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Os Chakras e a

Dança do Ventre

Organizador: Leivison Dias


Sumário
Chakras .............................................................................................................................................................. 3
Os Sete Principais Chakras............................................................................................................................. 3
Os Vedas ........................................................................................................................................................ 3
Prana, ki e chi................................................................................................................................................. 3
Principais Chakras .......................................................................................................................................... 4
Os Sete Principais Chakras............................................................................................................................. 4
Chakras, Kundalini e Tantra ............................................................................................................................... 4
Chakras Principais .......................................................................................................................................... 5
Muladhara, Chakra Vermelho, ou Raiz ...................................................................................................... 5
Svadisthana, chakra laranja ou sexual ....................................................................................................... 5
Manipura, Amarelo ou Plexo Solar ............................................................................................................ 6
Anahata, Chakra Verde ou Cardíaco.......................................................................................................... 6
Vishuda, Azul, Laríngneo ........................................................................................................................... 7
Ajna, Índigo, o chakra frontal .................................................................................................................... 8
Sahashara, ou Coroa .................................................................................................................................. 8
Chakras Secundários...................................................................................................................................... 8
A Kundalini ..................................................................................................................................................... 9
Kundalini e o Caduceu de Hermes ............................................................................................................. 9
Ritos sexuais ............................................................................................................................................ 10
A história da Dança do Ventre ......................................................................................................................... 10
Dança dos Sete Véus ....................................................................................................................................... 12
Simbologia dos Sete Véus............................................................................................................................ 12
A primeira iniciação ................................................................................................................................. 12
A segunda iniciação ................................................................................................................................. 12
A terceira iniciação .................................................................................................................................. 12
A quarta iniciação .................................................................................................................................... 12
A quinta iniciação .................................................................................................................................... 13
A sexta iniciação ...................................................................................................................................... 13
A sétima iniciação .................................................................................................................................... 13
Origem da Dança ......................................................................................................................................... 13
A Dança ........................................................................................................................................................ 14
Significado dos Véus, Posição, e Movimentos para Dança ......................................................................... 14
Bibliografia:...................................................................................................................................................... 15
Chakras

Os Sete Principais Chakras


Chakras, Chacras ou xacras são, segundo a filosofia ioga, canais dentro do corpo humano (nadis) por
onde circula a energia vital (prana) que nutre órgãos e sistemas. Existem várias rotas diferentes e
independentes por onde circula esta energia. Os chakras são os pontos onde essas rotas energéticas estão
mais próximos da superfície do corpo.
A palavra chakra vem do sânscrito e significa "roda", "disco", "centro" ou "plexo". Nesta forma eles
são percebidos por videntes como vórtices (redemoinhos) de energia vital, espirais girando em alta
velocidade, vibrando em pontos vitais de nosso corpo. Os chakras são pontos de interseção entre vários
planos e através deles nosso corpo etérico se manifesta mais intensamente no corpo físico.

Os Vedas
Os Vedas (5.000 a.C.) contêm os mais antigos registros sobre chakras de que se tem notícia. Quando
foram escritos, o Yoga já sistematizava o conhecimento e o trabalho energético dos chakras.
São sete os principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada
um corresponde à uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras está em
estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável,
todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a "prana", flua para cima por
intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o
fluxo de energia fica inibido ou bloqueado - e disso resulta o envelhecimento ou a doença.
Os chakras são conectados entre si por uma espécie de tubo etérico (Nadi) principal chamado
"Sushumna", ao longo do eixo central do corpo humano, por onde dois outros canais alternados "Ida" que
sai da base da espinha dorsal à esquerda de Sushumna e "Pingala" à direita ( na mulher estão invertidas
estas posições ).
Os Nadis conduzem e regulam o "Prana" (energias Yin e Yang) em espirais concêntricas. Estes Nadis
são os principais, entre milhares, que percorrem todo o corpo em todas as direções, linhas meridianos e
pontos. Para os hindus os Nadis são sagrados, é por meio da "Sushumna" que o yogi deixa o seu corpo
físico, entra em contato com os planos superiores e traz para o seu cérebro físico a memória de suas
experiências.
Na Doutrina Espírita os chacras são chamados de Centro de Força.

Prana, ki e chi
Atualmente, com a universalização do conhecimento, existe a tendência a considerar a convergência
dos conceitos das culturas indiana e chinesa sobre estes centros de energia (chakras), e os nadis. Os nadis
seriam correspondentes aos meridianos chineses, assim como prana, ki e chi seriam nomes diferentes para
a mesma energia vital.
As pesquisas de Hiroshi Motoyama, em Osaka, com o campo eletromagnético humano, mostram a
relação entre os meridianos e os nadis, bem como as alterações nas ondas cerebrais durante a ativação dos
centros ou chakras superiores.
Kundalini
O primeiro chakra, denominado no ocidente como Chakra Base ou Chakra Raiz é o responsável por
manter o fluxo de energia ascendente da terra para o corpo. Emocionalmente ele conecta a pessoa ao
mundo presente sendo o responsável pelo bom ânimo. Esse chakra também exerce forte influência sobre
os demais 'bombeando' energia da terra (telúrica) para cima em direção aos demais centros de energia.
Nos pés há chakras secundários, Plantares, que se relacionam diretamente ao Chakra Raiz sendo os
responsáveis pela perfeita troca de energia entre o corpo e a terra.
A energia telúrica absorvida por esses três chakras, ao ser modificada pelo Chakras Raiz, em seu
caminho ascendente aos demais chakras recebe o nome de Kundalini.
Técnicas orientais e descrições herméticas relatam o fluxo dessa energia, usando-se a expressão
"fogo serpentino", que descreve sua ascensão através dos nadis.

Principais Chakras

Os Sete Principais Chakras


Nosso corpo físico tem uma ligação sutil com o mundo astral. É
através do desequilíbrio desta energia vital que as pessoas adoecem e
acabam obstruindo esta ligação com o Divino. Daí, a relação entre as
doenças e as crises emocionais. É muito comum ver pessoas que
acabam somatizando e transformando energias negativas, depressão,
raiva, solidão, em doenças físicas, como cânceres e outras mais graves.
Nosso corpo físico tem pontos, que quando ativados, fazem fluir a
energia vital, nos trazendo alegria e, principalmente, saúde. É através
dos nadis (meridianos) - caminhos invisíveis dentro do nosso
organismo - que a energia vital caminha por todo o nosso corpo e
chega aos chakras, em pontos que concentram vibrações mais
específicas.

Chakras, Kundalini e Tantra


Na semana passada aprendemos que os cientistas acabaram de demonstrar que estamos vivendo em
um mundo de, no mínimo 11 dimensões, coisa que os Egípcios já sabiam 6.000 anos atrás. Estudamos como
os seres humanos possuem corpos em todas estas dimensões e como estes corpos se relacionam e
conseguimos até mesmo explicar de onde surgiu a história da Arca de Noé, Barca de Ísis e do Barqueiro
Caronte.
Hoje, vamos voltar um pouco mais no tempo e estudar algo que os hindus já conheciam 7.000 anos
atrás. Usando uma linguagem simplificada, os chakras são centros captadores e transformadores de Prana
(os campos eletromagnéticos que circulam a Terra através de suas Linhas de Ley). Estas rodas de energia
situam-se no segundo dos sete corpos, entre o físico e o astral e possuem contrapartes no físico.
Enquanto eu estiver explicando cada um dos Chakras, coloquei ao lado diagramas relacionando-os à
Kabbalah. Não se preocupem em tentar entender estas “bolinhas e tracinhos” agora, eu vou falar sobre isso
quando chegarmos na parte do “Moisés e os 10 mandamentos”. Como vocês verão mais tarde, TUDO está
inter-relacionado no Ocultismo.
Chakras Principais
Muladhara, Chakra Vermelho, ou Raiz

Situado na base da coluna, este Chakra governa a dimensão física e todos


os aspectos sólidos do corpo, mantido pela recepção das energias telúricas
distribuídas por esse primeiro Chakra. Ele energiza e fortalece o corpo sendo
responsável pelo seu bem-estar físico. É o centro de energia através do qual se
experimenta “luta ou fuga”.
Exterioriza-se como a glândula supra-renal, governa os rins, a coluna
vertebral, sistema de esqueleto, linfa, sistema de eliminação e reprodução e
possui vibração de cor vermelha. Possui 4 pétalas, mas normalmente apenas
duas estão abertas nos não-iniciados.
É o chakra mais sexual de todos, o mais básico e o mais primitivo. É o
único que está sempre ativo em todas as pessoas, não importa o quão gado ela
seja. É o chakra que lida com a força.
Ele também é o mais fácil de ser estimulado. Qualquer propaganda de
apelo sexual ou pornografia faz com que este chakra gire mais rapidamente,
excitando o indivíduo. É um chakra mais forte nos homens.
Isto explica algumas coisas: a primeira é porque os homens “pensam com a cabeça de baixo”. Faça
este chakra ressoar e ele tomará o controle dos outros 6 (lembram que eu falei que apenas este está
funcionando no gado?), fazendo com que o indivíduo atue completamente pelo instinto mais primitivo. A
publicidade e os fabricantes de cerveja conhecem como ninguém esta regra. Cor vermelha, batidas rítmicas
específicas (as batidas de escola de samba são um bom exemplo, mas o funk é de longe o melhor exemplo
de como estas vibrações ressoam com o chakra raiz) despertam esta parte animalesca e sexual do homem.
Nos iniciados, o controle deste chakra lhes dá uma vitalidade sobre-humana (é o chakra desenvolvido
nas respirações do chi-kung nos exercícios iniciais das artes marciais e através da posição de “mapu” ou
cavalo), capacidade de controlar a ereção e ejaculação pelo tempo que desejar (e a base da magia sexual),
resistência à doenças, saúde de ferro e instintos de autodefesa.

Svadisthana, chakra laranja ou sexual

O segundo Chakra localiza-se dois dedos abaixo do umbigo. É dominado


pela água, a essência da própria vida, Esse chakra é o centro da procriação e por
se achar diretamente associado à lua (Yesod), afeta com suas marés emocionais
(humor, sentir-se bem).
A criatividade e a inspiração de criar começam no segundo chakra. A
energia prânica que circula nesse Chakra governa a circulação do sangue e o
mantém em bom equilíbrio por todos os fluídos do corpo, igualmente governa
os órgãos genitais (ovários e testículos), as atitudes nos relacionamentos, sexo e
comportamento sexual, o sentir, reprodução e assimilação. Exterioriza-se como
a glândula gônada, glândulas sexuais masculinas e femininas, que encarnam a
força vital. Sua cor vibratória é Laranja e possui 6 pétalas.
Ao contrário do primeiro chakra, este lida com as forças de SEDUÇÂO e
Magnetismo Pessoal. Obviamente, é um chakra feminino e, quem tem um
mínimo de experiência de vida já deve ter entendido todas as diferenças sutis
entre homens e mulheres em relação a sexo e sedução neste ponto.
A menstruação e o ciclo lunar são extremamente importantes para o controle e domínio deste
chakra nas mulheres, necessário para as maiores magias sexuais femininas e orgasmos muito mais
intensos.
Bons vendedores, negociantes e pessoas com um bom grau de sedução possuem algumas pétalas
desenvolvidas. Nem preciso dizer qual é o prêmio para o ocultista quando ele desenvolve este chakra,
preciso?
Manipura, Amarelo ou Plexo Solar

Localizado no centro do abdome, centro de compensação de energia para


os outros chakras, o solar funciona como receptor e emissor de energias.
Exterioriza, energiza e controla o pâncreas, fígado, baço, estômago, vesícula,
intestino grosso e até certo ponto o intestino delgado. Governa a liberdade,
poder, controle, auto definição, intelecto, aceitação e visão.
A cor vibratória é o amarelo. O plexo solar é a sede do fogo no interior do
corpo. Ele assume aqui importância particular, porque é também a sede dos
medos, das angústias e dos ódios.
Este chakra engloba o Karma, a caridade, a boa e má companhia e o
serviço prestado aos outros.
Por ser do elemento fogo, expansão energética que dá origem ao
movimento, a tradição fenomênica dessa expansão é o calor. O Manipura é o
chakra da força. Combinado com o domínio do chakra básico, permite ao
iniciado fazer demonstrações extremas de força e resistência física, através das
técnicas de Chi-kung. Todas as demonstrações de força física sobre humana
dependem do bom fluxo de energia entre os chakras inferiores.
Este chakra também possui uma importância enorme na mediunidade. É através dele que o médium
doa a energia para os espíritos e também é através dele que os espíritos, larvas astrais e vampiros
“roubam” nossa energia.
Na Grécia e em Roma, os ocultistas sempre souberam que era através deste chakra dos sacerdotes e
virgens vestais que os Oráculos recebiam sua energia materializar suas vozes (os Oráculos nada mais eram
do que espíritos avançados que se comunicavam com os sacerdotes e consulentes, de maneira idêntica ao
que os médiuns fazem hoje em dia). Por esta razão, chamavam estes oráculos de Venter Loquis, ou “A Voz
que vem do ventre”, que mais tarde deu origem aos ventriloquismo dos mágicos profanos (que são truques
mundanos de projeção da própria voz).
É através dele que atuam as principais linhas de defesa psíquica. É o segredo para se conseguir entrar
em um ambiente carregado e estar protegido (como eu ensino meus amigos policiais, delegados e
investigadores a se protegerem quando vão a uma cena de homicídio, para não levarem estas energias
para suas famílias depois, por exemplo). A falta de controle deste chakra é o responsável por chegar em
casa no final do dia “esgotado” ou “drenado” de energias, especialmente se você trabalha em um ambiente
de corporação onde um quer ferrar o outro ou em ambientes pesados/ruins como hospitais, igrejas e
presídios.

Anahata, Chakra Verde ou Cardíaco

Localizado no centro do peito, o quarto chakra é o do coração. Exterioriza-


se como o timo. Governa o coração, sangue, sistema circulatório. Influencia o
sistema imunológico e endócrino, sistema de respiração. Centro através do qual
sentimos o amor, o dar, relacionar-se, aceitação. Sua vibração é da cor verde,
vindo a evoluir para rosa com a prática da compaixão, do amor pessoal e
universal. O chakra do coração é a sede do equilíbrio corporal.
Esse é o chakra mais complicado de ser desenvolvido, e ao mesmo tempo o
mais simples. É a pedra filosofal, o Lápis azuli, o desapego aos bens materiais, o
perdão, o ágape fraternal pelo planeta. É o chakra que faz a conexão entre o seu
corpo astral e o cósmico, muitas vezes chamado de “Crístico”, é a harmonização
do corpo interior e exterior. Este chakra era explorado ao máximo nas cerimônias
de iniciação da Pirâmide e nos Círculos de Pedra, despertando os maiores
sentimentos de bondade e magnanimidade dos governantes iniciados. Podemos
ver uma representação deste chakra nesta figura ao lado. Tenho certeza absoluta
que 99% dos católicos não fazem idéia do que esta imagem realmente
representa...
É complicado de explicar sobre a abertura e desenvolvimento deste
chakra, porque as religiões misturam esta sensação com os famosos “êxtases
religiosos”. A mitologia católica é rica nestes exemplos em seus santos e volta e
meia vemos estas fagulhas em crentes. Vou mexer em um vespeiro agora,
vamos ver se vocês conseguem entender o que é este “despertar crístico”:
É o famoso “eu vi Jesus” que algumas pessoas acabam despertando sem
querer através das rezas (que nada mais são do que mantras) ou devoção cega ou ritos eclesiásticos.
Exercícios que, no passado e nas ordens ocultistas, servem para despertar o seu DEUS INTERIOR e colocar
os iniciados em comunhão com o universo, acabaram manipulados e deturpados pelas igrejas para
controlar os fiéis, mas isso não significa que não funcionem! E, como o gado está mergulhado na
ignorância, entendem que “Jesus falou comigo”... sentem-se eufóricos, não conseguem explicar o que
sentiram, não conseguem compreender esta situação, sentem-se “tocados pelo cósmico” e o triste é que,
no final, acabam dando todo o seu dinheiro para alguma igreja caça-níqueis que não teve nada a ver com
este despertar…
Aqueles que sabem o que estão desenvolvendo, verão que este chakra está ligado diretamente a
Tiferet, o centro da Kabbalah, o despertar dos iniciados, o SOL, o que os egípcios chamavam de “Hati” (o
deus esposo de Meret, responsáveis pelos Hieros Gamos nas cerimônias egípcias).. calma… não precisam
ficar desesperados, eu VOU falar sobre tudo isso mais para a frente!.

Vishuda, Azul, Laríngeo

Localizado na base do pescoço, este chakra exterioriza-se como a glândula


tireóide e governa os pulmões, cordas vocais, brônquios e metabolismo. Sede
da abundância e da prosperidade como resultado da forma como agimos na
vida.
Através deste chakra, aprender-se a receber e deixar as coisas fluírem
sem criar condições que impeçam você de desfrutar da experiência. Centro de
expressão e de comunicação, está ligado ao verbo divido, onde o que você fala
cria. Sua vibração e de coloração azul clara.
É um chakra ligado diretamente aos Mantras. É ele que providencia a
energia para fazer com que as vocalizações ressoem em todos os universos de
freqüência, harmonizando ambientes, dissolvendo cascões astrais, larvas,
canalizando a energia do astral para o físico (pergunte a qualquer faixa-preta de
Karate se o “kiai” funciona ou não – ele está diretamente relacionado com este
chakra).
Desenvolve a eloqüência, capacidade de comando e de raciocínio lógico. Permite ao iniciado
compreender com maior nitidez o mundo acausal e as sincronicidades (“coincidências”) que ocorrem ao
seu redor o tempo todo, como se todo o planeta conversasse com ele ao mesmo tempo. Domina a
intuição, mas pelo ponto de vista masculino, que é o conhecimento da sincronicidade. O Vishuda (chamado
de “Khu” pelos egípcios) também é a porta de conexão com o Plano Astral. É por ele que os espíritos e
outras entidades se conectam ao médium no plano físico (para psicografia, pinturas mediúnicas e todo tipo
de ato onde o médium é “controlado” por uma força externa). O descontrole deste chakra somado ao
descontrole do 3º chakra é o que abre as portas do corpo da pessoa a entidades astrais e faz com que essas
pessoas com mediunidade (muitas vezes despreparadas) escutem as “vozes” ou sejam “possuídas pelo
demônio”, “encostos”, etc.
Também é desta relação de controle que se originou a lenda dos vampiros “morderem o pescoço”.
Todas as egrégoras de controle (vício de cigarro, jogo, drogas, bebidas, perversões, succubi, íncubi…)
também se conectam através deste chakra.
Ajna, Índigo, o chakra frontal

O terceiro-olho, que os egípcios chamavam de “Ba”. Um chakra


predominantemente feminino, responsável por quase todas as percepções
extra-sensoriais. Exterioriza-se como a glândula pituitária. Governa o cérebro
inferior e o sistema nervoso, os ouvidos, crescimento, sistema endócrino e plexo
carotídeo. Através desse centro consideramos nossa natureza espiritual. Sua
vibração é de cor azul escuro.
Este chakra também era muito desenvolvido durante as iniciações
egípcias e hindus. Despertando-o, o ser realiza que é um espírito imortal num
corpo temporário de carne.
Os Lemurianos possuíam este chakra muito desenvolvido. Por sua elevada
estatura e pelas descrições de seu “grande olho no centro da testa”, são
responsáveis por todas as lendas a respeito dos ciclopes nos textos antigos.
Para ativá-lo e desenvolvê-lo, o melhor mantra para vibrar em harmonia
com este chakra é o famoso “AUM”. Também é possível ativá-lo através de
gemas como a coral ou opala, muito utilizados na Índia (repare que todos os deuses indianos possuem
alguma jóia em sua fronte) e também nos faraós através da “coroa de serpente” e posteriormente nos reis
(repare que as coroas antigas possuem uma grande jóia em sua fronte).

Sahashara, ou Coroa

O sétimo chakra ou coroa está localizado no topo da cabeça, plexo


cerebral, centro da testa. Este chakra é o chakra ligado à iluminação. Exterioriza-
se como a glândula Epífise, também chamada Pineal e governa a parte superior
do cérebro, regendo o sistema nervoso que simbolicamente representa o
sistema de integração do Homem com seu Deus Interior.
Sua vibração é a violeta ou às vezes a combinação de todas as cores: Luz
branca. Induz ao sentimento de confiança de estar sendo guiado pelo universo.
Rege as experiências interiores mais profundas e transformadoras, que se
traduziram em sabedoria de alma.
Na iconografia, é muito comum retratar os deuses egípcios, faraós e
deuses hindus com um halo luminoso sobre suas cabeças ou ao redor delas. Isso
é reflexo destas pétalas abertas e emanando a luz cósmica. E SIM, é isso mesmo
que você está pensando… esta é a explicação científica para a origem das
auréolas dos santos na iconografia católica.

Chakras Secundários
Já destrinchamos cada um dos sete chakras pessoais. Agora vamos aos secundários: mãos, plantas
dos pés e língua.
Os chakras palmares são usados para redirecionar a energia que o estudante recebeu, canalizou e
está projetando. São essenciais em práticas de Reiki e Chi-kung de cura, e também a origem de todas as
técnicas de “curas pelas mãos”.
Os chakras plantares são captadores de energia telúrica. Por esta razão, os celtas, wiccans, hindus,
xamãs e sacerdotes de várias religiões ligadas à terra enfatizam o bem estar que andar descalço sobre a
grama ou terra traz. Na realidade, você está absorvendo a energia telúrica (que vai complementar o prana,
que é absorvido através do ar) para abastecer sua biomáquina magnética (ou corpo humano, se preferir). O
Sol é a terceira fonte de energia e os alimentos sua fonte material de energia. Chakras plantares são
vulneráveis a ataques astrais e uma das “portas dos fundos” para se atacar pessoas que pensem estar
protegidas nos chakras principais… é em razão disto que surgiu a crendice popular de que um morto
irritado vem “puxar seu pé” durante a noite.
A língua é utilizada na vocalização de desejos e também para o ato de beijar, em inúmeros ritos
sexuais, que funciona como uma das portas energéticas entre o casal, por isto é tão importante em uma
relação. Também pode servir para dissipar energia (por esta razão, todas as escolas que lidam com energia
ensinam a manter a boca fechada e a língua tocando o céu da boca quando fizerem as respirações).
Além deles, existem muitos outros pequenos pontos de intersecção energético em nosso corpo,
chamados de pontos de acupuntura, que funcionam de maneira análoga às Linhas de Ley do Planeta Terra.
Como vocês também devem ter reparado, eles fazem uma relação direta com as cores do espectro
luminoso, demonstrando mais uma vez a harmonia das Faixas de Vibração que mencionei em uma coluna
anterior.

A Kundalini
Ok, tio Marcelo, já entendemos todo o conceito, mas que provas você tem que os antigos conheciam
mesmo toda esta ciência? Bem, crianças, a chave para entender todo o funcionamento destes processos
está representado simbolicamente na serpente. Como os meridianos que passam através dos chakras
(chamados Nadi) possuem a forma de uma serpente, os antigos o associaram à serpente e à sabedoria
(Kundalini pode ser entendida como “a serpente enrolada”).
Para os gregos, as sacerdotisas mais importantes eram chamadas de pítias ou pitonisas (ou “aquela
que domina a serpente”). Basta observar a história do Oráculo de Delfos para ver que ele foi estabelecido
após “Apolo derrotar a serpente Píton” ou seja, o deus solar/tiferet (4º chakra) dominando a
serpente/kundalini.
Todos os faraós eram representados com a tiara de serpente, ou a disputa entre Moises cujo cajado
se transformava em uma serpente para engolir o dos adversários (o Pentateuco é totalmente ocultista e
simbólico – um dia eu explico a bíblia sob o ponto de vista ocultista, vocês vão adorar). Na Índia, a serpente
Kundalini era reverenciada como sinônimo de poder divino, os Astecas, Maias e Incas veneravam a “grande
serpente voadora”, os xamãs colocam a serpente como sinônimo de sabedoria… ou seja, a serpente está
associada a sabedoria e poder em todas as religiões… bem… quase todas.
Existe uma religião em especial que morre de medo da serpente, tanto que até a transformou em um
demônio que tenta os “pobres coitados inocentes” a experimentar a “Árvore do Conhecimento”…
hummmm Árvore da Vida da Kabbalah, Yggdrasil dos nórdicos, Pomos de Ouro das Hesperides na mitologia
grega, Ankh na mitologia egípcia, Árvore da sombra dos deuses na mitologia hindu, Morada de Quetzacoatl
para os astecas… quanta “coincidência” que civilizações tão distantes e desconhecidas entre si venerem
essa mesma árvore da mesma maneira… e porque a tal Igreja morre de medo dela? o que o tal
“conhecimento” dessa árvore vai fazer de mal às pobres ovelhinhas?
Mas eles também veneram esta árvore… ou você acha MESMO que o que Moisés desceu carregando
do monte Sinai foram aqueles códigos morais simplórios? Dez mandamentos? Dez sephiroth? Mais pra
frente eu explico da onde surgiram aqueles mandamentos, mas pergunta para qualquer judeu o que são os
49 dias do Sefirat Haômer e ele vai te dizer se tem ou não a ver com a Kabbalah.

Kundalini e o Caduceu de Hermes


Lembram que eu falei acima sobre alguns chakras serem masculinos e outros femininos? Pois bem.
Recapitulem o texto e vocês verão que o primeiro chakra é masculino, o segundo feminino, o terceiro
masculino e assim por diante… e o sétimo chakra é universal.
Na magia sexual, os casais aprendem a compartilhar a energia destes chakras um com o outro,
fazendo com que o prana circule entre os dois amantes não apenas agindo como um catalizador destas
energias mas fazendo com que o chakra forte de um entre em sincronia com o chakra fraco do outro,
acelerando ambos os corpos, mentes e espíritos em uníssono. E o resultado disso é… divino.
E a forma energética que fica entre estes chakras entrelaçados é mais ou menos esta das imagens
abaixo (para uma pessoa, o Cajado de Asclepius, para duas pessoas, o Caduceus).
Uma delas é bastante conhecida no mundo cético. É o famoso símbolo da Medicina. Ah, se os
médicos soubessem da onde se originou o símbolo deles… mas… essas coisas de chakras não existem, não é
mesmo? hehehe
Ritos sexuais
Claro que esta é a magia sexual envolvendo apenas para um casal, mas existem certos ritos secretos
extremamente poderosos chamados Hieros Gamos, onde sacerdotes e sacerdotisas canalizam esta força
para a celebração de festividades importantes. Quem já leu o “Código DaVinci” ou assistiu ao filme “De
olhos bem fechados” (aquele com o Tom Cruise e a Nicole Kidman) já tem uma vaga idéia do que se trata…
Quem ainda acha que eu não estou falando sobre a Arca da Aliança, é melhor rever o texto e ler nas
entrelinhas, porque eu já estou falando das arcas há algum tempo… vocês estão focados demais numa
caixa de madeira e ouro e não no conteúdo dela…

A história da Dança do Ventre


As origens da dança do ventre se perdem no tempo. Alguns historiadores apontam entre 7.000 e
5.000 antes de Cristo.
As manifestações primitivas da Dança do Ventre, cujos movimentos eram bem diferentes dos
atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e
Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães
A Dança do Ventre Recebeu em cada região nomes diferentes:
- Raqs El Sharq ou Raqs Sharqy, no Egito, (significa "Dança do Oriente" ou "Dança do Leste"),
- Chiftitelli, na Grécia (este também é o nome de um ritmo comum na Turquia),
- Rakkase, na Turquia,
- Dance du Ventre, na França,
- Belly Dance, ou Dança do Ventre, seu nome no mundo ocidental.
As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na
teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a
partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este
sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das
mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais
No Egito a dança era realizada por sacerdotisas treinadas desde meninas para servirem como canal
da deusa Isis nos rituais religiosos. A dança do ventre era realizada somente em templos, mas com o passar
do tempo começou a fazer parte de grandes solenidades públicas nos palácios, o que fez com que ela se
popularizasse.
As sacerdotisas apareciam envoltas por véus com os seios nus, símbolos de fertilidade. Seus quadris
largos evocavam a imagem de boas parideiras. Seus passos e gestos eram inspirados nos astros, como o
Sol, a Lua e as estrelas, bem como na chegada da primavera, na flor de lótus, nas estações de plantio e de
colheita, nos quatro elementos, e no movimento dos animais.
Os rituais eram iniciados com as sacerdotisas dançando e cantando para que a Deusa se
manifestasse, depois eram feitas oferendas de flores de lótus, incensos, essências, água e frutas.
Os animais sagrados, como a vaca, simbolizada pela deusa Hathor, eram modelos para a mulher
egípcia, estimulando os dotes sensuais, artísticos e espirituais. Osíris, também venerado com atributos de
animais, principalmente o touro, simbolizava a divindade, o mediador entre vivos e mortos. Ísis também foi
cultuada com a cabeça de uma vaca. E era nessa forma que Hathor ara cultuada como a deusa do amor, das
artes e da espiritualidade.
Se hoje pode parecer estranho deuses configurados em animais, há seis mil anos A.C. estas
representações simbólicas serviam para ensinar parte dos mistérios e mitos de Ísis e Osíris ao povo egípcio.
Sem a presença das sacerdotisas, as cerimônias não poderiam acontecer. A dança era ensinada de geração
a geração até a queda do Império egípcio, quando o povo egípcio passou a sofrer influência de outros
povos.
Na mesopotâmia a dança se destaca na Babilônia e na Suméria, as sacerdotisas tinham sangue real e
eram consideradas esposas humanas dos deuses, moravam nos templos depois do seu casamento ou
iniciação. Algumas dessas sacerdotisas dedicavam-se ao culto da deusa Inana ou Ishtar. No princípio desta
civilização, Ishtar era a deusa da fertilidade, um dos aspectos da mãe divina, representando também o
poder criativo do ser humano. Em homenagem a ela, as dançarinas dos templos executavam suas danças
sagradas.
A maior evidência da dança na Grécia , Turquia e Itália é também de caráter ritual, incluindo
principalmente ritos cíclicos , que representavam uma passagem de um estado à outro na vida dos
participantes. Casamento, menarca (primeira menstruação), parto e morte eram sem dúvida as ocasiões
preferidas para dançar, já que é destes eventos que temos registros.
Mas foi em 1300 depois de Cristo com a invasão Árabe ao Egito, que esta dança se mesclou e ganhou
o caráter festivo de hoje, perdendo parte de seu jeito sagrado e ritualístico e ganhando a conotação alegre
e espontânea.
As freqüentes invasões ao Egito terminaram por difundir a dança do ventre entre vários povos,
principalmente entre o povos árabes.
Tendo sido influenciada por diversos grupos étnicos do Oriente, absorveu os regionalismos locais,
que lhe atribuíam interpretações com significados regionais. Surgiam desta forma, elementos etnográficos
bastante característicos, como nomes diferenciados, geralmente associados à região geográfica em que se
encontrava; trajes e acessórios adaptados; regras sobre celebrações e casamentos; elementos musicais
criados especialmente para a nova forma; movimentos básicos que modificaram a postura corporal e
variações da dança. Nasce então, a Dança Folclórica Árabe.
Foram os árabes, como viajantes, os maiores divulgadores da Dança do Ventre no Ocidente.
A dança começou a adquirir o formato atual, a partir de maio de 1798, com a invasão de Napoleão
Bonaparte ao Egito, quando recebeu o nome de "Danse du Ventre" pelos orientalistas que acompanhavam
Napoleão. Haviam neste contesto as Ghawazees, mulheres exóticas de origem cigana indiana
descendentes dos Sinti, que dançavam ao ar livre (para o povo), e as Awalins , poetizas, instrumentistas,
compositoras e cantoras, dançarinas que se apresentavam nos palácios em festas e ocasiões solenes (para
a elite) e eram consideradas cultas demais para a época.
Porém, durante a ocupação francesa no Cairo, muitas dançarinas fogem para o Ocidente, pois o
Islamismo, o Cristianismo e conquistadores como Napoleão Bonaparte proibiram a expressão artística da
dança por ser considerada provocante e impura.
A roupa que usamos atualmente na dança do ventre, com paetês e lantejoulas, foi inspirada nas
roupas usadas pelas dançarinas locais dos cabarets de Paris, onde as Ghawazze se apresentaram durante
sua passagem pela França, e incorporaram ao seu figurino elementos do modo de se vestir das dançarinas
parisienses.
Em 1866, a proibição é suspensa e as Ghawazees retornam ao Cairo, pagando taxas ao governo pelas
performances.
No início da ocupação britânica em 1882, clubes noturnos com teatros, restaurantes e music halls, já
ofereciam os mais diversos tipos de entretenimento.
Porém a dança oriental só ficou conhecida, e de maneira desastrosa, em 1893 na famosa Feira
Mundial de Chicago, nos Estados Unidos, quando foram trazidas dançarinas do Extremo Oriente para se
apresentarem.
O cinema egípcio começa a ser rodado em 1920, e usa o cenário dos night clubs, com cenas da
música e da dança regional. Hollywood passa a exercer grande influência na fantasia ocidental sobre o
Oriente, modificando os costumes das dançarinas árabes. Surgem bailarinas consagradas, nomes como
Nadia Gamal e Taheya Karioca, entre muitos outros ainda hoje estudados pelas praticantes da Dança
Oriental. Criam-se bailarinas para serem estrelas, com estudos sobre dança, ritmos árabes e teatralidade.
Ao longo dos anos, a dança sofreu modificações diversas, inclusive com a inclusão dos movimentos
do ballet clássico russo em 1930.
No Brasil a dança foi difundida pela mestra síria Shahrazad e mestra Saamira Samia.
No ano de 1979, Shahrazad inicia, no Brasil, um trabalho único no mundo. Este trabalho consiste em
desenvolver através da Dança do Leste, mais conhecida como a Dança do Ventre, uma pesquisa sobre
todos os movimentos mais intensos e possíveis de serem executados pelo corpo de uma mulher.O objetivo
desta pesquisa é o auto-conhecimento do corpo feminino, visando exaltar o privilégio de ser mulher e sua
dádiva de procriar. Busca e resgata a própria essência da mulher, o que torna sagrado o dom e o desejo de
dançar.
Mensagem de Shahrazad:"Meu trabalho não tem a pretensão de criar novas coreografias, pois a
Dança do Leste existe há séculos, no mundo árabe. Tudo já foi dançado. Meu trabalho é outro: o
desenvolvimento do corpo feminino. É um trabalho corporal, no qual cada gesto envolve um profundo
respeito pela essência humana. Cada movimento é sagrado, e não estou falando no sentido religioso;
somos sagrados por sermos filhos do planeta Terra, do Criador. Pertencemos ao Universo."
A mulher, que é a intérprete desta arte milenar, deve transmiti-la com amor e respeito.

Dança dos Sete Véus


Ao longo da execução da Dança dos Sete Véus, retiram-se sucessivamente, com graça e mistério, os
sete véus, cujas cores se relacionam ao arco-íris.

Simbologia dos Sete Véus


Hijab: assim é a palavra “véu” em árabe, e significa “o
que separa duas coisas”. O véu é a barreira que separa o
conhecido do desconhecido, o mundo material do imaterial,
não é apenas um enfeite, um acessório a mais, o véu mostra
existir algo muito precioso que está escondido.
A retirada do véu sugere a revelação gradual da Luz, o
véu "desvenda" a sabedoria e a verdadeira essência do
universo. A retirada e o cair do véu significa o "cair da venda",
o abrir dos olhos, o auto-conhecimento que desperta a
consciência e nos leva á ascensão espiritual.
O número Sete simboliza a combinação do Três (Céu)
com o Quatro (Terra): O 3, representado por um triângulo, é
o Espírito; o 4, representado por um quadrado, é a Matéria. O
Sete simboliza a totalidade dos mundos.
Os sete véus simbolizam as sete cores do arco-íris, os
sete planetas conhecidos na época da civilização egípcia
antiga (que estão representados na dança como possuidores
de qualidades e defeitos que influenciam o temperamento das pessoas), as sete notas musicais, os sete
dias da semana, e os sete chacras (pontos energéticos do corpo humano). Na Dança dos Sete Véus, cada
véu corresponde a um grau de iniciação, rumo á ascensão espiritual:

A primeira iniciação
Nesta iniciação a pessoa deverá trabalhar o domínio das tendências físicas inferiores básicas:
purificação da alimentação, manutenção do corpo livre ao máximo de toxinas, transmutação da luxúria em
amor, entre outras coisas. Neste estágio, a pessoa começa a tomar consciência de si mesma, como alma.

A segunda iniciação
Esta iniciação desenvolve o controle da camada emocional. Os desejos egoístas são substituídos pelo
desejo de servir a humanidade e entra-se num trabalho intenso com a natureza emocional e psicológica.
Aqui, o indivíduo toma consciência de quem é realmente, de todos os aspectos do seu eu, aceita-os e
trabalha os aspectos negativos. A meta da segunda iniciação é fundir as metas e desejos pessoais, com as
metas do Todo.

A terceira iniciação
Aqui o domínio do pensamento é o foco central. As formas de pensamento têm que se tornar claras
e definidas, assim como os nossos propósitos ou desejos. Os pensamentos devem ser dirigidos para os
planos superiores. O indivíduo precisa aprender a trabalhar com os bloqueios físicos, emocionais e mentais,
não os negando, mas encontrando as suas raízes; e isso para muitas pessoas é a parte mais difícil.

A quarta iniciação
Existe um período de sacrifício e desapego profundos nesta iniciação, que também é chamada de
"crucificação", e aqui a pessoa tem que trabalhar os medos, e as perdas. Neste estágio, a visão aumenta
espantosamente e o interesse verdadeiro passa a ser elevar a humanidade, pois a essência da alma sabe
que forma uma unidade com tudo o que existe. Aqui, o iniciado não é mais uma alma aprisionada, mas sim
a própria alma.

A quinta iniciação
É a revelação e ocorre no plano átmico. A vontade de servir, assume fundamental importância. A
pessoa toma total consciência dos papéis desempenhados na evolução da Terra e do universo. Aqui a
pessoa entra em pleno contacto com o seu poder pessoal, com o amor, e a luz.

A sexta iniciação
Esta é a "iniciação da ascensão"; que se inicia agora e completa-se na 7.ª iniciação. Aqui a pessoa
sente-se numa total unidade, vivenciando o amor incondicional divino e uma profunda paz. É necessário
invocar e ser a Luz e o Amor.

A sétima iniciação
A partir daqui, não somos mais atraídos pelos mundos inferiores a não ser pela vontade de servir.
Neste plano, a vontade espiritual se encontra plenamente ativada, entrando em pleno funcionamento ao
lado do amor incondicional e da sabedoria. Neste estágio o amor incondicional, as motivações puras e o
brilho da própria luz, reluzem na aura do iniciado.

Origem da Dança
A Dança dos Sete Véus possui várias origens, a mais remota
conta que inicialmente era dançada com 49 véus, passando mais tarde
a ser realizada com apenas 7 véus, e era realizada em homenagem à
Deusa Babilônica Ishtar ou Astarte, deusa do amor e da fertilidade.
Segundo os babilônios, Tamuz, seu amado teria perdido a vida e foi
levado para o reino dos mortos, e Ishtar, por amor, resolveu ir
também para o reino dos mortos a fim de resgatá-lo. Determinada,
Ishtar atravessou os 7 portais do mundo dos mortos, passando pelas 7
câmeras que haviam dentro de cada portal e lutando com os 49
demônios guardiões dos portais, Ishtar derrotou e dominou todos os
demônios, deixando cair um de seus pertences durante as lutas em
cada portal: um véu ou uma jóia (cada um deles representando um de
seus sete atributos: beleza, amor, saúde, fertilidade, poder, magia e o
domínio sobre as estações do ano) Chegando assim, completamente
nua ao final do último portal. O véu representaria o que ocultamos dos
outros e de nós mesmos. Ao deixar os véus Ishtar revela sua
verdadeira essência e consegue unir-se a Tamuz, se tornando senhora do mundo dos mortos, e guardiã das
chaves dos portais, que eram abertos somente para os iniciados.
No Egito, as sacerdotisas em seus templos, ofereciam a dança dos sete véus para a Deusa Isis, que
dentro dela existe, e lhe dá beleza e força, representava um ritual de experiências sucessivas de auto-
conhecimento até a ascensão espiritual, e era realizada em homenagem aos mortos. As sacerdotisas
retiravam não só os véus, mas todos os adereços sobre o seu corpo, para simbolizar a sua entrada no
mundo dos mortos sem apego a bens materiais. Os sete véus aludiam aos mistérios da deusa Isis.
Na Grécia a dança dos sete véus era realizada nos cultos da deusa grega Afrodite, a deusa do amor.
Com o tempo, a dança passou a ser realizada por bailarinas, que limitavam-se a retirar os véus,
perdendo assim seu caráter espiritual, e ganhando uma conotação erótica, que permaneceu por muitos
anos, até a redescoberta de sua verdadeira origem e significado.
A Dança
A bailarina se envolve com os sete véus. Os véus podem ser das seguintes cores: vermelho, laranja,
amarelo, verde, azul, lilás, branco. A vestimenta da dança do ventre , embaixo dos sete véus, deve ser
preferencialmente branca ou de cor clara, suave. Durante a dança a bailarina realiza movimentos de
meditação e de transe.
A retirada de cada um dos véus, presos ao corpo da dançarina, representa a dissolução dos aspectos
mais nefastos e a exaltação das qualidades pessoais.
As melhores músicas para essa dança são as instrumentais, a música deve ter andamento lento e
duração longa, aproximadamente 7 a 8 minutos, dedicando um minuto para cada véu. A bailarina deve
assumir uma personagem: a sacerdotisa em busca da sua verdade. O despertar de sua consciência, de sua
força e poder, dentro do mais perfeito equilíbrio.

Significado dos Véus, Posição, e Movimentos para Dança


O véu vermelho - Marte - Chacra Básico; sua retirada significa a vitória do amor cósmico e da
confiança sobre a agressividade e a paixão; Entra-se com o véu vermelho (medindo 3 metros), realiza-se
movimentos fortes de véu e quadris, como batidas e shimies.
O véu laranja - Júpiter - Chacra Esplênico; que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao
sentimento de proteção e ajuda ao próximo; O véu é preso no quadril. Realiza-se movimentos de shimies,
oitos, redondos; o véu acompanha com movimentos do quadril.
O véu amarelo - Sol - Chacra Plexo Solar; que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo
confiança, esperança e alegria; O véu é amarrado no corpo cobrindo a barriga. Realiza-se movimentos de
ondulações, oitos laterais, oitos com ondulações, redondo interno e redondo grande.
O véu verde - Mercúrio - Chacra Cardíaco; que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo
equilíbrio entre os opostos; O véu é preso no busto ou em um dos braços. Realiza-se movimentos de busto
e braços.
O véu azul-claro - Vênus - Chacra Laríngeo; a qual revela que a dificuldade de expressão foi
superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos; O véu é preso no pescoço ou no outro
braço preso a um bracelete. Retira-se os véus verde e azul juntos com movimentos de cabeça.
O véu lilás - Saturno - Chacra Frontal; mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a
conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil; O véu cobre o rosto (chador).
Realizam-se movimentos de expressão de olhos e cabeça. Tira-se o chador.
; ( a união de todas as cores ). A queda do último véu mostra
a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior; O véu branco é preso na cabeça
(como véu dos beduínos). Retira-se o véu, utilizando-o com movimentos de giros e de casulo.
Bibliografia:
Sites: http://templodadanca.blogspot.com
http://www.daemon.com.br/wiki/index.php?title=Category:Chakras