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1 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA

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UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

 

Curso:

Série:

1º SEM

Disciplina:

C/H total:

38 HS

C/H sem:

02 H/A

Departamento:

Período:

MAT/NOT

JUSTIFICATIVA A disciplina visa suprir possíveis falhas que o aluno recém ingresso do ensino médio possa vir a ter na sua formação em Matemática. Assim, procura-se adequar os conhecimentos deste aluno para um melhor aproveitamento nas disciplinas no curso de Engenharia, embora evitando o aspecto de simples revisão, fazendo com que o aluno tenha um novo panorama de cada tópico abordado, panorama este mais adequado a um curso superior de Engenharia.

EMENTA Estudo das noções fundamentais de matemática tais como conjuntos, funções, trigonometria e geometria através de suas aplicações, em particular, as aplicações essenciais para os estudantes de engenharia.

OBJETIVOS GERAIS Rever conceitos matemáticos do ensino médio e fundamental para que o aluno tenha um melhor aproveitamento das diversas disciplinas do curso de Engenharia que direta ou indiretamente se utilizam destes conceitos, sob o ponto de vista teórico ou na resolução de problemas. Tal revisão procura desenvolver no aluno um senso crítico dos conceitos abordados e de suas aplicações, fugindo das tradicionais abordagens meramente decorativas e mecânicas que geralmente são dispensadas ao assunto.

UNIDADES TEMÁTICAS Operações com Conjuntos: união, intersecção, complementação, conjuntos numéricos. Operações com Nºs Reais: operações com frações, propriedades axiomáticas dos reais, exponenciação e radiciação. Operações com Expressões Algébricas: fatoração, simplificação, frações algébricas. Equações: as equações de 1º e de 2º grau; as equações fracionárias. Funções: generalidades, domínio e imagem, função de 1º e de 2º grau, funções exponenciais e logarítmicas, gráficos e aplicações. Trigonometria: a trigonometria do triângulo retângulo, seno, cosseno, tangente, lei dos senos e cossenos, teorema de Pitágoras, introdução à trigonometria do círculo. Tópicos de Geometria: introdução à Geometria Analítica, seções cônicas Tópicos de Álgebra : matrizes, combinatórias, números complexos.

METODOLOGIA Aulas expositivas, com exercícios em sala de aula e listas de exercício extra-sala.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

2 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOULOS, P.;Pré-Cálculo 1999- São Paulo, Ed. Makron EZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos

2

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA BOULOS, P.;Pré-Cálculo 1999- São Paulo, Ed. Makron

EZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar Volumes 1ª 10. São Paulo, Ed. Atual,

1992.

MACHADO, A. S. e outros, Matemática temas e metas, Volumes 1 a 5, Editora Atual, 1998 – 2001. TROTTA, F. e outros, Matemática por assunto, Volumes 1 a 9, São Paulo, Editora Scipione, 1988. V4(3ed), v5(3ed), v6(1ed), v7(3ed), v8(3ed), v9(3ed), v1(4ed), v2(3ed), v6(1ed), v3(1ed), v6(1ed)

COMPLEMENTAR CASTRUCCI B. e outros, Matemática, volume 1, FTD, 1975.

3 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO

3

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

 

Curso:

Série:

1º SEM.

Disciplina:

C/H total:

38 HS

C/H sem.:

02 H/A

Departamento:

Período:

MAT/NOT

JUSTIFICATIVA

O

domínio da norma culta da língua portuguesa, tanto na modalidade oral quanto na escrita, é pré-requisito

básico para o exercício das profissões, sobretudo as consideradas de nível superior. Na área da informática,

que envolve o conhecimento específico de linguagens naturais e artificiais (formais e não-formais), bem como

a

tradução de enunciados lingüísticos em algoritmos e programas, formulados em linguagens de

programação, é indispensável ao profissional não só a leitura reflexiva, a capacidade interpretativa dos fatos

do mundo traduzidos em diferentes e variados textos em circulação no espaço social, como o exercício da produção de textos, considerados os diferentes usos da linguagem em contextos e situações pluridimensionais da comunicação humana.

EMENTA

A disciplina enfoca, de forma gradual, aspectos fundamentais da comunicação humana - da teoria da

informação à competência modal e semântica dos sujeitos da comunicação (o fazer emissivo e o fazer interpretativo) - e conceitos, mecanismos e procedimentos lingüísticos e discursivos integrantes da significação e estruturação textual – (in) tertextualidade, conectividade seqüencial e conectividade conceptual

– presentes nas atividades de leitura, compreensão e produção de textos, sobretudo de caráter informativo- referencial e informativo-argumentativo, considerados os empregos do português – língua padrão, nos mais variados contextos relacionados à vida acadêmica e profissional.

OBJETIVOS GERAIS -desenvolver a competência comunicativa, a textual e a lingüística do aluno, indispensável ao exercício da cidadania, da ética e da criticidade, objetivos também pretendidos pelas demais disciplinas do currículo;

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- fornecer ao aluno as noções básicas de comunicação e de linguagem, em seus vários níveis, a fim de torná-

lo apto a codificar e decodificar textos verbais e não-verbais, bem como a compreender a lógica e a estrutura

subjacentes aos enunciados lingüísticos, do nível vocabular ao nível frástico e transfrástico.

- ampliar a capacidade de leitura, interpretação e produção de textos e análise da realidade, com vistas à

formação não apenas técnica, mas sobretudo humanística.

4 UNIDADES TEMÁTICAS A comunicação humana: ∑ a teoria da informação e as funções da

4

UNIDADES TEMÁTICAS

A comunicação humana:

a teoria da informação e as funções da linguagem

a interação verbal e a competência modal e semântica dos sujeitos da comunicação

o fazer emissivo e o fazer interpretativo

A linguagem em uso

Língua escrita e língua falada

níveis de linguagem e marcas de estilo fatos de enunciação, inferência e instrução operações de transcrição (retextualização) e transcodificação

Recepção, leitura, interpretação e produção de textos

Texto, pretexto, contexto e intertexto

Tipologia textual (narração, descrição, dissertação) e gêneros textuais

o discurso técnico-científico

Instrumentos de avaliação de leitura

Resumo; esquema; resenha

Estruturação do texto:

Organização estrutural operadores lógicos e marcadores discursivos relações lógicas e de redundância dêixis, anáfora, elipse e paráfrase elementos de transição, repetição e pronominalização de actantes processos de coordenação (equivalência) e subordinação (hierarquização) Organização temática tópico frasal, desenvolvimento e conclusão frase principal, frase(s) secundária(s) e acessória(s) de explanação Aspectos de semântica e pragmática textual implícitos, pressupostos, subentendidos, argumentação Estrutura, organização e produção de texto referencial-informativo

o

dissertativo expositivo e o dissertativo-argumentativo

o

relatório: conceito, superestrutura e tipologia (técnico, administrativo e científico)

Dificuldades da Língua Portuguesa

METODOLOGIA

A metodologia de ensino consistirá em:

Aulas expositivas em ambiente de sala de aula.

Exercícios de aplicação dos conceitos teóricos aprendidos, realizados, individualmente ou em grupo, em

ambiente de sala de aula e/ou extra-classe.

Leituras críticas de textos (especializados, técnicos e científicos) para exercícios de análise reflexiva, em

ambiente de sala de aula e extra-classe.

Atividades de (re)textualização, também mediante o uso de aplicativos processadores de texto, a serem

realizados, individualmente, em sala de aula e em ambiente escolhido pelo aluno.

Produção de trabalho escrito, em grupo ou individual, orientado e supervisionado, realizado em ambiente

de sala de aula e extra-classe.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

5 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, M.M. ; MEDEIROS,J.B – Comunicação em Língua Portuguesa. São Paulo: Atlas,

5

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA ANDRADE, M.M. ; MEDEIROS,J.B – Comunicação em Língua Portuguesa. São Paulo: Atlas, 2004. PLATÃO & FIORIN – Lições de texto : leitura e redação. SP:Ática Ed., 2001.

COMPLEMENTAR CUNHA, C&CINTRA,L .-Nova gramática do português contemporâneo.RJ:Nova Fronteira,1985 FIORIN, J. L. (org.) –In.: Introdução à Lingüística I – objetos teóricos, SP: Contexto, 2002, FIORIN, L. C. – Elementos de análise do discurso. SP:Contexto,2002. GARCIA, O. M. – Comunicação em prosa moderna. FGV. 1985. KLEIMAN, A – Texto e leitor. Aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 2002. KOCH, I. ; TRAVAGLIA, L.C. - A coerência textual. SP: Contexto,2004. KOCH,I. - A coesão textual. SP: Contexto, 2004. MARCUSCHI, L. A – Da fala para a escrita: atividades de retextualização. SP:Cortez, 2000.

6 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

6

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

 

Curso:

 

Série:

1º SEM

Disciplina

C/H total:

76 H

CIÊNCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem.:

4 H/A

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

MAT/NOT

JUSTIFICATIVA

A

disciplina de Cálculo Diferencial e Integral I é a primeira de uma seqüência de quatro cursos semestrais

de Cálculo Diferencial e Integral para o curso de Engenharia de Computação. Tais disciplinas se justificam naturalmente em um curso de Engenharia por fornecerem aos estudantes destes cursos um desenvolvimento apropriado do raciocínio matemático e conhecimento de conceitos, ferramentas e métodos analíticos para o entendimento, modelagem e resolução (ou a “melhor” aproximação da solução) dos diversos problemas concernentes ao seu curso, seu futuro dia-a-dia profissional e/ou nas eventuais atividades de pesquisa, extensão ou pós-graduação que este estudante venha a desenvolver.

EMENTA

A disciplina Cálculo Diferencial e Integral I aborda as idéias fundamentais do Cálculo, introduzindo as

noções de limite, derivada e taxas de variação, com aplicações nos problemas de otimização.

OBJETIVOS GERAIS

A disciplina de Cálculo Diferencial e Integral I fornece subsídios e ferramentas para o entendimento e

resolução da maior parte das disciplinas de graduação dos cursos de Engenharia (incluindo os três cursos de Cálculo Diferencial e Integral subseqüentes). Em particular, os conceitos de derivada e de limite constituem o alicerce dos modelos usados na Mecânica e no Cálculo Numérico, que são fundamentais para

a formação do Engenheiro de Computação.

UNIDADES TEMÁTICAS

Os Números Reais.

Funções de uma variável real. Representação gráfica de uma função.

Estudo da reta. Inclinação da reta.

O estudo das funções aplicado a construção de alguns modelos matemáticos.

O problema da tangente e a noção de limite.

Limite e suas propriedades. Noções de continuidade.

Derivadas e suas propriedades.

Regras de derivação.

A derivada como taxa de variação.

Significado do sinal das derivadas primeira e segunda.

Máximos, mínimos e ponto de inflexão.

Aplicações das derivadas no problemas de otimização.

METODOLOGIA Aulas expositivas, teóricas e práticas, com atividades em sala de aula e extra-sala; eventual uso de softwares numéricos de simulação

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIDORIZZI, H. L . Um Curso de Cálculo , vol 1, 4

7

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, vol 1, 4 a ed., Ed. LTC, São Paulo , 2000 BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral, vol 1, ed. Makron Books, São Paulo, 1999. HOFFMANN L. D. & BRADLEY G. L. Cálculo: Um curso moderno e suas aplicações. 7ª ed., Ed. LTC, Rio de Janeiro, 2002.

COMPLEMENTAR .THOMAS, G. B. Cálculo, vol 1, 10 a ed., Ed Pearson, São Paulo, 2003. STEWART, J.; Cálculo, vols. 1 e2; 4 a - edição, Ed. Thomson , São Paulo, 2001.

8 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CÁLCULO VETORIAL  

8

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CÁLCULO VETORIAL

 

Curso:

Série:

1°SEM

Disciplina:

C/H total:

38 HS

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem:

2 H/A

Departamento:

Período:

MAT/NOT

JUSTIFICATIVA O Curso de Cálculo Vetorial é muito importante como auxiliar das disciplinas da engenharia na resolução e interpretação dos problemas geométricos como também em problemas algébricos.

EMENTA Operações com vetores nos problemas de mecânica, de computação. Aplicação das operações vetoriais e suas interpretações.

OBJETIVOS GERAIS Ler e construir gráficos de funções, estudar os comportamentos das funções. Ter uma poderosa ferramenta na resolução de problemas de geometria analítica, na física e no cálculo.

UNIDADES TEMÁTICAS Distância entre dois pontos Condição de Alinhamento Equação Geral e Reduzida da Reta Retas Paralelas Retas Perpendiculares Ângulo entre duas retas Distância de um ponto a uma reta Vetor como segmento orientado. Segmentos Equipolentes Vetor no Plano e no Espaço Projeção de um vetor no plano e no espaço Expressão analítica de um vetor Adicão e Mulitiplicação com vetores Condição de paralelismo de dois vetores Produto Escalar. Ângulos diretores e co-senos diretores de um vetor. Produto Vetorial Produto Misto Duplo Produto Vetorial

METODOLOGIA Aulas Expositivas Provas escritas Exercícios em sala de aula

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

9 BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo: Geometria Analítica, 2ª Edição, São Paulo, Ed

9

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA

STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo: Geometria Analítica, 2ª Edição, São Paulo, Ed McGraw-Hill,

1987.

BOULOS, Paulo, CAMARGO, Ivan: Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial, São Paulo, Ed. McGraw –

Hill, 1986.

COMPLEMENTAR FEITOSA, M.: Cálculo Vetorial e Geometria Analítica, 4ª Edição, São Paulo, Ed. Atlas, 1977. DACORSO, N.César - Elementos de Análise Vetorial - São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1976. MURRAY R. SPIEGEL: Análise Vetorial – São Paulo, Ed. McGRAW-HILL do Brasil Ltda., 1972.

10 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I

10

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I

 

Curso:

 

Série:

1º SEM

Disciplina:

C/H total:

76 H/S

CIÊNCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem:

04 H/A

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

NOT

JUSTIFICATIVA

O

conhecimento básico de Física é necessário para a compreensão de certos conceitos da Engenharia da

Computação, em particular, os relativos à engenharia da automação e controle. Esta disciplina revisa os

conceitos básicos de mecânica, com ênfase em dinâmica, tópicos que servirão como subsídios para a disciplina Mecânica.

EMENTA

A disciplina estuda a cinemática, a dinâmica e a estática do ponto material, resgatando os conceitos básicos

da física, em particular o de energia e sua conservação. A abordagem é teórica e prática.

OBJETIVOS GERAIS Aprender os conceitos básicos de mecânica e saber aplicá-los na resolução de problemas

UNIDADES TEMÁTICAS Parte Teórica:

Sistemas de medidas Unidades Dimensões das grandezas físicas Algarismos significativos e ordem de grandeza Movimento em uma e duas dimensões Equações do movimento Movimento dos projéteis As leis de Newton Teoria Aplicações Equilíbrio estático Trabalho e energia Energia potencial e energia cinética Conservação da energia Potência

Parte Experimental :

1. Teoria dos erros.

2. Medidas físicas.

3. Densidade de sólidos.

4. Movimento Uniforme

5. Movimento de queda livre e plano inclinado.

6. Lançamento balístico.

7. Força elástica.

8. Conservação de energia

ATIVIDADES ACADÊMICAS CIENTÍFICAS E CULTURAIS Participação em Palestras do programa Física para todos 2009, ministradas por docentes do IFUSP Utilização do portal e-fisica, http://cepa.if.usp.br Visita à Estação Ciência USP Visita ao laboratório didático do IFUSP

11 AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as

11

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA TIPLER,Paul. Física, Vol. 1 – Mecânica. 4 a ed, Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda; 2000. HALLIDAY, David, RESNICK, Robert e WALKER,Jearl; Mecânica, Vol. 1. 4 a ed, Rio de Janeiro; Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda; 2002.

COMPLEMENTAR SERWAY, Raymond, Física, vol. 1, 3 a ed, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda, 1992. HELENE, Otaviano, A.M. e VANIN, Vito R.; Tratamento Estatístico de Dados em Física Experimental, 2 a ed, São Paulo; Edgard Blucher, 1991. NUSSENZVEIG, Moysés. Curso de Física Básica, Vol. 1 - Mecânica. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda; 2002. VUOLO, José H., Fundamentos da Teoria de Erros, São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda; 2002.

12 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO DESENHO TÉCNICO  

12

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO DESENHO TÉCNICO

 

Curso:

Série:

1º SEM 38 H 2 H/A MAT / NOT

Disciplina:

C/H total:

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem:

Departamento:

Período:

JUSTIFICATIVA

O

desenho técnico é imprescindível para a formação do Engenheiro, pois é através do desenho que podem

apresentar-se todo o projeto desenvolvido e calculado para que finalmente possam ser executados.

EMENTA

A disciplina estuda os principais conceitos básicos do Desenho Geométrico e do Desenho Técnico, com

especial ênfase no cumprimento das Normas ABNT.

OBJETIVOS GERAIS Fornecer ao aluno conhecimentos com o objetivo de tratar a representação dos sólidos através de suas projeções, assim como, a obediência ao cumprimento das normas Brasileiras do Desenho Técnico, visando desenvolver no futuro engenheiro a capacidade de:

Utilização correta dos instrumentos de desenho;

Raciocinar com os fundamentos básicos de desenho geométrico;

Elaborar e interpretar as representações gráficas tridimensionais;

Desenvolver raciocínio espacial através da representação de objetos em projeção ortográficos

segundo a ABNT e normas internacionais;

Técnicas para uma boa apresentação de um trabalho.

UNIDADES TEMÁTICAS

Desenho Geométrico. Tópicos Fundamentais.

Introdução

Aparelhagem Típica. Características Gerais;

Tipos de Espessuras das linhas de Desenho. Normas Técnicas segundo ABNT-NB-8;

Escritas, Cotagem;

Folhas de Desenho. Formatos estabelecidos Segundo NB-8.

Construções Geométricas

Eixos de Simetria;

Escalas de proporção;

Traçado de Linhas Perpendiculares e Paralelas, Divisão de segmentos em partes iguais ;

Construções de Polígonos;

Tangentes e Concordâncias;

Projeções

Projeções Ortogonais;

Projeções Ortogonais de Figuras Planas e Sólidos Geométricos;

Normas de Execução e Aplicação das Projeções Ortogonais, Problemas de Leitura;

Secções”

Secções de Sólidos geométricos: Prismas e Pirâmides, Sólidos de Rotação, Cone;

Sólidos obtidos mediante Planos de Secção;

Rotações e Rebatimentos

METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas, com utilização de recursos áudio visuais e exemplos reais, exercícios resolvidos e propostos. Aulas práticas para realização de trabalhos individuais ou em grupo para serem iniciados em classe e concluídos em casa.

13 regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52)

13

regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA MANFÈ, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. “Desenho Técnico Mecânico”. V.1. Hemus, São Paulo, 2004 OLIVEIRA, E.; ALBIERO, E. “Desenho Técnico Fundamental”. Editora EPU, São Paulo, 1977.

COMPLEMENTAR BACHMANN, A.; BERLITZ, V. I. ”Desenho Técnico”. 2a edição Porto Alegre- Editora Globo, 1976. GIESECKE, F.E. Modern Graphics Communication. Prentice Hall, 1998.

14 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO I

14

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO I CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

 

Curso:

Série:

1°SEM

Disciplina:

C/H total:

76 HS 04 H/A MAT / NOT

C/H sem:

Departamento:

Período:

JUSTIFICATIVA Algoritmos e estruturas de dados são elementos essenciais para o desenvolvimento de programas computacionais, e o seu estudo utilizando linguagens de programação e laboratórios muito favorece o aprendizado, preparando melhor o aluno para os desafios da profissão. Portanto, a disciplina é indispensável para a formação de um engenheiro de computação.

EMENTA

A

disciplina introduz os elementos básicos de algoritmos, estruturas de dados e programação, buscando levar

o

aluno a compreender os princípios da lógica computacional e sua aplicabilidade em problemas concretos.

Ainda, através do uso das linguagens de programação, a disciplina trabalha os aspectos práticos necessários

à formação do aluno.

OBJETIVOS GERAIS Apresentar e discutir os conceitos básicos de programação, que incluem algoritmos, estruturas de dados e linguagens de programação. Resolver problemas lógicos, construir algoritmos e desenvolver soluções computacionais completas para alguns problemas clássicos de programação.

UNIDADES TEMÁTICAS Introdução à computação

- Breve história da computação

- Noções de processamento de dados

- Noções de lógica computacional

Introdução ao desenvolvimento de algoritmos

- Conceito de algoritmo

- Representações de algoritmos através de fluxogramas, diagramas Nassi-Shneiderman e pseudo- código (português estruturado) Definições e uso de constantes e variáveis Tipos de dados

- Números inteiros e reais

- Cadeias de caracteres

Estruturas de fluxos seqüenciais

Estruturas de controle de seleção

- Se

- Caso

Estrutura de controle de repetição

- Para (for)

- Enquanto (while)

- Faça/enquanto (do while)

Linguagem de programação

- Estudo dos comandos da linguagem

- Resolução de problemas

- Aulas práticas

então

faça

(if

else)

(switch

case)

METODOLOGIA Aulas expositivas e teóricas. Aulas práticas em laboratório. Exercícios para resolução em sala e extra-classe

15 AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as

15

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA ASCÊNCIO,F.G.; CAMPOS, E.A.V. Fundamentos da Programação de Computações: algoritmos, pascal e C++. Prentice Hall, 2003. ZIVIANI, N. Projeto de algoritmos com implementações em Pascal e C. Editora Pioneira - Thomson Learning,

2000-2002.

COMPLEMENTAR CORMEN, T.H.; LEISERSON, R.L.; RIVEST, C.S. Algoritmos: teoria e prática. Editora Campus, 2002. GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N.A.C. Algoritmos e Estrutura de Dados. Editora Pioneira , 1985-1994. KERNIGHAM, B.W. C: a linguagem de programação (padrão ANSI), Editora Campus, 1990. KNUTH, D.E. The Art of Computer Programming. Editora Addison-Wesley, 2000. MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C – módulos 1 e 2. Editora Makron Books – Pearson Education, São Paulo, 1990. WIRTH, N. Algoritmos e Estruturas de Dados. Ed. Prentice - Hall do Brasil, 1989

16 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO   Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Série:

16

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

 

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Série:

1º SEM

Disciplina:

INTRODUÇÃO

À LÓGICA

C/H total:

38 H/S

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem.:

02 H

Departamento:

Período:

MAT/NOT

JUSTIFICATIVA Além de ser a base teórica fundamental da área de Computação, o conteúdo da disciplina serve como base para o entendimento dos sistemas digitais utilizados na construção dos computadores atuais. O uso dos operadores lógicos também é muito importante na construção de algoritmos computacionais, principalmente na especificação de estruturas condicionais. Assim, a Lógica constitui uma disciplina fundamental neste curso pois fornece subsídios teóricos e aplicações importantes em Engenharia de Computação.

EMENTA A disciplina apresenta a história da lógica, a forma simbólica e formal das proposições, habilita o aluno a construir tabelas verdade, ferramenta útil no teste de validade de argumentos, alem de apresentar técnicas dedutivas e uma introdução à lógica dos predicados.

OBJETIVOS GERAIS Deduzir o valor lógico de proposições simples e compostas; Traduzir sentenças da linguagem usual para a linguagem lógica e vice-versa. Construir tabelas-verdade; Verificar a validade de argumentos; Usar corretamente os conectivos lógicos na construção de algoritmos computacionais;

UNIDADES TEMÁTICAS Introdução à história da Lógica Noção Intuitiva do conceito de Lógica Proposições Conectivos Lógicos: negação, conjunção, disjunção, condicional e bi-condicional O uso dos conectivos lógicos na construção de algoritmos computacionais Construção de Tabelas-verdade Tautologia, contradição e indeterminação; Equivalência e implicação lógica; Argumentos: teste de validade; Regras de inferência; Introdução à lógica dos predicados; Quantificadores; Deduções.

METODOLOGIA Aulas Expositivas; Trabalhos de aprendizagem em equipe realizados em sala; Lista de exercícios para acompanhamento.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

17 BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAGHIAN, J. Lógica e Álgebra de Boole. 4 a ed. São Paulo:

17

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA DAGHIAN, J. Lógica e Álgebra de Boole. 4 a ed. São Paulo: Atlas 1995. ALENCAR FILHO, E. Iniciação à Lógica Matemática. 18ª ed. São Paulo: Nobel, 2000.

COMPLEMENTAR ABE, J. M.; SCALZITTI, A.; SILVA FILHO, J. I. Introdução à Lógica para a Ciência da Computação. 2 a . ed. Arte & Ciência, 2002. SOUZA, J. N. Lógica para a Ciência da Computação. 1 a ed. Campus, 2002. KLEENE, S. C. Mathematical Logic. 1 a ed. Dover publications, 2002. HEGENBERG, L. Lógica, o cálculo de predicados. 1 a ed. São Paulo: Edusp, 2001. MENDELSON, E. Introduction to Mathematical Logic. 4 a ed. CRC Press, 1997.

18 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II

18

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II

 

Curso:

 

Série:

2º SEM

Disciplina:

C/H total:

76H/S

CIÊNCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem.:

4H/A

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

INT/NOT

JUSTIFICATIVA Os conceitos e aplicações da física são fundamentais para a formação básica de um engenheiro, em particular, para os alunos deste curso de engenharia da computação. A disciplina visa contribuir para que o aluno desenvolva as diversas formas de raciocínio, lógico, matemático, abstrato e, também, dialético, tão necessário para os profissionais da área de exatas e, com isso, dar algumas condições iniciais para o aluno vir a entender o desenvolvimento tecnológico da computação, além de introduzir elementos necessários para as disciplinas de Circuitos Elétricos e Materiais Elétricos.

EMENTA A disciplina visa o estudo dos conceitos básicos da eletricidade, com especial ênfase em eletrodinâmica, e a fazer aplicações desses conceitos em problemas teóricos e práticos relativos à área de engenharia.

OBJETIVOS GERAIS Que o aluno aprenda os conceitos básicos de eletricidade, adquira noções de campo elétrico, e saiba aplicá-los na resolução de problemas.

UNIDADES TEMÁTICAS Eletrostática Estrutura da matéria: modelos atômicos Cargas elétricas: atração e repulsão Lei de Coulomb Condutores, semicondutores e isolantes Campo elétrico e potencial elétrico

Corrente elétrica Corrente elétrica Resistência e resistividade 1ª e 2ª Leis de Ohm Potência Circuitos simples Resistências em série e em paralelo Amperímetros e voltímetros Geradores e receptores

Capacitores Capacitância Associação de capacitores: série e paralelo

Parte Experimental

1)

Lei de Ohm

2)

Medidas de resistência elétrica

3)

Associação de resistores em série e em paralelo

4)

Resistividade

ATIVIDADES ACADÊMICAS CIENTÍFICAS E CULTURAIS Participação em Palestras do programa Física para todos 2009, ministradas por docentes do IFUSP e/ou do programa Física ao Entardecer do IFT/UNESP Utilização do portal e-fisica, http://cepa.if.usp.br Visita à Estação Ciência USP Visita ao laboratório didático do IFUSP

19 As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas

19

As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA TIPLER, P.A. Física: Eletricidade e magnetismo, ótica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda, 2000. HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física: Eletromagnetismo, 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda, 2003.

COMPLEMENTAR SERWAY, Raymond, Física, vol. 2, 3a ed, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda,1992. NUSSENZVEIG, Moysés. Curso de Física Básica, Vol. 2 - Mecânica. São Paulo:Editora Edgard Blücher Ltda; 2002. GUSSOW, M. Eletricidade Básica, São Paulo: McGraw-Hill, 1985. MALVINO, A. P. Eletrônica, 4.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1997. v.1. OSTERMANN, Fernanda e PUREUR, Paulo, Supercondutividade, 1ª edição São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005. VALADARES, Eduardo de Campos, CHAVES, Alaor e ALVES, Esdras Garcia, Aplicações da Física quântica: do transistor à nanotecnologia, 1ª edição São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005.

20 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

20

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II

 

Curso:

 

Série:

2°SEM

Disciplina:

C/H total:

76 HS

CIÊNCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem:

04 H/A

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

MAT / NOT

JUSTIFICATIVA

A disciplina de Cálculo Diferencial e Integral II é a segunda de uma seqüência de quatro cursos semestrais

de

Cálculo Diferencial e Integral para o curso de Engenharia de Computação. Tais disciplinas se justificam

naturalmente em um curso de Engenharia por fornecerem aos estudantes destes cursos um desenvolvimento apropriado do raciocínio matemático e conhecimento de conceitos, ferramentas e métodos analíticos para o entendimento, modelagem e resolução (ou a “melhor” aproximação da solução) dos diversos problemas concernentes ao seu curso, seu futuro dia-a-dia profissional e/ou nas eventuais atividades de pesquisa, extensão ou pós-graduação que este estudante venha a desenvolver.

EMENTA

A disciplina de Cálculo II se inicia com o estudo das primitivas e dos problemas de valor inicial. Em seguida, o estudo da integral definida e o cálculo de áreas com aproximações por somas de Riemann. Depois, através do teorema fundamental do cálculo, obtém-se uma ferramenta poderosa para o cálculo exato de áreas. Na seqüência são estudados os principais métodos de integração. Por último são introduzidas as noções básicas

de convergência de seqüências e séries numéricas.

OBJETIVOS GERAIS

O cálculo integral e o estudo das seqüências e séries fornecem conceitos e ferramentas para o

entendimento e resolução de grande parte das disciplinas do curso de Engenharia da Computação. No cálculo integral destacam-se os problemas de valor inicial e o cálculo de áreas com o conceito da aproximação por somas de Riemann. No estudo série de Taylor introduz-se um método numérico para a aproximação de funções transcendentes tais como as trigonométricas, as logarítmicas e as exponenciais.

UNIDADES TEMÁTICAS

Primitivas (ou integrais indefinidas) e suas propriedades; problemas com valores iniciais.

A integral definida: somas de Riemann, o problema da área, propriedades básicas da integral definida.

O Teorema Fundamental do Cálculo.

Cálculo de áreas.

Aplicações da integral definida no cálculo de áreas e volumes. Aplicações na Física, na Engenharia e na

Biologia

Métodos de integração: substituição, integração por partes, integração de funções trigonométricas,

substituição trigonométrica e integração de funções racionais.

Introdução às seqüências e séries numéricas.

Critérios de convergência de séries numéricas.

A série e a fórmula de Taylor e aplicações a cálculos numéricos

METODOLOGIA Aulas expositivas, teóricas e práticas, com atividades em sala de aula e extra-sala; eventual uso de softwares numéricos de simulação.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do

regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005

da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

21 GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, vol 1, 4 a ed., Ed. LTC,

21

GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, vol 1, 4 a ed., Ed. LTC, São Paulo , 2000 SWOKOWWSKI E. W. Cálculo com Geometria Analítica, vol 2, 2 a ed., Ed. Makron Books, São Paulo, 1994

COMPLEMENTAR THOMAS, G. B. Cálculo, vol 1, 10 a ed., Ed Pearson, São Paulo, 2003

BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral, vol 1, ed. Makron Books, São Paulo, 1999 BOULOS, P. e ABUD, Z. I. Cálculo Diferencial e Integral, vol 2, ed. Makron Books, São Paulo,

2000

22 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO II

22

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO II CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

 

Curso:

Série:

2º SEM

Disciplina:

C/H total:

76 H

C/H sem:

4 H/A

Departamento:

Período:

MAT/NOT

JUSTIFICATIVA Sendo propósito da Engenharia da Computação o desenvolvimento de sistemas de computação, o conhecimento de programação é uma das suas partes essenciais. A programação é definida com base nos algoritmos, sendo este o motivo da disciplina.

EMENTA A disciplina introduz aspectos básicos dos algoritmos e da programação, desenvolvendo conceitos fundamentais para que o aluno possa compreender o papel desta questão e utilizá-la na solução de problemas.

OBJETIVOS GERAIS O principal objetivo da disciplina é levar ao conhecimento do aluno algoritmos elementares tais como busca e ordenação de dados. O professor deve introduzir respectivas técnicas e estruturas de dados envolvidos no projeto, desenvolvimento e implementações que sirvam a problemas aos quais estes algoritmos se aplicam.

UNIDADES TEMÁTICAS Vetores e matrizes

- Índices e conteúdo

- Resolução de problemas

- Tratamento de cadeias de caracteres

Modularização de programas

- Funções

- Variáveis locais e globais, escopo de variáveis

- Reutilização de código

- Passagem de parâmetros por valor e por referência Operações com Arquivos

- Arquivo em modo texto

- Arquivo em modo binário Recursão

- Algoritmos recursivos

METODOLOGIA A metodologia será baseada na apresentação e implementação dos algoritmos e técnicas associados às estruturas de dados e aos métodos estudados. Será feito uso da linguagem de programação C (e alguns recursos do C++) como ferramenta de implementação dos algoritmos. Serão desenvolvidos exercícios práticos, onde alguns serão casos práticos nos quais as situações apresentadas permitirão identificação de situações onde as técnicas em ensino possam ser aplicadas.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

23 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASCÊNCIO, F.G.; CAMPOS, E.A.V. Fundamentos da Programação de Computações: algoritmos,

23

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA ASCÊNCIO, F.G.; CAMPOS, E.A.V. Fundamentos da Programação de Computações: algoritmos, pascal e C++. Prentice Hall, 2003. ZIVIANI, N. Projeto de algoritmos com implementações em Pascal e C. Editora Pioneira - Thomson Learning,

2000-2002.

COMPLEMENTAR CORMEN, T.H.; LEISERSON, R.L.; RIVEST, C.S. Algoritmos: teoria e prática. Editora Campus, 2002. GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N.A.C. Algoritmos e Estrutura de Dados. Editora Pioneira , 1985-1994. KERNIGHAM, B.W. C: a linguagem de programação (padrão ANSI), Editora Campus, 1990. KNUTH, D.E. The Art of Computer Programming. Editora Addison-Wesley, 2000. MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C – módulos 1 e 2. Editora Makron Books – Pearson Education, São Paulo, 1990. WIRTH, N. Algoritmos e Estruturas de Dados. Ed. Prentice - Hall do Brasil, 1989

24 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA

24

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS /

 

Curso:

Série:

2º SEM

Disciplina:

C/H total:

76 HS

C/H sem.:

4 H/A

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS Período: MAT/NOT

JUSTIFICATIVA Desenvolver a abstração matemática, o raciocínio lógico e espacial, essenciais na solução de problemas utilizando recursos computacionais.

EMENTA A disciplina introduz o conceito de espaços vetoriais de dimensão finita, possibilitando a simplificação da solução de problemas algébricos e de geometria linear. Utiliza ainda transformações lineares, conceitos de dependência linear e diagonalização para solução de sistemas lineares.

OBJETIVOS GERAIS Desenvolver no aluno os conceitos de geometria espacial, álgebra e álgebra linear, com o intuito de aperfeiçoar sua capacidade de análise e abstração, bem como de promover o desenvolvimento de seu raciocínio lógico.

UNIDADES TEMÁTICAS

Matrizes:

o

Operações

o

Determinantes

Geometria Analítica:

o

Sistemas de coordenadas em duas e três dimensões.

o

Retas e propriedades

o

Planos e propriedades

o

Posições relativas entre retas, entre planos e entre retas e planos

o

Distâncias e ângulos

Álgebra Linear:

o

Sistemas lineares

o

Espaços e sub-espaços vetoriais

o

Espaços com produto interno

o

Transformações lineares

o

Operações Lineares

o

Núcleo, autovalores e autovetores

METODOLOGIA Aulas expositivas, exercícios em classe e exercícios extra-classe.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

25 BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOLMAN, B. Introdução a álgebra linear: com aplicações, Rio de Janeiro: LTC,

25

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA

KOLMAN, B. Introdução a álgebra linear: com aplicações, Rio de Janeiro: LTC, 1999. BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial, 2 a ed., São Paulo: Makron Books,

1996.

COMPLEMENTAR CALLIOLI, C. A. Álgebra Linear e aplicações, São Paulo: Atual, 1983. STEINBRUCH, A. Introdução à Álgebra Linear, 1 a ed., São Paulo: Makron Books, 1990. LEITHOLD, L. O. Cálculo com geometria analítica, v. 1 e 2, São Paulo: Harbra, 1995. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, P. Geometria Analitica. 2a. ed. São Paulo: Makron Books, 1987.

26 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PORTUGUÊS INSTRUMENTAL

26

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PORTUGUÊS INSTRUMENTAL

 

Curso:

 

Série:

2º SEM

Disciplina:

C/H total:

38/HS

CIÊNCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem.:

02/H/A

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

MAT / NOT

JUSTIFICATIVA

O

domínio da norma culta da língua portuguesa, tanto na modalidade oral quanto na escrita, é pré-requisito

básico para o exercício das profissões, sobretudo as consideradas de nível superior. Na área da informática, que envolve o conhecimento específico de linguagens naturais e artificiais (formais e não-formais), bem

como a tradução de enunciados lingüísticos em algoritmos e programas, formulados em linguagens de programação, é indispensável ao profissional a leitura reflexiva, a capacidade interpretativa dos fatos do mundo traduzidos em diferentes e variados textos em circulação no espaço social, como o exercício da produção de textos, considerados os diferentes usos da linguagem em contextos e situações pluridimensionais da comunicação humana.

EMENTA

A disciplina enfoca, de forma continuada e aprofundada, conhecimentos instrumentais do sistema lingüístico

do português, para operar com conceitos, mecanismos e procedimentos integrantes dos processos de organização da significação e estruturação textual – (inter)textualidade, conectividade seqüencial, conectividade conceptual – com ênfase para a leitura, análise e construção de textos de caráter informativo-referencial e informativo-argumentativo, considerados aspectos contextuais e situacionais do emprego do português - língua padrão, relacionados à vida acadêmica e profissional,

OBJETIVOS GERAIS - levar o aluno à compreensão de que o conhecimento da língua é o instrumental indispensável ao exercício da cidadania, da ética e da criticidade, objetivos igualmente pretendidos pelas demais disciplinas do currículo. - fornecer ao aluno as noções básicas de comunicação e de linguagem, em seus vários níveis, a fim de torná-lo apto a codificar e decodificar textos verbais e não-verbais, bem como a compreender a lógica e a estrutura subjacentes aos enunciados lingüísticos, do nível vocabular ao nível frástico e transfrástico. - aprofundar a capacidade de leitura, interpretação e produção de textos informativo-referenciais e informativo-argumentativos, com vistas à formação não apenas técnica, mas, sobretudo humanística.

UNIDADES TEMÁTICAS Recepção, leitura, interpretação e produção de textos Texto, pretexto, contexto e intertexto. Tipologia textual (narração, descrição, dissertação) e gêneros textuais:

o informativo referencial e o informativo-argumentativo o dissertativo-expositivo e o dissertativo-argumentativo

Níveis de linguagem e marcas de estilo

Organização temática e estrutural do texto temática:

relações intertextuais

operações metalingüísticas de construção e relação temática

intertextualidade crítica e crítico-criativa

meta-regras de coerência (repetição, progressão, não-contradição e relação)

estrutural:

estruturação do parágrafo

tópico frasal, desenvolvimento e conclusão

frase principal e secundária de explanação

processo de transição e de construção (frástica e transfrástica):

• repetição e pronominalização dos actantes

• uso de conectores (operadores lógicos e encadeadores discursivos)

• uso de modalizadores discursivos

27 • uso de construções paralelas • coordenação (equivalência) e subordinação (hierarquização) • ordem

27

• uso de construções paralelas

• coordenação (equivalência) e subordinação (hierarquização)

• ordem tensa e ordem frouxa

Aspectos de semântica textual e pragmática implícitos, pressupostos, subentendidos, argumentação

Atividades de (re)textualização (produção de textos):

instrumentos de avaliação de leitura: resumo, resenha e fichamento;

o texto informativo-referencial

o texto informativo-argumentativo

METODOLOGIA A metodologia de ensino consistirá em:

Aulas expositivas em ambiente de sala de aula.

Exercícios de aplicação dos conceitos teóricos aprendidos, realizados, individualmente ou em grupo, em

ambiente de sala de aula e/ou extra-classe.

Leituras críticas de textos (especializados, técnicos e científicos) para exercícios de análise reflexiva, em

ambiente de sala de aula e extra-classe.

Atividades de (re)textualização, também mediante o uso de aplicativos processadores de texto, a serem

realizados, individualmente, em sala de aula e em ambiente escolhido pelo aluno.

Produção de trabalho dissertativo escrito, em grupo ou individual, orientado e supervisionado, realizado

tanto em ambiente de sala de aula como em ambiente extra-classe.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA ANDRADE, M. M.; MEDEIROS, J.B. – Comunicação em Língua Portuguesa. São Paulo: Atlas, 2004. FARACCO, C. A .; TEZZA, C. – Prática de Texto para estudantes universitários. Petrópolis Vozes Ed., 2003.

COMPLEMENTAR CUNHA,C;CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo.RJ:Nova Fronteira, 1985 FIORIN, J.L. – Elementos de análise do discurso, SP: Contexto, 2000. ILARI, R. – Introdução à Semântica: brincando com a gramática. SP: Contexto, 2003. KOCH, I. ; TRAVAGLIA,L.C.-– A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2004. KOCH, I. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2004. MARTINS,D.S.;ZILBERKNOP,L.S.-Português Instrumental, Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2002 PLATÃO & FIORIN _ Para entender o texto: leitura e redação. SP: Ática, 2001.

28 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO   Curso: Série:

28

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

 

Curso:

Série:

2º SEM

Disciplina: QUÍMICA TECNOLÓGICA (TEORIA E LABORATÓRIO) Departamento: CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H total:

38 HS

C/H sem:

2 H/A MAT / NOT

Período:

JUSTIFICATIVA

O conteúdo da disciplina de Química Geral apresenta os conceitos básicos e essenciais a uma

compreensão racional da Química. A compreensão dos princípios da Química é de fundamental importância

para o estudo dos diversos fenômenos físico-químicos que ocorrem na natureza tornando-se indispensável

o conhecimento dos elementos químicos que compõem a estrutura da matéria e as propriedades que governam os processos naturais, bem como suas aplicações.

EMENTA Compreensão da natureza e constituição da matéria. Conhecimento do átomo por meio da Teoria Atômica e dos elementos químicos; sua ocorrência e classificação por grupos na Tabela Periódica. Aborda suas propriedades e aplicações na formação dos compostos químicos, das ligações químicas como meio para o

entendimento do comportamento da matéria. Enfoca as generalidades da matéria, energia e transformações

de substâncias químicas, bem como algumas condições e ocorrências de reações químicas. Abordagens

sobre substâncias puras e misturas, métodos de separação física e transformações químicas. Noções de

aparelhagem e técnicas de manuseio em laboratório. Natureza química dos condutores e semicondutores, além

de

novos materiais e fenômenos atuais da matéria tais como nanotecnologia e supercondutividade. Aplicações

em

computação quântica.

OBJETIVOS GERAIS

O aluno deverá ser capaz de distinguir e classificar os diferentes tipos de matéria, bem como identificar

misturas e suas composições, a teoria atômica e as principais características dos átomos, compreendendo

a constituição da matéria. Correlacionar o tipo de interação química formada por um átomo com a sua

estrutura eletrônica. Além disso, ser capaz de compreender a relação entre as ligações químicas e as propriedades físicas e químicas das substâncias. Compreender quimicamente a natureza dos novos

materiais com aqueles de cunho tecnológico utilizados nas Engenharia de Computação e de

Telecomunicações

29 UNIDADES TEMÁTICAS Estrutura atômica Átomo Número atômico e número de massa Peso atômico Configuração

29

UNIDADES TEMÁTICAS Estrutura atômica Átomo Número atômico e número de massa Peso atômico Configuração eletrônica Grupos de elementos e sua classificação na tabela periódica Propriedades atômicas na tabela periódica Volume atômico Energia de ionização Afinidade eletrônica Eletronegatividade Ligações Químicas Regra do octeto Elétrons de valência Ligações iônicas Ligações covalentes Ligações metálicas Ligações químicas e estrutura molecular Moléculas polares e apolares Propriedades físicas da matéria Substâncias puras e misturas Elementos, compostos, misturas homogêneas e heterogêneas Os três estados da matéria Química Tecnológica Noções da química dos semicondutores. Princípios de nanotecnologia Supercondutividade Princípios de Computação Quântica Novos materiais em Engenharia de Computação e Telecomunicações Atividades experimentais Estudos relacionados a soluções, misturas e técnicas de separação Transformações físicas: pontos de fusão, ebulição, destilação e sublimação. Propriedades físicas: densidade e viscosidade. Teoria dos gases Noções de estatística: precisão, exatidão e distribuição normal. Íons e moléculas. Eletrólitos fracos e fortes Propriedades dos metais alcalinos Condutividade elétrica em soluções Interação da matéria com a energia radiante Estudos de novos materiais em tecnologia

METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas, com utilização de recursos audiovisuais. Resolução de exercícios e questionários. Elaboração de trabalhos individuais e em grupo. Aulas expositivas e práticas em laboratório. Discussões e orientações na realização de experimentos, com base no guia de laboratório. Elaboração de relatórios.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

30 BIBLIOGRAFIA BÁSICA RUSSEL, J.B.; Química Geral, Makron Books, São Paulo, 1994. EBBING, D.D.; Química

30

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA RUSSEL, J.B.; Química Geral, Makron Books, São Paulo, 1994. EBBING, D.D.; Química Geral, Livros Técnicos e Científicos editora S.A, Rio de Janeiro, 1998.

COMPLEMENTAR KOTZ, J.C.; PURCELL, K.F.; Chemistry & Chemical Reactivity. , 4 a ed., Fort Worh: Sanders College Publishing, 1999. BRADY, J.E., HAMISTON, G.E.; Química Geral; 2 a edição, Livros Técnicos e Científicos editora S.A, Rio de Janeiro, 1986. MAHAN, B.H.; MYERS, R.J.; Química, um curso universitário., Ed. Edgard Blücher, São Paulo, 1993.

31 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE

31

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES

Série:

3º SEM

Disciplina:

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III

C/H total:

76

HS

Departamento:

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem:

04

H/A

Período:

INT / NOT

JUSTIFICATIVA

A

disciplina de Cálculo III é o terceiro de uma seqüência de quatro cursos semestrais de Cálculo Diferencial

e

Integral para o curso de Engenharia de Computação. Tais disciplinas se justificam naturalmente em um

curso de Engenharia por fornecerem aos estudantes destes cursos um desenvolvimento apropriado do raciocínio matemático e conhecimento de conceitos, ferramentas e métodos analíticos para o entendimento, modelagem e resolução (ou a “melhor” aproximação da solução) dos diversos problemas concernentes ao

seu curso, seu futuro dia-a-dia profissional e/ou nas eventuais atividades de pesquisa, extensão ou pós- graduação que este estudante venha a desenvolver.

EMENTA

A disciplina aborda o Cálculo Diferencial e Integral de funções de várias variáveis, com o enfoque em

funções de duas e três variáveis. São dados os rudimentos básicos para o estudo destas funções, com ênfase nos seus conjuntos de nível. A partir daí desenvolvemos o Cálculo Diferencial (derivadas parciais)

para estas funções e suas aplicações. O Cálculo Integral das funções de várias variáveis é centrado nas integrais duplas e triplas e nas mudanças de coordenadas tradicionais para a integração, como a mudança para coordenadas polares (integral dupla), cilíndricas e esféricas (integral tripla).

A disciplina também fornece uma breve introdução ao Cálculo Diferencial e Integral para funções vetoriais.
É

feito um estudo dos campos vetoriais (divergente, rotacional, laplaciano e gradiente), integrais de linha,

independência do caminho (conservação da energia) e os teoremas clássicos de Gauss, Green e Stokes.

OBJETIVOS GERAIS

O Cálculo Diferencial de várias variáveis fornece conceitos e ferramentas básicas para a compreensão,

equacionamento e resolução de diversos problemas da Engenharia e mesmo da Economia. como os de fenômenos de transporte e de condução de calor, otimização em problemas de produção industrial e de

administração de estoques. Fornece ainda ferramentas essenciais na análise numérica de resolução de problemas relacionados á Engenharia. O Cálculo Integral de várias variáveis fornece instrumentos matemáticos importantes no estudo da mecânica e resistência dos materiais em geral e dos problemas de eletricidade tradicionalmente estudados

no

curso de Engenharia.

O

Cálculo Diferencial e Integral de funções a valores vetoriais (cálculo vetorial) tem por objetivo fornecer

conceitos e ferramentas essenciais no estudo do eletromagnetismo, da mecânica dos fluídos, e de vários outros ramos da Engenharia.

UNIDADES TEMÁTICAS

Introdução às funções de diversas variáveis: conceitos básicos e conjuntos de nível

Derivadas parciais, técnicas de derivação e aplicações.

Máximos e mínimos para funções de várias variáveis.

A integral dupla e tripla.

Mudança de coordenadas em integrais duplas e triplas: coordenadas polares no plano e

coordenadas esféricas e cilíndricas no espaço.

Campos vetoriais: o divergente, o gradiente, o rotacional e o laplaciano.

Integrais de linha e independência do caminho; o teorema de Green.

Integrais de superfície: os teoremas de Gauss e Stokes.

METODOLOGIA Aulas expositivas teóricas e práticas, com atividades em sala de aula e extra-sala; eventual uso de softwares numéricos de simulação.

32 As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas

32

As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da Coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA STEWART, J.; Cálculo, vol II; 4 a - edição, Ed. Thomson , São Paulo-2001. SWOKOWSKI, E.W.; Cálculo com Geometria Analítica,vol II; 2 a - Edição, Ed. Makron, São Paulo-1995.

COMPLEMENTAR GUIDORIZZI, H.L., Um Curso de Cálculo, Vols 2 e3 – 5 a - edição ; Ed.LTC, Rio de Janeiro, 2003. MARSDEN, J.E.; TROMBA,A.J.; Vector Cauculus- 4ª- edição 1996, Ed. W.H. Freeman, New York. THOMAS, G. B. Cálculo, vol 2, 10 a ed., Ed Pearson, São Paulo, 2003.

33 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Série: 3º

33

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Série:

3º SEM

Disciplina:

CÁLCULO NUMÉRICO COMPUTACIONAL

C/H total:

38 HS

Departamento:

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem.:

2 H/A

Período:

NOT

JUSTIFICATIVA A disciplina se insere no curso visando mesclar as abordagens teórica e prática dos principais métodos numéricos utilizados na resolução de problemas de engenharia, apresentando procedimentos numéricos e fazendo uma abordagem sobre os problemas de implementação dos mesmos, sob o ponto de vista do software e do hardware. A disciplina também introduz ao aluno problemas de modelagem computacional de problemas de pequeno e médio porte, e se complementa com o curso de Modelagem e Simulação, áreas em que o futuro engenheiro será cada vez mais exigido.

EMENTA A disciplina introduz os métodos utilizados pela computação científica na resolução de problemas através da utilização do computador e calculadoras. A obtenção de zeros de funções não-lineares, a resolução de sistemas lineares determinados, a interpolação e aproximações de funções e a integração e diferenciação numérica são apresentados em conexão com problemas práticos oriundos da Física, Engenharia, Biologia, Economia, etc. O aluno deve compreender os problemas envolvidos nestes métodos e perceber os problemas envolvidos na interpretação dos resultados obtidos.

OBJETIVOS GERAIS Ensinar os métodos básicos do cálculo numérico, procurando abordá-los de uma forma aplicada a problemas diversos da engenharia. Abordar tanto de forma teórica como ressaltar os aspectos computacionais envolvidos na implementação destes métodos em sistemas computacionais.

UNIDADES TEMÁTICAS

Erros em processos numéricos

Zero de funções reais

Método da bissecção

Método de Newton-Raphson

Integração Numérica

Método dos Trapézios

Método de Simpson

Resolução de Sistemas Lineares

Eliminação de Gauss

Método Iterativo de Gauss-Seidel

Obtenção da matriz inversa

Interpolação Polinomial

Método das Diferenças Divididas

Método de Newton

Ajuste de Curvas : Método dos Mínimos Quadrados

Ajuste de Curvas : Caso Linear/polinomial

Ajuste de Curvas : Casos não lineares

METODOLOGIA A disciplina será ministrada através da exposição dos temas em sala de aula, acompanhada de trabalhos práticos realizados em laboratório para implementação e fixação dos métodos apresentados para resolução de problemas típicos da engenharia e física.

34 As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas

34

As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA Burden,Richard L. e Faires,J. Douglas, “Análise Numérica”, Thomson,2003 Ruggiero,M.A.G, Lopes, “Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais”, 2ª Edição, Makron

Books,1997

COMPLEMENTAR Humes,A.F.C, etc, “Noções de Cálculo Numérico, McGraw Hill,1984

35 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Série: 3º

35

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Série:

3º SEM

Disciplina:

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III

C/H total:

76 HS

Departamento:

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem:

4 H/A

Período:

INT / NOT

JUSTIFICATIVA O estudo da natureza da luz, bem como os seus efeitos óticos, decorrentes da sua natureza ondulatória, são fundamentais para que o aluno de engenharia tenha base necessária para o acompanhamento de outras disciplinas e de tópicos relacionados com tecnologias modernas e de ponta. É preciso dedicar a atenção também para os fenômenos, que envolvem o calor, e para as grandezas, que descrevem os estados termodinâmicos, suas medidas, propriedades e suas relações, e os processos de transferência da energia térmica. Esses fenômenos devem ser considerados em problemas e projetos que envolvem consumo e transformação de energia.

EMENTA A disciplina focalizará dois temas básicos: dar-se-á atenção aos tópicos relacionados aos efeitos sofridos pela luz ao incidir sobre um obstáculo, tais como a reflexão, refração, difração e interferências, discutindo temas sobre a natureza da luz visível; visará também o estudo de conceitos básicos da termodinâmica, enfatizando as medições, descrição do movimento de gases, as mudanças de fases, a lei relacionada à transformação da energia mecânica em energia térmica e as máquinas térmicas. Em algumas ocasiões, serão efetuados experimentos em laboratório, associados aos temas teóricos desenvolvidos.

OBJETIVOS GERAIS Que o aluno aprenda os conceitos básicos dos fenômenos da luz, e entenda as duas interpretações teóricas acerca da sua natureza e suas conseqüências práticas, e os conceitos básicos dos fenômenos termodinâmicos, entendendo as questões sobre as transformações da energia e suas aplicações.

36 UNIDADES TEMÁTICAS 1º Parte ∑ Óptica geométrica o Reflexão: Espelhos o Refração: Lentes

36

UNIDADES TEMÁTICAS 1º Parte

Óptica geométrica

o

Reflexão: Espelhos

o

Refração: Lentes

Difração e Interferência da luz

o Comportamento ondulatório da luz, Experiência de Young

Experimentos

o

A reflexão e suas leis

o

A refração e suas leis

Medida do comprimento de onda da luz branca e de um laser – pela técnica de interferência de Young

2º Parte

Temperatura e Teoria Cinética dos Gases

o

Equilíbrio térmico e temperatura, As escalas de temperatura Celsius e Fahrenheit

o

Termômetros a gás e escala absoluta

o

A lei dos gases ideais, A teoria cinética dos gases

Calor e 1ª lei da Termodinâmica

o

Capacidade calorífica e calor específico, Mudança de fase e calor latente

o

A experiência de Joule e a 1ª lei da Termodinâmica, A energia interna de um gás ideal

o

Trabalho e diagrama PV de um gás, Capacidades caloríficas dos gases

2ª lei da Termodinâmica

o

As máquinas térmicas e a 2ª lei da Termodinâmica, A máquina de Carnot

o

A bomba de calor, Irreversibilidade e desordem, Entropia

Propriedades e processos térmicos

o

Expansão térmica, A equação de van der Waals e as isotermas líquido-vapor

o

Diagramas de fase, A transferência de energia térmica

Experimentos

o

Capacidade térmica do calorímetro, Calor específico

o

Transformação isobárica e Transformação isométrica

o

Equivalente mecânico

METODOLOGIA Aula expositiva, aulas em laboratório, transparências, vídeos e exercícios.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA

TIPLER,P. Física, Vol. 1 – Física. 4 a ed, Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda;

2000.

HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER,J.; Fundamentos de Física, Vol. 1 e 2. 4 a ed, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda; 1996. VUOLO, J H : Fundamentos da Teoria de Erros, Editora Edgard Blücher Ltda, São Paulo - 1992.

COMPLEMENTAR NUSSENZVEIG, Moysés. Curso de Física Básica, Vol. 1 - Mecânica. São Paulo:Editora Edgard Blücher Ltda; 1987. SERWAY, R: Física para cientistas e engenheiros, v1, 3ed, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda, Rio de Janeiro - 1992 YOUNG, H D; FREEDMAN, R A : Física I, v1, 10ed, Editora Addison Wesley SA, São Paulo - 2003.

37 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Série:

37

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Série:

3°SEM

Disciplina:

ESTRUTURA DE DADOS I

C/H total:

76

H

Departamento:

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem:

04

H/A

Período:

INT / NOT

JUSTIFICATIVA Sendo propósito da Engenharia da Computação o desenvolvimento de sistemas de computação, o conhecimento de programação é uma das suas partes constituintes. São componentes da programação os algoritmos e as estruturas de dados, de onde origina a necessidade desta disciplina.

EMENTA

A disciplina tem como objetivo estudar a modularização de programas e a estruturação de dados,

desenvolvendo conceitos fundamentais que permitam ao aluno compreender seu papel e sua aplicação na

construção de algoritmos e na solução de diversos problemas computacionais.

OBJETIVOS GERAIS

O principal objetivo da disciplina é levar ao conhecimento do aluno as principais estruturas de dados com

alocação seqüencial e alocação dinâmica, além de introduzir métodos e algoritmos de busca de dados (memória principal). O professor deve introduzir novas técnicas e estruturas de dados (mais complexas) envolvidos no projeto, desenvolvimento e implementações que sirvam a problemas aos quais tais novos elementos se aplicam.

UNIDADES TEMÁTICAS Tipos de dados

- Estruturas

- Ponteiros

Estruturas de dados básicas (conceito e implementação)

- Alocação seqüencial: listas lineares, filas e pilhas

- Alocação dinâmica: listas lineares, filas e pilhas

- Árvores binárias e de busca binárias

METODOLOGIA

A metodologia será baseada na apresentação e implementação dos algoritmos e técnicas associados às

estruturas de dados e aos métodos estudados. Será feito uso da linguagem de programação C como ferramenta de implementação dos algoritmos. Serão desenvolvidos exercícios práticos, onde alguns serão casos práticos nos quais as situações apresentadas permitirão identificação de situações onde as técnicas em ensino possam ser aplicadas.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N.A.C. Algoritmos e Estrutura de Dados. Editora Pioneira , 1975-2004. ZIVIANI, N. Projeto de algoritmos. Editora Pioneira, 2000.

COMPLEMENTAR CORMEN, T.H.; LEISERSON, R.L.; RIVEST, C.S. Algoritmos: teoria e prática. Editora Campus, 2002. KNUTH, D.E. The Art of Computer Programming. Editora Addison-Wesley, 1998. MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C – módulos 1 e 2. Editora Makron Books, São Paulo, 1995. WIRTH, N. Algoritmos e Estruturas de Dados. Ed. Prentice - Hall do Brasil, 1989. DEITEL, H. M. Como programar em C. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

38 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Semestre: 3

38

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Semestre:

3 O SEM.

Disciplina:

CIRCUITOS ELÉTRICOS I

C/Horária total:

76

 

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/Horária sem.:

4H/A

Departamento:

Período:

INT/NOT

JUSTIFICATIVA Para a compreensão dos projetos envolvidos em hardware é necessária uma base sólida em eletricidade e circuitos elétricos. Assim, é imprescindível o estudo de diferentes componentes elétricos e de suas funções dentro de circuitos mais complexos.

EMENTA A partir das bases da eletricidade, abre-se caminho para as diversas técnicas de análise de circuitos submetidos à corrente contínua. Estudo dos transitórios RC e RL. Estudo de circuitos simples submetidos à corrente alternada.

OBJETIVOS GERAIS Fornecer os fundamentos teóricos de circuitos elétricos necessários para o entendimento de projetos eletrônicos.

UNIDADES TEMÁTICAS Técnicas de análise de circuitos de corrente contínua: leis de Kirchhoff, método geral de Kirchhoff, análise de malhas, análise nodal, teorema de Thévenin, teorema de Norton.

Capacitores e indutores: capacitância, associação de capacitores, correntes transitórias no circuito RC, indutância, associação de indutores e correntes transitórias no circuito RL.

Princípios de corrente alternada: formas de onda, freqüência, valor médio, valor eficaz, resistores, capacitores e indutores submetidos à corrente alternada, fasores.

Circuitos Monofásicos: circuitos RLC série, impedância, circuitos em paralelo, admitância, associações de impedância, potência em regime permanente senoidal.

METODOLOGIA Aulas expositivas Atividades experimentais no laboratório Listas de exercícios

ATIVIDADES ACADÊMICAS, CULTURAIS E CIENTÍFICAS Relatórios das atividades experimentais realizadas em laboratório e listas de exercícios para acompanhamento. Tempo estimado para realização das atividades: 12 horas

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da Coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA Johnson, D. E., Hilburn, J. L. e Johnson, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. Rio de Janeiro:

LTC Editora, 2000 (4a edição). Boylestad, R. L. Introdução à análise de circuitos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2000 (10ª edição).

39 COMPLEMENTAR Irwin, J. D. Análise de Circuitos em Engenharia. São Paulo: Pearson Education do

39

COMPLEMENTAR

Irwin, J. D. Análise de Circuitos em Engenharia. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2000. Orsini, L. Q. Curso de Circuitos Elétricos (vol I). São Paulo: Editora Edgard Blücher, 1998. O’Malley, J. Análise de Circuitos. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994 (2a edição).

EDMINISTER, J. A.

BARTKOWIAK, R. A. Circuitos Elétricos. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.

Circuitos Elétricos. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1985.

40 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Semestre:

40

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Semestre:

3º SEM

Disciplina:

MATERIAIS ELÉTRICOS

C/Horária total:

38 HS

 

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/Horária sem:

2 H/A

Departamento:

Período:

INT/ NOT

JUSTIFICATIVA

 

O

estudo de materiais elétricos é de extrema importância para o desenvolvimento do estudante de

engenharia de telecomunicações pelo contato com materiais condutores, dielétricos e semicondutores. Atualmente, os materiais semicondutores são a base da transmissão de informações por Lasers e fibras ópticas, trazendo vantagens em relação a utilização de cabos coaxias de cobre.

EMENTA Estudo qualitativo e quantitativo dos fenômenos elétricos e magnéticos. Apresentação das características ópticas, magnéticas e da condução elétrica em sólidos. Estudo de dispositivos semicondutores simples.

OBJETIVOS GERAIS Familiarizar o estudante de engenharia com materiais elétricos e magnéticos com relação a armazenamento e transmissão de informação. Dar uma visão dos materiais elétricos usuais mais empregados para a finalidade descrita acima. Colocar o estudante em contato com a mais recente tecnologia de transmissão por fibras ópticas.

UNIDADES TEMÁTICAS

1.

Ondas Mecânicas.

2.

Efeito fotoelétrico

3.

Dualidade Onda-Partícula: Efeito Compton.

4.

Modelo Atômico de Bohr

5.

Funções de Onda e Sólidos Cristalinos

6.

Bandas de Energia: Metais, Isolantes e Semicondutores

9.

Junção PN e Transistor.

10. Materiais dielétricos

11. Materiais magnéticos.

12. Fotodetetores:

13. Materiais Ópto-Eletrônicos: Fibra óptica e LED e Lasers.

METODOLOGIA Aulas expositivas em sala de aula avaliadas por provas semestrais PS e finais EF. Listas de exercícios como reforço. Apresentação de seminários avaliadas por argüições PO.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do

regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005

da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

41 BIBLIOGRAFIA BÁSICA REZENDE, Sérgio M: Materiais e Dispositivos Eletrônicos, Editora Livraria da Física, São

41

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA REZENDE, Sérgio M: Materiais e Dispositivos Eletrônicos, Editora Livraria da Física, São Paulo, 2ed - 2004. SERWAY, A Raymond: Física para Cientistas e Engenheiros: Física Moderna, Rio de Janeiro, Editora RTC, v4 -1992.

COMPLEMENTAR BEISER, Arthur: Conceitos de Física Moderna, Editora Polígono, São Paulo - SP – 1969. SCHMIDT, W: Materiais Elétricos, v1 e v2, 2ed, Ed Edgard Blücher Ltda, São Paulo, 1979. TIPLER, P A: Física para cientistas e engenheiros, 4 ed LTC Editora SA, v3 , 2000. NUSSENZVEIG, H M: Curso de Física Básica: Eletromagnetismo.

42 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Semestre:

42

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Semestre:

4º SEM

Disciplina:

ELETRÔNICA

C/H total:

76 HS

 

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem:

4 H/A

Departamento:

Período:

INT / NOT

JUSTIFICATIVA Conhecer o princípio de funcionamento de alguns componentes semicondutores é de grande importância na formação do Engenheiro da Computação tanto para a compreensão do funcionamento dos principais módulos computacionais quanto para o uso em projetos de circuitos eletrônicos diversos, inclusive os controlados por software.

EMENTA Esta disciplina estabelece conceitos e projetos de circuitos com diodos e transistores (TBJ e FET) preparando o aluno para eletrônica digital.

OBJETIVOS GERAIS Estudar e entender os principais componentes semicondutores tais como os diodos e transistores, bem como conhecer exemplos de suas aplicações em circuitos eletrônicos analógicos e digitais.

UNIDADES TEMÁTICAS Diodos

O diodo ideal x diodo real

Análise de circuitos com diodos Diodo Zener

Circuitos retificadores Transistor Bipolar de Junção

Introdução

Estrutura física e modo de operação Operação do transistor no modo ativo

O transistor como amplificador

Análise gráfica

Polarização

Configurações básicas

O transistor como chave

Transistor de efeito de campo

Tipos de Transistores

O

FET de Junção

O

FET Tipo Depleção

O

FET tipo Enriquecimento e Polarização do FET

METODOLOGIA Aulas Expositivas Aulas práticas Trabalhos de aprendizagem em equipe realizados em laboratório

ATIVIDADES ACADÊMICAS, CULTURAIS E CIENTÍFICAS Relatórios das atividades experimentais realizadas em laboratório e listas de exercícios para acompanhamento. Tempo estimado para realização das atividades: 12 horas.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da Coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

43 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos . 8ª

43

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 8ª Edição. São Paulo: Pearson Prentice-Hall do Brasil, 2004. CIPELLI, Antonio M. V.; MARKUS, Otávio, SANDRINI, Waldir. Teoria e Desenvolvimento de Projetos de Circuitos Eletrônicos. 18ª Edição. São Paulo: Érica, 2001.

COMPLEMENTAR MALVINO A. P. Eletrônica V.1. 4ª Edição. São Paulo: Makron Books, 1997. MALVINO A. P. Eletrônica V.2. 4ª Edição. São Paulo: Makron Books, 1995. SEDRA, Adel S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 4ª Edição. São Paulo: Makron Books, 2000. 1270 p. MARQUES, Ângelo E. B., CRUZ, Eduardo C. A., CHOUERI, Salomão Jr. Dispositivos Semicondutores:

Diodos e Transistores. São Paulo: Érica, 1996.

44 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Série: 4º

44

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Série:

4º SEM

Disciplina:

PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA

C/H total:

38 HS

Departamento:

CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem.:

02/H/A

Período:

NOT.

JUSTIFICATIVA A disciplina Estatística, além de uma disciplina de apoio às diversas áreas profissionais, ela tem como finalidade orientar o profissional em suas decisões. Muitas decisões são tomadas com base em informações numéricas; no entanto, é preciso considerar, os números não “falam por si mesmos”. Precisam ser organizados, discutidos e interpretados. Então, a Estatística pode ser vista como um conjunto de métodos e processos quantitativos que serve para estudar fenômenos coletivos, que ajudam na tomada de decisões quando fornecem condições de incerteza. Por esta razão, todo profissional deve adquirir algum conhecimento de Estatística para tomar uma decisão consciente e dentro de uma certa precisão, quando tiver à sua disposição informações numéricas, ou seja, dados estatísticos. É, também, importante adquirir noções da teoria de probabilidades para auxiliar no desenvolvimento do conceito da incerteza presente em toda a pesquisa que envolva um resultado casual.

EMENTA Estudo de métodos estatísticos para análise descritiva de diferentes tipos de dados, unidimensional e bidimensional, ressaltando a apresentação e interpretação dos resultados e noções da teoria de probabilidades destinadas ao entendimento da incerteza oriunda de fenômenos aleatórios.

OBJETIVOS GERAIS Preparar o aluno no sentido de utilizar os conhecimentos obtidos no processo de aprendizagem, a raciocinar, a analisar, a utilizar estes conhecimentos básicos de Estatística no campo profissional, e nas disciplinas que darão segmento ao curso. Procurar desenvolver no aluno a capacidade de realizar pesquisas utilizando os recursos de Estatística e proporcionar a ele condições de continuar seus estudos em nível de pós-graduação.

45 UNIDADES TEMÁTICAS ESTATÍSTICA 1) FASES DO MÉTODO ESTATÍSTICO ∑ Coleta de dados ∑ Dados

45

UNIDADES TEMÁTICAS ESTATÍSTICA 1) FASES DO MÉTODO ESTATÍSTICO

Coleta de dados

Dados brutos

Rol

Crítica dos dados

Apuração dos dados

Apresentação dos dados

População e amostra

Tipos de amostragem

Tipos de Variáveis

Dados agrupados e não agrupados

2) DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA

Amplitude total

Número de classes

Intervalo e amplitude de classe

Ponto médio da classe

Freqüência absoluta, relativa simples, percentual e acumulada

3) MEDIDA DE POSIÇÃO, DE TENDÊNCIA CENTRAL E SEPARATRIZES

Média

Média Ponderada

Mediana

Quartil

Decil

Percentil

4) MEDIDAS DE DISPERSÃO

Variância

Desvio padrão amostral e populacional

Coeficiente de variação

5) ANÁLISE BIDIMENSIONAL

Noções de análise bidimensional

6) PROBABILIDADE

Noções de probabilidade

METODOLOGIA O curso desenvolver-se-á basicamente através de aulas expositivas e de exercícios para introduzir, sintetizar e integrar os assuntos pertinentes ao programa. São discutidos, também, vários pontos dentro da área de Engenharia de Computação a aplicabilidade da Estatística. Os alunos no decorrer do curso elaboram projetos de pesquisa, muitas vezes utilizando dados da própria empresa onde já trabalham, onde são aplicados os conceitos básicos da Estatística Aplicada.

AVALIAÇÃO Conforme Regimento da Instituição e do Colegiado.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA CRESPO, A. A. Estatística Fácil. 17 a ed. São Paulo: Ed. Saraiva, 2001. BUSSAB, W. O. e MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 5 a ed., São Paulo: Ed. Saraiva, 2003 - 2005. SILVA, ERMES M., SILVA, ELIO M., GONÇALVES V., MUROLO, A. C. Estatística para os cursos de:

Economia, Administração e Ciências Contábeis. 3 a ed. V.1, São Paulo: Ed. Atlas S.A., 1999.

COMPLEMENTAR COSTA, S. F. Introdução ilustrada à Estatística. São Paulo: Ed. Harbra, 1998.

46 TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística . 7 a ed., Rio de Janeiro: Ed.

46

TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 7 a ed., Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1999. FREUND, J. E., SIMON, G. A. Estatística Aplicada Economia, Administração e Contabilidade. 9 a ed., Porto Alegre: Ed. Bookman, 2004. LEVINE, D. M., BERENSON, M. L., STEPHAN, D. Estatística: Teoria e Aplicações usando Microsoft Excel em Português. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2000. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3 a ed., São Paulo: Ed. Makron, 1994. SILVER, M. Estatística para Administração. São Paulo: Ed. Atlas S.A., 2000. OLIVEIRA, P. L. COSTA NETO. Estatística. 2 a ed. São Paulo: Ed. Edgard Blücher LTDA, 2002. FONSECA, J. S., MARTINS, G. A. Curso de Estatística. 4 a ed., São Paulo: Ed. Atlas S.A., 1996. 6ª Ed MORETTIN, L. G. Estatística básica: Probabilidade. 6 a ed., São Paulo:

Ed. McGraw Hill, 1999.V. 1 2004 V.2 7ª ed LEVIN, J. Estatística Aplicada a Ciências Humanas. 2 a ed., São Paulo: Ed. Harbra, 1987. STEVESON, W. J. Estatística Aplicada à Administração. São Paulo: Ed. Harbra, 1986. LOPES, P. A. Probabilidades e Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2001. MAGALHÃES, M. N. Noções de Probabilidade e Estatística. 4ª.ed. São Paulo: EDUSP, 2002. 5ª MONTGOMERY,D.C.; RUNGER,G.C. Estatística aplicada e Probabilidade para Engenheiros, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2003. BARBETTA, P.A.; REIS, M. M.; BORNIA, A. C. Estatística para cursos de Engenharia e Informática. São Paulo: Atlas, 2004.

47 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO Curso: ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Série: 4

47

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO

Curso:

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

Série:

4 o SEM

Disciplina:

MECÂNICA GERAL

C/H total:

76

H

Departamento:

CIENCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H sem:

04

H/A

Período:

MAT / NOT

JUSTIFICATIVA A Mecânica Geral é fundamental na formação básica de um engenheiro, seja qual for sua especialidade, pois ela fornece os conceitos e ferramentas fundamentais para a solução de problemas, projetos e implementação de alguns sistemas em Engenharia, notadamente na Engenharia de Computação.

EMENTA A disciplina visa o estudo dos principais conceitos básicos da mecânica, com especial ênfase no equilíbrio estático e dinâmico dos sólidos rígidos no plano, casos particulares de equilíbrio em três dimensões e fazer aplicações desses conceitos em problemas relativos à área de engenharia.

OBJETIVOS GERAIS Que o aluno aprenda os conceitos básicos da mecânica aplicando os conceitos de equilíbrio estático e dinâmico na resolução de problemas vinculados à engenharia, permitindo o cálculo analítico total ou parcial das diferentes componentes de um projeto nesta área do conhecimento.

UNIDADES TEMÁTICAS Princípios e conceitos fundamentais Grandezas e sistemas de unidades Adição, produto escalar e vetorial de dois vetores, lei dos senos, lei dos cosenos

Estática dos Pontos Materiais Força como uma grandeza vetorial Forças no plano, resultante de duas forças Equilíbrio de um ponto material

Equilíbrio de Corpos Rígidos Definição de Momento de uma Força Momento de uma força em relação a um ponto e a um eixo Diagrama de corpo livre Tipos de vínculos Classificação de estruturas

Cinemática de Corpos Rígidos Movimento Curvilíneo de um ponto material Vetor de posição, velocidade e aceleração Rotação em torno de um eixo fixo Equações que definem a rotação de um corpo rígido em torno de um eixo fixo

Movimento Plano Geral Velocidade Absoluta e Relativa no Movimento Plano Aceleração Absoluta e Relativa no Movimento Plano Centro Instantâneo de Rotação

Dinâmica dos Corpos Rígidos no Plano Método da 2ª Lei de Newton Equilíbrio dinâmico de corpos rígidos no plano Diagrama de corpo livre no equilíbrio de corpos rígidos ligados Método do Trabalho e Energia Método do Impulso e a Quantidade de Movimento

48 METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas, com utilização de recursos áudio visuais e exemplos reais, exercícios

48

METODOLOGIA Aulas teóricas expositivas, com utilização de recursos áudio visuais e exemplos reais, exercícios resolvidos e propostos. Aulas práticas para realização de trabalhos individuais ou em grupo para serem iniciados em classe e concluídos em casa.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. JR., Mecânica Vetorial para Engenheiros, Estática (vol. I), Cinemática e Dinâmica (Vol. II), McGraw-Hill, 5 a edição, São Paulo, 1994.V.1 /V.2 1973 V.2 1984

COMPLEMENTAR

KAMINSKI, P. C., Mecânica Geral para Engenheiros, Editora Edgard Blücher Ltda., 1 a Edição, São Paulo,

2000.

49 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO   Curso: Série:

49

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

 

Curso:

Série:

4SEM

Disciplina: ESTRUTURAS DE DADOS II Departamento: CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H total:

76 HS 04 H/A INT / NOT

C/H sem.:

Período:

JUSTIFICATIVA Com o desenvolvimento das técnicas de programação de computadores, a programação orientada a objetos passou a ser um dos elementos essenciais para o desenvolvimento de programas computacionais, portanto a disciplina é indispensável para a formação de um engenheiro de computação.

EMENTA A disciplina estuda os elementos da programação orientada a objetos, revendo os conceitos básicos e evoluindo até os aspectos mais avançados, buscando levar o aluno a compreendê-la em profundidade, bem como sua aplicabilidade em problemas concretos. Ainda, através do uso intensivo de exercícios e laboratórios, a disciplina trabalha os aspectos práticos necessários à formação do aluno.

OBJETIVOS GERAIS Apresentar e discutir os conceitos da programação orientada a objetos e suas aplicações. Resolver problemas concretos, através da implementação de sistemas que trabalhem todos os aspectos discutidos.

UNIDADES TEMÁTICAS

1.

Introdução a Objetos e Classes

-

Usando e construindo objetos

-

Variáveis de objeto

-

Campos de instância

-

Construtores

-

Interface pública de uma Classe

2.

Herança (Generalização)

-

Hierarquia de herança

-

Construção de Subclasse

-

Controle de Acesso

3.

Interfaces e Polimorfismo

-

Sobrecarga

-

Polimorfismo

-

Reutilização

4.

Tópicos avançados

-

Classes abstratas

-

Tratamento de exceções

METODOLOGIA Aulas expositivas e teóricas. Aulas práticas em laboratório. Exercícios para resolução em sala e extra-classe.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

50 BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. Pearson Education do

50

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. Pearson Education do Brasil, 2005.

COMPLEMENTAR PREISS, B. R. Estruturas de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a objetos em Java. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 2000. Horstmann, C. S.; Cornell, G. Core Java 2 – Volume 1 - Fundamentos. Ed. Makron Books, 2001. Winblad, A. L. Software orientado a objeto. Makron Books, 1993. Meyer, Bertrand, Object-oriented Software Construction, Prentice-Hall International Series in Computer Gamma, Erich, Helm, Richard, Johnson, Ralph, Vlissides, John, Design Patterns, 1995. Ambler, Scott W., Análise e Projeto Orientados a Objeto, Volume 2, IBPI Press, Livraria e Editora Infobook S.A., 1998.

51 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO   Curso: Série:

51

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

 

Curso:

Série:

4SEM

Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV Departamento: CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS / ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

C/H total:

76 HS 04 H/A INT / NOT

C/H sem.:

Período:

JUSTIFICATIVA

A disciplina de Cálculo IV é o último de uma seqüência de quatro cursos semestrais de Cálculo Diferencial e

Integral para o curso de Engenharia de Computação. Tais disciplinas se justificam naturalmente em um curso

de Engenharia por fornecerem aos estudantes destes cursos um desenvolvimento apropriado do raciocínio matemático e conhecimento de conceitos, ferramentas e métodos analíticos para o entendimento, modelagem e resolução (ou a “melhor” aproximação da solução) dos diversos problemas concernentes ao seu curso, seu futuro dia-a-dia profissional e/ou nas eventuais atividades de pesquisa, extensão ou pós- graduação que este estudante venha a desenvolver.

EMENTA

A disciplina aborda as equações diferenciais ordinárias (EDO), estudando com maior detalhe as EDO de 1 a -

ordem em geral e as de 2 a -ordem lineares. Tais equações servem de base para a modelagem e resolução analíticas dos principais problemas clássicos da Engenharia e da Física e, mais geralmente, de fenômenos que evoluem no tempo, geralmente encontrados na economia, biologia, ecologia, etc. A partir deste estudo básico, o estudante está preparado para o eventual estudo de EDO’s de ordem mais alta. Entre os métodos analíticos para a resolução destas equações, deve se destacar o estudo das Transformadas de Laplace, muito importantes para a resolução das EDO’s e também para outras disciplinas do curso, como sistemas de controle. Como tópico opcional, a disciplina pode também abordar os sistemas de equações lineares e o problema de estabilidade da solução.

OBJETIVOS GERAIS

A disciplina tem como objetivo principal fornecer ao estudante do curso técnicas e ferramentas específicas

para a modelagem e resolução analíticas dos vários problemas relativos á sua área. Estes problemas são principalmente aqueles que abordam fenômenos que exijam um modelo matemático que envolva variáveis reais (ou contínuas), como, por exemplo, quantidades que variam com o tempo.Para tal, utiliza os tipos de raciocínio e conceitos fundamentais desenvolvidos nas disciplinas anteriores de Cálculo e de Física.

UNIDADES TEMÁTICAS

Considerações gerais sobre EDO’s; conceito de solução de uma EDO.

EDO’s de 1 a -ordem: EDO’s a variáveis separáveis, homogêneas e lineares e suas aplicações.

EDO’s de 2 a - ordem lineares, a coeficientes constantes e homogêneas e suas aplicações.

A Transformada de Laplace: definições, propriedades básicas, a integral de convolução, as funções degrau unitário e impulso.

Aplicações da transformada de Laplace no estudo das EDO’s lineares homogêneas e não homogêneas.

METODOLOGIA Aulas expositivas. Dinâmica de grupos. Exercícios em sala de aula e extra classe. Aulas de Reforço e de Revisão.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

52 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ZILL,D.G.; CULLEN,M.R. Equações Diferenciais , vols I e II. 3 a -

52

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA ZILL,D.G.; CULLEN,M.R. Equações Diferenciais, vols I e II. 3 a - Edição; Ed. Makron, São Paulo 2001. BOYCE, W.E.;DIPRIMA,R.C.; Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno; 7 a - edição Ed. LTC,Rio de Janeiro 2003.

COMPLEMENTAR STEWART, J.; Cálculo, vol II; 4 a - edição, Ed. Thomson , São Paulo 2001. SWOKOWSKI,E.W. Cálculo com Geometria Analítica. vol II 2 a Edição, Ed. Makron, São Paulo 1995.

53 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO INGLÊS TÉCNICO  

53

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO INGLÊS TÉCNICO

 

Curso:

 

Série:

4°SEM

Disciplina:

C/H total:

38 H/S 02 H/A MAT / NOT

Departamento:

CIENCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

JUSTIFICATIVA

A

disciplina Inglês Técnico, como um todo, procura levar o aluno a desenvolver meios de ler e consultar os

diversos tipos de textos relacionado à área em que deverá atuar. Por se tratar de uma língua universal, na

qual qualquer área de ciência e de tecnologia está baseada, torna-se importante o domínio desta por alunos

e

profissionais de áreas técnicas, quaisquer que sejam. No entanto, para alunos e profissionais da área de

Computação, o domínio da língua inglesa torna-se imprescindível, pois, do mais simples comando do computador, até os mais sofisticados programas, está a presença inevitável desta língua. Portanto, a disciplina Inglês Técnico para a área de Computação deverá propiciar condições favoráveis para os futuros profissionais adquirirem e ampliarem seus conhecimentos em cada um de seu campo de atuação.

EMENTA

Apresentar aspectos linguísticos da língua inglesa tais como : estruturas gramaticais, lexicais, morfológicas

e discursivas direcionadas à área de computação para o desenvolvimento do pensamento e da linguagem

tendo como ferramenta auxiliar o conhecimento, já desenvolvido e sedimentado pelo aprendiz, de aspectos socioculturais adquiridos através da sua vivência e principalmente, tendo como suporte , seus conhecimentos em língua materna.

OBJETIVOS GERAIS

O objetivo do curso é desenvolver a capacidade de leitura de textos técnicos, escritos em língua inglesa,

para a área da computação. Será desenvolvida a habilidade de abordar e interpretar os textos como um todo e/ou detalhes relevantes dos mesmos.

UNIDADES TEMÁTICAS Contextos linguísticos Níveis de leitura Compreensão geral, de partes específicas e detalhadas de textos Estudo do léxico Palavras relevantes para a compreensão de textos Estudo Morfológico Os identificadores de funções e de formação de significados Relações Sintagmáticas Sintagmas nominais e verbais Aspectos verbais com funções verbais e adjetivais Aspectos Semânticos Coesão e coerência Estudo da estrutura do texto Lay out – título, subtítulo, divisão do parágrafo Idéia central do parágrafo Marcadores de discurso Contextos não linguisticos Aspectos tipográficos do texto Ilustrações, gráficos, tabelas e diagramas Leitura de numerais, decimais, frações, porcentagens, símbolos matemáticos

METODOLOGIA

O método a ser usado será o Inglês Instrumental que proporciona técnicas e estratégias de leitura em língua

inglesa que funcionam como facilitadores e habilitam os aprendizes à leitura de textos, propiciando a

dedução de significados e a compreensão do sentido.

54 Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos

54

Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA ESTERAS, Santiago Remacha (2001) Infotech-English for computer users . Second Edition (Cambridge University Press GLENDINNG, Eric H. McEwan, John (1999 - 2002) Basic English for Computing. Oxford: Oxford University Press CRUZ, DÉCIO TORRES (2003) Inglês.com.textos para informática Editora Disal

COMPLEMENTAR

GALANTE, Terezinha Prado; POW, Elizabeth. Inglês para processamento de dados. São Paulo: Atlas,

1996.

DICIONÁRIOS ARAÚJO, Regina Borges, SANTOS, Antônio Carlos (1993) Dicionário Prático de Informática. São Paulo Edições Melhoramentos – Traduzido e Atualizado GENNARI, Maria Cristina (1999) Mini Dicionário de Informática – 3 edição – Editora Saraiva MICHAELIS – vol 1 Inglês-Português – vol. 2 Português-Inglês.São Paulo. Edições Melhoramentos 1993 NOVO MICHAELIS – Inglês-Português: Dicionário Ilustrado – São Paulo. Edições Melhoramentos. 1973

55 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO   Curso:  

55

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

 

Curso:

 

Série:

5 º SEM

Disciplina: REDES DE COMPUTADORES I

 

C/Horária total:

76 H 4 H/A MAT / NOT

 

CIENCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/Horária sem.:

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

JUSTIFICATIVA Devido à grande necessidade de interconexão de sistemas computacionais abertos nos dias atuais, é de extrema importância que o profissional de Engenharia de Computação tenha pleno conhecimento das capacidades e necessidades de interconexão de computadores em ambientes de redes locais e ambientes geograficamente dispersos e distribuídos.

EMENTA Introdução aos conceitos fundamentais da comunicação de dados, além de forte conceituação de infra- estruturas, protocolos, padrões e arquiteturas do ambiente de redes locais, redes metropolitanas e redes WAN.

OBJETIVOS GERAIS Oferecer aos alunos sólidos conhecimentos sobre os princípios fundamentais da comunicação de dados, do teleprocessamento e das redes de computadores, bem como seus modelos, padrões, arquiteturas e protocolos.

UNIDADES TEMÁTICAS INTRODUÇÃO À COMUNICAÇÃO DE DADOS Histórico da evolução das telecomunicações e das redes de computadores Introdução e Princípios Fundamentais de comunicação de dados Topologias de Redes – LANs, MANs e WANs

ARQUITETURAS E PADRÕES – VISÃO GERAL Arquitetura de redes – Conceitos fundamentais e órgãos internacionais de padronização Visão geral do modelo de referência ISO/OSI Dispositivos e componentes básicos de uma rede

MODELO OSI - NÍVEL FÍSICO Meios Físicos para Transmissão de dados Tipos de Ligações ao Meio Físico Introdução à Instalação Física e Cabeamento Estruturado

MODELO OSI – NÍVEL DE ENLACE Comutação de Pacotes Acesso ao Meio Compartilhado Controle de Erros e de Fluxo Problemas associados à transmissão de dados

TECNOLOGIAS DE REDE Tecnologias de Redes LAN: Ethernet, Token-Ring e outras Tecnologias de Redes WAN: PPP, X25, Frame-Relay e outras

56 METODOLOGIA Conduzida por intermédio de aulas expositivas teóricas em ambientes de salas de aulas

56

METODOLOGIA Conduzida por intermédio de aulas expositivas teóricas em ambientes de salas de aulas com recursos audiovisuais.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de duas provas e trabalhos complementares. Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia de Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA Forouzan, B. A., Comunicação de Dados e Redes de Computadores, 2 a ed., Porto Alegre: Bookman, 2006.

COMPLEMENTAR

Soares, L. F. do G. et alli, Rede de computadores: das LANs, MANs e WANs às redes ATM, Rio de Janeiro:

Campus, 1995 Tanenbaum, A. S., Redes de Computadores, Rio de Janeiro: Campus, 1997. Comer, D., Redes de Computadores e Internet: Abrange transmissão de dados, ligação inter-redes e web, Porto Alegre: Bookman, 2001. Kurose, J.; Ross, K. W., Redes de Computadores e a Internet - Uma Nova Abordagem, São Paulo: Pearson,

2006

57 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO DE

57

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO DE SINAIS

 

Curso:

 

Série:

5º SEM 38 H/S 02 H/A MAT / NOT

Disciplina:

C/H total:

CIENCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem.:

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

JUSTIFICATIVA As comunicações de dados são a base para a disciplina Redes de Computadores, que por sua vez desempenham um papel central nos sistemas computacionais atuais. Portanto é indispensável que um profissional de engenharia de computação domine os fundamentos teóricos da área e possua uma visão panorâmica das tecnologias disponíveis.

EMENTA Conceitos fundamentais da área de telecomunicações (sinais, domínio das freqüências, função de transferência, filtros, multiplexação, modulação, banda, meios, teoria da informação, digitalização) e uma visão das principais tecnologias de transmissão analógica (AM, FM, PM), digital (PCM, Delta, DPCM, ASK, FSK, PSK, QAM, espalhamento espectral) e de telefonia celular (TDMA, CDMA e GSM).

OBJETIVOS GERAIS Aquisição de conhecimentos relativos aos conceitos fundamentais da teoria de comunicação de dados e às tecnologias associadas.

UNIDADES TEMÁTICAS Conceitos fundamentais Sinais: conceito, classificação e tipos básicos Série e Transformada de Fourier – domínio espectral e propriedades fundamentais Sistemas Lineares: propriedades e função de transferência Filtragem ideal e real Multiplexação: TDM e FDM Conceito e tipos de modulação Comunicação analógica:

Modulação em Amplitude (AM) e variantes Modulação em Freqüência (FM) e em Fase (PM) Digitalização de sinais analógicos:

Modulação pulsada: PAM, PWM e PPM Codificação PCM, Delta e DPCM Comunicação digital:

Introdução à teoria da informação Transmissão em banda base: RZ, NRZ, Unipolar, Polar, Bipolar e Manchester Modulação digital: ASK, FSK e PSK Codificação M-ária: multinível e multifase; Modulação em quadratura Modulação por espalhamento espectral Visão geral dos sistemas de telefonia celular

METODOLOGIA Apresentação do conteúdo programático através de aulas expositivas em sala de aula, da apresentação e resolução de exercícios durante as aulas e de listas de exercícios trabalhadas individualmente pelos alunos em horário alternativo.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de duas provas que poderão incluir pontuação referente a exercícios, trabalhos e seminários. Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

58 BÁSICA FOROUZAN, B. A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores , 3 a

58

BÁSICA FOROUZAN, B. A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores , 3 a ed., Porto Alegre: Bookman, 2006, 840p. RUSCHEL, O. T. Princípios da Comunicação Digital. 1 a ed., Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996, 223p. HAYKIN, S. Sistemas de Comunicação: Analógicos e Digitais. 4 ª ed., Porto Alegre: Bookman, 2004, 837p.

COMPLEMENTAR

LATHI, B. P. Sistemas de Comunicação. 1 ª ed., Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois, 1987, 401p. ALENCAR, M. S. Sistemas de Comunicações. 1 a ed., São Paulo: Erica, 2001, 304p. BERNAL, P. S. M. Comunicações Móveis: Tecnologias e Aplicações. São Paulo: Erica, 2002. LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems. 3 ª ed., IE-Oxford, 1998, 782p.

PROAKIS, J. G. Communications Systems Engineering. 2

ZIEMER, R. E., TRANTER, W.H. Principles of Communication. 5 ª ed., Wiley Text Books, 2002, 648p.

ª

ed., New Jersey: Prentice Hall, 2002, 816p.

59 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO MECÂNICA DOS SOLIDOS CIENCIAS

59

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO MECÂNICA DOS SOLIDOS CIENCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS /

 

Curso:

Série:

5º SEM

Disciplina:

C/H total:

38 H/S

C/H sem:

02 H/A

Departamento:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS Período: MAT / NOT

JUSTIFICATIVA A Mecânica dos Sólidos estuda o comportamento das estruturas mecânicas, que são os esqueletos que suportam os objetos do nosso mundo físico real, considerando as deformações provocadas por cargas que elas suportam. São, por isso, essenciais em quase todas as realizações concretas: de parafusos a máquinas complexas; de tijolos a arranha-céus; de barras de ferro a pontes; de automóveis a aviões; de foguetes a estações espaciais; de placas de circuito impresso a computadores; de dispositivos nos micro-sistemas a dispositivos nos sistemas. É uma disciplina central na formação do engenheiro e, por isso, obrigatória em quase todas as modalidades da Engenharia. Os conceitos introdutórios sobre o comportamento das estruturas, isto é, entender como a estrutura e seus componentes transferem os esforços, resistem e se deformam, propiciarão uma base para cursos mais avançados sobre o tema, bem como para atividades de projeto e análise de sistemas estruturais e seus componentes.

EMENTA Conceitos fundamentais de resistência dos materiais, como tensão e deformação, submetidas a tração, compressão, cisalhamento, dobramento, flexão, embutimento, torção, elasticidade e plasticidade. Elementos

definidores, como coeficiente de Poisson, força cortante (ou de cisalhamento), momentos fletores e de inércia e momento de um binário. Tipos de ensaio, como Brinell, Rockwell e Vickers, fluência, resistência à fadiga e

ao impacto e de temperatura.

OBJETIVOS GERAIS O objetivo principal é o estudo do comportamento de corpos submetidos a solicitações
OBJETIVOS GERAIS
O objetivo
principal é
o
estudo
do
comportamento
de
corpos
submetidos
a
solicitações
quaisquer,
determinando-se os esforços internos, os estados de tensão e deformação e de tensão.

UNIDADES TEMÁTICAS Introdução à Mecânica dos Sólidos Tensões e Deformações Diagrama Tensão Deformação: Elasticidade, Plasticidade, Lei de Hooke e Coeficiente de Poisson Propriedades Mecânicas dos Materiais Tração, Compressão e Cisalhamento Dobramento, Flexão, Embutimento, Dureza, Fluência, Fadiga, Impacto Torção: Binário, Momento de um Binário, Torque, Deformações de Torção em Barras Circulares, Torção Não-Uniforme, Tensões e Deformações durante a Torção de uma Barra, Membros de Torção Estaticamente Indeterminados Análise de Tensões e de Deformações Tensões e Deformações em Vigas Tensões e Deformações em Colunas (Pilares)

METODOLOGIA Aulas expositivas, com exercícios em sala de aula e listas de exercício extra-sala.

AVALIAÇÃO

As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais

poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

60 BIBLIOGRAFIA BÁSICA Gere, J.M., Mecânica dos Materiais, São Paulo: Thomson, , 2003. COMPLEMENTAR Timoshenko,

60

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA Gere, J.M., Mecânica dos Materiais, São Paulo: Thomson, , 2003.

COMPLEMENTAR Timoshenko, S.P., Mecânica dos sólidos Vol 1 e Vol 2, Rio de Janeiro: LTC , 1994

Chemello, A., Mecânica dos Sólidos, Porto Alegre: Ed. do Professor Gaúcho, [19--] Hibbeler, R.C., Resistência dos materiais, São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2004 Nash, W.A., Resistência dos materiais: resumo da teoria, problemas resolvidos, problemas propostos, São Paulo: McGraw-Hill , 1977 Felbeck, D.K., Introdução aos mecanismos de resistência mecânica, Edgard Blucher, EDUSP, Sao Paulo,

1971.

61 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO MATEMÁTICA DISCRETA  

61

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO MATEMÁTICA DISCRETA

 

Curso:

Série:

5º SEM 38 HS 02 H/A MAT / NOT

Disciplina:

C/H total:

EXATAS E TECNOLÓGICAS

C/H sem:

Departamento:

Período:

JUSTIFICATIVA A disciplina visa introduzir aos alunos os conceitos da matemática discreta, base dos processos envolvidos na área da computação e importante ferramenta de modelagem de alguns problemas da engenharia, fornecendo condições de uma melhor compreensão dos problemas e das soluções apresentadas nas áreas envolvidas.

EMENTA A disciplina aborda aspectos introdutórios de Matemática Discreta. Uma introdução as Teoria dos Conjuntos e das Relações é apresentada para servir de fundamentação para os demais tópicos. Conceitos fundamentais de Teoria dos Grafos tais como: conexidade, algoritmos de busca, árvores, grafos eulerianos, coloração e planaridade, são introduzidos em virtude de sua importância como ferramenta de modelagem para diversos problemas encontrados na prática. A Teoria dos Números é estudada com o intuito de apresentar ao aluno noções de Criptografia, em particular, é apresentado o RSA e o método de Rabin.

OBJETIVOS GERAIS Apresentar os conceitos fundamentais da matemática discreta como base para o desenvolvimento de alguns tópicos de vital importância para a ciência da computação tais como: linguagens formais, máquinas de estados finitos, criptografia e compiladores; assim como fornecer ao aluno ferramentas adequadas para modelagem de problemas comumente encontrados na engenharia.

UNIDADES TEMÁTICAS Operações com Conjuntos: união, intersecção, complementação, diferença. Listas: contagem, permutações e combinações. Relações: propriedades, relações de equivalência e partições, relações de ordem. Teoria dos grafos: conexidade, busca em largura e profundidade, árvores, grafos eulerianos, coloração e planaridade. Teoria dos números e criptografia

METODOLOGIA Aulas expositivas, com exercícios em sala de aula e listas de exercício extra-sala.

AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação.

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA GERSTING, J. L. ;Fundamentos Matemáticos para Ciência da Computação ,4aEd., 2001- São Paulo, Ed. LTC CORMEN,T.H., RIVEST,R.L; LEISERSON,C.E; STEIN,C.; Algoritmos – Teoria e Prática, 2002 – São Paulo, Ed.Campus

COMPLEMENTAR KOLMAN.B.,BUSBY,R.C,ROSS,S.C.; Discrete Mathematical Structures, 4aEd., 2000 – New Jersey, Ed. Prentice-Hall

62 UNIFIEO PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ASPECTOS SOCIAIS E ÉTICOS DA

62

UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ASPECTOS SOCIAIS E ÉTICOS DA COMPUTAÇÃO

 

Curso:

 

Série:

5º SEM 38 HS 02 H/A MAT / NOT

Disciplina:

C/H total:

Departamento:

CIENCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS

/

C/H sem:

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Período:

JUSTIFICATIVA

A

Disciplina objetiva instrumentalizar o aluno para a reflexão de questões ligadas ao pensamento

tecnoburocrata atual, despertando a consciência para a necessidade de reflexão constante em torno de

uma prática que ideologia os processos de informatização como a forma de melhorar a economia, a cultura,

a

vida em sociedade. Objetiva também o despertar do aluno para um aprimoramento cultural e moral

permanentes, tornando-o consciente e disposto a uma reflexão teórica constante sobre sua prática, o que

redunda no questionamento e criação de um posicionamento ético pessoal.

 

EMENTA

As diferentes perspectivas requeridas por esta disciplina (administração, economia, ciência da computação,

sociologia, filosofia e antropologia) demonstram as dimensões das complexas mudanças associadas com a informatização. Dessa forma a disciplina, com um enfoque multidisciplinar, faz um contraponto à ideologia tecno-utópica dominante que afirma que processos de informatização são necessariamente associados com melhoras de desempenho econômico, cultural, social e político nas organizações e nas sociedades. Esta visão, que serve aos interesses de pequenos grupos, precisa ser substituída por outra – baseada em pesquisa científica e renovada reflexão teórica.

OBJETIVOS GERAIS

A Disciplina pretende contribuir para a formação cultural, teórica, moral e ética dos alunos.

A Disciplina busca analisar, reflexiva e criticamente, os fundamentos das idéias ético-lógico-filosóficas no

mundo ocidental, que redundaram em nossa sociedade globalizada e pós-moderna.

Ao

aluno deve ser possível uma visão histórica da origem e do desenvolvimento da racionalidade ocidental

da

qual é herdeiro.

O

aluno deve ser capaz de transferir o conhecimento ético e crítico-reflexivo, para seu contexto sócio-

histórico, numa práxis de cidadania.

UNIDADES TEMÁTICAS As Crises do Pensamento Racional

1.1. que é “Pensar”? Níveis de Pensamento. Fala. Pensamento. Escrita.

1.2. Periodização: AC/DC.

1.3. Primeira Crise do Pensamento Racional: Mito e Pensamento filosófico-científico.

1.4. Segunda Crise do Pensamento Racional: A Queda do Mundo Antigo e a entrada do Cristianismo –

Pensamento Medieval.

1.5. Terceira Crise do Pensamento Racional: do Pensamento Medieval à Modernidade.

1.6. Descartes: Sujeito Moderno, Racionalidade e Ética.

1.7. Pascal, Hobbes : Precursores da Inteligência Artificial

1.8. Quarta Crise do Pensamento Racional: do Pensamento Moderno ao Pensamento Contemporâneo

1.9. Quinta Crise do Pensamento Racional: A Crise do Pensamento Contemporâneo e a Inteligência

Artificial

1.9.1. Histórico da I.A.

1.9.2. Informática, Computação, Robótica

1.9.3. Alan Turing e o início da Computação Moderna

1.9.4. Searle e o Questionamento da Inteligência Maquiníca.

1.10. Ética e Ciência. Ética e Computação

METODOLOGIA

O Curso constará de aulas expositivas, utilizando-se “power point”, “slides”, filmes, discussão com os

alunos, análise de textos escolhidos, discussões em grupo, produção de resenhas e pequenas dissertações

(individuais) sobre os temas abordados.

63 AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as

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AVALIAÇÃO As avaliações ocorrerão através de provas parciais e provas semestrais, sendo que as provas parciais poderão ser através de provas escritas e orais (trabalhos, seminários, etc). Estas avaliações ocorrerão de acordo com as datas e orientações definidas pela instituição, nos termos do regimento geral do Centro Universitário FIEO (parágrafo único do artigo 63 e artigo 52) e portaria 01/2005 da coordenação do Curso de Engenharia da Computação

BIBLIOGRAFIA

BÁSICA ARANHA, M.L. A. e MARTINS, M.H.P. Temas de Filosofia. S. Paulo: Moderna, 2009. MASIERO, P. C. Ética em computação. São Paulo: EDUSP, 2008. NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.

COMPLEMENTAR ARRUDA, M.C.C., WHITAKER, M.C. e RAMOS, J.M.R. Fundamentos de ética empresarial e econômica. S.Paulo: Atlas, 2007. ASHLEY, P. A. Ética e responsabilidade social nos negócios. S.Paulo: Saraiva 2002. CHAUI, M. Convite à Filosofia. S. Paulo: Ática, 2005. DUPAS, G. Ética e poder na sociedade da informação. S.Paulo: Unesp, 2000. JONAS, H. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto/PUC Rio, 2006. PASSOS, E. Ética nas organizações. S.Paulo: Atlas, 2006.

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UNIFIEO

PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PLANEJAMENTO ACADÊMICO ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES SISTEMAS DIGITAIS

 

Curso:

 

Série:

5º SEM

Disciplina:

C/Horária total:

76 HS

CIENCIAS

EXATAS

E

TECNOLÓGICAS