Inc, 1999, 1012 páginas.

8. SPERLING, L.H. Introduction to Physical Polymer Science. John Wiley & Sons Inc, 1992, 594 páginas.

9. TADMOR, Z.; GOGOS, C.G. Principles of Polymer Processing. John Wiley & Sons Inc, 1979, 736 páginas.

10. WIEBECK. H.; HARADA, J. Plásticos de Engenharia – Tecnologia e Aplicações. Artliber Editora, 350 páginas.

Referências bibliográficas específicas (livros, artigos, portais de internet, catálogos de fabricantes) serão indicados ao longo do curso.

MATERIAIS POLIMÉRICOS PORQUEPORQUE OSOS MATERIAISMATERIAIS POLIMPOLIMÉÉRICOSRICOS REVOLUCIONARAMREVOLUCIONARAM OO
MATERIAIS POLIMÉRICOS
PORQUEPORQUE OSOS
MATERIAISMATERIAIS
POLIMPOLIMÉÉRICOSRICOS
REVOLUCIONARAMREVOLUCIONARAM OO
MUNDO?MUNDO?
REVOLUCIONARAMREVOLUCIONARAM OO MUNDO?MUNDO? FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL CURSO DE TECNOLOGIA

FACULDADE SENAI DE TECNOLOGIA AMBIENTAL CURSO DE TECNOLOGIA EM POLÍMEROS

MATERIAIS POLIMÉRICOS Por que usar materiais poliméricos?
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Por que usar materiais poliméricos?
MATERIAIS POLIMÉRICOS Por que usar materiais poliméricos? Anos 70 – Pára-choque de aço Preço Aço =
MATERIAIS POLIMÉRICOS Por que usar materiais poliméricos? Anos 70 – Pára-choque de aço Preço Aço =

Anos 70 – Pára-choque de aço

Preço Aço = US$ 567/t (Europa)*

* Fonte: London Metal Exchange, www.lme.com

(Europa)* * Fonte: London Metal Exchange, www.lme.com Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de
(Europa)* * Fonte: London Metal Exchange, www.lme.com Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de
(Europa)* * Fonte: London Metal Exchange, www.lme.com Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de
(Europa)* * Fonte: London Metal Exchange, www.lme.com Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de

Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de PP com absorvedores em EPP

Preço PP

= US$ 1.320/t (Europa)*

MATERIAIS POLIMÉRICOS Preço não é tudo!!! Outros aspectos devem ser levados em conta
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Preço não é tudo!!! Outros aspectos devem ser levados em conta
não é tudo!!! Outros aspectos devem ser levados em conta Anos 70 – Pára-choque de aço
não é tudo!!! Outros aspectos devem ser levados em conta Anos 70 – Pára-choque de aço

Anos 70 – Pára-choque de aço

Preço Aço = US$ 567/t (Europa)* Densidade = 7,68 g/cm 3 Preço Aço = ~ US$ 4.355/m 3 (Europa) Alto peso e transmissão de impactos!!!

* Fonte: London Metal Exchange, www.lme.com

(preços de 13/01/2011)

London Metal Exchange, www.lme.com (preços de 13/01/2011) Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de
London Metal Exchange, www.lme.com (preços de 13/01/2011) Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de
London Metal Exchange, www.lme.com (preços de 13/01/2011) Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de
London Metal Exchange, www.lme.com (preços de 13/01/2011) Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de

Anos 90 – Pára-choque em ABS ou composto de PP com absorvedores em EPP

Preço PP Densidade PP

Densidade EPP = 0,05-0,06 g/cm 3

Preço PP

Baixo peso e absorção de impactos!!!

= US$ 1.320/t (Europa)* = 0,905 g/cm 3

= ~ US$ 1194/m 3 (Europa)

MATERIAIS POLIMÉRICOS
MATERIAIS POLIMÉRICOS

PorquePorque entãoentão oo chassischassis dosdos carroscarros continuacontinua aa serser dede materialmaterial metmetáálico?lico?

MATERIAIS POLIMÉRICOS Diferença mecânica entre o PP e o aço é de cerca de 200
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Diferença mecânica entre o PP e o aço é de cerca de 200 vezes!!!
ou seja: quando design é importante mas resistência mecânica também, os polímeros GERALMENTE não são
ou seja: quando design é
importante mas resistência mecânica
também, os polímeros GERALMENTE
não são opções técnica e
economicamente interessantes.

Fonte: ASHBY, M.F. - “Materials

Selection in Mechanical Design”

2 nd edition – Oxford:

Butterworth-Heinemann, 1999

MATERIAIS POLIMÉRICOS Evolução dos materiais nas embalagens da Coca-Cola
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Evolução dos materiais nas embalagens da Coca-Cola
Evolução dos materiais nas embalagens da Coca-Cola Garrafa de Vidro (1886) Lata de Alumínio (1981) Garrafa

Garrafa de Vidro

(1886)

nas embalagens da Coca-Cola Garrafa de Vidro (1886) Lata de Alumínio (1981) Garrafa de PET (1991)
nas embalagens da Coca-Cola Garrafa de Vidro (1886) Lata de Alumínio (1981) Garrafa de PET (1991)

Lata de Alumínio

(1981)

Coca-Cola Garrafa de Vidro (1886) Lata de Alumínio (1981) Garrafa de PET (1991) Garrafa de PET
Coca-Cola Garrafa de Vidro (1886) Lata de Alumínio (1981) Garrafa de PET (1991) Garrafa de PET

Garrafa de PET

(1991)

Coca-Cola Garrafa de Vidro (1886) Lata de Alumínio (1981) Garrafa de PET (1991) Garrafa de PET
Coca-Cola Garrafa de Vidro (1886) Lata de Alumínio (1981) Garrafa de PET (1991) Garrafa de PET

Garrafa de PET “PlantBottle”

(2010)

MATERIAIS POLIMÉRICOS PET revolucionou a indústria de refrigerantes!!! Independência do vidro promoveu o crescimento
MATERIAIS POLIMÉRICOS
PET revolucionou a indústria de refrigerantes!!!
Independência do vidro promoveu o crescimento de outras empresas
do vidro promoveu o crescimento de outras empresas Garrafa de Vidro (1886) Baixíssima permeabilidade

Garrafa de Vidro

(1886)

Baixíssima permeabilidade

Propriedades organolépticas

Design atraente, porém limitado

Sistema de coleta e lavagem onerosos

Reciclagem consome muita energia elétrica

Poucos fabricantes de garrafas de vidro no Brasil (elevado investimento fabril)*

garrafas de vidro no Brasil (elevado investimento fabril)* Lata de Alumínio (1981) Baixíssima permeabilidade

Lata de Alumínio

(1981)

Baixíssima permeabilidade

Reciclável

Armazenamento e transporte facilitados

Design limitado

Poucos fabricantes de latas no Brasil (elevado investimento fabril)

* Motivo pelo qual as “tubaínas” usavam garrafas de cerveja (padronizadas à época)

usavam garrafas de cerveja (padronizadas à época) Garrafa de PET (1991) Liberdade de design (formatos e

Garrafa de PET

(1991)

Liberdade de design (formatos e dimensões)

Reciclável (55% do PET no Brasil é reciclado)

Maior permeabilidade (menor validade)

Barreira à entrada de concorrentes é muito baixa (baixo investimento fabril)

de concorrentes é muito baixa (baixo investimento fabril) Garrafa de PET “PlantBottle” (2010) U s o

Garrafa de PET “PlantBottle”

(2010)

Uso de parte do PET (30%) de fonte renovável

MATERIAIS POLIMÉRICOS Evolução dos materiais em caixas d’água
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Evolução dos materiais em caixas d’água
POLIMÉRICOS Evolução dos materiais em caixas d’água Fibrocimento (fibras de amianto e atualmente PP) PEAD

Fibrocimento (fibras de amianto e atualmente PP)

d’água Fibrocimento (fibras de amianto e atualmente PP) PEAD injetado (injeção assistida de gás) PRFV
d’água Fibrocimento (fibras de amianto e atualmente PP) PEAD injetado (injeção assistida de gás) PRFV

PEAD injetado (injeção assistida de gás)

atualmente PP) PEAD injetado (injeção assistida de gás) PRFV (poliéster insaturado reforçado com fibra de vidro)
atualmente PP) PEAD injetado (injeção assistida de gás) PRFV (poliéster insaturado reforçado com fibra de vidro)

PRFV (poliéster insaturado

reforçado com fibra de

vidro)

PRFV (poliéster insaturado reforçado com fibra de vidro) PELBD rotomoldado dupla camada e tampa roscada PELBD

PELBD rotomoldado dupla camada e tampa roscada

(poliéster insaturado reforçado com fibra de vidro) PELBD rotomoldado dupla camada e tampa roscada PELBD rotomoldado
(poliéster insaturado reforçado com fibra de vidro) PELBD rotomoldado dupla camada e tampa roscada PELBD rotomoldado

PELBD rotomoldado

MATERIAIS POLIMÉRICOS Estrutura, propriedades e processamento sempre se relacionam
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Estrutura, propriedades e processamento sempre se relacionam
Estrutura, propriedades e processamento sempre se relacionam ↑↑ ↔ ↑↑ ↑ ↑ Investimento

↑↑

↑↑

Investimento Fabril Produtividade Questionamentos ambientais Peso Necessidade de limpeza

Investimento Fabril Produtividade Questionamentos ambientais Peso Necessidade de limpeza ↓ ↓↓ ↔ ↔ ↓
Investimento Fabril
Produtividade
Questionamentos ambientais
Peso
Necessidade de limpeza
↓↓
Peso Necessidade de limpeza ↓ ↓↓ ↔ ↔ ↓ Investimento Fabril Produtividade Questionamentos ambientais

Investimento Fabril

Produtividade Questionamentos ambientais Peso Necessidade de limpeza

↓↓

↓↓

↓↓

Investimento Fabril ↑ Produtividade Questionamentos ambientais Peso Necessidade de limpeza   ↑ ↓↓

Investimento Fabril

Produtividade Questionamentos ambientais Peso Necessidade de limpeza

 

↓↓

 

 

Investimento Fabril Produtividade Questionamentos ambientais Peso Necessidade de limpeza

 

↓↓

↓↓

 

MATERIAIS POLIMÉRICOS Evolução no conceito de revestimentos de piscina
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Evolução no conceito de revestimentos de piscina
Evolução no conceito de revestimentos de piscina Piscina de alvenaria revestida com ladrilhos ou azulejos

Piscina de alvenaria revestida com ladrilhos ou azulejos

Piscina de alvenaria revestida com ladrilhos ou azulejos Piscina poliéster insaturado com fibra de vidro Piscina

Piscina poliéster insaturado com fibra de vidro

com ladrilhos ou azulejos Piscina poliéster insaturado com fibra de vidro Piscina de vinil (laminado flexível

Piscina de vinil (laminado flexível de PVC)

MATERIAIS POLIMÉRICOS Evolução no conceito de revestimentos de piscina
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Evolução no conceito de revestimentos de piscina
Evolução no conceito de revestimentos de piscina Piscina de alvenaria revestida com ladrilhos ou azulejos

Piscina de alvenaria revestida com ladrilhos ou azulejos

Liberdade de formatos e dimensões

Uso de várias camadas (argamassas e manta asfáltica) para promover estanqueidade

Necessidade de mão-de-obra especializada para execução

Em caso de vazamentos, é necessário esvaziar a piscina para reparo.

vazamentos, é necessário esvaziar a piscina para reparo. Piscina poliéster insaturado com fibra de vidro Limitação

Piscina poliéster insaturado com fibra de vidro

Limitação nos formatos e dimensões produzidos

Transporte e instalação oneroso

Não dispensa a estrutura de alvenaria

Em caso de vazamentos, é necessário esvaziar a piscina para reparo.

vazamentos, é necessário esvaziar a piscina para reparo. Piscina de vinil (laminado flexível de PVC) Liberdade

Piscina de vinil (laminado flexível de PVC)

Liberdade de formatos, dimensões, cores e impressões

Instalação facilitada (laminados podem ser soldados na obra)

Não dispensa a estrutura de alvenaria

Em caso de vazamentos, não é necessário esvaziar a piscina para reparo.

Tipo de piscina mais usada no Brasil.

MATERIAIS POLIMÉRICOS Outras possibilidades no revestimento de piscina
MATERIAIS POLIMÉRICOS
Outras possibilidades no revestimento de piscina

Se é possível produzir caixas d’água de PELBD por rotomoldagem, porque não se faz piscinas por esta tecnologia?

Razões técnicas:

Dimensões:

Caixas d’água (volumes típicos) Piscina (8m x 4m x 1,5m)

1.000 litros a 15.000 litros 48.000 litros!!!

Desenho:

Forma de paralelepípedo da piscina levaria fragilidade nos cantos vivos da piscina

Equipamento:

(principalmente nos pontos inferiores). Além disso, para cada formato/dimensão de piscina seria necessário um molde: piscinas padronizadas não são atrativas para os clientes. Forno para rotomoldar piscina padrão 8m x 4m x 1,5m necessitaria ser de dimensões muito acima dos padrões normais (formas cilíndricas são mais compactas), elevando consideravelmente o ciclo para obtenção da peça.

Razões econômicas:

Investimento:

Equipamento necessitaria de investimento muito elevado para uma produtividade razoavelmente pequena.

Piscinas de vinil ou de poliéster insaturado com fibra de vidro são economicamente mais interessantes.

Análise como esta no mercado de polímeros tem data de validade. O que é verdade hoje pode deixar de ser daqui a 10 anos.

O que é verdade hoje pode deixar de ser daqui a 10 anos. Conclusão : Observação:

Conclusão:

Observação:

Piscina rotomoldada de pequenas dimensões (Austrália)