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PROF.: CESAR SURGIMENTO E DENVOLVIMENTO DO ESTADO MODERNO I - O Surgimento do Estado Moderno

PROF.: CESAR

SURGIMENTO E DENVOLVIMENTO DO ESTADO MODERNO

I - O Surgimento do Estado Moderno De maneira geral podemos afirmar que os Estados Nações na Europa formaram-se entre os séculos XV e XVIII, em alguns casos esse processo de integração da ordem feudal e formatação do modelo estrutural do Estado pode ser percebido mesmo antes do século XV (como no caso português). O desenvolvimento das atividades econômicas relacionadas ao comércio, com o surgimento da burguesia e as grandes mudanças no cenário social da Europa medieval, exigia uma mudança drástica no cenário político. Em alguns casos, a própria burguesia buscou o apoio de um grande nobre (Rei) a fi m de construir um modelo de governo que benefi cie tal categoria, em outros casos os próprios nobres buscaram construir essa aliança política entre si, para manter seus privilégios políticos e o suporte tributário por parte da

privilégios políticos e o suporte tributário por parte da burguesia. É neste contexto que a estrutura

burguesia. É neste contexto que a estrutura feudal passa por um processo de integração, desencadeando o aparecimento dos primeiros países, tal qual conhecemos hoje, com suas fronteiras definidas, com uma simbologia própria, uma moeda única, um único padrão de pesos e medidas, um exército profissional, etc.

II - O Desenvolvimento do Estado 1. O Estado Absolutista (XV-XVIII) Primeiro modelo de Estado, onde o Rei (monarca) concentrava todos os poderes em suas mãos, subordinando o parlamento e o judiciário. Nesse modelo político, o executivo controla todas as atividades da economia, estabelecendo suas regras (mercantilismo). Geralmente nesse modelo, existe uma forte presença da religião, a igreja justificava a poder do Rei pela sua pretensa

nesse modelo, existe uma forte presença da religião, a igreja justificava a poder do Rei pela

2. O Estado liberal - democrático (XVIII-XX) Fruto da ascensão burguesa com as revoluções do século XVIII, onde o monarca tem o seu poder limitado, geralmente por um parlamento (representante dos ideais burgueses). Neste momento o Estado é fortemente influenciado pelos pressupostos do Iluminismo e do liberalismo (não intervenção do estado na economia), destacando as bases políticas lançada por Montesquieu, em seu O Espírito das Leis (Poder descentralizado:

executivo, legislativa e judiciário).

Texto complementar A consolidação das monarquias na Europa moderna A Organização dos Estados Nacionais, entre os séculos XV e XVIII, foi desencadeadas por diversos acontecimentos importantes, que fizeram parte do contexto histórico europeu na transição do sistema feudal para uma sociedade de ordem burguesa. Cabe ressaltar, porém, que nem toda Europa participou igualmente dessas transformações. A partir dessas reestruturação, muitos Estados tornaram-se capazes de demarcar, cada vez mais, a área e a população sob seu controle; passaram também a acumular um volume crescente de informações relativas a sua soberania e aprimoraram sua eficiência administrativa. Em outras palavras: as monarquias acumularam conhecimento, conquistaram poder, ampliaram suas ambições e o aspecto de suas intervenções e assumiram mais responsabilidades. Os reis tomaram para si o monopólio da lei. A política nacional e todas as atividades de caráter político e econômico foram subordinadas a eles, ou deles passaram a depender. Desde o século XVII, o Estado dilatou seu campo de atividade, a começar pelo controle de seu próprio exército até o gerenciamento direto de suas indústrias. Na prática, o Estado planejou economias inteiras, até o ponto de não deixar praticamente nada fora de seu controle. Neste início de milênio, podemos constatar que as antigas estruturas político-organizativas não estão conseguindo sobreviver aos efeitos da Nova Ordem internacional. O mundo posterior à fragmentação da União Soviética vê-se diante do desmoronamento, na Europa, dos modelos de Estados nacionais construídos ao longo dos séculos. Hoje, em várias regiões do planeta, consolidam-se entidades político-econômicas como a União Européia, o Mercosul e o Nafta.

regiões do planeta, consolidam-se entidades político-econômicas como a União Européia, o Mercosul e o Nafta.

origem divina.

planeta, consolidam-se entidades político-econômicas como a União Européia, o Mercosul e o Nafta. origem divina.

O

fracasso

exclusivo

O fracasso exclusivo socialistas. Em toda parte renascem choques religiosos, tribais, separatistas e nacionalistas. A

socialistas. Em toda parte renascem choques religiosos, tribais, separatistas e nacionalistas.

A irracionalidade e o caos tomam as rédeas da

Nova Ordem. A ausência de centros hegemônicos de poder no mundo pós-Guerra Fria trouxe realidades inesperadas. A supremacia norte-americana passou a ser ameaçada pelo desenvolvimento de nações como o Japão e Alemanha. Paradoxalmente, o Afeganistão, onde não há, na prática, nenhum Estado - apenas disputas políticas entre grupos -, tornou-se, a partir de setembro de 200 1, uma ameaça à preponderância dos Estados Unidos.

Segundo Hobsbawm, “é prematuro afirmar que o mundo irá se tornar um local ainda mais difícil de ser administrado, ou que estamos diante do fim da obediência das populações a seus governos. Durante a maior parte da história, sempre houve uma suposição generalizada de que os cidadãos obedeceriam a um governo efetivo, qualquer que fosse ele, e contasse ou não com a aprovação geral. Em alguns casos, o governo era respeita

o por ser forte, mas, em outros, esse respeito baseava-se

em idéia expressa por Hobbes, a de que qualquer governo eficaz é melhor que nenhum governo”. Entretanto, acontecimentos recentes demonstram manifestações contrárias às idéias do pensador Thomas Hobbes. As populações de muitos países não aceitam mais o princípio de que não vale a pena lutar contra seus governos. Em diversos pontos, surgem dramáticas hostilidades nacionalistas que forçam a existência de novos limites territoriais. Alguns desses movimentos já alcançaram êxito, como no Leste Europeu, enquanto outros - por exemplo, os existentes na Palestina, na Irlanda e nos Países Bascos - ainda sustentam guerras seculares.

Estado e Nação Até o final da Idade Média não existiam ainda Estados constituídos, como Portugal, Espanha, França e

Inglaterra. O poder político era instituído a partir de relações pessoais, de laços estabelecidos dentro da sociedade de ordens (nobres clero e setores burgueses e populares).

Na Europa Ocidental, os primeiros embriões de

Estado germinaram ao longo da Modernidade. O governante, que poderia ser um rei ou um cidadão eleito pelo povo, administrava a Nação independentemente das relações de compromisso. O longo processo da construção da identidade nacional coube ao governo e às elites, ambos

interessados nas vantagens que a centralização do poder poderia proporcionar.

A ideia de Nação não se consolidou do dia para a

noite, mas resultou de um período de grandes mudanças, tais como a gradativa perda de força dos senhores feudais, o desenvolvimento do comércio e das cidades e

a retomada da autoridade dos reis. Nesse contexto, os

antigos interesses regionais, baseados nos laços de fidelidade característicos da sociedade medieval, foram

lentamente substituídos por necessidades maiores e mais amplas.

A autonomia dos feudos cedeu lugar à

centralização do poder nas mãos de um monarca - o que firmou a noção de que todos os habitantes de um determinado território, incluindo nobres, burgueses, camponeses e clero, deviam obediência ao rei.

“Para compreender o significado de um Estado Nacional, é preciso, primeiramente, entender o conceito de Nação”, segundo o

cientista político Norberto Bobbio

é preciso, primeiramente, entender o conceito de Nação”, segundo o cientista político Norberto Bobbio ANOTAÇÕES:

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REVISÃO IMPACTO - A CERTEZA DE VENCER!!!
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não

foi

dos

regimes