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ADVOCACIA

A FAIRVALE ADVOGA AS SEGUINTES CRENÇAS :

I - A redução da pobreza rural, baseia-se no reconhecimento de que a


capacitação econômica das pessoas pobres do campo não vai acontecer
simplesmente por osmose dos investimentos macro ou setoriais,
assistencialistas ou emergenciais;

II - Nenhum acervo de assistência nacional ou internacional será capaz de


intervir estruturalmente na situação rural, a menos que tal transformação
seja assentada sobre aspirações, bens e atividades das pessoas do campo - e a
menos que as pessoas se apropriem do processo;

III- As ações devem levar em conta os entraves institucionais, financeiros,


econômicos estruturais enfrentados pelos homens e mulheres pobres do
campo e facilitar (e, não, favorecer) suas oportunidades, dentro de suas
circunstâncias e atividades especificas;

V - É essencial um crescimento econômico de bases amplas, sustentável e


alicerçado sobre um foco explicito na iniciativa e capacidade dos produtores
rurais pobres.

VI - É preciso reconhecer as necessidades de consumo do pobre, mas


igualmente enfatizar o seu capital social e seu potencial econômico como
produtor e trabalhador.

VII- As pessoas pobres do campo são plenamente capazes de integrarem-se ao


fluxo principal do desenvolvimento social e econômico sustentável, e de
contribuir ativamente para a melhoria do desempenho econômico, desde que
organizadas e capacitadas para a qualificação das exigências que regulam o
mercado do comércio justo de seus produtos;

VIII - São necessários esforços programáticos para remover os entraves


materiais, institucionais e políticos críticos que impedem o pobre rural de
apropriar-se das oportunidades para modos de subsistência mais dignos;

IX - O que importa é criar condições para investir o produtor/proprietário


rural pobre de poder para que seja agente de sua própria mudança estrutural.

MISSÃO

A missão da FAIRVALE resume-se , pois, em:

I - preparar e capacitar o produtor/proprietário rural pobre para superar a


pobreza, visando a comercialização justa de sua produção como ferramenta
de transformação e desenvolvimento social e econômico. Concretamente,
esta missão traduz-se nos objetivos sobre os quais o Programa FAIRVALE
propõe-se a aplicar investimentos, pesquisa e esforços de gestão de
conhecimentos aplicados;

II – Criar as bases para o acesso à renda e mercados alternativos,


intermediando o fortalecimento da capacidade e organização dos
produtores/proprietários rurais pobres, bem como acesso e aproveitamento
justo dos recursos naturais produtivos e da tecnologia, através da preparação
e capacitação para o conhecimento, gestão, inovação e empreendedorismo,
aplicados para formação de capital social produtivo com geração de renda.

No desenvolvimento de suas atividades, a FAIRVALE observará os princípios da


legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da
eficiência e não fará qualquer discriminação de raça, cor, gênero ou religião.

CÓDIGO DE PRÁTICAS

A FAIRVALE compromete-se ao seguinte Código de Práticas:

I - Comprometimento com um mercado justo – Promover negócios visando a um bem-estar


social, econômico e ambiental dos produtores/proprietários rurais marginalizados do Brasil e,
em particular, das regiões pobres do Estado de Minas Gerais. Para tanto, são necessários
termos comerciais eqüitativos, custos e preços justos. São identificadas e evitadas todas as
injustiças relacionadas a estruturas, mecanismos, práticas e atitudes. Cooperar para
competir. Promover o mercado justo e a justiça social nos interesses do produtor;

II-Transparência – Compartilhar, de forma regular e aberta, informações, políticas gerenciais,


práticas empresariais, fontes de produtos, produção, marketing e planos de programa de
desenvolvimento. Com isso, tanto os membros quanto o público podem avaliar a eficácia
social e econômica da FAIRVALE e de todos os projetos por ela desenvolvidos;

III-Questões éticas – Refletir em seus programas um comprometimento com a justiça, com o


emprego justo, com a responsabilização pública e com práticas trabalhistas progressistas.
Buscar a mais alta eficiência possível, a custo baixo, e, ao mesmo tempo, envolver os
trabalhadores na tomada de decisões e no gerenciamento, conforme for apropriado a cada
organização. Promover renda justa de tal forma que os trabalhadores tenham condição de
satisfazer suas necessidades básicas, incluindo saúde, educação e a capacidade de poupar;

V- Oportunidades iguais de emprego − Opor-se à discriminação, assegurando oportunidades


iguais de emprego tanto para homens quanto para mulheres e os efeitos do preconceito
contra a pobreza, a raça, a cultura e o sexo;

VI- Preocupação com as pessoas – Promover o desenvolvimento, que melhora a qualidade de


vida e que é sustentável e responsável tanto pelos povos quanto pela natureza. Não haverá
exploração do trabalho infantil. As atividades empresariais devem respeitar os valores de
pessoas carentes no que diz respeito à terra ou aos recursos de vital importância para as suas
vidas;

VII- Preocupação com o meio ambiente – Estimular a produção e o comércio de produtos ,


gerenciando os recursos de forma sustentável, protegendo o meio ambiente;
VIII- Respeito pela identidade cultural dos produtores – Encorajar a produção e o
desenvolvimento de produtos, levando em conta as tradições culturais e os recursos naturais
dos produtores. Promover a experiência artística, tecnológica e organizacional dos produtores
como forma de preservar e desenvolver sua identidade cultural.

IX- Educação e apoio – Promover um mercado justo, encorajando as pessoas a mudar seus padrões de
consumo, com base em questões de justiça social e preocupação com o meio ambiente. Apoiar campanhas
de políticas nacionais ou internacionais que visam programas produtivos para melhorar as condições de
vida dos pobres de países em desenvolvimento. Aumentar a consciência pública e empresarial relativa ao
mercado alternativo, como meio eficaz para formação de capital social e geração de renda;

X – Preparar e capacitar os produtores/proprietários rurais pobres com informações didáticas


de empreendedorismo na educação básica voltado para o desenvolvimento social sustentável,
a conquista de oportunidades e superação de suas restrições.