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D D id·tica e T id·tica e Teoria das eoria das SituaÁıes Did· Si tuaÁıes
D D
id·tica e T
id·tica e Teoria das
eoria das
SituaÁıes Did·
Si
tuaÁıes Did·
tica em
tica em
Matem·tica
Matem·tica
Parte 1: PrincÌpios
Parte 1: PrincÌpios
Gu
Gu
y Brousseau
y Brousseau
TraduÁ„o:: MMaarriiaa JJoossÈÈ FFeerrrreeiirraa ddaa SSiillvvaa
TraduÁ„o
ee
SSaaddddoo AAgg AAllmmoouulloouudd
Sum·rio Sum·rio 11 IInntroduÁ„o : troduÁ„o : AA ddiidd··ttiiccaa 2. 2. Did·tica e did·tica da
Sum·rio
Sum·rio
11 IInntroduÁ„o :
troduÁ„o : AA ddiidd··ttiiccaa
2.
2. Did·tica e did·tica da matem·tica
Did·tica e did·tica da matem·tica
3.
3. A mic
A
micro did·tica: as situaÁıes
ro did·tica: as situaÁıes
44 OOss pprroocceessssooss
5.
5. A organizaÁ„o do currÌculo
A
organizaÁ„o do currÌculo
66 CCoonncclluussııeess
Sum·rio Sum·rio 11 IntroduÁ„o IntroduÁ„o 22 Did·tica e did·tica da matem·tica Did·tica e
Sum·rio
Sum·rio
11
IntroduÁ„o
IntroduÁ„o
22
Did·tica e did·tica da matem·tica
Did·tica e did·tica da matem·tica
3.
3. As situaÁıes
As situaÁıes
44 OOss pprroocceessssooss
5.
5. A organizaÁ„o de currÌculos
A organizaÁ„o de currÌculos
66 CCoonncclluussııeess
AA ddiidd··ttiiccaa ´´ ccll··ssssiiccaa ªª  PPaarraa Comenius, a did·tica Comenius , a did·tica È
AA ddiidd··ttiiccaa ´´ ccll··ssssiiccaa ªª
 PPaarraa Comenius, a did·tica
Comenius , a did·tica È ´
È ´
aa aarrttee ddee eennssiinnaarr ªª
um mÈtodo ˙nico, suficiente para todas as
um mÈto
do ˙nico, suficiente para todas as

mmaattÈÈrriiaass
 ´´ SÛ existe um ˙nico mÈto
SÛ existe um ˙nico mÈtodo para ensinar todas
do para ensinar todas
as ciÍncias: È o mÈtodo na
as ciÍncias: È o mÈtodo natural, v·lido tanto nas
tural, v·lido tanto nas
artes quanto nas lÌnguas. As variaÁıes que
artes quanto nas lÌnguas. As variaÁıes que
poderiam existir s„o t„o insignificantes que n„o o
poderiam existir s„o t„o insignificantes que n„
exigiriam mÈtodo especializadoªª
exigiriam mÈtodo especializado
LLaa grande didactique (1643 : Chapitre XIX, problËme IV)
grande didactique (1643 : Chapitre XIX, problËme IV)
AÁ„o, arte e ciÍncia AÁ„o, arte e ciÍncia  OO projeto did·tico È o projeto
AÁ„o, arte e ciÍncia
AÁ„o, arte e ciÍncia
 OO projeto did·tico È o projeto social de fazer
projeto did·tico È o proje
to social de fazer
apropriar por um ìalunoî (sujeito ou
apropr
iar por um ìalunoî (sujeito ou
instituiÁ„o) um saber ññ lÌngua, arte ou ciÍncia
instituiÁ„o) um saber
lÌngua, arte ou ciÍncia
O ensino È a realizaÁ„o desse projeto
O ensino È a realizaÁ„o desse projeto

 AA did·tica cl·ssica È ent„o a arte de ensinar,
did·tica cl·ssica È ent„o a arte de ensinar, e e
oo eessttuuddoo nnoorrmmaattiivvoo ddaass bbooaass ccoonnddiiÁÁııeess ddaa
difus„o ìdoî conhecimento, qquuaannddoo eessttaa
difus„o ìdoî conhecimento,
difus„o se faz por iniciativa da instituiÁ„o que
difus„o se faz por iniciativa da instituiÁ„o que
oo ddiiffuunnddee
CaracterÌstica da did·tica cl·ssica CaracterÌstica da did·tica cl·ssica Assim, a did·tica ´ ccll··ssssiiccaa
CaracterÌstica da did·tica cl·ssica
CaracterÌstica da did·tica cl·ssica
Assim, a did·tica ´ ccll··ssssiiccaa ªª ::
Assim, a did·tica ´
trata
trata
os problemas do ensino, projetando--ooss
os problemas do ensino, projetando

sobre dois componente
sobre dois componentes independentes : de
s independentes : de
uumm llaaddoo,, oo conte˙do disciplinar, e de outro,
conte˙do disciplinar , e de outro,
a a
did·tica cl·ssica;
did·tica cl·s
sica;
e os considera como um problema de
e os considera como um problema de

ììnnoorrmmaassîî racionais, sÛcio--ccuullttuurraaiiss
racionais, sÛ
cio
ObjeÁıes ObjeÁıes Especificidade segundo o ´conte˙doª  Especificidade segundo o ´conte˙doª Hoje se
ObjeÁıes
ObjeÁıes
Especificidade segundo o ´conte˙doª

Especificidade segundo o ´conte˙doª
Hoje se sabe que nem a humanidade como um todo,
Hoje se sabe que nem a humanid
ade como um todo,
nem cada um dos seres humanos
nem cada um dos seres humanos, adquirem todos os
, adquirem todos os
conhecimentos nas mesmas circunst‚ncias,
conhecimentos nas mesmas c
ircunst‚ncias, nneemm
segundo
segundo
os mesmos processos: a geometria, a ·lgebra
os mesmos processos: a geometria, a ·lgebra
ou as probabilidades n„o tÍm
ou as probabilidades n„o tÍm
a mesma gÍnese nem a
a mesma gÍnese nem a
mesma organizaÁ„o.
mesma organizaÁ„o.
Estudos experimentais e cientÌficos

Estudos experimentais e cientÌficos
O estudo da aprendizagem e
O estudo da aprendizagem e
do ensino tornou--ssee uumm
do ensino tornou
ccaammppoo de estudos experimen
de estudos experimentais
tais
ConvÈm considerar
ConvÈm considerar
o conjunto de todas as condiÁıes do ensino e seus
o conjunto de todas as condiÁıes do ensino e seus
efeitos sobre todos os compo
efeitos sobre todos os componentes.
nentes.
Conseq¸Íncias Conseq¸Íncias A A concepÁ„o ou o estudo concepÁ„o ou o estudo de de um
Conseq¸Íncias
Conseq¸Íncias
A A concepÁ„o ou o estudo
concepÁ„o ou o estudo
de
de
um fato did·tico
um fato did·tico

(projeto ou ensino)
(projeto ou ensino)
 -- dep
depende profundamente
ende profundamente
do conhecimento
do conhecimento
que È objeto do ensino
que È objeto do ensino
 -- e exige, em contra partida, acomodaÁıes
e exige, em contra partida, acomodaÁıes
originais e apropriadas
originais e apropriadas
desse conhecimento
desse conhecimento
O
O
ensino produz nos alunos formas de
ensino produz nos alunos formas de

conhecimentos
conhecimentos
que variam de acordo com as
que variam de acordo com as
condiÁıes did·ticas e que diferem dos saberes
condiÁıes did·
ticas e que diferem dos saberes
ddee rreeffeerrÍÍnncciiaa
A nova did·tica: A nova did·tica: Se interessa pelas condiÁıes reprodutÌveis e  Se interessa
A nova did·tica:
A nova did·tica:
Se interessa pelas condiÁıes reprodutÌveis e

Se interessa pelas condiÁıes repr
odutÌveis e
control·veis das aprendizagens e
control·veis das aprendizagens e
do ensino de todos
do ensino de todos
ooss ttiippooss
Se interessa principalmente pela

Se interessa principalmente pela
especificidade dessas
especificidade dessas
condiÁıes de acordo com o c
condiÁıes de acordo com o c
onhecimento visado ou
onhecimento visado ou
obtido, e ent„o, de acordo com a disciplina.
obtido, e ent„o, de acordo com a disciplina.
Se aplica em distinguir, nessas produÁıes, as

Se aplica em distinguir, nessas produÁıes, as
ddeeccllaarraaÁıes de car·ter cientÌfico dos dispositivos de
Áıes de car·ter cientÌfico dos dispositivos de
engenharia ou de
engenharia ou de
opiniıes.
opiniıes.
Considera que ela n„o È redu

Considera que ela n„o È redutÌvel ‡s disciplinas nem
tÌvel ‡s disciplinas nem
aos domÌnios cl·ssicos como
aos domÌnios cl·ssicos como
a matem·tica ou a
a matem·tica ou a
ppssiiccoollooggiiaa
Conseq¸Íncias Conseq¸Íncias Se seus Se seus estudos devem legitimamente integrar estudos devem legitimamente
Conseq¸Íncias
Conseq¸Íncias
Se seus
Se seus
estudos devem legitimamente integrar
estudos devem legitimamente integrar

fatos da psicologia, da sociologia, etc, eles
fatos da psicologia, da sociologia, etc, eles
devem ser eessttaabbeelleecciiddooss independentemente
devem ser
independentemente
dos aportes dessas disciplinas. Um estudo de
dos aportes dessas disciplinas. Um estudo de
psicologia cognitiva no meio escolar n„o È um
psicologia cognitiva no meio escolar n„o È um
estudo de did·tica.
estudo de did·tica.
Para assegurar
Para assegurar
um car·ter cientÌfico aos seus
um car·ter cientÌfico aos seus

objetos e seus mÈtodos que n„o s„o levados
objetos e seus mÈtodos que n„o s„o levados
em conta por outras disc
em conta por outras disciplinas , ela È levada a
iplinas, ela È levada a
construir fundamentos prÛprios
construir fundamentos pr
Ûprios
(epistemolÛgicos, teÛricos e metodolÛgicos).
(epistemolÛgicos, teÛricos e metodolÛgicos).
Ramos da did·ti Ramos da did·tica atual ca atual A did·tica, como pr·tica, A did·t
Ramos da did·ti
Ramos da did·tica atual
ca atual
A did·tica, como pr·tica,
A did·t
ica, como pr·tica,
arte e tÈcnica ddaa
arte e tÈcnica

difus„o de conhecimentos e
difus„o de conhecimentos entre os seres
ntre os seres
humanos, no caso onde esta
humanos, no caso onde esta
difus„o se faz por
difus„o se faz por
iniciativa da instituiÁ„o q
iniciativa da instituiÁ„o que
ue
os difunde
os difunde
ccoommpprreeeennddee::
 OO eennssiinnoo
 AA engenharia
engenharia
did·tica (concepÁ„o, conduÁ„o)
did·tica (concepÁ„o, conduÁ„o)
A did·tica com
A did·tica como
o cciiÍÍnncciiaa ddaass ccoonnddiiÁÁııeess ddeessttaa

ddiiffuuss„„oo, , especÌficas de um conhecimento
especÌficas de um conhecimento
pprreecciissoo
DomÌnios da ciÍnci DomÌnios da ciÍnci a did·tica a did·tica Diferentes abordagens gerais Macro did·tica:
DomÌnios da ciÍnci
DomÌnios da ciÍnci
a did·tica
a did·tica
Diferentes abordagens gerais
Macro did·tica:
Macro did·tica:
?
Micro did·tica:
Micro did·tica:
TSM,TSDM,TTD,TAD, TCC
TSM Teoria das situaÁıes matem·ticas
TSDM Teoria das situaÁıes did·ticas em
matem·tica
TTD : Teoria da transposiÁ„o did·tica
TAD : Teoria antropolÛgica do did·tico
TCC : Teoria dos campos conceituais
Metodologia, Teoria dos objetos particulares em
Metodologia, Teoria dos objetos particulares em
DDddMM, , sÌnteses etc.
sÌnteses etc.
Alodid·tica Alodid·tica Vinda de origens diversas, Vinda de origens diversas, aportes, trocas com a aportes,
Alodid·tica
Alodid·tica
Vinda de origens diversas,
Vinda de origens diversas, aportes, trocas com a
aportes, trocas com a

ddiidd··ttiiccaa::
Matem·tica

Matem·tica
EstatÌstica,
EstatÌstica,

LÛgica, Teoria das linguagens, Teoria dos autÙmatos
LÛgica, Teoria das linguagens, Teoria dos autÙmatos

Teoria dos jogos
Teoria dos jogos

 PPssiiccoollooggiiaa
Epistemologia e HistÛria da matem·tica

Epistemologia e HistÛria da matem·tica
Ling¸Ìstica e semiologia

Ling¸Ìstica e semiologia
 SSoocciioollooggiiaa eettcc
Engenharia did·tica Engenharia did·tica  CCoonnssiissttee em imaginar em quais em imaginar em qu ais
Engenharia did·tica
Engenharia
did·tica
 CCoonnssiissttee em imaginar em quais
em imaginar em qu
ais
condiÁıes aa iinnvveennÁÁ„„oo
condiÁıes
ou o uso do que È fundamental, ppoorr eexxeemmpplloo,, aa
ou o uso do que È fundamental,
estatÌstica, seria necessariament
estatÌstica, seria necessariamente ìproduzidaî pelos
e ìproduzidaî pelos
aalluunnooss
 OOrrganizar o exercÌcio do pensamento do aluno e lhe
ganizar o exercÌcio do pensamento do aluno e lhe
dar todo o campo necess·rio
dar todo o campo necess·rio aos momentos decisivos s
aos momentos decisivo
para que ele possa penetrar nas relaÁıes fundamentais
para que ele possa penetrar nas relaÁıes fundamentais
constitutivas de um conhecimento.
constitutivas de um conhecimento.
Mas, contrariamente ‡ ideologia construtivista, todo

Mas, contrariamente ‡ ideologia construtivista, todos s
ooss modos de ensino tÍm, a priori, seu domÌnio de
modos de ens
ino tÍm, a priori, seu domÌnio de
uuttiilliiddaaddee
Resumo: etapas Res umo: etapas da Did·tica da Did·tica DefiniÁ„o DefiniÁ„o de "did·ticaì como ì
Resumo: etapas
Res
umo: etapas
da Did·tica
da Did·tica
DefiniÁ„o
DefiniÁ„o
de "did·ticaì como ì
de "did·ticaì como ìa arte de ensinar"
a arte de ensinar"
((Comenius
Comenius,, 11664488))
Projeto para ensinar qualquer coisa a qualquer

ì ìProjeto para ensinar qualqu
er coisa a qualquer
um que
um que
n„o o queira apren
n„o o queira apren
derî (XIX).
der
î (XIX).
ïìProjeto social de uma instituiÁ„o ou de uma pessoa,
que uma outra instituiÁ„o ou pessoa se apropria de um
saber constituÌdo ou em vias de constituiÁ„oî (1975)
ï CiÍncia das condiÁıes da produÁ„o e da difus„o dos
conhecimentos ˙teis aos homens e as suas
instituiÁıesî (1986)
A micro did A micro did·tica ·tica
A micro did
A micro did·tica
·tica
Sum·rio Sum·rio 11 IntroduÁ„o IntroduÁ„o 2. 2. Did·tica e did·tica da matem·tica Did·tica e
Sum·rio
Sum·rio
11
IntroduÁ„o
IntroduÁ„o
2.
2. Did·tica e did·tica da matem·tica
Did·tica e did·tica da matem·tica
3.
3. As situaÁıes
As situaÁıes
44 OOss pprroocceessssooss
5.
5. A organizaÁ„o dos currÌculos
A organizaÁ„o dos currÌculos
66 CCoonncclluussııeess
3. A Teoria das SituaÁıes Did·ticas 3. A Teoria das SituaÁıes Did·ticas em Matem·tica em
3. A Teoria das SituaÁıes Did·ticas
3. A Teoria das SituaÁıes Did·ticas
em Matem·tica
em Matem
·tica
3.1. PrincÌpios
3.1. PrincÌpios
PrincÌpio PrincÌp io 1 1 AtenÁ„o voltada principalmente ‡s ccoonnddiiÁÁııeess AtenÁ„o voltada
PrincÌpio
PrincÌp
io
1 1
AtenÁ„o voltada principalmente ‡s ccoonnddiiÁÁııeess
AtenÁ„o voltada principalmente ‡s

de ensino e de aprendizagem, eessppeeccÌÌffiiccaass ddoo
de ensi
no e de aprendizagem,
conhecimento em estudo
conhecimento em
Estudo
Estudo
das
das
caracterÌsticas
caracterÌsticas
recÌprocas
recÌprocas
de
de

pertinÍncia,
pertinÍncia,
adequaÁ„o,
adequaÁ„o,
possibilidade
possibilidade
de
de
realizaÁ„o, eco
realizaÁ„o, economia dos conhecimentos e das
nomia
do
s conhecimentos e das
situaÁıesÖ (O ˙nico meio de que dispıem
situaÁıesÖ (O ˙nico meio de que dispıem
os
os
professores pa
professores para provocar a aprendizagem
ra provocar a aprendizagem
de
de
um saber È o de conhecer e reproduzir
um saber È o de conhecer e reproduzir
as
as
condiÁıes que provocam sua aquisiÁ„o)
condiÁıes que
provocam sua aquisiÁ„o)
PrincÌpio PrincÌp io 2 2 As condiÁıes n„o s„o independentes umas As condiÁıes n„o s„o
PrincÌpio
PrincÌp
io
2 2
As condiÁıes n„o s„o independentes umas
As condiÁıes n„o s„o independentes umas

ddaass oouuttrraass,,
Elas devem ent„o ser estudadas como
Elas devem ent„o ser estudadas como
ccaarraacctteerrÌÌssttiiccaass ddee Sistemas,
Sistemas,
Os objetos devem ser definidos por suas
Os objetos devem ser definidos por suas

funÁıes nesse
funÁıes nesses sistemas
s sistemas
PrincÌpio PrincÌp io 3 3 Modelar os sistemas did·tico Modelar os sistemas did·t icos em
PrincÌpio
PrincÌp
io
3 3
Modelar os sistemas did·tico
Modelar os sistemas did·t
icos em termos de
s em termos de

jogos matem·ticos (ìagenteî
jogos matem·ticos (ìagenteîññ aaqquueellee qquuee aaggee --,,
estados do ìmmiilliieeuuîî, , regras, import‚ncia),
estados do ì
regras, import‚ncia),
ddeennoommiinnaaddaass ssiittuuaaÁÁııeess
NNoottaa :: OO ppaarr ìì jogo -- estratÈgia do agenteî
jogo
estratÈgia do agenteî
constitui um autÙmato estoc
constitui um autÙmato estoc
·stico:
·stico:
Um aluno diante de um problema escolar È um
Um aluno diante de um problema escolar È um
exemplo simplificado de situaÁ„o.
exemplo simplificado de situaÁ„o.
PrincÌpio PrincÌp io 4 4  OO mmÈÈttooddoo ggeerraall ppaarraa definir um conceito CC eemm
PrincÌpio
PrincÌp
io
4 4
 OO mmÈÈttooddoo ggeerraall ppaarraa definir um conceito CC eemm
definir um conceito
teoria das situaÁıes did·ticas
teoria das situaÁıes did·ticas
da matem·tica ÈÈ::
da matem·tica
"" C È o objeto que resolve satisfatoriamente uma
C È o objeto que resolve satisfatoriamente uma
situaÁ„o determinada S(C).
situaÁ„o determinada S(C).
EEssttee mmÈÈttooddoo prolonga o mÈtodo de Hilbert, cl·ssico
prolonga o mÈtodo de Hilbert, cl·ssico
em matem·tica:
em matem·tica:
" " C È o objeto que
C È o objeto que satisfaz uma certa relaÁ„o R : R(C)
satisfaz uma certa relaÁ„o R : R(C)
ÈÈ vveerrddaaddeeiirraaîî
PrincÌpio PrincÌp io 5 5  PPrriinnccÌÌpios de pios de decomposiÁ„o e de composiÁ„o das
PrincÌpio
PrincÌp
io
5 5
 PPrriinnccÌÌpios de
pios de
decomposiÁ„o e de composiÁ„o das
decomposiÁ„o e
de composiÁ„o das
ssiittuuaaÁÁııeess::
Um agente pode jogar diversos jogos independentes
Um agente pode jogar diversos jogos independentes

(situaÁıes) ao mesmo tempo.
(situaÁıes) ao mesmo tempo.
Mas v·rios jogos podem compor
Mas v·rios jogos podem compor
um novo e um jogo se
um novo e um jogo se

decompor em v·rio
decompor em v·rios.
s.
Os subsistemas podem ser estud
Os subsistemas podem ser estud
ados separadamente, mas sua
ados separadamente, mas sua

confrontaÁ„o com a contingÍncia requer o exame do sistema
confrontaÁ„o com a contingÍncia requer o exame do sistema
ccoommpplleettoo
O observador est· implicado no
O observador est· implicado no
jogo e seu papel deve ser
jogo e seu papel deve ser

aannaalliissaaddoo
Componentes de uma situaÁ„o did·tica Compo nentes de uma si tuaÁ„o did·tica Sociedade de P.
Componentes de uma situaÁ„o did·tica
Compo
nentes de uma si
tuaÁ„o did·tica
Sociedade de
P.
como matem·tico
matem·ticos
P. profissional na
sociedade
sociedade
P. Preparando sua au
la
S. aluno
P.
professor
S. apren
dendo
S
= sujeito
mmiilliieeuu
Milieu
S. agindo
P
= professor
PrincÌpio PrincÌp io 6 6 AAxxiioommaa ddaa correspondÍncia entre os correspondÍn cia entre os 
PrincÌpio
PrincÌp
io
6 6
AAxxiioommaa ddaa correspondÍncia entre os
correspondÍn
cia entre os

conhecimentos matem·ticos e as situaÁıes.
conhecimentos matem·ticos e as situaÁıes.
Cada conhecimento matem·tico possui pelo menos
Cada conhecimento matem·tico possui pelo menos

uma situaÁ„o que o caracteriza.
uma situaÁ„o
que o caracteriza.
Cada situaÁ„o matem·tica
Cada situaÁ„o matem·tica
requer a utilizaÁ„o de pelo
requer a utilizaÁ„o de pelo

menos um conhecimento matem·tico.
menos um conhecimento matem·tico.
Mas n„o h· correspondÍncia um a um.
Mas n„o h· correspondÍncia um a um.

PrincÌpio PrincÌp io 7 7 A um conhecimento preciso qualquer uma situaÁ„o  A um
PrincÌpio
PrincÌp
io
7 7
A um conhecimento preciso qualquer uma situaÁ„o

A um conhecimento preciso qualquer uma situaÁ„o
permite destacar
permite destacar
diversas carac
diversas caracterÌsticas :
terÌsticas :
pertinÍncia
pertinÍncia

aaddeeqquuaaÁÁ„„oo

ppoossssiibbiilliiddaaddeess ddee rreeaalliizzaaÁÁ„„oo

ìcustoî de utilizaÁ„o, de comu
ìcustoî de utiliza
Á„o, de comunicaÁ„o
nicaÁ„o

 ììcustoî de ensino, ,
custoî de ensino
 ììcustoî de aprendizagem etc.,
custoî de aprendizagem etc.,
Essas caracterÌsticas mudam segundo os par‚metros da situaÁ„o.
Essas caracterÌsticas mudam segundo os par‚metros da situaÁ„o.
PrincÌpio PrincÌp io 8 8 HipÛtese da existÍncia de situa  HipÛtese da existÍncia de
PrincÌpio
PrincÌp
io
8 8
HipÛtese da existÍncia de situa

HipÛtese da existÍncia de situa
Áıes fundamentais:
Áıes fundamentais:
Toda coleÁ„o de situaÁıes
Toda coleÁ„o de situaÁıes
que caracterizam um
que caracterizam um
mesmo
mesmo
conhecimento
conhecimento
matem·tico,
matem·tico,
possui
possui
pelo o
pel
menos uma situaÁ„o fund
menos uma situaÁ„o fundamental que as geram
amental que as geram
pela determinaÁ„o dos valo
pela determinaÁ„o dos valores de suas vari·veis.
res de suas vari·veis.
PrincÌpio PrincÌp io 9 9 Uma Uma aprendizagem aprendizagem se manifesta por por uma 
PrincÌpio
PrincÌp
io
9 9
Uma
Uma
aprendizagem
aprendizagem
se
manifesta
por
por
uma

se
manifesta
uma
mudanÁa est·vel de estratÈgia e de ganho sobre
mudanÁa est·vel de estratÈgi
a e de ganho sobre
uma
uma
coleÁ„o
coleÁ„o
determina
determina
da
da
de
de
situaÁıes.
situaÁıes.
AA
substituiÁ„o de um conhecimento por um outro È
substituiÁ„o de um conhec
imento por um outro È
provocado por uma adaptaÁ„o ‡ situaÁ„o.
provocado por uma adaptaÁ„o ‡ situaÁ„o.
Esta mudanÁa
pode res
ultar da adaptaÁ„o
pragm·tica a uma ou a v·rias componentes
da
situaÁ„o
did·tica,
o
u
a
uma
situaÁ„o
reflexiva prÛpria.
PrincÌpi PrincÌpi o 10 o 10 As situaÁıes podem se  As situaÁıes podem se
PrincÌpi
PrincÌpi
o 10
o 10
As situaÁıes podem se

As situaÁıes podem se
articular em
articular em
processos de diversas maneiras:
proces
sos de diversas ma
neiras:

Seguindo uma das articul
Segu
indo uma das articul
aÁıes (logÌstica, lÛgica,
aÁıes (logÌstica, lÛgica,
heurÌsticaÖ) dos conhecimentos que elas
heurÌsticaÖ) dos conhecimentos que elas
ddeetteerrmmiinnaamm
Por extens„o, segundo as vari·veis cognitivas da

Por extens„o, segundo as vari·veis cognitivas da
ssiittuuaaÁÁ„„oo
Por replicaÁ„o
por uma adaptaÁ„o ergonÙmica

Por replicaÁ„o
por uma adaptaÁ„o ergonÙmica
Por questionamentos refle

Por questionamentos reflexivos sistem·ticos: sobre
xivos sistem·ticos: sobre
a consistÍncia, sobre a ìextensionabilidade
a consistÍncia, sobre a ì
extensionabilidadeîî,,
segundo uma dialÈtica ferramenta--oobbjjeettoo,, eettcc
segundo uma dialÈtica ferramenta
Outros PrincÌpios Outros Princ Ìpios Os princÌpios, epistemolÛgicos Os princÌpios, epistemolÛgicos
Outros PrincÌpios
Outros Princ
Ìpios
Os princÌpios, epistemolÛgicos
Os princÌpios, epistemolÛgicos
eessttaabbeelleecceemm aass

relaÁıes
relaÁıes
da T.S.D.M. com a
da T.S.D.M. com a
s ci
s ciÍncias matem·ticas
Íncias matem·ticas
(teoria, experiÍncias),
(teoria, experiÍncias),
 OOuuttrrooss mmeettooddoollÛÛggiiccooss indic
indic
am
am
as modalidades
as modalidades
cientÌficas de confrontaÁıes
cientÌfic
as de confrontaÁıes de modelos de
de modelos de
situaÁıes com a contingÍncia
situaÁıes com a contingÍncia
 OOuuttrrooss tecnolÛgicos, enqua
tecnolÛgicos , enquadram a engenharia de
dram a engenharia de
produÁ„o e do d
produÁ„o e do d
esenvolvim
esenvolvimento
ento
Outros precisam as condiÁıes ÈÈttiiccaass, , de interaÁıes

Outros precisam as condiÁıes
de interaÁıes
(observaÁıes ou
(observaÁıes ou
engenharia) com os sistemas
engenharia) com os sistemas
eedduuccaattiivvooss
3.2. 3.2. ExercÌcio: ExercÌcio: revis„o de uma revis„ o de uma concepÁ„o da did·tica concepÁ„o
3.2.
3.2.
ExercÌcio:
ExercÌcio:
revis„o de uma
revis„
o de uma
concepÁ„o da did·tica
concepÁ„o da d
id·tica
IlustraÁ„o de uma conseq¸Íncia desses
IlustraÁ„
o de uma conseq¸
Íncia desses
princÌpios:
princÌpios:
A did·tica ‡s vezes È determinada pela ajuda
A did·tica ‡s vezes È determinada pela ajuda

ddee uumm esquema triangular
esquema triangular
A Teoria das SituaÁıes rejeita esse esquema?
A Teoria das SituaÁıes rejeita esse esquema?

O dito ìtri‚ngulo O dito ìtri‚ngulo did·ticoî did·ticoî SSaabbeerr TransposiÁ„o EEssccoollaarr
O dito ìtri‚ngulo
O dito ìtri‚ngulo
did·ticoî
did·ticoî
SSaabbeerr
TransposiÁ„o
EEssccoollaarr
Did·tica
SSiisstteemmaa
EducaÁ„o
EEdduuccaattiivvoo
ComunicaÁ„o
estudante
estudante
A aprendizagem espont‚nea A aprendizagem espont‚nea Conhec Conhec i i mento mento significaÁ„o Aprendizagem
A aprendizagem espont‚nea
A aprendizagem espont‚nea
Conhec
Conhec
i i
mento
mento
significaÁ„o
Aprendizagem
MMiilliieeuu
AdaptaÁ„o
aapprreennddiizz
fusıes fusıes e confusıes e con fusıes 1 Saber Conhecimento TransposiÁ„o Escolar Did·tica
fusıes
fusıes
e confusıes
e con
fusıes
1
Saber
Conhecimento
TransposiÁ„o
Escolar
Did·tica
significaÁ„o
OrganizaÁ„o
Sistema
Milieu
Educativo
ComunicaÁ„o
AdaptaÁ„o
estudante
aprendiz
2
O hex·gono da O hex·gono da did·tica did·tica Saber Conhecimento Escolar Sistema AÁ„o Milieu Educativo
O hex·gono da
O hex·gono da
did·tica
did·tica
Saber
Conhecimento
Escolar
Sistema
AÁ„o
Milieu
Educativo
estudante
aprendiz
Ensino
aculturaÁ„o
SituaÁ„o n„o did·tica SituaÁ„o n„o did·tica S. aprendiz milieu S. agente milieu A aprendizagem È
SituaÁ„o n„o did·tica
SituaÁ„o n„o did·tica
S. aprendiz
milieu
S. agente
milieu
A aprendizagem È
uma reorga
nizaÁ„o, consciente ou
n„o, dos
meios de aÁ„o do sujeito
SSiittuuaaÁÁ„„oo aa-- did·tica did·tica Sociedade de P. matem·tico matem·ticos Profissional na sociedade
SSiittuuaaÁÁ„„oo aa-- did·tica
did·tica
Sociedade de
P. matem·tico
matem·ticos
Profissional na
sociedade
sociedade
P. Preparando a aula
S. aluno
P. professor
milieu
S. apren
diz
SituaÁ„o
a-did·tica
milieu
Milieu
S. agente
(dÈdidactifiÈe)
Resumo Resumo  UUmmaa situaÁ„o a--ddiidd··ttiiccaa concer situaÁ„o a concer ne a parte de uma
Resumo
Resumo
 UUmmaa situaÁ„o a--ddiidd··ttiiccaa concer
situaÁ„o a
concer
ne a parte de uma
ne a parte de uma
situaÁ„o
situaÁ„o
did·tica que o professor delega (devolve)
did·tica que o professor delega (devolve)
ao estudante. O professor se es
ao estudante. O professor s
e esforÁa em excluir
forÁa em excluir
suas intervenÁıes relativas
suas intervenÁıes relativas
‡ soluÁ„o.
‡ soluÁ„o.
O estudante pode ent„o interagir com um mmiilliieeuu

O estudante pode ent„o interagir com um
quase n„o did·tico,, onde ele pode e deve ignorar as
quase n„o did·tico
onde ele pode e deve ignorar as
intenÁıes did·ticas do professor.
intenÁıes did·ticas do professor.
Assim a produÁ„o pelo estudante de diferentes

Assim a produÁ„o pelo estudante de diferentes
ttiippooss ddee aaÁÁııeess,, d
d
e e formulaÁıes ee ddee vvaalliiddaaÁÁııeess ssÛÛ
formulaÁıes
respondem a necessidades prÛprias, n„o
respondem a necessidades prÛprias, n„o did·ticas
3.3 Teoria das ssiittuuaaÁÁııeess Teoria d as matem matem·ticas ·ticas (n„o did·ticas*) (n„o
3.3
Teoria das ssiittuuaaÁÁııeess
Teoria d
as
matem
matem·ticas
·ticas
(n„o did·ticas*)
(n„o did·ticas*)
SituaÁıes, formas de conhecimentos SituaÁıes, formas de conhecimentos e de aprendizagens e de aprend izagens
SituaÁıes, formas de conhecimentos
SituaÁıes, formas de conhecimentos
e de aprendizagens
e de aprend
izagens
As situaÁıes diferem essencialmente por suas rreeggrraass

As situaÁıes diferem essencialm
ente por suas
Essas regras s„o determinadas pe
Essas regras s„o determinada
s pelo conhecimento a
lo conhecimento a
ser ensinado. Entretanto,
ser ensinado. Entretanto,
 aass formas de conhecimentos
formas de conhecimentos
 sseeuu tipo de aprendizagem ou de aquisiÁ„o ss„„oo
tipo de aprendizagem
ou de aquisiÁ„o
determinados pela estrutura do sistema: aass ccllaasssseess
determinados pela estrutura do sistema:
ddee ssiittuuaaÁÁııeess que podem as provocar pelo jogo de
que podem as provocar pelo jogo de
suas vari·veis
suas vari·veis
cognitivas e did·ticas.
cognitivas e did·ticas.
formas, tipos e classes se correspondem um ‡ um

formas, tipos e cl
asses se correspondem um ‡ um
Em primeira aproximaÁ„o, distinguimos 4 classes de

Em primeira aproximaÁ„o, distinguimos 4 classes de
ssiittuuaaÁÁııeess::
SituaÁıes n„o did SituaÁıes n„o did ·ticas ·ticas (mas com uso did·tico) relativos a um
SituaÁıes n„o did
SituaÁıes n„o did
·ticas
·ticas
(mas com uso did·tico) relativos a um conhecimento
(mas com uso did·tico) relativos
a um conhecimento
MMaanniiffeessttaaÁÁ„„oo
FFuunnÁÁ„„oo
Forma de
Forma de
MMooddoo ddee aaqquuiissiiÁÁ„„oo
conhecimento
conhecimento
AAÁÁ„„oo:: PPeerrffoorrmmaannccee
ccoommppeettÍÍnncciiaa,,
DDeecciiss„„oo,,
Meio de tomar
Meio de tomar
AAssssiimmiillaaÁÁ„„oo,,
MMooddeelloo iimmppllÌÌcciittoo ddee
decisıes
decisıes
aaccoommooddaaÁÁ„„oo
CCÛÛddiiggoo
aaÁÁ„„oo
RReeppeerrttÛÛrriioo
FFoorrmmuullaaÁÁ„„oo::
OOrraall,, eessccrriittoo,,
MMeio de comunicar
eio de comunicar
MMooddiiffiiccaaÁÁ„„oo oouu
ccrriiaaÁÁ„„oo ddee uummaa
PPeerrffoorrmmaannccee
ggeessttuuaall
lliinngguuaaggeemm
ccoommppeettÍÍnncciiaa,,
mmeennssaaggeemm
ccÛÛddiiggoo
linguagem
linguagem
VVaalliiddaaÁÁ„„oo::
Enunciado, conjetura,
Enunciado, conjetura,
Meio de convencer
Meio de convencer
RReettÛÛrriiccaa
de provar
de provar
AArrgguummeennttaaÁÁ„„oo,,
tteeoorreemmaa
llÛÛggiiccaa
pprroovvaa,,
TTeeoorriiaa
ddeemmoonnssttrraaÁÁ„„oo
IInnssttiittuucciioonnaalliizzaaÁÁ„„oo
SSaabbeerr
ReferÍncia,
ReferÍncia,
IInnffoorrmmaaÁÁ„„oo,,
ValiddaaÁÁ„„oo ssoocciiaall oouu
Vali
CCoonnvveennÁÁ„„oo
ccuullttuurraall
IInnssttrruuÁÁ„„oo
SituaÁ„o de aÁ„o SituaÁ„o de aÁ„o AÁıes, AÁıes Sujeito ou informaÁıes informaÁıes
SituaÁ„o de aÁ„o
SituaÁ„o de aÁ„o
AÁıes,
AÁıes
Sujeito ou
informaÁıes
informaÁıes
instituiÁ„o
que age
Milieu material,
social etc.
Conhecimentos
SituaÁ„o de comunicaÁ„o SituaÁ„o de comunicaÁ„o Emissor Mensag em Receptor Milieu RepertÛrio
SituaÁ„o de comunicaÁ„o
SituaÁ„o de comunicaÁ„o
Emissor
Mensag
em
Receptor
Milieu
RepertÛrio
RepertÛrio
mater
ial,
Conhecimentos
Conhecimentos
social,
etc.
Linguagens
Linguagens
etc.
etc.
Milieu de Ref.
SituaÁ„o de demonstraÁ„o, ou de validaÁ„o social proponente asserÁ„o oponente Prova . Modelo do
SituaÁ„o de demonstraÁ„o,
ou de validaÁ„o
social
proponente
asserÁ„o
oponente
Prova
.
Modelo
do
RepertÛrio
Milieu
RepertÛrio
Conhecimentos
Conhecimentos
Linguagens
Milieu
Linguagens
LÛgica
materi
al,
LÛgica
Teoria
social, etc.
Teoria
etc.
etc.
3.4. Teoria das s situaÁıes 3.4. Teoria da situaÁıes ddiidd··ttiiccaass em em matem·tica matem·tica
3.4. Teoria das s situaÁıes
3.4. Teoria da
situaÁıes
ddiidd··ttiiccaass em
em
matem·tica
matem·tica
Responsabilidades Responsabilidades Os tipos de situaÁıes did·ticas Os tipos de situaÁıes did·ticas -- oouu
Responsabilidades
Responsabilidades
Os tipos de situaÁıes did·ticas
Os tipos de situaÁıes did·ticas -- oouu ccoonnttrraattooss

did·ticos -- se determinam pe
did·ticos
se determinam pela repartiÁ„o
la repartiÁ„o ññ
explÌcita ou implÌcita -- das responsabilidades
explÌcit
a ou implÌcita
das responsabilidades
entre o professor e os alunos.
entre o professor e os alunos.
Da difus„o sem retroaÁ„o ao construtivismo
Da difus„o sem retroaÁ„o ao construtivismo

dirigido, ou radical pode--ssee ddeeffiinniirr mmaaiiss ddee 1122
dirigido, ou radical pode
tipos de contratos ligeiramente ou fortemente
tipos de contratos ligeiramente ou fortemente
ddiidd··ttiiccooss
Parado Parado xo xos s Os paradoxos do contrato Os paradoxos do contrato did·tico did·tico
Parado
Parado
xo
xos s
Os paradoxos do contrato
Os paradoxos do contrato did·tico
did·tico

Efeitos
Efeitos
ddiivveerrssooss ddeesssseess paradoxos:
paradoxos:

 ´´ Top
Top·zio
·zio ªª,,
 ´´ JJoouurrddaaiinn ªª,,
 ´´ deslize meta
deslize meta
did·tico ªª,,
did·tico
 ´´ abuso de analogia ªª
abuso de analogia
 eettcc
A A institucionalizaÁ„o (1) instituciona lizaÁ„o (1) … a passagem para um conhecimento de seu
A
A institucionalizaÁ„o (1)
instituciona
lizaÁ„o (1)
… a passagem para um conhecimento de seu papel de

… a passagem para um conhecimento de seu papel de
meio de resoluÁ„o de uma situaÁ„o de aÁ„o, de
meio de resoluÁ„o de uma situaÁ„o de aÁ„o, de
formulaÁ„o ou de prova, para um novo papel: aquele
formulaÁ„o ou de prova, para um novo papel: aquele
de referÍncia para utilizaÁıe
de referÍncia para utilizaÁıes futuras, coletivas ou
s futuras, coletivas ou
ppeessssooaaiiss
O professor e os alunos entram em uma nova
O professor e os alunos entram em uma nova
convenÁ„o: o va
convenÁ„o: o valor do conhecimento em jogo n„o È
lor do conhecimento em jogo n„o È
estabelecido imediatamente, ele È garantido pela
estabelecido imediatamente, ele È garantido pela
sociedade, pela culturaÖEle se revelar· daqui em
sociedade, pela culturaÖEle se revelar· daqui em
diante em outras atividades
diante em outras atividades
did·ticas ou n„oÖ
did·ticas ou n„oÖ
A A institucionaliz institucionalizaÁ„o (2) aÁ„o (2) O professor reconhece e nomeia os conhecimentos 
A
A
institucionaliz
institucionalizaÁ„o (2)
aÁ„o (2)
O professor reconhece e nomeia os conhecimentos

O professor reconhece e nomeia os conhecimentos
interessantes
interessantes
nas produÁıes dos alunos, que deve
nas produÁıes dos alunos, que deve
esquecer
esquecer
suas
suas
prÛprias
prÛprias
formulaÁıes
formulaÁıes
e
e
fixar
fixar
o
o
vocabul·rio.
vocabul·rio.
O professor combina com o

O professor combina com os alunos a possibilidad
s alunos a possibilidade e
de exigir no futuro certos ´ ssaabbeerreess
de exigir no futuro certos ´
ª
ª
como
como
conhecidos e familiares
conhecidos e familiares
¿s vezes, certos

¿s vezes, certos
objetivos de aprendizagem podem
objetivos de aprendizagem podem
ser escolhidos e sua responsabilidade dividida entre o
ser escolhidos e sua responsabilidade dividida entre o
professor e os alunos.
professor e os alunos.
Objetos da institucionalizaÁ„o Objetos da institucionalizaÁ„o IdentificaÁ„o, denominaÁ„o Identifica
Objetos da institucionalizaÁ„o
Objetos da institucionalizaÁ„o
IdentificaÁ„o, denominaÁ„o
Identifica
Á„o, denominaÁ„o
, verificaÁ„o
, verificaÁ„o
De uma situaÁ„o, de um tipo de relaÁ„o ou de uma

De uma situaÁ„o, de um tipo de relaÁ„o ou de uma
pr·tica matem·tica.
pr·tica matem·tica.
De um projeto did·tico ou

De um projeto did·tico ou
de
de
aprendizagem.
aprendizagem.
De um conhecimento.

De um conhec
imento.
De um repertÛrio para a formulaÁ„o.

De um repertÛ
rio para a formulaÁ„o.
De um repertÛrio de provas.

De um repertÛ
rio de provas.
De um repertÛrio did·tico

De um repertÛ
rio did·tico
e epistemolÛgico
e epistemolÛgico
comum com os alunos Ö
comum com o
s alunos Ö
A devoluÁ„o A devoluÁ„o O O ato pelo qual o professor obtÈm que o aluno
A devoluÁ„o
A devoluÁ„o
O
O
ato pelo qual o professor obtÈm que o aluno
ato pelo qual o professor obtÈm que o aluno

aceite e
aceite e
ññ ppoossssaa aacceeiittaarr ññ agir em uma situaÁ„o
agi
r em uma situaÁ„o
aa--did·tica, assumindo o risco e a
did·ti
ca, assumindo o risco e a
responsabilidade de seus
responsabilidade de seus
atos em condiÁıes
atos em condiÁıes
iinncceerrttaass
A A concepÁ„o e
concepÁ„o e
a gest„o da incerteza das
a gest„o da incerteza das

ssiittuuaaÁÁııeess aa--did·ticas È a parte mais difÌcil do
did·ticas È a parte mais difÌcil do
ato did·tico. Esta gest„o produz diversos
ato did·tico. Esta gest„o produz diversos
efeitos indesej·veis mas ‡s vezes inevit·veis.
efeitos indesej·veis mas ‡s vezes inevit·veis.
O professor mostra ao aluno que  O professor mostra ao aluno que ele, o
O professor mostra ao aluno que

O professor mostra ao aluno que
ele, o professor, se
ele, o professor, se
desfez da responsabilidade de
desfez da responsabilidade de diz
dizer e garantir a
er e garantir a
veracidade da resposta que ele, o
veracidade da resposta que ele, o
aluno, deve dar.
aluno, deve dar.
E procura obter que este aluno aceite esta

E procura obter que este aluno aceite esta
responsabilidade.
responsabilidade.
N„o È suficiente dizer ao alun
N„o È suficiente dizer ao aluno: ´
o: ´ vvooccÍÍ ddeevveeÖÖ ªª

PPaarraa que esta devoluÁ„o seja possÌvel, o professor
que esta devoluÁ„o seja possÌvel, o professor
deve se assegurar
deve se assegurar
que a situaÁ„o n„o did·tica possa
que a situaÁ„o n„o did·tica possa
sseerr ´´ compreendida ª, quer dizer que o aluno conhece
compreendida ª, quer dizer que o aluno conhece
uummaa ´´ estratÈgia b·sica ª (eficaz ou n„o) para
estratÈgia b·sica ª (eficaz ou n„o) para
responder ‡ situaÁ„o.
responder ‡ situaÁ„o.
Formas de devol Formas de devoluÁıes Ö uÁıes Ö De um projeto, de uma preferÍncia
Formas de devol
Formas de devoluÁıes Ö
uÁıes Ö
De um projeto, de uma preferÍncia
De um projeto, de uma preferÍncia

Da responsabilidade de um resultado
Da responsabilidade de um resultado

De uma interpretaÁ„o cau
De uma interpretaÁ„o causal
sal

Da responsabilidade de antecipar
Da responsabilidade de antecipar

De uma situaÁ„o a--did·tica
De uma situaÁ„o a
did·tica

 DDaa rreeiitteerraaÁÁ„„oo
 DDee uummaa reificac„o
reificac„o
eettcc
Sum·rio Sum·rio 11 IntroduÁ„o IntroduÁ„o 2. Did·tica e did·tica da matem·tica 2. Did·tica e
Sum·rio
Sum·rio
11
IntroduÁ„o
IntroduÁ„o
2. Did·tica e did·tica da matem·tica
2.
Did·tica e did·tica da matem·tica
3. As situaÁıes
3.
As situaÁıes
44 OOss pprroocceessssooss
5. A organizaÁ„o de currÌculos
5.
A organizaÁ„o de currÌculos
66 CCoonncclluussııeess
44 Processos did·ticos Processos did·ticos  UUmm pro processo did·tico consiste em uma sÈrie cesso
44
Processos did·ticos
Processos did·ticos
 UUmm pro
processo did·tico consiste em uma sÈrie
cesso did·tico consiste em uma sÈrie
de situaÁıes did·ticas:
de situaÁıes did·ticas:
Relativas a um mesmo co
Relativas a um mesmo conhecimento (objeto
nhecimento (objeto

de ensino ou de aprendizagem)
de ensino ou de aprendizagem)
De maneira que o bom desenvolvimento de
De maneira que o bom d
esenvolvimento de

cada situaÁ„o e
cada situaÁ„o exige o bom desenvolvimento de
xige o bom desenvolvimento de
todos os precedentes.
todos os precedentes.
Cada situaÁ„o pode ser proposta: Cada situaÁ„o pode ser proposta:  se ela È se
Cada situaÁ„o pode ser proposta:
Cada situaÁ„o pode ser proposta:

se ela È
se ela È
motivada por questıes
motivada por questıes pprroovvooccaaddaass ppoorr

situaÁıes anteriores
situaÁıes anteriores
e graÁas as aaqquuiissiiÁÁııeess feitas nesta ocasi„o
e graÁas as
feit
as nesta ocasi„o

As justificaÁıes de uma situaÁ„o se referem
As justificaÁıes de uma situaÁ„o se referem

 AAo projeto do professor
o projeto do professor
((uumm ccuurrrrÌÌccuulloo ppoorr
eexxeemmpplloo)),,
¿s possibilidades dos alunos ((iinntteelliiggiibbiilliiddaaddee
¿s possibilidades dos alunos

da situaÁ„o, pertinÍncia e
da situaÁ„o, pertinÍncia e
interesse imediato de
interesse imediato de
questıes, possibilidades de resolver, etc.).
questıes, possibilidades de resolver, etc.).
Um tal processo constitui Um tal processo constitui um uma a ccrroonnooggÍÍnneessee::  uma gÍnese
Um tal processo constitui
Um tal processo constitui
um
uma
a ccrroonnooggÍÍnneessee::

uma gÍnese que estabelece entre os
uma gÍnese que estabelece entre os
conhecimentos ligaÁıes determinadas
conhecimentos ligaÁıes determinadas
Por suas posiÁıes em uma histÛria
Por suas posiÁıes em uma histÛria

e pelas
e pelas
relaÁıes entre as situaÁıes (ex. CCaauussaalliiddaaddee))
relaÁıes entre as situaÁıes (
ex.

OrigogÍnese
Origog
Ínese
 UUmmaa ttooppooggÍÍnneessee da matem·tica ÈÈ uummaa
da matem·tica
organizaÁ„o tal
organizaÁ„o tal
que cada objeto se situa, em
que cada objeto se situa, em
funÁ„o de sua definiÁ„o e
funÁ„o de sua definiÁ„o e
de suas
de suas
propriedades, em uma ordem parcial regida
propriedades, em uma ordem parcial regida
pelas relaÁıes de necessidade lÛgica e de
pelas relaÁıes de necessidade lÛgica e de
eerrggoonnoommiiaa
dilema dilema Para permitir uma forma de aprendizagem, a Para permitir uma forma de aprendizagem,
dilema
dilema
Para permitir uma forma de aprendizagem, a
Para permitir uma forma de aprendizagem, a

origogÍ
origogÍnese n„o pode coinci
nese n„o pode coincidir em todos os
dir em todos os
pontos com uma topogÍn
pontos com uma topogÍnese
ese
Mas no final, seu resultado deve tender a
Mas no final, seu resultado deve tender a

coincidir com ela.
coincidir com ela.
Sum·rio Sum·rio 11 IntroduÁ„o IntroduÁ„o 2. Did·tica e did·tica da matem·tica 2. Did·tica e
Sum·rio
Sum·rio
11
IntroduÁ„o
IntroduÁ„o
2. Did·tica e did·tica da matem·tica
2. Did·tica e did·tica da matem·tica
3. As situaÁıes
3. As situaÁıes
44 OOss pprroocceessssooss
5.
5. A organizaÁ„o de curr
A organizaÁ„o de currÌculos
Ìculos
66 CCoonncclluussııeess
55 A ORGANIZ « O DE A ORGANIZ « O DE CURRÕCULOS CURRÕCULOS A 
55
A ORGANIZ « O DE
A ORGANIZ « O DE
CURRÕCULOS
CURRÕCULOS
A

A
maior parte dos sujeitos da escolaridade prim·ria foram objeto
maior parte dos sujeitos da escolaridade prim·ria foram objeto
de proposiÁıes de processos longos
de proposi
Áıes de processos longos
: n˙meros naturais e suas
: n˙meros naturais e suas
operaÁıes,
operaÁıes,
decimais, racionais, medidas, espaÁo, geometria,
decimais, racionais, medidas, espaÁo, geometria,
probabilidades.
probabilidades.
A
maior parte n„o sendo proposiÁıes de ensino mas de

A
maior parte n„o sendo proposiÁıes de ensino mas de
experiÍncias de epistemologia que tendem:
experiÍncias de epistemologia que tendem:
‡ mostrar que o encaminhamento das situaÁıes tornaria possÌvel

‡ mostrar que o encaminhamento das situaÁıes tornaria possÌvel
aa rreessttiittuuiiÁÁ„„oo ddee uummaa ccrroonnooggÍÍnneessee correta dessas noÁıes.
correta dessas noÁıes.
e ‡ provar a proeminÍncia do papel
e ‡ provar a proeminÍncia do papel
das situaÁıes sobre certos

das situaÁıes sobre certos
ffaattoorreess ììggeennÈÈttiiccoossîî
A

A
experiÍncia de estatÌstica que apresentamos È ali·s desse tipo
experiÍncia de estatÌstica que apresentamos È ali·s desse tipo
AA
eessttaattÌÌssttiiccaa inferenc
inferencial n„o est· fora do alcance da escolaridade
ial n„o est· fora do alcance da escolaridade
oobbrriiggaattÛÛrriiaa
66 Conclusı Conclusı es es  SSee aa teoria das situaÁıes, ilustra teoria das situaÁıes
66
Conclusı
Conclusı
es
es
 SSee aa teoria das situaÁıes, ilustra
teoria das situaÁıes , ilustra
algumas situaÁıes
algumas situaÁıes
fundame
fundamentais tÌpicas, comeÁa a ser utilizada com
ntais tÌpicas, comeÁa a ser utilizada com
sucesso por numerosos pesquisadores em did·tica e
sucesso por numerosos pesquisadores em did·tica e
por professores de matem·tic
por professores de matem·tica.
a.
As aplicaÁıes em engenharia
de processo e de

As aplicaÁıes em engenharia
de processo e de
currÌculos s„o muito menos freq¸entes.
currÌculos s„o muito menos freq¸entes.
Provavelmente a

Provavelmente a
raz„o desta
raz„o desta
fraqueza reside na
fraqueza reside na
dificuldade de experimentar e dominar os processos
dificuldade de experimentar e dominar os processos
longos. H· portanto aÌ um amplo campo de reflex„o
longos. H· portanto aÌ um amplo campo de reflex„o
que È necess·rio cultivar se quer fazer progredir o
que È necess·rio cultivar se quer fazer progredir o
ensino de matem·tica na escolaridade obrigatÛria.
ensino de matem·tica na escolaridade obrigatÛria.
MMaaccrroo--did·tica did·tica Exemplos de problemas de mmaaccrrooddiidd··ttiiccaa:: Exemplos de problemas de
MMaaccrroo--did·tica
did·tica
Exemplos de problemas de mmaaccrrooddiidd··ttiiccaa::
Exemplos de problemas de

A A estatÌstica na FranÁa
--
estatÌstica na FranÁa
A A numeraÁ„o oral
--
numeraÁ„o oral
Exemplo de modelaÁ„o d
Exemplo de modelaÁ„o de um fenÙmeno de
e um fenÙmeno de
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mmaaccrrooddiidd··ttiiccaa::
A A acomodaÁ„o informacional de uma sociedade

acomodaÁ„o informacional de uma sociedade
relativa a um conhecimento matem·tico
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 OO ccaammppoo
da macro did·tica, vasto mas mal
da macro did·tica, vasto mas mal
delimitado. RelaÁıes com a AAnnttrrooppoo--ddiidd··ttiiccaa
delimitado. RelaÁıes com a