Sei sulla pagina 1di 9
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu TRANSFORMAÇÕES GEOMÉTRICAS “É essencial retomar a intenção de dar às
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu TRANSFORMAÇÕES GEOMÉTRICAS “É essencial retomar a intenção de dar às

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu TRANSFORMAÇÕES GEOMÉTRICAS “É essencial retomar a intenção de dar às

TRANSFORMAÇÕES GEOMÉTRICAS

“É essencial retomar a intenção de dar às transformações geométricas o seu papel importante no ensino da geometria, num tratamento que tenha por ponto de partida e desenvolva as intuições que os alunos já possuem e prossiga numa via lenta de formalização ao longo de toda a escolaridade” Eduardo Veloso, Geometria: Temas actuais

 

SEMELHANÇAS

 

ISOMETRIAS

são

transformações

AMPLIAÇÕES

ou

REDUÇÕES

são

geométricas

que

conservam

as

 

transformações

geométricas

que

não

distâncias, tornam uma figura invariante,

conservam as distâncias, com excepção para alguns subgrupos (isometrias). Exemplos de semelhanças: Reduções, ampliações, isometrias ou produto de reduções/ampliações e isometrias.

Exemplos de semelhanças: Reduções, ampliações, isometrias ou produto de reduções/ampliações e isometrias.

produzindo diferentes tipos de SIMETRIA (preservação da forma e configuração através de um ponto, linha ou plano) Exemplos: Reflexões (simetrias axiais) Translações Reflexão deslizante (combinação de uma reflexão com uma translação) Rotações [Meia volta (simetria central ou rotação de 180º)]

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu ISOMETRIAS NO PLANO REFLEXÃO (SIMETRIAS AXIAIS) Reflexão de um ponto
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu ISOMETRIAS NO PLANO REFLEXÃO (SIMETRIAS AXIAIS) Reflexão de um ponto

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu ISOMETRIAS NO PLANO REFLEXÃO (SIMETRIAS AXIAIS) Reflexão de um ponto Exemplos

ISOMETRIAS NO PLANO

REFLEXÃO (SIMETRIAS AXIAIS)

Reflexão de um ponto

NO PLANO REFLEXÃO (SIMETRIAS AXIAIS) Reflexão de um ponto Exemplos de reflexões (simetrias axiais) Cada uma

Exemplos de reflexões (simetrias axiais)

de um ponto Exemplos de reflexões (simetrias axiais) Cada uma das figuras anteriores tem um eixo

Cada uma das figuras anteriores tem um eixo de simetria

TRANSLAÇÕES

das figuras anteriores tem um eixo de simetria TRANSLAÇÕES Translação de um ponto segundo uma direcção

Translação de um ponto segundo uma direcção e grandeza

Exemplo de translação aplicada a duas figuras

e grandeza Exemplo de translação aplicada a duas figuras Existe uma translação entre a figura original

Existe uma translação entre a figura original e a sua cópia. Em termos informais efectuar uma translação não é mais que copiar e mover um objecto.

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu REFLEXÃO DESLIZANTE Reflexão deslizante: combinação de uma reflexão com uma
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu REFLEXÃO DESLIZANTE Reflexão deslizante: combinação de uma reflexão com uma

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu REFLEXÃO DESLIZANTE Reflexão deslizante: combinação de uma reflexão com uma

REFLEXÃO DESLIZANTE

Reflexão deslizante: combinação de uma reflexão com uma translação A figura que resulta da combinação de uma reflexão com uma translação é chamada reflexão deslizante.

com uma translação é chamada reflexão deslizante. 1º reflexão Exemplo de reflexões deslizantes depois

1º reflexão

Exemplo de reflexões deslizantes

deslizante. 1º reflexão Exemplo de reflexões deslizantes depois translação ROTAÇÕES Rotação: rodar uma figura

depois translação

ROTAÇÕES

Rotação: rodar uma figura em torno de um ponto chamado centro de rotação

Rotação simples de um ponto

chamado centro de rotação Rotação simples de um ponto Exemplo: O “P” foi rodado em torno

Exemplo: O “P” foi rodado em torno do ponto vermelho 60º de cada vez enquanto que a outra figura foi rodada 90º em torno do respectivo centro de rotação

foi rodada 90º em torno do respectivo centro de rotação Programa de Formação Contínua em Matemática

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

Existe uma rotação entre a figura original e cada uma das suas cópias.

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 SIMETRIAS Figura 2 Figura 3 Das figuras apresentadas,
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 SIMETRIAS Figura 2 Figura 3 Das figuras apresentadas,

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 SIMETRIAS Figura 2 Figura 3 Das figuras apresentadas, quais
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 SIMETRIAS Figura 2 Figura 3 Das figuras apresentadas, quais

Figura 1

SIMETRIAS

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 SIMETRIAS Figura 2 Figura 3 Das figuras apresentadas, quais

Figura 2

EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 SIMETRIAS Figura 2 Figura 3 Das figuras apresentadas, quais são

Figura 3

Das figuras apresentadas, quais são simétricas?

A figura 1 é simétrica. Existe pelo menos um eixo de simetria (neste caso existem mesmo 8 eixos de simetria). Ter um eixo de simetria, por exemplo o eixo horizontal de simetria da figura (ver figura 4), quer dizer exactamente que existe uma simetria do plano da figura – a simetria definida pelo eixo horizontal e – que deixa a figura invariante. Existe então uma transformação geométrica, neste caso uma simetria axial, que deixa a figura invariante. Figura 4

simetria axial , que deixa a figura invariante. Figura 4 No caso da figura 2, também

No caso da figura 2, também existe uma transformação geométrica que deixa a figura invariante – a simetria central (simetria em relação a um ponto, neste caso o centro da figura). Esta simetria também pode ser interpretada como uma rotação de 180º, a chamada meia-volta.

Em relação à figura 3 também existem transformações geométricas que a deixam invariante. Se considerarmos o centro da figura como centro de rotação, vemos que uma rotação de 72º (360º/5) deixa a figura invariante. O mesmo acontece com outras rotações, como por exemplo de 144º ou 288º.

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 Figura 2 Figura 3 As figuras 1, 2
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 Figura 2 Figura 3 As figuras 1, 2

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 Figura 2 Figura 3 As figuras 1, 2 e
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 Figura 2 Figura 3 As figuras 1, 2 e

Figura 1

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 Figura 2 Figura 3 As figuras 1, 2 e

Figura 2

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figura 1 Figura 2 Figura 3 As figuras 1, 2 e

Figura 3

As figuras 1, 2 e 3, são simétricas. Cada uma das figuras 1, 2 e 3 tem (pelo menos) uma simetria diferente da identidade. Na figura 1 pelo menos uma simetria axial; na figura 2 uma simetria de meia-volta; e na figura 3 pelo menos uma simetria de rotação.

Mas, relativamente à figura 1, reconhece-se que existem 8 simetrias de reflexão distintas, definidas pelas rectas e, f … (ver figura 5). Podemos ainda considerar a rotação de 45º em torno do centro da figura e ainda as rotações de 45º até 360º inclusive. Assim, são 16 as transformações de simetria da figura (8 rotações e 8 reflexões).

de simetria da figura (8 rotações e 8 reflexões). Figura 5 Analisando novamente a figura 2,

Figura 5

Analisando novamente a figura 2, vemos que não existem simetrias de reflexão, mas apenas de rotação. Há 8 simetrias que são as iterações distintas da rotação de 45º.

que são as iterações distintas da rotação de 45º. Figura 2 Figura 3 Também na figura

Figura 2

são as iterações distintas da rotação de 45º. Figura 2 Figura 3 Também na figura 3,

Figura 3

Também na figura 3, não existem simetrias de reflexão, mas apenas de rotação. Há 5 simetrias que podem ser gerado a partir da rotação de amplitude 72º.

podem ser gerado a partir da rotação de amplitude 72º. As figuras 5 e 6 não

As figuras 5 e 6 não possuem simetrias, ou seja, não é possível encontrar, para qualquer delas, uma transformação geométrica, que a deixe invariante. Figura 5

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

deixe invariante. F i g u r a 5 Programa de Formação Contínua em Matemática –

Figura 6

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu SIMETRIAS NOS POLÍGONOS REGULARES Os polígonos regulares são figuras com
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu SIMETRIAS NOS POLÍGONOS REGULARES Os polígonos regulares são figuras com

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu SIMETRIAS NOS POLÍGONOS REGULARES Os polígonos regulares são figuras com um

SIMETRIAS NOS POLÍGONOS REGULARES

Os polígonos regulares são figuras com um elevado grau de simetria.

Quantas simetrias tem o quadrado?

4 simetrias de reflexão: correspondentes às rectas passando por pares de vértices opostos e pelos pontos médios de pares de lados opostos 4 simetrias de rotação: de amplitude 90º, 180º, 270º e 360º

de rotação : de amplitude 90º, 180º, 270º e 360º Quantas simetrias tem o pentágono? 5

Quantas simetrias tem o pentágono?

5 simetrias de reflexão: relativas às rectas que passam pelos vértices e pelos pontos médios dos lados opostos 5 simetrias de rotação: amplitudes 72º, 144º, 216º, 288º e 360º

E o losango, quantas simetrias tem?

216º, 288º e 360º E o losango, quantas simetrias tem? Figura 1 PADRÕES e FRISOS Figura
216º, 288º e 360º E o losango, quantas simetrias tem? Figura 1 PADRÕES e FRISOS Figura

Figura 1

PADRÕES e FRISOS

o losango, quantas simetrias tem? Figura 1 PADRÕES e FRISOS Figura 2 Programa de Formação Contínua

Figura 2

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Em cada um dos casos existe um motivo que se
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Em cada um dos casos existe um motivo que se

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Em cada um dos casos existe um motivo que se repete.

Em cada um dos casos existe um motivo que se repete. O padrão é formado por cópias de um motivo. A disposição desse motivo caracteriza o padrão.

Na figura 1 o padrão é formado pelo motivo:

Na figura 2 o padrão é formado pelo motivo:

pelo motivo: Na figura 2 o padrão é formado pelo motivo: O padrão Finito – se

O padrão

Na figura 2 o padrão é formado pelo motivo: O padrão Finito – se o número

Finito – se o número de cópias é finito

Infinito – se o número de cópias é infinito

é finito Infinito – se o número de cópias é infinito Figura 3 Um padrão é

Figura 3

Um padrão é periódico se existe um motivo do padrão e duas translações de simetria não paralelas que geram o desenho (figura 3).

de simetria não paralelas que geram o desenho (figura 3). Figura 4 A figura 3 representa

Figura 4

A figura 3 representa um padrão periódico

A figura 4 representa um padrão não periódico, ou seja, um friso

Se num padrão existem apenas translações de simetria segundo uma única direcção, e existe uma translação cujo vector tem comprimento mínimo e que deixa o desenho invariante, o padrão diz-se um friso (figura 4).

A figura 5 não é considerada um friso já que não existe

uma translação com vector de módulo mínimo.

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

com vector de módulo mínimo. Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo Figura 5

Figura 5

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu PAVIMENTAÇÕES Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu PAVIMENTAÇÕES Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu PAVIMENTAÇÕES Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo e

PAVIMENTAÇÕES

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu PAVIMENTAÇÕES Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo e
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu PAVIMENTAÇÕES Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo e
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu PAVIMENTAÇÕES Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo e
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu PAVIMENTAÇÕES Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo e

Enquanto nos padrões podemos considerar que temos um motivo e as suas cópias, sobre um fundo uniforme, nas pavimentações a intenção é cobrir o plano completamente, sem espaços intermédios nem sobreposições. Rede

, sem espaços intermédios nem sobreposições. Rede PADRÃO PAVIMENTAÇÃO Ladrilhos Programa de Formação
PADRÃO PAVIMENTAÇÃO
PADRÃO
PAVIMENTAÇÃO

Ladrilhos

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

2006-2007

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figuras que não pavimentam Figuras que pavimentam PAVIMENTAÇÕES REGULARES
UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figuras que não pavimentam Figuras que pavimentam PAVIMENTAÇÕES REGULARES

UNIÃO

EUROPEIA

Fundo Social

Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Figuras que não pavimentam Figuras que pavimentam PAVIMENTAÇÕES REGULARES
Figuras que não pavimentam
Figuras que não pavimentam
Figuras que pavimentam
Figuras que pavimentam

PAVIMENTAÇÕES REGULARES

Pavimentações formadas por apenas um tipo de polígonos regulares. As únicas possíveis são aquelas em que o ladrilho é um rectângulo, um quadrado ou um hexágono regular.

PAVIMENTAÇÕES SEMIREGULARES

Pavimentações formadas por dois ou mais tipos de polígonos regulares com o mesmo arranjo em cada vértice.

polígonos regulares com o mesmo arranjo em cada vértice. 3.6.3.6. 3.3.6.6. Estas pavimentações são ambas obtidas

3.6.3.6.

regulares com o mesmo arranjo em cada vértice. 3.6.3.6. 3.3.6.6. Estas pavimentações são ambas obtidas com

3.3.6.6.

Estas pavimentações são ambas obtidas com hexágonos e triângulos, mas a configuração em cada vértice é diferente. Por isso têm códigos diferentes.

Para identificar uma pavimentação (código), basta contar o número de lados de cada polígono que forma cada vértice. Contornamos o vértice, começando pelo polígono com menor número de lados.

As diferentes pavimentações são devidas a:

- Diferentes polígonos

- Mesmos polígonos com diferentes disposições em torno dos vértices

Programa de Formação Contínua em Matemática – 1º Ciclo

2006-2007