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COMO PREGAR COM A BÍBLIA

Neste ano em que nos dedicaremos ao anuncio da palavra com os temas:


“Proclama a Palavra, anuncia a Boa Notícia!” e “Unidos pela Tua Palavra,
reconstruiremos as muralhas...” É sumamente importante que nos preparemos bem para
essa tarefa árdua e urgente.
Falar sobre a bíblia para pregadores é tarefa difícil e ousada, no entanto, apontar
algumas dicas para uma melhor compreensão da palavra de Deus escrita, pode ajudar.
“Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo.”
Romanos 10, 17.
Atualmente, mais precisamente neste século XXI, os novos pregadores podem se
considerar, uma geração privilegiada, devido aos diversos métodos de estudos bíblicos
existentes. Existem tantos estudos bíblicos que dá para montar um cardápio, há os que
desenvolvem a partir dos demais um jeito próprio de entender a palavra e isso é muito
bom, a bíblia tem seus mistérios mais não é um mistério.

O que faz a bíblia ser atual?


Os livros bíblicos não foram escrito só para contar a história, não foram
baseados simplesmente em acontecimentos, mais na reação das pessoas diante dos fatos,
no comportamento entre elas e principalmente na relação com Seu Deus.
No passado as pessoas também pecavam, sofriam, passavam por dificuldades
financeiras, fofocavam, negavam o dízimo, adulteravam, murmuravam, praguejavam,
rezavam, ouviam a Deus, pregavam a palavra. Igual a nossa geração.
As pessoas em todos os lugares do mundo, em todos os momentos da história,
independente de raça, cor, nacionalidade, sexo, saúde, condição financeira, precisam de
Deus. Por isso a bíblia é tão atual hoje, como naquele tempo.
Conhecer o Jesus histórico, a geografia da Terra Santa, os costumes dos judeus,
suas tradições. Procurar entender o contexto histórico daquele tempo é sumamente
importante para a eficácia da pregação. Contudo, ainda há muitos irmãos no ministério
com dificuldades de pregar coerentemente a palavra de Deus.
Numa pregação com um texto bíblico ou tema que se utiliza diversos versículos,
é importante utilizar um roteiro, que é uma segurança para o bom êxito da pregação.
Apresento a seguir um simples esquema para se organizar a pregação, com pista
de como se entender a palavra de Deus.
BÍBLIAS: Jerusalém, Ave Maria e Pastoral
A melhor forma que encontrei para compreender a palavra me foi dada pelo
Senhor, em socorro as minhas dificuldades de leitura. No início da caminhada tive a
oportunidade de morar na casa do Grupo de Oração Vida Nova por quase dois anos,
numa época que tinha bastante tempo para me dedicar aos estudos.
Na casa havia três exemplares da bíblia: A Bíblia de Jerusalém, a Bíblia
Ave Maria e a Bíblia Pastoral.
Biblia de Jérusalem é assim chamada por ser fruto de estudos feitos pela Escola
Bíblica de Jerusalém. Inclui as mais recentes atribuições das ciências bíblicas. A
tradução segue rigorosamente os originais hebraico, aramaico e grego, existe a
contextualização histórica, dentro do ambiente físico, ambiental e cultural relativo à
época em que cada livro foi escrito. Para tanto, participaram os mais diversos
pesquisadores: historiadores, arqueólogos, lexicógrafos, lingüistas, teólogos, exegetas,
cientistas sociais, geógrafos e cartógrafos. Conta com a vantagem das introduções e
notas científicas. É considerada atualmente, pela maioria dos lingüistas, como um das
melhores bíblias de estudo.A Bíblia da Ave Maria é uma versão da Bíblia cristã
publicada pela Editora Ave Maria Traduzida dos originais hebraico, grego e aramaico
pelos monges beneditinos de Maredsous Bélgica, tem uma linguagem orante da palavra,
a Bíblia Ave-Maria foi editada pela primeira vez em 1959 pelos missionários do
Imaculado Coração de Maria, sendo a primeira Bíblia católica publicada no Brasil. Com
poucas notas de rodapé, tem uma linguagem relativamente coloquial, porém sem
prejuízo para a compreensão dos aspectos históricos e culturais. Bíblia Sagrada Edição
Pastoral é uma tradução da Bíblia católica feita pela Editora Paulus. Diferentemente de
outras traduções publicadas pela mesma editora, é voltada para o uso devocional e de
leigos, possuindo, por isso mesmo, um texto simplificado e de leitura razoavelmente
fácil. Possui notas de rodapé e introduções aos livros bíblicos baseados na perspectiva
da Teologia da Libertação. Vale lembrar que a a Edição Pastoral é talvez a mais
controversa das traduções da Bíblia para a língua portuguesa, principalmente por causa
do forte viés marxista de seu texto, aqui é apresentada por ser atualmente uma das
edições mais vendidas no Brasil, se muitos a leem, dela precisamos entender, usar para
comparar com os textos das outras edições.
É bom ressaltar, que essas três versões da bíblia, de forma alguma as diferem no
conteúdo, são apenas linguagens especificas, é como se alguém contasse uma mesma
história para um arqueólogo, um poeta e um sindicalista.
Quando se ler um texto nessas três versões da bíblia, observa-se a sena por três
ângulos específicos, da uma visibilidade melhor e o gral de compreensão é maior.
Nossas assembléias estão cheias de pessoas distintas, em diferentes situações, com
variadas histórias de vida.
A pregação não deve ser como o pregador quer, porém como os ouvintes
precisam, a pregação é um anuncio e só tem poder se houver comunicação, ela precisa
alcançar a realidade do irmão.
Na bíblia temos outros excelentes caminhos para entender as citações, logo no
inicio encontramos introduções dos livros, mapas, pesos e medidas da época, que devem
ser a primeira iniciativa para quem quer aprender a ler e entender a palavra de Deus, as
notas de rodapé, que são aquelas letras miúdas na parte inferior de cada folha que são
resumos ou explicações do que se leu acima. No caso da bíblia de Jerusalém, nas
laterais existem citações de leituras que fazem referencia ao que se esta lendo.
Tendo lido dessa forma, ainda nos restam outros meios simples para a
compreensão da palavra de Deus, como: O dicionário ou vocabulário bíblico que
podemos encontrar na internet e até mesmo os comentários da liturgia diária.
Os documentos da igreja não podem ficar de fora da vida ministerial e pessoal
do pregador, pois “a Igreja afirma que, mediante a Sagrada Tradição, chega ao
conhecimento da Igreja o cânon inteiro dos Livros sagrados, e a própria Sagrada
Escritura nela se entende mais profundamente e sem cessar se torna operante; e assim,
Deus que outrora falou, dialoga sem interrupção com a esposa do seu amado Filho.
Porém, o múnus de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita ou contida na
Tradição, foi confiado só ao magistério vivo da Igreja, cuja autoridade é exercida em
nome de Jesus Cristo... Portanto, que a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o
Sagrado Magistério da Igreja, segundo o sapientíssimo plano de Deus, de tal maneira se
relacionam e se associam que um sem os outros não se mantém, e todos juntos, cada um
a seu modo sob a ação do mesmo Espírito Santo, colaboram eficazmente para a
salvação das almas”. Dei Verbum.
Dessa forma evitam-se dois grandes males na transmissão das verdades da fé
cristâ católica: O Fundamentalismo e o Reducionismo.

O Fundamentalismo e o Reducionismo
Os fundamentalistas bíblicos são aqueles que apresentam a Bíblia, Palavra inspirada de
Deus, como a única e suficiente fonte necessária para ensinar sobre Cristo e a vida
cristã, não havendo lugar para o ensino universal da Igreja, nem para sua sabedoria, seus
ensinamentos, seus credos e outras formulações doutrinárias. (Declaração Pastoral sobre
o fundamentalismo bíblico, CNBC EE.UU..).
Já os Reducionistas são os que defendem que a compreensão da palavra de Deus
é possível somente pela ação do Espírito Santo, como se não precisasse estudá-la,
contextualizá-la. Comentem erros gravíssimos, por buscarem o entendimento da palavra
unicamente na dedução, na inferência, acreditando ser inspiração.
Uma boa explicação para esses dois comportamentos é que, na maioria dos casos
os fundamentalistas e reducionistas não são pessoas aplicadas ao estudo, irmãos que em
grande parte, não desenvolvimento bem o hábito da leitura e do estudo, que não
entenderam que isso também precisa de conversão e cura, graças que serão alcançadas
na oração, no exercício e na disciplina.
Tudo isso é para se obter uma boa compreensão da leitura. Tendo entendido a
palavra, vem então a parte que esquenta a cabeça de muitos pregadores: Como organizar
tudo que estudei? O que dizer primeiro? Onde colocar o testemunho? Como montar a
seqüência...
ROTEIRO DE PREGAÇÃO
Vamos esquematizar um modelo básico de roteiro de pregação, a moda antiga
mesmo, daquele jeito que levou a maioria dos formadores atuais a conversão.
Estruturado em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. É muito parecido
com a estrutura de uma redação dissertativa, que iremos analisar passo a passo.
A primeira coisa que se tem que saber é o tema ou leitura, não precisa pressa da
equipe de coordenação do grupo de oração para saber o tema da leitura. À colher as
informações, não esquecer: tempo reservado para a pregação, publico, estrutura de som,
etc.
Vamos pegar como exemplo uma pregação com um texto bíblico especifico.
Utilizaremos Lucas 19, 1-10 (Zaqueu).

INTRODUÇÃO
Como o próprio nome diz é só uma introdução, deve ser em um pequeno espaço
de tempo, é composta por três partes distintas que se completam:
Apresentação Pessoal: consiste na revelação para a assembléia de quem é a pessoa que
lhes estar falando (Características: Pessoais; nome, situação familiar. Religiosa;
paróquia, comunidade, pastoral, grupo de oração. Ocupação secular; estudo, trabalho).
Tudo muito simples.
Tema: apresenta o tema, o que se vai falar sobre o que vai pregar.
Motivação: Parte importantíssima da pregação, aqui deve se levar os presentes a
desejar ouvir a pregação e se abrirem à aceitação da palavra, seja com uma fase,
versículo bíblico, historinhas/estorinhas. Considero aqui o início da pregação.

DESENVOLVIMENTO
A quem diga que aqui começa propriamente a pregação, sendo assim deve ser
bem elaborado. Para esse ponto montaremos um esquema para pregação com um texto
bíblico.
Durante todo o processo de preparação buscamos primeiramente saber o tema e
objetivo da pregação, passamos a seguir para coletar informações sobre o tema: ler,
estudar, refletir, conversar com outras pessoas, observar os acontecimentos, rezar e
escutar a Deus e anote tudo. Pronto temos madeira para a fogueira, temos conteúdo para
pregar. Vamos agora montar.
O desenvolvimento da pregação com um texto bíblico é estruturado da seguinte
forma: Contextualização e Profetismo.

A Contextualização
Também conhecida como “pintar o quadro” é parte indispensável da pregação,
exige uma boa leitura, de forma clara e dinâmica do trecho bíblico, a leitura bem feita e
dinamizada é sumamente importante para a boa compreensão do que se vai falar, ela
entroniza o ouvinte na sena da passagem bíblica.
A Bíblia foi escrita em uma cultura diferente da nossa, durou mais de mil anos
para ser completada, seu ultimo livro foi redigido a mais de dois mil anos, são muitas as
diferenças. Pintar o quadro é mostrar para a assembléia os detalhes da leitura, a situação
em que se encontrava o povo, o personagem, o lugar da sena, os objetos, a cultura, o
comportamento, o significado de termos, a etimologia da palavra, etc. É colocar os
ouvintes dentro da sena, é fazê-los compreender o que acontecia no momento.
Por exemplo, na passagem do encontro de Zaqueu com Jesus é importante
lembrar que Zaqueu era cobrador de impostos um publicano e mais que isso era chefe
deles (tinha dinheiro, pode e status). Os Publicanos eram homens judeus escolhidos
para cobrar e receber os tributos, impostos para o Imperador romano que dominava a
Palestina na época de Jesus. Por serem judeus eram odiados, tidos como traidores e
por cobrar mais do que era devido, por isso eram considerados pecadores públicos.
Esse também foi um dos motivos que fez com que o povo reprovasse a entrada de Jesus
na casa de Zaqueu.
Veja que com essas explicações fica muito mais fácil a compreensão da palavra.
O Profetismo
O Profeta (Nabi do hebraico: aquele que é chamado ou aquele que anuncia) é um
homem que tem uma experiência imediata de Deus, que recebeu a revelação de Sua
santidade e de Seus desígnios, que julga o presente e vê o futuro a luz de Deus e que é
enviado por Deus para recordar aos homens Suas exigências e conduzilos pelo caminho
de Sua obediência e de seu amor (Bíblia de Jerusalém introdução aos profetas).
Os profetas tinham três características distintas que se completavam
mutuamente: A denúncia, o anúncio e a motivação.

A Denúncia consiste em dar a conhecer, revelar, o que estar escondido, o


profeta por conhecer bem a palavra de Deus, consegue ver com clareza o que não estar
de acordo com a vontade de Deus, no comportamento espiritual das pessoas, na relação
conjugal, educação das crianças, na administração religiosa, no serviço ministerial, na
política, meios de comunicação, mercado de trabalho, lazeres, músicas, filmes, internet,
etc.
Uma vez sabendo como era a situação da palestina, na época de Jesus, em relação à
dominação romana, dos publicanos judeus, das cobranças injustas de impostos, do
ódio do povo para com seus compatriotas exploradores. Vamos comparar com os dias
atuais.Observe que Zaqueu parece com nossos políticos atuais, pois exercia função
administrativa/ arrecadadora, que lhe conferia poder sobre os outros, causava muita
insatisfação no povo, devido às atrocidades que cometia. Esse descontentamento deve-
se também ao fato de que o povo, diferente de hoje, não escolhiam seus representantes,
se bem que Zaqueu representava os romanos, ou seja, os dominadores. Denuncia-se
aqui a corrupção, a venda de votos, a murmuração do povo que não esperavam que
Jesus agisse naquela área (política), como muitos hoje não acreditam. De uma forma
ou de outra a graça aconteceu.
A denúncia no roteiro da pregação é a continuidade da contextualização, onde
trazemos o texto para o tempo atual, comparar nossos dias com aqueles. Por isso que o
pregador tem que ser atento à realidade que o cerca e ter vida de oração, buscar os
carismas de revelação: a palavra de ciência e sabedoria como ao discernimento dos
espíritos.

O Anúncio como o próprio nome já diz é anunciar, proclamar o que Deus fala
para tal situação. Para isso é necessário buscar cada vez mais conhecer a palavra pelo
que nos ensina a Santa Mãe Igreja para evitar dois grandes erros no comportamento dos
pregadores: O Fundamentalismo e o Reducionismo.
A denúncia é só o começo, se ai pararmos a pregação fica incompleta, pois o
profeta deve também direcionar/redirecionar o povo para os caminhos do Senhor.
Vamos anunciar, com intrepidez, as verdades evangélicas sobre as injustiças,
corrupções, o valor do testemunho santo e da experiência com O Senhor, pois isso foi o
que atraiu Zaqueu a querer conhecer quem era Jesus? Diz o texto que Zaqueu
procurava ver quem era Jesus. De onde veio essa curiosidade? Com certeza alguém
falou de Jesus para ele, ou ouviu um testemunho de alguém que tenha recebido uma
graça de Jesus. O fato é que algo o atiçou para conhecer Jesus.Veja que antes de
Zaqueu encontrar-se com Jesus, algo provocou esse encontro, com certeza, alguém em
Jericó ou um grupo de pessoas, mesmo na miséria, na opressão, na dor, estavam
vivendo, experimentando algo que Zaqueu, mesmo com sua riqueza, status e poder, não
tinha. Algo tão bom que ele desejou. O amor de Deus! (Anuncie o amor de Deus que
pode preencher nossos vazios, que a todos pode curar, tocar, converter...).É isso que O
Senhor pedia para os apóstolos, testemunhar seu amor com santidade. “Todos saberão
que são meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” O fato é que movido pela
curiosidade, aguçado pelo testemunho de quem experimentava o amor de Deus. Teve
sensibilidade a palavra, não olhou para sua condição de pecador, para seu status, sua
imagem, ou se iria “pagar mico”, no entanto, ousou e contemplou uma graça que todos
estavam querendo, recebeu mais do que buscava, porque teve atitude, iniciativa. Outro
fato importante é que a lei judaica mandava que fosse devolvido em quádruplo somente
no caso de roubo de ovelhas (Ex 21,37). Porém o Império Romano os impunha para
todos os roubos manifestos publicamente, assim Zaqueu o fez, depois de arrepender-se
e confessar seus pecados publicamente como mandava a lei, procurou consertar o mal
que fez as pessoas devolvendo o quádruplo.
Na parte do anúncio, cabe uma historinha/estorinha, para ilustrar melhor o que
se quer afirmar, como também um testemunho para reforçar o que se esta falando.

A Motivação: Uma vez revelado pela denuncia o mal e anunciado o bem, ainda
não terminou a pregação. É hora de motivar os irmãos a vivem o que O Senhor nos
falou. Essa motivação é um pouco diferenciada daquela da introdução, a primeira os
anima a ouvir, desejar o que ainda vai ser falado, esta deve levá-los a certeza interior de
que é possível viver o que foi proclamado e desejar tal.
Nada melhor para motivar alguém a viver algo que um testemunho bem dado e
como diz o ditado carismático “as palavras explicam, o Espírito convence e o
testemunho arrasta”.
Veja como o povo precisa de quem lhes aponte o caminho, repetem o que
aparentemente dá certo na vida dos outros por falta de conhecimento, na necessidade de
aceitação, de auto-afirmação, de realização copiam tudo, vestuário, lazer, tregeitos,
lojas, médicos, remédios, palavras, etc. Fazem isso porque acreditam que vai dá certo,
“pois deu na vida de fulano”.
Perceba que Zaqueu, mesmo estando na condição de pecado, ganância, roubo,
corrupção, recebeu a graça.Aqui da para motivar os irmãos a buscar e esperar em
Deus, a não olhar para sua condição atual como motivo de exclusão por parte de
Jesus, motivá-los a uma vivencia sincera da santidade, que pode atrair todos para
Jesus, levar a conversão ate mesmo políticos corruptos. Imagine isso acontecendo na
sua cidade com o seu prefeito, vereadores, deputados, senadores, governado,
presidente. Imagine o Lula com o terço na mão rezando, na basílica de Nossa Senhora
Aparecida, participando de uma novena sendo transmitida pela Globo.Jesus pode nos
devolver o que nos foi roubado, pelos políticos, pelo mundo, por pessoas que amamos e
confiamos. O Senhor nos devolve a graça de sonhar de novo, de amar, de perdoar, de
sermos felizes.
Pregador dê aqui aquele testemunho do amor de Deus em sua vida, com o intuito
de levar os irmãos a desejarem encontrar-se com Jesus.
COCLUSÃO
Este é o ultimo passo da estrutura do roteiro de pregação, é composto por três
partes bem simples e muito significativas: o resumo, a reposta e a oração
O resumo: Consiste em recorda o que de mais impactante foi falado na
pregação em cada tópico, é muito importante, pois faz com que os ouvintes não
esqueçam o que foi abordado e percebam a seqüência do que Deus falou durante a
pregação.
O resumo dá oportunidade para falar aquilo que foi esquecido ou revelado mais
a frente durante a pregação e que não dava para voltar aquele tópico anterior, devido ao
tempo mais não se trata de fazer outra pregação, tenha discernimento.
A resposta ou ação concreta: Após ter recordado o que Deus falou no
desenvolvimento é preciso incitar a assembléia a dar uma resposta à palavra do Senhor,
a tomar atitude. Levar os irmãos a uma ação concreta, a se decidirem por aplicar as
recomendações de Deus em suas vidas.
A oração: A célula base da renovação carismática é o grupo de oração, assim a
oração se torna um momento muito importante da pregação, no qual se leva os irmãos a
falar com O Senhor e ouvi-lo diretamente. Com Jesus quem conduz a oração se torna
somente um ajudante. “É preciso que Ele cresça e eu desapareça.”
Deve se deixar tempo suficiente para uma boa oração mais, quando o tempo
restante é pouco é possível fazer a conclusão toda dentro da oração, isso não é o mais
recomendado e exige certa habilidade para tal.
Geralmente se utiliza uma música na oração, que deve literalmente estar de
acordo com o que Deus falou pela boca do seu profeta na pregação. Uma música mal
escolhida é meia pregação perdida.
Essas recomendações são conhecidas, mais acredito que ajudará a muitos que
apresentem dificuldades para pregar com um texto bíblico.
Veja agora na integra um modelo de roteiro de pregação:

ROTEIRO DA PREGAÇÃO Lucas 19, 1-9 (Zaqueu)

I) INTRODUÇÃO
a) Apresentação do Pregador (falar o nome, estado civil, função na Igreja, Grupo de
Oração, trabalho estudo...).
b) Apresentação da Pregação (tema da pregação e os itens principais).
c) Motivação (captar o interesse dos ouvintes).
II) DESENVOLVIMENTO (ato de expor e explicando as idéias apresentadas na
introdução).
1- ITEM (Desenvolver a Contextualização)
a) Subitem - Palestina no tempo de Jesus (dominação romana);
b) Subitem - Os publicanos (cobradores de impostos);
c) Subitem - Zaqueu chefe dos cobradores de impostos (riqueza, status e poder).
2- ITEM (Desenvolver a Denúncia)
a) Subitem - Zaqueu como nossos políticos (poder sobre os outros);
b) Subitem - Povo não escolhia seus representantes (diferente de hoje);
c) Subitem - A murmuração e a falta de fé do povo ( não esperavam que Jesus agisse
nos políticos);
3- ITEM (Desenvolver o Anúncio)
a) Subitem - O valor do testemunho autêntico (ele tinha sede de Deus);
b) Subitem - Ele não olhou para sua condição de pecado (ousou);
c) Subitem - A reparação (devolveu tudo como manda a lei).
4- ITEM (Desenvolver a Motivação)
a) Subitem - Buscar O Senhor sem medo (ser ousado na fé)
b) Subitem - Jesus pode nos devolver o que nos foi roubado
c) Subitem - Testemunho

III) CONCLUSÃO
a) Resumo: (tema mais idéias principais do desenvolvimento, fazer complementos).
b) A resposta (ação concreta).
c) Oração (na unção, de fogo).