Sei sulla pagina 1di 12

Logos, Símbolos e Mercado Financeiro

terça-feira, 29 de dezembro de 2009


Postado por Endrissi Marcadores: Bancos, Logos, Mamom, Mercado
Financeiro, Prosperidade,Símbolos

O uso de símbolos antigos para fins corporativos é mais comum do que se possa pensar. A
maioria das pessoas só não os percebe pela falta de familiaridade e a estilização que eles
sofrem, antes de se converterem em logotipos.

O símbolo ao lado é chamado de Trisqueta. Para os celtas, ele


representaria os três aspectos da “Deusa”: virgem, mãe e anciã. Também é conhecido como
“Nó da Trindade Céltica” ou “Celtic Trinity Knot”. Seus atributos incluem o mar, a terra, o céu
e os ciclos de nascimento, vida e morte. Há, portanto, o sentido de unidade, eternidade e
entrelaçamento infinito.

Os seus significados pagãos foram ignorados e reformulados através de São Patrício,


missionário irlandês, de modo que o “Nó da Trindade Céltica” acabou sendo adotado como
uma das representações da trindade cristã: Pai, Filho e Espírito Santo.

O símbolo também é tido como uma dissimulação do número 666:

Talvez o leitor já tenha lido ou ouvido falar sobre o “Torus Knot” ou “Gordian
Knot”, considerado por alguns estudiosos como uma espécie de modelo
geométrico/matemático do universo... Ele está na capa do livro “Conspiração Aquariana”, de
Marilyn Ferguson, na versão em língua inglesa, vista à abaixo:

Temos um exemplo bastante conhecido do uso dessa figura aqui no Brasil:


O símbolo do Unibanco – União de Bancos Brasileiros S.A. é um “Gordian Knot”, similar ao
“Celtic Trinity Knot”, correspondendo exatamente ao que chamam de “Fita Entrelaçada
Sem Fim”, no Brasil. Obviamente, também pode ser visto como um entrelaçamento de três
números seis, ou seja, 666:

Mas existem muitas formas de chegar ao “número da besta” e é preciso


prudência neste tipo de observação. Como símbolo, um mero triângulo eqüilátero pode
representar o número 666 porque a definição de triângulo eqüilátero descreve uma figura
geométrica com três ângulos de 60º. A conotação de um símbolo depende da intenção no
uso. Assim, ao restringir e banalizar significados para suprir expectativas religiosas, o
número da besta pode se tornar uma grande besteira e motivo de piada... Cuidado!

Deixando a conotação apocalíptica de lado para abordar uma perspectiva não menos sinistra,
dizem que o uso da “Fita Entrelaçada Sem Fim” teria o suposto poder de fortalecer o pacto
entre pessoas e organizações. Não se pode ignorar que a intenção do logo represente a
coesão institucional das diversas incorporações ou fusões que foram feitas no decorrer de
sua história. Mas os símbolos operam em múltiplas dimensões. Usado numa instituição
bancária, o que me vem à mente é o eterno nó de empréstimos, cheque especial e dívidas
que não acabam mais... Haveria também tal intenção?

O logo do Banco do Brasil parece seguir uma linha parecida e pode não ser
apenas uma estilização do cifrão ou de duas letras “B” atadas. Neste caso, uma possível
referência seria o “Nó Tibetano Sem Fim” (“The Tibetan Knot” ou “The Endless Knot”).
Observemos o logo ao lado de exemplos do nó:

Coincidência? Pode ser, mas um nó é um nó. Quem já ficou enovelado num financiamento
que o diga...

Convém mencionar que o “Nó Tibetano”, em si, é considerado auspicioso dentro de seu
contexto original onde a ele se atribui a sabedoria e a infinita compaixão de Buda. O mesmo
poderia ser dito sobre o “Nó Celta”. Porém, a conjuntura aqui mostrada é outra...
A águia é outro símbolo bastante
utilizado e interessante. Trata-se de uma ave de rapina e um predador implacável. Foi um
dos símbolos do Nazismo e dos imperialismos entre os quais se inclui o Norte-Americano e o
Austro-Húngaro...

Em 2007, depois de 30 anos no topo de um de seus principais edifícios, localizado em Poole,


Dorset, o Barclays decidiu remover sua Águia de alumínio de três toneladas e meia, após a
publicação de matérias especulando sobre as semelhanças com a Águia Nazista.

O Banco comunicou que o logo de mais de trezentos anos foi removido por estar
desatualizado. Como, na época, havia a expectativa de fusão com o ABN AMRO, ocorreram
rumores de que a medida seria para agradar o novo parceiro, incomodado com as
associações feitas ao símbolo. De qualquer modo, o interessante é perceber a disposição do
Barclays de abrir mão de uma marca centenária para evitar associações mesmo que
injustificadas; já que a sua águia é muito anterior ao advento do nazismo. Predominou,
portanto, uma preocupação em desassociar a imagem do Banco com uma referência
histórica negativa.

Não há como não comentar que o logo das agências do


Barclays é esquisito. Temos a águia com três coroas (no
peito e em cada uma das asas) como que pairando sobre o mundo. Acontece que,
dependendo de como você olhe, os contrastes de luz e sombra confundem a percepção da
Águia, destacando uma silhueta escura que mais parece um dinossauro ou algum monstro
das profundezas do mar, de bocaescancarada, cheia de dentes, inclinando a cabeça para
abocanhar as três coroas. Na primeira vez que olhei, foi essa a impressão que tive, ao invés
de enxergar a águia. Não importa se foi involuntário, o gosto é duvidoso e o efeito é
grotesco...

Agora, com toda a justiça, o logo do ABN, apesar da


aparente presença de escrúpulos no caso do Barclays, também tem uma geometria bastante
curiosa com aquela pirâmide dissimulada e oformato de pentágono invertido que eles dizem
ser um escudo...

Três coroas adornam a águia do Barclays, três domínios, três reinos... Quais seriam eles?

O UBS, sigla do Union Bank of Switzerland, também tem a sua trindade na forma de três
chaves sobrepostas:

Segundo o Banco, as três chaves significariam confiança, segurança e discrição. Herança do


SBC (Swiss Bank Corporation), após a fusão em 1998.

Essa descrição pode até corresponder aos valores do UBS e em nada comprometem ou
revelam sua visão e missão. Mas seria mesmo a fonte de inspiração para as três chaves do
logo? Curiosamente, o segredo dos dentes de cada chave forma uma letra “V” vazada. Em
hebraico a letra “V” equivale a “Vav” cujo valor é seis. Portanto, nesta perspectiva, temos
um número 666 embutido no logo.
Na Heráldica a presença das chaves está associada à tutela, proteção e guarda, tanto quanto
ao domínio, autoridade e soberania. Assim como as três coroas estampadas na águia do
Barclays, essas chaves são ícones de poder. Poder para abrir ou fechar “portas”. Mais até do
que fechar: trancar, encerrar ou encarcerar...

Nos brasões eclesiásticos, trata-se de um tema recorrente, relativo a São Pedro e


as chaves que sincronizam as conexões entre o céu e a terra. Por falar nisto, o Papa costuma
usar uma coroa tripla ou Tiara Papal que também é chamada de “Triregnum”, isto é, três
reinos.

Já no tarô, além da Tiara, o Papa


dispõe de uma cruz tripla, com três barras horizontais ou, no caso do Tarô de Thoth, de
Aleister Crowley, umaespécie de chave ou bastão onde três círculos se entrelaçam, formando
uma Trisqueta, no centro.

As explicações para a tríplice coroa seguem desde a regência Papal sobre os poderes militar,
civil e religioso até a divisão dos poderes existentes entre temporal, espiritual e moral, dos
quais o Papa seria o soberano incontestável.

Pontífice vem do latim “pontifex” e significa “construtor de pontes”; aquele que faz pontes
que ligam o homem ao divino. Mas há quem diga que o título de sumo pontífice bem poderia
ser o daquele que arroga o direito de dar a última palavra sobre os demais pontos de vista...

Particularmente, penso na Tiara como uma representação do poder material, mental e


espiritual da Igreja. Através dos séculos ela tem buscado exercer sua influência sobre o que
possuímos, pensamos e cremos. Assim, a distinção dos três mundos poderia ser: exterior
(matéria), interior (alma) e divino (espírito).

Deixando de lado as especulações sobre os significados não declarados das chaves do UBS,
além do paralelo com as três coroas do Barclays, existe uma característica interessante que
os dois desenhos têm em comum: a geometria!

Observemos o arranjo geométrico:


Note-se que ambos os desenhos estão inscritos dentro de um hexagrama. Existem outros
símbolos bem conhecidos que são derivados dessa mesma estrutura e por uma questão de
pertinência, citarei dois. Um deles é o próprio hexagrama, nomeado “Estrela de David” e
tornado símbolo nacional dos judeus; o outro se oculta no mesmo tipo de sutileza
geométrica dos logos acima:

À letra “G” do símbolo maçônico se atribui vários significados, creio que os mais conhecidos
sejam God, Geometry e Generation. Segundo penso, a terceira palavra, Generation, é a mais
adequada para a presente exposição. Interpretada no sentido de proliferar, crescer,
multiplicar ou expandir...

O hexagrama tem um simbolismo sexual que não é usualmente discutido ou explorado. Uma
das representações da figura é a interpolação entre as forças do céu e da terra, do masculino
e do feminino, do homem e da mulher. Neste intercurso, o triangulo com o vértice para cima
representa o órgão masculino e o que aponta para baixo, o feminino. Mas o tipo de
reprodução sugerido pelo símbolo não se limita apenas à continuidade biológica. Ele também
diz respeito à multiplicação ideológica no crescimento de prosélitos.

Sob os auspícios da “Estrela de David” os judeus se espalharam pelo mundo. Sob o


estandarte do “Compasso e o Esquadro”, numa combinação hexagonal, os maçons
expandiram sua “Grande Obra”, conquistando adeptos dentro dos escalões mais altos da
sociedade moderna e consolidando seu amplo poder de influência.

O que quero ressaltar sobre as formas que se inscrevem dentro do formato de um


hexagrama é o que me parece ser o seu sentido oculto de expansão ou proliferação. O meu
entendimento é que um brasão, bandeira ou logotipo construído com essa geometria, traz
embutido um intenso propósito de ganhar espaço e de crescer. Não estou tratando isso
essencialmente de modo negativo, ao contrário. A princípio, trata-se de uma insígnia
promissora. O mal ou o bem que disto advenha será derivado da visão, missão e valores do
empreendimento. Naturalmente, não aqueles que a empresa torne público para obter
aceitação, mas os que representam a sua real verdade.
Considerando que a águia signifique expansão, o
símbolo que estiver posicionado em seu centro será o foco central desse processo. Por
exemplo, se um brasão hexagonal exibe uma águia em cujo peito se estampa a bandeira
pátria (ou similar), existe um ímpeto nacional-imperialista inerente, esteja ele ativo ou
adormecido. Há, portanto, uma propensão para ir além de suas fronteiras e expandir os seus

domínios, inclusive pela força.

O Império dos Estados Unidos espalhou os valores de sua cultura pelo mundo: seu estilo de
vida, alimentação, música, filmes, tecnologia e políticas, além de sua moeda; é claro!

O maior interesse dos norte-americanos está centralizado nas questões econômicas que
norteiam sua fé na ideologia da prosperidade. Neste particular, é interessante colocar em
foco a famigerada nota de um dólar.

A grande maioria das pessoas não está familiarizada com os símbolos antigos, não presta
atenção nos logos das empresas e grandes corporações, nem é capaz de decifrá-los ou
relacioná-los com o que quer que seja. Mas eles podem nos dizer muitas coisas sobre os
nossos tempos, para onde vamos e o estágio em que estamos dentro de um fenômeno
global.
Nesses nossos tempos de incertezas e de descrédito generalizado,
multiplicam-se as mais variadas teorias conspiratórias. Algumas são claramente infundadas,
outras merecem ao menos o benefício da dúvida. O fato é que o “Olho que tudo Vê”, mais do
que uma referência maçônica, tornou-se uma espécie de marca registrada dos “Illuminati”,
dos quais a Maçonaria seria apenas um dos ramos. O “Olho que tudo Vê”, de suposto
símbolo da onisciência de Deus, hoje já é reconhecido por muitos como o olho de Lúcifer e
um dos principais ícones da NWO; a New World Order.

Ele tem lugar de destaque nas Lojas Maçônicas, consagrado por séculos de reverências
ritualísticas. Seu “brand recall” talvez só perca para o Compasso e o Esquadro, na associação
com a Maçonaria. Além disso, foi se espalhando pelo mundo nas notas de um dólar como
símbolo do poder americano desde 1935.

Oficialmente, a Maçonaria nega sua influência na concepção do desenho do “Grande Selo


Americano”. Segundo consta, apesar de Benjamin Franklin ter sido maçom e feito parte do
grupo de quatro homens diretamente envolvidos na sua elaboração (os outros seriam
Thomas Jefferson (maçom oculto?), John Adams e Pierre Du Simitiere), ele não teria
contribuído em nada para o seu layout. Assim, resta acreditar que as propostas com
temática bíblica de Franklin foram rejeitadas em prol de todo um simbolismo altamente
complexo que foi elaborado por “profanos”...

Será que a acácia que cresce em torno da pirâmide, cujo simbolismo é altamente empregado
na ritualística maçônica, também figura apenas como mais uma das “coincidências”
encontradas, servindo somente como mais um elemento de adorno no desenho da nota?

Muito se poderia falar sobre a simbologia empregada na nota de um dólar, mas boa parte
disso já está disponível para pesquisa através da internet. Obviamente, nem tudo o que se
encontra através de mecanismos de busca como o Google é confiável; talvez a maior parte
não seja... Mas, com um pouco de bom senso e paciência é possível “garimpar” e reunir
informações de qualidade. Portanto, tentaremos abordagens um pouco mais originais ou
incomuns, ao invés de simplesmente repetir o que já se diz por ai afora.

Afirma-se que a efígie de George Washington foi impressa não por ele ter sido maçom, mas
um memorável presidente reverenciado como se fosse o primeiro, apesar de não ter sido...

Existem controvérsias, mas, para alguns, John Hanson teria sido o primeiro presidente
americano, enquanto para outros foi Samuel Huntington.
Será que os anteriores foram esquecidos por ter sido ele o primeiro presidente maçom-
confirmado? Digo confirmado porque existem obreiros que trabalham na calada da noite e a
julgar pela leitura dos sinais de seus antecedentes, podemos concluir que, mesmo não
assumindo publicamente, faziam parte da mesma irmandade.

Comparado a outros símbolos, o olho dentro do


triangulo parece serrelativamente recente e seu nascedouro (ou ressurgimento) estaria
situado em concepções artísticas e arquitetônicas cristãs de meados do século XVII. De fato,
isto significa bem pouco, pois os maçons há muito mais tempo se fazem presentes nos
bastidores da Igreja e são habilidosos mestres nas artes e na Arquitetura.

Existem maçons que se assumem publicamente, assim como aqueles que permanecem
ocultos para benefício da “Grande Obra”.

Trata-se do claro e do escuro, do dia e da noite, da mão esquerda e da mão direita; pólos
opostos e complementares,alternando papéis que teatralizam o bem e o mal. Entre esses
extremos, a busca pelo equilíbrio que deve ser alcançado

entre períodos de ocultação e exposição social. O piso de


mosaico dos templos maçônicos, no contraste de tons, representa justamente essa dualidade
de trevas e de luz do caminho a ser percorrido pelo maçom.

Atualmente, existe uma profusão de pirâmides e triângulos, com ou sem o “Olho” em seu
interior. Particularmente, em logos de empresas do mercado financeiro é um achado comum.

Em parte, sob a influência que circula através da cédula de um dólar há décadas, a pirâmide
pode ter se fixado no inconsciente coletivo. Mas nem sempre é possível dizer que exista a
falta de criatividade característica da imitação pura e simples. Nos grandes grupos
empresariais, o mais comum é ver o direcionamento da criatividade no sentido de disfarçar a
presença dessas figuras e essa prática pressupõe algum tipo de consciência ou intenção
dissimulada...

No entanto, na categoria pirâmides, a composição mais engenhosa, em minha opinião, é a


do HSBC. Segundo o próprio site do Banco, a explicação (que nada explica) para o logo seria
a seguinte:
“A logomarca do HSBC, hoje reconhecida internacionalmente, é
composta pelas letras "HSBC" mais um hexágono vermelho e branco. Esse símbolo
hexagonal passou a ser usado pelo HSBC em 1983, como parte da identidade corporativa da
The Hongkong and Shanghai Banking Corporation (primeira empresa do Grupo HSBC,
fundada em 1865). A idéia para a criação do hexágono surgiu a partir da tradicional bandeira
da The Hongkong and Shanghai Banking Corporation: um retângulo branco dividido
diagonalmente para representar a forma de uma ampulheta vermelha. Assim como as
bandeiras de várias outras companhias de Hong Kong no século XIX, seu design baseou-se
na cruz de Santo André.”

Ampulheta? Cruz de Santo André? O fato é que decompondo o desenho é possível enxergar
uma pirâmide em pelo menos cinco perspectivas diferentes:

A geometria de um desenho fala por ele mesmo, independentemente das explicações que
sejam dadas pelas instituições. O uso da pirâmide pelo HSBC não é um caso isolado, mas
imagine como pode ser embaraçoso explicar o porquê do símbolo de um Banco desse porte
ser uma pirâmide desenhada em vários ângulos. Mas se meditarmos nos rombos trilhonários
que sucatearam vários gigantes do setor bancário americano e no mundo desde 2008,
considerando o lastro em títulos podres; veremos que a falsa riqueza que muitos estão
vendo desmoronar, atualmente, foi construída sobre um sistema de pirâmide que se mostra
insustentável através do tempo e pode ter sido criado com o deliberado propósito de ruir e
causar um caos social, levantando o clamor por uma Nova Ordem...

Li um post do site do Johnson Banks (destacado estúdio londrino especializado em identidade


visual) sobre a tendência ao arredondamento de fontes e logos pelas corporações. Este seria
o caminho que o Barclays vem tentando percorrer. A explicação estaria no objetivo de
aumentar sua aceitação, adquirindo uma imagem mais humana perante a opinião pública.
Teoricamente, a ausência de cantos agudos serviria para sugestionar a sensação de algo que
não pode ferir. Mas, segundo o texto, essas empresas estariam incorrendo no erro da
mesmice, descaracterizando suas identidades visuais como se suas “personalidades
corporativas” pudessem mudar com tais alterações. É possível, mas essa parece mais a
perspectiva de um profissional preocupado com questões relativas à criatividade e à
diferenciação que, nesse nosso mundo “globalizado” tendem a perder cada vez mais espaço.

Abaixo o link do texto original em inglês:


http://www.johnsonbanks.co.uk/thoughtfortheweek/index.php?thoughtid=32

Essa temática infantil que remove os ângulos dos símbolos; arredonda as fontes e usa cores
suaves, mas ao mesmo tempo vibrantes para camuflar qualquer resquício de agressividade é
uma grande cilada. É claro que isto não vai mudar a “personalidade corporativa” de uma
empresa, mas terá repercussão na forma como a instituição é vista pelos seus clientes.
Arredondado ou não, o símbolo do Barclays continua sendo uma águia e quanto maior for a
identificação entre a presa e o predador, melhores serão as chances de captura e festim...

Uma das maiores armadilhas que sujeitam os homens desde épocas imemoriais são as
dívidas financeiras. De fato, a condição de penúria muitas vezes abre espaço para crenças
que nada têm a ver com a palavra de Cristo. Por tal via, há os que se fazem escravos de
Igrejas que mensuram a comunhão entre o homem e Deus através das riquezas
acumuladas. Também existem aqueles que pactuam diretamente com “Mamom” sob seus
mais diversos nomes para obter benefícios que são tão terrenos quanto efêmeros.

Ao Cristão cabe reconhecer e se apartar de tudo aquilo que enganosamente transforma


ambições legítimas em ganância, conduzindo à corrupção e demovendo do homem a
liberdade concedida por Deus, através do precioso sangue de Jesus Cristo.

às 11:36 27 comentários

Links para esta postagem

Postagens mais recentesPostagens mais antigasInício