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O que fazer quando fomos até o fim de uma estrada que escolhemos trilhar fora dos caminhos

do Senhor, e após chegar a um beco sem saída entendemos que precisamos voltar para os braços do
Pai? Ele está sempre de braços abertos para nos receber de volta, sim, mas para podermos novamente
usufruir dos privilégios e bençãos de ser um filho, precisamos verdadeiramente VOLTAR PARA
CASA, ou seja, para os caminhos do Senhor, para uma vida de obediência as condições que Ele
estabeleceu para andarmos em comunhão com Ele. A nossa vida é como uma casa onde ELE É O
SENHOR.
Não há fórmula mágica, reconquistar a intimidade com o Pai, a autoridade espiritual, são
consequências de OBEDIÊNCIA, é um processo que exige de nós FAZERMOS AS ESCOLHAS
CERTAS A PARTIR DE AGORA. Só há um caminho de volta, e o preço é alto. Como um abismo
chama outro abismo, pode ser que tenhamos que escalar vários abismos até chegar à superfície, e poder
respirar o ar fresco de uma vida santificada pela ação do Espírito Santo, ONDE ELE TEM
LIBERDADE DE AGIR. Além disso a bíblia diz que se uma pessoa está na presença de Deus e depois
deliberadamente se afasta e passa a andar em seus próprios caminhos semeando para a carne, sua
condição se torna 7 vezes pior do que a original, e ela irá colher morte e corrupção.
Encare a sua volta como uma jornada: Se andou muito tempo na lama do pecado, está muito
sujo, e a bíblia diz que o pecado cauteriza a consciência. Provavelmente o diabo estabeleceu fortalezas
em sua mente e você passou a se encarar como alguém para quem Deus abre “exceções” em Sua
Palavra, o que é MENTIRA. “ Ninguém se engane, de Deus não se zomba, pois o que o homem semear
ele também colherá” Raciocínios como “Deus sabe que não posso deixar de pecar agora, um dia vou
conseguir, Ele vai me capacitar” É MENTIRA DO DIABO!!!ELE JÁ TE CAPACITOU!!! “Tudo posso
naquele que me fortalece” “No mundo teríeis aflições, mas tende bom ânimo, EU VENCI O
MUNDO”. Pode ser que seja inevitável outras pessoas serem magoadas por causa de nossa decisão de
nos convertermos TOTALMENTE de nossos maus caminhos, mas Jesus disse que ELE VEIO PARA
TRAZER A ESPADA, ou seja, muitas vezes separar-se do pecado pode ser sinônimo de separar-se de
PESSOAS para seguir a Jesus.
Mas o sangue de Jesus AINDA está disponível para nos lavar e resturar, e ressucitar o que
morreu. Com nosso livre-arbítrio Deus nos dá uma condição para alcançarmos a vida vitoriosa que Ele
nos prometeu: “Se hoje ouvires a voz do Senhor Seu Deus NÃO ENDUREÇAIS O VOSSO
CORAÇÃO” Se decidirmos escalar a montanha das consequências de nossos próprios atos com
humildade e total confiança no amor de Deus, que torna possível a TRANSFORMAÇÃO de toda
situação, e o arrependimento genuíno gera frutos, um deles é nossa redenção pelo sangue de Jesus. Não
podemos comprar em lugar algum a moeda que paga o preço de nossos pecados, só o sacrif´cicio da
cruz tem esse poder, que Ele nos dá de graça. “MAS SE CONFESSARDES OS VOSSOS PECADOS
ELE É FIEL E JUSTO PARA VOS PERDOAR E PURIFICAR DE TODA INIQUIDADE.”
Porém o próprio Jesus disse a mulher que quase foi apedrejada por seu adultério: “Vás e NÃO
PEQUES MAIS”. A graça NÃO SIGNIFICA que Deus nos “abençoa” para persistir pecando, mas a
SEPARAÇÃO DO PECADO é um sinal claro de que nos arrependemos.
Uma vida agradável a Deus é fruto do arrependimento genuíno que compreende a total
dependência do perdão de Deus e do poder libertador do sangue de Jesus. Jesus pagou o preço por
nossos pecados, mas não disse que iria colher os frutos de nossa desobediência em nosso lugar. Ele
estará conosco nos dando graça para suportar o tempo da colheita com paciência e sair vitorioso e mais
forte desse deserto, que é um típico deserto que NÓS MESMOS nos conduzimos. Ninguém é obrigado
a pagar esse preço de colher a má semeadura, todos tem livre arbítrio para escolher permanecer na sua
zona de conforto, no lugar de morte. Jacó só foi marcado porque ele quis ficar com a benção, ele não
aceitou a hipótese de deixar o anjo ir embora sem antes entregar a ele a benção específica que ele sabia
que precisava, e desejava de todo o seu coração; essa benção era o que estava pedindo a Deus como
meio de ter a sua sorte restaurada, e por ela ele aceitou o confronto, foi marcado para sempre, levando
uma marca que nunca mais o deixou até o dia de sua morte. Isso não evitou que ele tivesse que se
encontrar com seu irmão (colher os frutos do pecado) e lidar com a vergonha de ter sido descoberto
como usurpador. Ele correu o risco de seu irmão seguir o odiando após aquele encontro, aquela
situação de exposição, que ele não fora OBRIGADO a enfrentar, mas que ele DECIDIU enfrentar pois
sabia que era o único caminho de volta. Ele demonstrou entender que tudo o que plantamos iremos
colher, e quanto antes começarmos a colheita das más sementes mais rápido essa colheita terá fim. Sua
corajosa atitude de enfrentar o seu passado foi um BOM FRUTO da operação do Senhor em sua vida, e
expressou ao mundo inteiro que ele havia sido TOTALMENTE TRANSFORMADO pelo Senhor,
quebrando as cadeias da acusação que o prenderam por tanto tempo. Como recompensa por seu espírito
quebrantado e sua obediência cega ele correu o risco não só de não ser perdoado mas também de ser
morto, mas a sua vontade de estar no centro da vontade de Deus foi mais forte do que seu senso de
auto-preservação. Pode ser que a nova família que ele constituiu não soubesse do que fez no passado, e
ele correu o risco de ver sua “imagem” arruinada, mesmo assim ele foi ao encontro de seu irmão. Ele
confiou que não importaria qual fosse a reação de seu irmão e seus homens, valia a pena voltar onde
ele caiu e fazer a sua parte para concertar o que ele mesmo havia estragado: o seu relacionamento com
ele. Dentre as muitas recompensas que o Senhor lhe deu uma delas foi que o seu irmão,
surpreendentemente, não o odiou, mas ao contrário, o perdoou, e o aceitou de volta, e reconciliou-se
com ele: Deus restaurou o seu relacionamento! Render-se a Deus não é uma opção: é uma CONDIÇÃO
para todo aquele que quer ser JUSTO aos olhos do Senhor: é o contrário de querer ser JUSTO a seus
próprios olhos. Fazer o que Jacó fez não é para qualquer um: só para os sinceros de coração, que ao se
darem conta de sua “natureza enganadora” se arrependem genuinamente e fazem o que for preciso para
passar a viver uma vida que verdadeiramente demonstre frutos de um filho do “Senhor” a quem eles
escolheram servir.