Sei sulla pagina 1di 14

ANTÍGENOS E IMUNOGENICIDADE

A IMUNOGENICIDADE PODE SER DEFINIDA COMO A


PROPRIEDADE DE UMA SUBSTÂNCIA (IMUNÓGENO) QUE TEM A
CAPACIDADE DE PROVOCAR UMA RESPOSTA IMUNE
ESPECÍFICA. ISTO É, CONSISTE NA CAPACIDADE DE PRODUZIR
ANTICORPOS, DESENVOLVIMENTO DA IMUNIDADE MEDIADA
POR CÉLULAS OU AMBOS.
ANTIGENICIDADE, POR OUTRO LADO, É A PROPRIEDADE DE
UMA SUBSTÂNCIA (ANTÍGENO) LEVAR A REAGIR COM OS
PRODUTOS DA RESPOSTA IMUNE.
COMO EXEMPLO DE ANTÍGENOS TEMOS: MICROORGANISMOS,
POLÉNS, DROGAS, POLUENTES, ANTÍGENOS DE GRUPOS
SANGUÍNEOS, PROTEÍNAS PLASMÁTICAS, ETC...

PROPRIEDADES GERAIS DOS IMUNÓGENOS


O PRIMEIRO PASSO PARA QUE QUALQUER MOLÉCULA SEJA
CLASSIFICADA COMO UM IMUNÓGENO, É QUE A SUBSTÂNCIA
SEJA GENETICAMENTE ESTRANHA AO HOSPEDEIRO.
TAMANHO: PARA UMA SUBSTÂNCIA SER CONSIDERADA
IMUNOGÊNCIA, DEVE TER UM TAMANHO MÍNIMO, OU SEJA,
COM PESO MOLECULAR SUPERIOR A 10.000 DALTONS.
DIGESTIBILIDADE: EM GERAL UM POTENTE IMUNÓGENO É O
QUE É CAPAZ DE SER FAGOCITADO E DEGRADADO DENTRO DO
HOSPEDEIRO.
ANTICORPOS

O RECONHECIMENTO DO ANTÍGENO ESTRANHO É O PONTO ALTO DA


RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA ESPECÍFICA QUE SÃO REALIZADAS
PELAS IMUNOGLOBULINAS.
AS IMUNOGLOBULINAS CONSTITUEM UM GRUPO DE
GLICOPROTEÍNAS PRESENTES NO SORO E FLUIDOS TECIDUAIS
DE TODOS OS MAMÍFEROS. ALGUMAS ESTÃO NAS SUPERFÍCIES
CELULARES ONDE FUNCIONAM COMO RECEPTORES, ENQUANTO
QUE OUTRAS (ANTICORPOS) ESTÃO LIVRES NO SORO OU NA
LINFA. O CONTATO ENTRE AS CÉLULAS B E O ANTÍGENOS É
NECESSÁRIO PARA INDUZIR O DESENVOLVIMENTO DE CÉLULA
FORMADORAS DE ANTICORPOS (AFC), TAMBÉM DENOMINADAS
DE PLASMÓCITOS, QUE SECRETAM GRANDES QUANTIDADES DE
ANTICORPOS.

IMUNOGLOBULINAS – UMA FAMÍLIA DE PROTEÍNAS

NA MAIORIA DOS MAMÍFEROS SUPERIORES EXISTEM CINCO


CLASSSES DISTINTA DE MOLÉCULAS DE IMUNOGLOBULINAS,
QUE SÃO DESIGNADAS DE IgA, IgG, IgM, IgD e IgE. ESTAS
IMUNOGLOBULINAS DIFEREM EM TAMANHO, EM CARGAS
ELÉTRICAS, EM COMPOSIÇÃO DE AMINOÁCIDOS E NO
CONTEÚDO DE CARBOIDRATOS.
ALÉM DAS DIFERENÇAS ENTRE CLASSES, DENTRO DAS
CLASSES AS IMUNOGLOBULINAS TAMBÉM SÃO MUITO
HETEROGÊNEAS. DO PONTO DE VISTA ELETROFORÉTICO, AS
IMUNOGLOBULINAS APRESENTAM PADRÃO DE
HETEROGENEIDADE QUE VARIA DE FRAÇÕES g ATÉ a DO SORO
NORMAL.

CLASSES E SUBCLASSES DE IMUNOGLOBULINAS


A ESTRUTURA BÁSICA DE TODAS AS MOLÉCULAS DE
IMUNOGLOBULINAS CONSISTE DE UMA UNIDADE COM DUAS
CADEIAS POLIPEPTÍDICAS LEVES, IDÊNTICAS E DUAS CADEIAS
POLIPEPTÍDICAS PESADAS IDÊNTICAS, UNIDAS POR PONTES
DISSULFETO. AS CLASSES E SUBCLASSES DE
IMUNOGLOBULINAS DE UMA MOLÉCULA DE IMUNOGLOBULINA
SÃO DETERMINADAS POR SUAS CADEIAS PESADAS. ASSIM, AS
4 SUBCLASSES DE IgG (IgG1, IgG2, IgG3 E IgG4) POSSUEM
CADEIAS PESADAS DENOMINADAS g1, g2, g3 E g4 QUE
DIFEREM LIGEIRAMENTE ENTRE SI, EMBORA TODAS SEJAM
IDENTIFICADAS POR SUAS CADEIAS PESADAS g.
AS 4 SUBCLASSES DE IgG OCORREM, APROXIMADAMENTE NAS
SEGUINTES PROPORÇÕES: 66%, 23%, 7% E 4%,
RESPECTIVAMENTE. TAMBÉM, EXISTEM 2 SUBCLASSES DE IgA
(IgA1 E IgA2)., MAS NÃO FORAM DESCRITAS SUBCLASSES DE
IgM, IgD E IgE.
CLASSES DE IMUNOGLOBULINAS
IgG: CONSTITUI A PRINCIPAL IMUNOGLOBULINA DO SORO,
CONTRIBUINDO PARA 70-75% DO POOL TOTAL DE
IMUNOGLOBULINAS. A IgG CONSISTE DE UMA MOLÉCULA
ÚNICA, COM 4 CADEIAS POLIPEPTÍDICAS E PESO MOLECULAR
DE 146.000 DALTONS.
ENTRE AS IgGs, A IgG3 É LIGEIRAMENTE MAIOR DO QUE AS
DEMAIS SUBCLASSES E ISTO SE DEVE À PRESENÇA DA CADEIA
g3, LIGEIRAMENTE MAIS PESADA. A CLASSE IgG É
DISTRIBUÍDA UNIFORMEMENTE ENTRE OS ESPAÇOS INTRA E
EXTRA-VASCULARES É O ANTICORPO MAIS IMPORTANTE DAS
RESPOSTAS IMUNES SECUNDÁRIAS.
A IgG MATERNA TAMBÉM CONFERE IMUNIDADE AOS RECÉM-
NASCIDOS. EM HUMANOS, AS MOLÉCULAS DE IgG DE TODAS
AS SUBCLASSES ATRAVESSAM A BARREIRA PLACENTÁRIA E
CONFEREM UM ALTO GRAU DE IMUNIDADE PASSIVA AO RECÉM-
NASCIDO.

IgM: CONTRIBUI PARA APROXIMADAMENTE 10% DO POOL DE


IMUNOGLOBULINAS. ESTA MOLÉCULA CONSISTE DE UM
PENTÂMERO DA ESTRUTURA BÁSICA DE 4 CADEIAS. AS
CADEIAS PESADAS INDIVIDUAIS POSSUEM UM PESO
MOLECULAR DE APROXIMADAMENTE 65.000 E A MOLÉCULA
COMO UM TODO CHEGA A 970.000. A IgM É O ANTICORPO DE
RESPOSTA IMUNE PRIMÁRIA.

IgA: REPRESENTA ENTRE 15-20% DO POOL DE


IMUNOGLOBULINAS SÉRICAS. NO SORO OCORRE
NORMALMENTE COMO UM MONÔMERO. A IgA É A
IMUNOGLOBULINA PREDOMINANTE NAS SECREÇÕES COMO
SALIVA, COLOSTRO, LEITE E SECREÇÕES TRAQUEOBRONQUIAIS
E GENITURINÁRIAS, SENDO DENOMINADA DE IgA SECRETORA.
A IgA SECRETORA (IgAs) POSSUI UM PESO MOLECULAR DE
385.000. A MOLÉCULA COMPLETA CONSTITUI-SE DE DUAS
UNIDADES DE IgA, UM COMPONENTE SECRETOR (PESO
MOLECULAR DE 70.000) E UMA CADEIA J (PESO MOLECULAR DE
15.000). O COMPONENTE SECRETOR LIGADO FACILITA O
TRANSPORTE DAS IgAs PARA AS SECREÇÕES, ASSIM COMO
PROTEGE DA AÇÃO PROTEOLÍTICA.

IgD: PERFAZ MENOS DE 1% DO TOTAL DE IMUNOGLOBULINAS


PLASMÁTICAS, MAS ESTÁ PRESENTE EM GRANDES
QUANTIDADES NA MEMBRANA DE MUITOS LINFÓCITOS B. A
FUNÇÃO BIOLÓGICA PRECISA DESTA CLASSE DE
IMUNOGLOBULINA É AINDA INCERTA, MAS A IgD PODE TER UM
PAPEL NA DIFERENCIAÇÃO DOS LINFÓCITOS.

IgE: EMBORA EM QUANTIDADES ÍNFIMAS NO SORO, A IgE É


ENCONTRADA NA MEMBRANA DE SUPERFÍCIAIS DOS
MASTÓCITOS E BASÓFILOS EM TODOS OS INDIVÍDUOS. A IgE
PODE TER AINDA UM PAPEL IMPORTANTE NA IMUNIDADE
CONTRA OS HELMINTOS, EMBORA NOS PAÍSES MAIS
DESENVOLVIDOS ESTEJA MAIS COMUMENTE ASSOCIADA A
REAÇÕES ALÉRGICAS.
SISTEMA COMPLEMENTO
INTRODUÇÃO

O TERMO COMPLEMENTO FOI ORIGINALMENTE APLICADO POR


EHRLICH PARA DESCREVER A ATIVIDADE SÉRICA QUE, COMBINADA
COM ANTICORPOS ESPECÍFICOS, CAUSAVA A LISE DE BACTÉRIAS.
A DESCOBERTA DESTA ATIVIDADE TERMOLÁBIL NO SORO É
USUALMENTE ATRIBUÍDA A BORDET (1895), APESAR DE NUTTALL
TER DESCRITO UMA ATIVIDADE SIMILAR ALGUNS ANOS ANTES.

NOMENCLATURA
AS PROTEÍNAS DA VIA CLÁSSICA E O COMPLEXO DE ATAQUE À
MEMBRANA SÃO IDENTIFICADOS COM UM NÚMERO E REAGEM NA
SEGUINTE ORDEM:
C1q, C1r, C1s, C4, C2, C3, C5, C6, C7, C8, C9.
MUITAS DAS PROTEÍNAS SÃO ZIMOGÊNICAS, ISTO É, PRÓ-ENZIMAS
QUE REQUEREM CLIVAGEM PROTEOLÍTICA PARA SEREM ATIVADAS.
A FORMA ENZIMATICAMENTE ATIVA É DISTINGUIDA DE SEU
PRECURSOR POR UMA BARRA TRAÇADA ACIMA DE SEU SÍMBOLO
( C1r ).
OS PRODUTOS DE CLIVAGEM DAS PROTEÍNAS DO COMPLEMENTO
SÃO DISTINGUIDAS DAS MOLÉCULAS PRECURSORAS POR SUFIXOS
(O FRAGMENTO INICIAL PEQUENO DA CLIVAGEM É DENOMINADO DE
FRAGMENTO ‘a’ E O FRAGMENTO MAIOR DE ‘b’, POR EXEMPLO C3a E
C3b, COM EXCEÇÃO DO C2, ONDE O FRAGMENTO MENOR É
DESIGNADO C2b E O MAIOR C2a.
AS PROTEÍNAS DA VIA ALTERNATIVA SÃO CONHECIDAS COMO
“FATORES” E IDENTIFICADAS POR LETRAS (FATOR B). OS
RECEPTORES SÃO DENOMINADOS TANTO DE ACORDO COM O SEU
LIGANTE (RECEPTOR C5a) OU CONFORME O SISTEMA CD OU
TAMBÉM UM SISTEMA NUMERAL PARA OS RECEPTORES DOS
PRINCIPAIS FRAGMENTOS (C3b, CR1 E CD35).
O SISTEMA COMPLEMENTO É PARTE DO SISTEMA IMUNE INATO E
CONSISTE DE MUITAS PROTEÍNAS QUE AGEM EM CASCATA, EM QUE
CADA ENZIMA ATUA COMO UM CATALIZADOR DA PRÓXIMA. O C3 É
O COMPONENTE MAIS IMPORTANTE, PRESENTE NA CIRCULAÇÃO EM
QUANTIDADES SEMELHANTES ÀS DE ALGUMAS IMUNOGLOBULINAS.
AS DUAS PRINCIPAIS VIAS DE ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO
REFLETEM AS RESPOSTAS IMUNES INATA E ADAPTATIVA. A VIA
CLÁSSICA RELACIONA-SE AO SISTEMA IMUNE ADAPTATIVO
ATRAVÉS DA LIGAÇÃO DOS COMPLEXOS IMUNES A C1q. A VIA
ALTERNATIVA (INATA) É ATIVADA PELA LIGAÇÃO CASUAL DE C3b À
SUPERFÍCIE DE UM MICROORGANISMO.
AS CONSEQUÊNCIAS FISIOLÓGICAS DA ATIVAÇÃO DO
COMPLEMENTO SÃO:
OPSONIZAÇÃO: ENVOLVE O REVESTIMENTO DO ALVO COM
PROTEÍNAS DO COMPLEMENTO. AS CÉLULAS FAGOCÍTICAS
PORTADORES DE RECEPTORES PARA AS PROTEÍNAS DO
COMPLEMENTO LIGAM-SE AO ALVO, PROMOVENDO A ATIVAÇÃO
CELULAR E ENDOCITOSE DO ALVO.
ATIVAÇÃO DOS LEUCÓCITOS: OS LEUCÓCITOS
POLIMORFONUCLEARES E OS MACRÓFAGOS POSSUEM RECEPTORES
ESPECÍFICOS PARA PEQUENOS FRAGMENTOS QUE SÃO GERADOS
NO ALVO PELA CASCATA DO COMPLEMENTO. ESTES FRAGMENTOS
DISPERSAM-SE DO ALVO E ESTIMULAM O MOVIMENTO CELULAR
DIRECIONADOS (QUIMIOTAXIA) E A ATIVAÇÃO, QUANDO LIGADAS
POR CÉLULAS EFETORAS.

A LISE DAS CÉLULAS ALVO: O PONTO FINAL DA CASCATA DO


COMPLEMENTO É A INSERÇÃO DE UM “BOTÃO” HIDROFÍLICO NA
CAMADA BILIPÍDICA DA CÉLULA-ALVO, QUE PROVOCA UM
DESEQUILÍBRIO OSMÓTICOS E LISE DO ALVO.

ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO
A CASCATA DO COMPLEMENTO PODE SER ATIVADO DE DUAS
MANEIRAS, CONHECIDAS COMO VIA CLÁSSICA E ALTERNATIVA.
AMBAS AS VIAS LEVAM À FORMAÇÃO DE UMA CONVERTASE QUE
CLIVA C3 EM C3a E C3b.
A CONVERTASE DA VIA CLÁSSICA É UMA COMBINAÇÃO DE C4 COM
C2 (C4b2a) E A CONVERTASE DA VIA ALTERNATIVA É UMA
COMBINAÇÃO DE C3 COM FATOR B (C3bBb).
O C3b GERADO POR ESTAS DUAS ENZIMAS LIGA-SE À MEMBRANA
ALVO E TORNA-SE UM LOCAL PARA PRODUÇÃO DE C3b, ESTA PARTE
DA CASCATA É DENOMINADO DE ALÇA DE AMPLIFICAÇÃO.
OS DOIS TIPOS DE C3 CONVERTASE PODEM-SE TRANSFORMAR EM
C5 CONVERTASE PELA ADIÇÃO DE UMA OUTRA MOLÉCULA DE C3b; A
C5-CONVERTASE CATALISA O PRIMEIRO PASSO EM UMA CASCATA
QUE LEVA À PRODUÇÃO DE COMPLEXOS DE ATAQUE À MEMBRANA.
VIA CLÁSSICA
A VIA CLÁSSICA É O PRINCIPAL MECANISMO DEPENDENTE DE
ANTICORPO PARA A ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO E C1 É O
PRIMEIRO COMPLEXO ENZIMTICO DA CASCATA.
O C1 É UM COMPLEXO PENTAMOLECULAR, CONSISTINDO DE UMA
ÚNICA MOLÉCULA DE DE C1q, DUAS DE C1s E DUAS DE C1r.

O PRIMEIRO PASSO NA VIA CLÁSSICA CONSISTE NA LIGAÇÃO DO


ANTICORPO A DOIS OU MAIS DOMÍNIOS GLOBULARES DE C1q. ESTE
SE LIGA COM ALTA AVIDEZ AOS DOMÍNIOS C H2 DAS MOLÉCULAS
AGREGADAS DE IMUNOGLOBULINAS EM UM COMPLEXO IMUNE.
VÁRIAS LIGAÇÕES DOS DOMÍNIOS GLOBULARES DE C1q À IgG OU
IgM LEVAM A UMA MODIFICAÇÃO CONFORMACIONAL NO COMPLEXO
C1. ISTO PROVOCA UMA AUTO-ATIVAÇÃO DAS MOLÉCULAS C1r E
DEPOIS DA OUTRA C1r, GERANDO DUAS ENZIMAS C1r ATIVADAS
QUE, ENTÃO,CLIVAM AS DUAS MOLÉCULAS DE C1s.
A ENZIMA C1s TEM 2 SUBSTRATOS FISIOLÓGICOS, C4 E C2.
C4 É CLIVADO PELO C1s EM C4a, UMA MOLÉCULA ANAFILOTOXINA
QUE PROMOVE O AUMENTO DA PERMEABILIDADE VASCULAR E
CONTRAÇÃO DO MÚSCULO LISO, E C4b, OS QUAIS SE LIGA À
SUPERFÍCIE DA CÉLULA ALVO.
C1s TAMBÉM CLIVA C2 QUANDO C2 ESTÁ EM COMPLEXO COM C4b. O
COMPLEXO BIMOLECULAR C4b2a, É UMA PROTEASE QUE CLIVA C3 E
POR ISSO CHAMADO DE C3 CONVERTASE.
A CLIVAGEM DE PELA C3 CONVERTASE GERA DOIS IMPORTANTES
PÉPTIDES BIOLÓGICOS ATIVOS, A C3a, OUTRA ANAFILOTOXINA E
C3b, QUE SE LIGA À SUPERFÍCIE DA CÉLULA ALVO E PODE SE LIGAR
AO C5.
C5 QUANDO EM COMPLEXO COM C3b, PODE SER CLIVADO PELA C3
CONVERTASE (AGORA DENOMINADO DE C5 CONVERTASE –
C4b,2a,3b).
A C5 CONVERTASE HIDROLISA C5, QUE GERA C5a (ANAFILOTOXINA)
E C5b.
C5b É A MOLÉCULA PRINCIPAL PARA A FORMAÇÃO DO COMPLEXO DE
ATAQUE À MEMBRANA.
CASCATA DO SISTEMA COMPLEMENTO

VIA ALTERNATIVA
A VIA ALTERNATIVA PODE SER ATIVADA QUANDO A MOLÉCULA DE
C3b ESTÁ LIGADA À CÉLULA ALVO.
A MOLÉCULA C3b COMBINA COM UMA PROTEÍNA PLASMÁTICA
CHAMADA DE FATOR B, SENDO ATIVADA POR UMA PROTEÍNA
CHAMADA DE FATOR D E CLIVA O FATOR B EM Ba E Bb.
O FRAGMENTO Bb CONTÉM UM SÍTIO ENZIMÁTICO ATIVO,
PERMANECE LIGADO AO C3b, FORMANDO O C3b,Bb. ESTE
COMPLEXO É COMO O C4b,2a, SENDO CHAMADO DE C3
CONVERTASE.
ESTA LIGAÇÃO É ESTABILIZADA PELA PROTEÍNA PLASMÁTICA
CHAMADA DE PROPERDINA. ASSIM, A VIA ALTERNATIVA É TAMBÉM
CONHECIDA COMO VIA PROPERDINA.
A PRESENÇA DE UMA ÚNICA MOLÉCULA DE C3b GERA MUITAS
MOLÉCULAS DE C3b,Bb, RESULTANDO EM UMA GRANDE
AMPLIFICAÇÃO.
A C3 CONVERTASE (C3b,Bb) CLIVA C3, GERANDO MAIS MOLÉCULAS
DE C3b, QUE COMBINA COM OUTRAS MOLÉCULAS DE FATOR B,
GERANDO MAIS MOLÉCULAS DE C3b,Bb.
COMO NA VIA CLÁSSICA, A LIGAÇÃO DE MUITAS MOLÉCULAS DE
C3b NA CÉLULA ALVO PERMITE A LIGAÇÃO DE C5, SENDO CLIVADO
EM C5a E C5b PELA ENZIMA C3b,Bb,3b AGORA CHAMADO DE C5
CONVERTASE.

VIA DE ATAQUE À MEMBRANA


A FORMAÇÃO DE C5b PELA VIA CLÁSSICA OU ALTERNATIVA MARCA
O INÍCIO DA VIA DE ATAQUE À MEMBRANA. A MOLÉCULA C5b SE
LIGA AO C6, RESULTANDO EM UM COMPLEXO ESTÁVEL C5b,6.
SUBSEQUENTEMENTE O COMPLEXO C5b,6 REAGE COM C7 PARA
FORMAR O TRIO MOLECULAR C5b,6,7, QUE SE LIGA À MEMBRANA
DA CÉLULA ALVO.
AO COMPLEXO C5b,6,7 SE LIGA O C8. ESTA LIGAÇÃO FAZ COM QUE
O C9 PLASMÁTICO SE LIGUE À MEMBRANA PLASMÁTICA, FAZENDO A
TRANSPOSIÇÃO E INDUZINDO A POLIMERIZAÇÃO DO C9.
A POLIMERIZAÇÃO DO C9 OCORRE DE FORMA CILÍNDRICA
CONSISTINDO DE CERCA DE 12 A 16 MOLÉCULAS DE C9.
ATRAVÉS DESTES POROS, OCORRE A PASSAGEM DE PROTEÍNAS,
RESULTANDO EM LISE DA CÉLULA ALVO.
EM UM PRIMEIRO ESTÁGIO, AS DEFESAS EXTERNAS DO ORGANISMO
SE APRESENTAM COMO UM BARREIRA EFICIENTE CONTRA A
MAIORIA DOS ORGANISMOS AGRESSORES E SÃO MUITO POUCOS
OS AGENTES QUE CONSEGUEM PENETRAR ATRAVÉS DA PELE
INTACTA.
O LOCAL DE INFECÇÃO E O TIPO DE PATÓGENO SÃO OS FATORES
DETERMINANTES DO TIPO DE RESPOSTA IMUNE A SER ELABORADA.
EXISTEM DIFERENÇAS ENTRE OS AGRESSORES QUE INVADEM AS
CÉLULAS DO HOSPEDEIRO E AQUELES QUE NÃO PARASITAM AS
CÉLULAS DO HOSPEDEIRO.