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O NASCIMENTO DE JESUS

Indicações para a oração


Segundo a tradição, acredita-se que havia animais
domésticos no refúgio onde Maria deu à luz a Jesus. Eles foram as únicas
testemunhas oculares do nascimento de Jesus. Não sabemos quê animais
estavam presentes, mas a maioria deles eram mamíferos, como os humanos.
Os mamíferos estão sujeitos ao mesmo processo geral de desenvolvimento no
útero pelo qual passou Jesus, e por isso, Jesus está na plenitude de
comunhão com toda a criação.
Reflito comigo mesmo e sobre a importância que tem a humildade do nascimento
de Jesus.
1. Oferecimento de mim mesmo
Rogo às Três Pessoas Divinas a graça de que todas as minhas intenções,
ações, operações e sentimentos se dirijam unicamente a seu serviço e louvor.
2. Preâmbulo ao mistério
Trago à mente o que já li ou vi nos noticiários sobre as provações que os povos
ocupados em todo o mundo suportam. Como Maria e José em seu tempo,
muitos vivem submetidos a um poder político que lhes foi imposto, que lhe é
culturalmente alheio, e que em muitos casos lhes impõe leis e políticas
opressivas.
Considero a intolerância e as enfermidades que estes povos padecem, as
perdas insuportáveis que sofrem. Para os aborígenes e outros povos ocupados,
esta opressão implica o desprezo de seus costumes e crenças, a expropriação
da terra, a perda de sua cultura, seus idiomas, religiões e tradições orais,
assim como a enfermidade e a morte. Maria e José tem que ir à força a Belém
para registrar-se num censo decretado por um imperador romano e vigiado por
um exército de ocupação.
3. Disposição de todo meu ser para o mistério
Leio Lc. 2,1-20. Uno-me a Maria e José no nascimento de Jesus.
4. O desejo de meu coração
Peço a graça do conhecimento interno de Jesus Cristo, que se fez criatura como
todos nós para o bem da comunidade universal de vida, para assim poder
imitá-Lo no seu respeito por todas as formas de vida e amá-Lo na plenitude de
sua comunhão com toda a Criação.
5. Pontos de reflexão e consideração
Primeiro ponto: Sinto-me em união com Maria durante seus trabalhos de parto, e com José que a
ajuda.
Vou ao seu encontro quando se refugiam num estábulo e os ajudo naquilo que posso:
olho e escuto o que estão dizendo e fazendo; tenho presente que Maria está suportando
muitas dores e desejando saber o que lhe espera, e que ambos estão longe de seu lar, lon-
ge do apoio e da ajuda de sua família. Reflito sobre esta experiência e tiro proveito dela.

Segundo ponto: Vejo Maria envolvendo Jesus em panos e recostando-o no presépio e considero que
ne-
nhum pai quereria passar por tão duros momentos pelos quais estão passando Maria e
José. Reflito sobre esta experiência e tiro proveito dela.

Terceiro ponto: O parto é difícil. Para a maioria das mulheres é um momento de doloroso esforço e
exige
da mãe toda a força física e psíquica de que possa dispor. Para as mulheres que vivem na
pobreza ou sob uma tensão física ou psicológica, o parto comporta um risco considerável
para a mãe e para o bebê. Maria, como outras tantas mulheres de seu tempo, corria o risco
de morrer no parto por hemorragia, infecção ou obstrução. Além disso, teve que dar à luz
a Jesus em circunstâncias penosas, com falta de higiene, sem ajuda de sua família.
A intensa luta presente na experiência do nascimento humano se reflete no nascimento
de outros organismos vivos e também no nascimento do universo e suas galáxias.
O universo tem uma dimensão sacrifical, como também a tem o processo do parto.
Jesus, mediante sua encarnação na comunidade de vida, é parte desta dimensão sacrifical.
6. Colóquio
Mantenho uma conversação com Maria e José sobre sua experiência do
nascimento de Jesus.
“Tivestes medo? Quais são vossos desejos para com vosso filho recém nascido?...”
Peço às Três Pessoa divinas um coração sensível àqueles que vivem excluídos,
marginalizados...