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(Não) Estou bem!

Relatório de Grupo de Finalização


Francisca Cabral Macedo Moreira Viegas

Joana Daniela Silva Martins

Miguel Costa e Silva de Oliveira

Escola Secundária do Castêlo da Maia

Ano Lectivo 2010/2011

Área da Projecto – 12º Ano

Vida, Saúde e Ambiente


Escola Secundária do Castêlo da Maia
2010/2011

Escola Secundária do Castêlo da Maia

Ano Lectivo 2010/2011

3º Período

Área de Projecto 12º Ano – Vida, Saúde e Ambiente

Prof. Ana Maria Meireles

Alunos: Francisca Cabral Macedo Moreira Viegas

Joana Daniela Silva Martins

Miguel Costa e Silva de Oliveira

Grupo (Não) Estou bem! – Distúrbios Psicológicos

Relatório de Grupo de Finalização

Índice

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(Não) Estou bem!
Escola Secundária do Castêlo da Maia
2010/2011

Introdução………………………………………………………………………………………...4
Calendarização………………………………………………………………………………….6
Balanço Geral do Trabalho Desenvolvido…………………………………………....9
Conclusão………………………………………………………………………………………..14
Bibliografia………………………………………………………………………………….….14
Anexos…………………………………………………………………………………………….15

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(Não) Estou bem!
Escola Secundária do Castêlo da Maia
2010/2011

Introdução

O tema escolhido, Distúrbios Psicológicos, surgiu-nos como apenas uma ideia a


meio do ano lectivo 2009/2010. O facto de termos estado em contacto com
elementos da comunidade escolar que descreviam acções e sintomas de
depressão – um dos subtemas –, no seu dia-a-dia, encorajou-nos a escolhê-lo
como projecto para o presente ano lectivo. Apercebemo-nos que a problemática
não era abordada na escola, e que isso constituía uma falta de informação
acerca de um assunto que afectava bastantes alunos. O desenvolvimento deste
projecto tem como fim consciencializar a população escolar para algumas
perturbações que podem ocorrer a qualquer pessoa, em qualquer momento, mas
que dadas as mudanças físicas e psicológicas que ocorrem durante a nossa faixa
etária, à qual nos dirigimos essencialmente, os jovens estão mais vulneráveis e
precisam de saber como lidar como lidar com determinados sentimentos.
Fundamentalmente queríamos criar tanto auxílio quanto o possível para aqueles
que necessitam de combater esta problemática que cada vez mais afecta
adolescentes e alertar a população escolar para a existência e importância
destes distúrbios, bem como esclarecer algumas dúvidas a nível de ajuda entre
amigos.
Pretendíamos criar um projecto que envolvesse toda a comunidade escolar de
um meio mais ligado à saúde – consultas com psicólogos –, mas cedo
percebemos que isso seria demasiado complicado, devido a todas as questões
morais e profissionais que eram adjacentes ao mesmo. Assim, resolvemos cingir-
nos mais à informação, criando estratégias variadas para não só pôr a
comunidade escolar ao corrente destes problemas, que acontecem e passam
muitas vezes despercebidos, mas também fazê-los interagir connosco, em
acções informativas.
A Depressão é uma das perturbações mais comuns; A Auto-Mutilação não é
um sintoma tão raro como esperado, mas uma perturbação que levanta
questões morais e sobre a qual decidimos trabalhar de modo a erradicar
quaisquer preconceitos ou tabus possivelmente mantidos por diversos membros
da comunidade escolar.
Algo crucial na escolha do tema foi o facto de os três membros do grupo estarem
de algum modo, directa ou indirectamente, ligados a casos depressivos e/ou de
auto-mutilação, o que pode ser visto como vantagem ou desvantagem no
decorrer do projecto.

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Para sermos sempre correctos e fidedignos no que diz respeito à informação


pesquisada, trabalhada e divulgada era, certamente, obrigatório basearmo-nos
em fontes seguras, contactando com psicólogos, procurando em sites fidedignos
ou consultando livros.
Apesar da vontade imensa que tínhamos em desenvolver este projecto,
sabíamos que possuíamos tanto conhecimento sobre a temática como quase
qualquer outro aluno, pelo que, ao longo destes meses, temos efectivamente
apreendido informações sobre o ser humano que desconhecíamos, inclusive
como lidar com um, e isso é fulcral.
Este tem sido um projecto complicado, tanto na abordagem ao tema, como no
peso psicológico que o mesmo acarreta. É sensibilizador saber que estamos a
ajudar pessoas que realmente sofrem destes problemas, e que antes de nós
criarmos este projecto, não tinham ideia de como podiam ser ajudadas, ou que
podiam ser ajudadas de todo.

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Calendarização

1º Período 2º Período 3º Período

1. Afixação de um cartaz 1. Esperamos ter um 1. Apresentação do


com um questionário, apoio da Associação de documentário na semana
para que os alunos Pais, tanto para de 1 de Maio - dia
possam responder panfletos informativos a Internacional de
anonimamente, e ter distribuir aos E.E. nas Sensibilização à
consciência do seu reuniões intercalares do Depressão.
estado emocional e da 2º período, como para o 2. Entrega do Cartaz de
sua vulnerabilidade para já falado gabinete de Divulgação do Projecto
uma depressão. psicólogos. (08/05/2011)
2. Afixação de cartazes 2. A crónica informativa 3. Entrega do Relatório
de reconhecimento do do Jornal da Escola sairia de Grupo de Finalização
grupo. então neste período. (27/05/2011).
3. Escrita de uma crónica 3. Escrita de uma 4. Entrega do
informativa no Jornal da segunda crónica a sair Documento Individual de
Escola e no Eco jornal no 3º Período. Reflexão do Projecto
promovido pela APais. 4. Realização de várias (27/05/2011)
4. Criação de parcerias entrevistas a serem 5. Apresentação/Defesa
com o Clube de Teatro gravadas (com Oral (27/05/2011)
(relativamente aos permissão dos 6. Entrega do Dossier
castings para o entrevistados Final (03/06/2011).
documentário), e com a (psicólogos, psiquiatras),
Associação de Pais. logicamente) para
5. Entrega do ante- apresentarmos no
projecto via Moodle documentário (projecto
(19/11/2010) e via papel final).
(26/11/2010).
6. Apresentação/defesa 5. Finalização do guião
oral (10/12/2010) do nosso documentário,
7. Entrega do Índice do 6. Inicio das filmagens do
Dossier do Trabalho de documentário.

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Projecto (10/12/2010) 7. Organização de um


8. Auto e Hetero debate acerca das duas
avaliações (17/12/2010) problemáticas, com a
presença de um
psicólogo ou de uma
enfermeira.
8. Campanha de
sensibilização na semana
de 1 de Março - dia
Internacional de
Sensibilização à Auto-
Mutilação - em que
distribuiremos pulseiras
laranja e faremos
variadas actividades.
(calendarização das
restantes actividades
para o resto da semana
a ser aprovada pela
direcção.).
9. Interacção com o
grupo De Alimentação a
Z durante a nossa
semana, na qual irão
intervir numa das
actividades relacionada
com os alimentos, no dia
28/02/2011.
10. Entrega do Relatório
Individual de
Desenvolvimento até
18/03/2011.
11. Apresentação/Defesa
Oral (01/04/2011).
12. Entrega do Dossier
de Trabalho de Projecto –

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Desenvolvimento
(01/04/2011)
13. Auto e Hetero
avaliações (08/04/2011)

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Balanço Geral do Trabalho Desenvolvido

1º Período

Neste período, foram muitas as actividades propostas para o período seguinte,


não tendo avançado muito com o nosso projecto. Decidimos mostrar à
comunidade escolar o que tratava o nosso projecto, pouco a pouco, e deixamos
as actividades com mais impacto para o segundo e terceiro períodos.

Ainda assim, afixamos tanto cartazes de reconhecimento do grupo, como


cartazes com um questionário, para que os alunos pudessem responder
anonimamente, e ter consciência do seu estado emocional e da sua
vulnerabilidade para uma depressão, incluindo o e-mail do grupo nos mesmos no
caso de surgirem dúvidas. Colocámos também nos cartazes, o nosso horário de
apoio no Clube de Saúde da Escola, o qual utilizaríamos com o intuito de receber
alunos que manifestassem sintomas iniciais de depressão (de fácil detecção) ou
simplesmente auto-mutilação, encaminhando-os para um profissional da área de
fácil acesso, evitando numa primeira fase incomodar os encarregados de
educação. Devido a complicações internas da disciplina, foi decidido que tal
acção seria impossível de continuar, nem com autorização dos encarregados de
educação poderíamos entrar em contacto com esses alunos (pessoalmente ou
via e-mail), enquanto membros do grupo pois poderia ser admitido como invasão
de privacidade. Apresentados estes obstáculos, eliminámos esse horário do
nosso cartaz.

Dos cartazes-questionário, constava um questionário de onze perguntas, sendo


que a chave de resposta era por maioria; este questionário iria informar cada
aluno, que de livre vontade ao mesmo respondesse, se este apresentava ou não
sintomatologia depressiva. Este questionário que foi verificado e aprovado por
uma psicóloga, obteve uma resposta muito peculiar. Um aluno da escola dirigiu-
se anonimamente a nós, dizendo ter tido média “A” no resultado do teste (esta
média seria indicadora de muitos sintomas depressivos), e queria que o
ajudássemos a procurar ajuda. Como não havia muito mais que pudéssemos
fazer, enviamos um e-mail de volta a indicar os psicólogos dos Centros de Saúde
ou médicos de família como ajuda fácil de obter.

Posteriormente à rejeição do horário no Clube de Saúde, tentámos a distribuição


de inquéritos, ainda que, mais uma vez, mediante autorização dos Encarregados

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de Educação; os mesmos não foram aprovados. Seguidamente tentámos outros


tipos de abordagem, porém não seriam tão abrangentes e apelativas: optámos
pela escrita de crónicas no Jornal da Escola e no EcoJornal (redigido pela
Associação de Pais) que é publicado periodicamente, e pela colocação de uma
caixa de dúvidas num dos pavilhões da Escola. Para estimular a inter-ajuda entre
os grupos da disciplina, tentámos criar um spot publicitário que passaria na
Rádio da Escola gerido por um outro grupo, de uma outra AP.

Criamos, neste período três parcerias. A primeira, com a Associação de Pais,


sendo que a presidente, Dra. Conceição Gomes, nos assegurou desde o início
que estavam a fazer todos os possíveis para terem duas psicólogas destacadas
para a nossa escola num determinado horário. Esta parceria estender-se-ia ainda
à impressão e design dos panfletos a entregar nas reuniões de pais no 2º
período. Mais tarde, uma reunião com a presidente da Associação de Pais, a Dra.
Conceição Gomes, e as psicólogas por ela indicadas, levou-nos a crer que o
“Gabinete de Psicólogos” não seria um gabinete de psicólogos, mas que que
podiam ceder o apoio por parte de duas psicólogas quanto à resposta às dúvidas
colocadas na caixa com esse propósito bem como poderiam estar presentes
numa sessão de esclarecimento de dúvidas a realizar no 2º período, na Semana
de Sensibilização para a Auto-Mutilação.

A segunda parceria, com o Clube de Teatro, seria mais a nível do producto final.
Sendo que escolhemos como producto final a realização de um
documentário/curta-metragem, um projecto bastante ambicioso, desde cedo
percebemos que iríamos necessitar de ajuda neste ramo. Escolhemos abrir os
castings aos alunos, visto que esta seria uma maneira de fazer ver o nosso
projecto, e interagir com a comunidade escolar. Falamos com a Dra. Raquel
Lopes, que se mostrou muito receptiva ao nosso projecto, bem como a
Professora Tabita.

A terceira e última parceria, com a ADEB, foi uma parceria inesperada. De todas
as instituições com quem contactamos, a ADEB foi a única que nos respondeu
positivamente, dando-nos ainda os parabéns pelo tema escolhido. Foi uma
associação que nos ajudou e apoiou desde o início.

Para evitar confrontos e problemas, tentámos reservar quatro semanas na


Barraquinha Verde, com o intuito de angariar fundos para possíveis e prováveis
gastos com o projecto, e reservámos também o auditório, para o período
seguinte.

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Tivemos ainda uma pequena sessão fotográfica, na qual foram tiradas as


fotografias de grupo, e criamos uma Caixa de Dúvidas que só esteve exposta no
pavilhão E no início do segundo período.

Para finalizar, neste período escrevemos e publicamos uma crónica informativa


do nosso tema, e do nosso grupo no Jornal da Associação de Pais. Esta primeira
crónica tinha como principal objectivo dar a entender aos alunos o que eram
exactamente os distúrbios psicológicos de que estávamos a tratar no nosso
projecto.

2º Período

Neste período, foi muito o trabalho desenvolvido. Começamos por ter uma
surpresa com as datas das Reuniões de Pais de 2º Período, que foram apenas
uma semana depois do começo das aulas, e por conseguinte, não tivemos tempo
de criar os panfletos para os distribuir nas ditas reuniões, como estava previsto.

Começamos o envio de e-mails para Professores das Faculdades de Medicina –


Área da Psiquiatria – e de Psicologia, para as entrevistas a ser realizadas para o
nosso produto final, mas no entanto, não obtivemos resposta.

Uma parte importante do nosso projecto foi a organização da Semana de Apoio e


Sensibilização para a Auto-Mutilação, com base no Dia Internacional de Apoio ao
Auto-Mutilador, dia 01 de Março. Esta semana consistiu no desenvolvimento de
actividades diárias. Começámos por estudar a influência do meio ambiente na
estimulação dos sentidos, desencadeando assim os processos que levam a uma
depressão. Para esta actividade contávamos com o apoio do grupo De
Alimentação a Z, que, infelizmente, não conseguiu recolher a informação
pretendida até à data estabelecida, pelo que fomos nós que a pesquisámos já
um pouco em cima da hora. Seguidamente, apelamos ao Dia Internacional de
Apoio ao Auto-Mutilador distribuindo pulseiras cor-de-laranja, associada à
Psicologia e Depressão, e apelamos também à campanha To Write Love On Her
Arms (maioritariamente divulgada nos Estados Unidos da América) que consiste
em escrever a palavra Love preferencialmente nos pulsos das pessoas, mas
podendo esta ser escrita em outras zonas do corpo. Nos dois dias seguintes,
realizámos um Debate com o Tema “Auto-Mutilação nas Escolas” e contámos
com a presença de uma turma de 11º ano acompanhada pela Prof. Maria de
Fátima Oliveira, de Filosofia, a qual nos congratulou pelo esforço e iniciativa,
admitindo a importância e dificuldade do projecto que se aproxima; organizámos
igualmente uma Sessão de Esclarecimento de Dúvidas, as quais teriam sido

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colocadas numa caixa de dúvidas que se encontrava no Pavilhão E, dividida duas


partes: uma primeira parte direccionada ao Ensino Básico e a segunda ao Ensino
Secundário. Para esta actividade contávamos com a presença das duas
psicólogas cedidas pela Ass. De Pais e da Dra. Lídia Águeda da ADEB, devido à
especificidade das duas temáticas abordadas – Auto-Mutilação e Depressão -,
respectivamente. Infelizmente, as primeiras mostraram-se indisponíveis
alegando confusão da parte do nosso grupo quanto às datas, dizendo que a
Sessão teria ficado marcada para duas semanas depois da data que tínhamos
anunciado, pelo que nos vimos obrigados a abdicar do seu apoio tentando adiar
a mesma para outra data. Neste último caso, as mesmas recusaram-se a
participar nesta actividade porque tinham uma agenda cheia, estando
envolvidas noutros projectos. No entanto, para esta sessão pudemos contar com
o apoio total da Dra. Lídia Águeda, psicóloga externa à escola, que, para além
disso, nos ajudou em muito mais. A mesma teve a amabilidade de nos informar
de palestras e colóquios organizados pela Associação nos quais poderíamos
estar presentes, bem como nos cedeu material informativo de divulgação na
escola, uma vez que o grupo se deslocou às instalações da Associação de livre e
enorme vontade. Para finalizarmos a nossa semana, ao invés de um cartaz,
comprámos uma cartolina branca na qual a comunidade escolar teve a
oportunidade de escrever qualquer coisa, desde nomes a simples expressões.
Também nesta semana, terminamos o guião e demos início aos castings. Ao
longo da semana, em parceria com o Clube de Teatro, realizámos castings na
expectativa de reunir um elenco disposto e interessado em participar na nossa
curta-metragem. O Clube de Teatro foi muito atencioso e mostrou-se muito
interessado e participativo com o nosso projecto, criando imediatamente um
horário semanal para o apoio ao nosso projecto – quintas-feiras à tarde. Talvez
por falta de divulgação foram poucos os interessados, mas felizmente já foi
possível dar início aos ensaios, uma vez estando o elenco completo.
Tivemos, a respeito desta faceta do projecto, várias reuniões com a Professora
Tabita do Clube de Teatro. Esta, como não é de origem portuguesa, teve
algumas dificuldades na leitura do guião, pelo que nos voluntariamos para a
tradução do mesmo para inglês.
Após ser analisado, foi sugerida uma reformulação do guião, que rapidamente
descobrimos como fazer sem comprometer o que já tínhamos dado ao elenco
como o guião final – a junção de uma cena final, na qual todos os pedidos de

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alteração são formulados, sem alterar o rumo da história, simplesmente dando-


lhe um final feliz, em vez de um final obscuro.
Após esta semana atarefada, dia 16 de Março, fomos assistir a um colóquio da
ADEB no Pequeno Auditório do Fórum da Maia, e dia 17 de Março, fomos, como
tínhamos sido previamente convidados, visitar as instalações da ADEB a
Paranhos, no Porto.
Fomos ainda convidados a assistir a um outro colóquio da ADEB na Biblioteca
Municipal do Porto, no dia 16 de Abril.
Neste período, estivemos também na Barraquinha Verde a vender produtos
alimentares com o objectivo de reunirmos os fundos monetários necessários
para qualquer eventualidade em que seja necessário, no decorrer do projecto;
provavelmente, para a curta-metragem.
Tivemos a oportunidade de adquirir a edição deste período do EcoJornal no qual
sairia uma Crónica escrita por nós em que definíamos sumariamente a
depressão – causas e consequências. Infelizmente, apesar de termos planeado
iniciar as entrevistas a profissionais da área com o objectivo de as inserirmos no
nosso projecto final, o mesmo não foi possível devido à ausência de qualquer
resposta por parte dos contactados.

3º Período

Ao longo deste curtíssimo período, a nossa única grande preocupação foi o


projecto final, a curta-metragem/documentário que realizamos, num horário
muito apertado.
Tentamos corrigir um dos pontos que tinha corrido mal no 2º período, a
distribuição dos panfletos. Contudo, apesar de termos enviado os mesmos para a
Associação de Pais, não obtivemos qualquer tipo de resposta.
Enviamos a Crónica Informativa Final para a Associação de Pais, bem como para
a direcção do Jornal da Escola, SomosRevista.
Iniciamos e demos conclusão às filmagens para o produto final ao longo de três
semanas, bem como realizamos as entrevistas que integram o documentário à
Dra. Daniela Martins.
Contamos com a apresentação do produto final à nossa turma de AP no próximo
dia 3 de Junho, bem como à restante comunidade escolar no dia 9 de Junho no
pavilhão C – sendo que esta última ainda aguarda confirmação por parte da
direcção.

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Conclusão

Quando tivemos a ideia do projecto que queríamos, ainda no ano lectivo


passado, já tínhamos a noção de que não seria uma temática de fácil
abordagem, mas foi só este ano que nos apercebemos dessa realidade. Tenha
sido através da Professora da nossa AP ou através da Professora Rosa Amaral, ou
de tantos outros, compreendemos que teríamos diversos obstáculos à nossa
frente, o que nunca nos desmotivou, mas apenas nos deu mais vontade de ir em
frente e tentar dar saídas a quem se sente sem a luz ao fundo do túnel.
Basicamente, a maior parte dos métodos que encontrámos para ajudar a
comunidade escolar individualmente, foram supostamente considerados invasão
de privacidade se tal fosse em frente, devido ao preconceito que ainda existe em
relação à temática da depressão e Auto-Mutilação. Por outro lado, fomos por
várias pessoas e de vários modos elogiados pelo esforço e iniciativa ao querer
debater um tema tão pouco abordado e divulgado, pelo menos por esta escola e,
certamente, a um nível nacional.
Apesar de todas as complicações, temos conseguido manter-nos fiéis ao nosso
objectivo principal: o alcance e a sensibilização da comunidade escolar.
É sobretudo, enriquecedor poder estar a desenvolver tudo isto e informar os
nossos colegas de que há mais opções, de que há efectivamente saídas.

Bibliografia

A bibliografia utilizada, não só para a produção deste documento como de muito


do projecto, foi maioritariamente a seguinte:

• SHAPIRO, Lawrence; Stopping the Pain; Instant Help Books; ISBN-10: 1-


57224-602-2; ISBN-13: 978-157224-602-7
• SCHAB, Lisa; Beyond the Blues; Instant Help Books; ISBN-10: 1-57224-611-
1; ISBN-13: 978-157224-611-9
• DAMÁSIO, António; The Feeling of What Happens: Body and Emotion in the
Making of Consciousness; Harvest Books; Outubro 2000; ISBN 0-15-
601075-5
• http://www.twloha.com/vision/

• http://en.wikipedia.org/wiki/Self-harm

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• http://www.thesite.org/healthandwellbeing/mentalhealth/selfharm

• http://www.helpguide.org/mental/self_injury.htm

• http://www.bbc.co.uk/health/emotional_health/mental_health/emotion_self
harm.shtml

Anexos

Não incluímos nestes anexos documentos relativos ao terceiro período. Contudo,


os mesmos constarão do Dossier Final.

Lista de Palavras Proibidas


Critérios de Avaliação
Pedido de Autorização à Direcção para Realização das Actividades
Panfleto do Colóquio Realizado pela ADEB
Calendarização em Mapa de Gantt
Defesa Oral do 2º Período
Resultados Entregues da Actividade de dia 28 de Fevereiro
Documento de Apresentação do Projecto
Inquéritos Iniciais
Inquérito Final
Índice do Dossier
Explicação da Actividade – Clube de Teatro
Pedido de autorização para realização de Actividades na Escola
Calendarização da Barraquinha Verde
Ante-Projecto
Suporte do Debate

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