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Ritual de Eliminação (Destruição)

Haborym, Grimorio I, capítulo terceiro

Este é um artigo sobre ritual de eliminação (destruição), após sua leitura


conheça alguns produtos relacionados.

“Mago, é todo aquele que transforma ativamente as vias habituais da


realidade, inserindo-lhes certos processos inusitados e subversivos que
atestam o domínio do homem sobre todas as criaturas.” - E. Garin

“Aquilo que o homem pode criar, o homem pode destruir!” - Anton LaVey,
Bíblia Satânica

Antes de adentrar a parte prática do ritual de destruição, gostaria de expor


uma breve discussão sobre algumas considerações com relação a prática.
Podemos entender como destruição, a arte estabelecida pelo homem, desde
sua origem, com intenção de aquisição de poder, conquista, vingança, etc...
Podemos também dizer, que há casos em que é preciso destruir para dar
lugar ao novo, seja no amor, no trabalho, nos círculos de amigos, inimigos,
natureza, na sociedade, enfim... nos deparamos com muitas situações em
que o humano estabelece essa visão garantindo a continuidade de sua
existência. O fator equilíbrio da própria natureza aplica essa tendência
modificando o habitat, conforme influência dos seres. Há o fator de
sobrevivência, a cadeia alimentar, a continuidade da própria vida/espécie
(defesa), a exclusão, preconceitos, vingança... enfim...um vasto arsenal de
fatores que desencadeiam e levam a manifestação destrutiva de algo.

"Quando andando em território aberto, não incomode ninguém. Se alguém te


incomodar, peça-o para parar. Se ele não parar, destrua-o."

Advertência

Para um Satanista, a responsabilidade de um ato tem que ser muito bem


avaliada, levando em consideração que vivemos em uma sociedade, onde há
leis impostas para atos praticados como crime, por exemplo. Estupidez é um
dos pecados satânicos que precisa ser bem entendida nesses casos. Posso
dizer que articulação e astúcia, para que sua vontade prevaleça, seria bem
melhor colocada.

Vemos na Bíblia Satânica que a terceira força de motivação é a da


destruição. Esta é uma cerimonia usada pela raiva, aborrecimento, desprezo,
desdém, ou somente ódio manifesto. E conhecido como feitiço, maldição ou
agente destruidor.

Lembrando a palavra de advertência: Esteja certo de que NÃO terá


preocupação ou arrependimento se sua vitima vive ou morre, antes de lançar
sua maldição, e tendo causado a sua destruição, divirta-se, antes que sinta
remorso.

SIGA BEM ESSA REGRA - OU VOCÊ VERÁ O REVERSO DOS SEUS DESEJOS
ACONTECER E ELES IRÃO LHE FERIR AO INVÉZ DE LHE FORNECER AJUDA!

Recomendo a leitura do capítulo 31 do manual do satanista (sobre a


vingança) disponível aqui no Morte Súbita inc, para complementar o
entendimento desse tema, antes de seguir adiante. "Satã representa
vingança, ao invés de virar a outra face!"
Um dos sentimentos naturais que o ser humano possui é o ódio e que esse
precisa ser liberado, o ódio tem uma predileção especial para se nutrir das
diferenças entre o outro e o eu, tornando uma condição de sobrevivência
física e emocional.

Prática

Antes de executá-lo, é de suma importância o estudo profundo desse


material

O ritual a seguir, poderá ser realizado com os seguintes intuitos:

De liberar energias acumuladas em ocasiões que o magista perceba que seu


ódio ou aborrecimento com alguma coisa esteja interferindo em sua
evolução, até para que esses sentimentos não venham a causar nenhum tipo
de dano psíquico.

Vingança de algum ato exercido por parte de outras pessoas que venha a
ferir sua moral.

Desfecho de alguma situação em que se sinta incomodado e que porventura


não encontre uma forma de solucionar o problema.

Destruição de seus inimigos.

Para fins que leve sua gratificação pessoal e realização.

Materiais e estudos complementares:


Antes da realização desse ritual, procure estudar e praticar o ritual do
pentagrama invertido. Caso execute a cerimônia para fins de destruição de
seus inimigos, sugiro que estude a confecção de um boneco Vodu e use-o no
ritual.

Preparação

De preferência, em uma sexta feira, prepare a câmara ritual para a cerimônia


e esteja certo de seu intuito, conforme acima. Procure certificar-se de que
estará com todo seu tempo livre e sem interrupções.

Se preferir e tiver condições, poderá executar o ritual em local aberto


(inóspito) com outros participantes, assim poderá fortalecer a egrégora para
aquilo que almeja. O importante nesse caso, é que todos estejam preparados
físico e psicologicamente para esse fim. O ritual a seguir é de execução
dentro de uma câmara ritualística.

Preparação do altar:

Sigilo de Baphomet

4 velas pretas

Recipiendário

Adaga /punhal

Incenso

Boneco vodu, um tanto de linha de costura de cor preta, pedaço de pano


preto que dê pra envolver o boneco, mas somente para fins de destruição de
inimigos, caso seja para outros fins, não há necessidade...
Uma folha de papel

Tinta vermelha

Vestes:

Mantos pretos com capuz ou roupas pretas sem estampas... descalços


(melhor absorção de energia)

Ritual

Com um giz de pemba, faça um circulo em frente ao altar e duas linhas


paralelas que sai do círculo e vá até o próprio altar, possibilitando a abertura
de um caminho. Esse será seu domínio, permaneça nele durante as
invocações com adaga ou punhal em mãos.

Procure visualizar o círculo e as linhas ardendo em chamas enquanto diz as


seguintes palavras:

“Consagro nesse momento esse espaço onde, conforme minha vontade,


realizarei e manifestarei as invocações e a sintonia com meu mais profundo
desejo para a realização de meus objetivos.”

Acenda as velas no sentido anti-horário e acenda incenso.

Inicie a cerimônia com o ritual de invocação (pentagrama invertido).

Em seguida, em sentido anti-horário iniciando em frente ao altar e apontando


seu instrumento canalizador de sua vontade, invoque com todas as forças de
seu ódio:
(lembrem-se que seu inimigo pode vir a ser, tanto uma pessoa como uma
situação indesejável qualquer, nesse caso, de alguma situação indesejável
qualquer, substitua a ação aplicada por “extinção” e mantenha direcionada
sua vontade a esse efeito).

"Abadom, senhor das profundezas, abra caminho em seus domínios e sepulte


todos e tudo aquilo que cito nesse momento, por todas as forças de meu
ódio. (pode citar o nome de seu inimigo)

Agramom - Conceda a meus inimigos, os piores pesadelos, levando-os a


loucura, libertando e manifestando seus maiores medos que os perseguirão,
deixando-os fragilizados em suas rotinas diárias. (pode citar o nome de seu
inimigo)

Arioch - conceda-me o poder da vingança e manifeste sua presença para


meus inimigos, fazendo esses sofrerem as piores das desgraças infernais.
(pode citar o nome de seu inimigo)

Asmodeu, leve a destruição aos meus inimigos que aqui apresento diante de
sua presença. (pode citar o nome de seu inimigo)."

Assim que terminar a invocação, pare por um tempo, (ainda dentro do seu
domínio), imaginando fortemente e com todo ódio depositado em seu ser,
sobre a situação ou pessoa representada no ritual, aquilo que você deseja
que essa venha a sofrer. Segure fortemente a adaga ou punhal sobre seu
peito.

Em seguida, diga as seguintes palavras:

"Poderosas e destruidoras entidades infernais, permitam-me nesse momento


apresentar-lhes meu inimigo no qual em meu profundo desejo, seja vê-los no
mais alto sofrimento que as forças do inferno possa lhes conceder, conforme
minha vontade."
Dito isso, vá até o altar, deixe o punhal ou adaga, fixe seu olhar para o sigilo
de Baphometh pensando fortemente sobre a situação que deseja para seu
inimigo. Pegue a folha de papel e escreva com seu próprio dedo, com a tinta
vermelha (reservada), o nome do seu inimigo ou situação indesejável, e o
seu desejo pelo seu ódio manifestado, para esse.

Enrole o papel e deixe a ponta queimar na chama da quarta vela posicionada


em sentido anti-horário, representando satã.

Jogue-o no recipiendário.

Diga em seguida:

"Por Satã e pelas entidades destruidoras que habitam o inferno e aqui


presentes, eis aqui o meu desejo de vingança e destruição para essa pessoa
(ou situação), e que as chamas do inferno o consuma realizando a minha
vontade."

Se for o caso de destruição de seu inimigo (pessoa) e tiver usando um


boneco vodu, cause-lhe os danos que seja de sua vontade, se for morte...
espete vários alfinetes no coração do boneco (simbolicamente). “pense forte
nesse momento na vítima”

Solte todo seu ódio nesse ritual, visualize seu inimigo sofrendo todas as
conseqüências conforme sua vontade. Sinta-se realizado e vingado.

Se estiver trabalhando com o boneco, após o término da invocação, e dos


danos causados a ele, enrole-o no pano preto e amarre bem com a linha
preta... deposite-o no recipiendário.

Volte ao circulo (seu domínio) e proceda com o ritual de banimento (RPI).


Ao término, apague as chamas das velas, retire-as e deposite-as no
recipiendário...

Visualize a extinção das chamas em seu domínio (círculo e linhas) e diga:


assim consagro a manifestação de minha vontade.

Deixe tudo na camara ritual.

Volte para seu recinto, beba um copo de água simbolizando a limpeza e


purificação de quaisquer influências psíquicas, relaxe, descanse e durma...
você pode vir a ter alguns sonhos relacionados aos acontecimentos, mas
procure ficar relaxado e com a sua consciência tranqüila, pois seu desejo foi
consumado.

No dia seguinte, vá até a câmara ritual, retire o recipiendário com todos


objetos acomodados e leve-os até um local aberto.Se puder levá-lo nas
proximidades da vítima, melhor, caso não seja possível, deixe-o em outro
local (apenas deixe-o, sem remorso e não olhe para trás).

Palavras Finais

Se executou o ritual, foi para um motivo específico. Nunca se arrependa e


mantenha-se forte em suas convicções, caso contrário, você absorverá suas
próprias energias direcionadas a outrem e virá a sofrer as conseqüências de
seu próprio ódio. Como está no Livro de Satã:

"Por que eu não deveria odiar os meus inimigos?... Não somos todos nós
animais predatórios por instinto? Se os homens pararem de depredar os
outros, eles poderão continuar a existir?... não é a desprezível filosofia da
pessoa servil que vira as costas quando chutado?... “Odeie seus inimigos...
atinja-o dilacerando e desmembrando-o, pois autopreservação é a lei
suprema! Quem mostra a outra face é um cão covarde!”

Shemhamforash!

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