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Biblioteca Tecnica Knauf 11/2014

L’acustica con Knauf


Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Indice

1. Introduzione ...............................................................................................................................4

2. Suoni e rumori ............................................................................................................................5

Glossario.....................................................................................................................................5

Rumori aerei ............................................................................................................................5

Rumori impattivi ........................................................................................................................6

Te m p o d i r i v e r b e r a z i o n e ( T 6 0 ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Fonoisolamento e fonoassorbimento .............................................................................................7

Isolamento acustico e potere fonoisolante. ....................................................................................7

Livello di rumore da calpestio .....................................................................................................8

Livello del rumore di impianti ......................................................................................................9

Grandezze “normalizzate” ...........................................................................................................9

Indici di valutazione. .................................................................................................................9

Grandezze apparenti (in opera)..................................................................................................13

Il fonometro ............................................................................................................................14

Audiogramma normale ..............................................................................................................14

Il livello sonoro equivalente ......................................................................................................16

3. Leggi e norme tecniche per l’acustica edilizia ..............................................................................17

Legislazione Nazionale ................................................................................................................17

Legge n° 447 del 26-10-1995 ...................................................................................................17

D . P. C . M . 1 4 - 11 - 1 9 9 7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 7

L e g g e 1 2 - 0 7 - 2 0 11 , n ° 1 0 6 e D P R 1 9 / 1 0 / 2 0 11 n ° 2 2 7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 9

D . P. C . M . 5 - 1 2 - 1 9 9 7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 0

D . P. R . 1 8 - 11 - 1 9 9 8 , n ° 4 5 9 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2

D . M . A . 2 9 - 11 - 2 0 0 0 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2

D . P. R . 3 0 - 0 3 - 2 0 0 4 , n ° 1 4 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2

Leggi Regionali...........................................................................................................................23

Norme tecniche di riferimento .......................................................................................................23

Norme per la progettazione dei requisiti acustici passivi degli edifici ..............................................23

Norme per la misura in laboratorio di alcune grandezze di acustica in edilizia ..................................23

Norme per la misura in opera di alcune grandezze di acustica in edilizia .........................................24

Calcolo degli indici di valutazione ..............................................................................................24

Classificazione acustica ...........................................................................................................24

Caratteristiche acustiche interne degli ambienti vconfinati .............................................................24

C l a s s i f i c a z i o n e a c u s t i c a d e l l e u n i t à i m m o b i l i a r i - U N I 11 3 6 7 e U N I 11 4 4 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 5

4. Isolamento acustico degli edifici.................................................................................................27

Rumore aereo .............................................................................................................................27

Le caratteristiche acustiche delle partizioni semplici e le loro prestazioni in opera ............................27

Le caratteristiche delle partizioni doppie e le loro prestazioni in opera ............................................29

Soluzioni tecniche Knauf ..........................................................................................................30

Pareti divisorie ad orditura metallica ..........................................................................................30

2
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Rumore aereo: metodi di calcolo....................................................................................................34

Calcolo dell’indice di potere fonoisolante Rw ...............................................................................34

Certificati di laboratorio Pareti Knauf .........................................................................................39

Contropareti ad orditura metallica e rivestimenti isolanti ...............................................................46

Certificati di laboratorio contropareti Knauf .................................................................................48

Controsoffitti ad orditura metallica .............................................................................................49

Contropareti e controsoffitti: metodo di calcolo ............................................................................50

Certificati di laboratorio soffitti Knauf .........................................................................................51

Calcolo dell’indice di potere fonoisolante in opera (R’w) ................................................................52

Calcolo di Kij ..........................................................................................................................53

Potere fonoisolante apparente: Esempio di calcolo 1 (locali uffici) ......................................................65

Potere fonoisolante apparente: Esempio di calcolo 2 (locali civile abitazione) ......................................67

Potere fonoisolante apparente: Esempio di calcolo 3 (metodo grafico) .................................................71

Rumore impattivo ........................................................................................................................75

Rumore impattivo: metodi di calcolo ...........................................................................................75

Calcolo di K............................................................................................................................76

Soluzioni tecniche Knauf ..............................................................................................................79

Isolamento acustico delle facciate .................................................................................................80

Isolamento acustico delle facciate: Metodo di calcolo....................................................................80

5. La correzione acustica degli ambienti confinati ............................................................................83

Assorbimento .............................................................................................................................83

Materiali fonoassorbenti ...............................................................................................................85

La riverberazione ........................................................................................................................88

Il livello sonoro ..........................................................................................................................89

Metodo di calcolo del T60 ottimale di un locale ...............................................................................90

Soluzioni tecniche Knauf ..............................................................................................................92

Diagrammi di assorbimento acustico delle lastre Knauf forate e fessurate ............................................95

6. Bibliografia essenziale e link utili .............................................................................................104

3
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

1. Introduzione colare analiticamente i requisiti Parlare di comfort acustico negli

acustici degli edifici e quali sono i spazi confinati, fino a tempi piuttosto
Sono passati otto anni dalla prece-
sistemi costruttivi a secco che ci recenti obbligava spesso a rivolgersi
d e n t e e d i z i o n e d i “ L’ a c u s t i c a c o n
permettono di raggiungere le ad un pubblico necessariamente
Knauf” ed è interessante e signifi-
migliori performance acustiche. competente, fatto di tecnici ed
cativo rileggere oggi l’introduzione
Oggi, per continuare a essere un esperti in Acustica.
al manuale scritta a suo tempo
utile strumento di lavoro, è stato L'evoluzione delle normative, nonché
dall’Ing. Sergio Mammi, fondatore
aggiornato con le ultime novità una crescente domanda di qualità in
d i A N I T, A s s o c i a z i o n e N a z i o n a l e
legislative e normative e con le edilizia anche da parte dell'utente
p e r l ’ I s o l a m e n t o Te r m i c o e a c u s t i c o .
indicazioni sui sistemi costruttivi privato, con l'impegno dell'industria
Si parlava dell’importanza dell’iso-
Knauf di nuova generazione. a sviluppare sistemi sempre più tec-
lamento acustico degli immobili,
In questi anni tante cose sono cam- nologicamente avanzati, hanno fatto
degli obblighi di legge da rispetta-
biate ma resta ancora molto lavoro sì che oggi una corretta progettazio-
re, di costruttori che ignoravano
da fare. Occorre continuare a sen- ne edilizia non possa più prescindere
l’argomento, della necessità di for-
sibilizzare gli operatori del settore dal progetto acustico.
mare professionisti e maestranze e
edile sull’importanza fondamentale L'impegno di Knauf per la divulgazio-
si prevedeva la futura definizione
della progettazione acustica, della ne tecnico-scientifica in materia di
di una procedura per la classifica-
scelta di soluzioni costruttive ade- Acustica prosegue come in passato
zione acustica degli edifici.
guate e della corretta posa in ed oggi ancora di più attraverso
In questi anni molte cose sono
opera.Inoltre dovrà necessariamen- pubblicazioni tecniche, seminari,
state fatte, alcune sono cambiate e
te essere emanato un nuovo decre- convegni e corsi per la qualifica di
la previsione si è avverata.
to sull’acustica edilizia per sosti- Posatori di Sistemi a Secco, prepa-
ANIT e Knauf hanno continuato
tuire l’attuale DPCM 5-12-1997 e rati a risolvere nella pratica quei det-
incessantemente l’attività di forma-
recepire la proposta di classifica- tagli costruttivi che diventano essen-
zione e informazione attraverso
zione acustica indicata nella UNI ziali per il miglior risultato in opera.
corsi e convegni. Numerosi costrut-
11 3 6 7 . P e r c o n c l u d e r e d i n u o v o c o n
tori sono stati sensibilizzati ed
una specie di previsione per il futu- Questa nuova edizione del Manuale
oggi possiamo trovare edifici carat-
ro, auspichiamo che le richieste di d i A c u s t i c a K n a u f o ff r e a l P r o g e t t i s t a
terizzati da requisiti acustici passi-
professionisti, costruttori e acqui- uno strumento operativo ed un reper-
vi sensibilmente migliori rispetto a
renti di immobili determineranno la torio di soluzioni che consente di
solo pochi anni fa.Infine nel 2010
pubblicazione del nuovo decreto a ff r o n t a r e l a p r o g e t t a z i o n e c o n r i g o -
UNI, ente italiano di normazione,
nel minor tempo possibile. r e e d e ff i c a c i a .
ha pubblicato la tanto attesa norma
Knauf è inoltre a fianco del
t e c n i c a U N I 11 3 6 7 “ C l a s s i f i c a z i o n e
Progettista con i propri tecnici, per
acustica delle unità immobiliari -
un supporto progettuale completo e
Procedura di valutazione e verifica
dettagliato.
in opera”.

Anche questo manuale ha contri-


Un ringraziamento va all'ing. Farbood
buito in questi anni alla formazione
ed all'ing. Borghi per la loro prezio-
dei progettisti ed all’evoluzione
Ing.Matteo Borghi sissima collaborazione alla redazio-
della cultura acustica nel nostro
ANIT - Associazione Nazionale per ne di questo volume.
Paese. È stato scritto per i profes-
l ’ I s o l a m e n t o Te r m i c o e a c u s t i c o .
sionisti e spiega, in modo semplice
w w w. a n i t . i t Ing. Claudia Chiti
e chiaro, quali sono i limiti di legge
D i r e t t o r e Te c n i c o K n a u f
da rispettare, come è possibile cal-

4
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2. Suoni e rumori

Glossario

2.1 Rumori aerei

I suoni si trasmettano nell’aria

sotto forma di onde di pressione.

Quando l’onda sonora incide su un

divisorio (A) parte dell’energia

viene riflessa (B), parte viene

assorbita (C).

Dell’energia assorbita una parte si

propagherà lateralmente all’interno

del divisorio (D) (e parzialmente

verrà trasformata in calore (D’),


altra attraverserà la partizione (E)

e, mettendo in vibrazione il lato

opposto della parete, verrà ritra-

smessa all’esterno. Inoltre del-

l’energia che si propaga lateral-

mente quella parte che non si è tra-

sformata in calore (F) raggiungerà

le partizioni rigidamente collegate


Nella figura seguente vengono raffigurati il percorso diretto (Dd) e i tre percor-
alla struttura in esame e, ponendo-
si laterali (Ff, Fd, Df):
le in vibrazione, verrà reirradiata

negli ambienti circostanti.


D: elemento divisorio lato locale sorgente

d: elemento divisorio lato locale ricevente

F: struttura laterale lato locale sorgente

f: struttura laterale lato locale ricevente

Se consideriamo quindi la propaga-

zione del suono tra due locali con-

finanti possiamo individuare tredici

percorsi di trasmissione di cui uno

diretto (attraverso il divisorio in

esame) e dodici di trasmissione

laterale (tre per ogni lato della

parete).

5
L’acustica con Knauf
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2.2 Rumori impattivi In termini analitici per T 60 si intende


Anche i rumori di origine impattiva (calpestio, spostamento di mobili ecc.) si pro- i l t e m p o n e c e s s a r i o a ff i n c h é , d o p o
pagano all’interno delle strutture con i medesimi meccanismi dei rumori aerei. La aver spento la sorgente di rumore, il
differenza sta nel fatto che la struttura, in questo caso, viene messa in vibrazio- livello di pressione sonora all’interno
ne dall’impatto con un corpo solido e non da un rumore aereo. di una stanza diminuisca di 60 dB.

In termini approssimati quindi il

tempo di riverberazione può essere

definito come quel tempo, a partire

dall’istante di spegnimento della

sorgente sonora, necessario per-

ché il suono divenga impercettibile.

Come ordine di grandezza i tempi

di riverberazione alla frequenza di

1000 Hz misurati in ambienti di

civile abitazione normalmente arre-

dati variano usualmente tra 0,3 e

0,6 s.

Il tempo di riverberazione è quindi

un parametro che consente di defi-


2 . 3 Te m p o d i r i v e r b e r a z i o n e ( T 6 0 ) nire la qualità acustica di una sala.
Quando una sorgente di rumore attiva in un locale viene spenta, il livello di pres- Locali con T60 molto lunghi (>1,5
sione sonora presente all’interno della stanza non si annulla istantaneamente. sec) risulteranno molto “riverberan-
Questo fenomeno è causato dal fatto che le superfici delimitanti l’ambiente, ti” mentre locali con T60 ridotti
riflettendo parzialmente le onde sonore ancora presenti nella stanza, generano (<0,3 sec) risulteranno “sordi”. Il
u n a “ c o d a s o n o r a ” . Ta l e f e n o m e n o è n o t o c o n i l n o m e r i v e r b e r a z i o n e . tempo di riverberazione ottimale
La capacità di un ambiente di risultare più o meno riverberante dipende principal- per un locale definisce il T60 che
mente dalle sue dimensioni (e quindi dal suo volume) e dalla capacità delle teoricamente sarebbe opportuno
superfici di assorbire o meno i suoni. Visto che la superfici assorbono i suoni alle avere nella sala analizzata. Esso
varie frequenze in maniera differente, il tempo di riverberazione di un locale dipende quindi dalla destinazione
cambia in base alla frequenza considerata. d’uso e dal volume della stessa.
Per quantificare la capacità di riverberare di un locale è stata definita la gran- Ad esempio locali troppo riverbe-
d e z z a “ Te m p o d i r i v e r b e r a z i o n e ” ( T 6 0 ) . ranti non sono adatti per l’ascolto

del parlato, in quanto la coda sono-

ra non permette di distinguere

chiaramente le sillabe che compon-

gono le parole, ma potrebbero

risultare adeguati per l’ascolto di

determinati tipi di musica come ad

esempio la musica d’organo.

Le indicazioni relative alla corre-

zione acustica degli ambienti confi-

nati verranno descritte nel relativo

successivo capitolo.
6
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.4 Fonoisolamento e fonoassorbimento L’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o ( D ) ( i n i n g l e -

Fonoisolamento e fonoassorbimento sono due concetti molto diversi tra loro. se Noise Reduction - NR) rappre-

Gli interventi di fonoisolamento hanno lo scopo di minimizzare la trasmissione senta la differenza in decibel dei

del rumore tra due ambienti e quindi fare in modo che il rumore prodotto in un livelli di rumore misurati nella

locale non si senta nel locale adiacente. stanza sorgente e nella stanza

ricevente.

Dove: D = L1 - L2

L1 livello di pressione sonora nel-

l’ambiente emittente

L2 livello di pressione sonora nel-

l’ambiente ricevente

La grandezza D dipende dalle

caratteristiche acustiche delle

stanze dove vengono effettuate le

Gli interventi di fonoassorbimento hanno lo scopo di controllare la riflessione dei misure. Infatti una camera riceven-

suoni sulle pareti di un locale e quindi adattare, in base alle proprie esigenze, il te molto riverberante (e quindi in

riverbero all’interno del locale in cui si genera il rumore. un certo senso con un forte “rim-

bombo dei suoni”) determinerà un

livello L2 più alto rispetto ad una

stanza delle medesime dimensioni

ma con superfici interne in grado di

assorbire i rumori.

Il potere fonoisolante (R) (in ingle-

se Transmission Loss – TL) si rica-

va anch’esso da una differenza tra

due misure, però rappresenta una

caratteristica intrinseca della strut-

tura, indipendente dalle dimensioni

della partizione e dalle proprietà

2.5 Isolamento acustico e potere fonoisolante. acustiche dei locali.

Esistono due grandezze che definiscono in maniera differente la capacità di una Per eliminare la dipendenza da

struttura di abbattere i rumori aerei: isolamento acustico e potere fonoisolante. questi parametri si somma alla dif-

ferenza tra le misure di livelli di

rumore un termine correttivo che

tiene in considerazione la superfi-

cie della partizione e le capacità di

assorbimento acustico della came-

ra ricevente.

Ta l e g r a n d e z z a q u i n d i r i s u l t a u t i l e

qualora si volessero confrontare

tra loro le caratteristiche di pareti

diverse.
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L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

R = L1 - L2 + 10log ( SA ) 2.6 Livello di rumore da calpestio

Dove: Il livello di rumore di calpestio (L)

L1 livello di pressione sonora nell’ambiente emittente caratterizza il rumore misurato al

L2 livello di pressione sonora nell’ambiente ricevente piano sottostante una volta che

S è l a s u p e r f i c i e d e l l a p a r t i z i o n e e s a m i n a t a [ m 2] viene attivata la macchina per il

A è l ’ a r e a d i a s s o r b i m e n t o a c u s t i c o e q u i v a l e n t e d e l l ’ a m b i e n t e d i r i c e z i o n e [ m 2] calpestio sul solaio in esame. La

macchina per il calpestio è uno

Il termine “A” si calcola misurando il tempo di riverberazione del locale ricevente strumento dotato di 5 martelli del

peso di 500 grammi ciascuno, che

A = 0,16V percuotono ritmicamente il pavi-


T
mento cadendo da un’altezza di 40

V è i l v o l u m e d e l l ’ a m b i e n t e r i c e v e n t e [ m 3] mm. Tutte le indicazioni relative

T è il tempo di riverberazione dell’ambiente ricevente alle specifiche delle macchine per

il calpestio sono segnalate nella

norma UNI EN ISO 140-7

(Paragrafo 5 ed Appendice A)

riguardante la misurazione in opera

dell’isolamento acustico ai rumori

di calpestio.

Il livello di rumore di calpestio misu-

rato più basso è, maggiore è la

capacità del solaio di smorzare il

rumore.

Come l’isolamento acustico (D)

anche il livello di rumore di calpestio

è un parametro che dipende dalle

caratteristiche acustiche della stanza

d o v e v e n g o n o e ff e t t u a t e l e m i s u r e .

Di conseguenza per ottenere un

valore intrinseco del solaio esamina-

to sarà necessario correggere i valo-

ri misurati in base al tempo di river-

b e r a z i o n e d e l l o c a l e r i c e v e n t e ( c f r.

paragrafo Grandezze “normalizzate”)


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L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.7 Livello del rumore di impianti Isolamento acustico normalizzato rispetto al tempo di riverberazione DnT

Quando si deve caratterizzare il

rumore causato dal funzionamento dove:


D nT = D + 1 0 l o g ( TT ) [ d B ]
0

di impianti tecnologici ci si basa T è il tempo di riverberazione nell’ambiente ricevente, in secondi;

sulla misurazione del livello di T0 è il tempo di riverberazione di riferimento, pari a 0,5 s.

rumore da loro generato. Anche in

questo caso quindi più basso è il Livello di rumore di calpestio normalizzato rispetto all’assorbimento equivalente Ln

valore misurato migliore sarà il


Ln = L + 10log ( AA ) [ d B ]
0
comfort acustico nell’ambiente. dove:

A è l ’ a r e a d i a s s o r b i m e n t o e q u i v a l e n t e d e l l ’ a m b i e n t e r i c e v e n t e , i n m 2;

2.8 Grandezze “normalizzate” A0 è l’area di assorbimento equivalente di riferimento, pari a 10 m2

Come descritto nei paragrafi prece- Il termine “A” si calcola come indicato nel paragrafo Isolamento acustico e potere

denti le grandezze isolamento acu- fonoisolante

stico (D) e livello di rumore di cal-

pestio (L) dipendono dalle caratte- L i v e l l o d i r u m o r e d i c a l p e s t i o n o r m a l i z z a t o r i s p e t t o a l t e m p o d i r i v e r b e r a z i o n e L nT

ristiche acustiche dei locali in cui L nT = L - 1 0 l o g ( TT ) [ d B ]


0
vengono realizzate le misure. Ad dove:
esempio se si analizzano due pare- T è il tempo di riverberazione nell’ambiente ricevente, in secondi;
ti identiche inserite in due differen- T0 è il tempo di riverberazione di riferimento per appartamenti, pari a 0,5 s.
ti appartamenti, uno vuoto e l’altro

arredato, le partizioni daranno due 2.9 Indici di valutazione


diversi valori di isolamento acusti- Tutti i parametri che definiscono le proprietà acustiche di una partizione (D, R, L)
co. Per poter paragonare le gran- vengono calcolati, o misurati, per bande di frequenza.
dezze è quindi necessario renderle Si hanno quindi, ad esempio, diversi valori di potere fonoisolante per una partizio-
tra loro omogenee (normalizzarle). ne, in base alla frequenza che si sceglie di considerare (ad esempio un divisorio
Esistono due tipi di normalizzazio- può “isolare bene” il rumore alle alte frequenze, ma dare prestazioni differenti alle
ne. È possibile normalizzare rispet- basse frequenze).
to al tempo di riverberazione del Ta l e c a r a t t e r i s t i c a q u i n d i d e v e v e n i r e e s p r e s s a c o n u n g r a f i c o o u n i n s i e m e d i n u m e r i .
locale ricevente oppure all’assorbi-

mento acustico del locale ricevente. Di seguito si riporta il grafico del potere fonoisolante di una partizione in lastre di

gesso rivestito
Isolamento acustico normalizzato

rispetto all’assorbimento equiva-

lente Dn

Dn = D - 10log ( AA ) [ d B ]
0

dove:

A è l’area di assorbimento equiva-

l e n t e d e l l ’ a m b i e n t e r i c e v e n t e , i n m 2;

A0 è l’area di assorbimento equi-

valente di riferimento pari a 10 m2

Il termine “A” si calcola come indi-

cato nel paragrafo Isolamento acu-

stico e potere fonoisolante


9
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per poter definire invece con un unico

numero la prestazione acustica complessi-


curva di riferimento misura
80
va di un componente edilizio sono stati

i n t r o d o t t i g l i “ i n d i c i d i v a l u t a z i o n e ” . Ta l i

indici si calcolano “mediando”, con una 70


apposita procedura, i valori definiti alle

Potere fonoisolante R [dB]


singole frequenze.
60
Il pedice “w” indica che la grandezza è

espressa con un indice di valutazione; ad

esempio: 50
R = potere fonoisolante (per frequenza)

Rw = indice del potere fonoisolante


40
(numero unico)

I metodi per calcolare gli indici di valuta- 30


zione partendo dai valori “per frequenza”

sono descritti nelle norme UNI EN ISO 717


20
100
125
160
200
250
315
400
500
630
800
1000
1250
1600
2000
2500
3150
– 1 e UNI EN ISO 717 – 2.

Per calcolare l’indice di valutazione, rela-


Frequenza f [Hz]
tivo a misurazioni di potere fonoisolante o

di isolamento acustico, si confrontano i

valori misurati con una curva di riferimen-

to proposta nella norma UNI EN ISO 717-1.

La curva di riferimento viene avvicinata


Curva di scarti
alla curva delle misure, procedendo a Frequenza [Hz] Misure [dB] riferimento scarti [dB] sfavorevoli
traslata [dB] [dB]
passi di 1 dB, finchè la somma degli scar-
100 33,6 37 3,4 3,4
ti sfavorevoli è più grande possibile e
125 38,3 40 1,7 1,7
comunque non maggiore di 32 dB (per le
160 42,1 43 0,9 0,9
misurazioni in bande di terzo d’ottava).
200 45,9 46 0,1 0,1
Uno scarto sfavorevole a una data fre-
250 49,4 49 -0,4
quenza si ha quando il risultato della
315 52,2 52 -0,2
misurazione è minore del valore della
400 54,1 55 0,9 0,9
curva di riferimento. Raggiunta la condi-
500 56,3 56 -0,3
zione sopra descritta il valore dell’indice
630 58 57 -1
di valutazione corrisponde al valore alla
800 59,5 58 -1,5
frequenza di 500 Hz della curva di riferi-
1000 62,1 59 -3,1
mento traslata.
1250 63,7 60 -3,7
Le immagini che seguono riportano il cal-
1600 63,3 60 -3,3
colo dell’indice di valutazione della strut-
2000 60,7 60 -0,7
tura descritta nel paragrafo precedente.
2500 49,8 60 10,2 10,2
Nel disegno sono evidenziati la zona rela-
3150 47,7 60 12,3 12,3
tiva agli scarti sfavorevoli ed il valore del-

l’indice di valutazione (56 dB). La tabella somma scarti sfavorevoli 29,5


riporta i risultati delle misure e dei calcoli.
10
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per calcolare l’indice di valutazio- curva di riferimento misura


100
ne, relativo a misurazioni di isola-

mento al calpestio, si confrontano i

valori misurati con una curva di 90

Livello di rumore di calpestio L’ [dB]


riferimento proposta nella UNI EN

ISO 717-2.

Anche in questo caso la curva di


80

riferimento viene avvicinata alla

curva delle misure, procedendo a


70
passi di 1 dB, finchè la somma

degli scarti sfavorevoli è più gran-

de possibile e comunque non mag- 60


giore di 32 dB (per le misurazioni

in bande di terzo d’ottava).


50
In questo caso però uno scarto sfa-

vorevole a una data frequenza si

ha quando il risultato della misura- 40


100
125
160
200
250
315
400
500
630
800
1000
1250
1600
2000
2500
3150
zione è maggiore del valore della

curva di riferimento.
Frequenza f [Hz]
Anche in questo caso raggiunta la

condizione sopra descritta il valore

dell’indice di valutazione corri-

sponde al valore alla frequenza di

500 Hz della curva di riferimento

traslata. Curva di scarti


Frequenza [Hz] Misure [dB] riferimento scarti [dB] sfavorevoli
Nel disegno seguente sono eviden- traslata [dB] [dB]
ziati la zona relativa agli scarti 100 59,0 65 -6,0
sfavorevoli ed il valore relativo 125 61,0 65 -4,0
all’indice di valutazione (63 dB). 160 62,5 65 -2,5
La tabella riporta i risultati delle 200 62,5 65 -2,5
misure e dei calcoli. 250 59,5 65 -5,5

315 57,8 65 -7,2

400 55,0 64 -9,0

500 56,8 63 -6,2

630 56,6 62 -5,4

800 56,1 61 -4,9

1000 56,6 60 -3,4

1250 56,0 57 -1,0

1600 56,0 54 2,0 2,0

2000 56,7 51 5,7 5,7

2500 57,0 48 9,0 9,0

3150 56,4 45 11,4 11,4

somma scarti sfavorevoli 28,1

11
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

È importante sottolineare che l’im-

piego degli indici di valutazione

comporta una perdita di informazio-

ni riguardo l’andamento in frequen-

za della grandezza considerata.

Di seguito a titolo di esempio si

riportano i grafici di due partizioni

differenti che forniscono il medesi-

mo indice di potere fonoisolante

(Rw = 56 dB)

12
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Curve NR e curve NC Sovrapponendo lo spettro del rumo-

Un altro procedimento per definire uno spettro sonoro con un unico valo- re in esame con i grafici riportati a

re si basa sull’ipotesi che il disturbo globale è in qualche modo ricondu- fianco, l’indice di livello sonoro

cibile a quello dovuto alla sola frequenza più disturbante. In tal senso (NC o NR) corrisponde al valore

sono stati definiti appositi grafici con i quali analizzare i livelli sonori. della più alta curva raggiunta.

90 2.10 Grandezze apparenti (in opera)

La misurazione delle caratteristi-


80
che acustiche di un elemento divi-
NC sorio posto in opera forniscono
70
70
generalmente risultati sensibilmen-
65
60 te differenti rispetto alle misurazio-
60
55 ni in laboratorio. Ciò avviene prin-
50
50 cipalmente a causa del fatto che:
45 • in laboratorio si cerca di elimi-
40
40
nare completamente le trasmis-
35
30
sioni del rumore per via laterale
30
25 disaccoppiando in maniera op-
20
20 portuna le due camere dove ven-

10 15 gono effettuate le misurazioni.


63 125 250 500 1000 2000 4000 8000
• Le partizioni testate in laborato-
[Hz]
rio generalmente sono costruite

Diagramma normalizzato per la determinazione dell’indice NC (Noise con maggior cura rispetto a quel-

Criteria) definito negli Stati Uniti le realizzate in opera

NR Questo comporta che una partizio-


120
120 ne posta in opera presenta in gene-
110 115
rale un potere fonoisolante decisa-
110
100 105 mente inferiore rispetto alla stessa
100
struttura misurata in laboratorio.
90 95
90 Per differenziare questi due tipi di
80 85 misure viene utilizzato un apice e
80
70 le grandezze relative alle misura-
75
70 zioni in opera vengono definite con
60
65
il termine “apparente”, quindi ad
60
50
55 esempio:
50
40 Rw = indice del potere fonoisolante
45
40 di un elemento (misurato in labora-
30
35 torio)
20 30
R’w = indice del potere fonoisolan-
25
10 20 te apparente di un elemento (misu-
31,5 63 125 250 500 1000 2000 4000 8000 16000
[Hz] rato in opera)

Diagramma normalizzato per la determinazione dell’indice NR (Noise Rw > R’w

Rating) definito in sede ISO


13
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2 . 11 I l f o n o m e t r o Il sistema di misura deve essere scelto in modo da soddisfare le specifiche di

Il fonometro, strumento che con- cui alla classe 1 delle norme EN 60651/1994 e EN 60804/1994.

sente di misurare le grandezze pre- Le misure di livello equivalente dovranno essere effettuate direttamente con

cedentemente descritte, può essere un fonometro conforme alla classe 1 delle norme EN 60651/1994 e EN

suddiviso in tre sezioni: 60804/1994.

1. microfono Nel caso di utilizzo di segnali registrati prima e dopo le misure deve essere

2. preamplificatore registrato anche un segnale di calibrazione.

3. dispositivo per l’elaborazione La catena di registrazione deve avere una risposta in frequenza conforme a

dei dati quella richiesta per la classe 1 della EN 60651/1994 e una dinamica adeguata

al fenomeno in esame.

L’ u s o d e l r e g i s t r a t o r e d e v e e s s e r e d i c h i a r a t o n e l r a p p o r t o d i m i s u r a .

I filtri e i microfoni utilizzati per le misure devono essere conformi, rispettiva-

mente, alle norme EN 61260/19995 (IEC 1260) e EN 61094-1/1994, EN 61094-

1/1994, EN 61094-2/1993, EN 61094-3/1995, EN 61094-4/1995.

I calibratori devono essere conformi alle norme CEI 29-4.

La strumentazione e/o la catena di misura, prima e dopo ogni ciclo di misura,

deve essere controllata con un calibratore di classe 1, secondo la norma IEC

942/1988. Le misure fonometriche eseguite sono valide se le calibrazioni

effettuate prima e dopo ogni ciclo di misura, differiscono al massimo di 0.5 dB.

In caso di utilizzo di un sistema di registrazione e di riproduzione, i segnali di

calibrazione devono essere registrati.

Gli strumenti ed i sistemi di misura devono essere provvisti di certificato di

taratura e controllati almeno ogni due anni per la verifica della conformità alle

specifiche tecniche. Il controllo periodico deve essere eseguito presso labora-

t o r i a c c r e d i t a t i d a l s e r v i z i o d i t a r a t u r a n a z i o n a l e a i s e n s i d e l l a l e g g e 11 a g o -

Il microfono (1) acquisisce i dati sto 1991, n. 273.

dall’esterno, attraverso il preampli-

ficatore (2) vengono inviati al 2.12 Audiogramma normale

sistema di elaborazione (3). Le I fonometri sono in grado di misurare le variazioni di pressione sonora alle

informazioni vengono quindi regi- d i v e r s e f r e q u e n z e . L’ o r e c c h i o u m a n o p e r ò p e r c e p i s c e i s u o n i a d i f f e r e n t i f r e -

strate ed analizzate. quenze con diversa sensibilità. Ad esempio un suono a 1000 Hz a 50 dB viene

percepito come più intenso rispetto ad un suono a 100 Hz sempre a 50 dB.

Per poter effettuare delle misura- Per analizzare questa problematica sono state condotte una serie di prove di

zioni che abbiano valore giuridico laboratorio su un vasto numero di individui dalle quali è stato elaborato il gra-

legale la strumentazione utilizzata fico seguente (audiogramma normale).

dovrà possedere determinate carat-

teristiche. Sul grafico sono rappresentate le curve isophoniche le quali definiscono il

D a l D . M . 1 6 m a r z o 1 9 9 8 Te c n i c h e medesimo livello di intensità soggettiva percepita.

di rilevamento e di misurazione Si osserva ad esempio che un suono a 1000 Hz a 50 dB (corrispondente alla

dell’inquinamento acustico – art. 2: curva 50 PHON) viene percepito dall’orecchio umano con lo stesso livello di

intensità di un suono a 20 Hz a circa 95 dB (anch’esso corrispondente alla

curva 50 PHON).
14
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per tenere in considerazione la


140
sensibilità dell’orecchio umano alle
130
120 120 diverse frequenze anche durante le
Livello di pressione sonora (dB rif. 20µPa)

110 misure fonometriche, sono state


100 100
elaborate a partire dalle curve iso-
90
80 80 phoniche, le cosiddette curve di
70
p o n d e r a z i o n e . Ta l i c u r v e d e f i n i s c o -
60 60
50 no i valori da sottrarre o sommare

40 40 alle varie bande di frequenza misu-


30
rate per ricavare un valore che
20
20
s 10 meglio approssimi quanto percepito

0 PHON dall’apparato uditivo.

20Hz 3 4 5 6 7 8 9 100 20 3 4 5 6 7 8 9 1000 2kHz3 4 5 6 7 8 9 10 15


Frequenza

La curva A approssima la curva iso-


20 phonica 40 phon ed è utilizzabile
D
per suoni di livello medio basso (ad
10
A esempio misurazioni in edifici di
0
B,C civile abitazione).
C
Risposta ( dB )

-10 La curva B approssima la curva

isophonica 70 phon ed è utilizzabi-


-20
B le per suoni di livello medio alto
A
-30 La curva C approssima la curva

isophonica 100 phon ed è utilizza-


-40
bile per suoni di livello molto ele-
-50 vato
20 100 1000 10000
La curva D è stata realizzata per la
Frequenza ( Hz )
valutazione del rumore generato

dal traffico aereo.

Da queste curve vengono quindi

ricavate le misure ponderate in

dB(A), dB(B), dB(C) e dB(D). La

ponderazione viene automatica-

mente effettuata dal fonometro.

15
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

2.13 Il livello sonoro equivalente

Il livello sonoro equivalente (Leq) è il livello di un ipotetico rumore costante che,

se sostituito al rumore misurato, variabile nel tempo, genererebbe la medesima

quantità di energia sonora.

Lo scopo del livello equivalente è quindi quello di caratterizzare con un unico

valore un rumore variabile nel tempo ed è definito dalla seguente formula

[ ]
T
1 p 2( t )
L eq = 1 0 l o g œ dt dB
T 0 p 20
Dove:

T è il tempo totale di misurazione.

po è la pressione sonora di riferimento (2 x 10-5 Pa)

p (t) è la pressione sonora misurata all’istante “t” dal fonometro

Nel grafico seguente vengono rappresentati il livello di pressione sonora istanta-

nea (curva blu) ed il relativo livello equivalente (curva rossa)

Si osserva come il livello equivalente evolve e si stabilizza durante la di misura-

zione in base al tempo di integrazione considerato ed agli eventi sonori istanta-

nei misurati.

16
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

3. Leggi e norme tecniche E (strade urbane di quartiere) e visionale di clima acustico le aree

per l’acustica edilizia F (strade locali), secondo la interessate alla realizzazione di:

classificazione di cui al D.Lgs. 1. scuole e asili nido;

Di seguito si riportano le principali 30 aprile 1992, n. 285 (14), e 2. ospedali;

leggi e norme tecniche che trattano successive modificazioni; 3. case di cura e di riposo;

il tema dell’acustica edilizia. 3. discoteche; 4. parchi pubblici urbani ed

L’ e l e n c o è a g g i o r n a t o a d i c e m b r e 4. circoli privati e pubblici esercizi extraurbani;

2014. ove sono installati macchinari o 5. nuovi insediamenti residenziali

Maggiori informazioni ed eventuali impianti rumorosi; prossimi alle opere che richiedono

nuovi aggiornamenti possono essere 5. impianti sportivi e ricreativi; valutazione di impatto acustico.

r e p e r i t i s u l s i t o w w w. a n i t . i t 6. ferrovie ed altri sistemi di tr

sporto collettivo su rotaia. Le modalità di redazione delle rela-

3.0 Legislazione Nazionale zioni è demandata alle singole

Legge n° 447 del 26-10-1995 - Le opere sopra citate dovranno Regioni (art. 4 comma 1 lettera l).

“Legge quadro sull’inquinamento essere sottoposte a verifica sia che Prima di redigere una relazione di

acustico” vengano realizzate ex-novo, sia impatto o di clima acustico è quindi

Questa è la legge che definisce i che vengano modificate, sia che necessario verificare se la propria

principi fondamentali in materia di vengano potenziate. Regione ha emanato qualche prov-

tutela dell’ambiente esterno e del- vedimento in merito.

l’ambiente abitativo dall’inquina- Inoltre,“le domande per il rilascio

mento acustico. di concessioni edilizie relative a “DPCM 14-11-1997 - Determinazione

La “447 ”riporta quindi le definizioni nuovi impianti ed infrastrutture adi- dei valori limite delle sorgenti sonore”

principali, indica quali sono le pro- biti ad attività produttive, sportive I l D P C M 1 4 - 11 - 1 9 9 7 f i s s a i l i m i t i d i

blematiche di rumore, chiarisce chi e ricreative e a postazioni di servi- rumore delle sorgenti sonore e ne

sono i soggetti volti ad analizzarle zi commerciali polifunzionali, dei definisce i valori limite di emissio-

ed elenca le competenze di Stato, provvedimenti comunali che abilita- ne, di immissione, di attenzione e

Regioni, Province e Comuni. no alla utilizzazione dei medesimi qualità.

immobili ed infrastrutture, nonché In base a questi limiti vanno redat-

All’art. 8 viene riportato l’obbligo di le domande di licenza o di autoriz- te le valutazioni di clima e di impat-

redigere valutazioni di impatto zazione all'esercizio di attività pro- to acustico previste dalla Legge

acustico per le opere potenzial- duttive devono contenere una docu- quadro oltre che le zonizzazioni

mente rumorose. Queste verifiche mentazione di previsione di impatto acustiche dei Comuni.

consistono nel prevedere quanto acustico” (art. 8 c. 4)

rumore verrà generato da una Di seguito si descrivono alcuni

nuova opera e se tale rumore potrà All’articolo 8 comma 3 viene richia- parametri e si riportano le tabelle

disturbare eventuali ricettori sensi- mato l’obbligo di redigere verifiche del Decreto.

bili. di clima acustico.

Devono essere sottoposte a verifi- Queste relazioni hanno lo scopo di Il livello di rumore residuo è il

ca di impatto acustico: determinare la rumorosità presente livello continuo equivalente di

1. aeroporti, aviosuperfici, eliporti; in un’area prima di realizzare un pressione sonora ponderato A che

2. strade di tipo: edificio. Servono quindi per valuta- si rileva quando si escludono le

A (autostrade), re se l’area è compatibile con la specifiche sorgenti disturbanti.

B (strade extraurbane principali), costruzione e prevedere eventuali Esso deve essere misurato con le

C (strade extraurbane secondarie), opere di mitigazione dei rumori. identiche modalità impiegate per la

D (strade urbane di scorrimento), Devono possedere valutazione pre- misura del rumore ambientale.
17
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Il livello di rumore ambientale è il immissione.

livello continuo equivalente di I valori limite assoluti di immissione e di emissione relativi alle singole infra-

pressione sonora ponderato A pro- strutture dei trasporti, all'interno delle rispettive fasce di pertinenza, sono fis-

dotto da tutte le sorgenti di rumore sati dai relativi decreti attuativi (Strade: DPR 30-3-2004 n° 142; Ferrovie: DPR

esistenti in un dato luogo e durante 1 8 - 11 - 1 9 9 8 n ° 4 5 9 )

un determinato tempo. Il rumore

ambientale è costituito dall'insieme I valori limite differenziali di immissione sono determinati con riferimento

del rumore residuo e da quello pro- alla differenza tra il livello equivalente di rumore ambientale ed il rumore resi-

dotto dalle specifiche sorgenti duo e valgono 5 dB per il periodo diurno (06:00 – 22:00) e 3 dB per il periodo

disturbanti. notturno (22:00 – 06:00)

Ta l i l i m i t i s i m i s u r a n o a l l ' i n t e r n o d e g l i a m b i e n t i a b i t a t i v i e n o n s i a p p l i c a n o

Il valore limite di emissione è il nelle aree classificate nella classe VI . Inoltre non si applicano se il rumore

valore massimo di rumore che può ambientale a finestre aperte è minore di 50 dB(A) di giorno e di 40 dB(A) di

essere emesso da una singola sor- notte e se il rumore ambientale a finestre chiuse è minore di 35 dB(A) di gior-

gente sonora.I limiti di emissione no e di 25 dB(A) di notte. I limiti differenziali non si applicano alla rumorosità

delle sorgenti sonore fisse e mobili prodotta da: strade ferrovie aeroporti, attività e comportamenti non connessi

si applicano a tutte le aree del ter- con esigenze produttive, commerciali e professionali, servizi e impianti fissi

ritorio ad esse circostanti, secondo dell'edificio adibiti ad uso comune (limitatamente al disturbo provocato all'in-

la rispettiva classificazione in terno dello stesso).

zone, e si rilevano in corrisponden-

za degli spazi utilizzati da persone Ta b e l l a A : c l a s s i f i c a z i o n e d e l t e r r i t o r i o c o m u n a l e

e comunità.
CLASSE I - aree particolarmente protette: rientrano in questa classe le
aree nelle quali la quiete rappresenta un elemento di base per la loro uti-
I valori limite assoluti di immis-
lizzazione: aree ospedaliere, scolastiche, aree destinate al riposo ed allo
sione: sono determinati con riferi- svago, aree residenziali rurali, aree di particolare interesse urbanistico,
mento al livello equivalente di parchi pubblici, ecc.
rumore ambientale, sono riferiti al
CLASSE II - aree destinate ad uso prevalentemente residenziale: rientrano in
rumore immesso nell'ambiente
q u e s t a c l a s s e l e a r e e u r b a n e i n t e r e s s a t e p r e v a l e n t e m e n t e d a t r a ff i c o v e i c o l a -
esterno dall'insieme di tutte le sor-
re locale, con bassa densità di popolazione, con limitata presenza di attività
genti e sono misurati in prossimità commerciali ed assenza di attività industriali e artigianali
dei ricettori. Non si applicano
CLASSE III - aree di tipo misto: rientrano in questa classe le aree urbane
all'interno delle fasce di pertinenza
interessate da traffico veicolare locale o di attraversamento, con media
di strade, ferrovie, aeroporti.
densità di popolazione, con presenza di attività commerciali, uffici con
All'esterno delle fasce, dette sor-
limitata presenza di attività artigianali e con assenza di attività industria-
genti concorrono al raggiungimento
li; aree rurali interessate da attività che impiegano macchine operatrici
dei limiti assoluti di immissione.
CLASSE IV - aree di intensa attività umana: rientrano in questa classe le aree
urbane interessate da intenso traffico veicolare, con alta densità di popolazione,
All'interno delle fasce di pertinenza
con elevata presenza di attività commerciali e uffici, con presenza di attività arti-
di strade ferrovie aeroporti,le sin-
gianali; le aree in prossimità di strade di grande comunicazione e di linee ferro-
gole sorgenti sonore, diverse da
viarie; le aree portuali, le aree con limitata presenza di piccole industrie.
strade ferrovie aeroporti, devono

rispettare i limiti di emissione. Le CLASSE V - aree prevalentemente industriali: rientrano in questa classe le
aree interessate da insediamenti industriali e con scarsità di abitazioni.
sorgenti sonore, diverse da strade

ferrovie aeroporti, devono rispet- CLASSE VI - aree esclusivamente industriali: rientrano in questa classe le aree
tare, nel loro insieme, i limiti di esclusivamente interessate da attività industriali e prive di insediamenti abitativi.
18
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Tabella B: valori limite di emissione - Leq in dB (A)


classi di destinazione d’uso del territorio tempi di riferimento
diurno (06.00-22.00) notturno (22.00-06.00)
I aree particolarmente protette 45 35
II aree prevalentemente residenziali 50 40
III aree di tipo misto 55 45
IV aree di intensa attività umana 60 50
V aree prevalentemente industriali 65 55
VI aree esclusivamente industriali 65 65

Tabella C: valori limite assoluti di immissione - Leq in dB (A)


classi di destinazione d’uso del territorio tempi di riferimento
diurno (06.00-22.00) notturno (22.00-06.00)
I aree particolarmente protette 50 40
II aree prevalentemente residenziali 55 45
III aree di tipo misto 60 50
IV aree di intensa attività umana 65 55
V aree prevalentemente industriali 70 60
VI aree esclusivamente industriali 70 70

Tabella D: valori di qualità - Leq in dB (A)


classi di destinazione d’uso del territorio tempi di riferimento
diurno (06.00-22.00) notturno (22.00-06.00)
I aree particolarmente protette 47 37
II aree prevalentemente residenziali 52 42
III aree di tipo misto 57 47
IV aree di intensa attività umana 62 52
V aree prevalentemente industriali 67 57
VI aree esclusivamente industriali 70 70

L e g g e 1 2 - 0 7 - 2 0 11 , n ° 1 0 6 e D P R 1 9 - 1 0 - 2 0 11 , n ° 2 2 7

L a L e g g e n ° 1 0 6 d e l 2 0 11 a l l ’ A r t . 5 e i l D P R 1 9 - 1 0 - 2 0 11 , n ° 2 2 7 a l l ’ a r t . 4 , i n

estrema sintesi riportano che, in alcuni casi e per certe attività, non è più
necessario presentare in Comune le relazioni tecniche di clima o impatto

acustico previste dalla Legge quadro 447 del 1995 e dai relativi decreti

a t t u a t i v i . L’ a t t e s t a z i o n e d e l r i s p e t t o d e i l i m i t i d i l e g g e p u ò e s s e r e s o s t i t u i t a

da una autocertificazione redatta da chi attiva la pratica.

Si evidenzia però che, ovviamente, tale autocertificazione non può basarsi su

semplici supposizioni personali, ma deve essere validata da analisi previsio-

nalie da misurazioni fonometriche. Pertanto le relazioni di clima e impatto

acustico devono comunque essere realizzate, anche se non dovranno poi

essere presentate in Comune.

19
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

D . P. C . M . 5 - 1 2 - 1 9 9 7 - “ D e t e r m i n a z i o n e d e i r e q u i s i t i a c u s t i c i p a s s i v i d e g l i e d i f i c i ” Il Decreto non impone la realizzazione di

Il DPCM 5-12-1997 è il decreto di riferimento per l’acustica edilizia. prove acustiche in opera o la redazione di

Definisce i limiti da rispettare per: relazioni tecniche progettuali, ma semplice-

• l’isolamento ai rumori aerei tra differenti unità immobiliari mente che, ad opera ultimata, i requisiti

• l’isolamento acustico delle facciate acustici siano rispettati.

• il livello dei rumori da calpestio Ovviamente però, per garantire il rispetto di

• il livello dei rumori degli impianti a funzionamento continuo e discontinuo. tali requisiti, la redazione di una relazione

• Il tempo di riverbero nelle aule scolastiche e nelle palestre di calcolo previsionale e l’effettuazione di

prove acustiche in corso d’opera ed a fine


I descrittori delle singole tipologie di rumore sono indicati nella tabella che segue. lavori diventano condizione necessaria per

verificare e garantire i requisiti prescritti


Categorie di edifici Descrittore per legge.
Isolamento ai rumori aerei tra differenti U.I. indice di potere fonoisolante apparente

Isolamento ai rumori esterni indice di isolamento acustico di facciata Ristrutturazioni


Rumori da calpestio indice di livello di rumore di calpestio I limiti del DPCM 5-12-1997 devono essere
Livello massimo di rumore ponderato A applicati agli edifici di nuova costruzione.
Rumori di impianti a funzionamento discontinuo
misurato con costante di tempo “slow”
Per le ristrutturazioni non vi sono specifiche
Rumori di impianti a funzionamento continuo Livello equivalente di rumore ponderato A
indicazioni.
Riverberazione di un ambiente T60 Tempo di riverbero
Su questo argomento una circolare ministe-

riale datata 9 marzo 1999 ha riportato che i


La tabella seguente sintetizza i limiti da rispettare in base alla tipologia di edificio. limiti del DPCM devono essere applicati:

• in caso di “ristrutturazione totale”

• ai nuovi impianti tecnologici, installati ex

novo o in sostituzione a impianti esistenti


Ospedali, cliniche, case di cura e assimilabili (Cat. D)

Residenze (Cat. A) La Circolare può essere scaricata dalla


Alberghi, pensioni o attività assimilabili (Cat. C)
s e z i o n e “ L E G G I ” d e l s i t o w w w. a n i t . i t .
Attività scolastiche a tutti i livelli e assimilabili (Cat. E)
Si raccomanda di verificare eventuali ulte-
Uffici (Cat. B)
Attività ricreative o di culto (Cat. F)
riori prescrizioni riportate nelle leggi regio-
Attività commerciali o assimilabi (Cat. G) nali e nei regolamenti edilizi dei Comuni.

Ad esempio la L.R. n° 13 del 2001 della

In merito al tempo di riverberazione il DPCM richiama quanto riportato nella Regione Lombardia, all’art. 7 comma 1 indi-

C i r c . M i n . L L . P P. n . 3 1 5 0 d e l 2 2 / 0 5 / 1 9 6 7 “ C r i t e r i d i v a l u t a z i o n e e c o l l a u d o ca che:

dei requisiti acustici negli edifici scolastici”: I progetti relativi ad interventi sul patrimo-

“La media dei tempi di riverberazione misurati alle frequenze 250 - 500 - 1000 nio edilizio esistente che ne modifichino le

- 2000 Hz, non deve superare 1,2 sec. ad aula arredata, con la presenza di caratteristiche acustiche devono essere

due persone al massimo. Nelle palestre la media dei tempi di riverberazione corredati da dichiarazione del progettista

(qualora non debbano essere utilizzate come auditorio) non deve superare 2,2 che attesti il rispetto dei requisiti acustici

sec”. stabiliti dal DPCM 5-12-1997 e dai regola-

menti comunali.

Per i livelli di rumore degli impianti tecnologici a funzionamento continuo si

segnala che nel Decreto esiste una incongruenza tra i dati riportati nella D a l l a s e z i o n e “ L E G G I ” d e l s i t o w w w. a n i t . i t è

t a b e l l a e d i v a l o r i prescritti nelle definizioni dell’Allegato A. inoltre possibile scaricare i testi di alcune

Inoltre, per la misurazione dei requisiti acustici, in certi casi il Decreto fa riferimen- leggi regionali che trattano il tema dell’acu-

to a norme tecniche ormai sostituite o non coerenti con le grandezze da misurare. stica edilizia.
20
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Leggi Comunitarie e sentenza della Corte Costituzionale 3. La situazione relativa alla cause in
L a L E G G E 7 / 0 7 / 2 0 0 9 , n . 8 8 “ L e g g e c o m u n i t a r i a 2 0 0 8 ” a l l ’ a r t . 11 ( D e l e g a a l tribunale resta comunque confusa.
Governo per il riordino della disciplina in materia di inquinamento acustico) ha Alcuni analisti ritengono che, a
chiesto la riscrittura dei Decreti nazionali correlati con seguito della sentenza della Corte
l’inquinamento acustico. Costituzionale, “decadono” anche
Il comma 5 dell’articolo riporta alcune informazioni inerenti l’applicazione del le indicazioni della Legge
D P C M 5 / 1 2 / 1 9 9 7 . Ta l i i n f o r m a z i o n i s o n o s t a t e m o d i f i c a t e l ’ a n n o s u c c e s s i v o Comunitaria 2008. Rimane quindi
dalla Legge 4/06/2010, n. 96 (Legge Comunitaria 2009). m o l t o d i ff i c i l e p r e v e d e r e g l i e s i t i
Il “nuovo comma 5” recitava: delle cause inerenti rapporti tra
In attesa dell’emanazione dei decreti legislativi […] la disciplina relativa ai costruttore e acquirente sorti dopo
requisiti acustici passivi degli edifici e dei loro componenti non trova applica- il 29 luglio 2009.
zione nei rapporti tra privati e, in particolare, nei rapporti tra costruttori-ven-

ditori e acquirenti di alloggi, fermi restando gli effetti derivanti da pronunce Legge Europea 2013 bis
giudiziali passate in giudicato e la corretta esecuzione dei lavori a regola Il 25 novembre 2014 è entrata in
d’arte asseverata da un tecnico abilitato. vigore la Legge Europea 2013 bis
La Sentenza 103/2013 della Corte di Cassazione ha però dichiarato incosti- (LEGGE 30-10-2014, n. 161)
tuzionale questo nuovo comma. All'art. 19 viene indicato che il
Sembra pertanto tornare in vigore la formulazione della Legge Comunitaria Governo è delegato ad adottare,
2008, secondo la quale: entro diciotto mesi, uno o più
In attesa del riordino della materia, la disciplina relativa ai requisiti acustici decreti legislativi per il riordino dei
passivi degli edifici e dei loro componenti […], non trova applicazione nei provvedimenti normativi vigenti in
rapporti tra privati e, in particolare, nei rapporti tra costruttori-venditori e materia di tutela dell'ambiente
acquirenti di alloggi sorti successivamente alla data di entrata in vigore esterno e dell'ambiente abitativo
della presente legge. dall'inquinamento acustico prodotto

dalle sorgenti sonore fisse e mobili.


A prescindere da questo si evidenziano le seguenti considerazioni: Il comma 2 riporta l’elenco dei
1 . I l D . P. C . M . 5 - 1 2 - 1 9 9 7 è a n c o r a i n v i g o r e ! I l D e c r e t o n o n è s t a t o m a i a b r o decreti da adottare. La lettera “g”

gato e gli edifici di nuova realizzazione devono essere costruiti rispettando specifica che un decreto legislativo

i limiti in esso definiti. dovrà riguardare la “semplificazio-

Il comma 5 della Legge Comunitaria 2 0 0 8 i n f a t t i i n d i c a s o l o c h e i l D P C M 5 - 1 2 - ne delle procedure autorizzative in

1 9 9 7 n o n t r o v a applicazione nei rapporti tra privati. materia di requisiti acustici passivi

Niente viene specificato in merito ai rapporti tra costruttori e Pubblica degli edifici”

Amministrazione.

I Comuni pertanto devono continuare a richiedere la certificazione del

rispetto dei limiti di legge al titolare del permesso di costruire.

Si evidenzia che se il Comune non farà tale richiesta, con molta probabilità

gli acquirenti di immobili che riscontreranno difformità nell’isolamento dai

rumori nei propri appartamenti cercheranno di rivalersi sull’ente pubblico.

Restano quindi di fondamentale importanza la realizzazione del progetto

acustico previsionale, precedente all’inizio dei lavori, e l’esecuzione di

misure fonometriche al termine dell’opera.

2. Si specifica che l’espressione “sorti successivamente alla data di entrata in

vigore della presente legge” deve essere necessariamente riferita ai “ra

porti tra costruttori e acquirenti” a non agli “alloggi”. La data di entrata in

vigore della Legge è il 29 luglio 2009.


21
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

D . P. R . 1 8 - 11 - 1 9 9 8 , n. 459 - D . M . A . 2 9 - 11 - 2 0 0 0 - C r i t e r i p e r l a D . P. R . 30-03-2004, n. 142-

Regolamento recante norme di predisposizione da parte delle Disposizioni per il contenimento e

esecuzione dell' società e degli enti gestori dei la prevenzione

a r t i c o l o 11 d e l l a l e g g e 2 6 o t t o b r e servizi pubblici di trasporto o dell'inquinamento acustico deri-

1995, n. 447, in materia di inqui- delle relative infrastrutture, dei vante dal traffico veicolare, a

namento acustico derivante da piani degli interventi di conteni- norma dell'

traffico ferroviario. mento e abbattimento del rumore a r t i c o l o 11 d e l l a l e g g e 2 6 o t t o b r e

Il Decreto definisce i limiti massimi Il Decreto definisce chi deve rea- 1995, n. 447.

di rumore che possono essere lizzare le opere di mitigazione del Il Decreto definisce i limiti massimi

generati dalle infrastrutture ferro- rumore derivante da traffico veico- di rumore che possono essere

viarie lare e quali tipologie di interventi generati dalle infrastrutture strada-


vanno adottati. In particolare come li rendendo operativo il precedente
interventi possibili vengono segna- D e c r e t o d e l 2 9 - 11 - 2 0 0 0
lati:

• Pavimentazioni antirumore
• Barriere acustiche

• Finestre antirumore

• Rivestimenti fonoassorbenti per

le facciate

• Trattamento antirumore degli

imbocchi delle gallerie

22
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

3.1 Leggi Regionali • Parte 5: Livelli sonori dovuti agli

Di seguito si riporta un elenco dei documenti regionali che hanno preso in con- impianti tecnici

siderazione l’analisi dei requisiti acustici passivi degli edifici. • Parte 6: Assorbimento acustico in

ambienti chiusi

Calabria L.R. 30-2009 Art. 24 Prevenzione dell’inquinamento acustico negli


edifici R a p p o r t o Te c n i c o U N I T R 111 7 5 :
Friuli Requisiti acustici degli edifici e delle sorgenti
Venezia L.R. 16-2007 Art. 29 “Acustica in edilizia. Guida alle
sonore interne
Giulia
norme serie UNI EN 12354 per la pre-
Lombardia L.R. 13-2001 Art. 7 Requisiti acustici degli edifici e delle sorgenti
sonore interne visione delle prestazioni acustiche

degli edifici. Applicazione alla tipolo-


Marche L.R. 28-2001 Art. 20 Progettazione, messa in opera ed esercizio
di edifici, impianti e infrastrutture gia costruttiva nazionale”

Puglia L.R. 3-2002 Art. 15 Prevenzione dell’inquinamento acustico negli


edifici
Tr a l e U N I E N 1 2 3 5 4 e d i l R a p p o r t o
Sardegna DEL. 62/9-2008 Allegato Requisiti acustici passivi degli edifici Te c n i c o U N I e s i s t o n o a l c u n e s o s t a n z i a l i
Parte IV
d i ff e r e n z e .
Trento
(provincia D.P.G.P. n. 43-115/Leg-1998 Art. 13 Progettazione degli edifici Le UNI EN 12354 sono state elaborate
autonoma)
in sede CEN, si riferiscono a tipologie
Umbria L.R. 08-2006 (modifica all’art. Art. 1 Redazione di progetti acustici per nuove
15 della L.R. 08-2002) costruzioni e interventi di ristrutturazione costruttive tipiche Nord Europa ed i
urbanistica
modelli di calcoli descritti richiedono

L’ e l e n c o s u c c e s s i v o r i p o r t a a l t r e l e g g i r e g i o n a l i r i g u a r d a n t i i n g e n e r a l e i l t e m a d a t i d i i n g r e s s o d i ff i c i l m e n t e r e p e r i b i l i .

dell’inquinamento acustico. I l R a p p o r t o Te c n i c o U N I i n v e c e , c h e s i

base sul metodo di calcolo semplificato

proposto nelle UNI EN 12354, è stato


Emilia L.R. 15-2001 Disposizioni in materia di inquinamento acustico
Romagna elaborato basandosi su tecnologie edi-
Toscana L.R. 89-1998 Norme in materia di inquinamento acustico lizie tipiche del nostro Paese. Inoltre
Lazio L.R. 18-2001 Disposizioni in materia di inquinamento acustico per la pianificazione presenta in appendice un’ampia banca
ed il risanamento del territorio
dati contenente le prestazioni acustiche
Liguria L.R. 12-1998 Disposizioni in materia di inquinamento acustico
di strutture edilizie “nazionali”.
Piemonte L.R. 52-2000 Disposizioni per la tutela dell’ambiente in materia di inquinamento
acustico

Valle L.R. 20-2009 Nuove disposizioni in materia di prevenzione e riduzione Norme per la misura in laboratorio di
d’Aosta dell'inquinamento acustico. alcune grandezze di acustica in edilizia
Veneto L.R. 21-1999 Norme in materia di inquinamento acustico UNI EN ISO 10140

Acustica - Misurazione in laboratorio

3.2 Norme tecniche di riferimento dell'isolamento acustico di edifici e

Di seguito si riporta l’elenco, suddiviso per argomenti, delle principali norme di elementi di edificio

tecniche in materia di acustica edilizia. • Parte 1: Regole di applicazione

per prodotti particolari

Norme per la progettazione dei requisiti acustici passivi degli edifici • Parte 2: Misurazione dell'isolamento

U N I E N 1 2 3 5 4 - " A c u s t i c a i n e d i l i z i a - Va l u t a z i o n i d e l l e p r e s t a z i o n i a c u s t i c h e acustico per via aerea

di edifici a partire dalle prestazioni di prodotti" • Parte 3: Misurazione dell'isolamento

• Parte 1: Isolamento dal rumore per via aerea tra ambienti del rumore da calpestio

• Parte 2: Isolamento acustico al calpestio tra ambienti • Parte 4: Procedure e requisiti di

• Parte 3: Isolamento acustico contro il rumore proveniente dall'esterno per misurazione

via aerea • Parte 5: Requisiti per le apparec-

• Parte 4: Trasmissione del rumore interno all'esterno. chiature e le strutture di prova


23
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Le UNI EN ISO 10140 hanno recente- Norme per la misura in opera di alcune grandezze di acustica in edilizia

mente sostituito le norme per le UNI EN ISO 140

misure in laboratorio della serie Uni Acustica - Misura dell'isolamento acustico in edifici e di elementi di edificio

EN ISO 140. La procedura di misura • Parte 4 - Misurazioni in opera dell'isolamento acustico per via aerea tra ambienti;

resta sostanzialmente invariata. • Parte 5 - M i s u r a z i o n i i n o p e r a d e l l ' i s o l a m e n t o a c u s t i c o p e r v i a a e r e a d e g l i

Pertanto i certificati elaborati secon- elementi di facciata e delle facciate;

do la vecchia normativa sono ancora • Parte 7 - Misurazioni in opera dell'isolamento dal rumore di calpestio di solai;

utilizzabili per i calcoli previsionali di • Parte 14 - Linee guida per situazioni particolari in opera

acustica edilizia. N O TA : L e U N I E N I S O 1 4 0 p e r l e m i s u r e i n o p e r a s o n o i n f a s e d i r e v i s i o n e e

verranno sostituite dalle norme serie UNI EN ISO 16283.

UNI EN ISO 354: 2003

Acustica – Misura dell’assorbimento UNI EN ISO 3382

acustico in camera riverberante. Acustica - Misurazione dei parametri acustici degli ambienti

• Parte 1: Sale da spettacolo

U N I E N I S O 11 6 5 4 • P a r t e 2 : Te m p o d i r i v e r b e r a z i o n e

Acustica - Assorbitori acustici per negli ambienti ordinari

l ' e d i l i z i a - Va l u t a z i o n e d e l l ' a s s o r b i - • Parte 3: Open space

mento acustico

Calcolo degli indici di valutazione

UNI EN ISO 10534-1:2001 UNI EN ISO 717

Acustica - Determinazione del coeffi- A c u s t i c a - Va l u t a z i o n e d e l l ' i s o l a m e n t o a c u s t i c o i n e d i f i c i e d i e l e m e n t i d i e d i f i c i o

ciente di assorbimento acustico e Parte 1 - Isolamento di rumori aerei;

dell'impedenza acustica in tubi di Parte 2 - Isolamento di rumore di calpestio.

impedenza - Metodo con le onde sta-

zionarie Classificazione acustica

U N I 11 3 6 7

UNI EN ISO 10534-2:2001 Acustica in edilizia - Classificazione acustica delle unità immobiliari -

Acustica - Determinazione del coeffi- Procedura di valutazione e verifica in opera

ciente di assorbimento acustico e U N I 11 4 4 4

dell'impedenza acustica in tubi di Acustica in edilizia - Classificazione acustica delle unità immobiliari - Linee guida

impedenza - Metodo della funzione di per la selezione delle unità immobiliari in edifici con caratteristiche non seriali.

trasferimento

Caratteristiche acustiche interne degli ambienti confinati

U N I 11 5 3 2

La norma definisce, in relazione alle diverse destinazioni d’uso degli ambien-

ti, i descrittori acustici che meglio possono rappresentare le qualità acustiche

degli ambienti proponendo, per ognuno di essi, i valori ottimali.

La norma sostituisce la UNI 10844:1999.

24
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

C l a s s i f i c a z i o n e a c u s t i c a d e l l e u n i t à i m m o b i l i a r i – U N I 11 3 6 7 e U N I 11 4 4 4 d o v e : X i, Y i v a l o r e u t i l e d i u n d e t e r m i -

N e l m e s e d i l u g l i o 2 0 1 0 è s t a t a e m a n a t a l a n o r m a U N I 11 3 6 7 “ C l a s s i f i c a z i o n e nato requisito di uno specifico ele-

acustica delle unità immobiliari – Procedura di valutazione e verifica in opera”. Il mento tecnico/impianto.

documento spiega come determinare la classe acustica di una unità immobiliare n è il numero di elementi tecnici/

esistente sulla base dei risultati di misure fonometriche eseguite sull’edificio. impianti coinvolti.

I descrittori delle problematiche di rumore sono i medesimi del DPCM 5-12- Dalle classi dei singoli descrittori si

1 9 9 7 . Ve n g o n o i n p a r t e m o d i f i c a t i s o l o i d e s c r i t t o r i p e r i l r u m o r e d a i m p i a n t i a ricava la classe acustica globale del-

funzionamento continuo e discontinuo (Lic e Lid) l’unità immobiliare associando ad

La tabella che segue riporta i limiti delle classi acustiche. o g n i d e s c r i t t o r e u n c o e f f i c i e n t e ( c f r.

Le ultime due colonne a destra indicano i limiti di isolamento ai rumori aerei e tabella seguente) e calcolando la

al calpestio per le partizioni orizzontali e verticali tra camere d’albergo. media aritmetica.

Indici di valutazione Alberghi Classe Coefficiente


Classe
Acustica D2m,nT,w R’w L’nw Lic Lid DnT,w L’nw
[db] [db] [db] [dBA] [dBA] [db] [db]
I 1
I ≥ 43 ≥ 56 ≤ 53 ≤ 25 ≤ 30 ≥ 56 ≤ 53
II 2
II ≥ 40 ≥ 53 ≤ 58 ≤ 28 ≤ 33 ≥ 53 ≤ 58
III 3
III ≥ 37 ≥ 50 ≤ 63 ≤ 32 ≤ 37 ≥ 50 ≤ 63
IV 4
IV ≥ 32 ≥ 45 ≤ 68 ≤ 37 ≤ 42 ≥ 45 ≤ 68
Prestazioni fino a 5 dB
(o dBA) peggiori rispetto alla 5
classe IV
Nel caso vengano rilevate in opera prestazioni peggiori rispetto alla classe IV
Prestazioni per più di 5 dB
il requisito risulta non classificabile e viene identificato con l’acronimo NC. (o dBA) peggiori rispetto alla 10
Nel caso un descrittore non sia significativo per l’unità immobiliare in esame, classe IV

ad esempio un appartamento non soggetto a rumori da impianti a funzionamen-

t o c o n t i n u o , s i a d o t t a l a s i g l a N P, “ n o n p e r t i n e n t e ” . Il valor medio arrotondato all’intero

I limiti della tabella sono validi per tutte le destinazioni d’uso ad eccezione di più vicino determina la classe acusti-

ospedali e scuole. Per queste tipologie di edifici la norma propone ca globale.

nell’Appendice A alcuni valori di riferimento per definire costruzioni con presta- Nell’attestato di classificazione devo-

zioni acustiche “di base” o “superiori”. no essere riportate, oltre alla classe

La classificazione acustica prevede di rilevare in opera le caratteristiche di acustica globale, anche le caratteri-

tutte le partizioni e gli impianti significativi per l’unità immobiliare in esame. stiche di tutti i descrittori, come indi-

Le prestazioni delle singole partizioni devono essere “peggiorate”, per tenere cato nella tabella che segue.

in considerazione l’incertezza di misura, utilizzando i coefficienti riportati

nella tabella che segue, in modo da ottenere i “valori utili”.

D2m,nT,w R’w L’nw Lic Lid

-1 -1 +1 +1,1 +2,4

La classe acustica di uno specifico descrittore si ottiene mediando i valori utili

pertinenti con le relazioni matematiche indicate di seguito.

Valori medi: R’w, D2m,nT,w, DnT,w Valori medi: L’nw, Lic, Lid

n − Xi n Yi

∑10 10
∑10 10
X r = −10 log i =1
Yr = 10 log i =1

n n

25
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

un maggior numero di “criticità acusti-


Unità immobiliare UI...
che” intese come “condizioni dell’ele-
Classe D2m,nT,w R’w L’nw Lic Lid
III III II IV NP III mento tecnico o dell’ambiente determina-

te dalla presenza di prestazioni acusti-


La norma tecnica, all’Appendice L, spiega come interpretare i limiti delle clas-
che meno performanti rispetto a quelle di
si. Ipotizzando una normale sensibilità al rumore dei soggetti interessati e
altri elementi tecnici o ambienti”.
livelli sonori disturbanti di media intensità, vengono definite due tabelle che
Per individuare gli elementi acusticamen-
indicano le prestazioni acustiche attese. La prima valida per i rumori interni
te più critici la norma fornisce una serie
a l l e u n i t à i m m o b i l i a r i ( R ’ w, L’ n w, L i c , L i d ) , l a s e c o n d a p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i -
di indicazioni.
co di facciata (D2mntw).
Il tecnico che esegue la classificazione
Classe acustica Prestazioni acustiche attese (R’w, L’nw, Lic, Lid) deve quindi individuare gli elementi
I Molto buone
maggiormente critici e valutare quali
II Buone
sono le U.I. caratterizzate dal maggior
III Di base
IV Modeste numero di questi elementi. Poi dovrà

eseguire la classificazione acustica,

completa, di queste unità immobiliari.


Classe di isolamento acustico di facciata (D2mnTw)
Tipologia di area La norma specifica che è comunque
IV III II I
Molto silenziosa Di base Buone Molto buone Molto buone necessario classificare almeno il 10%
Abbastanza silenziosa Modeste Di base Buone Molto buone d e l l e U . I . p r e s e n t i n e l l ’ i m m o b i l e . Ta l e
Mediamente rumorosa Modeste Modeste Di base Buone
valore dovrà essere maggiore o ugua-
Molto rumorosa Modeste Modeste Modeste Di base
le a 2 unità in un immobile con 4

La seconda tabella in particolare correla, seppur molto qualitativamente, l’ef- appartamenti, ed a 3 unità per siste-

ficacia dell’isolamento di facciata con il clima acustico esterno. mi edilizi fino a 30 unità immobiliari.

La norma comprende 10 appendici, normative e informative.

Di seguito si ne riporta l’elenco sintetico. Il certificatore acustico può valutare

l’opportunità di estendere i dati ricavati


A Valori per ospedali e scuole F Incertezza di misura
dalle U.I. classificate alle altre U.I. Una
B Isolamento tra UI e vani scala G Campionamento degli elementi tecnici
nota della norma evidenzia che attual-
C Valutazione del tempo di riverbero H Elaborazione dati campionamento
D Valutazione rumore impianti I Esempi mente: non è possibile fornire criteri
E Misura isolamento utilizzando DnT L classificazione e benessere acustico a ff i d a b i l i p e r l ’ e s t e n s i o n e d e i v a l o r i d i

classificazione acustica così determinati


Le Appendici G e H sono di particolare importanza in quanto analizzano il tema
al resto del complesso edilizio.
del campionamento. Nel caso in un edificio vi siano più elementi tecnici identici
I risultati delle misurazioni però posso-
tra loro, la norma propone un metodo per limitare le misure ad alcuni elementi
no costituire una base utile a stimare la
campione ed estendere i risultati, opportunamente corretti, agli altri elementi.
classe delle altre UI e si può supporre
Nel caso non sia possibile applicare la procedura di campionamento si può
che, in assenza di difetti, la classe delle
r i c o r r e r e a l l e i n d i c a z i o n i d e l l a U N I 11 4 4 4 “ L i n e e g u i d a p e r l a s e l e z i o n e d e l l e
altre U.I. non sia peggiore di quella
unità immobiliari in edifici con caratteristiche non seriali”.
determinata per le UI selezionate.
Il documento fornisce alcune specifiche per individuare, all’interno di un edi-
Si raccomanda quindi particolare
ficio, quali possono essere le unità immobiliari caratterizzate da prestazioni
c a u t e l a n e l l ’ u t i l i z z o d e l l a U N I 11 4 4 4 .
a c u s t i c h e p e g g i o r i . Ta l e i n f o r m a z i o n e p u ò e s s e r e m o l t o u t i l e p e r c o l o r o c h e
Le indicazioni per individuare gli ele-
devono classificare molti appartamenti in una palazzina, in quanto potranno
menti più critici sono necessariamen-
valutare l’opportunità di classificare solo le U.I. peggiori per poi estendere il
te generiche ed eventuali errori di
d a t o “ a favore di sicurezza” anche alle altre U.I.
posa (non visibili al termine dei lavori)
La norma definisce come maggiormente critiche le unità immobiliari caratterizzate da
possono portare a conclusioni sbagliate.
26
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4. Isolamento acustico degli Anche la frequenza delle sollecitazioni è un parametro molto importante: il

edifici numero di sollecitazioni nell’unità di tempo che raggiungono la parete ne con-

dizionano la velocità del movimento e di conseguenza le forze di inerzia,


4.1 Rumore Aereo
cosicchè all’aumentare della frequenza si osserva generalmente un migliora-
La protezione dai rumori aerei negli mento del potere fonoisolante.
edifici residenziali si attua mediante La legge di massa per l’isolamento acustico rappresenta l’effetto combinato di
la concezione e la realizzazione di massa e frequenza: essa si può considerare valida per pareti semplici ed omo-
partizioni orizzontali e verticali di genee, e può essere espressa con la seguente relazione
idonee caratteristiche.

Trattando della protezione dai rumori R = 20 log M • ƒ - 43 [dB]


generati all’interno dell’edificio le dove:
componenti cui porre attenzione sono R = Potere fonoisolante
i solai e le partizioni verticali inter- M = m a s s a d e l d i v i s o r i o p e r u n i t à d i s u p e r f i c i e [ K g / m 2]
ne, per i rumori generati all’esterno f = frequenza [Hz]
ci si dovrà invece concentrare sugli

elementi costituenti l’involucro: pare-

ti perimetrali, primi solai e coperture.

Le partizioni verticali esterne, grazie

alla loro massività, garantiscono

nella maggior parte dei casi un grado

di isolamento accettabile dai rumori

trasmessi per via aerea, non solo dal

punto di vista normativo ma anche da

quello della sensazione che l’indivi-

duo può provare trovandosi nel pro-

prio spazio abitativo. Per quanto

riguarda le partizioni verticali interne Rappresentazione grafica della legge di massa, isolamento acustico in
funzione della frequenza e della massa.
invece, le prestazioni acustiche

offerte sono variabili a seconda della


La precedente relazione presuppone che la parete considerata venga raggiun-
tipologia adottata.
ta da onde fra loro parallele e normali alla parete stessa.

Le caratteristiche acustiche

delle partizioni semplici e le loro

prestazioni in opera.

Una partizione verticale qualunque

possiede delle caratteristiche di

fonoisolamento direttamente dipen-

denti dalla propria massa.

Se si ipotizza di applicare ad una

parete una forza per farla vibrare, si

può constatare che la resistenza al

movimento della medesima risulta

essere proporzionale alla sua inerzia,

e che all’aumentare di questa aumenta Andamento del potere fonoisolante, di una parete in relazione all’angolo
di incidenza delle onde sonore.
di conseguenza il potere fonoisolante.
27
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Nella grande maggioranza dei casi reali la fa decadere il potere fonoisolante del divisorio alle frequenze di coincidenza, le

situazione fisica descritta non ricorre. quali sono sempre in numero maggiore di una dato che l’onda flessionale è

La parete in questione viene raggiunta da anche essa in relazione alla frequenza di sollecitazione del pannello. Il fenome-

onde sonore con angoli di incidenza variabi- no della coincidenza è presente alle medie e alte frequenze, attestandosi a valo-

li fino a circa 80 gradi, se provenienti da un ri diversi in funzione del tipo e spessore di materiale costituente il divisorio.

ambiente semiriverberante, o anche da onde

radenti, se provenienti da ambienti molto Le pareti in laterizio sono la tipologia più diffusa di divisorio all’interno di

riverberanti. spazi abitativi: esse seguono con buona approssimazione i principi di funzio-

Il potere fonoisolante della partizione varia namento delle pareti semplici.

con il variare di tali angoli di incidenza nel I risultati di prove sperimentali e in opera evidenziano che pareti semplici in matto-

modo rappresentato nella figura a lato. ne forato dello spessore di cm 8 o 12, con 15 mm di intonaco su ambo i lati e con

Per l’applicazione pratica del principio della m a s s a c o m p r e s a t r a i 11 5 e i 1 5 0 k g / m 2 , h a n n o u n i n d i c e d i v a l u t a z i o n e d e l p o t e r e

legge di massa è necessario tenere conto di fonoisolante Rw di circa 42-42,5 dB, con lievi variazioni in funzione della frequenza.

tre effetti che intervengono a modificare Un elemento in grado di migliorare la prestazione acustica è costituito dall’in-

l’andamento lineare della funzione: tonaco. Questo infatti esercita una funzione sigillante sulle porosità e fessure

• Rigidità - La resistenza al movimento di presenti nella muratura non intonacata. Il miglioramento si riscontra soprattut-

una parete dipendente, a bassa frequenza, to alle frequenze medio alte, oltre i 2000 Hz, mentre alle basse frequenze l’ef-

interamente dalla sua rigidità e di conse- fetto è praticamente trascurabile.

guenza anche il suo potere fonoisolante. L’ e ff e t t o d e l l ’ i n t o n a c o s i r i f l e t t e q u i n d i s u l p o t e r e f o n o i s o l a n t e R w c h e p a s s a d a 2 8

• Risonanza - Una parete rigida se eccitata d B i n u n a p a r e t e s e n z a i n t o n a c o a v e n t e m a s s a p a r i a c i r c a 7 0 k g / m 2, a 4 1 d B n e l l a

da un impatto oscilla per un transitorio alla s t e s s a p a r e t e i n t o n a c a t a s u a m b o i l a t i c o n m a l t a d i c e m e n t o ( p = 11 0 k g / m 2 ) .


sua frequenza propria. Se la medesima pare-

te viene sollecitata da onde sonore aventi

una frequenza uguale a quella naturale

della parete stessa, essa oscilla con un’am-

piezza maggiore a quella con cui oscillereb-

be se sollecitata da altre frequenze. Di con-

seguenza a questa frequenza, detta riso-

nanza, si osserva un naturale scadimento


Rappresentazione simbolica di un’onda
del potere fonoisolante. Il fenomeno della
flessionale ed effetto di coincidenza
risonanza nelle pareti divisorie è tipicamen-

te presente alle basse frequenze, e dipende

dalle modalità di messa in opera (vincoli)

nonchè dai materiali costituenti il divisorio.

• Coincidenza - Un pannello che vibra per-

pendicolarmente alla sua superficie è percor-

so longitudinalmenteda un’onda cosidetta

flessionale che ne deforma la geometria

ad ogni istante. Ipotizzando che il pannel-

lo venga sollecitato obliquamente da un Andamento


del potere
treno di onde sonore, si può facilmente fonoisolante
osservare, come illustrato in figura, che la per una parete
in tavolato di
proiezione di alcune onde può coincidere mattoni forati
da cm 8,
con la lunghezza dell’onda flessionale.
intonacato da
Ta l e f e n o m e n o , s i m i l m e n t e a l l a r i s o n a n z a , ambo i lati
28
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Le caratteristiche acustiche delle sono impraticabili nella comune realtà edilizia, tuttavia esistono alcuni accor-

partizioni doppie e le loro presta- gimenti che permettono il raggiungimento di buoni risultati: essi sono da ricer-

zioni in opera carsi sostanzialmente nello spessore dell’intercapedine, nell’applicazione di

materiale fonoassorbente nella stessa, nella diversità di peso fra i due para-
L’ i m p i e g o d i s t r u t t u r e p e s a n t i a l
metri, nei sistemi di connessione delle pareti alle strutture.
fine di aumentare le capacità fonoi-
Ai fini applicativi è consigliabile, per pareti doppie, avere una frequenza di
solanti di un tramezzo non è in
risonanza inferiore a 90 Hz, frequenza considerata limite inferiore nel campo
realtà conveniente. Si osservi che
dell’acustica degli edifici. Inoltre è bene che le frequenze critiche (di coinci-
ad un raddoppio del peso di una
denza) di ciascuno dei due elementi che costituiscono la parete siano diffe-
parete corrisponde un incremento
renti tra loro e collocate nella fascia delle alte frequenze in modo da evitare
del suo potere fonoisolante di circa
forti perdire di isolamento alla frequenza critica del tramezzo nel campo delle
4 dB. Inoltre, come si è visto pre-
frequenze interessanti l’acustica architettonica (cioè fino a 4000 Hz).
cedentemente, questo incremento è
Le scelte che il progettista compie, sia nel caso della progettazione di nuovi
effettivo solo nella fascia delle
edifici che nel caso in cui si debba attuare una bonifica acustica di spazi già
medie frequenze, in quanto inficia-
esistenti, devono tenere conto delle seguenti considerazioni:
to dall’effetto di risonanza alle

basse frequenze e dall’effetto di

coincidenza alle alte.

Le partizioni realizzate con doppie

pareti separate fra loro da un’inter-

capedine costituiscono un valido

sistema per aumentare il potere

fonoisolante.

Intuitivamente si potrebbe pensare

che il funzionamento, secondo la

legge di massa, del primo parame-

tro, si replichi esattamete per il

secondo. In tal modo se un parame-

tro ha un potere fonoisolante di 30 Valori di Rw per alcune tipologie di pareti doppie.

dB ad una certa frequenza, due


•Le pareti doppie manifestano un incremento del valore di Rw quando sono
parametri identici dovrebbero
realizzate con elementi di differente spessore: in tal modo infatti si separano
avere, alla stessa frequenza, un
gli effetti di risonanza e coincidenza nei due tavolati evitando repentine cadu-
potere fonoisolante di 60 dB. Nella
te del potere fonoisolante in una ristretta fascia di frequenze.
realtà questo fenomeno non si rea-

lizza a causa dell’impossibilità


•Le strutture costituite da due tavolati resi solidali tra di loro e senza isolan-
materiale di ottenere la totale sepa-
te acustico interposto si comportano sostanzialmente come pareti semplici di
razione tra i due parametri e la
uguale massa superficiale.
completa assenza di trasmissione

di onde sonore nell’intercapedine. •Inserendo nell’intercapedine materiale fibroso fonoassorbente (ad es. lana di

Per ottenere tali condizioni ideali, vetro), si può ottenere un considerevole miglioramento di Rw rispetto al caso

infatti, non dovrebbero esistere con intercapedine vuota. Ciò è dovuto al fatto che nell’intercapedine il feno-

basi d’appoggio od orditure portanti meno della riverberazione risulta in tal modo limitato.

comuni ai due parametri, fra i quali


•Per l’isolamento delle intercapedini possono essere utilizzati, oltre ai mate-
dovrebbero esserci un’intercapedi-
rassini e ai pannelli fibrosi, anche materiali sfusi come l’argilla espansa o ver-
ne dell’ordine di almeno 90 - 100
miculite, con risultati però inferiori.
cm. È evidente che tali soluzioni
29
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

•Interponendo un giunto elastico lungo il perimetro della parete si ottiene un la parete.

miglioramento di Rw dell’ordine dei 4 dB rispetto al valore calcolato con la La parete si può paragonare ad un

legge di massa. Questo miglioramento è distribuito su tutti gli intervalli di fre- sistema meccanico composto da

quenza e in particolare alle basse frequenze. due masse collegate tra loro da
una molla che, sottoposto ad una
•Per la maggior parte delle pareti doppie pesanti, con tramezzi del peso di
eccitazione con frequenza pari alla
a l m e n o 1 5 0 K g / m 2, a l f i n e d i m a n t e n e r e l a f r e q u e n z a d i r i s o n a n z a d e l s i s t e m a
propria, entra in risonanza.
massa-aria-massa al di sotto dei 100 Hz, è opportuno adottare intercapedini
Quando un’onda sonora con la sua
dello spessore minimo di 4-6 cm.
componente principale a bassa fre-
quenza incide la parete, le due
•La presenza del materiale fonoassorbente, oltre che ridurre gli effetti della
facce della stessa vibrano in fase e
risonanza, ha l’effetto di ridurre la propagazione dell’energia sonora tra i pan-
quindi essa si comporta come una
nelli della struttura. Inoltre la presenza di materiale assorbente è importante
parete semplice: in altre parole,
non solo per migliorare l’isolamento acustico tra due ambienti confinanti, ma
quando la frequenza dell’onda
anche per impedire la trasmissione tra ambienti sovrapposti attraverso la
sonora incidente è minore di quella
stessa intercapedine della doppia parete.
di risonanza della parete, è come
se la “molla” rimanesse inattiva.
4.2 Soluzioni tecniche Knauf
Se la frequenza principale dell’on-
Partizioni verticali e orizzontali da sonora incidente è superiore
alla freq. di risonanza, l’elasticità
Knauf produce componenti per la realizzazione di pareti divisorie, contropareti,
della “molla” d’aria diminuisce le
rivestimenti isolanti e controsoffitti.
vibrazioni da una massa all’altra ed
Utilizzando tale componentistica è possibile costruire partizioni verticali inter-
il potere fonoisolante risulta sensi-
ne interamente in gesso rivestito, rivestire pareti in laterizio realizzando
bilmente incrementato.
murature a cassa vuota con tecnologia mista (laterizio e gesso rivestito), com-
La frequenza di risonanza è tanto
pletare strutture divisorie orizzontali con l’applicazione di controsoffitti.
più bassa quanto maggiore è la
Tutti gli interventi possono essere condotti con particolare ri guardo alle pro-
distanza fra gli strati o quanto
blematiche dell’isolamento acustico, ottenendo il miglioramento del potere
minore è la rigidità dinamica dello
fonoisolante di pareti o solai già in opera o costruendo tramezzi a più parame-
strato isolante elastico. Lo stesso
tri dotati di notevole potere fonoisolante.
vale aumentando il peso superficia-
le degli strati, con il limite che tali
Pareti divisorie ad orditura metallica
strati devono rimanere nell’ambito
Il concetto di parete multipla trova la sua ideale applicazione nelle pareti leg- delle lastre flessibili.
gere su orditura metallica: con questa tecnologia non è più il peso superficia-

le della parete a determinare il potere fonoisolante, ma il funzionamento del I massimi vantaggi di una parete leg-
sistema massa-aria-massa. gera in gesso rivestito su orditura
In pratica l’isolamento acustico non è più basato sull’inerzia (massa del divisorio) metallica si hanno quando la sua freq.
ma su un meccanismo dinamico basato sui principi della risonanza: in tal modo si di risonanza è la minima possibile.
2
ottengono, con pesi di poche decine di Kg per m , valori di isolamento acustico Ciò imporrebbe di aumentare lo spes-
2
che richiederebbero, utilizzando divisori pesanti, pesi di centinaia di kg per m . sore dell’intercapedine, ma oltre i 15
La parete doppia ideale dovrebbe avere i due strati componenti completamen- c m c i ò c o m p o r t a l ’ e ff e t t o d i r i s o n a n z a
te separati fra di loro: più numerosi sono i punti di collegamento e più nume- di cavità, con onde stazionarie che si
rosi saranno i ponti acustici che ne mineranno l’efficienza. formano ad una frequenza incidente
Ciò premesso, l’aria contenuta nell’intercapedine si comporta come uno smor- uguale o multipla di f = 170/d (d =
zatore (una “molla”) che dissipa l’energia acustica che si propaga attraverso spessore dell’intercapedine in m).
30
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Tale fenomeno può essere limitato o quasi annullato dalla possibilità di inserire in Nelle pareti a doppio strato il fenomeno
detta intercapedine materiale fonoassorbente: ciò consente di ridurre la caduta del della risonanza deve essere considerato
potere fonoisolante sia alle frequenze critiche delle lastre che a quella di cavità. per i tre strati che compongono la parete

stessa, ovvero: massa, aria contenuta


Sul concetto di parete leggera su orditura metallica, sono state elaborate nella cavità, massa. Inoltre è necessario
numerose possibilità di configurazione le quali, in funzione delle necessità di considerare la risonanza della massa
isolamento acustico e/o di altri parametri, variano la natura geometrica e la d’aria contenuta nell’intercapedine, detta
disposizione degli elementi compositivi. risonanza di cavità.

I parametri fondamentali sui quali si opera per progettare acusticamente una Le formule, di carattere generale, che
parete in gesso rivestito su orditura metallica sono i seguenti: esprimono le frequenze di risonanza sono
Spessore lastre le seguenti:
Spessore delle lastre di rivestimento, le quali possono essere montate in uno
c mv 1 1 c
o più strati accoppiati. fr = • • + ; fs = n •
2 › cosφ d Wp1 Wp2 2 d cosφ
Spessore intercapedine

L’ i n t e r c a p e d i n e p u ò e s s e r e d i p r o f o n d i t à d i v e r s e , o t t e n i b i l i m e d i a n t e c o m p o s i - dove:
zioni alternative dell’orditura metallica di sostegno. fr = frequenza di risonanza massa-aria-
Coibentazione interna massa
La coibentazione interna può essere realizzata utilizzando materassini di lana fs = frequenza di risonanza di cavità
minerale con spessori e densità differenti posti nell’intercapedine fra le lastre fc = frequenza critica
di gesso rivestito. W p1, W p2 = m a s s a p e r u n i t à d i s u p e r f i c i e
Come si è visto precedentemente, il potere fonoisolante di una parete doppia d e i s i n g o l i p a n n e l l i ( K g / m 2)

o multistrato è fortemente condizionato dal fenomeno di risonanza alle basse d = profondità dell’intercapedine (m)

frequenze e dal fenomeno di coincidenza alle alte frequenze. φ = angolo di incidenza dell’onda sonora

(rad)

c = velocità di propagazione del suono

nell’aria (m/s)

mv = massa volumica dell’aria

n = numero intero

L’ e f f e t t o d i c o i n c i d e n z a n e l l e p a r e t i d i p e n -

de essenzialmente dalla frequenza critica

del pannello considerato e può essere cal-

colato con la seguente espressione (UNI

7170):

c2 δ
fc = •
1,8 h E

dove:

h = spessore del pannello

E = modulo elastico

δ = densità del pannello

I modelli di calcolo sopra descritti richie-

dono dati di ingresso che in alcuni casi


Potere fonoisolante e suo miglioramento relativo ad alcune significative
tipologie di pareti in gesso rivestito su orditura metallica possono essere difficili da reperire.
31
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

al loro spessore, e dunque grossi spessori porta-

no la caduta del potere fonoisolante per effetto di

coincidenza su frequenze pericolose in campo

architettonico (2000-4000 Hz); secondariamente,

quando le due lastre entrano in risonanza esse

possono,, contrariamente alla lastra unica, vibra-

re in controfase e dunque limitare la caduta del

potere fonoisolante.

Perdita di trasmissione sonora (potere fonoisolante) in funzione della


massa e effetto di coincidenza

È possibile però analizzare le frequenze di risonanza e coincidenza delle

partizioni realizzate con i sistemi a secco osservando i risultati dei certifi-

cati di laboratorio Knauf. Generalmente lastre in gesso rivestito tradizio-

nali, come Knauf GKB, evidenziano frequenze di coincidenza attorno ai

2500-3150 Hz. Lastre ad elevate prestazioni acustiche come Knauf

Silentboard invece spostano tale fenomeno a frequenze più elevate, in

genere attorno ai 4000 Hz, migliorando sensibilmente la prestazione della

partizione.

Come si vede fc dipende esclusivamente dal tipo e dallo spessore del

materiale, e nelle pareti a doppio strato in gesso rivestito la caduta di iso-

lamento per effetto della coincidenza può essere molto limitata utilizzando

lastre con spessore diverso.

Potere fonoisolante di un tramezzo leggero


confrontato con quello di un muro tradizionale

Frequenze
critiche dei
panneli più
comuni

Sono inoltre da evitare lastre di grosso spessore: meglio due lastre da

12,5 mm accoppiate di una unica lastra da 25 mm. Ciò perchè, in primo

luogo la frequenza critica di tutti i materiali è inversamente proporzionale

32
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Confronto dell’andamento della frequenza della misura dell’attenuazione acustica R

80 L’aumento di insonorizzazione acustica


della Silentboard deriva da:
curva più morbida (influsso su f gr) e maggiore
70
massa riferita alla superficie (influsso su f res)
Misura dell’attenuazione acustica R [dB]

60 f gr e f res
m' spostamento tecnicamente più vantag-
gioso della frequenza di coincidenza fgr
50 e della frequenza di risonanza f res nelle
aree non critiche dal punto di vista acustico
m'
40 fgr maggiore massa riferita alla superficie
17,5 kg/m²
fres
30
Esempio di confronto tra prestazioni di
lastre Knauf GKB e Silentboard
20
W111: parete Knauf a singola orditura metallica
e singolo rivestimento per lato
10
W111 - 12,5 mm Silentboard
63 125 250 500 1000 2000 4000
W111 - 12,5 mm GKB
Frequenza [Hz]

Misurazioni dell’attenuazione acustica – frequenza di risonanza f res Calcolato secondo l’equazione (D.2) della EN 12354-1

Nell’esempio rappresentato l’isolamento acustico aumenta, con Knauf Silentboard, all’inizio della soglia uditiva umana

Campo uditivo umano

1 2 Frequenze di risonanza di:


Misurazione campo di frequenza contropareti autoportanti, controsoffitti autoportanti,
controsoffitti pendinati con ganci
fres In combinazione con elementi costruttivi massivi,
intercapedine d’aria pari a 110 mm e inserimento
Calcolo Rw
di 80 mm di lana minerale.
2 1 3
20

25

40

50

80

100

160

200

315

400

630

800

1250

1600

2500

3150

5000

6300
33

43

6 1 31,5 3 6 5 2 1 0 5 2 0 0 5 1000 2000 4000 8000


Frequenza [Hz]

Rivestimento: 1 1x 12,5 mm Silentboard 2 2x 12,5 mm Silentboard 3 1x 12,5 mm Lastra standard GKB

33
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.3 Rumore aereo: metodi di calcolo In genere si preferisce pertanto stimare l’indice Rw basandosi semplicemente

s u l l a m a s s a f r o n t a l e d e l l a s t r u t t u r a ( m ’ ) [ K g / m 2] ( d e f i n i t a c o m e p r o d o t t o t r a
La verifica dell’isolamento dai rumori
densità e spessore dell’elemento), ed eventualmente su pochi altri parametri.
aerei tra differenti unità abitative

necessita di stimare l’indice di potere


Per il calcolo di Rw a partire dalla massa per unità di superficie della partizio-
fonoisolante (Rw) della partizione in
ne esistono molte formule sviluppate da differenti laboratori, di seguito ne
esame ed anche il contributo peggio-
vengono elencate alcune.
rativo dovuto alla trasmissione dei
Per ogni formula vengono indicati il paese di provenienza e i limiti di validità.
rumori attraverso le partizioni latera-

li collegate.

R e l a z i o n i m a t e m a t i c h e p r o p o s t e d a r a p p o r t o t e c n i c o U N I T R 111 7 5
I limiti minimi di isolamento acustico
L a b o r a t o r i i t a l i a n i : R w = 2 0 l o g ( m 2) - 2
per partizioni orizzontali e verticali,
La formula è valida per partizioni orizzontali e verticali (singole o doppie) con
divisorie tra differenti unità immobi-
m 2 > 8 0 k g / m 2. N e l c a s o d i p a r e t i d o p p i e l ’ i n t e r c a p e d i n e d e v e e s s e r e p r i v a d i
liari, in Italia sono definiti nel DPCM
riempimento e di spessore uguale o minore di 5 cm.
5-12-1997 (cfr paragrafo Legislazione

Nazionale)
F o r m u l a C E N : R w = 3 7 , 5 l o g ( m 2) – 4 4

L a f o r m u l a è v a l i d a p e r s t r u t t u r e d i b a s e m o n o l i t i c h e c o n m 2> 1 5 0 k g / m 2.
Calcolo dell’indice di potere fonoi-

solante Rw
Si segnala il fatto che il rapporto tecnico non riporta alcuna formula per il cal-
La determinazione di Rw di una
colo di partizioni realizzate in lastre di gesso rivestito.
determinata partizione può essere

effettuata basandosi su (in ordine di


Il grafico che segue mette a confronto le due formule
attendibilità):

• prove di laboratorio

• prove di laboratorio effettuate su

partizioni simili a quelle in esame

• algoritmi matematici

Come prove di laboratorio devono

essere utilizzate misurazioni confor-

mi alla normativa europea di più

recente approvazione.

Per quanto riguarda gli algoritmi

matematici, i metodi di calcolo che

analizzano le prestazioni acustiche

delle partizioni in funzione della fre-

quenza ad oggi presentano ancora

una scarsa affidabilità, in particolare

in merito al calcolo di pareti realizza-

te in laterizi. Questo fatto è da attri-

buirsi alla forte discrepanza tra la

raffinatezza dei metodi di calcolo

proposti e l’effettiva realizzazione in

cantiere delle partizioni esaminate.


34
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Pareti pesanti: Altre relazioni matematiche

G e r m a n i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 5 0 k g / m 2) : R w = 3 2 , 1 l o g ( m ’ ) - 2 8 , 5 Pareti in lastre di gesso rivestito

A u s t r i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 5 0 k g / m 2) : R w = 3 2 , 4 l o g ( m ’ ) - 2 6
Germania –
F r a n c i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 5 0 k g / m 2) : R w = 4 0 l o g ( m ’ ) - 4 5 Va l i d a p e r p a r t i z i o n i r e a l i z z a t e c o n

F r a n c i a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ < 1 5 0 k g / m 2) : R w = 1 3 , 3 l o g ( m ’ ) + 1 2 struttura singola:

R w = 2 0 l o g ( m 2) + 1 0 l o g ( d ) + e + 5
G r a n B r e t a g n a ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 0 0 k g / m 2) : R w = 2 1 , 6 l o g ( m ’ ) – 2 , 3
Va l i d a p e r p a r t i z i o n i r e a l i z z a t e c o n
I t a l i a - p a r e t i i n l a t e r i z i o a l l e g g e r i t o ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n m ’ > 1 0 0 k g / m 2) :
struttura doppia:
Rw = 16,9 log (m’) + 3,6
R w = 2 0 l o g ( m 2) + 1 0 l o g ( d ) + e + 1 0

I t a l i a - p a r e t i i n l a t e r i z i o ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 8 0 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2) :

Rw = 16 log (m’) + 7 Dove:

d profondità dell’intercapedine in cm
I t a l i a - p a r e t i i n b l o c c h i d i a r g . e s p . ( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 11 5 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2 ) :
e spessore del pannello in fibra mine-
R w = 2 6 l o g ( m ’ ) - 11
rale in cm

Le formule sono valide per:


Il grafico che segue mette a confronto le varie formule
• massa areica complessiva entro 70-

80 kg/mq

• spessore totale “d” entro 25-30 cm.

• valori di “e” contenuti entro 6-8 cm.

Per valori superiori le formule tendo-

no a sopravvalutare il risultato.

Pareti doppie:

Italia - pareti in laterizio, interc. > 5 cm con materiale fibroso

( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 8 0 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2) : R w = 1 6 l o g ( m ’ ) + 1 0

Italia - pareti in blocchi di argilla espansa, interc. senza materiale fibroso

( v a l i d a p e r p a r t i z i o n i c o n 11 5 < m ’ < 4 0 0 k g / m 2 ) : R w = 2 6 l o g ( m ’ ) – 11

35
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Italia – fonti bibliografiche Solai

Rw = 20 log (m’d) - 10 Italia – solai in laterocemento (valida

dove d lo spessore dell’intercapedine d’aria in cm. p e r s o l a i c o n 2 5 0 < m ’ < 5 0 0 k g / m 2) :

Rw = 23 log (m’) – 8

Il grafico che segue mette a confronto le varie formule

Tutte le formule proposte forniscono,

in certi casi, dati sensibilmente

diversi tra loro. Si consiglia pertanto

di utilizzare i risultati dei calcoli con

la dovuta cautela.

36
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esempi di calcolo Utilizzando la relazione:

Rw = 20 log (m’) + 10 log (d) + e + 10

Si consideri la seguente stratigrafia

Si ricava

P a r e t e K n a u f W 11 2 c o n l a s t r e G K B Rw = 20 log (40,80) + 10 log (15) + 8 + 10 = 62 dB

Orditura metallica 50x50 mm

Lana di roccia spessore 40 mm densità 70 kg/m3 In questo caso il certificato di laborato-

rio numero 186659 dell’Istituto Giordano

per la stessa tipologia di partizione indica


Strato densità spessore m'
[kg/m3] [m] [kg/m2] Rw = 61 dB.
Lastra GKB 750 0,0125 9,40 Quindi la relazione matematica sembra
Lastra GKB 750 0,0125 9,40
sovrastimare la prestazione della parete.
Lana di roccia 70 0,0400 2,80
Lastra GKB 750 0,0125 9,40
Lastra GKB 750 0,0125 9,40 Dai due esempi risulta evidente che è
TOT 40,40 sempre opportuno affiancare alle previ-

sioni analitiche i risultati di certificati di

Utilizzando la relazione: laboratorio.

Rw = 20 log (m’) + 10 log (d) + e + 5


Certificati di laboratorio

Si ricava

Rw = 20 log (40,40) + 10 log (5) + 4 + 5 = 48 dB Come segnalato nel paragrafo preceden-

te, il parametro più attendibile per deter-

È interessante notare che il certificato di laboratorio numero 186654 minare l’indice Rw di una partizione sono

dell’Istituto Giordano per la stessa tipologia di partizione indica Rw = 54 dB. le prove di laboratorio realizzate da

La formula matematica può pertanto essere considerata, in questo caso, a laboratori qualificati secondo la normati-

favore di sicurezza. va di più recente approvazione.

Si consideri la seguente stratigrafia Di seguito si riportano i risultati delle

prove di laboratorio effettuate da Knauf

P a r e t e K n a u f W 11 5 c o n l a s t r e G K B su partizioni divisorie. Si ricorda che tali

Due orditure metalliche 50x50 mm distanziate di 50 mm tra loro valori sono da riferirsi alle sole partizio-

Doppio strato lana di roccia spessore 40 mm densità 40 kg/m3 ni testate (indice di potere fonoisolante

d i l a b o r a t o r i o R w ) . L’ e f f e t t i v a p r e s t a z i o -

ne in opera (indice di potere fonoisolante


Strato densità spessore m'
[kg/m3] [m] [kg/m2] in opera R’w) andrà stimata consideran-
Lastra GKB 750 0,0125 9,40
do le prestazioni acustiche delle struttu-
Lastra GKB 750 0,0125 9,40
re al contorno collegate.
Lana di roccia 40 0,0400 1,60
Intercapedine d'aria 0,0500
Lana di roccia 40 0,0400 1,60 Nelle pagine seguenti l’elenco delle cer-
Lastra GKB 750 0,0125 9,40 tificazioni acustiche
Lastra GKB 750 0,0125 9,40
TOT 40,80

37
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Tipologia pareti

38
L’acustica con Knauf
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Certificati di laboratorio pareti Knauf

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Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

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45
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Contropareti ad orditura metallica

e rivestimenti isolanti

Il rivestimento di pareti in muratura

con lastre di gesso rivestito e inter-

posizione di pannelli fonoassorbenti

in fibra minerale consente di miglio-

rare sensibilmente il potere fonoiso-

lante del tramezzo.

Le contropareti ad orditura metallica

Knauf sono state ideate per costituire

il secondo paramento di una partizio-

ne verticale a due strati il cui primo

paramento sia già esistente o, per

necessità strutturali, debba essere

necessariamente in laterizio o in cal-

cestruzzo (pareti perimetrali).

Potere fonoisolante di pareti monolitiche


Il miglioramento del potere fonoiso-

lante che comporta questo tipo di

intervento è legato alla massa della

lastra o dell’insieme di lastre di gesso

impiegate, allo spessore dell’interca-

pedine e al tipo di materiale fonoas-

sorbente presente nell’intercapedine.

Il funzionamento ottimale dal punto di

vista acustico si ottiene limitando al

minimo indispensabile le connessioni

rigide fra parete e controparete, in

modo da evitare i ponti acustici: la

completa separazione fra i due para-

metri rappresenta la soluzione ideale.

L’ i n c r e m e n t o d e l p o t e r e f o n o i s o l a n t e è

più elevato (fino a +20 dB) quando la

controparete è applicata a pareti in

muratura leggere (muratura di mattoni

pieni a due o più teste, blocchi di cls,

muratura in c.a. ...).

In generale possiamo dire che, per

ottenere significativi incrementi del

potere fonoisolante di pareti pesanti


Miglioramento del potere fonoisolante di alcune strutture in laterizio con diverse
(che hanno già, grazie alla loro massa, tipologie di controparete in gesso rivestito su orditura metallica e materassini in
fibra minerale o di rivestimenti isolanti in gesso rivestito accoppiato a lana minerale
un R e l e v a t o ) , è n e c e s s a r i o a p p l i c a r e
46
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

forti spessori di fibra di vetro e, ove possibile, doppiare la controparete su entrambi Tipologia contropareti

i lati: in questo modo si sommano gli incrementi dati dai due rivestimenti.

Miglioramento del potere fonoisolante di pareti massicce con l’applicazione di contropareti o rivestimenti isolanti.

Principi di funzionamento delle pareti e contropareti leggere in cartongesso.

Potere fonoisolante di una muratura in laterizio e miglioramento ottenibile


con l’impiego di una tipologia di controparete in sughero.

I rivestimenti isolanti in gesso rivestito accoppiato a lana minerale sono la

risposta Knauf alla necessità di creare finiture isolanti a partizioni verticali in

muratura sia esterne che interne. Il potere fonoisolante che si raggiunge è

connesso essenzialmente allo spessore del pannello in lana minerale applica-

to alla lastra in gesso rivestito ed allo spessore della lastra stessa.

Analogamente al caso delle contropareti, una corretta messa in opera, che escluda

o riduca al minimo i ponti acustici, è fondamentale. Le isolastre Knauf con fibra

minerale possono essere impiegate come rivestimento di murature perimetrali o

interne in sostituzione o a completamento del tradizionale intionaco.

Nelle pagina seguente l’elenco delle certificazioni acustiche.


47
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Certificati di laboratorio contropareti Knauf

Potere Spessore Isolante Massa Massa


Tipo Supporto Certificato Sistema Profondità superficiale superficiale
Fonoisolante Lastra Spessore (mm)/
Lastra (Muratura) di prova Knauf Intercapedine Rivestimento Parete
Rw (dB) (mm) Densità (kg/m3) (mm)
kg/m2 kg/m2
Rw 64 55 x 2 mm 19 x 2 kg/m2
Isoroccia 40 Laterizio forato sp. 12 cm
C -4 Vidiwall® 12,5 208451 2xW625 (controparete (controparete 70 kg/m2
2x40/40* senza intonaco
Ctr -5 bifacciale) bifacciale)

Rw 63
C -2 Ekovtro® P Laterizio forato sp. 11,5 cm
GKB 2x12,5 223360 W625 60 mm 21 kg/m2 115 kg/m2
60/14 + 1,5 cm + 1,0 cm intonaco
Ctr -6

Rw 60 72 x 2 mm 13 x 2 kg/m2
Isoroccia 40 Laterizio forato sp. 8 cm
C -3 GKB 12,5 208453 2xW623 (controparete (controparete 66 kg/m2
2x40/40* + 1,5 cm intonaco per lato
Ctr -10 bifacciale) bifacciale)

Rw 58
Isoroccia 40 Laterizio forato sp. 8 cm
C -2 GKB 12,5 208454 W625 55 mm 13 kg/m2 66 kg/m2
40/40* + 1 cm intonaco per lato
Ctr -8

Rw 56 Fibre di
Isolastra® Laterizio forato sp. 8 cm
C -4 12,5 poliestere 270304 W624 - 10 kg/m2 66 kg/m2
FPE + 1,5 cm intonaco per lato
Ctr -11 40/40*

Rw 56
Isoroccia 40 Laterizio forato sp. 8 cm
C -3 GKB 12,5 208452 W623 72 mm 13 kg/m2 66 kg/m2
40/40* + 1,5 cm intonaco per lato
Ctr -8

Rw 52
Isolastra® Laterizio forato sp. 8 cm
C -3 12,5 40/85 270299 W624 - 12 kg/m2 66 kg/m2
LM + 1 cm intonaco per lato
Ctr -8

Rw 52
Isolastra® Laterizio forato sp. 8 cm
C -2 12,5 40/85 270300 W624 - 12 kg/m2 66 kg/m2
LM + 1 cm intonaco per lato
Ctr -8

Rw 51
Isolastra® Laterizio forato sp. 8 cm
C -2 12,5 35/115 270303 W624 - 12,5 kg/m2 66 kg/m2
LM + 1 cm intonaco per lato
Ctr -8

Rw 49
Isolastra® Laterizio forato sp. 8 cm
C -3 12,5 20/85 270298 W624 - 10,5 kg/m2 66 kg/m2
LM + 1 cm intonaco per lato
Ctr -9

Rw 55 Isolastra®
Laterizio forato sp. 8 cm
C -4 Diamant 12,5 20/40 310759 W624 - 18 kg/m2 117 kg/m2
+ 1,5 cm intonaco per lato
Ctr -10 FPE

Rw 57 Isolastra®
Laterizio forato sp. 8 cm
C -3 Diamant 12,5 40/40 310758 W624 - 19 kg/m2 117 kg/m2
+ 1,5 cm intonaco per lato
Ctr -9 FPE

Rw 59 Lana vetro
Laterizio forato sp. 8 cm
C -2 Silentboard® 12,5 40 mm IG xxxx W625 60 mm 21 kg/m2 160 kg/m2
+ 1,5 cm intonaco per lato
Ctr -7 21 kg/m3

Rw 64 Lana vetro
Silentboard® 12,5 Laterizio forato sp. 8 cm Zlab 147- 28 kg/m2 65 kg/m2
C -3 40 mm W625 55 mm
+ GKB + 12,5 + 1 cm intonaco per lato 2014 IAP
Ctr -9 15 kg/m3

48
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Controsoffitti ad orditura metallica Il solaio che funziona come una

parete doppia
Il solaio che funziona come una
Quando applichiamo ad un solaio un
parete semplice
controsoffitto in gesso rivestito, creia-
Un solaio di tipo massiccio funziona
mo un divisorio doppio: ciò equivale a
dal punto di vista acustico in maniera
separare la partizione orizzontale in
analoga ad un divisorio di tipo monoli-
due elementi divisi da una lama d’aria.
tico: la massa del solaio incide moltis-
Ta l e l a m a d ’ a r i a , c o m p r e s a t r a i l s o l a i o
simo nell’attenuazione delle onde
e il controsoffitto, assicura tra essi un
sonore, e le sue vibrazioni saranno
legame elastico simile ad una molla.
tanto più attutite quanto maggiore sarà
Le controsoffittature in gesso
il suo peso superficiale.
rivestito su orditura metallica possono
Seguendo la legge di massa, possiamo
essere impiegate per migliorare le pre-
dire che l’inerzia del solaio riduce
stazioni acustiche delle partizioni oriz-
l’energia sonora trasmessa, e che
zontali.
l’isolamento acustico varia proporzio-
I principi di funzionamento di questo
nalmente al logaritmo della massa del
componente sono analoghi a quelli
solaio.
relativi alle contropareti. In particola-
In realtà tale legge non è assoluta ma
re, analogamente al caso delle contro-
puramente indicativa, essendo neces-
pareti, una installazione efficace dal
sario per avere una valutazione esatta
punto di vista acustico dovrebbe limi-
dell’isolamento acustico considerare
tare al minimo indispensabile le tra-
gli effetti secondari dovuti ai difetti di
smissioni per via solida fra controsof-
tenuta, alle discontinuità strutturali, ai
fitto e solaio e fra controsoffitto e
percorsi secondari costituiti da canali
pareti laterali (ponti acustici).
e cavedi: insomma tutti i fenomeni che,
La presenza di un pannello fibroso
unitamente ai fenomeni di risonanza e
fonoassorbente (lana minerale) fra il
coincidenza, rendono la legge di
controsoffitto e il solaio è fondamenta-
massa valida con buona approssima-
le, in quanto impedisce la messa in
zione per un numero limitato di casi e
fase di risonanza dei due strati quando
per una ristretta banda di frequenze.
essi vibrano con la stessa frequenza

ed inoltre limita il funzionamento come

cassa di risonanza della cavità (feno-

meni di eco fluttuante, soprattutto per

elevate distanze di sospensione).

49
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Contropareti e controsoffitti: meto- Esempoi di calcolo - ∆ Rw controparete


do di calcolo

Si consideri la seguente stratigrafia


L’ i n c r e m e n t o d i p o t e r e f o n o i s o l a n t e

DRw può essere ricavato da prove di Parete divisoria


laboratorio oppure si calcola in funzione

della frequenza di risonanza (fo) del densità spessore m'


Strato
[kg/m3] [m] [kg/m2]
sistema “struttura di base-rivestimento”.
Intonaco di calce e gesso 1400 0,001 14
Laterizi forati sp. 8 cm 0,08 62
Per strati addizionali non direttamente
Intonaco di calce e gesso 1400 0,01 14
collegati alla struttura di base, realiz- TOT 90
zati con montanti e correnti e con la

cavità riempita con materiale poroso Rw 37 dB


avente resistenza al flusso dell’aria >

5 kPas/m2 (ad es contropareti o contro- Controparete


soffitti in gesso rivestito con fibra • Doppia lastra GKB
minerale nell’intercapedine) la fre- • Orditura metallica 50 mm
quenza di risonanza può essere calco- • Lana di roccia spessore 40 mm densità 70 kg/m3
lata con la formula seguente:

0,111 1 1 densità spessore m'


f o = 160 + Strato
d m’1 m’2 [kg/m3] [m] [kg/m2]
dove: Lana di roccia 40 0,0400 1,60

d è lo spessore della cavità [m] Lastre GKB 750 0,0125 9,40


Lastre GKB 750 0,0125 9,40
(distanza tra parete esistente e gesso
TOT 20,40
rivestito)

m’1 è la massa per unità di superficie

della struttura di base in kg/m2 Utilizzando le relazioni matematiche indicate in precedenza si ottiene:
m’2 è la massa per unità di superficie

della struttura di rivestimento in kg/m2 0,111 1 1


fo = 160 + = 58,45 Hz
0,05 90 20,40

37
In funzione di fo dalla tabella seguente Δ Rw = 35 - = 16,5 dB
2
si ricava il valore di DRw

Frequenza di risonanza fo DRw


fo< 80 35-Rw/2
80<fo<125 32-Rw/2
125<fo<200 28-Rw/2
200<fo<250 -2
250<fo<315 -4
315<fo<400 -6
400<fo<500 -8
500<fo<1600 -10
fo>1600 -5

50
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Certificati di laboratorio soffitti Knauf Tipologia soffitti

Valore
Potere Spessore Isolante
del rumore Tipo Intercapedine Certificato
Fonoisolante Lastra Spessore (mm)/ Tipologia
di calestio Lastra (mm) di prova
Rw (dB) (mm) Densità (kg/m )
3
Ln,w (dB)

Rw 70 Lnw 45 Solaio* +
Knauf 2 x Ekovetro® IG. 297766
C -2 12,5 200 controsoffitto
CI -4 Silentboard® R 45/17 Anno 2012
Ctr -8 Knauf D112

Rw 69 Lnw 50 Solaio* +
Knauf 2 x Ekovetro® IG. 297765
C -3 12,5 200 controsoffitto
CI -6 GKB (A) R 45/17 Anno 2012
Ctr -8 Knauf D112

Rw 68 Lnw 53 Solaio* +
Knauf Ekovetro® IG. 279209
C -2 12,5 80 controsoffitto
CI -4 Silentboard® R 45/17 Anno 2011
Ctr -7 Knauf D111

Rw 64 Lnw 67 Solaio* +
Knauf IG. 279212 controsoffitto Knauf
C -3 12,5 200
CI -10 Diamant® Anno 2011 Antisfondellamento
Ctr -8

Rw 63 Lnw 61 Solaio* +
Knauf Ekovetro® IG. 279208
C -2 12,5 80 controsoffitto
CI -6 GKB (A) R 45/17 Anno 2011
Ctr -8 Knauf D111

Rw 49 Lnw 88 Solaio*
Solaio in pignatte di laterizio H 16 cm e massetto IG. 279207
C 0 senza
CI -13 in cis. sp. 4 cm massa superficiale kg/m2 Anno 2011
Ctr -3 controsoffitto

* Solaio in laterizio armato spessore 16 + 4 cm

Spessore Tipo Isolante


Lastra a spessore
Δ Rw,P Δ Lw,P Tipo Cavità Certificato Tipo
(mm) (mm)
(dB) (dB) Lastra (mm) di prova solaio
massa densità
kg/m2 kg/m3

Solaio
Δ Rw 8
12,5 mm Ekovetro R
®
21 dB 002-2014 standard in
C 7 Silentboard 17,5 kg/m2
® 45 mm 80
CI -9 ICS 2014 c.a. 140 mm
Ctr 7 17 kg/m3 320 kg/m2
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo dell’indice di potere fonoi- Ponendo :

solante in opera (R’w) D: superficie elemento divisorio lato locale sorgente

d: superficie elemento divisorio lato locale ricevente


Per valutare l’indice di potere fonoiso-
F: superficie struttura laterale lato locale sorgente
lante apparente (R’w) è necessario
f: superficie struttura laterale lato locale ricevente
considerare oltre che l’indice di potere

fonoisolante (Rw) della partizione


Si ottengono i 13 percorsi “ij” del rumore attraverso le strutture considerati
stessa anche le prestazioni acustiche
nel calcolo:
delle partizioni laterali collegate alla
• Un percorso diretto (Dd)
parete divisoria.
• Tr e p e r c o r s i l a t e r a l i ( F f , F d , D f ) p e r o g n u n o d e i q u a t t r o l a t i d e l l ’ e l e m e n t o d i v i s o r i o

In particolare per calcolare R’w il rap-

p o r t o t e c n i c o U N I T R 111 7 5 p r o p o n e i l

seguente metodo di calcolo, il quale

considera separatamente i 13 percorsi

di trasmissione sonora (1 attraverso la

parete divisoria e 12, 3 per lato, attra-

verso le pareti laterali):

dove:

R w, i j è l’indice di valutazione del potere fonoisolante caratterizzante il

percorso ij

n è il numero di lati dell’elemento divisorio (generalmente quattro)

Calcolo di Rwij

Ai fini del calcolo del potere fonoisolante apparente tra due ambienti adiacen-

ti, si deve quindi determinare il valore dell’indice di valutazione di potere

fonoisolante per ogni singolo percorso di trasmissione sonora, mediante la

relazione:

dove:

R w, i è l’indice di valutazione di potere fonoisolante della struttura “i” priva

di elementi di rivestimento (pavimenti galleggianti, contropareti, con-

trosoffitti) (dB)
52
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

R w, j è l’indice di valutazione di potere fonoisolante della struttura “j” priva esame. Quindi ad esempio, nel caso si stia-
di elementi di rivestimento (pavimenti galleggianti, contropareti, con- no considerando dei solai soprastanti a una
trosoffitti) (dB) parete divisoria, i pavimenti galleggianti
∆ R w, i j è l’incremento dell’indice di valutazione di potere fonoisolante dovu- del piano superiore non andranno conside-
to all’apposizione di strati di rivestimento lungo il percorso i-j (pavi- r a t i i n q u a n t o n o n i n f l u e n t i ( v. f i g u r a ) .
menti galleggianti, contropareti, controsoffitti)

Kij è l’indice di riduzione delle vibrazioni del percorso i-j (dB)

S è l a s u p e r f i c i e d e l l a p a r t i z i o n e ( m 2)

lo è la lunghezza di riferimento pari a 1 m.

lij è la lunghezza del giunto tra le strutture ij considerate

Nel caso si stia analizzando il percorso diretto (Dd) la formula si riduce a:

Note riguardanti Rwi

Nel caso di strutture rivestite con strati addizionali, gli indici Rwi e Rwj da

inserire nella formula per il calcolo di Rwij sono quelli propri delle strutture di Calcolo di Kij
base, privi di strati addizionali quali contropareti, controsoffitti o pavimenti L’ i n d i c e d i r i d u z i o n e d e l l e v i b r a z i o n i K i j ,
galleggianti. caratteristico del percorso i-j, può essere

determinato dalla tabella seguente in fun-


Per quanto riguarda le strutture laterali va inserito il valore di Rw misurato in zione del tipo di giunto e del parametro M
laboratorio in direzione longitudinale (RLw). In mancanza di questo dato è definito come:
m’li
possibile utilizzare in prima approssimazione il valore di Rw misurato in dire- M = log
m’i
zione perpendicolare. dove:
Per ricavare i valori di RLw di strutture in gesso rivestito è possibile consul- m 1i è la massa superficiale dell’elemen-
tare le tabelle riportate alle pagine seguenti. to perpendicolare all’elemento “i”

con esso connesso nel giunto consi-


Calcolo di ∆ Rwij
d e r a t o ( k g / m 2)
∆ Rwij si calcola mediante la formula: m’i è la massa superficiale dell’elemen-

t o “ i ” n e l p e r c o r s o l a t e r a l i i - j ( k g / m 2)
se ∆ Rwi < ∆ Rwj

oppure Nelle tabelle delle pagine seguenti sono

riportati, in funzione di M, i valori di Kij in


se ∆ Rwi > ∆ Rwj base al tipo di giunto ed al tipo di percor-

so considerati.
Dove:

∆ Rwi: incremento di Rw dovuto allo strato di rivestimento sul lato i

∆ Rwj: incremento di Rw dovuto allo strato di rivestimento sul lato j

Ovviamente nel caso non sia presente alcuno strato di rivestimento ∆ Rw = 0

N o t a r i g u a r d a n t e ∆ R w, i j

G l i s t r a t i d i r i v e s t i m e n t o d a c o n s i d e r a r s i n e l c a l c o l o d i ∆ R w, i j s o n o s o l o q u e l -

li che effettivamente vengono attraversati dal percorso del rumore preso in


53
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

TIPO DI GIUNZIONE TIPO DI TRASMISSIONE Kij

2
K13 = 8.7 + 17,1M + 5.7 M

Rigida a croce

2
K12 = 8.7 + 5.7 M

2
K13 = 5.7 + 14,1M + 5.7 M

Rigida a T

2
K12 = 5.7 + 5.7 M

K13= 5 + 10M K13 > 5 dB

Struttura omogenea
e facciata leggera

K12 = 10 + 10|M|

2
K13 = 5.7 + 14,1M + 5.7 M + 12

Strutture omogenee
2
con strato K24 = 3,7+14,1M+5,7M 0 > K24 > -4 dB
desolidarizzante

2
K12 = 5.7 + 5.7 M + 6

54
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

TIPO DI GIUNZIONE TIPO DI TRASMISSIONE Kij

Struttura omogenea
K12 = 15 |M| -3 k12 > -2 dB
con angolo

Struttura omogenea
2
K12 = 5M -5
con cambio di spessore

K13 = 10 + 20M K13 > 10 dB

Doppia parete leggera


2
e struttura omogenea K24 = 3 + 14,1M + 5.7 M m’1/m’2 > 3

K12 = 10 + 10|M|

K13 = 10 + 20M

Pareti doppie
leggere accoppiate

K12 = 10 + 10|M|

Il valore dell’indice Kij deve in ogni caso essere superiore o almeno uguale

ad un valore minimo dato dalla:

dove:

Si è l a s u p e r f i c i e d e l l ’ e l e m e n t o i n e l l ’ a m b i e n t e s o r g e n t e [ m 2]

Sj è l a s u p e r f i c i e d e l l ’ e l e m e n t o j n e l l ’ a m b i e n t e r i c e v e n t e [ m 2]

lij è la lunghezza del giunto ij [m]

l0 è la lunghezza di riferimento pari a 1 m


55
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Va l o r e R ’ w o v v e r o R w s t i m a t o p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o e v a l o r e R L , w s t i m a t o p e r l ’ i s o l a m e n t o
acustico longitudinale di pareti e solai senza intercapedine e rigidi (valori di calcolo)
( d a l l a N o r m a D I N 4 1 0 9 S u p p l . 1 Ta b . 1 , 2 1 e 2 5 ) .

56
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Valore R’w o Rw stimato per l’isolamento acustico e valore R L ,w stimato per l’isolamento acustico lon-
gitudinale di pareti in muratura (valori di calcolo) (dalla Norma DIN 4109 Suppl. 1 Tab. 1, 2, 3, 21 e 25).

57
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Va l o r e R ’ w o v v e r o R w s t i m a t o p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o e v a l o r e s t i m a t o R L , w d i p a r e t i i n
muratura con rivestimenti a vista flessibili in lastre di gesso rivestito.

58
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

(Dalla DIN 4109 Suppl. 1, Tab. 1, 2, 3, 8, 21, 25, 31 e dalla relazione di ricerca “Isolamento acustico con
rivestimenti a vista” - Fisica delle costruzioni 2/1987)

59
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Va l o r e s t i m a t o R ’ w o R w p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o e v a l o r e R L , w p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o
longitudinale di pareti Knauf

1) I certificati di prova si riferiscono: I . G . F. = I s t i t u t o F e r r a r i s d i To r i n o


U.B. = Università di Braunschweig

60
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

61
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Va l o r e s t i m a t o R ’ w p e r l ’ i s o l a m e n t o a c u s t i c o d i s i s t e m i d i s o l a i p i e n i c o n c o n t r o s o f f i t t i i n
lastre di gesso rivestito e/o con pavimenti continui galleggianti.
( L a d o c u m e n t a z i o n e d e r i v a d a l l a n o r m a D I N 4 1 0 9 - 11 . 8 9 S u p p l . 1 Ta b . 11 , 1 2 , 1 3 e 1 5 )

62
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

63
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Va l o r e s t i m a t o R ’ w d i t e t t i c o n r i v e s t i m e n t i K n a u f

64
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.3 Potere fonoisolante apparente:


Esempio di calcolo 1 (locali uffici)

Pianta e sezione dei locali in esame

65
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di Rwij e R’w

Utilizzando il metodo di calcolo descritto in pre-

cedenza si ottengono i seguenti valori per i sin-

goli percorsi di trasmissione del rumore (Rwij):

8
5
4

7
1

6
S 3
2

Pareti 1 e 5 = pareti esterne (tipo C)

Pareti 3 e 7 = pareti interne (tipo B e A)

Percorso Rwij [dB]

S (percorso diretto) 63
1-5 75,04
2-6 60,15
3-7 77,97
4-8 64,65
1-S 77,51
2-S 84,91
3-S 76,83
4-S 87,91
S-5 77,51
S-6 84,91
S-7 78,69
S-8 87,91

Dai valori dei singoli Rwij si ricava:

R’w = 57,13 dB = 57 dB

Il risultato è maggiore di 50 dB (valore minimo

prescritto nel DPCM 5-12-1997)

66
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.4 Potere fonoisolante apparente:


Esempio di calcolo 2 (locali civile abitazione)

Pianta e sezione dei locali in esame

Di seguito si riporta il calcolo per una parete di separazione tra due ambienti di civile abitazione.

Viene presa in considerazione prima la parete nuda, poi la parete con applicata una controparete in lastre in gesso rivestito.

Ipotesi 1 (parete nuda)

67
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di Rwij e R’w

Utilizzando il metodo di calcolo descritto in pre-

cedenza si ottengono i seguenti valori per i sin-

goli percorsi di trasmissione del rumore (Rwij):

8
5
4

7
1

6
S 3
2

Pareti 1 e 5 = pareti esterne (tipo C)

Pareti 3 e 7 = pareti interne (tipo B e A)

Percorso Rwij [dB]

S (percorso diretto) 45
1-5 59,92
2-6 69,84

Δ 3-7 61,85
4-8 74,34
1-S 57,39
2-S 67,43
3-S 58,15
4-S 70,43
S-5 57,39
Δ S-6 67,43
S-7 59,39
S-8 70,43

Dai valori dei singoli Rwij si ricava:

R’w = 43,88 dB = 44 dB

Il risultato è inferiore al valore minimo prescritto

nel DPCM 5-12-1997 (50 dB)

68
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Ipotesi 2 (parete con controparete)

69
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di Rwij e R’w

Utilizzando il metodo di calcolo descritto in pre-

cedenza si ottengono i seguenti valori per i sin-

goli percorsi di trasmissione del rumore (Rwij):

8
5
4

7
1

6
S 3
2

Pareti 1 e 5 = pareti esterne (tipo C)

Pareti 3 e 7 = pareti interne (tipo B e A)

Dai valori dei singoli Rwij si ricava:

R’w = 53,35 dB = 53 dB

Grazie all’applicazione della controparete la

parete rispetta il requisito minimo imposto dal

DPCM 5-12-1997 (Rw minimo = 50 dB)

70
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.5 Potere fonoisolante apparente:


Esempio di calcolo 3 (metodo grafico)

D i s e g u i t o è r a p p r e s e n t a t o u n m e t o d o g r a f i c o p e r l a d e t e r m i n a z i o n e d i R ’ w a p a r t i r e d a R w e R L w. Ta l e m e t o d o e s e g u e i n f o r m a

semplificata i calcoli previsti dal metodo analitico e fornisce utili informazioni per una stima di massima dell’indice di potere

fonoisolante apparente.

Per semplificare l’inserimento dei dati sono riassunti in tabelle i principali valori di isolamento acustico longitudinale (RLw)

desunti dalla norma DIN 4109.

Modello per la determinazione analitica dell’isolamento acustico

71
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

SOLAIO SUPERIORE Collegamenti a soffitto


Va l o r e s t i m a t o d i i s o l a m e n t o a c u s t i c o l o n g i t u d i n a l e R L,w

Controsoffitto continuo Rivestimento Stima dell’isolamento acustico


Ribassamento di 400 mm in lastre Knauf longitudinale R L,w,R in dB
senza con
lana minerale lana minerale
Descrizione del controsoffitto Spessore 40 mm 80 mm

Collegamento di parete strato singolo


al controsoffitto con 12.5 mm 46 47 48
rivestimento in lastre
continuo
strato doppio
53 54 54
2x 12.5 mm

Collegamento di parete strato singolo


al controsoffitto, con 12.5 mm 48 52 54
interruzione dello strato
di rivestimento in lastre
strato doppio
55 57 57
2x 12.5 mm

400 mm
Collegamento di parete al
controsoffitto, con interruzione
dello strato di rivestimento in strato singolo
lastre ed inserimento di un 12.5 mm 60
setto formato da uno strato
di materiale fonoassorbente*
≥ 400 mm

Collegamento di parete al
solaio con interruzione dello
strato di rivestimento in lastre, strato doppio
della struttura del controsoffitto 2x 12.5 mm 55 63
e del rivestimento della parete

Setto divisorio realizzato


mediante lastre di gesso
rivestito strato singolo
12.5 mm 65

Collegamento della parete


al solaio
strato singolo
12.5 mm 65

* lana minerale secondo la norma DIN EN 13162 con una resistenza al flusso r 8 kPa s/m³
72
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

SOLAIO INFERIORE Collegamenti a pavimento


Va l o r e s t i m a t o d i i s o l a m e n t o a c u s t i c o l o n g i t u d i n a l e R L,w

73
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

PA R E T I Collegamenti alle pareti laterali


Va l o r e s t i m a t o d i i s o l a m e n t o a c u s t i c o l o n g i t u d i n a l e R L,w

74
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.6 Rumore impattivo È quindi di fondamentale importan-

za garantire il completo distacco di


Un primo banale intervento per limitare la trasmissione dei rumori di calpestio
massetto e pavimento dalle struttu-
tra ambienti consiste semplicemente nell’utilizzare uno strato di rivestimento
re circostanti. Pertanto bisognerà
superficiale elastico smorzante (moquette, tappeti, rivestimenti in linoleum
prestare particolare attenzione:
ecc.).
•alla posa dello strato resiliente, il
Non essendo sempre realizzabili tali tipologie di interventi in genere si proce-
quale dovrà essere privo di discon-
de col desolidarizzare la parte “vibrante” dalle strutture laterali mediante la
tinuità, sormontato e non lacerato
r e a l i z z a z i o n e d i u n m a s s e t t o g a l l e g g i a n t e . Ta l e s i s t e m a c o s t r u t t i v o h a i l v a n -
•alla posa del pavimento, che non
taggio di assolvere le prescrizioni legislative (DPCM 5-12-1997) consentendo
dovrà entrare in contatto con le
all’utente di utilizzare qualsiasi tipo di rivestimento.
pareti laterali
La posa di un massetto galleggiante consiste sostanzialmente nel realizzare
•alla posa degli zoccolini, o dei
una “vasca” di materiale elastico smorzante, al di sopra del solaio strutturale
rivestimenti in piastrelle a parete,
e dell’eventuale strato di livellamento, all’interno della quale alloggiare il
che non dovranno entrare in contat-
massetto e la pavimentazione. Questa “vasca” dovrà desolidarizzare comple-
to rigido con il pavimento
tamente pavimento e massetto da tutte le strutture al contorno.

Rumore impattivo: metodi di calcolo

L’ i n d i c e d e l l i v e l l o d i r u m o r e d i c a l -

p e s t i o i n o p e r a ( L’ n w ) p u ò e s s e r e

calcolato con la seguente formula

L’ n w = L n w e q - ¨ L w + K

dove:

L n w, e q è il livello di rumore da

calpestio equivalente rife-

rito al solaio “nudo”, privo

dello strato di pavimento

galleggiante [dB]

¨Lw è l’indice di valutazione

relativo alla riduzione dei

rumori di calpestio dovuto

alla presenza di pavimento

galleggiante o rivestimento

resiliente [dB]
K è la correzione da apporta-

re per la presenza di tra-

smissione laterale di rumo-

re. Il suo valore dipende

dalla massa superficiale

del solaio “nudo” e dalla

massa superficiale delle

strutture laterali [dB]

I l v a l o r e d i L nweq, r e l a t i v o a l l a s t r u t -

tura priva di pavimento galleggiante

75
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

può essere ricavata da prove di laboratorio dove:


oppure calcolata con la seguente formula. s’ è la rigidità dinamica dello strato resiliente interposto ottenuta secondo
m’
Lnweq = 64 - 35log p r o v e d i l a b o r a t o r i o c o n f o r m i a l l a U N I E N 2 9 0 5 2 - 1 ; 1 9 9 3 [ M N / m 3 ] . Ta l e
m’o
dove: prestazione deve essere fornita dal produttore del materiale resiliente.
m’ è la massa superficiale del solaio “nudo” m ’ è l a m a s s a s u p e r f i c i a l e d e l m a s s e t t o s o p r a s t a n t e l o s t r a t o r e s i l i e n t e [ k g / m 2]
( k g / m 2)

m’o è la massa di riferimento pari a 1 kg/m2 Calcolo di K

Il valore dell’indice K è ricavabile dalla seguente tabella. Esso dipende


Ta l e f o r m u l a è u t i l i z z a b i l e p e r s o l a i d i t i p o dalla massa superficiale del solaio “nudo”, privo di pavimento galleggiante
“omogeneo” (ad esempio solai in CLS) aventi e dalla massa superficiale media della pareti laterali.
massa per unità di area (m’) compresa tra 100 La massa superficiale media delle pareti laterali si calcola facendo la
2
e 600 kg/m . media ponderata secondo la dimensione delle varie strutture, senza consi-

derare le masse proprie di eventuali strati di rivestimento (ad esempio


Per i solai tipo laterocemento invece si propo- eventuali contropareti).
ne di utilizzare la formula:
m’
Lnweq = 60 - 30log Massa sup. media pareti laterali [kg/m2]
m’o Indice K
100 150 200 250 300 350 400 450 500
L’ i n d i c e D L w p u ò e s s e r e r i c a v a t o d a c e r t i f i c a t i

di laboratorio conformi alle seguenti normative: 150 2 1 1 1 1 0 0 0 0

UNI EN ISO 140-6 200 2 1 1 1 1 0 0 0 0


nel caso di strati resilienti utilizzati sotto il
Massa sup. solaio nudo [kg/m2]

250 3 2 2 1 1 1 1 1 1
massetto (pavimenti galleggianti). Si fa pre-
300 3 2 2 1 1 1 1 1 1
sente che per i “pavimenti galleggianti” si
350 3 2 2 2 1 1 1 1 1
richiede che la prova venga effettuata su un

campione di almeno 10 m2 di massetto. 400 3 3 2 2 2 1 1 1 1

UNI EN ISO 140-8 450 3 3 2 2 2 2 1 1 1


nel caso di strati resilienti utilizzati come rive-
500 3 3 2 2 2 2 1 1 1
stimento (ad esempio rivestimenti in linoleum).
550 4 3 3 3 2 2 2 2 2

L’ i n d i c e D L w p u ò a n c h e e s s e r e r i c a v a t o a n a l i - 600 4 3 3 3 2 2 2 2 2

ticamente, per quanto riguarda i pavimenti

galleggianti, mediante le seguenti formule:


Esempio di calcolo
f
¨Lw = 30 log +3
fo (per pavimenti galleg- Si consideri un solaio in calcestruzzo da 20 cm (massa superficiale = 2300

gianti realizzati con massetto in calcestruzzo) x 0 , 2 = 4 6 0 k g / m 2) r i v e s t i t o c o n u n s o t t o f o n d o a s e c c o K n a u f t i p o P a v i l a s t r e

2 x 12,5 + 35 mm di materiale granulare.


f
¨Lw = 40 log -3
fo (per pavimenti galleg-

gianti realizzati con massetto a secco) Lnweq = 164 – 35log(460) = 70,8 dB

¨Lw (da certificato Knauf) = 22 dB


dove:
K= 2 (Ipotizzando pareti laterali aventi una massa superficiale media pari a 150 kg/m 2 )
f è la frequenza di riferimento pari a 500 Hz

fo è la frequenza di risonanza del sistema


L’ n w = 7 0 , 8 - 2 2 + 2 = 5 0 , 8 d B
massetto+strato resiliente, calcolata in base

alla seguente relazione:


Il risultato è inferiore a 63 dB, valore massimo prescritto dal DPCM 5-12-
s’
f o = 60 1997 per i locali di civile abitazione.
m’
76
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Va l o r e s t i m a t o p e r i l l i v e l l o d i r u m o r e d i c a l p e s t i o L n w d i s i s t e m i d i s o l a i p i e n i m a s s i c c i c o n
controsoffitti in lastre di gesso rivestito e/o pavimenti galleggianti.
( L a d o c u m e n t a z i o n e d e r i v a d a l l a n o r m a D I N 4 1 0 9 11 . 8 9 - S u p p l . 1 Ta b . 11 , 1 6 )

77
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

78
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

4.7 Soluzioni tecniche Knauf

Rapporti di prova di sottofondi a secco Knauf con lastre Brio e Pavilastra


Incremento isolamento Spessore lastra
Nr. di certificato Stratigrafia sottofondo
rumore da calpestio mm

0034.04-P85 ∆ L w,P = 18 dB Brio 18 / Brio 23 - 20 mm EPS 18/23

0034.04-P85 ∆ L w,P = 18 dB 2 x 12,5 Pavilastre - 10 mm Lana di legno 12,5

0034.04-P85 ∆ L w,P = 18 dB 2 x 12,5 Pavilastre - 10 mm Lana minerale 12,5

P-BA 143/92 ∆ L w,P = 18 dB 2 x 12,5 Pavilastre - 20 mm EPS 12,5

GS 545/79 ∆ L w,P = 18 dB 2 x 12,5 Pavilastre - 70 mm PE Folie Ethaform 12,5

0034.04-P85 ∆ L w,P = 19 dB Brio 18/Brio 23 - 10 mm Lana di legno 18/23

0034.04-P85 ∆ L w,P = 19 dB Brio 18/Brio 23 - 10 mm Lana minerale 18/23

0034.04-P85 ∆ L w,P = 20 dB Brio 18 + Brio 18 - 10 mm Lana di legno 2 x 18

0034.04-P85 ∆ L w,P = 20 dB Brio 18 + Brio 18 - 10 mm Lana minerale 2 x 18

0034.04-P85 ∆ L w,P = 21 dB Brio 18 + Pavilastra - 10 mm Lana di legno 18 + 12,5

0034.04-P85 ∆ L w,P = 21 dB Brio 18 + Pavilastra - 10 mm Lana minerale 18 + 12,5

GS 244/81 ∆ L w,P = 22 dB 2 x Pavilastra - 35 mm Trockenschuettung 2 x 12,5

0122.98-P130 ∆ L w,P = 23 dB Brio 23 + Pavilastra - 10 mm Lana di legno 23 + 12,5

0122.98-P130 ∆ L w,P = 23 dB Brio 23 + Pavilastra - 10 mm Lana minerale 23 + 12,5

0122.98-P130 ∆ L w,P = 24 dB Brio 18 / Brio 23 - 10 mm Lana minerale 18 / 23


GKB sp. min. 9,5 mm - 20 mm Trockenschuettung

0122.98-P130 ∆ L w,P = 24 dB Brio 18 / Brio 23 - 10 mm Lana di legno 18 / 23


GKB sp. min. 9,5 mm - 20 mm Trockenschuettung

GS 246/81 ∆ L w,P = 24 dB 2 x Pavilastra - 8 mm Lana di legno 2 x 12,5


35 mm Trockenschuettung

0095.05-P402 ∆ L w,P = 27 dB Brio 23 - 20 mm Lana minerale 23

0095.05-P402 ∆ L w,P = 30 dB Brio 23 - 20 mm Lana minerale 18 / 23


8 mm Lana di legno - 20 mm Trockenschuettung

Rapporti di prova di sottofondi a secco Knauf con lastre Aquapanel Floor


Incremento isolamento Spessore lastra
Nr. di certificato Stratigrafia sottofondo
rumore da calpestio mm

0006.08-P325 Aquapanel® Cement Board Floor MF


∆ L w,P = 30 dB 22+10
ITA 2008 Impact sound insulation board 30 mm Fill

0007.08-P325
∆ L w,P = 23 dB Aquapanel® Floor MF 22+10
ITA 2008

79
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esempio di calcolo dove:

Si consideri un solaio in calcestruzzo da R’w è l’indice di valutazione del potere fonoisolante apparente

20 cm (massa superficiale = 2300 x 0,2 = della facciata [dB]

4 6 0 k g / m 2) r i v e s t i t o c o n u n s o t t o f o n d o a ¨Lfs è il termine correttivo che quantifica l’influenza delle caratte-

secco Knauf tipo Pavilastre 2 x 12,5 + 35 ristiche della facciata [dB]

mm di materiale granulare. V è i l v o l u m e i n t e r n o d e l l o c a l e c o n s i d e r a t o [ m 3]

T0 è il tempo di riverberazione di riferimento, assunto pari a 0,5 s

Lnweq = 164 – 35log(460) = 70,8 dB Stot è l a s u p e r f i c i e d i f a c c i a t a v i s t a d a l l ’ i n t e r n o [ m 2]

¨Lw (da certificato Knauf) = 22 dB

K= 2 (Ipotizzando pareti laterali aventi una Calcolo di R’w

m a s s a s u p e r f i c i a l e m e d i a p a r i a 1 5 0 k g / m 2) L’ i n d i c e d i v a l u t a z i o n e d e l p o t e r e f o n o i s o l a n t e a p p a r e n t e ( R ’ w ) d e l l a

facciata è calcolato sulla base dei valori dell’indice di valutazione del

L’ n w = 7 0 , 8 - 2 2 + 2 = 5 0 , 8 d B potere fonoisolante (Rw) dei singoli elementi che la costituiscono (ele-

menti opachi e serramenti) e sulla base degli indici di isolamento acu-

Il risultato è inferiore a 63 dB, valore mas- stico (Dnewi) dei piccoli elementi presenti su di essa.

simo prescritto dal DPCM 5-12-1997 per i Per piccoli elementi si intendono gli elementi della facciata, con l’ecce-

locali di civile abitazione. z i o n e d i p o r t e e f i n e s t r e , c o n a r e a m i n o r e d i 1 m 2. A d e s e m p i o v e n g o n o

considerati piccoli elementi le bocchette di ventilazione, gli ingressi

d’aria e i cassonetti delle tapparelle.


4.8 Isolamento acustico delle
facciate
Per caratterizzare la capacità di abbattere

i rumori provenienti dall’esterno di una dove:

f a c c i a t a i l D . P. C . M . 5 - 1 2 - 1 9 9 7 r i c h i e d e d i Riw è l’indice di valutazione del potere fonoisolante dell’elemento

verificare l’indice di valutazione dell’isola- i-esimo costituente la facciata [dB]

mento acustico normalizzato rispetto al Si è la superficie dell’elemento i-esimo di facciata visto dall’in-

tempo di riverberazione, a 2 metri di t e r n o d e l l o c a l e [ m 2]

d i s t a n z a d e l l a f a c c i a t a ( D 2 m , n Tw ) . A0 sono le unità di assorbimento di riferimento, pari a 10 m2

Ta l e i n d i c e d i p e n d e d a l p o t e r e f o n o i s o l a n - Dn,e,i è l’indice di valutazione dell’isolamento acustico normalizzato

te apparente della facciata (R’w), dalla del piccolo elemento i-esimo [dB]

forma esterna della facciata e dalle dimen- K è la correzione relativa al contributo della trasmissione laterale

sioni della stanza in esame.

Le procedure utilizzate per calcolare Calcolo di K


D 2 m , n Tw d i s e g u i t o e s p o s t e s o n o t r a t t e Il contributo della trasmissione laterale è solitamente trascurabile. Se
d a l r a p p o r t o t e c n i c o U N I T R 111 7 5 . però elementi di facciata rigidi e pesanti (quali calcestruzzo o mattoni)

sono collegati rigidamente ad altri elementi rigidi all’interno dell’am-


Isolamento acustico delle facciate: biente ricevente, come pavimenti o pareti divisorie, la trasmissione
Metodo di calcolo laterale può contribuire alla trasmissione sonora totale. Ciò potrebbe

diventare rilevante se sono richiesti elevati requisiti di isolamento dal


C a l c o l o d i D 2 m , n Tw rumore.
L’ i n d i c e D 2 m , n Tw v i e n e c a l c o l a t o c o n l a Di conseguenza, a favore di sicurezza, nei casi che comportano la pre-
seguente formula senza di elementi rigidi si può considerare la trasmissione laterale in

maniera “globale” diminuendo il potere fonoisolante di 2 dB. (K = 2 dB).

Altrimenti K = 0

80
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Calcolo di ¨Lfs

Il termine correttivo che quantifica l’influenza

delle caratteristiche della facciata dipende

dalla forma della facciata, dall’assorbimento

acustico delle eventuali superfici sottobalcone

(α w) e dal modo di incidenza delle onde sonore.

La direzione dell’onda sonora incidente sulla

facciata si caratterizza mediante l’altezza

definita dalla intersezione tra la linea di vedu-

ta dalla sorgente ed il piano di facciata.

Nella tabella seguente sono riportati alcuni valori di ¨Lfs .

La forma della facciata è definita dalla sua sezione verticale, in cui sono riportati solo gli schermi acustici significativi, (ad esem-

p i o i p a r a p e t t i d e i b a l c o n i a s e z i o n e p i e n a ) . L’ a s s o r b i m e n t o α w s i r i f e r i s c e a l l ’ i n d i c e d i v a l u t a z i o n e d e l l ’ a s s o r b i m e n t o a c u s t i c o

c o m e d e f i n i t o d a l l a n o r m a U N I E N I S O  6 5 4 .

Legenda - Ballatoio: terrazza continua - Balcone: terrazza discontinua limitata lateralmente - NSA: Non si applica
81
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esempio di calcolo Grafici superfici finestrate e bocchette di aerazione

Si considerino i seguenti dati di ingresso: Di seguito si riportano due utili grafici che permettono di stimare

Parete esterna (dimensione complessiva 4 x l’influenza negativa sull’isolamento acustico di facciata delle

2 , 7 m =  0 , 8 m 2) c o s t i t u i t a d a : superfici finestrate e delle bocchette di aerazione non silenziate.

• Finestra (doppio vetro con intercapedine

d ’ a r i a 4 -  2 - 4 ) : S u p e r f i c i e  , 6 8 m 2, R w = 3 0 d B Grafico : incidenza delle superfici finestrate

• Parete opaca realizzata con tecnologia In ascissa (asse x) inserire il rapporto tra superfici opache e super-

Knauf Aquapanel (doppia struttura metallica): fici finestrate.

Superficie 9,2 m2 (al netto della finestra), Rw In ordinata (asse y) la differenza tra potere fonoisolante di superfi-

= 60 dB (stimabile per pareti leggere a doppia ci opache e superfici finestrate.

struttura) All’incrocio si ottiene il decremento da sommare all’indice di potere

Vo l u m e d e l l o c a l e : 4 x 4 x 2 , 7 = 4 3 , 2 m 3 fonoisolante delle superfici opache.

Facciata piana: ¨Lfs = 0

Trasmissioni laterali nulle: K = 0


dB
-24 -21 -18 -15 -12
30
-9

25 -6

-3
20

Utilizzando la formula precedentemente


15 -1
descritta si ottiene

10

Dal calcolo si osserva che pur utilizzando una

parete ad elevatissimo potere fonoisolante


0
(60 dB), l’inserimento di una finestra a basso 1 2 3 4 5 10 15 30 50 100
12 20 40
potere fonoisolante vanifica l’isolamento acu-

stico dai rumori provenienti dall’esterno.

La prestazione complessiva della parete può

essere ulteriormente diminuita nel caso che Esempio di calcolo:

sulla parete vengano montati cassonetti e/o Superfici opache: Rw = 50 dB; Superficie = 20 m2

bocchette di aerazione con basso indice di Superfici finestrate: Rw = 40 dB; Superficie = 2 m2

isolamento acustico. In particolare si segnala Rapporto tra superfici = 20/2 = 0 (asse x)

che la presenza del foro di aerazione dei Differenza tra Rw = 50 – 40 = 0 dB (asse y)

locali cucina, se non è adeguatamente silen- Incrocio = -3 dB

ziato, vanifica qualsiasi intervento di isola- Rw complessivo = 50 – 3 = 47 dB

mento dai rumori esterni.


82
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Grafico 2: incidenza delle aperture (bocchette di 5 La correzione acustica degli ambienti confinati
aerazioni non silenziate)

In ascissa (asse x) inserire il valore di potere 5.1 Assorbimento


fonoisolante della parete (priva di aperture). Un’onda sonora in campo libero diminuisce la sua intensità sonora
In ordinata (asse y) il valore di potere fonoisolan- in dipendenza della distanza percorsa, con un decadimento pari a 6
te richiesto (con le aperture). dB per il raddoppio della distanza fra sorgente e ricevitore.
All’incrocio si ottiene il valore percentuale massi- In campo riverberante il decadimento ha le stesse caratteristiche
mo di aperture possibili. che in campo libero nelle immediate vicinanze della sorgente, dopo-

dichè non è più in relazione alla distanza dalla stessa ma con l’as-

sorbimento dell’ambiente.
dB

90

0%
50
40

30 0,1 %

1%
2%
5%
10 10 %

4
3

1
1 10 20 30 40 50 60

Esempio di calcolo:
Potere fonoisolante parete priva di aperture: Rw

= 40 dB (asse x);

Potere fonoisolante richiesto alla parete: Rw = 30

dB (asse y)

Incrocio: curva 0, %

La percentuale massima di foratura può essere lo

0, % della parete complessiva


Rappresentazione del decadimento sonoro in campo libero (a)
e in ambiente riverberante confinato (b).

Trasformazioni dell’energia sonora incidente sulla superficie


di una parete
83
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Una sorgente sonora che agisce in uno spazio chiuso genera un livello di Il coefficiente di assorbimento di
pressione sonora costituito da suoni diretti e suoni riflessi. A partire da una un materiale è definito come il
certa distanza dalla sorgente tale livello si stabilizza su valori relazionabili rapporto fra l’energia acustica
alle caratteristiche di assorbimento dell’ambiente stesso. assorbita (con varie modalità che
Quando un’onda sonora incide una superficie qualunque la sua energia viene vedremo) e l’energia acustica inci-
dissipate in parte dalla massa della parete sotto forma di energia termica, dente tale materiale.
un’altra parte passa al di là della parete e si propaga nell’ambiente confinan- Coeff. di assorbimento = E assorbi-
te, ed una parte ancora viene riflessa nell’ambiente da cui essa proviene. ta / E incidente
L’ e n e g i a r i f l e s s a è o v v i a m e n t e u n a f r a z i o n e d e l l ’ e n e r g i a i n c i d e n t e , c h e c o n t i -

nua a “rimbalzare” da una parete all’altra dell’ambiente: tanto più le pareti Il coefficiente di assorbimento può
saranno fonoassorbenti, tanto più l’energia sonora decadrà rapidamente. variare da 0 a . Per l’unità non si
L’ a s s o r b i m e n t o d i u n q u a l s i a s i m a t e r i a l e è l e g a t o a l l ’ a n g o l o d i i n c i d e n z a d e l - ha alcuna riflessione e fisicamente
l’onda acustica: all’interno di un ambiente chiuso si considera come angolo di ciò equivale ad avere uno spazio
incidenza un valore medio fra tutte le direzioni delle onde riverberate. aperto al posto della superficie

(tutta l’energia acustica viene

assorbita). È importante notare

come il coefficiente di assorbimen-

to possa cambiare anche conside-

revolmente con la frequenza.

L’ a s s o r b i m e n t o a d i u n a p a r e t e

o m o g e n e a d i a r e a s ( m 2) è d a t o
dalla seguente relazione:

a = α • s

di conseguenza l’assorbimento di

una parete composta da materiali

differenti con α diversi è dato da:

a = αΣ i Si = α m • S

Il coefficiente di assorbimento

medio della parete è dato da

αΣ i Si
α m =
S

Variazione del potere fonoassorbente al variare della frequenza per alcuni materiali

84
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

5.2 Materiali fonoassorbenti Materiali porosi

I materiali fonoassorbenti possono essere distinti sostenzialmente in tre gran- Nei materiali porosi l’assorbimento

di categorie, in funzione del principio fisico che provoca l’assorbimento acu- avviene per trasformazione del-

stico: i materiali porosi, i pannelli vibranti, i risonatori. Ciascuna di queste l’energia sonora in calore a causa

tipologie ha pecurialità diverse che la rendono più o meno adatta per un deter- dell’attrito che le onde sonore

minato impiego. incontrano all’interno di essi.

I materiali porosi esercitano la loro

Per tutte vale il principio in base al quale il fonoassorbimento si attua median- funzione secondo due parametri

te la trasformazione in calore di parte dell’energia sonora incidente. fondamentali: la loro trasparenza

acustica, e cioè la capacità di

lasciare entrare le onde sonore al

loro interno, e la loro resistenza al

f l u s s o . L’ e f f i c a c i a d e l f o n o a s s o r b i -

mento dipende dal giusto bilancia-

mento dei due parametri. In altre

parole si può semplicemente dire

che un buon materiale fonoassor-

bente dovrà essere sufficientemen-

te trasparente ai suoni ma dovrà

anche essere in grado di disperde-

re l’energia mediante la resistenza

al flusso.

La trasparenza acustica è correlata

alla porosità del materiale e la

resistenza al flusso alla complessi-

tà di percorso indetta dall’orienta-

mento dei fori. Nei materiali com-

posti da fibre minerali, ad esempio,

si distinguono quelli a fibre orien-

tate: tali pannelli hanno un’effi-

cienza superiore se le fibre sono

normali al flusso.

Un semplice metodo per valutare il

grado di resistenza al flusso di un

materiale poroso consiste nel misu-

rarne la caduta di pressione in un

condotto.

Qualitativamente l’assorbimento
Variazione del potere fonoassorbente al variare della frequenza per alcuni acustico dei materiali porosi cresce
materiali
con la frequenza e con lo spessore

dei pannelli.

85
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Per questa ragione un accurato

assorbimento acustico si può otte-

nere con la combinazione dei due

sistemi.

La frequenza di risonanza di un

pannello vibrante è data da:


f ris = 60 Hz
m•l
dove:

m = massa superficiale in Kg/m2

l = spessore dell’intercapedine d’aria

in m

Risuonatori

Un altro sistema per assorbire le

onde è costituito dai risuonatori.

Un semplice esempio di risuonatore

a cavità singola è una bottiglia:

l’aria contenuta nella cavità di

detta bottiglia si comporta a guisa

di molla nei confronti della parte di

Tipologie di materiali porosi e test di resistenza al fluso aria che si trova nel collo, la quale

se sollecitata da un’onda sonora

oscilla avanti e indietro alla sua

Pannelli vibranti frequenza naturale, cioè alla fre-

quenza di risonanza del recipiente,

Il funzionamento come materiali fonoassorbenti dei pannelli flessibili è legato dissipando in tal modo l’energia

fondamentalmente alla loro elasticità. acustica incidente.

Se si pensa ad un elemento impermeabile all’aria e flessibile e ad un’onda Questo tipo di risuonatore è deno-

sonora incidente sulla sua superficie, si nota che l’energia dell’onda sonora minato risuonatore a cavità o risuo-

viene dissipata mediante la vibrazione dell’elemento stesso. In pratica la natore di Helmholtz, e la sua fre-

pressione acustica provoca una inflessione della membrana, la quale comincia quenza di risonanza tipica è data

a vibrare e diventa essa stessa fonte di onde sonore: quando queste onde dalla seguente formula:

sono in controfase rispetto alle onde incidenti si ha un annullamento di queste S


fris = 55 Hz
IV
ultime.

Affinchè il fonoassorbimento sia effettivo e completo è necessario che le dove:

vibrazioni siano smorzate dall’attrito interno alla superficie vibrante, dai sup- S = area della sezione trasversale

porti che la sostengono, ed eventualmente da materiale poroso sistemato die- del collo espressa in m2

tro la superficie. I pannelli vibranti esercitano la loro funzione fonoassorben- l = lunghezza del collo espressa in m.

te spiccatamente alla loro frequenza di risonanza, e danno quindi un assorbi- V = volume dell’aria contenuta nel

mento di tipo molto selettivo. Le frequenze di risonanza dei pannelli vibranti si recipiente espressa in m3

assestano mediamente alle basse frequenze: di qui nasce la loro complemen-

tarietà con i materiali porosi che invece sono più efficienti alle alte frequenze. I risuonatori a cavità si possono
86
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

considerare assorbitori acustici selettivi, nel senso che il loro rendimento è l’assorbimento su tutte le frequenze.
limitato ad una banda di frequenze molto ristretta: tale banda può essere La frequenza di risonanza di un
allargata rivestendo le pareti interne del risonatore con materiali porosi, ma risonatore multiplo è data approssi-
ciò comporta un appiattimento della curva di rendimento in frequenza che si mativamente dalla:
attesta su valori decisamente più bassi.
P
Risulta quindi conveniente impiegare questo tipo di assorbitori laddove i suoni
fris = 500 Hz
1 (f+0,8d)
da eliminare abbiano uno spettro sonoro caratterizzato da componenti pure, per dove:
le quali divenga possibile il dimensionamento ad hoc delle cavità risonanti. f = spessore della lastra in cm
Un esempio tipico può essere individuato nelle lavorazioni industriali eseguite d = diametro dei fori in cm
con le medesime tipologie di macchinari (tessiture, tornerie...). p = percentuale di superficie forata

l = spessore dell’intercapedine

d’aria in cm

Si deve considerare che affinchè

sussistano le condizioni di un com-

portamento basato sull’effetto di

risonanza, la superficie forata del

pannello non deve superare il 20 -

30%, dopodichè il comportamento

del pannello sarà semplicemente

legato alla sua porosità.

La formula riportata considera fori

con diametro compresi fra 0 e 20

mm., di conseguenza la sua appli-

cabilità è consentita per intercape-

dini con profondità fino a 0 cm.

circa: per profondità superiori l’in-

fluenza reciproca fra i vari risona-

tori è tale da non rendere possibile

la selezione di una precisa gamma


Funzionamento di un pannello vibrante in diverse condizioni di posa di frequenze.

Analogamente, se i fori hanno


Dovendo agire con dei risonatori su spettri sonori ampi, diviene necessario dimensioni diverse l’assorbimento
impiegare tipologie dimensionali differenti degli stessi. Questi sistemi sono è meno selettivo, in quanto le fre-
denominati risonatori a cavità multiple. quenze di risonanza sono legate al
I risonatori a cavità multiple sono costituiti generalmente da pannelli in lamie- diametro dei fori, e non è possibile
ra, gesso rivestito o legno perforati con diversi diametri, recanti posteriormen- individuare una precisa frequenza
te ad una certa distanza una chiusura con pannelli rigidi: in altre parole sono di funzionamento.
casse acustiche con coperchi perforati, nelle quali ogni foro con il relativo

spazio d’aria posteriore si comporta come un risonatore singolo, senza la

necessità che detti spazi siano separati fra loro da setti.

Anche i risonatori multipli possono essere “trattati” posteriormente con mate-

riali porosi per aumentarne lo spettro di azione. A differenza che per i risona-

tori singoli, tale trattamento non inficia considerevolmente il rendimento alle

frequenze di risonanza, migliorando allo stesso tempo in modo considerevole


87
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

5.3 La riverberazione riverberanti il tempo di decadimento potrà durare anche per qualche secondo,

potendo in questo modo essere udito con precisione dall’apparato uditivo umano.

Una sorgente sonora in un ambiente La parola e la musica sono linguaggi caratterizzati da suoni in successione più

delimitato irradia le onde verso le o meno rapida. La sovrapposizione dei suoni compromette l’intelleggibilità della

pareti; le onde che incidono sulle pare- parola e la qualità della musica; la riverberazione eccessiva di un ambiente,

ti, dopo un tempo iniziale occorrente a essendo caratterizzata da un decadimento lento dei suoni, induce il fenomeno

raggiungere la parete più vicina, si della sovrapposizione dei suoni emessi con le riflessioni dei suoni precedenti.

riflettono e vanno a colpire le altre Considerando un ambiente dotato di una geometria e di una distribuzione dei

pareti e così via. Dopo un transitorio materiali fonoassorbenti in grado di consentire una distribuzione omogenea

dipendente dalle dimensioni dell’am- del suono, ne si può qualificare le caratteristiche acustiche mediante il tempo

biente si avrà una situazione sonora di riverberazione.

stazionaria caratterizzata dal fatto che Il tempo di riverberazione è definito come il tempo che trascorre dalla fine del-

la potenza sonora dispersa è uguale l’emanazione sonora alla riduzione dell’intensità sonora ad un milionesimo di

alla potenza sonora immessa nell’am- quella di regime: più semplicemente si potrà dire che il tempo di riverberazio-

biente dalla sorgente. ne è dato dal tempo che impiega un suono a diminuire di 60 dB dallo spegni-

Se si considera un’ambiente completa- mento della sorgente.

mente riflettente, si deve assumere Come si è già detto, il tempo di riverberazione è in grado di definire da solo il

che il livello di pressione sonora si comportamento di un ambiente. Ambienti eccessivamente riverberanti fanno

elevi tanto quanto la sorgente immette cattive qualità acustiche, ambienti troppo poco riverberanti non consentono

con il solo assorbimento dovuto una agevole diffusione dei suoni al loro interno.

all’aria. In sostanza in un ambiente

delimitato si avrà dopo breve tempo

dall’accensione della sorgente un

livello di pressione sonora ben mag-

giore di quello che la sorgente stessa

è in grado di produrre, dipendente dal

grado di assorbimento totale di cui

l’ambiente è dotato.

Così come esiste un transitorio perchè

l’ambiente giunga a regime in dipen-

denza delle dimensioni dell’ambiente,


Rappresentazione schematica della propagazione del suono in ambiente confinato
si potrà osservare un altro importante

fenomeno denominato riverberazione,

che consiste nel permanere del suono

per un certo periodo dopo lo spengi-

mento della sorgente.

Il tempo impiegato dal suono per annu-

larsi completamente è tanto più lungo

quanto meno assorbenti sono le pareti

dell’ambiente: questo è dovuto al fatto

che per cessare il suono deve esaurir-

si l’energia essendo completamente

assorbita o dissipata.

Nel caso in cui si sia in presenza di un


Andamento del decadimento sonoro in ambienti di grandi e di piccole dimensioni
ambiente caratterizzato da superfici
88
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esiste una semplice relazione analiti- grandi ambienti.

ca, la formula di Sabine, per prevedere Per questi motivi, per una progettazione corretta, è necessario effettuare

il tempo di riverberazione in un qua- una analisi in frequenza del tempo di riverberazione.

lunque ambiente nel quale il suono sia

uniformemente diffuso in funzione del 5.4 Il livello sonoro

suo volume e dell’assorbimento totale.

Per una corretta udibilità è necessario che ogni ascoltatore presente in una

sala riceva un livello di pressione sonora di almeno 45 dB. In ambienti non

dotati di sistemi di amplificazione, in condizioni di assorbimento medie, il

dove: linguaggio parlato giunge a distanze di 20, 30 metri con livelli sufficienti.

To = tempo di riverberazione in secondi La voce umana, si ricordi, ha una potenza sonora media di 75 dB; i valori

V = volume più alti di potenza sonora competono alle vocali, quelli più bassi alle con-

S = superficie sonanti, e l’incremento che l’oratore può portare alla propria voce varia da
α = assorbimento medio 5 a 0 dB circa.
m

A = assorbimento totale

La formula di Sabine è stata ottenuta

empiricamente e con ipotesi semplifica-

te dell’assorbimento specifico e medio.

Una alternativa al metodo Sabine con-

siste nella formula di Eyring che risul-

ta di più ampia validità, ed è espressa

come di seguito:

0,07 V
To =
S [-log(-α )]

Numerose fonti bibliografiche riportano

diagrammi mediante i quali vengono

identificate le migliori condizioni di Tempi di riverberazione ammissibili in funzione di volumetria e tipologia dell’ambiente

tempo di riverberazione per le tipolo-

gie ambientali con riferimento all’uso Sfruttando la riverberazione è possibile far giungere a tutti gli ascoltatori

cui sono preposte. il suono al livello voluto, ma nel predisporre le zone riflettenti si deve

I tempi di riverberazione riportati nei tenere conto di alcune basilari indicazioni. Le superfici agiscono come

diagrammi possono essere general- riflettori alle varie frequenze in funzione della loro ampiezza, ciò a causa

mente intesi con un range di tolleranza delle differenti lunghezze d’onda alle varie frequenze.

del 25% e sono validi per le frequenze

al di sopra dei 500 Hz mentre per le

basse frequenze risulta opportuno

aumentare detto tempo di riverberazio-

ne di circa il 20% a 250 Hz e del 40% a

25 Hz. È inoltre opportuno che il Triv

a 4000 Hz sia anch’esso leggermente

superiore per compensare l’assorbi-

mento dovuto all’aria che, trascurato

nelle formule sopra esposte, diventa

significativo alle alte frequenze e per Correlazione fra la lunghezza dell’onda sonora e la sua frequenza
89
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Una superficie riflettente perchè sia tale deve avere dimensioni grandi rispet- 5.5 Metodo di calcolo del T60 ottima-

to alla lunghezza d’onda del suo incidente: il suo orientamento condiziona la le di un locale

direzione dell’onda riflessa.


Il tempo di riverberazione ottimale di
I raggi riflessi devono giungere alle postazioni di ascolto compiendo un tragit-
un ambiente è una caratteristica estre-
to sufficientemente breve per consentire al suono di non avere un ritardo mag-
mamente soggettiva.
giore di 0,027 secondi rispetto al suono diretto.
Per il calcolo di questo parametro sono
Considerando una velocità del suono di 334 m/sec si ha che la differenza fra i
stati proposti vari algoritmi.
raggi di un suono diretto e il medesimo riflesso non deve superare i 9 m.
Di seguito si riportano le indicazioni
Fino ad un ritardo di 0,0 sec. si generano fenomeni di sovrapposizione di
specificate nell’appendice C della
suoni ed eco ravvicinata, oltre tale ritardo si incorre nel vero e proprio feno-
n o r m a U N I  3 6 7 “ C l a s s i f i c a z i o n e
meno di eco.
acustica delle unità immobiliari”.

La norma specifica che il tempo di river-

berazione ottimale medio, tra le frequen-

ze 500 Hz e 000 Hz, si calcola median-

te le seguenti relazioni matematiche

Tott [S]
Ambiente non occupato Tott = 0,32log(V) + 0,03
adibito al parlato
Ambiente non occupato Tott = ,27log(V) - 2,49
adibito ad attività sportive

Dove:
Correlazione fra ordini di riflessione e il livello di pressione sonora
V v o l u m e d e l l ’ a m b i e n t e [ m 3]

Nelle relazioni matematiche non sono


Nella progettazione di un ambiente destinato ad uso pubblico, il progettista
indicati limiti inferiori o superiori per il
deve controllare, alla luce di quanto esposto, alcuni parametri fondamentali:
v a l o r e d i V.
- Il tempo di riverberazione della sala e di conseguenza il fonoassorbimento
La norma però riporta un grafico che
della stessa.
evidenzia per gli ambienti adibiti al
- L’ o m o g e n e i t à d e l l a d i s t r i b u z i o n e d e l s u o n o n e l l ’ a m b i e n t e d o v u t a a l l a d i s p o s i -
parlato volumi compresi tra 50 e 2.000
zione dei materiali.
metri cubi, e per gli ambienti adibiti ad
- Le modalità di riflessione dei raggi, le quali sono direttamente relazionate
attività sportive volumi compresi tra
alla geometria dell’ambiente.
2.000 e 0.000 metri cubi.

La norma “suggerisce” che i risultati


La maggior difficoltà che si riscontra nella progettazione acustica degli
delle misure in opera, eseguite in
ambienti è dovuta al fatto che i materiali mutano le loro proprietà di fonoas-
ambienti non occupati, sono da ritener-
sorbenza al variare della frequenza.
si adeguati se i tempi di riverberazione
Per questo motivo è necessario conoscere con sufficiente precisione a quale
rilevati nelle bande di ottava comprese
uso sarà preposto l’ambiente in oggetto, onde poter valutare la tipologia dello
tra 250 Hz e 4000 Hz sono inferiori o
spettro di frequenza e di conseguenza le caratteristiche relative alle superfici
uguali a ,2 volte il tempo di riverbera-
e alle componenti più idonee.
z i o n e o t t i m a l e : T i ”  , 2 To t t
È evidente come tale approccio sia estremamente complesso e difficile da tra-

durre in pratica. Risulta comunque di grande aiuto la conoscenza dei fenome- Dove:

ni e del comportamento fisico dei materiali.


Ti tempo di riverberazione rilevato in
È indispensabile, per il progettista, disporre di un’pportuna documentazione
opera (nella banda di ottava i-esima)
tecnica dei materiali che indichi con sufficiente precisione il comportamento
ad ambiente non occupato [s]
acustico degli stessi.
90
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Esempio di calcolo Il grafico che segue mostra il confronto

Si consideri una piccola sala conferenze di 280 m3 realizzata con le seguenti fini- dei valori di T60 e T60 ott.

ture ed elementi di arredo:

Coefficienti di assorbimento acustico (α i)

Materiale Sup. [m ] 2 125 Hz 250 Hz 500 Hz 1 kHz 2 kHz 4 kHz


Pavimentazione:
parquet di legno 72 0,04 0,04 0,05 0,05 0,05 0,05
Pareti laterali:
piccole finestre 5,87 0,35 0,25 0,8 0,2 0,06 0,04
Pareti laterali:
Lastre in gesso rivestito 97,65 0,3 0,5 0, 0,07 0,07 0,07
Pareti laterali:
Lastre Knauf Danoline M 20,64 0,45 0,7 0,7 0,65 0,75 0,8
Soffitto:
Lastre in gesso rivestito 52,8 0,3 0,5 0, 0,07 0,07 0,07
Soffitto: Lastre Knauf
foratura circolare 8/8
I valori di T60 risultano essere sempre
ribassamento 40 cm 9,2 0,56 0,84 0,53 0,56 0,43 0,48
inferiori ai valori di T60 ottimale.

Questo fatto è da ritenersi positivo in


Coefficienti di assorbimento acustico (α i)
quanto un minore tempo di riverberazio-
Elementi di arredo numero 125 Hz 250 Hz 500 Hz 1 kHz 2 kHz 4 kHz
ne determina una maggiore intelligibilità
Sedia o sedile metallico
o in legno, occupato 42 0,3 0,4 0,6 0,8 0,85 0,85 del parlato.

Ne consegue che la sala è da considerar-

si “acusticamente adeguata”.
Utilizzando la formula di Sabine
0,16V
T60 =
A

dove:
V v o l u m e d e l l o c a l e [ m 3]

A a r e a d i a s s o r b i m e n t o e q u i v a l e n t e t o t a l e d e l l ’ a m b i e n t e [ m 2]

E dove il parametro A, caratterizzante la capacità dell’ambiente di assorbire le

onde sonore, è definito da:


k m

A= Σ i=1
Siα i + Σ j=1
njAj

dove:

Si s u p e r f i c i e i - e s i m a ( m 2)

α i coefficiente di assorbimento della s u p e r f i c i e i - e s i m a

nj numero di elementi del j-esimo tipo

Aj assorbimento totale di un elemento del j-esimo tipo

Si ottiene:

Tempo di riverberazione calcolato (T60) [s]

125 Hz 250 Hz 500 Hz 1 kHz 2 kHz 4 kHz

0,52 0,58 0,63 0,61 0,6 0,59

91
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

A l t r e p r o p o s t e d i c o e ff i c i e n t i d i p r o p o r z i o n a l i t à e l a b o r a t i d a v a r i i s t i t u t i d i r i c e r c a s o n o Queste caratteristiche rendono questi


riassunti nel seguente grafico. sistemi adatti ad interventi diversi: il pro-

gettista può impiegarli laddove è soltanto

2,5 richiesto un contributo di fonoassorbimento


T 1
T 000 ott per impedire livelli di pressione sonora
2
2,0
3 troppo elevati (ristoranti, mense, bar, etc.)
4
1,5
o, con filosofie applicative più raffinate, per
2
creare situazioni di comfort di grado supe-
3 1
1,0 5 45 riore (uffici, sale riunione, etc.).

Nella progettazione acustica di auditorium,


0,5
sale multimediali, cinema, etc. conoscere

con precisione le caratteristiche di fonoas-


0
sorbenza è fondamentale per poter proce-
5 6 8 2 3 4 5 6 8 2 3 4 5 6 8 Hz
40 100 1000 10 000
dere ad un accurato posizionamento di

componenti e materiali di rivestimento.


Va l o r i o t t i m a l i d i τ 6 0 i n f u n z i o n e d e l l a f r e q u e n z a r i f e r i t i a l v a l o r e a  0 0 0 H z :
Sovente nel corso dello studio di questi
() Mc Nair; (2) Morris e Nixton; (3) Danish Broadcasting studios (musica);
(4) Richmond e Hejola; (5) Bèkèsy e altri (parlato) ambienti ci si ritrova nella necessità di

dover diversificare le proprietà acustiche di

alcuni elementi costruttivi, ad esempio del


5.6 Soluzioni tecniche Knauf soffitto, per consentire una corretta diffu-

sione sonora.
Correzione acustica Il sistema Knauf di controsoffitti modulari
Come è stato anticipato parlando delle diverse tipologie di materiali fonoassor- offre la possibilità di comporre su di un
benti, ogni materiale o sistema, in funzione delle sue modalità di assorbimento unico reticolo soffitti con aree ad assor-
(come materiale poroso, membrana vibrante o risonatore) ha un funzionamento bimento (pannelli lisci o con vari tipi di
migliore in certe frequenze e peggiore in altre. foratura), pur mantenendo la assoluta
É dunque utile combinare tra loro i vari sistemi, al fine di sfruttare al meglio le proprietà ispezionabilità e la possibilità di modifi-
di ognuno di essi: il sistema più valido in tal senso consiste nell’accoppiare materiali care le caratteristiche di assorbimento
porosi a materiali che funzionano a membrana o come risonatori, ottenendo in tal modo un semplicemente sostituendo, per esempio,
alto valore del coefficiente di assorbimento acustico su tutte le frequenze. pannelli forati a pannelli lisci.

Le controsoffittature fonoassorbenti, perfo-


Lastre e pannelli forati rate e non, basano come si è detto il loro
K n a u f p r o d u c e c o m p o n e n t i p e r l a r e a l i z z a z i o n e d i c o n t r o s o ff i t t a t u r e e c o n t r o p a r e t i i n funzionamento sulla combinazione di diffe-
gesso rivestito liscio o forato. renti principi.
Le lastre in gesso rivestito liscio si comportano agli effetti del fonoassorbimento Sostanzialmente esse si comportano come
come pannelli vibranti, con una apprezzabile capacità di assorbimento alle basse risonatori multipli e pannelli vibranti, con
frequenze. caratteristiche di assorbimento in frequenza
Le lastre in gesso rivestito forato hanno un funzionamento a risonatore multiplo: variabili in funzione dei seguenti parametri:
con percentuali e tipi di foratura diversi, sono tutte dotate di ottime proprietà percentuale di foratura, altezza di pendina-
fonoassorbenti diversificate, come rendimento, in spettro di frequenza. tura, natura e caratteristiche geometriche
Si può dire che il comportamento di un controsoffitto o di una controparete realizzati con dei materiali fonoassorbenti.
lastre forate e con l’interposizione di materiali fibrosi nell’intercapedine richiami tutti e tre i Su questi aspetti può intervenire il pro-
principi di funzionamento dei materiali fonoassorbenti: diversificando i tipi di foratura, gli gettista per ottenere il risultato voluto.
spessori dell’intercapedine, il tipo e gli spessori dei materiali fibrosi e alternando superfici

forate a superfici liscie, è possibile modificare l’assorbimento a tutte le frequenze.


92
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Percentuale di foratura

La percentuale di superficie occupata dai

fori agisce sull’assorbimento acustico

sulla base del seguente principio: basse

percentuali di foratura determinano un

elevato assorbimento alle basse frequen-

ze e ridotto assorbimento alle alte; alte

percentuali di foratura inducono il feno-

meno contrario, e cioè un ridotto assorbi- Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
a bassa e alta percentuale di foratura
mento acustico alle basse frequenze ed

elavato assorbimento alle alte.

Con una percentuale di foratura inferiore

al 0% l’assorbimento diminuisce sensi-

bilmente alle alte frequenze, mentre per

le basse la caduta è ridotta.

Con una percentuale di fori tra il 0 e il

5% si ottiene il massimo valore di


Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
assorbimento acustico per i prodotti in con diverse percentuali di foratura
gesso forato, con un massimo assorbi-

mento acustico nella gamma di frequenze


Intercapedine
250, 500 e 000 Hz.
La profondità dell’intercapedine fra il soffitto e le lastre forate interviene come
Con foratura superiore al 5% l’assorbimen-
parametro significativo per le altezze di sospensione comprese tra 200 e 500 mm.
to acustico diminuisce alle basse frequenze.
Con intercapedini minori di 200 mm il rendimento, al diminuire dello spessore

della intercapedine, si sposta alle medie e alte frequenze e ne interessa un


Aumentando la superficie forata i
range ristretto (comportamento selettivo). Aumentando la profondità dell’inter-
pannelli accoppiati a materassini in
capedine si ottiene un aumento dell’assorbimento acustico alle basse frequen-
lana minerale tendono a raggiungere
ze con scarsi vantaggi per le alte frequenze, mentre altezze di sospensione
il coefficiente di assorbimento tipico
d e l c o n t r o s o ff i t t o s u p e r i o r i a 5 0 0 m m n o n c o m p o r t a n o u l t e r i o r i v a n t a g g i .
del materassino senza però arrivare
Si nota comunque che, all’aumentare dell’altezza di sospensione, il coefficien-
ad eguagliarlo.
te di assorbimento migliora in generale su tutte le frequenze, e l’assorbimento

diviene in generale meno selettivo. È opportuno notare che intercapedini mag-

giori di 200 mm. possono dar luogo a fenomeni di risonanza (flutter echo).

Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito


in funzione dell’altezza di pendinatura (profondità dell’intercapedine)

93
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Ve l o i n s o n o r i z z a n t e

Il velo insonorizzante in fibra di cellu-

losa accoppiato alle lastre in gesso

perforate ne influenza il comportamen-

to acustico in funzione delle proprie

caratteristiche di permeabiità dell’aria.

Un’elevata permeabilità all’aria del

velo insonorrizzante è associata ad un

elevato assorbimento alle basse fre-


Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
quenze, al contrario si può notare in in funzione della permeabilità all’aria del velo insonorizzante (a) e dello spes-
sore del pannello isolante in fibra ad esse accoppiato (b)
presenza di ridotta permeabilità

all’aria un elevato potere fonoassor-

bente attestato sulle alte frequenze.

Lana minerale

Lo spessore dello strato coibente e la

sua densità sono proporzionali all’as-

sorbimento acustico ottenibile per l’in-

t e r o s p e t t r o d i f r e q u e n z a . Ta l e a s s o r b i -

mento può essere migliorato, per le

medie frequenze, dalla presenza di Variazione in frequenza del potere fonoassorbente di lastre in gesso rivestito
in funzione della densità del pannello isolante in fibra ad esse accoppiato(b)
una pellicola accoppiata ad una faccia
e della presenza di pellicola sintetica (a)
del pennello.

Il massimo assorbimento acustico si ha

per densità dell’ordine di 50 Kg/m3 del Ve l o i n s o n o r i z z a n t e c o n t r o l a n a m i n e r a l e

pannello in fibra minerale. Un velo insonorizzante incollato su lastre forate in gesso rivestito permet-

te, in generale, un assorbimento acustico maggiore della lana minerale su

Dimensioni dei fori lastre forate.

Fori di piccole dimensioni e disposti a Con altezze di sospensione minori di 00 mm la punta di assorbimento del

brevissimi intervalli permettono un velo insonorizzante si sposta verso le frequenze più alte e, contempora-

assorbimento acustico maggiore alle neamente, l’intervallo di assorbimento si restringe. Un materassino in lana

alte fequenze. minerale permette un assorbimento acustico su una banda più ampia. La

Fori grandi ad intervalli maggiori permet- soluzione ottimale prevede l’impiego di entrambi i materiali.

tono una maggiore riflessione acustica

delle alte frequenze e, perciò, un minore

assorbimento acustico delle stesse.


Segue: 5.7 Diagrammi di assorbimento acustico

Struttura superficiale

La struttura superficiale delle lastre

agisce sull’assorbimento acustico

(fenomeno di dispersione acustica):

una superficie ruvida permette un

assorbimento acustico migliore alle

alte frequenze.

94
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

5.7 Diagrammi di assorbimento acustico


Coefficiente α in funzione delle frequenze per i
pannelli in fibra minerale AMF Thermatex per un
AMF Thermatex ribassamento di 40 cm:

Thermatex Alpha
1 dB Acoustic 24 mm
Thermofon
Acoustic
dB Acoustic 30 mm

0,8 Rg 4 - 10
Fresko - Feinfresko
Saturn
Mercure
0,6 Feingelocht
Coefficiente α

Laguna Micro
Star
Rg 4 - 16
0,4 Feinstratos micro
Rg 2,5 - 10
Rg 4 - 16 / 4 x 4

0,2 Acoustic RL
Feinstratos
Schlicht
Ranura Linear 17
Laguna
0
125 250 500 1000 2000 4000
Frequenze f [Hz]

AMF Ecomin
Coefficiente α in funzione delle frequenze per i pannelli in fibra minerale AMF Ecomin per un ribassamento di 40 cm:

0,8 Planet

0,6
Coefficiente α

Filigran

0,4

0,2

Orbit
0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]
95
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Sofipan
Coefficiente α in funzione delle frequenze per i pannelli in gesso alleggerito Sofipan Acustic:

0,8

0,6 Caravaggio
Coefficiente α

0,4 Perugino
Canova
Donatello
0,2 Leonardo

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

Danoline
Coefficiente α in funzione delle frequenze per i pannelli in gesso rivestito Knauf Danoline, distanziati 60 mm dal solaio o dalla muratura:
E’ previsto l’inserimento di lana minerale nell’intercapedine dello spessore di 50 mm..

0,8

Micro M1
0,6 Tangent
Coefficiente α

Quadril Q1
Globe G1
0,4

0,2

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]
96
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Coefficiente α in funzione delle frequenze per i pannelli in gesso rivestito Knauf Danoline, distanziati 200 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 60 mm di lana di vetro Knauf Ekovetro R, densità 17 kg/m3, nell’intercapedine.

1 Tangent LM

Tangent
0,8

0,6
Coefficiente α

Globe G1
Quadril Q1
0,4
Micro M1

0,2

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

Lastre Forate e Fessurate


Lastre a foro circolare ribassamento 60 mm
Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro circolare regolare distanziate 60 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana di vetro Knauf Insulation TP 120 nell’intercapedine.

1,2

1 Lastra 10/23 LM
Lastra 15/30 LM
0,8 Lastra 8/18
Lastra 12/25
Coefficiente α

Lastra 15/30
0,6 Lastra 10/23
Lastra 6/18
Lastra 12/25 LM
0,4
Lastra 8/18 LM
Lastra 6/18 LM
0,2

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]
97
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Lastre a foro circolare sparso e alternato 60 mm


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro circolare sparso e alternato distanziate 60
mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana minerale densità 20 kg/m3 nell’intercapedine.

1,2

Lastra 10/20/68
0,8
Lastra 8/12/50
Coefficiente α

Lastra 12/20/66 LM
0,6
Lastra 8/15/20 Plus
Lastra 12/20/35 Plus
0,4 Lastra 8/12/50 LM
Lastra 8/15/20 Plus LM
0,2 Lastra 12/20/35 Plus LM

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

Lastre a foro quadrato ribassamento 60 mm


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro quadrato distanziate 60 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana minerale densità 20 kg/m3 nell’intercapedine.

1,2

Lastra 12/25
0,8
Lastra 8/18
Coefficiente α

0,6 Lastra 8/18 LM

Lastra 12/25 LM
0,4

0,2

0
125 250 500 1000 2000 4000
Frequenze f [Hz]

98
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Lastre fessurate ribassamento 60 mm


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre fessurate distanziate 60 mm dal solaio o dalla
muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana minerale densità 20 kg/m3 nell’intercapedine.

1,2

0,8
Coefficiente α

0,6 Lastra B6 LM
Lastra B5 LM
0,4 Lastra B4 LM
Lastra B4

0,2 Lastra B6
Lastra B5

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

Lastre a foro circolare ribassamento 200 mm


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro circolare distanziate 200 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana di vetro Knauf Insulation TP 120 nell’intercapedine.

0,9
Lastra 12/25 LM
0,8
Lastra 15/30 LM
0,7 Lastra 8/18 LM
0,6 Lastra 10/23 LM
Coefficiente α

Lastra 12/25
0,5
Lastra 8/18
0,4 Lastra 10/23
0,3 Lastra 15/30
Lastra 6/18
0,2
Lastra 6/18 LM
0,1

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

99
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Lastre a foro circolare sparso e alternato 200 mm


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro circolare sparso e alternato distanziate 200 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana di vetro Knauf Insulation TP 120 nell’intercapedine.

0,9

0,8

0,7
Lastra 12/20/66 LM
0,6
Lastra 8/12/60 LM
Coefficiente α

0,5 Lastra 12/20/66


Lastra 6/12/50
0,4
Lastra 6/12/50 Plus LM
0,3
Lastra 8/15/20 Plus
0,2 Lastra 12/20/35 Plus LM
Lastra 12/20/35 Plus
0,1

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

Lastre a foro quadrato ribassamento 200 mm


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro quadrato distanziate 200 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana di vetro Knauf Insulation TP 120 nell’intercapedine.

0,8

Lastra 12/25 LM

0,6 Lastra 8/18 LM


Coefficiente α

Lastra 12/25
0,4 Lastra 8/18

0,2

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]
100
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Lastre fessurate ribassamento 200 mm


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre fessurate distanziate 200 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana di vetro Knauf InsulationTP 120 nell’intercapedine.

0,9

0,8

0,7

0,6
Lastra B6 LM
Coefficiente α

0,5 Lastra B4 LM
0,4 Lastra B5 LM
Lastra B6
0,3
Lastra B4
0,2 Lastra B5
0,1

125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

Lastre a foro circolare ribassamento 400 m


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro circolare distanziate 400 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana minerale densità 20 kg/m3 nell’intercapedine.

Lastra 12/25 LM
0,8 Lastra 15/30 LM
Lastra 8/18 LM
Lastra 10/23 LM
0,6
Coefficiente α

Lastra 6/18 LM
Lastra 12/25
0,4 Lastra 15/30
Lastra 8/18
Lastra 10/23
0,2 Lastra 6/18

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]
101
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Lastre a foro circolare sparso e alternato 400 m


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro circolare sparso e alternato distanziate 400 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana minerale densità 20 kg/m3 nell’intercapedine.

Lastra 12/20/66 LM
0,8
Lastra 8/12/50 LM

Lastra 12/20/66
0,6
Lastra 8/15/20 Plus LM
Coefficiente α

Lastra 8/12/50
0,4 Lastra 12/20/35 Plus LM

Lastra 8/15/20 Plus

0,2 Lastra 12/20/35 Plus

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

Lastre a foro quadrato ribassamento 400 m


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre a foro quadrato distanziate 400 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana minerale densità 20 kg/m3 nell’intercapedine.

Lastra 12/25 LM
0,8
Lastra 8/18 LM

0,6
Lastra 8/18
Coefficiente α

Lastra 12/25
0,4

0,2

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]
102
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

Lastre fessurate ribassamento 400 m


Coefficiente α in funzione delle frequenze per le lastre fessurate distanziate 400 mm dal solaio o dalla muratura:
Per LM si intende la presenza di 20 mm di lana minerale densità 20 kg/m3 nell’intercapedine.

0,8

Lastra B6 LM
0,6 Lastra B6
Coefficiente α

Lastra B4 LM

0,4 Lastra B4
Lastra B5 LM
Lastra B5
0,2

0
125 250 500 1000 2000 4000

Frequenze f [Hz]

103
L’acustica con Knauf
Soluzioni tecniche per l’edilizia civile e industriale

6 Bibliografia essenziale

Di seguito si riporta un elenco di testi a quali si rimanda per approfondire gli argomenti trattati.

S PA G N O L O R . ( a c u r a d i ) , M a n u a l e d i a c u s t i c a a p p l i c a t a , E d . U T E T

E V E R E S T F. A . , M a n u a l e d i a c u s t i c a – C o n c e t t i f o n d a m e n t a l i A c u s t i c a d e g l i i n t e r n i , E d . H o e p l i

H A R R I S C . M . , M a n u a l e d i c o n t r o l l o d e l r u m o r e , E d . Te c n i c h e N u o v e

S H A R L A N D I . , M a n u a l e d i a c u s t i c a a p p l i c a t a – L’ a t t e n u a z i o n e d e l r u m o r e , E d . W o o d s I t a l i a n a

M A M M I S . , B O R G H I M . , B E N E D E T T I S . - C o l l a n a A N I T: L’ i s o l a m e n t o t e r m i c o e a c u s t i c o – Vo l . 3 M a n u a l e d i a c u s t i c a e d i l i z i a

B O R G H I M . , B E N E D E T T I S . - C o l l a n a A N I T: L’ i s o l a m e n t o t e r m i c o e a c u s t i c o – Vo l . 6 C l a s s i f i c a z i o n e a c u s t i c a d e l l e u n i t à i m m o b i l i a r i

Link utili

Di seguito si riportano una serie di link utili per ricavare informazioni riguardanti l'acustica edilizia e ambientale

w w w. k n a u f . i t – K n a u f I t a l i a

w w w. a n i t . i t – A N I T – A s s o c i a z i o n e N a z i o n a l e p e r l ’ I s o l a m e n t o Te r m i c o e a c u s t i c o

w w w. a c u s t i c a - a i a . e u – A I A - A s s o c i a z i o n e I t a l i a n a d i A c u s t i c a

104
Le nostre certificazioni

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Castellina Marittima (PI) Castellina Marittima (PI) Gambassi Terme (FI) Knauf Milano Knauf Pisa
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