Sei sulla pagina 1di 3

Reflexão - O Desempenho do Educador

1

A lei portuguesa, através do Decreto-Lei n.º 241/2001, definiu de uma forma

clara e concisa, o perfil geral de desempenho profissional dos educadores de Infância e

professores do Ensino Básico e Secundário. Posto isto, e devido à dimensão deste

documento, sendo este um ponto de partida para a intervenção in loco do docente,

achamos pertinente integrar o decreto de lei supramencionado no nosso portefólio.

Tendo em conta que estamos a adquirir conhecimentos na área de educação de

Infância e de 1º ciclo do Ensino Básico e, como futuras docentes achamos

imprescindível analisar e reflectir os conceitos referenciados no decreto em questão, de

forma a possibilitar meios para uma prática pedagógica adequada.

Porém, como este portefólio está introduzido na Unidade Curricular de Iniciação

à Prática Profissional VI, na vertente de Educação de Infância iremos focar a nossa

análise e reflexão no perfil do Educador de Infância.

Apesar deste decreto de lei não fazer referência às orientações exigidas aos

educadores de infância na valência creche, este visa, essencialmente, orientar os

educadores na vertente pré-escolar, no entanto, estes profissionais ficam igualmente

habilitados para desempenharem as suas funções na faixa etária dos 0 aos 3 anos.

No que concerne à concepção e desenvolvimento do currículo, este é definido

pelo educador tendo como objectivo a construção de aprendizagens integradas por parte

das crianças. Posto isto, achamos de extrema importância que esta concepção e

desenvolvimento fique a cargo do educador, na medida em que, o currículo deverá ser

elaborado segundo o grupo de crianças que o educador irá trabalhar. Assim sendo, este

terá oportunidade as conhecer e elaborar o currículo tendo por base as características,

Reflexão - O Desempenho do Educador

2

necessidades e interesses do grupo. Só assim, será possível proporcionar-lhes momentos

de aprendizagens significativas.

É de salientar, que não é apenas a nível da execução do currículo que o

educador de infância tem um papel activo, mas sim, em tudo o que está directamente

relacionado com as crianças e o ambiente educativo que as circunda.

Assim sendo, o educador tem autonomia para organizar todo o ambiente

educativo, consoante ache mais adequado às aprendizagens e ao método que pretende

desenvolver com o seu grupo. Planifica tendo por base os interesses, ritmos e

conhecimentos prévios das crianças, para que possa partir desse ponto e desenvolver,

progressivamente, outros saberes, em diferentes áreas, e mais organizados. Assume, de

igual modo, a responsabilidade de desenvolver a autonomia, estimular a curiosidade, o

desejo de aprender cada vez mais nas crianças. Promover a participação da família e da

restante comunidade nas actividades desenvolvidas pelas, fomentando o trabalho e o

espírito de entreajuda, entre outras competências essenciais.

Em suma, na nossa perspectiva, este decreto de lei fornece linhas orientadoras

para o educador desenvolver, de forma significativa a sua prática pedagógica. Tem

como fundamentos, uma aprendizagem construtivista, em que a criança constrói

activamente as suas aprendizagens, sendo que o papel do educador baseia-se

essencialmente em orientar estas novas construções de conhecimentos.

Reflexão - O Desempenho do Educador

3

Legislação

Ministério da Educação (2001). Perfil geral de desempenho profissional do educador de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário. Decreto-Lei n.º 240/2001, de 30 de Agosto. Consultado em: