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DESIGN & INOVAÇÃO D ESENVOLVIMENTO DE UM NOVO S ERVIÇO Francisco Vieira | João Oliveira

DESIGN & INOVAÇÃO

DESIGN & INOVAÇÃO D ESENVOLVIMENTO DE UM NOVO S ERVIÇO Francisco Vieira | João Oliveira |

DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO SERVIÇO

& INOVAÇÃO D ESENVOLVIMENTO DE UM NOVO S ERVIÇO Francisco Vieira | João Oliveira | Rui

Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira

Trabalho elaborado para a disciplina de Design e Inovação, leccionada pelo Dr. Francisco Coelho.

RESUMO: Este documento pretende perspectivar a análise e o desenvolvimento de um novo e inovador serviço prestado às discotecas, sendo este que visa a possibilidade de levar os clientes a casa depois de uma noite de divertimento e após terem consumido uma percentagem considerável de bebidas alcoólicas.

MATOSINHOS 07 FEVEREIRO DE 2011

ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 REVISÃO DA LITERATURA 4 METODOLOGIA ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO. 1.

ÍNDICE

INTRODUÇÃO

3

REVISÃO DA LITERATURA

4

METODOLOGIA

ERRO!

MARCADOR NÃO DEFINIDO.

1.

ENQUADRAMENTO DA IDEIA

10

1.1.

Apresentação da Ideia

10

1.1.1.

Área de Negócio

12

ANÁLISE

2. INTERNA

13

ANÁLISE

3. EXTERNA

15

3.1.

Metodologia

15

3.1.1.

Entrevistas em Profundidade

15

3.2. O Mercado Nacional das Discotecas

17

3.3. O Mercado Nacional dos Transportes Públicos

20

3.4. ANÁLISE MACRO AMBIENTAL (PEST)

22

3.4.1. Variáveis

Político-Legais

22

3.4.2. Variáveis Económicas

23

3.4.3. Variáveis Sócio-Culturais

24

3.4.4. Variáveis

Tecnológicas

24

3.4.5. Variáveis

Ecológicas

26

4.

DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO

27

4.1.

Prestação de Serviços a Discotecas do Porto

27

4.1.1. Posicionamento

27

4.1.2. Marketing-Mix

27

5.

TESTE DO SERVIÇO

30

5.1. Principais Conclusões da Análise de Dados

Erro! Marcador não definido.

6.

PLANO DE MARKETING

42

6.1.

Lançamento de um Novo Serviço Inovador

42

CONCLUSÃO

45

BIBLIOGRAFIA

46

NETGRAFIA

47

 

ANEXOS

48

INTRODUÇÃO Este trabalho irá ser realizado no âmbito da unidade curricular de Design e Inovação

INTRODUÇÃO

Este trabalho irá ser realizado no âmbito da unidade curricular de Design e Inovação e consiste na elaboração de um projecto cujo objectivo é o desenvolvimento de um novo serviço de carácter inovador.

O desenvolvimento do serviço consiste numa prestação de serviços a discotecas da região do

Porto, mais concretamente, através de uma empresa de eventos, meios e comunicação denominada Comunikate, onde será oferecida a deslocação até casa dos clientes que atingirem os 40€ de consumo ou paga o montante restante para quem desejar aderir a esta prestação de serviços, mesmo que não tenha bebido muitas bebidas alcoólicas.

O estudo vai ser estruturado de uma forma clara e objectiva, inicialmente iremos enquadrar a

ideia, objectivando a apresentação de vários temas como: o desenvolvimento do serviço, as diferentes vertentes do negócio e para quem se destina. De seguida, realizaremos a análise externa, onde abordaremos a respectiva análise de mercado das

discotecas e dos táxis, a sua evolução e respectiva análise PEST, tendo em conta as várias

variáveis pelas quais é composta: Político-Legais; Económicas; Sócio-Culturais e Tecnológicas.

O trabalho prossegue com a pesquisa de mercado, cuja metodologia incide numa técnica

qualitativa, ou seja, uma entrevista em profundidade. Este entrevista foi aplicada a 4 indivíduos

com idades compreendidas entre os 21 e os 55 anos de idade, tendo como objectivo aferir a

necessidade da existência de um serviço transporte de pessoas no final de uma noite num clube

de diversão nocturna.

Posteriormente, será explicado qual o posicionamento do serviço, bem como a que público-alvo

se destina, onde aprofundaremos este tipo de questões ao longo do Marketing-Mix, tendo em

conta todos os 7 P’s que o compõe, isto é, o Preço e Condições, a Comunicação de Marketing, Distribuição e Vendas, as Evidências Físicas, os Processos e as Pessoas. Numa última fase, vamos fazer um questionário, aplicado a 90 indivíduos, inquiridos online entre

os dias 26 e 31 de Janeiro. Os dados adquiridos dos inquéritos serão tratados estatisticamente

com recurso a três programas, Google Forms, Excel e SPSS. Finalmente, é feita uma análise crítica, com diversas reflexões acerca de uma potencial aplicação deste conceito no terreno e fazer um balanço dos aspectos que poderiam ou não resultar com a implementação desta oportunidade.

R EVISÃO DA L ITERATURA Os serviços estão centrados na actividade económica de qualquer sociedade.

REVISÃO DA LITERATURA

Os serviços estão centrados na actividade económica de qualquer sociedade.

Tendo em conta que a distinção entre bens e serviços nem sempre é clara, torna-se muito difícil dar um exemplo de um produto ou serviço perfeitamente puros, sem a colaboração de ambos no processo de desenvolvimento.

Segundo Hoffman e Bateson (2003:4), “Na verdade, muitos serviços contêm pelo menos alguns elementos de bens tangíveis…maioria dos bens, por sua vez, oferece pelo menos um serviço…”. Os serviços de infra-estrutura, como por exemplo, transportes e comunicações, compõem a união fundamental entre os sectores da economia, englobando o consumidor final. Numa dada economia complexa, tanto os serviços de infra-estrutura como os comerciais, surgem como intermediários e canais de distribuição no funcionamento/relacionamento com os clientes, ou seja, representam a mudança rumo a uma economia globalizada.

Existem inúmeras definições de serviços e todas elas possuem algo comum, a intangibilidade, perecibilidade, heterogeneidade e consumo simultâneo e podemos prová-lo através da afirmação de Fitzsimmons (2005:30), “Um serviço é uma experiência perecível, intangível, desenvolvida para um consumidor que desempenha o papel de co-produtor”.

Na generalidade dos sistemas de serviços, o cliente está presente no acto de realização do mesmo. “Em lugar de ser um espectador passivo, o cliente representa trabalho disponível no momento em que é necessário, e as oportunidades para aumentar a produtividade estão associadas a possibilidade de se passarem algumas das actividades do serviço para o cliente”.

De acordo com o autor (2005:43), a classificação dos serviços, poderá ser mais facilmente compreendida com a matriz de processos realizada por Roger Schmenner, de acordo com duas dimensões, onde o eixo vertical mede o grau de intensidade de trabalho e o horizontal o grau de interacção do cliente e de customização. Os quatro quadrantes do esquema foram nomeados como, a indústria de serviços (transportadoras), o estabelecimento de serviços (hospitais), os serviços de massa (escolas) e profissionais (agências especialistas).

Os gestores de serviços sentem dificuldade em identificar os seus produtos e esse problema deve- se à intangibilidade dos mesmos, mas é a presença e o envolvimento do cliente no processo que cria uma preocupação com a experiência total do serviço.

Em relação às características que permitem a diferenciação das operações de serviços, este refere (2005:44)

Em relação às características que permitem a diferenciação das operações de serviços, este refere (2005:44), indicando que são essencialmente, instalações de apoio (localização; decoração; equipamentos), bens facilitadores (consistência; quantidade), informações (registos; preferências), serviços implícitos (atitude; ambiente; espera) e explícitos (formação; experiência; abrangência).

Quanto à estratégia adoptar em serviços, esta deverá começar com uma visão do local e objectivo do empreendimento, isto é, uma abordagem ao mercado-alvo, do conceito em serviços, da estratégia operacional e ao sistema de prestação de serviços.

A obra (2005:65-68), apresenta-nos as três estratégias gerais em serviços: liderança global em custos: procura de clientes de baixo custo; padronização de um serviço personalizado; redução da interacção e dos custos associados à rede; operações de análise | diferenciação: tornar o serviço em algo tangível; personalização do produto padrão; redução do risco percebido; valorização da experiência do pessoal; controlo de qualidade | focalização no mercado: é a aplicação das duas estratégias apresentadas anteriormente) são as que têm obtido maior sucesso na formulação de uma que permite à empresa ultrapassar a concorrência. Quando se pretende alargar a nossa carteira de clientes, tentando conquistar novos e angariar potenciais interessados nos serviços prestados pela empresa através de um sistema que poderá ser diferenciado e ganhar preferência no mercado pela disponibilidade, conveniência, confiabilidade, personalização, preço, qualidade, reputação, segurança e rapidez oferecidas aos clientes.

Partindo para o desenvolvimento de novos serviços, tal como este nos indica (2005:95), isto é, (encontro entre o prestador de um serviço e um cliente, que ocorre acima da “linha de visibilidade”, no blueprint do serviço), teremos de iniciar a elaboração de um sistema que nos permita levar a um processo criativo e que seja uma mais-valia para os nossos clientes, rodeado de um conceito inovador, capaz de o distinguir da concorrência. Um blueprint é uma descrição clara do sistema de prestação de um novo serviço em formato de fluxograma, que permite ao gestor testar o conceito no papel antes de qualquer tomada de decisão final, auxiliando na solução de problemas e no pensamento crítico, identificando pontos latentes de fracasso e destacando oportunidades para melhorar as percepções dos clientes sobre o serviço.

Portanto, o projecto de um serviço envolve aspectos relacionados com o layout de instalações, localização, um conjunto de definições e procedimentos das tarefas para os prestadores, medidas para garantir a qualidade, amplitude do envolvimento dos clientes, selecção de equipamentos e capacidade adequada de serviço. Depois de operacionalizado, as alterações feitas no processo são realizadas à medida que as condições assim o exigem, permitindo a continuidade do desenho.

Fitzsimmons (2005:88) refere- se à inovação como”…o processo de criar algo novo, como o produto

Fitzsimmons (2005:88) refere-se à inovação como”…o processo de criar algo novo, como o produto ou resultado real. No caso dos serviços, o resultado não precisa ser um novo produto, mas, em vez disso, algum grau de modificação de um serviço existente”.

As inovações dos serviços poderão surgir de várias fontes de informação, mais concretamente, de sugestões/reclamações de clientes, extensão de bancos de dados, tendências demográficas, tecnológicas, entre outras.

Tendo por base os avanços tecnológicos, podemos dizer que a maior parte das vezes são os fortes impulsionadores para a inovação radical em serviços, obrigando as pessoas adoptar mecanismos mais sofisticados, capazes de responder à mesma altura, tornando os trabalhadores mais flexíveis, dinâmicos e valorizados.

O encontro de serviço é a elaborado com intervenção dos interesses do cliente, da organização e

do pessoal inerente no processo produtivo e, cada participante procura exercer controlo sobre a

transacção, o que origina a delegação de poder e flexibilidade. A organização formula o ambiente

e a interacção decorre no contexto de uma cultura empresarial (padrões de crenças, expectativas;

hábitos, tradições; linguagem, valores), possibilitando o ponto decisivo na determinação do valor

que os clientes atribuem ao serviço prestado.

Ainda com Fitzsimmons (2005:116-117) define este conjunto de variáveis como “A tríade do encontro de serviço, um momento da verdade entre a organização, pessoal e o cliente”.

No que respeita à oportunidade de satisfazer ou não o cliente com a qualidade dos serviços, poderá fazer-se uma comparação da percepção do serviço prestado com as expectativas desejadas. Quando estas são superadas pelo cliente, o serviço é percebido como excepcional. Caso não se verifique, o serviço passa a ser visto como inaceitável. As expectativas resultam de várias fontes de informação (boca-a-boca, necessidades pessoais e experiências anteriores.

A afirmação do presente autor (2005:146), “Qualidade em serviço é um tema complexo, o que

pode ser percebido na necessidade de uma definição com cinco dimensões: confiabilidade, responsabilidade, segurança, empatia e aspectos tangíveis, listadas em ordem decrescente de importância para os clientes”.

O cliente sempre que procura um produto e/ou serviço, fa-lo porque sente essa necessidade que

deve ser satisfeita, com o intuito de atingir determinados objectivos e que lhe permita melhorar a

qualidade (just-in-time) e a produtividade da empresa. Estes elementos estão relacionados com a equação de valor do cliente e caracterizam as modificações estratégicas com a finalidade de tornar

a organização reconhecida internacionalmente.

Fitzsimmons (2005:76) indica- nos um dado bastante importante, “Aproximadamente 70% do PIB das nações líderes

Fitzsimmons (2005:76) indica-nos um dado bastante importante, “Aproximadamente 70% do PIB das nações líderes da economia mundial são gerados pelo sector dos serviços. Assim, é imperativa a melhoria da produtividade em serviços para garantir a prosperidade futura”.

Um conceito muito relevante quando falamos em desenvolver processos que facultem o melhoramento da produção e a respectiva qualidade dos serviços prestados aos clientes é o benchmarking que se verifica através das empresas de sucesso e que servem de exemplo.

Fitzsimmons (2005:437) classifica esta noção como “A medida da qualidade do desempenho de uma empresa pode ser tomada pela comparação com o desempenho de outras empresas conhecidas como as «melhores da classe». Em concordância com o autor que divide os serviços em quatro classificações: serviço focalizado (local e serviço únicos), rede focalizada (locais múltiplos e serviços único), serviços agrupados (local único e serviços múltiplos) e rede diversificada (locais e serviços múltiplos).

Hoje em dia há cada vez mais uma visão do crescimento e da expansão em serviços, no âmbito das estratégias de alargamento desta rede de oferta.

Há uma referência na obra (2005:468) que nos dá uma perspectiva extremamente interessante sobre actualidade “Vivemos agora num «mundo sem fronteiras», com as informações disponíveis sobre produtos e serviços para os clientes de todo o mundo, a presença global não é mais uma opção, mas uma necessidade”. A colocação das empresas no mercado internacional torna-se fundamental perante a competitividade actual e como alternativa para se sobreviver à mudança.

Relativamente à previsão da procura dos serviços, podemos dizer que existem algumas (subjectivas; causais e séries temporais), que nos facilitam informações acerca de base de dados em estratégias que resultem numa vantagem competitiva para a empresa.

Na perspectiva de Fitzsimmons (2005:478-494), alguns dos métodos que devem ser utilizados são “Modelos subjectivos: comportamento estável; Método Delphi: baseado na opinião de especialistas; análise do impacto cruzado: evento futuro relacionado com um anterior; analogia histórica: previsão da penetração do mercado e ciclo de vida do serviço; modelos causais: sem complexidade, regressão: relacionamento entre o factor a ser previsto, econométrica: versões dos modelos de regressão que envolvem um sistema de equações; modelos de séries temporais: valores das observações que ocorrem num padrão de comportamento ao longo do tempo, média móvel, suavização exponencial com ajuste de sazonalidade: curto prazo”.

Em suma, as empresas prestadoras de serviços utilizam certas aplicações subjectivas para poderem avaliar o

Em suma, as empresas prestadoras de serviços utilizam certas aplicações subjectivas para poderem avaliar o impacto futuro das mudanças demográficas, tais como, o envelhecimento de uma determinada população.

Hoffman e Bateson (2003:25), terminam com uma afirmação que define por inteiro o conceito de serviços “Quando um cliente compra um serviço está a comprar uma experiência”, que surge associada a determinados benefícios para a empresa que o adquire.

De acordo com o Manual de OSLO (2005), percebemos que a importância da inovação nos serviços

contribui para o crescimento económico do país, visto ser uma área de trabalho muito abrangente, que engloba imensas pessoas e de vários sectores diferentes.

Existe uma citação dos autores HOWELLS & ATAR (2004), classificam os serviços em quatro grupos distintos: os que tratam principalmente de produtos (como transporte e logística), aqueles que lidam com a informação (tais como call centers), serviços baseados no conhecimento e serviços que exigem o contacto com pessoas (como a saúde). Embora essa diversidade deva ser mantida em mente, existem várias características que se aplicam à maioria dos serviços.

Um elemento-chave de serviços é a distinção entre produtos e processos, pois com a produção e

o consumo ocorrem simultaneamente. O desenvolvimento de processos pode ser mais informal

nos serviços do que propriamente nos bens e tem como principais fases, a pesquisa, colecta da

ideia, avaliação comercial e de seguida a sua implementação.

Relativamente às actividades de inovação em serviços, estas tendem a ser contínuas numa série de mudanças incrementais em produtos e processos existentes. Portanto, podem eventualmente complicar a identificação de inovações nos serviços em termos de eventos únicos, ou seja, como

a implementação de uma mudança significativa nos produtos, processos ou a utilização de outro tipo de métodos.

Um estudo mais recente da OECD (2008) intitulado “Open Innovation”, transmite-nos uma informação bastante pertinente e que permite reforçar a ideia anteriormente expressa. Os serviços fazem parte de cadeias globais de valor, com políticas destinadas a desenvolver a concorrência e a inovação, podendo assim, expandir oportunidades para empresas e países participarem na produção e no comércio mundial de serviços.

BITNER (2008) , coloca uma questão muito importante acerca desta temática estudada, “Como a inovação

BITNER (2008), coloca uma questão muito importante acerca desta temática estudada, “Como a inovação pode ocorrer em serviços de maior sucesso e o que isso significa exactamente?” Quando se fala de inovação em serviços, pode significar o desenvolvimento de novas ofertas dentro de uma indústria (como por exemplo, garantido a entrega dos serviços expresso no sector do transporte rodoviário) ou através de novas inovações virtuais, Amazon e e-Bay oferecem este tipo de inovações nos seus primeiros dias.

A autora continua o seu discurso com a visão de uma empresa poder focalizar as suas inovações

no atendimento ao cliente através da tecnologia (self-service na Web), através de outras alterações inteligentes na experiência do cliente em concessionários de automóveis, ou até mesmo numa

organização de fabrico tradicional, onde pode inovar, expandir as suas ofertas nas áreas de serviços com a implementação em novos mercados, a fim de aumentar as experiências dos clientes e proporcionar melhores oportunidades de crescimento.

A citação dos autores BERRY et all (2006), MICHEL, BROWN e GALAN (2008), apresentam

outra maneira de pensar sobre a inovação dos serviços, pois consideram as alterações no uso do cliente ou no papel de co-criação de inovações. Acrescentam ainda a seguinte afirmação de que “Os quadros para a compreensão da inovação nos serviços com foco no cliente estão apenas a começar a ser desenvolvidos”.

Com a inovação dos serviços surge um problema, o facto de poucas empresas estarem predispostos ou preparados para apostar em processos de inovação do serviço ou em serviços de investigação e desenvolvimento (I & D), mas estão a ser geradas fortes possibilidades e esforços na concentração da atenção neste campo.

Contudo, HENARD & SZYMANSKI (2001), EDVARDSSON, GUSTAFSSON et all (2006),

dizem-nos que existem evidências consideráveis nas empresas em incorporar o seu ponto de vista nos clientes, com o intuito do seu produto e processo de desenvolvimento serem os mais bem- sucedidos num mercado cada vez mais competitivo.

Em resumo, entende-se que a co-criação e o envolvimento com o cliente pode ser o elo mais importante para a inovação dos serviços e entrega de valor final.

1. E NQUADRAMENTO DA I DEIA Fonte: Elaboração Própria 1.1. Apresentação da Ideia Depois de

1. ENQUADRAMENTO DA IDEIA

1. E NQUADRAMENTO DA I DEIA Fonte: Elaboração Própria 1.1. Apresentação da Ideia Depois de equacionar

Fonte: Elaboração Própria

1.1. Apresentação da Ideia

Depois de equacionar diversas hipóteses acerca de um serviço inovador, como a criação de um cartão único, um telemóvel com capacidade para as três redes, uma loja de conveniência online, entre muitos outros, decidimos optar por trabalhar um serviço prestado em conjunto com as discotecas, pois para além da ideia nos ter agradado mais que as outras, seria também mais viável a realização do trabalho.

Genericamente, a ideia passa por criar uma nova área de negócio para a empresa Comunikate. Esta empresa será detalhadamente apresentada mais à frente. Esta nova área de negócio, consiste na criação de sinergias com diversos clubes de diversão nocturna do Porto, e o objectivo é agregar valor aos clientes que frequentem estes espaços.

Normalmente, nestes espaços os clientes consomem bebidas alcoólicas, e o foco central desta ideia de negócio, será retirar às pessoas a preocupação que estas têm de se deslocar para casa no final da noite.

Para uma melhor percepção, fazemos uma comparação aos serviços prestados pelas empresas de Táxis, mas com a diferença de não se ter de pagar para se deslocar, ou seja, atingindo o consumo de 40€ num dos clubes que são nossos parceiros, a pessoa pode usufruir deste serviço de forma totalmente gratuita. Caso o cliente não atinja o consumo mínimo estipulado, existe sempre a possibilidade de pagar com o valor restante que lhe falta para poder usufruir deste serviço.

O serviço será financiado pelas discotecas sendo que a Comunikate ficaria com metade do dinheiro

O serviço será financiado pelas discotecas sendo que a Comunikate ficaria com metade do dinheiro gasto em cada cartão de clientes aderentes a este serviço, e agregará valor quer para o cliente (conforto, segurança entre outros) quer para as discotecas (maior número de clientes, maior número de consumidores, entre outros).

Depois de uma breve introdução da ideia, será projectado um quadro que explicitará as potenciais vantagens e desvantagens que o serviço constituir.

Vantagens

Desvantagens

Possível aumento de número de pessoas a frequentar clubes de diversão nocturna

Possibilidade de pouca aderência

Responsabilidade Social

 

(nomeadamente devido às mortes na estrada por embriaguez)

Custos de assistência às viaturas

Evitar operações STOP aos clientes

Rentabilidade dependente do número de sinergias efectuadas

Viagem de volta ao domicílio com conforto, rapidez e segurança

Necessidade de aluguer de uma vasta frota de carros para exercício da actividade

Fonte: Elaboração Própria

1.1.1. Área de Negócio Como já foi referido anteriormente, a área de negócio consiste num

1.1.1. Área de Negócio

Como já foi referido anteriormente, a área de negócio consiste num serviço prestado directamente a várias discotecas da Zona do Porto, e para uma melhor clareza e percepção optamos por dividir a ideia em dois patamares distintos e apesar de o negócio estar focalizado no transporte de pessoas, está também fortemente relacionado com as discotecas, pois será através destas que o serviço irá ser prestado.

Área de Negócio

Transporte de Pessoas depois de uma noite passada num clube de diversão nocturna

Público-alvo

Perante este cenário, percebemos que o nosso público-alvo são todos aqueles clientes que frequentam espaços de diversão nocturna e que o mais importante é concentrar toda atenção no serviço que lhes direccionamos, através de um conceito de negócio que pretende transparecer uma comunicação bastante aliciante e preocupada com o bem-estar dos consumidores de discotecas e consequentemente daqueles que consomem bebidas alcoólicas. Contudo, este negócio passa pelo contacto directo com as discotecas numa vertente B-2-B, no estabelecimento de parcerias e contactos de potenciais indivíduos interessados na utilização permanente deste serviço, mas também se envolve na área dos transportes, onde enfrenta concorrência de mercado ao nível dos serviços públicos (bus, táxis e metro), mas que trabalham com outro propósito, envolvendo outro tipo de segmentos.

Fonte: Elaboração Própria

outro tipo de segmentos. Fonte: Elaboração Própria Este gráfico diz-nos o número total de indivíduos que

Este gráfico diz-nos o número total de indivíduos que costumam frequentar discotecas em Portugal Continental no ano de 2006.

O público-alvo que realmente nos interessa trabalhar é a zona do Grande Porto (11% do Universo), que corresponde a cerca de 267 mil pessoas potenciais clientes.

Fonte: Marktest

2. A NÁLISE I NTERNA 2.1. Apresentação da Empresa Somos uma empresa de Eventos, Meios

2. ANÁLISE INTERNA

2.1. Apresentação da Empresa

2. A NÁLISE I NTERNA 2.1. Apresentação da Empresa Somos uma empresa de Eventos, Meios e
2. A NÁLISE I NTERNA 2.1. Apresentação da Empresa Somos uma empresa de Eventos, Meios e

Somos uma empresa de Eventos, Meios e Comunicação denominada Comunikate e o nosso

principal evento de referência para o mercado e pilar de sustentação é o “Surf at Night”, evento

este que se pretende internacionalizar num prazo máximo de cinco anos.

A vertente com maior destaque desta organização é a CRIATIVIDADE e a

ORIGINALIDADE. A simplicidade e a coerência serão também predicadas a termos em conta

na

forma como vamos comunicar com o público-alvo que pretendemos atingir.

O

KNOW-HOW em diferentes áreas dos vários elementos a actuar na organização será uma

forte determinante para o sucesso da empresa.

Ao nível dos serviços que prestamos ao mercado, estes são diversificados desde a criação e

desenvolvimento de novos produtos na área do Entertainement assim como o fornecimento dos meios para a realização dos mesmos, nomeadamente na área de campanhas de comunicação, acessória de imprensa, desenvolvimento de imagem corporativa para as empresas, desenvolvimento de websites, design e produção de material gráfico para o sector empresarial.

A empresa caracteriza-se como sendo irreverente, originais e direccionados para um nicho de

mercado exigente. Afirmamo-nos como sendo únicos nesta matéria de elevado grau de

complexidade e elevamo-nos a um culminar de emoções e ligações fortes com as marcas/clientes

que representamos.

O posicionamento que queremos assumir na mente dos consumidores é de “AMAMOS O QUE FAZEMOS” pois o nosso objectivo é que nos amem, que amem as nossas marcas e aquilo que representa, pois nós somos os primeiros a viver, sentir e amar o que fazemos.

Como o próprio nome “COMUNIKATE” indica, este é bilingue, pretende comunicar com o mundo, “GRITAR BEM ALTO” as nossas ideias, seremos emotivos pois esta será a nossa aproximação com os segmentos a atingir, Portugal é a base, mas no mundo existe um sem fim de oportunidades e milhões de pessoas que poderão querer falar bem alto com a “Comunikate”, perspectivando-se num futuro próximo a internacionalização da marca.

O meio ambiente será uma forte preocupação para toda a organização. Todos os nossos

projectos vão interagir com acções paralelas de luta contra a fome, poluição, energias renováveis, reciclagem, etc ….

Teremos um forte papel na representatividade da marca “PORTUGAL” pois tudo o que faremos terá

Teremos um forte papel na representatividade da marca “PORTUGAL” pois tudo o que faremos terá o carimbo “MADE IN PORTUGAL”.

Em suma … os eventos de grande dimensão serão inovadores e únicos objectivos da organização a operar em Portugal, podendo no entanto expandir-se para outros mercados, outros países, promovendo sempre a marca Portugal, dentro e fora do nosso país.

A paixão por aquilo que fazemos estará sempre presente nos nossos eventos, que numa fase inicial privilegiarão o “nosso” Portugal.

ORGANIGRAMA

DIRECTOR GERAL NUNO AMARO CONTABILIDADE (OUTSOURCING) DR HERNÂNI SARAIVA DEPT. JURIDICO (OUTSOURCING) DR JORGE
DIRECTOR GERAL
NUNO AMARO
CONTABILIDADE (OUTSOURCING)
DR HERNÂNI SARAIVA
DEPT. JURIDICO (OUTSOURCING)
DR JORGE CERNADAS
PRODUÇÃO / LOGISTICA
TIAGO FERREIRA
DEPT. COMERCIAL
AMADEU AMARO
ACCOUNT
MARA SILVA

Fonte: Comunikate

3. A NÁLISE EXTERNA Perante a ideia apresentada e a análise efectuada baseada no aluguer

3. ANÁLISE EXTERNA

Perante a ideia apresentada e a análise efectuada baseada no aluguer de veículos em Portugal, foi detectada uma oportunidade de mercado que deverá ser aproveitada, sendo portanto proposto investir numa pesquisa de mercado, para se averiguar se a aposta na inovação e atractividade do novo serviço faz sentido.

3.1. Metodologia

A metodologia proposta para a pesquisa de mercado incide nas Entrevistas em Profundidade.

3.1.1.Entrevistas em Profundidade

Este tipo de entrevista que o entrevistador deverá efectuar um tipo de pergunta aberta, com o principal objectivo de estimular a espontaneidade e capacidade de resposta do entrevistado.

Objectivo

O principal objectivo da realização deste tipo de entrevistas é a recolha de informações,

motivações, crenças, atitudes e sentimentos dos consumidores, a respeito de um determinado tema que o investigador se proponha a pesquisar. A entrevista em profundidade foi a técnica qualitativa escolhida para a presente pesquisa a fim de aferir a necessidade da prestação deste serviço de transporte ao domicílio a clientes que frequentam espaços de diversão nocturna da zona do Grande Porto, especialmente o trabalho directo com algumas discotecas.

"A entrevista é uma das mais comuns e poderosas maneiras que utilizamos para tentar compreender nossa condição humana", dizem Fontana & Frey (1994, p.361).

O que os autores querem transmitir com esta citação é o facto de todos nós, diariamente,

utilizarmos a entrevista, seja ela de que tipo for, para obter respostas sobre os mais variadíssimos assuntos que nos vão surgindo.

O objectivo de uma entrevista é a recolha de informação, percepções e experiências fornecidas

por parte do entrevistado. Com isto, podemos afirmar que uma entrevista permite a recolha de informações qualitativas, capazes de nos ajudar a perceber o tema a ser tratado naquele momento.

A entrevista em profundidade é uma técnica dinâmica e flexível, muito útil para que se

A entrevista em profundidade é uma técnica dinâmica e flexível, muito útil para que se possa

perceber claramente a realidade. Estas são, normalmente, de carácter individual.

A elaboração de uma entrevista em profundidade permite questões abertas e semi-abertas, devido

a toda a sua flexibilidade e por permitir que o entrevistador consiga aprofundar o tema ao

máximo. Por outro lado, este tipo de entrevista não permite testar hipóteses, nem dar um

tratamento estatístico aos dados recolhidos. A definição da amplitude do fenómeno é igualmente

não permitida.

Autores como Ander-Egg (1978, p.111) e Selltiz et al. (1987, p.298) identificam um tipo especial de entrevista

em profundidade, a clínica, relacionada a motivações, atitudes, crenças específicas do respondente com base em sua

experiência de vida.

Guião da Entrevista em Profundidade

Exmo (a) Sr. (a)

Somos um grupo de alunos universitários e estamos realizar um estudo sobre um serviço

inovador. Para esse efeito, estamos a estudar comportamentos inerentes às frequências de

discotecas, e quais os hábitos de consumo nestas. Para o qual necessitávamos que o(a) Exmo(a)

Sr. (a) nos respondesse a um breve inquérito com a finalidade de melhorar o estudo em causa.

Os dados recolhidos serão analisados por nós e a sua confidencialidade é total.

Com os melhores cumprimentos:

Francisco Vieira, João Oliveira e Rui Pereira

Entrevista:

1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um espaço de diversão

nocturna? Porquê?

2. Com que frequência costuma frequentar discotecas?

3. Costuma consumir muitas bebidas alcoólicas nos espaços de divertimento nocturnos?

4. Geralmente, e quando bebe em demasia, a viagem de regresso a casa é um assunto

que o preocupa durante a noite? Porquê?

5. O que acha de um serviço capaz de o levar de volta a casa em total segurança e sem

custos adicionais, fornecido pelas casas de divertimento nocturno, e para pessoas que consumam mais de 40euros do seu cartão?

6. Na sua opinião, achas que as casas de diversão nocturna que aderissem e este serviço

iam ganhar clientes com isso? Porquê?

7. Qual a sua opinião sobre este serviço inovador?

Nota: Seguem em anexo as quatro entrevistas em profundidade efectuadas sobre o serviço.

3.2. O Mercado Nacional das Discotecas  Vogue O clube Vogue nasceu no decorrer do

3.2. O Mercado Nacional das Discotecas

Vogue

3.2. O Mercado Nacional das Discotecas  Vogue O clube Vogue nasceu no decorrer do ano

O clube Vogue nasceu no decorrer do ano de 2002, contando já com 9 anos de existência.

Este situa-se na Zona Industrial do Porto, tendo como objectivo ser visto no mercado associado à Moda e ao Glamour.

Este é um espaço que se concentra principalmente em dois estilos de música, sendo eles o Electro e o Deep House Music, fazendo tudo isto parte da estratégia montada pela organização.

A grande maioria dos seus clientes são jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 35,

aproximadamente, alegres, extrovertidos e com vontade de se divertirem pela noite dentro.

De todas as noites em que o Clube abra as portas para os seus clientes, existe uma que se destaca de todas as outras, sendo muito conhecida na noite do Porto, sendo ela a 4ª feira, sendo conhecida por “Ladies Night”.

Creme Bar

sendo conhecida por “Ladies Night”.  Creme Bar O Creme Bar é um espaço recém-criado, ou

O

Creme Bar é um espaço recém-criado, ou seja, com pouco tempo de existência e este no ano

de

2010, inspirando-se no conceito dos bares de Miami, os apelidados de “ Cocktail Bars”.

A

localização deste espaço é no Edifício Transparente, no Porto, mesmo junto à praia, o que faz

com que o espaço ganhe outro ambiente e outra mística, em conjunto com a sua decoração moderna. Os estilos de música que marcam o ambiente do espaço em questão são o Deep House, o Soulful, o Lounge, Disco sound 80s/90s e Brazilian Classics.

Com isto, este torna-se o local ideal para que se possa começar da melhor maneira uma noite.

ACT

que se possa começar da melhor maneira uma noite.  ACT Este é outro dos muitos

Este é outro dos muitos espaços existentes na zona do Porto. O ACT nasceu no dia 18 de Dezembro de 2003, com o intuito de proporcionar as melhores noites aos seus clientes.

No seu sector de actividade, a discoteca ACT diferencia-se dos seus principais concorrentes pela forte ligação que esta tem com as componentes animação e eventos, relacionadas com a moda, música, dança, teatro e desporto.

Com tudo isto, esta organização tornou-se uma referência nacional, apreciado por muitos dos clientes assíduos dos espaços nocturnos do Porto.

 Twin’s Club (Foz) O Twin’s Club é uma organização que tem no mercado nacional

Twin’s Club (Foz)

 Twin’s Club (Foz) O Twin’s Club é uma organização que tem no mercado nacional três

O Twin’s Club é uma organização que tem no mercado nacional três espaços nocturnos abertos. Este nasce no ano de 1974, sofrendo à poucos anos remodelações, quer a nível de espaço físico, quer a nível de publico.

O espaço em estudo, o Twin’s Foz, encontra-se na rua do Passeio Alegre, na Foz do Douro.

Em 2006, os proprietários do Twin’s Club sentiram a necessidade de voltar aos velhos tempos, tendo-se adaptado à modernidade e a novos públicos, ou seja, adaptar-se à época actual.

Toda esta organização tem como principal objectivo, transmitir ao seu público a sensação de se “sentir em casa”.

Estado Novo

a sensação de se “sentir em casa”.  Estado Novo E ste é um espaço nocturno

Este é um espaço nocturno bem conhecido de todos quando falamos da noite de Matosinhos.

Situada na zona industrial de Matosinhos, que fica a sul da cidade, a discoteca Estado Novo foi construída num dos armazéns abandonados desta zona.

O espaço é composto por dois andares, sendo no segundo que se situam os bares da discoteca, onde as pessoas podem consumir as suas bebidas preferidas, num ambiente sereno, propicio também para uma boa conversa.

No inicio de cada noite que o espaço abre para o seu publico, o ambiente é criado através de música revivalista, progredido com o avançar da noite para um outro género musical, o House, sendo o predilecto da grande maioria do seu público-alvo.

 Via Rápida (V|R) À semelhança de alguns dos seus concorrentes mais directos, como a

Via Rápida (V|R)

 Via Rápida (V|R) À semelhança de alguns dos seus concorrentes mais directos, como a Vogue,

À semelhança de alguns dos seus concorrentes mais directos, como a Vogue, a discoteca Via

Rápida desenvolve a sua actividade comercial na zona industrial do Porto.

Como forma de promover a “casa”, este espaço nocturno realiza todos os fins-de-semana o que apelidam de “Ladies Night”, o que permite que o público do sexo feminino entre sem ter que consumir, oferecendo três bebidas por cada cartão, ou seja, as mulheres bebem a custo zero.

Contudo, o Via Rápida não fica por aqui, pois em todas as ultimas 6ª feiras de cada mês realiza-se a “Sexy Ladies Night”, com Sexy Sound System, grupo musical de referência nacional, nascido na cidade do Porto.

LaMovida (Porto)

nacional, nascido na cidade do Porto.  LaMovida (Porto) O LaMovida, à semelhança de outras casas

O LaMovida, à semelhança de outras casas nocturnas do Porto, situa-se na Zona Industrial, na

mesma rua da Vogue.

Aqui, o ambiente é totalmente diferente dos seus mais directos concorrentes. Os ambientes que podemos encontrar no interior do espaço são de praia, de calor e de muito movimento. O Funk e

as músicas latinas são os dois géneros musicais que mais marcam as suas noites, fazendo alguma referência com o passar da noite ao género House.

Nesta casa nocturna, a 2ª feira de cada semana são dos estudantes do Porto. Aqui tem lugar a noite apelidada de “ Queima Douro”, que consiste na existência de alguns bares explorados por algumas das universidades portuenses. Esta é uma noite que se diferencia de todas as outros também devido ao facto de se poder encontrar as bebidas a preços muito mais acessíveis.

3.3. O Mercado Nacional dos Transportes Públicos  Táxis Invicta (Porto) Esta é uma empresa

3.3. O Mercado Nacional dos Transportes Públicos

Táxis Invicta (Porto)

dos Transportes Públicos  Táxis Invicta (Porto) Esta é uma empresa que conta já com algumas

Esta é uma empresa que conta já com algumas décadas de experiência no sector, localizada no centro da cidade do Porto, na Rua da Constituição.

As áreas abrangidas pela empresa são o centro da cidade e também o grande Porto. Para que consiga dar resposta a grande parte dos seus clientes, a empresa tem ao dispor diariamente uma boa frota de táxis.

Para que o seu público possa usufruir dos seus serviços, basta proceder à marcação via telefone; via fax ou via internet, recebendo a confirmação do serviço por telefone.

Este agrupamento vê-se na obrigação de inovar, de servir cada vez melhor os seus clientes, e para tal tem em mente a implementação de novos serviços, sendo eles a localização de viaturas (táxis) através de GPS e a distribuição de serviços através de GPRS.

Autocarros STCP

de serviços através de GPRS.  Autocarros STCP A origem da STCP (Serviço de Transportes Colectivos

A origem da STCP (Serviço de Transportes Colectivos do Porto) remete-nos para o ano de 1946,

ano em que a Câmara Municipal do Porto “retira” a concessão desta a um grupo de empresários.

Tudo isto inicia-se em 1872, ano em que surgem os transportes colectivos na cidade do Porto, sendo a “Companhia Carril Americana do Porto” a pioneira no que diz respeito à exploração deste sector de actividade.

Um ano mais tarde surge no mercado uma outra organização, a “Companhia Carris Ferro do Porto”, dando-se a fusão das duas empresas no ano de 1893, ficando com o mesmo nome durante 73 anos, desaparecendo do mercado.

É já em 1994 que esta empresa se torna numa sociedade anónima, passando a ter o nome de

Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S. A. (STCP)

No que diz respeito à missão desta empresa, esta diz-nos que o seu principal objectivo é disponibilizar à sociedade em que está inserida alternativas ao transporte privado, ou seja, aos veículos próprios de cada indivíduo.

Como consequência disso, a empresa gera benefícios sociais e ambientais.

 Camionetas UTC A União de Transportes dos Carvalhos surge no mercado no ano de
 Camionetas UTC A União de Transportes dos Carvalhos surge no mercado no ano de

Camionetas UTC

A União de Transportes dos Carvalhos surge no mercado no ano de 1940, através da fusão de

várias empresas. A grande expansão desta empresa dá-se em meados da década de 50, o que permitiu nessa altura diminuir o tempo de deslocação das pessoas para os seus empregos, uma vez que a maioria dos indivíduos iam a pé. Assim sendo, esta organização tem como principal objectivo a aproximação de pessoas, aliadas ao melhor conforto e segurança que se pode ter, fazendo com que as pessoas se possam deslocar de uma maneira mais fácil, contribuindo assim para a prevenção do meio ambiente.

Metro do Porto

assim para a prevenção do meio ambiente. Metro do Porto O Metro do Porto foi fundado

O Metro do Porto foi fundado no dia 6 de Agosto de 1993, mas só no dia 1 de Janeiro de 2003 é

que a empresa estabeleceu ligações com a Área metropolitana do Porto, através do Sistema de

Mero Ligeiro. Este tem como missão “planear, conceber, construir, equipar e explorar um Sistema de Metro Ligeiro na Área Metropolitana do Porto”.

O serviço prestado pela organização é o transporte de passageiros na Área Metropolitana do Porto, ou seja, a prestação deste serviço abrange diversos conselhos, como o do Porto, Gaia, Matosinhos, Maia, Vila do Conde e Póvoa de Varzim. No entanto, o Metro do Porto está actualmente com novos projectos em curso, nomeadamente a extensão dos seus serviços a outros conselhos, como por exemplo o de Gondomar.

Comboios CP

conselhos, como por exemplo o de Gondomar.  Comboios CP Foi já num tempo longínquo, em

Foi já num tempo longínquo, em 1856, no dia 28 de Outubro, que se realizou a primeira viagem de comboio, entre Lisboa e o Carregado. Tendo esta actividade começado muito antes de aparecer a CP, Caminhos de Ferro Portugueses, é em 1975 que esta nasce e se torna a empresa responsável por gerir os caminhos-de-ferro de Portugal.

Como forma de introduzir inovação no mercado em que opera, a CP tem já em curso um novo projecto, o comboio de alta velocidade (TGV), com a ligação da inovação tecnológica, que permite essencialmente a valorização do tempo e a constante protecção do meio ambiente.

3.4. ANÁLISE MACRO AMBIENTAL (PEST) 3.4.1. Variáveis Político-Legais Em relação a esta vertente de carácter

3.4. ANÁLISE MACRO AMBIENTAL (PEST)

3.4.1. Variáveis Político-Legais

Em relação a esta vertente de carácter legislativo, podemos dizer que existem vários aspectos que devemos considerar quando falamos neste tema e o relacionamos com espaços de diversão nocturna (bares e discotecas), pois têm existido mudanças ao longo do tempo, tais como:

Salvo parecer em contrário da Comissão de Classificação de Espectáculos, produzido em

harmonia com o previsto no n.º 2 deste artigo, serão classificados: Será «Para maiores de 16 anos»

a frequência de discotecas e similares e «para maiores de 18 anos» a frequência de clubes nocturnos e similares.

A venda de tabaco ficou proibida a menores de 18 anos desde o dia 1 de Janeiro de 2008 e

actualmente exige um controlo bastante rigoroso da venda através de máquinas automáticas.

A restrição de fumar tem vindo afastar clientes das discotecas, bares, restaurantes e cafés,

provocando prejuízos que chegam a70% e já existiram despedimentos por parte de empresários, desde o início do ano de 2008.

A constituição de arguidos por crime de usurpação de direitos conexos (apreensão de CD´s

“piratas”, ou seja, de cópias ilegais, de mesas de mistura, gira-discos e leitores de cd e da

constituição como arguidos dos responsáveis dos estabelecimentos).

A redução do preço do IVA no CD´s musicais por se tratar de cultura.

do preço do IVA no CD´s musicais por se tratar de cultura. Francisco Vieira | João
3.4.2. Variáveis Económicas Fonte: Pordata O gráfico sobre a população desempregada em Portugal até 2010

3.4.2. Variáveis Económicas

3.4.2. Variáveis Económicas Fonte: Pordata O gráfico sobre a população desempregada em Portugal até 2010 e
3.4.2. Variáveis Económicas Fonte: Pordata O gráfico sobre a população desempregada em Portugal até 2010 e

Fonte: Pordata O gráfico sobre a população desempregada em Portugal até 2010 e todos os outros indicadores sobre a despesa pública com a educação, dívida bruta das administrações públicas entre outros contadores de forte interesse neste contexto.

Neste sentido, o país tem vindo atravessar um longo período com uma taxa de desemprego crescente e com um cenário que tem vindo alargar-se para a casa das centenas de milhar em relação à dívida externa. (Dados do dia 4/02/2010 às 19H12)

No terceiro semestre do ano 2010, o Produto Interno Bruto Português atingiu 1,4%, cerca de 5%

de abaixo da linha da União Europeia com 1,9%.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) é uma autoridade administrativa

nacional especializada no âmbito da segurança alimentar e da fiscalização económica, cuidada

pelo Ministério da Economia, Inovação e Desenvolvimento.

Este organismo realizou no ano passado quase nove mil operações de fiscalização, de que resultaram em milhares de apreensões no valor de mais de 13 milhões de euros e a suspensão da actividade de cerca de cinco mil bares e discotecas.

Neste momento é responsável pela avaliação e comunicação dos riscos na cadeia alimentar, bem como pela disciplina do exercício das actividades económicas nos sectores alimentar e não alimentar, mediante a fiscalização e prevenção do cumprimento da legislação reguladora das mesmas, assumindo um papel fundamental e preponderante na sociedade e perante uma cultura portuguesa extremamente conservadora e tradicionalista.

3.4.3. Variáveis Sócio-Culturais As discotecas têm vindo assumir um papel cada vez mais importante na

3.4.3. Variáveis Sócio-Culturais

As discotecas têm vindo assumir um papel cada vez mais importante na vida social e cultural das pessoas. Mais de 1,8 milhões de portugueses com 15 e mais anos costumam frequentar regularmente discotecas, de acordo com os dados do estudo Consumidor 2004, da Marktest.

O Consumidor contabiliza 1 862 mil residentes no Continente com 15 e

mais anos que têm por frequentar discotecas regularmente. Um número

que representa 22.4% do universo em estudo.

Um número que representa 22.4% do universo em estudo. Também os indivíduos do sexo masculino apresentam

Também os indivíduos do sexo masculino apresentam uma taxa superior à média do universo, de 25.3%. Por idades, as diferenças são maiores, com os jovens dos 15 aos 17 anos a apresentarem um valor de 48.7% e os jovens dos 18 aos 24 anos a evidenciarem uma taxa de 67.0%. Da mesma forma, os estudantes são o grupo ocupacional com mais adeptos destes locais de divertimento, visitados de forma regular por 64.6% deles. Nas classes sociais, são a alta e a média alta as que apresentam maior valor, de 28.6%.

Numa análise de perfil sócio-demográfica dos indivíduos que costumam frequentar discotecas, vemos como 54.0% deles são homens, 34.3% reside nas regiões da Grande Lisboa e Grande Porto, 79.4% têm menos de 35 anos, 63.9% pertencem às classes sociais média ou média baixa e 49.4% são estudantes ou trabalhadores qualificados.

3.4.4. Variáveis Tecnológicas

trabalhadores qualificados. 3.4.4. Variáveis Tecnológicas simples, rápida e eficaz. Ao nível tecnológico afirmamos

simples, rápida e eficaz.

Ao nível tecnológico afirmamos que existe uma ligação directa com os bares, as discotecas e espaços de diversão nocturna na sua globalidade, pois sem a intervenção da comunicação virtual (presença on-line), dificilmente seríamos capazes de obter informação actualizada acerca de eventos que são realizados diariamente à noite de uma maneira tão

É sem dúvida através do uso da Internet, mais concretamente das redes sociais que estas

organizações comunicam com o exterior (clientes actuais e potenciais), têm a possibilidade de divulgar as festas já realizadas e onde comunicam as que pretendem fazer posteriormente.

Esta abordagem surge naturalmente, a fim de cativar os consumidores, de preferência, direccionando atenção para

Esta abordagem surge naturalmente, a fim de cativar os consumidores, de preferência, direccionando atenção para o seu público-alvo, pois são para eles que trabalham, dedicam e se esforçam em acrescentar valor, na tentativa de exceder as suas expectativas enquanto consumidores de um determinado espaço de divertimento nocturno.

Contudo, as novas tecnologias de informação e comunicação surgem aliadas à própria inovação, como não poderia deixar de acontecer com a evolução desta actividade, não só com a introdução diário de novos êxitos mundiais, mas também em tudo o que sejam instrumentos e ferramentas de trabalho para os Dj’s, caixas, provadores, seguranças e colaboradores destas empresas.

provadores, seguranças e colaboradores destas empresas. Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira Design
3.4.5. Variáveis Ecológicas Perante esta actividade e situações onde o consumo excessivo de álcool em

3.4.5. Variáveis Ecológicas

Perante esta actividade e situações onde o consumo excessivo de álcool em discotecas leva ao desastres e a muitas vezes a vítimas mortais na estrada, pretendemos com a iniciativa proposta contribuir para a diminuição deste número significativo de acidentes.

a diminuição deste número significativo de acidentes. De acordo com os dados da Comissão Europeia, Portugal

De acordo com os dados da Comissão Europeia, Portugal surge como um dos piores da UE, com uma percentagem de 27,8 por cento, sendo apenas ultrapassado pela Espanha (28,8 por cento) e França (29,5 por cento). Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE) que apresenta uma maior taxa de acidentes rodoviários mortais provocados pelo excesso de álcool, revelou, anteontem, um relatório da Comissão Europeia.

“O problema mais grave de consumo de substâncias em Portugal é o álcool”

A componente da responsabilidade social é cada vez mais importante para as instituições, pois demonstra a importância com o bem-estar e qualidade de vida dos consumidores e nesse sentido, há muito trabalho a desenvolver.

Por exemplo, o facto de a tendência dos adolescentes saírem com idades muito precoces para frequentarem discotecas com amigos (as), colegas e/ou namorado (a), aumenta a preocupação de alguns pais com os filhos (as) da forma como chegam a casa, pois apesar de alguns preferirem ir busca-los a qualquer hora da noite, temos outros casos, que por falta de meios ou de disposição preferem vir num táxi ou noutro transporte. Este serviço surge como a solução mais indicada, pois os jovens poderão esclarecer os seus encarregados sobre o funcionamento do mesmo.

No que diz respeito, à redução de veículos na estrada, podemos considerar que as emissões de gases tóxicos lançados na atmosfera através da circulação de vários automóveis em simultâneo, transportando muitas vezes apenas uma pessoa e tendo capacidade para suportar duas ou mais, reduzindo custos e evitando o número de batimentos entre condutores.

4. D ESENVOLVIMENTO DO S ERVIÇO 4.1. Prestação de Serviços a Discotecas do Porto 4.1.1.

4. DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO

4.1. Prestação de Serviços a Discotecas do Porto

4.1.1. Posicionamento

A estratégia de posicionamento que utilizaremos para a prestação deste inovador serviço passa

pelo conceito de diferenciação, pois não temos qualquer concorrente directo actuar na zona norte do país, mais especificamente, no Grande Porto, junto à zona industrial e arredores.

Esta ideia distingue-se pela ampla oferta de benefícios que são oferecidos aos frequentadores dos espaços de diversão nocturna e pretende-se que estes reconheçam o valor que lhe é acrescentado quando nos preocupamos com o seu bem-estar, segurança e conforto.

4.1.2. Marketing-Mix

Serviço

Relativamente a esta variável já foi explorada superficialmente na metodologia que iremos utilizar durante a realização deste projecto, mais tarde na identificação da ideia seleccionada, com respectivas vantagens e desvantagens e também ao longo da explicação da área de negócio onde está apresentado o enquadramento da ideia principal.

Preço e Condições

Os clientes que atingirem um consumo de 40€ no seu cartão, será oferecido, caso desejem, o transporte até casa, por questões de segurança, conforto e qualidade do serviço que as discotecas estão a prestar às pessoas que costumam frequentar os seus espaços de diversão nocturna.

A percentagem que reverterá para a Comunikate é cerca de 50% do valor da prestação do serviço,

pois o restante montante pertence às discotecas nossas parceiras, como pagamento pelos clientes

que decidem utilizar o nosso serviço inovador de transporte ao domicílio.

As restantes despesas, como por exemplo, o combustível para as deslocações efectuadas são financiadas através de um subsídio atribuído pela Câmara Municipal do Porto, tal como vai ser posteriormente referido na distribuição e vendas praticadas pela empresa.

 Comunicação de Marketing A comunicação será feita com Publicidade nas casas de banho ,

Comunicação de Marketing

A comunicação será feita com Publicidade nas casas de banho, pois têm um forte impacto nos frequentadores das discotecas, pois é um excelente ponto de contacto com os clientes e incentivo a usufruir deste serviço de transporte ao domicílio.

Vamos interagir intensamente com os jovens das Escolas Secundárias e Comunidades Universitárias da zona do Grande Porto e arredores, com o intuito de permitir uma maior abrangência de divulgação da prestação do serviço prestado pela empresa Comunikate com a implementação de vários Outdoors em locais estratégicos.

Como não podia deixar de acontecer, as Redes Sociais vão funcionar de uma forma muito directa e personalizada a fim de captar o máximo de intervenientes nesta fase inicial do projecto, pretendemos estar sobretudo no Facebook, mas também no Twitter e nos sites e blogues das organizações em causa, com campanhas promocionais atraentes para os consumidores.

Distribuição e Vendas

A empresa Comunikate, prestadora do serviço, pretende estabelecer uma parceria com a Câmara Municipal do Porto a fim de esta, contribuir com uma percentagem para o transporte dos indivíduos ou mesmo no aluguer das viaturas e assim trabalhar pelo decréscimo da taxa de mortalidade nas estradas portuguesas devido à condução sobre o efeito de álcool e desta forma, surge também a oportunidade de se evidenciar o patrocínio desta entidade pública nos veículos.

Evidências Físicas

Podemos e devemos ter em conta os próprios carros de serviço da empresa prestadora, os espaços de diversão nocturna das discotecas nossas parceiras neste projecto inovador e como não podia deixar de ser, todos os intervenientes no processo. O dinheiro é sem dúvida uma evidência que está presente na caixa de pagamento no final da noite.

 Processos (Blueprint) Chegado ao destino o Entra no automóvel e o prestador do serviço

Processos (Blueprint)

Chegado ao destino o Entra no automóvel e o prestador do serviço leva o cliente
Chegado ao destino
o
Entra no automóvel e o
prestador do serviço leva o
cliente ao local pré-definido.
prestador despede-se do
cliente e agradece-lhe o facto
de ter escolhido este serviço.
Chega ao veículo com um cartão
carimbado, com a indicação da
morada do cliente e autorizado a
usufruir do serviço.
O prestador regressa à
discoteca para continuar o seu
trabalho com um novo cliente
Acto de Pagamento
Acto de Pagamento

Saída da Discoteca com o responsável pelos prestadores do serviço até ao carro

Fonte: Própria

Pessoas

Este serviço envolve essencialmente três conjuntos de pessoas com características diferentes, mas

como necessidades e desejos semelhantes, pois todas lutam por um objectivo que pretendem ver concretizado. Refiro-me desta forma, aos recursos humanos da empresa de organização de eventos, meios e comunicação que assume um papel fundamental através da prestação de um serviço inovador (transporte de pessoas ao domicílio depois de terem consumido bebidas alcoólicas em espaços de diversão nocturna da zona do Grande Porto). Outro interveniente crucial que serve de intermediário são as discotecas que pretendemos associar na prática como parceiros de negócio da Comunikate. Sem dúvida que o mais importante se concentra nos indivíduos que frequentam discotecas, que bebem sem a preocupação de ter de levar o carro até casa após uma noite de diversão. Estes são a razão da nossa existência assumindo toda a essência que estamos a fundamentar e sem eles nada disto seria possível de concretizar.

5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui

5. TESTE DO SERVIÇO

5.1. Storyboard

5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira
5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira
5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira
5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira
5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira
5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira
5. T ESTE DO S ERVIÇO 5.1. Storyboard Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira

Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira

Design & Inovação

30

5.2. Análise de Dados Explicação da Amostra: 200 questionários extraídos aleatoriamente de 500 realizados através

5.2. Análise de Dados

Explicação da Amostra: 200 questionários extraídos aleatoriamente de 500 realizados através da rede social mais poderosa actualmente Facebook e também pelos alunos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com idades compreendidas entre os 17 e os 53 anos de idade. Estes, foram analisados individualmente e com ajuda de três programas informáticos, Google Forms, Excel e SPSS foi-nos possível fazer o tratamento de dados quantitativos.

Cada inquérito tinha 13 questões e essas são todas perguntas fechadas, ou seja, o inquirido tem de responder entre as respostas alternativas fornecidas, podendo ser de resposta única ou múltipla. O facto de apresentarmos as principais vantagens permite-nos comparar respostas e a respectiva codificação, facilitando a aplicação de análises estatísticas.

As questões sobre as características do serviço desenvolvido, as vantagens, os benefícios da sua existência, o tempo e o preço são adequados para a utilização do serviço e, como tal, foram perguntas a ter em conta durante o inquérito que colocamos em prática.

Hipóteses:

Hipótese 1: Quanto maior a idade maior será o valor disposto a pagar pelo serviço em causa. Hipótese 2: Quanto mais “elevada” for a profissão, maior será o valor disposto a pagar pelo serviço em causa. Hipótese 3: Quanto maior a idade maiores serão as deslocações em viaturas próprias para casa. Hipótese 4: Quanto mais “elevada” for a profissão, maiores serão as deslocações em viaturas próprias para casa.

Discotecas Outro 52 Estado Novo 38 Via Rápida 102 Sublime 8 Bela Cruz 3 1
Discotecas Outro 52 Estado Novo 38 Via Rápida 102 Sublime 8 Bela Cruz 3 1
Discotecas
Outro
52
Estado Novo
38
Via Rápida
102
Sublime
8
Bela Cruz
3 1
LaMovida
54
Pitch
35
Aliados Winter Club
15
Nº Frequências
Foz Club
1
Bla Bla
1
Creme
18
Twins
42
Chic
39
ACT
42
Vogue
79
0
20
40
60
80
100
120

Fonte: Própria

Comentário: Quando perguntamos aos inquiridos quais as discotecas que normalmente frequentam, obtivemos uma disparidade de respostas, mas aquela que se destacou realmente num âmbito global foi a discoteca Via Rápida (102 Respostas Obtidas), seguida da Vogue (79 respostas), La Movida (54 respostas) e Outras (52 respostas), onde incluímos diversos bares e diferentes espaços de diversão nocturna, como por exemplo, o Triplex, o Bâton, o Tendinha, Mau Mau, Piolho, Maus Hábitos, Pop, Feup Café, cama, casa…

Hábitos de consumo Mais de 50 € De 25 € até 50 € Até 25

Hábitos de consumo

Mais de 50

De 25 até 50

Até 25

Normalmente o consumo

mínimo

16 14 71
16
14
71
16 14 71 99

99

0

50

100

150

€ De 25 € até 50 € Até 25 € Normalmente o consumo mínimo 16 14

Hábitos de consumo

Fonte: Própria

Comentário: Relativamente ao consumo que os indivíduos que responderam ao questionário normalmente fazem quando saem à noite, podemos afirmar que a sua grande maioria atinge o mínimo, um valor dependente que ronda os 10€, 15€ (99 respostas), pois são genericamente estudantes do ensino superior académico. Seguiram-se aqueles que consumem até 25€ (71 respostas), depois entre 25€ e 50€ (14 respostas) e finalmente com mais de 50€ (16 respostas).

Deslocação para casa

Outro

Comboio

Autocarro/Camioneta

Taxi

Viatura própria

145

514

4214 5 81

8114 5 42

14 5 42 81 101

101

0

50

100

150

Outro Comboio Autocarro/Camioneta Taxi Viatura própria 14 5 42 81 101 0 50 100 150 Deslocação

Deslocação para casa

Fonte: Própria No que respeita à forma como os inquiridos normalmente se deslocam para casa depois de uma noite passada com divertimento e já com o consumo de algum álcool, podemos dizer que grande parte deles prefere a sua viatura própria para ir até casa (101 respostas), de seguida muitos optam pelo táxi (81 respostas), metro (71 respostas), autocarro (42 respostas), outro tipo de transporte (14 respostas), como por exemplo, aceitam uma boleia, vão embora a pé, de ambulância e por fim o comboio com apenas (5 respostas). Com este panorama ficamos assustados, na medida em que as pessoas escolhem o seu automóvel e arriscam as suas vidas na deslocação que efectuam no trajecto da discoteca até casa, mesmo após terem consumido bebidas alcoólicas.

Serviço de transporte ao domicílio Boa ideia 173 Indiferente 21 Serviço de transporte ao domicílio
Serviço de transporte ao domicílio Boa ideia 173 Indiferente 21 Serviço de transporte ao domicílio
Serviço de transporte ao domicílio
Boa ideia
173
Indiferente
21
Serviço de transporte ao
domicílio
Má ideia
6
0
50
100
150
200

Fonte: Própria

Falando em particular sobre a criação e respectiva apresentação deste projecto, conseguimos cerca de 173 respostas que nos dizem que a prestação deste serviço é uma boa ideia, para 21 respostas a ideia surge indiferente e apenas 6 respostas são negativas e dizem que a ideia é má, não sabendo o porquê, mas podendo retirar algumas ilações, pois podem ser pessoas que não frequentam este tipo de espaços de diversão nocturna, que não consumam álcool ou que mesmo não tendo carta, escolhem os amigos, colegas e transportes públicos para se deslocarem até suas casas e tornando-se para eles irrelevante a existência deste serviço de transporte ao domicílio.

Serviço inovador? Não 38 Serviço inovador? Sim 162 0 50 100 150 200
Serviço inovador?
Não
38
Serviço inovador?
Sim
162
0
50
100
150
200

Fonte: Própria

Partindo em concreto para a prática do conceito de inovação abordado ao longo das aulas da unidade curricular de Design & Inovação, decidimos perguntar aos inquiridos se acham este serviço inovador ou não e a sua esmagadora maioria respondeu que sim (162 respostas) e somente uma parte muito pouco significante respondeu que não achava inovador (38 respostas).

Também nos apercebemos da necessidade e da aceitação que a prestação deste serviço terá através desta pergunta, neste momento, obteve um impacto bastante positivo.

Irá incentivar mais pessoas a frequentar discotecas? Não 49 Irá incentivar mais pessoas a frequentar
Irá incentivar mais pessoas a frequentar discotecas? Não 49 Irá incentivar mais pessoas a frequentar
Irá incentivar mais pessoas a
frequentar discotecas?
Não
49
Irá incentivar mais
pessoas a frequentar
discotecas?
Sim
151
0
50
100
150
200

Fonte: Própria

Nesta questão queremos saber se para os inquiridos é incentivante ou não prestar este serviço inovador aos clientes das discotecas e se poderiam aumentar o número de visitas a espaços de diversão nocturna, pois passariam a estar mais à vontade para consumir bebidas alcoólicas e não ter de se preocupar com a viagem a conduzir até casa. Neste sentido, houve 151 pessoas que responderam que incentivava e 49 que não.

Recomendaria aos seus amigos? Não 21 Recomendaria aos seus amigos? Sim 179 0 50 100
Recomendaria aos seus amigos?
Não
21
Recomendaria aos seus
amigos?
Sim
179
0
50
100
150
200

Fonte: Própria

Outra pergunta bastante pertinente e que pretende vir a aumentar o número de frequentadores de discotecas prende-se na recomendação ou não desta prestação de serviços a amigos. Portanto, adquirimos 179 respostas que dizem que sim e 21 respostas que não. Sem dúvida, que através desta opinião percebemos a qualidade e importância do serviço para a vida dos inquiridos.

Valor que estaria disposto a pagar para usufruir do serviço 90 € 0 7 70
Valor que estaria disposto a pagar para usufruir do serviço 90 € 0 7 70
Valor que estaria disposto a pagar
para usufruir do serviço
90
0
7
70
6
7
Valor que estaria
50
8
disposto a pagar para
8
30
11
usufruir do serviço
50
10
102
0
50
100
150

Fonte: Própria

Quanto ao valor que os inquiridos estão dispostos a pagar para usufruir deste serviço, conquistamos um maior número de respostas na casa dos 10€ (102 respostas), mas com cerca de 20€ (50 respostas), 30€ (11 respostas), 40€ e 50€ (8 respostas em cada), 60€ (7 respostas), com 80€ (6 respostas) e com 80€ (8 respostas). Com 90€ de consumo não existiu nenhuma escolha.

Contudo, o montante em que obtivemos mais respostas (10€ = 102 respostas), deve-se ao facto de se tratar ao elevado número de estudantes. Este valor é um pouco baixo, comparativamente ao que tínhamos estipulado para oferecer o serviço gratuito. No entanto, esta situação pretende ser controlada numa fase posterior, quando estivermos a realizar as promoções.

Qual a característica mais positiva neste serviço Outro 1 Poder consumir sem… 72 Conforto 22
Qual a característica mais positiva neste serviço
Outro
1
Poder consumir sem…
72
Conforto
22
Qual a característica mais positiva
Operações STOP
25
neste serviço
Rapidez
10
Segurança
70
0
20
40
60
80

Fonte: Própria

De acordo com as respostas dos inquiridos, a característica mais importante que os levava a usufruir deste serviço é o facto de se poder divertir sem preocupações (72 respostas), de seguida apresenta-se a segurança (70 respostas), as operações STOP (25 respostas), o conforto (22 respostas), a rapidez (10 respostas) e por último outra característica (1 resposta).

Sexo Feminino 75 Sexo Masculino 125 0 20 40 60 80 100 120 140 Fonte:
Sexo Feminino 75 Sexo Masculino 125 0 20 40 60 80 100 120 140
Sexo
Feminino
75
Sexo
Masculino
125
0
20
40
60
80
100
120
140

Fonte: Própria

Esta variável sócio-demográfica denominada sexo, curiosamente tem mais inquiridos masculinos (125 respostas) do que propriamente do feminino (75 respostas) e pretendemos uma análise mais específica sobre cada um destes géneros relativamente ao serviço que pretendemos oferecer.

Idade Mais de 45 7 De 36 a 45 5 De 26 a 35 20
Idade
Mais de 45
7
De 36 a 45
5
De 26 a 35
20
Idade
De 18 a 25
165
Menos de 18
3
0
50
100
150
200

Fonte: Própria

Relativamente às idades dos indivíduos que responderam ao questionário, podemos afirmar que a sua grande maioria têm idades bem próximas dos 18 anos (3 respostas). Seguiram-se aqueles com idades compreendidas entre os 18 e 25 anos (165 respostas), pois são genericamente estudantes do ensino superior académico. Depois entre os 26 e 35 anos (20 respostas), entre os 36 e os 44 anos (5 respostas) e finalmente com mais de 45 anos (7 respostas), o que de certa forma vai permitir dar origem a respostas heterogéneas, com pontos de vista distintos e capazes de aprofundar o interesse do lançamento deste novo serviço inovador no mercado.

Estado civil União de facto Viuvo Divorciado 11 Estado civil Casado 14 Solteiro 173 0
Estado civil União de facto Viuvo Divorciado 11 Estado civil Casado 14 Solteiro 173 0
Estado civil
União de facto
Viuvo
Divorciado
11
Estado civil
Casado
14
Solteiro
173
0
50
100
150
200

Fonte: Própria

Os dados acerca do estado civil dos indivíduos inquiridos demonstram-nos que aqueles que responderam são sobretudo pessoas solteiras (173 respostas), pois trata-se de um forte público com vida académica. Existem algumas pessoas que se encontram casadas (14 respostas), outras a viver em união de facto (11 respostas) e meramente um divorciado e outro viúvo.

Profissão Trabalharor C. Própria 12 Trabalhador C. Outrém 21 Profissão Desempregado 3 Estudante 164 0
Profissão
Trabalharor C. Própria
12
Trabalhador C. Outrém
21
Profissão
Desempregado
3
Estudante
164
0
50
100
150
200

Fonte: Própria

Por último, temos as ocupações dos inquiridos e podemos reparar que, tal como já tínhamos referido anteriormente, existem mais estudantes (164 respostas), seguido das pessoas que trabalham por conta de outrem (21 respostas), por conta própria (21 respostas) e desempregadas actualmente (3 respostas).

CRUZAMENTO DE DADOS   Idade Vs Hábitos de consumo   120 110 100 50 9

CRUZAMENTO DE DADOS

 

Idade Vs Hábitos de consumo

 

120

110

100

50 9 6 2 3 0 0 1 1 1 2 3 2 3 0
50
9
6
2
3
0
0
1
1
1
2
3
2
3
0
0
0
1
2

80

60

40

20

0

Menos de 18

18 - 25

26 - 35

36 - 45

Mais de 45

Normalmente o consumo mínimo

Normalmente o consumo mínimo

Normalmente o consumo mínimo Até 25 € de 25 € a 50 € Mais de 50

Até 25

Normalmente o consumo mínimo Até 25 € de 25 € a 50 € Mais de 50

de 25a 50

Normalmente o consumo mínimo Até 25 € de 25 € a 50 € Mais de 50

Mais de 50

 

Profissão Vs Hábitos de consumo

 

120

108

100

48 8 8 7 3 2 3 2 1 1 3 0 0 0 0
48
8
8
7
3
2
3
2
1
1
3
0
0
0
0

80

60

40

20

0

Estudante

Desempregado

Trabalhador C. Outrém

Trabalhador C. Própria

Normalmente o consumo mínimo

Normalmente o consumo mínimo

Normalmente o consumo mínimo Até 25 € de 25 € a 50 € Mais de 50

Até 25

Normalmente o consumo mínimo Até 25 € de 25 € a 50 € Mais de 50

de 25a 50

Normalmente o consumo mínimo Até 25 € de 25 € a 50 € Mais de 50

Mais de 50

Comentário: Os valores que se destacam nos gráficos acima apresentados demonstram-nos os hábitos de consumo dos indivíduos com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos de idade, visto tratar-se de um conjunto de pessoas, em que muitos deles estão ocupados com uma vida de estudante universitário. Podemos verificar que o consumo mínimo e até 25€ são aqueles que a maioria escolhe como meta na despesa que efectuam em bares, discotecas ou outro tipo de espaços de diversão nocturna.

Idade Vs Valor disposto a pagar pelo serviço 140 116 120 100 80 60 39
Idade Vs Valor disposto a pagar pelo serviço 140 116 120 100 80 60 39
Idade Vs Valor disposto a pagar pelo serviço
140
116
120
100
80
60
39
40
11
20
2
3
4
2
3
5
1
0
0
0
0
1
0
1
1
0
1
0
1
0
0
0
0
1
1
0
0
1
0
0
0
0
0
1
1
0
1
0
10
20 €
30 €
40 €
50 €
60 €
70 €
80 €
Menos de 18
18 - 25
26 - 35
36 - 45
Mais de 45
Profissão Vs Valor disposto a pagar pelo serviço
113
120
100
80
60
38
40
11
20
7
5
2
4
4
0
0
0
1
2
0
1
0
1
0
0
0
1
0
1
0
1
0
0
0
0
1
0
2
0
10
20 €
30 €
40 €
50 €
60 €
70 €
80 €
Estudante
Desempregado
Trabalhador C. Outrém
Trabalhador C. Própria
Estado Civil Vs Valor disposto a pagar pelo serviço
140
121
120
100
80
60
40
40
20
7
5
5
0
1
3
5
1 0
0
1
0
2
0
0 0
0
1
0 0
1
1
0 0
1
0
0 0
1
1
0
10
20 €
30 €
40 €
50 €
60 €
70 €
80 €
Casado
Divorciado
Solteiro
União de facto
Viúvo

Comentário: De acordo com os presentes gráficos, conseguimos entender os valores que os inquiridos estão dispostos a pagar para usufruírem pelo serviço de transporte ao domicílio, esses gastos variam entre os 10, 20 e 30 euros. A maioria destes consumidores tem entre 18 e 25 anos de idade, encontram-se a estudar e são solteiros.

Sexo vs Hábitos de Consumo 80 70 70 60 51 47 50 40 30 18
Sexo vs Hábitos de Consumo 80 70 70 60 51 47 50 40 30 18
Sexo vs Hábitos de Consumo
80
70
70
60
51
47
50
40
30
18
20
10
4
3
3
1
0
Normalmente o
Até 25€
de 25€ a 50€
Mais de 50€
consumo mínimo
Masculino
Feminino
Sexo vs Valor Disposto a Pagar pelo Serviço
90
83
80
70
60
50
50
40
32
30
17
20
10
4
2
2
1
1
1
2
1
1
2
0
0
0
10 €
20 €
30 €
40 €
50 €
60 €
70 €
80 €
Masculino
Feminino

Comentário: Perante estes gráficos podemos observar que o sexo masculino é aquele que mais frequenta discotecas, este valor surge influenciado também pelo facto deste número de respostas ser mais significativo para os Homens (125 inquiridos) do que para as Mulheres (75 inquiridos). O consumo mínimo e até 25€ são os valores mais desejados e gastos por ambos os sexos.

De acordo com estes dados, percebemos também que existem mais Homens a responder que o valor que eles estão dispostos a dar para poderem utilizar este serviço é cerca de 10, 20 euros.

O mesmo verifica-se no sexo feminino, mas com valores mais baixos.

6. P LANO DE M ARKETING 6.1. Lançamento de um Novo Serviço Inovador NOME LANÇAMENTO

6. PLANO DE MARKETING

6.1. Lançamento de um Novo Serviço Inovador

NOME

LANÇAMENTO DO SERVIÇO INOVADOR NO MERCADO

DESCRIÇÃO

Nesta fase pretende-se que a empresa Comunikate com o apoio das discotecas parceiras divulguem o novo serviço que pretende implementar nesta área de actividade e assim, consigam vir a prestar um negócio sustentável, benéfico e que acrescente valor aos seus clientes actuais e potenciais, através da oferta do transporte ao domicílio depois de uma noite passada num determinado espaço de diversão nocturna.

OBJECTIVOS

Aumentar a notoriedade das discotecas do Grande Porto, na tentativa de ampliar a carteira de clientes em 10%, até Dezembro de 2011 e assim existir uma maior probabilidade de pessoas aderirem ao nosso serviço.

MEDIÇÃO

Número de clientes fidelizados e contactos gerados internamente nas várias organizações.

 

INTERNET

Informação nas Redes Sociais e Sites das Discotecas.

TELEFONE

Envio de SMS (Vodafone)

MAILING

Envio de Emails (Base de Dados)

OUTDOORS

Colocação em zonas específicas do Porto e arredores.

INTERNET

250€ (valor anual)

TELEFONE

0,05€ X 25000 sms = 1250,00€

MAILING

0,00€ (serviço gratuito)

MEIOS

OUTDOORS

400€ X 20 inserções = 8000,00€ (Valor Financiado pela C.M.P)

TOTAL (€)

1500€

INTERNET

3

Meses (1 antes, 1 durante e 1 depois)

TELEFONE

SMS por semana com a divulgação dos eventos que vão decorrer nos próximos 8 dias.

1

MAILING

E-mails por mês com a informação sobre as festas que se irão realizar nas diferentes discotecas.

4

OUTDOORS

20 (Grande Porto e arredores)

PROMOÇÕES

Leve os seus amigos a casa! Consiste na entrega de apenas um cartão de consumo a um grupo de três pessoas no máximo com a finalidade destas gastarem menos dinheiro para atingirem o preço exigido pela prestação deste serviço.

RESPONSÁVEL

DIRECTOR GERAL DA COMUNIKATE: DR. NUNO AMARO

Fonte: Própria

Cronograma

Suportes

 

Março

   

Abril

   

Maio

 

1

2

3

4

1

2

3

4

1

2

3

4

Internet

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

Telefone

     

X

               

Mailing

   

X

X

               

Outdoors

       

X

X

X

X

       

Fonte: Própria

Plano de Controlo e Avaliação

Data

Controlo

Objectivo

Atingido

Avaliação

Desvio

 

Actualização de

Manter os consumidores actualizados com informações relevantes acerca dos eventos.

 

Semanalmente

Informação

Mensalmente

Notícias

Aumentar a notoriedade das discotecas situadas no Grande Porto e dos eventos realizados.

Só poderemos medir o sucesso ou não da campanha, depois de a acção ser realizada e o plano ter sido totalmente cumprido como delineado. (após o mês de Maio de 2011)

 

Número de

Ampliar a carteira de clientes em 10%, até Dezembro de 2011 e assim existir uma maior probabilidade de pessoas aderirem ao nosso serviço.

novos contactos

Semestralmente

gerados de

 

aderentes ao

serviço

Fonte: Própria

Comentário: Com uma análise deste género onde reunimos toda a informação essencial a reter depois
Comentário: Com uma análise deste género onde reunimos toda a informação essencial a reter depois

Comentário: Com uma análise deste género onde reunimos toda a informação essencial a reter depois de elaborada com alguma profundidade a descrição interna sobre a empresa prestadora do serviço e a externa sobre o mercado onde estão inseridas os espaços de diversão nocturna e os transportes públicos. Ao nível organizacional (Comunikate), percebemos que existem diversos pontos fortes, que salientam os aspectos relevantes que a empresa desenvolve com o máximo de profissionalismo e dinamismo com o intuito de engrandecer a empresa e servir os seus clientes e parceiros com um know-how muito forte no desempenho das novas tecnologias de informação e comunicação, actualização das redes sociais, bases de dados, aposta em investigação e desenvolvimento para gerar inovação e consecutivamente novos serviços. Em relação aos pontos fracos têm vindo aperfeiçoar alguns, mas a notoriedade da marca, as evidências físicas, dimensão, número de funcionários e o fraco poder de investimento necessitam de ser melhor trabalhados.

No que diz respeito ao mercado, poderemos dizer que existem diferentes oportunidades para o crescimento deste serviço, pois há muito a explorar nesta vertente, é possível alargar a cobertura geográfica da sua prestação e vir a aumentar o número de clientes a frequentar discotecas. Quanto às ameaças que poderão surgir aliadas à prestação deste serviço incidem basicamente no crescimento actual da taxa de desemprego, há pouca aderência das pessoas e também à facilidade de existir uma potencial cópia do conceito que pretendemos implementar no terreno.

Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira Design & Inovação 44
Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira Design & Inovação 44
Francisco Vieira | João Oliveira | Rui Pereira Design & Inovação 44
CONCLUSÃO Este projecto teve como alicerce a preocupação com as pessoas e a sua viagem

CONCLUSÃO

Este projecto teve como alicerce a preocupação com as pessoas e a sua viagem em segurança até casa depois de permanecerem durante a noite a consumir bebidas alcoólicas em espaços de diversão nocturna, nomeadamente em discotecas e desta forma, surge a necessidade de satisfazer este conjunto de indivíduos com preocupações idênticas neste tipo de situações. A sua estrutura assenta em seis partes divergentes no seu conteúdo, mas que convergem quando aplicadas ao desenvolvimento de um novo serviço. Portanto, abordamos o enquadramento da ideia, com devida explicação do tema e as áreas de actuação do negócio, fizemos uma breve apresentação da empresa de eventos, meios e comunicação denominada Comunikate. De seguida, fizemos a identificação da análise externa, onde exploramos as empresas com quem pretendemos realizar uma parceria, as empresas que directa ou indirectamente influenciam na prestação no serviço, pois trabalham com o transporte de clientes de bares e discotecas do Porto. Ainda dentro desta fase é apresentada a análise PEST, o posicionamento e MKT-MIX. Mais tarde construímos uma story board que explica de certa forma na consistência do serviço que pretendemos oferecer aos consumidores de espaços de diversão nocturna do Grande Porto. Finalmente, foi realizado um inquérito online, aplicado a 200 inquiridos. Este questionário foi realizado no âmbito do teste ao serviço, de modo a testar o serviço de transporte de pessoas ao domicílio depois de uma noite de divertimento em discotecas, através da recolha de informações necessárias que permitam aferir qual o grau de satisfação dos consumidores face ao novo serviço. Finalmente, criamos um breve plano de marketing (estratégias/acções para introduzir o serviço, cronograma, controlo e avaliação), de forma a tornar este serviço comercializável tendo em atenção as necessidades e desejos dos agentes económicos quando saem com o intuito de ingerir bebidas alcoólicas e depois têm de se deslocar até casa, mas sem terem a preocupação de poder apanhar uma brigada de trânsito numa operação STOP, multas por excesso de álcool no sangue, evitar uma condução ofensiva por parte destes indivíduos, aumentar a segurança deles e das pessoas que os rodeiam, tentando diminuir o número de acidentes e lançamento de gases poluentes que prejudicam gravemente a atmosfera e consecutivamente o ar que respiramos. Em síntese, este trabalho académico permitiu-nos perceber o funcionamento e a importância da inovação no desenvolvimento de um novo serviço para um determinado segmento de mercado, obtendo assim, uma visão mais alargada desta área de actividade e percebendo de forma mais profunda alguns dos aspectos que o cliente pretende ver satisfeito e valorizado.

B IBLIOGRAFIA BITNER, Mary Jo. e BROWN, Stephen W. (2008), “ The Service I mperative”,

BIBLIOGRAFIA

BITNER, Mary Jo. e BROWN, Stephen W. (2008), “The Service Imperative”, Business Horizons, Greenwich, pp.1 -14.

FITZSIMMONS, James A. & Mona J., (2005), Administração de Serviço: Operações, estratégia e tecnologia de informação, 4ª edição, Porto Alegre: Bookman.

HOFFMAN, K. Douglas & BATESON, John E. G., (2006), Princípios de Marketing de Serviço:

Conceitos, Estratégias e Casos, São Paulo: Pioneira Thomson Learning.

OECD / European Communities (2005), “Oslo Manual: Guidelines for Collecting and Interpreting Innovation”, Third Edition, pp. 27 - 43.

OECD (2008), “Open Innovation in Global Networks: Organisation for Economic Co- Operation and Development”, Online Bookshop, pp. 9 110.

N ETGRAFIA http://comunikate.net/ - acedido no dia 02 de Fevereiro às 18H20 http://twitter.com/comunikate - acedido

NETGRAFIA

http://comunikate.net/ - acedido no dia 02 de Fevereiro às 18H20

http://twitter.com/comunikate - acedido no dia 02 de Fevereiro às 18H30

http://comunikate.wordpress.com/ - acedido no dia 02 de Fevereiro às 19H00

http://www.cm-ovar.pt/www/default.aspx - acedido no dia 02 de Fevereiro às 20H12

http://www.facebook.com/#!/djnunoamaro - acedido no dia 02 de Fevereiro às 20H25

http://www.facebook.com/#!/SURFATNIGHT - acedido no dia 02 de Fevereiro às 21H00

http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100000552932569 - acedido no dia 02 de Fevereiro às 23H02

abaco acedido no dia 03 de Fevereiro às 09H45

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=10527 acedido no dia 03 de Fevereiro às 11H25

http://www.odessa.pt/?gclid=CO2E-aiY76YCFYcm3wodOxmlIA acedido no dia 03 de Fevereiro às 11H43

http://www.pixton.com acedido no dia 03 de Fevereiro às 12H10

http://www.marktest.com/wap/a/n/id~6cd.aspx - acedido no dia 03 de Fevereiro às 12H45

http://www.bportugal.pt/pt-PT/Paginas/inicio.aspx acedido no dia 03 de Fevereiro às 13H02

http://www.iapmei.pt/iapmei-leg-03.php?lei=1400 acedido no dia 03 de Fevereiro às 14H08

http://www.cce.org.pt/Docs/396.pdf acedido no dia 03 de Fevereiro às 14H52

http://www.noite.pt/ acedido no dia 03 de Fevereiro às 15H46

http://ab-zhp.pt/ acedido no dia 03 de Fevereiro às 16H24

ANEXOS  Inquérito por Questionário Assunto: Questionário acerca de um serviço inovador para implementar em

ANEXOS

Inquérito por Questionário

Assunto: Questionário acerca de um serviço inovador para implementar em clubes de diversão nocturna

Exmo (a) Sr. (a)

Somos um grupo de alunos universitários e estamos realizar um estudo sobre um serviço inovador. Para esse efeito, estamos a estudar comportamentos inerentes às frequências de discotecas, e quais os hábitos de consumo nestas. Para o qual necessitávamos que o(a) Exmo(a) Sr. (a) nos respondesse a um breve inquérito com a finalidade de melhorar o estudo em causa.

Os dados recolhidos serão analisados por nós e a sua confidencialidade é total.

Com os melhores cumprimentos:

Francisco Vieira, João Oliveira e Rui Pereira

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Questionário

1. Assinale com um X que espaço (s) de diversão nocturna que costuma frequentar.

Vogue

CremeVogue ACT

Vogue Creme ACT

ACT

Vogue Creme ACT

Chic Twins

SublimeChic Twins Aliados W.C.

Chic Twins Sublime Aliados W.C.

Aliados W.C.

Chic Twins Sublime Aliados W.C.

Pitch

LaMovidaPitch Bela Cruz

Pitch LaMovida Bela Cruz

Bela Cruz

Pitch LaMovida Bela Cruz

Via Rápida

Estado NovoVia Rápida Outro

Via Rápida Estado Novo Outro

Outro

Via Rápida Estado Novo Outro
2. Quando visita um espaço destes, quais são os seus hábitos de consumo? Seleccione apenas

2. Quando visita um espaço destes, quais são os seus hábitos de consumo? Seleccione apenas uma

Sempre o consumo mínimo

Sempre o consumo mínimo Até 25€

Até 25€

Sempre o consumo mínimo Até 25€

De25€ a 50€

De25€ a 50€ Mais de 50€

Mais de 50€

De25€ a 50€ Mais de 50€

3. Quando visita um espaço destes, como se desloca para sua casa?

Viatura própria

TaxiViatura própria Metro

MetroViatura própria Taxi

Viatura própria Taxi Metro

Autocarro/Camioneta

ComboioAutocarro/Camioneta Outro

OutroAutocarro/Camioneta Comboio

Autocarro/Camioneta Comboio Outro

4. O que pensa na criação de um serviço agregado às discotecas de transporte ao domicílio depois de uma noite num clube de diversão nocturna?

Boa ideia

de uma noite num clube de diversão nocturna? Boa ideia Indiferente Má ideia 5. Considera este

Indiferente

noite num clube de diversão nocturna? Boa ideia Indiferente Má ideia 5. Considera este serviço inovador

Má ideia

clube de diversão nocturna? Boa ideia Indiferente Má ideia 5. Considera este serviço inovador para o

5. Considera este serviço inovador para o mercado em causa?

Sim

este serviço inovador para o mercado em causa? Sim Não 6. Considera que este serviço irá

Não

este serviço inovador para o mercado em causa? Sim Não 6. Considera que este serviço irá

6. Considera que este serviço irá incentivar mais pessoas a frequentar as discotecas?

Sim

irá incentivar mais pessoas a frequentar as discotecas? Sim Não 7. Recomendaria este serviço aos seus

Não

7. Recomendaria este serviço aos seus amigos?

Sim

Sim Não 7. Recomendaria este serviço aos seus amigos? Sim Não Francisco Vieira | João Oliveira

Não

8. Qual o valor que estaria a disposto a consumir numa discoteca para poder usufruir

8. Qual o valor que estaria a disposto a consumir numa discoteca para poder usufruir deste serviço?

10€

20€10€ 30€ 40€

30€10€ 20€ 40€

40€10€ 20€ 30€

10€ 20€ 30€ 40€

50€

60€50€ 70€ 80€

70€50€ 60€ 80€

80€50€ 60€ 70€

50€ 60€ 70€ 80€

9. Das opções abaixo, seleccione com um X aquela que o aliciava mais a aderir a este serviço.

Segurança

 

Operações STOPSegurança    

 
Segurança   Operações STOP  

Rapidez

ConfortoRapidez  

 
Rapidez Conforto  

Poder consumir sem preocupações

OutroPoder consumir sem preocupações

Poder consumir sem preocupações Outro
 

Dados Demográficos

 

Sexo:

Masculino

Masculino
 

Feminino

Masculino   Feminino

Idade:

Menos de 18

Menos de 18

18 25

Menos de 18 18 – 25 26 – 35 36 – 45 Mais de 45

26 35

26 – 35

36 45

Menos de 18 18 – 25 26 – 35 36 – 45 Mais de 45

Mais de 45

Mais de 45

Estado Civil:

 

Solteiro

Solteiro Casado Divorciado Viúvo União Facto

Casado

Solteiro Casado Divorciado Viúvo União Facto

Divorciado

Divorciado

Viúvo

Solteiro Casado Divorciado Viúvo União Facto

União Facto

Solteiro Casado Divorciado Viúvo União Facto Profissão: Estudante Desempregado(a)

Profissão:

Estudante

Desempregado(a)Estudante

Estudante Desempregado(a)

Trabalhador Conta Outrem

Trabalhador Conta PrópriaTrabalhador Conta Outrem

Trabalhador Conta Outrem Trabalhador Conta Própria

Agradecemos a atenção,

Os melhores cumprimentos do grupo de trabalho

 Entrevistas em Profundidade Entrevista 1: 1. Qual o meio de transporte que utiliza quando

Entrevistas em Profundidade

Entrevista 1:

1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um espaço de

diversão nocturno? Porquê?

R: Carro próprio, porque a outra possibilidade para ir até esses espaços era o Táxi, mas

fica muito dispendioso.

2. Com que frequência costuma frequentar discotecas?

R: Um vez por semana.

3. Costuma consumir bebidas alcoólicas ou não alcoólicas nos espaços de

divertimento nocturnos? Porquê?

R: Bebidas alcoólicas, porque assim o divertimento é ainda maior.

4. Geralmente, e quando bebe em demasia, a viagem de regresso a casa é um

assunto que o preocupa durante a noite? Porquê?

R: Claro que sim, pois existe muita vigilância policial aos fins-de-semana.

5. O que acha de um serviço capaz de o levar de volta a casa em total segurança

e sem custos adicionais, fornecido pelas casas de divertimento nocturno, e para pessoas que consumam mais de 40euros do seu cartão?

R: Acho que é uma óptima ideia, capaz de reduzir muitas situações indesejadas, como os

acidentes rodoviários.

6. Na sua opinião, achas que se as casas de diversão nocturna aderissem e este

serviço iam ganhar clientes com isso? Porquê?

R: Claro que sim, porque a maioria das pessoas que saem para esses locais costumam

consumir bebidas alcoólicas em demasia.

7. Se implementado, pensa que o serviço é capaz de sobreviver no mercado?

Porquê?

R: Penso que é um serviço capaz de vingar no mercado, e que vai ser bem recebido por

todos os clientes de espaços nocturnos, visto que só beneficia o consumidor.

Entrevista 2: 1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um

Entrevista 2:

1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um espaço de diversão

nocturno? Porquê?

R: Em veiculo próprio, pois permite uma maior independência.

2. Com que frequência costuma frequentar discotecas?

R: Uma vez por mês.

3. Costuma consumir bebidas alcoólicas ou não alcoólicas nos espaços de

divertimento nocturnos? Porquê?

R: Alcoólicas. Porque existem bebidas com baixo teor de álcool e que gosto.

4. Geralmente, e quando bebe em demasia, a viagem de regresso a casa é um

assunto que o preocupa durante a noite? Porquê?

R: Sim! Pois não quero colocar em risco a minha proporia vida e não me sinto bem a

conduzir caso esteja mais alcoolizada.

5. O que acha de um serviço capaz de o levar de volta a casa em total segurança e

sem custos adicionais, fornecido pelas casas de divertimento nocturno, e para

pessoas que consumam mais de 40euros do seu cartão?

R: É bom! Contudo é preocupante se o nosso carro depois ficar no espaço de

estacionamento não estando em segurança!

6. Na sua opinião, achas que se as casas de diversão nocturna aderissem a este

serviço iam ganhar clientes com isso? Porquê?

R: Sim! Porque se o target que eles têm consome muitas bebidas alcoólicas so irá

beneficiar e compensar.

7. Se implementado, pensa que o serviço é capaz de sobreviver no mercado?

Porquê?

R: Sim! Porque na cidade os cidadãos não necessitavam de pagar táxi e provavelmente

iriam consumir mais! Contudo 40€ e uma margem pequena para a empresa.

Entrevista 3: 1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um

Entrevista 3:

1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um espaço de diversão

nocturno? Porquê?

R: Normalmente vou sempre no meu carro pois não bebo álcool e venho embora às

horas que me apetece.

2. Com que frequência costuma frequentar discotecas?

R: Duas vezes por semana, normalmente à segunda e sexta.

3. Costuma consumir bebidas alcoólicas ou não alcoólicas nos espaços de

divertimento nocturnos? Porquê?

R: Não gosto de álcool.

4. Geralmente, e quando bebe em demasia, a viagem de regresso a casa é um

assunto que o preocupa durante a noite? Porquê?

R: Não me preocupo pois não bebo, e os acidentes acontecem tanto á noite como de dia.

5. O que acha de um serviço capaz de o levar de volta a casa em total segurança e

sem custos adicionais, fornecido pelas casas de divertimento nocturno, e para

pessoas que consumam mais de 40euros do seu cartão?

R: Acho uma óptima ideia. Para além de fidelizarem o cliente, transportam-no em

segurança para que volte da próxima. E o valor também é o ideal, pois não fazia sentido

usar este método em clientes que consomem pouco pois não irão ter lucro e é uma forma

de influenciar o cliente a consumir mais.

6. Na sua opinião, achas que se as casas de diversão nocturna aderissem a este

serviço iam ganhar clientes com isso? Porquê?

R: Claro que sim, uma vez que os clientes sentem-se mais seguros na hora de vir embora.

7. Se implementado, pensa que o serviço é capaz de sobreviver no mercado?

Porquê?

R: Penso que sim. Não há nada com experimentar. Os clientes iriam sentir-se mais

seguros e confortáveis.

Entrevista 4: 1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um

Entrevista 4:

1. Qual o meio de transporte que utiliza quando decide ir a um espaço de diversão

nocturno? Porquê?

R: No meu carro porque assim não fico dependente de ninguém.

2. Com que frequência costuma frequentar discotecas?

R: Frequentemente aos fins-de-semana.

3. Costuma consumir bebidas alcoólicas ou não alcoólicas nos espaços de

divertimento nocturnos? Porquê?

R: Sim bebo bebidas alcoólicas. Porque gosto muito do sabor.

4. Geralmente, e quando bebe em demasia, a viagem de regresso a casa é um

assunto que o preocupa durante a noite? Porquê?

R: Não, pois é a minha namorada conduz! Se for outra pessoa que tenha bebido aí sim!

5. O que acha de um serviço capaz de o levar de volta a casa em total segurança e

sem custos adicionais, fornecido pelas casas de divertimento nocturno, e para pessoas que consumam mais de 40euros do seu cartão?

R: Óptima ideia, já tinha pensado nisso. Agora só falta saber se os responsáveis aceitam.

6. Na sua opinião, acha que se as casas de diversão nocturna aderissem a este

serviço iam ganhar clientes com isso? Porquê?

R: Claro que iam, mas era juntar o útil ao agradável. Os clientes vão adorar.

7. Se implementado, pensa que o serviço é capaz de sobreviver no mercado?

Porquê?

R: Eu penso que sim, porque era vantajoso para os 3 intervenientes.