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PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 1

Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas


Das Obrigações Acessórias .......................................................................................................20
Das Disposições Gerais..............................................................................................................20
CÓDIGO TRIBUTÁRIO MUNICIPAL.................................................................. 5
DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA ....................... 20
- LEI COMPLEMENTAR Nº 81, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2007 – .................. 5 Do Fato Gerador e do Contribuinte .............................................................................................20
Da Base de Cálculo e da Alíquota ...............................................................................................22
Atualizada pela Lei Complementar nº 90 de 23 de novembro de 2009 ............................5 Da Inscrição ................................................................................................................................22
“Aprova o novo Código Tributário do Município de Pirassununga e dá outras Do Lançamento ...........................................................................................................................23
providências” .......................... ...........................................................................................5 Do Levantamento Fiscal............................................................................................................24
Da Estimativa.............................................................................................................................24
DAS NORMAS GERAIS ..................................................................................................5 Do Arbitramento .......................................................................................................................25
DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO ..................................................................................................... 5 Do Regime de Retenção na Fonte e do Pagamento do Imposto ..................................................25
DA EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO......................................................................... 6 Da isenção ...................................................................................................................................27
DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS ......................................................................................... 7
DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA ..................................................................................... 7 DAS TAXAS .............................................................................................................27
DA DÍVIDA ATIVA .................................................................................................................... 7 DISPOSIÇÕES GERAIS ............................................................................................................27
DA CERTIDÃO NEGATIVA ...................................................................................................... 8 DAS TAXAS DECORRENTES DO EFETIVO EXERCÍCIO DO PODER DE
DO PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO........................................................................................ 8
POLÍCIA ADMINISTRATIVA..................................................................................... 27
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ..................................................................................................... 8
Do Fato Gerador e do Contribuinte.........................................................................................27
DA FISCALIZAÇÃO ................................................................................................................... 9
Da Base de Cálculo e da Alíquota ............................................................................................28
DO PROCEDIMENTO ................................................................................................................ 9
Da Inscrição ...............................................................................................................................28
DAS MEDIDAS PRELIMINARES ........................................................................................... 10
Do Lançamento..........................................................................................................................28
DO AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA........................................................ 10
Das Formas e Prazos de Pagamento ........................................................................................29
DA CONSULTA ........................................................................................................................ 10
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO ............................................................. 11 DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA LOCALIZAÇÃO E
DOS DIREITOS DO CONTRIBUINTE .................................................................................... 12 FUNCIONAMENTO EM HORÁRIO NORMAL E ESPECIAL............................... 29
DA RESPONSABILIDADE DOS AGENTES FISCAIS TRIBUTÁRIOS ................................ 13
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS..................................................................................................... 13 DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA O EXERCÍCIO DA
ATIVIDADE DE COMÉRCIO AMBULANTE OU EVENTUAL............................. 30
DO SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL ......................................................... 13
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................................... 13 DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA EXECUÇÃO DE OBRAS
DE CONSTRUÇÃO CIVIL E SIMILARES ................................................................ 30
DOS IMPOSTOS ..................................................................................................... 14
DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA OCUPAÇÃO E DE PERMANÊNCIA EM
DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL ÁREAS, EM VIAS, EM LOGRADOUROS E PASSEIOS PÚBLICOS, SOLO,
URBANA..........................................................................................................................14 SUBSOLO E ESPAÇO AÉREO, INCLUSIVE EM MERCADOS-LIVRES E
Do Fato Gerador e do Contribuinte............................................................................................. 14
Da inscrição ................................................................................................................................ 16
FEIRAS-LIVRES ............................................................................................................ 31
Do lançamento........................................................................................................................... 17 DA TAXA DE LICENÇA DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA E SERVIÇOS
Das formas e prazos de pagamento ............................................................................................. 18 SANITÁRIOS DIVERSOS............................................................................................. 31
Da isenção .................................................................................................................................. 18
DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE PUBLICIDADE ............................................... 32
DO IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSÃO "INTERVIVOS", A QUALQUER
TÍTULO, POR ATO ONEROSO, DE BENS IMÓVEIS, POR NATUREZA OU DAS TAXAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS..............................................................33
ACESSÃO FÍSICA E DE DIREITOS REAIS SOBRE IMÓVEIS, EXCETO OS DE Do fato Gerador e do Contribuinte..........................................................................................33
GARANTIA, BEM COMO CESSÃO DE DIREITOS À SUA AQUISIÇÃO. ...........18 Da Base de Cálculo e da Alíquota ............................................................................................33
Do Fato Gerador ....................................................................................................................... 18 Da Inscrição e do Lançamento .................................................................................................33
Da Não Incidência ..................................................................................................................... 18 Das Formas e Prazos de Pagamento ........................................................................................33
Da Base de Cálculo e da Alíquota ............................................................................................ 19
DA TAXA DE COLETA DE LIXO............................................................................... 33
Do Contribuinte e do Responsável........................................................................................... 19
I - da Taxa de Lixo Domiciliar: ................................................................................................33
Das Formas e Prazos de Pagamento ........................................................................................ 19
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II - da Taxa de Lixo Biológico (RSS):...................................................................................... 34 E LICENÇA DE FUNCIONAMENTO...................................................................51
DA TAXA DE COMBATE A INCÊNDIO E DEMAIS SERVIÇOS DE ANEXO IV................................................................................................................51
COMPETÊNCIA DO CORPO DE BOMBEIROS ......................................................34
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO EVENTUAL OU AMBULANTE 51
DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA ................................................................ 35
Do Fato Gerador e do Contribuinte ........................................................................................ 35 ANEXO IV - A..........................................................................................................51
Da Base de Cálculo.................................................................................................................... 35
Do Lançamento e do Pagamento ............................................................................................. 35 TAXA DE FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO EVENTUAL OU AMBULANTE 51
Da Isenção.................................................................................................................................. 36
ANEXO V .................................................................................................................52
DOS PREÇOS E TARIFAS PÚBLICAS................................................................ 36
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS................................................................................................. 36 TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA EXECUÇÃO DE ..................52

DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES .................................................................. 37 OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E SIMILARES .............................................52


DAS INFRAÇÕES...........................................................................................................37 ANEXO VII ..............................................................................................................53
DAS PENALIDADES - MULTAS PECUNIÁRIAS.....................................................37 TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA PUBLICIDADE.................................................53
Das Disposições Gerais ............................................................................................................. 37
ANEXO VI................................................................................................................53
DOS IMPOSTOS.............................................................................................................38
Do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana ....................................................... 38 TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA OCUPAÇÃO E PERMANÊNCIA.....................53
Do Imposto sobre Transmissão “Inter-Vivos”, a qualquer título, por ato oneroso, de bens
imóveis, por natureza ou acessão física, e direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia,
EM ÁREAS, NAS VIAS, LOGRADOUROS E PASSEIOS PÚBLICOS, E
bem como cessão de direitos a sua aquisição. ......................................................................... 38 ESPAÇO AÉREO, INCLUSIVE NAS FEIRAS-LIVRES E NOS MERCADOS-
Do Imposto sobre serviços de qualquer natureza................................................................... 38 LIVRES ....................................................................................................................53
DAS TAXAS ....................................................................................................................39 – DECRETO Nº 3.488, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 –......................................54
Das Taxas Decorrentes do Efetivo Exercício do Poder de Polícia Administrativa .............. 39
“Aprova o Regulamento Geral da Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de
DAS TAXAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS ...................................................................41 dezembro de 2007, o Código Tributário Municipal ”................................................... 54
DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA ......................................................................41 TÍTULO ÚNICO ......................................................................................................54
OUTRAS PENALIDADES.............................................................................................41 REGULAMENTO GERAL DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO MUNICIPAL ................ 54
DISPOSIÇÕES FINAIS..................................................................................................41 IMUNIDADES, ISENÇÕES E NÃO INCIDÊNCIAS................................................................54
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS .................................................................................................54
ANEXO I .................................................................................................................. 42 DA IMUNIDADE .......................................................................................................................55
DAS ISENÇÕES.........................................................................................................................56
LISTA DE SERVIÇOS ............................................................................................ 42 DA NÃO INCIDÊNCIA .............................................................................................................56
CAPÍTULO II DA COMPENSAÇÃO E TRANSAÇÃO .......................................................56
ANEXO II................................................................................................................. 50 DA COMPENSAÇÃO ................................................................................................................56
DA TRANSAÇÃO......................................................................................................................56
ANEXO III ............................................................................................................... 50 DO DOMICÍLIO FISCAL ..........................................................................................................57
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LICENÇA DE LOCALIZAÇÃO ....................... 50 DA FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA MUNICIPAL .............................................................57
DISPOSIÇÕES GERAIS..........................................................................................................57
E LICENÇA DE FUNCIONAMENTO .................................................................. 50 DA DENÚNCIA DE TERCEIROS ............................................................................................57
DA AÇÃO FISCAL ....................................................................................................................57
ANEXO III - A ......................................................................................................... 51 DA OBRIGATORIEDADE DE PRESTAR INFORMAÇÕES .............................................58
SEÇÃO V DO EMBARAÇO E DO DESACATO ..................................................................58
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LICENÇA DE LOCALIZAÇÃO ....................... 51 SEÇÃO VI DOS REGIMES ESPECIAIS DE FISCALIZAÇÃO .........................................58
DA DÍVIDA ATIVA...................................................................................................................59
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DAS CERTIDÕES DE DÉBITOS.............................................................................................. 59 § 5º No caso de demolição de obra existente deverá ser arbitrado o equivalente a
DISPOSIÇÕES FINAIS ........................................................................................................... 59 15% (quinze por cento) do valor de construção similar, constante na tabela
– DECRETO Nº 3.489, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 –...................................... 60 respectiva, já incluindo a limpeza e a remoção.......................................................74
“Aprova o Regulamento do Processo Administrativo Tributário (PAT) de que cuida TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS IMÓVEIS...............................................74
a Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de 2007, o Código
(UFM – Unidade Fiscal Municipal) ............................................................................... 74
Tributário Municipal”....................................................................................................60
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO ............................................................. 60 Prefeito Municipal ...................................................................................................75
DISPOSIÇÕES GERAIS ......................................................................................................... 60
DAS INSTÂNCIAS E DOS ÓRGÃOS JULGADORES............................................................ 60 – DECRETO Nº 4.055, DE 20 DE JANEIRO DE 2010 –......................................76
DOS AUTOS E TERMOS PROCESSUAIS .............................................................................. 61
DA DEFESA DO INTERESSADO............................................................................................ 62 “Aprova o Regulamento das Taxas de que trata a Lei Complementar n° 81, de 28 de
DAS PROVAS ........................................................................................................................... 63 dezembro de 2007, alterada pela Lei Complementar nº 90 de 23 de novembro de 2009, o
DA EFICÁCIA E EXECUÇÃO DAS DECISÕES..................................................................... 63 Código Tributário Municipal” ........................ ................................................................ 76
DA CONSULTA ........................................................................................................................ 63
DO SIGILO FISCAL.................................................................................................................. 64 Prefeito Municipal ...................................................................................................78
DISPOSIÇÕES FINAIS ........................................................................................................... 64
– DECRETO Nº 3.493, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 –......................................79
– DECRETO Nº 3.490, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 –...................................... 64 “Aprova o Regulamento das Contribuições de Melhoria de que trata a Lei
“Aprova o Regulamento do IPTU de que trata a Lei Complementar Municipal n° 81, Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de 2007, o Código Tributário
de 28 de dezembro de 2007, o Código Tributário Municipal”........................................................................................................................ 79
Municipal”........................................................................................................................64 DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA....................................................................................79

TÍTULO ÚNICO...................................................................................................... 64 DECRETO Nº 2.427/ 2000......................................................................................80


DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL "Regulamenta o § 1º do Artigo 155 da Lei Complementar 025/97 e atualiza a
URBANA..........................................................................................................................64 Relação de Atividades Econômicas assim como a de Produtos e Serviços". .............. 80
DO FATO GERADOR E DO CONTRIBUINTE....................................................................... 64
DA BASE DE CÁLCULO E DA ALIQUOTA .......................................................................... 65
– DECRETO Nº 3.901, DE 20 DE JULHO DE 2009 –..........................................83
DO CADASTRO FISCAL IMOBILIÁRIO................................................................................ 65 “Dispõe sobre a regulamentação de obrigações acessórias para construção, reforma,
DO LANÇAMENTO.................................................................................................................. 67 reparação e/ou ampliação de imóveis.”.......................................................................... 83
DO PAGAMENTO..................................................................................................................... 68
DA IMUNIDADE E DA ISENÇÃO .......................................................................................... 68 DECLARAÇÃO E INFORMAÇÃO SOBRE OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL 84
DISPOSIÇÕES FINAIS ........................................................................................................... 69
DECLARAÇÃO E INFORMAÇÃO SOBRE OBRA DE CONSTRUÇÃO
– DECRETO Nº 4.054, DE 20 DE JANEIRO DE 2010 –...................................... 69 CIVIL........................................................................................................................85
“Aprova o Regulamento do ISS de que trata a Lei Complementar n° 81, de 28 de
CI - COMUNICAÇÃO INTERNA Nº 003/2010 ........................................85
dezembro de 2007, atualizada pela Lei Complementar 90 de 23 de novembro de 2009, o
Código Tributário Municipal” ........................ ................................................................69 – DECRETO Nº 3.949, DE 15 DE SETEMBRO DE 2009 –..................................86
§ 4º Quando o proprietário da obra for pessoa jurídica, ou pessoa física que “Aprova a regulamentação do ISS Eletrônico e dá outras providências”. .................... 86
possuir dois ou mais imóveis no Município, o arbitramento tomará como
ATO NORMATIVO S.M.F Nº 004/09.....................................................................88
parâmetro 80%, no mínimo, dos custos unitários básicos de edificação (R$/m2),
apurados pelo SINDUSCON – Sindicato da Indústria da Construção Civil do “ Dispõe sobre a regulamentação da Realização de eventos com fins Lucrativos no
Estado de São Paulo, conforme o Guia de Construção, da revista Construção e Município”........................................................................................................................ 88
Mercado – Editora PINI.......................................................................................... 74 LEI Nº 2.755/96........................................................................................................89
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas
“Dispõe a concessão de Alvará de Licença de Localização e Funcionamento, para a
realização de feiras ou Exposições comerciais e dá outras providências.” ....................89
LEI n.º 3.116/2002 ................................................................................................... 90
“Dispõe sobre a obrigatoriedade da apresentação de certificado expedido pela
EMBRATUR pelas Agências de Turismo”......................................................................90
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atualizados monetariamente, de acordo com a variação anual do Índice de Preços ao Consumidor (IPC)
da Fundação Instituto de Pesquisas da Universidade de São Paulo ou outro índice que a ele substituir,
CÓDIGO TRIBUTÁRIO MUNICIPAL referente ao último exercício.
§. 1º Para os fins do disposto no caput deste artigo, a Secretaria Municipal de Finanças fica autorizada
- LEI COMPLEMENTAR Nº 81, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2007 – a divulgar o procedimento para a atualização monetária, baseando-se, para o seu cálculo, nas
Atualizada pela Lei Complementar nº 90 de 23 de novembro de 2009 respectivas normas regulamentares.
- §. 2º A multa de mora incidirá sobre o valor integral do crédito atualizado monetariamente.
“Aprova o novo Código Tributário do Município de §. 3º Os juros de mora serão calculados à razão de 0,0333 % (trezentos e trinta e três décimos de
milésimos por cento) ao dia, sobre o montante do débito atualizado, a partir do dia seguinte ao
Pirassununga e dá outras providências” ..........................
vencimento do tributo.
§. 4º Fica mantida a UFM (Unidade Fiscal do Município) com o valor de R$ 1,6160 (um real,
A CÂMARA DE VEREADORES APROVA E O PREFEITO MUNICIPAL DE
seiscentos e dezesseis milésimos de centavos) que será atualizada anualmente conforme disciplinado no
PIRASSUNUNGA SANCIONA E PROMULGA A SEGUINTE LEI COMPLEMENTAR:
caput deste artigo, sendo sua utilização apenas para cálculos e procedimentos internos, inclusive
atualização de créditos inscritos em dívida ativa, ajuizados ou não.
Art. 1º - Esta Lei aprova o novo Código Tributário do Município, dispondo sobre os direitos e
§. 5° Fica o executivo municipal autorizado a dispensar as frações de real no caso de lançamento de
obrigações, que emanam das relações jurídicas referentes a tributos de competência Municipal,
tributos diretos.
distribuição de receitas tributárias e de rendas que constituem a receita do Município.
§. 6° A variação do índice será apurada no período de dezembro de um exercício até novembro do
exercício subseqüente, para aplicação no ano calendário seguinte.
Art. 2º - O presente Código é constituído de 02 (dois) livros, com a matéria assim distribuída:
§. 7º Os valores das parcelas já quitadas, quando necessária a sua utilização, também serão corrigidos
I - LIVRO I - Dispõe sobre as normas gerais de direito tributário estabelecidas pela Legislação Federal
monetariamente, conforme dispõe o “caput” do presente artigo.
aplicáveis aos Municípios e, as de interesse do Município para aplicação de sua Lei Tributária e
regulamenta o procedimento administrativo fiscal.
Art. 5º - A atualização monetária estabelecida na forma do Art. 4º aplicar-se-á, inclusive, aos débitos
II - LIVRO II - Regula a matéria tributária no que compete ao Município e toda matéria relativa à
cuja cobrança seja suspensa por medida administrativa ou judicial, salvo se o sujeito passivo houver
receita do Município, constituída de tributos, distribuição de receitas tributárias e rendas.
depositado, em moeda corrente, a importância questionada.
§. 1º Na hipótese de depósito parcial, far-se-á a atualização da parcela não depositada.
LIVRO I
§. 2º O depósito elide, ainda, a aplicação da multa moratória, dos juros, ou de ambos, consoante seja
DAS NORMAS GERAIS
efetuado antes do prazo fixado para a incidência da multa, dos juros, ou de ambos.
TÍTULO I
DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
Art. 6º - O valor do depósito, se devolvido por terem sido julgados procedentes reclamações, recursos
CAPÍTULO I
ou medidas judiciais, será atualizado monetariamente, em consonância com as disposições dos Art.s 8º
DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
e 9º.
Seção I
Parágrafo único. A atualização monetária do depósito cessará se o interessado deixar de comparecer à
Das Disposições Gerais
repartição competente, no prazo de 30 (trinta) dias contados de sua regular notificação, para receber a
importância a ser devolvida.
Art. 3º - A constituição do crédito tributário é efetuado através do lançamento tributário nas seguintes
modalidades:
Art. 7º - A falta de pagamento de qualquer tributo, previsto nesta Lei Complementar, nos vencimentos
Art. 3º A constituição do crédito tributário é efetuada por intermédio do lançamento tributário nas
fixados nos avisos de lançamento, sujeitará o sujeito passivo ou o responsável:
seguintes modalidades: NR - LC 90/09
I - à multa diária de 0,33% (trinta e três décimos por cento) sobre o valor do débito atualizado
I - de ofício;
monetariamente, até o percentual máximo de 10% (dez por cento);
II - por declaração;
II - à cobrança de juros moratórios à razão 0,0333 % (trezentos e trinta e três décimos de milésimos
III - por homologação.
por cento) ao dia, incidente sobre o valor do débito atualizado monetariamente, a partir do dia seguinte
Parágrafo único. Aplica-se às modalidades de lançamento, as normas gerais de direito tributário,
ao do vencimento.
estabelecidas no Código Tributário Nacional.
§. 1º As multas previstas no inciso I deste artigo serão aplicadas, sem prejuízo de pagamento do
imposto devido.
Seção II
§. 2º Poderá ser dispensada, conforme determinação da autoridade competente, a incidência de multa e
Da Atualização Monetária e Encargos Moratórios
juros moratórios para lançamento retroativo de tributos diretos.
§ 2º A incidência de multa e juros moratórios para lançamento retroativo de tributos diretos, poderá ser
Art. 4º - Os débitos para com a Fazenda Pública Municipal, de quaisquer naturezas, inclusive fiscais,
dispensada quando requerida e homologada em Processo Administrativo específico, observado no que
atuais e futuros - incluídas as multas de qualquer espécie - provenientes da impontualidade, total ou
couber, o determinado nos artigos 66 a 78 deste Código. NR - LC 90/09
parcial, nos respectivos pagamentos, assim como todos os valores apresentados neste Código serão
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

§. 3º Ajuízada a dívida, serão devidas as custas, honorários e demais despesas, na forma regulamentar e §. 2° A extinção do crédito tributário também poderá ser efetuada através da dação em pagamento, de
da legislação. bens móveis ou imóveis e serviços, respeitados os critérios de interesse e conveniência, além das
§. 4º Entende-se por valor originário o que corresponda ao débito decorrente de tributo, excluindo a demais normas aplicáveis a aquisição de bens e serviços por parte do executivo municipal.
atualização monetária, juros e multa de mora.
Art. 13 - Fica o Executivo Municipal autorizado a celebrar transação que, mediante concessões mútuas,
Art. 8º - A atualização incidirá sobre os créditos fiscais decorrentes de tributos ou penalidades não importe em terminação de litígio e conseqüente extinção de crédito tributário, através de procedimento
liquidados, na data de seus vencimentos. administrativo devidamente fundamentado, conforme disciplinado em regulamento.
Art. 8º Os valores de tributos, ou suas parcelas, com fatos geradores em exercícios anteriores, se §. 1º A transação poderá ser efetuada em processo administrativo ou judicial, de acordo com o
quitadas após a data de vencimento, serão corrigidos monetariamente, conforme dispõe o caput do disciplinado em regulamento.
artigo 4º, além da incidência da multa e juros de mora previstos no Art. 7º. NR - LC 90/09 §. 2º Todo procedimento administrativo de transação deverá ser acompanhado de planilha de cálculo
elaborada pelo órgão competente, e exposição de motivos, para fins de auditoria interna ou externa.
Art. 9º - As multas, incidentes sobre os créditos tributários vencidos e não pagos, serão calculadas em
função dos tributos atualizados. Art. 14 - Poderá a autoridade administrativa competente conceder, por despacho fundamentado,
Parágrafo único. As multas devidas, não proporcionais ao valor do tributo, serão também atualizadas. remissão total ou parcial do crédito tributário, atendendo:
Art. 14 Poderá a autoridade administrativa competente conceder, por Lei específica, remissão total ou
Art. 10 - A cobrança dos débitos inscritos na Dívida Ativa far-se-á com os acréscimos previstos no Art. parcial do crédito tributário, atendendo: NR - LC 90/09
7º da seguinte forma: I - à situação econômica do sujeito passivo;
I - quando amigável, os acréscimos serão apurados até a data do pagamento à Fazenda Pública II - ao erro ou ignorância escusáveis do sujeito passivo, quanto à matéria de fato;
Municipal; III - à diminuta importância do crédito tributário;
II - quando judicial, os acréscimos serão devidos até a data do efetivo depósito em Juízo, à disposição IV - às considerações de eqüidade, em relação com as características pessoais ou materiais do caso;
da Fazenda Pública Municipal. V - às condições peculiares a determinada região do território da entidade tributante.
Parágrafo único. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido, aplicando-se, quando
Seção III cabível, o disposto no Art. 45. - Revogado pela LC 90/09
Das Modalidades de Extinção do Crédito Tributário
CAPÍTULO II
Art. 11 - Extinguem o crédito tributário: DA EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
I - o pagamento; Seção I
II - a compensação; Das Disposições Gerais
III - a transação;
IV - a remissão; Art. 15 - Excluem o crédito tributário:
V - a prescrição e a decadência; I - a isenção;
VI - a conversão de depósito em renda; II - a anistia.
VII - o pagamento antecipado e a homologação do lançamento; Parágrafo único. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações
VIII - a consignação em pagamento; acessórias dependentes da obrigação principal, cujo crédito seja excluído, ou dela conseqüentes.
IX - a decisão administrativa irreformável, assim entendida a definitiva na órbita administrativa, que
não mais possa ser objeto de ação anulatória; Seção II
X - a decisão judicial transitada em julgado; Da Isenção
XI - a dação em pagamento em bens móveis, imóveis e serviços, na forma e condições estabelecidas
nesta Lei Complementar. Art. 16 - A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que especifique as
Parágrafo único. A forma de extinção do crédito tributário é subordinada às normas gerais de direito condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, sendo o caso, o prazo
tributário, disciplinadas no Código Tributário Nacional. de sua duração.
Parágrafo único. A isenção pode ser restrita a determinada região do município, em função de
Art. 12 - Fica o Executivo Municipal autorizado a efetuar a compensação de créditos tributários com condições a ela peculiares.
créditos líquidos e certos, vencidos ou vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda Pública, através
de procedimento administrativo, nas condições e sob as garantias que estipular em regulamento, sem Art. 17 - A isenção, salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, pode
prejuízo das demais disposições aplicáveis dispostas nesta Lei Complementar. ser revogada ou modificada por lei a qualquer tempo, produzindo efeitos a partir do exercício seguinte
§. 1º Todo procedimento administrativo de compensação deverá ser acompanhado de planilha de ao da publicação.
cálculo e de exposição de motivos, para fins de auditoria interna ou externa.
Art. 18 - A isenção, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por despacho da
autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei, regulamento ou contrato para sua
concessão. Art. 24 - Após o vencimento, os débitos das parcelas sujeitar-se-ão à atualização monetária e demais
Art. 18 - A isenção é sempre concedida por lei específica, podendo ter sua aplicação em caráter geral, acréscimos legais.
quando poderá ser efetivada individualmente por despacho da autoridade administrativa, em
requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento Art. 25 - O atraso do pagamento de três parcelas, consecutivas ou não, por mais de 30 (trinta) dias
dos requisitos previstos em lei, regulamento ou contrato, para sua concessão. NR - LC 90/09 corridos, cancela o benefício, ficando o contribuinte sujeito à quitação total do débito, passando a
Parágrafo único. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido, aplicando-se, quando incidir sobre o saldo da dívida, multa, juros e atualização monetária, a partir do seu inadimplemento.
cabível, as disposições sobre concessão de moratória e parcelamento.
CAPÍTULO III
Seção III DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS
Da Anistia Seção I
Da Inscrição e do Cadastro Fiscal
Art. 19 - A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a
conceda, não se aplicando: Art. 26 - Toda pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, deverá promover sua inscrição
I - aos atos qualificados em Lei como crimes ou contravenções e, aos que, mesmo sem essa no Cadastro de Contribuintes de quaisquer dos tributos municipais, para cada um de seus
qualificação, sejam praticados com dolo, fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por terceiro em estabelecimentos, seja matriz, filial, sucursal, agência, depósito, escritório, inclusive de contato, show-
benefício daquele; room, posto de atendimento de qualquer natureza, endereço de correspondência, endereço de terceiro
II - salvo disposição em contrário, às infrações resultantes de conluio entre duas ou mais pessoas onde atua economicamente ainda que temporariamente, inclusive condomínios, obra de construção civil
naturais ou jurídicas. ou qualquer outra, independente da denominação que vier a ser adotada, mesmo que isenta ou imune de
tributos, de acordo com as formalidades fixadas em regulamento.
Art. 20 - A anistia pode ser concedida: Art. 26 - Toda pessoa física ou jurídica, deverá promover sua inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário,
I - em caráter geral; de quaisquer dos tributos municipais, para cada um de seus estabelecimentos, seja matriz, filial,
II - limitadamente: sucursal, agência, depósito, escritório, inclusive de contato, “showroom”, posto de atendimento de
a) às infrações da legislação relativa a determinado tributo; qualquer natureza, endereço de correspondência, endereço de terceiro onde atua economicamente, ainda
b) às infrações punidas com penalidades pecuniárias até determinado montante, conjugada ou não com que temporariamente, inclusive condomínios, obra de construção civil ou qualquer outra, independente
penalidades de outra natureza; da denominação que vier a ser adotada, mesmo que isenta ou imune de tributos, de acordo com as
c) à determinada região do território da entidade tributante, em função de condições a ela peculiares; formalidades fixadas em regulamento. NR - LC 90/09
d) sob condição do pagamento de tributo no prazo fixado pela lei que a conceder, ou cuja fixação seja Parágrafo único. Aplica-se ao disposto no caput, quando cabível, o disposto no artigo 127 do Código
atribuída, pela mesma lei, à autoridade administrativa. Tributário Nacional. - Revogado pela LC 90/09
§ 1º Aplica-se ao disposto no caput, quando cabível, o disposto no artigo 127 do Código Tributário
Art. 21 - A anistia, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por despacho da Nacional. AC- LC 90/09
autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das § 2º Aplica-se ao disposto no caput, quando cabível, o disposto no artigo 154 da presente Lei
condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei para sua concessão. Complementar. AC- LC 90/09
Parágrafo único. O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido. § 3º O domicílio tributário deverá ser aprovado pela autoridade administrativa e não deverá dificultar a
arrecadação ou a fiscalização do tributo, ainda que não haja estabelecimento. AC- LC 90/09
Seção IV
Do Parcelamento
TÍTULO II
Art. 22 - Os débitos tributários poderão ser parcelados administrativamente de acordo com lei DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA
específica. CAPÍTULO I
§. 1º A concessão do benefício está condicionada a regularidade da situação fiscal do contribuinte no DA DÍVIDA ATIVA
exercício do requerimento.
§. 2º Durante o período de parcelamento dos débitos, o contribuinte não poderá inadimplir com tributos Art. 27 - Constitui dívida ativa tributária do Município, o débito fiscal, proveniente de impostos, taxas,
da mesma espécie, cujos fatos geradores ocorram após a sua concessão, sob pena de perda do benefício. contribuições de melhoria e multas tributárias de qualquer natureza, atualizada conforme o disposto
no artigo 4º e com os acréscimos moratórios do artigo 7º, regularmente inscrita na repartição
Art. 23 - Fazem parte do débito fiscal: administrativa competente, depois de esgotado o prazo fixado para pagamento, pela legislação tributária
I - o tributo devido, atualizado monetariamente até o mês do pedido; ou por decisão final proferida em processo regular.
II - as multas por infração; Parágrafo único. Sobre o débito fiscal inscrito continuarão a incidir a atualização monetária e os
II - as multas por infração, atualizadas monetariamente até o mês do pedido; NR - LC 90/09 encargos moratórios previstos nos artigos 4° e 7º.
III - a multa de mora e os juros de mora previstos no artigo 7º.
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Art. 28 - A dívida ativa regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez. Art. 34 - A expedição de certidão negativa não exclui o direito de a Administração Pública, a qualquer
§. 1º A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca, a cargo tempo, constituir os créditos tributários que venham a ser apurados após a sua emissão.
do sujeito passivo ou de terceiro a quem a aproveite.
§. 2º A fluência de juros de mora e a atualização monetária, conforme o disposto no artigo 7º, não Art. 35 - Terá os mesmos efeitos de certidão negativa, aquela que consigne a existência de créditos
excluem a liquidez do crédito. tributários não vencidos, em curso de cobrança executiva, em que tenha sido efetivada a penhora ou
§. 3° Considera-se regular a dívida ativa inscrita após procedimento administrativo da autoridade cuja exigibilidade esteja suspensa, nos termos da legislação vigente.
administrativa responsável pela aferição da regularidade da constituição do crédito tributário e de sua
exigibilidade. TÍTULO III
DO PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO
Art. 29 - O termo de inscrição da dívida ativa conterá obrigatoriamente: CAPÍTULO I
I - o nome do devedor, dos co-responsáveis e, sempre que conhecido, o domicílio ou residência de DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
um e de outros;
II - o valor originário da dívida, bem como o termo inicial e a forma de calcular os juros de mora e Art. 36 - Este título regula as disposições gerais do procedimento tributário, as medidas preliminares,
demais encargos previstos em lei ou contrato; os atos iniciais da exigência do crédito tributário do Município decorrentes de impostos, taxas,
III - a origem, a natureza e o fundamento legal ou contratual da dívida; contribuições de melhoria, penalidades e demais acréscimos, a consulta, o processo administrativo
IV - a indicação, se for o caso, de estar a dívida sujeita à atualização monetária, bem como o tributário e a responsabilidade dos agentes fiscais tributários.
respectivo fundamento legal e o termo inicial para o cálculo;
V - a data e o número da inscrição, no Registro de Dívida Ativa; e Art. 37 - A Administração Pública poderá promover, de ofício, inscrição, alterações de dados cadastrais
VI - o número do processo administrativo ou do auto de infração, se neles estiver apurado o valor da ou cancelamento da inscrição, na forma regulamentar, sem prejuízo da aplicação das penalidades
dívida. cabíveis.
§. 1º A Certidão de Dívida Ativa conterá os mesmos elementos do Termo de Inscrição e será
autenticada pela autoridade competente. Seção I
§. 2º As dívidas relativas ao mesmo devedor, desde que conexas ou conseqüentes, poderão ser Da Ciência dos Atos e Decisões
englobadas na mesma certidão.
§. 3º O termo de inscrição e a certidão de dívida ativa poderão ser preparados e numerados por processo Art. 38 - A ciência dos atos e decisões far-se-á:
manual, mecânico ou eletrônico. I - no auto de infração mediante entrega de uma via, contra-recibo do interessado;
II - no processo ou expediente, mediante “ciente” do interessado;
Art. 30 - A cobrança da dívida tributária do Município será procedida: III - pessoalmente, ou a representante, mandatário ou preposto, mediante recibo datado e assinado, ou
I - por via amigável - quando processada pelos órgãos administrativos competentes; com menção da circunstância de que houve impossibilidade ou recusa de assinatura;
II - por via judicial - quando processada pelos órgãos judiciários. IV - por notificação com aviso de recebimento (AR), datado e firmado pelo destinatário ou alguém do
Parágrafo único. As vias a que se refere este artigo são independentes uma da outra, podendo a seu domicílio;
Administração Pública, quando o interesse da Fazenda Pública Municipal assim o exigir, providenciar V - por meio eletrônico, com prova de recebimento, mediante:
imediatamente a cobrança judicial da dívida, mesmo que não tenha dado início ao procedimento a) envio ao domicílio tributário do sujeito passivo;
amigável. b) registro em meio magnético ou equivalente utilizado pelo sujeito passivo;
c) por edital na imprensa local, integral ou resumido, se desconhecido o domicílio tributário ou na
Art. 31 - A inscrição do crédito da Fazenda Pública Municipal far-se-á com as cautelas previstas no impossibilidade do cumprimento dos incisos anteriores.
Capítulo II do Título II do Livro I. §. 1º Quando, em um mesmo processo, for interessado mais de um sujeito passivo, em relação a cada
um deles serão atendidos os requisitos fixados nesta seção para as intimações.
Art. 32 - Aplica-se à dívida ativa não tributária, na forma da legislação competente as normas §. 2º Prescinde de assinatura, a notificação de lançamento, emitida por processo mecanográfico ou
disciplinadas nesta Seção. eletrônico.

CAPÍTULO II Art. 39 - A intimação presume-se feita:


DA CERTIDÃO NEGATIVA I - quando pessoal, na data do recebimento;
II - quando por carta, na data do recibo de volta, e, se for essa omitida, 15 (quinze) dias após a entrega
Art. 33 - A prova da quitação de determinado tributo será feita por certidão negativa, expedida à vista da carta no correio;
de requerimento do interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua III - se por meio eletrônico, 15 (quinze) dias contados da data registrada:
pessoa, domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade, e indique o período a que se refere o pedido. a) no comprovante de entrega no domicílio tributário do sujeito passivo;
Parágrafo único. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e b) no meio magnético ou equivalente utilizado pelo sujeito passivo.
será fornecida dentro de até 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição. IV - quando por edital na imprensa local, 30 (trinta) dias após a data da afixação ou da publicação.
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Parágrafo único. Na intimação pessoal, havendo a recusa, o agente público deverá registrar o ocorrido, I – Suprimido.
atestado por pessoa capaz no próprio documento. II – Suprimido.
§. 2º O intercâmbio de informação sigilosa, no âmbito da Administração Pública, será realizado
Art. 40 - Os despachos interlocutórios, que não afetem a defesa do sujeito passivo, independem de mediante processo regularmente instaurado e, a entrega será feita pessoalmente à autoridade solicitante,
intimação. mediante recibo, que formalize a transferência e assegure a preservação do sigilo.
§. 3º Não é vedada a divulgação de informações relativas a:
Seção II I - representações fiscais para fins penais;
Da Notificação de Lançamento II - inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal;
III - parcelamento ou moratória.
Art. 41 - A notificação de lançamento será expedida pela repartição que administra o tributo e conterá,
obrigatoriamente: Art. 48 - Suprimido. – (Vide Art. 198 & §§ do CTN + LC 123/06(Fed) + L 11.598/07(Fed))
I - a qualificação do notificado e as características do imóvel, quando for o caso;
II - o valor do crédito tributário, sua natureza e o prazo para recolhimento e impugnação; Art. 49 - A autoridade administrativa municipal poderá requisitar o auxílio da força pública federal,
III - a disposição legal infringida e o valor da penalidade, quando for o caso; estadual ou municipal, quando vítima de embaraço ou desacato, no exercício de suas funções, ou
IV - a assinatura do chefe do órgão expedidor, ou do servidor autorizado, e a indicação do seu cargo ou quando necessário à efetivação de medida prevista na legislação tributária, ainda que não se configure
função. fato definido em lei como crime ou contravenção.
Parágrafo único. Considerar-se-á excesso de exação a cobrança vexatória ou gravosa passível de
Art. 42 - A notificação do lançamento será feita na forma do disposto nos artigos 38 e 39. responsabilidade, as que esta lei não autorizar, independente das sanções previstas no artigo 316 do
Código Penal.

CAPÍTULO II
DA FISCALIZAÇÃO
CAPÍTULO III
Art. 43 - Compete à unidade administrativa da Fazenda Municipal a fiscalização do cumprimento da DO PROCEDIMENTO
legislação tributária.
Art. 50 - O procedimento fiscal terá início com:
Art. 44 - A legislação tributária municipal aplica-se às pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou I - a lavratura de termo de início de fiscalização;
não, inclusive às que gozem de imunidade ou isenção. II - a lavratura de termo de apreensão de bens, livros ou documentos;
III - a notificação;
Art. 45 - Suprimido. - (Vide Art. 195 do CTN + Súmula 439 STF + Art. 1.179 CCiv) IV - a intimação;
V - a lavratura de auto de infração e imposição de multa;
Art. 46 - Mediante intimação escrita, são obrigados a prestar à autoridade administrativa todas as VI - qualquer ato da Administração Pública que caracterize o início de levantamento fiscal e de
informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros: apuração do crédito tributário.
I - os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício; Parágrafo único. O início do procedimento exclui a espontaneidade do sujeito passivo em relação a
II - os bancos, Caixas Econômicas e demais instituições financeiras; atos anteriores e, independentemente de intimação, a dos demais envolvidos nas infrações verificadas.
III - as empresas de administração de bens; Parágrafo único. O início de qualquer procedimento fiscal exclui o benefício da denúncia espontânea
IV - os corretores, leiloeiros e despachantes oficiais; do sujeito passivo em relação a atos anteriores e, independentemente de intimação, a dos demais
V - os inventariantes; envolvidos nas infrações verificadas. NR - LC 90/09
VI - os síndicos, comissários e liquidatários;
VII - quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, em razão de seu cargo, ofício, função, Art. 51 - A exigência do crédito tributário será formalizada em auto de infração e imposição de multa,
ministério, atividade ou profissão. notificação de lançamento, distinto por tributo.
Parágrafo único. A obrigação prevista neste artigo não abrange a prestação de informações quanto a Art. 51 A exigência do crédito tributário, decorrente de uma infração à legislação, será formalizada em
fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, auto de infração e imposição de multa com notificação de lançamento, distinto por espécie de tributo.
ofício, função, ministério, atividade ou profissão. NR - LC 90/09
Parágrafo único. Quando mais de uma infração à legislação de um tributo decorrer do mesmo fato e a
Art. 47 - Sem prejuízo do disposto na legislação criminal, é vedada a divulgação, por parte da Fazenda comprovação do ilícito depender dos mesmos elementos de convicção, a exigência será formalizada em
Pública Municipal ou de seus servidores públicos, de informação obtida em razão do ofício, sobre a um só instrumento e alcançará todas as infrações e infratores.
situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza e o estado dos
seus negócios ou atividades.
§. 1º Excetuam do disposto neste artigo, as requisições de autoridade judiciária no interesse da justiça.
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CAPÍTULO IV CAPÍTULO V
DAS MEDIDAS PRELIMINARES DO AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA
Seção I
Do Termo de Fiscalização Art. 57 - Verificando-se violação da legislação tributária, por ação ou omissão, ainda que não importe
em evasão fiscal, lavrar-se-á o auto de infração e imposição de multa correspondente, em duas ou mais
Art. 52 - A autoridade que presidir ou proceder a exames e diligências lavrará, sob sua assinatura, vias, sendo a primeira entregue ao infrator.
termo de início de ação fiscal, contendo a data de início e final, o período a ser fiscalizado, os livros e
documentos a serem examinados, prazo para entrega da documentação solicitada e o que mais possa Art. 58 - O auto de infração e imposição de multa será lavrado com precisão e clareza, sem entrelinhas,
interessar. emendas ou rasuras, e deverá:
§. 1º O termo será emitido em duas vias pela repartição fiscal, sendo uma, devidamente autenticada pela I - mencionar o local, o dia e hora da lavratura;
autoridade, entregue ao sujeito passivo, contra recibo na via do Fisco. II - conter o nome do autuado e endereço, CPF ou CNPJ conforme o caso, e, quando existir, o número
§. 2º Em casos excepcionais a forma de notificação da fiscalização poderá ser alterada. de inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário;
§. 3º A assinatura não constitui formalidade essencial à validade do termo de fiscalização, não implica III - referir-se ao nome e endereço das testemunhas, se houver;
confissão, ou a sua falta ou a sua recusa agravará a pena. IV - descrever o fato que constitui a infração e as circunstâncias pertinentes;
§. 4º O prazo máximo a ser concedido ao sujeito passivo para a entrega de documentos fiscais e demais V - indicar o dispositivo legal ou regulamentar violado e o da penalidade aplicável;
obrigações acessórias é de 30 (trinta) dias. VI - fazer referência ao termo de fiscalização em que se consignou a infração, quando for o caso;
§. 5º Iniciada a fiscalização, o agente fazendário terá o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias para VII - conter intimação ao infrator para pagar os tributos, multas e acréscimos devidos, ou apresentar
concluí-la, prazo esse prorrogável, sucessivamente, por igual período, com qualquer outro ato escrito defesa e provas no prazo previsto de 30 (trinta) dias;
que indique o prosseguimento dos trabalhos. VIII - assinatura do autuante aposta sobre a indicação de seu cargo ou função;
IX - assinatura do próprio autuado ou infrator, ou de representante, mandatário ou preposto, ou da
Seção II menção da circunstância de que houve impossibilidade ou recusa de assinatura.
Da Apreensão de Bens, Livros e Documentos §. 1º - Suprimido. - (Vide Art. 149 & Incisos do CTN)
§. 2º A assinatura não constitui formalidade essencial à validade do auto de infração e imposição de
Art. 53 - Poderão ser apreendidos os bens móveis, inclusive mercadorias, livros ou documentos em multa; não implica confissão, nem a sua falta ou recusa agravará a pena.
poder do sujeito passivo, do responsável ou de terceiros, que constituam prova material de infração §. 3º Havendo reformulação ou alteração do auto de infração e imposição de multa, será devolvido o
estabelecida na legislação tributária. prazo para pagamento e defesa do autuado, com a emissão de novo Auto.
§. 4º A lavratura de AIIM (Auto de Infração e Imposição de Multa) compete privativamente ao Agente
Art. 54 - Da apreensão, lavrar-se-á auto com os elementos do auto de infração, observando-se, no que Fiscal.
couber, o disposto no artigo 26. §. 5º O cancelamento e/ou arquivamento do AIIM depende de despacho fundamentado de autoridade
Parágrafo único. Do auto de apreensão constarão a descrição dos bens, mercadorias, livros ou competente.
documentos apreendidos; a indicação do lugar onde ficarão depositados e do nome do depositário,
podendo a designação recair no próprio detentor, se for idôneo, a juízo da autoridade autuante. Art. 59 - Não sendo possível a intimação na forma do inciso IX, do artigo 58 aplica-se o disposto no
artigo 39.
Art. 55 - Os livros ou documentos apreendidos poderão, a requerimento do autuado, ser-lhe devolvidos,
mediante recibo, ficando no processo cópia de inteiro teor da parte que deve fazer prova, caso o original Art. 60 - Encerrada a fiscalização, a autoridade administrativa responsável emitirá termo de
não seja indispensável a esse fim. encerramento de ação fiscal, circunstanciando o que apurar, registrando a data de início e final, o
Parágrafo único. Os bens apreendidos serão restituídos, a requerimento, mediante depósito das período fiscalizado, os livros e documentos examinados e o que mais possa interessar.
quantias exigíveis, cuja importância será arbitrada pela autoridade competente, e passado recibo, §. 1º Notificado, o infrator será intimado a recolher o débito fiscal reclamado ou apresentar defesa, por
ficando retidos, até decisão final, os espécimes necessários à prova. escrito, ao Poder Executivo, dentro de 30 (trinta) dias, sob pena de julgamento à revelia.
§. 2º Não sendo encontradas irregularidades, a homologação dos lançamentos deverá constar do Termo
Art. 56 - Se o autuado não provar o preenchimento das exigências legais para liberação dos bens de Conclusão.
apreendidos no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da apreensão, serão os bens levados a leilão,
ou doados a entidades filantrópicas, a critério da autoridade competente. CAPÍTULO VI
§. 1º Quando a apreensão recair em bens de fácil deterioração, o leilão poderá realizar-se a partir do DA CONSULTA
próprio dia da apreensão.
§. 2º Apurando-se na venda, importância superior ao tributo, à multa e aos acréscimos devidos, será o Art. 61 - Ao contribuinte ou responsável, ou a qualquer pessoa que tenha legítimo interesse na situação
autuado notificado para receber o excedente. relacionada com a legislação tributária, é assegurado o direito de consulta sobre interpretação e
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aplicação da legislação tributária municipal, desde que protocolada antes do início da ação fiscal e com II - um representante da OAB;
obediência às normas adiante estabelecidas. III - um representante do CRC;
IV – um representante da Associação Comercial e Industrial de Pirassununga (ACIP);
Art. 62 - A consulta será formulada através de petição dirigida ao Secretário Municipal de Finanças, V – um representante do Sindicato Varejista de Pirassununga;
com a apresentação clara e precisa de todos os elementos indispensáveis ao entendimento da situação VI – um representante de associações de moradores.
de fato e com a indicação dos dispositivos legais aplicados, instruída, se necessário, com os §. 1º Os componentes do Conselho Municipal de Tributos não serão remunerados para o exercício dessa
documentos. função.
Parágrafo único. O consulente deverá elucidar se a consulta versa sobre hipótese em relação a qual § 1º Os componentes do Conselho Municipal de Contribuintes não serão remunerados para o exercício
ocorreu o fato gerador da obrigação tributária, e, em caso positivo, a sua data. dessa função. NR - LC 90/09
§. 2º As normas do Conselho Municipal de Tributos serão regulamentadas por decreto.
Art. 63 - A resposta será efetuada pelo responsável do órgão correspondente, no prazo de até 60 § 2º As normas do Conselho Municipal de Contribuintes serão regulamentadas por Decreto. NR - LC
(sessenta) dias. 90/09
Parágrafo único. Poderão ser solicitadas, a emissão de parecer e a realização de diligências, hipóteses §. 3º O mandato dos componentes do Conselho Municipal de Tributos será de um ano, com direito a
em que o prazo referido no caput do artigo será interrompido, começando a fluir no dia em que o uma recondução.
resultado das diligências ou pareceres, for recebido pela autoridade competente. § 3º O mandato dos componentes do Conselho Municipal de Contribuintes será de 02 (dois) anos, com
direito a uma recondução. NR - LC 90/09
Art. 64 - Não produzirá efeito a consulta formulada: §. 4° Além dos três membros efetivos, serão nomeados dois membros suplentes pertencentes ao quadro
I - em desacordo com o artigo 62; de carreira da Prefeitura.
II - por quem estiver sob procedimento fiscal instaurado para apurar fatos que se relacionem com a § 4° Para cada membro titular do Conselho Municipal de Contribuintes, deverá ser nomeado um
matéria consultada; membro suplente. NR - LC 90/09
III - por quem tiver sido intimado a cumprir obrigação relativa ao fato objeto da consulta; §. 5° Enquanto não for constituído o Conselho Municipal de Tributos, a segunda instância será de
IV - quando o fato já tiver sido objeto de decisão anterior, ainda não modificada, proferida em consulta competência do Prefeito Municipal.
ou litígio, em que tenha sido parte o consulente; § 5° Fica estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da promulgação desta Lei Complementar,
V - quando o fato estiver definido ou declarado claramente em disposição literal da lei tributária; para que seja constituído e empossados os Membros do Conselho Municipal de Contribuintes, podendo,
VI - quando não descrever, completa e exatamente, a hipótese a que se referir ou não contiver os neste interregno, responder pela segunda instância o Prefeito Municipal. NR - LC 90/09
elementos necessários à solução, salvo se a inexatidão ou omissão for escusável pela autoridade § 6º Decorrido o prazo fixado no § 5º deste artigo, os processos administrativos serão suspensos até
julgadora. efetivo empossamento dos Membros do Conselho. AC LC 90/09
Parágrafo único. Nos casos previstos neste artigo, a consulta será declarada ineficaz e determinado o
arquivamento da mesma. Art. 68 - A interposição de impugnação, defesa ou recurso independe de garantia de instância.

Art. 65 - Quando a resposta à consulta confirmar a exigibilidade de obrigação tributária, cujo fato Art. 69 - Não será admitido pedido de reconsideração de qualquer decisão irrecorrível.
gerador já tiver ocorrido, a autoridade julgadora intimará o consulente para ciência da decisão. O
consulente terá o prazo de 20 (vinte) dias para regularizar a situação, objeto da consulta, findo os quais Art. 70 - Poderão ser restituídos os documentos apresentados pela parte, mediante recibo, desde que
ficará sujeito à ação fiscal e às penalidades cabíveis. não prejudiquem a decisão, exigindo-se a sua substituição por cópias autenticadas por servidor
Parágrafo único. Não cabe pedido de reconsideração ou recurso de decisão proferida em processo de municipal.
consulta.
Art. 71 - Quando, no decorrer do processo de uma ação fiscal, forem apurados novos fatos, envolvendo
CAPÍTULO VII a parte ou outras pessoas, ser-lhes-á marcado igual prazo para apresentação de defesa, no mesmo
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO processo.
Seção I
Das Normas Gerais Seção II
Da Impugnação
Art. 66 - Fica assegurada, ao contribuinte, responsável, autuado ou interessado, a plena garantia ampla
de defesa e prova, sendo o julgamento dos atos e defesas de competência: Art. 72 - Os sujeitos passivos de tributos lançados de ofício, poderão apresentar reclamação, dirigida à
I - em primeira instância, do responsável pela Secretaria Municipal de Finanças; Secretaria Municipal de Finanças, dentro de 30 (trinta) dias, contados da notificação.
II - em segunda instância, do Conselho Municipal de Contribuintes (CMC). Art. 72 Os sujeitos passivos de tributos com lançamento direto ou de ofício, poderão apresentar
reclamação, dirigida à Secretaria Municipal de Finanças, dentro de 30 (trinta) dias contínuos, contados
Art. 67 - O Conselho Municipal de Contribuintes (CMC), será composto por 6 (seis) membros: da notificação, observados os dispositivos nos artigos 38 e 39. NR - LC 90/09
I - um membro da Prefeitura Municipal, podendo ser lotado na Procuradoria Geral do Município ou na Parágrafo único. Até decisão final, a reclamação terá efeito suspensivo sobre o débito tributário, não
Secretaria Municipal de Finanças; perdendo o interessado o direito ao parcelamento deferido pela legislação.
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CAPÍTULO VIII
Art. 73 - Apresentada a defesa contra a constituição do crédito tributário de ofício, o processo será DOS DIREITOS DO CONTRIBUINTE
encaminhado ao órgão julgador da primeira instância. Seção I
Parágrafo único. Sobre a defesa manifestar-se-á o órgão autuante, no prazo de 90 (noventa) dias, a Dos Direitos
contar do recebimento do processo, ficando suspensa a incidência de juros e correção monetária nesse
período. Art. 79 - São direitos do contribuinte:
I - a igualdade de tratamento, com respeito e urbanidade, em qualquer repartição administrativa ou
Seção III fazendária do Município;
Do Recurso II - o acesso aos dados e informações de seu interesse registrados nos sistemas de tributação,
arrecadação e fiscalização, e o fornecimento de certidões, se solicitadas;
Art. 74 - Das decisões de primeira instância, cabe recurso ao Conselho Municipal de Contribuintes III - a adequada e eficaz prestação de serviços públicos em geral e, em especial, daqueles prestados
(CMC). pelos órgãos e unidades da Secretaria Municipal de Finanças;
I - de ofício, quando o valor dos débitos for superior a 6.000 (seis mil UFM’s); IV - a efetiva educação tributária e a orientação sobre procedimentos administrativos;
II - pela autoridade julgadora, quando as decisões forem contrárias à Administração Fazendária; V - a identificação do servidor nas repartições administrativas e fazendárias e nas ações fiscais;
III - pelo sujeito passivo, dentro de 30 (trinta) dias, contados da notificação ou ciência da decisão de VI - a apresentação de ordem de serviço nas ações fiscais, dispensada essa nos casos de flagrantes e
primeira instância. irregularidades constatadas pelo fisco, nas correspondentes ações fiscais continuadas nas empresas
Parágrafo único. O recurso poderá ser interposto contra toda a decisão ou parte dela. inclusive;
VII - o recebimento de comprovante detalhado dos documentos, livros e mercadorias entregues à
Seção IV fiscalização ou por ela apreendidos;
Da Execução das Decisões VIII - a recusa a prestar informações por requisição verbal, se preferir intimação por escrito;
IX - a informação sobre os prazos de pagamento e reduções de multa, quando autuado;
Art. 75 - São definitivas: X - a exigência de mandado judicial para permitir busca em local que não contenha mercadoria ou
I - as decisões finais de primeira instância não sujeitas ao recurso de ofício, e quando esgotado o prazo documento de interesse da fiscalização, observado o disposto no Parágrafo único deste artigo;
para recurso voluntário, sem que esse tenha sido interposto; XI - a não-obrigatoriedade de pagamento imediato de qualquer autuação e o exercício do direito de
II - as decisões finais de segunda instância. defesa e do contraditório;
Parágrafo único. Tornar-se-á definitiva, desde logo, à parte da decisão que não tenha sido objeto de XII - a faculdade de, independentemente do pagamento de taxas, apresentar petição aos órgãos públicos
recurso, nos casos de recurso voluntário parcial. para defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder;
XIII - a obtenção de certidões em repartições públicas para defesa de direitos e esclarecimento de
Art. 76 - Transitada em julgado administrativamente a decisão desfavorável ao contribuinte, situações de seu interesse, observado o prazo de 15 (quinze) dias pela autoridade competente para
responsável, ou autuado, o processo será remetido ao setor competente, para a adoção das seguintes fornecimento das informações e certidões solicitadas;
providências, quando cabíveis: XIV - a observância, pela Administração Pública, dos princípios da legalidade, igualdade,
I - intimação do contribuinte, do responsável, do autuado, para que recolha os tributos e multas devidas, anterioridade, irretroatividade, publicidade, capacidade contributiva, impessoalidade, uniformidade,
com seus acréscimos, no prazo de 20 (vinte) dias; não-diferenciação e vedação de confisco;
II - conversão em renda das importâncias depositadas em dinheiro; XV - a faculdade de se comunicar com seu advogado, contador ou entidade de classe quando sofrer
III - remessa para a inscrição e cobrança da dívida; ação fiscal, sem prejuízo da continuidade desta;
IV - liberação dos bens, mercadorias, livros ou documentos apreendidos ou depositados. XVI - a proteção contra o exercício arbitrário ou abusivo do poder público nos atos de constituição e
cobrança de tributo;
Art. 77 - Transitada em julgado administrativamente a decisão favorável ao contribuinte, responsável, XVII - a ampla defesa no âmbito do processo administrativo e judicial e a reparação dos danos
ou autuado, o processo será remetido ao setor competente para restituição dos tributos e penalidade causados aos seus direitos;
porventura pagos com os devidos acréscimos legais de juros e correção monetária. XVIII - a fiscalização dos valores que servirem de base à instituição de taxas.
Parágrafo único. Na hipótese de recusa da exibição de mercadorias, livros e documentos, a
Art. 78 - Os processos somente poderão ser arquivados com o respectivo despacho da autoridade fiscalização poderá lacrar os móveis ou depósitos em que possivelmente eles estejam, lavrando termo
competente. desse procedimento, do qual deixará cópia com o contribuinte, solicitando, de imediato, à autoridade
Parágrafo único. Os processos encerrados serão mantidos pela Administração Pública, pelo prazo de administrativa, a qual estiver subordinada, providência necessária para que se faça a exibição judicial.
05 (cinco) anos da data do despacho de seu arquivamento, após o que, serão inutilizados.
Art. 80 - O contribuinte tem direito de gerir seu próprio negócio, sob o regime da livre iniciativa, sendo
vedada a divulgação, para qualquer fim, por parte da Fazenda Pública ou de seus funcionários, de
qualquer informação, obtida em razão do ofício, sobre a situação econômica ou financeira dos sujeitos
passivos ou de terceiros e sobre a natureza e o estado dos seus negócios e atividades.
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Parágrafo único. Excetua-se do disposto neste artigo, os casos previstos no Código Tributário §. 1º A pena prevista neste artigo será imposta pelo responsável pela unidade administrativa da
Nacional e os de requisição regular da autoridade judiciária no interesse da justiça. Fazenda, por despacho no processo administrativo que apurar a responsabilidade do servidor público, a
quem serão assegurados o contraditório e a ampla defesa.
Art. 81 - O contribuinte terá acesso pleno às informações existentes em cadastros, fichas, registros e §. 2º Na hipótese do valor da multa e tributos não arrecadados por culpa, ser superior a 10% (dez por
dados pessoais e empresariais a seu respeito na Secretaria Municipal de Finanças. cento) do total percebido mensalmente por ele, a título de remuneração, o responsável pela unidade
administrativa da Fazenda determinará o recolhimento parcelado, de modo que de uma só vez não seja
Art. 82 - Os cadastros de que trata o artigo 81 serão objetivos, claros, atualizados, registrados ou recolhida importância excedente àquele limite.
impressos em linguagem de fácil compreensão.
Parágrafo único. A Administração Pública não poderá impor ao contribuinte, obrigações que decorram Art. 88 - Não será de responsabilidade do servidor público a omissão que praticar ou o pagamento do
de fatos alcançados pela prescrição. tributo cujo recolhimento deixar de promover em razão de ordem superior, devidamente provada, ou
quando não apurar infração em face das limitações da tarefa que lhe tenha sido atribuída pelo chefe
Art. 83 - O contribuinte, sempre que encontrar inexatidão nos seus dados cadastrais à qual não deu imediato ou por ordem superior.
causa, poderá exigir sua imediata correção, sem quaisquer ônus, devendo o órgão competente Parágrafo único. Não se atribuirá responsabilidade ao servidor público, não tendo cabimento aplicação
providenciá-la no prazo de 10 (dez) dias e comunicar a alteração ao requerente no prazo de 30 (trinta) de pena pecuniária ou de outra, quando se verificar que a infração consta de livro ou documentos fiscais
dias. a ele não exibidos e, por isso, já tenha lavrado auto de infração e imposição de multa por embaraço à
fiscalização.
Art. 84 - Os direitos previstos nesta Lei Complementar não excluem outros decorrentes de tratados ou
convenções, da legislação ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades competentes, bem CAPITULO X
como os que derivem da analogia, dos costumes e dos princípios gerais do direito. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Seção II Art. 89 - A expressão “Fazenda Pública”, quando empregada nesta Lei Complementar sem
Da Proteção, da Informação e da Orientação ao Contribuinte qualificação, abrange a Fazenda Pública do Município.

Art. 85 - O Executivo Municipal estabelecerá normas e rotinas de atendimento nas repartições Art. 90 - Os prazos fixados nesta Lei Complementar ou na legislação tributária serão contínuos,
administrativas e fazendárias, que permitam ao contribuinte: excluindo-se, na sua contagem, o dia de início e incluindo-se o do vencimento.
I - o acesso imediato aos superiores hierárquicos, quando considerar violados seus direitos; Parágrafo único. Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em
II - a ampla defesa de seus direitos, nos processos administrativos e tributários, com o acesso a todas as que corra o processo ou deva ser praticado o ato.
informações que serviram de base para a autuação;
III - a proteção contra o exercício abusivo do poder de cobrança de tributo; Art. 91 - O Poder Executivo Municipal expedirá, por decreto, dentro de 90 (noventa) dias, da entrada
em vigor desta Lei Complementar, regulamentação relativa a cada um dos tributos, caso seja
CAPÍTULO IX necessário.
DA RESPONSABILIDADE DOS AGENTES FISCAIS TRIBUTÁRIOS
LIVRO II
Art. 86 - O agente fiscal tributário que, em função do cargo exercido, tendo conhecimento de infração à DO SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL
legislação tributária, deixar de lavrar e encaminhar o auto de infração e imposição de multa competente, TÍTULO I
será responsável, pecuniariamente, pelo prejuízo causado à Fazenda Pública Municipal, desde que a DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
omissão, por dolo, e a responsabilidade, sejam apuradas enquanto não extinto o direito da Fazenda
Pública Municipal. Art. 92 - Este Código dispõe sobre fatos geradores, contribuintes, responsáveis, base de cálculo,
§. 1º Igualmente será responsável a autoridade ou servidor público que, dolosamente, deixar de dar alíquotas, lançamentos e arrecadação de cada tributo, disciplinando a aplicação de penalidades e a
andamento aos processos administrativos tributários, ou quando o fizer fora dos prazos estabelecidos, concessão de isenções.
ou mandar arquivá-los antes de findos e sem causa justificada e não fundamentado o despacho na
legislação vigente à época da determinação do arquivamento. Art. 93 - Aplicam-se, às relações entre a Fazenda Pública Municipal e os contribuintes, as normas
§. 2º A responsabilidade, no caso deste artigo, é pessoal e independente do cargo ou função exercido, gerais de direito tributário, constantes deste Código e do Código Tributário Nacional.
sem prejuízo de outras sanções administrativas e penais cabíveis à espécie. Parágrafo único. Nos casos de atividades eventuais e quando o contribuinte não estiver regularmente
inscrito no Cadastro Fiscal Mobiliário, a Administração exigirá, em função da peculiaridade do evento,
Art. 87 - Nos casos do artigo 86 e seus parágrafos, ao responsável, e, se mais de um houver, caução tributária calculada através da estimativa de tributos cujos fatos geradores devam ocorrer
independentemente uns dos outros, será cominada a pena de multa de valor igual a da aplicável ao posteriormente, sendo assegurada a imediata e preferencial restituição, quer seja total ou parcial, da
contribuinte, responsável ou infrator, sem prejuízo da obrigatoriedade do recolhimento do tributo, se quantia já recolhida, dependendo da realização dos respectivos fatos geradores.
esse já não tiver sido recolhido.
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Art. 94 - Compõem o Sistema Tributário do Município: §. 4º Serão consideradas como construções paralisadas, as que, devidamente comprovadas, estejam
I - Impostos: nessa situação por um período máximo de 05 (cinco) anos.
a) sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana;
b) sobre Transmissão “Inter-Vivos”, a qualquer título, por ato oneroso de bens imóveis, por natureza ou Art. 97 - O contribuinte do imposto é:
acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos à I - proprietário, o titular do domínio útil ou o possuidor do bem imóvel, a qualquer título, sem prejuízo
sua aquisição; da responsabilidade solidária dos possuidores indiretos;
c) sobre Serviço de Qualquer Natureza. II - qualquer um dos possuidores indiretos, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos demais e do
possuidor direto.
II - Taxas decorrentes do efetivo exercício do poder de polícia administrativa: Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se ao espólio das pessoas nele referidas.
a) Fiscalização da localização e do funcionamento em horário normal e especial de estabelecimentos
comerciais, industriais, civis e similares; Art. 98 - O imposto também é devido pelos proprietários, titulares de domínio útil ou possuidores, a
b) Fiscalização do exercício da atividade do comércio ambulante ou eventual; qualquer título, de terreno ainda que localizado fora da zona urbana, com ou sem edificação que,
c) Fiscalização da execução de obras de construção civil e similares; mesmo com área superior a 03 ha (três hectares) seja utilizado como sítio de recreio ou simples área de
d) Fiscalização da licença para a ocupação e permanência em áreas, nas vias, logradouros e passeios descanso ou lazer, ou seja, aquele que não se destine à exploração agrícola, pecuária, extrativa ou agro-
públicos, subsolo e espaço aéreo, inclusive em mercados-livres e feiras-livres. industrial e que possua dois dos melhoramentos previstos no artigo 100.
e) Fiscalização sanitária e serviços sanitários diversos.
f) Fiscalização de Publicidade. Art. 99 - O imposto não é devido pelos proprietários, titulares de domínio útil ou possuidores, a
qualquer título, de bem imóvel cujo terreno tenha área superior a 03 ha (três hectares) que, mesmo
III - Taxas decorrentes da utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos, específicos e localizado na zona urbana ou urbanizável, seja utilizado, comprovadamente, em exploração extrativa
divisíveis, prestados aos contribuintes ou postos à sua disposição, referente à: vegetal, agrícola, pecuária ou agro-industrial.
a) coleta de lixo domiciliar; §. 1º As áreas edificadas e utilizadas exclusivamente para lazer serão compulsoriamente lançadas no
b) coleta de lixo biológico; Cadastro Fiscal Imobiliário, sendo fato gerador do imposto.
c) combate a incêndio e demais serviços de competência do corpo de bombeiros. §. 2º A comprovação de que trata o caput será feita anualmente através de requerimento anexando cópia
IV - Contribuição de Melhoria. da Inscrição de Produtor Rural e outros documentos legais que a Administração Pública achar
conveniente dentro da particularidade de cada caso.
Art. 95 - Para serviços cuja natureza não comporte a cobrança de taxas serão estabelecidos, pelo
Executivo, preços públicos, não submetidos à disciplina jurídica dos tributos. Art. 100 - As zonas urbanas, para os efeitos deste imposto, são aquelas fixadas por lei, nas quais
existam pelo menos dois dos seguintes melhoramentos, construídos ou mantidos pelo Poder Público:
TÍTULO II I - meio-fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais;
DOS IMPOSTOS II - abastecimento de água;
CAPÍTULO I III - sistema de esgotos sanitários;
DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA IV - rede de iluminação pública, com ou sem colocação de postes para distribuição domiciliar;
Seção I V - escola primária ou posto de saúde, a uma distância máxima de três quilômetros do terreno
Do Fato Gerador e do Contribuinte considerado.
Parágrafo único. São consideradas zonas urbanas, as áreas urbanizáveis ou de expansão urbana,
Art. 96 - O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana tem como fato gerador a constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes, destinados à habitação, ao comércio ou
propriedade, o domínio útil ou a posse, a qualquer título, de terreno ou imóvel construído, por natureza à indústria, mesmo que localizados fora das zonas definidas no caput deste artigo.
ou acessão física, como definido na Lei Civil, localizado na zona urbana do Município, observando-se o Seção II
disposto no artigo 99. Da base de cálculo e da alíquota
§. 1º Para efeito deste imposto, considera-se terreno: o solo, sem benfeitoria ou edificação, ou que
contenha: Art. 101 - Para efeito deste imposto, o Poder Executivo editará Planta Genérica de Valores contendo:
I - construção provisória que possa ser removida sem destruição ou alteração; I - valores do metro quadrado de terreno, segundo sua localização;
II - construção em andamento ou paralisada; II - valores do metro quadrado de edificação, segundo o tipo, conservação e classificação;
III - construção em ruínas, em demolição, condenada ou interditada. III - fatores de correção e os respectivos critérios de aplicação.
§. 2º Para efeito deste imposto, considera-se imóvel construído o terreno com as respectivas construções
permanentes, que sirvam para habitação, uso, recreio ou para o exercício de quaisquer atividades, Art. 102 - Os valores constantes da Planta Genérica de Valores serão anualmente atualizados
lucrativas ou não, seja qual for sua forma ou destino aparente ou declarado, ressalvadas as construções a monetariamente por Decreto do Executivo, conforme estabelecido no artigo 4°, desta Lei
que se referem os incisos I a III, do §. 1º, deste artigo. Complementar, antes do lançamento deste imposto e produzirá seus efeitos a partir do exercício
§. 3º Considera-se ocorrido o fato gerador, para todos os efeitos legais, em 1º de janeiro de cada ano. seguinte à sua publicação.
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Parágrafo único. A Planta Genérica de Valores será revista a critério do Executivo Municipal e §. 6º O imposto incidirá também nas construções concluídas, independentemente da expedição do
somente produzirá efeitos a partir do exercício seguinte à sua publicação condicionada à aprovação “habite-se”.
legislativa. §. 7º O disposto no inciso II, do §. 1º, deste artigo, incidirá nos lotes de terrenos derivados de
parcelamento do solo, somente a partir do terceiro exercício financeiro, inclusive, da aprovação do
Art. 103 - Na determinação do valor venal não serão considerados: projeto respectivo.
I - o valor dos bens móveis mantidos, em caráter permanente ou temporário, no bem imóvel, para efeito §. 8º Aplica-se aos lotes de terrenos derivados de parcelamento do solo, nos dois primeiros exercícios
de sua utilização, exploração, aformoseamento ou comodidade; posteriores à aprovação do projeto respectivo, o percentual previsto no inciso I, do §. 1º, deste artigo.
II - as vinculações restritivas do direito de propriedade e o estado de comunhão;
III - o valor das construções ou edificações, nas hipóteses previstas nos incisos I a III do §. 1º, do artigo Art. 107 - Os fatores de correção utilizados para o cálculo dos valores venais dos terrenos são os
96. seguintes :

Art. 104 - O valor venal do bem imóvel, englobando o terreno e as construções nele existentes, para I - o Fator Testada será obtido segundo a metragem de frente de cada terreno, mediante a aplicação da
fins de lançamento do imposto, será calculado com base na Planta Genérica de Valores, aplicados os tabela a seguir:
fatores de correção e de acordo com as normas e métodos cabíveis, fixados pela repartição competente,
da seguinte forma: a) até 6 metros lineares: coeficiente de 0,84;
I - para o terreno, multiplica-se a área do terreno pelo valor unitário médio correspondente à localização b) de 6,01 a 24 metros lineares: coeficiente resultante da raiz quarta do quociente
e existência de equipamentos urbanos; da metragem da testada principal dividida pela testada padrão de 12 (doze) metros lineares;
II - para a construção, multiplica-se a área construída pelo valor unitário médio correspondente ao tipo e c) acima de 24 metros lineares: coeficiente de 1,19.
ao padrão de construção, aplicando os fatores de correção.
§. 1º A área edificada será obtida através da medição dos contornos externos das paredes ou pilares,
computando-se também a superfície das sacadas, cobertas ou não, de cada pavimento.
§. 2º No caso de piscina, a área construída será obtida através da medição dos contornos internos de
suas paredes. TESTADA PRINCIPAL COEFICIENTE Ft
§. 3º No caso de unidades autônomas em prédios, em condomínio, a área edificada será a área privativa
de cada unidade adicionada das áreas comuns, em função de sua quota parte, podendo ser enquadrada Até 6 metros lineares 0,84
em padrão diverso daquele atribuído as demais unidades desde que apresente benfeitorias que a
diferencie, de forma significativa das demais. Testada principal
De 6,01 até 24 metros lineares 4 -----------------------
Art. 105 - O valor venal do terreno será obtido pela multiplicação de sua área, ou de sua parte ideal, Testada padrão
pelo valor do metro quadrado do terreno, aplicados os fatores de correção. (12,00 m lineares)

Art. 106 - A base de cálculo do imposto é o valor venal do imóvel, composto pelo valor do terreno e de
suas edificações. Acima de 24 metros lineares 1,19
§. 1º Aplicam-se ao valor venal do terreno as alíquotas a seguir:
I - com fechamento frontal com altura mínima de 1,80 metros, murado em todos os lados com altura II - o Fator Gleba será obtido em função da área do terreno e corresponderá à raiz quadrada do
mínima de 1,50 metros e com passeio calçado: 1,5 % (um e meio por cento); quociente de 5.000 m2 pela área de cada terreno, conforme a seguinte fórmula:
II - sem qualquer um dos melhoramentos acima: 4,0% (quatro por cento).
§. 2º Aplicam-se ao valor venal dos imóveis com edificações de uso estritamente residencial as
seguintes alíquotas:
I - sem passeio calçado: 0,8%;
II - com passeio calçado: 0,5%.
§. 3º Aplicam-se ao valor venal dos imóveis com edificações de demais usos as seguintes alíquotas:
I - sem passeio calçado: 1,4%;
II - com passeio calçado: 0,7%.
§. 4º Nas edificações com uso misto, ou seja, residencial e comercial, aplicar-se- ão as alíquotas
previstas nos parágrafos 2º e 3º deste artigo, para as áreas construídas para tais finalidades, dentro das
condições ali descritas.
§. 5º Quando os imóveis estiverem situados em logradouros não pavimentados, as alíquotas serão as
mínimas estabelecidas no inciso I do §. 1º e incisos II dos §.§. 2º e 3º deste artigo.
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III - o Fator Profundidade dos terrenos será obtido em função de sua profundidade equivalente (PE),
que corresponderá ao quociente da área pela extensão de sua testada principal e os coeficientes são os CONSERVAÇÃO DO IMÓVEL COEFICIENTE (Fc)
constantes da tabela a seguir:
Má 0,70

Média 0,85

Boa 1,00

PROFUNDIDADE EQUIVALENTE COEFICIENTE (Fp) §. 1º O Fator Gleba (Fg) será utilizado apenas para terrenos com área superior a 5.000 metros
(PE) quadrados, quando não serão utilizados os Fatores Profundidade (Fp) e Testada (Ft).
Até 10 metros lineares 0,71 §. 2º Para aplicação do Fator Aproveitamento, consideram-se inaproveitáveis os terrenos que, em razão
de sua peculiar podologia, não possam ser normalmente utilizados para qualquer atividade.
De 10,01 a 20 metros lineares §. 3º As edificações ficam classificadas por categorias, observando-se o que segue:
PE
20 I – Luxo: construções isoladas e recuadas, jardim decorativo, dependências completas, riqueza de
materiais empregados e preocupação arquitetônica;
De 20,01 a 30 metros lineares 1,00 II – Boa: construções isoladas/conjugadas e recuperadas, jardim decorativo, dependências incompletas,
materiais empregados de boa qualidade e preocupação arquitetônica;
III – Média: construções isoladas/conjugadas/geminadas, jardim comum, dependências incompletas,
De 30,01 a 60 metros lineares materiais empregados de razoável qualidade;
30 IV – Simples: construções isoladas/geminadas, sem jardim, sem dependências e materiais empregados
PE de simples qualidade;
Acima de 60 metros lineares 0,71 V – Precária: construções conjugadas/geminadas, sem jardim, sem dependências e materiais
empregados de má qualidade.

IV - o Fator Aproveitamento será obtido mediante apuração do índice de inaproveitamento do terreno Art. 108 - Lei Municipal disciplinará a política urbana de má utilização, subutilização e não utilização
em relação a sua área total e os coeficientes são os constantes da tabela a seguir: de imóveis, estabelecendo os prazos de aplicação do IPTU progressivo.
§. 1º Não se aplica, o disposto no caput deste artigo, ao contribuinte que possua um único imóvel no
Município.
ÍNDICE DE INAPROVEITAMENTO COEFICIENTE (Fa) §. 2º O disposto no caput deste artigo somente incidirá nos imóveis loteados enquanto permanecerem
na esfera jurídica da propriedade do loteador, a partir do terceiro exercício financeiro, inclusive,
desconsiderado o da aprovação do loteamento.
Até 0,25 0,80
Seção III
De 0,26 até 0,50 0,65
Da inscrição
Acima de 0,50 0,50
Art. 109 - A inscrição no Cadastro Fiscal Imobiliário é obrigatória, devendo ser promovida,
Índice de inaproveitamento = Área inaproveitada separadamente, para cada terreno ou imóvel construído de que o contribuinte seja proprietário, titular do
Área Total domínio útil ou possuidor, a qualquer título, mesmo que sejam beneficiados por imunidade ou isenção,
não podendo ser unificados em caso de lotes vagos.
§. 1º São sujeitas a uma só inscrição, requerida com a apresentação de planta ou croqui:
V - o Fator Conservação corresponderá à conservação aparente da edificação e, será utilizado para o I - as glebas sem quaisquer melhoramentos;
cálculo dos valores venais das edificações, cujos coeficientes são o constante da tabela a seguir: II - as quadras indivisas das áreas arruadas;
III - os lotes de terreno em que a construção de um único prédio ocupe mais de um lote.
§. 2º A inscrição e/ou atualização do Cadastro Fiscal Imobiliário também é obrigatória para os casos de
reconstrução, reforma e acréscimos.
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Art. 110 - O contribuinte promoverá sua inscrição em formulário especial, no qual, sob sua
responsabilidade, sem prejuízo de outras informações que poderão ser exigidas pela Prefeitura,
declarará: Seção IV
§. 1º Para o requerimento de inscrição de terreno: Do lançamento
I - seu nome e qualificação;
II - número anterior do registro do título relativo ao terreno, no Cartório de Registro de Imóveis; Art. 115 - O imposto será lançado, anualmente, observando-se o estado do imóvel em 1º de janeiro do
III - localização, dimensões, área e confrontações do terreno; ano a que corresponder o lançamento.
IV - uso a que efetivamente está sendo destinado o terreno; §. 1º Tratando-se de terreno no qual sejam concluídas obras durante o exercício, o imposto sobre a
V - informações sobre o tipo de construção, se existir; propriedade territorial urbana será devido até o final do ano em que seja expedida a Certidão de
VI - indicação da natureza do título aquisitivo da propriedade ou do domínio útil, e/ou do número de Conclusão de Obras, ou em que as construções sejam efetivamente ocupadas.
seu registro no Cartório de Registro de Imóveis competente; §. 2º Tratando-se de construções concluídas durante o exercício, o imposto será lançado a partir do
VII - valor constante do título aquisitivo; exercício seguinte àquele em que seja expedida a “Certidão de Conclusão de Obras”, ou no momento
VIII - tratando-se de posse, indicação do título que a justifica, se existir; em que as construções sejam parcialmente ou totalmente ocupadas.
IX - endereço para a entrega de avisos de lançamento e notificações. §. 3º Tratando-se de construções demolidas durante o exercício, o Imposto sobre a Propriedade Predial
§. 2º Para o requerimento de inscrição de imóvel construído, aplicam-se as disposições do §. 1º, deste Urbana será devido até o final do exercício.
artigo, com o acréscimo das seguintes informações: §. 4º Aplicam-se ao lançamento deste imposto todas as disposições constantes dos artigos 116 a 122.
I - dimensões e área construída do imóvel;
II - área do pavimento térreo; Art. 116 - O imposto será lançado em nome do contribuinte que constar da inscrição.
III - número de pavimentos; §. 1º No caso de imóvel objeto de compromisso de compra e venda, o lançamento será mantido em
IV - data de conclusão da construção; nome do promitente vendedor até a inscrição do compromissário comprador, que poderá ser feita ex-
V - informações sobre o tipo de construção; ofício.
VI - número e natureza dos cômodos. §. 2º Tratando-se de imóvel que seja objeto de enfiteuse, usufruto ou fideicomisso, o lançamento será
§. 3º Para o requerimento de inscrição do imóvel reconstruído, reformado ou acrescido aplica-se, no que feito em nome do enfiteuta, do usufrutuário ou do fiduciário.
couber, o disposto neste artigo.
Art. 117 - Nos casos de condomínio, o imposto será lançado em nome de um, de alguns ou de todos os
Art. 111 - O contribuinte é obrigado a promover a inscrição dentro do prazo de 30 (trinta) dias, co-proprietários; nos dois primeiros casos, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos demais pelo
contados da: pagamento do tributo.
I - convocação eventualmente feita pela Prefeitura;
II - conclusão ou ocupação da construção; Art. 118 - O lançamento do imposto será distinto, um para cada unidade autônoma, ainda que contíguas
III - término da reconstrução, reforma ou acréscimos; ou vizinhas e de propriedade do mesmo contribuinte.
IV - aquisição ou promessa de compra de qualquer imóvel;
V - aquisição ou promessa de compra de parte de imóvel, desmembrado ou ideal; Art. 119 - Enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública Municipal, o lançamento poderá ser
VI - posse de imóvel exercida a qualquer título; revisto de ofício.
VII - demolição ou perecimento das edificações ou construções existentes no terreno. §. 1º O pagamento da obrigação tributária, objeto de lançamento anterior, será considerado como
Parágrafo único. A inscrição é obrigatória, ainda que o imóvel já esteja inscrito, ou sujeito à inscrição, pagamento parcial do total devido pelo contribuinte, em conseqüência da revisão de que trata este
por força de Lei anterior. artigo.
§. 2º O lançamento complementar, resultante de revisão, não invalida o lançamento anterior.
Art. 112 - Os responsáveis pelo parcelamento do solo ficam obrigados a fornecer, no mês de novembro
de cada ano, ao Cadastro Fiscal Imobiliário, relação dos lotes que, até este mês, tenham sido alienados Art. 120 - Enquanto não prescrita a ação para cobrança do imposto, poderão ser efetuados lançamentos
definitivamente, ou mediante compromisso de compra e venda, mencionando o nome e o endereço do adicionais, decorrentes de omissão, nas circunstâncias estabelecidas no Código Tributário Nacional,
comprador, o número da quadra e do lote, a fim de ser feita a devida anotação no Cadastro Fiscal assim como lançamentos adicionais ou complementares de outros que tenham sido com vícios,
Imobiliário. irregularidades, ou erro de fato.

Art. 113 - Todo contribuinte é obrigado a atualizar os dados no Cadastro Fiscal Imobiliário até o dia Art. 121 - O imposto será lançado independentemente da regularidade jurídica dos títulos de
15 de dezembro cada ano, em formulário especial. propriedade, domínio útil ou posse do terreno, ou da satisfação de quaisquer exigências administrativas
para a utilização do imóvel.
Art. 114 - O contribuinte omisso será inscrito de ofício, observado o disposto no inciso III, do
artigo 280. Art. 122 - O aviso de lançamento será entregue no domicílio tributário do contribuinte, considerando-se
Parágrafo único. Equipara-se ao contribuinte omisso o que apresentar formulário de inscrição com como tal o local indicado pelo mesmo, observado o disposto nos incisos I e IX, do §. 1º, do artigo 110.
informações falsas, erros ou omissões dolosos.
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§. 1º Quando o contribuinte eleger domicílio tributário fora do Município, considerar-se-á notificado do


lançamento com a remessa do respectivo aviso, por via postal. Art. 129 - O imposto incidirá especificamente sobre:
§. 2º Na impossibilidade de não ser atendido o disposto no caput e §. 1º deste artigo, o contribuinte será I - a compra e venda, pura e condicional, e atos equivalentes;
notificado por meio de Edital, publicado pelo órgão oficial do Município. II - a dação em pagamento;
III - a permuta;
Seção V IV - o mandato em causa própria, ou com poderes equivalentes, para a transmissão de bem imóvel e
Das formas e prazos de pagamento respectivo substabelecimento, ressalvado o caso de o mandatário receber a escritura definitiva do
imóvel;
Art. 123 - O Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana poderá ser pago em parcela única V - a arrematação, a adjudicação e a remição;
ou em 10 (dez) parcelas mensais e consecutivas, cuja data de vencimento de acordo com os Setores será VI - as divisões de patrimônio comum ou partilha, quando for atribuído a um dos cônjuges, separado ou
regulamentada por Decreto. divorciado, valor de bens imóveis acima da respectiva meação, com pagamento da outra parte;
Parágrafo único. Quando o pagamento que se refere o caput deste artigo, se der em parcela única, o VII - as divisões para extinção de condomínio de bem imóvel, quando for recebida por qualquer
qual deverá ocorrer até o dia de vencimento da primeira parcela do ano de lançamento, serão condômino quota-parte material cujo valor seja maior do que o de sua quota-parte ideal;
concedidos 10% (dez por cento) de desconto. VIII - o usufruto;
IX - as rendas expressamente constituídas sobre bem imóvel;
Art. 124 - O pagamento da parcela atual não implica na quitação das parcelas anteriores. X - a cessão de direitos do arrematante ou adjudicatário, depois de assinado o auto de arrematação ou
adjudicação;
Art. 125 - O pagamento do imposto não implica em reconhecimento, pela Prefeitura, para quaisquer XI - a cessão de direitos decorrentes de compromisso de compra e venda e de promessa de cessão;
fins, da legitimidade da propriedade, do domínio útil ou da posse do imóvel. XII - a cessão de direitos de concessão real do uso;
XIII - a cessão de direitos a usucapião;
Seção VI XIV - a cessão de direitos a usufruto;
Da isenção XV - a cessão de direitos à sucessão;
XVI - a cessão de benfeitorias e construções em terreno compromissado à venda ou alheio;
Art. 126 - São isentos do pagamento do imposto: XVII - a acessão física quando houver pagamento de indenização;
I - os contribuintes portadores de deficiência física, observando os dispositivos regulamentados por XVIII - a cessão de direitos possessórios;
Decreto. XIX - a promessa de transmissão de propriedade, através de compromisso devidamente quitado;
II - as entidades beneficentes declaradas de utilidade pública, por meio de Lei Municipal. XX - a constituição de rendas sobre bens imóveis;
XXI - incorporação ao patrimônio de pessoa jurídica, ressalvados os casos previstos nos incisos I e II,
Art. 127 - As isenções serão solicitadas, em requerimento instruído, com as provas de cumprimento das do artigo 130;
exigências para a sua concessão, que deve ser apresentado até o final do mês de novembro de cada XXII - transferência do patrimônio de pessoa jurídica para o de qualquer um de seus sócios, acionistas
exercício, sob pena de perda do benefício fiscal no ano seguinte. ou respectivos sucessores;
Parágrafo único. A documentação apresentada com o primeiro pedido de isenção poderá servir para os XXIII - instituição de direito de superfície;
demais exercícios, devendo o requerimento de renovação da isenção referir-se àquela documentação. XXIV - qualquer ato judicial ou extrajudicial “Inter-Vivos” não especificados neste artigo que importe
ou se resolva em transmissão, a título oneroso, de bens imóveis por natureza ou acessão física, ou de
CAPÍTULO II direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia;
XXV - cessão de direitos relativos aos atos mencionados no inciso anterior.
DO IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSÃO "INTERVIVOS", A QUALQUER TÍTULO, POR §. 1º Será devido novo imposto:
ATO ONEROSO, DE BENS IMÓVEIS, POR NATUREZA OU ACESSÃO FÍSICA E DE I - quando o vendedor exercer o direito de prelação;
DIREITOS REAIS SOBRE IMÓVEIS, EXCETO OS DE GARANTIA, BEM COMO CESSÃO II - no pacto de melhor comprador.
DE DIREITOS À SUA AQUISIÇÃO. §. 2º Equipara-se ao contrato de compra e venda, para efeitos fiscais:
I - a permuta de bens imóveis por bens e direitos de outra natureza;
Seção I II - a permuta de bens imóveis por outros quaisquer bens situados fora do território do Município;
Do Fato Gerador III - a transação em que seja reconhecido direito que implique transmissão de imóvel ou de direitos a
ele relativos.
Art. 128 - O Imposto sobre Transmissão “Inter-Vivos”, a qualquer título, por ato oneroso, de bens
imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem Seção II
como cessão de direitos à sua aquisição, tem como fato gerador: Da Não Incidência
I - a transmissão de bem imóvel por natureza ou por acessão física;
II - a transmissão de direitos reais sobre bens imóveis, exceto os direitos reais de garantia; Art. 130 - O imposto não incide sobre a transmissão de bens imóveis ou direitos a eles relativos
III - a cessão de direitos relativos à aquisição de bens imóveis. quando:
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I - efetuada para incorporação ao patrimônio de pessoa jurídica em realização de capital; Art. 132 - Para o cálculo do imposto serão aplicadas as seguintes alíquotas:
II - decorrente de fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoa jurídica. I - nas transmissões compreendidas no Sistema Financeiro da Habitação, em relação à parcela
§. 1º O disposto nos incisos I e II deste artigo não se aplica quando a pessoa jurídica adquirente tenha financiada: 0,5% (meio por cento);
como atividade preponderante a compra e venda de bens imóveis ou direitos, locação de bens imóveis II - sobre as aquisições de microempresas: 1 % (um por cento);
ou arrendamento mercantil. III - sobre as aquisições de empresas de pequeno porte: 1,5 % (um em meio por cento);
§. 2º Considera-se caracterizada a atividade preponderante, referida no parágrafo anterior, quando mais IV - nas demais transmissões e na parte não financiada: 2,0% (dois por cento).
de 50% (cinqüenta por cento) da receita operacional da pessoa jurídica adquirente, nos 02 (dois) anos
anteriores e nos 02 (dois) anos subseqüentes à aquisição, decorrer de transações mencionadas no Seção IV
parágrafo anterior. Do Contribuinte e do Responsável
§. 3º Se a pessoa jurídica adquirente iniciar suas atividades após a aquisição ou menos de 02 (dois) anos
antes dela, apurar-se-á a preponderância referida nos parágrafos anteriores, levando-se em conta os 03 Art. 133 - O contribuinte do imposto é o adquirente ou cessionário de bem imóvel ou do direito real a
(três) primeiros anos seguintes à data da aquisição. ele relativo.
§. 4º Verificada a preponderância a que se referem os parágrafos anteriores, tornar-se-á devido o
imposto nos termos da lei vigente à data da aquisição e sobre o valor atualizado do bem imóvel ou dos Art. 134 - São responsáveis, solidariamente, pelo pagamento do imposto devido, quando não pagos
direitos sobre ele. pelas pessoas mencionadas no artigo 133:
§. 5º Não se considera preponderante a atividade para os efeitos do parágrafo segundo deste artigo, I - o transmitente e o cedente nas transmissões que se efetuarem sem o pagamento do imposto devido;
quando a transmissão de bens ou direitos for realizada em conjunto com a da totalidade do patrimônio II - os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, desde que o ato de transmissão tenha sido
da pessoa jurídica alienante. praticado por eles ou perante eles.

Seção III Seção V


Da Base de Cálculo e da Alíquota Das Formas e Prazos de Pagamento

Art. 131 - A base de cálculo do imposto é o valor da transmissão dos bens ou direitos constantes do Art. 135 - O imposto será pago antes do ato da lavratura do instrumento de transmissão dos bens
respectivo instrumento, respeitado, no mínimo, o valor venal do imóvel, corrigido monetariamente à imóveis e direitos a eles relativos, exclusivamente através de autorização prévia da Administração
data da transmissão. Municipal.
§. 1º O valor venal do imóvel urbano é aquele definido pela planta genérica de valores do município, no Parágrafo único. Recolhido o imposto, os atos ou contratos correspondentes deverão ser efetivados no
dia 1º de janeiro de cada exercício. prazo de 90 (noventa) dias, sob pena de caducidade do documento de arrecadação.
§. 2º O valor venal do imóvel rural é aquele declarado para fins de incidência do Imposto sobre a
Propriedade rural, acrescido das benfeitorias existentes. Art. 136 - Na arrematação, adjudicação ou remição, o imposto será pago dentro de 30 (trinta) dias
§. 3º Na arrematação ou leilão e na adjudicação de bens imóveis, a base de cálculo será o preço pago, daqueles atos, antes da assinatura da respectiva carta e mesmo que esta não seja extraída.
respeitando o valor mínimo de que trata o caput este artigo.
§. 4º Nas tornas ou reposições, a base de cálculo será o valor da fração ideal superior à meação ou à Art. 137 - Nas transmissões decorrentes de termo e de sentença judicial, o imposto será recolhido 30
parte ideal, respeitado proporcionalmente o valor mínimo de que trata o caput deste artigo. (trinta) dias após a data da assinatura do termo ou do trânsito em julgado da sentença.
§. 5º Na instituição de direito de superfície, a base de cálculo será o valor do negócio jurídico ou 70%
(setenta por cento) do valor venal do bem imóvel ou do direito transmitido, se maior. Art. 138 - Ao transferir o imóvel à pessoa jurídica, ou desta para seus sócios ou acionistas ou
§. 6º Nas rendas expressamente constituídas sobre imóveis, a base de cálculo será o valor do negócio ou respectivos sucessores, o pagamento do imposto será efetuado dentro de 30 (trinta) dias contados da
30% do valor venal do bem imóvel, se maior. data da assembléia ou da escritura, em que tiver lugar àqueles atos, ou no ato da lavratura da escritura,
§. 7º Na concessão real de uso, a base de cálculo será o valor do negócio jurídico ou 40% (quarenta por no caso desta ocorrer antes de 30 (trinta) dias.
cento) do valor venal do bem imóvel, se maior.
§. 8º No caso de cessão de direitos de usufruto a base de cálculo será o valor do negócio jurídico ou Art. 139 - Na acessão física, o recolhimento do imposto será efetuado até a data do pagamento da
70% (setenta por cento) do valor venal do bem imóvel, se maior. indenização.
§. 9º No caso de acessão física, a base de cálculo será o valor da indenização ou o valor venal da fração
ou acréscimo transmitido, se maior. Art. 140 - Nas tornas ou reposições e nos demais atos judiciais, dentro de 30 (trinta) dias contados da
§. 10 A impugnação do valor fixado, como base cálculo do imposto, será endereçada à repartição data da sentença que reconhecer o direito, ainda que exista recurso pendente.
municipal que efetuar o cálculo, acompanhada de laudo técnico de avaliação devidamente
fundamentada. Art. 141 - Nas promessas ou compromissos de compra e venda, é facultado efetuar-se o pagamento do
imposto a qualquer tempo, desde que dentro do prazo fixado para o pagamento do preço do bem
imóvel.
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§. 1º Optando-se pela antecipação a que se refere este artigo, tomar-se-á por base o valor do bem imóvel
na data em que for efetuada a antecipação, ficando o contribuinte exonerado do pagamento do imposto CAPÍTULO III
sobre o acréscimo do valor verificado no momento da escritura definitiva. DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA
§. 2º Verificada a redução do valor, não se restituirá a diferença do imposto correspondente. Seção I
Do Fato Gerador e do Contribuinte
Art. 142 - O imposto, uma vez pago, só será restituído quando:
I - indevidamente recolhido; Art. 150 - O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza tem como fato gerador à prestação de
II - da anulação de transmissão decretada pela autoridade judiciária, em decisão definitiva; serviços constantes do anexo I desta Lei Complementar, ainda que esses não se constituam como
III - da nulidade do ato jurídico; atividade preponderante do prestador.
IV - da rescisão de contrato e desfazimento da arrematação, com fundamento no Código Civil. §. 1º O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se
tenha iniciado no exterior do País.
Art. 143 - O imposto, uma vez pago, não será restituído quando: §. 2º Ressalvadas as exceções expressas na lista supra, os serviços nela mencionados não ficam sujeitos
I - houver subseqüente cessão da promessa ou compromisso, ou quando qualquer das partes exercer o ao Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de
direito de arrependimento, não sendo, em conseqüência, lavrada a escritura; Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, ainda que sua prestação envolva
II - houver um pacto de retrovenda ou de retrocessão. fornecimento de mercadorias.
§. 3º O imposto de que trata esta Lei Complementar incide ainda sobre os serviços prestados mediante a
utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização, permissão ou
Seção VI concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final do serviço.
Das Obrigações Acessórias §. 4º A incidência do imposto não depende da denominação dada ao serviço prestado.
§. 5º O imposto de que trata o caput deste artigo não incide sobre os atos cooperados.
Art. 144 - Os serventuários de justiça não praticarão quaisquer atos atinentes a seu ofício, nos
instrumentos públicos ou particulares relacionados com a transmissão de bens imóveis ou de direitos a Art. 151 - O imposto não incide sobre:
eles relativos, sem a prova do pagamento do imposto. I - as exportações de serviços para o exterior do País;
§. 1° Em qualquer caso de incidência será o conhecimento obrigatoriamente transcrito na escritura ou II - a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros
documento. de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes
§. 2° Também é obrigatória a apresentação da Certidão Negativa de Débito, para a realização de e dos gerentes-delegados;
qualquer ato translativo, respeitada a disciplina dos artigos 33, 34 e 35, desta Lei Complementar. III - o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários,
o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições
Art. 145 - Os serventuários de justiça estão obrigados a facultar aos encarregados da fiscalização financeiras.
municipal, o exame, em cartório, dos livros, autos e papéis que interessem à arrecadação do imposto. IV - os serviços prestados individual, exclusiva e pessoalmente pelo contribuinte pessoa física, para si
próprio, devidamente comprovados. AC LC 90/09
Art. 146 - Os tabeliães estão obrigados a comunicar todos os atos translativos de domínio imobiliário, Parágrafo único. Não se enquadra no disposto no inciso I deste artigo, o serviço desenvolvido no
identificando-se o objeto da transação, nome das partes e demais elementos necessários ao Cadastro Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior.
Fiscal Imobiliário, efetuados em um mês, até o dia dez do mês subseqüente.
Art. 152 - O contribuinte do imposto é o prestador dos serviços especificados na Lista constante do
anexo I, desta Lei Complementar.
Seção VII Art. 152 O contribuinte do imposto é o prestador dos serviços especificados na Lista constante do
Das Disposições Gerais anexo I, desta Lei Complementar, respondendo supletivamente nas hipóteses determinadas neste
Código Tributário, quando envolver a responsabilidade de pagamento do imposto pelo tomador dos
Art. 147 - Os modelos de formulários e outros documentos, inclusive eletrônicos, necessários à serviços. NR - LC 90/09
fiscalização e ao pagamento do imposto serão regulamentados pelo Poder Executivo. §. 1º Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade
pecuniária.
Art. 148 - Sempre que sejam omissos ou não mereçam fé às declarações ou os esclarecimentos § 1º Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa, física ou jurídica, obrigada ao pagamento de
prestados ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo, ou pelo terceiro legalmente obrigado, tributo ou penalidade pecuniária. NR - LC 90/09
mediante processo regular, a Administração Pública poderá arbitrar o valor referido no artigo 131. §. 2º O sujeito passivo da obrigação principal diz-se:
I - contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato
Art. 149 - Os valores venais mencionados no artigo 131 deverão ser fornecidos aos Cartórios de gerador;
Registro Imobiliário da Comarca, pelos adquirentes, através da apresentação do carnê de IPTU do I - contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato
exercício da alienação, ou através de certidão expedida por repartição competente da Fazenda Pública. gerador; NR - LC 90/09
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II - responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição XVII - do Município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos pelo
expressa desta lei. subitem 16.01 da lista anexa;
II - responsável, quando, sem revestir à condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição XVIII - do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento, onde ele
expressa desta Lei Complementar. NR - LC 90/09 estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.05 da lista anexa;
§. 3º Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constitua o seu XIX - da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o planejamento, organização e
objeto, conforme disciplinado em regulamento. administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.10 da lista anexa;
§ 3º Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa, física ou jurídica, obrigada às prestações que XX - do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso dos
constitua o seu objeto, conforme previsto na legislação. NR - LC 90/09 serviços descritos pelo item 20 da lista anexa.
§ 4º A microempresa (ME), a empresa de pequeno porte (EPP) ou o microempreendedor individual §. 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.04 da lista anexa, considera-se ocorrido o fato
(MEI), optantes do Simples Nacional, cumprirão as disposições peculiares definidas na legislação gerador e devido o imposto neste Município quando aqui exista extensão de ferrovia, rodovia, postes,
federal quanto ao ISSQN, observando, quanto ao mais, ou por expressa disposição de norma federal, as cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, arrendamento, direito de
regras deste Código e demais normas locais. AC LC 90/09 passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não.
§. 2º No caso dos serviços a que se refere o subitem 22.01 da lista anexa, considera-se ocorrido o fato
Art. 153 - O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador gerador e devido o imposto neste Município quando aqui exista extensão de rodovia explorada.
ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos §. 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no local do estabelecimento prestador nos
incisos I a XX, quando o imposto será devido no local: serviços executados em águas marítimas, excetuados os serviços descritos no subitem 20.01.
I - do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de estabelecimento, onde ele
estiver domiciliado, na hipótese do §. 1º, do artigo 150, desta Lei Complementar; Art. 154 - Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade
II - da instalação dos andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas, no caso dos serviços descritos no de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou
subitem 3.05 da lista anexa; profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de
III - da execução da obra, no caso dos serviços descritos no subitem 7.02, 7.17, 7.19 e 7.21 da lista atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser
anexa; utilizadas.
IV - da demolição, no caso dos serviços descritos no subitem 7.04 da lista anexa; §. 1º A existência de estabelecimento prestador é indicada pela conjugação parcial ou total dos
V - das edificações em geral, estradas, pontes, portos e congêneres, no caso dos serviços descritos no seguintes elementos:
subitem 7.05 da lista anexa; I - manutenção de pessoal, materiais, máquinas, instrumentos e equipamentos necessários à execução
VI- da execução da varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e do serviço;
destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer, no caso dos serviços descritos no subitem II - estrutura organizacional ou administrativa;
7.09 da lista anexa; III - inscrição nos órgãos previdenciários;
VII - da execução da limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, IV - indicação, como domicílio fiscal, para efeitos de tributos federais, estaduais ou municipais;
chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.10 da V - permanência ou ânimo de permanecer no local, para a exploração econômica de prestação de
lista anexa; serviços, exteriorizada através da indicação do endereço em impressos e formulários, locação do
VIII - da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de árvores, no caso dos serviços imóvel, propaganda ou publicidade e fornecimento de energia elétrica ou água em nome do prestador
descritos no subitem 7.11 da lista anexa; ou do seu representante.
IX - do controle e tratamento do efluente de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e V - permanência ou ânimo de permanecer no local, para a exploração econômica de prestação de
biológicos, no caso dos serviços descritos no subitem 7.12 da lista anexa; serviços, exteriorizada através da indicação do endereço em impressos e formulários, locação do
X - do florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e congêneres, no caso dos serviços imóvel, propaganda ou publicidade, utilização de mão-de-obra de terceiros, com vínculo empregatício
descritos no subitem 7.16 da lista anexa; ou contratada, e consumo de energia elétrica ou de água, em nome do prestador de serviços ou do seu
XI - da execução dos serviços de escoramento, contenção de encostas e congêneres, no caso dos representante. NR - LC 90/09
serviços descritos no subitem 7.17 da lista anexa; §. 2º Havendo habitualidade na atividade do prestador de serviço, dentro dos limítrofes do Município,
XII - da limpeza e dragagem, no caso dos serviços descritos no subitem será exigida a inscrição municipal pela Fazenda Pública.
7.18 da lista anexa; § 3º A habitualidade é caracterizada por atividades de construção civil ou outras que se enquadrem em
XIII - onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos serviços descritos no subitem 11.01 da dois ou mais itens do § 1º, inciso V, do presente artigo. AC LC 90/09
lista anexa;
XIV - dos bens ou do domicílio das pessoas vigiados, segurados ou monitorados, no caso dos serviços Art. 155 - A incidência do imposto independe:
descritos no subitem 11.02 da lista anexa; I - da existência de estabelecimento fixo;
XV - do armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda do bem, no caso dos serviços II - do cumprimento de quaisquer exigências legais, regulamentares ou administrativas, relativas à
descritos no subitem 11.04 da lista anexa; prestação do serviço;
XVI - da execução dos serviços de diversão, lazer, entretenimento e congêneres, no caso dos serviços III - do recebimento do preço ou do resultado econômico da prestação de serviços.
descritos nos subitens do item 12, exceto o 12.13, da lista anexa;
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Seção II pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), sobre a receita recebida no mês, sendo essa opção
Da Base de Cálculo e da Alíquota irretratável para todo o ano-calendário.
§ 3° No caso das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, as alíquotas sobre a receita bruta
Art. 156 - A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. auferida no mês base, deverão ser consistente com a legislação federal específica e poderá ser
§. 1º Quando se tratar de prestação de serviço sob a forma de trabalho estritamente pessoal do próprio regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). NR - LC 90/09
contribuinte, o imposto será calculado, por meio de alíquotas fixas, conforme consta no anexo I, desta §. 4º Considera-se receita bruta da prestação de serviços, para fins do disposto no caput deste artigo, o
Lei Complementar. produto da venda de serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o
§. 2º O enquadramento será feito no ato da inscrição ou da alteração do ramo de atividade, após resultado nas operações em conta alheia, não incluídas as vendas canceladas e os descontos
levantamento e análises realizadas pelo fisco municipal, de acordo com regulamentação por decreto. incondicionais concedidos.
§. 3º Para os efeitos deste imposto, considera-se preço do serviço, o valor total das construções, obtido § 4º A definição de receita bruta da prestação de serviços da pessoa jurídica optante pelo Regime
através de tabela a ser regulamentada por decreto, quando superior ao valor declarado pelo proprietário Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e
ou responsável, que não possuir as notas fiscais de prestação de serviço de toda a obra. Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, deverá ser consistente com a legislação federal
§ 3º Para os efeitos deste imposto, considera-se preço do serviço nas construções, o valor total específica e poderá ser regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). NR - LC
contratado, declarado e/ou demonstrado pelo proprietário ou responsável, por intermédio das 90/09
respectivas notas fiscais de serviços, emitidas pelos prestadores de serviços, quando for superior ao
valor arbitrado conforme regulamentação por Decreto. NR - LC 90/09
§. 4º Quando se tratar de importação de serviços, a base de cálculo será calculada com o valor da moeda Seção III
convertida ao câmbio do último dia útil do mês da prestação. Da Inscrição
§. 5º Não se incluem na base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza os valores
repassados a título de produção dos cooperados e serviços auxiliares necessários para sua execução, a
estes, quando a contribuinte for sociedade cooperativa.
§ 6° O valor da construção, previsto no § 3° do presente artigo, não poderá ser inferior ao valor
resultante com aplicação: AC LC 90/09 Art. 158 - O contribuinte deve promover sua inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário antes do início de
a) dos custos constantes da Tabela prevista no regulamento, quando o proprietário da obra for pessoa suas atividades, fornecendo à Prefeitura os elementos e informações necessárias para a correta
física, proprietária de apenas um imóvel no Município e que comprovadamente, e com exclusividade, fiscalização do tributo, nos formulários oficiais próprios, conforme disciplinado em regulamento.
tenha administrado a obra e, também, quando se tratar de empreendimento social, assim regulamentado Art. 158 - O contribuinte deve promover sua inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário antes do início de
em Decreto. AC LC 90/09 suas atividades, após ter fornecido à Prefeitura os documentos, os elementos e as informações
b) de 80%, no mínimo, dos custos unitários básicos de edificação (R$/m2), apurados pelo SINDUSCON necessárias para a completa identificação do contribuinte e permitir correta fiscalização do tributo, nos
- Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, conforme o Guia de Construção, formulários oficiais próprios, conforme disciplinado em regulamento. NR - LC 90/09
da revista Construção e Mercado - Editora PINI, quando o proprietário da obra for pessoa jurídica ou §. 1º Para cada estabelecimento prestador de serviços haverá inscrição distinta.
pessoa física, que não se enquadrem na alínea “a” deste artigo. AC LC 90/09 § 1º Para cada estabelecimento, local de exercício da atividade pelo prestador de serviços, haverá uma
inscrição distinta. NR - LC 90/09
Art. 157 - Aplica-se, à base de cálculo do imposto, as alíquotas constantes na Lista de Serviços, §. 2º A inscrição não faz presumir a aceitação, pela Prefeitura, dos dados e informações apresentados
constantes no anexo I, desta Lei Complementar. pelo contribuinte, os quais podem ser verificados para fins de lançamento.
§. 1° A pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e §. 3º A concessão da inscrição fica condicionada ao atendimento das exigências a serem disciplinadas
Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, para por decreto, para o exercício de cada atividade.
efeito de determinação da alíquota constante no anexo II, desta Lei Complementar, na qualidade de §. 4º A pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e
contribuinte, utilizará a receita bruta acumulada nos 12 (doze) meses anteriores ao do período de Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, deverá
apuração. observar regras próprias para sua inscrição, conforme disposto em regulamento pelo Comitê Gestor do
§ 1º A pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Simples Nacional (CGSN).
Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, para §. 5° Aplica-se subsidiariamente a inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário o disciplinado no Capítulo
efeito de determinação da alíquota consistente com a legislação federal específica e poderá ser das Taxas de Licença.
regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). NR - LC 90/09 § 6º Nos casos excepcionais de concessão de “Alvará Provisório” - Simples Nacional – o prazo para
§. 2° Em caso de início de atividade, os valores de receita bruta acumulada constantes da tabela do entrega dos documentos restantes, será o previsto em Decreto. AC LC 90/09
anexo II, desta Lei Complementar devem ser proporcionalizados ao número de meses de atividade no
período. Art. 159 - As pessoas físicas deverão entregar cópia da cédula de identidade (RG), CPF e comprovante
§ 2º Em caso de início de atividade, os valores de receita consistente com a legislação federal específica de endereço, no ato da inscrição, enquanto que as pessoas jurídicas deverão entregar cópia do CNPJ,
e poderá ser regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). NR - LC 90/09 Contrato Social ou declaração de firma individual e comprovante de endereço, no ato do requerimento
§. 3° Sobre a receita bruta auferida no mês incidirá a alíquota prevista na tabela do anexo II, desta Lei da inscrição.
Complementar, podendo tal incidência se dar, à opção do contribuinte, na forma a ser regulamentada
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Art. 160 - Os prestadores de serviço sujeitos ao imposto, de conformidade com os subitens 7.02, 7.04 e §. 2º Os livros e documentos fiscais previstos em regulamento somente poderão ser confeccionados
7.05 da lista de serviços, previstos no anexo I desta Lei Complementar, deverão proceder à escrituração e/ou utilizados, após prévia autorização por escrito da administração, por intermédio da repartição
nos livros, por obra a ser administrada, empreitada ou subempreitada. competente.
Art. 160 - Os prestadores de serviço regularmente inscritos no Município de Pirassununga, e sujeitos §. 3º A confecção e/ou utilização de livros e documentos fiscais, sem a autorização prevista no
ao imposto de conformidade com os subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da lista de serviços, previstos no anexo I parágrafo anterior, sujeita tanto o sujeito passivo, quanto o estabelecimento, que proceder a confecção,
desta Lei Complementar, deverão proceder à escrituração nos livros, por obra a ser administrada, as penalidades cabíveis.
empreitada ou subempreitada. NR - LC 90/09 §. 4º O sujeito passivo responde solidariamente pelas penalidades aplicadas, quando o estabelecimento
Parágrafo único. As pessoas jurídicas, tomadoras ou prestadoras de serviços, com atividades previstas que proceder a confecção for situado fora do território do Município.
nos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da lista de serviços, previstos no anexo I desta Lei Complementar, ainda §. 5º Cada estabelecimento do mesmo sujeito passivo é considerado autônomo para o efeito exclusivo
que inscritos em outros Municípios deverão se inscrever no cadastro fiscal mobiliário de Pirassununga. de manutenção de livros e documentos fiscais e para recolhimento do imposto relativo aos serviços nele
AC LC 90/09 prestados, respondendo a empresa pelos débitos, acréscimos de multas e juros, referentes a qualquer
deles, com exceção das previsões legais.
Art. 161 - Os contribuintes a que se refere o artigo 150, deverão atualizar os dados no Cadastro Fiscal §. 6º O Executivo Municipal poderá adotar sistema eletrônico de emissão de documentos fiscais ou
Mobiliário, dentro do prazo máximo de 30 (trinta) dias de sua ocorrência. recepção eletrônica de informações para contribuintes e responsáveis, de acordo com formas e prazos
Art. 161 - Os contribuintes deverão prestar informações, acompanhadas de documentos que se fizerem disciplinados em regulamento.
necessários, sobre qualquer alteração no Cadastro Fiscal Mobiliário, dentro do prazo máximo de 30 §. 7º Os prestadores de serviços autônomos, a critério da Fazenda Pública Municipal, poderão ser
(trinta) dias contínuos, de sua ocorrência. NR - LC 90/09 obrigados à utilização dos livros e notas fiscais, com observação sobre o regime de tributação.
Parágrafo único. No caso de alteração de endereço a atualização deverá ser promovida antes da §. 8º Todos os contribuintes enquadrados no regime mensal de apuração do ISSQN, inclusive regime
mudança efetiva. especial, bem como os tomadores de serviço, prestarão, periodicamente, a Fazenda Pública Municipal,
Parágrafo único. No caso de alteração de endereço as providências com relação à aprovação do local informações referentes às suas atividades e demais dados necessários ao controle da arrecadação e
deverão ser tomadas com antecedência suficiente, para garantia de cumprimento do prazo estipulado no fiscalização, conforme disciplinado em regulamento.
caput desse artigo. NR - LC 90/09 §. 9° As microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Sistema Unificado de
Arrecadação, denominado Simples Nacional, deverão observar regras próprias para suas obrigações
Art. 162 - O contribuinte deve comunicar à repartição fiscal, dentro do prazo de 30 (trinta) dias acessórias, conforme disposto em regulamento pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).
contínuos, contados da data de sua ocorrência, a cessação de atividades, a fim de obter baixa de sua § 9° As microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Sistema Unificado de
inscrição, a qual será concedida após a verificação da procedência da comunicação, sem prejuízo da Arrecadação, denominado Simples Nacional, deverão observar regras próprias para suas obrigações
cobrança dos tributos devidos ao Município. acessórias, conforme disposto em regulamento. NR - LC 90/09
Parágrafo único. No caso de microempresas e empresas de pequeno porte, a baixa independe da § 10 As pessoas jurídicas com atividades de prestação de serviços poderão requerer regime especial de
regularidade de obrigações tributárias, previdenciárias ou trabalhistas, principais ou acessórias, do emissão de Notas Fiscais de Prestação de Serviços e de Livro de Registro de Prestação de Serviços,
empresário, da sociedade, dos sócios, dos administradores ou de empresas de que participem, sem disciplinado em Decreto. AC LC 90/09
prejuízo das responsabilidades do empresário, dos sócios ou dos administradores por tais obrigações,
apuradas antes ou após o ato de extinção. - Revogado pela LC 90/09 Seção IV
§ 1º O pleito de cancelamento retroativo, com data anterior à estipulada no caput do presente artigo, Do Lançamento
deverá ser feito por intermédio de requerimento acompanhado de todas as provas necessárias. AC LC
90/09
§ 2º A solicitação de baixa, no caso de microempresas e empresas de pequeno porte, atribui Art. 164 - O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza deve ser calculado pelo próprio sujeito
responsabilidade solidária dos titulares, dos sócios e dos administradores do período de ocorrência dos passivo, mensalmente, exceto quando enquadrado pelo Fisco Municipal no regime de valor fixo
respectivos fatos geradores, embora independa do pagamento de débitos tributários. AC LC 90/09 previsto no artigo 156, §.§. 1º e 2º.
§ 3º Nos casos previstos no § 2º, a Administração Municipal tem o prazo de 60 (sessenta) dias para §. 1° Nos casos de diversões públicas, previstos no item 12, da Lista de Serviços, do anexo I, desta Lei
efetivar a baixa nos respectivos cadastros. AC LC 90/09 Complementar, se o prestador do serviço não tiver estabelecimento fixo no Município, o imposto será
calculado e recolhido até o primeiro dia útil seguinte ao término do evento.
Art. 163 - A emissão de nota fiscal de serviços ou recibo profissional de autônomo (RPA), assim como §. 2° As microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Sistema Unificado de Arrecadação,
a utilização de livros, formulários, declarações ou outros documentos, inclusive por meio eletrônico, denominado Simples Nacional, deverão observar regras próprias para suas obrigações principais,
necessários ao registro, controle e fiscalização dos serviços ou atividades tributáveis, para o registro das quando na situação de contribuinte, inclusive quando cabível a tributação por valor fixo.
operações sujeitas ao Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza, são obrigatórios a todos os
prestadores de serviços, observando-se ainda o disposto no artigo 150 e seus parágrafos. Art. 165 - Os lançamentos de ofício serão comunicados ao sujeito passivo, no seu domicílio tributário
§. 1º O disposto no caput deste artigo será aplicado aos demais sujeitos passivos, ou responsáveis ou no local do fato gerador do ISSQN, acompanhados do auto de infração e imposição de multa,
solidários, sempre que tal exigência se fizer necessária pela Fazenda Pública Municipal, em razão da quando cabível.
peculiaridade da prestação de serviços. Parágrafo único. Não sendo o sujeito passivo encontrado, será considerado notificado, por intermédio
de edital publicado em jornal de circulação no Município.
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Parágrafo único. Não sendo o sujeito passivo encontrado, será considerado notificado, após §. 4º O Fisco Municipal poderá instituir regime especial de fiscalização para os contribuintes ou
cumprimento de alguma das disposições previstas nos artigos 38 e 39, com seus respectivos incisos e responsáveis que, de qualquer forma, dificultar as atividades de fiscalização, conforme disciplinado em
parágrafos. NR - LC 90/09 regulamento.
§. 5º Quando do Levantamento Fiscal, será obedecido o que dispõe o artigo 45 e seus parágrafos.
Art. 166 - Quando o contribuinte quiser comprovar, com documentação hábil, a critério da Fazenda
Municipal, a inexistência de resultado econômico, por não ter prestado serviços tributáveis pelo Subseção II
Município, deve fazer a comprovação no mesmo prazo estabelecido por esta Lei Complementar, para o Da Estimativa
recolhimento mensal do imposto.

Art. 167 - No caso dos sujeitos passivos enquadrados no regime mensal ou especial, obrigados à Art. 171 - Quando o volume, natureza ou modalidade da prestação de serviços aconselhar tratamento
antecipação do pagamento do tributo, o prazo para homologação é de 05 (cinco) anos, contados da data fiscal mais adequado, o imposto poderá ser fixado por estimativa, a critério da Fazenda Pública
da ocorrência do fato gerador, salvo se comprovada a existência de dolo, fraude ou simulação do Municipal, por período indeterminado, observadas as seguintes normas, baseadas em:
contribuinte ou responsável. I - informações fornecidas pelo contribuinte e outros elementos elucidativos, inclusive estudos de
Parágrafo único. No caso de não pagamento, o direito de a Fazenda Pública constituir o crédito órgãos públicos e entidades de classe diretamente vinculadas à atividade;
tributário extingue-se após 05 (cinco) anos, contados do primeiro dia do exercício seguinte àquele em II - valor médio dos serviços prestados;
que o lançamento por homologação poderia ter sido efetuado. III - total de horas trabalhadas multiplicadas pelo número de trabalhadores;
IV - total da remuneração dos diretores, proprietários, sócios ou gerentes;
Art. 168 - Os contribuintes que exercerem prestação de serviços, em diversos locais, terão lançamentos V - faturamento médio mensal de estabelecimentos de mesmo porte e atividade;
distintos, um para cada estabelecimento, inclusive os profissionais liberais. VI - outros meios que, a critério da Fazenda Pública Municipal, se fizerem necessários.
Art. 168 - Os contribuintes que exercerem prestação de serviços, em diversos locais, terão lançamentos §. 1º O montante do imposto assim estimado será parcelado para recolhimento em prestações mensais.
distintos, um para cada estabelecimento, inclusive os profissionais liberais, observando o disposto no §. 2º O valor da parcela mensal, a recolher, será fixado a critério da Administração Tributária, para um
artigo 26, com seus incisos e parágrafos. NR - LC 90/09 período de até 12 (doze) meses.
§. 3º Findo o período, fixado pela Administração Tributária, para o qual se fez a estimativa, será
Art. 169 - Os tomadores de serviços, dos subitens 7.02, 704 e 7.05, do anexo I, desta Lei prorrogado por igual período, sucessivamente, caso não haja manifestação da autoridade competente.
Complementar, deverão recolher de forma mensal o imposto conforme disposto no artigo 156. §. 4º Deixando de ser aplicado o regime de apuração do imposto por estimativa, por qualquer motivo ou
Art. 169 - Os tomadores de serviços, dos subitens 7.02, 7.04 e 7.05, do anexo I, desta Lei a qualquer tempo, será apurado através de um formulário especial, o preço real dos serviços e o
Complementar, ainda que pessoas físicas, deverão recolher o imposto na forma que dispõe o artigo 156 montante do imposto efetivamente devido pelo sujeito passivo no período considerado, com base nos
e no prazo estabelecido no artigo 176, observando o disposto no artigo 175. NR - LC 90/09 documentos e informações que a Administração Tributária julgar necessários.
Parágrafo único. O lançamento será obrigatoriamente revisto pelo Fisco Municipal, por ocasião do §. 5º Verificada qualquer diferença entre o montante recolhido e o apurado, será ela:
término da administração, empreitada ou subempreitada, ou a qualquer tempo, através de levantamento a) se favorável ao fisco, recolhida dentro do prazo de 30 (trinta) dias;
fiscal. b) se favorável ao contribuinte, restituída dentro do prazo de 30 (trinta) dias, ou compensada.
Parágrafo único. Os valores dos serviços prestados e dos tributos lançados serão obrigatoriamente §. 6º O enquadramento do sujeito passivo no regime de estimativa, a critério da Fazenda Pública
revistos pelo Fisco Municipal, por ocasião do término da obra, ou a qualquer tempo, por intermédio de Municipal, poderá ser feito individualmente, por categoria de estabelecimento ou por grupos de
levantamento fiscal. NR - LC 90/09 atividades.
§. 7º O lançamento procedido por estimativa, não dispensa o contribuinte de emissão de documentos
fiscais e respectiva escrituração.
Subseção I §. 8º A aplicação do regime de estimativa poderá ser suspensa, a qualquer tempo, mesmo não tendo
Do Levantamento Fiscal findado o exercício ou período, a critério da Administração Tributária, seja de modo geral, individual
ou quanto a qualquer categoria de estabelecimento, ou por grupos de atividades.
Art. 170 - A Administração Tributária poderá efetuar levantamento econômico para apuração do real §. 9º A autoridade fiscal poderá rever os valores estimados para determinado exercício ou período e, se
movimento tributável, realizado pelo estabelecimento, em determinado período. for o caso, reajustar as prestações subseqüentes à revisão.
§. 1º No levantamento fiscal, poderão ser usados quaisquer meios indiciários, bem como coeficientes §. 10 A autoridade fiscal poderá estabelecer, na forma definida em regulamento, independentemente da
médios de lucro bruto, preço unitário, movimentação de mercadorias utilizadas na execução dos receita bruta recebida no mês pelo contribuinte, valores fixos mensais para o recolhimento do ISS
serviços, encargos diversos, lucro bruto, bem como outros elementos informativos. devido por microempresa que aufira receita bruta, no ano-calendário anterior, conforme defino no
§. 2º Os levantamentos fiscais poderão ser refeitos quando a Administração Tributária dispuser de estatuto da microempresa e empresa de pequeno porte, ficando a microempresa sujeita a esses valores
novos elementos para o seu refazimento. durante todo o ano-calendário.
§. 3º O disposto nos artigos anteriores se aplica integralmente aos tomadores de serviços, responsáveis §. 11 Os demais procedimentos referentes ao regime especial serão disciplinados por decreto.
pela retenção e recolhimento do Imposto sobre serviços, conforme dispõe o artigo 175.
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Art. 172 - Feito o enquadramento do contribuinte no regime de estimativa, ou quando da revisão dos V - na hipótese do inciso VII, do caput deste artigo, realizado o arbitramento, será utilizada inscrição de
valores, a Fazenda Pública Municipal notificá-lo-á do valor do tributo fixado, do prazo e da importância ofício definida em ato da Fiscalização Tributária;
das parcelas a serem mensalmente recolhidas. VI - do imposto resultante do arbitramento, serão deduzidos os pagamentos realizados no período;
VII - o arbitramento não exclui a incidência de atualização monetária, acréscimos moratórios e multa
Art. 173 - Os contribuintes enquadrados nesse regime serão comunicados, ficando-lhes reservado o pecuniária sobre o débito de imposto que venha a ser apurado, nem da penalidade por descumprimento
direito de reclamação, no prazo de 30 (trinta) dias corridos, contados do recebimento da comunicação. da obrigação acessória que lhe sirva de pressuposto.
§. 4º No caso de arbitramento de ISSQN dos serviços constantes nos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da lista
do anexo I, desta Lei Complementar, devido por proprietário de obra que não disponha dos documentos
Subseção III fiscais exigidos, o valor do imposto devido será apurado através de procedimento administrativo fiscal
Do Arbitramento próprio.
§ 4º No caso do tomador dos serviços ser o proprietário de obra, o valor da construção será arbitrado e o
Art. 174 - Nos seguintes casos, o valor das operações, o lançamento e a cobrança de tributos poderão valor do imposto devido será apurado por intermédio de procedimento administrativo fiscal próprio e de
ser arbitrados pela autoridade fiscal, sem prejuízo das penalidades cabíveis: acordo com o artigo 156, § 6º. NR - LC 90/09
Art. 174 - Nos seguintes casos, o valor das operações será arbitrado pela autoridade fiscal, sem prejuízo §. 5º O valor do imposto obtido através do disposto no §. 4º deste artigo poderá ser parcelado em até 30
das penalidades cabíveis, com o lançamento e a cobrança de tributos feitos de ofício: NR - LC 90/09 (trinta) meses, não podendo cada parcela ser menor que 15 (quinze) UFM’s.
I - quando se apurar fraude, sonegação ou omissão, ou se o sujeito passivo embaraçar o exame de livro § 6º O valor mencionado no parágrafo 5º, deverá incluir a multa punitiva e os juros de mora
ou documentos necessários ao lançamento e à fiscalização do tributo, ou se não estiver inscrito no correspondentes. AC LC 90/09
Cadastro Fiscal Mobiliário;
II - quando o sujeito passivo não apresentar a guia de recolhimento e não efetuar o pagamento do Seção V
imposto sobre serviços de qualquer natureza no prazo legal; Do Regime de Retenção na Fonte e do Pagamento do Imposto
II - quando o sujeito passivo não apresentar, guia de recolhimento, não efetuar o pagamento integral do
imposto sobre serviços de qualquer natureza, ou os documentos obrigatórios, no prazo legal; NR - LC Art. 175- Fica estabelecida a obrigatoriedade a toda pessoa jurídica, estabelecida no Município, que
90/09 contratar serviços junto a terceiros, de reter na fonte, a título de ISSQN, o montante devido sobre o
III - quando o sujeito passivo não possuir os livros, documentos, talonários de notas fiscais e respectivo valor do serviço, respeitada a disciplina dos artigos 153, 154 e 155 desta Lei Complementar,
formulários a que se refere o artigo 158; devendo, neste caso, proceder ao seu recolhimento, conforme disciplinado em regulamento.
IV - quando o resultado obtido pelo contribuinte for economicamente inexpressivo, quando for difícil a Art. 175 - Fica estabelecida a obrigatoriedade a toda pessoa jurídica que contratar serviços junto a
apuração do preço, ou quando a prestação do serviço tiver caráter transitório ou instável; terceiros, com o imposto devido neste Município, na forma prevista no artigo 153, de reter na fonte a
V - quando não possuir o sujeito passivo, ou deixar de exibir, os elementos necessários à fiscalização título de ISSQN, o montante devido sobre o respectivo valor total do serviço tomado, respeitada a
das operações realizadas, inclusive nos casos de perda, extravio ou inutilização de livros ou documentos disciplina dos artigos 154 e 155 desta Lei Complementar, devendo, neste caso, proceder ao seu
fiscais; recolhimento, conforme regulamento. NR - LC 90/09
VI - quando não prestar o sujeito passivo, após regularmente intimado, os esclarecimentos exigidos pela §. 1º A não retenção implica em responsabilidade pelo crédito tributário correspondente, e sujeição às
fiscalização, prestar esclarecimentos insuficientes ou que não mereçam fé, por serem inverossímeis ou mesmas penalidades impostas ao contribuinte.
falsos; §. 2º O não recolhimento do imposto devido no prazo previsto, embora retido o valor, caracteriza
VII - quando do exercício de qualquer atividade que constitua fato gerador do imposto, sem se apropriação indébita.
encontrar o sujeito passivo devidamente inscrito no órgão competente; § 2º O não recolhimento do imposto devido no prazo previsto no artigo 176, embora retido o valor,
VIII - quando os serviços forem prestados sem a determinação do preço ou a título de cortesia. caracteriza apropriação indébita. NR - LC 90/09
§. 1º Para o arbitramento do preço do serviço serão considerados, entre outros elementos ou indícios, os §. 3° A pessoa jurídica deverá informar mensalmente ao Fisco Municipal, através de Declaração a ser
lançamentos de estabelecimentos semelhantes, a natureza do serviço prestado, o valor dos serviços regulamentada, as informações referentes aos serviços contratados e ao imposto retido na fonte.
prestados cobrado pelos concorrentes, a remuneração dos sócios, o número de empregados, seus §. 4º Quando se tratar de contratação de profissional autônomo sujeito a tributação fixa, o tomador de
salários e encargos trabalhistas. serviços fica obrigado a exigir o comprovante de inscrição municipal e regularidade fiscal.
§. 2º O arbitramento referir-se-á, exclusivamente, aos fatos ocorridos no período em que se verificarem §. 5º Os prestadores de serviço respondem supletivamente pelo pagamento do Imposto sobre Serviços
os pressupostos mencionados nos incisos deste artigo. de Qualquer Natureza - ISS, multa e demais acréscimos legais, na conformidade da legislação, em caso
§. 3º Nas hipóteses previstas neste artigo, o arbitramento será fixado por despacho da autoridade fiscal de descumprimento, total ou parcial, pelo responsável, da retenção de que trata o caput deste artigo,
competente, que considerará, conforme o caso: podendo efetuar o pagamento do Imposto, em nome do responsável, conforme dispuser o regulamento.
I - os pagamentos de impostos efetuados pelo mesmo ou por outros contribuintes de mesma atividade, §. 6º O recolhimento do imposto na forma deste artigo será definitivo e deverá ser excluída a base de
em condições semelhantes; cálculo objeto de retenção da tributação do contribuinte optante do Regime Especial Unificado de
II - peculiaridades inerentes à atividade exercida; Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte -
III - fatos ou aspectos que exteriorizem a situação econômico-financeira do sujeito passivo; Simples Nacional.
IV - preço corrente dos serviços oferecidos à época a que se referir a apuração; § 6º O recolhimento do imposto na forma deste artigo será definitivo na alíquota e no prazo
estabelecido nesta Lei Complementar, respeitando a diferenciação dada pela legislação federal
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especifica para os contribuintes optantes do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Art. 178 O prazo, a que se refere o artigo 171, para o recolhimento da parcela mensal estimada, será até
Contribuições devidos pelas Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e Microempreendedor o último dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.
Individual - Simples Nacional, quando a alíquota do imposto retido deverá ser igual à alíquota do ISS Art. 178 - O prazo, a que se refere o artigo 171, para o recolhimento da parcela mensal estimada, será
utilizada para o cálculo do Documento de Arrecadação Federal do prestador de serviços, para o mês em no dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. NR - LC 90/09
pauta. NR - LC 90/09
§. 7º A legitimidade para requerer restituições de indébitos, na hipótese de recolhimento maior do que o Art. 179 - As diferenças de imposto apuradas em levantamento fiscal, constarão de auto de infração e
devido, recolhido à Fazenda Municipal, pertence ao sujeito passivo, sem prejuízo do disposto no artigo serão recolhidas dentro do prazo de trinta (30) dias contínuos, contados da data do recebimento da
166 do Código Tributário Nacional. respectiva notificação, ou da publicação do ato em jornal de circulação no município, sem prejuízo das
penalidades cabíveis.
Art. 176 Na prestação de serviços não sujeita à retenção na fonte, o imposto será recolhido
mensalmente, pelo contribuinte, independentemente do prévio exame da autoridade administrativa, até Art. 180- Fica obrigado a reter o ISSQN na fonte o contratado prestador de serviço ou o empreiteiro da
o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. obra, pessoa física ou jurídica, em relação aos serviços de subitens 7.02, 7.04 e 7.05 do anexo I, desta
Art. 176 - O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza será recolhido mensalmente, pelo Lei Complementar que lhe forem prestados.
responsável, tomador dos serviços ou pelo prestador de serviços, independentemente do prévio exame Art. 180 - Nos ditames da Responsabilidade Tributária expressados no Código Tributário Nacional,
da autoridade administrativa, no dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador fica obrigado a reter o ISSQN na fonte, o contratante, tomador de serviço, empreiteiro da obra ou
dos serviços prestados. NR - LC 90/09 outrem, pessoa física ou jurídica, aos serviços que lhe forem prestados, identificados pelos subitens
§. 1º Nos casos que o prestador de serviço tiver estabelecimento fixo e não permanente no Município, o 7.02, 7.04 e 7.05 do anexo I, observando-se as disposições dos artigos 156 e 175, todos desta Lei
imposto, sobre as operações do dia, será recolhido até o primeiro dia útil seguinte, ao término da Complementar. NR - LC 90/09
prestação do serviço. §. 1° Ao final da obra, ou sempre que intimado pelo Fisco Municipal, o responsável tributário deverá
§ 1º Nos casos em que o prestador de serviço, ainda que tenha estabelecimento fixo, porém, não apresentar toda documentação fiscal referente aos serviços prestados e ao imposto recolhido.
permanente no Município, o imposto sobre as operações do dia, será recolhido até o primeiro dia útil § 1º Tratando-se de lançamento por homologação, o imposto será recolhido mensalmente, aos cofres da
seguinte, ao término da prestação do serviço. NR - LC 90/09 Administração Pública Municipal, mediante a emissão de guias de recolhimento pelo programa ISS
§. 2º É obrigatória a declaração das operações tributáveis ou sua ausência, mesmo que o tributo seja ELETRÔNICO (e-ISS), independentemente do prévio exame da autoridade competente, conforme
excluído por isenção, não a elidindo, também, o fato de não haver tributo a recolher. prazo previsto no artigo 176, desta Lei Complementar. NR - LC 90/09
§ 2º É obrigatória também a declaração, pelo prestador de serviços, das operações tributáveis ou a sua §. 2° Os serviços realizados sem a documentação fiscal correspondente e sem a prova de pagamento do
ausência, mesmo que o tributo seja excluído por isenção, não a elidindo, também, o fato de não haver imposto serão objeto de arbitramento, na forma estabelecida no artigo 174.
tributo a recolher. NR - LC 90/09 § 2º Se o prestador de serviço não tiver estabelecimento fixo ou permanente no Município de
§. 3º Nos casos dos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da lista de serviços constante do anexo I, desta Lei Pirassununga, o ISS sobre as operações do dia será recolhido até o primeiro dia útil seguinte ao término
Complementar, sem prejuízo do disposto no artigo 174, §. 4°, quando houver apuração de diferença de da prestação do serviço. NR - LC 90/09
imposto (ISSQN) devido pelo proprietário da obra, o recolhimento deverá ser efetuado até 30 (trinta) § 3º É obrigatória a declaração das operações tributáveis ou sua ausência, mesmo que o tributo seja
dias após o lançamento arbitrado. excluído por isenção ou remissão, não a elidindo, também, o fato de não haver tributos a recolher. NR -
§ 3º Nos casos dos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da lista de serviços constante do anexo I, desta Lei LC 90/09
Complementar, sem prejuízo do disposto no artigo 174, § 4°, quando houver apuração de diferença de § 4º Nas hipóteses dos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da Lista de Serviços anexa ao Código Tributário
imposto (ISSQN) devido pelo proprietário da obra, o recolhimento deverá ser efetuado até 30 (trinta) Municipal, quando o imposto (ISSQN) for devido pelo proprietário da obra, pessoa física, conforme §
dias após o lançamento arbitrado, com atualização monetária, juros de mora e multa. NR - LC 90/09 6º, alínea “a”, do artigo 156, desta Lei Complementar, o recolhimento poderá ser efetuado: NR - LC
90/09
Art. 177 Nos casos dos autônomos, assim enquadrados, conforme disposto no §. 1º do artigo 156, o I - mensalmente, de acordo com a data da ocorrência do fato gerador; NR - LC 90/09
valor anual do imposto será o constante da Lista de Serviços, constante no anexo I desta Lei II - até a data da conclusão da obra, se esta durar até 12 (doze) meses, não incidindo multa ou juros
Complementar, recolhido pelo contribuinte, em 10 (dez) parcelas mensais, a partir do mês de março. moratórios, mas apenas atualização monetária; NR - LC 90/09
Art. 177 - Nos casos das pessoas físicas enquadradas como autônomos, conforme disposto no § 1º do III - até a conclusão da obra se esta durar mais de 12 (doze) meses, incidindo multa moratória, sendo
artigo 156, o valor anual do imposto será o constante da Lista de Serviços, conforme anexo I desta Lei devidos juros moratórios pelo critério pro rata temporis, de acordo com a ocorrência do fato gerador e
Complementar, recolhido pelo contribuinte, em 10 (dez) parcelas mensais, a partir do mês de março. atualização monetária. NR - LC 90/09
NR - LC 90/09 § 5º Considera-se para efeitos fiscais: NR - LC 90/09
Parágrafo único. No caso de início de atividade, o valor do imposto será proporcional ao período do I - a data de início da obra não se vincula à data de aprovação do projeto perante a Municipalidade,
exercício em curso. - Revogado pela LC 90/09 devendo ser constatada por fiscalização regular competente ou, na impossibilidade, por laudo técnico
§ 1º O regime de recolhimento em parcelas fixas pode ser estendido a outras categorias de ou outro meio indiciário. NR - LC 90/09
contribuintes, conforme regulamentação por Decreto. AC LC 90/09 II - a data de conclusão da obra não se vincula à data da expedição de Certificado próprio ou Habite-se,
§ 2º No caso de início de atividade, o valor do imposto será proporcional ao período do exercício em mas será assim entendida mediante parecer da Fiscalização de Obras que ateste as condições de
curso. AC LC 90/09 habitabilidade e/ou uso do imóvel. NR - LC 90/09
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§ 6º Quando o proprietário da obra for pessoa física, não haverá incidência de ISSQN sobre os salários de atividades dependentes de concessão ou autorização do poder público à disciplina das construções e
de profissionais contratados e devidamente registrados com vínculos empregatícios no local e período do desenvolvimento urbanístico; à estética da cidade, à tranqüilidade pública ou ao respeito à
comprovados de construção da obra. AC LC 90/09 propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.
Art. 185 - As taxas de licença têm como fato gerador as atividades da Administração Pública que,
Seção VI limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato,
Da isenção em razão de interesse público concernente: NR - LC 90/09
a) à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à localização e funcionamento dos estabelecimentos
Art. 181 Ficam isentas do pagamento do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), as comerciais, industriais e de prestação de serviços; AC LC 90/09
construções residenciais com área construída de até 70m² (setenta metros quadrados), desde que b) ao exercício de atividades dependentes de concessão ou autorização do poder público à disciplina das
destinada ao uso próprio e não exista mão-de-obra assalariada. construções e do desenvolvimento urbanístico; AC LC 90/09
Art. 181 - Ficam isentas do pagamento do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), as c) à estética da cidade, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou
construções residenciais desde que destinadas ao uso próprio, em que não exista mão-de-obra coletivos. AC LC 90/09
assalariada e com área construída de até 70m² (setenta metros quadrados). NR - LC 90/09 §. 1º Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando desempenhado pelo órgão competente
Parágrafo único. O benefício só será concedido uma única vez, desde que o interessado comprove não nos limites da lei aplicável, com a observância do processo legal e, tratando-se de atividade que a lei
possuir outro imóvel e cuja renda familiar não exceda a 03 (três) salários mínimos federais. tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder.
Parágrafo único. O benefício só será concedido uma única vez, desde que o interessado comprove não §. 2º O poder de polícia administrativa será exercido em relação a quaisquer atividades ou atos,
possuir outro imóvel neste Município e cuja renda familiar não exceda a 03 (três) salários mínimos lucrativos ou não, nos limites da competência do Município, dependentes, nos termos deste Código e da
federais . NR - LC 90/09 legislação vigente, de prévia licença da Prefeitura.
§ 2º O poder de polícia administrativa aplica-se às pessoas físicas ou jurídicas e será exercido em
TÍTULO III relação a quaisquer atividades ou atos, lucrativos ou não, nos limites da competência do Município,
DAS TAXAS dependentes, nos termos deste Código e da legislação vigente, de prévia licença da Prefeitura. NR - LC
CAPÍTULO I 90/09
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 182 - As taxas cobradas pelo Município têm como fato gerador o exercício regular do poder de Art. 186 - As taxas de licença serão devidas para:
polícia ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público, específico e divisível, prestado ao I - a Fiscalização da localização e do funcionamento em horário normal e especial de
contribuinte ou posto à sua disposição. estabelecimentos comerciais, industriais, civis e similares;
II - a Fiscalização do exercício da atividade do comércio ambulante ou eventual;
Art. 183 - A inscrição, o lançamento e aplicação de penalidades referentes às taxas reger-se-ão pelas III - a Fiscalização da execução de obras de construção civil e similares;
normas gerais, salvo se houver disposição especial em contrário. IV - a Fiscalização da licença para a ocupação e permanência em áreas, nas vias, logradouros e
passeios públicos, subsolo e espaço aéreo, inclusive em mercados-livres e feiras-livres;
Art. 184 - A incidência da taxa e sua cobrança independem: V - a Fiscalização sanitária e serviços sanitários diversos;
I - da existência do estabelecimento fixo; VI - a Fiscalização de Publicidade.
II - do efetivo ou contínuo exercício da atividade para a qual tenha sido requerido o licenciamento;
III - da expedição da autorização, desde que seja efetivo o exercício da atividade para a qual tenha sido
aquela requerida; Art. 187 - Os contribuintes das taxas de licença são Industriais, Comerciantes, Prestadores de Serviços
IV - do resultado financeiro da atividade exercida; e/ou quaisquer pessoas físicas ou jurídicas que derem causa ao exercício de atividade ou à prática de
V - do cumprimento de qualquer exigência legal ou regulamentar relativa ao exercício da atividade. atos sujeitos ao poder de polícia administrativa do Município, nos termos do artigo 194.
Art. 187 - Os contribuintes das taxas de licença são Industriais, Comerciantes, Prestadores de Serviços
CAPÍTULO II e/ou quaisquer outras pessoas físicas ou jurídicas, ainda que suas atividades não tenham fins lucrativos,
DAS TAXAS DECORRENTES DO EFETIVO EXERCÍCIO DO PODER DE e derem causa ao exercício de atividade ou à prática de atos sujeitos ao poder de polícia administrativa
do Município, nos termos do artigo 194. NR - LC 90/09
POLÍCIA ADMINISTRATIVA §. 1° Os projetos de implantação, instalação e passagem de equipamentos urbanos nas vias públicas,
Seção I inclusive espaço aéreo e subsolo e nas obras de arte de domínio municipal, dependerão de prévia
Do Fato Gerador e do Contribuinte aprovação da Secretaria Municipal de Planejamento, antes da concessão da licença, obedecido o
disposto em regulamento.
Art. 185 - As taxas de licença têm como fato gerador as atividades da Administração Pública que, §. 2° Consideram-se equipamentos urbanos todas as instalações de infra-estrutura urbana, tais como:
limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, abastecimento de água, serviço de esgoto, energia elétrica, coleta de águas pluviais, rede telefônica, gás
em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à localização canalizado, oleoduto, televisão por cabo, e todos os outros de interesse público.
e funcionamento dos estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços; do exercício
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I - da descrição oficial do endereço de seu interesse e da possibilidade de exercício da atividade


Art. 188 - As alterações dos dados cadastrais, dos estabelecimentos ou das pessoas dos contribuintes, desejada no local escolhido;
que alterem a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda (CNPJ) II - de todos os requisitos a serem cumpridos para obtenção da licença de funcionamento, segundo a
e/ou que impliquem em nova classificação nas tabelas das taxas, também constituem fato gerador do atividade pretendida, o porte, o grau de risco e a localização.
tributo. §. 3º Ao requerer a licença, através de formulário próprio, regulamentado por decreto, o contribuinte
fornecerá à Prefeitura, além dos elementos e informações necessários à sua inscrição, no Cadastro
Art. 189 - Os contribuintes a que se refere o artigo 202 deverão comunicar o encerramento ou a Fiscal Mobiliário:
alteração de dados cadastrais de suas atividades até 30 (trinta) dias após sua ocorrência. I - quando pessoas físicas deverão entregar cópia da cédula de identidade (RG), CPF e comprovante de
Art. 189 - Os contribuintes a que se refere o artigo 187 deverão comunicar a suspensão, o encerramento endereço, no ato da inscrição;
ou mesmo a alteração de qualquer um dos dados existentes em seu cadastro, até 30 (trinta) dias II - quando pessoas jurídicas deverão entregar cópia do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas
contínuos, após sua ocorrência. NR - LC 90/09 do Ministério da Fazenda), Contrato Social e suas alterações, ou declaração de empreendedor individual
§. 1º O contribuinte comunicará previamente à repartição fiscal a transferência e/ou alteração de e comprovante de endereço, no ato da inscrição.
atividade do estabelecimento ou a mudança de endereço. §. 4º Para todo e qualquer estabelecimento haverá uma inscrição distinta.
§. 2º No caso de transferência de estabelecimento, o fato será comunicado, pelo antecessor e pelo § 4º Para todo e qualquer estabelecimento, ou local de domicílio tributário, haverá uma inscrição
sucessor, em virtude do encerramento da inscrição, com seqüencial abertura de nova inscrição. distinta. NR - LC 90/09
§. 5º Não haverá casos de transferência de firma individual, dentro do Cadastro Fiscal Mobiliário,
Art. 190 - As taxas de licença são lançadas individualmente: procedendo-se ao cancelamento da inscrição anterior e a posterior abertura de nova inscrição.
I - de forma integral ou na razão de 1/12 (um doze avos) para cada um dos meses restantes do ano, a § 5º Não haverá casos de transferência de inscrição de atividade de autônomo ou de firma individual,
partir da data de início da atividade; dentro do Cadastro Fiscal Mobiliário, procedendo-se ao cancelamento da inscrição anterior e a posterior
II - para cada uma das atividades, quando o estabelecimento for de comércio, indústria ou abertura de nova inscrição. NR - LC 90/09
concessionária de serviços públicos; § 6º A documentação mínima necessária para inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário constará de
II - para cada contribuinte em cada estabelecimento e/ou local declarado como domicílio tributário. NR regulamento. AC LC 90/09
- LC 90/09
III - pela rubrica mais elevada, quando as atividades do contribuinte resultar em mais de uma Art. 194 - Aos contribuintes que satisfizerem as exigências regulamentares será concedido, sempre a
classificação nas Tabelas. título precário, um Alvará de Licença de Funcionamento contendo as características essenciais de sua
Parágrafo único. A licença referida no caput, deste artigo, é intransferível e valerá apenas para o inscrição, que deverá ficar afixado no estabelecimento licenciado, em local visível.
período em que for concedida. Art. 194 - Aos contribuintes que satisfizerem as exigências regulamentares será concedido, sempre a
título precário, um Alvará de Licença de Funcionamento contendo as características essenciais de sua
Seção II inscrição e a data de validade, que deverá ficar afixado no estabelecimento licenciado, em local visível
Da Base de Cálculo e da Alíquota ao público e de fácil acesso à fiscalização. NR - LC 90/09
§. 1º Exceto nos casos em que o grau de risco da atividade seja considerado alto, será emitido Alvará de
Art. 191 - A base de cálculo das taxas de polícia administrativa do Município é o custo estimado da Funcionamento Provisório, para as microempresas e as empresas de pequeno porte, que permitirá o
atividade despendida com o exercício regular do poder de polícia. início de operação do estabelecimento imediatamente após o ato de registro.
§. 2º O Escritório de Contabilidade, desde que cientificada a Secretaria Municipal de Finanças, poderá
Art. 192 - O valor das taxas, decorrentes do exercício do poder de polícia administrativa, será calculado manter sob sua guarda livros e documentos fiscais de seus clientes, exceto os talões de notas fiscais em
com base nas tabelas que acompanham cada espécie tributária, levando-se em conta os períodos, uso, Alvará de Licença para Localização e Funcionamento, Alvará de Saúde e Alvará de vistoria do
critérios e alíquotas nelas indicadas. Corpo de Bombeiros, devendo a exibição desse, à fiscalização, ser efetuada no local por esta indicada.
§ 3º O extravio, por qualquer motivo, de qualquer documento obrigatório citados no artigo 163 deverá
Seção III ser comunicado à repartição fiscal, no prazo máximo de 10 (dez) dias do fato, acompanhada de cópia do
Da Inscrição Boletim de Ocorrência, com imediata publicação na imprensa escrita local, em 3 (três) publicações
seguidas, obedecendo aos prazos de circulação dos periódicos. AC LC 90/09
Art. 193 - Os contribuintes inscrever-se-ão na repartição fiscal antes de iniciarem suas atividades.
§. 1º Antes da inscrição municipal, os interessados poderão efetuar consulta prévia, através de Seção IV
requerimento enviado pela rede mundial de computadores ou protocolado na Prefeitura, onde deverá Do Lançamento
constar:
I - o endereço completo de seu interesse; Art. 195 - As taxas de fiscalização de licença podem ser lançadas isoladamente ou em conjunto com
II - a atividade desejada e os códigos de atividades econômicas previstos na Classificação Nacional de outros tributos, se possível, mas, nos avisos-recibo constarão, obrigatoriamente, os elementos
Atividades Econômicas (CNAE). distintivos de cada tributo e os respectivos valores.
§. 2º As pesquisas prévias à elaboração de ato constitutivo ou de sua alteração deverão bastar a que o
usuário seja informado:
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Art. 196 - A licença poderá ser cassada sempre que expedida em desacordo com a legislação municipal Art. 199 - As pessoas relacionadas no artigo 198 que queiram manter seus estabelecimentos abertos
ou quando o contribuinte descumprir as normas e condições impostas para a sua concessão. fora do horário normal, nos casos em que a lei o permitir, só poderão iniciar suas atividades mediante
Parágrafo único. Com a cassação da licença, será determinado o fechamento ou a interdição do prévia licença da Prefeitura e pagamento da taxa correspondente, observado o disposto no artigo 200.
estabelecimento. Parágrafo único. Considera-se horário especial o período correspondente aos domingos e feriados em
qualquer horário, e, nos dias úteis, das 18:00 às 06:00 horas.
Seção V
Das Formas e Prazos de Pagamento Art. 200 - Para os estabelecimentos abertos em horário especial, a Taxa de Fiscalização da Licença para
localização e funcionamento será acrescida de 30% (trinta por cento) sobre o seu valor.
Art. 197 - As taxas de fiscalização de licença iniciais serão arrecadadas mediante guia oficial emitida
pelo setor competente ou pelo contribuinte, observando-se os prazos estabelecidos neste Código. Art. 201 - Os acréscimos constantes do artigo 200 não se aplicam às seguintes atividades:
Art. 197 - As taxas de fiscalização de licença iniciais serão lançadas antes da prática dos atos e I - impressão e distribuição de jornais;
arrecadadas mediante guia oficial emitida pelo setor competente ou pelo contribuinte, observando-se os II - serviços de transportes coletivos;
prazos estabelecidos neste Código. NR - LC 90/09 III - institutos de educação e de assistência social, e demais associações civis sem fins lucrativos;
Parágrafo único. As taxas de licença serão recolhidas em até oito parcelas, com valor mínimo de cada IV - hospitais e congêneres;
parcela de 50 (cinqüenta) UFM’s. - Revogado pela LC 90/09 V - cinema;
§ 1º As taxas de licença são renovadas anualmente, observando-se as condições e os prazos VI - serviço telefônico;
estabelecidos em regulamento. AC LC 90/09 VII - serviço de vigilância e segurança;
§ 2º As taxas de licença serão recolhidas em até 08 (oito) parcelas, com valor mínimo de cada parcela VIII - hotéis e pousadas, com exceção dos motéis;
de 50 (cinqüenta) UFM’s. AC LC 90/09 IX - serviços funerários.
Parágrafo único. As indústrias que trabalharem em turnos, desde que requeiram, ficam excluídas da
Seção VI taxa de horário especial de que trata o artigo 200.
DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA LOCALIZAÇÃO E
FUNCIONAMENTO EM HORÁRIO NORMAL E ESPECIAL Art. 202 - A licença para funcionamento será concedida desde que observadas as condições
estabelecidas para o exercício de cada atividade na legislação municipal, estadual e federal.
Art. 198 - Qualquer pessoa física ou jurídica que se dedique à indústria, ao comércio, à prestação de Art. 202 - A licença para funcionamento será concedida desde que observadas as condições e os
serviços, ou a qualquer outra atividade, só poderá exercer suas atividades, em caráter permanente ou requisitos estabelecidos para o exercício de cada atividade, previstos na legislação municipal, na
temporário, mediante prévia licença da Prefeitura e pagamento da primeira parcela da Taxa de estadual e na federal. NR - LC 90/09
Fiscalização para Localização e Funcionamento. §. 1º Será obrigatória nova licença toda vez que ocorrerem modificações nas características do
Art. 198 - Qualquer pessoa física ou jurídica que se dedique à indústria, ao comércio, à prestação de estabelecimento, no exercício da atividade ou transferência de firma individual, inclusive nos casos de
serviços, e/ou quaisquer outras pessoas físicas ou jurídicas, ainda que suas atividades não tenham fins mudança de endereço.
lucrativos, só poderá exercer suas atividades, em caráter permanente ou temporário, mediante prévia §. 2º A licença poderá ser cassada e, determinado o fechamento do estabelecimento, a qualquer tempo,
licença da Prefeitura. NR - LC 90/09 desde que deixem de existir as condições que legitimaram a concessão da licença, ou quando o
§. 1º Considera-se temporária a atividade que é exercida em determinados períodos do ano, contribuinte, mesmo após a aplicação das penalidades cabíveis, não cumprir as determinações da
especialmente durante festividades ou comemorações, em instalações precárias ou removíveis, como Prefeitura para regularizar a situação do estabelecimento.
balcões, barracas, mesas e similares, assim como em veículos. § 2º A licença poderá ser cassada e, determinado o fechamento do estabelecimento, a qualquer tempo,
§. 2º A Taxa de Fiscalização da Licença para localização e funcionamento também é devida pelos desde que deixem de existir as condições que legitimaram a concessão da licença, ou quando o
depósitos fechados destinados à guarda de mercadorias. contribuinte, mesmo após a aplicação das penalidades cabíveis, não cumprir as determinações da
§. 3º A Taxa de Fiscalização da Licença para localização e funcionamento poderá ser lançada Prefeitura para regularizar a situação de seu Cadastro Fiscal Mobiliário, no que se refere às atividades
juntamente com o imposto sobre serviço de qualquer natureza (ISSQN), nas datas e prazos fixados para exercidas, ao estabelecimento, ou ao simples domicílio tributário. NR - LC 90/09
estes. §. 3º As licenças serão concedidas sob a forma de alvará, que deverá ser fixado em local visível ao
§. 4º A Taxa de Fiscalização de Licença para localização e funcionamento é anual e a primeira parcela público e de fácil acesso à fiscalização.
será recolhida quando da prática dos atos sujeitos ao poder de polícia administrativa do Município ou,
nos casos de microempresas e empresas de pequeno porte, até o vencimento do Alvará Provisório, Art. 203 - Nos casos de atividades múltiplas, exercidas no mesmo estabelecimento, a Taxa de
quando o mesmo for requerido e concedido. Fiscalização da Licença para localização e funcionamento será calculada e paga levando-se em
§ 4º A Taxa de Fiscalização de Licença para Localização e Funcionamento é anual e a primeira parcela consideração a atividade sujeita ao maior ônus fiscal.
deverá ser recolhida quando do início das atividades, ainda que se refira a uma data anterior à da
aprovação da inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário, na forma que dispõe o artigo 184. NR - LC 90/09 Art. 204 - A Taxa de Fiscalização da Licença para localização e funcionamento é devida de acordo com
§ 5º Na renovação anual, a primeira parcela da Taxa de Fiscalização de Licença para Localização e a tabela constante no anexo III, desta Lei Complementar, devendo ser lançada e arrecadada nos prazos e
Funcionamento deverá ser recolhida conforme prevista em regulamento. AC LC 90/09 datas fixados no aviso de lançamento, aplicando-se, quando cabíveis, as disposições do artigo 270.
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Seção VII Seção VIII


DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA O EXERCÍCIO DA DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA EXECUÇÃO DE OBRAS DE
ATIVIDADE DE COMÉRCIO AMBULANTE OU EVENTUAL CONSTRUÇÃO CIVIL E SIMILARES

Art. 205 - Qualquer pessoa que queira exercer o comércio ambulante ou eventual poderá fazê-lo, Art. 210 - Qualquer pessoa física ou jurídica que queira construir, reconstruir, ampliar, adequar,
mediante prévia licença da Prefeitura Municipal e pagamento da Taxa de Fiscalização da Licença de reformar ou demolir edifícios, casas, edículas, muros, arrimos ou movimentação de terras, grades, guias
Comércio Ambulante ou Eventual. e sarjetas, e outras instalações no solo, subsolo e espaço aéreo, assim como proceder ao parcelamento
Art. 205 - Qualquer pessoa física ou jurídica que queira exercer o comércio ambulante ou eventual, só do solo urbano, à colocação de tapumes ou andaimes e quaisquer outras obras em imóveis, está sujeita à
poderá exercer suas atividades, em caráter permanente ou temporário, mediante prévia licença da prévia licença da Prefeitura e ao pagamento antecipado da Taxa de Fiscalização da Licença para
Prefeitura. NR - LC 90/09 Execução de Obras de Construção Civil e Similares.
§. 1º O alvará deverá estar sempre em poder do comerciante ambulante ou eventual, para ser exibido Art. 210 - Qualquer pessoa física ou jurídica, ainda que imune ou isenta de qualquer tributo municipal,
aos agentes fiscais, quando solicitado. que queira construir, reconstruir, ampliar, adequar, reformar ou demolir edifícios, casas, edículas,
§. 2º Considera-se comércio ambulante ou eventual o exercício individual, sem estabelecimento, muros, arrimos ou efetuar movimentação de terras, colocação de grades, guias e sarjetas, e outras
instalações ou localização fixa, com característica eminentemente não sedentária. instalações no solo, subsolo e espaço aéreo, assim como proceder ao parcelamento do solo urbano, à
§. 3º Os dados cadastrais deverão ser atualizados, sempre que houver qualquer modificação nas colocação de tapumes ou de andaimes, ou quaisquer outras obras em imóvel, está sujeito à prévia
características do exercício da atividade, ou quando houver renovação da licença. licença da Prefeitura referente à Taxa de Fiscalização da Licença para Execução de Obras de
§. 4º O Executivo Municipal estabelecerá por Decreto as áreas, os horários, e as atividades permitidas, Construção Civil e Similares. NR - LC 90/09
bem como a quantidade de comerciantes. §. 1º Nenhuma obra de construção civil ou similar, de qualquer espécie, poderá ter início ou
§ 5º A Taxa de Fiscalização da Licença de Comércio Ambulante ou Eventual é anual e a primeira prosseguimento sem o pagamento da Taxa de Fiscalização da Licença referida neste artigo.
parcela deverá ser recolhida quando do início das atividades, ainda que se refira a uma data anterior à § 1º Nenhuma obra de construção civil ou similar, de qualquer espécie, poderá ter início ou
da aprovação da inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário, na forma que dispõe o artigo 184. AC LC prosseguimento sem a devida autorização do setor competente e o pagamento da Taxa de Fiscalização
90/09 da Licença referida neste artigo. NR - LC 90/09
§ 6º Na renovação anual, a primeira parcela da Taxa de Fiscalização da Licença de Comércio §. 2º O engenheiro responsável pela obra responde solidariamente com o proprietário de obras
Ambulante ou Eventual deverá ser recolhida nos prazos estabelecidos em Decreto. AC LC 90/09 particulares.
§ 2º O proprietário da obra fica obrigado a declarar, antes do início da obra, o sistema de construção
Art. 206 - A Taxa de Fiscalização da Licença de comércio ambulante ou eventual, quando anual, será com objetivo a ser utilizado: NR - LC 90/09
devida de forma integral, ou na razão de 1/12 (um doze avos) para cada um dos meses restantes do ano a) construtora;
e a primeira parcela será recolhida, antes do início das atividades ou da prática dos atos sujeitos ao b) empregados registrados;
poder de polícia administrativa. c) mutirão. NR - LC 90/09
Parágrafo único. Depois de promovida a inscrição e recolhido o valor da taxa, será fornecido ao § 3º O proprietário da obra é o responsável pelo cumprimento do previsto nos §§ 1º e 2º deste artigo.
interessado, o alvará de licença. AC LC 90/09

Art. 207 A Licença para o Comércio Ambulante ou Eventual é pessoal, intransferível e poderá Art. 211 - As multas serão aplicadas de conformidade com os artigos 270 e 272, e não dispensam o
ser cassada, a qualquer tempo, desde que deixem de existir as condições que legitimaram a concessão contribuinte do pagamento da Taxa de Fiscalização da Licença devida, nem elidem a aplicação de
da licença, ou quando o contribuinte, mesmo após a aplicação das penalidades cabíveis, não cumprir as outras cominações legais.
determinações da Prefeitura para regularizar a situação do exercício de sua atividade.
Art. 212 - Estão isentas desta taxa:
Art. 208 - A Taxa de Fiscalização da Licença de comércio ambulante ou eventual é devida de acordo I - a limpeza ou pintura externa ou interna de prédios, muros ou grades;
com a tabela constante no anexo IV, desta Lei Complementar, de acordo com os períodos nela II - a construção de barracões destinados à guarda de materiais para obra já licenciada pela Prefeitura;
indicados, devendo ser lançada e arrecadada aplicando-se, quando cabíveis, as disposições dos artigos III- a construção de casa popular, assim considerada por lei municipal, de até 70m² (setenta metros
270 e 271. quadrados), destinada a uso próprio e com a planta fornecida pela Prefeitura.

Art. 209 - Estão isentos da taxa de fiscalização da licença do comércio ambulante: Art. 213 - A Taxa de Fiscalização da Licença para Execução de Obra de Construção Civil e Similares é
I - o deficiente físico; devida de acordo com a tabela constante no anexo V, desta Lei Complementar, devendo ser lançada,
II - o sexagenário. aplicando-se, quando cabíveis, as disposições dos artigos 270 e 272:
Parágrafo único. A isenção de que trata o caput deste artigo não dispensa o comerciante de §. 1º No caso do procedimento de ofício da Administração Pública, o lançamento é efetuado em nome
autorização prévia para o exercício da atividade, bem como do cumprimento das demais obrigações do proprietário, titular do domínio útil ou possuidor a qualquer título do imóvel.
acessórias.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 31
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§. 2º O lançamento será efetuado por ocasião da expedição de alvarás, documentos, prática dos atos ou Parágrafo único. As Estações de Rádio Base (ERB) de telecomunicações, as torres de captação,
procedimentos requeridos, ou realizados de ofício pela Administração Pública. transmissão ou retransmissão de sinais, além dos demais equipamentos correlatos, ficam sujeitos a taxa
de que trata o artigo 214.

Seção IX Art. 216 - Sem prejuízo do tributo, a Prefeitura apreenderá e removerá para seus depósitos, qualquer
DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA OCUPAÇÃO E DE PERMANÊNCIA EM equipamento, objeto e ou mercadoria colocados em locais não permitidos ou colocados em vias,
ÁREAS, EM VIAS, EM LOGRADOUROS E PASSEIOS PÚBLICOS, SOLO, logradouros ou passeios públicos, subsolo ou espaço aéreo, sem a devida licença, bem como promoverá
SUBSOLO E ESPAÇO AÉREO, INCLUSIVE EM MERCADOS-LIVRES E FEIRAS- a interdição daqueles que não forem passíveis de remoção.
LIVRES
Art. 217 - A licença para ocupação de solo poderá ser cassada, a qualquer tempo, desde que deixem de
existir as condições que legitimaram a concessão da licença, ou quando o contribuinte, mesmo após a
Art. 214 - A taxa de Fiscalização da ocupação e de permanência em áreas, em vias, em logradouros e
aplicação das penalidades cabíveis, não cumprir as determinações da Prefeitura para regularizar a
passeios públicos, solo, subsolo e espaço aéreo, inclusive em mercados-livres e feiras-livres, fundada no
situação do exercício de sua atividade.
poder de polícia administrativa do Município, concernentes ao ordenamento da utilização dos bens
Art. 217 - A licença de fiscalização da ocupação e de permanência em áreas, em vias, em logradouros e
públicos de uso comum, tem como fato gerador a fiscalização por ele exercida sobre a localização, a
passeios públicos, solo, subsolo e espaço aéreo, inclusive em mercados-livres e feiras-livres, poderá ser
instalação e a permanência de móveis, equipamentos, veículos, utensílios e quaisquer outros objetos,
cassada a qualquer tempo, desde que deixem de existir as condições que legitimaram a concessão da
em observância às normas municipais de posturas relativas à estética urbana, aos costumes, à ordem, à
licença, ou quando o contribuinte, mesmo após a aplicação das penalidades cabíveis, não cumprir as
tranqüilidade, à higiene, ao trânsito e a segurança pública.
determinações da Prefeitura para regularizar a situação de seu Cadastro Fiscal Mobiliário, no que se
§. 1º Qualquer ocupação de áreas, conforme disposto no artigo 215, somente poderá ser feita mediante
refere às atividades exercidas ou ao domicílio tributário. NR - LC 90/09
prévia licença da Prefeitura Municipal acompanhada do pagamento da primeira parcela da Taxa de
Fiscalização da Licença, que é anual, nos termos do artigo 197 e seu Parágrafo único.
Art. 218 - A Taxa de Fiscalização da Ocupação e de Permanência em Áreas, em Vias, em Logradouros
§ 1º Qualquer ocupação de áreas, de conformidade com o disposto no artigo 215, somente poderá ser
e Passeios Públicos, Solo, Subsolo e Espaço Aéreo, inclusive, em Mercados-livres e Feiras-livres, é
feita mediante prévia licença da Prefeitura NR - LC 90/09
devida, de acordo com a tabela constante no anexo VI, desta Lei Complementar, de acordo com os
§. 2º Promovida a inscrição e recolhido o valor da taxa, será fornecida ao interessado o alvará de
períodos nela indicados, devendo ser lançada aplicando-se, quando cabíveis, as disposições dos artigos
licença.
270 e 273.
§ 2º Promovida a inscrição, será fornecido ao interessado o alvará de licença e o pagamento da taxa, ou
sua renovação, ocorrerá nos termos do artigo 197 e seus parágrafos. NR - LC 90/09
§. 3º O recibo, o comprovante de pagamento da taxa e ou o alvará, deverá estar sempre em poder de um Seção X
representante, no local, para ser exibida aos agentes fiscais, quando solicitado. DA TAXA DE LICENÇA DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA E SERVIÇOS
§ 3º O alvará ou o boleto, devidamente identificado como comprovante de pagamento da taxa, deverá SANITÁRIOS DIVERSOS
estar sempre no local da atividade, para ser exibida aos agentes fiscais, quando solicitado. NR - LC
90/09 Art. 219 - Qualquer pessoa física ou jurídica, que se dedique à indústria, ao comércio, à prestação de
§. 4º A inscrição deverá ser permanentemente atualizada, sempre que houver qualquer modificação nas serviços ou a qualquer outra atividade, constante da lista do artigo 231, só poderá exercer suas
características do exercício da atividade, ou quando houver renovação da licença. atividades, em caráter permanente ou temporário, mediante prévia licença da Prefeitura e pagamento da
§ 4º A inscrição deverá ser atualizada, sempre que houver qualquer modificação nas características do Taxa de Licença de Fiscalização de Higiene e Saúde.
exercício da atividade, ou no endereço de residência ou no domicílio tributário. NR - LC 90/09 Art. 219 - Qualquer pessoa física ou jurídica que se dedique à indústria, ao comércio, à prestação de
§. 5º A licença só será concedida, pela repartição competente, quando tal ocupação do solo, subsolo ou serviços, e/ou quaisquer outras pessoas físicas ou jurídicas, ainda que suas atividades não tenham fins
espaço aéreo, não prejudique o trânsito ou o interesse público. lucrativos, só poderão exercer suas atividades, em caráter permanente ou temporário, mediante prévia
§ 5º A licença só será concedida, pela repartição competente, quando tal ocupação do solo, subsolo ou licença da Prefeitura à vista do recolhimento da Taxa de Licença de Fiscalização de Higiene e Saúde.
espaço aéreo, não prejudique o trânsito, o interesse público ou qualquer exigência imposta pelo Código NR - LC 90/09
de Posturas Municipal. NR - LC 90/09 §. 1º Considera-se temporária a atividade que é exercida em determinados períodos do ano,
§. 6º Constatado qualquer dano ou prejuízo ao interesse público, a licença será cassada, interditando-se especialmente durante festividades ou comemorações, em instalações precárias ou removíveis, como
as atividades, até sua reparação total. balcões, barracas, mesas e similares, assim como em veículos.
§. 2º A Taxa de Licença de Fiscalização Sanitária e Serviços Sanitários Diversos é devida também pelos
Art. 215 - Entende-se por ocupação de áreas, o espaço ocupado por instalações, balcões, mesas, depósitos fechados destinados à guarda de alimentos, bebidas, remédios e demais mercadorias
cadeiras, barracas, tabuleiros, veículos e assemelhados, ou todo e qualquer outro tipo similar de correlatas.
ocupação de solo, subsolo e espaço aéreo, nas feiras-livres, vias, logradouros e passeios públicos, locais
esses quando permitidos pela Prefeitura Municipal, por prazo e critério desta. Art. 220 - A Taxa de Licença de Fiscalização Sanitária e Serviços Sanitários Diversos será concedida
conforme regulamentação da Vigilância Sanitária.
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Art. 220 - A autorização para a Taxa de Licença de Fiscalização Sanitária e Serviços Sanitários § 1º A Taxa de Fiscalização de Publicidade tem valor diferenciado por período e tipo de publicidade,
Diversos será concedida após atendidas as exigências previstas na regulamentação da Vigilância conforme constante no anexo VII, desta Lei Complementar, mesmo assim a primeira parcela deverá ser
Sanitária. NR - LC 90/09 recolhida quando do início das atividades, ainda que se refira a uma data anterior à sua aprovação no
§. 1º Será obrigatória nova licença toda vez que ocorrerem modificações nas características do Cadastro Fiscal Mobiliário, na forma que dispõe o artigo 184. AC LC 90/09
estabelecimento. § 2º Na renovação das publicidades com valores anuais, a primeira parcela da Taxa de Fiscalização de
§ 1º Será obrigatória nova licença toda vez que ocorrerem modificações nas características do Licença de Publicidade deverá ser recolhida conforme previsto em regulamento. AC LC 90/09
estabelecimento e/ou na atividade que implique em alteração das normas para concessão. NR - LC § 3º A renovação anual da publicidade feita nos estabelecimentos produtores, industriais, comerciais ou
90/09 de prestação de serviços, assim como em todos os tipos de pintura, terão como base as especificações
§. 2º A licença poderá ser cassada a qualquer tempo, desde que deixem de existir as condições que constantes no Cadastro Fiscal Mobiliário. AC LC 90/09
legitimaram a concessão da licença, ou quando o contribuinte, mesmo após a aplicação das penalidades
cabíveis, não cumprir as determinações da Prefeitura para regularizar a situação do estabelecimento. Art. 224 - Respondem pela observância das disposições desta Seção, todas as pessoas, físicas ou
§ 2º A licença poderá ser cassada e, determinado o fechamento do estabelecimento, a qualquer tempo, jurídicas, responsáveis pela veiculação da publicidade.
desde que deixem de existir as condições que legitimaram a concessão da licença, ou quando o
contribuinte, mesmo após a aplicação das penalidades cabíveis, não cumprir as determinações da Art. 225 - O pedido de licença deverá ser instruído com a descrição da posição, da situação, das cores,
Prefeitura para regularizar a situação de seu Cadastro Fiscal Mobiliário, no que se refere às atividades dos dizeres, das alegorias e de outras características do meio de publicidade, de acordo com as
exercidas, ao estabelecimento, ou ao simples domicílio tributário. NR - LC 90/09 instruções e regulamentos respectivos.
§. 3º As licenças serão concedidas sob a forma de alvará, que deverá ser fixado em local visível ao Parágrafo único. Quando o local em que se pretender colocar anúncio não for de propriedade do
público e de fácil acesso à fiscalização. requerente, deverá esse juntar ao requerimento a autorização do proprietário do mesmo. - Revogado
§ 3º As licenças serão concedidas sob a forma de alvará específico, que deverá ser fixado em local pela LC 90/09
visível ao público e de fácil acesso à fiscalização. NR - LC 90/09 § 1º Quando o local em que se pretender colocar qualquer tipo de publicidade não for de propriedade do
§. 4º A Taxa de Licença de Fiscalização Sanitária e Serviços Sanitários Diversos é anual. requerente, deverá esse juntar ao requerimento, a autorização do proprietário do imóvel. AC LC 90/09
§ 4º A Taxa de Licença de Fiscalização de Higiene e Saúde é anual e a primeira parcela deverá ser § 2º Quando se pretender colocar qualquer tipo de publicidade em áreas, em vias, em logradouros e
recolhida quando do início das atividades, de conformidade com o artigo 197, ainda que se refira a uma passeios públicos, solo, e espaço aéreo, deverá ter uma autorização expressa da Administração Pública
data anterior à da aprovação da inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário, na forma que dispõe o artigo Municipal. AC LC 90/09
184. NR - LC 90/09
Art. 226 - Nos instrumentos de divulgação ou comunicação deverá constar, obrigatoriamente, o número
Art. 221 - A Taxa de Licença de Fiscalização Sanitária e Serviços Sanitários Diversos é devida de de identificação fornecido pela repartição competente.
acordo com a tabela constante da Lei Complementar específica nº 073, de 27 de dezembro de 2006, Art. 226 - Nos instrumentos de divulgação ou comunicação deverá constar, obrigatoriamente, o número
devendo ser lançada, aplicando-se, quando cabíveis, as disposições específicas da legislação própria. de identificação e a data, fornecidos pela repartição competente, quando da emissão da licença
respectiva. NR - LC 90/09
Art. 222 - A base de cálculo da taxa de abertura e das renovações é o custo estimado da realização das
vistorias e demais serviços administrativos, conforme definido na tabela mencionada no artigo 221. Art. 227 - A Taxa de Fiscalização de Publicidade é devida de acordo com a tabela constante no anexo
VII, desta Lei Complementar, de acordo com os períodos nela indicados, devendo ser lançada,
Seção XI aplicando-se, quando cabíveis, as disposições dos artigos 270 e 275.
DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE PUBLICIDADE §. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a alterar as tabelas descritivas deste artigo, desde que não
implique em modificação das alíquotas incidentes nas respectivas publicidades, podendo também,
Art. 223 - A publicidade levada a efeito, através de quaisquer instrumentos de divulgação ou acrescentar outras atividades em cada um dos grupos, desde que sejam de natureza semelhante.
comunicação de todo tipo ou espécie, processo ou forma, inclusive as que contiverem apenas dizeres, §. 2º Quando a publicidade for feita por meio de pinturas ou desenho de letras, logotipos, etc., em
desenhos, siglas, dísticos ou logotipos indicativos ou representativos de nomes, produtos, locais ou muros, paredes ou equivalentes, a área de fundo realçado é componente integrante da área da
atividades, mesmo aqueles fixados em veículos, fica sujeita à prévia licença da Prefeitura e ao publicidade.
pagamento antecipado da Taxa de Fiscalização de Publicidade. §. 3º A licença referida no caput deste artigo é intransferível e valerá apenas para o período do
Art. 223 - A publicidade levada a efeito, através de quaisquer instrumentos de divulgação ou exercício em que for concedida.
comunicação de todo tipo ou espécie, processo ou forma, inclusive as que contiverem apenas dizeres,
desenhos, siglas, dísticos ou logotipos indicativos ou representativos de nomes, produtos, locais ou Art. 228 - Estão isentos da Taxa de Fiscalização de Publicidade, se o seu conteúdo não tiver caráter
atividades, mesmo aqueles fixados em veículos, fica sujeita à prévia licença da Prefeitura. NR - LC publicitário:
90/09 I - os cartazes ou letreiros destinados a fins patrióticos ou religiosos;
Parágrafo único. A publicidade feita nos estabelecimentos produtores, industriais, comerciais ou de II - as tabuletas indicativas de sítios, granjas ou fazendas, bem como as de rumo ou direção de estradas;
prestação de serviços, assim como em todos os tipos de pintura, não está obrigada ao pedido de III - tabuletas indicativas de hospitais, casas de saúde, ambulatórios e prontos-socorros;
renovação anual, desde que não sofra alteração no seu tamanho e localização, e será lançada em cada
exercício. - Revogado pela LC 90/09
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IV - placas colocadas nos vestíbulos de edifícios, nas portas de consultórios, de escritórios e de


residências, identificando profissionais liberais, sob a condição de que contenham apenas o nome e a
profissão do interessado, e não tenham dimensões superiores a 40 cm x 15 cm; Seção III
V - placas indicativas, nos locais de construção, dos nomes de firmas, engenheiros e arquitetos Da Inscrição e do Lançamento
responsáveis pelos projetos ou execução de obras particulares ou públicas.
VI - a publicidade aplicada em veículo de aluguel, utilizado no transporte de passageiros - táxi, desde Art. 234 - As taxas de serviços públicos podem ser lançadas isoladamente ou em conjunto com outros
que dirigido pelo proprietário ou por seus auxiliares, até a quantidade permitida na legislação tributos, se possível, mas nos avisos-recibo constarão, obrigatoriamente, os elementos distintivos de
específica. cada tributo e os respectivos valores.

Art. 235 - Aproveita para o lançamento das taxas previstas no artigo 231, a inscrição efetuada para
lançamento da propriedade imobiliária, constante no Cadastro Fiscal Imobiliário.
CAPÍTULO III Art. 235 - Aproveita para o lançamento das taxas previstas no artigo 231, a inscrição efetuada para
DAS TAXAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS lançamento da propriedade imobiliária, constante no Cadastro Fiscal Imobiliário ou aquelas inscrições
Seção I no Cadastro Fiscal Mobiliário, dependendo do serviço público prestado, a ser regulamentado em
Do fato Gerador e do Contribuinte Decreto. NR - LC 90/09
Seção IV
Das Formas e Prazos de Pagamento

Art. 229 - As taxas de serviços públicos têm como fato gerador a utilização, efetiva ou potencial, de Art. 236 - O pagamento das taxas de serviços públicos será feito nos vencimentos, e locais indicados
serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. nos avisos-recibo.
Seção V
Parágrafo único. O serviço público considera-se: DA TAXA DE COLETA DE LIXO
I - utilizado pelo contribuinte:
a) - efetivamente, quando por ele usufruído a qualquer título; Art. 237 - A Taxa de Lixo Domiciliar e a Taxa de Lixo Biológico têm como fato gerador a utilização
b) - potencialmente, quando, sendo de utilização compulsória, seja posto à sua disposição mediante efetiva ou potencial dos serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos sólidos,
atividade administrativa em efetivo funcionamento. prestados em regime público. São considerados:
II - específico: quando possa ser destacado em unidade autônoma de intervenção, de utilidade ou de I - Lixo Domiciliar: são os resíduos sólidos comuns originários de residências e de estabelecimentos
necessidade pública; públicos, institucionais, de prestação de serviços, comerciais e industriais;
III - divisível: quando suscetível de utilização separadamente, por parte de cada um dos seus usuários. I - Lixo Domiciliar: são os resíduos sólidos comuns originários de residências e de estabelecimentos
públicos, institucionais, de prestação de serviços, comerciais e industriais, sem componentes
Art. 230 - O contribuinte da taxa é o proprietário, o titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer especificados para o Lixo Biológico (RSS); NR - LC 90/09
título, de bem imóvel lindeiro à via ou logradouro público, abrangido pelo serviço prestado, e os II - Lixo Biológico (RSS): são os resíduos sólidos de serviços de saúde, resultantes das atividades
beneficiários dos serviços prestados. médico-assistenciais e de pesquisas na área de saúde, voltadas à população humana e animal,
Parágrafo único. Considera-se também lindeiro o bem imóvel que tenha acesso, por ruas ou passagens compostos por materiais biológicos, químicos e perfuro cortantes, contaminados por agentes
particulares, entradas de vila ou assemelhados, ou por qualquer meio, à via ou logradouro público e que patogenéticos, representando risco potencial à saúde e ao meio ambiente, conforme definido em
sejam beneficiários do serviço prestado ou posto a disposição. resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, bem como os demais resíduos que
não podem ser recolhidos pelo sistema de coleta domiciliar.
Art. 231 - As taxas de serviços públicos serão devidas para:
I - coleta de lixo; Art. 238 - São contribuintes:
II - combate a incêndio e demais serviços de competência do Corpo de Bombeiros. I - da Taxa de Lixo Domiciliar:
a) os proprietários de imóveis edificados de uso residencial;
Seção II b) os proprietários, usuários ou utilitários de edificações destinadas a estabelecimentos comerciais,
Da Base de Cálculo e da Alíquota industriais e de prestação de serviços;
b) os proprietários, possuidores, usuários ou utilitários de edificações destinadas a
Art. 232 - A base de cálculo das taxas de serviços públicos é o custo do serviço. estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços; NR - LC 90/09
c) os proprietários de imóveis utilizados como instituições e repartições públicas e/ou privadas.
Art. 233 - O valor das Taxas de Serviços Públicos será obtido pelo rateio do custo da prestação dos II - da Taxa de Lixo Biológico (RSS): os estabelecimentos geradores de resíduos sólidos de serviços
serviços, entre os contribuintes, de acordo com critérios específicos. de saúde, em função de suas atividades médico-assistenciais ou de ensino e pesquisa na área de saúde,
voltados à população humana e animal, dentre os quais, necessariamente, os hospitais, farmácias,
clínicas médicas, odontológicas e veterinárias, centros de saúde, laboratórios, ambulatórios, centros de
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zoonoses, pronto-socorros e casas de saúde. Inclui-se neste inciso os estabelecimentos que produzem
outros resíduos que não podem ser recolhidos pelo sistema de coleta domiciliar.
II - da Taxa de Lixo Biológico (RSS): § 5º Aos custos a que se refere o inciso II, deste artigo, será atribuída a soma de pesos referentes aos
as pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem estabelecimento fixo, geradores de resíduos sólidos de contribuintes estabelecidos na zona urbana, obedecendo à seguinte Tabela: NR - LC 90/09
serviços de saúde, em função de suas atividades médico-assistenciais ou de ensino e pesquisa na área de
saúde, voltados à população humana e animal, dentre os quais, necessariamente, os hospitais, farmácias, Atividade Índice
clínicas médicas, odontológicas e veterinárias, centros de saúde, laboratórios, ambulatórios, centros de Contábil
zoonoses, pronto-socorros e casas de saúde. NR - LC 90/09 a) Hospital 15
Parágrafo único. Inclui-se no inciso II deste artigo, as pessoas físicas ou jurídicas que produzem outros b) Clínica Médica, Clínica Odontológica, Ortopedia e Veterinária 5
resíduos que não podem ser recolhidos pelo sistema de coleta domiciliar. AC LC 90/09 c) Laboratórios e congêneres 4
d) Funerárias 3
Art. 239 - As bases de cálculo das taxas são: e) Podólogo, Consultórios Médicos e Odontológicos 2
I - da Taxa de Lixo Domiciliar: o custo dos serviços do exercício anterior, atualizados monetariamente; f) Tatuador, Farmácia e congêneres 1
II - da Taxa de Lixo Biológico (RSS): o custo dos serviços do exercício anterior, atualizados g) Demais atividades com potencial para fatos geradores do lixo 1
monetariamente. biológico (RSS)
II - da Taxa de Lixo Biológico (RSS): 60% do custo dos serviços do exercício anterior, atualizados
NR - LC 90/09
monetariamente. NR - LC 90/09
§. 1º Aos custos a que se refere o inciso I, deste artigo, será atribuída a soma de pesos atribuídos aos §. 6º A Taxa de Lixo Biológico tem seus vencimentos iguais aos da Taxa de Licença para Localização e
imóveis edificados localizados na zona urbanizada do perímetro urbano. A esses imóveis serão Funcionamento.
atribuídos pesos de acordo com as seguintes tabelas:
§ 6º A - As atividades de cabeleireiro; barbeiro; salão de beleza, quando envolverem atividades de
manicure, pedicuro ou outras atividades esteticistas; fisioterapeuta ou atividades afins que realizem
Uso acupuntura, serão taxadas e contribuirão de acordo com o índice contábil “1” da tabela do § 5º deste
Área construída Uso residencial Uso comercial
industrial artigo. AC LC 90/09
a) Até 100m2 0,8 1,0 0,4 §. 7º Considera-se custo contábil:
b) mais de 100 até 200m2 1,2 1,5 0,6 a) mão-de-obra utilizada na execução do serviço;
c) mais de 200 até 300m2 1,6 2,0 0,8 b) encargos sociais;
d) mais de 300 m2 2,0 2,5 1,0 c) consumo de combustíveis, lubrificantes e demais desgastes produzidos nos veículos devidos da
execução dos serviços;
§. 2º dos imóveis utilizados com atividades industriais será considerada, como base de cálculo da taxa d) operação e manutenção do tratamento e da disposição final dos lixos (resíduos sólidos e RSS).
de lixo domiciliar, a sua área destinada à administração, correspondente a 10% (dez por cento) do total §. 8º O custo dos serviços será apurado no primeiro dia útil do ano do lançamento, atualizados
da área edificada. monetariamente de acordo com o artigo 4°, desta Lei Complementar.
§. 3º Para os imóveis com edificações de uso misto serão calculadas taxas correspondentes às áreas de § 9º O custo dos serviços será referente aos últimos 12 (doze) meses encerrado em 30 de novembro do
cada uma delas. ano imediatamente anterior ao do lançamento, apurado no primeiro dia útil do mês de dezembro
§. 4º A Taxa de Lixo Domiciliar tem seus vencimentos iguais aos dispostos para o IPTU. imediato, atualizados monetariamente de acordo com o artigo 4°, desta Lei Complementar. NR - LC
§. 5º Aos custos a que se refere o inciso II, deste artigo, será atribuída a soma de pesos referentes aos 90/09
contribuintes estabelecidos na zona urbana, obedecendo a seguinte tabela:
Seção VI
Índice
Atividade DA TAXA DE COMBATE A INCÊNDIO E DEMAIS SERVIÇOS DE
Contábil
COMPETÊNCIA DO CORPO DE BOMBEIROS
a) Hospital 15
b) Unidade Básica de Saúde 10 Art. 240 - A Taxa de Combate a Incêndio e demais Serviços de Competência do Corpo de Bombeiros
c) Clínica Médica, Clínica Odontológica, Ortopedia e Veterinário 5 tem como fato gerador a utilização efetiva ou a possibilidade de utilização, pelo contribuinte, de
d) Laboratório e congêneres. 4 serviços municipais de combate a incêndio e a sinistros, salvamentos aquáticos ou terrestres e serviços
e) Funerárias 3 de prevenção a acidentes diversos.
f) Podólogo, Consultórios Médicos e Odontológicos 2
Salões de Beleza, Barbearia, Manicure, Tatuador, Farmácia, Art. 241 - A Taxa de Combate a Incêndio e Demais Serviços de Competência do Corpo de Bombeiros
g) 1
Consultórios de psiquiatria e psicologia e congêneres. é devida pelas pessoas sujeitas a tributos sobre a propriedade imobiliária urbana ou urbanizável, quando
Demais atividades com potencial para fatos geradores do lixo o serviço for efetivamente prestado ou colocado à disposição.
h) 1
biológico (RSS).
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Parágrafo único. O contribuinte desta taxa é o proprietário, titular do domínio útil ou o possuidor a
qualquer título de imóvel, localizado na área urbana ou urbanizável. Art. 245 - Para a cobrança da Contribuição de Melhoria, conforme disposto no artigo 244, deverão ser
observados os seguintes requisitos mínimos:
Art. 242 - A base de cálculo da taxa será o custo do serviço no exercício anterior, atualizado e rateado I - publicação prévia dos seguintes elementos:
entre todos os contribuintes possuidores de imóveis da zona urbana ou urbanizável, obedecida a a) memorial descritivo do projeto;
seguinte tabela: b) orçamento do custo da obra;
Art. 242 - A base de cálculo da taxa será o custo do serviço no exercício anterior, atualizado e rateado c) determinação da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição de melhoria;
entre todos os contribuintes possuidores de imóveis, com ou sem edificações, da zona urbana ou d) delimitação da zona beneficiada;
urbanizável, obedecida a seguinte tabela: NR - LC 90/09 e) determinação do fator de absorção do benefício da valorização para toda a zona ou para cada uma das
áreas diferenciadas, nela contidas.
II - fixação de prazo não inferior a 30 (trinta) dias, para impugnação, pelos interessados, de qualquer
dos elementos referidos no inciso anterior;
III - regulamentação do processo administrativo de instrução e julgamento da impugnação a que se
refere o inciso anterior, sem prejuízo da sua apreciação judicial.
ÁREA DO IMÓVEL EDIFICADO OU NÃO:
Comercial e/ou Imóvel sem Art. 246 - O contribuinte desse tributo é o proprietário, titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer
Residencial
Industrial construção título, de bem imóvel beneficiado por obra pública.
a) Área de até 100 m² 0.8 1.6 0.4
b) De 101 até 200 m² 1.2 2.4 0.6 Seção II
c) De 201 até 300 m² 1.6 3.2 0.8 Da Base de Cálculo
d) Acima de 300 m² 2.0 4.0 1.0
Art. 247 - A base de cálculo da Contribuição de Melhoria é valorização imobiliária, limitada ao valor
§. 1º Na determinação da área para enquadramento da tabela do caput deste artigo utiliza-se para o do custo da obra.
imóvel não edificado a área total do terreno e nos imóveis edificados, apenas a área da edificação, Parágrafo único. No custo da obra serão computadas as despesas com estudo, projetos, fiscalização,
desprezando-se a área dos terrenos. desapropriação, administração, execução e financiamento, inclusive, prêmios de reembolso e outras de
§. 2º O custo referido neste artigo será dividido pela soma dos pesos obtida, na soma global dos imóveis praxe em financiamento ou empréstimo.
computados neste cálculo.
§. 3º Considera-se custo contábil: Art. 248 - O valor da Contribuição de Melhoria relativa a cada imóvel será determinado pelo rateio da
a) mão-de-obra utilizada na execução dos serviços; parcela do custo da obra a que se refere a alínea “c”, do inciso I, do artigo 245, pelos imóveis situados
b) encargos sociais; na zona beneficiada, em função dos respectivos fatores individuais de valorização.
c) combustíveis e lubrificantes consumidos nos veículos utilizados na execução dos serviços.
§. 4º O custo do serviço será apurado no dia 1º de janeiro do ano do lançamento, tendo sua expressão Art. 249 - A Contribuição de Melhoria não pode ser exigida em quantia superior ao acréscimo do valor
monetária atualizada conforme disposto no artigo 4º, desta Lei Complementar. que da obra resultar para o imóvel beneficiado.
§ 4º O custo dos serviços será referente aos últimos 12 (doze) meses encerrado em 30 de novembro do
ano imediatamente anterior ao do lançamento, apurado no primeiro dia útil do mês de dezembro Seção III
imediato, atualizados monetariamente de acordo com o artigo 4°, desta Lei Complementar. NR - LC Do Lançamento e do Pagamento
90/09
Art. 250 - A Contribuição de Melhoria será lançada de ofício e o contribuinte será notificado do
Art. 243 - A Taxa de Combate a Incêndio e Salvamento Aquático é arrecadada juntamente com o montante devido, da forma e dos prazos de seu pagamento, e dos elementos que integram o respectivo
imposto sobre a propriedade imobiliária, nas mesmas datas e prazos fixados para esses. cálculo.
Parágrafo único. O pagamento da Contribuição de Melhoria será efetuado em até 03 (três) parcelas
mensais, sucessivas e atualizadas sem incidência de multa ou juros de mora, sendo o pagamento da
TÍTULO IV primeira parcela dentro de 30 (trinta) dias, contados da notificação. - Revogado pela LC 90/09
DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA § 1º O pagamento da Contribuição de Melhoria será efetuado em até 10 (dez) parcelas mensais,
Seção I sucessivas e atualizadas sem incidência de multa ou juros de mora, sendo o pagamento da primeira
Do Fato Gerador e do Contribuinte parcela dentro de 30 (trinta) dias, contados da notificação. AC LC 90/09
§ 2º O valor mínimo de cada parcela será estabelecido em Decreto específico para cada ou conjunto de
Art. 244 - A Contribuição de Melhoria tem como fato gerador a execução de obras públicas municipais obra pública realizada. AC LC 90/09
das quais decorram valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite
individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado.
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Seção IV V - mercados e entrepostos;


Da Isenção VI - coleta, remoção, destinação de resíduos não contemplados pela Taxa de Coleta de Lixo.
§. 2º Da utilização de serviço público municipal como contraprestação de caráter individual, ou de
Art. 251 - Ficam isentos da Contribuição de Melhoria os imóveis integrantes do patrimônio: unidade de:
I - os templos de qualquer culto; I - fornecimento de cadernetas, placas, carteiras, chapas, plantas fotográficas, heliográficas, arquivos
II - as entidades filantrópicas, assistenciais e sociais, localizadas neste Município, desde que declaradas digitais e semelhantes;
de utilidade pública por lei municipal. II - fornecimento de alimentação ou vacinas a animais apreendidos ou não;
a) constituição legal; III - prestação de serviços técnicos de demarcação e marcação de áreas de terrenos, avaliação de
b) utilização do imóvel para os fins estatutários, se o caso; propriedade imobiliária e prestação de serviços diversos;
c) funcionamento regular; IV - fornecimento de guias de recolhimento, formulários, confecção de protocolos, serviços de
d) cumprimento das obrigações estatutárias, se o caso; expediente e outros atos administrativos de interesse particular do contribuinte;
e) prova de propriedade do imóvel. V - produtos e serviços decorrentes da base de dados geográficos em meio analógico e digital;
II - as entidades filantrópicas, assistenciais e sociais, localizadas e inscritas neste Município, desde que VI - outros serviços.
declaradas de utilidade pública por lei municipal enquanto mantiverem: NR - LC 90/09 §. 3º Do uso de bem ou serviço público, a qualquer título, os que:
a) sua constituição legal; NR - LC 90/09 I - utilizarem áreas pertencentes ao Município;
b) utilização do imóvel para os fins estatutários, exclusivamente; NR - LC 90/09 II - utilizarem áreas de domínio público;
c) funcionamento regular; NR - LC 90/09 III - utilizarem espaços de propriedade exclusivamente municipal a título de débito ou guarda de
d) cumprimento das obrigações estatutárias e acessórias da legislação tributária, se o caso; NR - LC animais, objetos, mercadoria e veículos apreendidos.
90/09
e) prova de propriedade integral do imóvel. NR - LC 90/09 Art. 255 - A enumeração referida no artigo 254 e seus respectivos parágrafos e incisos, é meramente
exemplificativa, podendo ser incluída no sistema de preços ou tarifas públicos, serviços de natureza
semelhantes, prestados pelo Poder Público Municipal.

Art. 256 - O não pagamento dos débitos resultantes do fornecimento de utilidades produzidas ou do uso
TÍTULO V das instalações de bens públicos, em razão da exploração direta de serviços municipais, acarretará,
DOS PREÇOS E TARIFAS PÚBLICAS decorridos os prazos regulamentares, o corte do fornecimento ou a suspensão do uso.
CAPÍTULO I Parágrafo único. O corte do fornecimento ou a suspensão do uso de que trata este artigo é aplicável,
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS também, nos casos de infrações outras, praticadas pelos consumidores ou usuários, previstas em normas
de polícia administrativa ou regulamento específico.

Art. 252 - Fica o Poder Executivo autorizado a fixar preços ou tarifas públicas: Art. 257 - Aplica-se aos preços ou tarifas públicos, no tocante a lançamento, cobrança, pagamento,
I - pelos serviços de natureza industrial, comercial e civil, prestados pelo Município em caráter de restituição, fiscalização, domicílio, obrigações acessórias dos usuários, dívida ativa, penalidades e
empresa e passíveis de serem explorados por empresas privadas; processo fiscal, quando cabível, as mesmas disposições da presente Lei Complementar com relação aos
II - pela prestação de serviços técnicos de demarcação e marcação de áreas de terreno, de análise de tributos.
processos para licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades efetivas ou potencialmente
degradadoras, avaliação de propriedade imobiliária e prestação de serviços diversos; Art. 258 - Para efetivação dos preços ou tarifas públicos referentes aos serviços de que trata o artigo
III - pelo uso de bens do domínio municipal e de logradouros públicos, inclusive do espaço aéreo e do 254, §. 1º, inciso II, observar-se-ão os dispostos nos parágrafos a seguir:
subsolo, sem prejuízo da cobrança de taxa de licença; §. 1º Os serviços de construção de muros ou passeios, ou ambos, se executados pela Prefeitura
IV - pela exploração de serviço público municipal sob o regime de concessão ou permissão. Municipal, por interesse dessa ou por solicitação do contribuinte, titular da propriedade, serão cobrados
pelo custo total da obra, inclusa todas as despesas necessárias à sua execução, tais como alinhamento,
Art. 253 - Os serviços públicos municipais, quando concedidos, terão os critérios de fixação de preços plantas e levantamentos.
ou tarifas públicos estabelecidos no ato da sua concessão. §. 2º Acrescentar-se-á ao custo referido no §.1º, deste artigo, 20% (vinte por cento), a título de
administração.
Art. 254 - Os preços ou tarifas públicos se constituem: §. 3º O lançamento é efetuado em única parcela em nome do proprietário, titular do domínio útil ou
§. 1º Dos serviços de natureza industrial, comercial e civil, prestados pelo Município, em caráter de possuidor a qualquer título do imóvel beneficiado.
empresa e suscetíveis de serem explorados por empresas privadas:
I - transportes coletivos;
II - execução de muros ou passeios;
III - roçada e limpeza, inclusive retirada de entulhos de terreno;
IV - escavações, aterro, terraplenagem, inclusive os destinados à regularização de loteamentos;
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CAPÍTULO II
TÍTULO VI DAS PENALIDADES - MULTAS PECUNIÁRIAS
DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Seção I
CAPÍTULO I Das Disposições Gerais
DAS INFRAÇÕES
Art. 264 - São penalidades previstas nesta lei, aplicáveis separadas e/ou cumulativamente, sem prejuízo
Art. 259 - Constitui infração toda a ação ou omissão contrária às disposições da Legislação Tributária. das cominadas pelo mesmo fato por lei criminal:
Art. 259 - Constitui infração toda a ação contrária ou qualquer omissão às disposições da Legislação I - a multa;
Tributária. NR - LC 90/09 II - a perda de desconto, abatimento ou deduções;
III - a cassação dos benefícios de isenção;
Art. 260 - Constituem circunstâncias agravantes da infração: IV - a revogação dos benefícios de anistia, moratória ou remissão.
I - a circunstância de a infração depender ou resultar de infração de outra lei, tributária ou não; IV - a revogação dos benefícios de anistia, moratória ou remissão e dos benefícios decorrentes do
II - a reincidência; parcelamento por denúncia espontânea. NR - LC 90/09
III - a sonegação. §. 1º A aplicação de penalidade de qualquer natureza, em caso algum, dispensa o pagamento do tributo
com atualização, das multas de mora, nem isenta o infrator do dano resultante da infração, na forma da
Art. 261 - Constituem circunstâncias atenuantes da infração: lei civil e de juros de mora, quando cabíveis.
Art. 261 - Constitui uma circunstância atenuante a denúncia espontânea, quando o contribuinte toma a § 1º A aplicação de penalidade de qualquer natureza, em caso algum, dispensa o pagamento do tributo,
iniciativa de comunicar a infração à legislação tributária, acompanhada da liquidação da dívida com atualização das multas cabíveis, dos juros de mora, nem isenta o infrator do dano resultante da
porventura existente. NR - LC 90/09 infração, na forma da lei civil. NR - LC 90/09
I - fato de não haver o contribuinte cometido anteriormente qualquer infração à legislação tributária; .
Revogado pela LC 90/09 Art. 265 - A penalidade, além de impor a obrigação de fazer ou deixar de fazer, será pecuniária, quando
II - haver o contribuinte/responsável procedido à imediata regularização de sua situação fiscal. consista em multa, e deverá ter em vista:
Revogado pela LC 90/09 Art. 265 - A penalidade, além de impor a obrigação de fazer ou deixar de fazer, também será
§ 1º A liquidação da dívida também poderá ser feita por intermédio de parcelamento, conforme pecuniária, quando consistir em multa, e deverão ser observadas: NR - LC 90/09
legislação vigente à época, o qual deverá ser, integralmente liquidado, no prazo estabelecido. AC LC I - as circunstâncias atenuantes;
90/09 II - as circunstâncias agravantes.
§ 2º A não liquidação da dívida no prazo estabelecido faz cessar o benefício da circunstância atenuante, §. 1º Nos casos do inciso I, deste artigo, reduzir-se-á a multa prevista em 20% (vinte por cento).
possibilitando a aplicação das penalidades cabíveis no saldo devedor. AC LC 90/09 § 1º Nos casos do inciso I, deste artigo, será observado, na aplicação de multas pecuniárias, o disposto
§ 3º O não pagamento de três parcelas consecutivas, no prazo estabelecido, também faz cessar o no artigo 261. NR - LC 90/09
benefício da circunstância atenuante, possibilitando a aplicação das penalidades cabíveis no saldo §. 2º Nos casos do inciso II, deste artigo, aplicar-se-á:
devedor. AC LC 90/09 § 2º Nos casos do inciso II, deste artigo, será aplicado quando: NR - LC 90/09
a) na circunstância da infração depender do resultado de infração de outra Lei, tributária ou não;
Art. 262 - Considera-se reincidência, para os efeitos desta lei, a nova execução, ou não regularização, a) a circunstância da infração, depender do resultado de infração de outra Lei, tributária ou não; NR -
pelo agente, do ato que afronte o mesmo dispositivo legal, sendo caracterizada novamente, durante o LC 90/09
prazo de prescrição, a contar da decisão definitiva do ato administrativo referente ao cometimento b) na reincidência, a multa prevista acrescida em 20% (vinte por cento);
anterior. b) da reincidência, e o valor previsto da multa será acrescido em 20% (vinte por cento) do valor da
mesma; NR - LC 90/09
Art. 263 - A sonegação configura-se pelo procedimento do contribuinte em: c) na sonegação, a multa corresponderá a 50% (cinquenta por cento) do tributo sonegado, não podendo
I - prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida ao fisco ser inferior a 50 (cinquenta) UFM’s;
e que o exima, total ou parcialmente, do pagamento de tributos e quaisquer acréscimos devidos por lei; c) da sonegação, e a multa corresponderá a 10% (dez por cento) do valor da operação, objeto da
II - inserir elementos inexatos ou omitir rendimentos ou operações de qualquer natureza em documentos sonegação, não podendo a multa ser inferior a 50 (cinqüenta) UFM’s. NR - LC 90/09
ou livros exigidos pela legislação, que o exonere do pagamento de tributos devidos à Fazenda Pública Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 93,61
Municipal; §. 3º Depois de observado o disposto nos parágrafos 1º e 2º deste artigo, poderá o autuado pagar a multa
III - alterar faturas, notas fiscais ou quaisquer documentos relativos a quaisquer operações sujeitas à por infração tributária, com desconto de 20% (vinte por cento), se dentro do prazo para a defesa.
tributação em prejuízo da Fazenda Pública Municipal; §. 4º O benefício previsto no parágrafo terceiro, deste artigo, fica condicionado:
IV - fornecer ou emitir documentos graciosos ou alterar despesas ou receitas para dedução, total ou § 4º O benefício previsto no parágrafo terceiro, deste artigo, dependerá para seu cumprimento: NR - LC
parcial, de tributos devidos à Fazenda Pública Municipal. 90/09
a) ao pagamento integral, no mesmo ato, do imposto devido ou parcelado;
b) à renúncia, pelo autuado, à defesa ou recurso previsto na legislação, mesmo os já interpostos;
c) ao recolhimento dos acréscimos previstos no artigo 7°.
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a) do pagamento integral, ou autorização de parcelamento, no mesmo ato, da multa e do imposto


devido; NR - LC 90/09 Subseção II
b) da incondicional renúncia, pelo autuado, à defesa ou recurso previsto na legislação, mesmo os já Do Imposto sobre Transmissão “Inter-Vivos”, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis,
interpostos; NR - LC 90/09 por natureza ou acessão física, e direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como
c) do recolhimento dos acréscimos previstos no artigo 7°. NR - LC 90/09 cessão de direitos a sua aquisição.
§ 5º O benefício previsto no parágrafo terceiro, deste artigo, será cancelado e acrescido ao débito do
contribuinte no caso do parcelamento não ter sido integralmente pago até o dia de vencimento da última Art. 268 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias, instituídas pela legislação do
parcela. AC LC 90/09 Imposto sobre Transmissão “Inter. Vivos”, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por
natureza ou acessão física, e direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de
direitos a sua aquisição, fica sujeito às seguintes penalidades:
Seção II I - A omissão ou inexatidão de declaração relativa a elementos que possam influir no cálculo do
DOS IMPOSTOS imposto sujeitará o contribuinte à multa de 100% (cem por cento) sobre o valor do imposto sonegado,
Subseção I atualizado.
Do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana II - A falta de pagamento do imposto, de transmissão “intervivos” sujeitará o contribuinte ou os
responsáveis solidários, à multa equivalente a uma vez o imposto devido.
Art. 266 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias, instituídas pela legislação do a) igual multa será aplicada a qualquer pessoa que intervenha no negócio jurídico ou que, por qualquer
Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana, fica sujeito às seguintes penalidades: forma, contribua para a inexatidão ou omissão praticadas.
I - falta de inscrição ou cadastramento do contribuinte: multa de 80% (oitenta por cento) do valor do b) a aplicação da penalidade será feita sem prejuízo do pagamento do imposto devido.
tributo apurado, não podendo o valor daquele ser inferior a 42 (quarenta e duas) UFM’s; Valor para
2009 = 75,87 Subseção III
I - falta de inscrição ou cadastramento do contribuinte: multa de 65% (sessenta e cinco por cento) do Do Imposto sobre serviços de qualquer natureza
valor do tributo apurado, não podendo o valor daquele ser inferior a 35 (trinta e cinco) UFM’s; NR -
LC 90/09 Vlr. Aplic. p/2010 R$ 65,53 Art. 269 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias, instituídas pela legislação do
II - falta de atualização de dados cadastrais: multa de 38 (trinta e oito) UFM’s; Valor para 2009 = Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, fica sujeito às seguintes penalidades:
68,65 I - falta de inscrição, não apresentação de abertura:
II - falta de atualização de dados cadastrais: multa de 35 (trinta e cinco) UFM’s; NR - LC 90/09 Vlr. a) estabelecimentos industriais, comerciais e prestadores de serviços: multa de 167 (cento e sessenta e
Aplic. p/2010 = R$ 65,53 sete) UFM’s; Valor para 2009 = 301,70
III - pelo parcelamento do solo a que se refere o artigo 112, os responsáveis que não cumprirem o b) prestadores de serviços sem estabelecimento fixo: multa de 125 (cento e vinte e cinco) UFM’s.
disposto naquele artigo será imposta a multa equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do valor anual do Valor para 2009 = 225,82
imposto, multa que será devida por um ou mais exercícios, até que seja feita a comunicação exigida; II - falta de comunicação de transferência de cessação de atividades, de alteração de dados cadastrais ou
III - pelo parcelamento do solo a que se refere o artigo 112, os responsáveis que não cumprirem o de declaração de movimento econômico:
disposto naquele artigo será imposta a multa equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do valor anual do a) estabelecimentos industriais, comerciais e prestadores de serviços: multa de 125 (cento e vinte e
imposto, multa que será devida por um ou mais exercícios, até que seja feita a comunicação exigida; cinco) UFM’s; Valor para 2009 = 225,82
NR - LC 90/09 b) prestadores de serviços sem estabelecimento fixo: multa de 67 (sessenta e sete) UFM’s. Valor para
IV - pelo não cumprimento do disposto no artigo 113 será imposta a multa equivalente a 80% (oitenta 2009 = 121,04.
por cento) do valor anual do imposto, não podendo o valor daquele ser inferior a 38 (trinta e oito) III - Falta de recolhimento do Imposto:
UFM’s Valor para 2009 = 68,65 e que será devida por um ou mais exercícios, até a regularização de a) quando o documento fiscal estiver regularmente escriturado, nos livros e registros fiscais próprios:
sua inscrição e/ou Cadastro Fiscal Imobiliário. multa de 100% (cem por cento) do valor do imposto apurado;
IV - pelo não cumprimento do disposto no artigo 113 será imposta a multa equivalente a 65% (sessenta b) nos demais casos: multa de 200% (duzentos por cento) do valor do imposto apurado.
e cinco por cento) do valor do tributo apurado, não podendo o valor daquele ser inferior a 35 (trinta e IV - infração ao disposto nos artigos 175 ou 180 e seus respectivos parágrafos, sem prejuízo do disposto
cinco) UFM’s, e que será devida por um ou mais exercícios, até a regularização de sua inscrição e/ou no inciso III, deste artigo: 100 (cem) UFM’s; Valor para 2009 = 180,66
Cadastro Fiscal Imobiliário. NR - LC 90/09 Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 65,53 V - Multas por infrações às disposições relativas às obrigações tributárias acessórias:
a) falta de livros fiscais ou declaração de serviços obrigatórios: 42 (quarenta e duas) UFM’s Valor para
Art. 267 - As multas previstas no caput do artigo 266 serão aplicadas, sem prejuízo de pagamento do 2009 = 75,87 por livro ou declaração;
Imposto devido. b) falta ou atraso de escrituração, escrituração irregular de livros fiscais obrigatórios, declaração de
serviços irregular : 25 (vinte e cinco) UFM’s Valor para 2009 = 45,16 por mês ou fração, por livro ou
declaração;
c) falta de autenticação de livros fiscais obrigatórios ou quaisquer outros documentos: 50 (cinqüenta)
UFM’s Valor para 2009 = 90,33 por livro;
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d) dificultar ou sonegar o exame de livros, declarações e documentos fiscais ou contábeis: 250 c) falta de autenticação de livros fiscais obrigatórios, inclusive os emitidos mecanicamente, ou por meio
(duzentos e cinqüenta) UFM’s; Valor para 2009 = 451,65; eletrônico, ou quaisquer outros documentos: 40 (quarenta) UFM’s por livro; Vlr. Aplic. p/2010 = R$
e) ausência de livros fiscais, documentos e declarações obrigatórios no estabelecimento, salvo no caso 74,89
previsto no §. 2° do artigo 194: 42 (quarenta e duas) UFM’s Valor para 2009 = 75,87 por livro; d) dificultar ou sonegar o exame de livros, declarações e documentos fiscais ou contábeis: 200
f) uso indevido ou em desacordo com as especificações próprias, de livros, notas ou documentos fiscais: (duzentas) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 374,46
84 (oitenta e quatro) UFM’s Valor para 2009 = 142,00 por livro, nota ou documento fiscal; e) ausência de livros fiscais, documentos e declarações obrigatórios no estabelecimento, salvo no caso
g) uso de notas fiscais fora da ordem cronológica; uso de nota fiscal sem a clara e precisa descrição de previsto no § 2° do artigo 194: 35 (trinta e cinco) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 65,53
serviço prestado; além do uso de nota fiscal, após uma anterior em branco: 85 (oitenta e cinco) UFM’s f) uso indevido ou em desacordo com as especificações próprias, de livros, notas ou documentos fiscais:
Valor para 2009 = 153,56 por nota fiscal; 50 (cinqüenta) UFM’s por livro, nota ou documento fiscal; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 93,61
h) adulteração, vício ou falsificação de livros e documentos fiscais: 20% (vinte por cento) do valor da g) uso de notas fiscais fora da ordem cronológica, ou o uso de nota fiscal sem a clara e precisa descrição
operação a que se refere a irregularidade não podendo o valor deste ser inferior a 167 (cento e sessenta de serviço prestado, ou o uso de nota fiscal, após uma anterior em branco: 50 (cinqüenta) UFM’s por
e sete) UFM’s; Valor para 2009 = 301,70. nota fiscal; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 93,61
i) falta de emissão de notas fiscais: 100% (cem por cento) do valor da operação não podendo o valor h) falta de emissão ou a falsificação de Notas Fiscais, adulteração ou vício, de livros e outros
deste ser inferior a 84 (oitenta e quatro) UFM’s; Valor para 2009 = 151,75. documentos fiscais: 10% (dez por cento) do valor da operação a que se refere a irregularidade, não
j) confecção de livros, notas fiscais e demais documentos fiscais obrigatórios, sem autorização da podendo o valor da multa ser inferior a 140 (cento e quarenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 262,12
repartição competente, nos termos do artigo 163: 417 (quatrocentos e dezessete) UFM’s; Valor para i) falta de declaração, quando não houver movimento econômico no mês: 10 (dez) UFM’s por
2009 = 753,35. informação não prestada; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 18,72
l) perda ou extravio de livros, declarações e documentos fiscais, sem justificativa ou comprovação, na j) confecção de livros, notas fiscais e demais documentos fiscais obrigatórios, sem autorização da
época da ocorrência do fato: 200 (duzentas) UFM’s Valor para 2009 = 361,32 por documento; repartição competente, nos termos do artigo 163: 350 (trezentos e cinqüenta) UFM’s; Vlr. Aplic.
m) demais infrações à presente lei relativas ao exercício de atividades ou prestações de serviços, não p/2010 = R$ 655,30
especificadas nas alíneas anteriores: 85 (oitenta e cinco) UFM’s; Valor para 2009 = 153,56. k) perda ou extravio de livros, inclusive por meio magnético, declarações e outros documentos fiscais,
g) qualquer infração que impossibilite o funcionamento do estabelecimento, poderá cominar, além da sem justificativa ou comprovação, à época da ocorrência do fato, conforme previsto no artigo 194, § 3º:
multa pecuniária prevista nos incisos e alíneas anteriores, com a interdição do mesmo. 160 (cento e sessenta) UFM’s por documento; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 299,56
l) falta de atendimento das Notificações ou solicitações para cumprimentos de obrigações acessórias: 50
Art. 269 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias, instituídas pela legislação do (cinqüenta) UFM’s por Notificação ou solicitação não atendida, sem prejuízo das demais penalidades
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, sujeita o responsável e/ou contribuinte do imposto, às cabíveis; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 93,61
seguintes penalidades: m) falta de alteração de dados cadastrais nos prazos previstos nesta Lei Complementar: 20 (vinte)
I - falta de inscrição, não apresentação de abertura: UFM’s por alteração, sem prejuízo das demais penalidades cabíveis. Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 37,44
a) estabelecimentos industriais, comerciais e prestadores de serviços: multa de 140 (cento e quarenta) n) livro de Registro de Prestação de Serviço, inclusive os preparados por meios magnéticos ou
UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 262,12 eletrônicos, com folhas ou escrituração fora da ordem cronológica: 10 (dez) UFM’s por mês irregular;
b) prestadores de serviços sem estabelecimento fixo: multa de 100 (cem) UFM’s. Vlr. Aplic. p/2010 = Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 18,72
R$ 187,23 o) demais infrações à presente lei relativas ao exercício de atividades ou prestações de serviços, não
II - falta de comunicação de transferência de cessação de atividades, de alteração de dados cadastrais ou especificadas nas demais alíneas e incisos do presente artigo: 70 (setenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 =
de declaração de movimento econômico: R$ 131,06
a) estabelecimentos industriais, comerciais e prestadores de serviços: multa de 70 (setenta) UFM’s. p) qualquer infração que impossibilite o funcionamento do estabelecimento, poderá cominar, além da
Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 131,06 multa pecuniária prevista nos incisos e alíneas do presente artigo, com a interdição do mesmo.
b) prestadores de serviços sem estabelecimento fixo: multa de 55 (cinqüenta e cinco) UFM’s. Vlr. Nova redação e acréscimo dada pela LC 90/09
Aplic. p/2010 = R$ 102,97
III - falta de recolhimento do Imposto: SEÇÃO III
a) quando o documento fiscal estiver regularmente escriturado, nos livros e registros fiscais próprios: DAS TAXAS
multa de 80% (oitenta por cento) do valor do imposto apurado; Subseção I
b) nos demais casos: multa de 160% (cento e sessenta por cento) do valor do imposto apurado. Das Taxas Decorrentes do Efetivo Exercício do Poder de Polícia Administrativa
IV - infração ao disposto nos artigos 175 ou 180 e seus respectivos parágrafos, sem prejuízo do disposto
no inciso III, do presente artigo: 80 (oitenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 149,78 Art. 270 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias instituídas pela legislação das
V - multas por infrações às disposições relativas às obrigações tributárias acessórias: Taxas Decorrentes do Efetivo Exercício do Poder de Polícia Administrativa, fica sujeito às seguintes
a) falta de livros fiscais ou da declaração de serviços obrigatórios, inclusive no ISS Eletrônico (e-ISS): penalidades:
30 (trinta) UFM’s, por livro ou declaração mensal; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 56,16 I - falta de inscrição: multa de 167 (cento e sessenta e sete) UFM’s e interdição do estabelecimento até a
b) falta ou atraso de escrituração, escrituração irregular de livros fiscais obrigatórios, falta ou declaração regularização de sua situação perante o fisco municipal; Valor para 2009 = 301,70
irregular da prestação de serviços, inclusive no ISS Eletrônico (e-ISS): 15 (quinze) UFM’s por mês ou II - falta de renovação de licença: multa de 85 (oitenta e cinco) UFM’s; Valor para 2009 = 153,56
fração, por livro ou declaração mensal; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 28,08
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

III - falta de alvará de funcionamento e de localização: multa de 250 (duzentas e cinqüenta) UFM’s; III - alvará não ficar visível ao público: multa de 40 (quarenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 74,89
Valor para 2009 = 451,65 IV - falta de comunicação da cessação de atividade no prazo previsto nesta Lei Complementar: multa de
IV - alvará não fixado em local visível ao público e de fácil acesso à fiscalização: multa de 85 (oitenta e 70 (setenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 131,06
cinco) UFM’s; Valor para 2009 = 153,56 V - falta de alteração de dados cadastrais nos prazos previstos nesta Lei Complementar: 20 (vinte)
V - falta de comunicação da cessação de atividade, de alteração de dados cadastrais: multa de 85 UFM’s por alteração, sem prejuízo das demais penalidades cabíveis; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 37,44
(oitenta e cinco) UFM’s ou de declaração de movimento econômico; VI - falta de atendimento das Notificações ou solicitações para cumprimentos de obrigações acessórias:
VI - falta de pagamento de taxa: multa de 100% (cem por cento) do valor da taxa devida, não podendo 30 (trinta) UFM’s por cada Notificação ou solicitação não atendida, sem prejuízo das demais
ser inferior a 45 (quarenta e cinco) UFM’s; penalidades cabíveis; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 56,16
VII - falta de licença para funcionamento em horário especial: multa de 100% (cem por cento) do valor VII - falta de pagamento de taxa: multa de 80% (oitenta por cento) do valor da taxa devida, não
da Taxa de Fiscalização da Licença especial, não podendo ser inferior a 250 (duzentas e cinqüenta) podendo ser inferior a 20 (vinte) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 37,44
UFM’s; VIII - demais infrações à presente lei relativas ao exercício das atividades de comércio ambulante ou
VIII - qualquer infração que impossibilite o funcionamento do estabelecimento, poderá cominar, além eventual não especificadas nos demais incisos deste artigo: 70 (setenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 =
da multa pecuniária prevista nos incisos anteriores, com a interdição do mesmo. R$ 131,06
IX - qualquer infração que impossibilite o exercício da atividade relativa ao comércio ambulante ou
Art. 270 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias instituídas pela legislação das eventual, poderá cominar, além da multa pecuniária prevista nos incisos do presente artigo, com a
Taxas Decorrentes do Efetivo Exercício do Poder de Polícia Administrativa, sujeita o responsável e/ou apreensão das mercadorias.
contribuinte da Taxa, às seguintes penalidades: Nova redação e acréscimo dada pela LC 90/09
I - falta de inscrição e/ou do Alvará de Funcionamento e de Localização: multa de 140 (cento e
quarenta) UFM’s e interdição do estabelecimento até a regularização de sua situação perante o fisco Art. 272 - Multas por infrações às disposições relativas à Taxa de Fiscalização da Licença para
municipal; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 262,12 execução de obras particulares:
II - falta de renovação de licença: multa de 90 (noventa) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 168,50 I - falta de solicitação de “vistoria”, “habite-se” ou “certidão de conclusão de obras”; e outras infrações
III - alvará não fixado em local visível ao público e de fácil acesso à fiscalização: multa de 40 ao Código de Obras, não especificadas: multa de 100 (cem) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 187,23
(quarenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 74,89 II - utilização de edificação sem a competente Certidão de Conclusão de Obras ou “habite-se”: multa de
IV - falta de comunicação da cessação de atividade no prazo previsto nesta Lei Complementar: multa de 100 (cem) UFM’s. Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 187,23
70 (setenta) UFM’s. Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 131,06 Parágrafo único. As multas previstas nos incisos I e II serão, quando couberem, aplicadas ao
V - falta de alteração de dados cadastrais nos prazos previstos nesta Lei Complementar: 20 (vinte) proprietário da obra ou possuidor.
UFM’s por alteração, sem prejuízo das demais penalidades cabíveis; (NR) Vlr. Aplic. p/2010 = R$
37,44 Art. 273 - Multas por infrações às disposições relativas à Taxa de Fiscalização da Ocupação e de
VI - falta de atendimento das Notificações ou solicitações para cumprimentos de obrigações acessórias: Permanência em Áreas, em Vias, em Logradouros e Passeios Públicos, Solo, Subsolo e Espaço Aéreo,
50 (cinqüenta) UFM’s por cada Notificação ou solicitação não atendida, sem prejuízo das demais inclusive, em Mercados-livres e Feiras-livres:
penalidades cabíveis; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 93,61 I - falta de alvará ou de renovação de licença: 42 (quarenta e duas) UFM’s;
VII - falta de pagamento de taxa: multa de 80% (oitenta por cento) do valor da taxa devida, não II - demais infrações: 42 (quarenta e duas) UFM’s , por ocorrência.
podendo ser inferior a 40 (quarenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 74,89 Art. 273 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias, instituídas pela legislação da Taxa
VIII - falta de licença para funcionamento em horário especial: multa de 80% (oitenta por cento) do de Fiscalização da Ocupação e de Permanência em Áreas, em Vias, em Logradouros e Passeios
valor da Taxa de Fiscalização da Licença especial, não podendo ser inferior a 200 (duzentas) UFM’s; Públicos, Solo, Subsolo e Espaço Aéreo, inclusive em Mercados-livres e Feiras-livres, fundada no
Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 374,46 poder de polícia administrativa do Município, fica sujeito às seguintes penalidades:
IX - demais infrações à presente lei relativas ao exercício de atividades com incidência de Taxas I - falta de inscrição e/ou de licença: multa de 35 (trinta e cinco) UFM’s e interdição da atividade até a
Decorrentes do Efetivo Exercício do Poder de Polícia Administrativa, não especificadas nos demais regularização de sua situação perante o fisco municipal; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 65,53
incisos deste artigo: 70 (setenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 131,06 II - falta de renovação de licença: multa de 20 (vinte) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 37,44
X - qualquer infração que impossibilite o funcionamento do estabelecimento, poderá cominar, além da III - alvará não ficar visível ao público: multa de 35 (trinta e cinco) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$
multa pecuniária prevista nos incisos do presente artigo, com a interdição do mesmo. 65,53
Nova redação e acréscimo dada pela LC 90/09 IV - falta de comunicação da cessação de atividade no prazo previsto nesta Lei Complementar: multa de
35 (trinta e cinco) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 65,53
Art. 271 - Multas por infrações relativas às atividades de comércio ambulante ou eventual: 100 (cem) V - falta de alteração de dados cadastrais nos prazos previstos nesta Lei Complementar: 20 (vinte)
UFM’s por ocorrência. UFM’s por alteração, sem prejuízo das demais penalidades cabíveis. Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 37,44
Art. 271 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias relativas às atividades de comércio VI - falta de atendimento das Notificações ou solicitações para cumprimentos de obrigações acessórias:
ambulante ou eventual, fica sujeito às seguintes penalidades: 30 (trinta) UFM’s por cada Notificação ou solicitação não atendida; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 56,16
I - falta de inscrição e/ou de licença: multa de 80 (oitenta) UFM’s e interdição da atividade até a VII - falta de pagamento de taxa: multa de 80% (oitenta por cento) do valor da taxa devida, não
regularização de sua situação perante o fisco municipal; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 149,78 podendo ser inferior a 20 (vinte) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 37,44
II - falta de renovação de licença: multa de 70 (setenta) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 131,06
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VIII - demais infrações à presente lei relativas ao exercício de atividades com ocupação e permanência §. 1º Ainda que devidamente regularizados, as suas mercadorias serão apreendidas, quando
em áreas, em vias, em logradouros e passeios públicos, solo, subsolo e espaço aéreo, inclusive em apresentarem vestígios de deterioração, constatada após exame pela repartição sanitária local, após o
mercados-livres e feiras-livres, fundada no poder de polícia administrativa do Município, não que, serão inutilizadas.
especificadas nos demais incisos deste artigo: 35 (trinta e cinco) UFM’s; Vlr. Aplic. p/2010 = R$ §. 2º As mercadorias apreendidas serão removidas para o Depósito Municipal e serão devolvidas após a
65,53 regularização do licenciamento e pagamento do preço, decorrente de apreensão, depósito e condução,
IX - qualquer infração que impossibilite o exercício da atividade mencionada no caput deste artigo, sendo vedada a sua devolução sem o pagamento, inclusive, da multa respectiva.
poderá cominar, além da multa pecuniária prevista nos incisos do presente artigo, com a apreensão das
mercadorias e equipamentos utilizados. CAPÍTULO IV
Nova redação e acréscimo dada pela LC 90/09 DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 274 - Multas por infrações às disposições relativas à Taxa de Licença de Fiscalização Sanitária e Art. 279 - O valor da UFM mantido por esta Lei Complementar, será corrigido no dia 1° de janeiro de
Serviços Sanitários Diversos são regidas por legislação específica. cada exercício, pela variação anual do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de
Pesquisas da Universidade de São Paulo, compreendendo o período referente aos últimos 12 (doze)
Art. 275 - Multas por infrações às disposições relativas à Taxa de Fiscalização de Publicidade: 100 % meses, encerrando este, no mês de novembro do exercício imediatamente anterior.
(cem por cento) do valor da taxa devida, não inferior a 42 (quarenta e duas) UFM’s, por unidade.
Art. 275 - Multas por infrações às disposições relativas à Taxa de Fiscalização de Publicidade: 80 % Art. 280 - Esta Lei Complementar entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos
(oitenta por cento) do valor da taxa devida, não inferior a 35 (trinta e cinco) UFM’s, por tipo de a partir de 1º de janeiro de 2008, revogando-se especialmente a Lei Complementar nº 49, de 30 de
publicidade. NR - LC 90/09 Vlr. Aplic. p/2010 = R$ 65,53 dezembro de 2003.
Parágrafo único. Qualquer infração relacionada à Taxa de Fiscalização de Publicidade, poderá
cominar, além da multa pecuniária prevista no caput do presente artigo, com a apreensão das Pirassununga, 28 de dezembro de 2007.
mercadorias e materiais que deram causa à infração. AC LC 90/09

Subseção II
DAS TAXAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS
- ADEMIR ALVES LINDO -
Art. 276 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias, instituídas pelas Taxas de Prefeito Municipal
Serviços Públicos, fica sujeito às seguintes penalidades:
I - falta de recolhimento das taxas devidas: multa de 100% (cem por cento) do valor da taxa devida;
I - falta de recolhimento das taxas devidas: multa de 80% (oitenta por cento) do valor da taxa devida;
NR - LC 90/09
II - acréscimos moratórios e atualização monetária, conforme previsto no artigo 7º.

Seção IV
DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA

Art. 277 - O descumprimento das obrigações principais e acessórias, instituídas pela Contribuição de
Melhoria, fica sujeito às seguintes penalidades:
I - falta de recolhimento Contribuição de Melhoria: multa de 100% (cem por cento) do valor da
Contribuição de Melhoria devida;
I - falta de recolhimento de Contribuição de Melhoria: multa de 80% (oitenta por cento) do valor da
Contribuição de Melhoria devida; NR - LC 90/09
II - acréscimos moratórios e atualização monetária, conforme previsto no artigo 7º.

CAPÍTULO III
OUTRAS PENALIDADES

Art. 278 - Os comerciantes ambulantes ou eventuais e os feirantes, que forem encontrados sem a
respectiva licença e continuarem a exercerem suas atividades sem a devida regularização, além das
penalidades previstas nos artigos 271 e 273, poderão ter suas mercadorias apreendidas.
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Locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem


ANEXO I 3.04
ou permissão de uso, compartilhado ou não, de ferrovia,
3%
LISTA DE SERVIÇOS rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer
natureza.

Valor Anual Cessão de andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas


3.05 3%
de uso temporário.
Cód. A T I V I D A D E % UFM R$-2010

1 Serviços de informática e congêneres. 4 Serviços de saúde, assistência médica e congêneres.


1.01 Análise e desenvolvimento de sistemas. 3% 337,0000 630,96 4.01 Medicina e biomedicina. 3% 686,0000 1.284,39
1.02 Programação. 3% 337,0000 630,96
Análises clínicas, patologia, eletricidade médica,
1.03 Processamento de dados e congêneres. 3% 4.02 radioterapia, quimioterapia, ultra-sonografia, ressonância 3%
magnética, radiologia, tomografia e congêneres.
Elaboração de programas de computadores, inclusive de
1.04 3% 337,0000 630,96
jogos eletrônicos. Hospitais, clínicas, laboratórios, sanatórios, manicômios,
4.03 casas de saúde, prontos-socorros, ambulatórios e 3%
Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas congêneres.
1.05 3% 337,0000 630,96
de computação. 4.04 Instrumentação cirúrgica. 3%
1.06 Assessoria e consultoria em informática. 3% 337,0000 630,96 4.05 Acupuntura. 3% 337,0000 630,96
Suporte técnico em informática, inclusive instalação, 4.06 Enfermagem, inclusive serviços auxiliares. 3% 174,0000 325,78
1.07 configuração e manutenção de programas de computação 3% 337,0000 630,96
e bancos de dados. 4.07 Serviços farmacêuticos. 3% 174,0000 325,78
Planejamento, confecção, manutenção e atualização de 4.08 Terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia. 3% 174,0000 325,78
1.08 3% 337,0000 630,96
páginas eletrônicas.
Terapias de Qualquer espécie destinadas ao tratamento
4.09 3% 174,0000 325,78
Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer físico, orgânico e mental.
2
natureza.
4.10 Nutrição. 3% 174,0000 325,78
Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer
2.01 3% 337,0000 630,96
natureza. 4.11 Obstetrícia. 3% 174,0000 325,78
4.12 Odontologia. 3% 337,0000 630,96
Serviços prestados mediante locação, cessão de direito
3 4.13 Ortóptica. 3% 499,0000 934,27
de uso e congêneres.
3.01 4.14 Próteses sob encomenda. 3% 174,0000 325,78
Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de 4.15 Psicanálise. 3% 174,0000 325,78
3.02 3%
propaganda. 4.16 Psicologia. 3% 337,0000 630,96
Exploração de salões de festas, centro de convenções, Casas de repouso e de recuperação, creches, asilos e
escritórios virtuais, stands, quadras esportivas, estádios, 4.17 3% 337,0000 630,96
congêneres.
3.03 ginásios, auditórios, casas de espetáculos, parques de 3% 4.18 Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres. 3%
diversões, canchas e congêneres, para realização de
eventos ou negócios de qualquer natureza. Bancos de sangue, leite, pele, olhos, óvulos, sêmen e
4.19 3%
congêneres.
Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais
4.20 3%
biológicos de qualquer espécie.
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Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel Serviços relativos a engenharia, arquitetura, geologia,
4.21 3%
e congêneres. 7 urbanismo, construção civil, manutenção, limpeza,
Planos de medicina de grupo ou individual e convênios meio ambiente, saneamento e congêneres.
4.22 para prestação de assistência médica, hospitalar, 3%
odontológica e congêneres. Engenharia, agronomia, agrimensura, arquitetura,
7.01 5% 337,0000 630,96
geologia, urbanismo, paisagismo e congêneres.
Outros planos de saúde que se cumpram através de
serviços de terceiros contratados, credenciados,
4.23 3%
cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano Execução, por administração, empreitada ou
mediante indicação do beneficiário. subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou
elétrica e de outras obras semelhantes, inclusive
sondagem, perfuração de poços, escavação, drenagem e
Serviços de medicina e assistência veterinária e 7.02 irrigação, terraplanagem, pavimentação, concretagem e a 5% 174,0000 325,78
5
congêneres. instalação e montagem de produtos, peças e
5.01 Medicina veterinária e zootecnia. 3% 337,0000 630,96 equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias
produzidas pelo prestador de serviços fora do local da
Hospitais, clínicas, ambulatórios, prontos-socorros e prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS).
5.02 3%
congêneres, na área veterinária.

5.03 Laboratórios de análise na área veterinária. 3% Elaboração de planos diretores, estudos de viabilidade,
5.04 Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres. 3% estudos organizacionais e outros, relacionados com obras
7.03 e serviços de engenharia; elaboração de anteprojetos, 5% 337,0000 630,96
5.05 Bancos de sangue e de órgãos e congêneres. 3% projetos básicos e projetos executivos para trabalhos de
engenharia.
Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais
5.06 3%
biológicos de qualquer espécie. Demolição.
7.04 5%
Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel
5.07 3% Reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas,
e congêneres.
pontes, portos e congêneres (exceto o fornecimento de
7.05 mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços, fora 5%
Guarda, tratamento, amestramento, embelezamento,
5.08 3% 174,0000 325,78 do local da prestação dos serviços, que fica sujeito ao
alojamento e congêneres.
ICMS).
5.09 Planos de atendimento e assistência médico-veterinária. 3%
Colocação e instalação de tapetes, carpetes, assoalhos,
cortinas, revestimentos de parede, vidros, divisórias,
7.06 5% 174,0000 325,78
placas de gesso e congêneres, com material fornecido
Serviços de cuidados pessoais, estética, atividades pelo tomador do serviço.
6
físicas e congêneres.
Recuperação, raspagem, polimento e lustração de pisos e
Barbearia, cabeleireiros, manicuros, pedicuros e 7.07 5% 174,0000 325,78
6.01 3% 137,0000 256,50 congêneres.
congêneres.
7.08 Calafetação. 5% 174,0000 325,78
6.02 Esteticistas, tratamento de pele, depilação e congêneres. 3% 174,0000 325,78
6.03 Banhos, duchas, sauna, massagens e congêneres. 3% 174,0000 325,78 Varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento,
7.09 reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e 3% 137,0000 256,50
Ginástica, dança, esportes, natação, artes marciais e outros resíduos Quaisquer.
6.04 3% 174,0000 325,78
demais atividades físicas.
Limpeza, manutenção e conservação de vias e
6.05 Centros de emagrecimento, spa e congêneres. 3% 7.10 logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, 3% 174,0000 325,78
parques, jardins e congêneres.
Decoração e jardinagem, inclusive corte e poda de
7.11 3% 137,0000 256,50
árvores.
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Controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e Hospedagem de qualquer natureza em hotéis, apart-
7.12 3%
de agentes físicos, químicos e biológicos. service condominiais, flat, apart-hotéis, hotéis residência,
residence-service, suite service, hotelaria marítima,
Dedetização, desinfecção, desinsetização, imunização, 9.01 motéis, pensões e congêneres; ocupação por temporada 3%
7.13 3% 174,0000 325,78
higienização, desratização, pulverização e congêneres. com fornecimento de serviço (o valor da alimentação e
7.14 gorjeta, quando incluído no preço da diária, fica sujeito ao
Imposto Sobre Serviços).
7.15

Florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e Agenciamento, organização, promoção, intermediação e


7.16 3% 9.02 execução de programas de turismo, passeios, viagens, 3% 337,0000 630,96
congêneres.
excursões, hospedagens e congêneres.
Escoramento, contenção de encostas e serviços
7.17 3%
congêneres. 9.03 Guias de turismo. 3% 174,0000 325,78
Limpeza e dragagem de rios, portos, canais, baías, lagos,
7.18 3%
lagoas, represas, açudes e congêneres.
10 Serviços de intermediação e congêneres.
Acompanhamento e fiscalização da execução de obras de
7.19 5% Agenciamento, corretagem ou intermediação de câmbio,
engenharia, arquitetura e urbanismo.
10.01 de seguros, de cartões de crédito, de planos de saúde e de 3% 255,0000 477,43
Aerofotogrametria (inclusive interpretação), cartografia, planos de previdência privada.
mapeamento, levantamentos topográficos, batimétricos,
7.20 5% 337,0000 630,96 Agenciamento, corretagem ou intermediação de títulos
geográficos, geodésicos, geológicos, geofísicos e 10.02 5% 337,0000 630,96
congêneres. em geral, valores mobiliários e contratos quaisquer.

Pesquisa, perfuração, cimentação, mergulho, perfilagem, Agenciamento, corretagem ou intermediação de direitos


concretação, testemunhagem, pescaria, estimulação e 10.03 5% 337,0000 630,96
de propriedade industrial, artística ou literária.
7.21 outros serviços relacionados com a exploração e 5%
explotação de petróleo, gás natural e de outros recursos Agenciamento, corretagem ou intermediação de contratos
minerais. 10.04 de arrendamento mercantil (leasing), de franquia 5% 337,0000 630,96
(franchising) e de faturização (factoring).
7.22 Nucleação e bombardeamento de nuvens e congêneres. 5%

Agenciamento, corretagem ou intermediação de bens


Serviços de educação, ensino, orientação pedagógica e móveis ou imóveis, não abrangidos em outros itens ou
10.05 3% 337,0000 630,96
8 educacional, instrução, treinamento e avaliação subitens, inclusive aqueles realizados no âmbito de
pessoal de Qualquer grau ou natureza. Bolsas de Mercadorias e Futuros, por quaisquer meios.

Ensino regular pré-escolar, fundamental, médio e 10.06 Agenciamento marítimo. 5% 337,0000 630,96
8.01 3%
superior.
Instrução, treinamento, orientação pedagógica e 10.07 Agenciamento de notícias. 5% 337,0000 630,96
8.02 educacional, avaliação de conhecimentos de qualquer 3% 174,0000 325,78
Agenciamento de publicidade e propaganda, inclusive o
natureza. 10.08 3% 255,0000 477,43
agenciamento de veiculação por quaisquer meios.
10.09 Representação de qualquer natureza, inclusive comercial. 3% 255,0000 477,43
Serviços relativos a hospedagem, turismo, viagens e
9 10.10 Distribuição de bens de terceiros. 3% 255,0000 477,43
congêneres.
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Serviços de guarda, estacionamento, armazenamento, Desfiles de blocos carnavalescos ou folclóricos, trios


11 12.15 3%
vigilância e congêneres. elétricos e congêneres.

Guarda e estacionamento de veículos terrestres Exibição de filmes, entrevistas, musicais, espetáculos,


11.01 3%
automotores, de aeronaves e de embarcações. 12.16 shows, concertos, desfiles, óperas, competições 3%
Vigilância, segurança ou monitoramento de bens e esportivas, de destreza intelectual ou congêneres.
11.02 3% 174,0000 325,78
pessoas.
11.03 Escolta, inclusive de veículos e cargas. 3% 174,0000 325,78 Recreação e animação, inclusive em festas e eventos de
12.17 3% 137,0000 256,50
qualquer natureza.
Armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e
11.04 3%
guarda de bens de Qualquer espécie.
Serviços relativos a fonografia, fotografia,
13
cinematografia e reprografia.
Serviços de diversões, lazer, entretenimento e
12 13.01
congêneres.
12.01 Espetáculos teatrais. 3% Fonografia ou gravação de sons, inclusive trucagem,
13.02 3% 174,0000 325,78
dublagem, mixagem e congêneres.
12.02 Exibições cinematográficas. 3%
Fotografia e cinematografia, inclusive revelação,
12.03 Espetáculos circenses. 3% 13.03 3% 174,0000 325,78
ampliação, cópia, reprodução, trucagem e congêneres.
12.04 Programas de auditório. 3%
13.04 Reprografia, microfilmagem e digitalização. 3% 174,0000 325,78
12.05 Parques de diversões, centros de lazer e congêneres. 3%
Composição gráfica, fotocomposição, clicheria,
13.05 3% 174,0000 325,78
12.06 Boates, taxi-dancing e congêneres. 3% zincografia, litografia, fotolitografia.

Shows, ballet, danças, desfiles, bailes, óperas, concertos,


12.07 3%
recitais, festivais e congêneres. 14 Serviços relativos a bens de terceiros.

12.08 Feiras, exposições, congressos e congêneres. 3% Lubrificação, limpeza, lustração, revisão, carga e recarga,
conserto, restauração, blindagem, manutenção e
12.09 Bilhares, boliches e diversões eletrônicas ou não. 3% conservação de máquinas, veículos, aparelhos,
14.01 3% 174,0000 325,78
equipamentos, motores, elevadores ou de Qualquer objeto
12.10 Corridas e competições de animais. 3% (exceto peças e partes empregadas, que ficam sujeitas ao
ICMS).
Competições esportivas ou de destreza física ou
12.11 3%
intelectual, com ou sem a participação do espectador. 14.02 Assistência técnica. 3% 174,0000 325,78

12.12 Execução de música. 3% Recondicionamento de motores (exceto peças e partes


14.03 3%
empregadas, que ficam sujeitas ao ICMS).
Produção, mediante ou sem encomenda prévia, de
eventos, espetáculos, entrevistas, shows, ballet, danças, 14.04 Recauchutagem ou regeneração de pneus. 3%
12.13 3%
desfiles, bailes, teatros, óperas, concertos, recitais,
festivais e congêneres. Restauração, recondicionamento, acondicionamento,
pintura, beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento,
Fornecimento de música para ambientes fechados ou não, 14.05 3% 174,0000 325,78
12.14 3% galvanoplastia, anodização, corte, recorte, polimento,
mediante transmissão por qualquer processo. plastificação e congêneres, de objetos Quaisquer.
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Instalação e montagem de aparelhos, máquinas e


equipamentos, inclusive montagem industrial, prestados Emissão, reemissão e fornecimento de avisos,
14.06 3% 174,0000 325,78 comprovantes e documentos em geral; abono de firmas;
ao usuário final, exclusivamente com material por ele
fornecido. coleta e entrega de documentos, bens e valores;
15.06 comunicação com outra agência ou com a administração 5%
14.07 Colocação de molduras e congêneres. 3% 174,0000 325,78 central; licenciamento eletrônico de veículos;
transferência de veículos; agenciamento fiduciário ou
Encadernação, gravação e douração de livros, revistas e
14.08 3% 174,0000 325,78 depositário; devolução de bens em custódia.
congêneres.

Alfaiataria e costura, quando o material for fornecido pelo Acesso, movimentação, atendimento e consulta a contas
14.09 3% 174,0000 325,78 em geral, por qualquer meio ou processo, inclusive por
usuário final, exceto aviamento.
telefone, fac-símile, internet e telex, acesso a Terminais
14.10 Tinturaria e lavanderia. 3% 174,0000 325,78 15.07 de atendimento, inclusive vinte e Quatro horas; acesso a 5%
outro banco e a rede compartilhada; fornecimento de
14.11 Tapeçaria e reforma de estofamentos em geral. 3% 174,0000 325,78 saldo, extrato e demais informações relativas a contas em
14.12 Funilaria e lanternagem. 3% 174,0000 325,78 geral, por Qualquer meio ou processo.
14.13 Carpintaria e serralheria. 3% 174,0000 325,78 Emissão, reemissão, alteração, cessão, substituição,
cancelamento e registro de contrato de crédito; estudo,
análise e avaliação de operações de crédito; emissão,
Serviços relacionados ao setor bancário ou financeiro, 15.08 5%
concessão, alteração ou contratação de aval, fiança,
inclusive aqueles prestados por instituições financeiras anuência e congêneres; serviços relativos a abertura de
15
autorizadas a funcionar pela União ou por quem de crédito, para quaisquer fins.
direito.

Administração de fundos quaisquer, de consórcio, de Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens,


15.01 cartão de crédito ou débito e congêneres, de carteira de 5% inclusive cessão de direitos e obrigações, substituição de
clientes, de cheques pré-datados e congêneres. 15.09 garantia, alteração, cancelamento e registro de contrato, e 5%
demais serviços relacionados ao arrendamento mercantil
(leasing).
Abertura de contas em geral, inclusive conta-corrente,
conta de investimentos e aplicação e caderneta de
15.02 5% Serviços relacionados a cobranças, recebimentos ou
poupança, no País e no exterior, bem como a manutenção
das referidas contas ativas e inativas. pagamentos em geral, de títulos quaisquer, de contas ou
carnês, de câmbio, de tributos e por conta de terceiros,
inclusive os efetuados por meio eletrônico, automático ou
15.10 5%
Locação e manutenção de cofres particulares, de por máquinas de atendimento; fornecimento de posição
15.03 Terminais eletrônicos, de Terminais de atendimento e de 5% de cobrança, recebimento ou pagamento; emissão de
bens e equipamentos em geral. carnês, fichas de compensação, impressos e documentos
em geral.
Fornecimento ou emissão de atestados em geral, inclusive
15.04 atestado de idoneidade, atestado de capacidade financeira 5%
e congêneres. Devolução de títulos, protesto de títulos, sustação de
15.11 protesto, manutenção de títulos, reapresentação de títulos, 5%
Cadastro, elaboração de ficha cadastral, renovação e demais serviços a eles relacionados.
cadastral e congêneres, inclusão ou exclusão no Cadastro
15.05 5% Custódia em geral, inclusive de títulos e valores
de Emitentes de Cheques sem Fundos – CCF ou em 15.12 5%
quaisquer outros bancos cadastrais. mobiliários.
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Serviços relacionados a operações de câmbio em geral, Assessoria ou consultoria de qualquer natureza, não
edição, alteração, prorrogação, cancelamento e baixa de contida em outros itens desta lista; análise, exame,
contrato de câmbio; emissão de registro de exportação ou 17.01 pesquisa, coleta, compilação e fornecimento de dados e 3% 437,0000 818,19
de crédito; cobrança ou depósito no exterior; emissão, informações de qualquer natureza, inclusive cadastro e
15.13 fornecimento e cancelamento de cheques de viagem; 5% similares.
fornecimento, transferência, cancelamento e demais
Datilografia, digitação, estenografia, expediente,
serviços relativos a carta de crédito de importação,
secretaria em geral, resposta audível, redação, edição,
exportação e garantias recebidas; envio e recebimento de 17.02 3% 174,0000 325,78
interpretação, revisão, tradução, apoio e infra-estrutura
mensagens em geral relacionadas a operações de câmbio.
administrativa e congêneres.

Fornecimento, emissão, reemissão, renovação e Planejamento, coordenação, programação ou organização


17.03 3% 337,0000 630,96
15.14 manutenção de cartão magnético, cartão de crédito, cartão 5% técnica, financeira ou administrativa.
de débito, cartão salário e congêneres. Recrutamento, agenciamento, seleção e colocação de
17.04 3%
mão-de-obra.
Compensação de cheques e títulos quaisquer; serviços
Fornecimento de mão-de-obra, mesmo em caráter
relacionados a depósito, inclusive depósito identificado, a
temporário, inclusive de empregados ou trabalhadores,
15.15 saque de contas Quaisquer, por qualquer meio ou 5% 17.05 3%
avulsos ou temporários, contratados pelo prestador de
processo, inclusive em terminais eletrônicos e de
serviço.
atendimento.
Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas,
planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade,
Emissão, reemissão, liquidação, alteração, cancelamento 17.06 3% 337,0000 630,96
elaboração de desenhos, textos e demais materiais
e baixa de ordens de pagamento, ordens de crédito e publicitários.
15.16 similares, por qualquer meio ou processo; serviços 5%
relacionados à transferência de valores, dados, fundos, 17.07
pagamentos e similares, inclusive entre contas em geral. 17.08 Franquia (franchising). 3%

Emissão, fornecimento, devolução, sustação, 17.09 Perícias, laudos, exames técnicos e análises técnicas. 3% 174,0000 325,78
15.17 cancelamento e oposição de cheques quaisquer, avulso ou 5%
Planejamento, organização e administração de feiras,
por talão. 17.10 3%
exposições, congressos e congêneres.
Serviços relacionados a crédito imobiliário, avaliação e
Organização de festas e recepções; bufê (exceto o
vistoria de imóvel ou obra, análise técnica e jurídica,
17.11 fornecimento de alimentação e bebidas, que fica sujeito 3%
emissão, reemissão, alteração, transferência e
15.18 5% ao ICMS).
renegociação de contrato, emissão e reemissão do Termo
Administração em geral, inclusive de bens e negócios de
de quitação e demais serviços relacionados a crédito 17.12 3% 437,0000 818,19
terceiros.
imobiliário.
17.13 Leilão e congêneres. 3% 337,0000 630,96
17.14 Advocacia. 3% 437,0000 818,19
16 Serviços de transporte de natureza municipal. 17.15 Arbitragem de qualquer espécie, inclusive jurídica. 3% 174,0000 325,78
16.01 Serviços de transporte de natureza municipal. 3% 174,0000 325,78 17.16 Auditoria. 3% 437,0000 818,19
17.17 Análise de Organização e Métodos. 3% 437,0000 818,19
17.18 Atuária e cálculos técnicos de qualquer natureza. 3% 437,0000 818,19
Serviços de apoio técnico, administrativo, jurídico,
17
contábil, comercial e congêneres. 17.19 Contabilidade, inclusive serviços técnicos e auxiliares. 3% 437,0000 818,19
17.20 Consultoria e assessoria econômica ou financeira. 3% 437,0000 818,19
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17.21 Estatística. 3% 437,0000 818,19


Serviços aeroportuários, utilização de aeroporto,
17.22 Cobrança em geral. 3% 174,0000 325,78 movimentação de passageiros, armazenagem de qualquer
20.02 natureza, capatazia, movimentação de aeronaves, serviços 3%
Assessoria, análise, avaliação, atendimento, consulta, de apoio aeroportuários, serviços acessórios,
cadastro, seleção, gerenciamento de informaçõ es, movimentação de mercadorias, logística e congêneres.
17.23 3%
administração de contas a receber ou a pagar e em geral,
relacionados a operações de faturização (factoring).
Serviços de terminais rodoviários, ferroviários,
Apresentação de palestras, conferências, seminários e 20.03 metroviários, movimentação de passageiros, mercadorias, 3%
17.24 3% 174,0000 325,78
congêneres. inclusive suas operações, logística e congêneres.

Serviços de regulação de sinistros vinculados a


21 Serviços de registros públicos, cartorários e notariais.
contratos de Seguros; inspeção e avaliação de riscos
18
para cobertura de contratos de seguros; prevenção e 21.01 Serviços de registros públicos, cartorários e notariais. 3%
gerência de riscos seguráveis e congêneres.

Serviços de regulação de sinistros vinculados a contratos 22 Serviços de exploração de rodovia.


de seguros; inspeção e avaliação de riscos para cobertura Serviços de exploração de rodovia mediante cobrança de
18.01 3% 174,0000 325,78
de contratos de Seguros; prevenção e gerência de riscos preço ou pedágio dos usuários, envolvendo execução de
seguráveis e congêneres. serviços de conservação, manutenção, melhoramentos
22.01 para adequação de capacidade e Segurança de trânsito, 5%
operação, monitoração, assistência aos usuários e outros
Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais serviços definidos em contratos, atos de concessão ou de
produtos de loteria, bingos, cartões, pules ou cupons permissão ou em normas oficiais.
19
de apostas, sorteios, prêmios, inclusive os decorrentes
de títulos de capitalização e congêneres.
Serviços de programação e comunicação visual,
23
desenho industrial e congêneres.
Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais
produtos de loteria, bingos, cartões, pules ou cupons de Serviços de programação e comunicação visual, desenho
19.01 3% 174,0000 325,78 23.01 3% 255,0000 477,43
apostas, sorteios, prêmios, inclusive os decorrentes de industrial e congêneres.
títulos de capitalização e congêneres.

Serviços de chaveiros, confecção de carimbos, placas,


Serviços portuários, aeroportuários, ferroportuários, 24
20 sinalização visual, banners, adesivos e congêneres.
de Terminais rodoviários, ferroviários e metroviários.
Serviços de chaveiros, confecção de carimbos, placas,
24.01 3% 137,0000 256,50
Serviços portuários, ferroportuários, utilização de porto, sinalização visual, banners, adesivos e congêneres.
movimentação de passageiros, reboque de embarcações,
rebocador escoteiro, atracação, desatracação, serviços de
praticagem, capatazia, armazenagem de qualquer 25 Serviços funerários.
20.01 3% 174,0000 325,78
natureza, serviços acessórios, movimentação de
mercadorias, serviços de apoio marítimo, de
movimentação ao largo, serviços de armadores, estiva,
conferência, logística e congêneres.
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Funerais, inclusive fornecimento de caixão, urna ou 32 Serviços de desenhos técnicos.


esquifes; aluguel de capela; transporte do corpo
cadavérico; fornecimento de flores, coroas e outros 32.01 Serviços de desenhos técnicos. 3% 174,0000 325,78
25.01 paramentos; desembaraço de certidão de óbito; 3%
fornecimento de véu, essa e outros adornos;
embalsamento, embelezamento, conservação ou Serviços de desembaraço aduaneiro, comissários,
33
restauração de cadáveres. despachantes e congêneres.
25.02 Cremação de corpos e partes de corpos cadavéricos. 3% Serviços de desembaraço aduaneiro, comissários,
33.01 3% 337,0000 630,96
25.03 Planos ou convênio funerários. 3% despachantes e congêneres.
25.04 Manutenção e conservação de jazigos e cemitérios. 3%
Serviços de investigações particulares, detetives e
34
congêneres.
Serviços de coleta, remessa ou entrega de
Serviços de investigações particulares, detetives e
correspondências, documentos, objetos, bens ou 34.01 3% 174,0000 325,78
26 congêneres.
valores, inclusive pelos correios e suas agências
franqueadas; courrier e congêneres.
Serviços de coleta, remessa ou entrega de Serviços de reportagem, assessoria de imprensa,
35
correspondências, documentos, objetos, bens ou valores, jornalismo e relações públicas.
26.01 3% 174,0000 325,78
inclusive pelos correios e suas agências franqueadas;
courrier e congêneres. Serviços de reportagem, assessoria de imprensa,
35.01 3% 255,0000 477,43
jornalismo e relações públicas.

27 Serviços de assistência social.


36 Serviços de meteorologia.
27.01 Serviços de assistência social. 3% 337,0000 630,96
36.01 Serviços de meteorologia. 3% 255,0000 477,43

Serviços de avaliação de bens e serviços de Qualquer


28
natureza. 37 Serviços de artistas, atletas, modelos e manequins.
Serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer
28.01 3% 174,0000 325,78 37.01 Serviços de artistas, atletas, modelos e manequins. 3% 174,0000 325,78
natureza.

29 Serviços de biblioteconomia. 38 Serviços de museologia.


29.01 Serviços de biblioteconomia. 3% 174,0000 325,78 38.01 Serviços de museologia. 3% 174,0000 325,78

30 Serviços de biologia, biotecnologia e química. 39 Serviços de ourivesaria e lapidação.


30.01 Serviços de biologia, biotecnologia e química. 3% 337,0000 630,96 Serviços de ourivesaria e lapidação (quando o material
39.01 3% 174,0000 325,78
for fornecido pelo tomador do serviço).
Serviços técnicos em edificações, eletrônica,
31 eletrotécnica, mecânica, telecomunicações e
congêneres. 40 Serviços relativos a obras de arte sob encomenda.

Serviços técnicos em edificações, eletrônica, 40.01 Obras de arte sob encomenda. 3% 174,0000 325,78
31.01 3% 174,0000 325,78
eletrotécnica, mecânica, telecomunicações e congê neres.
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ANEXO II ANEXO III


TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LICENÇA DE LOCALIZAÇÃO
E LICENÇA DE FUNCIONAMENTO
ALÍQUOTAS DE ISSQN DO SIMPLES NACIONAL
Conforme definição do Comitê Gestor ou similar
ATIVIDADES Valor Anual - em UFM's
ME EPP Outras
Receita Bruta em 12 meses
Instituições financeiras, de crédito, de
(em R$) Alíquota 1 câmbio, de seguro, de capitalização e 544,5500 612,6200 680,6900
similares
1 Até 120.000,00 2,00% Estabelecimento de produção
2 49,5000 55,6900 61,8800
De 120.000,01 a 240.000,00 agropecuária
2 2,79%
De 240.000,01 a 360.000,00 Atividade de extração mineral por 5.000
3 3,50% 3 643,5600 724,0000 804,4500
m² ou fração de área explorada
4 De 360.000,01 a 480.000,00 3,84% Prestador de Serviços Autônomos -
4 24,7500
De 480.000,01 a 600.000,00 Pessoa Física
5 3,87%
5 Diversões Públicas 64,3500 72,4000 80,4400
6 De 600.000,01 a 720.000,00 4,23% Qualquer Contribuinte da Taxa de
De 720.000,01 a 840.000,00 6 Fiscalização da Ocupação do Solo, 14,8500 16,7000 18,5600
7 4,26% exceto quando de Diversões Públicas
8 De 840.000,01 a 960.000,00 4,31% Demais atividades ou estabelecimentos, inclusive depósitos fechados: (pela
7
De 960.000,01 a 1.080.000,00 área utilizada)
9 4,61%
De 1.080.000,01 a 1.200.000,00 7a - Até 50 m² 30,9405 34,6534 40,2227
10 4,65%
7b - mais de 50 m² até 100m² 49,5049 55,6930 61,8811
11 De 1.200.000,01 a 1.320.000,00 5,00%
7c - mais de 100m² até 200m² 74,2574 83,5396 92,8217
12 De 1.320.000,01 a 1.440.000,00 5,00%
7d - mais de 200m² até 300m² 105,1980 117,5742 129,9504
13 De 1.440.000,01 a 1.560.000,00 5,00% 7e - mais de 300m² até 400m² 142,3267 160,8910 179,4554
14 De 1.560.000,01 a 1.680.000,00 5,00% 7f - mais de 400m² até 500m² 185,6435 210,3960 228,9603
15 De 1.680.000,01 a 1.800.000,00 5,00% 7g - mais de 500m² até 1.000m² 235,1485 266,0991 284,6534

16 De 1.800.000,01 a 1.920.000,00 5,00% 7h - mais de 1.000m² até 2.000m² 290,8415 327,9702 365,0990
De 1.920.000,01 a 2.040.000,00 7i - mais de 2.000m² até 3.000m² 371,2871 417,6980 457,9207
17 5,00%
De 2.040.000,01 a 2.160.000,00 7j - mais de 3.000m² 464,1089 519,8019 575,4950
18 5,00%
19 De 2.160.000,01 a 2.280.000,00 5,00%
20 De 2.280.000,01 a 2.400.000,00 5,00%
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ANEXO III - A ANEXO IV


TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LICENÇA DE LOCALIZAÇÃO TAXA DE FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO EVENTUAL OU
E LICENÇA DE FUNCIONAMENTO AMBULANTE

Valor Anual - em Reais - 2010 Valor Anual - em UFM's


ATIVIDADES
ME EPP Outras Pessoa Física Pessoa Jurídica
NATUREZA DOS PRODUTOS
Instituições financeiras, de crédito, de câmbio, COMERCIALIZADOS
1 1.019,56 1.147,00 1.273,16
de seguro, de capitalização e similares I 40,0000 80,0000
Frutas, verduras e legumes.
2 Estabelecimento de produção agropecuária 92,67 104,26 115,85 II Flores, Mudas, etc. 50,0000 100,0000
Atividade de extração mineral por 5.000 m² ou III Produtos comestíveis. 55,0000 110,0000
3 1.204,93 1.355,54 1.506,17
fração de área explorada
IV Produtos do vestuário. 60,0000 120,0000
Prestador de Serviços Autônomos - Pessoa V Produtos de cama, mesa e banho. 70,0000 140,0000
4 46,33
Física
VI Brinquedos. 80,0000 160,0000
5 Diversões Públicas 120,48 135,55 150,66
VII Móveis e utensílios domésticos. 90,0000 180,0000
Qualquer Contribuinte da Taxa de
6 Fiscalização da Ocupação do Solo, exceto 27,80 31,26 34,74 VIII Ferragens e Ferramentas. 100,0000 200,0000
quando de Diversões Públicas IX Outros produtos 60,0000 120,0000
Demais atividades ou estabelecimentos, inclusive depósitos fechados: (pela área
7
utilizada)
7a - Até 50 m² 57,92 64,88 75,30 ANEXO IV - A
7b - mais de 50 m² até 100m² 92,68 104,27 115,85 TAXA DE FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO EVENTUAL OU
7c - mais de 100m² até 200m² 139,03 156,41 173,79
AMBULANTE
7d - mais de 200m² até 300m² 196,96 220,13 243,30
7e - mais de 300m² até 400m² 266,47 301,23 335,99
NATUREZA DOS PRODUTOS Pessoa Pessoa
7f - mais de 400m² até 500m² 347,58 393,92 428,68 COMERCIALIZADOS Física Jurídica
7g - mais de 500m² até 1.000m² 440,26 498,21 532,95 I Frutas, verduras e legumes. 74,89 149,78
7h - mais de 1.000m² até 2.000m² 544,54 614,05 683,57 II Flores, Mudas, etc. 93,61 187,23
7i - mais de 2.000m² até 3.000m² 695,16 782,05 857,36 III Produtos comestíveis. 102,97 205,95
7j - acima de 3.000m² 868,95 973,22 1.077,49 IV Produtos do vestuário. 112,33 224,67
V Produtos de cama, mesa e banho. 131,06 262,12
VI Brinquedos. 149,78 299,56
VII Móveis e utensílios domésticos. 168,50 337,01
VIII Ferragens e Ferramentas. 187,23 374,46
IX Outros produtos 112,33 224,67
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ANEXO V
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA LICENÇA PARA EXECUÇÃO DE
OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E SIMILARES

NATUREZA DA CONSTRUÇÃO OU Valor por Construção/Evento


EVENTO
UFM R$-2010
I Construção e reconstrução de:
a) Edifícios e residências - por
0,6000 1,12
m² de área construída
b) Edículas -
0,4000 0,74
por m² de área construída
c) Barracões e galpões - por
0,1000 0,18
m² de área construída
d) Chaminés –
60,0000 112,33
por unidade
e) Outras -
0,3000 0,56
por m² de área construída
Reformas, reparos e demolições de
II construções ................................. 0,4000 0,74
.............- por m² de área construída
Loteamentos e desmembramentos -
III 0,1000 0,18
por m² de área dos lotes
Arruamento, desde que não ocorra,
simultaneamente, desmembramento
IV ou loteamento - por m² resultante da 0,0500 0,09
metragem da área lindeira e
profundidade até 40 metros.
Quaisquer outras obras não
V
especificadas nesta tabela:
a) por metro linear 2,0000 3,74
b) por metro quadrado 0,5000 0,93
VI Vistoria e fiscalização de obras:
a) residenciais 30,0000 56,16
b) comerciais e industriais:
b.1) até 300m² de área construída 30,0000 56,16
b.2) mais de 300m² até 600m² de
42,0000 78,63
área construída
b.3) mais de 600m² até 1.000m² de
60,0000 112,33
área construída
b.4) mais de 1.000m² de área
75,0000 140,42
construída
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ANEXO VII Publicidade em brindes – por circulação de cada


12 12,0000 22,46
TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA PUBLICIDADE milheiro ou fração.

Publicidade, por tempo determinado, em anúncios de


13 atividades eventuais de diversões públicas, exposições 12,0000 22,46
Valor Individual da Taxa e similares - por unidade - por semana ou fração
ESPÉCIE DE PUBLICIDADE
UFM R$-2010
Publicidade na parte externa dos estabelecimentos,
mediante desenhos pintados, pinturas em paredes e
1 muros, placas, painéis, letreiros, cartazes, quadros, 23,0000 43,06 ANEXO VI
tabuletas, faixas e similares - por unidade ou TAXA DE FISCALIZAÇÃO DA OCUPAÇÃO E PERMANÊNCIA
veiculação - por ano. EM ÁREAS, NAS VIAS, LOGRADOUROS E PASSEIOS PÚBLICOS, E
Publicidade em local diferente dos estabelecimentos, ESPAÇO AÉREO, INCLUSIVE NAS FEIRAS-LIVRES E NOS MERCADOS-
exceto em logradouros públicos, feitas com placas, LIVRES
2 painéis, cartazes, quadros, tabuletas, out doors, pinturas 40,0000 74,89
em paredes e muros, faixas e similares - por unidade
ou veiculação - por ano.
Publicidade prevista no item 2, colocadas em Valor da Taxa por m2
ESPAÇO OCUPADO POR
3 logradouros públicos – por unidade - por semana ou 16,0000 29,95
fração. UFM R$-2010
Balcões, mercadorias, “traillers”, barracas,
Publicidade interna e externa, no próprio mesas, tabuleiros e semelhantes, ou como
4 estabelecimento, com atividade de cinema - por 12,0000 22,46 depósito de mercadoria ou estacionamento
1 40,0000 74,89
unidade ou veiculação - por mês ou fração. privativo de veículos, inclusive para fins
comerciais, em locais e prazos ainda que
Publicidade em veículos, com essa finalidade exclusiva designados pela Prefeitura:
5 155,0000 290,20
- por veículo - por ano ou fração. Mercadorias nas feiras-livres, com ou sem uso
2 31,0000 58,04
de qualquer móvel ou instalação:
Publicidade em veículos, utilizados para outras
6 25,0000 46,80
finalidades - por veículo - por ano ou fração.
Todo e qualquer outro item, objeto, material,
3 47,0000 87,99
instalação, etc., não especificado acima
Publicidade por meio de projeções de filmes, painéis
7 155,0000 290,20
eletrônicos e similares - por dispositivo - por ano. Parques de diversões, circos, exposições e
4 0,0200 0,03
similares - por dia
Publicidade por meio de alto-falante ou similares - por Estações de Rádio, Base e Torres de
8 20,0000 37,44
dispositivo - por mês ou fração. 5 Telecomunicação e demais instalações 90,0000 168,50
correlatas
Publicidade em teatros, circos, boates e similares - por
9 30,0000 56,16
local - por mês ou fração.

Publicidade eventual, por tempo determinado, por meio


10 de alto-falante, corneta, carro de som e similares - por 15,0000 28,08
semana ou fração.

Publicidade eventual, por tempo determinado, por meio


11 de folhetos ou programas impressos em qualquer 35,0000 65,53
material - por circulação de cada milheiro ou fração.
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– DECRETO Nº 3.488, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 –


“Aprova o Regulamento Geral da Lei Complementar Municipal n°
81, de 28 de dezembro de 2007, o Código Tributário Municipal ”........................

ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga, Estado de São


ATUALIZAÇÃO DE VALORES - & Cáluculo da Unidade Fiscal do
Paulo.......................................
Art. Município - UFM
R$-
No uso de suas atribuições legais, e face ao constante nos autos do procedimento administrativo, objeto
R$-2008 Variação 2010
do protocolado nº 2.981/2007 e apensos; e,
4º 4º 1,6905 Considerando o disposto no Artigo 91 da Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de
Indice = IPC - FIPE - 2007, o Código Tributário Municipal,
USP - Dezembro 2006 DECRETA:
4º a Novembro 2007 6,87%
4º 4º Art. 1º Fica aprovado o Regulamento Geral do Código Tributário Municipal de Pirassununga,
disciplinando as relações tributárias municipais.
Parágrafo único. As pessoas, físicas ou jurídicas, ficarão obrigadas ao cumprimento das obrigações
Cáluculo da Unidade acessórias constantes deste Regulamento, mesmo quando gozarem de imunidade, isenção, incentivos,
Fiscal do Município - R$- benefícios fiscais ou tiverem excluído ou suspensos os créditos tributários.
Art. UFM R$-2009 Variação 2010
4º 1,8066
Indice = IPC - FIPE -
USP - Dezembro 2008
4º a Novembro 2009 3,64%
1,8723 TÍTULO ÚNICO
4º REGULAMENTO GERAL DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO MUNICIPAL
CAPÍTULO I
IMUNIDADES, ISENÇÕES E NÃO INCIDÊNCIAS
SEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 2º As imunidades, isenções e não incidências de que trata este Capítulo não eximem as pessoas
jurídicas das demais obrigações previstas na legislação e demais normativos, especialmente as relativas
à retenção e recolhimento de ISS e à prestação de informações, inclusive de terceiros.
Parágrafo único. A imunidade, isenção ou não incidência concedida às pessoas jurídicas não aproveita
aos sócios, administradores ou qualquer outra pessoa física que dela participe.

Art. 3º As imunidades, isenções ou não incidências tributárias, asseguradas pela legislação municipal,
serão declaradas pela Administração Pública Municipal para casos individuais, produzindo seus efeitos:
I – retroativamente à data em que o interessado preencheu todos os requisitos necessários à obtenção da
imunidade;
II – a partir da data em que for decidido o reconhecimento da isenção ou da não–incidência.
Parágrafo único. A imunidade, a isenção e a não incidência tributárias seguirão os ditames previstos
para o Processo Administrativo Tributário (PAT).
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Art. 7º A imunidade de que trata esta Seção é restrita aos resultados relacionados com as finalidades
SEÇÃO II essenciais das entidades nela mencionadas.
DA IMUNIDADE § 1° O disposto neste artigo é extensivo às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder
Subseção I Público, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços, vinculados à suas finalidades essenciais
Requisitos para obtenção da imunidade ou às dela decorrentes, não se aplicando ao patrimônio, à renda e aos serviços relacionados com
exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados, em
Art. 4º A imunidade assegurada a determinadas pessoas é aplicada em razão dos imóveis e rendas que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário.
auferidos condicionados à aplicação efetiva na atividade por elas desenvolvida, estando sujeitas à § 2° A imunidade aplica–se apenas aos impostos, não alcançando as demais espécies tributárias.
fiscalização para comprovação desta situação.

Art. 5º Para gozar da imunidade tributária, os partidos políticos, inclusive suas fundações, e as
entidades sindicais dos trabalhadores, sem fins lucrativos, deverão atender cumulativamente: Subseção II
I – não distribuam qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a título de lucro ou de Da suspensão da imunidade
participação no resultado;
II – apliquem seus recursos integralmente no País, na manutenção de seus objetivos institucionais; Art. 8º A suspensão da imunidade tributária, em virtude de falta de observância de requisitos legais,
III – mantenham escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes deve ser procedida de conformidade com o disposto neste artigo.
de assegurar sua exatidão. § 1° Constatado que entidade beneficiária de imunidade de impostos de que trata a alínea “c”, do inciso
§ 1° O disposto neste artigo não exclui a atribuição, por lei, às entidades nele referidas, da condição de VI, do Art. 150 da Constituição da República, não está observando requisito ou condição prevista, a
responsáveis pelos impostos que lhes caiba reter na fonte e não as dispensa da prática de atos, previstos fiscalização tributária expedirá notificação, na qual relatará os fatos que determinam a suspensão do
em lei ou regulamento, assecuratórios do cumprimento de obrigações tributárias por terceiros. benefício, indicando, inclusive, a data da ocorrência da infração.
§ 2° Na falta de cumprimento do disposto neste artigo, a autoridade competente poderá suspender a § 2° A entidade poderá, no prazo de 30 (trinta) dias contínuos da ciência da notificação, apresentar as
imunidade, adotando as providências cabíveis. alegações e provas que entender necessária.
§ 3° O Secretário Municipal de Finanças decidirá sobre a procedência das alegações, expedindo o ato
Art. 6º Não estão sujeitas aos impostos as instituições de educação e as de assistência social, sem fins declaratório suspensivo do benefício, no caso de improcedência, dando, de sua decisão, ciência ao
lucrativos. interessado.
§ 1° Para os efeitos deste artigo, considera–se imune a instituição de educação ou de assistência social § 4° Será igualmente expedido o ato suspensivo se decorrido o prazo previsto no § 2° sem qualquer
que preste os serviços para os quais houver sido instituída e os coloque à disposição da população em manifestação da parte interessada.
geral, em caráter complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos. § 5° A suspensão da imunidade terá como termo inicial a data da prática da infração.
§ 2° Considera–se entidade sem fins lucrativos a que não apresente superávit em suas contas ou, caso o § 6° Efetivada a suspensão da imunidade:
apresente em determinado exercício, destine o resultado, integralmente, à manutenção e ao I – a entidade interessada poderá, no prazo de 30 (trinta) dias contínuos, contados de sua ciência,
desenvolvimento dos seus objetivos sociais. apresentar impugnação ao ato declaratório, a qual será tramitada conforme disposições sobre o processo
§ 3° Para o gozo da imunidade, as instituições a que se refere este artigo estão obrigadas a atender aos administrativo tributário (PAT);
seguintes requisitos: II – a fiscalização tributária lavrará auto de infração ou adotará outras providências que forem cabíveis,
I – não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados; em havendo necessidade.
II – aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais; § 7° A impugnação relativa à suspensão da imunidade obedecerá às demais normas reguladoras do
III – manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades processo administrativo fiscal.
que assegurem a respectiva exatidão; § 8° A impugnação e o recurso apresentados pela entidade não terão efeito suspensivo em relação ao
IV – conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os documentos ato declaratório contestado.
que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem assim a realização de § 9° Caso seja lavrado auto de infração, as impugnações contra o ato declaratório e contra a exigência
quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial; de crédito tributário serão reunidas em um único processo, para serem decididas simultaneamente.
V – apresentar, anualmente, Declaração de Instituição sem fins lucrativos a Receita Federal do Brasil;
VI – recolher os tributos retidos sobre os rendimentos por elas pagos ou creditados e a contribuição para Art. 9º Sem prejuízo das demais penalidades previstas na lei, o Secretário Municipal de Finanças
a seguridade social relativa aos empregados, bem assim cumprir as obrigações acessórias daí suspenderá o gozo da imunidade relativamente aos anos–calendário em que a pessoa jurídica houver
decorrentes; praticado ou, por qualquer forma, houver contribuído para a prática de ato que constitua infração ao
VII – assegurar a destinação de seu patrimônio à outra instituição que atenda às condições para gozo da dispositivo da legislação tributária, especialmente no caso de informar ou declarar falsamente, omitir ou
imunidade, no caso de incorporação, fusão, cisão ou de encerramento de suas atividades, ou à órgão simular o recebimento de doações em bens ou em dinheiro, ou de qualquer forma cooperar para que
público. terceiro sonegue tributos ou pratique ilícitos fiscais.
VIII – outros requisitos, estabelecidos em lei específica, relacionados com o funcionamento das
entidades a que se refere este artigo.
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§ 2° Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo, será determinado para os efeitos deste artigo a
apuração do seu montante, não podendo, porém, cominar redução maior que a correspondente ao juro
SEÇÃO III de 1% (um por cento) ao mês pelo tempo a decorrer entre a data da compensação e a do vencimento.
DAS ISENÇÕES
Art. 14 É vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo, objeto de contestação
Art. 10 As isenções concedidas às instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural e científico e administrativa ou judicial pelo sujeito passivo, antes do trânsito em julgado da respectiva decisão.
as associações civis que prestem os serviços para os quais houverem sido instituídas e os coloquem à
disposição do grupo de pessoas a que se destinam, sem fins lucrativos, não dispensam o cumprimento Art. 15 A compensação poderá ser concedida mediante:
das obrigações acessórias. I – Requerimento do sujeito passivo ao Secretário Municipal de Finanças;
§ 1° A isenção é restrita aos impostos da pessoa jurídica. II – Por provocação da Administração Pública, efetivando–se somente com a anuência expressa e cabal
§ 2° Às instituições isentas aplicam–se as disposições dos §§ 2° e 3°, incisos I a VIII, do artigo 6º. do sujeito passivo;
§ 3° A transferência de bens e direitos do patrimônio das entidades que gozam de isenção tributária § 1º Dever–se–á, em quaisquer hipóteses, ser demonstrada pelo interessado a titularidade, a certeza e a
para o patrimônio de outra pessoa jurídica, em virtude de incorporação, fusão ou cisão, deverá ser liquidez do seu crédito.
efetuada pelo valor de sua aquisição ou pelo valor atribuído, no caso de doação. § 2º O interessado deverá instruir o processo com todos os documentos comprobatórios da existência e
§ 4° As instituições que deixarem de satisfazer as condições previstas neste artigo perderão o direito à da legalidade de seu crédito.
isenção § 3º Não se permitirá compensação de créditos, oriundos de cessão de crédito efetuada entre o sujeito
passivo e terceiros.
SEÇÃO IV § 4º A legislação tributária ou seu regulamento poderá estabelecer outros requisitos necessários para a
DA NÃO INCIDÊNCIA concessão da compensação.

Art. 11 As sociedades cooperativas que obedecerem ao disposto na legislação específica não terão Art. 16 O processo de compensação deverá ser encaminhado para a Procuradoria–Geral do Município
incidência do imposto sobre suas atividades econômicas, de proveito comum, sem objetivo de lucro. que proferirá parecer sobre:
§ 1° É vedado às cooperativas distribuírem qualquer espécie de benefício às quotas–partes do capital I – o preenchimento pelo sujeito passivo dos requisitos indispensáveis para a concessão da
ou estabelecer outras vantagens ou privilégios, financeiros ou não, em favor de quaisquer associados ou compensação;
terceiros, excetuados os juros até o máximo de 12% (doze por cento) ao ano atribuído ao capital II – a existência material da situação que originou o crédito do sujeito passivo contra a Fazenda
integralizado. Municipal.
§ 2° A inobservância do disposto no parágrafo anterior importará tributação dos resultados, na forma
prevista neste Regulamento. Art. 17 Mediante despacho fundamentado, resguardando os interesses da Administração Pública, o
Secretário Municipal de Finanças decidirá, em primeiro grau, e o Conselho Municipal de Contribuintes,
Art. 12 As sociedades cooperativas que obedecerem ao disposto na legislação específica pagarão o em segundo grau, sobre o deferimento ou não da compensação.
imposto calculado sobre os resultados positivos das operações e atividades estranhas à sua finalidade, Parágrafo único. A decisão observará os princípios emanados da responsabilidade fiscal não estando
tais como: adstrito ao parecer emitido pela Procuradoria–Geral do Município.
I – de fornecimento de serviços a não associados, inclusive para atender aos objetivos sociais;
II – de participação em sociedades não cooperativas, públicas ou privadas, para atendimento de SEÇÃO II
objetivos acessórios ou complementares; DA TRANSAÇÃO
III – prestarem serviços com emissão de nota fiscal de prestação de serviços da cooperativa.
Art. 18 A transação que, mediante concessões mútuas, importe em terminação de litígio e conseqüente
CAPÍTULO II extinção de crédito tributário, observará as normas fixadas para o Processo Administrativo Tributário
DA COMPENSAÇÃO E TRANSAÇÃO (PAT).
SEÇÃO I Parágrafo único. Interpreta–se restritivamente a transação e por ela não se transmitem, mas apenas se
DA COMPENSAÇÃO declaram ou reconhecem direitos.

Art. 13 A compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos, vencidos ou vincendos, Art. 19 Acompanhará o instrumento de transação a justificação necessária, demonstrando o interesse da
do sujeito passivo em face da Administração Pública Municipal, será processada conforme as normas Administração Pública para a composição do litígio.
do Processo Administrativo Tributário (PAT). § 1º A transação far–se–á necessariamente por termo nos autos, assinado pelos transigentes e
§ 1° Será processada a compensação que esteja acompanhada de planilha de cálculo elaborada ou homologado pelo juiz.
avalizada pela Secretaria Municipal de Finanças, e de exposição de motivos, para fins de auditoria § 2º A legislação tributária poderá estabelecer outros requisitos necessários para a efetivação da
interna ou externa. transação.
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§ 3° Todo procedimento administrativo de transação deverá ser acompanhado de planilha de cálculo Art. 27 Em relação a período já fiscalizado, só é possível um segundo exame, mediante ordem escrita e
elaborada ou avalizada pela Secretaria Municipal de Finanças, e exposição de motivos, para fins de fundamentada do Secretário Municipal de Finanças.
auditoria interna ou externa.
Art. 28 A ação fiscal estender–se–á às operações realizadas pelos contribuintes, pessoas físicas ou
Art. 20 Homologada a transação, suspender–se–á a execução fiscal, até a extinção do respectivo crédito jurídicas, no período não atingido pela decadência e no próprio ano em que se efetuar a fiscalização.
tributário. Parágrafo único. A autoridade competente poderá proceder à fiscalização do contribuinte durante o
§ 1º O prazo máximo de suspensão será de 06 (seis) meses. curso do período–base, ou, antes da ocorrência do fato gerador do imposto.
§ 2º Findo o prazo sem a extinção do crédito tributário, o processo retomará o seu curso.
Art. 29 Sempre que apurarem infração às disposições da legislação tributária municipal, inclusive pela
verificação de omissão de valores na declaração eletrônica de serviços, os Fiscais de Rendas lavrarão o
CAPÍTULO III competente Auto de Infração, obedecida a normatização pertinente.
DO DOMICÍLIO FISCAL
SEÇÃO II
Art. 21 O domicílio fiscal da pessoa jurídica é: DA DENÚNCIA DE TERCEIROS
I – quando existir um único estabelecimento, o lugar da situação deste;
II – quando se verificar pluralidade de estabelecimentos, à opção da pessoa jurídica, o lugar onde se Art. 30 O disposto neste Capítulo não exclui a admissibilidade de denúncia apresentada por terceiros,
achar o estabelecimento centralizador das suas operações ou a sede da empresa no Município de quer interessados quer órgãos governamentais.
Pirassununga. Parágrafo único. A denúncia será formulada por escrito e conterão, além da qualificação de seu autor,
constando nome e domicílio, a descrição minuciosa do fato e dos elementos identificadores do
Art. 22 Quando não couber a aplicação das regras fixadas neste artigo, considerar–se–á como domicílio responsável por ele, de modo a determinar, com segurança, a infração e o infrator.
fiscal do contribuinte o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem
à obrigação tributária. SEÇÃO III
§ 1° A autoridade competente pode recusar o domicílio eleito, quando impossibilite ou dificulte a DA AÇÃO FISCAL
arrecadação ou a fiscalização do tributo, aplicando–se, neste caso, a regra do parágrafo anterior.
§ 2º Para a atividade de Construção Civil o domicilio fiscal será o local da obra, no caso de construtor, Art. 31 A entrada dos Fiscais de Rendas nos estabelecimentos, bem como o acesso às suas
empreiteiro ou subempreiteiro, sediado ou domiciliado em outro Município. dependências internas não estarão sujeitos a formalidades diversas da sua identificação, pela
apresentação da identidade funcional.
Art. 23 Sempre que o contribuinte alterar, substituir ou transferir a sede de seu estabelecimento fica
obrigado a comunicar essa mudança às repartições competentes dentro do prazo de 30 (trinta) dias Art. 32 Os Fiscais de Rendas procederão ao exame dos livros e documentos de contabilidade dos
contínuos. contribuintes e realizarão as diligências e investigações necessárias para apurar a exatidão das
declarações, balanços e documentos apresentados, das informações prestadas e verificar o cumprimento
Art. 24 O domicílio fiscal será o local onde o interessado receberá as notificações de lançamento e das obrigações fiscais.
outros atos de ofício.
Art. 33 O disposto no artigo 32 não exclui a competência do Secretário Municipal de Finanças para
CAPÍTULO IV determinar, em cada caso, a realização de exame de livros e documentos de contabilidade ou outras
DA FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA MUNICIPAL diligências, pelos Fiscais de Rendas.
SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 34 São também passíveis de exame os documentos do sujeito passivo, mantidos em arquivos
magnéticos ou assemelhados, encontrados no local da verificação, que tenham relação direta ou indireta
Art. 25 A fiscalização dos tributos municipais compete às repartições encarregadas do lançamento e, com a atividade por ele exercida.
especialmente, aos Fiscais de Rendas Municipais, mediante ação fiscal direta, no domicílio dos
contribuintes, ou indireta, por meios lícitos. Art. 35 Os livros e documentos poderão ser examinados fora do estabelecimento do sujeito passivo,
Parágrafo único: A ação do Fiscal de Rendas poderá estender–se além dos limites municipais, se desde que lavrado termo escrito de retenção pela autoridade competente, em que se especifiquem a
necessário. quantidade, espécie, natureza e condições dos livros e documentos retidos.
§ 1° Constituindo os livros ou documentos prova da prática de ilícito penal ou tributário, os originais
Art. 26 Para os efeitos de exame de livros e documentos necessários à apuração da veracidade das retidos não serão devolvidos, extraindo–se cópia para entrega ao interessado.
declarações, balanços e documentos apresentados, e das informações prestadas à Fiscalização Tributária § 2° Excetuado o disposto no parágrafo anterior, devem ser devolvidos os originais dos documentos
Municipal aplica–se o artigo 1.193 da Lei 10.406 de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil). retidos para exame, mediante recibo.
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Art. 36 A autoridade encarregada de diligência ou fiscalização poderá promover a lacração de móveis,


caixas, cofres ou depósitos onde se encontram arquivos e documentos, toda vez que ficar caracterizada SEÇÃO V
a resistência ou o embaraço à fiscalização, ou ainda, quando as circunstâncias ou a quantidade de DO EMBARAÇO E DO DESACATO
documentos não permitirem sua identificação e conferência no local ou no momento em que foram
encontrados. Art. 42 Os que desacatarem, por qualquer maneira, os Fiscais de Rendas no exercício de suas funções e
Parágrafo único. O sujeito passivo e demais responsáveis, serão previamente notificados para os que, por qualquer meio, impedirem a fiscalização serão punidos na forma da legislação penal,
acompanharem o procedimento de rompimento do lacre e identificação dos elementos de interesse da lavrando o agente ofendido o competente auto que, acompanhado do rol das testemunhas, será remetido
fiscalização. à Procuradoria–Geral do Município.
Parágrafo único. Considera–se como embaraço à fiscalização a negativa não justificada de exibição de
livros e documentos a que estiverem obrigadas, bem como pelo não fornecimento de informações sobre
bens, movimentação financeira, negócio ou atividade que estiverem intimadas a apresentar.

SEÇÃO IV Art. 43 No caso de embaraço ou desacato, ou quando necessário à efetivação de medida prevista na
DA OBRIGATORIEDADE DE PRESTAR INFORMAÇÕES legislação tributária, o agente poderá solicitar o auxílio das autoridades policiais federais, estaduais ou
municipais, conforme o caso, ainda que não se configure o fato definido em lei como crime ou
contravenção.
Art. 37 Todas as pessoas físicas ou jurídicas, contribuintes ou não, são obrigadas a prestar as
informações e os esclarecimentos exigidos pelos Fiscais de Rendas no exercício de suas funções, sendo
as declarações tomadas por termo e assinadas pelo declarante. SEÇÃO VI
DOS REGIMES ESPECIAIS DE FISCALIZAÇÃO
Art. 38 Nenhuma pessoa física ou jurídica, contribuinte ou não, poderá eximir–se de fornecer, nos
prazos marcados, as informações ou esclarecimentos solicitados pela Fiscalização Tributária Municipal. Art. 44 O Secretário Municipal de Finanças, mediante provocação ou de ofício, pode determinar
§ 1° O disposto neste artigo aplica–se, também, as pessoas que gozem de isenção ou imunidade regime especial para cumprimento de obrigações, pelo sujeito passivo, nas seguintes hipóteses:
tributária. I – embaraço à fiscalização, caracterizado pela negativa não justificada de exibição de livros e
§ 2° Se as exigências não forem atendidas, a autoridade competente cientificará desde logo o infrator da documentos em que se assente a escrituração das atividades do sujeito passivo, bem como pelo não
multa que lhe foi imposta. fornecimento de informações sobre bens, movimentação financeira, negócio ou atividade, próprios ou
§ 3° Se as exigências forem novamente desatendidas, o infrator ficará sujeito à multa por reincidência, de terceiros, quando intimado, e demais hipóteses que autorizam a requisição do auxílio da força
além de outras medidas legais. pública, nos termos do artigo 200 da Lei nº 5.172, de 1966;
§ 4° Em casos especiais, para controle da arrecadação ou revisão de declaração eletrônica de serviços, II – resistência à fiscalização, caracterizada pela negativa de acesso ao estabelecimento, ao domicílio
poderá o Fiscal de Rendas exigir informações periódicas, em formulário próprio. fiscal ou a qualquer outro local onde se desenvolvam as atividades do sujeito passivo, ou se encontrem
bens de sua posse ou propriedade;
Art. 39 Todos os órgãos da Administração Pública Federal, Estadual e Municipal, bem como as III – evidências de que a pessoa jurídica esteja constituída por interpostas pessoas que não sejam os
entidades autárquicas, paraestatais e de economia mista são obrigados a auxiliar a fiscalização, verdadeiros sócios ou acionistas, ou o titular, no caso de firma individual;
prestando informações e esclarecimentos que lhes forem solicitados, cumprindo ou fazendo cumprir as IV – realização de operações sujeitas à incidência tributária, sem a devida inscrição no cadastro de
disposições deste Regulamento e permitindo aos Fiscais de Rendas examinarem quaisquer elementos contribuintes apropriado;
necessários à fiscalização. V – prática reiterada de infração da legislação tributária;
VI – comercialização de mercadorias com evidências de contrabando ou descaminho;
Art. 40 A Fiscalização Tributária Municipal e os órgãos correspondentes da União, dos Estados, do VII – incidência em conduta que enseje representação criminal, nos termos da legislação que rege os
Distrito Federal e de outros Municípios, permutarão entre si, mediante convênio ou pela forma que for crimes contra a ordem tributária.
estabelecida, as informações fiscais de interesse recíproco. § 1° O regime especial de fiscalização será aplicado em virtude de determinação fundamentada da qual
será cientificado o interessado.
Art. 41 Os tabeliães, escrivães, distribuidores, oficiais de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos, § 2° O regime especial pode consistir, inclusive, em:
contadores e partidores facilitarão aos Fiscais de Rendas o exame e verificação das escrituras, autos e I – manutenção de fiscalização ininterrupta no estabelecimento do sujeito passivo;
livros de registro em cartórios, auxiliando, também, a fiscalização e, quando solicitados, prestarão as II – redução, à metade, dos períodos de apuração e dos prazos de recolhimento dos tributos;
informações que possam, de quaisquer forma, esclarecer situações e interesses da Administração III – utilização compulsória de controle eletrônico das operações realizadas e recolhimento diário dos
Pública Municipal. respectivos tributos;
IV – exigência de comprovação sistemática do cumprimento das obrigações tributárias;
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V – controle especial da impressão e emissão de documentos comerciais e fiscais e da movimentação § 2º As dívidas relativas ao mesmo devedor, desde que conexas ou conseqüentes, poderão ser englobadas na
financeira. mesma certidão.
§ 3° As medidas previstas neste artigo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, por tempo
suficiente à normalização do cumprimento das obrigações tributárias. Art. 48 O Registro da Inscrição de Dívida Ativa, poderá ser manual, mecânico ou eletrônico, constituído
§ 4° A imposição do regime especial não elide a aplicação de penalidades previstas na legislação pelos Termos de Inscrição de Dívida Ativa, observados os ditames do artigo 47.
tributária.
CAPÍTULO V Art. 49 A Seção de Tributação, após a lavratura do Termo de Inscrição de Dívida Ativa, poderá expedir aviso
de cobrança ao sujeito passivo, dando ciência das penalidades legais a serem imputadas pela persistência no
DA DÍVIDA ATIVA
inadimplemento, e procederá à cobrança administrativa dos créditos inscritos.
Art. 45 Os responsáveis pelo procedimento que deu origem ao crédito de natureza tributária ou não
tributária, após decisão definitiva e esgotado o prazo fixado para pagamento, deverão remeter à Seção Art. 50 Constatada a ausência de qualquer dos requisitos previstos na legislação e neste Regulamento, a
de Tributação no prazo de 15 (quinze) dias úteis, o original ou cópia autenticada da decisão para autoridade competente determinará o retorno dos autos à origem para saneamento dos vícios.
inscrição na Dívida Ativa.
Parágrafo único. Nas hipóteses de lançamento de ofício, onde não exista processo, os responsáveis pelo Art. 51 Esgotadas as possibilidades de cobrança administrativa, a Seção de Tributação emitirá, no prazo de 10
lançamento, deverão encaminhar, por meio de um único processo, por espécie de tributo, os créditos (dez) dias úteis, a Certidão de Dívida Ativa, em número mínimo 2 (duas) vias, com a seguinte destinação:
tributários não pagos até a data de vencimento, para inscrição em dívida ativa. I – 1ª via, Procuradoria–Geral do Município;
II – 2ª via, arquivo.
Art. 46 Os créditos de natureza tributária e não–tributária exigíveis pelo transcurso do prazo para Parágrafo único. A Certidão de Dívida Ativa será homologada pela autoridade competente e conterá, além dos
pagamento, após apurada sua liquidez e certeza, serão inscritos na Dívida Ativa da Fazenda Pública requisitos previstos para o Termo de Inscrição de Dívida Ativa, a indicação do Registro da inscrição.
Municipal. CAPÍTULO VI
§ 1º Para os fins deste artigo, consideram–se: DAS CERTIDÕES DE DÉBITOS
I – créditos de natureza tributária os relativos a tributos municipais e respectivos adicionais e multas;
II – créditos de natureza não–tributária os provenientes de: Art. 52 A prova de quitação de determinado tributo, quando exigível, será feita por Certidão Negativa de
a) multas de qualquer origem ou natureza, exceto as de natureza tributária; Débito – CND, à vista de requerimento do interessado.
b) foros, laudêmios, aluguéis ou taxas de ocupação;
c) custas e/ou despesas processuais ou judiciais; Art. 53 A Certidão Positiva de Débitos em que constem créditos tributários vincendos ou com exigibilidade
d) preços de bens ou serviços fornecidos pela Administração Pública Municipal de natureza cível; suspensa, ou, ainda, sob execução, mas com o juízo garantido pela penhora, surte o mesmo efeito de uma
e) indenizações; CND.
f) reposições e restituições;
Art. 54 A Certidão Negativa de Débito não tem caráter homologatório de lançamento, nem de créditos
g) alcances dos responsáveis definitivamente julgados;
porventura não verificados, ficando ressalvado o direito de a Administração Pública Municipal apurar e
h) sub–rogação de hipoteca, fiança, aval ou outras garantias; lançar, a qualquer tempo, débitos até então não apurados.
i) contratos em geral ou outras obrigações legais;
j) outros créditos da Administração Pública Municipal não especificados nas alíneas anteriores, que não Art. 55 Compete à Seção de Tributação a expedição de Certidão Negativa de Débito, Certidão Positiva com
sejam de natureza tributária. Efeitos de Negativa ou Certidão Positiva de Débitos, as quais deverão mencionar, dentre outros, os seguintes
§ 2º A receita da Dívida Ativa abrange os créditos mencionados no parágrafo anterior, assim como os dados:
valores correspondentes à respectiva atualização monetária, à multa e aos juros de mora e demais I – o nome e demais dados do requerente ou da autoridade competente solicitante;
encargos previstos em lei ou contrato. II – a qualificação do contribuinte ou responsável tributário em vista do qual é expedida a Certidão;
III – a qual tributo se refere, mencionando a inscrição municipal no Cadastro Fiscal Mobiliário ou Imobiliário;
Art. 47 A inscrição em dívida ativa será efetuada por autoridade competente por meio de termo IV – a validade pelo prazo de até 90 (noventa) dias contínuos a contar da data da data de expedição;
autenticado, após apurada a certeza, liquidez e exigibilidade do crédito tributário e conterá: V – os dizeres: “Fica ressalvado o direito de a Administração apurar e lançar, a qualquer tempo, débitos até o
I – o nome do devedor, dos co–responsáveis, sua qualificação e, sempre que conhecido, o domicílio ou presente momento não apurados”.
residência de um e de outros; Parágrafo único. O prazo para expedição de qualquer dessas certidões é de 10 (dez) dias úteis.
II – o valor originário da dívida, bem como o termo inicial e a forma de calcular os juros de mora e
demais encargos previstos em lei ou contrato; CAPÍTULO VII
III – a origem, a natureza e o fundamento legal ou contratual da dívida; DISPOSIÇÕES FINAIS
IV – a indicação de estar a dívida sujeita à atualização monetária, bem como o respectivo fundamento
Art. 56 Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
legal e o termo inicial para o cálculo;
Pirassununga, 16 de janeiro de 2008.
V – a data e o número da inscrição, no Registro de Dívida Ativa; e - ADEMIR ALVES LINDO -
VI – o número do processo administrativo, se houver, se neles estiver apurado o valor da dívida. Prefeito Municipal
§ 1º A Certidão de Dívida Ativa conterá os mesmos elementos do Termo de Inscrição e será autenticada
pela autoridade competente.
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Art. 4º Salvo disposição expressa em contrário, os prazos inerentes aos Processos Administrativos
– DECRETO Nº 3.489, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 – Tributários (PAT´s) serão contínuos, excluindo–se na sua contagem o dia do início e computando–se o
dia do vencimento.
“Aprova o Regulamento do Processo Administrativo Tributário (PAT) de § 1º Os prazos somente se iniciarão ou vencerão em dia de expediente normal da Administração Pública
que cuida a Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de Municipal.
§ 2º Inexistindo prazo fixado na legislação tributária para a prática de ato ou diligência a cargo do
2007, o Código Tributário Municipal”.......................................... sujeito passivo, será ele de 15 (quinze) dias contínuos a contar do fato imponível.
ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga, Estado de São
Art. 5º A juntada de documentos e outros papéis por parte do sujeito passivo somente se processará por
Paulo.......................................
meio da Seção de Comunicações, responsável pelo protocolo geral.
Parágrafo único. A autoridade competente poderá fazer a juntada de documentos e outros papéis
No uso de suas atribuições legais, e face ao constante nos autos do procedimento administrativo, objeto
quando estiver na posse do processo.
do protocolado nº 2.981/2007 e apensos; e,
Considerando o disposto no Artigo 91 da Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de
2007, o Código Tributário Municipal,
SEÇÃO II
DAS INSTÂNCIAS E DOS ÓRGÃOS JULGADORES
DECRETA:
Art. 6º O Processo Administrativo Tributário (PAT) desenvolve–se em duas instâncias na forma deste
Art. 1º Fica aprovado o Regulamento do Processo Administrativo Tributário (PAT) de que cuida o
Regulamento, para instrução, apreciação e julgamento das questões surgidas relativamente à
Código Tributário Municipal de Pirassununga, disciplinando o exercício de direitos e deveres.
interpretação e aplicação da legislação tributária.
Parágrafo único. A instância administrativa começa pela instauração do procedimento contencioso e
termina com:
CAPÍTULO I I – a decisão final proferida no processo ou a solução amigável da questão discutida, ocasionando coisa
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO julgada administrativa;
II – a afetação do caso ao Poder Judiciário.
Art. 2º O Processo Administrativo Tributário (PAT) será regido pelas disposições deste capítulo e
subsidiariamente pelas normas das Leis Federais n° 5.869/73 (Código de Processo Civil) e n° 9.784/99 Art. 7º Denominam–se órgãos julgadores o Secretário Municipal de Finanças e o Conselho Municipal
(processo administrativo federal). de Contribuintes, ou, enquanto este ainda não instalado, o Prefeito Municipal.
Parágrafo único. Constitui missão dos órgãos julgadores o processamento, instrução e julgamento dos
§ 1º O PAT poderá ser iniciado por petição do interessado, de ofício pela autoridade competente ou Processos Administrativos Tributários (PAT´s).
mediante provocação de autoridade competente ou outras pessoas, devidamente fundamentada.
§ 2º Para os efeitos deste artigo, o PAT poderá versar sobre: Art. 8º Compete:
I. a constituição e a exigência de crédito tributário; I – ao Secretário Municipal de Finanças o processamento, instrução e julgamento, em primeira instância
II. interpretação ou a aplicação da legislação tributária municipal; administrativa, das impugnações contra os lançamentos e penalidades, pedidos de restituição,
III. apresentação de defesa, por impugnação ou recurso administrativo, pelo interessado, contra Auto compensação, imunidade, isenções, remissão e anistia, formulação de consultas e deixas reclamações;
de Infração, notificação, intimação ou indeferimento de restituição de tributos, multas pecuniárias II – ao Conselho Municipal de Contribuintes o julgamento, em segunda instância administrativa, dos
e outras receitas públicas; Recursos Administrativos interpostos em face de decisões proferidas pelo Secretário Municipal de
IV. compensação, Transação e outras figuras tributárias; Finanças.
V. consulta;
VI. demais casos, a critério da autoridade competente. Art. 9º Fica criado na estrutura administrativa da Secretaria Municipal de Finanças o Conselho
Municipal de Contribuintes, a ser instalado em até 6 (seis) meses da data de publicação deste
Regulamento.
SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 10 O Conselho Municipal de Contribuintes (CMC) será composto por, no mínimo, 6 (seis)
membros, seguindo determinação do Código Tributário Municipal.
Art. 3º O contribuinte ou responsável por tributo de competência municipal poderá postular § 1º O Prefeito Municipal, mediante Portaria, designará os 06 (seis) membros titulares e seus
pessoalmente, por intermédio de preposto regularmente habilitado ou por meio de procurador, de forma respectivos suplentes, a partir de indicação das entidades que tenham direito a vaga no CMC.
escrita e devidamente protocolada, impugnação ou recurso administrativo contra lançamento de ofício § 2º O mandato dos membros do CMC será de um ano, com direito a uma única recondução, sendo que
ou autuação processada por agentes fazendários municipais. não haverá remuneração para o exercício dessa função, considerada de relevância pública.
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§ 3º A participação, como membro ou oficiante, perante o CMC, é incompatível com o exercício de Art. 19 A decisão irrecorrível, na órbita administrativa, contrária ao contribuinte, e que
mandato legislativo. implique na obrigação de pagar tributos e ou penalidades, determinará o envio do respectivo processo
§ 4º Estão impedidos de atuar como membro julgador de segundo grau o agente que haja exarado laudo, ou cópia original da decisão, no prazo de 10 (dez) dias úteis, para inscrição em dívida ativa.
parecer ou opinião por ocasião do julgamento de primeira instância.
Subseção I
Art. 11 O Conselho Municipal de Contribuintes (CMC) deliberá sempre por maioria simples, Dos Atos Iniciais
respeito o quorum mínimo de quatro membros.
Parágrafo único. Demais procedimentos, direitos e deveres dos membros do CMC, bem assim todas as Art. 20 O processo administrativo tributário terá início por via de regra com os atos praticados
outras verificações serão definidas em seu Regimento Interno, a ser aprovado por meio de Decreto pelos agentes fazendários, especialmente por meio de:
Municipal. I – notificação de lançamento;
II – lavratura de auto de infração e imposição de multa;
Art. 12 Os locais, datas e os horários de funcionamento e expediente, da primeira e segunda III – lavratura de auto de apreensão de mercadorias, livros ou documentos fiscais;
instâncias, serão definidos por portaria do Prefeito Municipal. IV – representações;
V – impugnação de lançamento pelo sujeito passivo.
Parágrafo único. A emissão dos documentos referidos neste artigo exclui a espontaneidade do sujeito
SEÇÃO III passivo, independentemente de intimação.
DOS AUTOS E TERMOS PROCESSUAIS

Art. 13 Os termos e autos inerentes ao Processo Administrativo Tributário (PAT) conterão Subseção II
somente os dados indispensáveis a sua finalidade sem espaços em branco, sem entrelinhas, rasuras ou Do Procedimento Fiscal
emendas não ressalvadas.
Art. 21 O procedimento fiscal tem inicio com:
Art. 14 A Administração Pública Municipal utilizar–se–á dos seguintes Termos e Autos: I – o primeiro ato de ofício, escrito, praticado por servidor competente, cientificado o sujeito passivo ou
I – termo de Início de Ação Fiscal (TIAF); seu preposto da obrigação tributária;
II – termo Circunstanciado; II – a apreensão de mercadorias, documentos ou livros;
III – auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM); III – outros documentos não especificados anteriormente.
IV – carnê ou Notificação de Lançamento; § 1º O início do procedimento exclui a espontaneidade do sujeito passivo em relação aos atos anteriores
V – termo de Enceramento de Ação Fiscal; e, independentemente de intimação, a dos demais envolvidos nas infrações verificadas.
VI – termo de Apreensão de documentos, objetos e mercadorias; § 2º Para os efeitos do disposto no § 1º, os atos referidos nos incisos I e II valerão pelo prazo de 60
VII – despachos interlocutórios; (sessenta) dias contínuos, prorrogáveis, sucessivamente, por igual período com qualquer outro ato
VIII – decisão administrativa de primeira ou segunda instância; escrito que indique o prosseguimento dos trabalhos.
IX – ofícios.
Art. 22 Os termos decorrentes de atividade fiscalizadora serão lavrados em duas vias de mesma
Art. 15 A intervenção do contribuinte ou responsável no processo far–se–á pessoalmente, sendo forma e teor, entregando–se, pelos meios admitidos, cópia autenticada à pessoa sob fiscalização.
que, em se tratando de pessoa jurídica, por seu representante legal, ou por advogado habilitado, munido Poderão, ainda, serem lavrados em documento fiscal, extraindo–se cópia para anexação ao processo,
de instrumento de mandato.
Art. 23 A exigência de crédito tributário, a retificação de prejuízo fiscal e a aplicação de
Art. 16 Não se inclui na competência dos órgãos julgadores a declaração de penalidade isolada serão formalizadas em autos de infração ou notificações de lançamento, distinto para
inconstitucionalidade. cada imposto taxa ou penalidade, os quais deverão estar instruídos com todos os termos, depoimentos,
laudos e demais elementos de prova indispensáveis à comprovação do ilícito.
Art. 17 Qualquer procedimento judicial contra a Fazenda Municipal sobre matéria tributária § 1º Quando, na apuração dos fatos, for verificada a prática de infrações a dispositivos legais relativos a
prejudicará o julgamento do respectivo processo tributário, sendo os autos remetidos para exame, um imposto, que impliquem a exigência de outros impostos da mesma natureza ou de taxas, e a
orientação e instrução da defesa cabível à Procuradoria–Geral do Município. comprovação dos ilícitos dependerem dos mesmos elementos de prova, as exigências relativas ao
mesmo sujeito passivo serão objeto de um só processo, contendo todas as notificações de lançamento e
Art. 18 Constatada no processo administrativo tributário a ocorrência de crime, os elementos autos de infração.
comprobatórios serão remetidos pela Procuradoria–Geral do Município ao Ministério Público, para o § 2º A formalização da exigência, nos termos do parágrafo anterior, previne a jurisdição e prorroga a
procedimento penal cabível, sem prejuízo da execução do crédito tributário apurado. competência da autoridade que dela primeiro conhecer.
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testemunhas, até o máximo de três, sob pena de, não o fazendo em quaisquer das hipóteses, precluir do
Subseção III direito à instrução probatória.
Das Intimações § 1° Apresentada a defesa, será a mesma autuada;
§ 2° Os agentes que praticaram os atos, ou outros especialmente designados no processo, terão prazo de
Art. 24 O sujeito passivo ou seu representante legal deverá ter ciência dos termos e autos que 30 (trinta) dias úteis para exarar parecer ou laudo.
determinarem o início do Processo Administrativo Tributário (PAT), bem como todos os demais atos de § 3° Todos os meios legais são hábeis para provar os fatos argüidos.
natureza decisória ou que imponham ou não quaisquer práticas. § 4° Na apresentação da prova, a autoridade julgadora formará sua livre convicção, devidamente
fundamentada, podendo determinar a produção de demais provas que entender necessárias, inclusive a
Art. 25 O sujeito passivo ou seu representante legal será intimado: pericial.
I – pessoalmente, pela autoridade competente comprovada com a sua assinatura, ou no caso de recusa,
com a declaração escrita de quem fizer a intimação; Art. 29 A impugnação mencionará, sob pena de não–conhecimento:
II – por via postal, com a prova do recebimento por meio de Aviso de Recepção (AR) da Empresa I – a autoridade competente a quem é dirigida;
Brasileira de Correios e Telégrafos; II – a qualificação do impugnante, compreendendo seu nome ou razão social completa, endereço,
III – por meio de edital publicado no mínimo uma vez em periódico de circulação local, ou, se documento de identidade ou ato constitutivo, registro no Ministério da Fazenda (CPF ou CNPJ) e outros
inexistente, na Imprensa Oficial do Estado. dados que forem julgados necessários;
Parágrafo único. A intimação na forma prevista no inciso III deste artigo considera–se ocorrida 15 III – os motivos de fato e de direito em que se fundamenta, os pontos de discordância, as razões e
(quinze) dias contínuos após a data da publicação. provas que possuir;
IV – as diligências, documentos ou perícias que o impugnante pretenda sejam efetuados, expostos os
SEÇÃO IV motivos que as justifiquem com a formulação dos quesitos referentes aos exames desejados, assim
DA DEFESA DO INTERESSADO como, no caso de perícia, o nome, o endereço e a qualificação profissional do seu perito.
Subseção Única § 1º Considerar–se–á não formulado o pedido de diligência ou perícia que deixar de atender aos
Das impugnações e dos recursos administrativos requisitos previstos no inciso IV deste artigo, ocasionando a preclusão do direito à produção destas
provas.
Art. 26 Ao sujeito passivo da obrigação tributária é facultado o direito de apresentar defesa § 2º É defeso ao impugnante, ou ao seu representante legal, empregar expressões injuriosas nos escritos
contra a exigência tributária que se lhe faça, assegurando–lhe ampla defesa e contraditório. apresentados no processo, cabendo ao julgador, de ofício ou a requerimento do ofendido, mandar riscá–
Parágrafo único. Para os fins deste Regulamento, os meios de defesa do contribuinte ou responsável las.
tributário denominam–se: § 3º Quando o impugnante alegar direito estadual, federal ou estrangeiro, provar–lhe–á o teor e a
I – impugnação, a defesa apresentada inicialmente à Administração Pública Municipal pelo sujeito vigência, se assim o determinar o julgador.
passivo ou seu representante; § 4º Não se admitirá a juntada de prova documental durante a tramitação do processo, salvo nas
II – recurso administrativo, a defesa que exterioriza o inconformismo do interessado quanto à decisão hipóteses de inexistência anterior do documento ou por motivos devidamente justificados de força
proferida em primeira instância, suplicando a reforma do julgado pelo Conselho Municipal de maior ou caso fortuito.
Contribuintes.
Art. 30 Considerar–se–á não impugnada a matéria que não tenha sido expressamente contestada
Art. 27 Os contribuintes ou responsáveis de tributos lançados de ofício poderão apresentar pelo impugnante, tornando–se incontroversa.
impugnação, por meio escrito e devidamente protocolado, dirigida à Secretaria Municipal de Finanças,
dentro de 30 (trinta) dias contínuos, contados da notificação ou auto de infração, sob pena de Art. 31 A autoridade julgadora de primeira instância determinará de ofício ou a requerimento
intempestividade. do impugnante, a realização de diligências ou perícias, quando entendê–las necessárias, indeferindo a
§ 1° Desde que preenchidos os requisitos legais, a impugnação poderá ter efeito suspensivo do crédito que considerar prescindível ou impraticável.
tributário, conforme despacho da autoridade competente a requerimento do interessado. § 1º Deferido o pedido de perícia, ou determinada de ofício, sua realização, a autoridade competente
§ 2º A impugnação pleiteada e assinada pelo sujeito passivo, ou seu representante legal, deverá ser designará servidor para, como perito da Administração Pública Municipal, a ela proceder e intimará o
protocolizada na Seção de Comunicações, responsável pelo Protocolo Geral. perito do sujeito passivo a realizar o exame requerido, cabendo a ambos apresentar os respectivos
§ 3º É vedado reunir na mesma petição de defesa, matéria referente a tributos diversos dos registrados laudos em prazo que será fixado segundo o grau de complexidade dos trabalhos a serem executados.
na atuação ou lançamento, exceto quando forem conexos. § 2º Os prazos para realização de diligência ou perícia poderão ser prorrogados, a juízo da autoridade
§ 4º O autuado poderá concordar com parte do Auto de Infração e apresentar defesa somente em relação competente.
à outra. § 3º Quando, em exames posteriores, diligências ou perícias, realizados no curso do processo, forem
§ 5º No caso de impugnação apresentada fora do lapso temporal admitido, considerar–se–á reconhecido verificadas incorreções, omissões ou inexatidões de que resulte agravamento da exigência inicial,
como justo o lançamento tributário combatido, extinguindo–se o feito sem apreciação meritória. inovação ou alteração da fundamentação legal da exigência, será lavrado auto de infração ou emitida
notificação de lançamento complementar, devolvendo–se, ao sujeito passivo, prazo para impugnação no
Art. 28 Na defesa, o sujeito passivo alegará toda a matéria que entender útil, indicará e concernente à matéria modificada.
requererá as provas que pretenda produzir, juntará logo as que possuírem, e, sendo o caso, arrolará
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Art. 32 No âmbito da Secretaria Municipal de Finanças, a designação de servidor para proceder § 1º No caso de decisão definitiva favorável ao sujeito passivo, a Administração Pública Municipal
aos exames relativos a diligências ou perícias recairá, sempre que possível, sobre agente da Seção de deverá adotar as providências cabíveis para o seu integral cumprimento.
Fiscalização de Rendas. § 2º A decisão que declarar a perda de mercadoria ou outros bens será executada pela autoridade
competente, segundo dispuser a legislação aplicável.
Art. 33 Não sendo cumprida nem impugnada a diligência, perícia ou outra exigência, decorrido
o prazo de 30 (trinta) dias contínuos, a autoridade competente encaminhará o processo para cobrança
amigável e demais providências cabíveis.
§ 1º No caso de impugnação parcial, não cumprida a exigência relativa à parte não controvertida do CAPÍTULO II
crédito, a autoridade competente, antes do julgamento, providenciará a formação de autos apartados DA CONSULTA
para a imediata cobrança da parte não contestada, consignando essa circunstância no processo original.
§ 2º A autoridade competente, findo o prazo previsto no caput deste artigo, procederá, em relação às
mercadorias e outros bens perdidos, conforme dispuser a legislação.
§ 3º Esgotado o prazo de cobrança amigável sem que tenha sido pago o crédito tributário, a autoridade Art. 40 Ao contribuinte ou responsável tributário, ou a qualquer pessoa que tenha interesse na
competente encaminhará o processo à autoridade competente para promover a cobrança executiva. situação relacionada com a legislação tributária municipal, é assegurado o direito de consulta sobre
interpretação e aplicação da mesma, desde que protocolada antes do início da ação fiscal e com
Art. 34 O processo será organizado em ordem cronológica e terá suas folhas numeradas e obediência às normas adiante estabelecidas.
rubricadas pelo agente que oficiar no feito.
Art. 41 A consulta será formulada mediante petição escrita dirigida ao Prefeito Municipal,
SEÇÃO V protocolada, contendo a apresentação clara e precisa de todos os elementos indispensáveis ao
DAS PROVAS entendimento da situação de fato e tanto quanto possível com a indicação dos dispositivos legais
aplicáveis, instruída, se o caso, com as devidas provas.
Art. 35 Todos os meios lícitos e possíveis são aptos à produção de provas, devendo o Parágrafo único. O consulente deverá elucidar se a consulta versa sobre hipótese em relação a qual
interessado comprovar os fatos constitutivos de seu direito. ocorreu o fato gerador da obrigação tributária, e, em caso positivo, a sua data.

Art. 36 A escrituração mantida com observância das disposições legais faz prova a favor do Art. 42 O prazo para a resposta à consulta formulada será de até 30 (trinta) dias úteis, a não ser
contribuinte dos fatos nela registrados e comprovados por documentos hábeis, segundo sua natureza, ou em circunstâncias que exigirem perícias, diligências ou outros atos instrutórios.
assim definidos em preceitos legais. Parágrafo único. Para a realização de perícias, diligências ou outros atos o prazo referido no caput será
interrompido, começando a fluir no dia em que o resultado da deliberação for recebido pela autoridade
Art. 37 Cabe à autoridade competente a prova da inveracidade dos fatos registrados com competente.
observância do disposto no artigo 36.
§ 1º O disposto neste artigo não se aplica ás hipóteses em que a lei, por disposição especial, atribua ao Art. 43 Não produzirá efeito a consulta formulada:
contribuinte o ônus da prova de fatos registrados na sua escrituração. I – em desacordo com as formalidades mínimas estatuídas na legislação e neste Regulamento;
§ 2º No caso de descumprimento de obrigação acessória, o ônus da prova será sempre do sujeito II – por quem estiver sob procedimento fiscal instaurado para apurar fatos que se relacionem com a
passivo. matéria consultada;
III – por quem tiver sido intimado a cumprir obrigação relativa ao fato objeto da consulta;
SEÇÃO VI IV – quando o fato já tiver sido objeto de decisão, anterior, ainda não modificada, de que tenha sido
DA EFICÁCIA E EXECUÇÃO DAS DECISÕES parte o consulente;
V – quando o fato estiver definido ou declarado claramente em disposição literal da legislação tributária
Art. 38 São definitivas as decisões: municipal.
I – de primeira instância, esgotado o prazo para recurso voluntário sem que este tenha sido interposto; Parágrafo único. Nas hipóteses previstas neste artigo, a consulta será declarada ineficaz e determinado o
II – de segunda instância, de que não caiba recurso ou, se cabível, quando decorrido o prazo sem sua arquivamento da mesma.
interposição;
Parágrafo único. Serão também definitivas as decisões de primeira instância na parte que não for objeto Art. 44 Quando a resposta à consulta for no sentido da exigibilidade de obrigação tributária,
de recurso voluntário ou não estiver sujeita a recurso de ofício. cujo fato gerador já tiver ocorrido, a autoridade julgadora intimará o consulente para ciência da decisão.
Parágrafo único. O consulente terá o prazo de 30 (trinta) dias contínuos para regularizar a situação,
objeto da consulta, findo os quais ficará sujeito à ação fiscal e às penalidades cabíveis.

Art. 39 A decisão definitiva contrária ao sujeito passivo será cumprida no prazo para cobrança Art. 45 À consulta aplica–se as demais regras do Processo Administrativo Tributário (PAT).
amigável de 30 (trinta) dias contínuos, aplicando–se, no caso de descumprimento, a imediata inscrição
em dívida ativa.
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CAPÍTULO III
DO SIGILO FISCAL
– DECRETO Nº 3.490, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 –
Art. 46 Nenhuma informação poderá ser dada sobre a situação econômica ou financeira dos
sujeitos passivos ou de terceiros e sobre a natureza e o estado dos seus negócios ou atividades. “Aprova o Regulamento do IPTU de que trata a Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de
§ 1° O disposto neste artigo não se aplica às seguintes hipóteses: dezembro de 2007, o Código Tributário Municipal”..........................................
I – requisição regular de autoridade judiciária no interesse da justiça;
II – requisição do Ministério Público no exercício de suas atribuições; ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga, Estado de São
III – informação prestada a outro entre federativo, na forma prevista em lei ou convênio. Paulo.......................................
§ 2° A obrigação de guardar reserva sobre a situação de riqueza dos contribuintes se estende a todos os
servidores municipais e demais servidores públicos que, por dever de ofício, vierem a ter conhecimento No uso de suas atribuições legais, e face ao constante nos autos do procedimento administrativo, objeto
dessa situação. do protocolado nº 2.981/2007 e apensos; e,
§ 3° É expressamente proibido revelar ou utilizar, para qualquer fim, o conhecimento que os servidores Considerando o disposto no Artigo 91 da Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de
adquirirem quanto aos segredos dos negócios ou da profissão dos contribuintes. 2007, o Código Tributário Municipal,
§ 4º No caso de haver indícios de violação de sigilo, o agente administrativo encaminhará o feito ao
Gabinete do Prefeito sugerindo a instauração de sindicância para apuração do caso. DECRETA:

Art. 1º Fica aprovado o Regulamento do Imposto Predial e Territorial Urbano previsto no Código
Tributário Municipal de Pirassununga, disciplinando as relações tributárias municipais.

CAPÍTULO IV TÍTULO ÚNICO


DISPOSIÇÕES FINAIS DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA
CAPÍTULO I
Art. 47 As presentes regras aplicam–se aos processos e procedimentos administrativos ainda
DO FATO GERADOR E DO CONTRIBUINTE
não conclusos, bem como aos atos em que impliquem maior direito de defesa ao contribuinte,
responsável tributário ou interessado.
Art. 2º O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU tem como fato gerador a
propriedade, o domínio útil ou a posse, a qualquer título, de terreno ou imóvel construído, por natureza
Art. 48 As regras do Processo Administrativo Tributário (PAT) aplicam–se a outras
ou acessão física, como definido na legislação cível, localizado na zona urbana, urbanizável ou de
reclamações ou insurgências não especificadas neste Regulamento.
expansão urbana do Município de Pirassununga.
§ 1º Para efeito deste imposto considera–se:
Art. 49 Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
I – terreno: o solo sem benfeitoria ou edificação, ou que contenha:
contrário, produzindo efeitos a partir de 1° de janeiro de 2008. a) construção provisória que possa ser removida sem destruição ou alteração;
b) construção em andamento ou paralisada;
Pirassununga, 16 de janeiro de 2008. c) construção em ruínas, em demolição, condenada ou interditada.
– ADEMIR ALVES LINDO – II – prédio: o terreno com as respectivas construções permanentes, que sirvam para habitação, uso,
Prefeito Municipal recreio ou para o exercício de quaisquer atividades, lucrativas ou não, seja qual for sua forma ou destino
aparente ou declarado, ressalvadas as construções a que se referem o inciso anterior.
§ 2º As zonas urbanizáveis ou de expansão urbana são aquelas constantes de loteamentos aprovados
pela autoridade competente, destinadas à habitação, à indústria ou ao comércio, mesmo que localizadas
fora do perímetro urbano.
§ 3º Considera–se ocorrido o fato gerador, para todos os efeitos legais, em 1º de janeiro de cada ano.
§ 4º Serão consideradas como construções paralisadas, as que, devidamente comprovadas, estejam
nessa situação por um período máximo de 5 (cinco) anos.

Art. 3º Para os fins do IPTU, são contribuintes, solidariamente responsáveis entre si, os assim
compreendidos:
I – proprietário: o proprietário, titular do domínio útil, compromissário comprador ou o possuidor direto
do bem imóvel, a qualquer título;
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II – possuidor: qualquer um dos possuidores indiretos, com ou sem justo título, bem como o Parágrafo único. A Planta Genérica de Valores será revista a critério da Administração Pública
compromissário vendedor. Municipal e somente produzirá efeitos a partir do exercício seguinte à sua publicação, condicionada à
§ 1° O disposto neste artigo aplica–se ao espólio das pessoas nele referidas. aprovação legislativa.
§ 2° No caso de imóvel objeto de posse, em qualquer hipótese legal, o imposto será lançado em nome
do contribuinte, sem prejuízo da responsabilidade solidária de um e de outro. Art. 9º Na determinação do valor venal não serão considerados:
I – o valor dos bens móveis mantidos, em caráter permanente ou temporário, no bem imóvel, para efeito
Art. 4º O IPTU não será devido pelos contribuintes de imóvel que, mesmo localizado na zona urbana, de sua utilização, exploração, aformoseamento ou comodidade;
seja utilizado, comprovadamente, em exploração extrativa vegetal, agrícola, pecuária ou agro– II – as vinculações restritivas do direito de propriedade e o estado de comunhão;
industrial. III – o valor das construções ou edificações, nas hipóteses previstas nos incisos I a III do § 4º, do artigo
§ 1º A não incidência se limitará à área efetivamente utilizada nos fins indicados neste artigo, sendo que 10.
a parcela eventualmente não utilizada estará sujeita ao imposto.
§ 2º Para fruir do benefício previsto neste artigo o contribuinte deverá: Art. 10 O valor venal do bem imóvel, englobando o terreno e as construções nele existentes,
I – requerê–lo anualmente até o dia 20 de dezembro do exercício anterior àquele para o qual se pretende para fins de lançamento do IPTU, será calculado com base na Planta Genérica de Valores, aplicados os
o direito; fatores de correção e de acordo com as normas e métodos cabíveis, da seguinte forma:
II – juntar ao requerimento comprovante de: I – para o terreno, multiplica–se a área do terreno pelo valor unitário médio correspondente à
a) cadastro de produtor rural junto a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo ou CNPJ; localização e existência de equipamentos urbanos;
b) apresentação da DIPAM – Declaração de Dados para Apuração da Participação dos Municípios na II – para a construção, multiplicam–se a área construída pelo valor unitário médio correspondente ao
Arrecadação do ICMS, relativa ao exercício anterior, somente quando houver saídas a declarar; tipo e ao padrão de construção, aplicados os fatores de correção.
c) pagamento do Imposto Territorial Rural (ITR); § 1º A área edificada será obtida pela medição dos contornos externos das paredes ou pilares,
d) demais documentos a critério da Administração Pública Municipal. computando–se também a superfície das sacadas, cobertas ou não, de cada pavimento.
§ 3º Do requerimento deverá constar a qualificação do interessado, compreendendo seu nome ou razão § 2º No caso de piscina, a área construída será obtida pela medição dos contornos internos de suas
social completa, endereço e documento de identidade ou ato constitutivo, registro no Ministério da paredes.
Fazenda (CPF ou CNPJ). § 3º No caso de unidades autônomas em prédios, em condomínio, a área edificada será a área privativa
de cada unidade adicionada das áreas comuns, em função de sua quota parte, podendo ser enquadrada
Art. 5º Os imóveis utilizados para atividades industriais ou comerciais, mesmo não integrando em padrão diverso daquele atribuído às demais unidades, desde que apresente benfeitorias que a
loteamentos aprovados, serão considerados como pertencentes à zona urbana, para fins de incidência do diferencie, de forma significativa das demais.
imposto. § 4º Na determinação do valor venal do bem imóvel não serão considerados:
I – o valor dos bens móveis nele mantidos, em caráter permanente ou temporário, para efeito de sua
CAPÍTULO II utilização, exploração, aformoseamento ou comodidade;
DA BASE DE CÁLCULO E DA ALIQUOTA II – as vinculações restritivas do direito de propriedade e o estado de comunhão;
III – o valor das construções ou edificações, nas hipóteses previstas nos incisos de I a III do § 1º, deste
Art. 6º Considera–se base de cálculo do IPTU o valor venal do imóvel composto pelo valor do terreno artigo.
e de suas edificações.
§ 1º O valor venal do terreno será obtido pela multiplicação de sua área, ou de sua parte ideal, pelo Art. 11 As alíquotas praticadas são as constantes do Código Tributário Municipal.
valor do metro quadrado do terreno, aplicados os fatores de correção. § 1º O contribuinte, responsável tributário ou interessado deve informar à Administração Pública
§ 2º A impugnação ao valor venal do imóvel, devidamente instruída com no mínimo duas avaliações Municipal, em 30 (trinta) dias contínuos de sua ocorrência, a verificação de circunstância que
subscritas por Corretores de Imóveis, será processada conforme os ditames do Processo Administrativo possibilite tributação por alíquota maior ou menor.
Tributário (PAT). § 2º No caso do § 1º, o procedimento seguirá os ditames previstos para o Processo Administrativo
§ 3º Valor venal significa o valor que atingiria o bem no mercado imobiliário numa venda à vista. Tributário – PAT.

Art. 7º Para efeito do IPTU, o Poder Público se valerá da Planta Genérica de Valores, aprovada CAPÍTULO III
mediante lei, contendo: DO CADASTRO FISCAL IMOBILIÁRIO
I – valores do metro quadrado de terreno, segundo sua localização;
II – valores do metro quadrado de edificação, segundo o tipo, conservação e classificação; Art. 12 Denomina–se Cadastro Fiscal Imobiliário o banco de dados custodiado pela Seção de
III – fatores de correção e os respectivos critérios de aplicação. Cadastro Fiscal, vinculada à Secretaria Municipal de Finanças, relativo aos imóveis, situados total ou
parcialmente em Pirassununga, e seus respectivos titulares, especialmente para fins:
Art. 8º Os valores constantes da Planta Genérica de Valores serão anualmente atualizados I – de tributos sobre o patrimônio e a renda, como o Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU e o
monetariamente por Decreto, conforme estabelecido no artigo 4° do Código Tributário Municipal, antes Imposto de Transmissão Inter–Vivos – ITBI;
de efetuado o lançamento. II – das Taxas relativas à prestação ou disponibilização de Serviços Públicos:
a) de coleta de lixo, domiciliar ou biológico;
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b) de combate a incêndio e demais serviços de competência do Corpo de Bombeiros. § 3º Para o requerimento de inscrição do imóvel reconstruído, reformado ou acrescido, aplica–se, no
III – outros tributos ou figuras fiscais. que couber, o disposto neste artigo.

Art. 13 Todos os imóveis, inclusive os que gozarem de imunidade ou de isenção, situados nas Art. 16 O contribuinte é obrigado a promover a inscrição no Cadastro Fiscal Imobiliário dentro
áreas urbanas, urbanizáveis ou de expansão urbana do Município de Pirassununga, deverão ser inscritos do prazo de 30 (trinta) dias contínuos contados da:
no Cadastro Fiscal Imobiliário. I – convocação eventualmente feita pela Administração Pública Municipal;
§ 1º A inscrição de que trata este artigo, será promovida: II – conclusão ou ocupação da construção, para efeitos do imposto predial;
I – pelo contribuinte ou seu representante legal, devidamente habilitado; III – término da reconstrução, reforma, ampliação ou acréscimos, para efeitos do imposto predial;
II – por qualquer dos condôminos, seja o condomínio diviso ou indiviso; IV – aquisição ou promessa de compra de qualquer imóvel;
III – pelo adquirente ou alienante, a qualquer título de venda; V – aquisição ou promessa de compra de parte de imóvel, desmembrado ou ideal;
IV – pelo compromissário comprador ou vendedor, no caso de compromisso de compra e venda; VI – posse de imóvel exercida a qualquer título;
V – pelo inventariante, síndico, liquidante, administrador judicial ou sucessor, quando se tratar de VII – demolição ou perecimento das edificações ou construções existentes no terreno.
imóvel pertencente, respectivamente, ao espólio, massa falida, à sociedade em liquidação ou sucessão, § 1º Para fins do inciso II, a conclusão da obra independe de Habite–se, Certificado de Conclusão de
ou empresa em recuperação judicial; Obra ou outro documento, mas será apurada em vistoria e parecer da fiscalização de obras, avalizada
VI – pelo possuidor a qualquer título. pelo Chefe da Seção de Obras e Cadastro, que ateste a habilitabilidade do imóvel,
§ 2º A Administração Pública Municipal, por meio de edital, poderá convocar por zonas ou setores § 2º Na hipótese do inciso III, o término de reconstrução, reforma, ampliação ou acréscimo será
fiscais, as pessoas citadas no § 1º, para que promovam a inscrição ou o recadastramento, ou prestem apurado por vistoria e parecer da fiscalização de obras avalizada pelo Chefe da Seção de Obras e
informações complementares. Cadastro.
§ 3º O edital será publicado no mínimo uma vez em periódico de circulação local, ou, se inexistente, na
Imprensa Oficial do Estado, considerando–se ocorrida a intimação 15 (quinze) dias contínuos após a Art. 17 Para os efeitos do Cadastro Fiscal Imobiliário, consideram–se sonegados à inscrição, os
data da publicação. imóveis não inscritos no prazo e forma deste Regulamento e aqueles cujos formulários de inscrição
apresentem falsidade, má–fé ou dolo quanto a qualquer elemento da declaração obrigatória.
Art. 14 O contribuinte promoverá a inscrição no Cadastro Fiscal Imobiliário em formulário Parágrafo único. Nas hipóteses mencionadas neste artigo, a inscrição será feita de oficio a partir dos
próprio, aprovado Resolução do Secretário Municipal de Finanças e publicada na Imprensa Oficial do dados contidos nos elementos ao alcance da Administração Pública Municipal, sem prejuízo das
Município. penalidades cabíveis.

Art. 15 No ato da inscrição, o contribuinte, sob sua responsabilidade, sem prejuízo de outras Art. 18 O Cadastro Fiscal Imobiliário será atualizado sempre que ocorrerem alterações relativas
informações que poderão ser exigidas pela Administração Pública Municipal, declarará: à propriedade, domínio útil, posse, uso ou às características físicas do imóvel, edificado ou não.
§ 1º Para o requerimento de inscrição de terreno: § 1º A atualização deverá ser requerida por qualquer dos indicados nos §§ 1º e 2º do artigo 11, na forma
a) qualificação completa, compreendendo o nome ou razão social completa, documento de identidade e prazo deste Regulamento, mediante apresentação do documento hábil exigido pela Administração
ou ato constitutivo, inscrição no Ministério da Fazenda (CPF ou CNPJ), e demais dados que forem Pública Municipal.
julgados necessários; § 2º Respondem solidariamente pela obrigação tributária decorrente, os indicados no § 1º do artigo 11
b) número anterior da matrícula ou registro do título relativo ao terreno, no Cartório de Registro de que deixarem de efetuar a atualização cadastral.
Imóveis; § 3º A Administração Pública Municipal poderá realizar a atualização de oficio, a partir dos dados
c) localização, dimensões, área e confrontações do terreno; contidos nos elementos ao seu alcance, quando as informações não forem atualizadas no prazo e forma
d) uso a que efetivamente está sendo destinado o terreno; regulamentares ou apresentem falsidade, má–fé ou dolo quanto a qualquer elemento, sem prejuízo das
e) informações sobre o tipo de construção, se existir; penalidades cabíveis.
f) indicação da natureza do título aquisitivo da propriedade ou do domínio útil, e/ou do número de sua § 4º Os oficiais do Cartório de Registro de Imóveis e os titulares de Cartórios de Notas da Comarca de
matrícula no Registro de Imóveis competente; Pirassununga, deverão remeter à Secretaria Municipal de Finanças, relatório mensal, com as operações
g) valor constante do título aquisitivo; e registro de mudança de proprietário ou titular de domínio útil e averbação de área construída,
h) tratando–se de posse, indicação do título que a justifica, se existir; preenchido com todos os elementos exigidos, de imóveis situados em Pirassununga, até o último dia útil
i) endereço para a entrega de avisos de lançamento e notificações. do mês subseqüente às operações declaradas.
§ 2º Para o requerimento de inscrição de imóvel construído, todas as disposições do parágrafo anterior, § 5º Resolução do Secretário Municipal de Finanças, publicada na Imprensa Oficial do Município,
com o acréscimo das seguintes informações: poderá aprovar o modelo de relatório a que se refere o parágrafo anterior.
a) dimensões e área construída do imóvel;
b) área do pavimento térreo; Art. 19 Não serão lavrados, autenticados ou registrados pelos tabeliães, escrivães e oficiais de
c) número de pavimentos; Cartórios de Registro de Imóveis ou titulares de Cartórios de Notas os atos e termos sem a apresentação
d) data de conclusão da construção; da Certidão Negativa de Débito, ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, referente ao imóvel,
e) informações sobre o tipo de construção; observado o prazo de validade da mesma.
f) número e natureza dos cômodos.
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Parágrafo único. Quando do parcelamento do débito pertinente ao IPTU e taxas relativas ao imóvel, CAPÍTULO IV
somente será lavrado ou registrado o instrumento, termo ou escritura, conforme o caso, após o DO LANÇAMENTO
pagamento de todo o parcelamento ou de forma antecipada, ressalvada a hipótese de reconhecimento
expresso do adquirente ou cessionário, declarado no respectivo instrumento, termo ou escritura, da Art. 26 O IPTU será lançado anualmente, observando–se o estado do imóvel na data de
existência do débito e seu parcelamento, observado, quanto ao Imposto sobre a Transmissão “Inter ocorrência do fato gerador.
Vivos” (ITBI), o disposto nos artigos 145 e 146 do Código Tributário Municipal. § 1º Tratando–se de construções concluídas durante o exercício, o imposto sobre a edificação será
lançado a partir do exercício seguinte àquele em que:
Art. 20 Os responsáveis por loteamento ficam obrigados a fornecer à Administração Pública I – a autoridade competente expedir o Habite–se, Certificado de Conclusão de Obra ou outro
Municipal relação mensal dos lotes que tenham sido alienados definitivamente ou mediante documento de regularização pertinente;
compromisso de compra e venda. II – a construção seja parcial ou totalmente ocupada; ou
Parágrafo único. A relação a que se refere o caput mencionará qualificação do adquirente, III – o imóvel possua condições de habitabilidade, assim apurada em vistoria e parecer da fiscalização
compreendendo o nome ou razão social completa, documento de identidade ou ato constitutivo, de obras avalizada pelo Chefe da Seção de Obras e Cadastro.
inscrição no Ministério da Fazenda (CPF ou CNPJ), bem como a quadra, o lote e o valor do negócio § 2º Tratando–se de construções demolidas durante o exercício, o imposto sobre as edificações será
jurídico, até o último dia útil do mês subseqüente às operações declaradas. cancelado a partir do exercício seguinte àquele em que a demolição foi concluída, permanecendo o
imposto correspondente ao terreno.
Art. 21 As empresas construtoras, incorporadoras e imobiliárias ficam obrigadas a fornecer à
Administração Pública Municipal, relação mensal dos imóveis por elas construídos ou sob sua Art. 27 O lançamento efetivar–se–á em nome e sobre os dados do contribuinte que constar da
intermediação, que tiveram alteração dos titulares do domínio útil, mediante compra e venda ou inscrição, conforme Cadastro Fiscal Imobiliário.
compromisso de compra e venda, mencionando o imóvel, o adquirente e seu endereço, até o último dia § 1º No caso de imóvel objeto de compromisso de compra e venda, o lançamento será efetuado em
útil do mês subseqüente às operações declaradas. nome do promitente vendedor e do compromissário comprador, com responsabilidade solidária.
§ 2º Tratando–se de imóvel que seja objeto de enfiteuse, usufruto ou fideicomisso, o lançamento será
Art. 22 Serão objetos de uma única inscrição, obrigatoriamente acompanhada de planta, as feito em nome do enfiteuta, do usufrutuário, do fiduciário, ou de qualquer outro que tenha direito real
glebas brutas, desprovidas de melhoramentos, cuja utilização dependa de obras de urbanização. sobre o imóvel.

Art. 23 Em caso de litígio sobre o domínio do imóvel, a ficha de inscrição mencionará tal Art. 28 Nos casos de propriedade em comum, o imposto será lançado em nome de um dos co–
circunstância, bem como os nomes dos litigantes e dos possuidores, a natureza do feito, o juízo e o proprietários, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos demais pelo pagamento do tributo.
cartório por onde correr a ação.
Parágrafo único. Incluem–se também na situação prevista neste artigo, o espólio, a massa falida, as Art. 29 O lançamento do IPTU será distinto, um para cada unidade autônoma, ainda que
sociedades em liquidação ou sucessão e as empresas em recuperação judicial. contíguas ou vizinhas e de propriedade do mesmo contribuinte.
§ 1º Nos casos de loteamentos, desmembramentos, desdobros e outros da espécie, já inscritos no
Art. 24 A autorização para parcelamento do solo, bem como a concessão de Habite–se para Registro de Imóveis, o lançamento do imposto será individualizado por lote, independentemente de
edificação nova, e de Aceite–se para imóveis reconstruídos ou reformados, somente serão efetivados estarem aprovados pela Administração Pública Municipal.
mediante a prévia quitação dos tributos municipais incidentes sobre os imóveis originários e a § 2º Os lançamentos de que trata o parágrafo anterior não geram quaisquer direitos relativos ao
atualização dos dados cadastrais correspondentes. parcelamento do solo e ao direito de construir, sem o cumprimento da legislação pertinente, tendo mero
Parágrafo único. Os documentos referidos no caput deste artigo somente serão entregues aos efeito tributário.
contribuintes pela Administração Pública Municipal após a inscrição ou atualização do imóvel no § 3º Relativamente a cada unidade autônoma, o contribuinte será identificado, para efeitos fiscais, pelo
Cadastro Fiscal Imobiliário. número de inscrição no Cadastro Fiscal Imobiliário.

Art. 25 No caso das construções ou edificações sem licença ou sem obediência às normas Art. 30 Enquanto não extinto o direito da Fazenda Municipal, o lançamento poderá ser revisto,
vigentes, e de benfeitorias realizadas em terreno de titularidade desconhecida, será promovida sua inclusive de ofício, aplicando–se as normas gerais pertinentes ao Processo Administrativo Tributário
inscrição no Cadastro Fiscal Imobiliário, a título precário, unicamente para efeitos tributários. (PAT).
Parágrafo único. A inscrição e os efeitos tributários, nas hipóteses a que se refere este artigo, não criam § 1º O pagamento da obrigação tributária objeto de lançamento anterior será considerado como
direitos para o interessado e não impedem a Administração Pública Municipal de exercer o direito de pagamento parcial do total devido pelo contribuinte em conseqüência de revisão de que trata este artigo,
promover a adaptação da construção às prescrições legais, ou a sua demolição, independentemente de se o caso.
outras medidas cabíveis. § 2º Do lançamento retificativo será cientificado o interessado, utilizando–se dos meios de intimações
previstos no Regulamento Geral bem como as regras do artigo 33 deste Regulamento.

Art. 31 O IPTU será lançado e exigido independentemente da regularidade jurídica do título de


propriedade, domínio útil ou posse do terreno, ou da satisfação de quaisquer exigências administrativas
para a utilização do imóvel.
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I – retroativamente à data em que o interessado preencheu todos os requisitos necessários à obtenção da


Art. 32 A notificação de lançamento, por meio de aviso, será entregue no domicílio tributário imunidade;
do contribuinte, considerando–se como tal o local indicado pelo mesmo, conforme Cadastro Fiscal II – a partir da data em que for decidido o reconhecimento da isenção.
Imobiliário. Parágrafo único. A imunidade e a isenção tributária do IPTU seguirão os ditames previstos pelo
Parágrafo único. Por ocasião de alteração do proprietário ou possuidor do imóvel, o nome titular será Regulamento Geral do Código Tributário Municipal.
cientificado dos débitos pendentes sobre o mesmo.

Art. 33 A notificação ao interessado será feita: Art. 39 Os contribuintes portadores de deficiência física, atendidos os requisitos legais, terão o
I – diretamente pela Administração Pública Municipal ou por via postal, a qual poderá ser recebida benefício da isenção de IPTU concedido desde que, cumulativamente:
pessoalmente ou por familiar, representante, preposto, inquilino ou empregado do contribuinte, bem I – sejam titulares de apenas um imóvel na cidade e que o utilizem como residência própria;
como de portarias de edifícios ou de empresas. . II – o imóvel não possua área construída superior a 100 (cem) metros quadrados;
II – por edital, integral ou resumido, se desconhecido o domicílio tributário ou se a forma prevista no III – que o interessado não perceba renda familiar superior a dois salários–mínimos federais.
inciso anterior não puder ser efetivada. § 1º Considera–se portador de deficiência física o contribuinte que se enquadrar em alguma das
Parágrafo único. O edital será publicado no mínimo uma vez em periódico de circulação local, ou, se seguintes hipóteses:
inexistente, na Imprensa Oficial do Estado, considerando–se ocorrida a intimação 15 (quinze) dias I – Deficiência visual:
contínuos após a data da publicação. a) ausência bilateral do globo ocular;
b) perda bilateral da visão.
CAPÍTULO V II – Deficiência auditiva: perda bilateral total da audição;
DO PAGAMENTO III – Deficiência física:
a) paralisia dos membros (tetraplegia);
Art. 34 O IPTU poderá ser pago em tantas vezes conforme dispuser o Código Tributário b) ausência de dois membros superiores;
Municipal, obedecidos os seguintes critérios: c) ausência de dois membros inferiores;
d) ausência de um membro inferior e superior cumulativamente.
Setor Vencimento à vista Demais parcelas IV – Deficiência mental:
ou 1ª parcela a) atraso mental profundo ou grave;
01 ao 13 Até 20 de março Até o dia 20 dos meses subseqüentes b) demência derivada de lesão ou trauma cerebral.
14 ao 30 Até 23 de março Até o dia 23 dos meses subseqüentes § 2º O interessado demonstrará a condição de deficiente físico por meio de atestado expedido pelo
31 ao 57 Até 26 de março Até o dia 26 dos meses subseqüentes Médico do Trabalho da Administração Pública Municipal, após submissão à competente perícia.
58 em diante Até 29 de março Até o dia 29 dos meses subseqüentes

Parágrafo único. Fica o Secretário Municipal de Finanças autorizado, por Resolução a ser publicada na Art. 40 Os contribuintes que sejam aposentados ou pensionistas, atendidos os requisitos legais,
Imprensa Oficial do Município, a alterar as datas de vencimentos acima estipuladas, com a devida terão o benefício da isenção de IPTU concedido desde que, cumulativamente:
justificativa. I – sejam titulares de apenas um imóvel na cidade e que o utilizem como residência própria;
II – o imóvel não possua área construída superior a 70 (setenta) metros quadrados;
Art. 35 O pagamento do imposto não implica em reconhecimento, pela Administração Pública III – que o interessado perceba até um salário mínimo mensal como benefício previdenciário e não
Municipal, para quaisquer fins, da legitimidade da propriedade, do domínio útil ou da posse do imóvel. usufrua de outras rendas;
§ 1º O interessado demonstrará a condição de aposentado ou pensionista por meio de documento
CAPÍTULO VI expedido pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) ou outro órgão oficial de previdência.
DA IMUNIDADE E DA ISENÇÃO § 2º Aqueles que estiverem gozando dos benefícios desta isenção e que deixaram de se enquadrar nas
condições acima, deverão comunicar dentro de 30 (trinta) dias a Administração Pública Municipal.
Art. 36 O reconhecimento da imunidade ou da isenção, de ofício ou mediante provocação,
seguirá os ditames previstos para o Processo Administrativo Tributário (PAT).
Art. 41 As entidades beneficentes declaradas de utilidade pública, por meio de Lei Municipal, deverão:
Art. 37 As imunidades ou isenções não eximem seus beneficiários do cumprimento das demais I – Apresentar cópia autenticada do diploma constitutivo devidamente registrado;
obrigações principais e acessórias previstas na legislação e demais normativos tributários. II – Comprovar:
Parágrafo único. A imunidade ou isenção concedida às pessoas jurídicas não aproveita aos sócios, a) a utilização do imóvel para os fins estatutários;
gerentes, administradores ou qualquer outra pessoa física que dela participe. b) o funcionamento regular;
c) o cumprimento das obrigações estatutárias;
Art. 38 A imunidade ou isenção tributária do IPTU assegurada pela legislação municipal será e) a propriedade do imóvel.
declarada pela Administração Pública Municipal para casos individuais, produzindo seus efeitos:
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Art. 2º São responsáveis pelo pagamento do ISS, devendo reter na fonte o seu valor:
I – os tomadores ou intermediários de serviços provenientes do exterior do País ou cuja prestação se
Art. 42 Os interessados deverão apresentar com o requerimento até o dia 15 de dezembro do tenha iniciado no exterior do País;
exercício anterior ao do lançamento. II – as pessoas jurídicas, estabelecidas ou não em Pirassununga, ainda que imunes ou isentas, quando
Parágrafo único. Se o caso se referir à deficiência física permanente e irrecuperável, o benefício não tomarem ou intermediarem serviços, com imposto devido em Pirassununga;
precisará ser renovado ano a ano, desde que mantidas as demais condições existentes por ocasião do III – as pessoas físicas, domiciliadas ou não em Pirassununga, tomadoras de serviços dos subitens 7.02,
deferimento. 7.04 e 7.05, do Anexo I, da Lei Complementar 81/07.
§ 1º Para a retenção do ISS, nas hipóteses de que trata este artigo, o tomador do serviço utilizará a base
Art. 43 A concessão da isenção não gera direito adquirido e será anulada de ofício sempre que de cálculo e a alíquota prevista na legislação vigente.
se apure que o contribuinte não satisfazia as condições para a concessão do benefício, cobrando–se a § 2º O prestador de serviços, quando optante pelo Simples Nacional, deverá efetuar o registro da
importância equivalente à isenção, atualizada monetariamente, acrescida de multa e juros moratórios, alíquota do ISS, no corpo da Nota Fiscal de Serviços.
desde as datas originariamente assinaladas para o pagamento. § 3º A retenção do ISS, sendo o prestador de serviços optante pelo Simples Nacional, deverá ser feita
pela alíquota máxima, quando a mesma não for informada no corpo da nota fiscal de serviços, conforme
CAPÍTULO VII Resolução nº 51do Comitê Gestor do Simples Nacional.
DISPOSIÇÕES FINAIS § 4º O responsável, ao promover a retenção do ISS, deverá fornecer ao prestador de serviços, uma
declaração de que reteve e recolheu o imposto devido.
Art. 44 Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
contrário, especialmente o Decreto nº 2.673, de 28 de novembro de 2002 e o Decreto nº 3.338, de 4 de Art. 3º Sem prejuízo do disposto no artigo anterior, os responsáveis tributários ficam desobrigados da
junho de 2007, produzindo seus efeitos a partir de 1° de janeiro de 2008. retenção e do pagamento do ISS em relação aos serviços tomados ou intermediados, quando o prestador
de serviços:
Pirassununga, 16 de janeiro de 2008. I – for profissional autônomo, com tributação fixa;
- ADEMIR ALVES LINDO - II – for sociedade enquadrada na tributação fixa, conforme disciplinado neste Regulamento;
Prefeito Municipal III – gozar de isenção tributária, desde que estabelecido em Pirassununga;
IV – gozar de imunidade tributária.
Parágrafo único. Para os fins do disposto neste artigo, o responsável tributário deverá exigir que o
prestador dos serviços comprove seu enquadramento em uma das condições previstas nos incisos I a IV
por meio de declaração cadastral.
– DECRETO Nº 4.054, DE 20 DE JANEIRO DE 2010 – Art. 4º A legitimidade para requerer a restituição do indébito, na hipótese de retenção indevida ou
maior que a devida, do ISS retido na fonte e recolhido à Fazenda Municipal, pertence ao responsável
“Aprova o Regulamento do ISS de que trata a Lei Complementar tributário.
n° 81, de 28 de dezembro de 2007, atualizada pela Lei
Complementar 90 de 23 de novembro de 2009, o Código Art. 5º Todo aquele que utilizar serviços, prestados por pessoas físicas ou jurídicas, sujeitos à
Tributário Municipal” ........................ incidência do ISS, deverá exigir nota fiscal ou outro documento cuja utilização esteja prevista em
Regulamento ou autorizada por regime especial.
ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga,
Estado de São Paulo....................................... Art. 6º Ressalvadas as exceções previstas neste Decreto, o tomador dos serviços ou, supletivamente, o
prestador de serviços, deve calcular o valor do imposto, recolhendo–o na forma e prazo previstos em
No uso de suas atribuições legais e face ao constante nos autos do procedimento administrativo nº Regulamento próprio, por meio do programa e–ISS (Iss Eletrônico), independentemente de prévia
4.399/2009; e, notificação.
Considerando o disposto no Artigo 91 da Lei Complementar n° 81, de 28 de dezembro de 2007, o
Código Tributário Municipal, Art. 7º Denomina–se Cadastro Fiscal Mobiliário o banco de dados custodiado pela Fiscalização de
Rendas, subordinada à Secretaria Municipal de Finanças, relativo às atividades de relevância tributária
DECRETA: desenvolvidas por pessoas físicas ou jurídicas, para administração, dentre outros fins:
I – do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS;
Art. 1º Regulamenta o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) de que trata o Código II – das Taxas decorrentes do exercício do poder de polícia administrativa;
Tributário Municipal de Pirassununga, disciplinando as relações tributárias municipais. III – outros tributos ou figuras fiscais.
Parágrafo único. Toda vez que este Regulamento se referir à “Lista de Serviços”, compreenda–se a
Lista de Serviços tributáveis pelo ISS que está anexa ao Código Tributário Municipal.
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Art. 8º Poderá, ainda, a Secretaria Municipal de Finanças, antes de conceder a inscrição, exigir: Art. 12 Autorizada a inscrição, será atribuído o número correspondente.
I – o preenchimento de requisitos específicos, segundo a categoria, grupo ou setor de atividade em que
se enquadrar o sujeito passivo; Art. 13 O número de inscrição deverá constar em todos os documentos fiscais que o sujeito passivo
II – a apresentação de qualquer outro documento, na forma estabelecida em ato expedido por autoridade utilizar.
competente;
III – a prestação, por qualquer meio, de informações julgadas necessárias à apreciação do pedido; Art. 14 A atividade econômica do estabelecimento será identificada por meio de código atribuído em
IV – a prestação de garantia ao cumprimento das obrigações tributárias, em face de antecedentes fiscais conformidade com a relação de códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – Fiscal –
que desabonem o interessado na inscrição ou os seus sócios. CNAE–F, aprovada pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Parágrafo único. Considera–se conduta desabonadora: § 1º Todas as atividades exercidas pelo contribuinte deverão ser relacionadas na DECA (Declaração
I – a condenação por crime contra a fé pública ou a administração pública, como previsto na legislação Cadastral).
penal: § 2º Quando houver o exercício de mais de uma atividade, o contribuinte deverá eleger uma atividade
a) de falsificação de papéis ou documentos públicos ou particulares, bem como de selo ou sinal público; como principal e as demais, como secundárias.
b) de uso de documento falso; § 3º O código de atividade será atribuído, com base em declaração do sujeito passivo, quando:
c) de falsa identidade; I – da inscrição inicial;
d) de contrabando ou descaminho; II – ocorrerem alterações em sua atividade econômica;
e) de facilitação de contrabando e descaminho; III – exigido pela Secretaria Municipal de Finanças.
f) de resistência visando a impedir a ação fiscalizadora; § 4º Na hipótese do inciso II do § 1° deste artigo, a comunicação deverá ser efetuada em até 30 (trinta)
g) de corrupção ativa; dias contínuos, após a ocorrência do fato.
II – a condenação por crime de sonegação fiscal; § 5º A Secretaria Municipal de Finanças poderá, sem prejuízo da aplicação de eventual penalidade,
III – a condenação por crimes contra a ordem tributária tipificados nos artigos 1º e 2º da Lei 8.137, de quando prevista, incluir, excluir ou alterar de ofício os códigos de atividade econômica do
27 de dezembro de 1990; estabelecimento, quando constatar divergência entre os códigos declarados e as atividades econômicas
IV – a indicação em lista relativa à emissão de documentos inidôneos ou em lista de pessoas inidôneas efetivamente exercidas pelo estabelecimento.
elaborada pela Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal;
V – a comprovação de insolvência. Art. 15 Ocorrendo o encerramento das atividades deverá o contribuinte, no prazo de 30 (trinta) dias
contínuos contados daquele evento, apresentar à Administração Pública Municipal os Livros e demais
Art. 9º A garantia a que se refere o artigo anterior será prestada na forma permitida pelo Direito, documentos fiscais, a fim de poder obter a baixa de sua inscrição no Cadastro Fiscal Mobiliário.
estabelecendo–se em ato do Secretário Municipal de Finanças a eleição do tipo a ser admitido em
função dos fins a que se destinar. Art. 16 Os critérios estabelecidos para escrituração Fiscal do ISS, bem como os respectivos modelos
§ 1º Em substituição ou em complemento à garantia prevista no artigo anterior, poderá a Secretaria de documentos fiscais, poderão ser excepcionalmente dispensados ou substituídos a requerimento do
Municipal de Finanças aplicar ao sujeito passivo regime especial para o cumprimento das obrigações contribuinte, no interesse da Administração Pública Municipal e a juízo do Secretário Municipal de
tributárias. Finanças, tendo em vista a natureza do serviço prestado e suas condições peculiares.
§ 2º Concedida a inscrição, a superveniência de qualquer dos fatos arrolados como antecedentes fiscais
desabonadores ensejará a exigência da garantia prevista neste artigo, sujeitando–se o sujeito passivo à Art. 17 As pessoas físicas ou jurídicas, abrangidas pelo campo de incidência do ISS, ficam obrigadas,
suspensão ou cancelamento de sua inscrição caso não a ofereça no prazo fixado. ainda que isentas do imposto, ao uso do Livro de Registro de Prestação de Serviços.
§ 3º Poderá a Secretaria Municipal de Finanças estabelecer forma diversa de verificação dos
documentos previstos no caput, em ato a ser publicado na Imprensa Oficial do Município. Art. 18 O Livro de Registro de Prestação de Serviços é destinado ao registro de todas as transações
referentes às atividades de prestação de serviços constantes da Lista de Serviços anexa ao Código
Art. 10 A suspensão ou cancelamento da inscrição implicará em: Tributário Municipal e somente poderá ser utilizado depois de visado por Servidores da Fiscalização de
I – considerar–se o sujeito passivo como não inscrito, definitiva ou temporariamente, conforme o caso, Rendas do Município.
no Cadastro Fiscal Mobiliário; § 1º O Livro de que trata este artigo, quando da abertura ou do encerramento, somente será visado se
II – proibição, à Administração Pública Municipal ou à pessoa jurídica da qual seja acionista atendidas às seguintes formalidades, nas condições pertinentes no momento de cada visamento:
majoritário, de negociar com o titular da inscrição que tiver sido suspensa ou cancelada. I – os termos de abertura e o de encerramento deverão estar devidamente preenchidos e assinados pelo
Parágrafo único. O disposto no inciso II importa, também, em não permitir a participação em contribuinte e pelo responsável pela escrituração contábil;
concorrência, tomada de preços ou convite, e a celebração de contrato de qualquer natureza, inclusive II – as páginas deverão estar numeradas em ordem crescente e conter a indicação dos meses em
de abertura de crédito e levantamento de empréstimo. seqüência cronológica, mesmo que, em determinado mês, não haja atividade de prestação de serviços.
§ 2º No início da atividade, o Livro somente será visado mediante a apresentação da ficha de inscrição
Art. 11 Os dados cadastrais são de exclusiva responsabilidade do declarante e a inscrição não implicará no Cadastro de Atividades da Administração Pública Municipal, devidamente aprovada.
reconhecimento da eficácia do ato nem da existência legal da pessoa inscrita. § 3º Salvo na hipótese prevista no § 2º deste artigo, os Livros novos somente serão visados mediante a
apresentação do Livro anterior, a ser encerrado.
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§ 4º Para os efeitos do § 3º deste artigo, os livros a serem encerrados deverão ser exibidos à Art. 28 A Nota Fiscal de Prestação de Serviços será de emissão obrigatória, toda vez que ocorrer o fato
Fiscalização de Rendas do Município no prazo de 30 (trinta) dias contínuos após o mês de competência, gerador do imposto, podendo ser proporcional, quando o tempo para a execução do serviço for superior
escriturada sua última página. ao mês civil, à razão do tempo previsto e o que foi efetivamente executado, excetuadas as hipóteses
previstas na legislação.
Art. 19 A emissão de nota fiscal, recibo ou equivalente, relativos à prestação de serviços, deverá ser § 1º A Nota Fiscal de Prestação de Serviços, expedida nos moldes aprovados por Resolução do
efetuada no momento da efetivação da operação. Secretário Municipal de Finanças publicada na Imprensa Oficial do Município, deverá conter as
seguintes indicações:
Art. 20 Far–se–á a escrituração no Livro de Registro de Prestação de Serviços à data da emissão da I – denominação: "Nota Fiscal de Prestação de Serviços";
Nota Fiscal de Serviços ou de outro documento fiscal que venha a ser autorizado pela Secretaria II – série "A", número de ordem e número de vias;
Municipal de Finanças, por intermédio da Fiscalização de Rendas do Município, obedecida a ordem III – natureza da operação e respectivo Código Fiscal de Prestação de Serviços;
cronológica da prestação do serviço. IV – nome, endereço, identificação do contribuinte e número da inscrição no Cadastro de Atividades da
Administração Pública Municipal ou número do Código Fiscal atribuído pela Fiscalização de Rendas
Art. 21 Para cada estabelecimento de prestação de serviços, seja matriz, agência, sucursal ou filial com Municipais, número de inscrição Estadual e número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas
sede no Município de Pirassununga, será exigido o Livro de Registro de Prestação de Serviços. Jurídicas (CNPJ);
Parágrafo único. Quando o contribuinte mantiver escritórios, seções, oficinas ou agentes, em diferentes V – discriminação dos serviços e o local onde foram prestados, dos respectivos valores e valor total da
locais de Pirassununga, poderá ser centralizada a escrita em quaisquer dos estabelecimentos, com a prestação dos serviços;
comunicação prévia do fato à Fiscalização de Rendas do Município. VI – nome e endereço do usuário do serviço, número de sua inscrição Estadual e número de inscrição
no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), ou CPF se forem pessoas físicas;
Art. 22 O contribuinte que exercer mais de uma atividade de prestação de serviço, para as quais sejam VII – data de emissão da Nota Fiscal (dia, mês e ano);
estabelecidas alíquotas diferenciadas, fará a escrituração do Livro de Registro de Prestação de Serviços VIII – nome, endereço e número da inscrição municipal da tipografia que efetuou a impressão da Nota
em páginas distintas para cada espécie de atividade, em ordem cronológica. Fiscal e numeração total da série;
IX – número da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais, fornecido pela Administração
Art. 23 O Livro de Registro de Prestação de Serviços não poderá conter emendas ou rasuras, devendo Pública Municipal.
os equívocos verificados serem esclarecidos na coluna de observações. § 2º As indicações previstas nos incisos I, II, IV, VIII e IX do parágrafo anterior deverão ser impressas
§ 1º Os serviços de construção civil deverão ser escriturados por obra. tipograficamente, e as dos incisos III, V, VI e VII serão preenchidas no ato da emissão da Nota Fiscal
§ 2º Os serviços prestados em outro Município são de registro obrigatório, ainda que excluídos da base de Prestação de Serviços.
de cálculo do ISS devido no Município de Pirassununga. § 3° A critério da Administração Pública Municipal e mediante requerimento do contribuinte, poderá
§ 3º O cálculo do imposto devido, no caso dos parágrafos anteriores, será feito mensalmente no livro. ser dispensada a emissão de nota fiscal do contribuinte que prestar serviços especiais, com edição de
controle fiscal específico.
Art. 24 O Livro de Registro de Prestação de Serviços permanecerá obrigatoriamente no domicílio fiscal § 4° A Instituições Financeiras, as agências dos Correios e suas Franqueadas, as Concessionárias de
do contribuinte, dele não podendo ser retirado sob qualquer pretexto, salvo nas hipóteses legalmente serviços públicos que não tiverem sede no Município de Pirassununga e as Casas Lotéricas, ficam
previstas. dispensadas da emissão de Notas Fiscais de Prestação de Serviços.
Parágrafo único. Presume–se retirado do estabelecimento o Livro que não for exibido ao Agente Fiscal, § 5° No caso das microempresas e das empresas de pequeno porte optantes pelo Regime Especial
quando solicitado. Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de
Pequeno Porte – Simples Nacional, as notas fiscais deverão trazer impresso a expressão:
Art. 25 O Livro de Registro de Prestação de Serviços será de exibição obrigatória à Fiscalização de “DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL NÃO GERA
Rendas do Município e deverá ser conservado no arquivo do contribuinte pelo prazo de 5 (cinco) anos, DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE ISS".
contados da data do último lançamento.
Art. 29 Na hipótese de prestação de serviços a pessoas físicas, poderá o contribuinte utilizar–se da Nota
Art. 26 Ficam dispensadas do uso do Livro de Registro de Prestação de Serviços as instituições Fiscal de Prestação de Serviços Simplificada, expedida nos moldes exigidos por Resolução do
financeiras, as concessionárias de rodovias pedagiadas e as concessionárias de serviços públicos que Secretário Municipal de Finanças publicada na Imprensa Oficial do Município.
não tiverem sede no Município de Pirassununga, as casas lotéricas, as agências dos correios e
respectivas franquias e os contribuintes cujos serviços são prestados sob a forma de trabalho pessoal e Art. 30 A Nota Fiscal de Prestação de Serviços Simplificada deverá conter as seguintes indicações:
que estejam sujeitos ao pagamento do ISS em valores fixos. I – denominação: "Nota Fiscal Prestação de Serviços Simplificada";
Parágrafo único. Também estão dispensados os demais casos a critério da Fiscalização de Rendas do II – série, número de ordem e número de via;
Município com aprovação da Secretaria Municipal de Finanças. III – natureza da operação e respectivo Código Fiscal de Prestação de Serviços;
IV – nome e endereço do contribuinte, número de inscrição no Cadastro de Atividades da
Art. 27 As Notas Fiscais de Prestação de Serviços são comprovantes da natureza e do valor dos Administração Pública Municipal ou número do código fiscal atribuído pela Administração Pública
serviços realizados. Municipal, número de inscrição estadual e número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas (CNPJ);
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V – descrição sumária dos serviços prestados, dos respectivos valores, e do valor total da prestação dos Art. 35 As notas fiscais de prestação de serviços das microempresas e as empresas de pequeno porte
serviços; optantes pelo Sistema Unificado de Arrecadação, denominado Simples Nacional, confeccionadas antes
VI – nome, endereço e demais dados de identificação e localização do usuário do serviço; da exigência de que trata este Regulamento deverão apor carimbo em todas as vias.
VII – data de emissão da Nota Fiscal (dia, mês e ano); Parágrafo único. O carimbo será de 6 (seis) cm. x 3 (três) cm. e terá os dizeres: “DOCUMENTO
VIII – nome, endereço e número da inscrição municipal da tipografia que efetuou a impressão da Nota EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL NÃO GERA DIREITO A
Fiscal e numeração total da série; CRÉDITO FISCAL DE ISS".
IX – número da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF).
Parágrafo único. As indicações previstas nos incisos I, II, IV, VIII e IX deste artigo deverão ser Art. 36 O empreendedor individual, assim entendido como o empresário individual a que se refere o
impressas tipograficamente, e as dos incisos III, V, VI e VII serão preenchidas no ato da emissão da artigo 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, optante pelo Sistema Unificado de Arrecadação,
Nota Fiscal de Prestação de Serviços Simplificada. denominado Simples Nacional:
I – quando obrigado a emitir nota fiscal, fará a comprovação da receita bruta, mediante apresentação da
Art. 31 As Notas Fiscais de Prestação de Serviços e as Notas Fiscais de Prestação de Serviços Declaração Eletrônica de Serviços, nas mesmas datas e condições dos demais contribuintes;
Simplificada serão impressas em talões com no mínimo 50 (cinqüenta) jogos, em séries para grupos de II – poderá optar por fornecer nota fiscal gratuita, quando disponibilizada pelo respectivo Município.
99.999 números, iniciando–se, quando atingido este limite, nova numeração.
§ 1º Será obrigatória a emissão de Nota Fiscal de outra série sempre que o contribuinte realizar, ao Art. 37 Ao contribuinte será facultado optar pela confecção das Notas Fiscais, de que trata esta Seção,
mesmo tempo, mais de uma atividade com alíquotas diferenciadas, obedecendo–se neste caso, os pelo sistema de jogos soltos ou formulário contínuo, desde que mencionado na autorização.
seguintes critérios: § 1º Se a opção recair no sistema de jogos soltos, as vias das Notas Fiscais do contribuinte deverão ser
I – a diferenciação das séries será efetuada por meio da impressão de letras maiúsculas, em ordem chanceladas previamente à sua utilização, pela Administração Pública Municipal.
alfabética, após o número de ordem; § 2º Em se tratando de formulário contínuo sua numeração de ordem deverá ser impressa
II – cada letra corresponderá a uma série; tipograficamente.
III – cada série deverá ser especificada na Autorização para Impressão de Documentos Fiscais e no § 3º As Notas Fiscais de que trata este artigo deverão ser arquivadas, após a emissão, em ordem
Livro Registro de Prestação de Serviços, conjuntamente com a especificação da atividade. numérica crescente, e encadernadas em livros de até 500 (quinhentas) folhas, contendo termo de
§ 2º As Notas Fiscais de que trata este artigo deverão ter, no mínimo, 2 (duas) vias por jogo, sendo abertura e de encerramento, de apresentação obrigatória à Administração Pública Municipal.
facultado ao contribuinte imprimi–las em maior quantidade de vias.
§ 3º A primeira via da Nota Fiscal deverá ser entregue ao tomador do serviço e outra via, Art. 38 A utilização de notas fiscais conjugadas, modelo 1 e modelo 1A, autorizadas pelo Estado,
obrigatoriamente, deverá permanecer no talão, em poder do contribuinte, sem ser destacada. deverão conter autorização prévia da Administração Pública Municipal, para poderem ser impressas.
§ 4° Na emissão da Nota Fiscal é obrigatório o decalque a papel carbono ou processo equivalente. Parágrafo único. A escrituração das notas fiscais conjugadas no Livro Registro de Prestação de Serviços
§ 5º A Nota Fiscal inutilizada por erro, omissão ou qualquer outro motivo, deverá permanecer presa ao deverá registrar as operações com mercadorias no campo "Observações".
talão, com todas as suas vias, para anotação do cancelamento.
Art. 39 A utilização de Cupom Fiscal, nos moldes aprovado por Resolução do Secretário Municipal de
Art. 32 As Notas Fiscais de Prestação de Serviços e as Notas Fiscais de Prestação de Serviços Finanças publicada na Imprensa Oficial do Município, deverá ser precedida de autorização da
Simplificada serão de exibição obrigatória à Fiscalização Tributária Municipal e deverão ser Administração Pública Municipal.
conservadas, no arquivo do contribuinte, pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados da data da emissão da Parágrafo único. A escrituração do cupom fiscal na Declaração Eletrônica de Serviços deverá respeitar
Nota. as seguintes formalidades:
I – ser escriturados diariamente, arquivando–se a cópia da mídia eletrônica;
Art. 33 Ficam dispensados da obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal de Prestação de Serviços e da II – quando for solicitada a emissão de nota fiscal de serviço, deverá também ser emitido o cupom fiscal
Nota Fiscal de Prestação de Serviços Simplificada os contribuintes que não estejam legalmente e anotado seu número no campo "Descrição do Serviço";
obrigados a apresentar a Declaração Eletrônica de Serviços. III – para evitar duplicidade de lançamento, as notas fiscais de serviços não serão escrituradas na
Parágrafo único. Caso o contribuinte pessoa física, não obrigado a emissão de notas fiscais, optar por Declaração Eletrônica de Serviços, mas deverão ser conservadas para apresentação à Administração
seu uso, no corpo da nota fiscal deverá ser impresso “CONTRIBUINTE SUJEITO A TRIBUTAÇÃO Pública Municipal pelo período de 5 (cinco) anos, após sua emissão.
FIXA” e no cabeçalho “NOTA FISCAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAL
LIBERAL”. Art. 40 Poderá ser instituída a Nota Fiscal Avulsa para prestadores de serviços eventuais ou não
cadastrados e para o empreendedor individual, assim entendido como o empresário individual a que se
Art. 34 As microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Sistema Unificado de refere o artigo 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, optante pelo Sistema Unificado de
Arrecadação, denominado Simples Nacional deverão registrar no campo destinado às informações Arrecadação, denominado Simples Nacional, que serão autorizadas pela Administração Pública
complementares ou, em sua falta, no corpo do documento, por qualquer meio gráfico indelével, as Municipal mediante solicitação do interessado e emitidas eletronicamente.
expressões:
I – "DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL"; e, Art. 41 A Nota Fiscal Avulsa será fornecida de ofício pela autoridade competente, mediante solicitação
II – "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE ISS". presencial do interessado e obedecerá a numeração seqüencial estabelecida pela Administração Pública
Municipal.
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Parágrafo único. A critério da Administração Pública Municipal poderá ser suspenso o fornecimento de I – nome do contribuinte;
notas avulsas, quando o volume e a freqüência dos serviços assim o indicar. II – endereço;
III – CNPJ/CPF;
Art. 42 A Nota Fiscal Avulsa será emitida em 3 (três) vias, com a seguinte destinação: IV – Insc. Est./RG.;
I – 1ª via – Tomador de serviços; V – Insc. Municipal.
II – 2ª via – Prestador de serviços;
III – 3ª via – Administração Pública Municipal. Art. 49 As autorizações para impressão de Documentos Fiscais somente produzirão efeito após a
Parágrafo único. As notas fiscais avulsas terão prazo de validade de 5 (cinco) dias contínuos para autenticação efetuada pela Administração Pública Municipal.
emissão e o prazo de 10 (dez) dias contínuos após a emissão para entrega da terceira via à
Administração Pública Municipal. Art. 50 Os estabelecimentos gráficos situados fora do Município de Pirassununga deverão apresentar,
no ato da autenticação, da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais, o comprovante de sua
Art. 43 Na prestação de serviço, cujo ISS for de responsabilidade do tomador, o contribuinte fará a inscrição municipal ou cópia do contrato social.
indicação alusiva à base de cálculo e ao imposto devido no campo próprio ou, em sua falta, no corpo do
documento fiscal utilizado na prestação. Art. 51 Os usuários e os estabelecimentos gráficos deverão conservar suas respectivas vias da
Autorização para Impressão de Documentos Fiscais pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados da data de
Art. 44 As Notas Fiscais previstas neste Decreto somente poderão ser impressas após autorização, pela sua emissão.
Administração Pública Municipal, por meio do formulário Autorização de Impressão de Documentos
Fiscais (AIDF). Art. 52 Nas hipóteses de lançamento por homologação, salvo disposição em contrário, o imposto será
Parágrafo único. Os elementos constantes do requerimento de AIDF serão determinados por Resolução recolhido mensalmente, aos cofres da Administração Pública Municipal, mediante a emissão de guias
do Secretário Municipal de Finanças publicada na Imprensa Oficial do Município. de recolhimento pelo programa ISS ELETRÔNICO, independentemente do prévio exame da autoridade
competente, até o dia 15 (quinze) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.
Art. 45 A solicitação para “Autorização de Impressão de Documento Fiscal – AIDF”, bem como sua
homologação, poderão, a qualquer tempo, serem disponibilizadas e autorizadas pela Administração Art. 53 Nos casos de tributação fixa, o valor da parcela do imposto será o constante da Lista de
Pública, por meio eletrônico, no endereço eletrônico www.pirassununga.sp.gov.br. Serviços anexa ao Código Tributário Municipal, recolhido pelo contribuinte, anualmente, em 10 (dez)
parcelas mensais consecutivas vencíveis, no último dia de cada mês, a partir do mês de fevereiro do ano
Art. 46 A Autorização para Impressão de Documentos Fiscais – AIDF será concedida mediante do lançamento, não podendo o valor de cada parcela ser inferior a 10 (dez) Unidades Fiscais Municipais
observância dos seguintes critérios: (UFM´s).
I – para a solicitação inicial será concedida autorização para impressão com base na média mensal de
emissão da atividade correspondente, de quantidade necessária para suprir a demanda do contribuinte Art. 54 O valor do ISS será objeto de arbitramento, após a abertura de procedimento fiscalizatório, sem
no máximo por 06 (seis) meses. prejuízo das penalidades cabíveis, nas seguintes hipóteses:
II – para as demais solicitações será concedida autorização para impressão com base na média mensal I – não possuir o sujeito passivo, ou deixar de exibir aos agentes da Administração Pública Municipal,
de emissão do solicitante, de quantidade necessária para suprir a demanda do contribuinte no máximo os elementos necessários à comprovação da exatidão do valor das operações realizadas, inclusive nos
por 06 (seis) meses. casos de perda, extravio ou inutilização de livros ou documentos fiscais;
III – o dispositivo no inciso anterior não se aplica aos formulários contínuos destinados à impressão de II – dos livros ou documentos fiscais ou comerciais exibidos ou emitidos pelo sujeito passivo ou
documentos fiscais por processamento eletrônico de dados, quando será concedida autorização para a terceiro legalmente obrigado serem omissos, não observarem as formalidades extrínsecas ou intrínsecas
impressão, com base na média mensal de emissão do solicitante, de quantidade necessária para suprir a ou não merecerem fé;
demanda do contribuinte no máximo 12 (doze) meses. III – não prestar o sujeito passivo, após regularmente intimado, os esclarecimentos exigidos pela
Parágrafo único. A autoridade competente poderá, em casos especiais, autorizar a confecção de fiscalização, ou prestar esclarecimentos insuficientes ou que não mereçam fé, por inverossímeis ou
documentos fiscais em números e prazos superiores ao previsto neste artigo, por solicitação do falsos;
contribuinte, mediante processo administrativo. IV – existência de fraude ou sonegação, evidenciada pelo exame dos livros ou documentos fiscais ou
comerciais, exibidos pelo sujeito passivo ou por quaisquer outros meios diretos ou indiretos de
Art. 47 Poderá ser instituído o controle da autenticidade de documento fiscal e, oportunamente, verificação, ou se o sujeito passivo embaraçar o exame de livro ou documentos necessários ao
disponibilizado por meio de consulta no endereço eletrônico www.pirassununga.sp.gov.br. lançamento e a fiscalização do tributo.
Parágrafo único. A seguinte indicação impressa tipograficamente deverá constar dos dados de cada V – quando o preço do serviço for de difícil apuração, ou quando a prestação do serviço tiver caráter
documento fiscal “Para verificar a veracidade da NF, acesse o site: www.pirassununga.sp.gov.br”. transitório ou instável;
VI – quando os serviços forem prestados sem a determinação do preço ou a título de cortesia;
Art. 48 A impressão das Notas Fiscais de Serviços e das Notas Fiscais–Faturas de Serviços deverão VII – exercícios de qualquer atividade que implique realização de operação tributável, sem se encontrar
conter os dados mínimos obrigatórios apontados no documento AIDF. o contribuinte devidamente inscrito na Administração Pública Municipal.
Parágrafo único. Deverão ser impressos tipograficamente também os campos destinados à identificação Parágrafo único. O arbitramento referir–se–á, exclusivamente, aos fatos geradores ocorridos no período
do contribuinte: em que se verificarem os pressupostos mencionados nos incisos deste artigo.
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Art. 55 Nas hipóteses previstas no artigo anterior, o arbitramento será fixado por despacho da § 5º No caso de demolição de obra existente deverá ser arbitrado o equivalente a 15% (quinze por
autoridade competente, que considerará, entre outros elementos cabíveis: cento) do valor de construção similar, constante na tabela respectiva, já incluindo a limpeza e a
I – os recolhimentos efetuados em períodos idênticos pelo mesmo ou outros contribuintes que exerçam remoção.
a mesma atividade em condições semelhantes;
II – as condições peculiares ao contribuinte; TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS IMÓVEIS
III – os elementos que exteriorizem a situação econômico–financeira do contribuinte;
(UFM – Unidade Fiscal Municipal)
IV – o preço corrente dos serviços, à época em que se referir a apuração;
V – o valor da despesa do contribuinte acrescido de margem de lucro;
VI – documentos que permitam deduzir o valor da receita, por meio de cálculos estimados; Área Construída Valor por m2
VII – remuneração dos Sócios, o número de empregados e seus salários;
VIII – aluguel ou “leasing” do imóvel, das máquinas, ferramentas e equipamentos para a prestação dos I – Imóveis residenciais, para uso próprio,
UFM
serviços ou 0,5% (cinco décimos por cento) ao mês do valor desses bens, se forem próprios; inclusive sobrados: por m2
IX – aluguel ou “leasing” dos veículos utilizados para a prestação dos serviços ou 1,5% (um e meio por Até 40,00 m2 25,0000
cento) do valor desses bens, se forem próprios, além do valor do IPVA e licenciamento. De 40,01 a 50,00 m2 32,0000
§ 1° Na hipótese de realização do arbitramento, para contribuintes não inscritos no Cadastro Mobiliário
De 50,01 a 60,00 m2 38,0000
Municipal de Pirassununga, será efetuada, de ofício, a inscrição do sujeito passivo.
§ 2° Do imposto resultante do arbitramento serão deduzidos os pagamentos realizados no período, De 60,01 a 70,00 m2 46,0000
quando devidamente comprovados. De 70,01 a 100,00 m2 56,0000
De 100,01 a 120,00 m2 68,0000
Art. 56 O arbitramento não exclui a incidência de atualização monetária, acréscimos moratórios e De 120,01 a 150,00 m2 76,0000
multa pecuniária sobre o débito de ISS que venha a ser apurado, nem da penalidade por De 150,01 a 200,00 m2 90,0000
descumprimento da obrigação acessória que lhe sirva de pressuposto.
De 200,01 a 250,00 m2 100,0000
Art. 57 O custo total dos serviços será arbitrado conforme disposições do artigo 174 da Lei De 250,01 a 300,00 m2 112,0000
Complementar nº 81, de 28 de dezembro de 2007, quando as Notas Fiscais e/ou Contratos apresentados, De 300,01 a 400,00 m2 118,0000
contiverem valores considerados inconsistentes. De 400,01 a 500,00 m2 148,0000
§ 1º Na forma do que dispõe a Lei Complementar nº 81, de 28/12/07, em seu artigo 156, § 6º, alínea De 500,01 a 600,00 m2 186,0000
“a”, para o arbitramento previsto neste artigo, o contribuinte, deverá apresentar, no mínimo, a seguinte Acima de 600,00 m2 218,0000
documentação:
I – certidão ou declaração, sob as penas da lei, de ser possuidor e/ou proprietário de um único imóvel no
município de Pirassununga; II – Comércio/Indústria, inclusive sobrados:
UFM
II – declaração constante do Decreto nº 3.901, de 20/07/2009, devidamente preenchida e assinada; por m2
III – comprovação de exclusiva administração própria, na construção da obra; Até 80 m2 50,0000
IV – valor da obra consistente com os parâmetros previstos. De 80,01 a 110,00 m2 56,0000
§ 2º Para aplicabilidade do Artigo 156, § 6º, da Lei Complementar nº 81, de 28 de dezembro de 2007, De 110,01 a 150,00 m2 64,0000
entende-se por empreendimento social, todo empreendimento habitacional de interesse social, De 150,01 a 200,00 m2 71,0000
construído de um conjunto de unidades acabadas unifamiliares ou multifamiliares, desde que as obras
De 200,01 a 250,00 m2 90,0000
de construção civil, hidráulicas, elétricas e outras obras similares, prestadas diretamente para
implantação das referidas unidades, sejam executadas com a utilização de recursos provenientes de De 250,01 a 300,00 m2 115,0000
programas de financiamento das esferas de governo ou entidades privadas, devidamente aprovado pela De 300,01 a 500,00 m2 160,0000
Administração Municipal. Acima de 500,00 m2 194,0000
§ 3º Os imóveis que não se enquadrarem nas tabelas, desse artigo, terão o valor total da obra arbitrado
por meio do custo de construção do metro quadrado apurado pelo SINDUSCON – Sindicato da III – Galpão ou Cobertura, para uso próprio:
Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, conforme o Guia de Construção, da revista UFM
por m2
Construção e Mercado – Editora PINI.
§ 4º Quando o proprietário da obra for pessoa jurídica, ou pessoa física que possuir dois ou mais
Até 110,00 m2 40,0000
imóveis no Município, o arbitramento tomará como parâmetro 80%, no mínimo, dos custos unitários De 110,01 a 250,00 m2 70,0000
básicos de edificação (R$/m2), apurados pelo SINDUSCON – Sindicato da Indústria da Construção De 250,01 a 500,00 m2 90,0000
Civil do Estado de São Paulo, conforme o Guia de Construção, da revista Construção e Mercado – Acima de 500,00 m2 120,0000
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I – retroativamente à data em que o interessado preencheu todos os requisitos necessários à obtenção da


IV – Piscina em residência, para uso próprio: UFM imunidade;
Até 25,00 m2 15,0000 II – a partir da data em que for decidido o reconhecimento da isenção.
Parágrafo único. A imunidade e a isenção tributária do ISS seguirão os ditames previstos pelo
Acima de 25,00 m2 25,0000 Regulamento Geral do Código Tributário Municipal.

V – Tipos de construções diversas Art. 65 A comprovação do enquadramento no disposto no artigo anterior será efetuada por meio de
No mínimo 80% do custo global da construção, solicitação do proprietário do imóvel, juntando os seguintes documentos:
apurado pelo SINDUSCON, conforme o tipo de I – cópia de comprovante de salários ou proventos de todos os familiares que pretendem ou residam no
construção igual ou similar. imóvel;
II – cópia autenticada de certidão de matrícula expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis;
III – demais documentos solicitados a critério da Administração Pública Municipal.
Art. 58 As empreitadas e subempreitadas efetuadas por meio da contratação de profissionais Parágrafo único. O pedido será tramitado conforme as disposições sobre o Processo Administrativo
autônomos, inscritos ou não no Cadastro Fiscal Mobiliário, não terão o valor do ISS fixo recolhido em Tributário (PAT).
função do próprio trabalho do contribuinte, abatido do valor devido pela execução da obra, ainda que
tenha sido arbitrada. Art. 66 As Notas Fiscais autorizadas e impressas após 1º de janeiro de 2009 terão validade, para sua
emissão, pelo prazo de até 05 (cinco) anos contados da data de sua impressão.
Art. 59 Se no local do estabelecimento e em seus depósitos ou outras dependências forem exercidas Parágrafo único. As Notas Fiscais autorizadas e impressas até 31 de dezembro de 2008 e emitidas a
atividades diferentes, sujeitas a mais de uma forma de tributação, deverão ser observadas as seguintes partir de 1º de janeiro de 2009, são passíveis de multa.
regras:
I – se uma das atividades for tributada de acordo com o movimento econômico e a outra com o imposto Art. 67 Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
estimado ou fixo, e se na escrituração não estiverem separadas as operações das duas, o ISS relativo à contrário, especialmente o Decreto n° 3.491, de 16 de janeiro de 2009.
primeira atividade será apurado com base no movimento econômico total, sendo devido, além disso, o
imposto fixo ou estimado relativo à segunda; Pirassununga, 20 de janeiro de 2010.
II – se as atividades forem tributadas com alíquotas diferentes ou sobre o movimento econômico total,
ou com dedução, e se na escrituração não estiverem separadas as operações por atividade, ficarão as
mesmas, em sua totalidade, sujeitas à alíquota mais elevada ou sobre o movimento econômico total.

Art. 60 As revisões, alterações e desenquadramentos deverão constar de processo administrativo, com – ADEMIR ALVES LINDO –
as provas documentais e despachos autorizatórios respectivos. Prefeito Municipal

Art. 61 São responsáveis solidários pelo pagamento do ISS:


I – o detentor da propriedade, domínio útil ou posse do bem imóvel onde se realizar a obra, relacionada
aos serviços constantes dos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da Lista de Serviços, ainda quando os serviços
forem prestados sem a documentação fiscal correspondente ou sem a prova do pagamento pelo
prestador;
II – o locador e/ou cedente do imóvel onde são prestados os serviços de diversões, convenções,
espetáculos, lazer, entretenimento, ou de venda de cartelas referentes a sorteios na modalidade bingo,
quando o locatário e/ou cessionário não puder ser identificado.

Art. 62 O reconhecimento da imunidade ou da isenção tributária, de ofício ou mediante provocação de


interessado, seguirá os ditames previstos para o Processo Administrativo Tributário (PAT).

Art. 63 As imunidades ou isenções não eximem seus beneficiários do cumprimento das demais
obrigações principais e acessórias previstas na legislação e demais normativos tributários.
Parágrafo único. A imunidade ou isenção concedida às pessoas jurídicas não aproveita aos sócios,
gerentes, administradores ou qualquer outra pessoa física que dela participe.

Art. 64 A imunidade ou isenção tributária do ISS assegurada pela legislação municipal será declarada
pela Administração Pública Municipal para casos individuais, produzindo seus efeitos:
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

XV – as demais pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado que praticarem,


habitualmente, em nome próprio ou de terceiro, operações relativas à prestação de serviços;
XVI – a filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou
quaisquer outras denominações de estabelecimentos que venham a ser utilizadas.
– DECRETO Nº 4.055, DE 20 DE JANEIRO DE 2010 – § 1º Inscrever-se-ão, também, no Cadastro Fiscal Mobiliário, antes do início de suas atividades, as
empresas de armazém geral, de armazém frigorífico, de silo ou de outro armazém de depósito de
“Aprova o Regulamento das Taxas de que trata a Lei mercadorias, que promovam as atividades de armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e
Complementar n° 81, de 28 de dezembro de 2007, alterada pela guarda de bens de qualquer espécie, ainda que não prestem serviços a terceiros.
Lei Complementar nº 90 de 23 de novembro de 2009, o Código § 2º Qualquer pessoa mencionada neste artigo que mantiver mais de um estabelecimento seja filial,
Tributário Municipal” ........................ sucursal, agência, depósito, fábrica ou outro, inclusive escritório meramente administrativo, fará a
inscrição em relação a cada um deles.
ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga, § 3º A inscrição será feita na forma estabelecida pela Secretaria Municipal de Finanças, por meio do
Estado de São Paulo....................................... formulário Declaração Cadastral - DECA, que poderá ser aprovado por Resolução do Secretário
Municipal de Finanças publicada na Imprensa Oficial do Município.
No uso de suas atribuições legais e face ao constante nos autos do procedimento administrativo nº § 4º Em relação aos ambulantes, feirantes e prestadores de serviços não estabelecidos, conceder-se-á a
4.399/2009; e, inscrição em função da localidade de sua residência.
Considerando o disposto no Artigo 91, da Lei Complementar n° 81, de 28 de dezembro de 2007, o
Código Tributário Municipal, Art. 3º O valor das taxas, decorrentes do exercício do poder de polícia administrativa será calculado
com base nas tabelas que acompanham cada espécie tributária, levando-se em conta os períodos,
DECRETA: critérios e alíquotas nelas indicadas.

Art. 1º Regulamenta as Taxas de que trata o Código Tributário Municipal de Pirassununga, Art. 4º Qualquer licença, documentada por Alvará, será sempre concedida a título precário, e a
disciplinando as relações tributárias municipais. qualquer tempo:
I – poderá ser revogada por conveniência da Administração Pública Municipal, por conveniência e
Art. 2º Deverão inscrever-se no Cadastro Fiscal Mobiliário, antes do início de suas atividades, os que oportunidade, para preservação do interesse público, bem como por inadimplemento com o respectivo
pretendam praticar prestações ou aquisições de serviço constantes da Lista de Serviços anexa ao Código tributo no prazo de 90 (noventa) dias contínuos de seu vencimento;
Tributário Municipal, a saber: II – deverá ser cassada se o interessado deixar de atender as exigências da Administração Pública
I – o industrial e o comerciante pessoas jurídicas. Municipal ou descumprir, mesmo após a aplicação de penalidades, quaisquer dos deveres que lhe
II – o prestador de serviço pessoa física ou jurídica; competir, especialmente se;
III – a cooperativa; a) no estabelecimento for exercida atividade diversa daquela cadastrada;
IV – a instituição financeira e a seguradora; b) forem infringidas quaisquer disposições referentes aos controles de poluição;
V – a sociedade simples de fim econômico; c) o funcionamento do estabelecimento causar danos, prejuízos, incômodos, ou puser em risco, por
VI – a sociedade simples de fim não econômico que explorar estabelecimento de prestação de serviços; qualquer forma, a segurança, o sossego, a saúde e a integridade física da vizinhança ou da coletividade;
VII – os órgãos da Administração Pública, as entidades da administração indireta e as fundações d) ocorrer infrações às posturas municipais.
instituídas e mantidas pelo Poder Público, que praticarem operações ou aquisições relativas à prestação § 1º Em quaisquer hipóteses, assegurar-se-á o direito de defesa e contraditório, devendo ser a revogação
de serviço relacionadas com a exploração de atividade econômica regida pelas normas a que estiverem ou cassação devidamente fundamentada e determinada pela autoridade que concedeu a licença ou seu
sujeitos os empreendimentos privados, ou em que houver contraprestação ou pagamento de preços, superior.
tarifas ou pedágio; § 2º Com a perda da licença pelo interessado será determinado pela autoridade competente o
VIII – a concessionária ou permissionária de serviço público de transporte municipal; fechamento ou a interdição de seu estabelecimento, com a lacração, e/ou a cessação de suas atividades.
IX – o prestador de serviço compreendido na competência tributária municipal, quando envolver § 3º O pagamento das taxas não se vincula ao fornecimento de Alvará de Licença.
fornecimento de mercadoria, com incidência do imposto estadual ressalvada em lei complementar;
X – os partidos políticos e suas fundações, os templos de qualquer culto, as entidades sindicais de Art. 5º Fica instituído para as microempresas (ME´s) e empresas de pequeno porte (EPP´s), Alvará de
trabalhadores, as instituições de educação ou de assistência social, sem fins lucrativos; Licença Provisório, com validade de no máximo 90 (noventa) dias, que permitirá o início de operação
XI – o representante comercial ou o mandatário mercantil; imediatamente após o ato de inscrição municipal, exceto nos casos em que o risco da atividade seja
XII – aquele que, em propriedade alheia, prestar serviço em seu próprio nome; considerado alto.
XIII – aquele que prestar, mediante utilização de bem pertencente a terceiro, serviço de transporte § 1º A Administração Pública Municipal poderá, por ato motivado, restringir a qualquer momento a
municipal; operação do estabelecimento com Alvará de Funcionamento Provisório, visando a resguardar o
XIV – os notários, tabeliães e oficiais detentores de delegação dos serviços de registros públicos, interesse público.
cartorários e notariais; § 2° Enquanto as autoridades competentes pelo licenciamento de segurança sanitária, metrologia,
controle ambiental e prevenção contra incêndios, para os fins de registro e legalização de empresários e
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

pessoas jurídicas, não definirem as atividades cujo grau de risco seja considerado alto e que exigirão
vistoria prévia, considera-se como alto risco as atividades que: Art. 10 São deveres do comerciante feirante, permanente, ambulante ou eventual, dentre outros:
I – envolvam o uso de material inflamável, tóxico, radioativo ou explosivo; I – usar e conservar os equipamentos e instalações rigorosamente dentro das especificações técnicas;
II – importem em aglomeração de pessoas ou sejam executadas em ambientes coletivos; II – manter limpo seu local de trabalho;
III – ofereçam maior risco epidemiológico e sanitário, tais como as que envolvam produção e III – desenvolver suas atividades com discrição, polidez e postura compatível com o trato público;
manipulação de alimentos ou produtos para a saúde; IV – respeitar o local e/ou horário de trabalho fixado pela Administração Pública Municipal;
IV – causem degradação ambiental, com significativo potencial poluidor; V – exibir, quando exigido pela fiscalização, documentos fiscais relativos aos produtos e/ou serviços
V – demais casos estabelecidos por motivação técnica. comercializados;
VI – acatar as determinações emanadas da autoridade competente;
Art. 6º Para as pessoas jurídicas que não se enquadrem na possibilidade de obtenção do Alvará de V – observar rigorosamente as exigências de ordem higiênica e sanitária previstas na normatização em
Funcionamento Provisório, ou até esgotado o prazo de validade do mesmo para as que lhe obterem, vigor;
desde que satisfaçam todas as exigências, será concedido, sempre a título precário, o definitivo Alvará VI – utilizar material adequado para embalar os produtos comercializados, em especial os gêneros
de Licença, por prazo certo. alimentícios;
VII – comercializar somente produtos em bom estado de conservação;
Art. 7º Por solicitação do interessado ou de autoridade competente, o Alvará poderá ser suspenso VIII – manter rigorosa higiene pessoal, de vestuário e do equipamento utilizado;
provisoriamente, até o máximo de 90 (noventa) dias contínuos, ou cancelado definitivamente, dando-se IX – conservar devidamente aferidas as balanças e medidas empregadas na sua atividade.
a respectiva baixa no Cadastro Fiscal Mobiliário. Parágrafo único. Estão expressamente vedados ao comerciante ambulante ou eventual:
§ 1º Com a perda da licença pelo interessado será determinado pelo Secretário Municipal de Finanças o I – transferir ou locar a área cedida para seu trabalho;
fechamento ou a interdição de seu estabelecimento, com a lacração, e/ou a cessação de suas atividades. II – distribuir, expor, trocar, vender ou negociar qualquer produto ou serviço diverso do que seja objeto
§ 2º No caso da perda da licença, o valor da taxa pago à vista não será devolvido e, no caso de de sua licença;
pagamento parcelado, deverá ser recolhido o saldo porventura existente. III – permitir que outrem utilize seu local para comercialização;
IV – utilizar postes, árvores, muros ou passeios públicos para a exposição de seus produtos ou serviços;
Art. 8º As Taxas das Licenças de Fiscalização, iniciais, serão arrecadadas mediante guia oficial emitida V – apregoar seu produto ou serviço em algazarra;
pelo setor competente ou pelo contribuinte, antes dos atos de poder de polícia administrativa. VI – expor ou depositar seus produtos e utensílios nos canteiros, passeios, prédios públicos e leitos de
§ 1º As Taxas das Licenças de Fiscalização serão recolhidas em até oito parcelas, com valor mínimo de vias públicas.
cada parcela de 50 (cinqüenta) Unidades Fiscais Municipais (UFM’s).
§ 2º Na renovação anual das Taxas das Licenças de Fiscalização, a primeira parcela deverá ser Art. 11 Estão isentos da Taxa de Fiscalização de Licença do Comércio Ambulante o portador de
recolhida no último dia do mês de fevereiro e as demais parcelas, quando existentes, deverão ser deficiência física e o sexagenário.
recolhidas no último dia de cada um dos meses subseqüentes” § 1º A isenção de que trata o caput deste artigo não dispensa o comerciante de autorização prévia para o
exercício da atividade, bem como do cumprimento das demais obrigações acessórias.
Art. 9º Para fins e efeitos deste Regulamento, considera-se comércio: § 2º Considera-se portador de deficiência física o contribuinte que se enquadrar em alguma das
I – ambulante: o que exerce individualmente suas atividades, sem estabelecimento, instalações ou seguintes hipóteses:
localização imóvel, com característica eminentemente não sedentária, utilizando equipamento móvel ou I – deficiência visual:
desmontável para exposição e comercialização de seus produtos, como bancas, carrinhos, tabuleiros e a) ausência bilateral do globo ocular;
congêneres; b) perda bilateral da visão.
II – eventual: o que exerce suas atividades em estabelecimento ou instalação provisória, especialmente II – deficiência auditiva: perda bilateral total da audição;
durante a realização de festividades ou comemorações, utilizando-se de equipamento removível, tais III – deficiência física:
como balcões, barracas, mesas, veículos, trailers e congêneres. a) paralisia dos membros (tetraplegia);
III – permanente: o que está regularmente inscrito e com estabelecimento fixo, com atividade contínua. b) ausência de dois membros superiores;
IV – feirante: o que está regularmente inscrito para exercer suas atividades nas feiras livres do c) ausência de dois membros inferiores;
Município. d) ausência de um membro inferior e superior cumulativamente.
§ 1º Ficam excluídos das exigências deste Regulamento o exercício de comércio eventual, ressalvadas IV – deficiência mental:
as demais exigências regulamentares, destinados às feiras ou festas de caráter religioso, cívico, a) atraso mental profundo ou grave;
folclórico e desportivo, a critério da Administração Pública Municipal. b) demência derivada de lesão ou trauma cerebral.
§ 2º Os dados cadastrais deverão ser atualizados, sempre que houver qualquer modificação nas § 3º O interessado demonstrará a condição de deficiente físico por meio de atestado expedido pelo
características do exercício da atividade, ou quando houver renovação da licença, necessária ao menos Médico do Trabalho da Administração Pública Municipal, após submissão à competente perícia.
de ano em ano. § 4º O processamento do pedido de isenção tributária de que trata este artigo obedecerá as regras do
§ 3º O Poder Público estabelecerá por Decreto específico as áreas, os horários, e as atividades Processo Administrativo Tributário (PAT).
permitidas, bem como a quantidade de comerciantes.
§ 4º O contribuinte deverá informar os tipos de produtos a serem comercializados.
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

Art. 12 A concessão do benefício fiscal previsto no artigo 11 está condicionada a requerimento do Art. 21 O pedido de autorização da licença deverá ser individual, para cada divulgação ou veiculação e
interessado, indicando a atividade e, sendo o caso, o local e o horário de suas atividades, bem como dos instruído com a descrição do local, do motivo, da situação, das cores, dos dizeres, das alegorias e de
documentos comprobatórios de sua condição física ou idade. outras características do meio de publicidade, além da identificação do interessado na divulgação ou
veiculação.
Art. 13 No caso do procedimento de ofício da Administração Pública, o lançamento referente à Parágrafo único. A publicidade mencionada no artigo 21 do presente Decreto, sem o respectivo número
fiscalização da licença para a execução de obras de construção civil e similares, será efetuado com base de identificação da licença, ou estando o mesmo com difícil visualização, na parte frontal, caracteriza
nos dados do contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), existente no Cadastro Fiscal infração por falta de licença e demais penalidades cabíveis.
Imobiliário.
Art. 22 Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
Art. 14 O Poder Público Municipal poderá impedir temporariamente o uso de determinadas áreas contrário, em especial o Decreto nº 3.492 de 16 de janeiro de 2008.
públicas, em razão de eventos, ou reunião que seja incompatível com a atividade licenciada.
Pirassununga, 20 de janeiro de 2010.
Art. 15 Considera-se base de cálculo da taxa de abertura e das renovações o custo estimado da
realização das vistorias e demais serviços administrativos, conforme definido na normatização
pertinente.

Art. 16 Considera-se base de cálculo das Taxas de Serviços Públicos o custo para a Administração - ADEMIR ALVES LINDO -
Pública Municipal de sua realização no exercício anterior, conforme a modalidade, assim apurado pela Prefeito Municipal
Secretaria Municipal de Finanças.
Parágrafo único. O custo dos serviços será calculado com referência ao primeiro dia útil do ano do
lançamento, atualizados monetariamente de acordo com o artigo 4° do Código Tributário Municipal.

Art. 17 O valor das Taxas de Serviços Públicos será obtido pelo rateio do custo da prestação dos
serviços entre todos os seus contribuintes, respectivamente quanto ao lixo domiciliar e biológico, de
acordo com critérios específicos, indicados no Código Tributário Municipal e neste Regulamento.

Art. 18 Todas as pessoas, físicas ou jurídicas, responsáveis pela veiculação da publicidade, são
obrigadas a se inscreverem no Cadastro Fiscal Mobiliário do Município, na forma que dispõe o artigo
198 da Lei Complementar 81 de 28 de dezembro de 2007.
§ 1º – O responsável pela veiculação da publicidade, também é responsável pela parte técnica e
tributária pertinente a tal divulgação ou veiculação.
§ 2º – A responsabilidade regulamentada no caput do presente artigo também é aplicada quando a
divulgação ou veiculação for feita por intermédio de auto falante, folhetos ou quaisquer impressos
semelhantes.
§ 3º – O responsável não devidamente inscrito na Cadastro Fiscal Mobiliário fica sujeito às penalidades
previstas na legislação municipal.

Art. 19 A publicidade levada a efeito, por meio de quaisquer instrumentos de divulgação ou


comunicação, físico ou eletrônico, de todo tipo ou espécie, processo ou forma, em local diferente dos
estabelecimentos produtores, industriais, comerciais, de prestação de serviço, ou de qualquer atividade
que mereça ser inscrita no Cadastro Fiscal Mobiliário de Pirassununga, assim como qualquer
estabelecimento sediado em outro Município, deverá requerer autorização específica, por intermédio de
Processo Administrativo.

Art. 20 A todo requerimento para publicidade, se deferido, será fornecida uma autorização individual,
devidamente numerada e com prazo de validade.
Parágrafo único. O número de identificação deverá constar, obrigatoriamente, nos instrumentos de
divulgação ou comunicação, inclusive nos folhetos ou impressos diversos.
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§ 1º A publicação será feita por meio de edital publicado três vez em periódico de circulação local, ou,
se inexistente, na Imprensa Oficial do Estado, e também pelo menos uma vez na Imprensa Oficial do
– DECRETO Nº 3.493, DE 16 DE JANEIRO DE 2008 – Município.
§ 2º A intimação na forma prevista no parágrafo anterior considera-se ocorrida 15 (quinze) dias
“Aprova o Regulamento das Contribuições de Melhoria de que trata a Lei contínuos após a data da última publicação.
Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de 2007, o Código
Art. 4º O contribuinte desse tributo é o proprietário, titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer
Tributário Municipal”............ título, de bem imóvel beneficiado por obra pública.
ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga, Estado de São
Art. 5º No custo da obra serão computadas as despesas de estudo, projetos, fiscalização,
Paulo.......................................
desapropriação, administração, execução e financiamento, inclusive prêmios de reembolso e outras de
praxe em financiamento ou empréstimo.
No uso de suas atribuições legais, e face ao constante nos autos do procedimento administrativo, objeto
do protocolado nº 2.981/2007 e apensos; e,
Art. 6º O valor da Contribuição de Melhoria relativa a cada imóvel será determinado pelo rateio da
Considerando o disposto no Artigo 91 da Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de
parcela do custo da obra pelos imóveis situados na zona beneficiada, em função dos respectivos fatores
2007, o Código Tributário Municipal,
individuais de valorização.
DECRETA:
Art. 7º A Contribuição de Melhoria será lançada de ofício e o contribuinte será notificado do montante
devido, da forma e dos prazos de seu pagamento, e dos elementos que integram o respectivo cálculo.
Art. 1º Fica aprovado o Regulamento das Contribuições de Melhoria de que trata o Código Tributário
Parágrafo único. O pagamento da Contribuição de Melhoria será efetuado à vista ou em tantas parcelas
Municipal de Pirassununga, disciplinando as relações tributárias municipais.
quanto admitidas pelo Código Tributário Municipal.

Art. 8º Para se valer da isenção conferida pelo Código Tributário Municipal às contribuições de
melhoria, o interessado deverá apresentar requerimento e comprovantes do preenchimento dos
CAPÍTULO ÚNICO requisitos legais e regulamentares, o qual seguirá as normas gerais para o Processo Administrativo
DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
Tributário (PAT).
Art. 2º A Contribuição de Melhoria será devida em contrapartida da execução de quaisquer obras ou
Art. 9º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário,
melhoramentos públicos, por parte da Administração Pública Municipal, dos quais decorram
produzindo seus efeitos a partir de 1° de janeiro de 2008.
valorização imobiliária.
Parágrafo único. O quantum devido pelos beneficiados com a valorização, dividido proporcionalmente
Pirassununga, 16 de janeiro de 2008.
entre os mesmos, terá duplo limite, a saber:
- ADEMIR ALVES LINDO -
I – como limite total a despesa realizada;
Prefeito Municipal
II – como limite individual o acréscimo de valor que da obra ou melhoramento resultar para cada
imóvel beneficiado.

Art. 3º Para a cobrança da Contribuição de Melhoria deverão ser observados os seguintes requisitos
mínimos:
I – publicação prévia dos seguintes elementos:
a) memorial descritivo do projeto;
b) orçamento do custo da obra;
c) determinação da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição de melhoria;
d) delimitação da zona beneficiada;
e) previsão da valorização atingida por cada imóvel, individualmente;
f) determinação do fator de absorção do benefício da valorização para toda a zona ou para cada uma das
áreas diferenciadas nela contidas.
II – fixação de prazo não inferior a 30 (trinta) dias contínuos, para impugnação, pelos interessados, de
qualquer dos elementos referidos no inciso anterior;
III – regulamentação do processo administrativo de instrução e julgamento da impugnação a que se
refere o inciso anterior, sem prejuízo da sua apreciação judicial.
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

DECLARAÇÃO ANUAL DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO FISCAIS (DAIEF)


DECRETO Nº 2.427/ 2000
Razão Social :
"Regulamenta o § 1º do Artigo 155 da Lei Complementar 025/97 e atualiza a Relação de Nome Fantasia :
Atividades Econômicas assim como a de Produtos e Serviços". Inscr. Municipal n.º : ________ Contador :
Atividade :
- ANTONIO CARLOS BUENO RARBOSA - Prefeito Municipal de Pirassununga, ............ __________________________________________________________ CNAE :
No uso de suas atribuições legais, Número de sócios : ______ Número de Empregados : ______ Quantidade de veículos : ______
DECRETA: Livro Caixa :  Sim  Não Prédio Próprio :  Sim  Não
Art. 1º - A Tabela de Atividades Econômicas, assim como, a Tabela com detalhe dos Produtos e Serviços,
passarão a ser denominadas - CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas e Classificação
Nacional de Atividades Econômicas-Fiscal, respectivamente, conforme detalhadas no Anexo 1 do presente
Decreto.
Art. 2º - Os contribuintes do ISSQN enquadrados no regime mensal de apuração e no regime de estimativa
deverão apresentar a Declaração Anual de Informações Econômico-Fiscal (DAIF), conforme modelo em
anexo, em duas vias, preenchidas por meio mecanográfico ou informatizado.
Art. 3º - A Declaração de que trata o artigo anterior deverá ser entregue à Fiscalização de Rendas da
Secretaria Municipal de Finanças, no período de 15 de janeiro a 28 de fevereiro de cada ano, com dados do
exercício imediatamente anterior.
Art. 3º - A Declaração de que trata o artigo anterior deverá ser entregue à Fiscalização de Rendas da
Secretaria Municipal de Finanças, no período de 15 de janeiro a 30 de junho de cada ano, com dados do
exercício imediatamente anterior. (Redação dada pelo Decreto nº 2.561/02, de 26/02/2002)
Art. 3º - A Declaração de que trata o artigo anterior deverá ser entregue à Fiscalização de Rendas da
Secretaria Municipal de Finanças, no período de 15 de janeiro a 31 de julho de cada ano, com dados do
exercício imediatamente anterior. (Redação dada pelo decreto nº 2.599/02, de 11/06/2002)
Art. 4º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicaçâo, revogadas as disposições em contrário.

Pirassununga, 29 de dezembro de 2000


ANTONIO CARLOS BUENO BARBOSA
Prefeito MunicipaL

A AGRICULTURA, PECUÁRIA, SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO


FLORESTAL
01 AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS
COM ESSAS ATIVIDADES
011 PRODUÇÃO DE LAVOURAS TEMPORÁRIAS
0111-2 CULTIVO DE CEREAIS

TABELA ALTERADA E SUBSTITUIDA PELO ANEXO “I”


DO DECRETO .......... DE ............... DE 2002
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 81
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

Agosto
Declaração Receita / Despesa em R$ Receita Bruta Despesa Bruta
Ano Base : ______.

Janeiro Setembro
Receita Bruta Despesa Bruta Receita Bruta Despesa Bruta

Fevereiro Outubro
Receita Bruta Despesa Bruta Receita Bruta Despesa Bruta

Março Novembro
Receita Bruta Despesa Bruta Receita Bruta Despesa Bruta

Abril Dezembro
Receita Bruta Despesa Bruta Receita Bruta Despesa Bruta

Maio
Receita Bruta Despesa Bruta

Junho
Receita Bruta Despesa Bruta

Julho
Receita Bruta Despesa Bruta
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 82
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

DISCRIMINAÇÃO DA DESPESA MÉDIA MENSAL

Tipo de Despesa Valor em R$

Pró Labore

Salários

Tributos Federais

Tributos Estaduais

Tributos Municipais

Água / Luz / Telefone

Aluguel

Contador

Aquisição de Imobilizado

Materiais (Insumos)

Despesas Manutenção (imóvel)

Despesas Manutenção (Máq/Equip/Veíc)

Outras Despesas

TOTAL

DADOS REFERENTES AO RESPONSÁVEL LEGAL PARA USO EXCLUSIVO DA REPARTIÇÃO

Nome :

CPF :

Data e assinatura :
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 83
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas
e) deverá ser comunicado imediatamente, qualquer alteração nas informações relacionadas aos itens
acima, durante a execução da obra;
f) o não cumprimento das obrigações acessórias sujeitará o contribuinte às penalidades cabíveis.

Art. 4º Na fase de execução da Obra deverá ser observado e cumprido:


– DECRETO Nº 3.901, DE 20 DE JULHO DE 2009 – I - o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN - deverá ser retido e/ou recolhido
mensalmente, pelo proprietário e/ou responsável do imóvel, em função do fato gerador, ainda que os
“Dispõe sobre a regulamentação de obrigações acessórias prestadores dos serviços não forem devidamente inscritos no cadastro fiscal mobiliário.
para construção, reforma, reparação e/ou ampliação de II - no caso de paralisação da obra, por mais de 30 (trinta) dias, o fato deverá ser comunicado
imóveis.”..................................................... imediatamente, inclusive, com data prevista para retorno.

ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga, Estado de São Paulo ...................... Art. 5º Ao término da obra, ainda que concluída parcialmente, deverá ser observado e cumprido:
I - o Setor competente verificará "in loco" e, após, informará quando a construção foi efetivamente
No uso de suas atribuições legais, e face ao constante nos autos do procedimento administrativo, objeto concluída, na forma prevista em Lei, para fins de revisão e homologação do ISSQN devido.
do protocolado nº 2.981/2007 e apensos; e, II - em conjunto com a Certidão de Conclusão de Obras - HABITE-SE - (ainda que parcial), será feito
Considerando o disposto no Artigo 91 da Lei Complementar Municipal n° 81, de 28 de dezembro de um comparativo entre o valor do ISSQN já recolhido e aquele devido em face do término ou da
2007, o Código Tributário Municipal, proporcionalidade da execução da obra.
III - quando houver paralisação ou interrupção, qualquer que seja o motivo, pelo menos uma vez, no
DECRETA: Ano Fiscal, será confirmado pelo setor técnico competente e, em havendo retorno à atividade, o
imposto deverá ser recolhido mensalmente conforme os serviços prestados.
Art. 1º Sempre que for protocolizado um requerimento relacionado à construção, à reforma, à
reparação ou à ampliação referente a qualquer obra de construção civil, a Seção de Comunicação ou a Art. 6º O não cumprimento das obrigações, principais e/ou acessórias, sujeitará o proprietário e/ou
Seção de Obras e Cadastro deverá cientificar o proprietário e/ou responsável, das exigências constantes responsável, além da cobrança dos tributos, aos juros de mora, às multas e às demais penalidades
do presente Decreto. previstas na legislação municipal.
§ 1º Deverá constar nos autos do Protocolo, um visto de ciência do conteúdo do presente Decreto a fim
de dar andamento ao mesmo; Art. 7º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
§ 2º O proprietário e/ou responsável pela obra é responsável pelo recolhimento do ISSQN, conforme contrário, especialmente o Ato Normativo da Secretaria Municipal de Finanças nº 002, de 15 de janeiro
ocorrência do fato gerador, na forma que dispõe o artigo 176, § 3º, da Lei Complementar nº 81/07, de 2007.
além das penalidades, quando cabíveis.
Pirassununga, 20 de julho de 2009.
Art. 2º Para os requerimentos protocolizados anteriormente à homologação desse Decreto, um
procedimento similar ao descrito no artigo 1º, deverá ser adotado no ato do desentranhamento das
plantas, do recebimento do Alvará de Construção ou de qualquer ato que requeira a presença do
proprietário e/ou de um responsável pela obra. - ADEMIR ALVES LINDO -
Parágrafo único. Um visto de ciência deverá constar dos autos para dar andamento ao Protocolado. Prefeito Municipal

Art. 3º Antes do início da obra, para instruir o Protocolado e viabilizar a Aprovação de Projeto de
Construção, Reforma, Reparação etc, o(s) proprietário(s) e/ou responsável(eis) pelo imóvel e pela obra,
obrigatoriamente, deverá(ão) anexar documentos e declarações, contendo:
I - memorial descritivo, inclusive, dos materiais de acabamento a serem utilizados;
II - estimativa do prazo médio previsto para a conclusão da obra, ainda que haja parcelamento por fase
de construção;
III - declaração sobre estimativa do valor e de qual sistema ou técnica está prevista a ser utilizada na
prestação de serviços da obra, ou seja:
a) contratação de Construtora, Empreiteira e/ou Subempreitada, ainda que de pessoa física;
b) indicar o valor a ser despendido, quando houver intervenção de terceiros;
c) indicar se os prestadores de serviços serão total ou parcialmente registrados, na forma da Lei;
d) antes do início e durante o desenvolvimento da obra, relacionar, identificar e demonstrar o grau de
envolvimento de cada prestador de serviço, quando a obra for executada pelo regime de mutirão;
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 84
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

DECLARAÇÃO E INFORMAÇÃO SOBRE OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL


Dados do proprietário do imóvel, dono da obra, incorporadora, construtora - pessoa física ou jurídica.
Proprietário CPF / CNPJ

Endereço da Obra Nº

Nº Protocolo Cadastro Imobiliário Lote Quadra Complemento

TIPO DE OBRA: (Marcar com X )


Uso Regula-
Nova Acréscimo Demolição Reforma Parcial Inacabada
Próprio risação
Casa Conjunto Outra -
Residencial Comercial Galpão
Popular Habitacional Especificar

ESTIMATIVA PROVISÓRIA OU DEFINITIVA DE DATA PARA:


Início fase 1: Conclusão fase 1: Início fase 2: Conclusão fase 2:

Início fase 3: Conclusão fase 3: Início F. Final: Data Final:

ESTIMATIVA INICIAL DO TIPO E DO VALOR DA CONSTRUÇÃO/ADMINISTRAÇÃO: (Marcar com X )


Mão-de-Obra Pessoa Pessoa Outra
Empreiteira/Subempreiteira:
Própria Física Jurídica (Especificar)
Intervenção
Custo Total da Obra: R$
Aquisição do Material: Direta pelo Proprietário de
(estimativa inicial)
Terceiros

RELAÇÃO DAS PESSOAS FÍSICAS E/OU JURÍDICAS ENVOLVIDAS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DA OBRA
NOME CPF / CNPJ RG / Inscr. Estadual

Declaro, sob as penas da lei, que estas informações expressam a verdade. Estou ciente que o não recolhimento dos tributos devidos,
nos prazos estabelecidos em lei, acarreta multa juros e demais penalidades previstas.

Local e data:
__________________________________
Proprietário / Responsável
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Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas

DECLARAÇÃO E INFORMAÇÃO SOBRE OBRA DE remuneração se origine do proprietário.


CONSTRUÇÃO CIVIL
- AJUDA PARA PREENCHIMENTO -

Favor analisar o conteúdo tanto em termos de facilidade de entendimento, clareza e simplicidade,


quanto em termo de ortografia e gramática.
Proprietário Nome do proprietário conforme definido no artigo 11 do Código de Obras.
CPF / CNPJ Identificação do proprietário do imóvel. CI - COMUNICAÇÃO INTERNA Nº 003/2010
Endereço da Obra Endereço conforme estabelecido no artigo 15 do Código de Obras.
Nº Protocolado Número do Protocolo Administrativo referente ao Projeto em pauta. CI - COMUNICAÇÃO INTERNA Nº 003/2010
Identificação fiscal do imóvel, conforme requerido no artigo 15 do Código De: FISCALIZAÇÃO DE RENDAS Assunto: Custos Unitários PINI de Edificações conforme
Cadastro Imobiliário
de Obras. Para: SECRETARIA DE FINANÇAS previsto no Artigo 156, § 6º, da LC 81/07 alterada pela
Lote/Quadra/Compl. Utilizado no caso de Loteamento e/ou quando necessário para identificação. LC 90/09.
O tipo e provável destinação – consistente com os artigos 27 e 28 do Código
TIPO DE OBRA
de Obras. Com o objetivo de simplificar e padronizar o arbitramento do custo da Construção Civil, dos imóveis
Estimativa provisória de datas de início e conclusão da obra conforme que não se enquadram no artigo 156, § 6º, alínea “a”, do Código Tributário Municipal, LC 81/07,
requerido no artigo 21, Parágrafo Único do Código de Obras. alterada pela LC 90/09, estamos enviando os Custos Unitários Médios – em UFM – a serem utilizados,
Estimativa de DATAS Conforme Art. 3º, III, e), as estimativas podem e devem ser atualizadas na inclusive pela Seção de Tributação.
medida que se fizer necessário, principalmente no caso de não haver fase
única, período continuo. Os Custos Médios foram calculados com base nos Custos Unitários PINI de Edificações – por m2 –
elaborados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil, do Estado de São Paulo, e publicados na
Assinalar quando a Obra for executada pelo próprio proprietário ou, por Revista Construção e Mercado, no período de 2007 a 2009 e a metodologia teve a anuência da
seus parentes ou amigos sem que, comprovadamente, haja remuneração Engenharia da Secretaria de Obras e Serviços.
pelos serviços prestados, ou ainda, quando os prestadores de serviços forem
Mão-de-Obra Própria devidamente registrados como empregados do proprietário da obra. C us t o s E x p r e s s o s e m U F M po r m 2
Não há impedimento para que parte da obra seja executada com mão-de- Tipos de Construção
GLOBAL MATERIAL MÃO-DE-OBRA
obra própria e parte por intermédio de empreitada e subempreitada, quando
deve assinalar ambos. Residência Casa/Sobrado 486,02 291,54 194,48
Assinalar sempre que houver contratação de pessoas jurídicas, ou ainda, de Residência - Prédio com Elevador 471,63 304,79 166,84
Empreiteira e/ou
pessoas físicas sem qualquer vínculo empregatício com o proprietário da Residência - Prédio sem Elevador 520,20 299,04 221,16
Subempreiteira
obra, objetivando execução da obra e/ou apenas sua administração. Residência - Outras 488,02 307,11 180,91
Direta: quando o proprietário pesquisa, compra e paga o material Prédio Comercial - Geral 560,29 371,31 188,98
empregado na obra. Galpão 488,82 361,08 127,74
Aquisição Material Indireta: quando o proprietário da obra solicita a ajuda ou intervenção de
terceiros que faz a pesquisa, compra em nome do proprietário, o qual paga a Ressaltamos que a base de cálculo do ISSQN é o preço total dos serviços, sem qualquer dedução,
conta. exceto aquelas previstas na legislação, ou quando sua incidência decorre de fato gerador peculiar.
Valor estimado e preliminar do custo da obra. Podendo sofre alteração no
Custo da Obra
decorrer da execução da obra. Em sendo homologado o procedimento e os valores acima, solicitamos que Vossa Senhoria cientifique
a Seção de Tributação, para as providências que se fizerem necessárias.
Relação das pessoas, físicas e/ou jurídicas, envolvidas nas atividades de
prestação de serviços da obra em pauta.
Os nomes deverão ser acrescentados à medida que as atividades estiverem Pirassununga, 19 de janeiro de 2010.
sendo executadas, conforme especifica o artigo 3º, inciso III, alínea “d”, do FISCALIZAÇÃO DE RENDAS
Relação das pessoas
Decreto 3901/09.
No caso de empreitada ou subempreitada, relacionar e identificar apenas o
empreiteiro ou subempreiteiro. Portanto, fica dispensado de relacionar
aqueles que prestam serviço para o empreiteiro ou subempreiteiro, embora a
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 86
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas
§ 3º Fica o responsável obrigado a entregar ao prestador ou intermediário do serviço, documento
comprobatório do valor da retenção de que trata os incisos I a IV do § 2º deste artigo na forma e nos
prazos previstos respectivamente nos artigos 18 e 19 do presente Decreto.
§ 4º A Declaração é obrigatória inclusive quando o prestador do serviço estiver enquadrado no regime
– DECRETO Nº 3.949, DE 15 DE SETEMBRO DE 2009 – de recolhimento por Estimativa, conforme dispõe o artigo 100, do Decreto 3.491, de 16 de janeiro de
2008, consubstanciado no § 7º, do artigo 171, da Lei Complementar nº 81/2007.
“Aprova a regulamentação do ISS Eletrônico e dá outras providências”.
Art. 4º Fica dispensada a retenção do ISSQN, prevista no artigo 3º, nas seguintes hipóteses:
I – quando o imposto for arbitrado de conformidade com o artigo 174, da Lei Complementar nº
ADEMIR ALVES LINDO, Prefeito Municipal de Pirassununga,
81/2007 e dos artigos 95 e 96 do Decreto nº 3.491/2008, quando dispensada a declaração, também.
Estado de São Paulo .................
II – quando o contribuinte for autônomo com imposto anual, conforme dispõe o § 1º, do artigo 156 e o
artigo 177, da Lei Complementar nº 81/2007, todavia, não fica dispensada a apresentação da
No exercício do cargo e em gozo das prerrogativas consoante o Inciso XII (segunda figura) do Art. 54
declaração.
da Lei Orgânica do Município, e face ao constante nos autos do procedimento administrativo nº
Parágrafo único. As pessoas jurídicas relacionadas no inciso II, do § 2º, do artigo 3º, deste Decreto
627/2008; e,
deverão exigir na ocasião do pagamento a apresentação pelo prestador de serviço de prova de sua
Considerando que a Lei Complementar nº 81, de 28 de dezembro de 2007 em conjunto com os
inscrição no cadastro ou, na sua ausência o RG e CPF, informando, também, no campo de observações.
Decretos nos 3.488, 3.489, 3.490, 3.491 e 3.492, de 16 de janeiro de 2008, alteraram a estrutura do
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, incrementando a necessidade de fiscalização inclusive
Art. 5º Descumprido o disposto no § 2º, do artigo 3º, deste Decreto, fica atribuída ao prestador de
pelos novos serviços tributáveis,
serviços, em caráter supletivo, a responsabilidade pelo recolhimento do valor do imposto e seus
acréscimos.
DECRETA:
Art. 6º As pessoas jurídicas referidas no artigo 3º devem apresentar mensalmente, a declaração, mesmo
Art. 1º Fica aprovada a atualização do sistema ISS Eletrônico em sua versão 2.0.
que sejam imunes, isentas ou não regularmente inscritas no cadastro fiscal mobiliário.
Parágrafo único. Deverá ser acompanhada no endereço eletrônico www.pirassununga.sp.gov.br a
§ 1º A declaração eletrônica deverá ser entregue também nos seguintes casos:
eventual edição de novas versões que alterem o sistema.
I – quando da suspensão temporária das atividades do estabelecimento, ainda que relativa aos períodos
anteriores;
Art. 2º Ficam colocados à disposição dos interessados o correio eletrônico iss@pirassununga.sp.gov.br
II – no caso de fusão, cisão ou incorporação.
e o telefone nº (19) 3565–8046, para esclarecimentos de dúvidas sobre a operação do sistema e a
§ 2º Caso a suspensão referida no inciso I for superior a 06 (seis) meses, desde que requerido à
apresentação de sugestões.
administração tributária e por esta deferida, poderá ser permitida a não declaração, pelo prazo por ela
estipulado.
Art. 3º Os contribuintes do ISSQN, os tomadores e os intermediários dos serviços, na qualidade de
§ 3º Na hipótese do inciso II, a pessoa jurídica resultante fica responsável pela entrega das declarações
responsáveis, estabelecidos no Município, ainda que não sujeitos à inscrição cadastral, ficam obrigados
eletrônicas referentes a serviços prestados pelas empresas fusionadas, cindidas ou incorporadas.
a apresentar as declarações constantes do ISS Eletrônico, mesmo sem estarem regularmente inscritos.
§ 1º São contribuintes aquelas pessoas que prestarem os serviços elencados na lista constante do Anexo
Art. 7º O Sistema ISS Eletrônico tem como objetivo a escrituração dos documentos fiscais emitidos e
I, da Lei Complementar nº 81/2007.
recebidos relacionados com os serviços prestados, tomados ou intermediados, a emissão de documentos
§ 2º São responsáveis pela declaração, com retenção na fonte os tomadores e intermediários dos
de arrecadação, a declaração mensal da escrituração fiscal e o envio da declaração mensal, a
serviços elencados na lista constante do Anexo I, da Lei Complementar nº 81/2007 e de conformidade
escrituração fiscal e o envio da declaração via internet ou por meio magnético, fornecendo informações
com o artigo 175 também da Lei Complementar nº 81/2007, em especial:
sociais, econômicas e fiscais dos sujeitos passivos, conforme previsto nos artigos 163 e 176 da Lei
I – o tomador ou intermediário de serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha
Complementar nº 81/2007.
iniciado no exterior do País.
II – toda pessoa jurídica, ainda que imune ou isenta, tomadora ou intermediária de qualquer serviço
Art. 8º Todas as pessoas jurídicas tomadoras, prestadoras e intermediárias de serviços prestados na
prestado por contribuinte do Município, mesmo que o prestador não esteja regularmente inscrito no
atividade de construção civil, enquadrados nos itens 7.02 e 7.05 da Lista de Serviços do Anexo I, da
cadastro municipal.
Lei Complementar nº 81/2007, poderão identificar e abater da base de cálculo do ISSQN, apenas e tão
III – a pessoa física tomadora de serviços compreendidos nos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da lista referida
somente o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da
neste parágrafo.
prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS.
IV – toda pessoa jurídica, ainda que imune ou isenta, mesmo sediadas em outros Municípios, tomadora
ou intermediária de qualquer serviço prestado, enquadrados nos incisos I a IX, do artigo 153, da Lei
Art. 9º A declaração deverá conter:
Complementar nº 81/2007, ainda que o contribuinte não seja inscrito no cadastro municipal ou seja
I – os dados cadastrais do prestador, do tomador e do intermediário de serviços;
sediado em outro Município.
II – a identificação do responsável pela declaração;
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 87
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas
III – o registro dos documentos fiscais emitidos pelo prestador de serviços, inclusive, se for o caso, os § 3º Em sendo uma declaração retificadora, relativa a serviços tomados e que importe em valor menor
documentos cancelados ou extraviados; do que o recolhido, o pedido de sua restituição deverá constar de requerimento, na forma da legislação
IV – registros das deduções da base de cálculo, se for o caso; vigente, mas com a declaração expressa do prestador com ele concordando.
V – o registro dos documentos referentes a serviços tomados ou intermediados, inclusive dos
documentos emitidos por prestadores de serviços estabelecidos fora do Município; Art. 16 O pedido de encerramento de atividades deverá estar acompanhado das declarações eletrônicas
VI – o registro do imposto retido pelos responsáveis estabelecidos no Município, quando previstos pela referentes aos períodos ainda não declarados, como condição para o deferimento sem aplicação da
legislação; multa prevista no inciso V, do artigo 269, da Lei Complementar nº 81/2007.
VII – o registro da falta de movimento econômico, se for o caso;
VIII – o registro da falta de serviços tomados, se for o caso. Art. 17 Em caso de retenção na fonte, a cada declaração de serviços tomados efetuada, o sistema
emitirá o documento comprobatório no valor da retenção, que deverá ser entregue pelo tomador ou
Art.10 O arquivo contendo a declaração deverá ser transmitido por meio da internet. intermediário do serviço ao prestador.
Parágrafo único. O arquivo contendo a declaração poderá na impossibilidade de utilização da internet Parágrafo único. O documento comprobatório da retenção previsto no caput poderá ser emitido pelo
ser gravado por meio magnético e entregue na Fiscalização de Rendas da Prefeitura Municipal, situada próprio responsável, observado o modelo emitido pelo sistema.
na Rua Galício Del Nero, nº 51, Centro, no horário das 8 às 11 h e das 13 às 17 h, permanecendo
inalterados os prazos. Art. 18 O documento exigido pelo artigo anterior deverá ser entregue na data em que o pagamento do
serviço for realizado ou, caso este ainda não tenha ocorrido, até a data do recolhimento do imposto,
Art. 11 As declarações deverão ser enviadas ou entregues até o último dia útil anterior à data do conforme previsto no art. 21 deste Decreto.
vencimento.
Art. 19 Os Escritórios de Contabilidade e os Contabilistas, desde que regularmente inscritos no
Art. 12 Tendo o prestador, o tomador ou o intermediário mais de uma inscrição no Município, deverá cadastro mobiliário, poderão manter os livros e documentos fiscais de seus clientes sob sua guarda,
apresentar uma declaração para cada estabelecimento. devendo notificar a autoridade competente de tal situação, sendo obrigados a colocar à disposição da
Parágrafo único. Desde que requerida e autorizada pela administração tributária, a apresentação das fiscalização assim que solicitados.
declarações poderá ser centralizada num único estabelecimento ou inscrição municipal.
Art. 20 O programa de computador, contendo o ISS Eletrônico e o seu manual de operação estão
Art. 13 A cópia da declaração deverá ser conservada até o final dos prazos de decadência ou de disponíveis no endereço eletrônico da Prefeitura: www.pirassununga.sp.gov.br.
prescrição.
Parágrafo único. Poderá ser exigida a apresentação de cópia da declaração em qualquer momento pela Art. 21 Ressalvadas as hipóteses previstas em lei, o imposto devido pelos serviços prestados, tomados
fiscalização. ou intermediados deverá ser recolhido até o dia 15 do mês seguinte ao período de competência,
independentemente da transmissão ou entrega da declaração.
Art. 14 A declaração enviada pela internet ou entregue por meio magnético poderá ser retificada até a Parágrafo único. Compreendem–se no período de competência todos os serviços efetivamente
data do pagamento do imposto correspondente ao período de competência. prestados no mês, comprovados pelas respectivas notas fiscais, ou outros documentos previstos na
Parágrafo único. As declarações deverão ser enviadas ou entregues até o último dia útil anterior à data legislação municipal, ainda que tenha data de emissão posterior à do mês de competência da prestação.
do vencimento.
Art. 22 O prestador de serviço que não possui estabelecimento permanente no Município, em caráter
Art. 15 Após o pagamento do imposto, no caso de as declarações, a ele correspondentes, terem excepcional, deverá recolher o imposto até o dia seguinte ao da prestação do serviço, permanecendo
informações inconsistentes que impeçam a sua validade, o declarante deverá promover as devidas inalterado o prazo para envio ou entrega da declaração previsto no art. 21 deste Decreto.
correções e providenciar a entrega da declaração retificadora, até o penúltimo dia útil do mês Parágrafo único. Sendo o caso de retenção, o imposto deverá ser recolhido pelo tomador no prazo
subseqüente ao período de competência. previsto no artigo anterior, permanecendo inalterado o prazo para envio ou entrega da declaração
§ 1º Em sendo uma declaração retificadora, relativa a serviços prestados e que importe em valor do previsto no art. 21 deste Decreto.
imposto a maior ou a menor, a mesma deverá constar de requerimento à administração tributária,
aplicando–se o seguinte: Art. 23 O recolhimento do imposto deverá ser efetuado nos estabelecimentos bancários por meio de
I – constatado que, com a retificação, o valor do imposto seja a menor do que o recolhido, o pedido de boleto bancário emitido pelo sistema e–issqn.
sua restituição deverá constar do requerimento, na forma da legislação vigente; Parágrafo único. O prestador de serviço previsto no caput do artigo 22 deverá utilizar o boleto bancário
II – constatado que, com a retificação, o valor do imposto seja maior do que o recolhido, a declaração emitido pelo sistema e–issqn.
só terá eficácia desde que seja pago o valor devido, com a multa e os acréscimos legais, dentro do prazo
de 15 (quinze) dias após o requerimento. Art. 24 Poderão ser dispensadas da entrega das declarações, por ato da autoridade competente, as
§ 2º Em sendo uma declaração retificadora, relativa a serviços tomados e que importe em valor maior pessoas jurídicas individualmente, por atividade ou grupo de atividades, em atendimento às situações
do que o recolhido, deverá ser emitida, via sistema eletrônico, uma guia complementar da diferença e peculiares dos sujeitos passivos.
ainda assim, a declaração somente terá eficácia, desde que seja pago o valor devido com a multa e os
acréscimos legais, dentro do prazo de 15 (quinze) dias após a entrega da declaração retificadora.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 88
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas
Art. 25 O tomador e o intermediário ou contribuintes dos serviços, conforme disciplinado no artigo
269, da Lei Complementar nº 81/2007, ficará sujeito às seguintes multas:
I – falta de entrega ou entrega da declaração fora do prazo fixado: multa de 125 UFM´s por declarações ATO NORMATIVO S.M.F Nº 004/09
mensais; “ Dispõe sobre a regulamentação da Realização de
II – entrega de declarações retificadoras fora do prazo fixado: multa de 25 UFM´s, por declaração;
III – preenchimento com informações incorretas, incompletas ou omissas: multa de 84 UFM´s, por
eventos com fins Lucrativos no Município”.
declaração;
A Secretaria Municipal de Finanças, no uso de suas atribuições legais:
IV – multa de 100% (cem por cento) do valor do imposto devido por cada uma das notas fiscais
omitidas na declaração;
V – multa no valor de 42 UFM´s pela não entrega do documento comprobatório da retenção prevista no
Considerando a necessidade de padronizar a realização de eventos no
§ 3º do art. 3º e nos arts. 16 e 17 do presente Decreto;
Município;
VI – multa no valor de 42 UFM´s, por mês, pela não entrega da declaração na hipótese em que não
houve movimento econômico no mês;
Considerando a necessidade de criar meios e critérios para a fiscalização e
VII – multa no valor de 100 UFM´s por mês, pela não declaração de retenção na fonte, quando devida.
arrecadação do ISSQN dessa atividade;
Art. 26 As multas a serem aplicadas em razão das infrações previstas na legislação municipal
Considerando a necessidade de análise para expedição de ALVARÁS e
continuam a vigorar, conforme disposto na Lei Complementar nº 81/2007.
controle tributário de atividades previstas no subitem 3.03, no item 12, com seus subitens e no subitem
Parágrafo único. Havendo superposição de eventuais multas quanto ao não cumprimento das
17.10, todas da lista de serviços pertinentes ao Anexo I da Lei Complementar 81/2007.
obrigações, como previstas no artigo anterior, passam a prevalecer as multas nele fixadas.
Considerando que o recolhimento do ISSQN referente às atividades acima
Art. 27 Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
mencionadas deverá ser efetuado em Pirassununga, conforme dispõe o artigo 153 da Lei Complementar
contrário, especialmente o Decreto nº 3.416, de 1º de novembro de 2007.
81/2007, mormente em seus incisos XVI e XIX.
Pirassununga, 15 de setembro de 2009.
RESOLVE
- ADEMIR ALVES LINDO - Prefeito Municipal
Artigo 1º - A realização de qualquer evento no Município de Pirassununga
dependerá da expedição prévia de alvará, nos termos dos artigos 198 e 202 da Lei Complementar
81/2007.

Artigo 2º - A solicitação do alvará deverá ser efetuada com no mínimo de


30 (trinta) dias de antecedência à realização do evento, sob pena de não ser autorizado.

Artigo 3º - Somente serão autorizados eventos após vistoria e concordância


da Fiscalização de Posturas e/ou de Obras.

Artigo 4º - Os ingressos impressos deverão conter no mínimo os seguintes


dados:
a) Nome do evento
b) Empresa realizadora, ou nome dos organizadores ( em sendo pessoa física)
c) Data da realização
d) Valor unitário adquirido antecipadamente, com a fixação da data limite para sua
aquisição

e) Valor unitário para os ingressos adquiridos após a data limite para a sua aquisição
antecipadamente.

f) Numeração
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 89
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas
g) Gráfica responsável pela impressão, constando: Razão social, endereço, inscrição
Municipal , CNPJ e número de série.
LEI Nº 2.755/96
h) O primeiro e último número da série.
“Dispõe a concessão de Alvará de Licença de Localização e Funcionamento, para a
i) Canhoto contendo os mesmos dados relacionados.
realização de feiras ou Exposições comerciais e dá outras providências.”
Artigo 6º – Após a impressão deverá ser encaminhado à Fiscalização de
A CÂMARA MUNICIPAL APROVA E O PREFEITO MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA
Rendas, cópia da nota fiscal de serviço da gráfica.
SANCIONA E PROMULGA A SEGUINTE LEI:
Artigo 7º - Quando a empresa participante realizadora e/ou patrocinadora do
Artigo 1º) - As empresas Industriais, comerciais ou de prestações de serviços, Interessadas na
evento estiver devidamente inscrita no município, o recolhimento do ISSQN será feito no 15º dia do
realização de Feiras ou Exposições no Município, com a finalidade de prática comercial de produtos
mês subsequente, mas, quando a empresa não estiver cadastrada ou o evento for realizado por pessoa
direta no atacado ou no varejo, deverão requerer Alvará de Localização e de Funcionamento junto ao
física, o organizador deverá efetuar a caução tributária e promover o recolhimento dos tributos
setor competente da municipalidade, Instruído dos seguintes documentos:
incidentes antes da realização do evento, nos termos do parágrafo único, artigo 93, da Lei
I - Contrato Social ou Comprovante de irma Individual devidamente registrado e Declaração Cadastral
Complementar 81/2007.
( DECA ) atualizada e protocolada na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.
Parágrafo Único : No caso de não haver emissão de ingresso para o evento,
II - Inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda - CGC/MF;
o fisco municipal arbitrará o valor dos serviços, conforme dispõe o artigo 174, com seus incisos e
III - Autorização do proprietário do Imóvel constando o período de utilização ou contrato de
parágrafos da Lei Complementar 81/2007.
locação, ou ainda escritura do Imóvel comprovando a propriedade devidamente registrada no
Artigo 8º - Recolhida a caução tributária e se, comprovadamente a venda do Cartório Imobiliário;
IV - Projeto de Construção e Alvará de Utilização relativo ao imóvel edificado do local do evento;
ingresso , comprovadamente, não atingir o valor estimado, o realizador do evento deverá requerer a
V - Alvará Sanitário Municipal, em caso de Industrialização ou comercialização de gêneros
devolução do imposto pago e ou depositado a maior, apresentando os talões não utilizados.
alimentícios, que dependam de Inspeção sanitária para serem colocados ao consumo em geral;
VI - Carta de Viabilidade para Instalação com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida
Artigo 9º - Os proprietários de imóveis cedidos ou locados para qualquer
por Engenheiro da Segurança do Trabalho
tipo de evento que não exigirem o alvará dos organizadores, serão solidariamente responsáveis pelo
VII – Certificado de Vistoria do Corpo de Bombeiro
pagamento das taxas, ISSQN e também por outras imposições do Fisco, na forma que dispõe a Lei
§ 1º) – Os documentos constantes dos itens I, II e V desse artigo, deverão ser apresentados por todas
5172, de 25/10/66 (Código Tributário Nacional), em seu artigo 124, inciso I.
empresas interessadas em participar do evento para fim de se habitarem, desde que não sejam
responsáveis pela realização do evento.
Artigo 10 - Os clubes e os proprietários de imóveis no município cedidos ou
§ 2º)- As empresas que operem somente no ramo de prestação se serviços, ficam dispensadas da
locados para quaisquer tipo de evento deverão recolher o ISSQN sobre a locação do recinto, nos termos
exigência prevista no item I “Segunda parte”, desse artigo;
do item 3.03 – lista de serviços anexa à LC 81/2007, independentemente de estarem inscritos no
§ 3º) – Todos documentos referidos nos itens desse artigo poderão ser apresentados mediante cópia
Cadastro Fiscal Mobiliário, observando ainda, o que dispõe o artigo 155 e seus incisos, da Lei
reprográfica, desde que devidamente autenticadas.
Complementar 81/2007.
§ 4º - Ficam dispensados das exigências dos documentos constantes nos itens I, II e V deste artigo,
Artigo 11 - Os organizadores de eventos que locarem ou receberem as empresas com estabelecimentos fixos regularmente inscritas no cadastro imobiliário
municipal.” (Adicionado pela Lei 3026/2000 de 20/11/2000)
concessão para uso dos recintos deverão apresentar cópia do contrato e ou recibo, com
reconhecimento de firma.
Artigo 2º) – Após a representação dos documentos mencionados no artigo anterior, o órgão competente
da municipalidade procederá a avaliação quando a sua regularidade expedindo-se guia para
Artigo 12 – Este ato normativo entrará em vigor na data de sua publicação,
recolhimento da taxa municipal.
revogadas as disposições em contrário, especialmente no Ato Normativo SMF Nº001/1999.
Artigo 3º) – Para os efeitos desta Lei, ficam estabelecidas as seguintes taxas:
I – Seicentos (600) UFIRs para interessada e responsáveis pela realização;
Secretaria Municipal de Finanças, _______/_____/_______
II – Duzentos e cinquenta (250)UFIRs para expositores (industrias, comerciantes ou prestadores se
serviços) interessados em participar do evento.

Artigo 4º) – O Alvará de Licença de Localização e Funcionamento será concedido por ato do chefe do
LORIVAL RODRIGUES
executivo Municipal, desde que atendidas as exigências contidas nessa Lei.
Secretário Municipal de Finanças
PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA - SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS 90
Código Tributário Municipal - Lei Complementar 81/2007 Fiscalização de Rendas
Artigo 5º) – A realização das atividades mencionadas no artigo 1º dessa Lei em desacordo comas
exigências impostas por esta Lei, autoriza o poder Executivo a proceder a imediata interdição do local, LEI n.º 3.116/2002
aprendendo as mercadorias que lá se encontrarem, de tudo lavrando auto circunstanciado de embargo,
apreensão e Imposição de multa, clentificado-se do ato os responsáveis pela infração cometida. “Dispõe sobre a obrigatoriedade da apresentação de certificado expedido pela EMBRATUR
Art. 5º-A : As entidades filantrópicas e sem fins lucrativos municipais, interessadas na participação ou
pelas Agências de Turismo”.
realização de Feiras ou Exposições no município, ficam isentas das taxas estabelecidas por esta lei.”
A CÂMARA MUNICIPAL APROVA E O PREFEITO MUNICIPAL DE PIRASSUNUNGA
(Adicionado pela Lei 3026/2000 de 20/11/2000)
SANCIONA E PROMULGA A SEGUINTE LEI:
Art. 5º-B : O prazo de duração da Feira ou Exposição será estabelecido de comum acordo entre o
Art. 1º - As Agências de Turismo enquadradas nos dispositivos do Decreto Federal 84.934 de 21 de
responsável pelo evento e o Chefe do Poder Executivo Municipal.” (Adicionado pela Lei 3026/2000 de
julho de 1980, para obterem Alvará de Licença e Funcionamento no Município de Pirassununga,
20/11/2000)
deverão apresentar o Certificado de Registro na EMBRATUR.Parágrafo único. - Quando da renovação
do Alvará de Licença e Funcionamento adotar-se-á o mesmo procedimento do “caput” deste artigo.
Art. 5º-C : Excepcionalmente, ficam autorizadas a redação de 02 (duas) feiras anuais a serem
promovidas pela Associação comercial e Industrial de Pirassununga. (Adicionado pela Lei 3026/2000
Art. 2º - As Agências de Turismo em funcionamento no Município terão o prazo de 60 (sessenta) dias
de 20/11/2000)
para apresentarem, perante o órgão competente da Prefeitura, o Certificado de Registro da
§ 1º) – Sem prejuízo das medidas administrativas mencionadas neste artigo, os responsáveis pela
EMBRATUR.
infração ficarão sujeitos ao pagamento de multa correspondente a 1.000 (Mil)UFIRs.
Parágrafo único. - As Agências que não cumprirem as exigências desta Lei terão cancelados os
§ 2º) – Na hipótese de reincidência os responsáveis pela infração ficarão sujeitos ao pagamento de
respectivos Alvarás de Licença e Funcionamento expedidos pela Municipalidade.
multa correspondente a 1.500 (Hum Mil e quinhentos) UFIRs.
"Art. 2º As Agências de Turismo em funcionamento no Município terão o prazo de 60 (sessenta) dias
§ 3º) – Os produtos ou mercadorias apreendidas somente serão liberadas após o pagamento
para apresentarem, perante o órgão competente da Prefeitura, o Certificado de Registro da
integral das multas impostas pela Municipalidade.
EMBRATUR.
Parágrafo único. O Estabelecimento comercial ou industrial regularmente inscrito no cadastro
§ 1º - As Agências que não cumprirem as exigências desta Lei terão cancelados os respectivos Alvarás
imobiliário municipal interessados em participar do evento, ficam isentos das taxas estabelecidas por
de Licença e Funcionamento expedidos pela Municipalidade.
esta lei.” (Adicionado pela Lei 3026/2000 de 20/11/2000)
§ 2º - Além da pena administrativa prevista no parágrafo primeiro, será aplicado cumulativamente
multa ao organizador ou responsável pela excursão, seja ela rodoviária ou aérea, no valor de 180 UFM
Artigo 6º) – Consideram-se responsáveis pelo descumprimento desta Lei, a pessoa jurídica que
(Unidades Fiscais do Município) por pessoa participante do grupo." (NR – dada pela Lei 3.217/03)
promover o evento, seus sócios ou diretores, bem como todos os expositores.
Art. 3º - As disposições previstas nesta Lei não se aplicam às empresas de transportes que
Artigo 7º) – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
eventualmente aluguem ônibus para excursões promovidas por pessoas físicas ou jurídicas não ligadas
contrário.
às Agências de Turismo, com finalidades esportivas, culturais ou religiosas.
Pirassununga, 14 de Junho de 1.996.
Art. 4º - O Poder Executivo regulamentará a presente Lei dentro do prazo de 30 (trinta) dias.
FAUSTO VICTORELLI
Parágrafo único. - Na regulamentação da presente Lei o Poder Executivo disciplinará normas de
Prefeito Municipal
fiscalização.

Art. 5º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Pirassununga, 25 de julho de 2002


-JOÃO CARLOS SUNDFELD
Prefeito Municipal