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RIVISTAMENSILEDI TECNICAELETTRONICAE FOTOGRAFICA


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Direllore responsabile: ANTONIO MARIZZOLI

Rivista mensile di îecnica eleîtronica Questo mese parliamo di... . pag. 9


e fotografica, di elettrotecnica, chimica
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Corrispondenze dei transistor >> 78
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t u t t ' a l t r o c h e u n a n o v i t à . L a s e c o n d a ,c h e l ' a n d a r e i n g i r o c o n l e c h i o m e f o l t e
e c o n l e b r a c h e g u a l c i t e n o n è c o n t e s t a z i o n eè: f a r s a .
l l p r i m o c o n t e s t a f o r ef u c e r t a m e n î eu n c a v e r n i c o r o q , uando ebbe l,in-
Î u i z i o n e d i a f f e r r a r e u n a p i e t r a e s c a g l i a r l ac o n f r o l ' o r s o . l l c a r a t t e r es a c r a l e
d e l l a l o t t a p e r l a s o p r a v v i v e n z as u b ì i n q u e l m o m e n t o u n a v a r i a z i o n e
p r o f o n d a : u n e s s e r e f r a i m o l t i c h e s i d i l a n i a v a n op e r d i v o r a r s i l , u n l , a l t r o .
s i s t a c c a v ad a l l a l o t t a c o r p o a c o r p o i n t r o d u c e n d of a t t i a s s o l u t a m e n t eu n i c i
e n u o v i : l ' i n t e l l i g e n zea l ' o g g e t t i v a z i o nLe'.o r s oe g l i a l t r i a n i m a l i c h e s o n o i n
t e r r a c a p i r o n o a l l o r a c h e u n o s o l o e r a s u p e r i o r ea t u t t i . E q u e s f o u n o s o l o ,
I ' u o m o , i n l u ì d i p o s . s e d e r ed e l l e p r o p r i e î à i n c o m m e n s u r a b i r iM . a queste
.
p r o p r i e î àn o n e r a n o l ì , a p o r î a t ad i m a n o p e n d e n î i d a u n a l b e r o : b i s o g n a v a
coltivarlenella propria interioritàper svilupparlepoi negli atti esterni.
Ma sapete c o m ' è : s v i l u p p a r ed e l l e f a c o l t à è i m p r e s af a t i c o s a .V o r r e m m o
t u t t o s u b i t o e n o n a c c e t t i a m od i b u o n g r a d o i l f a t t o c h e i l d e s i d e r i o v a d a
m o l t o p i ù i n l à d e l l e n o s t r e c a p a c iàf , e c h e c i v o g l i o n o g e n e r a z i o n i p e r
evolvere.
Così conîestiamoconrro n o i s t e s s i ,c o n î r o i n o s t r i s i m i l i p e r c h è î r o v i a m o
s e r n p r eq u a l c u n op i ù a v a n t i di noi, contro I'organizzazionesu questa terra e
n e l l ' a ld i l à .
N e l l i b r o p r i m o d e l l ' o d i s s e as i l e g g e q u e s t o p a s s a g g i o-: p o h l - d i s s e
Giove - incolperà l'uomo dunque sempre gli òei? óuundo a se stesso i
m a l i f a b b r i c a ,d e ' s u o i m a l i a h o i d à c a r c o e i a s t o l t e z z as u a c h i a m a d e s î i n o .
D a l c h e s i a p p r e n d e c h e i c o n t e s t a t a re i s i s t e v a n og i à t r e m i l a a n n i f a ,
^
s e O m e r o s i è d a t o l a p e n a d i p r e s e n t a r cG
i i o v e c h e , s t a n c òd e l l e c o n t e s t a z i o n i .
c o n t e s î aa n c h e l u i c o n î r o g l i u o m i n i !
P e r c o n c l u d e r e :l a c o n î e s î a z i o n ep u r a è , c o m e d i c e o m e r o , < f a b b r i c a
d i m a l i > . L ' i n s o d d i s f a z i o nceo n t e m p e r a t aè , i n v e c e ,s p r o n e v e r s c i l p r o g r e s s o .
E p o i c h è v o i , l e t t o r i , s i e t e d e g l i s p e r i r n e n i a t o rpi e r e l e z i o n e ,r a l l e g r a l J v id e l
vosîro senno perchè vi trovaie fra coloro che sîanno davanti, e usano l,in-
telletto.La vostra cpera gioverà col tempo anche a quelli che sono rimasli
i n d i e î r o a g r i c i a r ee a d i s e r î a r e i r a s o i . r l m o n d o è b e i l o p e r c h è è v a r i o .

S P E R I M E N T A R E- N . 1 - 1 9 6 9
Potentissimoed economico generalore di alra frequenza, utile per
infìnífà d'insolite esperienzee capacedi creare lu_nghee fragorose
scintille, pur non impiegando nePPure Una valvola od un lransislor. di \ru.H.Williams

Pochi ricordanoche assaiprima del- Per comprendere l'importanza che capaciîàCl. Avendo un rapporlo for-
l'anno 1900, Nicola Tesla propose di a quei tempi avevano queste invenzio- femente in salita scoccanoai capi delle
costruire una trasmittentedella poteh- n i , n o n s a r à m a l e r i c o r d a r ec h e a l l o r a s f e r e î t e d i S P 2 d e l l e l u n g h i s s i m ee d
za di 7,5 MW per un insolito scopo.Si era conosciutala corrente confinua ma energiche scintille. Ciò permette di
traliava di emettere radiofrequenza non molîo si sapeva circa la corrente alimentare un ulteriore trasformatore
alla îensione di lO0 milioni di volt ahernata. Comunque, sin dal l89l TS2, accordato dal condensatoreC2.
p e r i l l u m i n a r e l e l a m p a d i n ed i g r u p p i Giorgio Westinghouseaveva acquista-
di case. lo alcuni dei brevetti del Tesla che . C o m e r i s u l t a l of i n a l e , a l l o s p i n t e r o -
furopo poi impiegaÌi alla Fieramondia- m e t r o S P 3 s c o c c a n od e l l e s c i n î i l l el u n -
d e l l ) e n e r - le di Chicago del I892 per dimosîra-
B e n i n r e s ol,a t r a s m i s s i o n e g h e a n c h eq u a l c h em e t r o . G l i e l e v a î i s -
gia elettrica a distanza,sarebbe avve- zioni di trasmissione a distanza di simi potenziali in gioco sono tuttavia
nuîa senza l'impiego di fili. Queslo energia elettricasenzafar ricorsoai fili. innocui per il faîto che la radiofre-
non era poi un progefto del tutîo chi- quenza resta in superficie ai corpi
merico, anche se il suo inventore do- N e l l a f i g . I è v i s i b i l e l o s c h e m ad i senzaentrare in profondità.
vefte troncarlo sul nascere Per mancan- principio di uno dei trasmettitoriTesla.
za di mezzi. lnfatti, lo stesso Tesla Abbiamo voluto prendere in esame
ln esso si vede che una dinamo D
aveva già realizzafo impianti spelta- il sislema di Tesla per vedere di mo-
alimenta un rocchelto di Ruhmkorff
colari. dernizzarloe ricavarneun apparecchio
R M , l ' i n t e r r u z i o n ea l p r i m a r i o d e l q u a -
semplice e compatlo. ll risultato è il
Per esempio,era riuscito a coslruire le viene fornita dall'interruttore elet- <<Tesla2l > che qui descriviamoe che
una sîazione lrasmiîtente di energia trolitico lE. Al secondario di RM si è raffìguraîonella fig. 2.
eletlrica che aveva acceso3'00 lampa- sviluppa una tensione alîissima che
dine eleiîriche del suo laboratorio' La alimenta il trasformaloreTSI attraver- La sigla ( 2l > sta ad indicare la
singolarità della cosa consisteva nel so lo spinterometro SP l. ll primario l u n g h e z z am a s s i m a i n m i l l i m e t r i d e l -
fatto che queste lampadine si trova- di questo. trasformatore è accordato la scinlillache è capacedi fornire. Con-
v a n o a q u a s i 5 0 c h i l o m e t r id i d i s t a n z a . su una frequenza elevata mediante la siderando che in aria occorrono circa
3 . 0 0 0 V p e r s u p e r a r eu n i n t e r v a l l od i
I mm, grosso modo si può far ascen-
dere a non meno di 5,0 mila volt la
îensione erogata da questo apparec-
chio.

Numerosesono le esperienzeche si
oossono effetluare con esso. Vernici
fosforescenîi di qualsiasi îipo si illu-
minano forfemente se i suPPorti su
cui sono stesesono investiti in un mo-
d o o u a l s i a s id a l l ' e f f ì u v i od e l l a s c a r i c a ;
î u b i e l e t î r o l u m i n e s c e net d i al neons'il-
l u m i n a n o p a r z i a l m e n t es e p o s î i i n v i -
cinanza dell'alta lensione. Anche certe
l a m p a d i n ed e l t i p o c o n r i e m p i m e n t o
gassoso,si accendonodi improvvisi ba-
Fig, t - Schemadi princípio di un trasmettiloreTesla. gliori quando vengono tenute per la
g h i e r a m e î a l l i c ae d a v v i c i n a t ea l l ' u s c i -

10 S P E R I M E N T A B E- N . 1 - 1 9 6 9
la del Tesla.La luce che emettono non
deriva però dal loro filamento che,
come si poîrà noîare, rimane spento,
ma bensì dalle scaricheche innescano
n e l g a s d i c u i è r i e m p i t oi l b u l b o .

Le scintille emesse dall'apparecchio


sviluppano ozono e generano uno
spettro contenente le righe caratteri-
stiche del materiale con cui sono fatti
gli eletîrodi di scarica. Ciò permetfe
d'impiegare queste scintille per effef-
îuare analisi s,pettrochimiche.

Applicando un'antennaaccordataod
a n c h eu n s e m p l i c ef i l o a l l ' u s c i t aa d a ' l -
îa tensione, vengono irradiate. onde
radio smorzatesu una vasîa gamma di
frequenze,causandoforîissimidisturbi
a l l e r a d i o a u d i z i o n i rq u e s t aa p p l i c a z i o -
ne non è consenlita.

Funzionamenlo

Nella 3 è riportato lo schema


eletîrico Tesla che abbiamo rea-
lizza'lo,

Esso si discosta notevolmenîe dai


prototipi fradizionali perché non ne-
cessitadel rocchettadi Ruhmkorffed è
alimenlato dalla rete luce. Precisamen-
î e , l a s p i n a S Pv i e n e i n s e r i t ai n u n a c o -
mune presa di corrente aliernata e
quando l'interruftore lN viene chiuso
il relé RL è eccifato.

Si aprono allora i contatti <<a > e


n b > ed il relé viene così diseccitato
ed i contaîti precitafi si chiudono nuo-
v a m e n f e .S e g u e a l l o r a u n a n u o v a e c -
citazionedel relé e poi una successiva
aoertura e così via con un funziona-
mento che potremo definire a < cam- Fig. 2 - Aspetlo del " Tesla 2l ,.
p a n e l l o> .

SPERIMENTARE- N. I - 1969 11
I c o n t a t t ir . d > e d < e > s o n os o l i d a l i al secondariodi TS (indicatecon le let- q u e s t ' u l t i m oe r a d i m e t a l l o ; t u t t a v i a ,
meccanicamenîecon i contatti <<a-b >> tere <<g-h > in fig. 3)..scoccanonulrite n u l l a v i e t a d i u s a r e u n b a s a m e n t of a î -
per cui si aprono anch'essin sincro- s c i n t i l l ep u r c h è l a d i s t a n z af r a q u e s f e t o d i m a f e r i a l ei s o l a n t e .
nismo. Ciò fa sì che il circuitoa cui n o n s u p e r i i 2 0 - 2 1 m m . L e s c a r i c h es o - A l l ' i n t e r n od i e s s o ( c o m eè v i s i b i l e
f a n n o c a p o i l c o n d e n s a l o r eC l e l ' a v - n o o v v i a m e n t e a d a h a f r e q u e n z a ,e dalla fig. 4), sono collocati i compo-
volgimento primario P2 venga alfer' perlanto non sono pericolose nono-
n e n t i p r i n c i p a l i ;p r e c i s a m e n t ev i s o n o
nalivamenle corîocircuitalo, oppure s t a n t el ' e l e v a t i s s i mtae n s i o n e T
. ultavia, fissati l'interruîtorelN, il trasformatore
energizzatoad impulso dalla elevatis- data la notevole potenza in gioco e la T A . i l r e l é R Le d i l c o n d e n s a t o r e Cl. ll
sima extra-îensioned'apertura svilup- frequenza relativamentebassa di fun- frasformaîore TS è collocato esîerna-
Pl d i T A .
p a t ad a l l ' a v v o l g i m e n t o zionamento, è bene usare qua.lche menîe.
prudenza per evilare di ricevere di-
Q u e s t ' u h i m oè u n s e m P l i c eP r i m a - rettamente su parti del corpo le scin- Nella fig. 5 sono rappresentaîii col-
r i o d i t r a s f o r m a t o r ed i a l i m e n f a z i o n e tille che per la loro notevole intensità legamenti da effettuare e, come si ve-
d i t i p o u n i v e r s a l e .I c a p i d a u t i l i z z a r e non sono decisamentepiacevoli da un d e , l ' u n i c ap a r t e d a r e a l i z z a r eè i l t r a -
sono ovviamente quelli che corrispon- punto di vistafìsiologico. sformatoreTS.
d o n o a l l a t e n s i o n ed i r e t e d i s p o n i b i l e .
P o i c h èv i e n e e s s e n z i a l m e n t iem p i e - Esso consta essenzialmente di un
L e r a p i d i s s i m ec a r i c . h e s c a r i c h ed i C l
gato un relè ed un'indutfanzaper so- t u b o d i m a î e r i a l eo l t i m o i s o l a n t ec h e
d e l e r m i n a n o u n p a s s a g g i od ' i m p u l s i
stituire il tradizionale rocchetto di porta l'avvolgimento 52. Su questo è
a t t r a v e r s oP 2 c h e è l ' a v v o l g i m e n l op r i -
Ruhmkorff, si ha un nolevolissimo ri- infilatopoi un altro lubo di maggiore
marlo del trasformaîoreTS che cosfi-
s p a r m i o .T u t t a v i a ,n o n b i s o g n ad i m e n - d i a m e t r o , a n c h ' e s s od i m a î e r i a l e i s o -
t u i s c ep r o p r i a m e n t ei l < T e s l a> .
lante,su cui è avvolto l'avvolgimento
primarioP2.
Le dimensionidelle parîi meccani-
c h e e l ' a l t e z z ad e g l i a v v o l g i m e n t is o -
n o d e s u m i b i l id a l l a f i g . ó .
L'avvolgimento52 non presenla al-
cuna pahicolare diffìcoltà nella sua
realizzazione, specialmente se si di-
s p o n ed i u n a m a c c h i n aa v v o l g i f r i c e l.n
mancanzadi questa si può effelluare
l ' a v v o l g i m e n t oa n c h e a m a n o ; i n t a l
caso l'operazione richiede circa due
ore. Si trafta, infatti, di avvolgere in
m o d o m o l t o r e g o l a r ec i r c a I 5 0 0 s p i r e
d i f ì l o s m a l t a î o0 , 1 2 m m . È a n c h ep o s -
s i b i l e s u p e r a r et a l e n u m e r o d i s p Ì r e
usando filo smaltato avente un dia-
m e l r od i 0 , 1 m m .
- f ^ L'altezzadell'avvolgimenlo deve es-
s e r e c o m p l e s s i v a m e n tdei | 8 0 m m , l a -
9V-S2 sciando delle testate libere di circa
-
Fig, 3 Schema èlettrico.
2 ' 0 m m i n b a s s oe l 0 m m i n a l t o . l l f i l o
smalîaîoda usare deve esserenuovo e
privo di difefti, poichè le elevate ten-
Qui abbiamo un'alîranovità r i s p e t - l i c a r e c h e i l r e l é R L è s t a t o o v v i a m e n Î e s i o n i i n g i o c o n o n p e r m e t t o n ol a c u n e
io agli s c h e m i f r a d i z i o n a l i ,i n q u a n i o c o s t r u i t op e r b e n a l t r o i m p i e g o e q u i n - n e l l ' i s o l a m e n t o. .R e a l i z z a t o l ' a v v o l g i -
T S è m u n i t o d i u n a b b o n d a n t en u c l e o d i f u n z i o n a n d on e l l o s c h e m ad i f i g . 3 mento 52. lo si deve Proteggere con-
di ferriîe, menfre la tradizione vorreb- i n m o d o r a p i d a m e n t e a l t e r n a t i v o e t r o l e d i s p e r s i o n ie l e f t r i c h ee l a u m i -
be che ne fosse p r i v o . T u t t a v i a ,l a p r e - q u i n d i i n n a t u r a l e ,è b e n e t e n e r l o i n d i f à , c o i b e n î a n d o l o I. n p r a î i c a ,s i p u ò
senza di tale nucleo permette di olîe- f u n z i o n ep e r t e m p i n o n t r o p p o p r o l u n - ottenere ciò immergendolo in paraffì-
n e r e d e i r i s u l t a t ie c c e z i o n a lci o n p i c c o - gati oer impedire che i suoi contatti si n a c a l d a e l i q u i d a o p P u r es p r u z z a n d o -
l e m i s u r ed i i n g o m b r o . s u r r i s c a l d i n tor o p p o . l o c o n u n p r o d o t f o i s o l a n t ec h e i m -
o e d i s c al a f o r m a z i o n ed i a r c h i e d e l i -
ll rapporîo del frasformatore TS è mini l'efiefto coronarcome ad esempio
Costruzione
i n s a l i t ae d e l l ' o r d i n ed i c i r c a l : 1 0 0 , i l < N o - A r c C h e m t r o n i c s) G . B . C .
per cui g l ' i m p u l s i d i e x t r a - t e n s i o n e L a c o s t r u z i o n ed e l u T e s l a 2 l , è o l - LCl08r o-00.
c h e s i v e r i f ì c a n oa i c a p i d i P l r i c o m - t r e m o d o s e m p l i c e .
I c a p i d ' i n i z i oe d i f i n e d e l l ' a v v o l g i '
p a n i o n oa i c a p i d i 5 2 c o n v a l o r i i n p r o -
L ' a p p a r e c c h ièo r e a l i z z a t om e d i a n Î e mento 52 possono essere fissati me-
p o r z i o n es u p e r i o r i .
i l m o n l a g g i o s u u n b a s a m e n t o .N e l d i a n f e m a s t i c eo p p u r e , c o m e a b b i a m o
m o d e l l i n o .p r a t i c a n d od e i p i c -
P e r t a n t o ,s e s i a P P l i c a n od u e P u n t e m o d e l l i n o c h e a b b i a m o s p e r i m e n t a Î o , f a t f o n e l

12 S P E R I M E N T A R E_ N . T - 1 9 6 9
c o l i f o r i A 1 m m n e l t u b o i s o l a n t e f, a -
cendo poi passare dentro e fuÒri i
c a o i s i n o a d a v e r e u n s u f f ì c i e n t ea n -
coraggio.
P e r l a r e a l i z z a z i o n ed i P 2 , o c c o r r e
i m p i e g a r eu n t u b o i s o l a n t ed i m a g g i o r i
d i m e n s i o n i( v e d a s il a f i g . ó ) s u c u i a n -
dranno avvolîe Ió spire in due strati
f..,.i
l a s c i a n d oc i r c a l 0 m m l i b e r i a d o g n i
e s t r e m o .l l f i l o d a u s a r e è l a c o m u n e
t r e c c i o l ad i r a m e r i c o p e r t ad i v i p l a ; l e
dimensioni ottime sono circa quelle
d e l l e t r e c c i o l ei s o l a t ei n p l a s t i c au s a t e
p e r i c o r d o n i d i a l i m e n t a z i o n e ;n e s -
s u n m a t e r i a l e i s o l a n t eè p o s l o f r a i
due strati.
i 2 pos-
L a r i g i d i t à e l l i s o l a m e n t o . dP
sono essere perfezionaii mediante im-
mersione in paraffìna o con spruzza-
t u r a d i a p p o s i t ol i q u i d o a n t i a r c o c, o m e
già fatto per 52.
T e r m i n a t it u i î i g l i a v v o l g i m e n t i ,P 2
va infilaîo sopra 52 e posto a 40 mm
d a l l a l o f r e d d o , c e n t r a n d o l om e d i a n t e
una striscia di spugna di plastica
( e s p a n s op o l i u r e t a n i c oa) v e n t e d i m e n -
r--*----*-'ìJ

s i o n i d i c i r c a3 0 x 1 0 0 e d u n o s p e s s o r e
I
d i l 0 m m . Q u e s t as l r i s c i as i p i e g a a d
anello ed agiscecome un soffìcedisîan-
Fig. 4 - Componenti montati all'integno del basamento.
z i a t o r e e l a s i i c o i n c a p a c ed i a r r e c a r e
d a n n i a l d e l i c a î oa v v o l g i m e n f o5 2 .

F i g . 5 . C o l l e g a m e n r i .:

- N. I - 1969
SPERIMENTARE 13
ll îrasformatoreTS può esserecom-
pleîaîo con alîre parti accessorie.
A d e s e m p i o ,c o m e è v i s i b i l e ' n e l l e
f i g g . 2 e ó , s i p u ò c o l l o c a r es u l l a s u a
sommilà un cappellotto di plastica,al-
î o c i r c a2 0 m m , a l c e n t r od e l q u a l e s i
colloca un morsettino per il fissaggio
di fìli di rame da usare come punle
di scarica.Tale piccolo morsefto può
Plastica Punt essere ricavato privando della parte
Gomma
p as5 ac avo Rondelte isolante la presa volante unipolare
ot ton e
G.B.C.CDl2550-00.
L'estremo di 52 può far capo ad
un'astadi sostegnodi metallo o di ma-
teriale isolante,provvista sulla sommi-
tà di un cappelloto di plasîica.
Tutti quesfi ulti-i accessori sono

r-.
lF l I
4
6 P A R T I C OL A RE
F I S S A G G I OR L
u t i l i , m a n o n i n d i s p e n s a b i l iv; o l e n d o ,
possono essere omessi. È necessario,
i n v e c e , l ' a n e l l os e g n a î oc o n l e i n i z i a l i
ll
l0 RA nella fig..ó che serve a dare un
r-T solido appoggio al tubo TS.
1
J
3I 0
J r Nel modellino ci siamo preoccupati
t0
---T di uîilizzare un pezzo di plastica che
I
fosse facilmente reperibile e, pertan-
to, abbiamo uiilizzaîo uno di quei roc-
cheîti di plasîica su cui sono avvolti
molti nastri adesivi trasparenti del
c o m m e r c i o .U t i l e , m a n o n i n d i s p e n s a -
25 b i l e , è i l c i l i n d r o d i m a t e r i a l ep l a s t i c o
(oppure di legno) BS di fig. ó; queslo
I può essere sem,plicemenîe una metà
di una scaîoladi plasticadalle misure
P AR Î I C O L A R E
circa uguali a quelle indicaîenel di-
F I s S A G G I OA S Î A
_T
32 s e g n o ,o p p u r e u n q u a l s i a sai l t r o m a n u -
fatîo del genere.
.. Fig. ó - Dimensioni in millírnetri. Lo scopo di questo pezzo è quello
di distanziare ulteriormenîe la parte
inferiore dell'avvolgimento52 dal ba-
samento in metallo dell'apparecchio.È
ovvio che se si usa per quest'ulîima
p a r t e u n b a s a m e n t on o n d i m e t a l l o ,i l
dislantialore BS può essere omesso.
Più importanteè invece il gommino
passacavoda interporre nei punti di
fissaggio del relé RL.

lnfatîi, durante il funzionamento,


questo relé vibr.a notevolmente ed è
fonte di un notevole f rastuono. Per
ridurre le vibrazioni, oîtima cosa è fì;-
s a r l o a l t e l a i o m e î a l l i c oi n t e r p o n e n d o
u n g o m m i n o p a s s a c a v od i d i m e n s i o n i
appropriaîe, come ad esempio il tipo
G.B.C.GA/472'O-OO per basamentifat-
i i c o n u n a l a m i e r ad a I m m , o p p u r e
if îipo GA/473A-OOper basamenti di
lamiera con spessoredi 1,5 mm {ve-
dasi il disegno particolarenella filg. ó).

14 SPERIMENTARE- N. 1 . 1969
L e d i m e n s i o n id e l b a s a m e n t om elallico diffìcile, perchè molte parîi qui illu- lnternamenteal tubo su cui è avvol-
.l00 îo 52 va collocaîo il nucleo ferroma-
sono nel modellinodi l00x mm strate hanno soltanlo funzioni acces-
con ó0 mm di altezza ma non ha nes- sorie. Ad esempio, l'apparecchiofun- gnetico; abbiamo risolto il problema
suna importanza se non viene realiz- z i o n a g i à s e r e a l i z z a t of a l e e q u a l e infilando all'interno 4 nuclei ferroxcu-
zafo identico. Come già accennato,si come mostratonella fig. 5, ossiain mo- be di 9,5 x 203 mm corrispondential
può usare infatti un basamentodi altro do volante ed appoggiato su un piano n. di calalogo G.B.C 00/0ó01-00.
lipo, quale un comune telaietto Per b e n i s o l a î o .A v v i c i n a n d oi f i l i d ' i n i z i o Senza questi nuclei la resa dell'ap-
apparecchiradio a valvole, una scafo- e di fine dell'avvolgimento52 ad una p a r e c c h i oè m i n i m a e n o n è p o s s i b i l e
la di legno di suffìcienfidimensioni o d i s f a n z ad i c i r c a 2 ' 0 m m , q u a n d o l ' i n - o t t e n e r ed e l l e s c i n t i l l ea v e n t i u n a l u n -
scaîole metalliche già pronte in com- terruttore lN è chuiso e la spina SP in- ghezzasuperiorea qualche millimetro.
mercio come ad esempio la scatolaper serita in una presa di rete, si vedranno
i .B.C0 . 0 / 3 0 15 - scoccarenutriîe scintille violacee. Chi è in vena di ulteriori esperienze,
m o n î a g g is p e r i m e n t a lG
può applicare un successivostadio co-
0 3 c h e ' h a d i m e n s i o n i d i 11 8 x ó O x
Dato che i fubi su cui vanno avvolti m e è i n d i c a l on e l l a f i g . l , i n m o d o d a
x 55 mm.
gli avvolgimenfi 52 - P2 devono essere elevare ulîeriormenîe la tensione, su-
. Le sole parti che richiedonc un iso- di materiale isolanîeottimo, sono con- p e r a n d o c o s ì i 1 0 0 m i l a v o l t . L a d i -
lamento eccezionalesono quelle che s i g l i a b i l i i l p l e x i g l a s ,i l p e r s p e x e d i stanza dello spinîerometloSP 2 andrà
fanno capo al trasformatoreTS, men- m a t e r i a l i a c r i l i c i i n g e n e r e . O c c o r r e regolata per la maggior lunghezza di
fre un'attenzione minore può essere escludere nel modo più assolulo 'la scintilla-stabile,mentre i valori di C2 -
posta agli altri componenti. ll cordone Ll determineranno la f requenza di
gomma, il legno, il cartone, ecc.; se
di alimenlazioneSP (fì9. 5) è necessa- TS 2.
vi sono difeîti anche minimi d'isola-
rio che sia provvisto di passaggiopro- Si possonoaggiungere poi successi-
pos-
îeîto da gommino passacavoquando mento nel trasformatoreTS non è vi sîadi, sempre però curando l'adat-
per basamenîo dell'apparecchios'im- sibile ottenere la massima tensione îamento d'impedenzafra uno stadio e
p i e g a u n a s c a t o l am e t a l l i c a . d al l ' a p p a r e c c h i o .
l'altro; con tale metodo si possonoge-
L'apparenzadei vari pezzi non deve Converrà, infine, ricordare che an- .nerare îensioni e frequenze estrema-
far credereche la realizzazionedi que- che l'umidità può comprometterel'iso- mente elevate, utili per i più vari ed
sîo apparecchio sia meccanicamenle lamento. insoliti esPerimenti'

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- Écottoulr
PUREIE RAPTDITÉ

t M I G L I O R I S T A G N I D E C A P A T II N F I L I A 4 C A N A L I

- * TÉLÉPHONE
A DIJONSAINT.APOLLINAIRE
USINEET BUREAUX 32.62.70
MÉTAUXBLANCSOUVRÉS
lunghezzafocale,che è poi la distanza
inîercorrenfetra il piano ove è situata
la pellicola (piano focale),e il rel,ativo
punfo principale del l'o.ttica.
I dileltanti smaniosi di dedicarsi all'hobby della fotografia con serieià di
La lunghezza focale del normale
intenti, propendono solifamente per l'apparecchio a sislema reflex mo- obieîîivo di u,nafotocamera35 mm. è
nobiettivo (S,t.R.),il quale consente di spaziare nei diversi campi di ap- q u a s i s e m p r ed i 5 0 m m . ; s e q u i n d i n o i
plicazione della tecnica fotografica usando un minimo numero di acces. u s i a m o s u l l a s t e s s am a c c h i n au n t e l e
sori. Scopo di questo articolo è di fornire utili nozioni teoriche e pratiche d a 5 0 0 m m . a v r e m ou n ' i n g r r a n d i m e n t o
di 500:50 : l0 vohe. Ciò significa
su quesfo tipo di fotografia.
che fotografando con il tele suddetto
un oggetto posto a lO0 m. esso avrà
sulla pellicola le stessedimensioni che
avrebbe avufo se avessimo operato d,a
l 0 m . c o n l ' o t t i c as t a n d a r d .

l l s i s t e m ' aS . L . R .è s e n z a o m b r a d i I lettori scuseranno questa disserta- È ovvio quindi che il teleobieîtivo


d u b b i o v e r s a t i l i s s i m oe m e r a v ' i g l i o s o ; zione che a p.r"imavista potrebbe sem- abbracciaun campo minore delllob.iel-
'brare
ma va usato per contro con una ade- fuori luogo ma che in realtà è t i v o n o r m a l e .E s s os i u s a p r i n c i p a l m e n -
gu'ata preparazione tecnica. Con ciò indispensabileper introdurci adegua- te per riprendere soggelti inavvicina-
non vogliamo affey'ma're che per un di- 'l'am'ente'in questo calmpo di .im,piego bili (ad esempio animali servatici)o ,
l e t t a n t ea l l e p r i m e a r m i s i a i m p ' o s s i b i l e d,elIa f otog,rafia, pecuIi are cara.ttenistica quando un ostacoloci separa dal sog-
adoperarequesfo tipo di macchinafo- del sistem'areflex, quale è appunfo la g e t f o o p e r e s e g u i r eu n p r i m o p i a n o
tografìca,tutfaltro, ma sem,pliceme,nte telefotogr:afi'a. d a , u n ad i s î a n z ar e l a Ì i v a m e n t eg r a n d e .
che occorre procedere per gradi: sì da È anche adoperatoper eseguire ritratti
ottenere quei risultatiche questo intel- Com,eè nofo il teobiettivo ingrandi- poichè permeîte di ope.rareda una di-
Iigenîe sistema consente. sce l'immagine a seconda della sua stanzamaggiore ottenendo così ritratti
con giusta prospetîiva.
Giova qui ricordare che non tuîti
gli obiettivi con distanza focale mag-
giore dell'otticastanda,rdsono dei ve,ri
e proprio teleobiettivi: esistono infatti
anche i cosiddeiti < Lungo fuoco >>.
Essisono, a par.itàdi focale, fisicamen-
te molto più lunghi dei veri îeleobiet-
t i v i ; l a l o r o l u n g h e z z aè s e m p r eu g u a l e
o leggermente maggiore alla disfanza

t6 - N. 1 - 1969
SPERIMENTARE
íocaie, consegueniementepresentano
un peso ed u'n ingombro maggiore
rispetlo ai ieleobietÌivi. Per quanto ri-
guar.dainvece i risultati pratici non v'è
differenza alcuna ira un vero iele ed
un corrispondentelungo fuoco.

C o m u n q u ea n c h eq u e s t i u l t i m i v e n -
g o n o , n e l l a c o m u n e d i a l e t t i c a ,d e f i n i l i
* T e l e> .

Se acquistateun teleobietîivo,misu-
raîene innazitutlo la lunghezza mate-
r i a l e ; s e q u e s t a s a r à i n f e r i o r ea l l a f o -
c a l e . e s s o s a r à s e n z ad u b b i o u n v e r o
îele.

È poi opporluno tenere'presenteche n a l m e n î ea n c h ei l d i a m e t r od e l l e l e n t i p i d i s c a t î oè q u i n d i l ' u s o d i p e l l i c o l e


l'uso del tele presentaproblemi tanfo componenti l'obietlivo. a l q u a n t o s e n s i b i l i ,s u i 2 3 - 2 5 ' D I N a l
maggiori quanlo più è grande la sua m i n i m o , c o l o r o c h e c r e d o n od i o t t e n e -
lunghezza focale, cioè quanto più ri- U n t e l e d a ì 0 0 0 m m . c o n u n a l u - r e r i s u l î a t im i g l i o r i a d o p e r a n d of i l m a
s u l t a s p i n l o l ' i n g r a n d i m e n t oc h e e s s o minosità di f 2. dovrebbe qu'indi esse- g r a n a f i n e e q u i n d i m e n o s e n s i b i l i ,a n -
pertnette. L'ostacolomaggiore che si re dotato di lenti enormi e difficilmen- d r a n n o i n c o n t r oa d e l u s i o n i e d i n s u c .
frammetîe nel momenlo in cui ci si te riuscirestea reggerlo con una mano, c e s s i .U s a n d ot e l e o b i e t t i v di a 5 0 0 m m .
accingea scaltaretelefotografieè l'ef- a parte poi il fatto fuît'altro che tra- e d o l t r e i n s p e c i a lm o d o s u a p p a r e c c h i
fetto delle vibrazioni dell'apparecchio s c u r a b i l e r i g u a r d a n t e i l p r e z z o d ' a c - 35 mm.. ed anche facendo uso del
q u a n d o s i p r e m e i l p u l s a n î ed i s c a t t o : q u i s l o d i u n î a l e o b i e î t i v o .L ' u n i c om o - t r e p p i e d e ,i l î e m p o d i s c a t i op i ù l e n t o
infatfi se un determinato tipo di tele- d o p e r p o t e r l a v o r a r ec o n v e l o c i t e m - d a u s a r s si a r àd i 1 1 5 0 O " m , a è meglio
obietlivo ingrrandiscel'immagine po-
niamo 8 volte, verranno con essa, in-
grandite nella sîessamisura anche'le
v i b r a z i o n i :c i ò s i g n i f i c ac h e i n q u e s t a
eventualitàla fotocameradovrà essere
8 volte più stabile che non usando
l'obieftivo standard; ciò naîuralmente
fotografando con lo stesso tem,po di
otturazione.

A l l o s c o p od i n e u t r a l i z z a r o e, quan-
t o m e n o . m i n i m i z z a r ei l d e l e t e r i o e f -
f e t î o d e l l e v i b r a z i o n i ,l e q u a l i s o n o l e
p ' r i n c i p a lri e s p o n s a b i ldi i t a n t i n e g a t i v i
i n s e r v i b i l ip e r c h è m o s s i , è n e c e s s a r i o
usare veloci tempi di scatto; questo
però è più facile a dirsi che a farsi;
è noto infatti che, normalmente,la lu-
m i n o s i t à d e i t e l e o b i e t t i v iè t a n t o m i -
nore quanto maggioreè la loro lun-
ghezza focale. Questo avviene poichè
l'aoertura relafiva d'i un obiettivo è
d a t a d a l l a d i s t a n z af o c a l e d i v i s a p e r i l
d i a m e t r o d e l l a p u p i l l a d ' u s c i t a :' d a c i ò
s i d e d u c ec h e a u m e n t a n d ol a l u n g h e z -
za focale occorreaumeniareproporzio-

S P E R I M E N T A B E- N . I . 1969 17
adoperare I/I0O0" di secondo: ciò
îuitavia non esclude che in casi p,arti-
cola,ri si possano ottenere immagini
soddisfacenii usando ad esempio un
tele di 500 mm. a mano libera e scat-
tando a 1/25'0". Comunque questo è
anche un fatto soggettivo, esistono,in-
dividui i quali hanno una mano fer-
missima; tutiaVia queste sono da con-
siderarsi eccezioni non certo riscontra-
b i l i n e l l ' i n d i v i d u o a p p a r t e n e n t ea l l a
media.
Ad ogni modo facciamo presente
che quesîi forti tele sono da usarsi
soltanto in occasioni'parîicola,rissime,
nella maggior parte dei casi basterà
limítarsi all'uso di teleobiettivi molto
meno spinti e quind,idai risultati mol-
to più sicuri. Se proprio si vuole, o si
deve usare un obieîtivo di forte lun-
ghezza focale è opportuno conoscere
tutti gli handicap che in tal caso im-
macabilmenle sí presen'teranno;sì da
poterli eliminare nel modo miglíore.
Un'altra deile cause più frequenti di
scarsa nitidezza con l'uso d'i teleobiet-
fivi molto spinti è la grande quantità
-; di pdrticelle éstranee presenti nell'af-
.
mosfera: fumo, smog, scarichi indu-
striali, piccole goccioline d'acqua do-
vute all'umidità atmosferica fanno sì
=t=,='
'.,' che l'ar,ianon sia mai com.pletamente
pulita, e ciò è causa ohre che di poca
n i f i d e z z a ,a n c h ed i u n a d a n n o s ad i m i -
nuzione del conirasto,con conseguenfe
a p p i a t t i m e n t od e ll ' i m m a g i n e .
In molti casi è utile, al fine di au--
mentare il contrasto della fotografia,
sottoesporrevolutamentedi uno o due
diaframmi e compensarepoi durante
lo sviluppo, aumentando la durata
di questo del 2Oo/o.
I soli casi in cui è facile ottenere
b u o n e i m m a g i n i f o t o g r a f a n d oa g r a n -
d e d i s t a n z a ,s o n o q u e l l i i n c u i a s e -
guito di un bell'acquazzoneo di un
forte vento nordico l'aria divenîa ter-
s a , p u l i t a e q u a s i c r i s t a l l i n a .S o l o i n
queste condizioni sussistono buone
probabiltà di ottenere telefofografie
vera,mentenitide. In montagna si tro-
vano poi quesîe condizioni di aria
p u l i t a ,o l t r e c h èn e i c a s ic i t a t i ,a n c h ed i
p r i m a m a t t i n aa l l e v a r d e l s o l e q u a n d o
lo sguardo può spaziaresull'orizzonîe
e le montagne si stagliano nitide con-
îro il cielo.
Se si desidera fotoglrafare animali
in libertà ci si può benissimo limitare
a d u n a f o c a l ed i 3 0 0 m m . l a q u a l e p u ò

t8 SPERIMENTARE- N. I - 1969
e s s e r eu s a t a a b b a s t a n z af a c i l m e n t ea
mano libera con tempo di scatto di
1/250" - 1/5OO" di secondo:per cerîe
s o e c i ed î a n i m a l i c h e n o n s i l a s c i a n o
a s s o l u t a m e n t ea v v i c i n a r eè p e r ò t a l -
volla necessarioricorrere a focali oiù
lunghe che, come già deito, vanno
u s a t e c o n s p e c i a l i a c c o r g i m e n t i .N o n
si creda però che il solo faîto di esse-
re in possesso di un obiettivo di
8 0 0 m m . r e n d a f a c i l i s s i m ae a l l a o o r -
î a t a d i c h i u n q u e l a f o t o g r a f i ad i a n i -
m a l i s e l v a t i c i .C i ò a l c o n t r a r i or , a p p r e -
senta un settore molto diffìcile dell'ar-
t e f o t o g r a f i c ae d i m p l i c a , q u a s i s e m -
p r e , u n a b u o n a c o n o s c e n z da e l m o n d o
della fauna e delle reqole che la ca-
raîterizzano.
Frequentementeil tele viene usalo
per foîografare scene sportive in spe-
c i a l m o d o f o o t - b a l l ,c o r s e a u t o m o b i l i -
stiche,gare di sky ecc. ove non è
p o s s i b i l en é c o n s i g l i a b i l ea v v i c i n a r s i
troppo.
Per queslo uso l'obiettivo dovrà es-
s e r e a b b a s f a n z al u m i n o s o , p o i c h è è
noto che per fermare sulla pellicola
soggetli in forte movimento occolre
operarecon velocissimiîempLdi scatto.
S a r à a l t r e s ìo p p o r t u n o s c e g l i e r eu n Alire due folografie r€allalé con focale 4(E mm (foto sopra) e 600 mm (foto sotto).
e s e m p l a r ed e l t i p o < A u t o m a f i c o> c h e
p e r m e î î e r àd i s c a t î a r em o l t o ,p i ù f a c i l -
menîee velocemente.
l l r i t r a t i o r i c h i e d e ,i n g e n e r e ,f o c a l i
che vannoda 100 a 200 mm. Ovvia-
menîe si possono ottenere ritratti an-
c h e u s a n d o l a n o r m a l eo l î i c a i n d o t a -
z i o n e : m a q u e s f ' u l î i m an o n p u ò f o r -
n i r e r i s u l t a t i a l î r e l t a n t os o d d i s f a c e n t i .
Con una focale di 50 mm. è infafti
n e c e s s a r i op, e r o t t e n e r ei m m a g i n i s u f -
f i c i e n î e m e n î eg r a n d i s u l n e g a î i v o ,a v -
v i c i n a r s ia d u n m e t r o o m e n o d a l s o g -
getlo; ma così f acendo si avrà una
prospetîivaesageraiadi un medio îele
si potrà operare da circa 2 m. oltenen-
do una immagine suffìcientemente
grande e con un corretto effetto pro-
spettico. *..l
In macrofolografia il teleobiettivo ''..f;.
:.':.:,*.
v i e n e u s a t o ( l i m i t a t a m e n l ea l l e f o c a l i
d a 8 5 a 2 0 0 m m . ) a l l o r c h ès i r e n d a n e -
c e s s a r i ou n a m a g g i o r d i s t a n z ad a l s o g -
g€tto c o n e g u a l e i n g r a n d i m e n t e-
ad esempio per foiografare certe spe-
c i e d i i n s e l t i c h e n o n s i l a s c i a n oa v v i -
cinare o dei quali si îemono le rea-
z i o n i . N a t u r a l m e n t ep e r q u e s l i u s i o c -
@rre avvalersi di prolunghe del ti-
regrgio(softìettio tubi), salvo per po-

- N. I - 1969
T?ERIMENTARE 19
c h i e s e m p l a r i d i f o t o c a m e r ec h e r e - s t o s i p u ò a g e v o l m e n l e p a s s a r ed a l - Ciò è molto uîile quando si posseg-
caro incorporato un soffìetto di esten- l'esecuzione di ritratîi, alla telefoto- g o n o d u e m a c c h i n ec o n i n n e s t id i v e r s i
rirr .d esernpio la < Rolleiflex SL g r a f i a a d i s t a n z am e d i a n t el a s e m p . l i c e poichè lo sîessoobiettivo è usabile in-
ór- a g g u i n t ad i u n m o l t i p l i c a t o r ed i f o c a l e differentementesu l'una o l'ahra me-
b p srclrt! poi la scelta d e l t i p o 2 x d a i n s e r i r s it r a l a c a m e r a d i a n t e i s u d d e t t ia n e l l i d i r a c c o r d o .
d rr úú3tlro e orrcdo della ed il tele. In questo modo si dispone
fotanara è buona norma di una focale di 400 mm. che è sufiì- Infine è possibilesceglieretra obieî-
FWia
qic e €lrn grrrìo salis > nel senso c i e n î en e l l a q u a s i î o t a l i t àd e i c a s i . î i v i d o f a î i d i d i a fr a m m a a u t o m a t i c o
chc è frilissimo lasciarsisedurre Calle L a d i s p o n i b i l i t às u l m e r c a t od i o t t i - o p p u r e a p r e s e l e z i o n em a n u a l e :v e n -
lunghissime focali: salvo poi pentirsi
c h e < <f e l e > > ,a p r e s c i n d e r ed a l l a l u n - g o n o d e t t i < a u t o m a î i c > i gli obieîiivi
emeramenîedella propria scelta.Infat-
g h e z z a f o c a l e , è v a s t i s s i m aè : i n f a t t i i l c u i d i a f r a m m as i c h u i d e a l l ' a p e r t u r a
ti acquisîandoper esempio un < îele >
d i 5 0 0 o p i ù m m . s i f ì n i r àc o n l ' a d o p e - p o s s i b i l es c e g l i e r el r a a l c u n e c e n t i n a - d i l a v o r o , , p r e c e d e n t e m e n t e determi-
i a d i d i f f e r e n î i e s e m p l a r i :o l î r e a i s i n - n a î a , p r e m e n d o i l p u l s a n t e d i s c a t t o
r a r l o s o l t a n t o r a r i s s i m ev o l t e o , a d d i -
r i t t u r a ,p e r l a s c i a r l on e l c a s s e t t o . goli cosîruîtor"idi fotocamere S.L.R.,i d e l l ' a p p a r e c c h i oe s i r i a p r e , s e m p r e
q u a l i m e t t o n oa d i s p o s i z i o n ed e l l ' u î e n -
Una scelta intelligente poîrebbe es- a u î o m a t i c a m e n t en, o n a p p e n a s i r i l a -
te una gamma completadi obieîîivi,
sere (anche per un dilettante impe- s c i a i l s u d d e t t o p u l s a n t e .C o n l e o t f i -
g n a t o ) ;u n ' o t t i c ad i 2 0 0 m m . , l a q u a l e esistono anche ditte che producono c h e a p r e s e l e z i o n em a n u a l e i n v e c e ,è
s i r e n d e u t i l e i n m o l t e c i r c o s t a n z e : otîiche per apparecchireflex monobiet-
n e c e s s a r i oa g i r e s u u n a g h i e r a , p o s t a
l) perché il suo peso è abbastanza fivo. Queste si possono usare su quasi
c o n t e n u t o ,2 ) u n . . t e l e > d i î a l e l u n - tutte le fotocamere SLR in commercio s u l l a m o n t a t u r ad e l l ' o b i e l t i v o ;è o v v i o
ghezza focale è ancora notevolmente m e d i a n t e l ' a d o z i o n e d i u n s e m p l i c e c h e i p r i m i c o n s e n f o n od i o p e r a r ec o n
luminoso e può perîanlo essere usato anello di raccordo fornito con l'ottica m a g g i o r î e m p e s t i v i t àe m o l t o p i ù c o -
m o l t o s p e s s oa m a n o l i b e r a .C o n q u e - sTessa. modamente.

c0MulilcAT
PER
GLIABBfIIIAT
DEL1969
T U T TC
I O L O R OC H E N O N S O N OA N C O R AI N
POSSESSODEL TESSERINO
SCONT IG.B.C .
S O N O P R E G A TDI I R E C A R SPI R E S S O
IL PIU'
V I C I N O P U N T OD E L L ' O R G A N | Z Z A Z I O N E
G . B . C . P E R I L R I T I R OD E L M E D E S I M O E
. '
INDISPENSABILE
PRESENTARE
LA RIC EVU T A
DELVERSAMENTO.

20 - N. I - 1969
SPERIMENTARE
TXt0
row(olf I rRANstsT0
Un lrasmettitore di potenza per i 20 m, in cui_tufto è stato
semplifìcatoal massimoe persino il dissipaforelermico è stato so- di A. Ariel
stituito con un circuitostampaio.

L e ' p a g i n ed i î u t î e l e r i v i s î ed e l m o n - d e l l a î e c n i c ac o r r i s p o n d ea l l ' i n c i r c aa l - scriveremo,funziona in modo stabile e


do sono zep'pe di alletîanti schemi di l a q u a d r a î u r a d e l c e r c h i o ,è s t a t o r i - n o n è c r i l i c o n e l l a m e s s aa p u n t o .
trasmettitori a fransisîor di piccolissi- s o l î o i m p i e g a n d o u n f r a n s i s î o rd , i B F ,
ma potenza,assaisemplici e funzio- a'pprofittandodel fatto che alcuni îi,pi Costruzione
n al i . a ' l s i l i c i o h a n n o u n a f r e q u e n z ad i t a -
glio estremamenîe sposîaîa verso le l l m o n t a g g i n oè v i s i b i l e n e l l a f i g . I
T u t î a v i ai l d i s c o r s oc a m b i as e s i d e - frequenze alte. e lo schema elettrico è ri,poriatonella
s i d e r a u n a p p a r e c c h i oa t r a n s i s t o rd i
fig. 2.
poîenza relativa,mentenotevole, come Dopo prove e ri:prove la scelta è
a d e s e m p i o u n T X c o n u n a d e c i n od i caduta sul iransisîor per < Bassa Fre- Riferendoca i q u e s î ' u l t i m af ì g u r a s i
w a t l i n p u f. I n f a t î i , l a q u a s i l o t a l i t à quenza > (s'i fa per dire) BD-l l3-SGS v e d e c h e i l f r a n s i s î o rQ l o s c i l l a ' p e r
delle realizzazioni proposte per po- (1": l'0 A e V"* - ó0 V), impiegan- effetto del segnale AF che dal collet-
î e n z e d i q u e s t ' o r d i n ei m p i e g a n o n o n d o l o b e n i n t e s oi n . . . a l t a f r e q u e n z ae îore è inviato alla base attraverso il
meno di 2 o 3 îran'sistorse ciò crea, p r e c i s a m e n t ef a c e n d o l o o s c i ' l l a r es u i c o n d e n s a t o r eC l . l l g r u p p o d i p o l a -
ovviamente, non poche diffìcolià di 14 MHz; c'è però chi sosliene che po- rizzazioneè dato dai resisîori Rl-R2,
realizzazione e messa a punto, an- l r e b b e b e n i s s i m of u n z i o n a r e a n c h e a a c u i è s î a t a a g g i u n t a l ' i m p e d e n z aZ ì
.l00
n u l ' l a n d oi p r e g i d i e s t r e m as e m p l i c i t à MHz! per facilitare l'innescodel'le oscilla-
che so4o invece oropri dei piccoli îra- z i o n i . L a f r e q u e n z a è d i 1 4 , 2M H z e
s m e t t i t o r i< m i l l i w a l t > . Evidentementeci deve esserequal- l a p o t e n z a d e l l ' o r d i n ed i I O W i n p u t .
cosa di strano nella attuale lecnica
P e r t a n t o ,a b b i a m o v o l u t o e f f e î t u a r e e l e t î r o n i c as e l a < B F > è q r i àa r r i v a î a L a l r a s m i s s i o n ea v v i e n e i n î e l e g r a -
alcune prove per vedere come fosse a i . . .3 m e l r i ! fia con onde non modu,lafe ed allo
p o s s i b i l er i s o l v e r e i l p r o b l e m a d i c o - scopo îra i punti A-C è inserito il te-
struire un trasmettitoredi notevole po- Ovviamente, non tu'tto va così li- sto telegrafico TS che nella fì9. ì è
tenza, senza però com,plicarele cose scio come se si fosse i'mpiegato un raffìgur.aîoin rrna versione molto sem-
e d i m p i e g a n d ou n s o l o î r a n s i s t o r . f ransislor a'ppositamentecreato per o l i c e e d a u t o c o s t r u i b i l e .
funzionarein AF. Infatti, è possibile
Ovviamente, la maggiore diffìcoltà n o t a r e q u a l c h e c a p r i c c i o s i î ài n c o r r i - L'alimentazioneviene effeîtuala con
i n c o n t r a t aè s t a t a q u e l l a d i r e p e r i r e s p o n d e n z a d i d e î e r m i n a t e f r e q u e n z e u n a t e n s i o n e d i c i r c a | 2 - l 3 V ( t u t t a -
u n î r a n s i s î o rc h e f u n z i o n a s s ea d u n a ed una spiccaîa preferenza che il se- via, se ci si accontentadi una pctenza
frequenza suffìcientementealta, aves- miconduttore mosîra per certe lun- leggermenteminore è possibi'leimpie-
s e u n ' e l e v a f ad i s s i p a z i o ' n e ( g u a r d a ghezze d'onda che gli sono più sim- g a r e a n c h e s o l o u n a l e n s i o n ed i 9 V ) ;
che combinazione!)costassepoco. Que- p a î i c h e . . C . i ò n o n o s t a n l e i, l m o d e l l i n o la correnle assorbita supera di poco
s t o p r o b l e m a , c h e a l l o s t a t o a î t u a l e c h e a b b i a m o r e a l i z z a î oe c h e q u i d e - I A. L'impedenza Z 2 ha la funzione

S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 6 9 21
d i a l i m e n î a r ei l c o l l e t t o r ed i Q ì b l o c -
cando contemporaneamente fughe
di RF.
Zl si può ap,prontareawolgendo,
sino a rie'm,pimento(spire unite), del
filo smaltatoQ 0,15 mm su ,un sup-
porîo G.B.C. C,o-/0673-00che ha un
diameîro esîerno di 8 mm. Per 22 si
può usare Io stesso supporîo, ma av-
volgendovi, sempre sino a riempi-
mento, del filo smalîato A ,0,3 mm.
Durante il funzionamento questo av-
volgi'mento scalda leggermente, ma
ciò non dà alcun inconvenienîe se il
trasmettitore viene usato solo in îe-
legrafìacome previsto.
La frequenza fondamentale di oscil-
l a z i o n eè d e t e r m i n a t ad a l g r u p p o L l -
C3; Ll è realizzataawolgendo su un
supporto isolante (avenfe un diametro
esferno di ó mm) I I spire a cui si
affìancanoaltre 3 spire per l'eventuale
secondario(12). I particolari costruttivi
di questa bobina sono riporÌati nella
fis. 3.
Per conduîtore è stala usàîa trec-
Fis. t . ll TX 10. c i o l a i s o l a t ai n v i p l a , d i d i a m e t r oe s t e r -
no 1,2 mm (n. di catalogo G.B.C.
CC/0193-00). In parallelo ad Ll è
posîo il condensatoreC3 che nel mo-
d e l l i n o h a u n a c a p a c i t àd i l O 0 p F ; t u t -
î a v i a , p u ò d a r s i c h e i n s e d ed i m e s s aa
punto occorra gradatamente aurnen-
Fig. 2 - Schema elellrico.
i a r e o d i m í n u i r eq u e s t o v a l o r e p e r o t -
îenere la frequenza desiderata. In li-
nea teorica sarebbe anche possibile
c o r r e d a r el a b o b i n a L l d i u n n u c e l o
ferromagnetico (ad esempio il tipo
OO/'O622'CIA G.B.C.);in tal caso,,però,
si ,ha un funzionamento diverso dal
norma'le perchè la forte correnle in
gioco crea saturazione.

Owiamente, se si ímpiega un nu-


cleo ferromagnetico la frequenza ri-
sulta notevolmente più bassa del pre-

O
visto ed occorre îenerne conto.

La realizzazione di 'quesfo comples-


so non oresenladiffìcoltàparficolaried
in fig. 4 è rappresenîato il circuito
sîampaîo visto dal lato in'feriore (lato
senza rame). Le lettere che compaiono
sia in questa figura che nella fig. ì
s o n o r i p o r l a t e n e l l o s c h e m ad i f ì 9 . 2
e servono per facilitare l'identificazio-
n e d e i t e r m i n a l id u r a n t el a c o s t r u z i o n e .

l l c i r c u i t o s t a m p a t o ,d a l l a t o r a m e ,
è i l l u s t r a t on e l l af i g . 5 ; p u ò e s s e r er i c a -
v a î o d a u n a l a s t r aG . B . C .O O / 5 6 9 2 - 0 0

22 S P E R I M E N T A R E. N . î - 1 9 6 9
c h e m i s u r a 1 2 , 0 x2 O 0 m m , t a g l i a n d o - presa di îerra. Più precisa,mente,la
la a 90x ì75 mm. l u n g h e z z ad i q u e s î o f i l o d i a n î e n n a ,
p e r v a r i m o î i v i c h e n o n s î i a m oq u i a d
F a r e a l î e n z i o n ec h e i l r a m e c h e s i
e l e n c a r e ,d e v e e s s e r ed e l 5 % p i ù c o r -
trova sotîo Ll venga interrolio in un
to della lunghezza d'onda teorica
p u n t o a l m o m e n î o d e l l ' i n c i s i o n ea f f ì n -
(1.l,7 m); si tratta dí una lunghezza
c h è n o n s i c o m p o r t ic o m e u n a s p i r a i n non indifferenfe ma purtroppo essa è
cortocircuilo che impedirebbe il fun- r i c h i e s t ad a l l a s t e s s ab a n d ad i f r e q u e n -
z i o n a m e n î od e l f r a s m e t t i t o r e . za prescelta.
ll monîaggio è sîaîo effetfuato po- Effeîtuaîo il collegamento ad L2 si
n e n d o i c o m p o n e n t it u î t i d a l l a t o d e l meîte in funzione in modo intenmiî-
íneîallo,tranne il condensaîoreCl (ve- tenfe il trasmettitore e mediante un
dasi la fr5. l) che trova posto dall'al- m i s u r a î o r ed i c a m ' p oo d u n a l t r o i d o -
tro latg. neo indicatore di radiofrequenza, si
C h i a v e s s eq u a l c h e d u b b i o s u l c o l -
l e g a m e n t od e i c o m p o n e n t ip u ò a i u t a r -
si con la fig. ó che mostra in modo
elementare i collegamenti da , effet- @ s ,,,r,1
tuare.
La messa a punto del trasmetfitore
è m o l r o s e m p l i c ee c o n s i s t en e l l i ' n s e -
r . 1 : . : .: ' :

r i r e u n a m p e r o m e t r oi n s e r i e a , l l ab a t -
teria osservandoche la corrente assor- ,J
bita (quando si preme il fasto TS) sia
q u e l l a i n d i c a î ae l e o s c i l l a z i o n si i a n o
regolarmenfe innescale. ll circuiîo
stampato è provvisto di una notevole
area libera che ha lo scopo di disper- ,,Ò
dere il calore assai notevole svi,lup-
pato da Q'l .

L'apparecchioè previsto per i'l fun- Fig. 4 - Circuiro slampalo (vislo da sorto).
z i o n a m e n î oi n t e l e g r a f i ae q u i n d i p e r
servizio disconlinuo. Occorre infalti
e v i î a r e c h e i l î r a n s i s î o rv e n g a m a n t e -
nuîo continuamente in oscillazione
(esempio. îasîo TS sempre abbassaîo)
perchè in tal caso si guastereb,besu-
p e r a n d oi l i m i f i t e r m i c i m a s s i m i .
a
a a
Collegamento delllanlenna a
Per ottenere la massimapotenza ir-
radiafa occorre osservare alcuni ac-
c o r g i m e n t i n e l c o l l e g a r e l ' a n t e n n aa l
a
TX IO. o
La bobina L2 (fig. 2), se non viene
usafa un'anlenna perfetîamenteaccor-
data, non è suffìcientee va ,inseriîa
una bobina comrpensatrice (13 in fig. 7)
c h e h a l o s c o p o d i a u m e n t a r ei l r e n - Fig. 5 . Circuito stampato (lafo rame),

dimento. Beninteso,questa soluzione,


a d i f f e r e n z ad e l l ' a l t r ac h e p r o p o r r e m o La messa a punio di L3 non è diffì- esplora tutta la lunghezzadel filo fino
in seguiîo, va consideratacome solu- cile a cond,izionedi posse'dereod una a f r o v a r e u n p u n t o m e d i a n o i n c u i l a
z i o n e d i r i p i e g o . I n f a t î , i ,l a b o b i n a d i grande esperienzaoppure la strumen- i n d i c a z i o n eè n u l l a . Q u i i l f i l o d i a n -
c o m p e n s a z i o n ep o s t a i n s e r i e a l l ' a n - tazione necessaria(ad es.: misuratore t e n n a v a f a g l i a l o e s ' i n s e r i s c e poi, tra
l e n n a ,s e d a u n l a î o a u m e n î al a p o l e n - di cam,po).Si può procederecome se- la fine d,el nuovo spezzone di anten-
z a i r r a d i a t a ,d a u n a l t r o l a t o n o n p u ò e u e : s i f a g l i a u n f i l o l u n g o c i r c am e z z a n a e l ' a n t e n n ac o r f ac h e s i v u o l e u s a r e ,
compensare le deficienze pro,prie di l u n g h e z z ad ' o n d a e l o s i c o l l e g a d i - l a b o b i n a c o m p e n s a t r i c e 13, che in un
vn'antenna insuffìcienteperchè troppo r e î î a m e n î ea d u n o d e i c a p i d i L 2 m e n - p r i m o t e m p o s i p u ò r e a l i z z a r ec o n c i r -
'andrà
corra. tre l'alîro capo a d u n a b u o n a c a u n a v e n t i n ad i s p i r e d i f i l o d a I m m

- N. I - 1969
EPÉBIMENTARE 23
+12V

Fig. ó - TX-10: collegamenlo comPonenli'

smaltato,avvdlîe uniîe su un supporto î e n s i o n e c a p i t a p r i m a d e l p u n t o d i lunghezza fisica (almeno per le fre-


i s o l a n t ed e l d i a m e î r od i l 4 m m . c o n g i u n z i o n eo d i m i n u i r l e n e l c a s o q u e n z e d e l l ' o r d i n e d i q u e l l e i n q u e -
contrlanio.Allora lo spezzone di filo stione), occorrerà procedere come
Metîendo in funzione, sempre in può essere eliminato ed L3 collegato s e g u e .
modo inlermitîente, il trasmetfitoresi diretîamente a'l lato <<caldo > di 12.
Per otîenere degli ottimi risultati
ricercherà medianîe il misuratore di
o'ccorre sempre che l'antenna si,a in
c a m p o i l n u o v o p u n f o d i t e n s i o n en u l - Come già detîo, risultati ancora mi-
r i s o n a n z a ;u n ' a n t e n n ao r i z z o n l a l ec h e
l a : s i a u m e n t e r à o d i m i n u i r à p o i i l gliori si ottengono però quando le
lavori su mezza lunghezza d'onda,
nLrmerodi spire di L3 finîanto che il condizioni am,bientaliesistentiperfiì€î-
,esaftamente posta suffìcientementelontana da ter-
nodo di tensione capiti tono di impiegare una vera ahtenna
ra e da altri oggetti eleîlricamenteri-
nel punto di attaccofra L3 e lo spez- in lulta la sua eslensionesenza far ri-
fletlenîi, ha un,a resisîenza d'irradia-
z o n e d i f i l o . C o m e r e g o l a g e n e r a l es i corso a ripieghi. Fermo restando che
z i o n e a l c entro di 73,14 ohm. Lungo
lerrà presente che occorre aumentare la lunghezza d'onda elettrica dell'an-
i l f i l o d i a n f e n n av a r i a n o s o l o l a l e n -
l l n u m e r od i s p i r e ' d i L 3 s e i l n o d o d i l e n n a è d i c i r c a i l 5 % m a g g i o r e d e l l a
sione e la correnîe che si riparliscono
in nodi e ventri; quindi l'im'pedenza
di una simile antennain ogni suo
punto è data dal rapporto fra la ten-
sione e la corrente nel punto consi-
derato.
Essendo l'impedenza dell'antenna
orizzontéle, come già vislo, 'di circa
7 3 o h m q u e s t oè i l s u o v a l o r e ' m i n i m o
che però aumenla se ci si sposta verso
l'estremitàdov'è approssimativamente
d i 2 4 0 0 o h m . I n p r a t i c a ,t u t t a v i a , l a
r e s i s l e n z ad ' i r r a d i a z i o n ee q u i n d i a n -
c h e l ' e n e r g i a i r r a d i a t a ,d i p e n d o n o i n
p a r t e a n c h e d a l l ' a l t e z z ad e l l ' a n t e n n a
dal suolo, poichè 'l'altezzadetermina
l'angolo di fase îra l'onda irradiata
diretfamente in ogni direzione e l'on-

24 S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 6 9
Ca che si combina con essa dopo es-
s e r s ir i f l e s s as u l s u o l o .

L a ' l i n e ad i a l i m e n î a z i o n ed e l l ' a n î e n -
na se è effettuata con filo unico ha
un'impedenzache è compresafra 5'00
e ó00 ohm e dipende soprattutto dal
C i a m e t r o ' d e lf i l o i m p i e g a t o .l l v a l o r e
esafîo di quesfa impedenza può es-
s e r e r i c a v a î od a l l a t a b e l l a .

Pertanto si 'può oftenere l'adatta-


m e n l o d e l l ' i m p e d e n z ad e l l a l i n e a a
q u e l l ad e l l ' a n t e n n ac o l l e g a n d ol a l i n e a
slessaanzichè al cenîro ad un ,punto
più díscostoda quesîo; ossia,dato che
l'impedenzadell'anîennaaumenfa ver-
so gli estrerni,ad un punto che abbia
circa l'impedenzadi 5O0-ó00ohm.

Questo punto si îrova ad 1/7 della


lunghezza totale dell'anîennó a par-
î i r e d a l c e n l r o . U s a n d ou n e s i m i l e d i -
sposizione la bobina L2 di fig. 2 va
però realizzaîain altro modo; ,precisa- + r2v
m e n î e ,i l n u m e r od e l l e s u e s p i r e a n d r à
portalo a ó, predisponendouna presa
s u o g n u n ad e l l e 3 s p i r e a g g i u n t e( 1 4 i n ,
fig. 8). Per tentativi si collegherà poi
l a l i n e ad i a l i m e n t a z i o n e
allevariepre-
se fìno a îrovare il punto la cui im'pe- __{ o O È
d e n z a c o i n c i d ac o n q u e l l a d e l l a l i n e a .

P e r a v e r e l a m a s s i m ar e s a d e l l ' a n -
tenna non si devono avere onde sta-
z i o n a r i el u n g o l , al i n e a e c i ò s i o t f i e n e
a p p u n f oq u a n d o l ' a d a t î a m e n t o d'impe- L i n e at : 5 . 2 2 m
denza è perfeîîo. {

P e r c o n Ì r o l l a r ec i ò s i p u ò r i c o r r e r ea
d e g l i i n d i c a t o r i d i R F ( m i s u r a t o r ed i
campo, piccole lampadine, ecc.) effet-
t u a n d o m i s u r e a d i s t a n z ed i 1 / 1 2 d e l -
la lunghezzad'onda e sposlando leg-
F
I
g e r m e n î e i n n a n z ie d Ì n d i e t r o l a p r e s a
della linea lungo l'anîenna.
iO :

s c e l t ad e l t u î t o à c a s o ,m a s i a u n m u l -
Fig. 8 . Antenna ed avvolgimenfo

trasmetîitore è ,puramente resistiva e


14.

t i p l o d i u n q u a r t o d i l u n g h e z z ad ' o n d a non vi sarà alcun effetto dissintoniz-


o, meglio ancora, sia ricavatadalla z a n t e s u l c i r c u i t od i Q l a l l o r c h èI , al i -
s e g u e n t ef o r m u l a : n e a v i e n e c o l l e g a t ao s t a c c a î aI.n o g n i
c a s o , l a l i n e a n o n d o v r à r i p i e g a r s ia d
71,32
t : angolo retto scendendodall'anîenna
f se non dopo una lunghezza almeno
dove | - l u n g h e z z ad e l l a l i n e a i n m e - p a r i a d l / l ó d e l l a l u n g h e z z ad ' o n d a .
La messa a punfo è otîima quando tri; V i s o n o p o i a l t r i s i s î e m i, p e r c o l l e -
in tuîîi i punîi si oiliene una stessa g a r e l ' a n t e n n aa l T X ì 0 m a p e n s i a m o
i n d i c a z i o n e( e s . : s e s i u s a n o t r e l a m - f - frequenza di lavoro del-
I'anîenna in megahertz. c h e q u e l l i i n d i c a t is i a n o i p i ù s e m p l i -
padine indicatricidevono essereucruat-
c i e c h e d a n n o s u b i t o d e i r i s u l t a î ip o -
m e n t e i l l u m i n a î e ) .È a n c h e o p p o i î u n o C o n u n a I i n e a c o s ì c a l c o l a î a ,l ' i m - sitivi anche se la messa a punto non è
c h e l a l u n g h e z z ad e l l a l i n e a n o n s i a pedenza nel punîo di co,llegamento col molto rigorosa.

S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 6 9 25
CON UN POCO
DI CARTONEE
QUALCHELENTE
DA OCCHIALI
... COSTRUITE:

ullcAt{1{0Gc
ASTRflNfIMICf
DA
Se non si ricercauna qualità pro- I materiali necessarisono stati tre La base, per la realizzazione, sono
f e s s i o n a l ed e ll ' i m m a g Ì n e r, e a l i z z a r eu n l e n t i , d u e f u b i d i c a r t o n ed a d i s e g n i , t r e l e n t i c o m u n i r e p e r i b i l i p r e s s oo g n i
b u o n t e l e s c o o i oa s t r o n o m i c od a i m o l - c o l l a , f o r b i c i , e . . . p a z i e n z a .T a n l a p a - negozio di ottica.
t i s s i m i i n g r a n d i m e n t iè q u a s i i l c l a s - zienza; ma forse ne è valsa la pena.
sico< gioco da ragazzi'>. Due di esse avranno un diameîro
Se la pen6ate come noi, amici let- d i l 0 m m . e d u n a f o c a l ed i m m . 2 0 .
Noi, seguendo lo schizzo <<gettalo î o r i , s e r i f e n e t ec h e v a l g a l a p e n a d i L'altraavrà un diamelro di mm. 38
giù > da un noto ottico, abbiamo as- spendere un paio di foglieîti da ed una focaledi mm. 13.
s e m b l a t ou n t e l e s c o p i oc a p a c ed i m o - L . 1 . 0 0 0 e d u n a s e r a p e r c o n d u r r e
I complemenîi sono due îubi di
s t r a r e n i t i d a m e n t e i c r a l e r i l u n a r i , u n a e s p e r i e n z ad e l g e n e r e . a , llora se-
cartone portadisegni lunghi un me-
i s a t e l l i d i t i p o < E c h o> e d a n a l o g h i , g u i t e c i p e r c h é n e l l ' a r t i c o l i n oc h e s e -
t r o e 2 0 . c e n t i m e î r i ,d e l d i a m e t r o i n -
i n u n a s o l a s e r a t a d i l a v o r o -c o n u n a g u e v i s p i e g h e r e m o c o m e s i p o s s a
qua- terno di 38 mm e di mm 34.
s p e s ai n f e r i o r ea l l e 2 . 0 0 0 l i r e e s e n z a r e a l i z z a r eu n s i m i l e c a n n o c c h i a l e
i m p i e g a r e a l c u n o s t r u m e n t o s p e c i a l e . si telescopico. Le due lenti più piccole cosîilui-
s c o n o l ' o c u l a r ed e l n o s t r o c a n n o c c h i a -
le îelescopico e v a n n o m o n t a t ea d u n a
d i s t a n z a r e c i p r o c ap a r i a l 3 m m . L e
due superfìciconvesse(curve) devono
risultare affacciatefra roro come mo-
sîra la fìS. I .
,
V
î
]
-----fl0 m/în 36|Il/1n La lenîe maggiore serve invece
l come obbieîtivo: fi9. 2.
t
r{J80'R,,
f0c|Juau OCUIANT
IOltlPItIO
PREPARAZIONE
DEI TUBIDI CARIONE
ll tubo di maggior diametro sarà
segato per una'lunghezza esatta di

ffi
% r I J 8A
0 ,f 0 c | J t A R t l
mm. 1.200. ll tubo minore invece.
dovrà misurare150 mm. Ambedue i
lronconi saranno verniciaîi interna-
m e n î e c o n c h i n a P e l i k a nn e r a m e d i a n -
t e u n p e n n e l l i n od a l m a n i c o l u n g o .
S i p a s s e r àu n a p r i m a m a n o e s i a t -
Fig; I
lenderà la perfetta essicazione. Si
passerà poi una seconda mano, a

26 S P E R I M E N T A R E- N . 1 - 1 9 6 9
R i v e d i a m oo r a l a m e d e s i m af i g u r a :
e s s a m o s t r a c o m e v a d a n o s i s î e m a t ii
d i s c h i d i c a r t o n ee g l i a n e l l i d i t e n u t a ;
questi ultimi incollati sul tubo me-
d i a n t e < V i n a v i l> -

L ' o c u l a r en o n c o m p o r l e r à u n l a v o -
ro più diffìcile.
.|50
Nel pezzo di cartone lungo
mm. che abbiamo g i à preparato si-
sîemeremo un cilindro parimenti di
carloneche abbia un diameîro inter-
no uguale a quello delle due lenti
minori(l0 mm.) e lungo 13 mm.

A i l a l i d i q u e s î of o r z e r e m ol e l e n t i ,
con le superfici convesserivolîe in
m o d o c h e < s i g u a r d i n o> .

Dietro ai lati piatli delle lenti in-

5f|f|LIRE!
t r o d u r r e m od u e a n e l l i d i c a r i o n e d e l
tutto identici a quelli usaîi per fer-
m a r e l a l e n t e - o b b i e t t i v os a l v o p e r i l
minor diametro.

Questi anelli saranno incollaticon


il solitoVinavil.
completare il lavoro. Per dare una
e s t e î i c ap r o f e s s i o n a l ea l l o s t r u m e n t o , PREPARAZIONE
DELTUBO PARATUCE
s i p a s s e r àu n a c a r t a v e t r a Ì ag r o s s as u l
punto dove i tubi sono stati segafi Per ur'ìa osservazione esente da
l i s c i a n d oo g n i a s p e r i t àe d i r r e g o l a r i t à . n o i o s e r i f l e s s i o n i s, a r à n e c e s s a r i om u -
Ciò failo, mediante una bombola n i r e i l c a n n o c c h i a l ed i u n p a r a l u c e ,
s p r a y G . B . C . s i l a c c h e r àa s p r u z z o l a c h e p o t r à e s s e r e s e m p l i c e m e n î er e a -
s u p e r f ì c i ee s t e r n a d e i t u b i . l l c o l o r e
lizzalo mediante un ulteriore tubo di
n e r o è a s s a i a p p r o p r i a t op e r q u e s t o
l a v o r o ;m a : n c h e i l g r i g i o a z z u r r oè cartone del diametro inlerno pari a
idoneo. quello esterno della sezioneobbieî-
tivo.
MONTAGGIO DEttE TENTI S e r i s u l t a s s ed i f f ì c i l e r e p e r i r e u n
Per prima sl può porre a dimora elemento della misura precisa desi-
l a l e n t e - o b b i e t t i v oc,h e v e r r à a l l o g a î a d e r a t a , s i p o t r à p r e n d e r e u n f o g l i o
nel tubo di maggiordiameîro. d i c a r t o n c i n oB r i s î o l , t a g l i a r n e u n a
s l r i s c i al a r g a m m . I O e d a v v o l g e r e
Per ridurre iriflessi e le aberra-
q u e s l ' u l t i m aa l î e r m i n e d e l t u b o , i n -
zio,ri, è bene che tale lente abbia
u n c l i a f r a m m a .L o s i r e a l i z z e r àr i t a - c o l l a n d o l a .A n c h e i l p a r a l u c ed o v r à
g l i a n c l od a u n f o g l i o d i c a r t o n ep e s a n - e s s e r ev e r n i c i a î oi n t e r n a m e n t ec o n l a
te due dischi uguali del diametro china nera: fr5. 4.
d e l l a l e n t e m e d e s i m a .A l c e n t r o d e i
d u e s i p r a t i c h e r àu n f o r o d e l l a l a r -
ghezza di 22 mm., come mostra la M E S S AA P U N T OD E L , C A N N O C C H I A T E
Ìro. J.
l l t u b o o c u l a r e ,d o v r à e s s e r ei n l r o -
È d a n o t a r e , c h e l ' a p p l i c a z i o n ed e i dotto nel tubo-obbieîtivo senza for-
d i a f r a m m in o n r i d u c ei l c a m p o d i o s - zare, anzi scorrevolmenîe. Per con-
s e r v a z i o n ec, o m e p o t r e b b e p a r e r e . senlire quesÌa funzione sarà oppor-
l l m o n l a g g i o d e l l a l e n t e è f a t t i b i l e t u n o p a s s a r eu n a c a n d e l as u l l a s u p e r -
i m p i e g a n d od u e a n e l l i d i c a r t o n er i - f i c i e v e r n i c i a t a d e l c a r î o n e : l a c e r a
c a v a î i d a l l a p a r l e d i s c a r t o d e l t u b o d e p o s i t a î ai n t a l m o d o c o s t i t u i r à u n
r o g l i e n d o u n a s e z i o n ed e l l a c i r c o n f e . < v e i c o l o> d i s c o r r i m e n t o ,s i a p u r e
renza (fì9. 2). r u d i m e n t al e .

_ N. I - 1969
SPERIMENTARE 27
ilttu.t0t Ttt|JTA
OIAFRITIr||I
LtllTt

Yr$AtsPL0sA
0tLr0EBttTTtv0
Q u a n d o l a l e c o n d i z i o n eè r a g g i u n -
lltLL: î a , i l c a n n o c c h i a l eè p r o n t o p e r o s -
Q X8n/n s e r v a r e l e s î e l l e , í s a t e l l i t i ,o g n i a l t r o
evenîo o corpo celeste che interessi.
Se però lo sîrumento è impiegato
esclusivamenle per scrutare la volta
celeste,sarà necessariomunirlo di un
treppiede, dato che in questa fun-
nnnrn$ zione il tremolio del braccio,dell'os-
tis. 3 UE8lllllf0 servatore risulta proibitivo.
Vi sono oggi in commercio dei
treppiedi da macchinafotografica che
cosîanopoche migliaia di lire: rudi-
menîali sin che si vuole ma adatîi
alla nostrafunzione.
U n o d i q u e s t i è e v i d e n î e m e n t ei l
meglio,per il cannocchiale.
ll raccordo di tenuta, potrà essere
liiltsilRtÀ t0RZtt0 fic0LtaRI
realizzaîomediante una fascia-cava-
l i e r e ,c o m e s i v e d e n e l l a f i g u r a 5 , c h e
sarà ricavata da lamiera di allumi-
nio o di oîtone.
Ptflr0cÀUtzafit
Lt tùl|tlt0nt.
IARS[OflRtRt
IOCULARI COIiLtItTtIZA La chiusuradi tale serraggiosarà
rappresentatada una vite a galletto
c h e p e r m e t t e r àd i t o g l i e r e i l c a n n o c -
c h i a l e s e è n e c e s s a r i op e r i l t r a s p o r t o
o p e r a d a t î a r l oa d a l t r i s u p p o r t i .
Se il leîtore giudica che la spesa
d e l t r e p p i e d e s i a e c c e s s i v a ,a l m e n o
Fig, 4 - ln alto: parle lerminale del telescopio, che reca la lente-obbiettivo con il relativo p e r t e n î a r eu n < h o b b y > a l l o s t a f o d i
fissaggio, Si noti il paraluce. alla estrema deslra. In basso: vista larerale del telescopio com- l a r v a , p e r l e p r i m e o s s e r v a z i o n ig , li
pleto e montalo sul lreppiede. c o n s i g l i a m od i a u t o c o s t r u i r nuen o s e m -
p l i f ì c a î oc o n t r e m a n i c id i s c o p a ,o î r e
righelli di legno reperibili per poche
S i p o r r à a l l o r a l ' o c c h i oa l l a p a r t e f ì - S i p u n t e r à p o i i l c a n n o c c h i a l es u
d i u n a l b e r o o u n a c a s a l o n t a n ae s i c e n i i n a i ad i l i r e p r e s s oo g n i a r t i g i a n o
n a l e d e l l o s t r u m e n l o ,s i a f f e r r e r às a l -
d a m e n l e i l î u b o - o b b i e t t i v oc o n l a m a - ruoterà, si spingerà, si estrarrà il falegname.
n o s i n i s î r as t r i n g e n d o f r a t t a n t o i l i u - t u b o - o c u l a r en e l l ' a l t r os i n o a s c o r g e r e ll piano potrà essere rappresenÎato
b o - o c u l a r ec o n i l p o l l i c e e l ' i n d i c e u n a i m m a g i n e n e t t a e d a f u o c o d e l - d a u n d i s c od i l e g n o i n c u i t a l i < < g a m -
della mano destra. l'oggeîto osservato. b e > >s a r a n n oi n n e s t a l e .

28 S P E R I M E N T A R E- N . 1 - 1 9 6 9
GIOCAIIOTI
muslcAtl
ETEITRONICI di W. H. Williams

Con poche varianfi circuitalisi può passaredal suono del


clarinettoa quello del tamburo e dall'urlo lacerantedelle Setonda Parte
sirene al placido muggilo dei clacsonelettronici.

L a c r e a z i o n ed i s u o n i e m u s i c ae l e t - l o g r a m m ad e l l a n o î a A f 4 c o m el a c h i a - f r e q u e n z a f j : l 3 2 O H z d i a m p i e z z a
r n a n og l i a m e r i c a n i o
l r o n i c i ,3 i a p u r e a l l i v e l l o d e i g i o c a t t o - , p p u r e < <L a > >n a - m i n o r e , s i o t t i e n e u n a f r e q u e n z a r i -
l i , r i c h i e d el a g e n e r a z i o n ed i f r e q u e n -l u r a l e d e l l a q u a r t a o î t a v a c o m e l a sultanîe f. avente una forma come
z e r i s p o n d e n î ia r e q u i s i t i b e n p r e t i s i c h i a m a n og l i i t a l i a n i ,e c h e p e r i î e c - q u e l l a d e l c l a r i n e f t o r, i p o r t a t ai n f i g . l .
d a c u i n o n c i s i p u ò d i s c o s t a r en e p p u - nici elettronicè i s o l t a n t ou n a f r e q u e n -
r e p e r q u e s t i o n i d i e c o n o m i a .M e g l i o za di 440 Hz, molto distorta per la Q u i n d i , e c c o u n a , p r i m ar e g o l a :
d i a l t r e p a r o l e s e r v i r a n n oa c h i a r i r ei lf o r t e p r e s e n z ad e l l a 3 u a r m o n i c a . per ottenere che un giocaîtolo elet-
concettogli esempi che seguono. l r o n i c o m u s i c a l e a b b i a u n < s u o n o>
slmile a quello di un clarinetlo oc-
Timbro e rorma d,onda o"tX[r::;3",'""iil'"#"t,:"I,H;; corre che tutte le note emesse sia-
N e l l a f ì g . I è r a p p r e s e n î a t ol ' o s c i l - Í 1 - - 4 4 O H z d i a m p i e z z au n i î a r i a ,u n a no caratterizzaleda una forîissimaper,

/ \ ,
\-
[,-, ,/ \' \
t.:' \,
/ \ \ / r
1 8 0 o 2 1 o . 3 0 0 " 3 6 0 . '', ti'\, t''y'' ''0"\ 200. 2107 2800'r 320' 360
l l t l l r , , r t ' l t \ l l
l l l r l l l | | t. | | .'l I '
\\ // \.
'\ '.;
-/ .\,r'II
\*-/ ^ ..'
fig. I Timbro . dolce '
caralleristico del clarinetlo Íig. 2 - Analisi della forma
( N o t a :. L a ' : 4 4 0 Hz). d'onda di fig. L

- N. 1 _ 1969
SPERIMENTARE 29
r
/ 600
l l t
1200
l
\
l
I 800 2 40. 300ó 360.
I t t l
t t t t t t l

Fig. 3 - Timbro .arpro' di Fig. 4 îinbro del corno


-
clarineflo. {Nola: r[a> 440 Hz).

Quesîe piccole differenze armoni-


che sono quelle che permettono al-
l ' o r e c c h i ou m a n o d i d i s t i n g u e r e u n o
sfrumento da un altro e, ad esempio,
un violino Stradivari da un violino
scadente.
Alcune sorgenîi sonore, come ap-
punîo quella del clarinetto,sono facil-
menîe imitabili in giocatlolimusicali,
perchè è relativamentefacile realizza-
r e u n o s c i l l a î o r er i c c o d i 3 u a r m o n i c a .
È per tale fatto che quasi tutti quelli
s i n o a d o r a a p p a r s ih a n n ot i m b r i d i v o -
c e o i ù s i m i l i a s î r u m e n t ia f i e t o p i u î -
tosto che a corda.

Fig, 5 - fimbro caratlerislico del


violino (Nola: "[a" - 440 Hz).

cenfuale di 3" armonica.Quesîo ,requi-


siîo non è però slreltamentetassativo,
p e r c h èè p e r m e s s aq u a l c h et o l l e r a n z a .

N e l l a f i g . 3 , a d e s e m p i o ,è r i p o r t a t o
il < limbro > caratteristicooscilloscopi*
co relativo ad un altro clarinetto, ma
con voce < aspra >. A parità di fre-
quenza fondamenfale(La -440 Hz) si
vede che la presenzadella 2" e 5" ar-
monica, oltre, che della 3" come in
fig. l, ha alterato la < gobba > che si
v e r i f i c a n e l l ' o s c i l l o g r a m m ai n c o r r i -
s p o n d e n z ad i 3 0 e 2 10 g r a d i d i f a s e .

Tutfavia. l'orecchioumano anche in


questo caso riconosce ancora con si-
curezza in tale spettro di frequenze
i l < t i m b r o > c a r a t t e r i s t i cdoe l c l a r i n e t - ig. ó - Timbro del violoncello
lo aîîribuendogli soltanto, come già
detîo, una <(voce > piutloslo aspra.

30 - N. 1 - 1969
SPERIMENTARE
Vengono comunemenîe chiamati
< organi> elelfronici,mentre il loro
s u o n o s i a v v i c i n ap i ù a q u e l l o d e l c , l a -
r i n o , d e l c l a r i n e t t oo d a l m a s s i m od e l
corno.
Nella fig. 4 è appunto riporîatala

,-x-
forma d'onda caratteristicadi quest'ul-
îimo sîrumenîo e si vede come il I
< î i m b r o > >s i a a n c o r a s o s l a n z i a l m e n î e :
quello delle fi99. 1 e 3, anchese la
prima < gobba > è un ,pocovariata.
È i n v e c ea n c o r a . î u t t od a s v i l u p p a r e
i l g i o c a î î o l o e l e t t r o n i c oi m i f a n t e a l l a Qr
perfezione il suono di strumenti a cor- ACt37

d a , d a t o c h e p e r s i n ol e c h i t a r r ee l e i t r i -
c h e o r o f e s s i o n a l ir i c a v a n o a n c o r ' a i l
s u o n od a l l a v i b r a z i o n ed i c o r d e e n o n
d a l l ao s c i l l a z i o n e
d i c i r c u i f i .I m o t i v i d i
ouesta lacuna sono assaievidenti se
si pensache per ottenere,ad esempio,
Fig. 7 - Generatore di " vibrato-lremolo ".
un < violino elettronico)), occorre rea-
lizzare un circuito capace di generare
l a c o m p l e s s af o r m a d ' o n d a î i p i c a d i
q u e s î o s î r u m e n î oc h e è q u e l l a r i p o r -
tata nella fìg. 5.
Q u e s t o < î i m b r o > è o r i g i n a t oa n -
c h ' e s s od a l l a s o v r a p p o s i z i o ndei m o l t e
a r m o n i c h es u p e r i o r i v a r i a m e n t ed o s a -
te, ma a differenza del caso di fig. I
( f a c i l m e n t es c o m p o n i b i l en e i s u o i e l e -
m e n t i c o m e è d i m o s t r a î on e l l a f i g . 2 ) ,

r'
p e r r e a l i z z a r el ' a n a l i s id i F o u r i e r p e r
le frequenze emesse dal violino le
d i f f ì c o l t às o n o d i g r a d o s u p e r i o r e ,e
c i o v a l e p e r q u a s i t u t t i g l i s î r u m e n t ia
c o r d a ,c o m e b e n s i d e s u m ea n c h eS a l l a
fig. ó che riporîala forma d'ondalipi-
c a d e l v i o l o n c e l l o .I r e l a î i v i s p e î f r i d i
f r e q u e n z as o n o c o s ìc o m p l e s sci h e a l l o
s t a t oa t î u a l ed e l l a t e c n i c ae l e t î r o n i c aè
d i f f ì c i l es i m u l a r l ic o n c i r c u i t is e m p l i c i ,
p r o v v i s t i d i p o c h i s s i m it r a n s i s î o r ,c o -
m e a p p u n t os i r i c h i e d ei n g i o c a t t o l ci h e
d e v o n o p u r s e m p r e e s s e r ee c o n o m i c i .
P e r t a n t o ,s i è c e r c a t od i o v v i a r e a
--t
q u e s î al i m i t a z i o n es v i l u p p a n d oc i r c u i î i
c a p a c id i f o r n i r e e f f e t î i s p e c i a l i ,q u a l i
I
i l t r e m o l o , i l v i b r a t o , i l < f u z z > > ,i l I
. g l i d i n g > , l a c h i t a r r ah a w a i a n a ,l ' e f -
f e î t o < o r g a n o> , e c c . g i u n g e n d o t a l -
I
ceneratore
volla a crearepersinosuoni dal tim- di iis.1 I
bro nuovo. |

r fremolo e vibralo > I


R i c h i a m o n d o ac g i l i s c h e m id i g e n e -
I
r a t o r ie l e t t r o n i c d
i i s u o n i , r i p o r f a t in e l -
h prima parte di questo articolo,e
p r e c i s a m e n l ea l c i r c u i t o c h e e r a r a p -
p r e s e n l a î on e l l a f i g . 2 , î r o v i a m o c h e Fig.8 - Generalore di solo tremolo.
cfreiti speciali sono oîîenuîi nella pra-

- N. I _ 1969
SPERIMENTARE 3î
tica coslrulîiva corrente, inserendo nei
punli V ed U dei creatori di effetti
s p e c i a l i , q u a l i , i g e n e r a t o r i d i < <t r e -
m o l o > e d i < v i b r a t o> c h e s o n o i , p i ù
diffusi.

ililí
îl

In praîica, l'orecchio di chi ascolta


avverte che un suono viene fatîo vi-
brare o îremolare, ma diffìcilmenterie-
sce a distinguere se si lratta di un ef-
feîto o dell'altro. In effeili, il <<vibra-
t o > è u n a m o d u l a z i o n ea f r e q u e n z a
b a s s i s i m a( 4 - 1 5 H z ) d e l l a < <t o n a l i t à> ,
ossiadella frequenza delle note emes-
ro se, mentre il <<tremolo > è una modu-
lazione,pure subsonica,ma che fa va-
r i a r e l ' i n t e n s i t ào s s i a l ' a m p i e z z a ,d e i
suoni.

N e l l o s c h e m ad i f i g . 7 è r i p o r t a t oi l
circuito di un versatile generatore di
frequenzasubsonicache a secondache
verrà impiegato 'per modulare la fre-
quenza, oppure l'ampiezzadi un oscil-
l a t o r ep r i n c i p a l ea f r e q u e n z a, m u s i c a l e ,
darà l'eftelto di <<vibrato > op,pure

Fig.9 - "Sirenar eleltronica con trasformafore.


+ q u e l l o d i < t r e m o l o> .

C o l l e g a n d o ,a d e s e m p i o , l ' u s c i f aV
di Ql al punto omonimo del multivi-
bratore, il cui schemaè già stato pub-

q2
ac112
O
I
I
I
:

t2y

Fig. tO -.Muggitorer eletlronico.

32 - N. 1 - 1969
SPERIMENTARE
b l i c a î on e l l a p r i m a p a r t e d i q u e s t o ' a r -
t i c o l o a l l a f i g . 2 , l a t e n s i o n es u b s o n i c a
g e n e r a t ap i l o i a n d o l a b a s e d e l t r a n s i -
s l o r g e n e r a e s s e n z i a l m e n t vea r i a z i o n i
di frequenza e quindi un effetto di
r v i b r a f o> .

S e l ' u s c i t ad e l m e d e s i m og e n e r a t o r e
r,iene inveceinviata a modulare un
c o l l e î t o r ed i u n o s c i l l a l o r ep r i n c i p a l e ,
n o n d i t i p o a m u l t i v i b r a f o r e ,l e v a r i a -
z i o n i d i a m p i e z z as o n o p r e d o m i n a n l i
s u q u e l l e d i f r e q u e n z ee s i h a a l l o r a
F''
essenzialmenîeun effetîo di <<tremo-
l o > . V a r i a n d oi l v a l o r ed i R l i n f i g . 7 ^ c 11 2
è p o s s i b i l ev a r i a l e l a f r e q u e n z ag e n e -
r a î ae q u i n d i i l < r i î m o > d e l v i b r a t o o
d e l t r e m o l o .S i r i c o r d i c h e i l t r a n s i s t o r
d a u s a r e p e r Q l p u ò e s s e r ed i q u a l -
s i a s it i p o p u r c h é a b b i a u n a a m p l i f ì c a -
z i o n e a s s a i s u p e r i o r ea 1 0 0 , i n c a s o
c o n t r a r i o l e o s c i l l a z i o n in o n p o s s o n o
innescare.
Còmbinando l'effetîo di vibrato con
q u e l l o d i < s i r e n a> o s l i l t a m e n l o d i
frequenza, è possibile cosfruire un Fig. ll . .Sirena " eleflronica senza lrasfornalote,
buffo giocatîolo avente un suono si-
m i l e a q u e l l o d e l l e c h i t a r r eh a w a i a n e .
R i t o r n a n d oa l c a s o d e l l r e m o l o è
possibile ottenere un effetto perfetto
q u a n d o i l s e g n a l e s u b s o n i c o ,i n v e c e
d i a g i r e d i r e t î a m e n t es u l l ' o s c i l l a t o r a
e
f r e q u e n z a m u s i c a l e ,f a c a p o a d u n o
s t a d i o m i s c e l a t o r ec o m e i n f i g . 8 .
l l s e g n a l ec h e e n t r a d a E v i e n e m o -
d u l a t o d a l l a f r e q u e n z as u b s o n i c ap r o -
v e n i e n t ed a V e d a l l ' u s c i î aU s i r i î r o v a
l a s o l a m o d u l a z i o n es u b s o n i c ad i a m -
piezza. ll poîenziometro R2 serve per
d o s a r e e s a î t a m e n t el a p e r c e n t u a l ed i
modulazione rispetto al segnale in
entrata che, ovviamenfe, non deve
Fig. 12 - " Tamburo " eletronico e < mefronomo ,.
e s s e r et r o p p o a m p i o p e r n o n s a t u r a -
re Qì.
c r e s c e n d oc h e i n c a l a n d o .C o m e s i v e - t i e n e , a d o g n i c o m m u î a z i o n e ,l ' u r l o
r S i r e n e r ' e ( M u c c h e > e l e t l r o n i c h e d e d a q u e s t oc i r c u i t o ,e s s oo s c i l l e r e b b e caratterisiicp oroprio delle sirene.
n o r m a l m e n t es u u n a s o l a f r e q u e n z a .
U n ' a l t r ac a t e g o r i ad i g i o c a t t o l i< s o - U n a v a r i a n t ec h e h a a v u t o a p p l i c a -
T u f t a v i a ,è p r e s e n t e u n c o m m u t a t o r e
n o r i > >a n c h e s e n o n s î r e i î a m e n Ì e . m u - z i o n i a n c h e f u o r i d e l l ' a m b i t od e i g i o -
< i l q u a l e -f i n î a n t oc h e s i î r o v a n e l l a p o -
sicali,è quella delle cosiddeîîe si- c a l t o l iè q u e l l a i l l u s t r a t an e l l a f ì 9 . ì 0 .
rene >>elettroniche. s i z i o n e l . n o n i n t e r f e r i s c es u l f u n z i o -
n a m e n î on o r m a l ed e l l ' o s c i l l a t o r em, e n -
l l m u l t i v i b r a t o r ec o n i î r a n s i s î o rQ l
l l p r i n c i p i od i f u n z i o n a m e n tèo m o l - l r e q u a n d o è c o m m u t a t os u l l a p o s i z i o - - Q 2 , q u a n d o i l p u l s a n t eì v i e n e p r e -
t o s e m p l i c ee c o n s i s t en e l f a r v a r i a r e n e 2 , R 3 v i e n e c o r t o c i r c u i î a îeo l a f r e -
m u t o , g e n e r a u n a f r e q u e n z aa s s a ib a s -
g r a d u a l m e n t e l a f r e q u e n z a i n s e n s o q u e n z a d i o s c i l l a z i o n es i e l e v a p e r l a
s a m e n t r e t u t t e l e a r m o n i c h ep i ù e l e -
a s c e n d e n t e d i s c e n d e n l ed, i u n o q u a l - d i m i n u z i o n e d e l l a c o s t a n t ed i t e m p o
v a î e s o n o e l i m i n a t ed a C l e C 2 . V a -
s i a s id e i s o l i t i c i r c u i t io s c i l l a n t is u f r e - d e l g r u p p o R 3 - R 4 , C l .
r i a n d oi v a l o r i d i C 3 - C 4 è p o s s i b i l e
quenze acusîiche.
Portando il commutafore ritmica- ottenere un suono, che anche per la
L o s c h e m ad i f i g . 9 è t i p i c o n e l s u o m e n l e n e l l a p o s i z i o n eI e p o i s u l l a c o s l a n t ed i i e m p o i n î r o d o t t a d a R l
genere e permette di oltenere, in mo- p o s i z i o n e3 , i l g r u p p o R 3 - R 4 v i e n e C 5 , a s s o m i g l i aa d u n a s p e c i ed i m u g -
d o b e n d i s t i n î o ,s i a s u o n i c o n t o n i i n p e r i o d i c a m e n t ec o r t o c i r c u i t a t e o si ol- gifo.

- N. 1 - 1969
TPERIMENTARE 33
L'effeîtoè particolarmentenotevole
s e p e r a l t o p a r l a n î es i u s a u n a l t o p a r -
l a n t e t r u c c a t oo d u n a î r o m b a e s p o n e n -
z i a l e a c u i s i è i n p a r t e o î t u r a t al a b o c -
ca per avere un suono (<strozzato>.
N o l e v o l e d i f f u s i o n eh a n n o a v u t o q u e -
s t i d i s p o s i t i v iq u a l i c l a c s o np e r a u î o .

A l l o r c h è s i v o g l i a n o r e a l i z z a r es i r e -
n e e l e î f r o n i c h es e n z a i m p i e g a r e t r a -
s f o r m a l o r i ,i n v e c ed e l c i r c u i î od i f i g . 9
v a u s a t oq u e l l od i f i g . I l .

I n q u e s î ' u l î i m oc i r c u i î o i l t r a n s i s î o r
Q l è d i î i p o P N P m e n t r eQ 2 è N P N ;
e s s i s o n o d i r e t t a m e n t e a c c o p p i a t ie
d a n n o l a n e c e s s a r i ar o t a z i o n ed i f a s e
c h e i n f ì 9 . 9 e r a f o r n i t ad a T I . Q u a n d o
l ' i n t e r r u t t o r eI v i e n e c h i u s o ,i l c o n d e n -
s a t o r eC ì i n i z i aa c a r i c a r sei l a f r e o u e n -
z a g e n e r a t aa u m e n t ap r o g r e s s i v a m e n -
t e . S e p o i s i p r e m e i l p u l s a n t eP , C l s i
s c a r i c a ,d e t e r m i n a n d o u n a g r a d u a l e
d i m i n u z i o n ed e l l a f r e q u e n z a .P r e m e n -
d o a l î e r n a t i v a m e n î eP è p o s s i b i l es i -
m u l a r ei l s u o n od i u n a s i r e n a .

<<Melronomo > e ( Tamburo r>


elettronici

A b o l e n d o n e l l o s c h e m ad i f ì 9 . I I i l
condensaloreCl e le resisîenzecon-
n e s s e c o l f u n z i o n a m e n t od i q u e s t o
c o m p o n e n î e ,s i h a i l c r i c u i f o b i s t a b i l e
a d o s c i l l a z i o nlei b e r ad i f ì 9 . I 2 .

D i s p o n e n d ou n a s e r i e d i p o f e n z i o -
m e î r i Rl , R 2 , R 3 , e c c . q u a n t e s o n o l e
n o t e c h e s i v o g l i o n o r i p r o d u r r e ,s i h a
con queslo circuitouno dei più sem-
p l i c i e v e r s a î i l ig i o c a f t o l im u s i c a l ic h e
siano slali ideati. Occorrono, ovvia_-
m e n f e , t a n t i l a s t i o p u l s a n t i P 1, P 2 ,
P3, ecc. quante sono le note che si vo-
gliono riprodurre.

L a f r e q u e n z ad e i s u o n i e m e s s i v a -
r i a g r a n d e m e n t ea n c h e m o d i f ì c a n d oi l
v a l o r ed i C l , p e r c u i s i p u ò p r e d i s p o r r e
u n s o l o p o î e n z i o m e t r oR l , d a r e g o l a r s i
su una nota centrale.ottenendo poi le
n o t e p i ù a l t e e p i ù b a s s ed i s i n s e r e n d o
o d i n s e r e n d od e l l e c a p a c i t ài n p a r a l l e -
loa Cl.

S e C l è d i l 0 - ì 5 p , F ,l ' a p p a r e c c h i o
i l c u i c i r c u i t oè r i p o r t a t o i n f i g . 1 2 , s i
comporTacome un ( meîronomo )) ca-
pace di < baîîere il tempo > median-
i e s e c c h ic o l p i e m e s s i d a l l ' a l t o p a r l a n -
l e , m e n t r e s e l e o s c i l l a z i o n si o n o c o -
m a n d a t er i t m i c a m e n t et r a m i t ei t a s t io d
ipulsanti. simula il batîito di un
< t a m b u r o> > .

34 - N. 1 - 1969
SPERIMENTARE
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gamma di transistori di poten-
za del tipo a emettitori separati
con 2 dispositiviadatti per appli-
cazioni VHF-UHF. ll BFW 69 che
impiega una serie di emettitori
separati costituita da 242 ele-
menti collegati fra loro. Racchiu-
so in un contenitore fO-39, esso
Íornisce una potenza di uscita
minima di 2,5 W a 175 MHz ed
una variante di maggiore po-
tenza, di contenitore T0-60, il
BLY 74. che fornisce un minimo
di 7,5W a 100 MHz e di 3W a
400 MHz.
Entrambi i dispositivi sono pre-
visti per amplificatori di poten-
za, convertitori di trequenza e
applicazioni di moltiplicazione
di trequenza in rice-trasmettitori
mobili, e per commutazioni ad
alta frequenza, in applicazioni
come la modulazione codificata
a impulsi.

- N. 1 - 1969
SPERIMENTARE 35
G l i s l u d i d i n u m e r o s io r n i t o l o g i d i
fama mondiale, dimostrano che i vo-
l a t i l i h a n n o u n l o r o < <c o d i c e - l i n -
guaggio >>precisoquanto conciso,ine-
quivocabile.

Un fordo non dice alla... .<torda >


frasi complimenîosecome - <<Signo-
r a , q u a l e m a g n i f i c op i u m a g g i o ,n e s o -
no affascinato; lei è la più meravi-
g l i o s a . . ., r . N o , n o , q u e s t e s o n o c o s e
degli umani. Un tordo, stride in un
dato modo se ha paura, in un'ahro se
ha fame, in un terzo se è satollo, in
un quarto se scorge(oh gioial) un muc-
chio di cibo.

Smnn Così una rondine, e così perfino un


avvolîoio.
Le leggi della natura, assai meno
c o m p l i c a î ee c r u d e l i d i q u e l l o d e g l i
u m à n i ,c o n t r a r i a m e n t e alle apparenze,
fanno sì clìe l'uccello che îrovi cibo
in abbondanza ne dia notizia diffon-
o3 dendo opportuni gorgheggi, sîridii,
c i a n g o t î i i ,p i g o t i i , a s e c o n d ad e l l a s p e -
cie a cui appartiene.

cAcclA
tn tal modo, i volaîili della mede-
sima specie e, (secondoBourne e Mc
Inîosh) anche di razze paralléle, pos-
sono appro{ìttare della scoperta del
singolo bulîandosi in picchiaîa sul

MIRACOTOSA
banchetto e parîecipandone.
È noto che in diversi aeroporfi ame-
r i c a n i , p a r î i c o l a r m e n t en e l l e l s o l e d e l

coNlr
Pacifico,sano istallati dei sisfemi acu-
stici che ad intervalli regolari diffon:..
d o n o .l o s t r i d i o d i u n g a b b i a n oi n a g o -
n i a , e c h e t a l i s u o n i a l l o n t a n a n oa
precipizio quei volatili che possono

REGISTRATORE
m i n a c c i a r ei l r e g o l a r e s v o l g e r s id e g l i
a f t e r r a g g ie d e i d e c o l l i .
Così è noto che îaluni agricoltori
ausîraliani hanno piazzaîo sui loro

A NASTRO c a m p i d e g l i a l t o p a r l a n î ci h e e m e t t o n o
i lamenfosi e protestatari pigolii di
v a r í u c c e l l i a f f a m a t í ,a l l o s c o p o d i a l -
lontanaregli stormi che beccano la
semenza.

. B e n e :o r a , s e i n t a l m o d o s i a l l o n -
t a n a n o g a b b i a n i e p i c c i o n is e l v a t i c i ,è
Descriviamo in queslo arficolo un sislema di richiamo per cacciatori che
o v v i o c h e e m a n a n d oi p a r t i c o l a r is u o -
consenle di riempire dei magnifici carnieri. ni che emeîîono gli uccelli in estasi
per la scoperîadi cibo abbondante,si
Non si tratta di un marchingegno da[ dubbio risuhato, ma di un razio- r i c h i a m a n ot o r m e d i f a m e l i c i v o l a t i l i
nale sislema basalo sulle necessariepremesse scientifìche, non solo <<leo- di razza analoga o identica.
ricamenle > efiìcace, ma comprovato dall'esperienza pratica!
Ma... comesi può fare a richiamare
g l i u c c e l l i ,e d a f a r s ì c h e f o r m u l i n o
i f a t i d i c is u o n i ?

te S P E R I M E N T A R E- N . 1 - 1 9 6 9
* N. 1 - 1969
SPERIMENTARE 37
che la gioia manifestata dai predoni
c h e s i r i m p i n z a n od i u v a , p a r e c a u s i
d e g l i s t r i d i i a n c o r p i ù a l l e t t a nif d i
q u e l l i oîîenuîi con le graniglie.

a quesfo punto?
A questq punîo, con le bobine ric-
che di suoni gioiosi il gioco è fatîo;
basîa riemetîere questi pigolii, cin-
gueîtii, frulli d'ali, per vedere accor-
rere una moltiîudine di volaîili da...
u n o n s p a d e l l a r e> .

È allora suffìciente <<far andare >


il registratore in ascoho?

No, questo no: per un effìcace ri-


chiamo, sarà necessarioelaborare uno
speciale diffusore che l'amico De Pa-
s q u a l ec i h a m o s l r a t o .

Si tratta di un mobileîîo ligneo


alfo cm. 40, largo 3ó cm., profondo
altreîtanto, che può essere faîfo co-
s t r u i r e a d u n a r î i g i a n o ,o a n c h e p u ò
essere auîocosîruito.

Le parti del mobile sono qualtro


montanîi (A) un cono îornito di legno
leggero (B) le zanche di fissaggio per
questo (C) un riquadro di panforîe (D)
r e c a n î ea l c e n t r o u n f o r o d a 1 8 0 m m . ,
un secondo riquadro di panforte (E)
che regge l'ahoparlante (F) del tipo
ISOPHON P/ 1 6-A; G.B.C. A,4/0454,00.

Questa specie di .. se616rr baffle >>


ll nostro amico PaoloDi Pasquale, T r a u n a b e c c a t ae l ' a l t r a ,g l i u c c e l l i è montato facendo uso di colla a fred-
< ferocissimo> cacciatore,ce ne sug- emetteranno quei suoni che si desi- do < Vinavil> e viti da 20 mm.
gerisce alcuni; che ora esporremo. derano: quei messaggi'di piacere e
La figura mostra le esaîte prospeîti-
sazielà che si desiderano.
A) Ci si reca pressoun negozioove ve e dettaglidelle parîi.
s i v e n d o n o g r a n a g l i ep e r v o l a t i l i , e s i B) Con un contadino, si paftuisce L ' a l î o p a r l a n f e ,s a r à c o l l e g a t o a l l a .
a c q u i s t au n r i c c o p a i o d i c h i l i d i m i - d i l a s c i a r< m a r c i r e> , u n p e r g o l a î o d i
uscita < external speaker> del regi-
glio, f rumento, soia, granoturco, e u v a , c i o è d i l a s c i a r ea p p e s i i g r a p p o l i
sîraîore, ed il caveîto bipolare di rac-
<<mislo granone >. A parte si acqui- a m a î u r a z i o n ea v v e n u î a , p a g a n d o i l
c o r d o n o n s a r àp i ù l u n g o d i u n a q u i n -
sta una scatolada mezzo chilogrammo corrispeîîivo importo: in genere non
dicina di metri e non più sottile di
d i r i s o a p i c c o l i g r a n i e l o s i m e s c o l a troppo elevato.
2 x ' 0 , 5 Om m .
a I resfo.
Quando l'uva sta per superare lo
Eccotullo: piazzato il mobile in una
Si prende poi un regislratorea car- sladio della maturazione perfetta, ac-
zona di caccia..avviato il registratore...
tuccia (G.B.C.)si sceglie uno spiazzo c a n t o a i g r a p p o l i s i l e g a n o a l c u n i m i -
< occhio alla penna! >>.
i n c a m p a g n ao v e v i s i a d ' a f î o r n o u n a c r o f o n i , i c u i c a v i , l r a m i î e u n m i x e r
foha vegetazione e si sparge sulla s a r a n n oc o l l e g a t ia l s o l i t o i n c i s o r e . Non resta che atîendere la calata
î e r r a l a g r a n a g l i a .' N e i p r e s s i s i c e l a dei golosi volatili che andranno a
il regislraîore pronto ad incidere, con Si sta poi <<di vedetîa > attendendo
r i e m p i r ei l c a r n i e r e .
i l m i c r o f o n od i r e z i o n a t ov e r s o i s e m i . . . i l m o m e n t o i n c u i g l i u c c e l l i p i ù a t -
e si attende. È sufiìcienteche un paio t e n t i e f u r b i a v v i s t a n ol ' u v a m a t u r a . E . . . n o n d i c i a m oc e r î o ( B u o n ac a c -
d i p a s s e r io c a r d e l l i n i ,o î o r d i o q u a - cia>: tocca legno.
Non appena i primi stormi si lan-
glie scorgano < il mucchio> perché
ciano sugli acini si aziona il regi- V i s a l u î i a m oa n z i c o l l r a d i z i o n a l e :
come d'incanîo un'altra mezza dozzi- <<ln bocca al lupo >l
sîraîore.
n a d i v o l a l i l i s i u n i s c a n oa l g r u p p o
b e c c a n d oe d i n g u r g i t a n d o g r a n a g l i e Pare che questo sistema sia addi- Rispondetepure <<Crepal >>Tra cac-
a îuîîa velociîà. rittura più effìcacedell'altro: sul senso ciatori, è concesso.

38 S P E B I M E N Î A R E- N . I - 1 9 6 9
SVF z Sens tune

SINTONIZZATORE
UHF TFT
lMPlEGAtrlTE
UNTRANSISTOR
f EI
P o i c h él a s e l e î t i v i î às u l l ag a m m a F M
Attualmenfe, anche in Europa sono prodotti numerosi modelli di tran- n o n è m o l t o i m p o r t a n t e ,e d i l r u m o r e
sistor ad effetto di campo, e lo sperimenlalore ltaliano può finalmente generato dalla rivelazione superreat-
provare i nuovi circuiti che essi consenlono di realizzare';oppure l'adat- t i v a s i a t t e n u as i n o a s p a r i r ed e l t u t t o
lamenlo di questi nuovi dispositivi agli schemi già noti. q u a n d o s i s i n t o n i z z au n s e g n a l es u f f ì -
cienîemente intenso, non pare davve-
Nell'articolo che segue, è descritto un piccolo ricevitore FM/VHF che im. ro inopportunoconcepireun ricevifore
piega il <<FETr> ripo BFWIO come rivelalore a superreazione. superrigenerativoper modulazione di
frequenza.
Se lo schema non è cerlo nuovo, nuove sono le preslazioni che si often- L ' a s s u n l oè c o m u n q u e b a s a t o s u l l a
gono con <<l'inneslo rr del FET su di esso! disponibilità del rivelatore stabile.
Questa dote non appartiene ai con-
v e n z i o n a l is c h e m it r a n s i s t o r i z z a tni ,e p -
pure ai più evoluti tra essi.
Costruire un riceviîore per le tra- Questo, perché la mente, trattan- Chi ha una esperienza in merito,
s m i s s i o n iV H F a m o d u l a z i o n ed i f r e - dosi di un ricevitore FM, corre subito b e n s à c h e r e g o l q r e< a p u n t i n o > u n
quenza,non è certo il lavoro che lo al concetto della supereterodina.L'al- s u p e r r i g e n e r a t i v oi m p i e g a n t e i v a r i
sperimentatore mediamente esperfo t r a < s o l u z i o n e> q u e l l a d i a p p r o n t a r e P l a n a r e M e s a , è l a b o r i o s oe c h e i n
consíderapossibile per sé. un sintonizzatoresuperrigenerativose- o g n i m o d o l a c o n d i z i o n em i g l i o r e è
g u i t o d a u n a c o n g r u a s e z i o n ea u d i o , t r an si t o r i a .
I n f a t t i ,l ' i d e a d i a s s e m b l a r eu n c o m - generalmentenon viene presa in con-
p l i c a t o s i n t o n i z z a t o r e ,u n c r i t i c o c a - s i d e r a z i o n ep e r v a r i m o î i v i : î r a q u e s t i Dunque?
n a l e d i m e d i a f r e q u e n z a ,u n r i v e l a l o r e i l < r u m o r e > g e n e r a t o d a l r i v e l a t o r e ,
D u n q u e , s u p e r i a m os u b i t o o g n i o s -
t u î t o f u o r c h e s e m p l i c e ,u n a m p l i f i c a - l a s u a i n s t a b i l i t à ,l a d i f f ì c o l t àd i r e g o -
servazione negativa con un nuovo
t o r e a u d i o , p u ò < (s p a v e n t a r eu p i ù l a r l o p e r l a s e n s i b i l i t àm a s s i m a ,
circuiîo: un superrigenerativostabile,
d'uno.
Avendo però un círcuiîo a super- f a c i l e d a r e g o l a r ep e r l a < p e a k p e r -
r e a z i o n ep i ù f a c i l e d a r e g o l a r e d e l l a formance > e concepilo in tal modo
La susseguente idea di dover poi c h e r i e s c ea . . . < b l o c c a r s>i >n e l m i g l i o r
t a r a r ei l c o m p l e s s om , a g a r i s e n z as f r u - n o r m a, e sîabile nel punto di lavoro
punîo di lavoro per lungo tempo.
menîi idonei, produce poi la definiîiva i n c u i s i c o n s e g u e l a s e n s i b i l i t àp i ù
e l i m i n a z i o n e d e l l ' e v e n t u a l e< <d e s i d e - s p i n t a ,a l l o r a m o l f e c o s e p o s s o n om u - Si vede che, con un rivelatore così,
r i o d i r e a l i z z a r e> . tar d'aspetto. è facile realizzareil riceviîore FM: di-

SPERIMENTARE- N. 1 - 1969 39
c4 pF

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R5:50Kft
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B Î5V Fig. I - Schena élethico del sintonizzetore.

fatfi è noto che la sensibilita di un B e n e , b a n d o a i c o m m É n t ig e n e r i c i . < r i m b a l z i> d e i s e g n a l iî r a m i î eC 4 , c h e


superrigenerafivoche funzioni al ren- ad ogni <<passaggio>>aumentano di
dimento massimo è pari se non su- Vediamo invece lo schema. ampiezza, fanno sì che lo stadio in
periore a quella di una eccellente b r e v e g i u n g a a d o s c i l l a r e .T a l e o s c i l -
Per il ricevitore è prevista una an-
supereîerodina. lazione, avviene alla medesimafre-
tenna a stilo lunga circa un metro;
quenza del segnale ricevuto, ed è in-
ln cifre, il nostrorivela dei segnali i segnali captati da questa sono tra-
terrotla da una seconda oscillazione
da soli 5 micro V - meîro; è necessario s l a î i a l c i r c u i t o. o s c i l l a n t et r a m i t e C l .
u l t r a s o n i c ag e n e r a l a d a l T R I a c a u s a
un ticevilore îradizionale molto buo-
l l c i r c u i t oo s c i l l a n t eè f e r m a t od a L l , della costante di tempo introdotta da
no per oftenere un valore equiva-
lentel b i p a s s a t ad a C l O a l l a t o f r e d d o , e d a c 5 - R l .
C3. I due formano un accordo che ri- V e d i a m o o r a c o m e è a l i m e n t a î oi l
E... < come mai >>questo tuner ha s u o n a i n î o r n o a i 1 4 4 M H z c o s i c c h éi l T R I .
siffafîeelevate ed insolite prestazioni? î u n e r p u ò e s p l o r a r el a g a m m a d e i r a -
La ragione di base non è tanto nel dioamatori dei <<due mefri >. L a p i l a < <B > , u n a v o l t a c h i u s o
circuiîo, quanto nell'elemento aîtivo .. Sl u, appare effetîivamentecollega-
c h e l o s e r v e . Q u e s t o ,T R l , è u n f r a n - P o r t a n d o l ' i n t e r r u t t o r e< 5 2 > d a l l a t a i n p a r a l l e l o a d R 5 . l l c u r s o r e d e l
sistor di tipo nuovo..ad effeîto di cam- p o s i z i o n e< < B > a l l a p o s i z i o n e< A > > , medesimo, parîendo dal lato <<mas-
po: il BFWI'0 della Philips,a canale i n p a r a l l e l oa l v a r i a b i l eC 3 è c o n n e s s o s a > e g i u n g e n d o a l l ' a l t r o c a p o , p u ò
< N .> capace di lavorare ad oltre C2. L'inserzionedi ouest'uhimo abbas- q u i n d i s c e g l i e r e q u a l u n q u e t e n s i o n e
300 MHz e dotato di una elevata fra- s a i l v a l o r e d e l l ' a c c o r d oa l O 0 M H z (riferita al negativo generale) com-
scondultanza. c i r c a , e d a l l o r a è p o s s i b i l ee s p l o r a r e presa tra zero e quindici V.
l a g a m m a d e l l e e m i s s i o n ia m o d u l a -
L'impiego di tale FET < minirnizza>> lazionedí frequenza.Logicamente,ove La îensione,atîraversoR4, JAt2, Ll ,
la deviazione termica, in quanto il non inferessil'ascoltodelle sîazionidei a l i m e n î a i l î r a n s i s f o r p : er cui la rego-
BFWI0 dimostra di non risentire degli r a d i o a m a t o r í5, 2 p u ò e s s e r ee l i m i n a t o lazione del potenziometro crea una
effeîti della temperatura, in questo con C2, e come C3 s'impiegherà un i n f i n i î a s e r i e d i s u c c e s s i v < i <p u n î i d i
circuito. Un aumenîo o una diminu- variabilino da 3O oF massimi. l a v o r o> >î r a c u i è f a c i l e î r o v a r e q u e l l o
zione di 10"C, non sposîa il suo punto che meglio si presta alla maggiore
di lavoro prefissafoin maniera apprez- I s e g n a l i ,d a l c i r c u i î oo s c i l l a n t eg i u n - a m p l i f ì c a z i o n ed i u n s e g n a l e i n c i d e n -
zabile. g o n o a l < <D r a i n > d e l B F W l 0 , e d i q u i , î e e d a l l a r e l a l i v a r i v e l a z i o n el i n e a r e .
in fase, al <<Source> del medesimo.
lnollre, i favorevoli parametri di- L'audiocosì ricavafoatfraversaJA'Fl
namÍci di îale elemento consenlono Poiché in serie al < Source>>è con- ed incontra C5-R2-R3-Có-C7 che cosfi-
una regolazione del guadagno rea!. nessa l'impedenza JAF2, i segnali RF tuiscono un doppio filtro a p-greco
mente continua e non a < buchi e non possono proseguire e riappaiono u t i l e a d e l i m i n a r e l e f a s î i d i o s ec o m -
slrappi > come avviene in genere. al <<Drain > amplificati. I successivi ponenîi più elevate del fruscio che si

40 S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 6 9
o d e i n a s s e n z ad i s e g n a l i . S o r t e p o i
t r a C 5 e l a m a s s ag e n e r a l e .
S e b b e n ea q u e s t i l e r m i n a l i s i p o s s a
collegare una cuffìa, è certo più op-
porluno impiegare un amplificalore
a p d i o p r e m o n t a t oc h e r e n d a p o s s i b i l e
l ' a s c o l t oi n a l t o p a r l a n t e .
Tra i vari complessidel genere che
e s i s t o n oo g g i s u l m e r c a t o ,q u e l l o c h e
più si adattaal tuner, per sensibilità,
fedeltà, impedenza di íngresso,è cer-
îo il modello ZA/0174-OO.
Questo ha una banda passanteche
supera i 100-l2.OOOHz, una disfor-
s i o n e m o l f o b a s s a ,m i s u r a s o l a m e n t e
8óx45x30 mm., ed è specificamente
previslo per i ricevitori FMr può es-
sere direttamente accoppiato ad un
a l î o p a r l a n t ed a 8 o p p u r e l 0 O , I w a f f .
La figura 2 ne mostra' lo schema
Fig. 2 . Schemaelettrico dell'emplificaroredi B.t. PMB/A.
e l e l t r i c o ,m e n t r e l a f i g u r a 3 n e i l l u -
sfra l'aspeîîo.
Dato però che il leîîore può dispor-
re di altre unità premo.ntatedi caral-
îerisîiche similan,, o può desiderare.
d i a u f o c o s t r u i r ei l c o m p l e s s oa u d i o s e -
condo uno dei nostri schemi o se-
guendo un progefto antelaborato,noi
ora non tratferemo il montaggio di
un ricevitore che comprenda il sinto-
n i z z a l o r ea < F 5 î > e l ' a m p l i f i c a t o r e .
C o m m e n î e r e m os o l a m e n t e i l p r i m o ,
daîo che chiunquesa certo collegare
un amplificafore premontato, e che
c i a s c u n oh a l a p r o p r i a i d e a r e l a fi v a -
m e n f e a l c o n t e n i t o r ed e l l ' a p p a r e c c h i o
e a l l e d i m e n s i o n id i o u e s î o . tig. 3 - Aspeno dell'amplificaforedi B.FPMB/A.

P a r l i a m oq u i n d i d i q u e s î o < <î u n e r > .


Per una maggiore stabilitàmecca-
nica, ed anche per olîenere un rilorno
di massa più effìcace, che consenle
u n a s t a b i l i t àm a g g i o r e , p e r l ' a p p a r e c -
c h i e t t o s ' i m p i e g a u n o c h a s s i sm e t a l l i -
co piegaÌo ad < U ,r, che nel nosîro
p r o l o î i p om i s u r a T X d X l c m . , m a c h e
p u ò . a v e r e a l t r e d i m e n s i o n ia g i u d i z i o
del costruttore: ovviamente ai meno
esperti conviene <<abbondare> anzi-
c h é < r e s f r i n g e r e> .
T u t f i i c o n î r o l l is o n o m o n t a t i a l l ' i n -
t e r n o d e l l o c h a s s i se, d i r e l a f i v i p e r n i
sporgono sul lafo frontale. C3 è po-
s t o a c c a n t oa d 5 2 , R 5 a d S l . Fig. 4 - lnterno del Tuner. 9i nofa la presa d'anienna che è fissata al coperchio toho per
moslraro il cablaggio. Al reoforo cenlrale è saldato Cl, che perviene alla boblna Ll.
ll BFWI0 (TRl) è saldato diretîa-
TRI è in primo piano, e sulla basetla di cenlro si vedono i componenti JAFI, JAF2, C8,
menîe al circuiîo. Rt, C9. R2, Rq, C5, Có, C7, sono rnontafi sulla superficie sotloslante della basetta
mede:ima. Sul fondo, si vede nèttanenle il grosso collegamenlo di massa che unisce
La bobina Ll è avvoha in aria,sen- C3, 52 (contattomobile) R5, 31, C8.
za supporto e senza nucleo. Consta

- N. 1 - 1969
SPERIMENTARE 41
di sei spirc in filo dí rame argentato servirà per la connessione del C5. la emissionedi un fortissimo soffìo al-
da 1,2 rqm. ll diametro interno del- C4 sarà direttamente collegato ai pie- l ' a l t o p a r l a n t ec, h e d i v e r r à s e m p r e p i ù
l'awolgimento deve essere pari a d i n i < <D r a i n - G a t e> d e l T R l . T u t t e l e f o r f e e s f r i d e n t em a n m a n o c h e i l c u r -
l 0 m m . e l a s p a z i a î u r at r a s p i r a e altre parti minori saranno montaîe sÒresi muoverà verso il positivo della
spira deve essereperfezionalaper îen- facendo uso di due basette ciascuna pila.
tativi, al fìne di coprire perfettamente a c i n q u e c o n î a t l i i s o l a t i :s i v e d a l a f i -
t u t t a l a g a m m a F M c o n 5 2 c h i u s o ,e g u r a 4 . Converrà lasciare il potenziometro
la gamma dei 144MHz con 52 aperto. nel punto in cui il soffìo non è troppo
U l t i m a t o i l m o n t a g g i o ,s i p r o c e d e r à f o r t e e p a s s a r ea l v a r i a b i l e .
In genere, una spaziatr-rradi I,2- ad un aftenîo controllo di ogni con-
1,8 mm è ciò che serve. n e s s i o n e ,d i o g n i s a l d a t u r ae d e l v a - Se nella zona ove si svolgono le
lore delle parîi installate (nella frefta prove è attiva qualche slazione emit-
I capi della Ll vanno prima arroto- tente rFM, ruoîando C3 si dovrebbe
l a t i e p o i d i r e t î a m e n t es a l d a t i a i t e r - t a l v o l î a è f a c i l e s c a m b i a r eu n a r e s i -
capfare il segnale. Diciamo <<si do-
m i n a l i d i i ì à r r i v o > : c o m e d i r e l o S T A - stenza per l'ahra, o due condensaîori). vrebbe > perchè può darsi che la Ll
T O R Ed e l .C 3 ( i l R O T O R Ed i q u e s f o a n -
Se lutîo è perfetfamente a posto, sia froppo <<ristretta>>o <<allargata>.
d r à a m a s s a )e d i l c a p o c o r d ai s o l a t o
a z i o n a t eS l . N e l c a s o c h e l ' e m i s s i o n en o n s i o d a ,
ove giungono JAF2 e C8. Tale capo-
dopo aver controllatoche 52 sia chiu-
c o r d as a r àd e l t i p o G . B . C .G B l l O 0 O , b 0 , Ruotando R5 poîrete appurare se so, le spire saranno accostateo allon-
c h e s i i n n e s t aa p r e s s i o n en e l l a l a m i e - tutto va bene. In caso positivo, la re-
tanate a più riprese, ruotando il varia-
r a d e l l o c h a s s i sU . n i d e n f i c ot e r m i n a l e golazione del potenziometro causerà bile dopo ogni operazione.
Non appena si oda il programma
RAl, R5 sarà di nuovo regolato sino
a d o t t e n e r el a m a s s i m as e n s i b i l i t à .
Ovviamente, una regolazione assai
m i g l i o r e e p i ù p r e c i s as a r à p o s s i b i l ea
c h i d i s p o n g ad i u n g e n e r a t o r eR F m o -
d u l a t o , i n g r a d o d i f u n z i o n a r eî r a I , 0 0
e ì ' 0 8 M H z , n o n c h èt r a 1 4 4 e l 4 ó M H z .
Non importa che il generatore sia a
modulazione di frequenza, perchè i
r i v e l a l o r i s u p e r r i g e n e r a t i vdi e m o d u l a -
no ogni forma di segnale. lmporta,
piuttosîo, che l'accoppiamenîoverso
i l t u n e r s i a m o l t o ' l a s c o .I n p r a t i c a ,a l
bocchettone di usciîa del generatore
s i c o l l e g h e r àu n f ì l o n u d o i n f u n z i o n e
d i < a n t e n n a> .
N e i p r e s s i s i r e g o l e r ài l s i n t o n i z z a -
t o r e s e n z aa l c u n c o l l e q a m e n t od i r e t t o
tra i due.
C o s ì n o i a b b i a m ot e r m i n a t o : l a s c i a -
mo a voi, amici, il compito di realizza-
r e u n c o n t e n i t o r ea d a t t o p e r i l n o s t r o
a p p a r e c c h i e t t o ,l ' a m p l i f i c a t o r e a u d i o
premontato, l'altoparlante:certo sa-
p r e t e e s c o g i t a r eu n a s o l u z i o n ep i r ) c h e
elegante.
Ah, ultima nota: a parte la sensibi-
lità, il sintonizzatore superreattivo
non è certo inferiore alla superetero-
d i n a n e p p u r es o t t o i l p r o f i l o d e l l a f e -
d e l t à . D i f a t t i h a u n a l a r g h i s s i m ab a n -
d a p a s s a n t ee, d i p e r s è n o n i n t r o d u c e
distorsione.
l l f r u s c i o d e ll o s p e g n i m e n t o n o n
deve preoccupareperchè spariscenon
appena si capta una stazione dalla
suffìciente <<potenza >: ovvero dal
campo suffìcientemente.intenso.

42 S P E R I M E N T A R E- N . 1 - 1 9 6 9
HFqH
F HH
It QUARZO:
H
SCONOS(r
QUESTO
Indubbiamente il cristallo di quarzo, quello che serve a controllare o a deier-

Hn
minare ta frequenza di funzibnamento detle più varie apparecchiafuè, è it
componenfe ,eleilronico su cui si accanisconoi più sciocchi pregiudizi, le più
slrane leggende.
Volete conoscere bene questo inleressanle dispositivo scarfando pregiudizi e

T'
sciocchezze?leggete questo articolo!

Q v e s i p a r l i d i r a d i o c o m u n i c a z i o n i , Per esempio, molti <<utenti > pren- ll che non îoglie, che già in un ar-
i m m a n c a b i l m e n î e < s a l î a f u o r i > > i l d o n o u n q u a r z od a 2 7 , 1 2 M H z e l o i n - ticolo, si possadire più di una cosa
( q u a r z o > q u e l d i s p o s i t i v oc h e c o n - s e r i s c o n oi n c i r c u l î o q u a l s i a s ip e r r a - u l i l e a c a n c e l l a r eî a l u n i p r e g i u d i z i c o -
t r o l l a l a f r e q u e n z ao è i m p i e g a t o n e i d i o c o m a n d o .< Q u a r z o è , d a t a l e f u n - m u n i e t a l u n i e r r o r i r a d i c a t in e l l a m e n -
filtri: cerfo il peggio implegato e me- g e r à > e s s i p e n s a n o , s e n z a m i n i m a - î e d i c h i l e g g e :< < a n d i a maod i n i z i a r e > .
no conosciuto componente elettroni-
menle immaginareche la frequenza I n o g n i a p p a r a t od i r a d i o c o m u n i c a -
co: almeno da parte di non pochi spe-
p u ò v a r i a r e s e i l c r i s t a l l oè i m p r o p r i a - zione che vanti un cerlo <<looking >
rimentaîori.
mente utilizzaîo. p r o f e s s i o n a l ev, i s o n o d e i c r i s t a l l ic h e
E s s oh a u n a a p p a r e n z ai n g a n n e v o l - h a n n o i l c o m p i t o p r e c i s od i m a n t e n e -
m e n t e s e m p l i c e ;u n a s c h e g g i ad i r o c - Molti scriîtori di cose tecniche dico-
re fissa la frequenza del segnalegene-
cia con due fili, viceversanon v'è pro- no <<oscillatore quarzato >>così come
r a î o d a l l ' o s c i l l a t o rdei e m i s s i o n eo d a l -
p r i o n u l l a d i e l e m e n î a r en e i c r i s t a l l i ,e s i t r a î t a s s ed i u n c i r c u i î oî i p i c o , m e n -
e i c o n v e r s i o n ef a c e n t ep a r -
l ' o s c i l l a t o rd
più si approfondiscela loro conoscen- îre molîe e... troppe, sono le varietà
z a , p i ù s i v e d e c o m e e s s i s i a n o u n d i q u e s t o s c h e m a - b a s ec, i a s c u n ad o - te del ricevitore.
<<argomenîo > vastissimo, profondo, fata di caratteristicheproprie: centi- I n m o l t i c a s i ,u n o o p i ù q u a r z i s ' i m -
governato da molîeplici leggi precise
n a i a! piegano per migliorare la selettività
e d a t e c n o l o g i ec o n t i n u a m e n t ed a a g -
d i u n c a n a l e a m p l i f ì c a î o r ed i m e d i a
giornare. D a q u a l c h e a n n o m i i n î e r e s s oa i f r e q u e n z aó p e r ( t a g l i a r e> l a b a n d a
crisfalli,ed approfondendoil tema,
C h e i l c r i s t a l l os i a u n c o m p o n e n t e l a t e r a l ed e l l a p o r î a n t eu s a t aa i f i n i d e i -
grossolanamenîe malinteso, risulta mi sono accorîo che per quanto s'im- la comunicazione.
chiaro dai discorsidi coloro che lo pari, non si giunge mai ad una {<con-
usano; e, peggio ancora, da molti di c l u s i o n e > .S a r e b b eq u i n d i i l l u s o r i a l a D i b a s e , c o m u n q u e ,i l q u a r z o a l î r o
coloro che ne descrivono le applica. idea di concentraretuîio lo scibile del- non è se non una delle varie soslan-
zioni! ze naturali che esibiscono un effetlo
l a m a t e r i a i n u n a r t i c o l o .L u n g i d a m e
piezoeleltrico.
Troppi, lroppi arficoli suggeriscono îale concetto: un manuale di molte
un approccio sommario ad una così c e n t i n a i a d i p a g i n e s a r e b b e p i ù o p - Questo îermine deriva dal greco an-
profonda materia! portuno. t i c o e d è c o n i a î oi m p i e g a n d o< p i e z o >

SPEBIMENTARE- N. I - 1969 43
che significa <pressione> ed elettri- Risuoneràinfaîîi ad una propria fre- îo sopra,quindi usiamo un... < chop_
co>;. come dire: eleftricità derivante quenza, e potrà svolgere ,un compiîo per > (siamo in eleîtronica o no?) e
dalla pressione. del tutto analogo. proseguiamo.
ll verbo..è forse inadaîto a defìnire Se vogliamo invesîigarea fondo le Per meglio identificareLl e Cl,
l'oggetto perché risulta unilaterale. In- caratteristichedi un quarzo, noi po- diro che trasferendo i simboli dal
f a t î i , u n c r i s t a l l o < <p i e z o > q u a l s i a s i t r e m o . d i s e g n a r e
u n c i r c u i t oi m m a g i n a - piano eletîrico a quello- meccanico,
mosîra una dualità di funzioni. rio che equivale ad esso dal punto di la bobina rappresentala massa fisica,
Può emeftere un impulso di tensio- visîa eleîtríco: figura l. pesante, del quarzo. Cì invece può
ne se è piegato, schiacciaîo,soîtopo- essere raffronîato alla elasticità pro-
Perché,questo circuilo equivale ad p r i a d e l c r i s t a l l o : u n d a î o c h e g l i
sto a îorsione. Può piegarsi, appiat- u n c r i s î a l l o ?S e m p l i c e :L l e C l c h e viene di natura. Infatti, se il quarzo
tirsi, torcersi, se gli è applicalo un
formano una risonanza-serie,ovvero è m i n u s c o l o , v i b r e r à p i ù f a c i l m e n f e
i m p u l s od i t e n s i o n e .
un circuiîo accordaîo, sono l'essenza ad una frequenza elevata, così come
O r a , s e n o i c o l l e g h i a m ou n c r i s Ì a l - stessa del disposifivo; Rl sirnbolizza un indutlore dalle poche spire risuo-
lo in un circuito previsto per accoglier- la resistenzadel materiale che com, n e r e b b e p i ù < i n a l t o > .
lo, lo soîloponiamo ad una successio- pone il quarzo e C2 è la inevitabileca-
p a c i t à ( q u a l c h ef r a z i o n e d i p F o q u a l - Inoltre, se il quarzo risulterà fles-
n e d i i m p u l s i e l e î f r i c ic a d e n z a t ci h e l o
c o s t i n g e r a n n oa v i b r a r e m e c c a n i c a - che pF) presenîe tra i reofori, siano s i b i l e , l a p o s s i b i l i t àd i v i b r a r e < <p i ù
m e n t e a l l ' u n i s o n oc o n l a r i p e l i z i o n e e s s i f i l i , p i e d i n i , o t e r m i n a l i i n a l î r a su >> sarà esalîaîa: proprio come se
dei < kick > di fensione. forma. Se proprio volessimo un qua- in serie alla bobina feorica fosse po-
dro compleîo dell'aspetîo teorico del sîo un piccolo condensatore.
Ove l'oscillatore sia previsto per quarzo, dovremmo porre in parallelo Infine la resisfenza<(Rl > può es-
una frequenza di l0O kHz, poniamo, a C2 ancora una resistenza:essa sa- sere raffrontaîa, su di un principio
il quarzo si < muoverà >> centomila r e b b e i l s i m b o l o . . .d e l l o z o c c o l o :o v - f u n z i o n a l e ,a l l a p o s s i b i l i î àd i d i s s i p a -
volte'al secondo. vero rappresenîerebbe la possibilità re il calore da parîe del componente.
di una certa conduzione parassilaria Non insisterò su questo lato della
Sotîo il profilo della utilizzazione,
esferna. quesîione; îroppo evidenfe.
in questo caso, il crislallo assumeràle
funzioni di un circuito oscillantevero Queste considerazioniperò ci por- 1 Ora, per migliore conoscenzadel
e proprio. îerebbero lonîano... al manuale det- hostro, è da nolare che un crisîallo

Alcuni lra i modelli di o quarri ' induslriali più di frequenre impiegati negli apparecchimilirari e di radiocomunicazione,Nella figura,
sono Presenti i ripi per stazioni mobili (in alro), por.slrumenli di misura (al ceniro) ed infine per piccoli radiolelefoni (in basro).

44 - N. î - 1969
SPERIMENTARE
r i s o n a n î ea d u n a d a î a f r e q u e n z a h a Daîo che, comunque, la risonan- lutamenle (si legga proprio lN ASSO-
un <<Q >>o fattore di merito estrema- za del quarzo deve essere conside- LUTO)preciso: ma un limitatore degli
menle più elevato del corrispondente r a î a n o n a s s o l u t a ,m a v a r i a b i l e e n - e r r o r i d i f r e q u e n z aa t t r i b u i b i l i a d u n
c i r c u i t o o s c i l l a n t e .U n < Q > c h e p u ò tro piccoli limiti, è bene precisareche daîo oscillatore, enîro una rislreîtis-
aggirarsi su dei valori situati lra esso non è calibratoredi segnali asso- sima gamma.
20.000 e ì 00.000, conîro il valore
di 80-150 esibito da un ollimo cir-
cuito a bobina-condensaÎore.
Ma cos'è questo .<Q >, diranno al-
c u n i : e d e c c o l o s p i e g a î o .S i t r a Î t a d i
u n f a t t o r e i m m a g i n a r i oe d a r b i î r a r i o
c h e i î e c n i c i h a n n o a t t r i b u i t oa i c i r -
c u i î i o s c i l l a n t i ,p e r i d e n t i f i c a r el a l o r o
abilità a risuonare solo su di una
data frequenza. Ciò praîicamentepar-
l a n d o , p e r c h é i n t e r m i n i s c i e n t iifc i
il < Q > mostrerebbe solo l'abilità a
î r a î î e n e r ep i ù a l u n g o u n a c a r i c a :d i
e q u a z i o n ei n e q u a z i o n es i g i u n g e a
c'ro che ho detîo.
Comunque, ll falto inferessanfeè
questo: nessun circulto oscillanÎe L-C,
p e r q u a n t o b u o n o , a n z i e c c e l l e n t es i a ,
a v r à m a i l a p o s s i b i l i t às e l e î t i v a d e l Fig. 3 . Un cristallo miniature per radio.
aperto. Come si nola, il quarzo è
quarzo. Avrà sempre una certa <<ri- lelefoni
a forma discoide, ed i conlalti sono diref-
s p o s t a> s i a p u r e r e l a î i v a , a n c h e a i famente saldati sulla sua superlìce.
segnali adiacentia quello che inte-
ressa,menlre il cristallopuò essere
tagliafo per una frequenza a sei de- P a r l i a m o o r a d e l < m i s t e r o> d e i
c i m a l i c o n u n o s c a r t od i c i n q u e p a r f i il proftlo leorico. un crislallo può essere cristalli <(overfone >.
su di un milione! qssimilalo ad un kleale circuifo oscilla-
lore-serie. l l q u a r z o t r a d i z i o n a l e ,o s c i l l a < l N
U n q u a r z o , g e n e r a l m e n t eè c l a s s i f i - FONDAMENTALE >.
c a t o d a l l a s u a < <r i s o n a n z a - s e r >
iedet-

rcw'
ta I fr >. Alle frequenze superiori a
quella prevista risulîa < in anÎiriso-
nanza)) ovvero nella condizione<<fa >t.
Se noi consideriamo la frequenza
di risonanzacome numero, Per esem-
pio 5 MHz, e quella ove il cristallo H
è g i à i n a n t i r i s o n a n z av, e d r e m o c h e
l a d i f f e r e n z aè a s s a ip i c c o l a .
P e r e s e m p i o , i n u n e s e m p l a r ei n -
dustriale (tipico) avremo una <<fr >
di 5 MHz, ed una < fa > di 8.000
#.
cicli più alîa.
%
Ebbene nella < fa >, in leoria il no-
sîro cristallo non <<risuonerebbe> più
ry
a s s i c u r a n d ou n a î o l l e r a n z a d i f r e - c
quenza invero ristretla.
P u r t r o p p o ,n e i c i r c u i î i n o r m a l i , u n
quarzo non cessa di oscillare non
appena raggiunge il limite .. fa ,r,
perché il circuito a transistor o a
valvola collegaîi in parallelo al cri-
stallo, fende ad < appiattire> il <<Q >>
tig. 2 - Classico quarzo per slrumènti scomposto nelle gue parti principali; e33o 3ono:
c a u s a n d o u n a c e r î a i n s t a b i l i t à ,v a l u - A) Involucro in plaslica . B) viri di montaggio . c) Molla di pressione. D) P'iaslrinadÍ con-
t a b i l e s o l o c a s o p e r c a s o ,m a c o m u n - tallo al quarzo - E) Quarzo - t) Come D - G) Ccnice ' H) Coperchio.
q u e n o n m o h o d r a s t i c ae p r e v e d i b i l e .

S P E R I M E N T A R E- N . 1 - 1 9 6 9 45
frequenza <<naturale> di risonanza,
e che così tratfato, esso vibra più
I facilmenîe ad una f requenza tripla

ir- o q u i n Ì u p l a ,d i q u e l l a d i b a s e .
I quarzi in tal modo lavorati, si
!1",,.,,o
*. dicono appunto <overtone> e tali so-
no particolarmenle tuîti quelli che

8 UA R Z O
28MHZ iJ
l r ,
sono dati per una frequenza che su-
peri i 20 MHz.
< R a s p - r a s p > m i s c h i a r i s c ol a
gola, <<Ugh - ugh > tossisco- < Glu
- glu >>:bevo. Ecco nel puro stile.dei
fumetti < made in USA > la ripresa
del nostro discorso sui cristalli di
quarzo.
Parlavamodegli < overtone >, ram-
menlate? Bene, allora dirò subito
che quesîo îermine non di rado è
0 U A R Z 0 : 1f r/H
. Z causa di interprelazioni erraîe, aven-
do un equivalente musicale cui in
effeîti non corrisponde. In musica
l a < p r i m a o v e r t o n e> e q u i v a l e a l l a
- DA USARECON seconda armonica del îono fonda-
R A O Í A T O RAE S I E L L A mentale.Quando invece si 'tratta di
cristalli, <<overtone > indica solamen-
îe l'armonica, in ordine lineare: se-
conda, ferza, eccelera.
ln altre parole la <<prima overto-
n e > m u s i c a l e r i s u l t a e q u i v a l e n t ea l -
la seconda overfone eletfrica.
.Per non complicareulteriormenîe
i l r a g i o n a m e n t o ,l a s c i a m o a n d a r e l e
overlone musicali che hanno per noi
u n i n t e r e s s eq u a s i n u l l o . T e n i a m o i n -
vece ben presente che le < overto-
n e > d i u n c r i s t a l l o s ' i d e n î i f i c a n od i -
rettamente nelle sue armoniche, sia
pure con dei piccoli scarti in fre-
Fig. 5 quenza di cui parlerò tra poco.
E' da notare che i quarzi lavorati
p e r o s c i l l a r en e l l a î e r z a , n e l l a q u i n t a ,
Vale a dire, che sottoposto ad im- V i s o n o a n z i p a r t i c o l a r io s c i l l a t o r i nella settima overtone (i valori più
pulsi elettrici vibra ad una frequen- di laboratorio detti < calibratori>>, usaîi odiernamenîe)difficilmente pos-
za che è la più bassa previsra dalla che hanno proprio c/ome scopo la sono essere impiegati sulla loro fon-
sua massa e dalla sua elasticità. e m i s s i o n ed i s e g n a l i a r m o n i c i . R i c o r - d a m e n t a l e .
date la vecchia corda di violino che
i-l nosfro occhialuto professore im- Per esempio un quarzo da 49 MHz
Certi cristalli sono però impiegafi genere impiegato nei radiotele-
piegava per spiegarci il principio del
per generare delle frequenze (o me- foni del soccorsostradale o dell'eser-
glio calibrare delle f requenze) che delle armoniche?Metà corda, doppia
f r e q u e n z a , u n q u a r t o , q u a d r u p l a . . . cito, f unzionanîe appunto in seftima
sono multiple rispetto a quesfa: in overfone, non entrerà in vibrazione
ecceîera.
pratica, armoniche. o oscillerà con forîe inerzia se ecci-
Non credo sia necessario qui fl- tato da un oscillatore previsto per
I n u n o s c i l l a t o r ed i s e g n a î oc o n c u - c h i a m a r e s i m i l i b a s i l a r i c o n c e t t i d i 7 MHz. Per altro non oscillerà affatîo
ra ed abilità, un quarzo previsto per fisica ed acustica. a 2ì oppure 35 MHz, rispettivamen-
o s c i l l a r ea l 0 M H z , p u ò e r o g a r e d e l - fe terza o quinta overîone.
Ciò che a noi interéssa, è noîare
le vibrazioni armoniche multiple del- che mediante lavorazioni particolari Non è affatto vero, quindi, che
la fondamentale: 2,0 MHz, 30 MHz, un cristallo può essere reso idoneo un cristallo <<overtone > può essere
eccelera. a d o s c i l l a r e s u d i u n m u l t i p l o a l l a impiegaîo indifferentemente sulle ar-

46 - N. I - î969
SPERIMENTARE
moniche dispari a scendere; ciò si
verificava con qualche modello mol-
îo vecchio; odiernamente anche i
quarzi sono... specializzati!
Softo il profilo dell'ulilizzazionedi-
rò che i quarzi si impiegano come
c i r c u i t i o s c i l l a n t i :o v v e r o c o n r i s o n a n -
za. in serie o in parallelo.
Più spesso, comunque, i circuiti
sfruîtano la seconda forma, in cui il
c r i s î a l l oo p e r a u n p o ' s o p r a a l l a s u a
frequenza .. fr u e spesso appena al
di sotîo della frequenza di îransi-
zione < fa >.
Ciò che molti ignorano, e che inve-
ce dovrebbero sapere, è che non vi
sono quarzi adatti per circuiîi di ogni
9enere.
Per esempio, un oscillatoreda 7 o
14 MHz non può essere < quarzato>
innestando semplicemente negli spi-
noîti un qualsiasi crislallo da 7 o
l4 MHz. Procedendoin tal modo, pos- Fig. ó
sono avvenire due cose: +9V -9V

a) non innesca,
di un gentleman costretto a rifiulare A S S EX
b) l'oscillatore innesca solamente una azione sconveniente.
<<starando> le bobine di accordo!
Molîi leîtori si chiederanno ora
C o m e m a i ? B e h s e m p l i c e :u n q u a l - quali fattori concorrano a creare la
OUARZO,'MADRE,,
siasi quarlzo, dal cosîruîtore è previ- c a p a c i t à d i c a r i c o d i s c u s s a ,e q u a l i
sîo per essere inserito su di un ben accorgimenîi la pos$ano modificare.
d e f i n i t o < <c a r i c o> c a p a c i î i v o .O v e i l E b b e n e : i n u n o s c i l l a t o r ea v a l v o l e ,
< carico>>è ovviamenîe rappresenta-
e s s a d i p e n d e p r i n c i p a l m e n î ed a l 1 u -
to dall'oscillaîore. bo impiegato, poi dai < parassiti>>
P e r e s e m p i o , u n c r i s t a l l o d a 7 0 0 0 d e l l e c o n n e s s i o n ie d e i S u p p o r î i : i n -
k H z p e r c a l i b r a f o r i d e l l a M i l l e n i n fine, dalle capacità reali, ovvero dai
mio possesso,studialo per un carico condensaîori utilizzali nel circuito.
di 32 pF, ove sia inserito su di un ln un oscillatorelransistorizzaîova[-
carico di 5'0 pF vibra a 6,999920 MHz gono i medesimi fatfori parassiîi, la
(con una ampiezza assai minore). In-
cui somma è però fortemente in-
serito su di un caricodi soli l0 pF, fluenzaîa dalle capaciîà di ingresso
per contro, SALE di frequenza assu- .ory
e di usciîa del transisîor che può
m e n d o u n o s c a r f od i q u a l c h em i g l i a i o risultare noîevole, specie per îaluni
f
di Hz verso l'alio; e non solo, ma î i p i < a n z i a n o t f>
i .
innesca in modo accidentaîoe debo-
le dopo'essere staîo attraversaîo da
d i v e r s ii m p u l s i .
Vediamo ora qualche esempio di
o s c i l l a t o r eq u a r z a t o . N e l l a f i g u r a 4 ,
Íig.7
I
ASSEN
si nota il < MÍller >, uno dei più diffu-
S e s i s a l e d i f r e q u e n z a ,l a c a p a c i - si nei radiotelefoni a valvole, oggi
t à d e l < <c a r i c o) ) a s s u m e u n a i m p o r - T u î t i g l i o s c i l l a t o r iv i s î i s o n o r r s o -
usaîo anche con i fransistorsenza ap-
tanza via via maggiore: ben lo san- prezzabili n a n î i < i n p a r a l l e l o> .
v a r i a z i o n i .N e l l a f i g u r a 5 è
no quei letîori che hanno provato
presenîe il classicissimo< Pierce>>che
u n o s c i l l a t o r e i n q u i n d i c e s i m ao v e r - La categoria degli oscillatoricon
non è alîro se non una variante del
îone su 144 MHz, oiîenendo l'inne- risonanza <<serie > è assai meno dif-
Colpifts. Curiosamente, il < Pierce>> fusa dell'altra in linea generale,ma
sco solo dopo lunghe e pazienti mo-
difiche al circuilo, intese proprio a talvolta (figura 9) è impiegato senz'a in certe applicazioni questi circuiti
c a r i c a r e c o r r è t t a m e n t ei l d e l i c a f o e altro organo di accordo che non sia il sono i soli utilizzati; per esenqoioov,e
schizzinoso quarzo, che altrimenti rifiu- cristallo, ed anche in questo caso fun- s i u s a u n c r i s î a l l oi n q u i n t a o s e t t i m a
t a v a d i v i b r a r e c o n l a c a l m a d e c i s i o n e ziona senza difficoltà. averîone.

. N. 1 - 1969
SPERIMENTARE 47
JAF 10/ F

î
I U S C I T AR F
s v!

-12V +l2v
Fig.8 - Qugsto oscillalore armonico, emelte all'uscita dei segnali a Fig.9 - Ecco un classico oscillatore di Pierce, sovente impiegato nei
5-10-15.20-25-30 MHz ed oltre; può essere equipaggiato Gon i quarzi piccoli radiotelefoni.
dalla frequenza più varia.

coslruzione dei cristalli. Si fratta di il progettista di apparati a chiudere


un campo inîeressantissimo ch, e p u r - il cristallo in una <<slufa >>termosta-
îroppo lo spazio mi coslringerà a l i c a . O v v e r o i n u n a m b i e n t e r i s c a l -
ASSE2:
m a l t r a l î a r e . . .c o m u n q u e , p e r s o m m i daîo artificialmente e mantenuto a
capi... Come ho detto, un cristallo si îemperatura costante per mezzo di
fleîte, si espande,si accorcia,si allun- îermoslati.
ga e si îorce, se è soîtoposto ad una
iensione elettrica. Non lufti questi Attualmente si usa il îaglio <<AT >,
fenomeni avvengono però ad un tem- nonché il <GT> il <JT> e meno fre-
p o : a n z i ; a l c u n i p o s s o n o m a n c a r e o quentemehte l'ET ed il BC-BT.Que-
essere infinitamenîe.meno pronunciati s f i s o n o o r i e n î a î i i n m a n i e r a a s s a i
d i a l t r i s e i l q u a r z o è t a g l i a t o i n u n a particolare mostrata nella figura 1'0,
îale maniera invece di ,un'altra.\ e le piasîrine così ricavate hanno
una sensibilità îermica caratteristica
l l < m o d o > >i n c u i i l c r i s t a l l o s i . . . e p r e v e d i b i l e , c o m u n q u e m i n o r e d i
muove, è infatti determinato dal q u e l l a m a n i f e s t a î ad a i v e c c h i t i p i .
punto in cui la piastrina è tagliata
dal blocco di quarzo <<madre >>. Tagliando opportunamenle il cri-
slallo <<madre >>, oggi i costrutfori
E' da notare, comunque, che ad possono realizzaredei quarzi che so-
u n d a t o t i p o d i v i b r a z i o n ef a r i s c o n - n o p r a t i c a m e n î ei n s e n s i b i l ia l l e t e m -
tro un diverso comportamento elet- perature, comprese tra f ì0 e 38oC.,
îrico. r a c c o m a n d a t ip e r n o r m a l i c o m p l e s s i
d i < s î a z i o n e> > .O p p u r e a l t r i m o d e l -
C l a s s i c i< r i s o n a n f i i n s e r i e> s o n o ll cristallo-madre p u ò e s s e r et a g l i a -
li che lavorano linearmente tra { 3,0
fo secondo i suoi assai .geomefrici
i l B u f l e r , i l c i r c u i t o o s c i l l a t o r ea p o n - e + 90"C. o addiriîÌura a (iempe-
î e d i c a p a c i t à ,i l M e a c h a m e d a l t r i < X-Y-Z>, che si scorgono nella fi-
ratura compensata> come certuni im-
che tutti gli appassionatidi frequen- gura 7. Prima della guerra, sino al
b a r c a t i n e g l i a e r e i e d u t i l i z z aif p e r
ze alÌe conoscono. 1 9 3 5 - 1 9 3 7 ,i q u a r z i e r a n o s e g a t i s o -
la strumentazione di rotla (Loran,
l a m e n t e l u n g o g l i a s s i < <X - Y > . L e
R a d i o a l t i m e t r ie, c c . ) .
Nella figura ó riporto il più noto p i a s t r i n ec o s ì r i c a v a t ev i b r a v a n o c o n
d e i r i s o n a n t ii n s e r í e , c h e m o l t i h a n - facilità e non avevano un funziona- Concludendo, vediamo ora alcu-
n o r e a l i z z a t oc o n o t î i m i r i s u l t a l i a n - mento molto critico. ll rovescio del- n e c o n s i d e r a z i o n si u l p r a t i c o i m p i e -
che su frequenze superiori ai 30 MHz: la medaglia era però rappresentafo g o d i c r i s t a l l i .
d a u n a f o r t e s e n s i b i l i t àa l l a t e m p e -
Non mi parrebbe logico chiudere ratura ambienîale nei confronti del- Ailualmenîe progresso tecno-
queste noîe senza un accenno alla la frequenza, che costringeva spesso logico ha fatto che questi compo-

48 - N. 1 . 1969
SPERIMENTARE
nenti siano < robusti >; è però da
notare che il cris|"alloè di per sè un
materiale delicato, e non valgono i
sistemi di sospensioneelasîicaescogi- GIi apparecc/); B & O incontranr un successr
îali dai costruîtori per garanîire la sua
integrità in fatlo dí urîi e cadute. d,i aend,itain tutti i paesiper le loro aualità tecnicbe
Non voglio dire che se vi cade un e il d,isegnrdi a,aanguard,ia clteli distingue,
quarzo dal tavolo, sia da bufîar via.
Spesso, la piastrina sopporterà il col-
po senza sbriciolarsi;non sempre pe-
r ò . A i r o b u s t i s s i m i< F T 2 4 3 - F T 2 4 1> >
sviluppaîi per l'eserciîo, .fanno ri-
scontro dei modelli che si guastano
Possedereun prodotto di qualità e avere nella propria casa dei ma,
al minimo urto, come taluni sotlilis-
simi < JT > per sfrumenti sprovvisti
gnifici apparecchi,come ad esempio,un registratoreo un complesso
di montaggio elastico. stereo B & O, è una ambizionedi tutti. A questo piacere si aggiungeIa
sicurezzache i prodotti B & O sono venduti unicamente da organizza-
Curate, in linea generale, di non zioni altamentequalificatenella vendita di prodotti radio.
elargire shock meccanici ai vosîri Nel mercato mondialedei fabbricantid'elettronica,Ia marca B & O ga-
quaÍzr: pensale che un moderno <AT>>
r a n t i s c ep r o d o t t i d i p r i m a q u a l i t à ,e i c l i e n t i p i ù e s i g e n t i ,p e r i q u a l i
overtone, ha uno spessore di appe-
na qualche decimo di millimetro, è
il prezzonon è la sola condizione,preferisconoquesti apparecchicarat-
quasi îrasparente: ci vuol ben poco terizzati da una tecnica d'avanguardia . e da un disegno elegante e
p e r r o m p e r e u n a s i m i l e < v e l i n a> > s o b r i o ,s e c o n d ol e m i g l i o r i t r a d i z i o n id a n e s i .
d i c r i s î a l l o! Perché quindi dovreste accontentarVidel meno, potendo il più?

Comunque, se sieîe in dubbio cir-


, . a l ' i n t e g r i t à m e c c a n i c ad i u n q u a r -
ro ricoperto in metallo (o comunque
a chiusura ermeîica) provate a scuo-
t e r l o : s e a l l ' i n t e r n os i o d o n o d e i o e z -
zeîti di materiale che tintinnano, lo
poteîe buttar via.

Anche <elettricamente> i quarzi


s o n o , i n n r o l t i c a s i , a b b a s l a n z ad e l i -
cati. Se sono impiegati senza gran
cura, in un circuiîo che faccia scor-
rere îramite essi una correnle a
radiofrequenzaeccessiva,si scaldano
ed in breve vanno fuori uso. An-
che se è solo < scottaîo>, un cristal-
l o n o n e p i ù a t l e n d i b i l e .I n f a t t i , d o -
po aver preso la < scaldata) spesso REGISTRATORE
STEREOFONICO
SEMIPROFESSIONALE
TFANSISTORIZZATO
BEOCORD2OOO
DE LUXEK
oscillasu di una frequenza diversa,
ma solo se ecciiaîo bruscamente.

T a l u n i c r i s î a l l ic h e h a n n o s c a l d a t o .
t e n d o n o a d d i r i î t u r aa v i b r a r e s u d u e
frequenze diverse!

Non faîeli cadere, non scaldateli,


ed i vosîri quarzi (che odiernamenîe
sono îutti di qualità elevata e piut-
losto cosîosi, purîroppo) vibreranno
per miliardi di miliardi di volîe, sem-
pre senza variare la frequenza, sem- BEGISTBATOFE
STEREOFONICOSEMIPROFESSIONALE
IRANSISTORIZZA'ÍO
BEOCORD2OOO
DE LUXET PORTATILE
pre offrendo un servizio attendibile
ed accurato.

Trattateli bene, ed essi vi offriran-


no un oftimo serviziol

- N. I . 1969
SPERIMENTARE 49
SCRIVIAMO

rulETALLI
Chiunquesia praîico di fofografia, o m i l i o n i d i s c r i t t e e l r a c c i a l i i d e n t i c i PREPARAZIONEDEITA IVIATRICE
s a c h e s î e n d e n d os u d i u n f o g l i o d i all'originale. Presso lo sperimentato-
c a r î a u n a e m u l s i o n ef o t o s e n s i b i l ee, d re, invece, servirà < solo > per otfe- ll disegno da riprodurre può essere
i m p r e s s i o n a n d o lcao n u n l a m p o d i l u - n e r e d e i p a n n e l l i d a l l ' a r i af i n i t a , c o m - e s e g u i î os u d i u n a q u a l s i a s is u p e r f i c i e
ce îramiîe un adaîto schermo decora- merciale. î r a s p a r e n t e :c a r î a l u c i d a , c e l l u l o i d e ,
to, è possibile oîtenere, dopo lo svi- vetro.
l u p p o ; l a m e d e s i m ad e c o r a z i o n es u l l a Ma... è giusîo quell'aggettivo: <<so-
l o > ? N o n c r e d i a m ov i s i a u n s o l o [ e t - Per le îraccee le varie sigle si use-
superfìcie preparata. r à i n c h i o s t r on e r o d i c h i n a .
tore che se ne infischi dell'aspeîtodei
Non vi è alcun faîtore che impedi- suoi montaggi, trascurandocomplefa- Le dimensioni delle leîtere o delle
sca la sosîituzionedella carta con un menîe la parte estetica,anzi i vari con- f i g u r e d o v r a n n o e s s e r e I : l rispetto
f o g l i o d i l a m i e r ad i a l l u m i n i o ,f e r r o o taîti che ci legano a chi legge, ci inse- a q u e l l e c h e s i v o g l i o n o o t t e n e r es u l l a
a l t r i m e t a l l i . N e c o n s e g u ec h e s p a l - gnano che quasi lutti i < costrutlori> l a m i e r a ,o v v e r o a l n a t u r a l e .
m a n d o s u l l a s u p e r f i c i em e t a l l i c a u n a a p p a s s i o n a t ic u r a n o m i n u z i o s a m e n t e
l a c c a i m p r e s s i o n a b i l ee , preparando le scritîe, i colori, l'esecuzionemecca- Per i numeri, le scritte, le didasca-
u n f o g l i o î r a s p a r e n t ec h e r e c h i i l d i - nica dei protoîipi: in certi casi (SlCl) l i e , s i i m p i e g h e r àu n n o r m o g r a f o ;p e r
segno che s'intende riportare, è suf- più della parte eleîîrical i disegni, logicamente una opportuna
f i c i e n t e i l l u m i n a r e l ' a s s i e m ep e r o t f e - atîrezzaturada disegno fecnico.
n e r e l a î r a s p o s i z i o n ed e l l ' i m m a g i n e . B a n d o a l l e c h i a c c h i e r ev, e d i a m o i n -
vece il procedimento, che si articola In genere, fare le scritte I : I senza
r i s p e t t oa l l ' o r i g i n a l e .
n e l l e s e g u e n t if a s i : difeîîi risulta una operazioneassaidif-
Ovviamenle la lamiera dopo lo svi- ficíle, dato che la minima imperfezio-
luppo ri'porteràuna figura <negativa>> a) Preparazione della <<malrice r) ne verrà in îal modo îrasferita iden-
r i s p e t l o a l l ' o r i g i n a l e ,v a l e a d i r e l e da riprodurre. tica sulla lamiera.
p a r l i s c u r e r i s u l î e r a n n oc h i a r e e q u e l -
le chiare scure. b) Pulizia della lamiera porlatrice. Ad evitare ciò, conviene seguire le
s c r i t f e i n s c a l a4 : ' l o p p u r e 5 : I c o s ì
ll procedirnenîoche abbiamo sche- c) Spalmafuradella lacca sensibile. le scale, i grafici e le figure, poi por-
m a î i z z a î oè m o l t o d i f f u s o n e l l ' i n d u s t r i a
d) lmpressione della superficie. îare il disegno ad un fofografo e chie-
d e l l e t a r g h e e d e i p a n n e l l i :u n a v o l t a
d e r e u n a r i p r e s a i n s c a l ad i v e r s a ,o v -
tanto, però, l'amaîore1o può riprodur- e) Coloritura. v e r o 4 o 5 v o l t e p i ù i m p i c c i o l i t a .I n
re in casasenza diffìcoltà.
possessodel negaîivo (su lastra)della
fÌ lavaggio.
È o v v i o c h e n e l l o s t a b i l i m e n t ol a r i p r e s a ,l o s i u s e r à p e r l ' i m p r e s s i o n e .
procedura serve per otfenere migliaia g) Trallamenlo profeliivo. Fig. l.

50 S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 5 9
Vi sono moliissimi procedimenli che consentonodi riportare sulle lamiere
metallich,e(ad esempio sui pannelli degli apparecchielefironici) le neces-
sarie scrílle, le píù varie fìgure ed í marchi.

[a maggior parte di quesfi, però sfugge allo sperimentatore che non può
owíamenle mettere in pratica gli accorgimentitecnologici dell'industria,
né dispone di analoghi mezzi.

Venendo dai metodi industriali a quello sperimentale, la nostra équipe


ha messo a punto un sislema di stampa <<fotografica r> per i metalli che
dà quasi sempre un risuhato positivo. Di questo mefodo vi parleremo
nell'arlicolo che segue.

l l f a t î o c h e l ' i m m a g i n es i a d i v e r s e
v o l t e p i ù p i c c o l a d e l l ' o r i g i n a l e ,c o n -
sentirà di far sparire o quasi le im-
perfezioni, oltre a togliere le abrasio-
n i , m i n i m i z z a r el e e v e n î u a l i d i v e r s i t à
di spessoredelle tracce,i punti ( poco
c o p e r t i> , e s i m i l i .
N e l c a s o c h e l e s c a l e , l e s c r i t t e ,l e
l e t î e r ec h e s i v o g l i o n o r i p r o d u r r e ,s i a -
n o r e p e r i b i l i g i à s t a m p a î e ,c o n v i e n e
procedere direttamente alla fotografia
ed uiilizzare le lasire: il lavoro così ot-
tenuto sarà ancor più professionale,
come aspelto.

PULIZIA DETIA TAMIERAPORTATRICE


l l p r o c e d i m e n t oc, o m e a b b i a m od e t -
to, può eftettuarsi su ogni specie di
m e t a l l o ,M e r c u r i oe s c l u s o( s i c ! )m a l ' a l -
l u m i n i o ,l ' a n t i c o r o d a ll,' e l e c t r o nl,' a v i o -
nal ed analoghi danno risultati mi-
gliori.'
Al fine di una buona distensione
d e l l a l a c c a s e n s i b i l e l a s u p e r f i c ed a
îrattare deve esseie perfettamenie le-
vigata, esente da graffì, poco porosa.
l u c i d a : i o e z z i s a b b i a î io a n o d i z z a t i n
genere non si prestano a questo ge-
n e r e d i s i g l a t u r ae d e c o r a z i o n e .
I n o g n i c a s o è n e c e s s a r i os g r a s s a r e
c o n l a m i g l i o r e c u r a i l m e t a l l o ,p r i m a

- N. I _ 1969
SPERIMENTARE 51
d i s t e n d e r el a l a c c a ;p e r l ' a l l u m i n i oe
derivati l'operazione'è "assaifacile; ba-
sta dell'acqua calda, del detersivo ca-
s a l i n g o( O M O , O L A ' e s i m i l i ) u n a s p u -
gna e buona volontà (Fig.2).
Per le lamiere ferrose sarà neces-
sario un ulteriore bagno decapanîe
i n u n a s o l u z i o n ea l l 0 % d i a c i d o n i -
trico.
Una volta che la sgrassaluraè per-
feîta (il relativo controllo è semplice:
r a g g i u n t ou n b u o n r i s u l t a l ol ' a c q u ap u -
liîa scorre sulla superficie senza for-
mare bolle e rivoli) occorre evitare di
toccarlacon le dita.

SPATMATURA DEttA TACCA SENSI.


BItE
U n a v o l t a c h e l a l a m i e r as i a r i s c i a c -
quaîa ed asciugata,sarà coperîa con
l a l a c c a( o e m u l s i o n e )s e n s i b i l e .

Questa sarà composta (per I litro


d i s o l u z i o n e )d a 2 7 O g r a m m i d i C o l l a
a s m a l î o < <L e s P a g e ' s, r o a n a l o g a( r i n - P e r s î e n d e r el a e m u l s i o n es u l l a l a -
lN ALTO: €cme è rliegrro rel led*. per L miera si può usare il pennello Fig. 3
tracciabilepresso le Diîîe che tratîano sii.a felÍèt rÍumiia deJ làvorg,,.È sittirqi. : però chi possiedeuna pisîola per ver-
prodotîi per fotoincisione) più: 30 menfe necerrerio una accurile pulizia dó|.
g r a m m i d i B i c r o m a t od i A m m o n i o ; 2 5 la lastra chs deve ricevore t'imprccriore- nice a spruzzo oîîerrà di certo dei mi-
g r a m m i d i A m m o n i a c a ;I l i t r o d i a c - lìl BAfSO: La lacca rcnsibifr f;ù-.rrià g l i o r i r i s u l î a î i .C h i n o n a b b i a l a p i s î o -
qua distillaîa. I composti andranno
rpabnefe a pennetl,o.Àa ua lavoro carto l a , v e d a s e i n q u a l c h er i p o s t i g l i od i c a -
più eficrce lo si ollienÉ medientc unr pi.
v e r s a î i n e l l ' a c q u an e l l a p r o g r e s s i o n e s a è a n c o r a c o n s e r v a t au n a d i q u e l l e
stola e rprurro. Nal raso cho ri usi il
pennello, è sommrmerrle necesario cer- vecchiepompetîe a spruzzoche si usa-
i n d i c a î a ,e d a l m o m e n f o c h e s i m e -
.èr*'*1a 5 itrrrÉ di':turo ieidú,iler iir- v a n o u n î e m p o p e r a t o m i z z a r ei l < F l i t > .
scola in poi là successiveoperazioni
unifornre; ovverc chs perenfi un cgruelc
andranno effeîîuate in camera oscu- spe$ore ed una egwlc'densitò. U n o d i q u e s t i a r n e s iè o t î i m o a n c h e
ra. alla luce rossa. per soffìarela nostra laccasul meîallo,

L'asciugaîuradella superfìcie deve


e s s e r en a î u r a l e .N o n s i d e v e p o r r e l a
l a m i e r as u d i u n t e r m o s i f o n e m
; en che
meno poi al soleSIC!

DELI.ASUPERFICIE
IMPRESSIONE
Prima di procedere oltre, è neces-
s a r i o c o n î r o l l a r e c h e l ' e m u l s i o n es i a
,:i;ì:i:::11!ì:!ill::r:t:: perfeitamente secca.
!t:1 ì:
,:ìì!i:,rl

.i ì!lt;ìi:l:'
Se la condizioneè verificaîa,si pren-
derà la lastra fotografìca o la carta
lucida recante il disegno e le scritte
e l a s i f a r à a d e r i r e a l l a s u p e r f i c i e f, i s -
sandola con due pezzetti di Scotch-
T a p e o a n a l o g oî r a s p a r e n t eF i g . 4 .
D a v a n î i a l t u t t o a d u n a d i s t a n z ad i
circa70 cm. (fig. 5) si porrà una lam-
p a d i n a < F l o o d l i g h t> d a f o t o g r a f i a
.l50-200
della poîenzadi W, munifa
di rifletfore, e si attenderà per 5-ó mi-
nuti.

52 S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 6 9
fron
Èe-
::;:il':i'j'iil't
Lastra sensibiI izzal'a

L Ua €

T r s s p a r e nt e
p o r t a i mm a g i n e

Fig. ó

Passatoquesto periodo, la zona del- t a l e t i n î a b r u n a è d e c i s a m e n f ea n î i -


l a l a m i e r an o n c o p e r î ad a i s e g n i o d a l - esîelica.
le figure scurirà, mentre le tracce ri-
È però facilevariarla.
m a r r a n n o i m p r e s s ei n b i a n c o , v a l e a
dire in negativo. Per otîenere un colore diverso, ad
esempio l'azzurro scuro che fà <<lanto
professionale>, è suffìcienîe discio-
COTORITURAE TAVAGGIO FINATE
gliere in 5 litri di acqua comune 70
Non sempre la coloriîura marron- grammi di blu di melile(lo si acqui-
n e r o c h e s i o l t i e n e i m p r e s s i o n a n d ol a s t a i n f a r m a c i a )e d i m m e r g e r e l a l a -
e m u l s i o n ep u ò p i a c e r e . I n m o l t i c a s i , miera nel bagno.
Dopo alcuni minuti (la densitàdel
c o l o r e è p r o p o r z i o n a l ea l t e m p o ) l a
T r a s p a r e n tpeo r t a i m m a g i n i l a c c a a v r à a s s o r b i t ou n a q u a n t i t à d i
t i n l a s u f f ì c i e n t ea d a p p a r i r e b l u , e d i l
l a v o r o s a r à l e r m i n a t o ,s a l v o u n b u o n
Lastra r i s c i a c q u of i n a l e i n a c q u a t i e p i d a s e n -
za saponi e detersivi.
sensibilizzata
TRATTAMENTOPROTETTIVO
L a s u p e r f i c i eî r a t t a t a , s i r i g a e s i
s c a l f ì s c ec o n f a c i l i t à .
È q u i n d i n e c e s s a r i op r o t e g g e r l ad a -
gli urli.
l l p i ù s e m p l i c es i s f e m a p e r r e a l i z -
z a r e c i ò , è s p r u z z a r es u l l a l a s t r a u n a
b u o n a m a n o d i < <v e r n i c e t r a s p a r e n t e
a l l a n i f r o ) ) p e r a e r o m o d e l l i .U n s i s t e -
m a m i g l i o r e ,s e g u i t o d a l l ' i n d u s t r i aè,
a p p l i c a r es u l l a l a c c au n a p e l l i c o l ad i
LAMPAOA p l a s t i c a< a c a l d o > : q u e s t o l a v o r o p e -
"FL000,,
d a1 0 w r ò p r e v e d e u n a c e r t a e s p e r i e n z a c; h i
n o n l a p o s s i e d e ,a l m o m e n i o r i p i e g h i
c o nr i f l e t t o r e s u l l a < v e r n i c e t t a> a l l a n i î r o , i n a î î e -
tig. 5 Piano di lavoro.
s a d i u n n o s t r os u c c e s s i v o arîicolo.

- EN . I - 1 9 6 9
SPERIMENTAR 53
GENERATORE
DI BARRE
A CoroRlEP684R

S E Z I O N EV I D E O
S e g n a ! id i c o l o re : 6 b a rre ve rti ca l i ( giallo- ciano- ver de:por por a- r osso- blu) .
Reticolo:12 linee orizzanlali,15 verticali.
Scaladei grigi: inseribile.
Frequenzasottoportante di crominanza: 4,43362MHz (ottenuta da un oscillatore a
quarzo) -r- 10-5'
S E Z I O N ES U ON O
Frequenzadella portante audio: 5,5 [VlHzL 0,2o/o
Modulazione di frequenza: 50 KHz a 1 KHz.
SE Z I O N ER F mo d u l a tai n a mp i e zzadal segnalevideo e suono.
P o r t a n t ia R F: 1 g a mma 5 0 + 70 MHz
2 ,, 7 0 + 105 MHz
J " 1 6 0+ 2 3 0 N / H z
4 " 4 6 0I 6 1 0 M H z
5 " 6 0 0i 9 0 0 M H 2

trtrtrtrtrE|@d, srAR
S T R U M E N TD
I I M I S U R AE D I C O N T R O L L OE L E T T R O N I Ci ]I E L E T T R O N I C A
PROFESSIONALE
[ l $ f s [ i l i r n s n { t l e A m m i n i s t r a z i o n e :2 0 0 6 8 P e s c h i e r a B o r r o m e o Plastjcopoli IMilano] u T e l e f . : 5 j 5 0 4 2 4 / 4 2 5 / 4 2 6t )
la sirena,

rnagica

ll tema della legiftima difesa sembra abbia destafo un certo inleressenella folta schieradei nostri leilori. Di conseguenza,
ci siamo sentiti spinli a creare qualche altra diabolica applicazione dell'elettronica, mediante la quale fose possibile
imparfire severe lezioni a coloro che ci sollopongono all'ascoho di suoni violenti e . indesideratl. l'apparecihio che
stiamo per descrivereconsistein una scatolettadi formato tascabile,come risulta datla foto a lalo, che I azionafa dal
coslrullore - produce un suono di sirena insistenteed a frequenza varipbile, assai simile a quello degli awisatori
acustici della polizia. ll lato magico di questa applicazioneconsiste nel fatto che, una volta messo in funiione, l,appa.
recchio può essere spento sollanlo da chi conosceil segreto che ne blocca il funzionamenfo.ll lettore nolerà infìne-jhe
non volendo usufruire del parlicolare sislema di alimentazione, il dispositivo descriilo può essere usalo anche come
generalore di segnale.

Sebbene il circuito elettrico ore- q u a l e è a s s a id i f f ì c i l es p e g n e r el ' a p p a - c o n t r o l l od e l d i o d o a l s i l i c i ou n i m p u l -


s e n f i u n a c e r î a c o m p l e s s i f à i,l p r i n c i - recchio una volîa che esso sia slato so (avente un'ampiezza ed una pola-
p i o d i f u n z i o n a m e n î oè a s s a i s e m p l i - messo in funzione, a meno che non r i t à p r e s î a b i l i l e )c h e n e d e î e r m i n a l o
c e : l ' i n t e r aa p p a r e c c h i a t u rcao n s i s î ei n s e n e c o n o s c ai l p r i n c i p i o . s î a î od i c o n d u z i o n e .
d u e m u l t i v i b r a t o r i ,u n o d e i q u a l i p r o -
duce una nota a frequenza costante
U n o d e i p i ù r e c e n t i d i s p o s i t i v is e - Un'ahra particolariîà del rettificaîo-
m i c o n d u t t o r ir e a l i z z a f id a l l e f a b b r i c h e re conlrollato al silicio consiste nel
m a r e g o l a b i l ea s e c o n d ad e l l e p r e f e -
più imporianîi è il cosidetto rettifìca- falîo che v o l t a d e t e r m i n a t oi n
renze di chi realizza l'apparecchio,
mentre il secon'doproduce un segnale
lore conlrollato al silicio: sosîanzial- esso lo stato di conduzione - esso
mente, esso è un normalediodo, os- p e r m a n ea n c h ed i s i n s e r e n d ol a î e n s i o -
a f r e q u e n z aa s s a i r i d o t l a . m e d i a n t e i l
q u a l e è p o s s i b i l em o d u l a r ei l s e g n a l e sia un disposilivo che permette il n e d i e c c i t a z i o n ea p p l i c a t aa l l ' e l e t t r o -
p a s s a g g i od i u n a c o r r e n t ei n u n u n i c o do di controllo: di conseg,uenza, l'uni-
p r o d o t t o d a l p r i m o m u l t i v i b r a î o r e .l l
s e n s o . L a s u a c a r a î t e r i s t i c ap e c u l i a r e co metodo per bloccareil funziona-
segnale complesso risultanîe viene '- iuttavia -
q u i n d i a p p l i c a î oa d u n v e r o e p r o p r i o consisîe nel fatto che menîo del circuito alimentafo consi-
i n c o n d i z i o n in o r m a l i i l d i o d o n o n è sle nell'inîerrompere si.a pure per un
a m p l i f ì c a t o rd
e i B a s s aF r e q u e n z aa, v e n -
in grado di condurre correnîe in nes- s o l o i s t a n t ei l c i r c u i t od i a l i m e n t a z i o n e
te una poîenza di uscita pari appros-
s u n o d e i d u e s e n s i p o s s i b i l i re s s o è facentecapo alla batteria.Una volta
simaîivamente a 250 milliwait,il q,uale
però munilo di un terzo elefirodo, det- che questo circuito sia.slalo interrolto
eccifa un minuscolo alîoparlante a
t o e l e t t r o d od i c o n t r o l l o( < o g a t e > ) a l m o m e n t a n e a m e n t ea, n c h e r i p r i s t i n a n -
m a g n e t e p e r m a n e n t ec o n t e n u t o n e l l a
q u a l e è p o s s i b i l ea p p l i c a r eu n i m p u l s o d o l o l ' a p p a r e c c h i on o n è i n g r a d o d i
scato[efia.
di eccitazione,che porta il diodo stes- f u n z i o n a r ed i n u o v o s e n o n s i a p p l i c a
L ' i n î e r oc i r c u i l ov i e n e a l i m e n t a t oa d so in statodi conduzione. n u o v a m e n t eu n i m p u l s o d i e c c i t a z i o n e
o p e r a d i u n a c o m u n e b a î t e r i ad a 9 V , a l l ' e l e t t r o d od i c o n t r o l l o .
Se un diodo di questo îipo viene
del îipo normalmenle adottato per
l ' a l i m e n l a z i o n ed e l l e p i c c o l e r a d i o t a - c o l l e g a î oi n s e r i e a l l a b a î t e r i ac h e a l i - E veniamo ora al principio di fun-
m e n î a u n a q u a l s i a s i a p p a r e c c h i a t u r a zionamentovero e proprio: la fìgura I
s c a bIii .
e l e î t r o n i c a ,p u r c h i u d e n d o l ' e v e n t u a l e è u n o s c h e m a a b l o c c h i c h e d e s c r i v e
P r i m a d i p r o c e d e r ea l l a d e s c r i z i o n e i n t e r r u t î o r ed i a c c e n s i o n el a s u d d e t t a s o m m a r i a m e n î ei l f u n z i o n a m e n t od e l -
d e l c i r c u i t oe d a l l ' e s p o s i z i o ndee l l a t e c - a p p a r e c c h i a î u r an o n è a s s o l u î a m e n t e l a s i r e n a m a g i c a . I n e s s o s i n o t a i n
n i c a r e a l i z z a t i v aè, o p p o r t u n o c h i a r i r e i n g r a d o d i f u n z i o n a r e ,a m e n o c h e a l î o a s i n i s t r au n p r i m o r e t t a n g o l oc h e
i n p r i m o l u o g o i l p r i n c i p i oi n b a s e a l n o n v e n g a a p p l i c a f o a l l ' e l e trfo d o d i r a p p r e s e n t au n m u l l i v i b r a i o r e i n g r a -

S P E R I M E N T A R E- N . , l - 1 9 6 9 55
d o d i p r o d u r r e u n s e g n a l ea v e n î e u n a
frequenza compresa Ìra quattro ed ot-
l o v i b r a z i o n i a l m i n u t o s e c o n d o :e s s o
MULTIVIBRAÎORE MULTIV IBRATORE ha il compifo di variare il timbro del
segnale acusticoprodoîto dal secondo
m u l f i v i b r a t o r e ,f u n z i o n a n t e i n v e c e s u
4+8 Hz 6 0 0 + 2 0 0 0H z una frequenza compresa tra seicento
e d u e m i l a v i b r a z i o n i a l s e c o n d o .A l -
l ' u s c i t ad e l p r i m o m u l t i v i b r a t o r eè p r e -
s e n t e u n p a r î i c o l a r ec i r c u i t o i n l e g r a -
î o r e d e l î i p o a r e s i s l e n z ae c a p a c i t à ,
che provvede a modificare la forma di
onda dei segnali prodotti. Essisono
infaîti di forma d'onda tipicamente
r e î î a n g o l a r ee, d i l s u d d e t t oc i r c u i t oi n -
l e g r a î o r e ,s o p p r i m e n d ou' n a p a r t e d e l -
AMPLIFICATORE l e a r m o n i c h ec o n t e n u t e n e l s e g n a l e ,
d e î e r m i n a l a s u a l r a s f o r m a z i o n ei n
i m p u l s ia v e n t i u n a f o r m a d ' o n d a l r i a n -
golare. Ciò risultaevidenîe osservan-
do la figura 2, che rappresenlo in A
la forma d'onda degli impulsi a fre-
Fig. I . Schema a blocchi del dispositivo: esso consisle in due multivibratori, di cui il primo q u e n z a a s s a ib a s s ap r o d o t î i d a l p r i m o
modula la frequenza dei segnali prodotti dal secondo. ll segnale a frequenza acuslica viene m u l t i v i b r a î o r ee , d in B la forma d'on-
amplificato e riprodoito da un ahoparlante di dimensioni adeguate. d a c h e i s u d d e î î is e g n a l ia s s u m o n oa l -
! ' u s c i î ad e l c i r c u i î o i n l e g r a î o r e ,c o s t i -
î u i î o d a l l e d u e r e s i s t e n z ee d a l l a c a -
p a c i t à , c o m e s i o s s e r v aa l l a c i t a t a f i -
gural.

ll secondo mulfivibratoreoroduce
anch'essoimpulsi di forma d'onda
r e t î a n g o l a r em , a - comegià abbiamo
s t a b i l i t o- c a r a t t e r i z z a tdi a u n a f r e -
q u e n z a a s s a is u p e r i o r e ,e q u i n d i p e r -
f e t t a m e n î eu d i b i l i . C i ò c h e è i n t e r e s -
s a n t e è p e r ò i l f a î î o c h e i l s e g n a l ea
f o r m a d ' o n d a î r i a n g o l a r ea p p l i c a t oi n
u n d e t e r m i n a f op u n t o a l s e c o n d om u l -
l i v i b r a t o r ed e t e r m i n av a r i a z i o n ic i c l i -
che della frequenzadei segnali pro-
doîti da quest'ulîimo,che risulîano
p e r î a n t o c o s ì c o m e s o n o i l l u s t r a t ia l -
l a f i g u r a 2 - C . I n q u e s t a s e z i o n es i n o -
î a i n f a t t i c h e l a f r e q u e n z ad e l l e o s c i l -
lazioni prodoîte dal secondomulîivi-
bratore è minima in corrispondenza
I
d e i p i c c h i i n f e r i o r i ( n e g a t i v i )d e i s e -
g n a l i t r i a n g o l a r ie, d ' è i n v e c em a s s i m a
i n c o r r i s p o n d e n z ad e i p i c c h i s u p e -
r i o r i ( p o s i t i v i ) .N e d e r i v a c h e i s e g n a l i
c h e v e n g o n o a p p l i c a t ia l l ' i n g r e s s od e l -
l ' a m p l i f ì c a t o r ed i B a s s aF r e q u e n z as o -
no modulaîi in modo lale da ottenere
u n r i s u l t a t oa s s a is i m i l e a q u e l l o o t t e -
n i b i l ec o n u n a s i r e n ad i a l l a r m e .
Ííg. 2 . A rappresenta la forma d'onda simbolica dei segnali prodotli dal multivibratole a
frequenza bassissima, mentre B rappresenta la forma d'onda che i suddehi segnali assumono L a f i g u r a 3 i l l u s t r ai l c i r c u i t oe l e t î r i -
dopo esser parsati :ttraverso il circuilo integratore. C - infine - illuslra l'andamento del- c o c o m p l e t o d e l l ' a p p a r e c c h i oI. t r a n -
l'ampiezza delle orcillazioni prodotfe dal secondo multivibratore, m€llendo in evidenza che
s i s î o r T r l e T r 2 p r o d u c o n oi s e g n a l i
la loro durata (orsia la flequenua) varia col variare della forma d'onda triangolare del segnale
riprodoîtc in B. a f o r m a d ' o n d a r e t t a n g o l a r ea l l a f r e -
q u e n z a m o l t o b a s s a ( c o m p r e s ac i o è

- N, 1 _ 1969
SPERIMENTARE
56
R2 R3

c2an
R4

4
l
,
c
l
f
r--
n.
R5

"r"+
à
{\
L{R Tr9

/\_GD
R6

(
V l* c8

c4 k g lr r l o o" r
I

___r-úli__-*_
I I I N T E R F+ II
l l r -
l * " . t ìi e l

#
- l

îra quatîro ed otîo vibrazioni al mi- stor disposti secondo il noto sistema queste due resistenze un valoie ec-
n u î o s e c o n d o )l e q u a l i v i b r a z i o n ip a s - denominato a simmetria cornplemen. cessivamenîesuperiore a 25O.OO0O.
sano atîraversoil circuito integrato- lare: infatîi, menîre Tr7 e Tr9 sono
re coslituiîoda Ró e C4. Tr3 è invece del tipo (( n-p-n >>,Tr8 e Trì0 sono in- Una volta oîîenuîa la frequenza di
u n o s î a d i oa d a c c o p p i a m e n î d oi e m e t - vece del tipo < p-n-p >. m o dulazionevoluîa, è possibile del
t i t o r e c h e f u n g e d a s e p a r a t o r eo n d e pari variare la f requenzadel suono
e v i l a r e c h e i l c i r c u i t od i i n t e g r a z i o n e l l s e g n a l ed i u s c i î a_ _ i n f ì n e - d i - prodotto dal secondo mullivibratore,
precedentemenîecilaîo sia soltoposto s p o n i b i l e t r a g l i e m e t t i t o r i d i T r 9 e costiîuito da Tr4 e Tr5. variando ri-
a d u n e f f e l t o d i c a r i c o .l l s e g n a l ef o r - T r l 0 e l a m a s s a ,v i e n e p r e l e v a t o a î - s p e t î i v a m e n t ei v a l o r i d i R 9 e d R l 0 ,
n i î o i n u s c i î ad a T r 3 p r o v v e d e a v a - t r a v e r s o l a c a p a c i t àC 8 d i v a l o r e e l e - o p p u r e q u e l l i d i C 5 e C ó . I n p r a t i c a ,
riare gli intervalli di tempo duranîe v a t o ( 5 0 m i c r o f a r a d )e d a p p l i c a t od i - si tratta di trovare la nofa che si ritie-
i q u a l i i l t r a n s i s t o rT r 4 s i t r o v a i n r e î t a m e n t ea l l a b o b i n a m o b i l e d e l l ' a l - ne più soddisfacentea seconda delle
t o p a r l a n t ec h e p r e s e n t au n ' i m p e d e n z a e s i g e n z ep e r s o n a l i .
s t a î od i i n t e r d i z i o n eq: u e s t ' u l î i m ot r a n -
s i s t o r f a p a r t e d i u n s e c o n d om u l î i v i - di 40 f).
Per quanto riguarda invece il cir-
braîore costiîuito da Tr4 e Tr5, funzio-
La frequenza dei segnali prodotti c u i t o d i a l i m e n t a z i o n e ,l a n e c e s s a r i a
n a n î e a d u n a f r e q u e n z aa s s a ip i ù e l e -
d a l p r i m o m u l t i v i b r a t o r e( c o s t i t u i t od a c o r r e n t e e l e l î r i c a v i e n e e r o g a t a d a l l a
v a l a , c o m p r e s ac l o è - c o m e g i à s i è
Trl e Tr2) può essere variata modifi- b a t t e r i a B , c h e f o r n i s c e u n a t e n s i o n e
detîo - tra ó00 e 2.000 Hz.
c a n d oi v a l o r i d i C l e C 2 , o p p u r e q u e l - c o n t i n u ad i 9 v o l t . T a l e l e n s i o n ev i e n e
l l s e g n a l ea f r e q u e n z aa c u s l i c ap r o - l i d i R 2 e d R 3 . N a t u r a l m e n t eî,a l i c o m - a p p l i c a t aî r a l a l i n e a d i c o l l e g a m e n t o
positiva e la mas-
d o t î o d a q u e s î o m u l î i v i b r a t o r ev i e n e p o n e n t i d e v o n o p r e s e n t a r ev a l o r i s i m - d e l l ' a l i m e n î a z i o n e
p r e l e v a t od a l c o l l e t t o r ed i T r 5 , e - at- m e t r i c i , n e l s e n s o c h e C l è u g u a l e a s a , a t t r a v e r s o u n ' a mpollaa mercurio
t r a v e r s oR 1 2 e , C 7 , i n s e r i e t r a l o r o - C 2 , e d R 2 è u g u a l e a d R 3 . S e s i a t t r i - ed atîraverso il reîtificaîore control-
v i e n e a p p l i c a t o a l l a b a s e d e l t r a n s i - b u i s c e a d R 2 e d R 3 u n v a l o r e d i l a t o a l s i l i c i o . D i c o n s e g u e n z aa, n c h e
s t o r T r ó , c h e p i l o î a l o s t a d i o f i n a l e 250.000 O, la frequenza di modula- s e l a q u a n t i t à d i m e r c u r i o c o n f e n u t a
c o s t i t u i î od a i î r a n s i s t o rT 1 7 ,T r 8 , T 1 9 e z i o n e r i s u l t a a p p r o s s i m a t i v a m e n îpea - n e l l ' a m p o l l a m e t t e d i r e t l a m e n t e i n
Trl 0. r i a d o t t o v i b r a z i o n ia l m i n u t o s e c o n - c o r f o c i r c u i î o i d u e î e r m i n a l i i n e s s a
d o , m e n t r e d i m i n u e n d o t a l e v a l o r e , presenti, l'apparecchionon è in grado
Come è facile osservare, lo stadio la freouenza tende ad aumentare.,Non d i f u n z i o n a r ea m e n o c h e n o n v e n g a
f i n a l e è c o s î i î u i t o d a q u a î f r o t r a n s i - è c o m u n q u e o p p o r t u n o a t fr i b u i r e a p r e m u t o s i a p u r e p e r u n i s t a n î e l ' i n -

- N. I - 1969
SPERIMENTARE 57
îerruîîore a pulsanle.Non appena i spegnerlo agendo sul pulsante: per I n q u e s î a p a r t i c o l a r eo c c a s i o n e ,i l
c o n t a l t i d i q u e s t ' u l t i m ov e n g o n o c h i u - q u a n t o i l p u l s a n î ev e n g a p r e m u f o - c i r c u i t o p u ò e s s e r em o n t a t o s i a s u d i
s i , i l p o î e n z i a l ep o s i t i v o d i 9 v o l t f o r - t u t t a v i a - i l f u n z i o n a m e n t on o n c e s - una basetla di cartone bachelizzato
n i t o d a l l a b a t t e r i a v i e n e a p p l i c a t od i - s a , i n q u a n î o l ' u n i c os i s t e m ap e r f a r l o i s o l a n t em u n i l a d i n u m e r o s i f o r i , d e l
r e t î a m e n t ea l î e r m i n a l e d e s t r o d e l l a c e s s a r e c o n s i s î e s e m p l i c e m e n t en e l t i p o n o r m a l m e n t er e p e r i b i l e i n c o m -
r e s i s î e n z aR l 5 , i l c u i t e r m i n a l e o p p o - c a p o v o l g e r e l ' i n t e r o ' a p p a r e c c h i o ,f a - m e r c i o , o p p u r e p u ò e s s e r er e a l i z z a t o
sîo fa capo contemporaneamenÎealla cendo in modo che il mercuriocada s u d i u n a b a s e t t ad i m a t e r i a l ei s o l a n î e
r e s i s î e n z aR l ó e d a l l ' e l e t t r o d od i c o n - n e l l a p a r t e o p p o s t a d e l l ' a m p o l l a ,i n - con una superficie completamente ri-
trollo del rettificatore controllato al lerrompendo la continuitàtra i due c o p e r t a d a u n a l a s î r i n ad i r a m e , i n c i -
silicio. contaîti in essa confenuti.Una volîa dendo quest'ultima col noto procedi-
inîerrotto tale contatto, anche se l'ap- mento fotografìco per la realizzazione
R I 5 e d R l ó c o s î i î u i s c c n ou n P a r l i - parecchio viene nuovamente raddriz- d e i c i r c u i î is t a m p a t i .
tore di fensione che riduce la tensio- zato esso non enîra in funzione a me-
ne di 9 V al valore adatto per olîene- La fìgura 4 fornisce un'idea di co-
no che, mentre si trova in posizione
re l'eccitazione del retiificatore con- me possono essere disposti i vari
v e r t i c a l en o r m a l e ,i l p u l s a n t en o n v e n -componenti, sebbene tale disposizio-
t r o l l a f o : d i c o n s e g u e n z a ,q u a n d o i
g a p r e m u î o u n a s e c o n d av o l t a , o n d e n e p o s s av a r i a r e a s e c o n d ad e l l e p r e -
contaîti dell'interruîtore a pulsante
rimettere il rettificatore controllato al ferenze del cosfruftore. A rappresen-
vengono chiusi, l'impulsodi tensione
s i l i c i o i n c o n d i z i o n ed i f u n z i o n a r e . la la basetîa vista dal lato dei com-
c h e i n t a l m o d o r i s u l î a a p p l i c a t oa l -
l'eleîtrodo di conîrollo fa sì che il ret- ponenti, menlre B rappresentala me-
îificaîore controllato passi in sîaîo di desima basetta ribaltata verso desfra,
LA REATIZZAZION.E
c o n d u z i o n e .C i ò p r o v o c a l ' i m m e d i a t o onde metîere in evidenza le connes-
f u n z i o n a m e n î od i e n t r a m b i i m u l t í v i - sioni îra i vari punîi di ancoraggio.
P i ù v o l t e s u q u e s t e p a g i n e a b b i a - Peî maggiore chiarezza,nella sezione
bratori, nonchè della sezionedi am-
mo descritto la realizzazionedi sem- B sono slaîe riprodotte le sagome dei
plificazione a Bassa Frequenza, per
p l i c i a p p a r e c c h i a î u r ee l e î t r o n i c h e i n v a r i c o m p o n e n t i v i s t i p e r t r a s p a r e n -
c u i l ' a l t o p a r l a n t ec o m i n c i a i m m e d i a -
f o r m a d i l e t t a n î i s î i c aa: b b i a m o q u i n d i z a , a f i ì n c h èr i s u l t i p i ù f a c i l e i n d i v i d u a -
t a m e n t e a d e m e t î e r ei l s u o n o d i s i r e -
g i à p r e c i s a t oi n n u m e r o s e a l t r e o c c a - r e l e r e l a t i v e c o n n e s s i o n ig, r a z i e a n -
n a m o d u l a t ai n f r e q u e n z a .
s i o n i c h e q u a l s i a s i a p p a r e c c h i op u ò c h e a i r i f e r i m e n t id i e m e t t i î o r e( e ) , b a -
A quesîo punîo, è intuilivo Pensa- essere realizzatosia col sisfema delle se (b) e colletlore (c) di ciascun îran-
re che chi ode questo suono Pene- connessionimediante conduttori nudi s i s t o r .
îrante e fastidioso, e seguendone la o i s o l a f i , s i a c o l s i s t e m a d e l c i r c u i î o
direzione rintraccia l'apparecchioche s t a m p a t o ,s u l q u a l e c i s i a m o g i à i n - ll cavetto flessibile che esce verso
l o p r o d u c e ,t e n t e r à i n e v i t a b i l m e n t ed i lrattenuti. I'alto fa capo a'l contatto per baîterie

taLua Bartenta

Fig. 4 - Arp.llo dellebaror'


la su cui può errere monla'
to l'apparecchio, con i vari
componenli viribili in A' re'
condo la disposizionb rugge'
rila. B rappresenla la mede-
sima baselfe ribahala verso
desfra, onde meftcr€ in GYi'
denra le varie conne:sioni'
la disporizione dei comPo'
nenlí non è critica, c Può
essere evenlualmenle varia'
la a piacere dal coltrufiore.
Nel monîaggio, à indisPen-
sabite rispetfare la Polarità
dei condensalori Cl, C2' C3,
C4 e C8. corì come à indi'
cafa in A,

B
A

- N. I _ 1969
SPEBIMENTARE
58
d e l t i p o G . B . C .G G l 0 0 10 - 0 0 ,e d e v e e s - t o r i e l o s l a d i o s e p a r a t o r e ,c o m p r e s i famiglia, sia per usarlo come mezzo
s e r e c o l l e g a l oi n m o d o t a l e c h e i l c a - lra Tr'l e Tr5: in lal caso, si îratta di difesa contro qualsiasi sorgenîe
v e t î o n e r o ( c o r r i s p o n d e n tael n e g a î i v o ) s e m o l i c e m e n t ed i r e a l i z z a r et a l i s t a - s o n o r a a l l a q u a l e s i s i a s o l t o p o s t ii n -
f a c c i ac a p o a d u n p i e d i n od e l l ' a m p o l l a d i , a p p l i c a n d oi l s e g n a l e d i r e t t a m e n - v o l o n t a r i a m e n t es, o p r a t î u t t os e s i d e -
al mercurio, mentre il cavetto rosso te all'ingressd o e l l a s e z i o n ed i a m p l i - sidera che essavenga disattivaîa.
( c o r r i s p o n d e n t ea l p o s i t i v o ) d e v e f a r f ì c a z i o n ea B a s s aF r e q u e n z a .N a t u r al -
c a p o c o n t e m p o r a n e a m e n laed u n p o - mente. anche il circuito di alimenla- N a t u r a l m e n t e c, o m e g i à s i è d e l î o
l o d e l l ' i n t e r r u t t o r ea p u l s a n i e e d a l l a zione andrà modificaioin modo îale a proposito di altre apparecchialure
l ì n e a d i a l i m e È f a z i o n ep o s i t i v a d e l - d a c o n s e n t i r e i l f u n z i o n a m e n l os o l o del genere, questi scherzi e queste
l'intero dispositivo. q u a n d o i l p r " r l s a n tvei e n e p r e m u t o " iniziative possono essere intrapresi
e s c l u s i v a m e n tael l ' i n s e g n ad e l l a b u o -
A l c e n t r o d e l l a b a s e î t aè p r e s e n t e La realizzazione di questosemplice
n a e d u c a z i o n e e, s o l o s e s i è t r a p e r -
un foro di diametroadaito a consen- a p p a r e c c h i on o n c o m p o r t a r l c u n a d i f - s o n e c o n c u i l e r e l a z i o n i
sono tali da
t i r e l ' i n s e r i m e n t od e l l a p a r t e p o s î e r i o - f i c o l t à ,s e n z a i n c o r r e r ei n s p e s e r i l e - p e r m e l t e r s i
alcune libertà:sotto que-
r e d e l p i c c o l oa l t o p a r l a n î e( l i p o G . B . C . v an t i , sto aspetto, il letlore farà sempre be-
4 A / 0 3 9 3 - 0 4 )i l q u a l e v i e n e c o s ìa t r o - U n a v o l t a c o s î r u i t o l ' a p p a r e c c h i o , n e a r a m m e n t a r ec h e l ' a b u s o è c o s a
v a r s i a l l ' i n t e r n od e l l ' i n t e r oc i r c u i t o ,i n e s s o p o t r à e s s e r e u s a t o s i a p e r c o m - s e m p r e d e p r e c a b i l e ,a m e n o c h e n o n
m o d o d a c o n s e n t i r el ' i n t r o d u z i o n e della o i e r e p i a c e v o l is c h e r z i î r a a m i c i o i n s i a s u f f ì c i e n î e m e n t q eiustificato.
b a s e î î a ,d e l l ' a l t o p a r l a n î ee d e l l a b a t -
t e r i a i n u n a s c a f o l e t t aa v e n t e d i m e n -
s i o n i a s s a il i m i t a t e .

l l d i s e g n o r i p o r t a t oa c c a n l oa l t i t o l o
i l l u s t r a l ' a s p e t t oc h e l ' a p p a r e c c h i a t u r a
p u ò p r e s e n t a r e a r e a l i z z a z i o n eu l t i -
maîa: come si può noîare, le dimen-
s i o n i s o n o a s s a ip r o s s i m ea q u e l l e d i
u n a p i c c o l a r a d i o l i n a î a s c a b i l e ,c o n
l a s o l a d i f f e r e n z ac h e l ' u n i c oc o m a n d o
d i s p o n i b i l eè i l p u l s a n t ec h e s p o r g e
da uno dei fianchi della scatoletta.
T e n e n d o l ai n m a n o n e l l a p o s i z i o n ei l -
l u s t r a t a ,è s u f f ì c i e n t ep r e m e r e p e r u n
s e c o n d oi l p u l s a n t ep e r p r o v o c a r n ei l
f u n z i o n a m e n t o c: i ò f a t t o , l a s c a l o l e t î a
p u ò e s s e r e a p p o g g i a t ai n u n p u n t o
q u a l s i a s ip, u r c h è l ' a m p o l l as i î r o v i i n
m o d o l a l e c h e i l m e r c u r i oc h i u d a i
c o n t a l î it r a i r e l a t i v i î e r m i n a l i .N o n
a o o e n a i n v e c e l a s c a t o l e t t av i e n e c a -
povolla, il mercuriosi sposla apren-
d o i c o n l a t f id e l l ' a m p o l l ae, b l o c c a n d o
c o s ì i l f u n z i o n a m e n t od e l l ' i n t e r aa p -
p ar e c c hi a l u r a .

P e r c h i d i s p o n e s s ee v e n î u a l m e n f e
d i u n a p i c c o l a r a d i o î a s c a b i l en e l l a
o u a l e l a s e z i o n ed i A l t a o d i M e d i a
F r e q u e n z as i a i n e v i t a b i l m e n î ed e l e r i o -
r a l a , è p o s s i b i l ee f f e t t u a r el a r e a l i z z a -
z i o n e i n m o d o a s s a ip i ù s e m p l i c e i: n -
f a î t i , s e l a s e z i o n ed i B a s s a' F r e q u e n z a
f u n z i o n a r e g o l a r m e n t e ,e s s a p u ò e s -
s e r e i m p i e g a t a i n s o s t i t u z i o n ed e l l a
parte del disposiîivo descritto com-
prendentei transistor 116, Tr7, fr9,
lr9 e Trl0: in lal caso,eliminando
t u t t i i c o m p o n e n l i p r e s e n t is u l c i r c u i -
to stampaîorelativi alla conversione
C i f r e q u e n z a ,a l l ' a m p l i f i c a z i o ndei M e -
d i a F r e q u e n z ae d a l l a r i v e l a z i o n e ,l o
spazio disponibile può essere utiliz-
z ó t o p e r r e a l i z z a r ei d u e m u l t i v i b r a -

S P E R I M E N T A R -E N . I - 1 9 6 9 59
d:

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Raramente,n
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îransiîorio,in ogni caso ..rorbonÀ :",'^?,:"1Ì
f r
pando <<inuîilmenîe> potenza in îut- Si lrattava praîicamente di prele-
t i q u e i p e r i o d i i n c u i i l s e g n a l en o n vare il segnale esistente all'uscita,
r a g g i u n g e l a m a s s i m ai n t e n s i t à . r e t t i f i c a r l om e d i a n t eu n d i o d o , e d u t i -

, perquesra
ragione, _ove
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dona a priori l'idea oi *To]ji:]'-" ( .:;,j;î; apoco>, ed assorbiva it derto ;;tta..ol ovvero
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:,. ,l ,-. . .,
< sliding bias> il suo
A g l i a l b o r i d e l l a î e c n i c ad e i t r a n s i - ^ - ^ t o Îb?", ma di c.c.
prosettisti
sfor,arcuni ali,#:;,* Î:'::"t:îJ1".,*:1ff;ll":f',;;:- cosìdara
Losridinsbiasdecadde
borarono un circuito "rìl,l,i.n- < Hit-parade>' delle Riviste'
ropa, in Giappone, un po'dovunque.
bias > che .i propon.X"uttl,
lizzare gli amplificatori mun'iti di un Venne poi l'oblio causato dalla Di recente,lavorando sul solito am-
solo < finale di potenza>, ovvero fun- consîatazioneche lo Sliding bias nella plificatorino a tre transistor, secondo

S P E R I M E N T A R E -N . I - 1 9 6 9 61
R3: ASY26
68 Kn i-rl
i - l
C 1 :.2 p F
E
TR3: USCITA5n
1W
+ ' I L i
i_____i
INGRESSO -
r,o
(o
É

q
o
o
Rl: N R6:
5 0 Kn R2: 270tr
É.

f 100pF

FiE. I - Schena eletirico dell'amplillcatore.

u n o s c h e m a P h i l , i p s ,a b b i a m o q u a s i L'audio riappare ai capi della R4, ne per il TR3, e quindi anche per il
p e r c a s o r e a l i z z a t o u n o < S l i d i n g e via C4-Ró g'iunge al secondo stadio TR4. Senza segnale all'uscita, pratica-
bias > cercando di controreazionare <<reale > dell'amplificatore: TR3. mente TR2 non conduce e di conse-
i l s e g n a l ep u l i t a m e n t e . guenza TR3 e TR4 lavorano in un re-
Anche questo è collegato a collet- g i m e d i a s s o r b i m e n t om i n i m o ; n e l
Ci è parso sin dalle prime prove tore comune, sicché il segnale audio
caso contrario, TR3 e TR4 sono forte-
c h e q u e s î o < S l i d i n g c a s u a l e> ) n o n può essere diretlamenfe porfato al
mente polarizzati potendo così espri-
avesse le pecche dei suoi ascenden- TR4, amplificafore finale del com-
m e r e i l l i v e l l o d i p o t e n z am a g g i o r a t o .
îi, e le successivem,isureci dettero plesso.
conferma della nostra impressione. La differenza tra il nostro schema
L'ahoparlante è i n s e r i t oî r a i l n e g a - e q u e l l o c l a s s i c oc h e i m p i e g a v a i l
U l t i m a t e l e p r o v e , a b b i a m o q u i n d i fivo generale ed il colletiore di que-
c o n t r o l l oa d i o d o , d i b a s e r i s i e d e n e l -
deciso di riproporre < l'amplificatore st'ultimo. Come si vede, sin qui lut-
l a m i g l i o r e < a d a t t a b i l i t à> d e l t r a n -
i n c l a s s eA m u n i t o d i u n c o n s u m o r i - î o è l i n e a r e , i n d e g n o d i n o t a , c l a s -
s i s t o r a s e g u i r e l e v a r i a z i o n id e l s e -
doîîo > ai letîori. sico. gnale effeîtuando un conîrollo più li-
Siamo infatti convintiche la nostra l l < n o n - c l a s s i c>o i n i z i a d a l p r e l i e - n e a r e ;a n z i < l i n e a r e> .
v e r s i o n e d e l c l a s s i c o c i r c u i t o p o s s a v o d i u n a p a r î e d e l s e g n a l es u l c o l - Sorprendentemente i n, f a t î i ,i l ( M K ó >
d a r e p i ù d i u n a s o d d i s f a z i o n ea g l i lettore del TR4 ad opera di R5. ( q u e s t oè i l < n o m e d i l a b o r a î s r i o >d e l
eventualisuoi costruttori. nostro amplifìcatore)ha una disîorsio-
L'audio in parte è inviato îramite
l l c l r c u i t oe l e t f r i c od e l n o s t r o a p p a - C3 a fungere da controreazione,ed n e c h e v a l e s o l a m e n t ei l 4 - 5 % , c o n t r o
r e c c h i oè p r e s e n t en e l l a f i g u r a ì . i l l 0 - . | 2 % d i e s e m p l a r ai n a l o g h i ,c l a s -
in parîe entra direîtamente nella ba-
'il sicamenîe concepiticon l'uso del diodo.
N o n c o n s i d e r a n d oT R 2 , c o n R 5 , R 7 se del TR2, tramite cursore del po-
C 5 e C 3 , l o s c h e m a r i e n t r a n e l c l a s - lenziometro visto. L a d i s î o r s i o n eo r i g i n a r i a , o l t r e c h e
sico. < > dalla limiîaziohedel funzionamento
TR2funge da rivelatore dell'in-
< lutîo-o-nulla> dato dal rettificatore,
l l s e g n a l e ( p i c k - u p )è a p p l i c a t o i n tensità del segnale presente sul selet- era causatadal tempo di intervento le-
p a r a l l e l oa l c o n t r o l l od i v o l u m e R l , tore del fR4 in proporzione all'inten- g a t o a t a l e s i s î e m a e d a l s u o f i l t r o
e dal cursore di queslo, tramite Cì sità diviene più o meno conduttore.
spianatore.
g i u n g e a l l a b a s e d e l T R l , c o n n e s s oa Ora. come si vede l'emeîtitoredel TR2
collettore co.mune. è c o l l e g a f ou a v a l l e ) d i R ó f a c e n t e Avveniva infatti che i condensalo-
parîe del circuito di polarizzazione ri di filtro limitassero la dinamica
C 2 e d R 2 c o s t i î u i s c o n oi l c o n t r o l l o d e l T R 3 . N e r i s u l t ac h e , a d u n a m a g - c o m p r i m e n d ol ' a s s o r b i m e n t od e l f i n a -
d i î o n o , R 3 p o l a r i z z a l a b a s e d e l giore conduzione del transistor, cor- l e q u a n d o g i à o c c o r r e v al a m a s s i m a
î r an s i s t o r . r i s p o n d a u n a s u p e r i o r e p o l a r i z z a z i o - ootenza. Cìò non avviene nel nostro

62 S P E R I M E N T A R E- N . 1 _ 1 9 6 9
schema perché NON vi sono conden-
satori da caricare (e da .. scaricare>)
p r i m a c h e s i l i n e a r i z z i n oi f e n o m e n ' i .
Beh, alle corfe, smettiamo di teo-
rizzare e vediamo piuttosto il mon-
taggio di questo amplificatore.
ll prototipo è minuscolo; misura
9 x4 x 5,5 centimetri.
Gli sîadi relativia TRI-TR2-TR3-TR4
s o n o m o n t a t i s u d i u n p a n n e l l os t a m -
pato, come è visibile nella figura 2
m o d i f i c a t op e r ò c o m e n e l l ' u l t i m oe s e m -
p l a r e s p e r i m e n t a l ed e l l ' a p p a r e c c h i o
d ,a
n o i c o s t r u i î o :v a l e a d i r e , p r i v o d e l -
l ' . , r l t i m os î a d i o , c h e v a m o n t a t o c o m e
appare in fìgura 3. FÍ9. 2 - Vista dell'amplificatorèpronlo all'uso, i due fili liberi vanno collegati all'ahoparlante.
In que3la versione il transislor finale di potenza è montalo sullo chassisgenerale,5e quesfa
Come tutti sanno, per realizzare soluzione coslrulfiva è rollerabile per un montaEgio sperimentale, certo non è da seguire
una base del genere, si può impie- in una versíone definitiva, in cui l'OC23 deve essere montato su di uno chassisdi lamiera.
gare una scatola <<Proni-Kit> che
c o n t i e n e o g n i p a r t i c o l a r en e c e s s a r i o :
i l l a m i n a t oi n r a m e , s u c u i i l d i s e g n o
va trasferito a ricalco, l'inchiosiro per AttacchideLl.a pita
proteggere le connessioniche devono V
risultare a lavoro finito, il corrosivo, circuito
i l p e n n i n o p e r t r a c c i a r e ,l a c a r t a s m e - B C 0 stampato
r i g l i o . . . i n s o m m a ,o g n i c o s a .
Trascuriamo ora di descrivere le USCITA
operazioni da compiere per realizza-
re la base stampafa: sia perché sono
state specificaîe più di mille volte,
sia perché la spiegazione del Pront-
Kit le specificaminuziosamente. SCATOLA
METALTICA
È d" notare inolîre che non è
slretîamenle necessarioprocedere in
t a l m o d o a l l a r e a l i z z a z i o n ed e l l ' a m -
p l i f i c a t o r e ,d a t o c h e T R I - T R 2 - T R 3
e relativi accessori possono essere
m o n t a t i s u d i u n r e t t a n g o l i n od i p l a -
s î i c a f o r a f a : l a s o l u z i o n ev a l e i n p a r - pa però un notevole calore ed appa- L'ingresso dell'amplificatore puo
t i c o l a r ep e r c h i a b b i a i n a n t i p a î i ac o r - r e q u i n d i a s s a i p i ù c o n v e n i e n î em o n - essere rappresentato da un iack,
r o s i v i e d i n c h i o s î r i .I n q u e s f o c a s o a s - t a r l o s u d i u n d i s s i p a f o r e( i e r m y n > > oppure da due boccole isolate, ad
sumendo dalla figura 4 le sole con- f ì s s a t oa l l a s o m m i t àd e l l a s c a t o l a Q
. ue- e s e m p i o a p p a r î e n e n t ia l t i p o G . B . C .
c e s s i o n iè p o s s i b i l e p r o c e d e r e t r a d i - s t o , o l t r e a g a r a n t i r eu n f u n z i o n a m e n - GD10390.O0 GD/O392-00: così l'u-
z i o n a l m e n î ec o n i f i l i d i s p o s l i < <d a - îo esenle da guasli da <<cottura > dà s ci f a .
p u n l o - a - p u n t o> . certamenîe un interessanleaspetto di
< finiîo > al montaggio. P e r l ' i n g r e s s od e l l ' a l i m e n t a z i o n es i
In ambedue i casi, pannellostam- p o s s o n ou s a r ed u e s e r r a f i l i i p o G . B . C .
p a î o o p l a s t i c af o r a î a t r a d i z i o n a l e ,l o U s e r e m o q u i n d i i l r a d i a t o r e p e r G D / 1 2 2 0 - O Oo s i m i l a r i , s c e g l i e n d o n e
c h a s s i sc o m p l e t o s a r à m o n t a t o a l l ' i n - l ' O C 2 3 : è p e r a l t r o n e c e s s a r i oi s o l a r l o uno rosso per il posiîivo (massa)ed
l e r n o d e l l a s c a t o l i n am e t a l l i c ac h e f u n - d a l l a s c a î o l ac o n l a m i e r ad i m i c a e d i u n o n e r o p e r i l n e g a t i v og e n e r a l e .
ge da conteniîoreper il îutto. p a s s a n t i n id i T e f l o n c o n t e n u î i n e l K i î
G . B , C . ,a l l o s c o p od i e v i t a r ec h e i l c o l - Le connession,ilra Io chassis che
A d a s s i c u r a r eu n a b u o n a r i g i d i t à lelfore vada a toccare la superficie p o r f a T R I - T R 2 - T R 3 e d i i a c k i p o -
m e c c a n i c as ' i m p i e g h e r a n n op e r i l f i s - m e i a l l i c a . tenziomelri, i piedini del TR4, devono
saggio quattro colonneîte tubiformi essere corte e distanziate.
d i s p o s t ea g l i a n g o l i d e l p a n n e l l o . È i n o l t r e n e c e s s a r i oc h e i d u e f o r i
i n c u i p a s s a n oi p i e d i n i d i b a s e e d I n c a s o c o n t r a r i o ,i n p a r t i c o l a r es e
l l t r a n s i s t o rf i n a l e , T R 4 , n e l p r o î o - e m e t t i î o r ed e l T R 4 s i a n o l a r g h i a s u f - i f i l i a p p a r t e n e n t i a l l ' i n g r e s s os o n o
î i p o p r i m i e r o ,c o m e a b b i a m ov i s î o e r a ficienza da scongiurare ogni corîocir- a g g r o v i g l i a t ic o n q u e l l i d i u s c i t a ,p o s -
m o n t a î o s u l l o c h a s s i sp l a s t i c o .S v i l u p - c u i t o c o n l a l a m i e r a . s o n o a v v e n i r ed e g l i i n n e s c h , i .

S P E R I M E N T A R*E N . ' - 1969 63


Con ciò riteniamo chiuso l'argo-
INGRESSO mento montaggio.
Passiamo q u i n d i a l l a m e s s aa p u n -
to, che è necessariae deîermina anzi
l a q u a l i t à d e l l e p r e s l a z i o n io t î e n u t e .
Per questa operazione, l'amplifica-
lore va posto nelle normalicondizioni
d i l a v o r o . S i c o l l e g h e r àq u i n d i a l l ' u -
s c i t a u n a l î o p a r l a n t ed a 2 o 3 W d i
poîenza, doîalo di una impedenza
che valga 5 O a 1.000 Hz. Questoal-
loparlante dovrà esseredi buona qua-
lirà.
A l l ' i n g r e s s os i a p p l i c h e r ài l c a v e t l o
del pick-up previsto; infine ai serra-
f i l i d i a l i m e n t a z i o n es i p o t r à c o n n e t -
tere una pila da ó V. All'inizio della
prova è bene regolare Rl ed R2 a
metà corsa. Azionaîo infine il pick-up
s i d a r à m a n o a d u n c a c c i a v i î ee s i
ruoterà R5 sin che il suono diventi
l i m p i d o , o a l m e n o . . .d i s c e r n i b i l e l
Ottenuto un buon risultato, si pas-
s e r à a l l a r e g o l a z i o n ed e l l ' R ó , p o i R 5
ed Ró saranno ruoîati alternalivamen'
te con una buona dose di pazienza e
S P A Z I OP E R L A P I L A s e n z ac a s s a r el ' o p e r a z i o n ea l p r i m o r i -
sullato passabile.
R5 ed Ró hanno una cerîa inîera-
z i o n e , q u i n d i m o d i f i c a t oi l v a l o r e d e l -
I I l ' u n o s a r à n e c e s s a r i o< c e n f r a r e> l ' a l -
+ t t r o c o n s u c c e s s i vai g g i u s t a m e n t i .
-
o @
dei componentisulla basetta. O v e , d o p o u n r a g i o n e v o l en u m e r o
tig. 4 Disposizione
di tenîativi, la regolazione appaia
p e r f e t i a e n o n s u s c e î l i b i l ed i u l î e r i o r i
m i g l i o r i e ,s i p o t r à p o r t a r ea l m a s s i m o
Rl per verificare la dislorsione pre-
s e n t ea < t u t t o v o l u m e r r .
S e i n q u e s t a s i t u a z i o n el a m u s i c a
< gracchia>, avete effelîuaÎo un la-
v o r o a p p r o s s i m a t i v oi n p r e c e d e n z a :
s a r à q u i n d i n e c e s s a r i or i v e d e r e R 5 e
d i c o n s e g u e n z aR ó s i n c h e o g n i d i -
s t o r s i o n es c o m p a i a .

- N, I - 1969
SPERIMENTARE
64
IGROMETRO
a lettura
continua
Uno dei fattori che maggiormenle inleressano la conservazionedi uno stalo generale soddisfacente della noslra
.salule è la composizione dell'aria che respiriamo nell'ambito della nostra abitazione. Ebbene, pochi sono coloro
che - specie nella slazione invernale, in cui i caloriferi sono accesi- [6n6e la possibilità di valutare se
l'umidità relaliva dell'aria è conforme alle esigenze del corpo umano, oppure se è lalmenle scarsa da compro-
meftere alcuni processi biologici fondamenfali. Sotto queslo aspetto, lo strumenlo di cui proponiamo la realiz-
zazione permelte di accerfarecon discrela precisione la percenluale di umidità relaliva dell'aria, e di correggerla
quindi opportunamentecon un aumenlo delle fonti di evaporazione.

L'ariache costituiscela nosîra atmo- C h i u n q u e a b b i a n o z i o n i s i a p u r r u - m e n t o b e n r i s c a l d a t ol ' u m i d i î à r e l a t i -


sfera è composîa da numerosi gas, d i m e n t a l i i n f a î t o d i c h i m i c a e d i f i - v a d e l l ' a r i a s i a a b b o n d a n l e :e b b e n e ,
t r a i q u a l i l ' o s s i g e n o ,l ' i d r o g e n o , a l - s i c a , o a n c h e p o c h e e s e m p l i c i r e m i - accade invece esattamenîe il contra-
cun gas rari, ed una buona parte di niscenzedi caratterescolastico,sa cer- r i o . Q u a n d o l a t e m p e r a î u r aè a l t a i n
a n i d r i d e c a r b o n i c a ,p r o d o t î a d a n o i îamente cosa si intende per tensione e s t a t e ,l ' a r i a è r i c c ad i v a p o r e a c a u s a
s t e s s i a s e g u i t o d e l l a r e s p i r a z i o n ee, di vapore. Essa rappresental'atlitudi- della notevole evaporazioneda parte
da processi di combustione di varia n e c h e u n l i q u i d o p r e s e n t aa d e v a p o - d e i c o r s i e d e g l i s p e c c h i d ' a c q u a , e
n a f u r a .O l t r e a d e s s i , u n a p e r c e n t u a l e rare, per effetîo della temperatura e delle correnti d'aria (venti)che provve-
a s s a ir i l e v a n t eè r a p p r e s e n t a t daa l v a - della pressioneatmosferica.Tutti sap- d o n o a d i s l r i b u i r e o v u n q u e l ' a c q u a
pore d'acqua, proveniente anch'esso p i a m o i n o l t r e c h e l ' a c q u ae v a p o r ac o n evaporata. Per conîro, durante l'in-
dalla nostrastessarespirazione, una certa facilità (questo è il motivo verno, l'evaporazioneesîerna è mini-
sopraîtutîo- dalle varie sorgenti che p e r i l q u a l e i l b u c a î oa s c i u g ad o p o u n m a s e n o n a d d i r i t t u r a n u l l a , p e r c u i
lo producono (pentole in ebollizione, certo tempo), a paîto che l'aria non l ' u n i c a f o r m a d i a r r i c c h i m e n t od i v a -
l a v a b o , l a v a n d i n o ,v a s c a d a b a g n o , sia saîura di vapore, e che la tempe- p o r e d e l l ' a r i ad i u n a p p a r t a m e n î on o n
p i o g g i a , n e b b i a , s p e c c h id ' a c q u a ,c o r - r a t u r a s i a a b b a s l a n z ae l e v a î a . è oiù dovuta al ricambio con l'aria
renti d'aria provenienti da ahre re- e s î e r n a .b e n s ì a l l e s o l e f o n î i i n t e r n e
gioni, ecc.). Orbene, dal momento che l'evapo- tra le mura domestiche, fonti che
r a z i o n e d e l l ' a c q u ap r e s e n î en e i p u n t i n e l l a m a g g i o rp a r t e d e i c a s is o n o a s s o -
Ciò che ha importanza agli effetîi p i ù d i s p a r a î iè t a n t o m a g g i o r eq u a n î o luîamenfe i nsuffìcienti.
d e l c o n f r o l l o d e l l a q u a l i t a d e l l ' a î m o - m a g g i o r e è l a t e m p e r a t u r ae q u a n t o
sfera è la cosiddetta percentuale di minore è la pressione, i ovvio che Affìnché l'aria oossaessereconside-
unifà relativa, che esprime la quan- n e l l e s t a g i o n i c a l d e l ' a r i í è m a g g i o r - rata conforme alle esigenze del corpo
îità di vapor d'acqua presente in un m e n t e r i c c a d i v a p o r e c h e n o n n e l l e u m a n o , è n e c e s s a r i oc h e l ' u m i d i t à r e -
d e î e r m i n a î o v o l u m e d ' a r i a , v a r i a b i l e stagioni fredde. Ciò potrek,oeperò far l a t i v a s i a g g i r i i n î o r n o a l ó 0 % . C i c
col variare della temperatura. p e n s a r ec h e d ' i n v e r n o , i n u n a p p a r t a - s i g n i f i c ac h e i n u n m e t r o c u b o d ' a r i a ,

. N. 1 - 1969
SPERIMENTARE 65
La figura I ne illustra il principio
r e a l i z z a t i v o :u n a s t r i s c i a d i a m i a n t o ,
d e l l o s p e s s o r ed i c i r c a ì m i l l i m e t r o ,
P I A S TR I NA
A METALLICA e d a v e n î el e d i m e n s i o ndi i l 0 x 3 0 m i l -
AMIANTO
l i m e t r i ,v i e n e i m m e r s ai n u n a s o l u z i o -
n e c o s t i t u i t ad a l 0 c m 3 d i a c o u a d i -
s l i l l a t a ,e d a a l c u n i g r a m m i d i c l o -
, CONTATTO
r u r o d i l i l i o . L a s o l u z i o n ed e v e e s s e r e
s a l u r a ,o s s i a l a q u a n t i t à d i c l o r u r o i n
e s s a d i l u i Ì a d e v e e s s e r et a l e d a i m -
p e d i r e c h e a l l r e p a r t i c e l l ed e l m e d e -
ELEMS
, ENS, simo sale possano enîrare in solu-
zione.

$ Dopo circa 30 minuti di immersio-


n e , l a s l r i s c i ad i a m i a n l ov i e n e e s t r a î t a
d a l l a s o l u z i o n e ,e d a s c i u g a t aa p p o g -
DISfANZIATORE g i a n d o l a s u d i u n a l a s t r i n ad i v e î r o
a p p o g g l a l aa s u a v o l t a s u d i u n c a l o -
r i f e r o . U n a v o l t a a s c i u t t a ,e s s a v a i m -
m e r s a v a r i e v o l t e n e l l a s o l u z i o n e ,e d
o g n i v o l t a e s s i c c a t aD . opo ogni essic-
cazione, occorre verificare con un oh-
mefro, icui punlali vengono appli-
FiE. I . Allesrimento doll'elemento sensibile all'umidira dell'aría, A rappresenta la sfriscia di c a t i a l l e d u e e s t r e m i t àn e l s e n s od e l l a
amianto che devc srcere imbevuta più volra di soluzione di cloruro di litio, ed essiccala per. l u n g h e z z a ,c h e e s s a p r e s e n t i u n a r e -
feilamente. B illustra il montaggio sulla slriscir di mica, ed il fissaggio dei confalti eleftrici. C s i s t e n z ao h m i c a p a r i a q u a l c h e m i -
rappresenta la foma dell'involucro foralo per consenlire la circolarione dell'aria, e D lo
g l i a i a d i o h m . S e c i ò n o n a c c a d e ,r i -
slesso involucro yisto in sezione, con l'alemenlo fissalo sll'ìnterno medianie cuscinetli in polL
lene espan3o. I conlatti iwengono lramile due dirlanziatori clindrici in oltone, alla cui eslrs p e f e r e l e i m m e r s i o n ie l e e s s i c c a z i o n i
mità superiori ed inferiori vanno applicati dei capicorda fungenti da Gontalti per la saldalura fino ad oîtenere appunto una resi-
delle connessioni. sîenza che si aggiri inîorno ai 3 -
4.000 O. Se il valore ohmico è infe-
riore, ciò non ha alcuna importanza.
L ' e s s e n z i a lèe c h e l a r e s i s t e n z an o n s u -
peri il valore di 4.000 O.
p a r i a 1 . 0 0 0 d e c i m e t r ic u b i , ó 0 0 d i e l e m e n î os e n s i b i l ea l l ' u m i d i t àd e l l ' a r i a
q u e s t i u l t i m i d e v o n o e s s e r ed i v a p o r c h e c h i u n q u e p u ò realizzare c o n m i - Facendo molta atlenzione a non
d ' a c q u a .S e l a p e r c e n t u a l eè a s s a i i n - n i m a s p e s a . E s s os i b a s a s u l l a v a r i a - p i e g a r l a , o n d e n o n a l i e r a r e l a s t r u t -
f e r i o r e , s i v e r i f i c a n oi b e n n o t i i n c o n - z i o n e c h e l a r e s i s t e n z ae l e f t r i c a d e l - î u r a m o l e c o l a r ed e i s a l i d i l i t i o c o n f e -
v e n i e n t i q u a l i l a r a u c e d i n e , l a s e l e , l ' e l e m e n t os u b i s c ec o l v a r i a r ed e l l ' u m i - n u t i n e l l ' a m i a n t o ,l a s t r i s c i ac o s ì p r e -
l ' i r r i l a z i o n ed i g o l a , e l e a f f e z i o n id e l l e d i t à d e l l ' a r i a , e s u l l a t r a s f o r m a z i o n e o a r a t ad e v e e s s e r ei n c o l i a t as u d i u n a
v i e r e s p i r a f o r i ec h e c o l p i s c o n oi n p r e - d i t a l i v a r i a z i o n i i n v a r i a z i o n id i t e n - b a s e t t ad i m a t e r i a l ei s o l a n t ea n i g r o s c o -
v a l e n z ai b a m b i n i : c i ò p e r n o n c i t a r e s i o n e , l e g g i b i l em e d i a n î eu n c o m u n e p i c o , a v e n î e l e m e d e s i m ed i m e n s i o n i ,
l e c o n s e g u e n z eb e n p i ù g r a v i c h e i l m i l l i a m p e r o m e î r o ,i n s e r i t o i n u n c i r - e m u n i f a d i d u e f o r i a l l e e s î r e m i t à ,
c o r p o u m a n o s u b l s c ei n c a s o d i s c a r - c u i t o a l i m e n t a Î od a u n a p i l a d i l u n g a c o m e s i n o î a a l l a f ì g u r a ì . P e r l ' i n -
sità di vapore d'acqua. durata. collaîura, si potrà usare del Bostik
Dopo questa premessa, il letîore u n i v e r s a l ea c q u i s t a b i l ep r e s s oi r i v e n -
a v r à c e r t a m e n î ec o m p r e s o l ' u t i l i t à d i I'ELEMENTOSENSIBITE d i t o r i d i c o l o r i .L a b a s e t î ap o t r à e s s e r e
uno strumentoche permettadi con- r e a l i z z a t af a c i l m e n t ei n m i c a , c o n u n o
îrollare l a p e r c e n t u a l e
d e l l ' u m i d i t àr e - s p essore non inferiore ad I milli-
S e b b e n ei n c o m m e r c i oe s i s î a n oc e l - m e î r o .
l a t i v a ,e l a r e a l i z z a z i o n d ei t a l e d i s p o -
lule igroscopiche s e n s i b i l ia l l e v a r i a -
s i î i v o c o s t i t u i s c ea p p u n t o l ' a r g o m e n t o Due piastrinedi ottone argenîato,
z i o n i d i u m i d i t à d ell'aria,esse sono
c h e a b b i a m o s c e l î oq u e s t a v o l t a .
certamente diffìcili da reperire, ed a p p l i c a î es u l l e e s î r e m i t à ,e m u n i t e d i
Affìnché uno strumento del genere i n o l t r e p r e s e n t a n ou n c o s t o r e l a t i v a - l i n g u e î t ee d i u n f o r o , c o s t i l u i r a n n oi
p o s s a e s s e r e c o s t r u i î o e d u s a t o c o n m e n t e e l e v a t o . P e r q u e s t o m o t i v o , s i d u e c o n t a t t ip e r i l c o l l e g a m q n t oa l c i r -
f a c i l i t à , o c c o r r e i n p r i m o l u o g o c h e è p r e f e r i t o c o n s i g l i a r n e l a r e a l i z z a - c u i t o d i m i s u r a .L ' i n t e r oe l e m è n t oc o s ì
s i a s e m p l i c e , i n s e c o n d o l u o g o c h e zione, che può essere effettuata con a l l e s t i t op o t r à p o i e s s e r er a c c h i u s oi n
s i a e c o n o m i c o ,e d i n t e r z o l u o g o c h e l ' i m p i e g od i u n p o ' d i m i c a ,d i u n p o ' u n a s c a t o l e î t ad i p l a s t i c a ,l e c u i p a r e t i
s i a a b b a s t a n z ap r e c i s o :q u e s î i t r e a t - d i a m i a n t o ,e d i p o c h i g r a m r n i d i c l o - d e v o n o e s s e r em u n i t e d i t a n t i p i c c o l i
fributi possono essere soddisfaîtì con r u r o d i l i t i o , r e p e r i b i l ip r e s s ou n ' a z i e n - f o r i , p e r c o n s e n t i r ea l l ' a r i a d i p e n e -
l ' i m p i e g o d i u n c i r c u i î o a p o n t e , . c o - d a f a r m a c e u t i c ao p r e s s ou n a f a r m a c i a î r a r e a l l ' i n l e r n o ,e d i c i r c o l a r el i b e r a '
s t i t u i t o d a p o c h i c o m p o n e n t i ,e d i u n bene altrezzata. menle.
l
I
66 S P E R I M E N T A R E- N . 1 - f 9 6 9
It METODO DI À'TISURA p i o a d u n r i c a m b i od e l l ' a r i a- l ' i n d i c e rutîore che viene chiuso ogni qual-
n o n f o r n i s c e u n a i n d i c a z i o n ei s t a n î a - volta si desidera effetîuare là misura.
L a c e l l u l a s e n s i b i l ea l l a p e r c e n î u a l e nea. Tuttavia, con un funzionamento C i ò - c o m u n q u e- è a d a r b i î r i o d e l
di umidità relafiva all'aria, realizzata coslanîe,ed in assenzadi brusche va- cosîrutîore.
nel modo tesîé descritto, può costi- riazioni, l'indicazione fornita può es-
î u i r e l ' e l e m e n f ov a r i a b i l ed i u n c i r c u i t o s e r e r i t e n u t a c o r r i s p o n d e n î ea i v a l o r e
tA REATIZZAZIONE
a p o n t e , d e l t i p o i l l u s t r a î oa l l a f i g u - m e d i o d e l l a p e r c e n t u a l ei n d i c a î a , i l
E tA MESSA A PUNTO
ra 2. Infatti, parîendo dal presupposto che è più che suffìcientead ogni ef-
che R2 abbia un valore ohmico iden- feîto' prafico. L a f i g u r a 3 i l l u s f r a i l c i r c u i t oc o m -
î i c o a q u e l l o d e l l a s t r i s c i ad i a m i a n t o , pleto. Rl - come si è detto - deve
P e r l ' a l i m e n î a z i o n ed e l d i s p o s i î i v o
quando questa è perfettamenteasciut- p r e s e n î a r eu n v a l o r e p a r i a q u e l l o d i
s i f a u s o d i u n e l e m e n f oa î o r c i a d e l
ta, si può fare in modo che R3 - es- R3 per ottenere lo stato di equilibrio,
îipo a carbone. La sua notevole ca-
sendo una resisîenzavariabile q u a n d o l a p e r c e n t u a l ed i u m i d i t à r e -
paciîà, ed il consumo assai ridotto di
s u m a i l m e d e s i m ov a l o r ed i R l . l n t a l i lativa è pari al l0% circa. Di conse-
correnîeda parte dello sîrumento,fan-
condizioni, il ponte risulta perfetta- guenza, Rl ed R2 possono essere di
no sì che la sua durata sia notevole.
mente in equilibrio,in quanto la ten- valore fisso, menfre R3 viene rego-
In pratica, essa dovrà esseresostituita
sione fornita dalla pila si distribuisce lata in fase di tarafura.
p i ù p e r n a t u r a l e i n v e c c h i a m e n t oc h e
in modo eguale lungo i due partitori
n o n p e r e s a u r i m e n t od e l l a c a r i c a ,n o - R 3 h a i l c o m p i t o d i r e g o l a r el ' e q u i -
R l - R 2 e d R 3 - E S( e l e m e n î o s e n s i b i l e ) .
nostanteil funzionamento ininterrotîo. librio del ponîe in corrispondenzadel
Q u a n d o c i ò a c c a d e ,i d u e p u n t i d e l
c i r c u i î oA e B , f r a i q u a l i è c o l l e g a t o .Naturalmente, ove lo si desideri,è pos- valore minimo della scala, R4 con-
ò i b i l e u s a r e u n a p i l a d i d i m e n s i o n ia s - sente invece di variare la sensibilità
uno strulRenîoassai sensibile,presen-
sai più ridofie, ed applicare un inter- dello strumento, in modo da porta-
t a n o l a m e d e s i m aî e n s i o n e ,p e r c u i l o
slrumento stesso non è in grado di
i n d i c a r e a l c u n p a s s a g g i od i c o r r e n t e *
T a l e c o n d i z i o n ed i e q u i l i b r i o d e v e
s u s s i s f e r e ,n a t u r a l m e n î e , q u a n d o l a
p e r c e n f u a l ed í u m i d i t à d e l l ' a r i aè m i -
n i m a , c o r r i s p o n d e n t ce i o é a l l 0 % c i r c a
(lo zero assoluto è assai diffìcile da
oîtenere). Se però l'umidità dell'aria
aumenîa,il cloruro di litio di cui è
i m b e v u t al a s î r i s c i ad i a m i a n t oa s s o r b e
una certaquantifàdi vapore d'acqua,
i l c h e r i d u c e n o l e v o l m e n t el a s u a r e -
s i s t e n z aA. c a u s ad i c i ò , l ' e q u i l i b r i od e l
p o n t e v i e n e c o m p r o m e s s ol.l p u n t o B
a s s u m ea l l o r a u n p o t e n z i a l em a g g i o r -
mente posiÌivo del punîo A, per cui
l ' i n d i c e s u b i s c e u n a d e f l e s s i o n ep r o -
p o r z i o n a l ea l l a q u a n î i î àd i u m i d i t àp r e -
s e n î e n e l l ' a r i a .O v v i a m e n l e ,s e q u e s î a
d i m i n u i s c e ,u n a p a r t e d e l v a p o r e a s -
s o r b i f o d a l l ' e l e m e n t os e n s i b i l e t o r n a
ad evaporare,provocandoun aumento
d e l l a s u a r e s i s t e n z at:a l e a u m e n t o f a
retrocedere i n m o d o p r o p o r z i o n a l el ' i n -
dice dello strumento,indicando una
m i n ó r e p e r c e n t u a l ed i u m i d i t à r e l a -
tiva.

L a m a s s i m a i n d i c a z i o n e- corri-
s p o n d e n t ea l I 0 0 % - s i o t î i e n eq u a n -
d o l a s u p e r f ì c i ed e l l a s l r i s c i ad i a m i a n -
to è coperîa da un sottile strato di
a c q u a , i l c h e c o r r i s p o n d ea p p u n t o a l
1 0 0 %d i u m i d i î à .

N a t u r a l m e n t ei,l d i s p o s i l i v op r e s e n -
t a u n a c e r t a ' i n e r z i a i,n q u a n î o - c o n
r e p e n t i n ev a r i a z i o n id e l l a p e r c e n î u a l e
d i u m i d i t à r e l a î i v a ,d o v u t e a d e s e m -

S P E R I M E N T A R E. N . 1 - 1 9 6 9 67
ca), con una temperatura interna nqn
superiore a 150 "C. ll lermomeîro di
cui ogni forno è dotato è più che suf-
fìciente per controllare con buona ap-
p r o s s i m a z i o n et a l e v a l o r e .

Dopo circa 20 minuti di esposi-


zione a ta le lemperatura, si misura
con un buon ohmetro la resisîenzadel-
l a s t r i s c i ad i a m i a n î o , s e n z a e s î r a r l a
d a l f o r n o e s e n z aa p r i r n e l o s p o r t e l l o ,
cosa possibile in quanto i ierminali
devono essere lasciatifuori, facendoli
passare attraverso uno dei bordi di
appoggio dello sportello stesso.ll va-
lore letto corrisponde ad un valore
del ì0% dell'umidità relativa, ed il
medésimo valore deve essereatîribui-
to alla resistenza R2.

CÌò faîio, occorre esîrarre l'elemento


dal forno, lasciarlo raffreddare com-
p l e l a m e n i ef i n o a l l a t e m p e r a l u r aa m -
biente, e lasciarvi quindi cadere so-
pra alcune gocce di acqua distillaîa,
quando la percen'
Fig. 3 . circuiro completo del disporitivo, R3 rrabilisce l'equilibrio del ponte- f i n o a d i n z u p p a r l oc o m p l e t a m e n t e l.l
quando
ruile di unidirà è d;l lo%, ed i4 regola la de0essionedello slrsmenfo al fondo scala nuovo valore ohmico che esso presen-
e3saanmonle invece al l00c/o.
f a i n t a l i c o n d i z i o n ci o r r i s p o n d ea d u n a
p e r e c e n l u a l ed i u m i d i t à r e l a t i v a p a r i
al 100%. Con tale valore occorreoÎte-
re l'indice in corrispondenzadel fon- d e l l a s c a l a o r i g i n a l e , d o v r à e s s e r e nere l'indicazione a fondo scala, re-
diviso in nove tratti eguali, a loro g o l a n d o o p p o r î u n a m e n t ei l v a l o r e d i
d o s c a l aq u a n d o l a p e r c e n t u a l ed i u m i -
v o l t a d i v i s i b i l i a m e t à , c o m e i l l u s t r a t o ' R 4, presente in parallelo allo stru-
dità relativa ammonta al l0O%' Di
- - ln tal modo le indicazioni dirette sa- mento.
ciò comunque ci occuPeremo
a proposito della messa a Punto. ranno rappresentateda una variazione I n p r a t i c a ,d o p o a v e r s t a b i l i t oi l v a -
del 5% per ogni divisione,con comoda l o r e d i R 2 , l ' e l e m e n î o s e n s i b i l e P u ò
E s t e r n a m e n î e ,l ' a P P a r e c c h i o P u ò p o s s i b i l i t à d i v a l u t a z i o n e d e i v a l o r i
esserecollegato al circuito.A tale sco-
avere l'aspelto illustrato accanto al intermedi. po, basta sostituire provvisoriamente
titolo: futtavia, il leÎlore che volesse l'elementocon una resistenzadi valore
effettuarnela realizzazionepotra even- Agli effelti della faratura, occorre pari a quello che esso presentavanel
t u a l m e n l e m i m e t i z z a r l oi n u n s o p r a - procedere come segue: prima di fis- forno, dopo di che si regola R3 in
m o b i l e ,o c o n f e r i r g l il ' a s p e t t oc h e m a g - sare defìnitivamente l'elemenÎo sensi- m o d o d a o î t e n e r e l ' i n d i c a z i o n ea l l ' i n i -
g i o r m e n t es i a d à t t aa l s u o s p i r i f oc r e a - bile nel suo involucro proletfivo, oc- z i o d e l l a s c a l a ( l O T od i u m i d i t à r e l a -
tivo. Le dimensioni - ovviamente - c o r r e a p p l i c a r ea d e s s o d u e l e r m i n a l i tiva). Dopo aver rimessoa posto l'ele-
possono variare adottando uno stru- di una certa lunghezza (circa ó0 cen- m e n î o , e d o p o a v e r l o i n u m i d i t o n e l
in un forno (ad modo descritîo, si regola invece R4
m e n f o d i m a g g i o r e i n g o m b r o ,o P P U r e timeîri), ed inîrodurlo
esempio q u e l l o d e l l a c u c i n a e c o n o m i - fino a porîare l'indice esaÎtamenÎeal
a s e c o n d ac h e s i u s i u n a P i l a g r o s s a
c o n f u n z i o n a m e n t oc o n t i n u o , u n a p i -
lefia del îipo mignon, con funziona-
mento ad inîerruttore'
Lo strumento viene fornito con una
scala tarata da O a 50, che dovrà
esserericopertamediante un foglio di
carta da disegno îagliato in misura, Flg. 4 - Esempio di rifacimento della
s u l l a q u a l e s i a s î a t a t r a c c i a t au n ' a l t r a scala dello itrt mGnlo indicalorc, LG stlre'
mila coincidono con quelle della lcala ori'
s c a l ac o n f o r m e a q u e l l a i l l u s t r a t aa l l a ginale, menlre lra di esrc la curya è divi'
figura 4. Dal momenîo che la varia- sa in nove zone eguali tra loro, ciascuna
zione dell'intensitàdi corrente col va- delle quali torri:pondc ad un aumcnlo
del l0%.
riare dell'umidità relativa è lineare,
l'arco della scala, identico a quello

SPERIMENTARE I - 1969
68
Numero n ltalia, anche se in misura gote-
I TIATERTATI Prerto
di Codico volmente inferiore a quanto si ri-
di Listiqro
G.B:C.
scontra all'estero, vi sono molte
Rl : resistore ad impasto da 4,7 kfl . t/+ W . lÙyc petsone che si dedicano alla rac-
aRl@9r-Îr to
R2: rssislore ad impasto da 1/e W (vedi tesfo) colta dei piit disparati oggetti siano
R3: polenriomelro miníaiura da l0 kf,l oploza3-ro ,; essi lrancobolli, cartoline illustrate,
R4: polenziomefro miniatura da 2,2 & ùP,tA282-22 250 portacenere, scatole di fiammiferi
I micrormperomcfro da 50 ptA fondo scala TS/O52s"Oo + 7.000 etc. Fra questi tipi di hobby il piit
I elomènto sensibile alle variazioni di umidirÀ re. diftuso è senz'altro quello dei fran-
lativa dell'aria (y.di tesio) - cobolli la cui raccolta, se elfettuata
I portapila Bulgin GG/O22040 700
I pila a lorcia Hellesanc da t,5 V
secondo certì criteri, può anche
Íto73ói00 8to
assumere un catattere speculativo.
* Prerzon"rl di lirrino,
Desta invece molta meraviglia che
tn un paese come I'ltalia, che deve
essere considetato eminentemente
fondo scala (ì00%). lndi, ad evitare b i s c a f l e s s i o n i ,e c h e v e n g a i n s e r i t o mailttimo in virtù dei suoi 8.500 chi-
che la regolazionédi R4 alîeri la d e f i n i t i v a m e n î en e l s u o i n v o l u c r oo r o - lometri di costa, sia assolutamente
messa a punîo all'inizio della scala, teftívo. ll disposilivo così realizzato irrilevante il numero di coloro che
è bene sostituire nuovamente l'ele- n o n n e c e s s i t ad i a l c u n am a n u î e n z i o n e , si dedicano alla raccolta di foto-
mento con la resislenza equivalenîe eccezionfatfa per la sostiîuzionedella grcfie rclative a navi da guerra,
e ripetere la regolazione di R3. La
pila ogni voha che si rende neces- metcantili o di altri soggetti di ca-
successivaregolazione di R4 con ele-
s a r i a .C h i l o a v r à r e a l i z z a î op o t r à s e r - rattere marino. Eppure si tratta di
menfo molto umido completerà la
v i r s e n ep e r m o l t i a n n i , e f f e f i u a n d ou n
messaa punlo, un genere di collezione che nei
a c c u r a t oc o n î r o l l od e l g r a d o d i u m i d i t à paesi esteri ha numerosissiml se-
Q u e s t aî a r a î u r an o n a n d r à p i ù r i p e - d e l l ' a r i a p r e s e n t en e l l a p r o p r i a a b i t a - guaci anche pet il fatto che le rac-
îuta/ per cui lo strumento è a questo zione o nel proprio uftìcio,a îuîto van-
colte che contengono foto di sog-
punfo pronto per l'uso. È assai impor- î a g g i o d e l l a s a l u î ep r o p r i a e d i c h i c o n getti antichi o comunque poco dif-
l a n î e c h e l ' e l e m e n f os e n s i b i l en o n s u - l u i v i v e n e l m e d e s i m oa m b i e n t e .
Íusi, in considerazione della Ioro
scarsa reperibilità, acquistano un
valore commerciale rilevante su/
mercato internazionale.
La nuova serie di f/ansisfori a micrconde del/a sGS rcndetà più piccole, più effi- Allo scopo di suscítare, soprattutto
cienti e più sicure le apparecohiatute rcdar di ogni tipo, incluse ie aereoàautiche
e Ie matattime. Questi transistori, usati come oscillatori possono produrre lre_ nei giovani, l'amore per tutto cíò
quenze da 50 MHz a 3 GHz. Per esmrpio, essi hanno sostifulfo i ktvstrons come che con il mare possa avere atti-
soryenti di p.ompa per amplificatoil patametrici con un considereiole risparmio
nenza, un nostto collaboratorc, che
neile otnenstoni, nel consumo e nei costi dí esercizio,
I nuovi transistoti (BFW73 - 79) sono dispositivi epitassiali a doppia diltusione è in possesso di una ricchissima
'emettitore.
pet i quali è stafo ottsnuto un elevàto rcppotto di périlerialaerea di ed collezione di loto relative ai sud-
una tiduzione della costante di tempo rd c., mentre la lrequenza di oscitlazione
(f^'") è stata aument?ta al massimo. si possono così produrre dispositivi aventi detti soggetti, la maggior parte dei
valori l-". dell'ordine di grandezza di 6 GHz e valori dét massimo a'uadaano otte- quali non sono più reperibili, ha
nibile (MAG) di 3dB a 4 GHz e di 6,5d8 a 3GHz. ritenuto di dare loro la possibi/ità
di iniziare una raccolta che in bre-
ve tempo possa essere sicuramente
oggetto di ammirazione da patte
dei loro amici ed avere un elevato
valore commerciale che aumenti
con il passare del tempo.
L'elenco delle loto che verranno
messe in distribuzione bimensil-
mente, e gli sconti rlseryafi unica-
mente al lettori delle rlvlsfe SPE-
RIMENTAREe SELEZIONERADIO-
TV, potranno essere tichiesti a:
P. SOATI, Via Sartirana, 4 - 20052
MONZA.

69
900K
beomaster

î000-Vf
beogram

"
ra10340-00
Senza voler invaderc i[ campo di arfività del <<detecfive >>privato, riteniamo
interessanfe suggerire ai noslri lettori la coslruzione di quesfo semplice dispo.
silivo, mediante il quale - con l'aiuto di pochi componenli, e con uno sforzo
economico relativamenle ridotto - è possibile azionare un segnale di allarme
ogni qualvolta un individuo si presenla davanti ad una porta di ingresso.
Naluralmente, Gome si polrà apprendere durante la lettura della descrizione',
queslo dispositivo non si presla esclusivamenle a questo scopo: esso può infatli
essere impiegaio anche come cercamefalli, come dispositivo di conteggio di
oggefti mefallici trasc'inati su un nastro trasporlatore-. come dispositivo di

Èx
controllo per oggetti metallici lenuti in lasca da una persona, eccetera. La
realizzazione è sosta,nzialment€semplice, ed il risultato è sicuro a patto che
yengano seguiie scrupolosamenfe le istruzioni fornite.

l l c o m u n e c a m p a n e l l oa z i o n a t o d a 1I PRINCIPIO,.DI FUNZIONAMENTO d e l l e o s c i l l a z i o nci h e s i s v i l u p p a n oa i


u n p u l s a n l ed i s p o n i b i l el u n g o u n o d e - capi del circuito risonante in paralle-
g l i s p i g o l i v e r t i c a l id i u n a p o d a d i i n - La figura I illústra il circuito eletfri-
lo costituito dalla siessa bobina SP e
gresso rappresentacertamenle il me- c o d e l d i s p o s i t i v o ;d a l l o s c h e m aè g i à
d a l l a c a p a c i t àf i s s a C l . C i ò p r e m e s s o ,
fodo più semplice ed economico per possibile osservare che esso consiste
risulîerà senz'altro inîuiîivo per il leî-
consentire r chiunque di manifeslare semplicemente in due transistor (en-
îore che in assenza di qualsiasi og-
il proprio desiderio di varcare la so- trambi del tipo AC ì28), in due diodi,
geîto dotato di una determinata per-
glia di un ambiente chiuso:ciò che i n u n , a v v o l g i m e n t o( S P )c h e f u n g e d a
meabilità magnetica,che venga a tro-
non toglie però che - a volîe - elemento sensibile, in due impedenze
v a r s i i n p r o s s i m i t àd e l l a b o b i n a S P -
sia opportuno disporre di un metodo per Alta Frequenza,ed in pochi altri
è poss'rbilefare in modo,che l'indut-
che avverta della presenza della componenii aventi le funzioni che stia-
l a n z a d i q u e s t ' u l t i m aa s s u m au n v a l o -
persona in un posto ben determi- mo per descrivere. ll circuito funzio-
re che si approssimial rapporîo ideale
nato e circoscritto,indipendentemen- na nel modo seguente.
L/C prestabiliîo dal valore della ca-
îe dal fatto che îale persona pre- La prima parte, costituitadal îransi- p a c i t à c h e s i f r o v a i n p a r a l l e l o a l l a
ma o meno il pulsanîe del campa- s î o r T r l . . d a l l a b o b i n a s e n s i b i l eS P ,d a l - suddettabobina, facendo perciò in mo-
n e l l o . O l t r e a c i ò , p u ò e s s e r eu î i l e a l e c a p a c i t àc l , c v , c 3 , c : . 4 ,d a l l ' i m - do che l'ampiezza delle oscillazioni
volîe disporre di un dispositivo che pedenza per Alîa FrequenzaLl, non- r a g g i u n g ai l v a l o r e m a s s i m o .
- g r a z i e a l l ' i m p i e g od i u n e l e m e n t o c h é d a l l e r e s i s t e n z eR l e R 2 , n o n è a l -
s e n s i b i l e- s i a i n g r a d o d i a v v e r t i r e Le oscillazioniin lal modo prodoile
lro che un oscillatorein grado di fun-
il passaggioo la presenza di un og- fanno variare conformemente l'inten-
zionare su di una determinata fre-
getto qualsiasi, sia esso fermo o in q u e n z a ,c h e d i p e n d e p e r i l s u o v a l o r e sità della corrente di colletîore che
m o v i m e n î o , i n u n a d e t e r m i n a î ao o s i - scorre atîraverso il transistor Trl, e
d a l l ' i n d u t f a n z ad e l l a b o b i n a S P , n o n - -
zione. di conseguenza- fanno variare an-
ché dal valore capacitivoche viene at-
che l'intensiià della .correntedi emeî-
tribuito al condensatorefisso Cl.
Ebbene,per risolvere queslo che in îifore dello sîeslo. Ne deriva che l'in-
determinale circostanzepuò anche es- In questo circuto particolare,la ten- tensifà di corrente che scorre atira-
sere considerato un problema, abbia- sione di reazione del segnale e radio- verso l'impedenza di Alta Frequenza
mo studiato la realizzazioneche stia- f r e q u e n z ac h e s i s v i l u p o a a i c a p i d e l L l v a r i a s e g u e n d o l ' a n d a m e n t od e l l e
mo per descrivere,medianîe la quale circuiîo in serie costituiîo dalla bo- oscillazioni prodotte, con la direîta
è assai facile ottenere il risulîato vo- bina SP e dalla capaciîàCV, presenta conseguenzache ai capi di Lì si pre-
luto. u.n v.alore .propo+z,iona{e,,"alllrntrpiezza 'senta una tensione alternata, avente

S P E R I M E N T A R E- N . î - 1 9 6 9 71
Fig. t . Circuito elettrico del cuíode elellronico. Esso consisle in uno slaiio oscillatore ed in uno sladio ampliftcalore, seguiio da un rettifi.
catore duplicatore. che fornisce una tensione il cui valore è proporzionale all'ampiezza delle oscillazioni prodotte, Quando un oggetfo qualsiasi
altera le carafteristiche eleilriche del circuito risonante SP-Cl, varia l'inlensità dalla corrente continua disponibile all'uscita del rettificafore.
Le variazioni di corrente in tal modo ollonule possono es3ere 3ffullate per ollenore un'indicazione variabile da Parte di uno sirumenlo' oPpure
per azionare un relé che comanda un circuito secondario.

le medesimecaratteristichedi frequen- La tensione reîtificatadisponibile ai oarte dello strumento di misura. In-


z a d e l l e o s c i l l a z i o n ip r o d o t t e d a l c i r - capi di Có viene infine applicalaai t a l i c o n d i z i o n i ,è i n t u i t i v o c h e l e o s c i l -
cuifoSP-Cl. capi di uno strumenîo di misura (ST), lazioni a radiofrequenzaprodolte dal
consistente in un microamperomef ro circuito risonanteSP-Cl, presentanola
T r a m i t e l a c a p a c i t àC 2 , i n s e r i e a l l a a v e n i e u n a s e n s i b i l i t àd i 5 0 m i c r o - m a s s i m aa m p i e z z a ,p e r c u i l a t e n s i o n e
resislenzaRó, una parte della fensione a m p è r ef o n d o s c a l a . d i s e g n a l ed i s p o n i b i l et r a l ' e m e î t i t o r e
a l t e r n a t ac h e s i s v i l u p p a a i c a p i d i L l d i T r ' l e l a m a s s a( v a l e a d i r e a i c a p i
v i e n e a p p l i c a î aa l l o s t a d i o a m p l i f i c a î o - L ' i n t e r o c i r c u i t o v i e n e a l i m e n t a t o d i L l ) ) r e s e n t a a n c h ' e s s oi l m a s s i m o
re ad Alta Frequenza, costituito dal mediante la batteria B, costituita da v a l o r e . T a l e t e n s i o n ev i e n e a m p l i f i c a -
transisîor Tr2. Questo stadio provve- u n o d e i s o l i t i e l e m e n t i d a 9 v o l t , i m - fa - come si è detto - ad opera del
d e a d a m p l i f i c a r ei l s e g n a l ea p p l i c a t o p i e g a t i p e r l ' a l i m e n t a z i o n e d e i p i c c o l i secondostadio Tr2, e successivamente
alla s u a b a s e i l q u a l e s i r i p r e s e n t a r i c e v i t o r i r a d i o t a s c a b i l i ,î r a m i t e l ' i n - r e t t i f i c a t am e d i a n t ei l c i r c u i t od u p l i c a -
a i c a p i d e l l ' i m p e d e n z aL 2 , c o n u n ' a m - î e r r u t o r e i n s e r i e a l p o l o p o s i t i v od e l - t o r e d i t e n s i o n e ,d o p o d i c h e , p r e v i o
p i e z z aî a n t o m a g g i o r e d i q u e l l a o r i g i - la stessa. La capacità C7, del valore f i l t r a g g i o d a p a r t e d i C ó , v i e n e a p p l i -
nale, quanîo maggiore è il coeffìcien- di 50 microfarad, ha il compito di sfa- c a t a d i r e î t a m e n t ea i c a p i d e l l o s t r u -
te di amplificazionefornito da Tr2. b i l i z z a r el a t e n s i o n ef o r n i Í a d a l l a s u d - m e n t o S T . I n p a r a l l e l o a q u e s î ' u l t i m o
d e t î a b a t t e r i a ,n e l l a e v e n t u a l i t àc h e l a è c o l l e g a t oi l p o t e n z i o m e î r oP , i m p i e -
L a t e n s i o n e d i s e g n a l e d i s p o n i b i l e sua resistenzainlerna aumenti a segui- gato semplicemente come reostato,
in corrispondenza del collettore di to di un processodi invecchiamentoe a v e n t e i l c o m p i t od i d e v i a r eu n a , p a r t e
q u e s t o s e c o n d ot r a n s i s t o rv i e n e a p p l i - di ool arizzazioneinlerna. della corrente che scorre attraverso la
caîa - tramife c5 - ad un circuifo b o b i n a m o b i l e d e l l o s î r u m e n t o ,n e l -
retfificaforeduplicatore di tensione, I n c o n d i z i o n in o r m a l i ,o s s i aq u a n d o l ' e v e n t u a l i t à c h e q u e s t aa b b i a u n ' i n t e n -
c o s t i t u i t od a i d u e d i o d i D l e D 2 , n o n - l ' i n d u t t a n z ad e l l a b o b i n a S P n o n v i e n e sità superiore a 5'0 microampère,che
c h è d a l l a c a p a c i t àC ó . È d u n q u e c h i a - a l t e r a t ad a l l a p r e s e n z ad i u n c o r p o a d c o r r i s p o n d ea l l a s u a p o r t a t a m a s s i m a .
ro che ai capi di questa capacitàsi pre- essa prossimo avenle una certa per- C i ò , a l l ' u n i c os c o p od i e r i t a r e c h e u n a
s e n t au n a t e n s i o n ec o n t i n u al a c u i a m - m e a b i l i t à m a g n e t i c a ,i l c o n d e n s a t o r e eccessiva intensità di ccrrente ,-rorti
piezza è tanfo maggiore quanto mag- CV, avente il compito di regolare la l ' i n d i c e d e l l o s t r u m e n t oo l ' r e i l f o , - i o
g i o r e è l ' a m p i e z z ad e l l e o s c i l l a z i o n i r e a : : i o n e ,v i e n e r e g o l a t o i n m o d o d a s c a l a ,c o l p e r i c o l od i d a n nr g g i a r e l ' e -
prodoîte in origine. o t t e n e r e l a m a s s i m a i n d i c a z i o n ed a q u i p a g g i o m o b i l e .

72 - N. I - f969
SPERIMENTARE
Non appena un oggetîo qualsiasi
( c h e p u ò e s s e r el a m a n o o i l c o r p o d i
una persona, un oggetto metallico,
e c c . ) ,s i a p p r o s s i m aa f l a b o b i n a , l ' a m -
p i e z z ad e l l e o s c i l l a z i o nci h e s i p r o d u - Fig. 2 - llÀodi$ca che è possi.
cono nel circuiîo risonantein paral- bile apportare'al circuilo per
fare in modo che esso coman-
lelo cosliîuitoda SP e da Cl dimi- di un relé normalrnenle chiu-
nuisce in misura maggiore, quanto so, anzíché sno rfrumento di
m a g g i o r e è l a p e r m e a b i l i t àd e l l ' o g - nisura. L'awolgimento di e.
g e t t o c h e a l î e r a l e c o n d i z i o n io r i g i n a - cilazione del relé deve essere
collegato ai capi della capa-
l i : a c a u s ad i c i ò , s i o t t i e n e l o s v i l u p p o cirà Cú, in sosliluzione dello
di una tensione di segnale minorq slrumenio di cui alla fig. l.
ai capi di Ll, e quindi una diminu- Quando il relé si diseccita a
causa dell'alterazionedclle ca-
zione della lensione rettifìcata dispo-
ratleristiche elettriche dcl cir.
n i b i l ea i c a p i d i C ó . cuilo risonanfe. i conlalfi si
chiudono azionando un dispo-
A causadi quesîa diminuzionedi sitivo di allarme.
t e n s i o n e ,d i m i n u i s c e a n c h e l ' i n t e n s i t à
d e l l a c o r r e n t ec h e s c o r r e i n t e r n a m e n -
î e a l l o s t r u m e n t oS T , p e r c u i l ' i n d i c e
dello strumenfo lende a ritornare ver-
so zero (sia pure senza raggiungerlo)
d e n u n c i a n d oi n t a l m o d o c h e l e c o n -
dizioni originalisono statealteraîe. dizioni di massimd ampiezza delle s a è p o s s i b i l en o t a r e c h e i n p a r a l l e l o
o s c i l l a z i o nsi o n o s t a t e c o m p r o m e s s ea a l l a c a p a c i t àC ó è p o s s i b i l ec o l l e g a r e
A questo punîo, il lettore poîrà im- c a u s ad e l l a p r e s e n z ad i u n o g g e t î oc h e la bobinadi eccitazione d i u n r e l é ,a n -
mediatamenîecomprendereche - af- a l t e r a l e c a r a t t e r i s t i c h ed i r i s o n a n z a z i c h è l o s t r u m e n t o i n d i c a t o r ed i c u i
f i n c h è i l d i s p o s i t i v or i v e l i l a s u a u î i - d e l c i r c u i t o o s c i l l a n t e .C i ò è t u t t a v i a si è deîlo. In tal caso, quando le
l i t à - b i s o g n e r e b b ec h e l ' u t e n t es o r - poco pratico, per cui - per poter o s c i l l a z l o npi r e s e n î a n ol a m a s s i m aa m -
v e g l i a s s e i n c o n î i n u i t à l o s t r u m e n f o u s u f r u i r e d e l l ' a p p a r e c c h i a î u rdae s c r i t - piezza, si può fare in modo che il
d i m i s u r a , a l s o l o s c o p o d i a c c o r g e r s i t a c o m e v e r o e p r o p r i o d i s p o s i t i v od i r e l é r i s u l t i i n s t a î o d i e c c i t a z i o n eS. e
d e l l a v a r i a z i o n ed i i n d i c a z i o n ed a o a r - s e g n a l a z i o n e- è utile adottare la esso è del tipo avenîe un'unica coo-
t e d e l l ' i n d i c e ,p e r s a p e r e c h e l e c o n - m o d i f ì c ai l l u s t r a î aa l l a f ì g u r a 2 . I n e s - pia di contaîti normalmente chiusi,

attt-
BO B I N A
sENslBlLE rrurr"

\*,oo

ALLOSTRUMENTO
O AL RELE'

Fig. 3 Versione pratica del circuito di fìgura l, illustrante l'aspetto dei vari componenti e lè connessioni che devono essere eseguife 11a essi.
Per maggior chiarezza, è sfala contrassegnala la polarità deí due diodi Dt e D2. nonché la polarità della capacirà eletfrolítica C7. No,n è stato
raPPresentato l'inferrulfore di accensione in serie alla batieria, in quanto - volendo - es3o può essere eliminalo, disafiivando il circuito me.
diante il semplice disinserimento del contafio dalla batteria di alimentazione.

- N. I - 1969
SPERIMENTARE 73
p u l s o d i l u c ed a p a r t e d e l l a l a m p a d i n a
c o m a n d a t ad a l c i r c u i t o d i u t i l i z z a z i o -
n e , o g n i q u a l v o l t a u n o p e r s o n ap a s s a
't80 davanti alla bobina sensibile.
I* "l
I I La bobina _ inolfre_ può anche
e s s e r e r e a l i z z a t ai n d i m e n s i o n i a s s a i
I p i ù r i d o t t e , p e r c o n s e n t i r el ' i n s t a l l a -
I
I z i o n e n e l l a p o s i z i o n eo p p o r t u n a i n u n
I
I determinato punto del percorsodi un
I
I nastro trasporfatore, per ottenere in
I tal modo il conîeggio di oggetti me-
I
a 200 tallici che passino sul nastro slesso.
I In questo caso, si può fare in modo
I
I c h e o g n i v a r i a z i o n ed e l l a c o r r e n t ef o r -
I
l /
nita dal rettificatore provochi lo scat-
l/
I
to di un normale contaîore numerico,
I d e l t i p o f a c i l m e n t er e p e r i b i l e i n c o m -
mercio.
1sf5J \ :ro'.i Come cercametalli, l'apparecchio
p u ò f u n z i o n a r en e l m o d o o r m a i b e n
noîo al lettore.
N o n c i d i l u n g h i a m oc o m u n q u es u l l e
v a r i e p o s s i b i l i t àd i i m p i e g o d i q u e s t o
iig. 4 . Di:egno illustranle le caralteristichs coslrutliye del rupporfo della bobina rensibile, d i s p o s i t i v oe, l a s c i a m oa l l a f a n t a s i ad e l
chc è posribile realirzrre in legno compcnsato oppure in maferiale plastico. l e i t o r e l a o o s s i b i l i t àd i s b i z z a r r i r sni e l -
l a g r a n d e v a r i e t à d i a p p l i c a z i o n ci h e
e s s o c o n s e n i e .V e d i a m o i n v e c e c o m e
q u a n d o i l r e l é è i n s t a t o d i e c c i t a z i o n e i n m o d o d a o s c i l l a r ea d A l t a F r e q u e n - i l d i s p o s i t i v op u ò e s s e r er e a l i z z a t oi n
e s s is o n o a p e r t i ,d i s a t t i v a n d oi n î a l m o - z a , m a f u n z i o n a n t ea n c h e s u d i u n a p r a t i c a .
mo il circuito di utilizzazione. Non f requenza relativamente ridoîîa, può
appena le condizioni di accordo del e s s e r e i n s f a l l a t ae s t e r n a m e n î ea l l ' a o - ATLESTIMENTO DEt CIRCUITO
c i r c u i l o o s c i l l a n t e v e n g o n o a l î e r a t e , p a r e c c h i a t u r ae,c o l l o c a î aa n c h ea d u n a
L ' i n l e r oc i r c u i t o ,i n d i p e n d e n t e m e n t e
o s s i a n o n a p p e n a l ' a m p i e z z a d e l l e certa distanza da quesîa, distanza che
f l n o a r a g g i u n - p u ò a m m o n t a r ea n c h e a q u a l c h e m e - d a lla bobinasensibilep , u ò e s s e r er e a -
o s c i l l a z i o ndi i n n i n u i s c e
lizzaÌo s.ia col sisîema convenzionale
g e r e u n d e t e r m i n a f ov a l o r e c r i t i c o , i l tro, a patto che la connessionevenga
diretta mediante un cavetto scher- d e l l a b a s e t t a i n s o l a n t er e c a n t e i v a r i
relé viene diseccitato,con la effettuata
componenti, sia con la tecnica del co-
conseguenzache la coppia di contatîi mato avente una capacità interna re-
siddelîb circuilo a pacchelîo, unendo
c o m a n d a î ie l e î t r i c a m e n t es i c h i u d e . È lativamente ridotta. Di conseguenza,
semplicemente t r a l o r o i t e r m i n a l id e i
perciò possibile fare in modo che la l a b o b i n a p u ò e s s e r er e a l i z z a î ai n m o -
v a r i c o m p o n e n t i ,e d a v v o l g e n d o l ip o i
chiusura dei suddetti contatti deter- d o d a c o n s e n t i r n el ' i n s e r i m e n t oa l d i
c o n d e l n a s t r o adesivo,in modo da
m i n i i l f u n z i o n a m e n t od i u n c i r c u i f o softo del normale zerbino che si po-
- f o r m a r e u n f u t t o unico, seguendoin
secondario, che può essere ad n e d a v a n t i a l l ' i n g r e s s od i u n a p p a r -
m o d o r u d i m e n l a l el a t e c n i c ad i r e a l i z -
e s e m p i o- q u e l l o d i a z i o n a m e n t od i îamento o di un uffìcio..dove cioè qual-
z a z i o n e d e i c i r c u i t is o l i d i .
una suoneria elettrica, di accensione s i a s i v i s i t a t o r e a p p o g g i a i p i e d i n e l -
d i u n a l a m p a d i n a ,d i s c a t t od i u n c o n - l'istante in cui si predispone a suo- Ad evitare errori di sorla nel mon-
tatore ad impulsi, eccetera. n a r e i l c a m p a n e l l od i i n g r e s s o .I n t a l t a g g i o , l a f i g u r a 3 i l l u s î r au n a s e c o n d a
modo. si oîterrebbe semolicemente v e r s i o n e d e l l o s c h e m a e l e t t r i c o , r a p -
O r a c h e i l f u n z i o n a m e n t od e l l ' i n t e - i l f u n z i o n a m e n t oa u î o m a f i c od e l c a m -
presentante i diversi componenti nel
ro dispositivo è stato chiarito in linea p a n e l l o , s o l o i n q u e i c a s i i n c u i l a
loro aspetîo effeltivo, e meîtendo in
t e o r i c a , v e d i a m o q u a l i s o n o l e s u e p e r s o n as a l e s u l l o z e r b i n o , a l t e r a n d o
e v i d e n z a l e d i v e r s e c o n n e s s i o n it r a
p o s s i b i l i t àd i a p p l i c a z i o n ep r a t i c a . c o s ì l e c o n d i z i o n io r i g i n a l i d e l c i r c u i î o e s s i . P e r m a g g i o r e p r e c i s i o n e ,i t r e
Partendo dal presupposto che l'in- o s c i l l a n t e S . e i n v e c e s i p r e d i s p o n el a t e r m i n a l i d e i l r a n s i s t o rT r ' l e T r 2 s o -
tera apparecchiaturavenga realizzata b o b i n a i n a l t r a p o s i z i o n e ,a. d e s e m p i o n o s î a î i c o n t r a s s e g n a îci o n l e s i g l e
- g r a z i e a l l ' i m p i e g o d i c o m p o n e n t i s e l a s i m ì m e t i z z al u n g o u n a p a r e î e <<c > (collettore),< b u (base)ed .. e >
d i m i n i m e d i m e n s i o n i- i ; ' 1u n i 6 v e - v e r t i c a l e ,a p p r o s s i m a t i v a m e n taed u n (emettitore). Oltre a ciò, i diodi Dl
lucro abbastanzapiccolo da poîer es- meîro di alÌezza dal pavimento, l'in- e D 2 s o n o s î a t i i l l u s t r a f ii n m o d o . t a l e
sere nascostoal di sopra dello stipi- stallazionepuò essereeffeîtuala anche da meîîere in chiara evidenza la loro
î e d i u n a p o r t a , o p p u r e i n u n m o b i l e a d u n a c e r f a d i s t a n z a d a l l a p o r t a d i polarità, ed è slata riportata anche la
q u a l s i a s i ,o c c o r r e i n p r i m o l u o g o o s - ingresso, ottenendo così un bteve p o l a r i t à d e l c o n d e n s a f o r ee l e t t r o l i t i -
servare che la bobina SP. funzionanîe s q u i l l o d e l c a m p a n e l l o o, p p u r e u n i m - co C7, il cui polo positivo deve far

74 S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 6 9
c a p o a m a s s a ,m e n î r e i l p o l o n e g a l i v o îerzo pannello del medesimo mate- compensato.Ciò che 6e;1t6- in ogni
f a c a p o a l l a l i n e a d i a l i m e n l a z i o n e riale, avente però lo spessoredi mm 5, caso - è che l'intero supporto ab-
d e i c i r c u i î id i c o l l e t t o r e . e l e d i m e n s i o n id i m m | 8 ' 0 X l 8 ' 0 , c o - bia una sfruttura abbastanza rigida
sì come si osservaalla citata figura 4. per poîer sopporta.re il peso di una
L'uscila del dispositivo consiste in Si îralta dunque di realizzareun gros- personache si trovi in piedi sullo zer-
d u e c o n d u t î o r if l e s s i b i l i ,d i c u i u n o f a so roccheîto di forma quadra, tale bino, senza alterarsi meccanicamenle.
capo a massa, mentre l'altro fa capo c i o è d a d e l i m i t a r e u n b o r d o i n t e r n o
a l p u n t o d i u n i o n e t r a i l d i o d o D 2 e d p e r i m e t r i c o ,n e l q u a l e è p o s s i b i l e i n - La figura 5 illustra invece la realiz-
il terminale superiore della capacità stallare l'avvolgimentopropriamente zazione del supporîo che ha il com-
Có, facenîe capo anche ad un termi- detfo. Lungo uno dei lati del quadraîo piîo di fissare l'estremifà del cavo
nale del potenziometroP che regola la così realizzato, è possibile praticare schermaîomedianîe il quale viene ef-
s e n s i b i l i t àd e l l o s t r u m e n l oo d e l r e l é . îre fori, tutti del diametro di 2,5 mm, fettuaîo il collegamentolra la bobina
I suddefii due lerminali possonoquin- disfanziatitra loro di l5 mm, così co- e l'apparecchiaturaelslîronica. Tale
di esserecollegati o ai capi della bo- me illuslrate. I suddetti fori serviran- supporto consisîe in una lastra di ot-
b i n a m o b i l e d e l l o s t r u m e n t o ,n e l q u a l n o e s c l u s i v a m e n t ep e r l ' i n s t a l l a z i o n e t o n e d e l l o s p e s s o r ed i 1 , 5 o 2 m m ,
caso occorre assolutamenterispetlare d e i î e r m i n a l i a i q u a l i f a r à c a p o i l c a - a v e n t e l e d i m e n s i o n id i m m . 4 0 X 4 0 .
l a p o l a r i t à i n d i c a î an e l l o s c h e m ap r a - v o s c h e r m a t od i c o l l e g a m e n l o . Lungo uno dei lati del quadratover-
lico di fìgura 3, oppure possono far ranno praîicati lre fori del diameîro
c a p o a l l ' a V v o l g i m e n t od i e c c i t a z i o n e Per consenîireal tutlo una certa ri- di 3 mm ciascuno, anch'essi con i
del relé, nel qual caso l a p o l a r i t à p e r - g i d ità, i lre pannelli polranno essere
c e n î r i d i s î a n z i a l it r a l o r o d i I 5 m m
d e l a s u a i m p o r t a n z a ,a m e n o c h e i l i n c o l l a t io f i s s a t i m e d i a n t ev i t i , a p a î - c o m e i l l u s t r a t oi n A . E s s i- i n o l t r e-
r e l é n o n s i a g i à p o l a r i z z a l oa c a u s a î o c h e l e v i r i v e n g a n o i n s t a l l a t e i l s a r a n n od i s p o s t i l u r i g o u n a l i n e a d i -
della presenzadi un nucleo costituito p i ù p o s s i b i l ev e r s o i l c e n t r o d e l q u a - stanîe 5 mm dal bordo della piasîri-
da un magneîepermanente. drafo, onde evitare che la loro pre-
na di ottone. Dal lato opposlo, la pia-
senza influenzi in modo apprezzabile strina recherà invece un îaglio diretfo
La dìsposizionedei componenlì non l ' i n d u t f a n z ad e l l ' a v v o l g i m e n î o che ver-
p r e s e n t af a t t o r i c r i t i c i , i n q u a n t o - verso il cenîrÒ,avente la larghezzaap-
r à i n s t a l l a t oi n s e g u i î o .l l m e t o d o d e l - prossimativadì 3 mm, ed una profon-
g r a z i e a l v a l o r e r e l a t i v a m e n i eb a s s o l ' i n c o l l a g g i o è p e r ò c e r t a m e n t e p i Ù
d e l ì a f r e q u e n z ad i o s c i l l a z i o n ee, g r a - c o n s i g l i a b i l e . dità di l5 mm. Tale taglio servirà
per introdurre l'esîremifàinferiore del
z i e a n c h e a l l a p r e s e n z ad i d u e s o l i
s l a d i - n o n s u s s i s î o n og r a v i p r o b l e - I lre fori del diameîrodi 2,5 mm s u p p o r î o c i l i n d r i c o ,r e g o l a b i l ea p r e s -
m i d e r i v a n î i d a l l a n a s c i î ad i o s c i l l a - verranno poi filettati con passo da sione mediante una vile con dado,
zioní spurie, né problemi derivanîi 3 MA, se il materiale adottato è pla- avenle il compito di îratîenere l'iso-
da accoppiamena t i c c i d e n t a ltir a i c o m - s t i c a ,o p p u r e s e r v i r a n n op e r l ' i n t r o d u - lamenîo esterno del cavo schermato,
p o n e n t i s t e s s i .D i c o n s e g u e n z ai,l l e î - z i o n e d i t r e v i î i m o r d e n t i , n e l l ' e v e n - così come si osserva alla sezione B
l o r e p o l r à r e a l i z z a r el ' a p p a r e c c h i a t u r a t u a l i t à c h e s i u s i i n v e c e d e l l e g n o d e l l a m e d e s i m af i g u r a . I n p r a t i c a , s i
i n b a s e a l l e s u e p e r s o n a l ie s i g e n z e ,
s e n z a a d o t t a r e p a r î i c o l a r im i s u r e p r e -
c a u z i o n lai .

DEIIA BOBINA
ALTESTIMENTO '-
' Il lr
SENSIBITE t l 1
ll
L

Q u a l o r a s i d e s i d e r a s s er e a l i z z a r el a 43
bobina sensibile con caratteristichq 5
m e c c a n i c h e d i m e n s i o n a ltia l i d a c o n - ? t ?
s e n t i r n el ' i n s f a l l a z i o nael d i s o t t o d e l l o
z e r b i n o ,o p p u r e l u n g o u n a p a r e î ev e r -
t i c a l e d i u n c o r r i d o i o ,d i u n c o r r i d o i o 3f A
di ingresso, ecceîera,la figura 4 for-
n i s c e u n ' i d e a a b b a s l a n z aa t î u a b i l e d i
come la bobina ouò essere îradotta
in pratica. tdel cavo

ln sostanza,si tratla di disporre di


d u e p a n n e l l id i m a t e r i a l e ' i s o l a n î ec ,h e
poîrebbe essere legno compensato,
p l e x i g l a s , b a c h e l i t e ,o q u a l s i a s ia h r a
sostanzaabbasîanzarigida, aventi le
d i m e n s i o n id i m m 2 0 0 X 2 0 0 , e d u n o
spessoredi mm 3. I suddetti due pan- Fig. 5 . PaÉicolarc del supporlo di otlono neccrsario per fisrarc l'estrcmità dcl cavo schcr.
nelli possono essere fissati uno con- mito mediante il quale la bobina scnsibile vicne collegàtr all'apparecchialuraelc[ronica.
tro l'altro, separandolimediante un

S P E R I M E N T A R E- N . 1 - 1 9 6 9 75
rito, iale da provocareuna diminu-
z i o n e a p p r e z z a b i l ed e l l a t e n s i o n ec o n -
l i n u a c h e e c c i t a l o s t r u m e n t oo p p u r e
il relé.

MESSA A PUNTO DET DISPOSIIIVO

Come è possibile notare, la calza


m e î a l l i c ad e l c a v o s c h e r m a t on o n d e -
ve essere in conîatlo con nessuno dei
d u e t e r m i n a l i d e l l a b o b i n a ,d a l l a t o
d e l l a b o b i n a s t e s s a :q u e s t o è i l m o t i -
vo per il quale essa viene ancorata
alla vite centrale,isolata dalle altre
d u e . I n c o r r i s p o n d e n z ad e l l ' i n g r e s s o
a l l ' a p p a r e c c h ' i a f u real e t t r o n i c a ,i d u e
Fig. ó - Aspello pratico della bobina in' condutîori interni del cavo schermato
lerarnenle montat.. ll disegno illustra
e l a c a l z a m e î a l l i c ad e v o n o d e l b a r i
il supporto iniorno al quale sono awohe
le spire di condutlore di rame rmahato, c o s î i t u i r et r e t e r m i n a l is e p a r a t i ,a i q u a -
e melle in evidenza l'ancoraggio eleltrico l i s a r à p o s s i b i l ea p p l i c a r e d e l l e n o r -
del cavo schermalo, e la posizione del CAVOSCHERMATO m a l i b a n a n e ,d i c u i d u e r o s s ee d u n a
supporto di otione di cui alla figura 5. BIPOLARE n e r a , p e r c o n s e n î i r e l ' al l a c c i a m e n t o
medianfe le tre boccole visibili nel
c i r c u i t op r a t i c od i f i q u r a 3 . l n l a l e r e a -
tratta di ritagliare una striscia del n a . L a p i a s t r i n ad i o t t o n e v e r r à i n v e - lizzazione, l'unica boccola nera sarà
medesimo lamierino di ottone, avente ce fissaîamediante viîi al piano in- la terza in basso, collegata al lato
u n a l a r g h e z z ad i l 5 m m , e d u n a l u n - f e r i o r e d e l l a b o b i n a , g r a z i e a l l a p r e - m a s s a d e l l ' i n t e r o c i r c u i t o .A g l i e f f e t t i
ghezza tale da consentire la realizza- s e n z a d i î r e f o r i c o r r i s p o n d e n t ia l l e d e l c o l l e g a m e n t od e l l e a l t r e d u e b o c -
zione del profilo visibile in B, che di- tre viti di fissaggio in posizione sim- c o l e , s i p o t r à f o r s e r i s c o n t r a r eu n a l i e -
pende dal diametro del cavo adotfato. metrica. v e v a r i a z i o n e n e l l e c a r a t t e r i s t i c h ed i
La suddetta striscia di ottone avrà
U n a v o l t a a l l e s t i t o i l s u p p o r t o , i l f u n z i o n a m e n t ei n v e r t e n d o t r a l o r o i
q u i n d i d u e b o r d i p a r a l l e l i ,e c o s î i t u i -
solco disponibile lungo il perimetro due terminali della bobina, sebbene
rà un anello il cui diametro può es-
dello slesso polrà essere riempiîo in- l ' o r d i n e d i c o l l e g a m e n t o n o n a b b i a -
sere ridotto semplicemenîeavvilando
s l a l l a n d o v i u n t o l a l e d i 1 5 s p i r e d i u n ' i m p o r t a n z ap r a t i c a .
i l d a d o s u l l a v i î e c h e a t t r a v e r s al e
conduttore di rame smaltato avente
d u e f a c c e o a r a l l e l e ,i n m o d o d a b l o c - L'impiego del cavo schermaîoha
un diametro di 0,ó mm. Una volta
carlo. Una delle estremità inferiori i l s olo compito di evitareche le con-
efieîtuato l'avvolgimento,che deve es-
d e l l a s t r i s c i av e r r à s a l d a t aa l d i s o t t o d i z i o n i d i f u n z i o n a m e n t od e l c i r c u i t o
sere realizzato tenendo il filo assai
d e l l a p i a s î r i n ad i o t t o n e A , u s a n d o i l o s c i l l a n t e( d a c u i d i p e n d e i l v a l o r e
teso, onde evitare che le sPire Pos-
saldatore eletlrico ed un po' di sta- d e l l a f r e q u e n z ad e l l e o s c i l l a z i o npi r o -
sano muoversi una rispetto all'altra,
g n o , e l a s c i a n d ol i b e r a l ' a l t r a e s t r e m i - dotte) possanoessere alterate quando
esso verrà ricoperto di nastro adesi-
tà afiìnchè sia possibile regolare la un oggeîîo (come potrebbe esserean-
vo opaco o trasparenleche sia, onde
oressione del braccialetfo così costi- che una p e r s o n a )s i m u o v e l u n g o l a
e v i t a r e c h e c o r p i e s t r a n e ip o s s a n oa c -
t u i î o . b l o c c a n d oi l d a d o . l i n e a d i c o l l egamento.
cidenfalmeniegraftìare le spire ponen-
La sezioneC del.lamedesimafigura done due o più in cortocircuito tra
U n a v o l t a r e a l i z z a t al l i n t e r a a p p a -
i l l u s l r a i l s u p p o r t o c o m p l e t o ,m e t t e n - loro.
r e c c h i a t u r al,a m e s s aa p u n t o c o n s i s Î e
do in evidenza la sua sîruttura ed
L e c a r a t t e r i s t i c h ed i m e n s i o n a l i e d s e m p l i c e m e n t en e l r e g o l a r e l a c a p a c i -
il modo in cui esso può essere impie-
i l n u m e r o d i s p i r e d e l l a s u d d e t l a b o - tà CV (compensaforecon supporto in
gato per fissare l'estremità del cavo
bina non sono critici, e Possono es- c e r a m i c ao i n b a c h e l i t e )i n m o d o d a
schermato.
sere variaîi .a piacere a seconda delle o î t e n e r e l a m a s s i m a a m p i e z z a d e l l a
La figura ó illustra invece la bo- esigenze, sopratîutto duranle le ope- t e n s i o n e p r e s e n î ea i c a p i d e l l a c a p a -
b i n a r e a l i z z a t ai n t u t î i i s u o i d e t î a g l i , razioni di messa a punto, fino ad ot- c i t à C ó . A l l a c a p a c i t àC l v i e n e a Î t r i -
metîendo in evidenza sia il blocco re- fenere un fattore di merito (<Q > tale b u i t o n e l l a t a b e l l a d e i c o m p o n e n t i i l
c à n t e l ' a v v o l g i m e n l o ,s i a i l s u p p o r t o d a c o n s e n t i r el a m a s s i m aa m p i e z z ad e l v a l o r e d i I 0 0 p i c o f a r a d : t u t î a v i a , i n
d i f i s s a g g i o d e l c a v o . T r a î t a n d o s id i s e g n a l e d i s p o n i b i l ea i c a p i d i C ó , i n fase di messa a punfo, è bene Pro-
u n c a v o s c h e r m a t ob i p o l a r e , s a r à n e - c o n d i z i o n id i r i s o n a n z a U . na volîa ot- vare valori anche maggiori o minori,
c e s s a r i oa n c o r a r el ' e s t r e m i t àd e l l a c a l - îenuto questo risultato, sarà inevita- d a u n m i n i m od i 5 0 a d u n m a s s i m od i
z a s c h e r m a t aa l l a v i t e d i c e n t r o , m e n - b i l e c h e q u a l s i a s ic o r p o e s t r a n e oc h e óOO picofarad. fino ad otlenere l'am-
t r e l e d u e v i t i l a t e r a l i s e r v i r a n n od a v a r i l a p e r m e a b i l i î à d e l n u c l e o i n piezza massi.na della tensione misu-
a n c o r a g g i oa i d u e c o n d u t t o r i i n î e r n i , aria della bobina defermini una ri- rabile ai capi di Có. Ciò fatto, tale
facenfi capo ai îerminali della bobi- duzione del suddetto fattore di me- ampiezza potrà essere ulteriormente

76 S P E R I M E N T A R E- N . I - 1 9 6 9
aumenfala regolando opportunarnente v a m e n t e , s i p o t r à d i n u o v o a g i r e s u USO DEI!'APPARECCHIATURA
il comperrsaîoreCV. CV, operando sempre nel medesimo
modo, fino a lrovare quella posizio- G r a z i e a l l ' i m p i e g od i u n a p i c c o l a
Se l'elemento indicaîoreè il mi- b a t t e r i a d i a l i m e n t a z i o n e ,i n s e r i b i l e
ne della vite di CV che corrisponde
croamperometrodi cui si è detto, oc- mediante un normale interruttorea
a l l a m a s s i m aa m p i e z z ad e l l e o s c i l l a -
c o r r e r à6 n 6 h sr e g o l a r el a r e s i s t e n z ain- l e v e t t a , l ' a p p a r e c c h i o- Sià di per
z i o n i . I n c o r r i s p o n d e n z ad i t a l e p o s i -
c l u s a d e l o o î e n z i o m e t r oP c o l l e g a l o z i o n e sé stesso di piccole dimensioni -
s i r e g o l e r ài n f i n e P a f f ì n c h èl ' i n -
come reostato.onde fare in modo che d i c e potrà essere comodamenîe installato
s i a e s l l t a m e n t ea l f o n d o s c a l a .
a l l a m a s s i m aa m p i e z z ad e l l e o s c i l l a - sullo stipite superioredella porta di
z i o n i p r o d o î t e c o r r i s p o n d au n a i n d i - Se invece lo slrumenfo indicatore i n g r e s s od i u n a p p a r t a m e n î oo d i u n
c a z i o n ed a p a r t e d e l l o s t r u m e n t oc h e v e n i s s es o s t i t u i t od a l l a b o b i n a d i e c c i - u f f ì c i o , o i n - q u a l s i a sai l î r a p o s i z i o n e
n o n o l î r e p a s s ii l f o n d o s c a l a .L ' i n d i c e î a z i o n e d i u n r e l e n l a p r o c e d u r a d i scelîa dal cosîruîtore.
- infatti - deve soostarsi esatta- m e s s aa p u n t o p o t r à e s s e r es o s t a n z i a l -
m e n t e a l f o n d o s c a l aq u a n d o l e c a p a - m e n t e l a m e d e s i m a .c o n l a s o l a d i f f e - P e r c o m p l e Í a r el ' a p p a r e c c h i a t u rian
c i t à c h e C V s o n o r e g o l a t ei n m o d o d a t'enza che il polenziomelro P deve es- m o d o p r o f e s s i o n a l es, i p o t r a n n o a p -
o l t e n e r e l a r n a s s i m aa m p i e z z a d e l l e s e r e r e g o l a t o i n m o d o t a l e c h e i . d u e p l i c a r e a l l ' e s î e r n od e l l ' i n v o l u c r o d u e
o s c i l l a z i o n il.n f a s e d i m e s s aa o u n - c o n î a t Í id e l r e l é r i s u l î i n oa p e r t i q u a n - c o n î a t t i i s o l a î i ,f a c e n î i c a p o a l c i r c u i -
t o , s a r à a s s a i f a c i l e r i s c o n f r a r ec h e d o l ' a m p i e z z ad e l l e o s c i l l a z i o nèi m a s - t o s e c o n d a r i od i u t i l i z z a z i o n ec h e p o -
- r i f o c c a n d ol a v i t e d i r e g o l a z i o n ed i s i m a , i l c h e p o t r à e s s e r e c o n t r o l l a t o t r à e s s e r ei n s e r i e a l l a t e n s i o n ed i r e î e
CV s i o t î e n g o n o v a r i e i n d i c a z i o n i s e m p l i c e m e n taep p l i c a n d oi p u n î a l id i p e r l ' a l i m e n t a z i o ndei u n c a m p a n e l l o
d a p a r t e d e l l o s t r u m e n t o .O g n i q u a l - u n o h m e t ' o a i d u e c o n î a t t i c o m a n - o d i u n a i a m p a d i n ae l e t î r i c a ,o p p u r e
v o l t a l ' i n d i c e d e l m i c r o a m p e r o m e î r o d a t i d a l l o s f e s s or e l é , e c h e s i c h i u - potrà chiudere un alîro circuiîo ali-
s u p e r a i l f o n d o s c a l a ,s i p o t r à d i m i - d a n o i n v e c e q u a n d o l a m a n o d e l l ' o - m e n t ! ì l o d a u n a s e c o n d ab a t f e r i a d i
n u i r e l a r e s i s î e n z ad i P , r i p o r l a n d o l o p e r a t o r es i a p p o g g i as u l l a b o b i n a s e n - m a g g i o r i d i m e n s i o n i ,c h e p o f r à e s s e r e
e s a l l a m e n t ea l f o n d o s c a l a .S u c c e s s i - s i b i l e . i n s t a l l a î an e l l a p o s i z i o n e o p p o r l u n a ,
c o l l e g a n d o l am e d i a n t e u n c o n d u î î o r e
costiiuiloda una piotfina bipolare
a v e n t e u n i s o l a m e n t oa d e g u a t o .
L e c a r a t t e r i s î i c h ed e l c i r c u i î o c o -
m a n d a t od i p e n d o n od a l l a p o r t a t am a s -
s i m a d e i c o n î a î 1 ic o m a n d a t iC a l r e l é :
in genere, tutlavia, tali contattisono
suffìcienternenterobusti per azionare
u n a n o r m a l e c i c a l a o s u o n e r i ae l e î t r ì -
c a , o p p u r - ad a c o n s e n l i r ep e r u n n u -
m e r o p r a t i c a r , n e n îiel l i m i t a t o d i v o l t e
l a a c c e n s i o n e l o s p e g n i m e n î od i u n a
lampadinaavente una potenza mas-
s i m ad i l 5 - 2 0 w a t î .
Q u a l o r a l l d i s p o s i t i v ov e n i s s e r e a -
lizzato per effeltuare il conteggio di
oggetti in movimenlo (ad esempio il
n u m e r o d i p e r s o n ec h e s a l g o n os u u n
a s c e n s o r eo c h e e n t r a n o i n u n u f f ì c i o ,
i l n u m e r o d i o g g e l t i t r a s c i n a t is u d i
u n n a s î r o f r e s p o r î a î o r e ,e c c e î e r a )l a
b o b i n a p o t r à e s s e r er e a l i z z a l ai n f o r -
m a c i l i n d r i c ae, c o n u n d i a m e t r om a g -
g i o r e o m i n o r e a s e c o n d ad e l l e e s i -
q e n z e .C i ò c h e c o n l a ,è r e a l i z z a r eu n a
b o b i n a c h e - q r a z i ea l n u m e r od i s p i -
r e , a l l a s u a s e z i o n es i a i l p i ù p o s s i b i l e
s i m m e t r i c a a, l r a p p o r l oî r a i l d i a m e t r o
e l a l u n g h e z z ae, d a l v a l o r ed i C l -
consenianolevoli variazioni dell'am-
p i e z z ad e l l e o s c i l l a z i o npi r o d o î t e ,a s e -
conda che la bobina funzioni col nu-
c l e o n o r m a l e c o s t i t u i l od a l s u p p o r f o ,
o p p u r e c o n u n < <n u c l e oc o s t i t u i l od a l -
l'oggetîo che passa davanîi alla bo-
bina, alîerandone le caraîÌeristiche
eletîriche.

- EN . I - 1 9 6 9
SPERIMENTAR 77
Corrispondente Corrispondente Corrispondente
Tipo Tipo
GIAP

2t{1388 4C117 | 2N270 2SA219 2N156 I AD149 258107 2N175 2sB22'l


Ac153 I cTP1104 | 4Ctzz
| I AC16[]
GFT31/15 | I GFT30O8/40 GFT21/15
oc74 | I oc26 oc16
oc318 I I oc3o oc304l2
sFr124 I I oD603 SFT352FB
I I sFT232
2N139 AF101
4F117
I z1tos 2S36 I rF78l30 2N176 | 4D149 25B107
I cTP1104
ASY26 2Nr57 | cTP1104 2N561 2S8107
GFT45 GFT3000/40 GFT3008/40
oc390 oc26 , I ocao
sFT308 oc30 oD603
TF49 oD603 SFT232
2G138 SFT232 TF78/30
2G139 TF78/30
2G301 2N178 /l 4D149 2S8107
2G3ù2 I crP1104 I
2Nt57A I CTP1104 2N1014
I GFT3000/40 I orrsooe/ao
I
2N140 AF101 2S435 I oc26 I oc3o I
4F117 I oc3o I oD6o3 |
4F181 I oD603 I sFr232 I
GFT45 I SFT232 rF78l30
oc44 rF78l30 I |
oc390 I 2Nrso loc'"t
I lr*rtt 2S32

I|aEiHI
sFT308 2l{is8 | AD149
TF49 cTP11(X
2G140 GFT3{nO/40
2G141
2G401
2G4V2
oc26
oc30
oD603
3333,I
sFr322
SFT232 I |
2N141 CTp11O4 I 2N143 2S8240 TF78/30 2N181 258222
lAC117 l2N27o
I 2N1038
GFT300B/40
I AC124
OCsg | 2N1172 2N1s8A I A5216 I AC128
oD603 I AC132
SFT232 2Nr6s I ASY73 I AC1s2
TF78l30 I AC153
2N142 2N144
2N166 | ASY74 I GFT32/15
| loc3le
2N167 I ASY29 2N1090 sFr125
2t{143 CTp1104 | 2Nf41 2s8240 I
GFT@8/40 I
oc30 2N16zA I ASZ16 2N182 | ASY73
oD603 AsY74
2N168 | AF101 HJ23D
sFT232 ASY73 I
fF78l30 2Nr83 | lsvzl
GFT44
2Nf45 AF1O1 2S4206
oc44
oc400 2N184 | ASY75
ASY73 sFT307
GFT45 TF49
oc45 2N185 lAC117 l2N188A 258221
oc390 AC124 | 2N270
sFT3o6 2N168A I ASYT5 AC128 | 2N320
TF49 AC132 | 2N360
2N169 I 4F101 2536 AC152 | 2N362
AF101 4F117 GFT32
2N1tt6 2SA206
ASY73 ASY75 oc72
ASY74 oc45 oc308
GFT45 oc390 OC604s
oc4s SFT3O8 sFT322
oc390 TF49 TF75
SFT3O6
TF49 2NI69A I ASY75 2Nr86 | AC124 2N61
AC128 2N1864
2N147 AFlOl HJ23D 2N170 | AF101 25A206 AC132 2Nt87
GFT44 ASY74 AC152 2N217
oc400 GFT45
sFT307 oc45 2N187A
TFIIg 2N186A I AC128
oc390 2N270
sFT306
2N148 4F127 TF49
2N187 lAc117 12N61 2sB.220
2N155 4D149 2N1s6 | zsetoz 2N172 AC128 | 2N109
cTP11M | 2N157 I ASY74 AC153 | 2N188
| 2N157A
GFT3008/40 GFT32 I 2N320
oc26 | 2N1s8 2N173 I ADZ11 oc72 I 2N382
oc30 | 2N1s8A ASZ16 oc76 I 2N422
oD603 | 2N176 oc308 I 2N462
sFT232 | 2N178 2N174 | ADZ12 OC604s | 2N46s
TFTalso | 2N296 sFT322 | 2N633
2N301 2Nr74A I eOztz TF66/30

78 - N. 1 . 1969
SPERIMENTARE
r Corrispondent Corrispondente Corrispondente
Tipo Tipo Tipo
EUR AM GIAP EUR AM GIAP EUR AM GIAP

2N1874 A C 1t 7 2N270 2S37 GFT45 2N253 2N2V7A AC107 2N105 2S832


AC128 oc45 2N254 4C150 2N207
AC153 oc139 2N292 AC162 2N2078
GFT32/15 oc141 2N313 ASY26 2N235
oc318 oc390 GFT21R 2N535
SFT125 oc612 oc58 2N5354
sFT306 oc364 2Ns35A
2N188 AC117 2N109 2sB.220 TF49 oc603 2N536
AC128 SFT351FB
AC153 2N1944 ASY73 TF65ra
GFT32
oc72 2N19t; AC132 2N217 2N2078 4C107 2N105 2S832
oc308 2N403 4C150 2N2074
sFT322 2N197 258221 4C162 2N224
2N196 4C122 ASY26 2N535
2N1884 4C117 2N270 2sB222 AC128 2N217 GFT21R 2N5354
A.C124 4C132 2N26s oc58 2N5358
4C125 AC163 2N403 oc364 2Ns36
4C128 GFT21/1s oc603
AC153 oc71 SFT351FB
GFT32/15 oc304l2 TF65ra.
oc318 oc604
SFT125 SFT352FB 2N211 AF101 2SA31
TF65/30 ASY28
2I{189 AC122 2N34 2S8219 ASY29
AC125 2N t04 2N197 AC122 2N196 258.221 GFT45
AC128 2N109 AC128 2N265 oc45
AC162 2N190 4C132 2N403 oc390
GFT2OR 2N266 AC163 SFT3O6
oc70 2N381 GFT2l/15 TF49
oc303/4 2N402 oc72
oc602 2N403 oc304l2 2N2t2 AF1O1 2N944 2SA3O
SFT351 2N408 oc604 ASY28 2N314
I roc 2N464 SFT352FB GFT44 2N1058
2N465 TF65/30 oc44 2N1059
oc410
2Nlqt AC122 2N189 258219 2N198 AC122 2N199 2S8170 oc613
4C125 2N266 AC128 2N217 sFT307
AC128 2N381 AC132 2N403 TF49
AC162 2N408 AC162
GFT2OR GFT2OR 2N213 4C131 2N214 2S837
oc70 oc70 4C152 2N228
oc303/4 oc303/4 ASY28 2N279
oc602 oc6ù2 GFT31 2N632
SFT351 SFT351 oc76 2N1144
TF65 TF65 oc307 2N1145
OC602s
2N191 4C122 2N270 258220 2N199 AC122 2N109 258170 sFT321
AC125 4C128 2N198 TF66
ACl26 AC132 2N403
4C128 AC162 2N2134 4C127
4C163 GFT2OR
GFT21/15 oc70 2N214 AC127 2N213 25837
oc71 oc303/4 4C128 2N228
oc30412 oc602 4C131 2N279
oc604 sFT351 4C152 2N632
SFT352FB TF65 GFT31 2N1059
TF65/30 oc76 2N1144
2t{2(Xt AC125 2N331 oc307 2N1145
2N192 AC122 2N207 2sB.221 SFT321
AC126 2N270 2N204 4C125 2N331
AC163 2N215 4C117 2N237 H J 15
GFT21/15 2N205 ACt26
4C125 2N331 AC1s3
oc71
ocn4l2 ASYSO
2N206 4C122 2N34 2S39 GFT32
oc604 4C125 2N434
SFT352FB oc72
4C163 2N60 oc308
TF6s/30 GFT21/15 2N191 OC604s
AF1Ol 2SA31
oc71 2N220 sFT322
2il19ít 2 Nt 9 4 oc304l2
ASY28 2N211
2N331 TF66/30
oc604
GFT45 2N253 SFT352FB
oc45 2N254 2il216 AC130
TF65/30 ASY28
oc139 2N292
ocl41 2N313 oc139
2N207 AC122 2N105 2sB.221
oc390 4C163 2N217 AC106 HJ17D
oc612 ASY26 4C128
sFT306 GFT2l/15 AC132
TF49 oc58 GFT32/15
oc71 oc318
2N194 AFl01 2N193 25A31 ocao4l2 SFT125
ASY73 2N211 SFT352FB TF66/30

- N. 1 - 1969
SPERIMENTARE 79
Corrisoondente Corrispondente Corrispondente
Tipo Tipo Tipo
EUR AM GIAP EUR AM GIAP EUR AM GIAP

2G101 2N228 4C131 2S837 2N237 AC117 2N228 H J1 5


2G1A2 AC152 AC1s3
2G108 ASY28 GFT32
2G109 GFT31 oc58
oc76 pc72
2N218 AF101 HJ22O oc307 oc308
4F181 sFT321 SFT322
GFT45
oc45 2N229 ACl30 2S832 2N238 AC117 2N217 25Bt01
oc390 4C128
oc612 2N565
AC132 2N566
SFT3O6 AC1s3
TF49 GFT32
2G138 oc72
2G139 2N230 4D149 2N234 2S8107 oc308
2G301 cTPl 104 2N251 OC604s
2G302 GFT2006/30 2N255 sFT922
oc26 2N256 TF66/30
2N219 AF1O1 HJ23D oc30 2N325
ASZ20 oD603 2N239 AC117 2S8226
GFT44 sFT232 AC128
oc44 TF78ls0 AC153
oc410 GFî32/1s
oc613 2N231 4F126 2 N 2 1I
oc318
SFT3O7 SFT125
TF49 2N232 4F126 2N218
2G140 2N233 AC122 2N240 AC122 2N582 2S832
2Q141
4C130 4C125
2G401
AC163 AC.t63
2G402
GFT21l15 GFT2O
oc71 oc70
2N220 AC107 oc304/2 oc303
A.C122 SFT352FB oc602
AC126 sFT351
AC163 2N2334 AC130 TF65/s0
GFî21115
2N234 4D149 2N301 258107
oc304l2 c T P l 10 4 2N241 AC117 2N217 258221
SFT352FB 4C128 2N281
GFT2006/30
AC153
oc30
GFT32
2N223 AC117 2N270 258222 oD603
oc72
AC128 SFT232
rF78l30 oc308
AC153
GFT32/15 OC604s
4D149 2N301 SFT322
oc318 .2N2344 TF66/30
SFT125
2N235 AC117 2N301 2s8222
2N224 4C117 2N270 25P222 AC128 2N2414 AC117 2N270 258226
AC128 AC153 4C128
4C153 4O149 AC132
GFT32/15 GFT32/15 AC153
oc318 oc318 GFT32/15
SFT125 sFT125 oc318
S FT125
2N2354 4D149 2N301
2N225 2xAC106 2N227 2S8226
2xAC117 2N2358 AD149 2N242 4C105 2N3014 2SB248A
2xAC128 AC117 2N419
2xAC153 2N236 AC106 2N234 2SB25OA 4C153 2 N1 0 1 4
2xGFf32/15 AC117 2N235 4D149 2N1136
2xOC318 AC128 ADZ1l 2 N 11 3 7
2xSFT125 AC153 GFT31/1s 2N 1293
2xTF66/30 AD149 oc28 2N 1320
GFT32/15 oc74 2N1322
2N226 AC106 2N235 258226 u9zo oc318 2N1328
AC117 2N239 oc318 SFT124 2 N 15 0 1
AC128 2N2414 SFTl25 TF66/30
AC153 2N249 I FOO/JU

GFT32/15 2N250 2N243 BFYlO


oc318 2N270 2N2364 AD149 2 N 15 7
SFT125 2N321 2N244 BFYlO
TF66/30 2N526
oc26 2N235A
2N301
2 N 119 2 2N247 A F 10 5 2S43
2N1375 2N2368 4D149 2N257 AF111
25B107A
cTPl 104 2N376 4F115
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CONTINUA
80 - N. 1 - 1969
SPERIMENTARE
- N. I - 1969
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- N. f . 1969
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E' iniziatacon il 1" novembrela nuova Operazionea f r l o ns i è n e m m e n ot r a l a s c i a t od i d a r e a i t e c n i c i l a
P r e m iG . B . C .e l a c h i u s u r ad e l l a r n e d e s i m aè p r e - p o s s i b i l i t àd i r i c e v e r eo : 3 e t t i a l o r o u t i l i . I n f a t t i ,f r a
v i s t a e n t r o i l 1 0 s e t t e m b r e1 9 6 9 . i p r e m iv i s o n ot e s t e r ,t r o u s s ee m o l t i a l t r i s t r u m e n t i
l p r e m i p o s t ii n p a l i os o n om o l t ie r i c c h i : v iè p e r s i n o dl lavoro.
l a p o s s i b i l i t àd i g u a d a g n a r eu n a F I A T 1 2 4 , o l t r e a Per maggioriinformazioni,ci si può rivolqerepresso
t e l e v i s o r i ,b i c i c l e t t e ,c o l l a n e d i p e r l e , o r o l o g i , c a - t u t t i i p u n t i d i v e n d i t ad e l l ' o r g a n i z z a z i o G n e. B . C .i n
n o t t i p n e u m a t i c ei c i c l o m o t o r i o , ggi tanto di moda. Italia.

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