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A1-AT262 7/8/2008
A1-AT262
7/8/2008

ESTUDO DE CASO Fundamentação Teórica

TRT 18ª REGIÃO

Analista Judiciário

A Vestcon Editora, comprometida com sua aprovação, elaborou especial- mente para os candidatos a uma vaga de Analista Judiciário no TRT-GO o tópico Estudo de Caso: fundamentação teórica. Não se trata de um item discriminado no conteúdo programático da prova objetiva, mas de um diferencial que, aliado ao estudo do conteúdo da apostila, garantirá sucesso na preparação para a prova discursiva.

que, aliado ao estudo do conteúdo da apostila, garantirá sucesso na preparação para a prova discursiva.
que, aliado ao estudo do conteúdo da apostila, garantirá sucesso na preparação para a prova discursiva.

Brasília

2008

© 2008 Vestcon Editora Ltda.

Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos pela Lei nº 9.610, de 19/2/1998. Proibida a reprodução de qualquer parte deste material, sem au- torização prévia expressa por escrito do autor e da editora, por quaisquer meios empregados, sejam eletrônicos, mecânicos, videográcos, fonográcos, reprográ- cos, microfílmicos, fotográcos, grácos ou outros. Essas proibições aplicam-se também à editoração da obra, bem como às suas características grácas.

Estudo de Caso – Fundamentação Teórica

Título da obra: TRT 18ª Região – Tribunal Regional do Trabalho / Analista Judiciário – Área Administrativa

Autor: Jonas Rodrigo

DIRETORIA EXECUTIVA Norma Suely A. P. Pimentel

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Cláudia Alcântara Prego de Araújo

SUPERVISÃO EDITORIAL Maria Neves

SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO Julio Cesar Joveli

EDIÇÃO DE TEXTO Cíntia Caroline da S. e Silva Giselle Silva dos Santos Reina Terra Amaral

CAPA Marcos Aurélio Pereira

EDITORAÇÃO ELETRÔNICA Antonio Gerardo Pereira

REVISÃO

Clarisse Mourão

Cláudia Costa

Gerardo Pereira REVISÃO Clarisse Mourão Cláudia Costa SEPN 509 Ed. Contag 3º andar CEP 70750-502 Brasília/DF
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SEPN 509 Ed. Contag 3º andar CEP 70750-502 Brasília/DF SAC: 0800 600 4399 Tel.: (61) 3034 9576 Fax: (61) 3347 4399

www.vestcon.com.br

Publicação em 7/8/2008

(A1-AT262)

ESTUDO DE CASO – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Jonas Rodrigo
ESTUDO DE CASO – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Jonas Rodrigo

ESTUDO DE CASO – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O Estudo de Caso é um dos tipos de pesquisa qualitativa que vem conquistando crescente aceitação na área da educação.

É uma categoria de pesquisa cujo objeto é uma unidade que se analisa profundamente. Pode ser caracterizado como um estudo de uma entidade bem denida, como um programa, uma instituição, um sistema educati- vo, uma pessoa ou uma unidade social. Visa conhecer o seu “como” e os seus “porquês”, evidenciando a sua unidade e identidade própria. É uma investigação que se assume como particularística, debruçando-se sobre uma situação especíca, procurando descobrir o que há nela de mais essencial e característico. (VILABOL)

Evidencia-se como um tipo de pesquisa que tem sempre um forte cunho des- critivo. “O pesquisador não pretende intervir sobre a situação, mas dá-la a conhecer

tal como ela lhe surge.” Pode utilizar vários instrumentos e estratégias. Entretanto, um estudo de caso não precisa ser meramente descritivo. “Pode ter um profundo alcance analítico, pode interrogar a situação. Pode confrontar a situação com outras já conhecidas e com as teorias existentes. Pode ajudar a gerar novas teorias e novas questões para futura investigação. As características ou princípios associados ao estudo de caso se superpõem às características gerais da pesquisa qualitativa.” Destacam-se as seguintes características:

• Os estudos de caso objetivam a descoberta: o investigador se manterá atento

a novos elementos que poderão surgir, buscando novas respostas e novas

indagações no desenvolvimento do seu trabalho.

• Os estudos de caso enfatizam a interpretação contextual: para melhor compreender a manifestação geral de um problema, deve-se relacionar as ações, os comportamentos e as interações das pessoas envolvidas com a problemática da situação a que estão ligadas.

• Os estudos de caso têm por objetivo retratar a realidade de forma completa

e profunda: o pesquisador enfatiza a complexidade da situação procurando revelar a multiplicidade de fatos que a envolvem e a determinam.

• Os estudos de caso usam várias fontes de informação: o pesquisador recorre

a uma variedade de dados, coletados em diferentes momentos, em situações

variadas e com uma variedade de tipos de informantes.

• Os estudos de caso revelam experiência vicária e permitem generalizações naturalísticas: o pesquisador procura relatar as suas experiências durante o

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estudo de modo que o leitor possa fazer as suas generalizações naturalísticas, por meio da

estudo de modo que o leitor possa fazer as suas generalizações naturalísticas, por meio da indagação: o que eu posso (ou não) aplicar deste caso na minha situação?

• Os estudos de caso tentam representar os diferentes pontos de vista presentes em uma situação social: a realidade pode ser vista sob diferentes perspec- tivas, não havendo uma única que seja a verdadeira. Assim, o pesquisador vai procurar trazer essas diferentes visões e opiniões a respeito da situação em questão e colocar também a sua posição.

• Os relatos do estudo de caso utilizam uma linguagem e uma forma mais acessível do que os outros relatórios de pesquisa, ou seja, os resultados de um estudo de caso podem ser conhecidos por diversas maneiras: a escrita, a co- municação oral, registros em vídeo, fotograas, desenhos, slides, discussões etc. Os relatos escritos apresentam, em geral, um estilo informal, narrativo, ilustrado por guras de linguagem, citações, exemplos e descrições.

Como trabalhos de investigação, os estudos de caso podem ser essen- cialmente exploratórios, servindo para obter informação preliminar acerca do respectivo objeto de interesse. Podem ser fundamentalmente descritivos, tendo como propósito essencial descrever como é o caso em estudo. E podem ser analíticos, procurando problematizar o seu objeto, construir ou desenvolver nova teoria ou confrontá-la com a teoria já existente. Um trabalho exploratório pode ser necessário como um estudo piloto de uma investigação em larga escala. Um estudo descritivo pode ser necessário para preparar um programa de intervenção. Mas são os estudos de cunho mais analítico, que podem proporcionar avanço mais signicativo do conhecimento. (VILABOL)

Os estudos de caso podem e devem ter uma orientação teórica bem fundamen- tada, que sirva de suporte à formulação das respectivas questões e instrumentos de

recolhimento de dados e guia na análise dos resultados. Necessita-se da teoria para orientar a investigação. O estudo de caso permite responder a questões como: Que coisas observar? Que dados colher? Que perguntas fazer? Que tipos de categorias construir? Os críticos do Estudo de Caso têm como argumentos: falta de rigor; inuência do investigador; fornecimento de pouca base para generalizações; são muito extensos e demandam muito tempo para serem concluídos. No entanto, surgem como respostas às críticas:

• As maneiras de evidenciar a validade e a conabilidade do estudo. A validade tem relação com a precisão dos resultados e diz respeito ao modelo geral de estudo, exigindo a fundamentação dos conceitos essenciais, denição dos dados a recolher, processos e instrumentos utilizados para o recolhimentos de tais dados, organização, análise e interpretação dos dados. A conabili- dade refere-se à questão de saber se as operações do estudo (recolhimento e análise de dados) poderiam ser repetidas, com resultados semelhantes e

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diz, essencialmente, respeito aos instrumentos usados e à forma como são analisados; • O que

diz, essencialmente, respeito aos instrumentos usados e à forma como são analisados;

• O que se procura generalizar são proposições teóricas e não proposições sobre populações. Nesse sentido os estudos de casos múltiplos e/ou as re- plicações de um estudo de caso com outras amostras podem indicar o grau de generalização de proposições;

• Nem sempre é necessário recorrer a técnicas de coleta de dados que con- somem tanto tempo. Além disso, a apresentação do documento não precisa ser uma narrativa enfadonha detalhada.

BIBLIOGRAFIA

LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. Editora Pedagógica e Universitária LTDA.

TRIVINOS, Augusto. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: A Pesquisa Qualitativa em Educação. São Paulo: Atlas, 1987.

YIN, Robert K. Case Study Research: design and methods. Traduzido por: Ricardo L. Pinto. Adaptado por: Gilberto de A. Martins. Disponível em: <http://www.eac. fea.usp.br/metodologia/estudo_caso.asp>. Acesso em 30/10/2002

PONTE, João Pedro. O Estudo de Caso na Investigação em Educação Matemá- tica. Disponível em: <http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/jponte/docs-pt/1994 Quadrante(Estudo%20caso).doc> Acesso em 28/10/2002.

VILABOL. Disponível em <http://mariaalicehof5.vilabol.uol.com.br/> Acesso em

29/07/2008.

ESTUDO DE CASO – DO EDITAL

Especicamente no concurso do TRT, há as seguintes orientações no capítulo IX do edital:

4. A Prova Discursiva – Estudo de Caso destinar-se-á a avaliar o domínio de conteúdo dos temas abordados, clareza e lógica na exposição das idéias, bem como o uso correto da língua portuguesa (forma redacional, coerência, coesão, ortograa, concordância e pontuação), conforme padrões da norma culta. Constará de duas questões para as quais o candidato deverá apresentar por escrito as soluções. A Prova Discursiva versará sobre temas relacionados com as disciplinas de conhecimentos especícos constantes do conteúdo programático para os respectivos Cargos/Áreas/Especialidades.

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A Prova Discursiva – Estudo de Caso terá caráter eliminatório e classi fi - catório

A Prova Discursiva – Estudo de Caso terá caráter eliminatório e classi-

catório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem)pontos, cada questão valendo 50 (cinqüenta) pontos, considerando-se habilitado o candidato que nela obtiver nota total igual ou superior a 50 (cinqüenta).

6. Será atribuída nota ZERO à Prova Discursiva que:

a) for assinada fora do local apropriado;

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b) apresentar qualquer sinal que, de alguma forma, possibilite a identi-

cação do candidato;

c) for escrita a lápis, em parte ou na sua totalidade.

d) estiver em branco;

e) apresentar letra ilegível e/ou incompreensível;

f) fugir aos temas propostos.

7.Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será conside- rado na correção pela Banca Examinadora.

8.O candidato não habilitado será excluído do Concurso.

ESTUDO DE CASO – ASPECTOS PRÁTICOS

O estudo de caso é um dos vários modos de realizar uma pesquisa sólida. Em geral, se constituem na estratégia preferida quando o “como” e/ou o “por que” são

as perguntas centrais, tendo o investigador um pequeno controle sobre os eventos,

e quando o enfoque está em um fenômeno contemporâneo dentro de algum con-

texto de vida real. Estudos de casos podem ser classicados de várias maneiras:

explicativos, cognitivos, expositivos.

A meta geral é ajudar os investigadores a lidar com algumas das per-

guntas mais comuns (e por vezes difíceis de serem apontadas) como:

a) denir o alvo do estudo de caso; b) determinar os dados pertinentes

a serem coletados; c) que tipo de tratamento deve ser dado aos dados

uma vez coletados. São encontrados estudos de caso até mesmo em economia em que a estrutura de uma determinada indústria/empresa ou

a economia de uma cidade/região, pode ser investigada. Em todas essas

situações, a estratégia de estudos de caso pode contribuir para aumentar

o entendimento de fenômenos sociais complexos.

No caso especíco de uma prova discursiva em um concurso para cargo pú- blico, para carreira de analista, sugiro o estudo de caso explicativo como estratégia de pesquisa.

Disponível em <http://recep.linkway.com.br/download/estudo.pdf> Acesso em 29/07/2008.

ESTUDO DE CASO – PADRÃO DISCURSIVO

Além de todas as orientações dadas neste material, você deve ler atentamente

o capítulo de Dissertação da Apostila Vestcon. No padrão dissertativo, desenvolva seu estudo de caso com o uso do esquema de dissertação, com tema + objetivo

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+ citação dos argumentos na introdução; um parágrafo para cada argumento no desenvolvimento; tema +

+ citação dos argumentos na introdução; um parágrafo para cada argumento no desenvolvimento; tema + objetivo + observação nal (soluções do problema) na conclusão. Relacione o esquema dissertativo da apostila com essas informações acerca do estudo de caso para que sua prova discursiva esteja dentro dos critérios de correção aceitáveis. Boa prova!

JONAS RODRIGO Mestrando em Ciência Política pela Unieuro/DF; especializado em Letras (Português/Inglês) pela PUC-CAMP/SP; licenciado em Filosoa, História, Psicologia e Sociologia pela UCB/DF; habilitado em Ensino Religioso pelo Curso Superior de Teologia do DF; escritor atualmente vinculado às editoras:

Vestcon, Processus, Objetivo, EA; elaborador/colaborador do Cespe/Saeb; pesquisador do CNPq sobre Direitos Humanos; consultor e palestrante em semanas pedagógicas ou temáticas e congressos; professor da Faculdade de Direito Processus e dos Preparatórios: Obcursos, Pró Cursos, Processus, Aprovação, Opção, Objetivo, entre outros; colunista do Jornal Tribuna do Brasil.

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Formato

15x21cm

Mancha

11,5x17,5 cm

Papel

Offset

Gramatura 70 gr/m 2

Número de páginas

8

SEPN 509

Offset Gramatura 70 gr/m 2 Número de páginas 8 SEPN 509 Ed. Contag 3º andar CEP
Ed. Contag 3º andar CEP 70750-502
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3º andar
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Brasília/DF

SAC: 0800 600 4399

Tel.: (61) 3034 9576

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