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Afecções urinárias

SISTEMA URINÁRIO

Conjunto de órgãos responsáveis pela formação, depósito e

eliminação da urina

Formado por:

2 rins

2 ureteres

1 bexiga

1 uretra

formação, depósito e eliminação da urina • Formado por: • 2 rins • 2 ureteres •

FUNÇÃO

Excreção de produtos do metabolismo

Uréia, creatinina, ácido úrico, toxinas, pesticidas, fármacos

Regulação hidroeletrolítica

Na +

K +

Mg +

Ca +

Regulação da Pressão Arterial

RINS

Responsáveis pela produção da urina

Em forma de feijão (aproximadamente 11 cm de comprimento, 5 cm de largura e 3 cm de espessura).

Localizado entre o peritônio e a parede posterior do abdome

O rim direito situa-se um pouco abaixo do esquerdo devido ao

grande tamanho do fígado

e a parede posterior do abdome • O rim direito situa-se um pouco abaixo do esquerdo
e a parede posterior do abdome • O rim direito situa-se um pouco abaixo do esquerdo
NÉFRON • Unidade funcional do rim, cada rim possui cerca de 1 milhão de néfrons

NÉFRON

Unidade funcional do rim, cada rim possui cerca de 1 milhão de

néfrons

Um néfron não depende

de outro

AFECÇÕES URINÁRIAS

ITU Infecção do Trato Urinário Condição na qual o trato urinário é infectado por um microrganismo

Classifica-se em:

Sintomático: ardência uretral miccional, polaciúria, urgência miccional, dor suprapúbica ou febre

Assintomático: na ausência de qualquer tipo de sintoma, há bacteriúria; ocorre geralmente em idosos e em mulheres

Etiologia

Principais agentes envolvidos na infecção

urinária:

Escherichia coli

Klebsiella sp.

Enterobacter sp.

Pseudomonas aeruginosa

–
na infecção urinária: – Escherichia coli – Klebsiella sp. – Enterobacter sp. – Pseudomonas aeruginosa –
na infecção urinária: – Escherichia coli – Klebsiella sp. – Enterobacter sp. – Pseudomonas aeruginosa –
na infecção urinária: – Escherichia coli – Klebsiella sp. – Enterobacter sp. – Pseudomonas aeruginosa –

AFECÇÕES URINÁRIAS

Anatomicamente pode-se dividir a infecção urinária em baixa ou alta:

Baixa: cistite, uretrite, prostatite

Alta: pielonefrite aguda, pielonefrite crônica e abscessos renais ou

perirrenais

ITU Aguda

Quando os episódios sintomáticos são isolados e eventuais, se

forem freqüentes, em geral mais de 3 por ano, designa-se

infecção urinária de repetição ou recorrente

AFECÇÕES URINÁRIAS

Fatores Predisponentes:

Invasão bacteriana do trato urinário Refluxo uretervesical ou vesicoureteral Refluxo uretrovesical

Bexiga neurogênica

Uso de roupa íntima sintética, Jeans apertados, Papel higiênico perfumado, Guardanapo sanitários, Relações sexuais, Catetes vesicais. Nos homens a hiperplasia dificulta o esvaziamento

da bexiga.

AFECÇÕES URINÁRIAS

Vias de infecção

Ascendendo pela uretra Infecção ascendente Através da corrente sanguínea- disseminação hematogênica Por meio de uma fístula a partir o intestino Extensão direta

AFECÇÕES URINÁRIAS

Diagnóstico laboratorial

EAS e Urocultura Deve-se fazer a coleta do material (diurese) sem contaminação

Há 4 métodos de coleta:

Coletor urinário

Sondagem

Punção da bexiga

A urina é estéril

• Há 4 métodos de coleta: – Coletor urinário – Sondagem – Punção da bexiga •

AFECÇÕES URINÁRIAS

Tratamento

AFECÇÕES URINÁRIAS • Tratamento – Pode ser realizado com uma grande variedade de antimicrobianos – A

Pode ser realizado com uma grande variedade de

antimicrobianos

A escolha deve ser baseada na probabilidade do fármaco inibir o crescimento bacteriano, na menor incidência de efeitos adversos e no menor custo

A droga de escolha deve ser eliminada pela urina em elevadas concentrações se for ITU baixa

Se a infecção comprometer o parênquima renal, necessita de altas taxas séricas e renais

AFECÇÕES URINÁRIAS

Cuidados de enfermagem

Orientações ao paciente quanto à coleta de urina para exames

Promover a higienização genital

Lavar as mãos

Desprezar o primeiro jato de urina

Colocar no frasco correspondente evitando contaminação

Estimular ingesta hídrica

Instruir a não reter urina

Administrar medicamentos prescritos

Proporcionar conforto

CISTITE

Presença de bactérias na bexiga ,oriundas frequentemente da flora intestinal, após multiplicação migram para a uretra.

Etiologia Enterobactérias: Via ascendente e via descendente

Etiologia Enterobactérias: Via ascendente e via descendente Incidência: NAs mulheres Em relação aos homens, a

Incidência:

Incidência: NAs mulheres Em relação aos homens, a cistite geralmente é secundária a alguma outra doença,

NAs mulheres

Em relação aos homens, a cistite geralmente é secundária a alguma

outra doença, como infecções na próstata, no epidídimo ou cálculos vesicais.

CISTITE

Manifestações Clínicas:

Os indivíduos acometidos pela cistite podem apresentar os seguintes

sintomas:

pela cistite podem apresentar os seguintes sintomas: Urgência miccional; Aumento da freqüência urinária;

Urgência miccional;

Aumento da freqüência urinária;

Queimação e dor à micção;

Pode ocorrer piúria, bacteriúria, hematúria e forte dor na região

suprapúbica.

CISTITE

Diagnóstico

CISTITE Diagnóstico EAS (Elementos Anormais Sedimentados), onde são pesquisadas as características da urina e a

EAS (Elementos Anormais Sedimentados), onde são

pesquisadas as características da urina e a presença de

substâncias anormais, entre elas, sangue, pus e bactérias.

Urocultura ou cultura de urina utilizado para saber qual é o agente causador e o antibiótico que deverá ser utilizado.

TRATAMENTO

uso de antibióticos

utilizado para saber qual é o agente causador e o antibiótico que deverá ser utilizado. TRATAMENTO
CISTITE • CUIDADOS DE ENFERMAGEM Aplicar calor e banhos de imersão quentes. Estimular a ingestão

CISTITE

CUIDADOS DE ENFERMAGEM

CISTITE • CUIDADOS DE ENFERMAGEM Aplicar calor e banhos de imersão quentes. Estimular a ingestão de

Aplicar calor e banhos de imersão quentes.

Estimular a ingestão de grandes quantidades de líquidos

Orientar o esvaziamento completo da bexiga (a cada duas a três horas)

Lembrar alguns cuidados na coleta de urina para cultura: oferecer

recipiente estéril; orientar a fazer higiene da genitália externa e a desprezar o primeiro jato de urina, colhendo a seguir

PIELONEFRITE

Infecção supurativa que atinge a pelve renal, atinge quase todas as estruturas do rim, com exceção o glomérulo.

ETIOLOGIA : Enterobactérias,

traumatismos, obstrução ao fluxo urinário, e por via hematogênica.

FISIOPATOLOGIA: as bactérias

alcançam a bexiga por meio da uretra e ascendem ao rim.

e por via hematogênica. • FISIOPATOLOGIA : as bactérias alcançam a bexiga por meio da uretra

PIELONEFRITE

PIELONEFRITE • Sintomas: – Disúria – Leucocitose – Bacteriúria – Piúria – Febre – Dor à

Sintomas:

Disúria

Leucocitose

Bacteriúria

Piúria

Febre

Dor à palpação na região lombar

Calafrios

Náuseas

Vômitos

Sensação de urina quente

Maior freqüência e urgência

lombar – Calafrios – Náuseas – Vômitos – Sensação de urina quente – Maior freqüência e
lombar – Calafrios – Náuseas – Vômitos – Sensação de urina quente – Maior freqüência e

PIELONEFRITE

Tratamento

Antibióticos

Analgésicos e antitérmicos

Hidratação venosa

Antieméticos

• Tratamento – Antibióticos – Analgésicos e antitérmicos – Hidratação venosa – Antieméticos

GLOMERULOPATIAS

As conseqüências da agressão glomerular são basicamente:

proteinúria, hematúria, queda da filtração glomerular, retenção de sódio e hipertensão

Classificadas como

Primárias: aparecem isoladamente

Secundárias: associadas a

doenças sistêmicas

• Classificadas como – Primárias: aparecem isoladamente – Secundárias: associadas a doenças sistêmicas

GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA

É uma resposta inflamatória do glomérulo contra alguma substância nociva (antígeno) que invade o organismo humano, e que o sistema imunológico tenta destruir.

ETIOLOGIA: Infecção Secundária Via hematogênica

Após infecção Primária

imunológico tenta destruir. ETIOLOGIA: Infecção Secundária – Via hematogênica Após infecção Primária

GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA

Fisiopatologia

Antígeno

GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA • Fisiopatologia Antígeno Produto antígeno- anticorpo Taxa de filtração

Produto antígeno-

anticorpo

• Fisiopatologia Antígeno Produto antígeno- anticorpo Taxa de filtração glomerular diminuída Espessamento

Taxa de

filtração

glomerular

diminuída

anticorpo Taxa de filtração glomerular diminuída Espessamento e cicatrização Leucócitos infiltram o

Espessamento e cicatrização

glomerular diminuída Espessamento e cicatrização Leucócitos infiltram o glomérulo Deposição do complexo

Leucócitos infiltram o glomérulo

Deposição do

complexo antígeno-

anticorpo no glomérulo

do complexo antígeno- anticorpo no glomérulo Produção aumentada de células epiteliais que revestem o
do complexo antígeno- anticorpo no glomérulo Produção aumentada de células epiteliais que revestem o

Produção aumentada de células epiteliais

que revestem o

glomérulo

GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA

Sintomas

Oligúria, hematúria, hipertensão

Cor da urina semelhante a Coca-cola

Cefaléia, dor nas flancos, náuseas, vômitos

Mal-estar geral

Diminuição da diurese

Edema rápido e progressivo de face e pés

náuseas, vômitos – Mal-estar geral – Diminuição da diurese – Edema rápido e progressivo de face
náuseas, vômitos – Mal-estar geral – Diminuição da diurese – Edema rápido e progressivo de face

GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA

Tratamento e cuidados de enfermagem

Não há medida terapêutica específica

Manter repouso no leito

Medicar complicações (medicações hipotensoras)

Proteção dos rins

Dieta hipossódica e hipoproteica

Orientar a ingesta de carboidratos para

reduzir o catabolismo das proteínas

Aferir sinais vitais de 4/4 hrs

Realizar balanço hídrico

Controle de níveis pressóricos

Verificar peso em jejum

vitais de 4/4 hrs – Realizar balanço hídrico – Controle de níveis pressóricos – Verificar peso

GLOMERULONEFRITE CRÔNICA

Pode ser decorrente de episódios repetidos da

glomerulonefrite aguda.

Os rins:

Reduzidos de tamanho

O córtex enruga

As faixas de tecido cicatricial distorcem o córtex tornando a

superfície do rim áspera e irregular.

Os glomérulos e os túbulos tornam-se cicatrizados.

Os ramos da artéria renal mostram-se espessos.

O resultado é a lesão glomerular grave que resulta em DRET.

GLOMERULONEFRITE CRÔNICA

Manifestações clinicas

Sangramento da retina Epistaxe

AVE ou convulsão

Perda de peso e força

irritabilidade

Nictúria

Cefaléia, tonteiras e distúrbios digestivos

AVE ou convulsão Perda de peso e força irritabilidade Nictúria Cefaléia, tonteiras e distúrbios digestivos IR

IR e IRC

SÍNDROME NEFRÓTICA

É um conjunto de sinais , sintomas e achados laboratoriais que se

desenvolvem quando ocorre uma

elevação exagerada da proteinúria, hipoalbuminemia, lipidúria e edema

Não há invasão dos glomérulos por células inflamatórias, mas um

comprometimento da

permeabilidade glomerular

Doença glomerular primária

por células inflamatórias, mas um comprometimento da permeabilidade glomerular • Doença glomerular primária

SÍNDROME NEFRÓTICA

Pode acontecer com quase toda doença renal íntriseca ou doença

sistêmica que afete o glomérulo.

Fisiopatologia:

Caracteriza-se pela perda de proteína plasmática, principalmente a albumina, na urina. Embora o fígado seja capaz de aumentar a produção de albumina, ele não consegue compensar a perda diária a albumina através dos rins.

SÍNDROME NEFRÓTICA

Sintomatologia

Palidez

Cansaço

Edema

Proteinúria

Oligúria

SÍNDROME NEFRÓTICA • Sintomatologia – Palidez – Cansaço – Edema – Proteinúria – Oligúria

SÍNDROME NEFRÓTICA

Diagnóstico

Exames laboratoriais e urina de 24 horas (proteinúria)- albumina

Tratamento

Visam diminuir a perda anormal de proteínas urinárias

Corticóides

Dieta hiperprotéica

Albumina EV

Diuréticos

Tratamento de Enfermagem semelhante ao da GNAD

– Dieta hiperprotéica – Albumina EV – Diuréticos Tratamento de Enfermagem – semelhante ao da GNAD

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

É a perda súbita e

quase completa da função

renal, durante um período de horas a dias, resultando em retenção de produtos de

degradação no organismo.

da função renal, durante um período de horas a dias, resultando em retenção de produtos de

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

Classifica-se:

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA • Classifica-se: – Pré-renal: causas relacionadas ao suprimento ou fluxo sanguíneo

Pré-renal: causas relacionadas ao suprimento ou fluxo sanguíneo (hemorragia, IAM, Vasodilatação)

- Renal: dano ao rim propriamente dito (agentes nefrotóxicos medicamentos, venenos, contrastes

radiopacos, metais pesados, Glomerulonefrite aguda e

pielonefrite aguda)

Pós-renal: causas no trato urinário (obstruções litíase, tumores, estenoses, coágulos sanguíneos)

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

Fases da IRA

Início começa com agressão inicial e termina com a oligúria (- 400ml/dia).

Anúri a - 50ml por
Anúri
a -
50ml
por

dia

Oligúria aumento na concentração sérica das substâncias excretadas pelo rim (uréia, creatinina, ácido úrico, potássio e magnésio.

Diurese débito urinário gradativamente crescente, sinal que a filtração glomerular começou a se recuperar.

Recuperação - pode levar de 3 a 12 meses.

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

Sintomatologia

Letargia

Náuseas

Vômitos

Diarréia

Hálito urêmico

Uremia

Sonolência

Cefaléia

Convulsões

Náuseas – Vômitos – Diarréia – Hálito urêmico – Uremia – Sonolência – Cefaléia – Convulsões

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

Diagnóstico

Hemograma completo

EAS

Urografia excretora

Biópsia renal

Tratamento

– Urografia excretora – Biópsia renal • Tratamento – O rim possui uma notável capacidade de

O rim possui uma notável capacidade de recuperação das agressões, portanto deve- se restaurar o equilíbrio químico normal e a prevenção das complicações

Terapia dialítica, se

necessário

se restaurar o equilíbrio químico normal e a prevenção das complicações – Terapia dialítica, se necessário

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

Cuidados de Enfermagem

Controle hídrico

Restrição hídrica

Peso diário

Controles pressóricos

Proporcionar conforto

Repouso no leito

Avaliar nível de consciência

Controle dos SSVV

Cuidados com os acessos dialíticos

– Repouso no leito – Avaliar nível de consciência – Controle dos SSVV – Cuidados com

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

A DRET é uma deterioração progressiva e irreversível da função renal

Causas:

DM

HAS

Glomerulonefrites crônicas

Pielonefrite

Agentes ambientais e ocupacionais (chumbo, cromo e mercúrio)

Infecções

Medicamentos

Lesões hereditárias (rim policístico)

ocupacionais (chumbo, cromo e mercúrio) – Infecções – Medicamentos – Lesões hereditárias (rim policístico)

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

Fisiopatologia Função renal diminui, os produtos finais do metabolismo protéico acumulam-se no sangue. A uremia desenvolve-se afetando todos os sistemas do corpo.

Sintomatologia

Manifestações cardiovasculares -> hipertensão, IC, edema pulmonar e pericardite.

Sintomas dermatológicos - > prurido intenso

Outras manifestações sistêmicas -> anorexia, naúseas, vômitos, confusão mental, contratura muscular e convulsões.

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

Diagnóstico

Hemograma completo

US de vias urinárias

Clearence de Creatinina

Angiografia renal

Tratamento

de Creatinina – Angiografia renal • Tratamento – Farmacológico e nutricional (conservador)

Farmacológico e nutricional (conservador) (antihipertensivos e

eritropoentina)

Diálise (hemo ou peritonial)

Transplante

METÓDOS DIALÍTICOS

Diálise: processo empregado para remoção de líquidos e dos produtos de degradação urêmicos do corpo quando os rins são incapazes de fazê-lo.

Há duas modalidades Hemodiálise

Diálise Peritoneal

do corpo quando os rins são incapazes de fazê-lo. • Há duas modalidades – Hemodiálise –
do corpo quando os rins são incapazes de fazê-lo. • Há duas modalidades – Hemodiálise –

HEMODIÁLISE

Método mais comumente empregado

Usada em pacientes agudos bem como para DRET

Um dialisador ou rim artificial serve como membrana semipermeável sintética substituindo os glomérulos e túbulos

Evita-se a morte do doente renal, mas não cura a doença e não

compensa a perda das atividades endócrinas ou metabólicas dos rins.

O tratamento ocorre 3 vezes na semana,

pelo menos, 3 a 4 horas por tratamento.

HEMODIÁLISE

HEMODIÁLISE Sangue oriundo de uma artéria é bombeado para dentro de um dializador, onde ele flui

Sangue oriundo de uma artéria é bombeado para dentro

de um dializador, onde

ele flui através de tubos de celofane, os quais

funcionam como uma

membrana

semipermeável. O dialisado, que apresent a mesma composição

química do sangue, à

exceção de uréia e produtos residuais, flui ao redor dos túbulos.

Dialisadores: biocompatível, milhares de fibras ocas, rim artificial

Acesso vascular

Cateter CDL (subclávia, jugular interna e femoral)

Fístula une uma Artéria a uma Veia = anastomose

Enxerto

– CDL (subclávia, jugular interna e femoral) – Fístula – une uma Artéria a uma Veia

DIÁLISE PERITONEAL

Pacientes que são sensíveis às alterações hídricas, eletrolíticas ou metábolicas rápidas que acontecem durante a HD vivenciam uma quantidade menor de reações nessa modalidade de diálise

DM, doenças cardiovasculares, idosos e crianças

Peritônio membrana semipermeável que recobre os órgãos

abdominais e reveste a parede abdominal

DIÁLISE PERITONEAL

Acesso

Cateter de Tenckhoff na cavidade abdominal

DIÁLISE PERITONEAL • Acesso – Cateter de Tenckhoff na cavidade abdominal
DIÁLISE PERITONEAL • Acesso – Cateter de Tenckhoff na cavidade abdominal

DIÁLISE PERITONEAL

DIÁLISE PERITONEAL • Complicações da DP – Peritonite – Extravasamento pelo óstio – Hérnias abdominais

Complicações da DP

Peritonite

Extravasamento pelo óstio

Hérnias abdominais

Cuidados de enfermagem ao paciente renal

Controle de peso

Monitorização dos SSVV

Controle da ingesta hídrica

Orientações quanto aos cuidados com os acessos para diálise

dos SSVV – Controle da ingesta hídrica – Orientações quanto aos cuidados com os acessos para

TRANSPLANTE RENAL

O transplante renal é uma das opções de tratamento para o renal

crônico e é considerada a mais completa alternativa de substituição da função renal.

Pode ser de um doador vivo ou cadáver

Exames HLA, prova cruzada, painel de reatividade

TRANSPLANTE RENAL

TRANSPLANTE RENAL • Tipos: – Autotransplante – Isotransplante (entre gêmeos) – Alotransplante (doador e

Tipos:

Autotransplante

Isotransplante (entre gêmeos)

Alotransplante (doador e receptor da mesma espécie, mas geneticamente diferentes)

O órgão retirado é perfundido com solução especial com temperatura entre 0 e 4 graus

• O implante do rim doado no receptor deve ser realizado com a maior rapidez

O implante do rim doado no receptor deve ser

realizado com a maior

rapidez possível para diminuir o tempo de isquemia quente (ideal

entre 20 a 45 minutos)

Cuidados de enfermagem

Monitorar SSVV (principalmente Tax)

Observar volume de diurese

Proporcionar conforto

Orientar quanto a importância de seguir com medicação

prescrita e retornos de consultas

Observar sinais de infecção e rejeição