Sei sulla pagina 1di 48
N-2247 REV. D 04 / 2009 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC-17 Tubulação Válvula Esfera

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D 04 / 2009

04 / 2009

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC-17

Tubulação

Válvula Esfera de Aço - Requisitos Suplementares 3 a Emenda
Válvula Esfera de Aço - Requisitos Suplementares 3 a Emenda

Válvula Esfera de Aço - Requisitos Suplementares

3 a Emenda

Válvula Esfera de Aço - Requisitos Suplementares 3 a Emenda
de Aço - Requisitos Suplementares 3 a Emenda Esta é a 3 a Emenda da PETROBRAS

Esta é a 3 a Emenda da PETROBRAS N-2247 REV. D, que incorpora a 2 a emenda, e se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir:

NOTA 1 As novas páginas com as alterações efetuadas estão colocadas nas posições correspondentes. NOTA 2 As páginas emendadas, com a indicação da data da emenda, estão colocadas no final da norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizadas.

-

Sumário: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

- Capítulo 2:

Inclusão das normas PETROBRAS N-1645 e N-2546. (2 a Emenda) Inclusão da norma ABNT NBR NM ISO 9712. (2 a e 3 a Emenda) Inclusão da norma ASTM B 841. (1 a Emenda) Exclusão do termo “A ser publicada” na norma PETROBRAS N-2827. (1 a Emenda) Alteração do título da norma MSS SP-55. (3 a Emenda) Exclusão da norma API STD 589. (3 a Emenda)

- Itens 4.2 e 4.3: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

-

TABELA 3: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

-

TABELA 4: (2 a e 3 a Emenda)

Alteração do texto.

-

Item 6.4.2: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

-

Item 6.4.3: (1 a e 3 a Emenda)

Alteração do texto.

N-2247 REV. D 04 / 2009 3 a Emenda - Item 6.4.5: (2 a Emenda)

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D 04 / 2009

04 / 2009

3 a Emenda

-

Item 6.4.5: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

-

Item 6.6.2: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

-

Item 6.6.3, alínea e): (3 a Emenda)

Excluído.

- Inclusão do item 6.6.6: (2 a Emenda)

- Item 6.7.2: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

-

Item 7.2.2.1: (2 a e 3 a Emenda)

Alteração do texto.

-

Item 7.5.2: (2 a Emenda)

Alteração do texto.

-

Capítulo 8: (3 a Emenda)

Alteração do título.

N-2247 REV. D JUL / 2006 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 17 Tubulação

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

N-2247 REV. D JUL / 2006 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 17 Tubulação VÁLVULA

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC - 17

Tubulação

VÁLVULA ESFERA DE AÇO - REQUISITOS SUPLEMENTARES

Especificação

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:

“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:

“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas

Apresentação

As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

N-2247 REV. D JUL / 2006 SUMÁRIO 1 OBJE TIVO 4 2 DOCUMENTOS CO MPLEMENTARES

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

SUMÁRIO

1 OBJETIVO

4

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

5

3 SÍMBOLOS E SIGLAS

6

4 DEFINIÇÕES

7

4.1 NOMENCLATURA

7

4.2 VÁLVULA ESFERA TESTADAS A FOGO (“FIRE TESTED TYPE”)

7

4.3 VÁLVULA ESFERA DE USO GERAL

7

4.4 DIÂMETRO DE PASSAGEM

7

4.5 PASSAGEM PLENA

7

4.6 PASSAGEM REDUZIDA

7

4.7 ESFERA FLUTUANTE

7

4.8 VÁLVULAS DE DUPLO BLOQUEIO E DRENO (“DOUBLE BLOCK AND BLEED”)

7

4.9 ESFERA FIXADA POR EIXOS (MONTAGEM “TRUNNION”)

8

5 CONDIÇÕES GERAIS

8

5.1

CLASSIFICAÇÃO

8

5.1.1 QUANTO AO TIPO DE PASSAGEM (VER FIGURA A-4)

8

5.1.2 QUANTO AO TIPO DE EXTREMIDADES (VER FIGURA A-2)

8

5.1.3 QUANTO AO TIPO DE CONSTRUÇÃO (VER FIGURA A-3)

8

5.1.4 QUANTO AO TIPO DE ACIONAMENTO

9

5.2 CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO - GARANTIA DE FABRICAÇÃO

9

5.3 REQUISITOS BÁSICOS PARA ORDEM DE COMPRA

9

6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE PROJETO

9

6.1 CORPO

9

6.2 SEDES

12

6.3 ESFERA

12

6.4 PARAFUSOS E PORCAS

12

6.5 VEDAÇÃO DO CORPO OU TAMPA

14

6.6 VEDAÇÃO DA HASTE - SISTEMA DE ENGAXETAMENTO

14

6.7 ALAVANCA

15

6.8 DISPOSITIVO ANTIESTÁTICO

15

N-2247 REV. D JUL / 2006 6.9 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO 15 7 INSPEÇÃO, ACEITA ÇÃO

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.9

PLACA DE IDENTIFICAÇÃO

15

7 INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO

16

 

7.1 GERAL

16

7.2 INSPEÇÃO

16

 

7.2.1 INSPEÇÃO VISUAL E DIMENSIONAL

16

7.2.2 ENSAIOS

16

7.3 REPAROS E TRATAMENTO TÉRMICO

17

7.4 TESTE DE PRESSÃO

17

7.5 TESTE DE ALÍVIO DE CAVIDADE

18

8 PRESERVAÇÃO, ACONDICIONAMENTO, EMBALAGEM E TRANSPORTE

18

9 DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO E FABRICAÇÃO

18

 

TABELAS

TABELA 1 - PADRÕES CONSTRUTIVOS DAS VÁLVULAS ESFERA INDUSTRIAIS

4

TABELA 2 - DIÂMETRO INTERNO DE PASSAGEM

10

TABELA 3 - TIPO DE MONTAGEM INTERNA DE VÁLVULAS ESFERA

11

TABELA 4 - MATERIAIS DOS ESTOJOS / PARAFUSOS E PORCAS

13

 

FIGURAS

FIGURA A-1 - DESENHO GERAL DE VÁLVULA ESFERA

20

FIGURA A-2 - TIPO DE EXTREMIDADE DE VÁLVULA ESFERA

21

FIGURA A-3 - CONSTRUÇÃO DO CORPO DE VÁLVULA ESFERA

22

FIGURA A-4 - TIPO DE PASSAGEM DE VÁLVULA ESFERA

22

FIGURA A-5 - TIPO DE MONTAGEM INTERNA DE VÁLVULA ESFERA

22

FIGURA A-6 - LOCALIZAÇÃO DE DRENOS E CONEXÕES AUXILIARES

23

FIGURA A-7 - TIPO DE CONSTRUÇÃO DE VÁLVULA ESFERA

24

/OBJETIVO

1 OBJETIVO N-2247 REV. D JUL / 2006 1.1 Esta Norma estabelece os requisitos s

1 OBJETIVO

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

1.1 Esta Norma estabelece os requisitos suplementares de projeto e fabricação, bem como

as condições gerais de fornecimento, inspeção e aceitação para válvulas esfera de aço-carbono, aços-liga e aços inoxidáveis de construção fundida ou forjada, para uso nas instalações de Exploração, Produção, Refino e Transporte, naqueles serviços e materiais previstos nas normas PETROBRAS N-76, N-2668 e na especificação técnica de materiais da área de Exploração e Produção ET-200.03.

1.2 As válvulas objeto desta Norma correspondem às classes de pressão ASME 150, 300,

600, 900, 1500 e 2500; e 800 da norma ISO 15761 (API Std 602).

1.3 As válvulas esfera objeto desta Norma estão definidas na TABELA 1.

TABELA 1 - PADRÕES INDUSTRIAIS

CONSTRUTIVOS

DAS

VÁLVULAS

ESFERA

   

Material do Corpo / Extremidades da válvula

 

Aço Fundido ou Forjado

 

Aço Forjado

 

DN

Flange ou Solda de Topo (Ver Nota)

RO

 

ES

2” - 36”

2” - 24”

2” - 16”

2” - 12”

 

1/2” - 1 1/2”

 
 

150 a

           

Classe

600

900

1500

2500

150

800

1500, 2500

Uso

API SPEC 6D Requisitos suplementares, conforme Capítulo 6 desta Norma

     

Geral

BSI BS 5159

-

-

 

API SPEC 6D + ISO 10497 + Requisitos suplementares, conforme Capítulo 6 desta Norma

 

ISO 17292 + ISO 10497 + Requisitos

ASME B16.34 + ISO 10497 + Requisitos

Testada

a Fogo

-

suplementares conforme Capítulo 6 desta Norma

suplementares conforme Capítulo 6 desta Norma

Nota:

Para diâmetros maiores do que os padronizados a dimensão face-a-face deve ser acordado com a PETROBRAS e o fabricante. O projeto deve ser conforme norma ASME B16.34.

1.4 Esta Norma se aplica a projetos iniciados a partir da data de sua edição e também a

instalações/equipamentos já existentes, quando da sua manutenção ou reforma.

1.5 No caso de conflito de requisitos entre esta Norma e os documentos complementares

citados no Capítulo 2, a prevalência é desta Norma.

1.6 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

N-2247 REV. D JUL / 2006 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.

- Acondicionamento e Embalagem de Válvulas; - Projeto Mecânico de Tubulações Industriais; - Materiais de Tubulação Para Instalações de Refino e Transporte; - Montagem de Tubulações Metálicas; - Soldagem; - Ensaio Não-Destrutivo - Qualificação de Pessoal; - Critérios de Segurança para Projeto de Instalações

Fixas de Armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo; - Critério para Padronização de Material de Tubulação; - Critérios para Utilização de Válvulas Esfera “Fire-Safe”; - Válvulas Industriais; - Identificação e Validação de Projetos de Válvulas Industriais;

ET-200.03 - Materiais de Tubulação para Instalações de Produção e Facilidades de Processo;

PETROBRAS N-2668 PETROBRAS N-2827

PETROBRAS N-1693 PETROBRAS N-2546

PETROBRAS N-12 PETROBRAS N-57 PETROBRAS N-76

PETROBRAS N-115 PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1645

ABNT NBR 5426 - Planos de Amostragem e Procedimentos na Inspeção por Atributos;

- Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos; - Ensaio Não-Destrutivo - Qualificação e Certificação de Pessoal; - Testing of Valves - Fire Type-Testing Requirements;

ISO 10497

ISO 14313 (API SPEC 6D) - Petroleum

Transportation Systems - Pipeline Valves; ISO 15761 (API STD 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN

100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas Industries; - Metal Ball Valves for Petroleum, Petrochemical and

ISO 17292

Allied Industries; API SPEC 6D - ISO 14313:1999, MOD, Petroleum and Natural Gas Industries - Pipeline Transportation Systems - Pipeline Valves; API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded, Welding, and Extended-Body Ends;

ASME B1.20.1

ASME B16.5 - Pipe Flanges and Fittings NPS 1/2 Through NPS 24

ABNT NBR ISO 9001 ABNT NBR NM ISO 9712

and Natural Gas Industries - Pipeline

- Pipe Thread, General Purpose (Inch);

ASME B16.25

ASME B16.34

ASME B16.47

Metric/Inch Standard; - Buttwelding Ends; - Valves-Flanged, Threaded and Welding End; - Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through NPS

60;

ASME B18.2.1

ASME B18.2.2

ASME B31.3

ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII, Division I, Apêndice 8; ASTM A 105 - Standard Specification for Carbon Steel Forgings for Piping Applications;

- Square and Hex Bolts and Screws, Inch Series; - Square and Hex Nuts; - Process Piping;

N-2247 REV. D JUL / 2006 - Standard Specification for Forged or Rolled Alloy and

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

- Standard Specification for Forged or Rolled Alloy and

Stainless Steel Pipe Flanges, Forged Fittings, and Valves and Parts for High-Temperature Service; ASTM A 193 - Standard Specification for Alloy-Steel and Stainless Steel Bolting Materials for High Temperature Service;

ASTM A 182

N-2247 REV. D JUL / 2006 ASTM A 194 - Standard Specification for Carbon and

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

ASTM A 194

- Standard Specification for Carbon and Alloy Steel

ASTM A 216

Nuts for Bolts for High Pressure or High Temperature Service, or Both; - Standard Specification for Steel Castings, Carbon,

ASTM A 217

Suitable for Fusion Welding, for High-Temperature Service; - Standard Specification for Steel Castings, Martensitic

ASTM A 262

Stainless and Alloy, for Pressure-Containing Parts, Suitable for High-Temperature Service; - Standard Practices for Detecting Susceptibility to

ASTM A 350

Intergranular Attack in Austenitic Stainless Steels; - Standard Specification for Carbon and Low-Alloy

ASTM A 351

Steel Forgings, Requiring Notch Toughness Testing for Piping Components; - Standard Specification for Castings, Austenitic, for

ASTM A 352

Pressure-Containing Parts; - Standard Specification for Steel Castings, Ferritic and

ASTM A 744

Martensitic, for Pressure-Containing Parts, Suitable for Low-Temperature Service; - Standard Specification for Castings,

ASTM A 997

Iron-Chromium-Nickel, Corrosion Resistant for Severe Service; - Standard for Practice for Investment Castings,

ASTM B 841

Surface Acceptance Standards, Visual Examination; - Standard Specification for Electrodeposited Coatings

ASTM B 849

of Zinc Nickel Alloy Deposits; - Standard Specification for Pre-Treatments of Iron or

ASTM B 850

Steel for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Standard Guide for Post-Coating Treatments of Steel

BSI BS 5159

for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Cast Iron and Carbon Steel ball Valves for General

MSS SP-45

Purposes; - Bypass and Drain Connections;

MSS SP-55

- Quality Standard for Steel Castings for Valves, and

MSS SP-91

Fittings and Other Piping Components - Visual Method for Evaluation of Surface Irregularities; - Guidelines for Manual Operation of Valves.

3 SÍMBOLOS E SIGLAS

ABENDE

- Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e

ABNT

Inspeção; - Associação Brasileira de Normas Técnicas;

API

- “American Petroleum Institute”;

ASME

- “American Society of Mechanical Engineers”;

ASTM

- “American Society for testing and Materials”;

BSI

- “British Standards Institution”;

END

- Ensaio Não Destrutivo;

EPS

- Especificação de Procedimento de Soldagem;

ES

- Extremidade com Encaixe para Solda;

FJA

- Face Junta Anel;

FR

- Face com Ressalto;

ISO

- “International Organization for Standardization”;

MSS

- “Manufacturers Standardization Society of the Valve

PIT

and Fittings Industry, Incorporation”; - Plano de Inspeção e Testes;

N-2247 REV. D JUL / 2006 RO - Extremidade com Rosca; SCH - “Schedule”. 6-A

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

RO

- Extremidade com Rosca;

SCH

- “Schedule”.

4 DEFINIÇÕES N-2247 REV. D JUL / 2006 Para os propósitos desta Norma são adotadas

4 DEFINIÇÕES

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições dos itens 4.1 a 4.9.

4.1 Nomenclatura

Deve ser adotada a nomenclatura conforme indicado na FIGURA A-1.

4.2 Válvula Esfera Testadas a Fogo (“Fire Tested Type”)

Válvulas especialmente projetadas e fabricadas com características de resistência ao teste sob fogo (“fire tested type”), testadas conforme norma ISO 10497.

4.3 Válvula Esfera de Uso Geral

Válvulas com anéis resilientes para serviços gerais onde não seja requerido teste a fogo conforme normas PETROBRAS N-1645 e N-2546.

4.4 Diâmetro de Passagem

Diâmetro útil de passagem da esfera. Para válvulas de 2” e maiores, o diâmetro de passagem deve ser conforme estabelecido na norma API SPEC 6D. Para diâmetros menores que 2” o diâmetro de passagem deve ser conforme item 6.1.1.1.

4.5 Passagem Plena

Característica que possuem as válvulas, cuja seção de passagem é equivalente à seção interna do tubo (ver FIGURA A-4).

4.6 Passagem Reduzida

Característica que possuem as válvulas, cuja seção de passagem é menor que a seção interna do tubo (ver FIGURA A-4).

4.7 Esfera Flutuante

Tipo de montagem interna cuja esfera é suportada pelas sedes, com bloqueio na sede a jusante do sentido do fluxo (ver FIGURA A-5).

4.8 Válvulas de Duplo Bloqueio e Dreno (“Double Block and Bleed”)

Válvulas que vedam em ambas as sedes simultaneamente, independentes do sentido de fluxo.

N-2247 REV. D JUL / 2006 4.9 Esfera Fixada por Eixos (Montagem “Trunnion”) Tipo de

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

4.9 Esfera Fixada por Eixos (Montagem “Trunnion”)

Tipo de montagem interna cuja esfera é suportada por eixos (ver FIGURA A-5). Toda válvula “Trunnion” de uso geral deve ser duplo bloqueio (“Double Block and Bleed”).

4.9.1 Válvulas com Efeito Pistão Simples (“Single Piston Effect”)

Válvulas em que a pressão na cavidade atua no sentido de afastar o porta-sede da esfera, permitindo o alívio de pressão para as extremidades da válvula. Esse tipo de válvula permite o alívio automático da sobrepressão na cavidade do corpo.

4.9.2 Válvulas com Efeito Pistão Duplo (“Double Piston Effect”)

Válvulas em que a pressão na cavidade atua no sentido de aumentar o contato do porta-sedes contra a esfera. Para esse tipo de válvula é requerida um dispositivo de alívio de pressão automático.

5 CONDIÇÕES GERAIS

5.1 Classificação

5.1.1 Quanto ao Tipo de Passagem (ver FIGURA A-4)

a) passagem plena;

b) passagem reduzida.

5.1.2 Quanto ao Tipo de Extremidades (ver FIGURA A-2)

a) flageadas;

b) solda de topo;

c) solda de encaixe com niple de extensão;

d) roscadas.

5.1.3 Quanto ao Tipo de Construção (ver FIGURA A-3)

5.1.3.1 Do Corpo (ver FIGURA A-3 e item 6.1.3)

a) inteiriça com tampa aparafusada;

b) as 2 partes aparafusadas (bipartida);

c) as 3 partes aparafusadas (tripartida).

5.1.3.2 Da Esfera (ver FIGURA A-7)

a) sólida;

b) cavidade selada;

c) cavidade vazada.

N-2247 REV. D JUL / 2006 5.1.3.3 De Montagem Interna (ver FIGURA A-5) a) flutuante;

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

5.1.3.3 De Montagem Interna (ver FIGURA A-5)

a) flutuante;

b) “Trunnion”.

5.1.4 Quanto ao Tipo de Acionamento

a) válvulas não motorizadas, acionadas mecanismo de redução;

b) válvulas motorizadas, acionadas hidráulicos ou pneumáticos.

através

de

através

de

volante,

com

ou

sem

sistemas

eletromecânicos,

5.2 Condições de Fornecimento - Garantia de Fabricação

A garantia

Fornecimento de Material da PETROBRAS”.

fabricação

de

deve

atender

ao

estabelecido

5.3 Requisitos Básicos para Ordem de Compra

nas

“Condições

Gerais

de

5.3.1 Os pedidos de compra de válvulas padronizadas devem utilizar as especificações de

materiais e dados construtivos, conforme as normas PETROBRAS N-76 ou PETROBRAS N-2668 ou especificação técnica ET-200.03 e solicitar os certificados de teste ou outros requisitos adicionais de qualidade que possam ser requeridos.

5.3.2 Nos casos de válvulas especiais, os pedidos de compra devem conter, adicionalmente

ao item 5.3.1, as condições operacionais que impliquem em soluções particulares (fluído e

contaminantes, temperatura, pressão e limpeza com vapor).

5.3.3 A organização desses dados descritivos deve ser conforme o Padrão de Descrição de

Material (PDM) da PETROBRAS.

6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE PROJETO

As válvulas devem atender aos requisitos específicos de sua norma construtiva e, adicionalmente, aos requisitos listados a seguir, do item 6.1 ao 6.9.

6.1 Corpo

6.1.1 O corpo das válvulas deve ser conforme indicado nos itens 6.1.1 a 6.1.7.

6.1.1.1 Válvulas até 1 1/2”, da classe 800, construídas conforme norma ISO 17292 devem ser de passagem plena, conforme TABELA 2.

N-2247 REV. D JUL / 2006 TABELA 2 - DIÂMETRO INTERNO DE PASSAGEM DN (pol)

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

TABELA 2 - DIÂMETRO INTERNO DE PASSAGEM

DN (pol)

Passagem (mm)

1/2”

12,5

3/4”

17

1”

24

11/2”

37

6.1.1.2 Válvulas de 2” em diante, conforme norma API SPEC 6D, devem ter o corpo tipo

longo com passagem plena.

6.1.1.3 Para curva de pressão x temperatura, da classe 800, consultar a norma ISO 15761

(API STD 602).

6.1.2 Devem ser previstos ressaltos no corpo das válvulas, a fim de permitir a instalação de

conexões auxiliares de drenagem ou contorno, de acordo com a norma MSS SP-45. Para válvulas de esfera flutuante, com diâmetros de 2” e acima, deve ser previsto ressalto no corpo na posição “G”. Para válvulas de montagem “Trunnion”, com diâmetros de 4” e acima, devem ser previstos ressaltos nas posições “A”, “B”, “E”, “F” e “J”. Nos casos em que a geometria do corpo impedir as posições E(A) ou B(F), optar por um dos pares, ou seja E e B

ou A e F (ver FIGURA A-6).

6.1.2.1 No caso de montagem “Trunnion”, o corpo deve conter obrigatoriamente um furo

roscado com bujão para dreno na posição “J”, conforme a norma MSS SP-45. Não é permitida montagem do bujão utilizando fita ou pasta de 1) TEFLON ®, exceto para válvulas de

uso geral.

6.1.2.2 O bujão deve ser maciço e no mesmo grupo de material do corpo.

6.1.3 Os corpos podem ser inteiriços com tampa aparafusada, ou em 2 ou 3 partes

aparafusadas. Não é aceitável que os flanges de junção do corpo possuam o plano das faces coincidentes com a linha de centro da haste.

6.1.4 As extremidades devem atender as seguintes normas:

a) extremidades flangeadas: norma ASME B16.5, para diâmetros até 24”; norma ASME B16.47 série A para diâmetros de 26” até 36”, norma ASME B16.47 série B para diâmetros de 38” até 60” e classes 150 e 300; norma ASME B16.47 série A para diâmetros de 38” até 60” e classes 600 e 900;

b) extremidades para solda de topo norma ASME B16.25;

c) extremidades roscadas norma ASME B1.20.1 (NPT);

d) extremidades de encaixe para solda para classes 800 conforme a norma ISO 17292; para classes 1500 e 2500, conforme a norma ASME B16.34.

1) TEFLON ® é marca registrada da DuPont para resinas, filmes, fitas e fibras de politetrafluoretileno (PTFE), sendo um exemplo adequado de um produto comercialmente disponível. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto comprovadamente equivalente, desde que conduza a resultado comprovadamente igual.

N-2247 REV. D JUL / 2006 6.1.4.1 As válvulas com sede resiliente e extremidades de

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.1.4.1 As válvulas com sede resiliente e extremidades de encaixe para solda devem ser

fornecidas com niples de extremidades planas, SCH 160 para os aços-carbono e liga e SCH 80S para os aços inoxidáveis, com extensão de 100 mm, podendo ser integral ao corpo ou tampa (na válvula tripartida) ou soldadas nas duas extremidades. A solda deve atender aos requisitos previstos na norma PETROBRAS N-133, item 4.5.10. O material do niple deve ser de qualidade compatível com o material do corpo da válvula.

6.1.4.2 Para válvulas testadas a fogo não são aceitas as extremidades roscadas. O

acabamento para extremidades flangeadas, do tipo FR e FJA, deve ser conforme as normas

ASME B16.5 ou ASME B16.47 para diâmetros padronizados.

6.1.5 A dimensão face a face deve ser conforme a norma ISO 14313 (API SPEC 6D) ou

ISO 17292.

6.1.6 O tipo de montagem das válvulas de uso geral e testadas a fogo (“Fire Tested Type”)

deve ser conforme TABELA 3.

TABELA 3 - TIPO DE MONTAGEM INTERNA DE VÁLVULAS ESFERA

Diâmetro

150

300

600

800

900

1 500

2 500

1/2” a 1 1/2”

-

 

Flutuante

“Trunnion”

2” a 4”

Flutuante

 

“Trunnion”

6” e acima

 

“Trunnion”

6.1.7

Retenção de Pressão

6.1.7.1

As válvulas com montagem “Trunnion” devem ser do tipo efeito de pistão simples

(“single piston effect”) exceto quando especificado em contrário.

6.1.7.2 As válvulas com montagem “Trunnion” do tipo efeito de pistão duplo (“double piston

effect”) somente são aceitas quando solicitado na ordem de compra. Neste caso, deve ser

prevista a instalação de dispositivo de alívio de pressão automático.

Notas:

1) Se o sistema de alívio vier incorporado ao corpo da válvula, a mesma passa a ter sentido único, o qual deve estar indicado no corpo da válvula. 2) O sistema deve ser fornecido com válvulas de bloqueio a montante e a jusante do dispositivo de alívio para permitir acesso para manutenção. 3) Na ordem de compra deve ser indicado o sistema de alívio a ser adotado para a válvula.

6.1.7.3

As válvulas flutuantes de 2” e acima, bem como as do tipo “Trunnion”, devem ser

projetadas de forma a aliviar a pressão contida na cavidade do corpo em até 1,33 vez a

pressão máxima da classe da válvula, sem perder suas características de vedação.

6.1.7.4 As válvulas não devem ter sentido preferencial de vedação, a não ser que

especificado em contrário na requisição de compra.

6.2 Sedes N-2247 REV. D JUL / 2006 6.2.1 O material da sede resiliente deve

6.2 Sedes

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.2.1 O material da sede resiliente deve ser adequado para serviço com hidrocarbonetos

líquidos ou gasosos, álcool e água produzida com seguintes contaminantes: CO 2 , H 2 S e

cloretos, com temperatura de trabalho determinada pela norma PETROBRAS N-1693, limpeza com vapor até 180 °C e atender a toda a faixa de pressões admissíveis da classe de pressão da válvula. Casos especiais devem ser analisados adequando o material sempre que necessário.

6.2.2 Não são aceitas válvulas com anéis de regulagem para as sedes.

6.2.3 Válvulas Testadas a Fogo

6.2.3.1 Os anéis de vedação devem ser em material resiliente e dispor de vedação secundária metálica, conforme normas construtivas correspondentes.

6.2.3.2 Deve ser evitada a vedação do tipo metal-metal, sendo que a utilização somente é permitida com a aprovação prévia do requisitante.

6.3 Esfera

6.3.1 As esferas, desde que não especificado em contrário, devem possuir passagem plena

e cilíndrica. Podem ser dos tipos sólida com cavidade selada ou com cavidade vazada conforme FIGURA A-7.

6.3.2 As esferas, desde que não especificado em contrário, podem ser em aço-carbono

fundido, com revestimento de cromo duro ou níquel químico. [Prática Recomendada]

6.4 Parafusos e Porcas

6.4.1 Os parafusos da união corpo/tampa ou do corpo bipartido ou tripartido devem ser

conforme TABELA 4.

N-2247 REV. D JUL / 2006 TABELA 4 - MATERIAIS DOS EST OJOS / PARAFUSOS

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

TABELA 4 - MATERIAIS DOS ESTOJOS / PARAFUSOS E PORCAS

 

Material dos Estojos/Parafusos

Material das

 

Material do Corpo

Porcas

Revestimento

ASTM A 105 ASTM A 216 Gr WCB

ASTM A 193 Gr B7

ASTM A 194 Gr 2H

 

ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ASTM A 352 Gr LCB ASTM A 350 Gr LF3 CL 1 ASTM A 352 Gr LC3

ASTM A 320 Gr L7 ou ASTM A 193 Gr B8M

ASTM A 194 Gr 4L ou ASTM A 194 Gr 8M

Quando

solicitado. Ver

item 6.4.3.

ASTM A 182 Gr F11 CL 2 ASTM A 217 Gr WC6 ASTM A 182 Gr F5 ASTM A 217 Gr C5

ASTM A 193 Gr B16

ASTM A 194 Gr 2H

ASTM A 182 Gr F304 ASTM A 351 Gr CF8 ASTM A 182 Gr F316 ASTM A 351 Gr CF8M ASTM A 182 Gr F317 ASTM A 351 Gr CG8M ASTM A 182 Gr F347 ASTM A 351 Gr CF8C

ASTM A 193 Gr B8M

ASTM A 194 Gr 8M

Não Aplicável

6.4.2 As válvulas testadas a fogo (“fire tested type”) devem ser certificadas com os

parafusos listados na TABELA 4. Para os casos não cobertos na TABELA 4 e/ou norma PETROBRAS N-2668, o requisitante deve elaborar a especificação de compra definindo o material dos parafusos. Neste caso, este conjunto deve ser certificado com teste a fogo. Como alternativa ao material ASTM A 193 GR B7 podem ser usados estojos e parafusos em ASTM A 193 GR B16, mantendo o revestimento indicado na TABELA 4.

6.4.3 Quando solicitado na ordem de compra, os estojos/parafusos e porcas devem ser

revestidos com zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841, Classe 1, Tipo B/E, Grau 5 a 8, com alívio de tensões e de hidrogênio, conforme normas ASTM B 849 e ASTM B 850.

6.4.4 Para materiais de estojos em ASTM A 320 Gr L7, quando o material do corpo da

válvula for ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ou ASTM A 352 Gr LCB é aceitável o teste de impacto

a -45 o C e para o material da válvula em ASTM A 350 Gr LF3 ou ASTM A 352 Gr LC3 é aceitável o teste de impacto a -60 o C.

6.4.5 Os parafusos de união do corpo à tampa ou das partes que compõem o corpo

bipartido ou tripartido devem ser do tipo estojo, norma ASME B18.2.1, UNC-2A até 1” e UN-2A a partir de 1 1/8”, com porcas sextavadas, norma ASME B18.2.2. O comprimento dos

parafusos deve ter no mínimo 1 fio e no máximo 3 fios de rosca além da porca.

N-2247 REV. D JUL / 2006 6.5 Vedação do Corpo ou Tampa 6.5.1 A vedação

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.5 Vedação do Corpo ou Tampa

6.5.1 A vedação do corpo ou da tampa, para as válvulas testadas a fogo (“fire tested type”),

deve atender as condições do teste da norma ISO 10497, devendo ser com juntas de vedação do tipo espiralada, em aço inoxidável austenítico, com enchimento de grafite flexível.

6.5.2 A vedação do corpo ou da tampa para as válvulas de uso geral, deve ser feita através

de anéis resilientes (“O-ring”), atendendo a norma construtiva correspondente e, adicionalmente, deve ser provida de uma vedação complementar em um anel de grafite, para evitar o vazamento pelo corpo em caso de falha dos anéis resilientes. Este tipo de vedação pode ser aceito para válvulas testadas a fogo, desde que atendidas as condições do teste da norma ISO 10497.

6.5.3 O material dos componentes citados nos itens 6.5.1 e 6.5.2 deve ser adequado para

serviço com hidrocarbonetos líquidos ou gasosos e álcool com temperatura de trabalho

determinada pela norma PETROBRAS N-1693, limpeza com vapor até 180 °C e atender a toda a faixa de pressões admissíveis da classe de pressão da válvula.

6.6 Vedação da Haste - Sistema de Engaxetamento

6.6.1 A vedação da haste das válvulas testadas a fogo (“fire tested type”) deve atender as

condições do teste da norma ISO 10497, devendo possuir preme gaxetas e gaxetas em grafite flexível com fios de 1) INCONEL ® .

6.6.2 Para válvulas testadas a fogo e para uso geral, as gaxetas devem ser de grafite

flexível reforçadas com fios de INCONEL ® com, no mínimo, 3 anéis.

6.6.3 Especificação padronizada para as gaxetas:

a) confeccionadas com anéis pré-moldados ou de material trançado;

b) de grafite flexível expandido, 99 % mínimo de pureza, com reforço de fio de INCONEL ® , de alta resistência;

c) de seção quadrada;

d) isenta de qualquer ligante ou aglomerante ou aditivo;

e) ALÍNEA EXCLUIDA - EMENDA 04/2009

6.6.4 Os anéis de gaxeta devem ser montados observando-se o material, dimensões e

emendas defasadas de 90°.

1) INCONEL ® é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de liga metálica de boa resistência à corrosão, tensão de ruptura e estabilidade térmica. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto comprovadamente equivalente, desde que conduza a resultado igual.

N-2247 REV. D JUL / 2006 6.6.5 No mínimo a cada 2 anéis colocados, deve-se

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.6.5 No mínimo a cada 2 anéis colocados, deve-se dar um pré-aperto.

6.6.6 O projeto deve prever possibilidade de ajuste de aperto das gaxetas sem necessidade

de remoção do acionamento, inclusive em válvulas com engrenagens de redução.

6.7 Alavanca N-2247 REV. D JUL / 2006 6.7.1 Desde que não especificado em contrário,

6.7 Alavanca

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.7.1 Desde que não especificado em contrário, o uso de redutores deve ser conforme a

norma PETROBRAS N-1693.

6.7.2 Quando a válvula for acionada manualmente por alavanca, esta deve ser

dimensionada de tal forma que estando a válvula submetida à máxima pressão diferencial da classe, o esforço dispendido pelo homem seja de, no máximo, 360 N, e atender aos requisitos da norma MSS SP-91.

6.8 Dispositivo Antiestático

As válvulas esfera de uso geral e testadas a fogo devem ser providas de dispositivo antiestático em toda a faixa de diâmetro. Esses dispositivos devem possuir certificado de teste conforme requerido pelas respectivas normas construtivas.

6.9 Placa de Identificação

6.9.1 As válvulas devem conter placa de identificação conforme indicado na norma

construtiva e atender as marcações e requisitos adicionais dos itens 6.9.2 e 6.9.3.

6.9.2 A placa de identificação deve ser fabricada em aço inoxidável, fixada como segue:

a) para as válvulas fundidas, deve ser fixada à superfície externa da aba do flange de ligação do corpo ou da tampa;

b) para as válvulas forjadas, deve ser fixada ao volante ou alavanca por meio de sua porca;

c) o elemento de fixação da placa deve ser em aço inoxidável austenítico.

6.9.3 As válvulas testadas a fogo devem ser identificadas com a sigla ISO - FT e a

especificação do material dos internos (haste, obturador e sede) e das vedações (gaxetas e juntas).

6.9.4 Além do exigido pela norma construtiva, a placa de identificação deve conter as

seguintes informações:

a) identificação desta Norma complementar: N-2247;

b) especificação do material das gaxetas e junta de vedação;

c) temperatura máxima de utilização contínua (para válvulas em condições especiais);

d) pedido de compra

Nota:

Estas informações podem estar contidas em uma placa adicional.

N-2247 REV. D JUL / 2006 7 INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO 7.1 Geral O inspetor,

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

7

INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO

7.1

Geral

O inspetor, que representa o comprador, deve ter livre acesso às instalações do fabricante,

enquanto perdurar a inspeção das válvulas e o cumprimento do contrato com o comprador.

O fabricante deve fornecer ao inspetor todas as facilidades, para a execução da inspeção. A

menos que seja estabelecido em contrário todos os ensaios e inspeções devem ser feitos no

local de fabricação, antes da entrega do material, devendo o inspetor ser avisado com antecedência, conforme previsto nas Condições Gerais de Fornecimento de Material à PETROBRAS. Quando especificado nos documentos de compra, pode haver inspeção durante a fabricação, devendo para tanto o fabricante enviar o plano de inspeção para comentário e indicação dos pontos de espera obrigatórios. Quando especificado nos documentos de compra, o fornecimento deve ser acompanhado de informações tais como:

a) curva de torque de acionamento da válvula;

b) torque recomendado de aperto dos parafusos;

c) desenhos dimensionais;

d) especificação do engaxetamento;

e) manual de manutenção e operação;

f ) certificado de matérias-primas.

7.2 Inspeção

A inspeção deve ser realizada conforme a rotina de inspeção e requisitos de inspeção

contratuais PETROBRAS.

7.2.1 Inspeção Visual e Dimensional

7.2.1.1 Visual

Deve ser verificado o acabamento superficial do material conforme abaixo:

a) fundidos: conforme norma MSS SP-55;

b) forjados: conforme norma específica do material;

c) partes usinadas: conforme projeto do fabricante;

d) face dos flanges: conforme norma ASME B16.5;

e) Microfundidos: conforme norma ASTM A 997.

7.2.1.2 Dimensional

O dimensional da válvula deve ser verificado de acordo com o projeto do fabricante e

demais requisitos desta Norma.

7.2.2 Ensaios

Para o caso de esferas com revestimento deve ser analisado o relatório de inspeção por líquido penetrante executado por inspetor qualificado.

N-2247 REV. D JUL / 2006 7.2.2.1 Os inspetores de END devem ser certificados de

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

7.2.2.1 Os inspetores de END devem ser certificados de acordo com a norma ABNT NBR

NM ISO 9712. Os procedimentos devem ser aprovados por inspetor certificado nível III.

7.2.2.2 O ensaio por líquido penetrante deve ser executado obrigatoriamente antes e depois

da aplicação do revestimento, para garantir a sanidade da peça. Critério de aceitação: deve ser conforme código ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII,

Division I, Appendix 8.

7.2.2.3 Para as peças fundidas em ASTM A 351 Gr CF8 e Gr CF8M o fabricante deve

fornecer os seguintes certificados de inspeção:

a) composição química do corpo e tampa;

b) tratamento térmico de solubilização;

c) ensaio para verificação de sensitização à corrosão intergranular conforme a norma ASTM A 262 Prática E;

d) ensaio de líquido penetrante conforme requisito suplementar S6 da norma ASTM A 351, com critério de aceitação conforme norma ASME B16.34.

Notas: 1) Não utilizar o material ASTM A 351 Gr CF8 ou CF8M para os serviços de “hidrocarbonetos com ácido naftênico”; para estes casos usar o Gr CG8M.

2) Caso haja dificuldades do fabricante aceitar a execução do teste de corrosividade intergranular, se deve especificar a norma ASTM A 744 (que prevê este ensaio como requisito suplementar) em lugar da norma ASTM A 351 (em que não há previsão desse ensaio como requisito suplementar).

7.2.2.4 Prever no controle da fabricação o requisito de “teste por pontos”, para identificação dos materiais do corpo e dos internos, exceto para o aço-carbono.

7.3 Reparos e Tratamento Térmico

Os defeitos encontrados nas válvulas durante a inspeção, que possam ser corrigidos com solda, devem ser reparados de acordo com os requisitos da ASTM aplicável e a norma PETROBRAS N-133, com os procedimentos de soldagem e os ENDs previamente qualificados. Quando for necessária a execução de tratamento térmico, esse tratamento térmico deve ser registrado em gráfico.

7.4 Testes de Pressão

7.4.1 Os testes de pressão devem ser de acordo com as normas construtivas. Os tempos

máximos de teste são de até 1,5 vez o tempo definido pela norma construtiva, contados a partir da estabilização da pressão.

7.4.2 Os testes devem ser efetuados com as válvulas limpas, isentas de óleo ou graxa. O

teste de integridade deve ser realizado sem pintura.

N-2247 REV. D JUL / 2006 7.4.3 O fluido utilizado para o teste hidrostático pode

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

7.4.3 O fluido utilizado para o teste hidrostático pode ser querosene ou água limpa isenta de

óleo, sendo permitido o uso de antioxidante e produto bactericida. Nesse caso, quando o

fluido de teste for água para teste de válvulas em aço inoxidável austenítico ou ferrítico-austenítico (duplex) deve ser usada água com teor de cloretos não superior a 30 ppm.

7.4.4 O fluido utilizado para o teste pneumático pode ser ar ou gás inerte.

7.4.5 A temperatura ambiente de teste não deve ser inferior a 15 ºC.

7.4.6 As bancadas de teste devem ter, no mínimo, 2 manômetros calibrados, com a escala

tal que a pressão de teste fique entre 25 % e 75 % do fundo de escala. A periodicidade de calibração deve ser de, no máximo, 6 meses. No caso de serem utilizados transmissores de pressão microprocessados a periodicidade de calibração deve ser a recomendada pelo fabricante do instrumento, porém não superior a 12 meses.

7.5 Teste de Alívio de Cavidade

7.5.1 Deve ser realizado teste de alívio de cavidade para válvulas esfera flutuantes de 2” e

acima, conforme a norma ISO 14313 (API SPEC 6D) Anexo C.7.3.

7.5.2 Deve ser realizado teste de alívio de cavidade para válvulas esfera montagem

“Trunnion” (“Single Piston Effect”) conforme a norma ISO 14313 (API SPEC 6D) Anexo C.7.2, sendo que as extremidades devem estar pressurizadas a 100 % do “rating” e o alívio deve ocorrer antes de ser atingido 133 % do “rating”.

7.5.3 O lote de válvulas a ser testado deve ser conforme norma ABNT NBR 5426, nível de

inspeção II, plano de amostragem simples, inspeção normal e NQA 2,5 %.

8 PRESERVAÇÃO, ACONDICIONAMENTO, EMBALAGEM E TRANSPORTE

As

PETROBRAS N-12.

válvulas

devem

ser

preservadas,

acondicionadas

e

embaladas

conforme

norma

9 DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO E FABRICAÇÃO

9.1 As válvulas de uso geral e testadas a fogo devem ter seu projeto homologado conforme

norma PETROBRAS N-2827.

9.2 As válvulas testadas a fogo devem ser ainda certificadas conforme recomendações

contidas na norma ISO 10497.

9.2.1 Os requisitos para qualificação de válvulas testadas a fogo devem possuir, no mínimo:

a) sistema de qualidade conforme norma ABNT NBR ISO 9001;

N-2247 REV. D JUL / 2006 b) apresentação de um certificado de teste de protótipo,

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

b) apresentação de um certificado de teste de protótipo, realizado por certificadora independente e tradicional.

9.2.2 O conteúdo mínimo do certificado de teste de protótipo deve ser:

a) modelo/descrição construtiva da válvula;

b) número do desenho de conjunto e revisão;

c) condições de teste (afirmação da norma e revisão);

d) laudo;

e) variáveis essenciais (condições construtivas da válvula que definem necessidade de novo teste, caso sejam alteradas).

9.2.3 No caso de fornecedores licenciados, os testes devem ser realizados em válvulas

manufaturadas pelo fabricante, não sendo válidos certificados de testes realizados pelo

licenciador.

9.3 Quando requerido “Data Book” no documento de compra, o “Data Book” deve conter os

seguintes documentos:

a) certificado de conformidade do fornecedor, conforme item 9.2.2 e todos os documentos referenciados neste certificado;

b) PIT;

c) identificação e inclusão de todos os relatórios de inspeção PETROBRAS;

d) identificação e inclusão de relatórios de não-conformidades críticas.

9.4 Para cada válvula ou lote o fornecedor deve apresentar um certificado de conformidade

contendo a seguinte documentação quando aplicável:

a) relação dos materiais críticos rastreáveis;

b) registros de inspeção (dimensional, visual, END);

c) resultados dos testes realizados;

d) tratamento térmico aplicado;

e) registro de torques em parafusos;

f) registro de torque de acionamento;

g) EPS utilizada;

h) valores de dureza;

i) número do pedido de compra;

j) materiais de vedação.

/ANEXO A

N-2247 REV. D JUL / 2006 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B e C Não

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B e C Não existe índice de revisões. REV. D
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A, B e C
Não existe índice de revisões.
REV. D
Partes Atingidas
Descrição da Alteração
Todas
Revisadas
N-2247 REV. D JUL / 2006 GRUPO DE TRABALHO - GT-17-06   Membros Nome Lotação

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

GRUPO DE TRABALHO - GT-17-06

 

Membros

Nome

Lotação

Telefone

Chave

Eduardo de Araujo Saad

ENGENHARIA/IEABAST/EAB/SE

819-3302

SG6J

Fernando Costa dos Santos Junior

E&P-ENGP/IPMI/EISA

814-8799

K074

Gottfried Engelbert Wolgien Junior

MATERIAIS/EMAT/PDR

819-1810

CWFN

Hernon Viana Filho

E&P-ENGP/IPMI/EISA

814-2575

K0M8

João Batista Rosa

E&P-UN-BA/ATP-S/PRGC

821-4321

RKCZ

João Bosco Santini Pereira

AB-RE/ES/TEE

814-3159

DPQ0

Jorge Firmino Godoi

E&P-UN-BC/ENGP/EMI

861-7777

ZN1R

Jorge Simões Henriques

UN-REDUC/EN

813-2419

ED2C

Jorivaldo Medeiros

CENPES/EB-AB-G&E/EEQ

812-6227

BR15

Jose Duarte da Silva

COMPARTILHADO/SERV

819-1812

EM7D

Luiz Carlos Almendra

COMPARTILHADO/RSPS/BS/STEC

851-6379

RC9D

Milton Correa

E&P-UN-RIO/ENGP/EISA

816-1624

FMC0

Raul Fernando Pereira

UN-REPAR/EM

856-2565

ARX9

Ricardo Peron Di Puglia

ENGENHARIA/SL/SEQUI/ATFCM

819-3485

ENCT

Sergio Paulo R. de Souza

E&P-UN-ES/ATP-JUB/CHT/OP-P-34

865-3651

EDM7

Walter Nunes Camara

MATERIAIS/CDBS/ATF

819-1889

SMF7

Walter Ribeiro

UN-REPLAN/EN/PCM

853-6263

RP3F

Wu Shin Chien

UN-REPLAN/MI/EE

853-6707

RP3C

 

Secretário Técnico

Paulo Cezar Correa Defelippe

ENGENHARIA/SL/NORTEC

819-3079

EEM8

N-2247 REV. D JUL / 2006 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.

- Acondicionamento e Embalagem de Válvulas; - Projeto Mecânico de Tubulações Industriais; - Materiais de Tubulação Para Instalações de Refino e Transporte; - Montagem de Tubulações Metálicas; - Soldagem;

- Ensaio Não-Destrutivo - Qualificação de Pessoal; - Critério para Padronização de Material de Tubulação; - Válvulas Industriais; - Identificação e Validação de Projetos de Válvulas Industriais;

ET-200.03 - Materiais de Tubulação para Instalações de

PETROBRAS N-12 PETROBRAS N-57 PETROBRAS N-76

PETROBRAS N-115 PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1693 PETROBRAS N-2668 PETROBRAS N-2827

Produção e Facilidades de Processo; ABNT NBR 5426 - Planos de Amostragem e Procedimentos na Inspeção por Atributos;

ABNT NBR ISO 9001 ISO 10497

ISO 14313 (API SPEC 6D) - Petroleum

Transportation Systems - Pipeline Valves; ISO 15761 (API STD 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas Industries;

Gas Industries - Pipeline

- Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos; - Testing of Valves - Fire Type-Testing Requirements;

and

Natural

- Metal Ball Valves for Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;

API SPEC 6D - ISO 14313:1999, MOD, Petroleum and Natural Gas Industries - Pipeline Transportation Systems - Pipeline Valves;

ISO 17292

API STD 602

- Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded,

API STD 589

Welding, and Extended-Body Ends; - Fire Test for Evaluation of Valve Stem Packing;

ASME B1.20.1 - Pipe Thread, General Purpose (Inch);

ASME B16.5 - Pipe Flanges and Fittings NPS 1/2 Through NPS 24 Metric/Inch Standard;

- Buttwelding Ends; - Valves-Flanged, Threaded and Welding End;

- Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through NPS

ASME B16.47

ASME B16.34

ASME B16.25

60;

ASME B18.2.1

ASME B18.2.2

ASME B31.3 - Process Piping;

ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII, Division I, Apêndice 8;

- Square and Hex Bolts and Screws, Inch Series; - Square and Hex Nuts;

ASTM A 105

- Standard Specification for Carbon Steel Forgings for

ASTM A 182

Piping Applications; - Standard Specification for Forged or Rolled Alloy and

ASTM A 193

Stainless Steel Pipe Flanges, Forged Fittings, and Valves and Parts for High-Temperature Service; - Standard Specification for Alloy-Steel and Stainless Steel Bolting Materials for High Temperature Service;

N-2247 REV. D JUL / 2006 ASTM A 194 - Standard Specification for Carbon and

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

ASTM A 194

- Standard Specification for Carbon and Alloy Steel

ASTM A 216

Nuts for Bolts for High Pressure or High Temperature Service, or Both; - Standard Specification for Steel Castings, Carbon,

ASTM A 217

Suitable for Fusion Welding, for High-Temperature Service; - Standard Specification for Steel Castings, Martensitic

ASTM A 262

Stainless and Alloy, for Pressure-Containing Parts, Suitable for High-Temperature Service; - Standard Practices for Detecting Susceptibility to

ASTM A 350

Intergranular Attack in Austenitic Stainless Steels; - Standard Specification for Carbon and Low-Alloy

ASTM A 351

Steel Forgings, Requiring Notch Toughness Testing for Piping Components; - Standard Specification for Castings, Austenitic, for

ASTM A 352

Pressure-Containing Parts; - Standard Specification for Steel Castings, Ferritic and

ASTM A 744

Martensitic, for Pressure-Containing Parts, Suitable for Low-Temperature Service; - Standard Specification for Castings,

ASTM A 997

Iron-Chromium-Nickel, Corrosion Resistant for Severe Service; - Standard for Practice for Investment Castings,

ASTM B 849

Surface Acceptance Standards, Visual Examination; - Standard Specification for Pre-Treatments of Iron or

ASTM B 850

Steel for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Standard Guide for Post-Coating Treatments of Steel

BSI BS 5159

for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Cast Iron and Carbon Steel ball Valves for General

MSS SP-45

Purposes; - Bypass and Drain Connections;

MSS SP-55

- Quality Standard for Steel Castings for Valves, and

MSS SP-91

Fittings and Other Piping Components - Radiographic Examination Method; - Guidelines for Manual Operation of Valves.

3 SÍMBOLOS E SIGLAS

ABENDE

- Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e

ABNT

Inspeção; - Associação Brasileira de Normas Técnicas;

API

- “American Petroleum Institute”;

ASME

- “American Society of Mechanical Engineers”;

ASTM

- “American Society for testing and Materials”;

BSI

- “British Standards Institution”;

END

- Ensaio Não Destrutivo;

EPS

- Especificação de Procedimento de Soldagem;

ES

- Extremidade com Encaixe para Solda;

FJA

- Face Junta Anel;

FR

- Face com Ressalto;

ISO

- “International Organization for Standardization”;

MSS

- “Manufacturers Standardization Society of the Valve

PIT

and Fittings Industry, Incorporation”; - Plano de Inspeção e Testes;

RO

- Extremidade com Rosca;

SCH

- “Schedule”.

N-2247 REV. D JUL / 2006 TABELA 4 - MATERIAIS DOS EST OJOS / PARAFUSOS

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

TABELA 4 - MATERIAIS DOS ESTOJOS / PARAFUSOS E PORCAS

 

Material dos Estojos/Parafusos

Material das

 

Material do Corpo

Porcas

Revestimento

ASTM A 105 ASTM A 216 Gr WCB

ASTM A 193 Gr B7

ASTM A 194 Gr 2H

Zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841, Classe 1, Tipo B/E, Grau 5 a 8, com alívio de tensões e de hidrogênio, conforme normas ASTM B 849 e ASTM B 850.

ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ASTM A 352 Gr LCB ASTM A 350 Gr LF3 CL 1 ASTM A 352 Gr LC3

ASTM A 320 Gr L7 ou ASTM A 193 Gr B8 CL 2

ASTM A 194 Gr 4L ou ASTM A 194 Gr 8TA

ASTM A 182 Gr F11 CL 2 ASTM A 217 Gr WC6 ASTM A 182 Gr F5 ASTM A 217 Gr C5

ASTM A 193 Gr B16

ASTM A 194 Gr 2H

ASTM A 182 Gr F304 ASTM A 351 Gr CF8 ASTM A 182 Gr F316 ASTM A 351 Gr CF8M ASTM A 182 Gr F317 ASTM A 351 Gr CG8M ASTM A 182 Gr F347 ASTM A 351 Gr CF8C

ASTM A 193 Gr B8 CL 2

ASTM A 194 Gr 8TA

Não Aplicável

6.4.2 As válvulas testadas a fogo (“fire tested type”) devem ser certificadas com os

parafusos listados na TABELA 4. Para os casos não cobertos na TABELA 4 e/ou norma PETROBRAS N-2668, o requisitante deve elaborar a especificação de compra definindo o material dos parafusos. Neste caso, este conjunto deve ser certificado com teste a fogo.

6.4.3 Os estojos/parafusos e porcas devem ser revestidos com zinco níquel (Zn-Ni)

ASTM B 841, Classe 1, Tipo B/E, Grau 5 a 8, com alívio de tensões e de hidrogênio, conforme normas ASTM B 849 e ASTM B 850.

6.4.4 Para materiais de estojos em ASTM A 320 Gr L7, quando o material do corpo da

válvula for ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ou ASTM A 352 Gr LCB é aceitável o teste de impacto

a -45 o C e para o material da válvula em ASTM A 350 Gr LF3 ou ASTM A 352 Gr LC3 é aceitável o teste de impacto a -60 o C.

6.4.5 Os parafusos de união do corpo à tampa ou das partes que compõem o corpo

bipartido ou tripartido devem ser do tipo estojo, norma ASME B18.2.1, UNC-2A até 1” e UN-2A a partir do 1 1/8”, com porcas sextavadas, norma ASME B18.2.2. O comprimento dos parafusos deve ter, no mínimo, 1 fio e, no máximo, 3 fios de rosca além da porca.

N-2247 REV. D JUL / 2006 SUMÁRIO 1 OBJE TIVO 4 2 DOCUMENTOS CO MPLEMENTARES

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

SUMÁRIO

1 OBJETIVO

4

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

5

3 SÍMBOLOS E SIGLAS

6

4 DEFINIÇÕES

7

4.1 NOMENCLATURA

7

4.2 VÁLVULA ESFERA DE USO GERAL

7

4.3 VÁLVULA ESFERA TESTADAS A FOGO (“FIRE TESTED TYPE”)

7

4.4 DIÂMETRO DE PASSAGEM

7

4.5 PASSAGEM PLENA

7

4.6 PASSAGEM REDUZIDA

7

4.7 ESFERA FLUTUANTE

7

4.8 VÁLVULAS DE DUPLO BLOQUEIO E DRENO (“DOUBLE BLOCK AND BLEED”)

7

4.9 ESFERA FIXADA POR EIXOS (MONTAGEM “TRUNNION”)

8

5 CONDIÇÕES GERAIS

8

5.1 CLASSIFICAÇÃO

8

5.1.1 QUANTO AO TIPO DE PASSAGEM (VER FIGURA A-4)

8

5.1.2 QUANTO AO TIPO DE EXTREMIDADES (VER FIGURA A-2)

8

5.1.3 QUANTO AO TIPO DE CONSTRUÇÃO (VER FIGURA A-3)

8

5.1.4 QUANTO AO TIPO DE ACIONAMENTO

9

5.2 CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO - GARANTIA DE FABRICAÇÃO

9

5.3 REQUISITOS BÁSICOS PARA ORDEM DE COMPRA

9

6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE PROJETO

9

6.1 CORPO

9

6.2 SEDES

12

6.3 ESFERA

12

6.4 PARAFUSOS E PORCAS

12

6.5 VEDAÇÃO DO CORPO OU TAMPA

14

6.6 VEDAÇÃO DA HASTE - SISTEMA DE ENGAXETAMENTO

14

6.7 ALAVANCA

15

6.8 DISPOSITIVO ANTIESTÁTICO

15

N-2247 REV D SET / 2006 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são

N-2247

REV D

N-2247 REV D SET / 2006

SET / 2006

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.

- Acondicionamento e Embalagem de Válvulas; - Projeto Mecânico de Tubulações Industriais; - Materiais de Tubulação Para Instalações de Refino e Transporte; - Montagem de Tubulações Metálicas; - Soldagem; - Ensaio Não-Destrutivo - Qualificação de Pessoal; - Critério para Padronização de Material de Tubulação; - Válvulas Industriais; - Identificação e Validação de Projetos de Válvulas

Industriais; [A ser publicada] ET-200.03 - Materiais de Tubulação para Instalações de Produção e Facilidades de Processo; ABNT NBR 5426 - Planos de Amostragem e Procedimentos na

PETROBRAS N-12 PETROBRAS N-57 PETROBRAS N-76

PETROBRAS N-115 PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1693 PETROBRAS N-2668 PETROBRAS N-2827

Inspeção por Atributos; - Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos;

- Testing of Valves - Fire Type-Testing Requirements;

Natural

Transportation Systems - Pipeline Valves;

and

Gas Industries - Pipeline

ABNT NBR ISO 9001 ISO 10497

ISO 14313 (API SPEC 6D) - Petroleum

ISO 15761 (API STD 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas Industries;

- Metal Ball Valves for Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;

API SPEC 6D - ISO 14313:1999, MOD, Petroleum and Natural Gas Industries - Pipeline Transportation Systems - Pipeline Valves;

ISO 17292

API STD 602

- Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded,

API STD 589

Welding, and Extended-Body Ends; - Fire Test for Evaluation of Valve Stem Packing;

ASME B1.20.1 - Pipe Thread, General Purpose (Inch);

ASME B16.5 - Pipe Flanges and Fittings NPS 1/2 Through NPS 24 Metric/Inch Standard;

- Buttwelding Ends; - Valves-Flanged, Threaded and Welding End; - Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through NPS

ASME B16.25

ASME B16.34

ASME B16.47

60;

ASME B18.2.1

ASME B18.2.2

ASME B31.3 - Process Piping; ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII, Division I, Apêndice 8;

- Square and Hex Bolts and Screws, Inch Series; - Square and Hex Nuts;

ASTM A 105

- Standard Specification for Carbon Steel Forgings for

ASTM A 182

Piping Applications; - Standard Specification for Forged or Rolled Alloy and

ASTM A 193

Stainless Steel Pipe Flanges, Forged Fittings, and Valves and Parts for High-Temperature Service; - Standard Specification for Alloy-Steel and Stainless Steel Bolting Materials for High Temperature Service;

N-2247 REV D SET / 2006 ASTM A 194 - Standard Specification for Carbon and

N-2247

REV D

N-2247 REV D SET / 2006

SET / 2006

ASTM A 194

- Standard Specification for Carbon and Alloy Steel

ASTM A 216

Nuts for Bolts for High Pressure or High Temperature Service, or Both; - Standard Specification for Steel Castings, Carbon,

ASTM A 217

Suitable for Fusion Welding, for High-Temperature Service; - Standard Specification for Steel Castings, Martensitic

ASTM A 262

Stainless and Alloy, for Pressure-Containing Parts, Suitable for High-Temperature Service; - Standard Practices for Detecting Susceptibility to

ASTM A 350

Intergranular Attack in Austenitic Stainless Steels; - Standard Specification for Carbon and Low-Alloy

ASTM A 351

Steel Forgings, Requiring Notch Toughness Testing for Piping Components; - Standard Specification for Castings, Austenitic, for

ASTM A 352

Pressure-Containing Parts; - Standard Specification for Steel Castings, Ferritic and

ASTM A 744

Martensitic, for Pressure-Containing Parts, Suitable for Low-Temperature Service; - Standard Specification for Castings,

ASTM A 997

Iron-Chromium-Nickel, Corrosion Resistant for Severe Service; - Standard for Practice for Investment Castings,

ASTM B 841

Surface Acceptance Standards, Visual Examination; - Standard Specification for Electrodeposited Coatings

ASTM B 849

of Zinc Nickel Alloy Deposits; - Standard Specification for Pre-Treatments of Iron or

ASTM B 850

Steel for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Standard Guide for Post-Coating Treatments of Steel

BSI BS 5159

for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Cast Iron and Carbon Steel ball Valves for General

MSS SP-45

Purposes; - Bypass and Drain Connections;

MSS SP-55

- Quality Standard for Steel Castings for Valves, and

MSS SP-91

Fittings and Other Piping Components - Radiographic Examination Method; - Guidelines for Manual Operation of Valves.

3 SÍMBOLOS E SIGLAS

ABENDE

- Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e

ABNT

Inspeção; - Associação Brasileira de Normas Técnicas;

API

- “American Petroleum Institute”;

ASME

- “American Society of Mechanical Engineers”;

ASTM

- “American Society for testing and Materials”;

BSI

- “British Standards Institution”;

END

- Ensaio Não Destrutivo;

EPS

- Especificação de Procedimento de Soldagem;

ES

- Extremidade com Encaixe para Solda;

FJA

- Face Junta Anel;

FR

- Face com Ressalto;

ISO

- “International Organization for Standardization”;

MSS

- “Manufacturers Standardization Society of the Valve

PIT

and Fittings Industry, Incorporation”; - Plano de Inspeção e Testes;

4 DEFINIÇÕES N-2247 REV. D JUL / 2006 Para os propósitos desta Norma são adotadas

4 DEFINIÇÕES

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições dos itens 4.1 a 4.9.

4.1 Nomenclatura

Deve ser adotada a nomenclatura conforme indicado na FIGURA A-1.

4.2 Válvula Esfera de Uso Geral

Válvulas com anéis resilientes para serviços não críticos ou perigosos, como água, ar e demais fluídos enquadrados na categoria “D” da norma ASME B31.3, cuja aplicação deve ser limitada à temperatura indicada na norma PETROBRAS N-1693.

4.3 Válvula Esfera Testadas a Fogo (“Fire Tested Type”)

Válvulas especialmente projetadas e fabricadas, para serviços críticos, conforme definido na norma ASME B31.3, tais como: hidrocarbonetos, com características de resistência ao teste sob fogo (“fire tested type”).

4.4 Diâmetro de Passagem

Diâmetro útil de passagem da esfera. Para válvulas de 2” e maiores, o diâmetro de passagem deve ser conforme estabelecido na norma API SPEC 6D. Para diâmetros menores que 2” o diâmetro de passagem deve ser conforme item 6.1.1.1.

4.5 Passagem Plena

Característica que possuem as válvulas, cuja seção de passagem é equivalente à seção interna do tubo (ver FIGURA A-4).

4.6 Passagem Reduzida

Característica que possuem as válvulas, cuja seção de passagem é menor que a seção interna do tubo (ver FIGURA A-4).

4.7 Esfera Flutuante

Tipo de montagem interna cuja esfera é suportada pelas sedes, com bloqueio na sede a jusante do sentido do fluxo (ver FIGURA A-5).

4.8 Válvulas de Duplo Bloqueio e Dreno (“Double Block and Bleed”)

Válvulas que vedam em ambas as sedes simultaneamente, independentes do sentido de fluxo.

N-2247 REV. D JUL / 2006 6.1.4.1 As válvulas com sede resiliente e extremidades de

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.1.4.1 As válvulas com sede resiliente e extremidades de encaixe para solda devem ser

fornecidas com niples de extremidades planas, SCH 160 para os aços-carbono e liga e SCH 80S para os aços inoxidáveis, com extensão de 100 mm, podendo ser integral ao corpo ou tampa (na válvula tripartida) ou soldadas nas duas extremidades. A solda deve atender aos requisitos previstos na norma PETROBRAS N-133, item 4.5.10. O material do niple deve ser de qualidade compatível com o material do corpo da válvula.

6.1.4.2 Para válvulas testadas a fogo não são aceitas as extremidades roscadas. O

acabamento para extremidades flangeadas, do tipo FR e FJA, deve ser conforme as normas ASME B16.5 ou ASME B16.47 para diâmetros padronizados.

6.1.5 A dimensão face a face deve ser conforme a norma ISO 14313 (API SPEC 6D) ou

ISO 17292.

6.1.6 O tipo de montagem das válvulas de uso geral e testadas a fogo (“Fire Tested Type”)

deve ser conforme TABELA 3.

TABELA 3 - TIPO DE MONTAGEM INTERNA DE VÁLVULAS ESFERA

Diâmetro

150

300

600

800

900

1500

2500

1/2” a 1 1/2”

-

 

Flutuante

2” a 4”

Flutuante

 

“Trunnion”

6” e acima

 

“Trunnion”

6.1.7

Retenção de Pressão

6.1.7.1

As válvulas com montagem “Trunnion” devem ser do tipo efeito de pistão simples

(“single piston effect”) exceto quando especificado em contrário.

6.1.7.2 As válvulas com montagem “Trunnion” do tipo efeito de pistão duplo (“double piston

effect”) somente são aceitas quando solicitado na ordem de compra. Neste caso, deve ser prevista a instalação de dispositivo de alívio de pressão automático.

Notas:

1) Se o sistema de alívio vier incorporado ao corpo da válvula, a mesma passa a ter sentido único, o qual deve estar indicado no corpo da válvula. 2) O sistema deve ser fornecido com válvulas de bloqueio a montante e a jusante do dispositivo de alívio para permitir acesso para manutenção. 3) Na ordem de compra deve ser indicado o sistema de alívio a ser adotado para a válvula.

6.1.7.3

As válvulas flutuantes de 2” e acima, bem como as do tipo “Trunnion”, devem ser

projetadas de forma a aliviar a pressão contida na cavidade do corpo em até 1,33 vez a

pressão máxima da classe da válvula, sem perder suas características de vedação.

6.1.7.4 As válvulas não devem ter sentido preferencial de vedação, a não ser que

especificado em contrário na requisição de compra.

N-2247 REV D SET / 2006 TABELA 4 - MATERIAIS DOS EST OJOS / PARAFUSOS

N-2247

REV D

N-2247 REV D SET / 2006

SET / 2006

TABELA 4 - MATERIAIS DOS ESTOJOS / PARAFUSOS E PORCAS

 

Material dos Estojos/Parafusos

Material das

 

Material do Corpo

Porcas

Revestimento

ASTM A 105 ASTM A 216 Gr WCB

ASTM A 193 Gr B7

ASTM A 194 Gr 2H

Zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841, Classe 1, Tipo B/E, Grau 5 a 8, com alívio de tensões e de hidrogênio, conforme normas ASTM B 849 e ASTM B 850.

ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ASTM A 352 Gr LCB ASTM A 350 Gr LF3 CL 1 ASTM A 352 Gr LC3

ASTM A 320 Gr L7 ou ASTM A 193 Gr B8 CL 2

ASTM A 194 Gr 4L ou ASTM A 194 Gr 8TA

ASTM A 182 Gr F11 CL 2 ASTM A 217 Gr WC6 ASTM A 182 Gr F5 ASTM A 217 Gr C5

ASTM A 193 Gr B16

ASTM A 194 Gr 2H

ASTM A 182 Gr F304 ASTM A 351 Gr CF8 ASTM A 182 Gr F316 ASTM A 351 Gr CF8M ASTM A 182 Gr F317 ASTM A 351 Gr CG8M ASTM A 182 Gr F347 ASTM A 351 Gr CF8C

ASTM A 193 Gr B8 CL 2

ASTM A 194 Gr 8TA

Não Aplicável

6.4.2 As válvulas testadas a fogo (“fire tested type”) devem ser certificadas com os

parafusos listados na TABELA 4. Para os casos não cobertos na TABELA 4 e/ou norma PETROBRAS N-2668, o requisitante deve elaborar a especificação de compra definindo o material dos parafusos. Neste caso, este conjunto deve ser certificado com teste a fogo.

6.4.3 Os estojos/parafusos e porcas onde indicado na TABELA 4 devem ser revestidos com

zinco níquel (Zn-Ni), conforme norma ASTM B 841, Classe 1, Tipos B e E, com alívio de

tensões para desidrogenação, conforme normas ASTM B 849 e ASTM B 850.

6.4.4 Para materiais de estojos em ASTM A 320 Gr L7, quando o material do corpo da

válvula for ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ou ASTM A 352 Gr LCB é aceitável o teste de impacto

a -45 o C e para o material da válvula em ASTM A 350 Gr LF3 ou ASTM A 352 Gr LC3 é aceitável o teste de impacto a -60 o C.

6.4.5 Os parafusos de união do corpo à tampa ou das partes que compõem o corpo

bipartido ou tripartido devem ser do tipo estojo, norma ASME B18.2.1, UNC-2A até 1” e UN-2A a partir do 1 1/8”, com porcas sextavadas, norma ASME B18.2.2. O comprimento dos parafusos deve ter, no mínimo, 1 fio e, no máximo, 3 fios de rosca além da porca.

6.7 Alavanca N-2247 REV. D JUL / 2006 6.7.1 Desde que não especificado em contrário,

6.7 Alavanca

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

6.7.1 Desde que não especificado em contrário, o uso de redutores deve ser conforme a

norma PETROBRAS N-1693.

6.7.2 Alavancas e volantes acionadores devem ser capazes de suportar um esforço não

inferior a 360 N e atender a norma MSS SP-91.

6.8 Dispositivo Antiestático

As válvulas esfera de uso geral e testadas a fogo devem ser providas de dispositivo antiestático em toda a faixa de diâmetro. Esses dispositivos devem possuir certificado de teste conforme requerido pelas respectivas normas construtivas.

6.9 Placa de Identificação

6.9.1 As válvulas devem conter placa de identificação conforme indicado na norma

construtiva e atender as marcações e requisitos adicionais dos itens 6.9.2 e 6.9.3.

6.9.2 A placa de identificação deve ser fabricada em aço inoxidável, fixada como segue:

a) para as válvulas fundidas, deve ser fixada à superfície externa da aba do flange de ligação do corpo ou da tampa;

b) para as válvulas forjadas, deve ser fixada ao volante ou alavanca por meio de sua porca;

c) o elemento de fixação da placa deve ser em aço inoxidável austenítico.

6.9.3 As válvulas testadas a fogo devem ser identificadas com a sigla ISO - FT e a

especificação do material dos internos (haste, obturador e sede) e das vedações (gaxetas e juntas).

6.9.4 Além do exigido pela norma construtiva, a placa de identificação deve conter as

seguintes informações:

a) identificação desta Norma complementar: N-2247;

b) especificação do material das gaxetas e junta de vedação;

c) temperatura máxima de utilização contínua (para válvulas em condições especiais);

d) pedido de compra

Nota:

Estas informações podem estar contidas em uma placa adicional.

N-2247 REV. D JUL / 2006 7.2.2.1 O pessoal que executa e avalia as atividades

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

7.2.2.1 O pessoal que executa e avalia as atividades de END, deve ser certificado por uma

entidade independente, que desenvolva sua atividade conforme o Sistema Nacional de

Qualificação de Pessoal em END

PETROBRAS/ENGENHARIA/SL/SEQUI, no âmbito nacional. Os procedimentos devem ser aprovados por inspetor qualificado PETROBRAS nível III.

ABENDE e/ou

da

7.2.2.2 O ensaio por líquido penetrante deve ser executado obrigatoriamente antes e depois

da aplicação do revestimento, para garantir a sanidade da peça. Critério de aceitação: deve ser conforme código ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII, Division I, Appendix 8.

7.2.2.3 Para as peças fundidas em ASTM A 351 Gr CF8 e Gr CF8M o fabricante deve

fornecer os seguintes certificados de inspeção:

a) composição química do corpo e tampa;

b) tratamento térmico de solubilização;

c) ensaio para verificação de sensitização à corrosão intergranular conforme a norma ASTM A 262 Prática E;

d) ensaio de líquido penetrante conforme requisito suplementar S6 da norma ASTM A 351, com critério de aceitação conforme norma ASME B16.34.

Notas: 1) Não utilizar o material ASTM A 351 Gr CF8 ou CF8M para os serviços de “hidrocarbonetos com ácido naftênico”; para estes casos usar o Gr CG8M.

2) Caso haja dificuldades do fabricante aceitar a execução do teste de corrosividade intergranular, se deve especificar a norma ASTM A 744 (que prevê este ensaio como requisito suplementar) em lugar da norma ASTM A 351 (em que não há previsão desse ensaio como requisito suplementar).

7.2.2.4 Prever no controle da fabricação o requisito de “teste por pontos”, para identificação dos materiais do corpo e dos internos, exceto para o aço-carbono.

7.3 Reparos e Tratamento Térmico

Os defeitos encontrados nas válvulas durante a inspeção, que possam ser corrigidos com solda, devem ser reparados de acordo com os requisitos da ASTM aplicável e a norma PETROBRAS N-133, com os procedimentos de soldagem e os ENDs previamente qualificados. Quando for necessária a execução de tratamento térmico, esse tratamento térmico deve ser registrado em gráfico.

7.4 Testes de Pressão

7.4.1 Os testes de pressão devem ser de acordo com as normas construtivas. Os tempos

máximos de teste são de até 1,5 vez o tempo definido pela norma construtiva, contados a partir da estabilização da pressão.

7.4.2 Os testes devem ser efetuados com as válvulas limpas, isentas de óleo ou graxa. O

teste de integridade deve ser realizado sem pintura.

N-2247 REV. D JUL / 2006 7.4.3 O fluido utilizado para o teste hidrostático pode

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

7.4.3 O fluido utilizado para o teste hidrostático pode ser querosene ou água limpa isenta de

óleo, sendo permitido o uso de antioxidante e produto bactericida. Nesse caso, quando o

fluido de teste for água para teste de válvulas em aço inoxidável austenítico ou ferrítico-austenítico (duplex) deve ser usada água com teor de cloretos não superior a 30 ppm.

7.4.4 O fluido utilizado para o teste pneumático pode ser ar ou gás inerte.

7.4.5 A temperatura ambiente de teste não deve ser inferior a 15 ºC.

7.4.6 As bancadas de teste devem ter, no mínimo, 2 manômetros calibrados, com a escala

tal que a pressão de teste fique entre 25 % e 75 % do fundo de escala. A periodicidade de calibração deve ser de, no máximo, 6 meses. No caso de serem utilizados transmissores de pressão microprocessados a periodicidade de calibração deve ser a recomendada pelo fabricante do instrumento, porém não superior a 12 meses.

7.5 Teste de Alívio de Cavidade

7.5.1 Deve ser realizado teste de alívio de cavidade para válvulas esfera flutuantes de 2” e

acima, conforme a norma ISO 14313 (API SPEC 6D) Anexo C.7.3.

7.5.2 Deve ser realizado teste de alívio de cavidade para válvulas esfera montagem

“Trunnion” conforme a norma ISO 14313 (API SPEC 6D) Anexo C.7.2.

7.5.3 O lote de válvulas a ser testado deve ser conforme norma ABNT NBR 5426, nível de

inspeção II, plano de amostragem simples, inspeção normal e NQA 2,5 %.

8 PRESERVAÇÃO, CONDICIONAMENTO, EMBALAGEM E TRANSPORTE

As

PETROBRAS N-12.

válvulas

devem

ser

preservadas,

acondicionadas

e

embaladas

conforme

norma

9 DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO E FABRICAÇÃO

9.1 As válvulas de uso geral e testadas a fogo devem ter seu projeto homologado conforme

norma PETROBRAS N-2827.

9.2 As válvulas testadas a fogo devem ser ainda certificadas conforme recomendações

contidas na norma ISO 10497.

9.2.1 Os requisitos para qualificação de válvulas testadas a fogo devem possuir, no mínimo:

a) sistema de qualidade conforme norma ABNT NBR ISO 9001;

N-2247 REV. D JUL / 2006 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.

- Acondicionamento e Embalagem de Válvulas; - Projeto Mecânico de Tubulações Industriais; - Materiais de Tubulação Para Instalações de Refino e Transporte; - Montagem de Tubulações Metálicas; - Soldagem; - Ensaio Não-Destrutivo - Qualificação de Pessoal; - Critérios de Segurança para Projeto de Instalações Fixas de Armazenamento de Gás Liquefeito de

Petróleo; - Critério para Padronização de Material de Tubulação; - Critérios para Utilização de Válvulas Esfera “Fire-Safe”; - Válvulas Industriais; - Identificação e Validação de Projetos de Válvulas Industriais;

ET-200.03 - Materiais de Tubulação para Instalações de Produção e Facilidades de Processo;

ABNT NBR 5426 - Planos de Amostragem e Procedimentos na Inspeção por Atributos;

ABNT NBR ISO 9001 ABNT NBR ISO 9712

PETROBRAS N-2668 PETROBRAS N-2827

PETROBRAS N-1693 PETROBRAS N-2546

PETROBRAS N-12 PETROBRAS N-57 PETROBRAS N-76

PETROBRAS N-115 PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1645

- Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos;

- Ensaios Não-Destrutivos - Qualificação e Certificação de Pessoal; - Testing of Valves - Fire Type-Testing Requirements;

and Natural Gas Industries - Pipeline

ISO 10497

ISO 14313 (API SPEC 6D) - Petroleum

Transportation Systems - Pipeline Valves;

ISO 15761 (API STD 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas Industries;

- Metal Ball Valves for Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;

API SPEC 6D - ISO 14313:1999, MOD, Petroleum and Natural Gas Industries - Pipeline Transportation Systems - Pipeline Valves;

ISO 17292

API STD 602

- Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded,

API STD 589 ASME B1.20.1

Welding, and Extended-Body Ends; - Fire Test for Evaluation of Valve Stem Packing; - Pipe Thread, General Purpose (Inch);

ASME B16.5 - Pipe Flanges and Fittings NPS 1/2 Through NPS 24

Metric/Inch Standard; - Buttwelding Ends; - Valves-Flanged, Threaded and Welding End; - Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through NPS

ASME B16.25

ASME B16.34

ASME B16.47

60;

ASME B18.2.1

ASME B18.2.2

ASME B31.3 - Process Piping; ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII, Division I, Apêndice 8; ASTM A 105 - Standard Specification for Carbon Steel Forgings for Piping Applications;

- Square and Hex Bolts and Screws, Inch Series; - Square and Hex Nuts;

N-2247 REV. D JUL / 2006 ASTM A 194 - Standard Specification for Carbon and

N-2247

REV. D

N-2247 REV. D JUL / 2006

JUL / 2006

ASTM A 194

- Standard Specification for Carbon and Alloy Steel

ASTM A 216

Nuts for Bolts for High Pressure or High Temperature Service, or Both; - Standard Specification for Steel Castings, Carbon,

ASTM A 217

Suitable for Fusion Welding, for High-Temperature Service; - Standard Specification for Steel Castings, Martensitic

ASTM A 262

Stainless and Alloy, for Pressure-Containing Parts, Suitable for High-Temperature Service; - Standard Practices for Detecting Susceptibility to

ASTM A 350

Intergranular Attack in Austenitic Stainless Steels; - Standard Specification for Carbon and Low-Alloy

ASTM A 351

Steel Forgings, Requiring Notch Toughness Testing for Piping Components; - Standard Specification for Castings, Austenitic, for

ASTM A 352

Pressure-Containing Parts; - Standard Specification for Steel Castings, Ferritic and

ASTM A 744

Martensitic, for Pressure-Containing Parts, Suitable for Low-Temperature Service; - Standard Specification for Castings,

ASTM A 997

Iron-Chromium-Nickel, Corrosion Resistant for Severe Service; - Standard for Practice for Investment Castings,

ASTM B 841

Surface Acceptance Standards, Visual Examination; - Standard Specification for Electrodeposited Coatings

ASTM B 849

of Zinc Nickel Alloy Deposits; - Standard Specification for Pre-Treatments of Iron or

ASTM B 850

Steel for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Standard Guide for Post-Coating Treatments of Steel

BSI BS 5159

for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement; - Cast Iron and Carbon Steel ball Valves for General

MSS SP-45

Purposes; - Bypass and Drain Connections;

MSS SP-55

- Quality Standard for Steel Castings for Valves, and

MSS SP-91

Fittings and Other Piping Components - Radiographic Examination Method;