Sei sulla pagina 1di 8

Resumo de DIREITO ADMINISTRATIVO

• No Brasil temos o modelo inglês de Jurisdição Única ou Sistema Judiciário.

• Regime Jurídico Administrativo Direito Público

 Princípio da Supremacia do interesse público:

 Administração pública tem privilégios;

 Posição de superioridade nas relações com particulares.

 Princípio da indisponibilidade do interesse público

 Princípios expressos:

Legalidade

Impessoalidade

Moralidade

Publicidade

Eficiência

 Desconcentração: transferência de competências de órgãos superiores para inferiores.

 Descentralização: a administração cria uma entidade indireta para transferir a


competência.

 Entidades da Administração Pública Indireta:

Autarquias

I. Personalidade Jurídica de Direito público;

II. Criadas por lei específica;

III. Atividades típicas da Administração Pública;

IV. Bens públicos;

V. Concurso / Licitação;

VI. Controle finalístico.

Fundações Públicas
I. Atribuição de personalidade jurídica a um patrimônio para servir a um fim
público;
II. Personalidade Jurídica de Direito Público (fundações autárquicas ou
autarquias fundacionais) quando criada diretamente por lei;
III. Personalidade Jurídica de Direito Privado quando sua criação é autorizada
por lei.

Empresas Públicas

I. Personalidade Jurídica de Direito Privado.


II. Autonomia administrativa e financeira;
III. Patrimônio próprio;
IV. Capital exclusivo do poder público;
V. Criadas por lei autorizativa;
VI. Controle finalístico pelos Ministérios;
VII. Regime Celetista (funcionários considerados agentes públicos) / Licitação;
VIII. Não possui privilégios administrativos ou fiscais.

Sociedade de Economia Mista


I. Personalidade Jurídica de Direito Privado sob a forma de S/A;
II. (50% + 1) de ações com poder de voto da Administração;
III. Criadas por lei autorizativa;
IV. Patrimônio próprio;
V. Atividade de utilidade pública de natureza técnica, industrial ou econômica
em que o Estado tenha interesse, mas que seja inconveniente ele mesmo
realizar;
VI. Controle finalístico;
VII. Regime celetista (funcionários considerados agentes públicos) / Licitação;
VIII. Não possui privilégios financeiros ou administrativos.

 Entidades Paraestatais:

a. Personalidade Jurídica de Direito Privado, autorizada por lei a prestar


serviços de interesse coletivo, mas não exclusivos do Estado;
b. Autônomas administrativamente e financeiramente, operando conforme os
seus estatutos;
c. Sujeitas a supervisão estatal por receberem recursos.

 Entidades de Apoio à Personalidade Jurídica de Direito Privado:

a. Sem fins lucrativos;


b. Instituídas por servidores públicos em nome próprio, sob forma de
Fundação, Associação ou Cooperativa, para prestarem serviços sociais não
exclusivos do estado, mantendo vínculo com entidades da Administração
Direta ou Indireta por meio de convênio3;
c. Atua mais comumente junto a hospitais públicos e universidades;
d. Regime Celetista;
e. Convênio para a utilização de servidores e bens públicos.

 Serviços Sociais Autônomos:

a. Personalidade Jurídica de Direito Privado;


b. Instituídos por lei para ministrar assistência ou ensino a certas categorias
sociais ou grupos profissionais;
c. Sem fins lucrativos;
d. Administração e patrimônio próprios;
e. Mantidos por doações orçamentárias ou contribuições parafiscais;
f. Exemplos: SESC, SENAI, SENAC, SESI, etc.

 Organizações Sociais

a. Lei 9637/98
b. Personalidade Jurídica de Direito Privado;
c. Sem fins lucrativos;
d. Instituições por iniciativa de particulares;
e. Para ser uma Organização Social deve-se habilitar junto à Administração,
sendo considerada entidade de interesse social e utilidade pública;
f. Pode atuar nas áreas de: ensino, pesquisa, desenvolvimento
tecnológico, cultura, saúde, proteção e preservação do meio ambiente;
g. Seu órgão superior deve ter representantes, de Poder Público e de membros
da comunidade;
h. Vínculo jurídico via Contrato de Gestão1;
i. O poder público fomenta:

• Destinação de recursos e bens públicos, mediante permissão de uso


sem licitação;

• Cessão especial de servidores públicos, com ônus para a origem;

• Dispensa de licitação nos contratos de prestação de serviços


celebrados entre a Administração e a Organização Social.
j. Pode ser desqualificada como Organização Social quando descumprir as
normas do contrato de gestão.

 Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (COSCIP):

a. Lei 9790/99;
b. Sem fins lucrativos;
c. Deve habilitar-se perante o Ministério da Justiça;
d. Tem atuação maior que as O.S., entre outros: assistência social, promoção
da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico e etc.
e. Vínculo com a Administração por via de termo de parceria2;
f. Obrigatoriedade de apresentação de relatório anual;
g. Publicação na imprensa oficial, do extrato do termo de parceria;
h. Fiscalizada pelos Conselhos de Políticas Públicas;
i. Bens ou recursos de origem pública;
j. Pode ser desqualificada;
k. Para ser qualificada, deve demonstrar balanço patrimonial e o demonstrativo
de resultados do exercício, bem como a declaração de isenção do imposto
de renda;

 O.S. e O.S.C.I.P. - Diferenças:

 O.S. obrigatória participação de representantes do Poder Público na


administração da entidade;
OSCIP NÃO é obrigatória.

Sociedade
Civil!

vínculo por vínculo por

contrato de gestão1 Administraç termo de parceria2


ão
Pública
 O.S. OSCIP
(Adm. no controle) (Particulares e Adm.)

 OSCIP apresenta balanço patrimonial, DRE e isenção de IR;


O.S. NÃO apresenta.

 OSCIP Qualificação é ato vinculado da Administração;


O.S. Qualificação é ato discricionário da Administração.

 Agências Reguladoras
a. Exemplos: BACEN, CVM, etc;
b. Criadas como autarquias em regime especial (por escolha da Administração
e não por imposição legal);
c. São de dois tipos:
 Exercem poder de polícia, com imposição de limitações
administrativas. Ex: ANVISA, ANS, etc;
 Regulam e controlam atividades que constituem objeto de concessão,
permissão ou autorização de serviço público ou de concessão para
exploração de bem público. Ex: ANEEL, ANP, ANATEL;
d. Grande autonomia (suas decisões não são supervisionadas por outros
órgãos da Administração).

 Agências Executivas

a. Autarquia ou Fundação Pública que celebre contrato de gestão1 com a


Administração;
b. Entidade pré-existente recebe esta qualificação, mas pode perdê-la se
deixar de atender os requisitos;
c. Qualificação feita por decreto. Trata-se de medida para melhorar a eficiência
das entidades autárquicas e fundacionais;
d. Requisitos:
 Ter um plano estratégico de reestruturação e de desenvolvimento
institucional, voltado para a melhoria da qualidade de gestão e para a
redução de custo, já concluída ou em andamento;
 Ter celebrado contrato de gestão1 com o respectivo Ministério
Superior.

Obs.!!!

Contrato de Gestão1: “ajuste celebrado entre o Poder Público com órgãos e entidades
da Administração direta, indireta e entidades perviamente qualificadas como
Organizações Sociais (O.S.), para ampliar-lhes a autonomia gerencial, orçamentária e
financeira, ou para prestar-lhes variados auxílios e fixar-lhes metas de desempenho na
conservação de seus objetivos”. (Diógenes Gasparine)

Termo de parceria2: pode firmar-se junto a OSCIP através de concurso de projetos. É um


acordo de cooperação do Poder Público e a OSCIP para o fomento e execução de projetos.

Convênio3: firmados por qualquer entidade pública entre si, ou entre estas e
organizações particulares, para a realização de objetivos de interesse comum dos
particulares. É ACORDO! Não é contrato!

 Órgãos e Agentes Públicos

Órgãos Públicos são centros de competência instituídos para o desempenho de


funções estatais através de seus agentes.

a. Possui: funções, cargos e agentes;


b. NÃO TEM PERSONALIDADE JURÍDICA;
c. Resultam da DESCONCENTRAÇÃO;
d. ALGUNS possuem autonomia gerencial, orçamentária e financeira;
e. Podem firmar contratos de gestão com outros órgãos ou pessoas jurídicas
(CF, art. 37, § 8º);
f. Não possuem patrimônio;
g. ALGUNS têm capacidade processual para defesa em juízo de suas
prerrogativas funcionais.

Quanto à posição estatal:

 Independentes: diretamente previstos na CR, sem subordinação;


Atribuições exercidas por agentes políticos. Ex: STF, STJ,
Senado, etc.
 Autônomos: na cúpula da Administração, têm ampla autonomia
administrativa, financeira e técnica. Ex: AGU, Ministérios e etc.

 Superiores: possuem atribuição de direção, controle e decisão, mas sempre


sujeitos ao controle hierárquico de sua chefia. Ex: coordenadorias,
gabinetes, etc.

 Subalternos: exercem atribuições de mera execução. Ex: seções de


expediente, pessoal, etc.

Quanto à estrutura:

 Simples: sem subdivisão interna (desconcentração); um centro de


competência.

 Composta: órgão que reúnem vários órgãos à sua estrutura.

Quanto à atuação funcional:

 Singulares: atuação e decisões de um único agente. Ex: Presidência da


República.
 Colegiados: atua e decide pela manifestação conjunta de seus membros. Ex:
Senado.

 Agentes Públicos:

a. Todas as pessoas incumbidas definitivamente ou transitoriamente ao


exercício de alguma atividade estatal;
b. Toda pessoa física que presta serviços ao Estado e às pessoas jurídicas da
Administração indireta.

 Agentes Políticos: atribuições previstas na CR, investidos nos


cargos por eleição, nomeação ou designação. Cargos dos órgãos
independentes ou autônomos.
Ex: Juízes, Presidentes, etc.

 Agentes Administrativos: função pública de caráter permanente


com vínculo profissional. Concursados em geral. Regime Celetista ou
Estatutário.
Ex: Comissionados, servidores temporários, empregados públicos.

 Agentes Honoríficos: convocados ou nomeados para prestarem


serviços transitórios, sem vínculo empregatício e sem remuneração.
Submetem-se à hierarquia e são considerados funcionários públicos
enquanto exercem a função.
Ex: Jurados, mesários, etc.

 Agentes Delegados: particulares em colaboração com o Estado, e


dele recebendo a incumbência da execução de determinada
atividade, obra ou serviço público, realizando estas em nome próprio,
sob fiscalização estatal. Respondem criminalmente como funcionários
públicos pelos crimes no exercício da função; submetem-se à
responsabilidade civil objetiva e ao mandado de segurança. A
Administração responde pelos danos causados por esse agente à
terceiros, voltando-se depois contra ele/agente (Ação Repressiva).
Ex: Leiloeiros oficiais, tradutores públicos, etc.

 Agentes Credenciados: recebem a incumbência da Administração


para representá-la em determinado ato ou praticar determinada
atividade específica, mediante remuneração do Poder Público
credenciante.

• ATOS ADMINISTRATIVOS

Fato administrativo ≠ Fato da administração

Produz efeitos no âmbito Não produz qualquer efeito jurídico


do Direito Administrativo no âmbito do Direito Administrativo

 Ato administrativo unilateral (vontade da Administração Pública).

 Requisitos: CO FI FO M OB

- Competência
- Finalidade
- Forma procedimento
- Motivo
- Objetivo

 Mérito do Ato administrativo: valoração dos motivos (aspectos pertinentes ao


exercício de competências discricionárias.