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ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ Curso Técnico de Contabilidade IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DE PESSOAS COLECTIVAS

ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ

Curso Técnico de Contabilidade

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DE PESSOAS COLECTIVAS
IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO
DE PESSOAS COLECTIVAS

ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ

Rua dos Mercadores nº 76, 9500 - 092 P. Delgada Telefone 296 285 461 Fax 296 285 463 E-mail: geral@aprodaz.com

296 285 461  Fax 296 285 463 E-mail: geral@aprodaz.com Elaborado por: Cátia Vieira Elmira Valério

Elaborado por:

Cátia Vieira Elmira Valério Flávio Loureiro

296 285 461  Fax 296 285 463 E-mail: geral@aprodaz.com Elaborado por: Cátia Vieira Elmira Valério

Formador: António Pimenta

CARACTERIZAÇÃO

O IRC entrou em vigor no dia 01 de Janeiro de 1989 e tem o seu suporte legal no Código do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (CIRC), aprovado pelo Decreto-Lei nº 442B/88, com as devidas alterações do orçamento do Estado.

Formador: António Pimenta

CLASSIFICAÇÃO

O IRC é um imposto:

António Pimenta C LASSIFICAÇÃO O IRC é um imposto:  Directo – incide sobre o rendimento

Directo incide sobre o rendimento das pessoas colectivas Estadual é tributado pelo Estado Periódico é apurado anualmente Proporcional é proporcional aos rendimentos tributados Real incide sobre a actividade económica

 Proporcional – é proporcional aos rendimentos tributados  Real – incide sobre a actividade económica
 Proporcional – é proporcional aos rendimentos tributados  Real – incide sobre a actividade económica

Formador: António Pimenta

INCIDÊNCIA OBJECTIVA

Entidades Residentes:
Entidades Residentes:

Se exercem a título principal actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, a base do imposto é o lucro tributável. Se não exercem a título principal actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, a incidência é o rendimento global. Entidades não Residentes:

é o rendimento global. Entidades não Residentes:  Se dispõem de estabelecimento estável, a incidência

Se dispõem de estabelecimento estável, a incidência é o lucro imputável ao estabelecimento estável. Se não dispõem de estabelecimento estável a incidência é o rendimento global.

Formador: António Pimenta

INCIDÊNCIA SUBJECTIVA

São sujeitos passivos do IRC, segundo o art. 2º do

CIRC:

As sociedades comerciais ou civis sob forma comercial As cooperativas As empresas públicas E as demais pessoas colectivas de direito público ou privado

E restantes referidos no artigo 2º do CIRC

ISENÇÕES

Formador: António Pimenta Segundo os art. 9º/10º/11º/12º/13º/14º do CIRC estão isentos do IRC: O Estado
Formador: António Pimenta
Segundo os art. 9º/10º/11º/12º/13º/14º do CIRC estão
isentos do IRC:
O Estado
As Regiões Autónomas
As Autarquias locais
As Associações dos Municípios
As Associações de Freguesia que não exerçam
actividade comercial, industrial e agrícola e as
Instituições de Segurança Social e Providência.

Formador: António Pimenta

LUCRO TRIBUTÁVEL

De acordo com o nº 1 do artº 17 do CIRC, o lucro
De acordo com o nº 1 do artº 17 do CIRC, o lucro
tributável é a soma do resultado líquido do período e
tributável é a soma do resultado líquido do período e
tributável é a soma do resultado líquido do período e das variações patrimoniais positivas e negativas,

das variações patrimoniais positivas e negativas, verificadas no mesmo período e não reflectidas naquele resultado e eventualmente corrigidas nos

e não reflectidas naquele resultado e eventualmente corrigidas nos termos do código. LT = RLE +
e não reflectidas naquele resultado e eventualmente corrigidas nos termos do código. LT = RLE +
termos do código.
termos do código.

LT = RLE + VPP VPN +/- CF

Formador: António Pimenta

CORRECÇÕES FISCAIS

São custos não aceites como custos fiscais (prémios de
São custos não aceites como custos fiscais (prémios de
São custos não aceites como custos fiscais (prémios de seguro, almoços) e proveitos não considerados fiscais

seguro, almoços) e proveitos não considerados fiscais (restituição do imposto), segundo os art. 63º/64º/65º/66º/67º/68º, subsecção I da secção VI do CIRC

fiscais (restituição do imposto), segundo os art. 63º/64º/65º/66º/67º/68º, subsecção I da secção VI do CIRC
fiscais (restituição do imposto), segundo os art. 63º/64º/65º/66º/67º/68º, subsecção I da secção VI do CIRC
fiscais (restituição do imposto), segundo os art. 63º/64º/65º/66º/67º/68º, subsecção I da secção VI do CIRC

Formador: António Pimenta

MATÉRIA COLECTÁVEL

Numa fase anterior ao cálculo da colecta, determina-se a
Numa fase anterior ao cálculo da colecta, determina-se a
Numa fase anterior ao cálculo da colecta, determina-se a matéria colectável. A matéria colectável obtêm-se pela

matéria colectável. A matéria colectável obtêm-se pela dedução ao lucro tributável dos montantes correspondentes a prejuízos fiscais (art. 47º) e benefícios eventualmente existentes que consistem em

(art. 47º) e benefícios eventualmente existentes que consistem em deduções naquele lucro. MC = LT –
(art. 47º) e benefícios eventualmente existentes que consistem em deduções naquele lucro. MC = LT –
(art. 47º) e benefícios eventualmente existentes que consistem em deduções naquele lucro. MC = LT –
deduções naquele lucro.
deduções naquele lucro.

MC = LT PF - BF

Formador: António Pimenta

COLECTA

Segundo o nº 2 do art. 87º do CIRC, o quantitativo da
Segundo o nº 2 do art. 87º do CIRC, o quantitativo da
Segundo o nº 2 do art. 87º do CIRC, o quantitativo da matéria colectável, quando superior

matéria colectável, quando superior a 12.500, é dividido por 2 partes, uma igual ao limite do 1º escalão, à qual se aplica a taxa correspondente e a outra igual ao excedente, a que se aplica a taxa do escalão superior.

aplica a taxa correspondente e a outra igual ao excedente, a que se aplica a taxa
aplica a taxa correspondente e a outra igual ao excedente, a que se aplica a taxa
aplica a taxa correspondente e a outra igual ao excedente, a que se aplica a taxa

C = MC x Taxa IRC

Formador: António Pimenta

DERRAMA

As Câmaras podem lançar anualmente, uma derrama
As Câmaras podem lançar anualmente, uma derrama
D ERRAMA As Câmaras podem lançar anualmente, uma derrama até ao limite de 10% sobre a

até ao limite de 10% sobre a colecta de imposto de IRC. Isto significa que, além da taxa de imposto as

de IRC. Isto significa que, além da taxa de imposto as empresas poderão ter de suportar
empresas poderão ter de suportar a derrama lançada pelo Município.
empresas poderão ter de suportar a derrama lançada
pelo Município.

Derrama = Colecta x Taxa

Formador: António Pimenta

ISENÇÕES DE DERRAMA

Estão isentas da Derrama:
Estão isentas da Derrama:
Pimenta I SENÇÕES DE D ERRAMA Estão isentas da Derrama:  As entidades com volume de

As entidades com volume de negócios menor ou igual a 150.000,00As entidades com residência fiscal / sede social do concelho

volume de negócios menor ou igual a 150.000,00 €  As entidades com residência fiscal /

Formador: António Pimenta

APURAMENTO DO IMPOSTO

A última fase é o apuramento do imposto (IRC), mas é necessário calcular os pagamentos por conta e/ou as retenções na fonte.

Pagamentos por conta Condições Valor Pagamento por Conta Forma de Pagamento Volume de negócios ≤
Pagamentos por conta
Condições
Valor Pagamento
por Conta
Forma de
Pagamento
Volume de negócios ≤
498.797,90€
75% x IRC (ano
anterior)
3 Prestações iguais
Volume de negócios >
498.797,90€
85% x IRC (ano
anterior)
Nota: Os pagamentos por conta são em 3 prestações iguais, com
vencimento em Julho, Setembro e Dezembro.
Retenções na Fonte
Retenções na Fonte

É obrigatório a retenção na fonte do IRC referente aos rendimentos do art. 88º do CIRC.

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS

Segundo o CIRC os contribuintes estão obrigados a
Segundo o CIRC os contribuintes estão obrigados a
Formador: António Pimenta apresentar as seguintes declarações:  Declaração de Início de Actividade 
Formador: António Pimenta
apresentar as seguintes declarações:
 Declaração de Início de Actividade
 Declaração de Cessação de Actividade
 Declaração Periódica de Rendimentos
 Declaração Anual de Informação Contabilística
e Fiscal

Formador: António Pimenta

AMORTIZAÇÕES

Formador: António Pimenta A MORTIZAÇÕES Amortização - é o desgaste do capital fixo dentro de uma

Amortização - é o desgaste do capital fixo dentro de uma organização.

Exemplo Ano Valor Aquisição Veículo Taxa Amortização Amortização Valor Amortização Anual Acumulada
Exemplo
Ano
Valor Aquisição
Veículo
Taxa
Amortização
Amortização
Valor
Amortização
Anual
Acumulada
Liquidado
2010 30.000,00€
25%
7.500,00€
7.500,00€
22.500,00€
2011 30.000,00€
25%
7.500,00€
15.000,00€
15.000,00€
2012 30.000,00€
25%
7.500,00€
22.500,00€
7.500,00€
2013 30.000,00€
25%
7.500,00€
30.000,00€
0

Para determinarmos o período de vida útil de um bem é preciso saber a

sua taxa de amortização, que pode ser encontrada nas reintegrações e

amortizações do imobilizado, no Decreto Regulamentar 2/90 (Preâmbulo)

Vida útil = 100 / Taxa

MAPA DE REINTEGRAÇÕES E AMORTIZAÇÕES

Formador: António Pimenta
Formador: António Pimenta

Formador: António Pimenta

Formador: António Pimenta ≠ LUCRO FISCAL L UCRO C ONTABILÍSTICO
Formador: António Pimenta ≠ LUCRO FISCAL L UCRO C ONTABILÍSTICO
≠ LUCRO FISCAL
LUCRO FISCAL

LUCRO CONTABILÍSTICO

Formador: António Pimenta

Formador: António Pimenta Elaborado por: Elmira Valério Cátia Vieira Flávio Loureiro
Elaborado por: Elmira Valério Cátia Vieira Flávio Loureiro
Elaborado por:
Elmira Valério
Cátia Vieira
Flávio Loureiro