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Setembro 2011

HSBC Global Asset Management

Relatório de Gestão

Fundos dedicados aos Regimes Próprios

Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011

Análise de mercado

CENÁRIO ECONÔMICO

O Copom surpreendeu ao reduzir a taxa Selic em 0,5%, para 12,0%, justificando o movimento por conta da deterioração do quadro internacional. Esse movimento leva-nos a ajustar para baixo a projeção da taxa Selic para o final do ano (agora em 11,0%). De fato, as perspectivas externas mostram-se mais desfavoráveis, com destaque tanto para a frágil dinâmica das economias desenvolvidas quanto para os relevantes riscos fiscais na Europa. No entanto, as informações até o momento não parecem sugerir consequências suficientemente negativas a ponto de promover profunda desaceleração econômica no Brasil e, assim, trazer a inflação de volta para o centro da meta. Em paralelo, não vimos mudanças na própria dinâmica interna de inflação pressionada, o que nos faz entender que o risco de um IPCA mais alto aumentou.

MERCADOS

Diante da divulgação de dados de econômicos mais fracos nos EUA e das incertezas em relação à situação fiscal na Europa, as Bolsas internacionais fecharam agosto com queda, enquanto o Dólar valorizou frente à maioria das moedas internacionais. A Bovespa e o Real acompanharam o movimento dos ativos internacionais e terminaram o mês com queda de 4% e 2,5%, respectivamente. A curva de juros pré-fixados, por sua vez, apresentou forte queda de taxas em função do cenário externo e da expectativa de que o Copom não somente terminaria o ciclo de aperto monetário, como poderia iniciar um processo de corte da taxa Selic (confirmado no último dia de agosto).

PERSPECTIVAS PARA OS MERCADOS Bolsa

A divulgação de uma nova rodada de indicadores econômicos mais fracos nos EUA e as incertezas em relação à situação fiscal na zona do Euro resultaram em mais um mês de performance negativa para as principais Bolsas internacionais. A Bovespa acompanhou o movimento e fechou com queda de 4%. No médio prazo, continuamos acreditando que a Bolsa local deverá se beneficiar dos múltiplos atrativos e dos fundamentos positivos para o crescimento de lucros. No entanto, o nível de atividade econômica nos países desenvolvidos, a questão fiscal na Europa e a inflação no Brasil seguem como riscos importantes no curto prazo, demandando uma postura mais cautelosa.

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Câmbio

Acompanhando o movimento de maior aversão ao risco apresentado pelas Bolsas, as principais moedas internacionais desvalorizaram em relação ao Dólar. O Real fechou com queda de 2,5%. O diferencial de juros e os fundamentos positivos da economia local devem fazer com que o Real valorize nos próximos meses. No entanto, as incertezas no cenário internacional e o risco de novas intervenções governamentais devem manter a moeda com alta volatilidade.

Juros

Em agosto, a curva de juros pré-fixados sofreu forte queda de taxas. Colaborou para esse movimento a divulgação de dados de crescimento globais mais fracos e a expectativa de que o Copom não somente terminasse o ciclo de aperto monetário, como iniciasse um processo de redução da taxa Selic (fato confirmado no final de agosto). As posições direcionais em títulos pré-fixados serão adotadas de maneira tática, pois apesar de o cenário local continuar apresentando pressões inflacionárias importantes, as incertezas advindas do cenário internacional tendem a resultar em maior volatilidade no mercado de juros.

Inflação

Os números de inflação permanecem pressionados, enquanto as expectativas de inflação permanecem acima da meta. Além disso, apesar das incertezas em relação ao cenário internacional, as commodities não vêm apresentando movimentos expressivos de queda, principalmente aquelas que têm maior impacto no IPCA. Nesse contexto, os fundos de inflação seguem como uma estratégia interessante investimento.

Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011

Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011 Confira a matéria “Bancos disputam fundos de pensão

Confira a matéria “Bancos disputam fundos de pensão de Estados e municípios”, publicada pelo jornal Valor Econômico no dia 08 de setembro, através no link disponível neste e-mail e entenda qual o posicionamento da HSBC Global Asset Management para este segmento.

Estratégia e Desempenho dos Fundos

Referenciados DI

   

Rentabilidades

 

PL Médio nos últimos 12 meses (R$ MM)

Nome do Fundo

Agosto

Ano

12

36

2011

meses

meses

HSBC FI Referenciado DI LP Títulos Públicos

1,04%

7,49%

11,09%

34,57%

1.238,98

CDI

1,07%

7,68%

11,37%

35,64%

HSBC FI REFERENCIADO DI LP TÍTULOS PÚBLICOS

RESULTADO DA CARTEIRA Em agosto, o fundo teve uma rentabilidade de 97,38% do CDI – em linha com o esperado. Os títulos pré-fixados (LTN’s travadas com DI Futuro) tiveram um leve aumento no prêmio e contribuíram negativamente para o resultado do fundo.

ESTRATÉGIA Com a abertura do prêmio das LTNs casadas, aproveitamos a oportunidade para aumentar a posição no vencimento Jan15. Devido a possível estratégia mais agressiva do Tesouro Nacional no sentido de colocar mais ativos pré-fixados, estamos avaliando uma redução tática nos papéis casados e aumento na posição de LFTs.

Composição da Carteira – FI Ref. DI Títulos Públicos

 

Julho

Agosto

LTN travada com DI

21,76%

25,52%

LFT

77,02%

70,42%

FI CASH

1,22%

4,08%

Renda Fixa Índices

   

Rentabilidades

 

PL Médio nos últimos 12 meses (R$ MM)

Nome do Fundo

Agosto

Ano

12

36

2011

meses

meses

HSBC FI Renda Fixa Regimes de Previdência Ativo

2,97%

9,49%

13,09%

-

424,09

HSBC FI Regimes de Previdência RF Ativo IPCA¹

4,82%

9,89%

15,23%

-

29,79

Benchmark Composto*

2,82%

9,56%

13,40%

45,58%

CDI

1,07%

7,68%

11,37%

35,64%

IMA-B5

3,91%

11,29%

16,07%

53,13%

IRF-M

3,22%

9,43%

12,48%

46,56%

IMA-B

5,43%

10,03%

16,51%

58,82%

[1] Este fundo tem menos de 12 meses e, para avaliação da performance de fundos de investimentos, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 meses

*Índice composto apenas para comparação, não sendo uma alocação a ser perseguida. A composição é de 35% IMA-B5 + 35% IRF-M + 30% CDI.

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Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011

HSBC FI RENDA FIXA REGIMES DE PREVIDÊNCIA ATIVO

2011 HSBC FI RENDA FIXA REGIMES DE PREVIDÊNCIA ATIVO RESULTADO DA CARTEIRA Em agosto, o fundo

RESULTADO DA CARTEIRA Em agosto, o fundo apresentou rentabilidade de 277,5% do CDI. Com a piora no cenário internacional, as taxas das curvas de inflação e pré-fixada cederam de maneira significativa.

(% do PL) Composição Julho Agosto da carteira (último dia (último dia útil) útil)
(% do PL)
Composição
Julho
Agosto
da carteira
(último dia
(último dia
útil)
útil)

IRF-M

52,1%

49,4%

IMA-B5

41,7%

39,6%

IMA-S

6,2%

11,0%

ESTRATÉGIA

Exposição

(% do PL)

da carteira

Julho (últ. dia útil)

Agosto (últ. dia útil)

IRF-M

38,7%

43,8%

IMAB-5

41,7%

39,6%

Duration

Julho (últ. dia útil)

Agosto (últ. dia útil)

Ponderado

(d.u.)

Benchmark

Carteira

Benchmark

Carteira

IRF-M

154

87

151

116

IMAB-5

191

335

201

223

Com a piora do cenário internacional, devemos aumentar o duration pré-fixado da carteira a fim de se aproximar do índice ao longo do mês de setembro.

HSBC FI REGIMES DE PREVIDÊNCIA RF ATIVO IPCA

RESULTADO DA CARTEIRA O fundo rendeu 4,82% em agosto, o equivalente a 450,0% do CDI e 99,4% do IMA-B. A performance relativa ao CDI é explicada pela forte queda das taxas longas no mês causada pela piora significativa no cenário externo.

ESTRATÉGIA Devemos aumentar o duration da carteira a fim de se aproximar do índice ao longo do mês de setembro.

Composição

da carteira

IMA-B

IMA-S

(% do PL)

(% do PL)

Julho (últ. dia útil)

85,6%

14,4%

Agosto (últ. dia útil)

64,3%

35,7%

Ações

Exposição

da carteira

IMA-B

(% do PL)

(% do PL)

Julho (últ. dia útil)

85,6%

Agosto (últ. dia útil)

64,3%

Duration

Julho (últ. dia útil)

Agosto (últ. dia útil)

Ponderado

(d.u.)

Benchmark

Carteira

Benchmark

Carteira

IMA-B

1706

1668

1756

1306

   

Rentabilidades

 

PL Médio nos últimos 12 meses (R$ MM)

Nome do Fundo

Agosto

Ano

12

36

2011

meses

meses

HSBC FI Ações Dividendos

-2,38%

-5,05%

2,41%

15,58%

90,49

HSBC FI Ações Valor

-4,70%

-20,55%

-12,71%

-3,65%

235,59

HSBC FI Ações Setorial Ativo

-3,63%

-18,49%

-13,09%

26,56%

62,45

HSBC FI Ações Small Caps

-3,29%

-16,39%

-7,62%

30,84%

147,50

Ibovespa

-3,96%

-18,48%

-13,28%

1,46%

BM&FBovespa SMLL

-2,65%

-13,06%

-1,88%

-

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Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011

HSBC FI AÇÕES DIVIDENDOS

Próprios – Setembro 2011 HSBC FI AÇÕES DIVIDENDOS RESULTADO DA CARTEIRA O HSBC FIA Dividendos apresentou

RESULTADO DA CARTEIRA O HSBC FIA Dividendos apresentou uma rentabilidade consideravelmente maior que a de seu benchmark. A carteira do fundo possuía 23 ações de diferentes empresas no fim do mês. A rentabilidade acima do Ibovespa foi decorrente, principalmente, pela performance ruim do setor de Petróleo, no qual estávamos com uma posição menor que a do índice de referência nesses ativos. Do outro lado, Consumo pesou contra o FIA Dividendos, porque estávamos com uma alocação inferior ao do Ibovespa, enquanto o setor apresentou rentabilidade positiva no mês. Além disso, no setor de Siderurgia, as notícias acerca do novo acordo societário da Usiminas fizeram com que o papel tivesse valorização significante no mês. Entretanto, sem declarações oficiais dos sócios envolvidos, preferimos não tomar posição nesse papel, por isso estávamos com uma alocação menor que a do índice de referência (underweight) nesse ativo.

ESTRATÉGIA Para setembro, o fundo continuará alocado em ações mais defensivas de empresas com alta geração de fluxo de caixa e forte distribuição de dividendos.

HSBC FI AÇÕES VALOR

RESULTADO DA CARTEIRA

O fundo HSBC FIA Valor apresentou retorno 0,74% inferior ao benchmark, no mês de agosto. No último dia do mês, a

carteira possuia 31 ações de diferentes empresas. Os setores que trouxeram maior contribuição negativa foram os de Mineração e Siderurgia. Mantivemos uma posição maior que o benchmark (overweight) em Mineração, que teve rentabilidade ruim no mês. No setor de Siderurgia, as notícias acerca do novo acordo societário da Usiminas fizeram com que o papel tivesse valorização significante no mês. Entretanto, sem declarações oficiais dos sócios envolvidos, preferimos não tomar posição nesse papel, por isso estávamos com uma alocação menor que a do índice de referência (underweight) nesse ativo. Por outro lado, os dois setores que trouxeram melhor contribuição para o FIA Valor foi Agronegócio e Construção. Nossa alocação menor que a do Ibovespa em um papel do setor de Agronegócios foi uma aposta acertada, já que o ativo sofreu grande desvalorização no mês. Pelo setor de Construção, nossa convicção de que o setor iria bem no mês se concretizou.

HSBC FI AÇÕES SMALL CAPS

RESULTADO DA CARTEIRA

O FIA Small Caps perdeu 3,29% em agosto, contra rentabilidade negativa de 2,65% do seu benchmark (BM&FBovespa

SMLL). No fim do mês, a carteira do fundo possuia 38 papéis.

A melhor contribuição para o fundo foi o setor de Agronegócio, notadamente pela alocação abaixo do índice de referência

(underweight) em um papel que sofreu forte desvalorização. Além disso, nossas alocações “underweight” dentro setor de Mineração foram acertadas, trazendo boa contribuição positiva. Pesando contra o FIA Small Caps, o pior setor foi o de Construção. Apesar de nossa boa estratégia de manter a posição acima do benchmark (overweight), um stock picking (seleção de uma ação) mais que compensou a valorização dos outros papéis do setor.

ESTRATÉGIA – VALOR E SMALL CAPS

Se, por um lado, o inesperado corte de 0,5 p.p. na taxa Selic (agora em 12% a.a.) diminui a atratividade do investimento em renda fixa – e, por consequência, aumenta a atratividade da renda variável –, por outro, não acreditamos que a deterioração do quadro internacional seja suficiente para que a inflação brasileira volte para o centro da meta, razão pelo qual o capital estrangeiro tem evitado o mercado de ações no Brasil desde o começo do ano. Para o médio prazo, entendemos que os fundamentos da Bolsa local seguem favoráveis. A trajetória positiva do consumo doméstico e o suporte ao preço de commodities advindo da demanda dos países emergentes, em particular da China, deverão sustentar um crescimento saudável de lucros. No entanto, os riscos globais e a incerteza em relação a inflação local justificam nossa posição em setores mais defensivos no curto prazo.

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Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011

HSBC FI AÇÕES SETORIAL ATIVO

Próprios – Setembro 2011 HSBC FI AÇÕES SETORIAL ATIVO RESULTADO DA CARTEIRA Em agosto, o fundo

RESULTADO DA CARTEIRA Em agosto, o fundo obteve um retorno 0,33% acima do Ibovespa. Como política de investimento do fundo, concentramos os recursos em setores específicos que, nesse mês, foram Construção, Financeiro, Materiais Básicos e Gás e Energia. A carteira do fundo estava com 18 ações de diferentes empresas no último dia do mês. Em agosto, aumentamos nossa alocação em Construção, ficando com uma posição acima do benchmark, o que rendeu bons resultados. Por outro lado, o setor de Gás e Energia apresentou uma rentabilidade ruim e nossa posição acima do benchmark nesses ativos prejudicou a performance do fundo. O setor em que estávamos com maior porcentagem de alocação foi o Financeiro, que trouxe uma contribuição neutra ao fundo.

ESTRATÉGIA Para setembro, continuaremos com a mesma política de investimento do fundo que se caracteriza pela concentração dos recursos em setores específicos de acordo com a estratégia de cada período.

 

Alocação por Setor em 31/ago/2011

 

Setor

Valor

Small Caps

Setorial Ativo

Dividendos

Materiais Básicos

19,0%

8,7%

20,5%

13,7%

Bens de Capital

5,0%

15,8%

0,0%

0,0%

Construção

9,2%

21,7%

14,1%

0,0%

Transporte

4,5%

7,4%

0,0%

3,9%

Consumo cíclico

1,8%

13,8%

0,0%

2,3%

Consumo não-cíclico

14,8%

8,7%

7,1%

5,5%

Serviços Financeiros

22,0%

7,3%

29,4%

35,3%

IT

2,3%

4,7%

0,0%

0,0%

Gás e Energia

16,1%

2,0%

24,7%

0,0%

Telecomunicações

0,0%

0,0%

0,0%

10,2%

Utilidades Públicas

5,2%

6,5%

4,3%

29,1%

TOTAL

100,00%

100,00%

100,00%

100,00%

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Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011

Multigestão Ações

aos Regimes Próprios – Setembro 2011 Multigestão Ações     Rentabilidades   PL Médio nos
   

Rentabilidades

 

PL Médio nos últimos 12 meses* (R$ MM)

Nome do Fundo

Agosto

Ano

12 meses

36 meses

2011

HSBC FIC Ações Ibovespa Regimes de Previdência

-4,35%

-12,63%

-3,41%

-

117,65

Ibovespa

-3,96%

-18,48%

-13,28%

-

HSBC FIC AÇÕES IBOVESPA REGIMES DE PREVIDÊNCIA

RESULTADO DA CARTEIRA

A bolsa brasileira continuou decepcionando em agosto e estendeu as perdas no ano. O Ibovespa depreciou

aproximadamente 4% no mês, acumulando mais de 18% de queda em 2011. O fechamento negativo em 4% foi na verdade um alívio para os investidores, que viram um mês de agosto muito turbulento, no qual o índice chegou a cair 20% no período e mais de 9% em um mesmo dia. O desempenho dos ativos nacionais foi bastante impactado pela deterioração do

cenário externo. As questões acerca da crise fiscal europeia e as medidas necessárias para contorná-la ainda permanecem como o principal foco de preocupação. Em paralelo, o rebaixamento da dívida do governo norte-americano trouxe mais ceticismo aos mercados. Dados da economia americana também não estimularam uma tomada de risco maior por parte dos investidores. A maior economia do mundo divulgou dados de atividade aquém do esperado, levantando dúvidas acerca

da intensidade e vigor de seu crescimento. Por fim, novas medidas de aperto monetário chinês e ruídos no Japão e Oriente

Médio ainda pesam no mercado. No cenário interno, o corte da taxa de juros Selic em 0,5% trouxe um combustível adicional para o mercado acionário, essencialmente para as ações de empresas ligadas a setores dependentes do crédito

como Construção Civil, Bancos e Varejo. Porém, a falta de consistência na decisão e a necessidade de um possível aperto monetário futuro, ou mesmo a introdução de mais medidas macroprudencias nos leva a manter a cautela nesses investimentos.

O fundo HSBC FIC Ações Ibovespa Regimes de Previdência fechou o mês de agosto com retorno levemente inferior ao

Ibovespa (-4,3% contra -4,0%). No ano, o fundo apresenta um excedente de retorno de 6,0% em relação ao Ibovespa (- 12,6% do fundo contra -18,5% do índice). As alocações ligadas a Comércio Varejista, Alimentos e Construção Civil foram

os destaques positivos. Em contrapartida, os setores de Petróleo/Petroquímico, Papel e Celulose e Mineração foram os

destaques negativos. Em termos individuais, os destaques positivos foram o fundo Oceana Valor e o Pollux Ações Institucional, que superaram o Ibovespa em 2,4% e 1,0% respectivamente. Em contrapartida, os destaques negativos ficaram com BNY Mellon ARX FIA e CSHG Strategy Institucional, que apresentaram retornos inferiores ao índice.

ESTRATÉGIA

A robustez da economia interna nos leva a alocar uma boa parte do portfólio em fundos da estratégia Value, que investem

predominantemente em papéis beneficiados pela força do consumo, investimento e desenvolvimento de infraestrutura. Os fundos dessa estratégia têm como característica investir em empresas percebidas como abaixo do seu preço “justo”, identificadas por meio de análise fundamentalista. Nessa linha estamos aumentando a exposição na estratégia por meio do fundo Oceana Valor, Pollux Ações e JGP Ações e pretendemos incrementar as respectivas posições. Temos também uma alocação de dividendos o que reflete a postura cautelosa que possuímos com relação à evolução dos ativos de risco. Na categoria Ibovespa Ativo, mantemos a alocação marginalmente sub-alocada em relação à nossa alocação estrutural essencialmente pela perspectiva negativa que possuímos para as empresas relacionadas a commodities. Seguiremos revisando nosso portfólio constantemente e procuraremos sempre maiores opções de diversificação para que a carteira do fundo Ações Ibovespa Regimes de Previdência continue destoando da performance do Ibovespa no longo prazo.

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Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011

Fundos dedicados aos Regimes Próprios – Setembro 2011 A HSBC Gestão de Recursos Ltda. recebeu o

A HSBC Gestão de Recursos Ltda. recebeu o maior rating concedido pela Fitch Ratings a um Gestor de Recursos nacional.

pela Fitch Ratings a um Gestor de Recursos nacional. ‘M1(bra)’: Superior O rating M1(bra) é atribuído

‘M1(bra)’: Superior O rating M1(bra) é atribuído a gestores de recursos que demonstrem uma vulnerabilidade muito baixa a falhas operacionais e de gerenciamento de ativos.

(1) Este(s) fundo(s) tem menos de 12 (doze) meses e, para avaliação da performance de fundo(s) de investimento(s), é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 (doze) meses. Nestes casos, a rentabilidade acumulada em “Ano” é feita desde o início do fundo até o último dia útil do mês anterior à composição da peça. Não são divulgadas as rentabilidades dos fundos com menos de 6 (seis) meses de constituição.

A meta não é uma promessa, garantia ou sugestão de rentabilidade, sendo somente um objetivo a ser perseguido. Este fundo aplica em cotas de fundos que utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas Este fundo pode estar exposto à significativa concentração em ativos de poucos emissores, apresentando os riscos daí decorrentes. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos - FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar

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