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Acrópole

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Acrópole de Atenas: ponto estratégico para a cidade na antiguidade

Definição

Na Grécia Antiga, a Acrópole era o ponto mais alto da cidade (geralmente uma
montanha). A Acrópole possuía um papel muito importante na vida das pólis
(cidades-estado) gregas.

A Acrópole servia como refúgio para os habitantes das cidades no momento de


ataques militares dos inimigos. Serviam também para observação militar. Os
gregos também costumam construir templos religiosos na Acrópole.

A mais conhecida foi e continua sendo a Acrópole de Atenas, que abriga o


Partenon (templo da deusa grega Atenas). As ruínas da Acrópole de Atenas são
um dos pontos turísticos mais visitados da Grécia.

Introdução

Por volta dos anos 500 e 400 AC, esta cidade, fundada há mais de 3.000 anos, era a
mais próspera da Grécia Antiga e possuía um poderoso líder: Péricles. Nesta fase, a
divisão hierárquica seguia a seguinte ordem: nobres, homens livres e uma grande
quantidade de escravos que realizavam trabalhos como mercadores, carpinteiros,
professores e marceneiros.

História e características sociais, políticas e econômicas

Por ser uma cidade bem sucedida e comercial, Atenas despertou a cobiça de muitas
cidades gregas. Esparta se uniu a outras cidades gregas para atacar Atenas. A
Guerra do Peloponeso (403 a 362 a.C.) durou 41 anos e Esparta venceu, tomando a
capital grega para si, que, a propósito, continuou riquíssima culturalmente.

Alguns dos maiores nomes do mundo viveram nesta região repleta de escritores,
pensadores e escultores, entre eles estão: os autores de peças de teatro Ésquilo,
Sófocles, Eurípedes e Aristófanes e também os grandes filósofos Platão e Sócrates.

Atenas destacou-se muito pela preocupação com o desenvolvimento artístico e


cultural de seu povo, desenvolvendo uma civilização de forte brilho intelectual. Na
arquitetura, destacam-se os lindos templos erguidos em homenagens aos deuses,
principalmente a deusa Atena, protetora da cidade.
A democracia ateniense privilegiava apenas seus cidadãos (homens livres, nascidos
em Atenas e maiores de idade) com o direito de participar ativamente da
Assembléia e também de fazer a magistratura. No caso dos estrangeiros, estes, além
de não terem os mesmos direitos, eram obrigados a pagar impostos e prestar
serviços militares.

Hoje em dia, Atenas tem mais de dois milhões e meio de habitantes, e, embora
tenha inúmeras construções modernas, continua com suas ruínas que remetem aos
memoráveis tempos antigos. A cidade é um dos principais pontos turísticos da
Europa.

Educação de Atenas

Características da educação ateniense, objetivos, educação de meninos e meninas,


valorização da cultura, valores educacionais, história, educação na Grécia Antiga

Introdução

Na antiguidade, a cidade-estado grega de Atenas destacou-se nas áreas de artes,


teatro, literatura e outras atividades culturais. Desta forma, a educação ateniense
refletiu os anseios e valores desta sociedade.

Objetivos

A educação ateniense tinha como objetivo principal à formação de indivíduos


completos, ou seja, com bom preparo físico, psicológico e cultural.

Características

Por volta dos sete anos de idade, o menino ateniense era orientado por um
pedagogo. Na escola, os jovens estudavam música, artes plásticas, Filosofia, etc. As
atividades físicas também faziam parte da vida escolar, pois os atenienses
consideravam de grande importância a manutenção da saúde corporal.

Educação das meninas

Já as meninas de Atenas não freqüentavam escolas, pois ficavam aos cuidados da


mãe até o casamento.
Cultura Grega

Aspectos principais da cultura grega: artes plásticas, filosofia, Olimpíadas, teatro, democracia,
mitologia e esportes.
Influência da cultura da Grécia Antiga no Império Romano e Renascimento Cultural

A Grécia Antiga é considerada pelos historiadores como uma civilização de grande


esplendor cultural. Os gregos desenvolveram a filosofia, as artes, a tecnologia, os esportes e
muito mais. Tamanha era a importância desta cultura, que os romanos, ao invadir a
Península Balcânica, não resistiram e beberam nesta esplendida fonte cultural. Vejamos os
principais elementos da cultura grega.

Artes Plásticas: os gregos eram excelentes escultores, pois buscavam retratar o corpo humano
em sua perfeição. Músculos, vestimentas, sentimentos e expressões eram retratados pelos
escultores gregos. As artes plásticas da Grécia Antiga influenciaram profundamente a arte
romana e renascentista.

Filosofia: a cidade de Atenas foi palco de grande desenvolvimento filosófico durante a o Período
Clássico da Grécia (século V AC). Os filósofos gregos pensavam e criavam teorias para explicar a
complexa existência humana, os comportamentos e sentimentos. Podemos destacar como
principais filósofos gregos Platão e Sócrates.

Esportes: foram os gregos que desenvolveram os Jogos Olímpicos. Aconteciam de quatro em


quatro anos na cidade grega de Olímpia. Era uma homenagem aos deuses, principalmente a Zeus
(deus dos deuses). Atletas de diversas cidades gregas se reuniam para disputarem esportes como,
por exemplo, natação, corrida, arremesso de disco entre outros. Os vencedores das Olimpíadas
eram recebidos em suas cidades como verdadeiros heróis.

Mitologia: para explicarem as coisas do mundo e transmitirem conhecimentos populares, os


gregos criaram vários mitos e lendas. As estórias eram transmitidas oralmente de geração para
geração. A mitologia grega era repleta de monstros, heróis, deuses e outras figuras mitológicas. Os
mitos mais conhecidos são: Minotauro, Cavalo de Tróia, Medusa e Os Doze trabalhos de Hércules.

Teatro: os gregos eram apaixonados pelo teatro. As peças eram apresentadas em anfiteatros ao
ar livre e os atores representavam usando máscaras. As comédias, dramas e sátiras retravam,
principalmente, o comportamento e os conflitos do ser humano. Ésquilo e Sófocles foram os dois
mais importantes escritores de peças de teatro da Grécia Antiga.

Democracia: a cidade de Atenas é considerada o berço da democracia. Os cidadãos atenienses


(homens, nascidos na cidade, adultos e livres) eram aqueles que podiam participar das votações
que ocorriam na Ágora (praça pública). Decidiam, de forma direta, os rumos da cidade-estado.