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A CIÊNCIA DO GRANDE ALENTO

“A dor não pode aperfeiçoar ninguém, ela é resultado de nossos equívocos.


Caso aperfeiçoasse, já estaríamos salvos, tamanhas as nossas dores!”
Kheóps Justo

Inspirando-nos na obra do Dr. Samael Aun Weor,1


bem como na Medicina Tradicional Chinesa, nos propusemos a
apresentar este pequeno material com o fito de trazer às
pessoas, a você que tem acesso ao mesmo, um pouco mais de
conhecimento útil e prático para sua própria resolução, em
especial no que concerne às vibrações e faixas frequênciais,
mais especificamente voltadas para a saúde e o bem-estar da
pessoa como um todo, física e psiquicamente.

Garantindo nossa saúde garantimos as condições


básicas e necessárias para podermos alcançar outras metas em
nossa caminhada de investigações e conquistas, sejam externas
ou internas. Para tanto, é imprescindível em qualquer época,
evitar perder tempo e vida com tentativas de acertos e erros em
consultórios médicos e clínicas hospitalares.

Para introduzirmos, dentre outros assuntos,


apresentamos suara a ciência do alento, um dos ramos do yoga
(leia-se iôga) que trata do estudo da respiração que se relaciona
com os elementos da medicina tradicional chinesa: éter, fogo,
ar, terra, água. Para isso, necessário se fará termos noção do
que é o prana que, para muitos pode ser considerado o próprio
Cristo Vital, o Grande Alento. E alento, por sua vez, seria então
vida, vida oriunda daquele que tudo emana. E, finalmente
1
Os Mistérios do Fogo, onde há um capítulo homônimo.

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ciência, pois trataremos os temas de forma que possam ser bem
compreendidos, escapando sempre que possível das
terminologias estrangeiras que são lindas de serem lidas e
ouvidas, mas que em verdade não nos alcançam, não chegam
até nós, e assim, não surtem o tão necessário e esperado efeito.

Muitos têm acesso a diversas informações que hoje


são abundantes, muitas dessas informações são de extrema
utilidade, mas outras, de tão complexas e obtusas acabam
perdendo a função de sua existência, eis que não alcançam o
público alvo a que se propõem.

Ainda assim, muitas literaturas acabam se misturando


e trazendo à população do Ocidente materiais mesclados e
confusos que só fazem aumentar as dúvidas do pesquisador
sincero. Denominações usadas num país, ou até mesmo num
continente diferente do outro para abordar um mesmo tema,
acabam coabitando juntas numa obra única sem distinção de
padrão ou de identidade, gerando tumulto e enganos a quem se
propõe iniciar um conhecimento apropriado.

As tradições tibetanas, chinesas, hindus, bem como as


da antiga Europa dos grandes pensadores do século IV a.C.,
desvendaram mistérios profundos e inalcançáveis para meros
mortais deste princípio de século XXI d.C., mantras, chacras,
energia, respirações, ritos do yoga, dogmas e tantos outros são
artigos de diálogos comuns em círculos exotéricos, ambientes
de academias de ginástica, mesas de cantinas de universidades;
todos já ouviram falar, já leram sobre o tema ou até mesmo já
se posicionaram numa asana (leia-se ásana = postura, posição)
e entoaram mantras por horas a fio na expectativa de encontrar
este ou aquele benefício. Frustradas por ausência de resultado
ou por carência de persistência acabam abandonando práticas

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por vezes interessantes por falta de uma orientação mais
objetiva e clara.

Sem a pretensão de nos outorgar o título de doutores


na área, ou profundos conhecedores de todos esses assuntos,
em absoluto, queremos singelamente ofertar uma síntese de
pesquisas realizadas e que culminaram neste despretensioso
trabalho, onde alguns desses temas serão abordados e
esclarecidos de uma forma que possa ser canalizado para um
proveito mais subjetivo e útil.

Frisamos em especial que não se trata aqui da última


palavra ou a verdade maior sobre o tema, mas sim de uma série
de compilações, de estudos embasados em autores sérios e
sinceros e ainda de investigações pessoais nos mundos internos
assessoradas pelo filtro Crístico da Intuição.

Gratos e bom proveito.


Namaskar

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HARMONIA E DESARMONIA EMOCIONAL

“A forma é a fôrma que nos molda.”


Kheóps Justo

Quando falamos que determinada pessoa está


desarmonizada e lhe sugerimos um determinado tipo de
tratamento (seja alopático ou homeopático, alternativo ou
ortodoxo) esperamos que a pessoa compreenda de imediato
suas necessidades sem nem sequer pararmos para averiguar
com carinho e atenção necessários a forma, o fundo e o
transfundo de sua condição de dor e sofrimento.
A forma são os movimentos, os gestos, olhares,
modos, costumes, tudo o que fazemos e acontece no dia a dia,
na physis grega é a FORMA, é o mundo. Representa
basicamente tudo aquilo que é humano e material no homem, é
a vida cotidiana dentro da qual se desenvolve o trabalho, os
estudos, compromissos, prazeres, deveres, etc. Neste mundo
formal ou de formalidades expressa-se a personalidade que
todos temos, com o seu caráter, hábitos e costumes, com a
nossa identidade, valores humanos e imagem psicológica que
projetamos para o exterior. Assim, precisar-se-ia tomar
conhecimento da “forma” como a pessoa está vivendo para
começar a análise de sua condição. Um estudo inicial,
superficial, mas inicial.
Já o fundo, é a região psíquica do nosso subconsciente
e inconsciente humano. Neste mundo podemos encontrar
diversos traumas, fobias e complexos que são vibrações densas
que se repercutem sensivelmente nas pessoas e que
condicionam a sua vida e as suas relações. Assim, no fundo,

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encontramos uma investigação mais contundente e próxima da
real necessidade da pessoa.
Agora, no caso do transfundo, é a região mais
profunda de todo o ser humano. Este mundo tem uma
característica dupla: um aspecto, digamos, de escuridão e outro
de luz, onde no de escuridão estão depositados os defeitos
psicológicos e no de luz estão as virtudes principais. Dentro das
profundezas do ser humano vibram, por conseguinte, os átomos
mais sutis e também os mais densos. Segundo a nossa forma de
ser, pensar e viver ativamos uns ou outros, inconsciente ou
conscientemente. Nesse patamar, encontramos com paciência e
investigação detalhada as verdadeiras causas dos males em que
se encontra a pessoa ou a origem de seu desequilíbrio e
desarmonia.
Entretanto, a proposta maior é que a própria pessoa
possa se encontrar internamente e por si só se resolver. Por que
agiremos assim!? Seria preguiça de nossa parte? Seria receio de
cometer equívocos? Insegurança? Em hipótese alguma. Na
verdade, se faz necessário que a pessoa seja orientada em
primeiro lugar para saber como se valer das ferramentas que irá
usar (e quais). Mas o cerne de nosso trabalho é que a pessoa
não dependa de ninguém! Que ela passe exclusivamente a ouvir
sua voz interna, seu verdadeiro e real SER2 interno, fazendo uso
de percepções como a intuição e da vontade superior, qualquer
um pode sair adiante, deixando de lado as muletas psicológicas
que usamos como atalhos para nos ajudar a caminhar a própria
vida.

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Realidade suprema, eterna e imutável.

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RELAÇÃO DOS MERIDIANOS COM AS EMOÇÕES

“O caminho certo para a saúde


é a escolha adequada da frequência salutar.”
Kheóps Justo

Na medicina tradicional chinesa, existe um tratamento


– no Ocidente ainda considerado alternativo – chamado
acupuntura. Para sermos sucintos, punturando com agulhas
extremamente finas determinados canais do corpo humano,
alcança-se caminhos de energia vital, os quais se utilizam de
ditos caminhos para circular pelo corpo humano, energia esta
que pode estar em excesso ou em falta na pessoa gerando
malefícios de toda ordem; com estímulos aplicados pelo
terapeuta, busca-se o equilíbrio da saúde da pessoa
rearmonizando essas vias. Esses caminhos, esses canais de
energia são chamados de meridianos.
Os meridianos são intimamente ligados aos órgãos do
corpo humano. Para sermos breves e menos complexos,
citaremos rapidamente 14 deles: O meridiano dos pulmões; do
intestino grosso; do estômago; do baço-pâncreas; do coração;
do intestino delgado; da bexiga; dos rins; da vesícula; do
fígado; e mais quatro que não regem especificamente um órgão,
mas influem diretamente no organismo, tais como o da
circulação-sexualidade; do triplo aquecedor; vaso governador e
vaso da concepção.
Mas o mais importante nessa complexa seleção é
saber que as emoções são basicamente as responsáveis pela
saúde da pessoa e que as emoções estão ligadas diretamente aos
órgãos. Vejamos.

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ÓRGÃO EMOÇÃO
PULMÕES TRISTEZA, MÁGOA
CORAÇÃO ALEGRIA
FÍGADO RAIVA
BAÇO/PÂNCREAS CONCENTRAÇÃO,
MEDITAÇÃO,
PREOCUPAÇÃO
RINS MEDO

Para se ter harmonia é preciso que se tenha saúde


física; fluxo equilibrado das emoções e desenvolvimento
adequado das faculdades intelectuais. Isso se adquire
observando-se as emoções tais como raiva, ciúme, mágoa...
Essas emoções separadas, quando em excesso, já têm o poder
de atingir órgãos do ser humano com danos consideráveis.
Imagine vários órgãos com problemas?
O mais interessante é que cada órgão/emoção está
intimamente relacionado a uma espécie de “ciranda viciosa”, ou
melhor dizendo, um desequilíbrio do fígado pode aumentar a
raiva e a depressão, as quais, por sua vez, agravam o
desequilíbrio do fígado e assim sucessivamente.

DESARMONIA
órgãos e vísceras

DESARMONIA
emocional

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Se esse fator não for observado e adequadamente
corrigido, gerará um desequilíbrio em outros órgãos, como por
exemplo: pulmões = tristeza; rins = medo. A pessoa fica triste
com algo que lhe sucede, sabe que se ficar triste demais pode
adoecer e então fica com medo disso tudo, resultado, afeta os
pulmões e os rins...
Depois de algum tempo, o indivíduo já não
suportando mais as dores, busca tratamento. Se quiser um
tratamento alternativo, o paciente deverá ser realmente
paciente, pois o terapeuta precisará de um bom período de
investigação para puxar a linha da meada que se encontra
oculta dentro do universo complexo da pessoa. Dor física e
emocional. Caso contrário, buscará a química ou o bisturi, que
na maioria das vezes resolve o efeito e não a causa. O mais
triste nessa história toda, é que às vezes a pessoa está tão
repleta de conceitos que não se permite ser curada...
FOGO
CORAÇÃO
ALEGRIA

MADEIRA TERRA
FÍGADO BAÇO/
RAIVA PÂNCREAS
MEDITAÇÃO

ÁGUA METAL
RINS PULMÕES
MEDO MÁGOA

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AS RODAS DE ENERGIA

“Vibrar é atrair. Atrair e ter em si e para si.


Vibrar de forma negativa é atrair para si formas negativas. Portanto, se
queres saúde...”
Kheóps Justo

Cônscios dessas situações em função das diversas


experiências e vivências obtidas com os estudos e investigações
nessa e em outras áreas, compreendemos que uma das formas
de se evitar tanto prejuízo emocional e físico é o
conhecimento! Ferramentas existem fartamente, ferramentas
funcionais, importantes e próprias. Aqui procuraremos
despertar pelo menos o interesse em algumas dessas chaves, em
princípio simples, mas que utilizadas a contento resultam em
ótimos benefícios pessoais.
Saber fazer uso dessa, ou de qualquer outra
ferramenta, como gostamos de chamar, é importante para que
não critiquemos sem saber as causas de eventual mau
funcionamento. Costumamos dizer que uma chave de fenda não
serve para pregar um prego, tampouco um martelo para extrair
um parafuso, mas nem por isso condenamos as ferramentas
como ruins... Apenas não foram usadas adequadamente, seja
por inabilidade do manuseante ou por falta de conhecimento de
suas utilidades. Mas em suma a ferramenta funciona.
Umas das primeiras etapas é que a pessoa comece a
ouvir o que seu próprio corpo quer lhe dizer. Hoje em dia,
infelizmente, ele não mais fala conosco, ele grita com todas as
suas forças! Ainda assim não o ouvimos até que a pessoa baixe
a um hospital. Urge que alteremos nosso comportamento,
nossos vícios (e não os dos outros).

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Para tanto podemos trabalhar com as energias do
chacras. Uma leve introdução do que seria chacra se faz
importante.
Através das diversas literaturas encontramos essa
palavrinha escrita com diversas grafias diferentes: chacra;
chakra; cakra e assim vai; nas diversas escolas da área também
ouvimos diversas pronúncias diferentes: chacra, chacrrá e a
mais próxima da realidade: tchácra. Vamos adotar a escrita
chacra e a pronúncia tchácra para nos comunicar sem barreiras
intelectualoides.
Hoje em dia, com a abertura global entre Oriente e
Ocidente que permitiu uma miscigenação cultural rica,
dificilmente se encontra alguém que nunca tenha ouvido falar
em chacra ou no que ele signifique, mas impera que
respeitemos aqueles que ainda não têm a noção básica, e
portanto, arriscaremos uma explicação.
Chacra de fato seria a ocidentalização da palavra
cakra a qual, por sua vez, seria roda ou algo que roda em
sânscrito. No caso em tela, é como um eixo rotativo de energia.
Além de seu significado óbvio e secular (girar), algumas
correntes ainda defendem que os chacras possuem quatro
conotações esotéricas:
1ª) a roda do vir-a-ser, ou o “giro da existência”; o
cosmos fenomênico;
2ª) o círculo de iniciação no ritual sexual em algumas
tradições tântricas;
3ª) a um diagrama (yantra) utilizado para determinar
o tipo adequado de mantra para uma pessoa ou evento;
4ª) denota os vórtices psicoenergéticos que formam os
principais órgãos do corpo humano composto de energia vital.
É nessa quarta conotação que nos fixaremos.
O nosso organismo não é capaz de assimilar a energia
cósmica presente no universo, pois sua carga é muito forte. Os
chacras são os responsáveis por captá-la, armazená-la e

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transformá-la em energia vital, em frequências possíveis de
serem absorvidas pelo organismo.
Os chacras são portas de entrada para a saúde (ou para
a doença) dependendo exclusivamente de como a pessoa
administra suas emoções. Em nosso corpo existem milhares de
pequenos chacras e autores diversos defendem uma gama
insondável desses pequenos vórtices, mas num ponto
praticamente todos concordam, existem sete desses chacras que
comumente são considerados como os principais e que
gerenciam esses outros demais.
Todo ser humano é composto por diversos corpos
além do corpo físico. Temos quatro corpos ditos inferiores:
Corpo Físico, Corpo Etérico ou Vital ou ainda Sutil; Corpo
Astral ou dos Desejos; Corpo Mental; e ainda mais três
considerados superiores: Corpo Causal ou das Causas; Corpo
da Consciência ou da Vontade Superior e o Corpo do Íntimo ou
Intelectual Superior. Formam-se assim o Quaternário Inferior e
o Ternário Superior.
Bem, essa anatomia esotérica, por assim dizer, surgiu
com a pretensão de explicar os fenômenos que ocorrem quando
as pessoas se encontram em um estado alterado de consciência,
fenômenos paranormais, de êxtase, de mediunidade e afins.
Os chacras estão alinhados fisicamente uns aos outros
no curso da coluna espinhal por centros ou plexos nervosos e
ligados a condutos ou canais (nadis), formados pela energia
vital, também conhecida por prana.
Esses chacras, organicamente falando, são reflexos de
nossas sete glândulas principais: supra-renais; gônadas;
pâncreas; timo pulmonar; tireoide; hipófise e epífise. Cada uma
dessas glândulas é conectada a um dos centros de energia (os
chacras) que possuem a especificidade de absorver e
redirecionar energia imanente à própria glândula, a fim de que a
mesma funcione na frequência necessária elaborando todos os

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componentes orgânicos e vitais necessários ao bem-estar do
corpo humano.

Observemos que está comprovado que as glândulas


endócrinas são as responsáveis por toda a produção de nosso
suprimento de medicina interna. Se ocorrer de os chacras
encontrarem-se em desequilíbrio, a pessoa ficará com sua
imunidade baixa vindo a ser vítima de uma série de ataques que
minam a saúde.
Um detalhe que não deve passar despercebido é que
os chacras trabalham em escalas vibracionais em variações
distintas de frequências. Isso é fácil de perceber quando
analisamos os desenhos que ilustram os chacras onde são
demonstrados diversos apêndices, ou, como a tradição hindu
prefere demonstrar, pétalas (de uma planta chamada lótus).
Bem, para que possamos cumprir com nosso propósito de

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sermos práticos, vamos analisar essas pétalas chacrais sob outra
ótica, qual seja, taxa de vibração ou frequência da energia de
cada chacra. Se seguirmos de baixo para cima no corpo
humano, iniciando pelo que se denomina por chacra básico3,
temos a sequência de pétalas e assim, por comparação, as
vibrações: 4, 6, 10, 12, 16, 96, 960 (ou mil pétalas). O número
de pétalas também está associado à cores determinadas para
cada um desses sete chacras específicos que estamos
abordando. Cada chacra também possui um nome que o
identifica e uma posição correspondente ao corpo humano.
Cada uma dessas cores afeta o chacra, pois cor, nada mais é que
um espectro de frequência vibratória, umas visíveis outras não
ao olho nu, correto? Ora, se as cores alcançam os chacras e os
fazem agir de tal ou qual forma, que diremos então do som?
Aqui entra então a chave para organizar os chacras e,
por conseguinte, a saúde, o bem-estar, o equilíbrio físico e
psíquico do indivíduo como um todo. Essa chave é conhecida
por MANTRA.

OS CHACRAS E SUAS LOCALIZAÇÕES


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Oportunamente será observado cada posição, nome, cor e som.

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“O questionar é algo salutar. Doença é criticar.”
Kheóps Justo

Agora estamos mais maduros para compreender o que


é chacra, portanto vamos apresentar as sete principais posições,
seus nomes, o que fazem e seus benefícios.
Tecendo um paralelo com o cristianismo, para ajudar
a quebrarmos as barreiras do preconceito e unificarmos esse
maravilhoso trabalho de aperfeiçoamento do ser humano,
vamos introduzir o nome do chacra com cada uma das sete
igrejas mencionadas no Livro das Revelações, capítulo 1,
versículo11. Para isso faremos uso do material disponibilizado
pela Professora Silvana Gomes que é muito simples e rico em
detalhes:

MULADHARA (BÁSICO ou RAIZ)

Igreja de Éfeso

PORTAL DA TERRA

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LOCALIZAÇÃO: No períneo, na base da coluna vertebral

COR: Vermelha

ELEMENTO: Terra

SENTIDO: Olfato

SÍMBOLO: Quadrado

NOTA MUSICAL: Dó

MANTRA: LAM

ÓRGÃOS: Órgãos genitais, sistema excretor, rins, coluna


vertebral, ossos, dentes, unhas, sangue, pele, pernas e pés.

GLÂNDULA: Supra-renais

PEDRAS: Obsidiana, Quartzo fume, Turmalina negra,


Hematita, Ônix, Granada.

4 Pétalas.

Quando em equilíbrio, este CHAKRA está ligado à segurança,


estabilidade, confiança em si mesmo.

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SWADHISTHANA

Igreja de Esmirna

PORTAL DA LUA

LOCALIZAÇÃO: No plexo sacro

COR: Laranja

ELEMENTO: Água

SENTIDO: Paladar

SÍMBOLO: Lua crescente

NOTA MUSICAL: Ré

MANTRA: VAM

ÓRGÃOS: Útero, Sistema reprodutor, Bexiga, Intestino, Rins,


sistema circulatório.

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GLÂNDULAS: Gônodas – produtores de gametas - (ovários –
testículos)

PEDRAS: Olho-de-Tigre, Âmbar, Cornalina, Citrino, Rubi,


Topázio.

6 Pétalas.

Ele rege a sexualidade, o prazer, a procriação e a criatividade


em todos os sentidos.

MANIPURA (PLEXO SOLAR)

Igreja de Pérgamo

PORTAL DO SOL

LOCALIZAÇÃO: Região estomacal

COR: Amarelo

ELEMENTO: Fogo

SENTIDO: Visão

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SÍMBOLO: Triângulo voltado para baixo

NOTA MUSICAL: Mi

MANTRA: RAM

ÓRGÃOS: Estômago, Fígado, Vesícula Biliar, Baço

GLÂNDULA: Pâncreas

PEDRAS: Topázio Imperial, Citrino, Malaquita

10 Pétalas.

É O CHAKRA do Poder Pessoal, tradicionalmente associado às


funções lógicas da mente que nos permitem fazer planos e
direcionar a nossa vontade no mundo.

ANAHATA

Igreja de Tiatira

PORTAL DO AMOR

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LOCALIZAÇÃO: Na altura do coração

COR: Verde (ou em algumas tradições, Rosa).

ELEMENTO: Ar

SENTIDO: Tato

SÍMBOLO: Estrela de seis pontas

NOTA MUSICAL: Fá

MANTRA: YAM

ÓRGÃOS: Coração, Pulmões, Sistema circulatório

GLÂNDULA: Timo

PEDRAS: Quartzo rosa, Turmalina rosa, Rodocrosita.

12 Pétalas.

É o CHAKRA do amor incondicional, dos sentimentos


elevados por todas as criaturas vivas, da auto-aceitação. Sendo
o mais utilizado em todos os trabalhos de cura energética e o
elo de conexão para o desenvolvimento de todos os outros
chakras.

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VISHUDDHI

Igreja de Sardis

PORTAL DO TEMPO E DO ESPAÇO

LOCALIZAÇÃO: Garganta

COR: Azul celeste

ELEMENTO: Éter

SENTIDO: Audição

NOTA MUSICAL: Sol

MANTRA: HAM

ÓRGÃOS: Ouvidos, cordas vocais, faringe, brônquios

GLÂNDULAS: Tireóide e Paratireóide

PEDRAS: Água marinha, Cianita, Turquesa.

16 Pétalas.
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É o CHAKRA da purificação, da comunicação e da
criatividade, influenciando a expressão vocal e verbal. A lição
desse centro energético é o uso correto da VONTADE.
Aprender a fluir entre a percepção do infinito e do tempo.

AJNA

Igreja de Filadélfia

PORTAL DA LIBERAÇÃO

LOCALIZAÇÃO: No ponto entre as sobrancelhas

COR: Azul anil, Violeta

SENTIDO: Percepção extra-sensorial

NOTA MUSICAL: Lá

MANTRA: OM

ÓRGÃOS RELACIONADOS: Olhos, nariz, cérebro direito,


sistema nervoso.

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GLÂNDULA: Pituitária

PEDRAS: Lápis-lázuli, Ametista, Sodalita.

2 Pétalas.

O AJNA é o centro do comando de todo o Ser. É através dele


que atingimos a unidade de consciência.

A lição de vida no nível do sexto CHAKRA é: visão e


inteligência, concentração e consagração, ordem superior e
projeção mental correta. Assim, devemos pensar, falar e agir
coerentemente e com equanimidade.

SAHASHARA

Igreja de Laodiceia

PORTAL DA TRANSCENDÊNCIA

LOCALIZAÇÃO: No topo da cabeça

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COR: Violeta, Branco

NOTA MUSICAL: Si

ÓRGÃOS: Cérebro, Sistema nervoso

GLÂNDULA: Pineal

PEDRAS: Quartzo, Ametista.

1.000 Pétalas.

Está associado à conexão da pessoa com sua espiritualidade e a


integração de todo o seu Ser, físico, emocional, mental e
espiritual. Vai além do mundo físico e cria no indivíduo um
sentido de totalidade, de paz e fé, dando um sentido de
propósito a sua
existência.

O pesquisador
assíduo,
investigador
autêntico, perceberá
que não
disponibilizamos o
mantra respectivo
deste último chacra.
Muito embora
diversas correntes
apresentem alguma
referência mântrica
para ele, este chacra
deve ser meditado.

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A GEOMETRIA DA PALAVRA

“Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.”


HO’OPONOPONO

Assim sendo, dando sequência às orientações,


seguimos esclarecendo neste tópico o que é então mantra.
Mantra deriva do radical hindu man = pensar, e do
sufixo tra = a intenção através de som. Também é conhecido
por mente livre, prece, hino, encantamento, conselho, plano...
Em tese, um mantra é o encadeamento de palavras, fonemas
com significados que podem ou não ter um sentido
comunicável. São verbalizações geometrizadas que ao serem
pronunciadas numa determinada constância e frequência fazem
vibrar e ativam partes de nosso corpo atreladas ao fluxo de
energia imanente.
Nesse contexto, qualquer palavra poderia ser um
mantra, bastaria que a pessoa se valesse dela com um foco
específico. Muitos utilizam o mantra para livrar a mente de
pensamentos obscuros, exercitando assim uma espécie de
meditação, já que muitos também entendem que meditar é não-
pensar.
Dito isso, sabemos então que existem diversos tipos
de mantras para diversos tipos de situações, causas e/ou
necessidades. Não seria diferente com os chacras. Os hindus, os
budistas, os espíritas, os cristãos e tantos outros segmentos
possuem cada um sua particular forma de entoar mantras (eis
que sua funcionabilidade se encontra na geometria da palavra).
Ao se articular um mantra, por mais simples que o seja, nossa
boca se movimenta e cria formas e essas formas são atreladas
às esferas superiores da própria música de onde os mágicos e
puros sons emanam. Por isso geometria da palavra.

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A Ciência do Grande Alento nos orienta que devemos
trabalhar com o alento, (já vimos o que é alento no início) com
o prana ou em princípio muito simplório, com o ar. Em verdade
com o que há no ar. Como fonte inicial para qualquer atividade,
e assim sendo, para vocalizar-se um mantra, torna-se
imprescindível que respiremos adequadamente. Abordaremos
com mais detalhamento as respirações e pranayamas num
capítulo próprio para não perdemos o foco do tema.
Alguns dos principais mantras que se associam
diretamente à geometria da palavra são as vogais A, E, I, O, e
U. Todavia, muito embora ao serem trabalhadas isoladamente
surtam seus respectivos efeitos plenamente, elas possuem uma
ordem a ser seguida quando o praticante procura por resultados
mais potentes, tendo em conta que cada mantra está
diretamente relacionado com um dos sete chacras e/ou
glândulas, como se pode deduzir.
Assim sendo, o mantra I, fará vibrar o chacra frontal.
O mantra E, fará ressoar o chacra da garganta.
Vibrando com o mantra O, vibra também o coração.
Para acionar a glândula timo pulmonar, entoe o
mantra A.
O mantra U vibra a região dois dedos acima do
umbigo.
Obras, literaturas e tratados enciclopédicos, sites e
eventos existem diversos, e, como já adiantamos, são escritos e
falados de diversas formas. Sem considerar a quantidade
imensa de mantras que existe para muitas e variadas funções.
Existem mantras até para encontrar vaga para estacionamento...
Cabe o bom-senso, uma investigação coerente e fazer uso da
intuição. Tendo sempre em conta a corrente que se segue,
mantra budista, tibetano, hindu... Pelo fato da riqueza de tantas
variantes é que acabam confundindo os menos prevenidos.
Importa saber alguns, escolhê-los com carinho e consciência
para o objetivo a ser praticado e como entoá-los.

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Ao realizarmos as práticas de mantralizações,
podemos tecer uma analogia certeira em outros pontos
presentes nas crenças ocidentais. Observemos, por exemplo, a
fluidificação da água pela doutrina espírita; atentemos para a
benção da água através do catolicismo/evangélicos; as sutras da
seicho-no-ie; os suras muçulmanos; as palavras de indução do
mesmerismo; a programação neurolinguística; as runas célticas;
os cantos dos índios (norte americanos ou latinos).
Como destacamos, a Ciência do Grande Alento busca
comprovações científicas para o que demonstramos
teoricamente. Para isso, levantamos o trabalho do Dr. Masaru
Emoto, doutor em medicina alternativa, cientista e pesquisador
do Japão, que após anos de pesquisa séria, descobriu como as
moléculas da água reagem às vibrações, ao som, à palavra, de
maneira assombrosa, como se sentimentos tivesse.4 Seu livro
foi escrito em japonês, inglês, grego, alemão, chinês, coreano e
com o título em português: “HADO-Mensagens ocultas na
água” já está disponível aos brasileiros. Seu trabalho foi
amplamente discutido entre os ecologistas, os cientistas e em
especial os religiosos, inclusive pelo Papa João Paulo II.
Seu grande sucesso no exterior levou o Dr. Emoto a
questionar os motivos disso, e descobriu que por abordar o
cristal da molécula de água congelada, estava trabalhando com
o Cristo e com o Todo! (Christ + All em inglês).
Em suma, quando se diz algo forte, pesado, denso,
para um frasco com água, suas moléculas são destruídas! Ao
passo que, para surpresa de todos, ao pronunciar-se palavras de
alta vibração, sutis, amorosas, de alento, as moléculas se
rearranjavam e criavam uma harmonia ímpar, perfeita,

4
Para quem quiser mais referências sobre o esplêndido trabalho do Dr.
Masaru Emoto, pode acessar o site: http://www.youtube.com/watch?
v=S7zblFpi1Fs&p=7C587023498904CB e acompanhar com tradução
simultânea uma de suas palestras impressionantes.

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impoluta. Seu trabalho foi tão rico que acabou sendo
incorporado ao filme “Quem somos nós” 5.

OBRIGADO VOU TE MATAR

Paremos um instante agora para reflexionarmos.


Pedimos carinho e consideração pelo que vamos divulgar
agora.
Imaginemos todas as crenças que dão ênfase às
bênçãos, às emanações do verbo, agora, cientificamente
comprovado, imaginemos esse reflexo dentro do ser humano
que é composto praticamente por 70% de água. Imaginemos
esse reflexo no Planeta Terra, que é composto praticamente por
70% de água.
Analisemos com amabilidade por um ponto superior...
O prana! O prana é composto de moléculas de água... Então, se
a água é capaz de registrar as frequências, as vibrações (densas
ou sutis) podemos concluir que o prana seja uma espécie de
5
Título original: (What the Bleep Do We Know?)
lançamento: 2004 (EUA)
direção:William Arntz, Betsy Chasse, Mark Vicente
atores:Marlee Matlin, Elaine Hendrix, Barry Newman, Robert Bailey Jr.
duração: 109 min.

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computador planetário; seria absurdo então considerá-lo o
famoso Registro Akáshico da Natureza? Acessar tal registro
seria acessar o prana, a força vital universal, uma energia
psicofísica vibrante, o poder vibratório frequêncial que subjaz a
toda manifestação, ou, seguindo nossa dedução, seria acessar a
molécula da água!
Portanto, acessar nosso próprio registro é
simplesmente acessar nossa água interna para nos
descobrirmos, para descobrir como estamos vibrando, como
está nosso cristal, como está nosso Cristo Íntimo! Com essa
sabedoria agora adquirida, pode-se alterar com o filtro da
Intuição qualquer estado vibracional, denso.
Reflitamos com carinho, meditemos se quiser assim,
sobre como estamos tratando a água, como estamos tratando
nossa própria água interna, como estamos tratando a água
interna de nosso semelhante, de nossos alimentos, de nossos
fluídos sexuais. Como estamos usando nosso verbo, de que tipo
de esferas são nossas músicas? Como tratamos nosso Cristo?
Que tipo de mantra você quer usar para moldar sua
vida doravante?

Formas geométricas de diversos cristais de água vibrando


superiormente
PRANAYAMAS

30
“Quando o sabão entra nos olhos e não se tem água nem toalha para
limpá-los,
somente as lágrimas é que tiram sua dor.”
Kheóps Justo

Imbuídos agora desse alento, dessa vontade superior,


iniciaremos a abordagem dos pranayamas.
Se prana é vida, e ayama significa extensão, por
lógica concluímos que pranayama seria “extensão da vida”,
numa tradução mais livre.
De qualquer forma, pranayama é o controle consciente
da respiração.
O pranayama e seu controle são tão importantes que
são considerados como um instrumento para rejuvenescer ou
ainda imortalizar o corpo. Entretanto, seu propósito maior é o
controle e a gestão da mente.
O controle do ar, do alento, é levado tão a sério, que
se o praticante que tenta realizar seus experimentos sem
controlar a respiração é considerado como uma pessoa que
tenta cruzar o oceano num barco de barro cru. Está fadada a
afundar-se.
O controle da respiração se faz através de inalações
específicas e retenções adequadas, de onde se conduz o ar
(prana, alento) para as diversas vias de nosso veículo físico
preenchendo-as com vida, com moléculas de amor imanente. O
ventre, as costelas, os pulmões, os ombros são apenas as
regiões mais simples em que se pode enviar oxigênio e nutri-las
com o sopro da vida. Uma dor, uma distensão, pode ser
atendida em caráter de emergência simplesmente conduzindo o
prana até aquela região.
Seu controle tem quatro fases: respiração (inalação);
retenção e expiração (exalação) e por fim retenção novamente.

31
A prática de um pranayama é considerada como preparatória,
de purificação para toda e qualquer outra prática.
Respirar corretamente é controlar as energias. Esse o
segredo. Eis a disciplina para a harmonia do prana, para a saúde
do ser.
Para que se possa comprovar uma vez mais o que
estamos falando – prana é vida – sem alegorias fantasiosas,
existe uma prática muito singela de ser realizada por qualquer
pessoa que o queira fazer.
Basta que se fixe o olhar tranquilo e sereno para o alto
do céu durante a manhã ou ao entardecer6. O prana, o éter
sagrado, poderá ser vislumbrado depois de alguns momentos de
contemplação do espaço anil, a princípio como milhares de
chispinhas brancas e cintilantes. Depois, percebe-se com o
passar do deslumbramento, que essas pequenas formas
luminosas de fótons possuem movimento vigoroso e frenético,
o que as diferencia da ilusão de ótica, de vermes oculares,
danos na córnea, e sujeira no olho que em geral aparecem
sempre escuras.
Com um pouco mais de serenidade e controle da
ansiedade, poder-se-á constatar que essas pequeninas bolinhas
possuem em verdade a forma de um espermatozoide, com uma
cauda um pouco menor que a da célula móvel constituída de
uma cabeça ou núcleo e um flagelo que serve para locomoção
do gameta masculino.
Verificamos assim, pela experiência, pela vivência
empírica o cerne do motivo de o prana ser considerado vida...

6
Muito embora se possa enxergar o prana a qualquer hora do dia, esses dois
períodos são os mais fáceis para quem nunca experimentou a prática de vê-
lo.

32
A respiração internamente não alcança apenas os
pulmões e outras vias aéreas, mas em especial passa pelos
nadis. Compreendamos – mesmo que superficialmente – um
pouco do que são nadis. De forma geral, os nadis são espécies
de tubos, canais, conduítes que transportam o ar, a água, o
sangue, nutrientes diversos, e várias outras substâncias para o
corpo todo. São, por assim definir, as artérias, as veias, os
capilares, os bronquíolos, gânglios e afins de nossa anatomia
física.
Agora, nos Corpos Sutil e Causal (como vimos
anteriormente), os nadis são os canais pelos quais circulam
energias. Energias vitais, tais como o sêmen e as de vibração
etéreas, sutis, sensações, consciência, aura espiritual.
Importa saber que esses nadis têm diversos nomes em
diversas culturas, bem como quantidades variadas, que chegam
de 72.000 a 350.000 nadis. Todavia, ateremo-nos a três deles
como os principais: Sushuma ou Susumna; Ida e Pingala.

33
Consoante verificamos na ilustração abaixo, o canal
sushuma é um canal central reto na coluna vertebral, que se
inicia no chacra muladhara e ruma pelas vértebras e demais
chacras até o sahasrara, corresponde ao sistema nervoso central.
Ida vai do testículo direito até a narina esquerda no
caso do homem, é frio. E na mulher, vai do ovário esquerdo até
a narina direita.
Pingala, por sua vez, inverte o processo, no homem
parte do testículo esquerdo e vai até a narina direita, enquanto
que na mulher parte do ovário direito e vai até a narina
esquerda. É quente.
Ida corresponde ao sistema parassimpático e pingala
ao sistema simpático.

34
Ao passo que o canal (nadi) sushuma atravessa todos
os chacras, esses dois (ida e pingala) não o fazem, seguem
sinuosamente por fora criando um campo de energia positiva e
negativa que faz girar os chacras. Esse processo todo é gerado
exclusivamente pela respiração. Onde há vida há prana, há
vibração, onde há morte não há chacras rodando.
Por isso, conduzir a respiração de forma cônscia e
adequada implica diretamente na qualidade de vida, da saúde
da pessoa e seu bem-estar, como estamos sempre evidenciando
desde o início.
Respirações existem também de diversas formas.
Escolas, yoguines e yogues e pseudo-atletas da respiração,
fazem campeonatos de como respirar de tal ou qual forma. Isso
infelizmente existe aos cântaros, mas não implica que se
descaracterize a realidade de uma respiração profunda, uma
retenção dosada e uma exalação purificante que seja conduzida
com sabedoria e liberdade consciencial.
Uma vez mais nosso filtro Crístico se faz necessário
com a o auxílio da intuição para separar o que serve do que é
show.
Para treino, deixaremos um dos exemplos clássicos de
pranayama, que inclusive de tão usado é até chamado de
pranayama pelos tibetanos e hindus, mas por outros é
conhecido como o Pranayama Crístico Egípcio.
Ele é praticado obedecendo-se a sequência dos canais
(nadis) acima expostos, ou seja, homem e mulher devem
realizá-los inversamente um ao outro.7
Sentados numa posição confortável – em geral lótus
ou meio lótus – de forma que as costas fiquem com um ângulo
próximo a 90º, tal como um esquadro8. Importa que se sinta
7
IMPORTANTE frisar que quando as mulheres estiverem grávidas ou em
seu período menstrual não devem mexer com as energias que estão em seu
organismo.
8
Essa posição de coluna ereta é uma praxe, mas não necessariamente um
pré-requisito, pode-se inclusive realizar a prática deitado, de joelhos, em pé

35
bem, sem que os fluxos sanguineos estejam obstaculizados, o
que causaria desconforto.
Antes de iniciar esse propósito, algumas simples
inalações e exalações profundas são recomendadas para
equilibrar as energias preparatórias do ato a ser realizado
(mesmo que seja o próprio pranayama que se irá praticar).
O homem deve primeiro fechar a narina direita com o
polegar (direito).
Inala até sentir ser o suficiente.
Retém o ar selando a narina esquerda com o dedo
indicador (direito).
Alguns segundos exala (totalmente) o ar pela narina
direita quando então o dedão deve permitir a passagem do ar.
Retenha-se alguns segundos sem ar algum e para isso
sela-se novamente a narina direita com o polegar.
Agora, retoma a respiração pela narina DIREITA,
abrindo o dedo polegar.
Inala-se o suficiente.
Retém-se o ar prendendo a narina direita com o
polegar.
Exala-se pela esquerda totalmente.
Essa prática é uma purificação completa. É realizado
assim, apenas um Pranayama Crístico Egípcio.
Algumas variantes dessa postura mais rigorosa são
encontradas em obras diversas, onde o adepto deve estar de
joelhos diante do sol nascente em profunda oração com a mão
esquerda levada ao ventre para sentir os fluxos respiratórios e
impedir que outras energias interfiram; variação do modo como
se usa os dedos (mudras – leia-se mudrás) e outras.
As mulheres que não estiverem grávidas e tampouco
em suas regras, realizam a prática da mesma maneira, todavia
invertem todos os canais. Onde se inicia com a direita, elas
iniciam com a esquerda e assim seguidamente.

e até no ato sexual.

36
Reza a lenda de Hollywood, que Ginger Rogers dizia
para seu parceiro de dança Fred Asteire, que ele era um exímio
dançarino, entretanto, tudo o que ele fazia para a direita ela o
fazia para a esquerda e de costas.

Com
essa
simplória técnica
de
respiração
consciente, o praticante se permite preencher os rincões de seu
organismo físico e etéreo da força vital prânica.

Existem adeptos que alcançam um nível de perfeição


e consciência corpórea tão grande que reprogramam seu DNA
para que possam sobreviver apenas de prana, são os
respiratorianos, afinal, os fótons entram na composição dos
átomos tanto quanto os prótons, elétrons e nêutrons, portanto,

37
mudando a programação mental, muda-se a alimentação. Meia
hora de sol sob a envolvência do prana é um banquete; isso é
viver de luz!

OS MANTRAS SEMENTES

“Transcendência não é agir ou deixar de agir, mas agir ou deixar de agir


sabendo plenamente as reações advindas de tal ou qual decisão e para não
sofrer com os resultados.”
Kheóps Justo

38
Além de toda essa informação que procuramos
sintetizar neste material, não podemos deixar de fora os bijas –
mantras sementes.
Existem certos mantras de uma única sílaba que são
ainda extremamente potentes. Esses são conhecidos como os
mantras seminais9. Novamente em sânscrito são conhecidos
apenas como BIJA. Muitos tradicionalistas alegam terem
desenvolvido poderes extraordinários ao praticá-los.
Mas então qual a diferença?
Diferentemente das palavras corriqueiras do dia a dia
ou dos próprios mantras em si, o bija são considerados
experiências de energia. Um plus do mantra. Eles se distinguem
ainda dos mantras por não conterem uma forma específica, tal
como o odor de um incenso ou o sabor de um beijo. Não há
como definir uma experiência desse nível. Um bija-mantra é
uma raiz, é um som sutil de ativação dos chacras.
Algumas correntes defendem que o bija mantra serve
para ajudar a dissolver determinados problemas, ou melhor
dizendo, para ajudar a encontrar a resposta que trará a
compreensão do mesmo, e assim sendo, sua solução. Para isso
basta praticá-lo.
Quando alguém se propõe a melhorar a saúde, a
silhueta, busca um profissional, uma academia e pratica
exercícios. Natação, tênis, corrida, ciclismo, musculação, yoga.
Os resultados para quem se aplica, dedica-se compensam o
esforço e essa dedicação. Com o passar do tempo amigos e
colegas começam a perceber como a pessoa mudou, está muito
melhor. Depois atestam que essa pessoa é diferente, tem um
potencial amplo, possuí saúde, é esbelta, é forte, é bela... Elas
enxergam os resultados que depois de anos de dedicação

9
Sem conotação específica com o sêmen propriamente dito, mas sim uma
analogia com respeito a sua potencialidade sublime.

39
aparecem, mas não conseguem perceber que essa pessoa
metodicamente dedicou-se a alcançá-los e continuam sendo
vítimas das circunstâncias. Deixam a vida lhes levar.
Com as práticas dos mantras também é assim.
Dedicação para obtenção de resultados.
Muitos preferem pensar, mentalizar os bijas, ao invés
de sonorizá-los. Os resultados seriam os mesmos? Evidente que
se a pessoa está num ambiente em que seria tachada de louca
por estar mantralizando, mas sente que seria interessante
naquele momento fazê-lo, ora, o bom-senso e o respeito ordena
que se mentalize ao invés de pronunciá-lo. Isso é consciência. E
com a prática a pessoa perceberá a diferença de um ato e de
outro.
Os Bija-Mantras harmonizam os chacras, trazem-nos
de volta ao seu próprio ponto natural de rotação e sua única
frequência nos sete pontos sob o pólo do ser.
São sons curtos de três letras. Sílabas sementes que
trabalham na vibração de mestres específicos, encerram a
essência desse ser invocado e transfere-se em parte para a
pessoa que o entoa. Com essas práticas, sintonizamos com a
harmonia já existente.
Bija abre portas, realinha chacras, é uma semente,
uma árvore em potencial com centenas de frutos.
Por isso a importância de sabermos nosso próprio
nome interno. Quem tem acesso ao próprio nome é só
mantralizá-lo que as barreiras do inefável se transpõem com
respostas e oportunidades sem par.
Interessante fazer de baixo para cima, pois assim se
eleva a energia do chacra básico para a coroa.
O Professor Wagner Borges apresenta um material
profícuo que adotaremos em seguida para ilustrar e designar os
principais bijas apenas um pequeno resumo, só para dar uma
idéia básica:

40
BÁSICO (do sânscrito: "Muladhara": "Base e
fundamento"; "Suporte"):
Base da coluna; ligado às glândulas supra-renais;
Bija-mantra: "LAM".

SACRO (do sânscrito: "Swadhistana": "Morada do


Prazer"):
Região do baixo ventre (pela sua própria localização no
corpo, esse chacra seria melhor denominado como
"geniturinário"); ligado às gônadas (homem: testículos;
mulher: ovários);
Bija-mantra: "VAM".

UMBILICAL (do sânscrito: "Manipura": "Cidade das


joias"):
Cerca de dois centímetros acima do umbigo (controla toda
a região do plexo solar);
ligado a glândula pâncreas; Bija-mantra: "RAM".

CARDÍACO (do sânscrito: "Anahata": "Invicto";


"Inviolado"):
Coração; ligado à glândula timo;
Bija-mantra: "YAM".

LARÍNGEO (do sânscrito: "Vishudda": "O purificador"):


Garganta; ligado à glândula tireóide (e paratireóides);
Bija-mantra: "HAM". (Ou ainda HUM).

FRONTAL (do sânscrito: "Ajnã": "Centro de comando"):


Testa; ligado a glândula hipófise (pituitária);
Bija-mantra: "OM". (Ou ainda SHAM).

41
CORONÁRIO (do sânscrito: "Sahashara": "O lótus das
mil pétalas"):
Topo da cabeça; ligado à glândula epífise (pineal);
Bija-mantra: "Brahmarandra" ou o "OM". (Ou ainda
SOHAM, ALL ou AUM).

Como já alertamos no caso dos mantras, o leitor


atento percebe que em alguns eles são ou repetidos ou possuem
mais de um para o mesmo chacra. Como em tese eles atraem o
respectivo mestre de sua emanação, vale o praticante intuir o
que ocorre ao entoar.
Esses bijas também funcionam isolados ou em
conjunto. Sua pronúncia é vigorosa e rápida. Sites específicos
podem orientar nas pronúncias desses bijas com mais presteza
que o material escrito não o permite.10

CONSIDERAÇÕES FINAIS

“O que as pessoas realmente procuram


é um entendimento que não lhes obrigue a fazer
mudança alguma em suas vidas.”
Gal. Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa

10
Ao final deste material haverá algumas referências de sites que poderão
ser acessados para esse tipo de investigação.

42
Frequentemente as pessoas interessadas se perguntam
preocupadas: “O que fazer?” Outras, “Como fazer?” esta
pergunta depois que se descobre após muito procurar o que
fazer.
Bem, mas para isso, necessário se faz perceber
algumas etapas e aqui está novamente a utilização das
percepções. Entretanto, frisamos, ainda antes disso tudo, existe
um fator preponderante para que se possa iniciar quaisquer tipo
de atividades, estudos, investigações. A VONTADE!
Se o indivíduo, a pessoa, não quer... não tem remédio,
livro, médico, sacerdote, palestra que possa lhe conferir a
solução. Todavia, também essa mesma pessoa que nada faz,
nada experimenta, nada arrisca, está desautorizada a tecer
qualquer tipo de crítica quanto às alternativas existentes para a
saída de seu labirinto.
Esse tipo de gente, fatalmente passa a se impingir a
pecha de “vítima das circunstâncias”, jogando uma culpa (ou
responsabilidade) no destino, no pecado, no carma... para não
dizer nos outros ou, na alternativa de que para ela essas
“coisas” não funcionam mesmo.
Seguindo, quando se sai desse estado lastimável e
supera-se o estágio em que se recorda da existência de uma
força chamada vontade, em que se a resgata, exuma-se-a das
catacumbas escuras e poeirentas de mundinho oculto e interno,
onde a pobre vontade jaz amordaçada e apodrecida, passa-se a
fazer então uso das tão famosas percepções e inicia-se a
audição do próprio corpo, o próprio interior, o verdadeiro e real
SER INTERNO que deixa então de gritar, fazendo uso das
dores e das doenças para conversar com a pessoa diretamente.
Assim sendo, uma das mais importantes percepções, a intuição,
passa a ser uma das ferramentas mais úteis a ser desenvolvida
nessa jornada de evolução íntima e pessoal. No mundo da

43
intuição só achamos a onisciência. O mundo da intuição é o
mundo do SER, é o mundo do Íntimo. Nesse mundo não
entram os defeitos, os elementos densos, o eu, o ego, os
demônios, pois é o mundo do Espírito Universal da Vida.
Para se obter o resgate da vontade, urge que seja a
pessoa verdadeiramente sincera consigo mesma.
Canalizando as energias adequadamente somos
sortidos de altíssimas frequências e vibrações importantíssimas
para nossa vida. O que novamente se coloca em cheque é:
como canalizar energias? Lembramos que as comidas também
possuem cores, assim como as roupas, a natureza, ou seja,
energias que devem ser trabalhadas e energia é matéria
sublimada e matéria é energia condensada. Assim parece ainda
complicado. Então, trabalhemos com ALEGRIA!
Alegria é um contato com o universo, com a Força
Central Maior. Então, como ter alegria quando se sofre?
Explicamos: não se pode ter alegria estando no fantasma do
passado ou na fantasia do futuro. O tempo é um amontoado de
recordações. Somos escravos do passado. A vida é um eterno
agora, um eterno “presente”.
Não há como ser alegre sendo egoísta.
A alegria torna belo a tudo, sem cobrança, distinção.
É incondicional.
A alegria é própria da vida, é uma energia que se sente
e não é pensada. Ela atua, manifesta.
Não nos olvidemos que somos receptores, geradores e
transmissores de energia, de fóton. Que recebemos energia
imanente, pura; que tipo de energia estamos emanando para os
outros? Como estamos digerindo essa energia dentro de nós,
dentro de nossas células, de nossa água?
Os mantras ajudam a limpar essa triste e lastimável
condição.
Os pranayamas ajudam a equilibrar esse cenário
doído.

44
A Ciência do Grande Alento veio para harmonizar,
quebrar barreiras e demonstrar que viver a vida com alegria e
simplicidade é só querer, começar e ser constante. Sincero
consigo mesmo.
A busca pela sinceridade, pela verdade não pode
terminar enclausurada em conceitos.
Para se experimentar diretamente a verdade, há
necessidade de inocência, paz num coração tranquilo.
Ela, a verdade, está dentro do mundo, dentro do ser
humano, aqui, agora, já. É atemporal. Não pertence ao tempo. É
uma desconhecida de momento a momento.
Quando a mente se aquieta no vazio do silêncio
voluntário, pessoal, a Verdade então chega.
Por isso, quando se vislumbra o que é divino, o que é
grande, aquele fardo absurdo e ridículo que se chama culpa,
sobra.
Para se iniciar a libertação da culpa o melhor caminho
é o autoperdão. Autoperdoar-se é alavancar o elo entre a queda
e o reerguer-se. Com a compreensão, a consciência livre, a
investigação sincera de si mesmo, sem juízos e prejuízos a lição
se aprende, a pessoa entende, interioriza, reflete e arrepende-se
em seu secreto. Assim, não há a necessidade da punição, do
corretivo, da culpa, do pecado, do carma... Isso é transcender!
Estar sob a influência de leis e mais leis é um absurdo.
Melhor é estar sob novas e eternas influências magnânimas do
SER, da Misericórdia Divina.
No universo deturpado sempre se repetirão as
amarguras enquanto estiver a pessoa no nível de ser em que se
encontra. Num círculo vicioso também chamado de retorno e
recorrência.
Nós mesmos somos quem escolhemos o estado
interior que queremos ter e estar. Pode-se estar tranquilo num
velório de um ente querido e ainda mantendo o respeito com a
situação, ou depressivo e arrasado num baile ou aniversário.

45
Resta-nos ter ciência disso tudo, com calma,
digerindo pouco a pouco, mas com iniciativa de identificar os
elementos densos em nosso âmbito pessoal, renunciá-los de
nossa vida e em seguida resgatar nossa partícula de fóton, nossa
chispa de luz, a essência, a alma, com liberdade de conceitos
trevosos e danosos, livres dos implantes que nos cerceiam
desde a tenra idade, com gana de sair adiante em prol de nossa
liberdade consciencial e de nosso avanço espiritual e cósmico.
Só assim podemos amar a nós.
Só assim podemos amar ao próximo.
Consciência Livre!

* O presente livreto é entregue na totalidade da forma que aqui


se apresenta. Não nos responsabilizamos por quaisquer mudanças,
alterações ou tergiversações de seu conteúdo!

http://kheops.blog.terra.com.br/ www.cyoganamaskar.blogspot.com
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDRADE, José Hermógenes de; Autoperfeição com Hatha Yoga.


BARÓN, Ernesto; Os três mundos em que vivemos.
Bons Fluídos. Novembro 2001, Nº 30.
Bons Fluídos. Abril 2003, Nº 47.
FEUERSTEIN, Georg; Enciclopédia de yoga da Pensamento.
RENDEL, Peter; Os chacras – estrutura psicofísica do homem.

46
ROSAS, Paulo Murilo; Os segredos da tantra e do yoga.
ROSS, Jeremy; Sistemas de órgãos e vísceras da Medicina Tradicional Chinesa.
WEOR, Samael Aun; A revolução da dialética.
________________; Crestos: Luz Universal.
________________; O livro amarelo.

REFERÊNCIAS VIRTUAIS
http://www.ceudaterra.blogspot.com/

http://luzdaserra.com.br/enciclopedia/categorias/?id=145

http://www.centrodeyogavajrapani.com.br/mantras/bijas_mantras_sementes.php

http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9537:93-
chacras-e-bija-mantras1&catid=31:periodicos&Itemid=57

http://www.voadores.com.br/site/geral.php?txt_funcao=colunas&view=8&id=162

OUTRAS OBRAS DE REFERÊNCIA


"Os Chacras"; C. W. Leadbeater; Editora Pensamento.
"Teoria dos Chacras"; Hiroshi Motoyama; Editora Pensamento.
"Elucidações do Além"; Hercílio Maes/Ramatís; Editora do Conhecimento.
"Cura Espiritual e Imortalidade"; Patrick Drouot; Editora Record, Col. Nova Era.
"Mãos de Luz"; Bárbara Ann Breenan; Editora Pensamento.
"Luz Emergente"; Bárbara Ann Breenan; Editora Pensamento.
"A Antiga Ciência e Arte da Cura Prânica"; Choa Kok Sui; Editora Ground.
"Medicina Vibracional"; Richard Gerber; Editora Cultrix.
"Os Chacras"; Harish Johari; Editora Bertrand.
"O Duplo Etérico"; Major Arthur Powell; Editora Pensamento.
"Os Chacras e os Campos Energéticos Humanos"; Shafica Karagula e Dora Van
Gelder Kunz; Editora Pensamento.
"Chacras - Mandalas de Vitalidade e Poder"; Shalila Sharamon; Editora Pensamento.
"O Livro Básico dos Chacras"; Naomi Ozaniec; Editora Pensamento.
"Chacras"; Klausbernd Vollmar; Editora Kuarup.
"O Fantástico Mundo dos Chacras"; Dominique Lecroc; Editora Pergaminho
(Lisboa, Portugal).

IMAGENS E ILUSTRAÇÕES: Divulgação.

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