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iiL BOLLeccinoi •

D e L L A B A D I A GRCCA D I G R O C C A F e R R A C A

V LCO P E L L E C r i l E S E PI R I T O BIZANTINO

Anno X I I - N . 5 - ( U S ) PUBBL. BIMESTRALE Maggio-Giugno J94J-XIX

m
DIREZIONE E AMMINISTRAZIONE:

Badia Greca d i Grottaferrata ( R O M A )


Anno X I I - ìi. 5 - (113). Maggio-Giugno 1941-XIX

IL BOLLETTINO
DELLA BADIA GRECA DI GROTTAFERRATA

eco DeLLe cf^iese di r i c o BizAncino


^<ìs^ JtilioiiaiiiBiitii anouo L, 6 — [stero il JoppJi Si paWica ojni die mesi

IL PRESBITERIO
DEL MONASTERO ESARCHICO
" CAPITOLO C A T T E D R A L E DELL' ABBAZIA NULLIUS „

SACRA CONGREGATIO PRO ECCLESIA O R I E N T A L I

N. 393/40

DECRETUM

Cum ex A p o s t o l i c a C o n s t i t u t i o n e « P e r v e t u s t u m C r y p t a e f e r r a t a e Coeno-
bium», die 26 m e n s i s septembris a. 1937 a P i o P P . X I f. r. ex A r c e Gandulfi
data, qua C o e n o b i u m i p s u m in M o n a s t e r i u m E x a r c h i c u m , idest in A b b a t i a m
«nullius» B . Mariae Cryptaeferratae evectum fuit et O r d i n i B a s i l i a n o Italiae
concreditum. liquido sequatur Capitulum monasticum, ut m o s est, t a m q u a m
Capitulum A b b a t i a l e c u m j u r i b u s et o n e r i b u s , quae C a p i t u l i s C a t h e d r a l i b u s c o n -
gruunt, e s s e h a b e n d u m , Sacra haec Congregatio prò E c c l e s i a O r i e n t a l i a d prae-
c a v e n d a d u b i a forte e x o r i t u r a , in C o n g r e s s u diei 19 m e n s i s n o v e m b r i s a. 1940
haec, quae s e q u u n t u r , statuenda c e n s u i t :
1) C a p i t u l u m M o n a s t i c u m Abbatiae B. Mariae Cryptaeferratae est vere
C a p i t u l u m C a t h e d r a l e Monasteri E x a r c h i c i idest A b b a t i a e « nullius ».
2) C a p i t u l u m — c u i n o m e n etiam « P r e s b y t e r i u m » — c o n s t a i duodecim
C a n o n i c i s et s e x M a n s i o n a r i i s .
3) A d B e n e f i c i a C a p i t u l a r i a m o n a c h i n o m i n a n t u r p e r d e c r e t u m A r c h i m a n -
dritae, i d est O r d i n a r i i .
66 IL BOLLETTINO

4) A d O r d i n e m B a s i l i a n u m Italiae spectat sustentationi tum C a n o n i c o r u m


tum Mansionariorum providere, dotem beneficialem constituendo.
Q u a e o m n i a , i n A u d i e n t i a diei 23 e i u s d e m m e n s i s , referente infrascripto
Cardinali a Secretis, S S . m u s D . N . P I U S div. prov. P P . X H adprobare digna-
tus est, et p u b l i c ] j u r i s per d e c r e t u m S . C o n g r e t i o n i s fieri j u s s i t .
Contrariis quibuslibet minime obfuturis.
D a t u m R o m a e , ex A e d i b u s S . C . prò E c c l e s i a O r i e n t a l i , die 23 m e n s i s
Novembris a. 1940.

EuQENius CARD. TISSERANT

a Secretis

J. CESARINI Adsessor.

Il R I c o n o s c i n n e n t o civile
N . 389.

VITTORIO E M A N U E L E 111°
P E R G R A Z I A DI D I O E P E R VOLONTÀ' D E L L A NAZIONE
R E D ' I T A L I A E DI ALBANIA I M P E R A T O R E D ' E T I O P I A

V i s t o i l d e c r e t o della S a c r a C o n g r e g a z i o n e prò E c c l e s i a O r i e n t a l i , i n d a -
ta 23 n o v e m b r e 1040-XfX, n . 393/40, relativo a l l ' e r e z i o n e i n C a p i t o l o Catte-
drale d e l C a p i t o l o M o n a s t i c o d e l l ' A b b a z i a « N u l l i u s » in Grottaferrata ( R o m a ) ;
V i s t a r i s t a n z a diretta a d ottenere il r i c o n o s c i m e n t o agli effetti civili d e l
decreto suddetto ;
V i s t i g l i articoli 4 d e l l a l e g g e 27 m a g g i o 1929 V I I , n . 848, 7 d e l R e g o l a -
mento approvato c o n R. D e c r e t o 2 d i c e m b r e 1929-Vlll, n . 2262 e 46 d e ! R e -
golamento approvato c o n R. D e c r e t o 29 g e n n a i o 1931-lX, n. 2 2 8 ;
V i s t a la l e g g e 6 A p r i l e 1 9 3 3 - X I , n . 4 5 5 ;
U d i t o il p a r e r e d e l C o n s i g l i o di Stato ;
Sulla proposta del D u c e del F a s c i s m o , Capo del G o v e r n o , Ministro
d e l l ' Interno ;
ABBIAMO DECRETATO E DECRETIAMO

ART. 1

È r i c o n o s c i u t o agli effetti civili il d e c r e t o della S a c r a C o n g r e g a z i o n e prò


E c c l e s i a O r i e n t a l i , in data 23 n o v e m b r e 1 9 4 0 - X I X , n . 393/40. c o n c u i il C a p i -
D E L L A BADIA G R E C A DI G R O T T A F E R R A T A 67

tolo M o n a s t i c o dell'Abbazia « N u l l i u s « in Grottaferrata ( R o m a ) v i e n e eretto i n


C a p i t o l o C a t t e d r a l e della A b b a z i a .

ART. 2

È fatto o b b l i g o alla C o n g r e g a z i o n e d ' I t a l i a dei M o n a c i B a s i l i a n i , c o n s e d e


in Grottaferrata ( R o m a ) , di c o r r i s p o n d e r e gli a s s e g n i di L . 2CC0 ( d u e m i l a ) a n n u e
a c i a s c u n o dei 12 C a n o n i c i e di L . 1200 ( m i l l e d u e c e n t o ) a n n u e nette a c i a s c u n o
dei 6 M a n s i o n a r i formanti parte del C a p i t o l o C a t t e d r a l e suddetto.
O r d i n i a m o c h e il presente D e c r e t o , munito del S i g i l l o dello Stato, sia in-
serto nella R a c c o l t a Ufficiale delle l e g g i e dei decreti d e l R e g n o d'Italia.
D a t o in Z o n a di o p e r a z i o n i , il 18 A p r i l e 1941-XlX.

F.to VITTORIO EMANUELE

Cfto MUSSOLINI

Reg.to alla C o r t e dei C o n t i addì 21 maggo 1 9 4 1 - X I X . R e g . n . 433, al


F . n. 88 - F.to M a n c i n i .
P u b b l i c a t o nella G a z z e t t a Ufficiale del 26 m a g g i o 1 9 4 1 - X I X , n . 122.

Gli Statuti Capitolari


promulgati nelF a d u n a n z a del 15 luglio 1940

1) I l Clero C a p i t o l a r e della Chiesa Cat- grava sui cespiti della Congregazione d ' I t a -
tedrale d e l l ' A b b a z i a d i S. M a r i a d i G r o t - l i a d e i M o n a c i B a s i l i a n i , c o m e da A t t o ca-
taferrata è costituito dai Jeromonaci pro- p i t o l a r e d e l l a Congregazione stessa, i n da-
fessi della Comunità monastica d e l l a stessa ta 1 g i u g n o 1940.
Abbazia. 3) L e Dignità e g l i U f f i c i c a n o n i c a l i r e -
2) I benefici c a n o n i c a l i h a n n o u n a asse- stano cosi d i s t i n t i :
gnazione annua d i L i r e 2.000 ciascuno p e r Dignità n. 2: 1) I l Proistàmenos, 2)
i C a n o n i c i , e d i L i r e 1.200 per i Mansio- L'Ecclesiarca ;
n a r i , fino ad u n nuimero massimo d i 12 Ca- Uffici Ti. 6 : 1) Kathighitìs-Didàskalos
nonici e 6 Mansionari. Detta assegnazione ( T e o l o g o ) , 2) I l P n e v m a t i k ò s fPenitenzie-
68 IL BOLLETTINO

r e ) , 3) I l Protopsàltis ( M a e s t r o d i canto), damento delle cerimonie n e l l e SS. Fun-


4) i l C h a r t o f i l a c e ( A r c h i v i s t a ) , 5) I l T y p i - zioni.
kàris ( C e r i m o n i e r e ) , 6) I l S e g r e t a r i o ; 12) I l Segretario t i e n e l o stato d e l Cle-
Canonici Semplici n . 4. ro a b b a z i a l e ; r e d i g e i v e r b a l i delle a d u -
4) O l t r e i C a n o n i c i , v i sarà u n congruo nanze c a p i t o l a r i ; t i e n e a g g i o r n a t o i l C h r o -

n u m e r o d i M a n s i o n a r i , d e i q u a l i solo i p r i - n i k ò n d e l l a Chiesa abbaziale.

mi sei p o t r a n n o godere dell'assegnazione 13) I l C a p i t o l o c o a d i u v a i l R e v . m o P.


beneficiaria. A r c h i m a n d r i t a - O r d i n a r i o n e l governo del-

5) I l Proistàmenos r a p p r e s e n t a l ' O r d i n a - l ' A b b a z i a , a n o r m a delle C o s t i t u z i o n i d e l -

rio e lo supplisce nelle funzioni i n cui l'Ordine Basiliano Italiano, e lo assiste

q n e s t i fosse i m p e d i t o d i i n t e r v e n i r e . H a n e l l e SS. F u n z i o n i l i t u r g i c h e .

l e facoltà c h e l ' O r d i n a r i o stesso crederà 14) I l C a p i t o l o c o m p i e l ' i n t e r a Ufficia-


delegargli. t u r a corale g i o r n a l i e r a , a n o r m a delle stes-
se C o s t i t u z i o n i , sia n e i g i o r n i f e r i a l i che
6) L ' E c c l e s i a r c a ha la cura d i regolare
in quelli f e s t i v i , osservando le rubriche
il culto nella Chiesa abbaziale e dirige
stabilite nel Typikòn.
g l i O f f i c i a l i m i n o r i d i essa n e l d i s i m p e g n o
delle rispettive mansioni. 15) Nell'assistere alla Ufficiatura gior-
naliera i m e m b r i del Capitolo indosseran-
7) I l Kathighitìs-Didaskalos h a l ' u f f i c i o
no l ' a b i t o o r d i n a r i o m o n a s t i c o ; nei giorni
d i leggere e spiegare l a S. S c r i t t u r a e le
di maggiore solennità useranno polystrà-
sacre d i s c i p l i n e , sia i n Chiesa che n e l Se-
v r i o n , mandyas e epanokalymàvkion.
minario.
16) L a n o m i n a d e i C a n o n i c i i n v e s t i t i d e l
8) I l P n e v m a t i k ò s esercita le sue m a n -
beneficio è fatta dal Rev.mo A r c h i m a n -
sioni d i confessore a norma del diritto.
drita-Ordinario tra i Jeromonaci di cui
Il medesimo prepara i casi m o r a l i e ne
a l n . 1. Così d e l p a r i q u e l l a d e i M a n s i o -
Jà l a s o l u z i o n e d o t t r i n a l e .
nari.
9) I l Protopsàltis h a la direzione dei
17) Le Adunanze c a p i t o l a r i sono pre-
canti e l a cura d i preparare con esattezza siedute dal Rev.mo Archimandrita-Ordi-
i c o r i p e r le sacre F u n z i o n i . n a r i o , e i n sua assenza o p e r sua delega
10) I I C h a r t o f i l a c e h a l ' u f f i c i o d i custo- dal Proistàmenos.
d i r e l e carte e i l i b r i , che si r i f e r i s c o n o a l - 18) P e r quanto n o n è determinato i n
l'Abbazia, compresi i ^ibri parroe^chiali questi Statuti, vale i l d i r i t t o comune i n
esauriti. m a t e r i a , salvo i l p r e s c r i t t o d e l l e C o s t i t u -
11) I l T y p i k a r i s v i g i l a s u l regolare an- zioni dell'Ordine Basiliano Italiano.
D E L L A BADÌA G R E C A D I G R O T T A F E R R A T A 69

R I C O N O S C E N Z A

Il coronamento, che i Documenti sopra come Sostituto e molto più poi come As-
riportati hanno dato alla stabilizzazione sessore.
canonica e civile della Comunità monasti- La circostanza che egli era legato da
ca criptense, ci obbliga a rivolgere un pen- santa amicizia col nostro Rev^mo P. Ar-
siero di riconoscenza al defunto caro As- chimandrita fin dal tempo della guerra
mondiale, quando ambedue si trovarono
a compiere il loro dovere nella Sanità mi-
litare, servì non ad aumentare questa pre-
dilezione per Grottaferrata^ che egli si
faceva guidare nell'esplicazione del suo
alto ufficio dal più retto senso ; del dovere,
ma diede ad essa un carattere di familia-
rità tutta particolare, che si propagò nella
intera S. Congregazione, Uffici ed Offi-
ciali.
Dobbiamo a Lui non poche provvidenze
a favore del nostro Prohandato a Mezzo-
fuso, Egli sostenne la ricostituzione del
nostro Collegio di S. Basilio a Roma, Egli
ebbe la sua gran parte nella decisione dì
affidare aUa Badia di Grottaferrata la
stampa dei libri liturgici slavi curata dal-
la S. Sede, Egli incoraggiò in tutti i modi,
-/.al àei|jivv)aTs 'ASsXccè f,|j.fflv. malgrado giustificate resistenze, l'apertura
sessore della S. C. prò E. O. Ecc.mo Mons. delle nostre Missioni in Albania, e, per
Giuseppe Cesarini, che ne è stato il soste- non proseguire nella elencazione che riu-
nitore convinto. scirebbe troppo lunga e in ogni caso do-
Veramente, come accennamijno nelle po- vrebbe essere per varie ragioni incomple-
che righe del necrologio nell'ultimo nu- ta, basterebbe a perpetuare la nostra ri-
mero del Bollettino, che essendo già sot- conoscenza verso S. E. Mons. Cesarini il
to stampa non consentì un maggiore dono più grande che il Monastero abbia
sviluppo conve pure avremmo voluto, ricevuto nella sua vita dieci volte secola-
Mons. Cesarini ha dato al nostro Mona- re, dopo la sua fondazione: la sua ele-
stero testimonianze continue della sua pre- vazione a Monastero Esarchico = Abbatia
dilezione, non appena la fiducia della S. Nullius, per cuii giustaniente si è detto che
Sede lo chiamò a lavorare nella S. Con- con tale atto la Badia ha avuto una nuova
gregazione prò Ecclesia Orientali, prima fondazione.
70 IL BOLLETTINO

Non (molto tempo dopo che ebbe assun- che riguarda in qualche modo l'a,mbiente
to la carica di Assessore, in una discus- orientale cristiano.
sione su certi problemi interessanti la Ba- I larghi suffragi, privati e solenni, con
dia, fu proprio Mons. Cesarini che con la cui abbiamo voluto testimoniare la nostra
Sua pacata perspicacia disse : « dobbiamo ricoTìMscenza a così insi^pe Benefattore,
fare l'Abbazia Nullius a Grottaferrata ». sentiamo che non possono aver esaurito
Chi di dovere raccolse il buon seme, che l'obbligo nostro verso di Lui. Mentre sia-
fu coltivato, cresciuta e protetto con amo- mo sicuri che il .benm^olo suo sguardo
re dall'indimenticabile Assessore, fino a paterno continuerà a posarsi dal Cielo su
che ha dato il suo frutto maturo. questa Oasi prediletta del suo Oriente, per
Da esso sono sviluppati, come conse- cui lavorò fino ad esaurirsi, noi Gli ripe-
guenti corollari, beneficii non lievi di ogni tiamo con la Chiesa: Eterna l a tua memo-
genere, più importanti soprattutto quelli r i a , o beatissimo e indimenticabile Fra-
morali, che hanno dato all'abbazia la pos- tello.
sibilità di entrare a contatto con lutto ciò

IL MONACHISMO ITALO-GRECO

I TIPICI ITALO-GRECI

Voler p o i sostenere che questo T i p i c o archetipo non sia stato redatto dal nostro
S. B a r t o l o m e o a n o i sembra una tesi p r i v a d i fondamento. Questa negazione va a f e -
rire t u t t a una t r a d i z i o n e monastica veneranda per antichità e per autorità. M o n a c i d e l -
ti, che i l l u s t r a r o n o la nostra Badia c o l sapere e con la virtù, q u a l i i l Vassalli, i l
P i a c e n t i n i , i l V i t a l i , i l M o n a l d i n i , i l Falasca, l o S c i o m m a r i , e, t r a i p i t i recenti, i l T o -
scani, i l C o z z a - L u z i , i l Rocchi, f u r o n o u n a n i m i n e l l ' a t t r i b u i r e a l N . S. P . B a r t o l o -
meo la paternità del T i p i c o .
C i si consenta d i r i p o r t a r e q u i qualcuna delle più autorevoli ed esplicite testimo-
nianze a sostegno della nostra tesi. I l P . S c i o m m a r i , c h e tradusse ed illustrò con
dotte note la V i t a d i S. Bartolomeo, così si esprime a l r i g u a r d o : « Mos quidem erat
fere omnibus E'cclesiis praecipua habere Typica, quippe quae precipuis dirigebantur
ordinationibus, ideoque illustriora Monasteria adhuc in Bibliothecis suamet antiqua
servant Typica quorum nomina ab eorum moderatoribus derivasse non raro compen-
mus, ut patet in nostro Typico S. P. Bartholomaei, quod licet anfiquitus suae Iiieronwn-
driae tantum lex fuerit, nunc tamen multis cibhinc annis uniformi ritti a nostris mona-
chis graeco-lafinis receptum servatur •>•>. I l P . T e o d o r o Toscanj, ha scritto u n trattato
sull'argomento, che, p u r ammettendo che o r m a i andrebbe aggiornato, t u t t a v i a conser-
D E L L A BADIA GRECA DI G R O T T A F E R R A T A 71

va sempre i l suo valore : « Ad typica graecorum ac praesertim ad typicnm Cryptofer-


ratense S. Bartholom-aei Abbatis animadv ersi ime s - Theodori Toscani Hieromonachi
Ord. S. Basii. M. - Romae - Typis S. Congreg. de Propaganda Fide - MDCCCLXIV.
M o l t o importante è ciò che scrive i l dotto ed insigne paleologo P. S o f r o n i o Gassi-
si, leromonaco Criptense, i l quale per essere stato u l t i m o a parlare sull'argomento, si
è potuto giovare d i nuove e più recenti f o n t i d i accertamento. N e l suo l i b r o « Poesie
di S. N i l o l u n i o r e e d i Paolo Monaco, A b b a t i d i G r o t t a f e r r a t a , da n o i già citato, i n
una nota, a pag. 3 1 , così si esprime al r i g u a r d o : « l i T y p i c o n d i G r o t t a f e r r a t a ( r , a ' ,
T) dà l'annunzio dei Santi del dì 1 1 N o v . con la seguente d i c i t u r a : M r j v l aÒTW t a ' -
Twv ayttóv [iacTÓpcov MTJVOC, B t x t w p o c , BtxsvTi'ou x a l HxecpaviSoc, v.aX toO 6a. ©soSw-
pou 10Ù STODSÌ'TO'J- xa'o toO óa. Tra-pès i^fiwv M a p t t v o u , xa'i TOO 6a. Tcaxpc? TJjiwv B a p -
ì>oÀO[j,ataL» toù véou...
Probabihnente l'indicazione della festa di S. JNIartino doveva mancare nel testo
originale del T y p i k ò n e soltanto ai t e m p i d i S. Bartolomeo, quando f u composta e pre-
scritta la nuova o i f i c i a t u r a , l'annunzio sarà stato posto i n m a r g i n e del Codice, come
nel M i n e o A. a . I H , e posteriormente inserito nel testo, quando nel 1 3 0 0 fu fatta la
nuova trascrizione e redazione di quel Typikòn. D i questa supposizione sono una con-
femia ed i l posto che tiene i l nome d i S. M a r t i n o nel T y p i k ò n e nel Codice A . a'.
I l i nominato, e m o l t o più l'assenza del nome del Santo d a i r a r i T y p i k à italo-greci ;
principalmente da u n T y p i k ò n , che è presso d i me (quello così detto del P a t i r e ) a n -
teriore al nostro (e cioè d i B i a g i o I I , del 1 3 0 0 ) e che ha origine da un testo, dal
quale dipende anche quello di Grottaferrata (cioè d i B i a g i o I I ) . D i questi due testi, m o l -
to importanti per lo studio della L i t u r g i a greca, abbiamo i n a n i m o d i occuparci pros-
simamente e pubblicarne i testi ; come speriamo d i fare a l t r e t t a n t o per g l i a l t r i T y p i -
kà, specialmente d i quelli dell'Italia Meridionale » .
La morte i m m a t u r a del d o t t o Padre Ira troncato i suoi disegni, privandoci della
sua grande esperienza i n materia.
L o stesso P. Gassisi nell'Opuscolo Gleichzeilige Hymnen..., a proposito deH"AX-
^à^vjTo? composto per la festa dell' TTrauavxi^, i n una nota a pag. 3 4 3 , così si e s p r i m e :
«I TuTLtxà più antichi., e c c . ; l'unico a indicare parte delle s t r o f e , e l ' u f f i c i o che
compiono, è i l Typicòn d i G r o t t a f e r r a t a , scritto nel 1 3 0 0 . L'autorità d i Cjuesto testo
sarebbe stata dì grande valore per determinare l'epoca i n c u i quell'inno aveva già per-
duta la sua p r i m i t i v a destinazione, per assumere l a nuova, se fossimo s i c u r i che la p r e -
scrizione l i t u r g i c a fosse stata ricopiata fedelmente dal Typikòn 'archetipo del Mona-
stero {scritto nella prima metà del sec. X I ) , dal quale proviene la copia del 1 3 0 0 » . Q u i
il P. Gassisi chiaramente parla d i u n typikòn archetipo del monastero di Grottaferrata,
comix)sto nella p r i m a metà del sec. X I , d a l quale proviene, dice, quello d i B i a g i o ; ora
l'abate Biagio ci confessa che egli ha rimaneggiato i l suo t i p i c o p r o p r i o d a questo t i -
pico, che attribuisce espressamente a l nostro santo P . Bartolomeo, i l Giovane, i l Rossa-
nese. N o n può certo a t t r i b u i r s i a S. Bartolomeo d i Semeri, che fiorì nella p r i m a m e -
tà del sec. X I I . ' """"
Con le sue dotte ricerche e con sagaci c o n f r o n t i i l dotto P, Gassisj era a r r i v a t o
72 IL BOLLETTINO

pure a l l ' i m p o r t a n t e conclusione che t a n t o i l tipico così detto del Patire, quanto quello
dell'abate B i a g i o d e r i v i n o ambedue da una stessa fonte più antica, d a l l ' A r c h e t i p o cioè
del nostro Monastero.
S u f f r a g h i a m o questa t r a d i z i o n e con altre testimonianze n o n de' n o s t r i , quali l'Asse-
m a n i , l ' A r c u d i ed i l Cardinale N e r h , Arcivescovo d i F i r e n z e , P r o t e t t o r e d e l l ' O r d i n e
di S. Basilio M . , che i l Toscani dice « versatissimo nelle cose nostre » , i l quale nella
L e t t e r a i n v i a t a a t u t t i i M o n a c i della nostra Congregazione Basiliana, circa l'edizione
dell'Orològhion dell'anno 1 6 7 7 , dichiara che egli aveva disposto che l ' O r o l o g h i o n fosse
composto « lu.vta formam et praescriptmn irtustissiiiii ac probatissimi Typici, seu Or-
dinarii Graeci Monasterii Cryptaferratac per D. Bartholomaeum dicti Coenobii Fiin-
daiorein et Abbatem a sexcentis circiter annis propeniodum compositi, et formati ».
La stessa affermazione è r i p o r t a t a nella prefazione del nostro « Litufghikòn »,
stampato i n R o m a nel 1 6 8 3 : « ...servato tamen Ritu Typici seu Ordinarii Sacri Mona-
sterii Cryptoferratae per Divum Bartholomaeum vestri Ordinis professorem, eiusdem
Asceterii Fundatorem et Abbatem, a sexcentis sexaginta fere annis compositi et per-
vidgati : Cui sane Typico, siculi citnctae dictac Religiosae familiae Monachi Italo-grae-
ci virtutimi excellentia praestantes, tum prisci, tum recentiores inconcussa observantia
perpetuo se confomiarunt, ita et vos, sicui jacifis, conformare debetis, quod eìiain Ty-
picum Antonio Arcudio Soliti Archipresbytero in coaptatione Breviarii prò Graecorum
usu per quam utile atque opportunum cognoscitur extitisse ».
P u ò essere, dice i l Toscani, che questo argomento desunto dalla tradizione sen:-
brerà d i poco peso, lasciando esso la questione nello stato d i semplice congettura. Dob-
biamo dunque cercare a l t r i a r g o m e n t i per suffragarlo d i più. « I n vero meco stesso,
aggiunge i l dotto Padre, sono rimasto s t u p i t o nel considerare perchè m a i la m e m o -
r i a d i S. B a r t o l o m e o A p o s t o l o presso d i noi sia celebrata con r i t i più solenni d i quelli
degli a l t r i A p o s t o l i . Se si f a eccezione della festa dei C o r i f e i degli A p o s t o l i S. P i e t r o
e S. Paolo, che viene celebrata con r i t o solennissimo da per t u t t o , e l ' a l t r a di S. A n -
di'ca A p o s t o l o , i l Protòclito ( = i l 1" r i m o c'niamato all'apostolato), che viene p u r essa os-
servata con grande sr,i,,;ainà, le i -ile degli a l i i i A p o s t o l i , p i a o meno, venpono cele-
brate con nessuna o con la consueta solennità. Invece, secondo le prescrizioni del nostro
T i p i c o , la festa d i o. I-jarto'omeo Apostolo, non una, ma due volte, ed i n ambedue con
grande solennità, viene celebrata, e cioè ':el g i o r n o lì giugno insieme con l'apostolo
S. Barnaba, ed i n o l t r e i l 2 5 agosto, senza la commemorazione d i altri Santi. E ' vero
che anche a l t r i t i p i c i ne fanno m e m o r i a due volte n&Ai stessi g i o r n i ; la p r i m a con
S. Barnaba e l ' a l t r a con S. T i t o , m a senza alcuna solennità. C h i considera la ragione
d i questo f a t t o n o n può assegnare a l t r a causa, se n o n le devozione singolare dell'autore
del T i p i c o verso quel Santo A i x ) s t o l o , e perciò volle onorarne la m e m o r i a con tanta so-
lennità, perchè suo omonimo. Se ciò fosse stato f a t t o nel tempo i n c u i i l Santo ( B a r -
tolomeo) viveva, niente da stupirsi : è cosa al t u t t o naturale ; m a al c o n t r a r i o non po-
trei credere che questi due g i o r n i siano stati resi così solenni dopo la m o r t e d i Luì ;
che dico?, anzi dopo più d i 2 0 0 a n n i , e cioè al cominciare dell'anno 1 3 0 0 , quando fu
trascritto, per ordine d i B i a g i o I I , i l T i p i c o sopraddetto, che o r a possediamo, e, si badi
D E L L A BADIA GRECA DI GROTTAFERRATA 73

bene, ciò sarebbe stato f a t t o n o n per ordine del Santo, m a i n f o r z a d i una qualche
tradizione » . (Toscani, o. e ) .
D ' a l t r a parte i l caso che l'autore d ' u n tipico prescriva d i solennizzare con r i t o so-
lenne la m e m o r i a del suo P a t r o n o o m o n i m o non è r a r o nella serie dei t i p i c i . Per esem-
pio, lo stesso fatto t r o v i a m o registrato nel T i p i c o d i S. L u c a d i Messina. I l Santo A u -
tore d i esso prescrìve che alla festa del suo P a t r o n o , S. Luca Apostolo ed Evangelista
( 1 8 ottobre), sia celebrata solennissimamente, con canto del V a n g e l o a l M a t t u t i n o , e con
t u t t i g l i idiòmeli e p r e s o m i al Vespero ed alle L a u d i e la D o x o l o g i a Grande, a d i f f e -
renza dì t u t t i g l i a l t r i t i p i c i , che la celebrano con la consueta solennità, senza Vangelo.
Segue poi alle prescrizioni l i t u r g i c h e una noticina molto significativa : « Dobbiamo
sapere che in occasione della Memoria di S. Luca si fa una splendida festa ( i l vocabo-
lo greco è più espressivo: TtapocxÀTjais = consolazione) per tre giorni, e cioè la
vigilia, la festa, e la meteòrsia ( g i o r n o dopo la festa) e beviamo anche il condito (?)
(forse i l v i n o nuovo).
Paràclisis q u i significa propriamente quella santa e moderata gioia, che viene
concessa a sollievo dei monaci nelle feste g r a n d i del Signore, della V e r g i n e SS. e n e l -
le loro ottave, e dei Santi più i n s i g n i , cessando i n quelle o completamente o i n parte
i l digiuno monastico e l'astinenza da certi cibi e bevande, vietati negli a l t r i t e m p i d e l -
l'anno.
M a perchè andare i n cerca d i a l t r i a r g o m e n t i , quando ne abbiamo uno storico
importantissimo, dì poco posteriore alla m o r t e del Santo, che suffraga la nostra tesi
e la tradizione?
Che S. Bartolomeo, E g u m e n o dì G r o t t a f e r r a t a , abbia composto i l t i p i c o che g l i
viene a t t r i b u i t o , viene affermato esplicitamente dall'abbate B i a g i o I I nella prefazione
che premise al suo T i p i c o del 1 3 0 0 . N o i già la abbiamo r i p o r t a t a più s o p r a : . . . « Tipi-
co, che fu rinnovato dall'antico Tipico, composto dal A^. S. P. Bartolomeo, il Giovane,
il Rossanese )). D u n q u e se B i a g i o dice ciie lo rinnovò, ciò v u o l d i r e che esisteva pure
l ' A r c h e t i p o , da cui egli attìnse la sua copia ; e certamente per fare questa egli doveva t e -
nerlo davanti agli occhi ; a l t r i n i e n t i come avrebbe f a t t o a r i n n o v a r l o ?
Nè ad infirmare questa così esplicita e storica testimonianza può invocarsi l ' a f f e r -
mazione che Biagio abbia contuso i l nostro S. B a r t o l o m e o d i G r o t t a f e r r a t a , con l'al-
t r o S. Bartolomeo d i Semeri, m o r t o circa 8 0 anni dopo, fondatore del monastero del
Patire, cui si attribuisce l ' a l t r o T i p i c o , che va sotto i l nome del P a t i r e .
D i f a t t i Biagio tiene m o l t o bene a specificare che S. Bartolomeo, autore d e l l ' a n -
tico T i p i c o Criptense, è il Giovane, il Rossanese, titoli che soltanto sono p r o p r i del
nostro d i G r o t t a f e r r a t a . I n f a t t i lo stesso B i a g i o al dì 11 novembre, nel meneo dì no-
vembre, nel ricordare la m e m o r i a del nostro Santo Padre Bartolomeo, ripete g l i stessi
tìtoli: v. Memoria del JV.S. P. Bartolomeo, il Giovane, il Rossanese mentre l'altro
viene detto : d i T r i g o n a , della N e a - O d i g i t r i a o semplicemente « N o s t r o Santo Padre »
e la sua m e m o r i a r i c o r r e i l 1 9 A g o s t o . Per esempio nel Codice Criptense A . a'. XVIIl
proveniente dal P a t i r e , a pag. 3 9 , è s c r i t t o : 'E>too[ii^a)-Y} ó Ilax-^jp T^jawv Bap&oXoftatos
npoeaxù); zf^c, véaq òotyrjtptas. N e l troparìo composto i n suo onore si d i c e : Tporcàptov
74 IL BOLLETTINO

to'j òaio'j ILocxpòq BapS'oXofjiaiOD t p ' j y o v o j toù veou •^)(. S'. « T p u y o v o j tò opoj zaxé-
Àa^Ses i X'edi T i p i c o d i S. L u c a ) . X e l T i p i c o patiriease al 19 ag : Mvt^jit] XOO àotòt'uo'j
y.al jj,axapiOD x a l óawtà-OL» Tcaxpò? t^i^wv Bap-9-oÀO[j,a:ou.
D i r e m o ora qualche cosa r i g u a r d o aila grande analogia e quasi identità che hanno
tra loro i l t i p i c o così detto del P a t i r e e quello d i Biagio, se si fa eccezione di alcune i n -
novazioni suggerite da usi locali.
Questa analogìa balza evidente i n t u t t o i l contesto, nelle prescrizioni liturgiche,
nella stessa espressione linguistica. Fxcone qualche saggio:
Ambedue al 26 settembre hanno la M e m o r i a d i S. N i l o d i Rossano, a differenza
d e g l i a l t r i t i p i c i italo-greci che n o n l'hanno ambedue nelle tre feste m a g g i o r i della
I\Iadre d i D i o , l a SS.ma A n n u n z i a z i o n e , la Natività e la D o n n i z i o n e prescrivono che,
: ? ca::^itano i n domenica, venga tralasciata del t u t t o l ' u f f i c i a t u r a p r o p r i a della domenica,
r.ientre nelle altre feste m i n o r i le due u f f i c i a t u r e si uniscono, a differenza degli altri
tipici, che anche nelle feste m a g g i o r i della M a d r e d i D i o r i c o r r e n t i i n domenica danno
li prevalenza al p r o j D r i o d i questa. I n t u t t e le feste della M a d r e d i D i o hanno per
• p ' - o k i m e n o n (graduale) i primi due versetti del MeyaXóvEt... ( M a g n i f i c a t ) al vespero
:U'lla v i g i l i a , della festa e dell'ottava, anziché quello feriale del giorno, come pre-
::;;!Ìvono t u t t i g l i a l t r i t i p i c i .
N e l l a Natività d i M a r i a SS.ma ambedue i t i p i c i , dopo le identiche prescrizioni l i -
•(virgiche, come è a vedere ai f o g l i rispettivi 6 (retro) e 12, aggiungono testualmente;
Xp.-/j yivwaxEtv Sto èàv tó^y) éopTfj aoTY) èv X ' j p t a x ^ , Sta tò eTvai tyjv ayóav T^piwv
itovYjv T T ; ; 'jTcspay. O.xou Tcàaav ty^v àvaiTiatpiov àxoXo'j&E''av xaTaXtfXTravofiev x a l
T:poit[i&OLi£V Tf;V --qQ ùmpoL-f[7.i ©.xou.
Si dirà : l'abate B i a g i o ha copiato quello del Patire ; ma se l'abate B i a g i o avesse
'Copiato i l Tipico del P a t i r e avrebbe certamente preso da quello la M e m o r i a d i S. B a r -
tolomeo d i Semeri, prescritta con tanta solennità nel T i p i c o Patiriense i l giorno JQ
,-gcsto, m e n t r e al c o n t r a r i o n o n i i c o r d a a f f a t t o tale m e m o r i a nè i n t a l g i o r n o né i n
altro dell'anno, avendo invece al 19 ag. : Toù à y . jxapT. 'AvSpsoLi x a l t - ^ ; auvooóag
a'jTo3...

Invece i l T i p i c o Patiriense a l dì 26 settembre pone unitamente alla memoria del-


l ' A p o s t o l o S. G i o v a n n i anche la m e m o r i a del P. S. N i l o i l Giovane. Mvi^^rj toù éo.
TITp;. ijli&V NeÓÀOL» TOÙ véoL).
A b b i a m o ancora u n a l t r o argomento a favore della nostra tesi e cioè due Canoni
( i n n i ) composti dal nostro Padre S. Bartokr/neo, che troviamo precritti nel tipico pa-
tiriense e i n quello dell'abate Biagio. Essi sono quello dell' 'AtcóSsitivov della N a -
tività d i M a r i a SS.ma, con l ' i n n o 'Avoó^w tò az6[i.a [ìod, e l ' a l t r o per la festa
u n i t a di S. Giovanni Apostolo e S. N i l o J u n i o r e con i n n o : T w wÒTjyi^aavTt TtàÀai...
Che essi siano stati composti d a l nostro S. Padre Bartolomeo ce lo attesta i l Co-
dice A . a ' . T scritto d a l monaco criptense S o f r o n i o nel 1094, contemporaneo di S.
hJartolomeo, che contiene i l M e n e o d i settembre. Infatti i l Canone della Natività d i
M a r i a SS.ma c o r t a la sigla solita del Santo, Bapaf. e l ' a l t r o l'acrostico- ' B v Sè T0T5

TptaStxots x a l èv toT; &B.ozoxioiq- ò abc, Bapì}oXojiaTo;.


D E L L A BADIA G R E C A DI G R O T T A F E R R A T A 75

L a presenza d i questi due canoni del nostro S. Padre Bartolomeo nel tipico pa-
tiriense con t u t t e le altre anologie e coincidenze, d i c u i sopra abbiamo accennato, cor-
roborano l'ipotesi del P. Gassisi e nostra, della provenienza cioè d i ambedue questi
tipici da uno più antico, l'archetipo, che noi a t t r i b u i a m o al nostro P. S. Bartolomeo.
N e l canone T w (5)5r}yr/aavti S. B a r t o l o m e o celebra insieme le lodi d i ambedue i
Santi, G i o v a n n i A p o s t o l o e N i l o , la cui m e m o r i a veniva solennizzata lo stesso g i o r n o
come si rileva dall'antichissimo M e n e o di Settembre A. a'. I . d i S o f r o n i o e dal T y p i -
kòn del P a t i r e .
N e l 1 3 0 0 l'abate B i a g i o , per solennizzare maggiormente la m e m o r i a del nostro S.
Padre N i l o , separò la festa d i S. G i o v a n n i A p o s t o l o , premettendola al 2 5 settembre ;
i n conseguenza divise anche i l Canone fissando la parte dedicata a l l ' A p o s t o l o al M a t -
t u t i n o del 2 5 settembre, e sostituendo l ' a h r a parte dedicata a S. N i l o col canone c o m -
posto d a l monaco S o f r o n i o , con i r m o Staupòv }(apa^a;...
D a l l ' A r c h e t i p o d i c u i t r a t t i a m o , con molta probabiltià, deriverebbero g l i a l t r i T i p i -
ci I t a l o - g r e c i , poiché, ad eccezione d i poche e n o n sostanziali v a r i a n t i , dovute ad usi
e t r a d i z i o n i locali, conservano quasi lo stesso ordine della sacra u f f i c i a t u r a , le stesse
norme, le medesime prescrizioni, e soprattr:tto t u t t i hanno la caratteristica, che l i d i -
stingue dai tipici orientali e cioè le A n t i f o n e neH"'Op'9-po;, anziché la sticologia cati-
sroatica nelle feste del Signore, della M a d r e d i D i o e l o r o O t t a v e , e dei Santi i n s i g n i .

2) I l tipico di S. Luca di Messina

Secondo, per data d i composizione, viene i l T i p i c o d i S. L u c a , A r c h i m a n d r i t a del


celebre Monastero del SS. Salvatore a Messina, i l Santo l o compose i n quel m o -
nastero verso i l 1 1 3 2 ; è contenuto nel Cod. 1 1 5 , della Biblioteca della Università di
^Messina. P a r l e r e m o diffusamente del M o n a s t e r o i n appresso, quando t r a t t e r e m o dei
più insignì M o n a s t e r i i n particolare. A nostro avviso, questo T i p i c o dovrebbe essere
riguardato come i l vero e genuino T i p i c o del P a t i r e , come quello che rispecchia i l
pensiero e la prassi d i governo del fondatore di quell'illustre cenobio, S. Bartolomeo
d i Semeri. N è si creda che questa nostra affermazione sia avventata e senza f o n d a m e n -
t o . P r i m a d i t u t t o i l T i p i c o così detto del P a t i r e n o n può a t t r i b u i r s i con certezza a
S. Bartolomeo d i Semeri, e per te r a g i o n i suesposte e perchè è posteriore d i parecchi
anni alla sua m o r t e , ia cptale vie''": r i p o s a t a nello stesso T i p i c o , n o n a m a r ^ ' u e , si badi
bene, m a nel contesto, e viene celebrata l i sua m e m o r i a con r i t o solenne. Secondo: è
amimìssibile che, se S. Bartolomeo d i Semeri avesse composto u n tipico, non l'avreilìje
dato al suo prediletto discepolo S. L u c a , quando, pochi mesi prima della sua m o r t e ,
verso i l I I 2 9 , lo mandò con a l t r i dodici monaci patiriensi a reggere i l nuovo monastero
del SS. Salvatore, da poco iniziato? G l i avrebbe dato a l t r i l i b r i meno necessari.... e
non g l i avrebbe dato i l tipico, che è i l codice monastico per eccellenza, t a n t o necessa-
rio, anzi essenziale, al buon funzionamento della v i t a e della dsiciplina monastica,
quanto lo è i l codice civile e penale per l'umana società? N a r r a i n f a t t i i l b i o g r a f o d e l -
la V i t a d i Bartolomeo d i Semeri, contemporaneo del Santo, che questi nel mandare i
76 IL BOLLETTINO

discepoli con Luca al monastero del SS. Salvatore a Messina « ripartisce con es-
/• libri, le rendite annue della casa ed ogni altra cosa, elegge Luca egumeno del mona-
siero del SS. Salvatore, e con i migliori auguri li accomiata ».
E come S. L u c a avrebbe potuto scrivere u n a l t r o T i p i c o differente da quello del
suo Santo P a d r e e M a e s t r o , m o r t o appena da due anni allorché L u c a scrisse i l suor
N'on sarebbe stato u n mancar d i rispetto alla sua memoria?
S. B a r t o l o m e o d i Semeri ha composto certamente u n tipico che è quello d i s c i p l i -
ri.-ire d i cui parla i l Padre Abbate Generale M e n n i t i nel Codice B . p. XVII, i n una
nota al margine i n f e r i o r e del f o g l i o 2 6 , dicendo : « N e l tipico antico del Patire che si
conserva n e l l ' A r c h i v i o del nostro Collegio d i R o m a si t r o v a scritta la Regola data da
S. Bartolmeo ai suoi Monaci tradotta i n latino dal P. M . r o d'Alessandro, Procu-
ratore Generale l'anno «1705» (nel T i p i c a é scrito : 1 7 1 2 . ) .
Questo T i p i c o è oggi contenuto nel Codice che trovasi a J e n a ; i n f a t t i nella pic-
cola prefazione sohta a premettersi nei tipici è scritto : « Tipico, con la gra-zia di Dio,
che dà le norme riguardanti i cibi e le bevande di Monaci e ogni altro ordinamento e
condotta loro sia nella Chiesa come in ogni altro luogo, prescritto dal SS.mo Padre no-
stro Bartolomeo nel suo Monastero, che Egli edificò dai fondamenti, detto della Nuo-
va Odigitria e da lui consegnato ai suoi Monaci. Benedici o Padre » . D a queste u l t i m e
parole si desume che esso veniva letto o i n Chiesa o a mensa.
Siccome questo tipico è rilegato insieme a l l ' a l t r o t i p i c o l i t u r g i c o così detto pa-
tiriense i n t m unico codice, i l cui originale oggi è, come abbiamo detto, a Jena, ma
che é indipendente da esso, come é a vedere dalla numerazione greca dei f o g l i , non è
improbabile che da ciò sia nata la attribuzione a S. B a r t o l o m e o d i Semeri anche del
T i p i c o l i t u r g i c o che precede.
Che questo t i p i c o fosse usato nel Patire è evidente da alcuni particolari che vi
sono d e s c r i t t i , m a che sia stato composto da S. B a r t o l o m e o d i Semeri é da p r o v a r s i .

(Continua) "

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del Golgota cosi come l a profonda sensibilità dell'Artista l ' h a inteso n e l l a medita-

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I l grosso volume di 364 pagine verrà subito spedito a chiunque ci farà perve-

nire u n a qualsiasi offerta a scopo di beneficenza.


D E L L A B A D L \A D I G R O T T A F E R R A T A 77

IL COLLEGIO ITALO-ALBANESE CORSINI IN CALABRIA


VI.

I l periodo della funzione p o l i t i c a .

Smembramento dei Collegio e fine dei ciclo storico di esso (1900-1923)

I l l u s t r i italo-albanesi — primo Michele n i d ' A l b a n i a . Q u e s t ' u l t i m o a t t o f u d i ca-


B e l l u s c i s i n d a l 1796 — aveano per le pitale importanza i n rapporto e alla vita
stampe messo i n r i l i e v o i l v a l o r e politico del Collegio e alla politica italiana in
e religioso, i n r a p p o r t o a l l ' O r i e n t e , delle Oriente e costituiva i l p r i n c i p i o d i quella
Colonie albanesi d i Calabria e del loro sistemazione che l o S c a l a b r i n i p r o g e t t a v a
I s t i t u t o . M a solo sullo scorcio d e l passato d i attuare e che avrebbe costituito i l com-
secolo i M i n i s t r i d e g l i E s t e r i V i s c o n t i - V e - pimento dell'opera sua. E r a o r m a i rico-
nosta e P r i n e t t i , i m p e n s i e r i t i d e l p i a n o d i nosciuto che f a t t o r i p o t e n t i s s i m i d i pene-
penetrazione pacifica svolto dall'Austria t r a z i o n e pacifica e leale i n A l b a n i a pote-
n e l l ' A l b a n i a s e t t e n t r i o n a l e , p e n s a r o n o gio- vano essere a p p u n t o g l ' i t a l o - a l b a n e s i e i l
varsi d e l Collegio italo-albanese c o m e d ' u n loro Collegio d i C a l a b r i a . Questo acuta-
centro d i a t t r a z i o n e d e l l a gioventù alba- m e n t e m e t t e v a i n r i l i e v o , s i n d a l 1886, u n o
nese d ' o l t r e m a r e . I n conseguenza d i ciò dei vecchi insegnanti e poi Rettore del
con decreto d e l 10 g i u g n o 1900, da p a r t e Collegio medesimo. « Una ragione assai
del M i n i s t r o d e i C u l t i , v e n i v a nominato « speciale e d e l i c a t a si o f f r i r e b b e agli A l -
R. Commissario s t r a o r d i n a r i o p e r i l detto ci baneisi d ' I t a l i a p e r r i n n o v a r e le r e l a z i o -
Collegio A n g e l o Scalabrini allora Ispetto- « n i d i simpatie e d'amicizie t r a le due
re Generale d e l l e Scuole I t a l i a n e a l l ' E s t e - « N j a z i o n i , che seggono alle r i v e opposte
ro, c o n l a missione d i t r a s f o r m a r e l ' I s t i t u - « dell'Adriatico e del I o n i o . G l i Albanesi
to italo-albanese i n C o l l e g i o Intemaziona- a d i qvù rinfrescherebbero g l i affetti con
le. N o t o è l ' i n c r e m e n t o recato d a l l o Scala- a g l i Albanesi dell'alta e bassa Albania
b r i n i a l Collegio m e d e s i m o n e l l a sua r e g - « e nella comunanza dei r i t i , della lingua,
genza pivi che trilustre : l'antico edificio « d e i c o s t u m i , delle t r a d i z i o n i si forme-
è stato m i g l i o r a t o e n o t e v o l m e n t e amplia- « rebbe la comunanza d e g l i interessi c i v i -
to; i l Liceo-ginnasio pareggiato, creata « l i , n a z i o n a l i e r e l i g i o s i con quella dol-
una scuola n o r m a l e p a r e g g i a t a p e r soddi- ce l ' e d u c a z i o n e e d e l l ' i s t r u z i o n e d i c u i h a n -
sfare u n bisogno della nostra provincia « no estremo bisogno.
( d e t t a scuola pivi n o n esiste); corredo di (( I l C o l l e g i o d i S. A d r i a n o si presterebbe
gabinetti scientifici; l'amministrazione m i - « mirabilmente per questa parte, acco-
gliorata; la porta dell'Istituto aperta ai « g l i e n d o n e l l e sue scuole i g i o v a n e t t i d e l l e
fanciulli calabresi gittati nell'orfananza c( sponde o p p o s t e , p e r c r e s c e r l i ed educar-
dal tremoto d e l ' 9 8 ; concessione d i borse « l i n e l l ' a m o r e d e l l a Chiesa c a t t o l i c a e d ' I -
d i s t u d i o da p a r t e d e l l a C o n s u l t a a i giova- ce t a l i a , n e l l a p r a t i c a d e l l e t r a d i z i o n i l i t u r -
78 IL BOLLETTINO

« giche c n e l l a f r a t e l l a n z a d e l l e due Na- n o m i n a t o n e l 1902 n e l l a persona d i M o n s .


« zio n i f c r e i l e . N e l l ' i s t e s 3 0 t e m p o i l Collt;- Giovanni Barcia, siciliano' di Palazzo
« gio m a n d e r e b b e i s u o i g i o v a n i a l l i e v i p e r A d r i a n o , Vescovo t i t . d i C r o y a . C o s t u i o t -
« iniziare l a cultura letteraria e scienìili- tenne l ' e x e q u a t u r d a l G o v e r n o , m a n o n l a
« ca e p e r p o r t a r v i l e p r a t i c h e d i q u e l l a Presidenza del Collegio, nè si sentì così
« fede c a t t o l i c a , c h e i n o s t r i p a d r i c i l a - f o r t e da a f f r o n t a r e u n a s i t u a z i o n e che, d e l
« sciarono quale più caro retaggio e che resto, r i d o n d a v a a completo^ beneficio del
« conservatasi v i v a t r a l e m u r a d e l v e t u - rito, del Collegio e delle Colonie albanesi;
« sto A t e n e o si mantenne ancor più viva perciò, dopo una fugace apparizione, si
« n e l cuore d e g l i A l b a n e s i d ' I t a l i a . Così i n ritirava a N a p o l i , abbandonando o g n i co-
« breve t e m p o R o m a occuperebbe u n po- sa. N è l a S. Sede p r o v v i d e . F e r i t a forse
« sto a v a n z a t o nelle porte dell'Oriente, e per l'esuberante energia del Rappresen-
« tanto più forte i n quanto che non si tante d e l G o v e r n o , che aveva n e l f r a t t e m -
« fonda nel principio di conquiste, ma po ottenuto- i l p a r e g g i a m e n t o dell'Ateneo,
« sibbene i n quello della fratellanza che ed anche p e r c h è c o l p i t a n e i s u o i interessi
« deve u n i r e i popoli di una medesima s u p e r i o r i r e l i g i o s i , n o n v o l l e più interes-
« famiglia ». (Marchiano — Memorie su sarsi della situazione ibrida che veniva
S. Adriano — Corigliano. T i p . « Popola- creandosi al Collegio, malgrado i l d i r i t t o
na » 1886. c h i 3 aveva d i i n t e r e s s a m e n t o giusta le t a -
D i n a n z i a questa p a g i n a l u m i n o s a , v i e n vole d i fondazione.
f a t t o d i esclamare : q u a n t o b u o n senso i n Nè lo Scalabrini, nei lunghi anni del
questi nostri p a d r i , vissuti nella solitudi- suo C o m m i s s a r i a t o S t r a o r d i n a r i o , riuscì a
ne, n e l l a m e d i t a z i o n e e n e l s i l e n z i o ! dare a l l ' I s t i t u t o l'assetto t a n t o desiderato.
Però f r a i nostri governanti i l p r i m o a Egli, persona d i buon senso e assoluta-
volgere, i n q u a l c h e modo, l'attenzione al m e n t e scevro d i p e r s o n a l i interessi, aveva
r i f e r i t o p r o b l e m a f u Pasquale Villari. I l c o n c e p i t o u n p i a n o d i sistemazione v o l t o a
q u a l e essendo M i n i s t r o d e l l a P. I . i n s t a u - conciliare i l vecchio col nuovo, e le oppo-
rava n e l C o l l e g i o i t a l o - a l b a n e s e u n a catte- ste t e n d e n t e , che s i contendevano i l cam-
dra per l'insegnamento della lingua al- po. I I 20 s e t t e m b r e 1902, d i f a t t i , ad u n me-
banese, p e r l a conservazione della mede- m o r i a l e d e l Sig. A n s e l m o L o r e o c h i o , Pre-
sima nelle Colonie (1892); c a t t e d r a , ag- sidente d e l l a Società « N a z i o n e Albanese »
g i u n g i a m o , che o r a d o v r e b b e essere r i p r i - lo « Scalabrini rispondeva ufficialmente
stinata e integrata, rendendo obbligatorio così: « T u t t o quanto è detto n e l prome-
per g l i studenti italo-albanesi e albanesi « m o r i a suiUa soppressione d e l S e m i n a r i o ,
n o n solo l o s t u d i o d e l l a l i n g u a m a anche a s u l l a l a i c i z z a z i o n e d e l C o n v i t t o , s u l l a con-
d e l l a s t o r i a c i v i l e e l e t t e r a r i a e d e l l a geo- « seguente posizione d e l Vescovo, è e r r o -
grafia p a r t i c o l a r e d e l l ' A l b a n i a . « neo, p e r c h è basato sulla incompleta co-
a g n i z i o n e d i q u a n t o ho- f a t t o ed h o i n t e n -

M a l o stato d e l C o l l e g i o p e r m a n e v a a n - « zione di proporre al Ministero d i Gra-

cora « i b r i d o e a n o r m a l e » , i n q u a n t o di « zia. Giustizia e C u l t i sulla nuova siste-

diritto avrebbe p u r sempre dovuto pre- (( m a z i o n e e regolamento del Collegio. I l

siedere a d esso i l Vescovo greco che venne « Seminario non è soppresso nè i l Con-
D E L L A BADIA GRECA DI GROTTAFERRATA 79

« vitto sarà tolto alla giurisdizione del u n a podestà d i m e z z a t a , m a a l Capo d i u n a


« Vescovo, i l q u a l e sarà anche i n a v v e n i r e n u o v a e vasta Diocesi.
« col nuovo Regolamento, i l Rettore del- M a , p e r l o s p i r i t o l a i c i z z a t o r e e p e r le
K l'Istituto e i l Presidiente d e l l ' A m m i n i - influenze massoniche dei t e m p i , al Colle-
« strazione d e l l ' E n t e , p o i c h é S e m i n a r i o e gio era stata t o l t a o g n i i m p r o n t a r e l i g i o s a ;
e C o n v i t t o a v r a n n o u n a unità a m m i n i s t r a - d o p o c i r c a d o d i c i a n n i d i vertenza, l ' O n .
« t i v a . L e scuole p e r ò , c o l t e m p o sarebbe- F e r a , q u a l e G u a r d a s i g i l l i , giunse ad m i a
« ro r e g i f i c a t e , sotto l a d i r e z i o n e d i d a t t i c a transazione c o n l a S. Sede, d a n d o u n as-
« d i u n Preside nominato dal Ministero segno a l Vescovo italo-albanese p e r i l suo
« d e l l a P. I . C o n i p r o v v e d i m e n t i a t t u a l i S e m i n a r i o da e r i g e r s i a L u n g r o e c o s t r i n -
'.( e d i n v i a d i a t t u a z i o n e si a n n u l l a n o le gendolo a r i n u n z i a r e ad ogni altro d i r i t t o .
« cause d e i passati i n c o n v e n i e n t i , si r i s p e t - A l l o r a l ' I s t i t u t o f u posto sotto l'ammini-
« tano le t a v o l e d i fondazione, si t u t e l a strazione d i u n R. C o m m i s s a r i o . L e con-
« i l p a t r i m o n i o d e l C o l l e g i o , si dà soddi- d i z i o n i e c o n o m i c h e d e l C o l l e g i o decaddero
« sfazione alle p o p o l a z i o n i italo-albanesi sempre più.
« e si p o t r a n n o a t t u a r e g l i interessi c u l t u - E ' o r m a i quasi l i q u i d a t o l o storico pa-
x rali civili e r e l i g i o s i che i l governo si t r i m o n i o d i S. A d r i a n o , g r a n a i o , i n altri
« p r o p o n e a l r i o r d i n a m e n t o d e l C o l l e g i o )>, tempi, d e l l a C a l a b r i a Cosentina, si soiia
M a invece, trascorsero t r e l u s t r i ed e g l i v e n d u t e b e n c i n q u a n t a q u a t t r o d e i sessan-
n o n aveva p e r anco i n t r a p r e s o l ' a t t u a z i o - tasette p r e d i i r u s t i c i r i m a s t i a S. A d r i a n o
ne d e l suo programma. per una estensione d i moggiate seimila-
Si attuiava i n t a n t o , a scopo d i a u m e n t a - cinquecento 8 u o t t o m i l a , senza p o t e r ot-
re le r e n d i t e d e l l ' I s t i t u t o , i l p i a n o d i ven- tenere l a sistemazione e c o n o m i c a d e l ve-
d i t a d e l l a vasta proprietà t e r r i e r a d i esso: tusto e n o b i l e Istituto.
liquidazione condotta quasi a termine; I n questo t r i s t e stato d i cose avveniva
restano ora i b e n i d e l t e r r i t o r i o d i S. D e - che n e l 1920, a l l a distanza d i c e n t o t t a n t o t -
m e t r i o , a i q u a l i p e r r a g i o n i m o l t e p l i c i sì to a n n i d a l l a f o n d a z i o n e del Collegio, P a -
d o v r e b b e p e r d o n a r e !. pa Benedetto X V , con bolla d e l 27 no-
vembre, dismembrava dalla parte laica d i
Avviene, frattanto, con le Bolle Pon- esso l a p a r t e ecclesiastica, destinandola al-
t i f i c i e d e l 13 f e b b r a i o e d e l 19 m a r z o 1919, l'erigendo Seminjario di Lungro, centro
l a creazione d e l l a Diocesi d i r i t o greco e del d e l l a D i o c e s i greca d i C a l a b r i a da l u i i s t i -
Vescovo d i L u n g r o , a l q u a l e c o n i titoli tuita l'anno innanzi, e lo Stato intanto
a r c h e o l o g i c i d i A b a t e d i S. B e n e d e t t o U l - con atto d i t r a n s a z i o n e t r a esso e i l V e -
l a n o , d i S. A d r i a n o , d e l P a t i r e , è concesso scovo L u n g r e n s e subentrava n e l 1921 at-
l'altro d i Preside-Rettore d e l CoUegic i t a - ogni diritto n e l Collegio medesimo.
lo-albanese « c u m necessariis ac opportu- Così si c o n c l u d e v a i n u n certo senso, i l
nis f a c u l t a t i b u s , iuiribus et p r i v i l e g i i s m u - ciclo s t o r i c o d e l l a p r o v v i d a I s t i t u z i o n e d i
neri adnexis » , t i t o l o che rimetteva sul P a p a C o r s i n i , i l fine d e l l a q u a l e , già m u -
tappeto un diritto vivo e saldo, perchè t a t o d i f a t t o , r i m a n e v a m u t a t o anche d i
consacrato d a l l e tavole d i f o n d a z i o n e del- diritto.
l ' I s t i t u t o , e che 3i a t t r i b u i v a n o n p i ù ad I n f i n e i l R. G o v e r n o con decreto dsl 2
80

d i c e m b r e 1923 d i s p o n e v a che i l Collegio stro m o n a s t e r o e cioè s i n o a l l ' a n n o 1707,


dalla dipendenza del Ministero dei Culti d o p o l a m o r t e d e l l ' A b b a t e N u n z i o Schirò,
passasse a q u e l l a d e l l a P. I . e c o n decreto d i l u i non sappiamo più nulla : ci m a n -
del 10 d i c e m b r e 1923 regificava l'antico cano d o c u m e n t i i n p r o p o s i t o . C e r t a m e n t e
L i c e o - g i n n a s i o , e si accingeva a ordinare avrà atteso i n q u e g l i a n n i a l l a sua f o r m a -
il Convitto Autonomo e l'Amministrazione :;ione m o n a s t i c a e culturale per poi es-
dell'Ente. sere promosso a suo t e m p o a i sacri O r d i n i
F i n i v a con ciò p e r l ' A t e n e o d e g l i A l b a - del Diaconato e d e l Presbiterato. Quello
nesi d i C a l a b r i a q u e l l a t r a d i z i o n e gloriosa che è c e r t o s i è che i l P. M a t r a n g a b e n
d i c u l t u r a , d i fede, d i religiosità, tenuta presto si distinse cosi n e l l a pietà e nella
alta e v i v a n e l passato p e r e n t r a r e i n u n d o t t r i n a , da m e r i t a r e ancor giovane d i età
periodo d i vita nuova, piena d i profonde e d i professione d i essere d a i S u p e r i o r i
difficoltà. d e l l ' O r d i n e i n n a l z a t o alle p r i m e cariche
Don SALVATORE SCUKA d e l m o n a s t e r o d i Mezzoiuso. I n f a t t i , come
dell'Eparchia di Lungro si disse, n e l l ' a n n o 1707, d a l l ' A b b a t e Gene-
r a l e P . M e n n i t i f u eletto P r i o r e d i gover-
no; appena u n anno d o p o n e l 1708 fu
eletto P r e s i d e n t e d e l l o stesso m o n a s t e r o ;
e d o p o due a n n i , n e l 1710, l ' A b b a t e Gene

I L MONASTERO BASILIANO r a l e , conosciute a p r o v a le sue b e l l e d o t i


d i m e n t e e d i c u o r e e l a sua a t t i t u d i n e a l
DI MEZZOIUSO
governo, l o promosse abbate, a f f i d a n d o g l i
( C e n n i storici) la c u r a d e l n o s t r o m o n a s t e r o , carica che
tenne costantemente sino a l l a sua elezio-
(Contili, cfr. n. ii/) ne a Vicario Apostolico della Missione
della C h i m a r r a n e l l ' A l b a n i a , e nel t e m p o
A l l ' A b b a t e N u n z i o Schirò successe nel- stesso ad Arcivescovo d i D u r a z z o , succe-
l ' a n n o 1707, i n qualità d i P r i o r e d i gover- dendo a l suo C o n f r a t e l l o M o n s i g . Zassi.
n o , i l P. B a s i h o M a t r a n g a . E g l i era n a - Npl tempo i n cui l'Abbate Matranga f u
tivo d i Piana dei Greci. Entrato nel novi- s u p e r i o r e d e l n o s t r o m o n a s t e r o , questo, sia
z i a t o sotto l ' a b b a t e A l l ò i l 1. gennaio 1694 p e r le sue assidue cure e i s a n t i suoi esem-
cambiava i l nome battesimale d i V i t o i n p i , sia i n conseguenza d e l l a r i a p e r t u r a d e l
q u e l l o d i B a s i l i o ; i l 6 gennaio d e l l ' a n n o N o v i z i a t o , rifiorì a nuova vita. E g l i pro-
seguente 1695, giorno dell'Epifania, fa- seguì l'epurazione del rito, compiendo
ceva l a sua professione nelle mani dello l ' o p e r a già i n i z i a t a d a l l ' a b b a t e Schirò, r e -
stesso abbate. I n u n r e n d i c o n t o ammini- stituendo integralmente la disciplina
s t r a t i v o , i n data 3 d i c e m b r e 1695, t r o v i a - o r i e n t a l e n e l suo m o n a s t e r o , c o n f o r m e g l i
m o i n calce l a sua firma: « Ego CI. Basi- s t a t u t i d i sua f o n d a z i o n e s t a b i l i t i d a l Reres
lius Matranga conf. come sopra » . L o stes- n e l suo t e s t a m e n t o . P a r e c c h i g i o v a n i vo-
so troviamo i n u n rendiconto dell'anno lenterosi entrarono nel noviziato e pro-
successivo 1696. D a quest'anno sino alla fessarono; spicca t r a d i l o r o p e r le sue
sua elezione a P r i o r e d i governo del no- doti eminenti i l P. Giuseppe Schirò di
DELLA BADIA GRECA DI GROTTAFERRATA 81

Piana dei G r e c i , i l f u t u r o successore d i 1713; quali polize già sono state accettate
IVtoinsig. M a t r a n g a n e l l a Missione della dal Mercante; io mi son lamentato con
C h i m a r r a , ed anche n e l l a dignità d i V i - l'ante lettera con V. P. per haverla os-
cario A p o s t o l i c o e d i Arcivescovo d i D u - servato molto alienata, e poco puntuale,
razzo. dovendosi ricordare d'havermi promesso
C o s t u i era stato da g i o v a n e t t o u n o dei detto pagamento sin dal mese di maggio;
discepoli prediletti del Servo d i D i o P. e pure cotesto Monastero, per l'affetfo
Giorgio Guzzetta, i l q u a l e , conosciute le ch'io gli porto, è stato sgravato delle sud-
belle quahtà d i l u i , l o aveva a w i a t o a l l a dette due bocche, che sono nel Collegio
vita monastica d e l monastero di Mezzo- Greco; quando l'altre Provincie avrebbo-
iuso. no ricevuto à grazia speciale, che fossero
Un altro giovane che i n seguito farà mandati in detto Collegio i loro giovani.
molto parlare di sè è il P. Cavadi, Gli altri Monasteri essendo ben persuasi
n e l secolo A n t o n i o , n o m e che p o i n e l n o - della necessità, che hà havuto la Religione
viziato mutò i n quello d i A r c a d i o e nella della fabrica fatta in questo Collegio, han
professione (caso eccezionale !) i n quello puntualmente pagata la tassa stabilita, e
di Alessandro. V. P. si è da più, tempo sgravata da se stes-
Possediamo u n a l e t t e r a a u t o g r a f a del- sa, con tutto che il Monastero habbia
l'Ahbate Menniti, diretta al P. Basilio esatto le sue rendite, senza aver fatto quei
M a t r a n g a i n data d e l 6 s e t t e m b r e 1714, beneficij che han fatto i suoi Antecessori;
d a l l a quale veniamo a sapere perecchie ed adesso starò a sentire se darà princi-
n o t i z i e i n t e r e s s a n t i , d i c u i c r e d i a m o bene pio a proveder la Chiesa delle cose ne-
di prendere nota. cessarie; mentre nel presente governo di
Essa è s c r i t t a da R o m a ed è t u t t a d i p u - cotesto Regno hà cominciato ad haver
gno d e l l ' A b b a t e Generale M e n n i t i ; v i e r a - luogo la Giustizia. :
no a l l e g a t i a l c v m i avvisi <ihe ora sono an- Ricevo parimenti le fedi delle Messe
d a t i s m a r r i t i , a v v i s i che l ' a b b a t e Matran- celebrate duUi due Sacerdoti, Cavadi e
ga, d o p o averne preso v i s i o n e , doveva pas- Schirò, che me l'han fatte stentare per
sare a l l ' a b b a t e A l l ò d e l monastero Basi- sodisfar a chi doveva.
l i a n o d i S. C r i s t o f o r o i n P a l e r m o e a q u e l - Mi dispiace la disgrazia accaduta al Sig.
lo delle Monache B a s i l i a n e d e l SS. Sal- Principe ed alla sua Casa, e spero che il
vatore n e l l a stessa città. Signore lo consolerà, attesa la clemenza di
L a l e t t e r a suona cosi : S. M.
M. R. i n X . t o P. M i o Carissimo I l Principe di Georgia nostro Religioso
Ricevo la sua delli 7 di Agosto con ie Basiliano è stato ricevuto, e spesato dai
due polize di cambio, una di scudi 16, Papa con grand'honore; come vedesi da-
che sono per complemento delle mie tasse gli annessi avvisi; egli fu da ^me a prestar-
maturate a Pentecoste p. p. unite con le mi l'ubbidienza come Religioso Cattolico,
onze 3 ^consegnate al P. Abate Allò e l'al- e puoi ritornò di nuovo con tutta la sua
tra di scudi 24, che sono per vestiari da comitiva, ed interpreti à 'lìitìenziarsi e
fue pagati al Collegio Greco delli due gio- prender la benedizione pel ritorno al suo
vani per tutto ottobre dell'anno trascorso paese, doppo esser stato ben regalato dal
82 IL BOLLETTINO

Papa ed ottenuto licenza di portar seco Ls tassa, a c u i accenna i l M e n n i t i n e l l a


diversi Missionari, per propagare la Reli- sua l e t t e r a , che t u t t i i M o n a s t e r i B a s i l i a n i
gione Cattolica in altre parti; e mi ha ri- dovevano pagare a l l ' A b b a t e Generale, a n -
chiesto le regole del N. P. S. Basilio ed io dava a beneficio d e l C o l l e g i o BasiHano d i
gliene ho donate tre, insieme con 2 Di- Roma.
datterij, per farli tradurre come egli disse Un'altra n o t i z i a r i l e v i a m o (pure dalla
in lingua Giorgiana, e farli osservare, nel l e t t e r a d e l l ' A b b a t e M e n n i t i e cioè che i l
Monastero da lui fondato di 80 Monaci; n o s t r o m o n a s t e r o fosse stato scelto a p r e -
e già si è partito a salvamento. ferenza d i t u t t i g l i a l t r i ad i n v i a r e due
L'acclusi avvisi doppo haverli letto V. monaci studenti n e l Collegio Greco d i S.
P. li manderà al P. Abate Allò, per farli A t a n a s i o i n R o m a , p e r c o m p i e r v i g l i stu-
legere alle nostre Sig.re Monache ed altri d i s u p e r i o r i . Forse si deve questa scelta al
divoti in Palermo. fatto' che Mezzoiuso era l ' u n i c o t r a i M o -
Adesso devo partecipare a V. P. come nasteri Basiliani d'Italia che mantenesse
la S. C. di Propaganda Fide havendo ri- ed osservasse i l r i t o greco p u r o .
soluto di richiamare in Roma a Mons. I n o s t r i s t u d e n t i o c c u p a v a n o i due a l u n -
Zassi doppo il lungo serviggio prestato in n a t i che i l P a p a U r b a n o V i l i aveva sta-
Cimarra alla S. Apostolica ed in riguardo b i h t o a favore dei Monaci Basiliani d ' I -
anco delle sue indisposizioni mi ha doman- talia.
dato qualche altro Religioso habile di co- L'Abbate M e n n i t i comunica d i poi una
testo Monastero per deputarlo in suo luo- consolante notizia all'Abbate Matranga, la
go Vicario Apostolico in quelle parti, e conversione c i o è a l c a t t o l i c e s i m o de] P r i n -
con la speranza di succedere alla Prela- cipe di Georgia, venuto i n Roma con
tura; V. P. potrà discorrere col P. D. Giov. grande comitiva e pomipa a rendere
Battista Alessio, se vuol accettare questa omaggio e d o b b e d i e n z a a l Pontefice Cle-
carica honorevole; giacche si trova con mente X I . I l Menniti lo dice « Monaco
quella di Paomia, che non si sa quando BasiUano » n e l l a sua l e t t e r a , che come t a -
potrà haver effetto; e me {ne dia di subito le era andato da l u i p e r p r e s t a r g l i obbe-
l'avviso, per portarlo a detta S. Congrega- dienza quale Generale dell'Ordine Basi-
zione; e nel caso che il sudetto non in- l i a n o . I n tale circostanza e g l i aveva dona-
clinasse, consideri bene V. P. se sia posto to a l P r i n c i p e le Regole d i S. B a s i l i o ed i
convenevole alla sua persona; giacche vie- Didattcri (specie d i T r a t t s t o d i Perfezio-
ne a spirare il te\mpo del suo governo in ne M o n a s t i c a ) da c o l u i r i c h i e s t i g h p e r f a r -
cotesto Monastero, il quale havrebbe l'ho- l i t r a d u r r e i n l i n g u a georgiana. G l i avvi-
nore d'haver tre Arcivescovi uno appresso si che acclude n e l l a l e t t e r a , sembra r i g u a r -
l'altro. Intanto sto attendendo con solleci- dassero questa n o t i z i a . I n u l t i m o viene a
tudine la risposta e la saluto, e benedico m a n i f e s t a r e i l m o t i v o tìhe l o aveva s p i n t o
con detto P. Alessio. a scrivere p r i n c i p a l m e n t e l a presente l e t -
Roma 6 Settembre 1714 t e r a e c i o è che l a S. Ccngregas. dì p - o p a -
D i V . P. M . R . ganda F i d e s i era d e t e r m i n a t a d i r i c h i a -
mare a Roma M o n s i g . Zassi dalla Mis-
A f f . m o i n X.to f r a t e l l o
sione d i A l b a n i a , che teneva con g r a n d i
M. E. P. MENNITI
DELLA BADIA GRECA DI GROTTAFERRATA 83

sacrifici e c o n d i s p e n d i o d e l l a sua salute stato i n A l b a n i a ; p o i c h é l o t r o v i a m o q u a s i


da b e n 22 a n n i p e r d e p u t a r l o Vescovo O r - d i continuo n e l monastero di Mezzoiuso,
dinante dei Greci i n Roma, sostituendolo c o m e già si disse s o p r a , e c i o è d a g l i anni
i n q u e l l ' i m p r o b o campo d i lavoro con u n 1714 a l 1730. I n t a l e d a t a avvenne sotto
altro monaco del pionastero d i Mezzoiuso, l'abbate Filocarao, acerrimo latinizzante,
che fosse a d a t t o a l l ' u o p o . la d i s p e r s i o n e d e l l ' e l e m e n t o albanese nei
Grande onore veniva fatto al nostro vari monasteri italo-greci e l ' A b b a t e Ales-
Monastero, giacché era i l terzo Vicario si f u d e s t i n a t o A b b a t e d e l M o n a s t e r o d e i
Apostolico ed A r c i v e s c o v o che n e l breve SS. P i e t r o e P a o l o a F o r z a d ' A g r o , p i c c o l o
g i r o d i u n v e n t e n n i o usciva d a l l e sue file, c o m u n e d i poco p i ù d i 2000 a b i t a n t i n e l l a
ed e r a anche u n e s p l i c i t o augusto r i c o n o - p r o v i n c i a d i Messina, da dove scrisse d i -
s c i m e n t o d e l l a v i t a osservante che i n esso versi memoriali alla S. Sede negli armi
vigeva. I l P. G e n e r a l e a f f i d a a l l ' A b b a t e M a - 1737-38 p e r essere r e s t i t u i t o a l suo M o n a -
t r a n g a l ' i n c a r i c o d e l i c a t o d i o f f i c i a r e i l P. stero d i M e z z o i u s o , c o m e i n seguito a v r e -
Alessi, se fosse disposto ad accettare l ' a l t a m o occasione d i vedere.
dignità con l'onere concomitante della Del P. Abbate Alessi avremo da dire
Missione. m o l t o i n appresso; p o r t a n o o r a i l seguito
I l P. Gio'. B a t t i s t a A l e s s i , n a t i v o d i Ivlez- degli avvenimenti c i riconduce alla Mis-
zoiuso, r e l i g i o s o d i g r a n d e pietà e dottri- sione d e l l a C i m a r r a i n A l b a n i a , dalla S.
n a spiccava tra i monaci del monastero Sede a f f i d a t a a i n o s t r i m o n a c i d i Mezzo-
p e r l e sue b e l l e d o t i d i m e n t e e d i c u o r e ; iuso e da essi sostenuta c o n t a n t o a r d o r e
f u a parecchie riprese e per lunghissimo e t a n t i sacrifici e d i c i a m o p u r e , con tanta
tempo abbate d i esso e cioè n e g l i anni dignità. S u l c a m p o del lavoro lasciammo
1714-1722 l a p r i m a v o l t a ; n e g l i a n n i 1724- l ' i n f a t i c a b i l e M o n s i g . Zassi, c o a d i u v a t o da
1730 l a seconda; e n e l 1739 sino a l l a sua p r i n c i p i o d a l P. C a l l i n i c o G r a n a , suo c o n -
m o r t e , a v v e n u t a n e l 1740, l a terza. Sem- cittadino.
b r a dhie i l P . Alessi r i n u n z i a s e a l l a dignità Dice i l Rodotà (op. cit.): « D i e t r o alle
chie g l i si voleva a f f i d a r e ; t r o v i a m o i n f a t t i orme d i Monsignor Catalano andiedero i
che a l l a s u d d e t t a carica f u e l e t t o i l M a - s u o i successori monaci Albanesi del Mo-
t r a n g a stesso. nastero d i M e z z o i u s o ; perocché a nuil'al-
N e l b r e v e n e c r o l o g i o che d i l u i f u steso tro s'affaticarono, che a procHirare con
d o p o l a sua m o r t e n e l l a n o s t r a V a c c h e t t a t u t t o i m p e g n o l a salute d e ' l o r o connazio-
è d e t t o che « fu eletto dalla Santità di Cle- n a l i . L a p r a t i c a , c h ' e g l i n o aveano de' l o r o
mente X I Vicario Apostolico di Corsica e costumi, e la perizia della lingua facili-
Cimarra... » S i sarà forse v o l u t o con ciò tava i disegni del profitto spirituale di
alludere alla designazione a tale dignità quelli, ai quali i n d i r i z z a v a n o le p r o p r i e
notificatagli dall'Abbate Menniti e che f a t i c h e . I d d i o diffuse le sue b e n e d i z i o n i d i
e g l i u m i l m e n t e d e c l i n ò ? O v v e r o i n seguito t a l m a n i e r a s o p r a l a l o r o carità, che s i v i d e
d i n u o v o g l i sarà stata c o n f e r i t a d a l l a S. un cambiamento considerabile della r i -
Sede? P u n t i i n t e r r o g a t i v i c u i n o n possia- f o r m a i n t u t t i i Paesi, n e i q u a l i l a gravità
m o r i s p o n d e r e con cer-tezza. S e m b r a però dei costumi convenevoli alla professione
più che p r o b a b i l e Chie i l P. Alessi m a i sia cristiana erasi a b b a n d o n a t a con sommo
84 IL BOLLErriNO

o r r o r e a l l a sfrenata l i c e n z a . D o p o l a m o r - detta Chiesa, d o n d e i l cadavere f u trasfe-


te d i M o n s i g n o r C a t a l a n o continuò l'apo- r i t o p e r essere sepolto i n quella dei mo-
stolico m i n i s t e r o n e l l a p r o v i n c i a d i C i m a r - n a c i B a s i U a n i sotto i l t i t o l o d i S. B a s i l i o .
ra i l P . D . F i l o t e o Zassi d e l l a t e r r a d i M e z - A M o n s i g n o r Zassi, e d a l P. G r a n a f u -
zoiuso, che con l u i era stato spedito a rono surrogati l'anno 1715 i l P. D . B a -
q u e l l e m i s s i o n i l ' a n n o 1693. V i si distinse s i l i o M a t r a n g a che aveva esercitata l a d i -
c o n l a sua abilità, e c o n l a sua v i r t i i . C o n - gnità d i A b b a t e n e l M o n a s t e r i o d i Mezzo-
dusse a p e r f e z i o n e l e i m p r e s e d e l suo p r e - iuso, e d i l P. G i u s e p p e S c h i r ò : ammendue
decessore. L a purità d e i c o s t u m i , e l a r e - della Terra della Piana. I l p r i m o , dopo
golarità delle o p e r a z i o n i l o r e n d e t t e r o de- quattro anni fu dispensato dall'impiego
gno d i s t i m a t r a i suoi n a z i o n a l i . I n n o c e n - l a b o r i o s o a m o t i v o d e l l a sua debole c o m -
zo X I I sodisfatto d e l l o zelo d i esso, l ' o n o - plessione. Njel breve tempo, che coltivò
rò del t i t o l o d i Arcivescovo di Durazzo, q u e l l a Cristianità, s'affaticò c o n f r u t t o m e -
e l o restituì a l l a m e d e s i m a Provincia i n r a v i g l i o s o a r i c h i a m a r e a l r e t t o sentiere i
qualità d i V i c a r i o A p o s t o l i c o l ' a n n o 1694. traviati, ed a far a p r i r e alla luce della
Fu a g g i u n t o i n suo a i u t o n e l l ' e s e r c i - verità g l i o c c h i d i q u e i , che d a l l e tenebre
zio d e l l e sacre M i s s i o n i i l P. D . C a l l i n i c o de' superstiziosi errori erano oppressi.
Grana, altro Monaco Basiliano albanese CoUe d o l c i m a n i e r e , e c o l l a soavità dei co-
d i Mezzoiuso. I l f e r v o r e , che a m b e d u e pa- s t u m i guadagnò i c u o r i d i t u t t i . Visitò l a
lesarono n e l p r o p a g a r e la Religione Cat- Provincia, e da -per tutto^ lasciò chiare
t o l i c a n e i paesi v i c i n i , n e l m e t t e r l i i n c a m - p r o v e , e i n s i g n i m o n u m e n t i d e l suo zelo.
mino dei b u o n i costumi, e nell'animarli Non predicava, che non ispirasse nuova
con santo f e r v o r e , e c o l l u m e delle i s t r u - divozione a i P o p o l i con accendere i l o r o
z i o n i a l l ' u b b i d i e n z a d e l l a S. Sede, si fece c u o r i al culto della Religione, e all'amore
vedere, ed ammirare i n ogni occasione. d e l l a virtù. V e n u t o finalmente in Roma,
Non si p u ò e s p r i m e r e i l coraggio de' n u o v i i n considerazione d e l suo m e r i t o f u creato
missionari n e l l ' i n t r a p r e n d e r e , e la fortez- Arcivescovo d'Oqrida, ed onorato della
za n e l sostenere l a ardue imprese, dalle carica d'Assistente n e l l a Chiesa d i S. A t a -
q u a l i n o n va d i s g i u n t a l a c u r a , che deve nasio i n luogo d i M o n s i g n o r Zassi, i l quale
essere p r o p r i a d ' u n m i s s i o n a r i o . aveva lasciato d i v i v e r e , come si è detto,
I l P. D . F i l o t e o Zassi d o p o aver consu- l ' a n n o 1726. L a dignità n o n servì a M o n -
m a t i 22 a n n i i n q u e l l a b o r i o s o m i n i s t e r o , signor B a s i l i o M a t r a n g a che a r e n d e r e più
r i tor n ò a R o m a l ' a n n o 1716, e r i p o r t ò d a l - palesi g l i u m i l i s e n t i m e n t i , o n d ' e r a pene-
la S. M . d i C l e m e n t e X I i l g u i d e r d o n e cor- t r a t o i l suo s p i r i t o . N i e n t e sensibile agli
rispondente a l l e sue l u n g h e e penose f a - onori, rinunziò la carica generosamente
tiche. F u dichiarato coadiutore di Mon- l ' a n n o 1737. Passò i l r i m a n e n t e d e l l a sua
signor O n o f r i o Costantini Arcivescovo d i vita i n Roma con aria u m i l e , e mortifi-
T r e b i s o n t e d'avanzata età, n e l l a carica d i c a t a ; c i ò che servì a dare n u o v o splendore
P r e l a t o assistente n e l l a Chiesa d i S. A t a - a l l a sua virtù. C o m p ì i s u o i g i o r n i l ' a n n o
nasio de' G r e c i . L'esercitò con lode del 1748, e d ebbe o n o r e v o l e sepoltura nella
suo n o m e f i n o a l 1726., i n c u i finì i suoi Chiesa unita a l monastero dei Basiliani.
g i o r n i . F u r o n o celebrate l'esequie nella Sopra u n a l a p i d e si legge i l suo elogio.
Continuò a c o l t i v a r e q u e l l a v i g n a i l P . D . f o r m a così g r a n parte del p r o g r a m m a della
Giuseppe Schirò, i l q u a l e assistito d a a l t r i Congregazione nostra.
compagni B a s i l i a n i s i è v e d u t o i n azione I c o n t a t t i stessi a v u t i con le varie A u t o -
per l ' a d e m i p i m e n t o d e i suoi doveri con rità ecclesiastiche e c i v i l i d e l l ' A l b a n i a , n o n -
lode del suo n o m e , e c o n p r o f i t t o d e i P o - ché c o n g l i a l t r i c a r i m i s s i o n a r i d e l clero
poli. Eletto Arcivescovo d i Durazzo eser- secolare e regolare, hanno c o n t r i b u i t o a r i n -
cita a l presente l a c a r i c a d i Viescovo A s - saldare sempre meglio questi ideali aposto-
sistente n e l l a Chiesa d i S. A t a n a s i o d e l lici.
Collegio [greco, c o n f e r i t a g l i d a l l a S. M . d i
Benedetto X I V l ' a n n o 1750 » . L a v o r i di restauro nella B a d i a .

(Continua) L a Soprintendenza a i M o n u m e n t i del L a -


zio, secondata generosamente dalla D i r e z i o -
ne Generale delle A r t i , sta eseguendo i m -
p o r t a n t i l a v o r i d i restauro alla c i n t a r o v e -
riana, che renderanno ancora più evidente
l ' i m p o r t a n z a monumentale della Badia. I n o -
COSE NOSTRE stri l e t t o r i l o n t a n i si contenteranno d i que-
sto breve annunzio, nella speranza che, a l a -
v o r i u l t i m a t i , i l cronista faccia u n a m p i o r e -
II nostro R e v - m o P . A r c h i m a n d r i t a i n soconto dell'opera c o m p i u t a .
Albania.

Desiderato e atteso d a i n o s t r i M o n a c i d e l -
le Stazioni M i s s i o n a r i e d ' A l b a n i a , i l nostro
Rev.mo P . A r c h i m a n d r i t a h a visitato, i n - Nei mesi d i maggio e giugno hanno
trattenendovisi p e r alcuni g i o r n i ; le nostre i n v i a t o l a loro g r a d i t a offerta :
Case d i Elbasan, F i e r i e A r g i r o c a s t r o , p o r -
G i o v a n n i S i r c h i a - L u i g i Esposito - P-
tando a i M i s s i o n a r i i l c o n f o r t o della sua pa-
terna parola nella ripresa dell'attività apo- F e l i c e Castagnaro - D o n Dante Balboni -
stolica i n mezzo alla popolazione, dopo le Rev.mo Rettore d e l Pontificio Collegio
difficoltà del periodo d i g u e r r a . L a visita h a Greco - Sac. G i a c o m o Monaco - Carlo
fatto risentire nei n o s t r i c a r i c o n f r a t e l l i l a Gherimandi - Alessandro Serra - Lumo
vita della Badia, m e n t r e questa, a l r i t o r n o
Skendo.
del P. A r c h i m a n d r i t a , ha vissuto si può dire
un p ò d i v i t a missionaria, rafforzandosi così B tuffi il nostro più oioo ringrazia-
quell'ideale d i apostolato i n A l b a n i a , che mento.

Con approvazione Ecclesiastica. — P . N I L O B O R G I A Jeromonaco, Direttore Respon.

GROTTAFERRATA — Scuola Tipografica Italo-Orientale


i m \I PRt550 L'fìmiNISTRfìZlONt DEL POLLtTTlNO
(Conto corrente n. 1/24542)

T O S C A N I & C O Z Z A . — De immaculata Deiparae Conceptione hymnologia graecorum


ex editis et manuscriptis codicibus Cryptoferratensibus latina et italica inter-
pretatione, patrologica comparatione et adnotationibus illustrata. R o m a 1862,
in-4 gr p p . XXXII-238 L . 10
S O L A P r o f . G . N . — P a o l o d ' O t r a n t o , p i t t o r e (Sec. X I I ) Saggio sulla storia della pit-
tura bizantina nell'Italia meridionale. — Estratto da « R o m a e l ' O r i e n t e ) ) . L. 2
C o N T I E K I D . N i c o l a , M . B . — Vita di S. Giosafat Arcivescovo e Martire Ruteno
dell'ordine di S. Basilio il Grande — R o m a , 1867, i n 8 g r . p p . V i l i 406. L.5
D U G O N T A l b e r t S. I . — T u es P e t r u s — Le schìsme Greco-Russe et la Primauté
Pontificale. Estratto da « Roma e l'Oriente » . — Grottaferrata, 1914. L. 5
L A P I A N A G i o r g i o . — L e r a p p r e s e n t a z i o n i sacre nella letteratura bizantina dalle
o r i g i n i a l sec. I X , c o n r a p p o r t i a l T e a t r o sacro d'Occidente. — Grottaferrata,
1912 L . 35
P E L L E G R I N I A b a t e A r s e n i o — 11 p r i m a t o d i S . P i e t r o n e l l a L i t u r g i a Greca — G r o t -
taferrata, 1914 L . 1,50
ROCCHI ( D . A n t o n i o M . B . ) — Codices Cryj>tenses, seu abbatiae Cryptae Ferratae
in Tusculano, digesti et illustrati. — T u s c u l i 1883, i n - 4 gr. p p . 540 . L . 100
— De Coenobio Cryptoferratensi eiusque Bibliotheva et Codicibus praesertim
graecis commentarii. — T u s c u l i , 1893, i n 4 g r . p p . 318. . . . L . 35
— Vita di S. Nilo Abate Fondatore della Badia di Grottaferrata, s c r i t t a da S.
Bartolomeo suo d i s c e p o l o , v o l g a r i z z a t a . — R o m a , 1904, p p . X I X - 138 . L.6
— L'Epitafio di S. Abercio Vescovo di Gerapoli in Frigia, — R o m a 1907, i n - 4 p p .
110. C o n t a v o l a f u o r i testo. . . . . . . . . . L . 10

1 L'eco delia Stampa i


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