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AUG.: RESP.: LOJA SIMB.

:
“ESTRELA DE CAMBURI”

REGIMENTO INTERNO

DA LOJA E SEUS FINS:

ART. 1 - A Augusta, Respeitável Loja Simbólica ”ESTRELA


DE CAMBURI”, nº 2093, Benfeitora Estadual da Ordem,
conforme ato nº002/2006, de 30/01/2006, neste Regimento
doravante designada simplesmente LOJA, federada ao
Grande Oriente do Brasil e jurisdicionada ao Grande
Oriente do Brasil – ES, com sede própria à Rua Tereza
Zanoni Caser, 175, Jardim da Penha, Vitória – ES, CEP
29.060-800 e CNPJ 31.500.168/0001-90 adota como seu o
presente Regimento Interno.

§ 1º - A LOJA é uma associação sem fins lucrativos ou


econômicos, qualificável como de interesse público, pessoa
jurídica de direito privado, constituída por prazo
indeterminado, com número ilimitado de associados.

§ 2º - Constitui-se objetivo e finalidade da LOJA ser uma


instituição altruística, iniciática, filosófica, progressista,
filantrópica e evolucionista e seus associados não
respondem solidária e solidariamente pela obrigações
assumidas por ela, não havendo entre eles direitos e
obrigações recíprocas.

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DA ADMINISTRAÇÃO:

ART. 2 - A administração da Loja compete às dignidades


eleitas, oficiais e comissões designados, na forma da
constituição do Grande Oriente do Brasil e Regulamento
Geral da Federação, constituída dos seguintes cargos:

Dignidades:

a) Venerável Mestre
b) 1º Vigilante
c) 2º Vigilante
d) Orador
e) Secretário
f) Tesoureiro
g) Chanceler.

Oficiais:

Mestre de Cerimônias
a) 1º Diácono
b) 2º Diácono
c) Cobridor Interno
d) Cobridor Externo
e) 1ºExperto
f) 2ºExperto
g) Porta-Bandeira
h) Porta Estandarte
i) Mestre de Banquetes
j) Arquiteto
k) Mestre de Harmonia
l) Hospitaleiro
m) Bibliotecário

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Comissões Permanentes:

a) Justiça
b) Finanças
c) Admissão e Graus
d) Beneficência
e) Ação Paramaçônica
f) Ritualística
g) Eventos

§1º - As atribuições das Dignidades, Oficiais e Comissões


permanentes são as constantes no Regulamento Geral da
Federação e no Rito Escocês Antigo e Aceito.

ART. 3 - A LOJA poderá, a critério da administração, criar


comissões temporárias, com atribuições específicas,
conforme previsto no Regulamento Geral da Federação.

§ Único – As atribuições destas comissões deverão


constar do ato que as instituir.

ART 4 - O Venerável é o legítimo representante da Loja,


ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente, podendo
constituir procurador habilitado para representa-lo em juízo
ou fora dele, exceto no que concerne à presidência dos
trabalhos da Loja ou nas assembléias da entidades a que a
Loja estiver jurisdicionada ou federada.

§1º – As dignidades da Diretoria assinarão individualmente


todos os documentos referentes às suas respectivas
atribuições.

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§2º – Os documentos administrativos poderão ser
assinados individualmente pelo Venerável ou pelo
Secretário, desde que não impliquem em obrigação à Loja.

§3º – Os documentos serão assinados em conjunto nos


seguintes casos:

I) Pelo Venerável e pelo Tesoureiro todo


documento que se relacione com a gestão
financeira, econômica, contábil e patrimonial da
Loja, com exceção dos recibos de contribuição
dos membros do quadro, que serão firmados
apenas pelo Tesoureiro;
II) Pelo Venerável, Orador e Secretário, no caso
das atas aprovadas pela Loja;
III) Pelo Venerável e pelo Chanceler, no caso dos
certificados de presença;

ART. 5 - A destituição da Diretoria ou de membros da


Diretoria eleita da Loja só poderá ser feita em Assembléia
Geral, previamente convocada para esse fim, com no
mínimo 14(Quatorze) dias de antecedência.

§ Único – As demais condições para a decisão prevista no


caput de artigo estão contidas no Estatuto da Loja.

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DAS SESSÕES:

ART. 6 - A Loja realizará suas sessões todas as terças-


feiras, com previsão de início às 20:00 horas e de término
às 22:00 horas.

§ 1º - À critério do Venerável Mestre, haverá uma tolerância


de até 30(trinta) minutos para o início da sessão. Se
decorrido esse prazo não houver número legal presenças, o
Venerável, ou seu substituto legal, encerrará o Livro de
Presenças, declarando não haver número legal para o
funcionamento da Loja. Não podendo os trabalhos serem
reabertos nesse dia.

§ 2º - Caberá ao Venerável planejar e comandar a sessão


visando o seu término no horário previsto, podendo
inclusive suprimir parte dos trabalhos, com exceção do
tempo de estudos e tronco de beneficência. Podendo,
porém, a seu critério, estender este horário de acordo com
a necessidade da sessão.

ART. 7 - A loja poderá promover sessões conjuntas com


outras Lojas Federadas ao Grande Oriente do Brasil e com
Lojas que fazem parte do Tratado de Mútuo
Reconhecimento, em seu Templo ou no Templo destas.

ART. 8 - É facultado ao Venerável Mestre, com o apoio da


Diretoria, a convocação de Sessão Ordinária, Magna ou
Especial para outro dia da semana, desde que haja motivo
que o justifique e não contrarie o previsto no art. 25 da
Constituição do Grande Oriente do Brasil.

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ART. 9 – É facultado a qualquer membro ativo e regular da
Loja pedir a convocação de sessão para outro dia da
semana desde que apoiado pela maioria dos presentes na
sessão em que for discutida a proposta.

§ 1º - O pedido de convocação deverá conter as devidas


justificativas e deverá ser encaminhado, através de
requerimento com a assinatura de apoio de no mínimo
1/3(um terço) dos membros ativos e regulares da Loja.

§ 2º - O assunto deverá, obrigatoriamente, entrar em


discussão na Ordem do Dia da sessão em que o
requerimento for apresentado.

DOS OBREIROS E SUAS CATEGORIAS:

ART. 10 - A admissão de membros na Loja dar-se-á


através de Iniciação, Filiação e Regularização,
obedecido o que prescreve a legislação pertinente do
Grande Oriente do Brasil.

ART. 11 - Quando se tratar de admissão através de


Iniciação, deverá ser obedecido o seguinte trâmite:

§ 1º - O Mestre Maçom que pretender indicar algum


candidato, deverá antes encaminhar a “Prévia” à Loja,
através do Saco de Propostas e Informações.

§ 2º - O modelo de “Prévia” poderá ser retirado na


Chancelaria da Loja, por membro ativo e regular do quadro
de obreiros e deverá conter os dados básicos do candidato,
que permitam uma análise preliminar do mesmo, bem como
eventuais oposições, por parte dos demais membros da
Instituição Maçônica.

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§ 3º - A “Prévia” será afixada no quadro de avisos da Loja e
lá permanecerá por um prazo de 15 (Quinze dias).

§ 4º - Findo o prazo estabelecido e havendo silêncio dos


membros do quadro de obreiros da Loja, o proponente
solicitará à Secretaria da Loja a “Proposta de Admissão”,
para preenchimento por parte do candidato, sendo
devolvida à Loja através do Saco de Propostas e
Informações.

§ 5º - Caso algum Irmão tenha conhecimento de alguma


restrição à admissão do candidato na Ordem, comunicará
o fato ao Venerável Mestre que, em comum acordo com a
Diretoria, decidirá se será entregue ou não a Proposta de
Iniciação ao candidato.

§ 6º - Após o preenchimento da Proposta de Iniciação, a


mesma será entregue à Loja através do Saco de Propostas
e Informações e os procedimentos posteriores serão
efetuados de acordo com o que estabelece o Regulamento
Geral da Federação e legislação pertinente.

§ 7º - Concluídas as sindicâncias, todo o processo será


encaminhado à Comissão de Admissão e Graus, que terá
um prazo de 07(Sete) dias úteis, após o seu recebimento,
para apresentação do seu parecer conclusivo.

§8º - O irmão proponente será o responsável perante a


Loja, por todas as providências decorrentes, como: aviso da

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data e horário de Iniciação, orientação sobre o traje
adequado e pagamento das jóias de iniciação. Também se
empenhará para que o candidato mantenha uma postura
ética adequada durante todo o procedimento de iniciação.

ART. 12 - Quando se tratar de Processo de Regularização,


sem prejuízo do art. 55 do Regulamento Geral da
Federação, será encaminhado ao Venerável Mestre,
através do Saco de Propostas e Informações, o Pedido de
Regularização que deverá conter, no mínimo, os seguintes
dados: nome do Irmão, número no Cadastro de
Identificação Maçônica ou documento equivalente, nome da
última Loja a que pertenceu, datas de Iniciação, elevação e
exaltação, estado civil, profissão, endereços residencial e
comercial, número do CPF/MF e da Carteira de Identidade
e carta de apresentação e recomendação da última Loja a
que pertenceu, com assinatura e identificação de no mínimo
03 Mestres Maçons ativos do quadro daquela Loja.

DOS TÍTULOS:

ART. 13 – A Loja cabe a concessão de dois títulos de


reconhecimento e distinção pelo mérito dos Maçons:

I - Comenda Obreiro Sublime da Estrela de Camburi.


II - Medalha de Mérito Maçônico Joaquim Gonçalves
Lêdo.

ART. 14 – A outorga destes títulos será realizada


consoante os seguintes requisitos e procedimentos:

§ 1º - O título de que trata o inciso I do Art. 13, será


concedido aos Irmãos do Quadro de Obreiros da Loja que:

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a) Sejam fundadores da Loja e estejam em estado de
regularidade Maçônica; ou,

b) Tenham sido Veneráveis Mestres da Loja, façam parte


do Quadro de Obreiros há mais de 20 ( vinte ) anos e
estejam regulares maçonicamente ;

I - A concessão do título de que trata o inciso I do Art. 13,


uma vez preenchidos os pressupostos estabelecidos no
parágrafo supra, que serão demonstrados em processo
próprio conduzido pelo Secretário da Loja, independerá de
requerimento ou indicação, devendo ser procedida ex
officio pela Diretoria, anualmente, na Sessão Magna
Comemorativa de Aniversário de Fundação da Loja, a ser
realizada no mês Janeiro. Em tal sessão, o Venerável
Mestre designará um Irmão do Quadro para fazer uso da
palavra e homenagear os irmãos que receberão o título,
bem como, um irmão do quadro para a entrega da comenda
a cada um dos homenageados.

II - A “Comenda Obreiro Sublime da Estrela de


Camburi”, será representada por CERTIFICADO de
outorga especialmente elaborado para esta finalidade,
assinado pelo Venerável Mestre, 1º Vigilante, 2º Vigilante,
Secretário e Orador, onde estará registrada a razão de sua
concessão, conforme alternativas insertas nas alíneas “a”
e “b” do §1º deste artigo.

III - Mesmo na hipótese de o Irmão acumular ambos os


pressupostos descritos nas alíneas do §1º, receberá ele
apenas uma Comenda, a qual registrará ambas as razões
de sua concessão.

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§ 2º - O título de que trata o inciso II do Art. 13, será
concedido aos Irmãos regulares, que tenham realizado
relevante(s) serviço(s), ou ato(s) de extrema distinção,
efetiva relevância e reconhecida afinidade com os preceitos
e dogmas maçônicos; em prol da Maçonaria, de algum
Irmão ou da Loja; cuja concessão obedecerá rigidamente
os seguintes pressupostos e procedimentos:

a) A concessão da “Medalha de Mérito Maçônico


Joaquim Gonçalves Lêdo”, poderá ser sugerida por
qualquer Mestre Maçom do quadro da Loja, por meio de
prancha específica dirigida ao Venerável Mestre,
devidamente fundamentada e abonada por outros três
Mestres Maçons regulares, contendo as razões da
sugestão de concessão, bem como currículo resumido do
Irmão indicado, e, se possível, prova do feito que motiva
a indicação.

b)Recebida a prancha, o Venerável Mestre dará


conhecimento aos Irmãos em sessão, bem como
designará o Secretário para instaurar processo específico
para submissão futura da indicação ao Plenário da Loja,
o qual, em até 45 (quarenta e cinco) dias, deverá obter
informações e aferir, detalhadamente, a dimensão do
feito que motiva a indicação, colacionando aos autos do
processo o maior número de elementos possíveis que
sustente a indicação; após o que, com a regular instrução
do processo e parecer conclusivo do secretário, o
Venerável Mestre convocará, para ocorrer no máximo
nos 30 (trinta) dias subsequentes; sessão em Câmara do
Meio, para que a indicação seja apreciada e votada.

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c) Na sessão de apreciação e votação da indicação, o
Irmão autor da prancha de que trata a alínea “a” do §2º,
terá 10 (dez) minutos para expor e defender a indicação,
franqueando-se a palavra em seguida, na forma e pelo
tempo estabelecido neste regimento, a todos os Irmãos
presentes. Reinando silêncio, a palavra será concedida
ao Irmão Orador para suas conclusões, após o que, a
indicação será submetida a votação, e será considerada
aprovada se obtiver aprovação de pelo menos 2/3 dos
Mestres Maçons presentes à sessão. Caso esta fração
resulte em número não inteiro, deverá ser arredondada
para maior.

d)Uma vez aprovada, será designada Sessão Magna


com esta finalidade específica, para ocorrer no máximo
nos 45 (quarenta e cinco) dias subseqüentes.

e)Na sessão Magna específica, o Irmão autor da


indicação será designado para usar a palavra e
homenagear o Irmão que receberá a “Medalha do Mérito
Maçônico Joaquim Gonçalves Ledo”. O Venerável
designará, ainda, um Irmão do quadro para fazer-lhe a
entrega, que será representada por uma medalha
metálica, desenvolvida e cunhada para este fim; e por um
CERTIFICADO de outorga do título, com dizeres
específicos vinculado ao ato e assinado pelo Venerável
Mestre, 1º Vigilante, 2º Vigilante, Secretário e Orador.

f) Uma vez rejeitada a indicação, o processo será


arquivado, não cabendo reiteração ou recurso de
qualquer sorte.

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g) O Venerável Mestre poderá, na Sessão de apreciação
e votação da proposta, ao seu juízo discricionário, e
antes que se inicie a votação, suspendê-la e deixar o
processo de concessão sob malhete, para verificações,
diligências e outras destinações que lhe convierem; as
quais ficarão ao seu encargo, do secretário ou de algum
irmão, por sua designação; devendo, contudo, concluir o
processo de apreciação e votação, em Sessão em
Câmara do Meio, no máximo nos 45 (quarenta e cinco
dias) subseqüentes.

ART.15 - Os títulos de Emérito, Remido e Honorário serão


concedidos conforme preceitua a Constituição do Grande
Oriente do Brasil e Regulamento Geral da Federação.

§Único – Os membros honorários gozam de todos os


direitos em Loja, exceto o de votarem e serem votados,
resguardado o direito de voto nos Escrutínios Secretos,
conforme prevê a Legislação Maçônica.

DO USO DA PALAVRA:

ART.16 - O Irmão que quiser fazer uso da palavra, se


sentado nas colunas, se dirigirá ao Vigilante
correspondente, e, se, no Oriente, ao Venerável Mestre.
Demonstrará sua intenção através de uma leve pancada
com mão direita sobre a mão esquerda aberta e com a
palma virada para cima. Em seguida esticará o braço direito
para a frente, visando à sua identificação.

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§ 1º - Só poderão falar sentados o Venerável Mestre, as
autoridades com assento no Altar, o Primeiro Vigilante, o
Segundo Vigilante. Já o Orador e o Secretário somente
poderão faze-lo quando no exercício de suas funções.

§ 2º - Concedida, a palavra ao Irmão solicitante, este


disporá de no máximo 05(cinco) minutos para expor suas
idéias.

§3º - Os apartes só serão concedidos com a aquiescência


daquele que estiver falando, apenas uma vez para cada
Irmão e por no máximo(dois) minutos.

§4º - Caberá ao Venerável Mestre a observância do devido


respeito e postura maçônica, seja pelo Irmão que estiver
em uso da palavra, seja pelo aparteante, podendo cassar-
lhes a palavra se transgredirem as Leis maçônicas.

§5º - Se a matéria em discussão for polêmica e gerar


apartes sucessivos, o Venerável poderá suspender a
sessão temporariamente para esclarecimentos e
conciliação ou adiar a discussão para a sessão seguinte.

§6º - Não poderão ser aparteados, em hipótese alguma, o


Venerável Mestre e o Orador da Loja.

§7º - É vedado aos Irmãos voltarem à discussão de


assuntos discutidos e votados na Ordem do Dia, podendo,
porém, o Venerável Mestre e/ou o Orador, nas conclusões
finais, complementarem informações por imperiosa
necessidade de instrução ou quando o assunto exigir
maiores esclarecimentos urgentes.

§8º - A Palavra por Questão de Ordem poderá ser


concedida, quando houver questionamento sobre a correta

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ordem dos trabalhos, ou questionamento sobre a correta
interpretação de nossa legislação. Nesse caso será
concedido um prazo máximo de 02(dois) minutos para o
Irmão se manifestar.

§9º - Durante a ordem do Dia, a palavra circulará


livremente, cabendo ao Irmão que quiser se manifestar,
demonstrar sua intenção esticando o braço direito e
aguardando a autorização do Venerável Mestre para a sua
fala.

DAS FINANÇAS DA LOJA:

ART. 17 – As receitas e despesas da Loja estarão prevista


em ORÇAMENTO ANUAL a ser apreciado pelo plenário da
Loja.

§1º - Até a última Sessão do mês de Setembro, a Diretoria


deverá apresentar à Loja a Proposta Orçamentária para o
exercício subsequente.

§ 2º - Nela deverão constar as justificativas, comentários e


esclarecimentos que se fizerem necessários para a
compreensão e análise da Proposta.

ART. 18 – Em até 14 (Quatorze) dias de sua apresentação,


poderão ser apresentadas propostas alternativas à
Proposta Orçamentária, desde que assinadas por no
mínimo 1/3(Um terço) de membros ativos e regulares da
Loja.

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§1º - Nas propostas alternativas eventualmente
apresentadas deverão constar todos os elementos
constantes de um orçamento, com previsão de receitas,
despesas e justificativas.

§2º - A Comissão de Finanças analisará previamente todas


as eventuais propostas apresentadas e indicará para o
Plenário da Loja qual, ou quais atendem aos preceitos
contábeis e podem ser apreciadas pelo Plenário da Loja.
Não analisando, porém, o mérito.

ART. 19 - O Orçamento Anual deverá ser aprovado, por


maioria dos presentes, em Sessão de Finanças, até o
último dia do mês de novembro do ano anterior à sua
vigência.

§Único - Caso não seja aprovado no prazo previsto, será


utilizado, no ano seguinte, o Orçamento do Ano em vigor.

ART. 20 – A Loja poderá ceder ou alugar, temporariamente


as suas instalações, para uso por outras Lojas ou, no caso
do Salão de Festas e Área Externa ser alugada para
eventos diversos.

§1º - Em hipótese alguma o Templo poderá ser cedido ou


alugado nas terças-feiras, ocasião em que são realizadas
as sessões da Loja.

§2º - A Diretoria da Loja deverá se reunir e estabelecer


normas, condições e valores para cessão ou aluguel de
cada espaço específico de que trata o “caput” deste artigo,
devendo nelas constar obrigatoriamente as
responsabilidades recíprocas a serem observadas,

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especialmente no que tange ao atendimento à legislação
vigente.

§3º - As normas, de que trata o parágrafo anterior, deverão


ser submetidas ao Plenário da Loja e aprovadas em Ordem
do Dia.

§4º - As receitas e despesas, previstas com o assunto


tratado neste artigo, deverão obrigatoriamente constar do
Orçamento Anual da Loja.

ART. 21 - Os valores arrecadados com o Tronco de


Beneficência não serão considerados no Orçamento Anual
da Loja, terão contabilidade específica feita pelo
Hospitaleiro e destino exclusivo para a Beneficência,
conforme prevê o Regulamento Geral da Federação.

DAS PROPOSTAS E INDICAÇÕES:

Art. 22 – As propostas, deverão ser feitas por escrito,


datadas e assinadas pelos proponentes, e encaminhadas
ao Venerável Mestre através do Saco de Propostas e
Informações.

§1º - Caso haja necessidade, o proponente ou um


representante dos proponentes terá um prazo de 05 (cinco)
minutos para expor melhor suas justificativas. Após as
discussões, terá 10(dez) minutos para responder às
perguntas suscitadas.

§2º - Verificado o assunto, o Venerável Mestre decidirá de


imediato se haverá discussão na mesma sessão ou se
necessitará ser analisado pela Diretoria ou pelas
Comissões.

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§3º - Se houver necessidade de análise pela Diretoria ou
Comissões, a conclusão deverá ser apresentada à Loja em
no máximo 14(Quatorze) dias da entrada do assunto no
Saco de Propostas e Informações. Ocasião em que, se for
o caso, o assunto será levado para discussão e votação na
Ordem do Dia.

§4º - A nenhum Irmão será permitido falar após as


conclusões do Orador, sendo de imediato submetido à
votação.

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DAS DISPOSIÇÕES FINAIS:

ART. 23 – Os Oficiais e membros de Comissões poderão


ser substituídos, a qualquer tempo pelo Venerável Mestre,
se não estiverem cumprindo devidamente suas funções.

§Único - As dignidades e oficiais que, por motivo de força


maior, não puderem comparecer à Sessão, deverão
comunicar com antecedência ao Venerável Mestre e ao seu
substituto legal.

ART. 24 - Casos omissos serão resolvidos pela Diretoria ou


pelo Plenário da Loja, se o assunto assim o exigir.

ART. 25 - Este Regimento Interno entra em vigor após a


aprovação em Plenário, na Ordem do Dia e só poderá ser
modificado em Sessão especialmente convocada para esse
fim e com aprovação de no mínimo 2/3 (dois terços) dos
membros regulares da Loja.

ART. 26- Fica revogado o Regimento Interno anterior,


aprovado em 14 de Outubro de 1981.

Or.: de Vitória/ES, 22 de Abril de 2008.

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Regimento Aprovado em 22 de Abril de 2008

IIr.: Do Quadro Presentes à Sessão:

Elízio Portela Moro


Anderson Portela Moro
Wilson Lázaro de Souza
José Carlos Ardizzon
João Luiz Cansian Tosta
Milton Corrêa Santos
Abílio José Cerutti
Fernando Pacheco Gomes Filho
Gilberto Bourguinon Pratti
Mário Natali
Carlos Roberto de Faria
Fernando da Silva Castro
Sérgio Rubens de Aguiar
Hélio Vicente Garibaldi
Leopoldino Gomes de Figueiredo
Bertholdo de Oliveira Netto
Jorge Barbosa Soares
Henrique Freitas Nascimento
Alvimar Fiorio
Rene Reis Fernandes
Alci José de Amorim
Carlos Augusto da Motta Leal
Joilson Pereira Santana
Leonardo Lage da Motta
Francisco Luiz Pereira
Jair Fraga Queiroga Filho
Demétrius Pozzolini
Leonardo Erlacher Lube de Almeida

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DIRETORIA - BIÊNIO 2007 / 2009
Venerável Mestre:... Leonardo Erlacher Lube de Almeida
1º. Vigilante: ........... Carlos Augusto da Motta Leal
2º. Vigilante: ........... Wilson Lázaro de Souza
Orador: .................... Gilberto Bourguignon Pratti / Adj: José A. Fiorot
Secretário: ............... Mário Natali /Adjunto: Jovem Martim Zucoloto
Tesoureiro: .............. Alvimar Fiorio
Chanceler: .............. Demétrius Pozzolini / Adj.: Gilberto V. de Rezende

OFICIAIS:
Mestre de Cerimônias: João Luiz C. Tosta / Adj.: Abílio José Cerutti
1º. Diácono: .............. Carlos Lacerda de Castro Crissaf
2º. Diácono: ............... Elízio Portela Moro
Cobridor Interno: ...... João Anselmo Molino
1º. Experto: ............... Rene Reis Fernandes
2º. Experto: ............... Fernando da Silva Castro
Porta Bandeira: ......... Wellington Miguel Soares
Porta Estandarte: ...... Jari Moreira Bessa
Mestre de Banquetes: Jalil Cardoso de Amorim
Arquiteto: ................... José Carlos Ardizzon
Mestre de Harmonia: Carlo Regis Meneghelli Martins
Hospitaleiro: ..............Paulo Roberto Caon
Bibliotecário: .............. Saavedra José R.Valentin/Adj.: Leonardo L. da Motta

COMISSÃO DE FINANÇAS: DEPUTADOS:


Hélio Vicente Garibaldi (Presidente) Estadual: Deuber Erly Pretti
Fernando da Silva Castro (Suplente: Jalil Cardoso de Amorim)
Abílio José Cerutti Federal: Milton Correa Santos

COMISSÃO DE ADM. E GRAUS: COMISSÃO DE EVENTOS:


Henrique de Freitas nascimento Mário Natali
Leopoldino Gomes de Figueiredo João Luiz Cansian Tosta
Sérgio Rubens de Aguiar Carlos Lacerda de Castro Criddaf

COMISSÃO DE JUSTIÇA:
Carlos Roberto de Faria
Herculano Clemente da Silva

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