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1 - Caracterização/configuração da Relação de Emprego (Cinco requisitos)

4 % 0114200-73.2009.5.03.0138 RO


& 4 '   % 28-04-2010
( % Nona Turma
 % SUBORDINAÇÃO JURÍDICA - CARACTERIZAÇÃO
) % Convocado João Bosco Pinto Lara
) *% Maria Lúcia Cardoso de Magalhães
EMENTA: )
+,-. DE
4)
. - ELEMENTOS CONSTITUTIVOS -
INDISPENSABILIDADE DA PRESENÇA DO CLÁSSICO ELEMENTO DA SUBORDINAÇÃO
JURÍDICA EM CONTRAPOSIÇÃO AO ETÉREO CONCEITO DE SUBORDINAÇÃO
ESTRUTURAL. Em se tratando da    jurídica de   é imprescindível a conjugação
dos supostos fático-jurídicos inscritos no artigo 3º da CLT, a saber: pessoalidade da prestação
de serviços; trabalho não eventual; onerosidade da prestação; e, finalmente, o elemento
essencial da subordinação jurídica. Portanto, apenas o somatório destes requisitos é que
representará o fato constitutivo complexo do vínculo de  , que deve ser provado por
quem invoca o direito. A adotar-se o difuso e etéreo conceito de "subordinação estrutural" será
possível o reconhecimento de vínculo de   em qualquer situação fática submetida a
esta Justiça, simplesmente porque não há, no mundo real das relações econômicas, qualquer
atividade humana que não se entrelace ou se encadeie com o objetivo final de qualquer
empreendimento, seja ele produtivo ou não. Chegar-se-ia ao resultado surrealista de
declaração de vínculo de   entre o metalúrgico que forja o ferro gusa nas pequenas
siderúrgicas com a General Motors ou a Toyota que o utilizam na fabricação de seus veículos.
Portanto, para fins de aferir a existência de    de  , ainda prevalece a clássica
noção de subordinação, na sua tríplice vertente: jurídica, técnica e econômica. Ao largo dessa
clássica subordinação, nada mais existe a não ser puro diletantismo ou devaneio acadêmico,
máxime na realidade contemporânea onde a tendência irrefreável da história é a consagração
do trabalho livre e competitivo.

2 - Caracterização/configuração da Relação de Trabalho ± Autônomo

4 % 00492-2003-003-03-00-7 RO


& 4 '   % 20-08-2003
( % Segunda Turma
 % RELAÇÃO DE EMPREGO - AUTÔNOMO
) % Alice Monteiro de Barros
) *% Fernando Antônio de Menezes Lopes
EMENTA: )
+,-. DE
4)
. E )+. /0... Em uma sociedade
caracterizada pela racionalização do '  com a conseqüente especialização da mão-de-
obra, como a atual, o empregador nem sempre possui superioridade ou igualdade de
conhecimentos profissionais com o empregado, pois cada vez mais as contratações incidem
sobre trabalhadores, exatamente, em face do grau de conhecimento da profissão (know how)
que não possui o empregador. Esse fato contribuiu para que houvesse o enfraquecimento do
critério da subordinação funcional em determinadas situações, principalmente quando envolve
trabalhos intelectuais ou técnicos, como ocorre na hipótese dos autos. Uma nova tentativa na
procura de uma distinção entre '  subordinado e '   1 foi a chamada
integração do trabalhador na organização empresarial, isto é, a base para se definir a   
de   reside no fato de o empregado constituir parte integrante da organização. Ocorre
que a integração do trabalhador na organização da empresa, também conhecida como
subordinação objetiva, não serve como critério  1 para determinar a existência de um
contrato de  , pois a participação integrativa poderá ocorrer também no ' 
 1 (cf., entre outros, Luisa Galantino, Diritto del Lavoro. Torino: Giappichelli Editore,
2000, p. 05). Cumpre, portanto, recorrer a critérios subsidiários ou complementares
considerados idôneos para aferir os elementos essenciais da subordinação, entre eles: a) se a
atividade laboral poderia ser objeto do contrato de ' , independentemente do resultado
dela conseqüente; b) se a atividade prevalentemente pessoal é executada com instrumentos de
'  e matéria-prima da empresa; c) se o empregado não assume substancialmente os
riscos do negócio; d) se a retribuição é fixada em razão do tempo do ' ; e) a presença
de um horário fixo é indicativa de '  subordinado, o mesmo ocorrendo se a prestação de
serviços era de caráter continuativo. Mesmo assim, esses critérios isolados são inidôneos ao
conceito da subordinação, devendo ser apreciados em conjunto no caso concreto. Se a autora
reuniu os critérios alinhados acima, e ainda se sujeitava ao poder disciplinar do credor do
' , não há dúvida de que a subordinação jurídica salta aos olhos também sob o prisma
subjetivo. As partes, no exercício da autonomia contratual, poderão, ao regular seus recíprocos
interesses, excluir a subordinação. Acontece que a declaração de vontade não poderá
prevalecer quando comprovadas, por meio do exame das circunstâncias do caso concreto, as
características intrínsecas da subordinação jurídica. Portanto, compete à Justiça do ' 
averiguar se o "nomen juris" atribuído à    jurídica é compatível com a forma pela qual se
realizou a prestação de serviços. Se a execução do contrato não for compatível com o intento
declarado pelas partes e revelar os pressupostos fáticos do conceito de empregado, a hipótese
configura simulação, com as conseqüências jurídicas pertinentes.

3 - Caracterização/configuração da Relação de Trabalho ± Estágio

4 % 0123100-65.2009.5.03.0002 RO


& 4 '   % 03-05-2010
( % Quinta Turma
 % RELAÇÃO DE EMPREGO - ESTÁGIO
) % José Roberto Freire Pimenta
) *% Convocada Gisele de Cassia Vieira Dias Macedo
EMENTA: CONTRATO DE
234. x CONTRATO DE TRABALHO. A    jurídica de
5 de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e de segundo grau regular e
supletivo, hoje disciplinada pela Lei nº 11.788, de 25.09.2008, regeu-se, até então, pela Lei
6.494, de 07.12.1977. Consiste num contrato solene, pactuado entre o estudante e a parte
concedente do 5 curricular, com a interveniência obrigatória da instituição de ensino,
exigindo o documento denominado pela lei "termo de compromisso", além de um instrumento
celebrado entre a instituição de ensino e a pessoa jurídica concedente do 5, através do
qual são acordadas todas as condições de realização do 5, que deve ter por objetivo a
formação e o aperfeiçoamento técnico-profissional do estudante do curso superior, segundo
grau ou supletivo. Se a parte concedente do 5 formaliza adequadamente o contrato, mas,
na esfera da realidade, determina à "estagiária" a execução de atividades que, à luz da prova
oral, não lhe proporcionam a necessária complementação do aprendizado através das
experiências práticas ou do aprendizado social, profissional ou cultural, como seria de convir, a
   contratual configura fraude à legislação trabalhista, impondo-se a aplicação do preceito
contido no artigo 9º da CLT para todos os efeitos jurídicos e legais.

4 - Caracterização/configuração da Relação de Emprego ± Doméstico


0107200-39.2009.5.03.0100 RO
& 4 '   % 22-03-2010
( % Terceira Turma
 % RELAÇÃO DE EMPREGO - DOMÉSTICO
) % Bolívar Viégas Peixoto
) *% Convocado Vitor Salino de Moura Eça
EMENTA: TRABALHO &.624c.. PRESSUPOSTOS. Para que seja configurado o trabalho
7 , devem estar pressente alguns pressupostos: trabalho prestado por pessoa física;
com pessoalidade; de natureza contínua; sem finalidade lucrativa; para pessoa física ou
família; no âmbito residencial do tomador dos serviços, e mediante contraprestação onerosa
pelo empregador. Questão central da discussão acerca da realização do trabalho 7 ,
diferentemente do trabalho autônomo prestado pela diarista, envolve o conceito restrito de
continuidade, explicitado na Lei n.º 5.859, de 1972. De acordo com o Novo Dicionário Aurélio, o
vocábulo "contínuo" significa "em que não há interrupção, seguido, sucessivo". Logo, um dos
pressupostos do conceito de empregado 7  é a continuidade, inconfundível, por sua
vez, com a não-eventualidade, exigida como elemento da    jurídica advinda do contrato
de   regido pela CLT, e que não depende do tempo. Conclui-se, pois, que para haver
continuidade faz-se necessário que o trabalho executado seja seguido, não sofra interrupção.

5 - Caracterização/configuração da Relação de Trabalho - Faxineira

4 % 0068100-94.2009.5.03.0062 RO


& 4 '   % 27-04-2010
( % Decima Turma
 % RELAÇÃO DE EMPREGO - FAXINEIRA
) % Deoclecia Amorelli Dias
) *% Convocada Taísa Maria Macena de Lima
EMENTA: DIARISTA - 84
4) - CARACTERIZAÇÃO DE VÍNCULO DE
4)
. - Para
que se configure a    de  , é necessário o preenchimento dos requisitos
estabelecidos no artigo 3o. da CLT, quais sejam: pessoalidade, não-eventualidade,
onerosidade e subordinação jurídica. A presença desses requisitos possibilita o
reconhecimento da    empregatícia entre as partes. Ademais, a figura da diarista, sem
vínculo de  , só é aceitável na seara doméstica, entre pessoas físicas. Sendo a ré um
condomínio de edifícios residenciais, é inadmissível que a reclamante trabalhasse como
autônoma. Tanto é assim que o artigo 1o. da Lei 2757/56, ao tratar dos "empregados porteiros,
zeladores, faxineiros e serventes de prédios de apartamentos residenciais", os excluiu da
   de trabalho doméstico.

6 - Caracterização/configuração da Relação de Emprego ± Rural

4 % 0308000-15.2009.5.03.0058 RO


& 4 '   % 08-09-2010
( % Nona Turma
 % RELAÇÃO DE EMPREGO - RURAL
) % Ricardo Antônio Mohallem
) *% Antônio Fernando Guimarães
EMENTA: )
+,-. DE
4)
.)/)+. PRESSUPOSTOS. O contrato de trabalho é do
tipo "realidade". Assim, o reconhecimento da    de     depende da
demonstração robusta dos pressupostos previstos no art. 2º da Lei nº 5.889/1973, ou seja, o
trabalho não eventual, prestado de forma pessoal, mediante subordinação e pagamento de
salários. In casu, a faticidade não evidencia vínculo empregatício entre o reclamado e a
segunda reclamante, que, em regime de colaboração, de forma eventual e espontânea,
apenas auxiliava seu esposo - este sim, empregado do réu -, nas tarefas de sua
responsabilidade.

7 - Caracterização/configuração da Relação de Trabalho ± Aprendiz

4 % 01358-2008-008-03-00-0 RO


& 4 '   % 21-08-2009
( % Primeira Turma
 % CONTRATO DE APRENDIZAGEM - CARACTERIZAÇÃO
) % Manuel Cândido Rodrigues
) *% Marcus Moura Ferreira
EMENTA: c.). DE 4)
&49
 - DESCARACTERIZAÇÃO - NECESSIDADE DE
PROVA ROBUSTA. Ao celebrar um  de    , as partes se obrigam ao seu
cumprimento, pelo tempo previsto em lei, não se obrigando, porém, à sua manutenção
definitiva - que também não é vedada. O  de     é um tipo especial de
, por prazo determinado, com presença de certos requisitos especiais, que não se
encontram presentes nos demais contratos de trabalho. Portanto, a mera permanência ou a
celebração de um novo  de trabalho, entre as mesmas partes, não implica, por si só,
na nulidade do primeiro  mantido com o menor aprendiz, gerando unicidade contratual.
Assim, é imprescindível a demonstração de irregularidade na celebração ou na execução, para
que se descaracterize a natureza especial e se considere um único  de trabalho,
regido pelas normas gerais da CLT.

8 - Caracterização/configuração da Relação de Trabalho ± Menor Aprendiz

4 % RO -12150/00


& 4 '   % 02-06-2001
( % Primeira Turma
 % RELAÇÃO DE EMPREGO - MENOR
) % Convocado José Eduardo de Resende Chaves Júnior
EMENTA:    , sem vínculo de emprego. Associação protetora de  . Não se
reconhece validade de contrato de '  de     , por intermédio de entidade
filantrópica, sem vínculo de emprego, se não observadas as normas de proteção ao  ,
especialmente as da Lei n. 8.069/90, arts. 63 e 68.

9 - Caracterização/configuração de Grupo Econômico

4 % 00068-2006-092-03-00-4 RO


& 4 '   % 30-06-2007
( % Quarta Turma
 % GRUPO ECONÔMICO - CARACTERIZAÇÃO
) % Emerson José Alves Lage
) *% Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello
EMENTA: )/4.
c.04c. - c.4/),-.. Para a :   de  
1  faz- se necessário que as empresas atuem em coordenação. Evidencia-se quando
existe o controle por uma empresa líder sobre as demais, todas elas voltadas para um
empreendimento único. A jurisprudência atual, inclusive, admite a caracterização mediante a
existência de uma relação de coordenação entre as empresas que dele participam, o que
significa que a inexistência de uma empresa controladora, bem como de outros aspectos
formais que ensejam a constituição do  , no âmbito do Direito Comercial, não impedem a
declaração dessa figura no campo do Direito do Trabalho que, ressabidamente, tem contornos
próprios, baseados no princípio da primazia da realidade sobre a forma. Entretanto, se não há
prova nos autos da existência de   1  entre a reclamada e a empresa constante
como empregadora na CTPS do autor, a pretensão deduzida na inicial está, irremediavelmente,
fadada ao insucesso.