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E-GOV: UMA ANÁLISE DOS PORTAIS SITES ESTADUAIS


NO ESTADO DO DO CEARÁ

Mário Henrique de Queiroz Serafim1


José de Sousa Neto2

RESUMO (Precisa compreender melhor o que você fez para


elaborar um bom resumo)

Este trabalho tem como principal objetivo identificar a utilização do portal eletrônico
do Governo do Estado do Ceará, no sentido de verificar seu conteúdo, usabilidade e
funcionalidade dos sites estadual. Após o levantamento de dados em literaturas
referentes ao tema, trabalhos e pesquisa na web, realizou-se uma pesquisa de
caráter exploratório no portal estadual, analisando individualmente alguns sites
contidos no portal e tirando um resultado por amostragem. Após a pesquisa,
percebeu-se que o portal possui diversas fases do processo de Governo Eletrônico,
ou seja, temos sites bem elaborados e outros que ainda precisam de melhorias.

Palavras-chave: Governo Eletrônico, Conteúdo, Usabilidade e Funcionalidade, sites.

ABSTRACT

1
Aluno concludente do curso de graduação em administração geral pela Faculdade Integrada do Ceará
2
Professor Orientador.
2

INTRODUÇÃO

O século XX nos permitiu vivenciar uma das revoluções mais marcantes


da história da humanidade, a revolução tecnológica, ou como alguns a chamam, a
Era da Informação. Com a expansão e facilidade de se possuir um computador e
também usufruir das tecnologias ddisponíveis ecorrentes, a globalização encontrou
um terreno muito rico para o seu crescimento, fazendo com que as organizações
revisem suas estratégias de qualidade, sistematização, equipamentos, para que de
forma incessante buscasse flexibilidade, eficiência e eficácia na geração dos
produtos e serviços oferecidos por ela.
O Brasil, mesmo sendo a oitava economia do mundo, aparece em 42°
lugar no ranking Economia Digital 2010, dado este produzido anualmente pela
divisão de consultoria da IBM, com pontuação de 5,27 de um total de 10. No país
Brasil, esse assunto ainda é tratado de forma lenta e sem expressão, fazendo com
que a evolução da Economia Digital seja feita de uma forma extremamente devagar
lenta. Para Albertin (2002), Economia Digital é a realização de toda a cadeia de valor
dos porcessos de negócio num ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa
das tecnologias de comunicação e informação, atendendo aos objetivos do negócio.
O governo ocupa um papel muito importante na formação das novas
tecnologias durante a evolução da Economia mundial. Para isso, foi pesquisado
neste trabalho os modelos de uso da Tecnologia da Informação (TI) que são
oferecidos como prestação de serviços através da internet, apresentando o cenário
que é disponibilizado ao usuário que tem acesso a essas informações como também
as tendências do E-Gov no endereço do Governo do Estado do Ceará.
As diretrizes do Governo Federal a respeito da Tecnologia da Informação
e Comunicação (TIC) impactam diretamente nas estratégias dos Estados no tocante
à problemática do funcionamento do portal governamental estaduais para a
utilização de informações ao usuário final.
Devido à a carência de trabalhos na falta de trabalhos literários sobre o
esse assunto no estado do Ceará, justifica-se a foi vista a necessidade do presente
estudo e uma pesquisa com o objetivo de realizar uma análise dos endereços
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eletrônicos do Governo Estadual do Ceará. Especificamente, pretende-se onde


pudéssemos ver como anda o movimento do E-Gov dentro dos endereços
eletrônicos do estado, e tendo como objetivos específicosanalisar as três
dimensões utilizadas para pesquisa, funcionalidade, usabilidade e conteúdo dos
sites escolhidos no estudo. Os objetivos serão alcançados mediante uma revisão
bibliográfica e uma análise das dimensões analisadas dos sites governamentais do
Estado do Ceará .para que seja possível obter resultados conclusivos a respeito do
assunto.

REFERENCIAL TEÓRICO

E-Gov
Governos em todos os países do mundo têm buscado implementar
programas e democratizar a inclusão digital na administração pública e do cidadão.
Apesar de ser um fenômeno “novo”, já que no Brasil, esse assunto veio a tona a
partir da segunda metade da década de 90, o E-Gov vem sendo debatido com uma
grande quantidade de informações, tanto pelos órgãos governamentais, como
também por empresas de tecnologia que fazem prestações de serviços.
Diversos trabalhos já foram ou estão sendo elaborados sobre esse tema
que ainda se tem muito assunto a se debater, já que como já falado antes, é um
processo ainda novo em alguns países principalmente naqueles em que ainda estão
buscando sua industrialização e crescimento econômico.
Devido a isso, o governo, nos níveis federal, estadual e municipal, tem o
papel de assegurar o acesso universal às tecnologias de informação e comunicação
e a seus benefícios, independentemente da localização geográfica e da situação
social do cidadão, garantindo níveis básicos de serviços, estimulando a
interoperabilidade de tecnologias e de redes.Além disso, cabe ao governo estimular
e viabilizar a participação de minorias sociais e outros segmentos marginalizados, os
pequenos negócios, bem como as organizações sem fins lucrativos, de modo a que
4

esses segmentos possam ter acesso aos benefícios que a sociedade da informação
possa proporcionar. Cabe ainda estabelecer condições equânimes de competição
entre os diferentes agentes econômicos, sem inibir as iniciativas de investimento e
de novos negócios e implementar não só políticas públicas, mas também um
aparato regulador e legal, harmônico e flexível, que proteja os interesses dos
cidadãos e estimule o desenvolvimento do setor privado. Abaixo mostraremos
alguns conceitos sobre o tema.
O termo E-Gov, na verdade é uma abreviação de Electronic Government,
que em inglês chama-se de E-Government e em português ficou como E-Gov.
Porém, qualquer termo usado acima serve de utilidade.
Cameron (1997) define que E-Gov “inclui qualquer negócio transacionado
eletronicamente, em que essas transações ocorrem entre dois parceiros de negócio
ou entre um negócio e seus clientes”.
Kalakota e Whiston (1997) definem E-Gov dependendo de para quem se
pergunte, no nosso caso a definição seria de uma perspectiva de processo de
negócio, ou seja, “a aplicação de tecnologia para a automação de transações de
negócios e fluxos de dados”.
Nakamura (2001) define CE como “toda atividade de compra e venda
realizada com auxilio de recursos eletrônicos”.
Montagna (2005) insere E-Gov com uma simples definição de que “toda
ação governamental que é baseada no uso de redes de computadores, faz parte do
processo”. Ele destaca também os tipos de interações que podem acontecer: G2C
(governo-cidadão), G2B (governo-negócio), G2G (governo-governo) e por último,
G2NGO (governo-organização não governamental) e G2NPO (governo-organização
sem fins lucrativos).
Das definições sobre E-Gov, a de Lenk & Traunmuller (2000) é a mais
próxima da nossa pesquisa onde é dito que “E-Gov pode ser visto como um guia
que inclui todas as propostas para modernização e reorganização da administração
pública”. Para eles quatro perspectivas podem ser apresentadas:
o A perspectiva do cidadão: serviços de utilidade pública;
o A perspectiva de processos: visando repensar o modus-operandi dos
processos produtivos ora existentes no Governo, em suas várias
esferas;
5

o A perspectiva da cooperação: visando integrar os vários órgãos


governamentais, e estes com outras organizações privadas e não-
governamentais;
o A perspectiva da gestão do conhecimento: visando permitir ao
Governo, em suas várias esferas, criar, gerenciar e disponibilizar em
repositórios adequados, o conhecimento tanto gerado quanto
acumulado por seus vários órgãos.

A partir desses conceitos e colocando-os em evidência, podemos


observar que o E-Gov é de suma importância, pois gera impactos que fortalecem a
cidadania; aproximam governo-cidadão; agiliza certos processos administrativos
públicos; aumento da qualidade do atendimento ao cidadão com diversos serviços e
expansão da tecnologia da informação.

E-Gov: abordagens internacionais


Segundo a UNDP – United Nations Development Programme (2010),
podem ser identificados quatro estágios distintos no movimento dos países em
direção ao Governo Eletrônico, nos quais seriam:
− Estágio 1 – Publicação de informações: os Websites
publicam informações gerais e formulários online que podem
ser impressos. É um sistema de comunicação em um único
sentido.
− Estágio 2 – Interação: os Websites possibilitam a realização
de pesquisas de informações e formulários podem ser
completados online.
− Estágio 3 – Troca de Valores: os Websites possibilitam uma
troca de valores, com o pagamento e recebimento de taxas
públicas de maneira online.
− Estágio 4 – Serviços Integrados e Troca: portais que
integram uma série de serviços baseados em necessidades
e funções, não em departamentos, órgãos ou agências
governamentais.
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Temos também uma outra classificação para medirmos o progresso dos


países que é dada pela United National Division for Public Economics & Public
Administration (Figura 1) que, junto com a American Society for Public
Administration – ASPA, realizou uma pesquisa global sobre o E-Gov. Com isso foi
identificada cinco categorias, que são elas:
− Presença na Web Emergente: um país precisa ter um único
ou alguns websites oficiais em nível nacional que ofereçam
informações estáticas para o usuário e que sirvam como
ferramenta para assuntos públicos.
− Presença na Web Aprimorada: o número de páginas na
Web governamentais cresce de maneira que as informações
se tornam mais dinâmicas, com os usuários tendo mais
opções de informações para acesso.
− Presença na Web Interativa: uma troca mais formal entre
usuários e serviços governamentais acontece, com opção de
download de formulários, e aplicações sendo submetidas
online.
− Presença na Web Transacional: usuários podem facilmente
acessar serviços priorizados de acordo com suas
necessidades, podendo conduzir transações formais online,
como pagamento de taxas
− Presenças na Web totalmente integrada: a completa
integração de todos os serviços governamentais online
através de um portal que seja um ponto único de entrada.

Pode-se verificar mos ver que o Brasil não está inserido dentro dessas
categorias, apesar de já que em grande parte, dos portais tanto nacional, estaduais
ou municipais, já se colocam com apresentam algumas das essas características,
acima referidas.tendo até mesmo em alguns deles, um pouco de cada das
categorias acima. De acordo com Oberer, (2002) em se Se tratando de abrangência
global, sabemos que a Austrália foi uma das pioneiras nos serviços de Governo
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Eletrônico (Oberer, 2002). Nao figura Gráfico 1, mostra-se que os Estados Unidos
detêm o melhor desempenho em se tratando de E-Gov transacional.

Gráfico 1 - 10 países com maior pontuação em transação online.


Fonte: http://igov.com.br/tigov/?p=467

Um número crescente de governos está se esforçando para atender à demanda dos


cidadãos com serviços e conteúdos visando e de criar um nível de diálogo online de
melhor qualidade. Os portais estão se tornando mais integrados, ágeis, e mais
simples para um cidadão encontrar informações. Este é um cenário especialmente
real nos países desenvolvidos, de alta e de média renda, muito embora, países
menos desenvolvidos incorporem cada vez mais ferramentas online incluindo as
tecnologias de vídeo e mídia social. Pode-se Abaixo, na tabela 1, observar-se o
abaixo o ranking poderemos ver o ranking dose e -– serviços e-serviços nopelo
mundo (Tabela 1).

Tabela 1 - 20 países com maior desenvolvimento em e - serviços em 2010.


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ÍNDICE DE SERV. ÍNDICE DE SERV.


RANKING PAÍS ONLINES RANKING PAÍS ONLINES
Coréia do
1 Sul 1,0000 11 França 0,6825
2 EUA 0,9365 12 Holanda 0,6794
3 Canadá 0,8825 13 Dinamarca 0,6730
4 Reino Unido 0,7746 14 Japão 0,6730
Nova
5 Austrália 0,7651 15 Zelandia 0,6381
6 Espanha 0,7651 16 Malásia 0,6317
7 Noruega 0,7365 17 Bélgica 0,6254
8 Bahrain 0,7302 18 Chile 0,6095
9 Colômbia 0,7111 19 Israel 0,5841
10 Singapura 0,6857 20 Mongólia 0,5556

ÍNDICE DE SERV. ÍNDICE DE SERV.


RANKING PAÍS ONLINES RANKING PAÍS ONLINES
Coréia do
1 Sul 1,0000 11 França 0,6825
2 EUA 0,9365 12 Holanda 0,6794
3 Canadá 0,8825 13 Dinamarca 0,6730
4 Reino Unido 0,7746 14 Japão 0,6730
Nova
5 Austrália 0,7651 15 Zelandia 0,6381
6 Espanha 0,7651 16 Malásia 0,6317
7 Noruega 0,7365 17 Bélgica 0,6254
8 Bahrain 0,7302 18 Chile 0,6095
9 Colômbia 0,7111 19 Israel 0,5841
10 Singapura 0,6857 20 Mongólia 0,5556
Tabela 1 - 20 países com maior desenvolvimento em e - serviços em 2010.
Fonte: http://igov.com.br/tigov/?p=467

Pode-se notar mos ver que a Coréia do Sul, Estados Unidos e Canadá
foram os primeiros colocados do ranking, respectivamente. No entanto, países como
Bahrain, Chile, Colômbia, Singapura e Reino Unido aparecem diversos entre os dez
mais bem pontuados. Estes países estrearam no top-ranking este ano no top-
ranking, ou então conquistaram melhorias significativas nos últimos dois anos.
Ressalta-se ainda que Entre estes, os destaques são Bahrain, Chile, Colômbia,
Singapura e Reino Unido, que estes países juntos somaram o a melhor
desempenho do mundo no desenvolvimento de serviços online ( FONTE, Ano).
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E-Gov no Brasil

No Brasil, o E-Gov vem crescendo em passos largos nas esferas


governamentais. Os dirigentes públicos estão vendo a necessidade de adequação
ao novo modelo de relacionamento com o aumento no uso da tecnologia da
informação, que tem gerado a implementação de programas e ferramentas que
atendam os anseios dos cidadãos e da iniciativa governamental.
A Podemos ver abaixo com que a área da tecnologia da informação
passou a ser primordial importante para o Estado e sua importância pode ser
destacada pelo fatos cronologicamente apresentados abaixo., mostrando um breve
histórico.

− 1998 – RNP – Rede Nacional de Pesquisa: criado pela MCT –


Ministério de Ciência e Tecnologia para acelerar a difusão da
Internet no Brasil;
− 1999 – SOCINFO – Sociedade da Informação: criado pelo MCT,
para articular, coordenar e fomentar o desenvolvimento e utilização
segura de serviços avançados de computação, comunicação e
informação e suas aplicações na sociedade mediante a pesquisa,
desenvolvimento e ensino;
− 2000 – GTTI – Grupo de Trabalho em Tecnologia da Informação:
criado pela Casa Civil da Presidência da República, com o objetivo
de examinar e propor políticas, diretrizes e normas relacionadas
com as novas formas eletrônicas de interação;
− 2000 – GSI – Comitê Gestor de Segurança da Informação: visa
estabelecer a Política de Segurança da Informação Pública do
Poder Executivo Federal;
− 2000 – Livro Verde: proposta de ação elaborado pela SOCINFO,
para discussão com a sociedade;
− 2000 – CEGE – Comitê Executivo do Governo Eletrônico: tem
como objetivo formular políticas, estabelecer diretrizes, coordenar e
articular as ações de implantação do Governo Eletrônico;
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− 2002 – Livro Branco: proposta de ação elaborada pela SOCINFO


validada pela sociedade.
O E-Gov é implementado seguindo sete princípios, que serve de
referência para estruturar as estratégias de intervenção e orientação para suas
ações (BRASIL, 2010):de E-Gov no governo federal. São elas (BRASIL, 2010):

− promoção da cidadania como prioridade;


− indissociabilidade entre inclusão digital e o governo
eletrônico;
− utilização do software livre como recursos estratégicos;
− gestão de conhecimento como instrumento estratégico de
articulação e gestão das políticas públicas;
− racionalização dos recursos;
− adoção de políticas,normas e padrões comuns;
− integração com outros níveis de governo e com os demais
poderes.
Em 2000, com a criação do Livro Verde pelo Governo Federal, a
sociedade passou a conhecer melhor as questões sobre a tecnologia que viria a ser
implantada ao longo do tempo. No Livro Verde, aAlguns conceitos são bem
interessantes e estão intimamente em saber, como os relacionados com as
atividades governamentais ao Governo em todas as suas áreas de atuação.esferas.
Abaixo destaca-se alguns dos conceitos:podemos ver alguns, como:

− administração transparente e centrada no cidadão: governo


ao alcance de todos. Uma administração pública mais
transparente, eficaz e voltada para a prestação de
informações e serviços a população: essa é a grande
contribuição que as tecnologias de informação podem dar
ao relacionamento do governo com os cidadãos.
− Governo ao alcance de todos – promoção da informatização
da administração pública e do uso de padrões nos seus
sistemas aplicativos;concepção, prototipagem e fomento às
aplicações em serviços de governo, especialmente os que
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envolvem ampla disseminação de informações fomento a


capacitação em gestão de tecnologias de informação e
comunicação na administração pública

CENÁRIO DO E-Gov ESTADUAL CEARENSE

O Governo Estadual é formado por 62 departamentos, e entre eles,


apenas um departamento que é a Pericia Forense, não possui um site específico,
devido provavelmente por ser um setor recentemente criado pelo novo do governo
cearense.
Classificado como portal governamental, o portal do Governo do Estado
do Ceará, foi criado de uma forma em que sua funcionalidade no geral, abrangesse
toda a população, desde o mais necessitado até os de maiores rendas. Esse tipo de
portal possui diversas outras funcionalidades como abrir oportunidades para novas
formas de cooperação, promover a construção de ambientes sócias onde
comunidades virtuais podem emergir na forma de grupos, fóruns etc.
O E-Gov no estado do Ceará, vem crescendo de forma rápida e concreta
quando analisamos os quesitos pesquisados já que, podemos realizar diversos
serviços online sem que precisamos ir ao local da secretaria para conseguir o que se
deseja, o que diminui as filas e também a burocracia nos órgãos, facilitando ao
servidor que se consiga de forma rápida o que se deseja. Desde o ano de 2008,
algumas secretarias concentraram quase que todos os seus serviços pelo portal,
fazendo assim com que os serviços fossem oferecidos de forma clara e rápido,
desde o download do Diário Oficial do Estado, contracheque do servidor, serviços
relacionados ao transito, como consulta de multas, emissão de documentos,
prestação de informações ligadas aos serviços públicos, acompanhamento das
ações de governo e condução dos negócios públicos, acesso aos governantes e
representantes eleitos. Essas são umas das possibilidades do uso das tecnologias
de informação e comunicação pela máquina administrativa pública.
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Classificado como portal governamental, o portal do Governo do Estado


do Ceará, foi criado de uma forma em que sua funcionalidade no geral, abrangesse
toda a população, desde o mais necessitado até os de maiores rendas. Esse tipo de
portal possui diversas outras funcionalidades como abrir oportunidades para novas
formas de cooperação, promover a construção de ambientes sócias onde
comunidades virtuais podem emergir na forma de grupos, fóruns etc.
Resultante de esforços e baseando-se no Modelo do Governo Digital a
partir de decretos, a ATI – Agência Estadual de Tecnologia da Informação – ATI
desenvolveu uma padronização dos sites estaduais e o atendimento digital ao
cidadão com serviços online e informações sobre todas as ações tomadas pelo
Estado, através do portal da transparência (http://transparencia.ce.gov.br).

Metodologia de avaliação dos Sites Estaduais

O método de avaliação que estaremos propostondo, constitui de duas


vertentes que se complementam, relativas à qualidade e à maturidade dos sites. Om
relação a Na parte qualitativa pretende-se avaliar a qualidade dos Web Sites,
considerou-seando os critérios de conteúdo, acessibilidade e funcionalidade. Na
outra vertente, a da maturidade, procurou-se etende avaliar o estado de
desenvolvimento do Web Site tendo por base o grau de interatividade, como por
exemplo, os serviços on-line oferecidos pelos sites.
Para se fazer a avaliação dos sites do portal do Estado do Ceará, foi
necessário pesquisas em alguns trabalhos já feitos que tiveram como metodologia
de trabalho, um semelhança com este, como definir o conteúdo, a usabilidade e a
funcionalidade dos sites. No trabalho, uUtilizaou-se mos das técnicas e adaptações
usadas por Vilela (2003) e Lemos, Alencar e Costa (2006) como forma de avaliação
dos sites estaduais para prestação de serviços públicos e disseminação de
informações da web. Toda a informação necessária para a avaliação será foi obtida
diretamente por análise on-line dos Web Sites disponíveis no portal. Abaixo estão
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especificadas remos cada uma dessas características que serão utilizadas sadas
neste trabalho.

Para se medir o Conteúdo, usaremos utilizaram-se as seguintes


especificações:
• Atualidade: atualização do conteúdo exposto no qual podemos
ver através da data da última atualização da página.
• Correção: erros de digitação, grafia, e gramática e outras
incoerências presentes.
• Autoridade: informações sobre copyright são fornecidas,
responsável pela página está claramente identificado.
Quanto aJá na dimensão Usabilidade, considerou-se amos os seguintes
parâmetros:
• Navegação: recursos para facilitar a navegação, com opor
exemplo, mapas do site, ferramentas de buscas, etc.
• Links: os links são claramente diferenciados, de forma que fique
fácil a compreensão do seu conteúdo.
• Acessibilidade: o conteúdo do portal pode ser acessado através
de outras mídias, como celulares, informando isso aos usuários
e também se o portal oferece recursos especiais para o acesso
de pessoas portadoras de deficiência.
Por fim, aNO tocante a Funcionalidade, foram usados os seguintes
critérios:
• Serviços: o portal oferece prestação de serviços públicos on-line.
• Comunicação/Feedback: o portal oferece espaços de
cooperação, como salas de discussão e chats e também
aplicações de visualização de documentos públicos para
compartilhamento com os usuários.
• Privacidade: o usuário poderá navegar em sites restritos sem
que aquele serviço especifico seja utilizado por terceiros.
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Ao definirmos em cada site as características acima, poder-se emos


verificar quais sites precisam de melhorias e quais estão de acordo com as
especificações destas características. De posse de dois norteadores, ou seja, é o
mesmo que saber quem é a empresa e para onde ela quer ir, ou aonde quer chegar
(CONFUSO).Melhorar ou então excluir.
No quadro 1 Abaixo apresenta--se todos os sites do portal estadual
cearense.

QUADRO 1 – Listagem de todos os sites do Portal do Ceará na Web (no restante


deve vir o nome do qudro e (continua) no lado esquerdo.
SECRETARIAS/ORGÃOS ENDEREÇO ELETRÔNICO
ADAGRI - Agência de Defesa Agrícola http://www.adagri.ce.gov.br/
ARCE - Agência Reguladora de Serv. Púb. Delegados do Ceará http://www.arce.ce.gov.br/
CAGECE - Comp. de Água e Esgoto do Ceará http://www.cagece.com.br/
CASA CIVIL http://www.casacivil.ce.gov.br/
CEARÁPORTOS - Companhia de Integ. Portuária do Ceará http://www.cearaportos.ce.gov.br/
CEASA - Central de Abastecimento do Ceará http://www.ceasa-ce.com.br/
CEC - Conselho de Educação do Ceará http://www.cec.ce.gov.br/
CEDE - Conselho Estadual de Desenv. Econômico http://www.cede.ce.gov.br/
CEDEC-DEFESA CIVIL http://www.defesacivil.ce.gov.br/
CEGAS - Companhia de Gás do Ceará http://www.cegas.com.br/
CGE - Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado http://www.cge.ce.gov.br/
CIDADES-SEC. CIDADES http://www.cidades.ce.gov.br/
COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Humanos http://portal.cogerh.com.br/
CONPAM - Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente http://www.conpam.ce.gov.br/
CORPO DE BOMBEIROS http://www.bombeiros.ce.gov.br/
DEFENSORIA PUBLICA GERAL http://www.defensoria.ce.gov.br/
DER - Departamento de Edificações http://www.der.ce.gov.br/
DETRAN - Departamento Estadual de Transito http://portal.detran.ce.gov.br/
EMATERCE - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural http://www.ematerce.ce.gov.br/
ESP - Escola de Saúde Pública do Ceará http://www.esp.ce.gov.br/
ETICE - Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará http://www.etice.ce.gov.br/
FUNCAP - Fund. Cearense de Apoio ao Desenv. Cient. e Tec. do CE http://www.funcap.ce.gov.br/
FUNCEME - Fund. Cearense de Meteorologia e Rec. Hídricos http://www.funceme.br/
GABGOV - Gabinete do Governador http://www.gabgov.ce.gov.br/
HEMOCE - Centro de Hematologia e Hematerapia do Ceará http://www.hemoce.ce.gov.br/
HGCC - Hospital Dr. César Cals de Oliveira http://www.hgcc.ce.gov.br/
HGWA - Hospital Geral Dr. Walter Alcantara http://www.isgh.org.br/
HIAS - Hospital Infantil Albertin Sabin http://www.albertsabin.ce.gov.br/
HM - Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Sturdat Gomes http://www.hm.ce.gov.br/
HOSPITAL GERAL DE FORTALEZA http://www.hgf.ce.gov.br/
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IDACE - Instituto do Desenvolvimento Agrário do Ceará http://www.idace.ce.gov.br/sitio/


IDT - Instituto de Desenvolviimento do Trabalho http://www.idt.org.br/idt/principal.asp
IPC - Instituto de Prevenção do Cancer http://www.ipc.ce.gov.br/
IPECE - Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará http://www.ipece.ce.gov.br/
ISSEC - Instituto de Saude dos Servidores do Estado do Ceará http://www.issec.ce.gov.br/
JUCEC - Junta Comercial http://www.jucec.ce.gov.br/
METROFOR - Cia. Cearense de Transportes Metropolitanos http://www.metrofor.ce.gov.br/
NUTEC - Núcleo de TeconologiaTecnologia Industrial do Ceará http://www.nutec.ce.gov.br/
PC - Pol[iciaPolícia Civil http://www.policiacivil.ce.gov.br/
PEFOCE - Polícia Forense do Estado do Ceará SEM SITE
PGE - Procuradoria Geral do Estado do Ceará http://www.pge.ce.gov.br/site/
PM - Polícia Militar do Ceará http://www.pm.ce.gov.br/
S D A - Secretaria do Desenvolvimento Agrário http://www.sda.ce.gov.br/
SECITECE - Secretaria da Ciência, Tec. e Educ. do Ceará http://www.sct.ce.gov.br/
SECULT - Secretaria da Cultura do Ceará http://www.secult.ce.gov.br/
SEDUC - Secretaria da Educação http://portal.seduc.ce.gov.br/
SEFAZ - Secretaria da Fazenda http://www.sefaz.ce.gov.br
SEINFRA - Secretaria de Infra-Estrutura http://www.seinfra.ce.gov.br/
SEJUS - Secretaria da Justiça e Cidadania http://www.sejus.ce.gov.br/
SEMACE - SuperitendênciaSuperintendência Estadual do Meio
http://www.semace.ce.gov.br/
Ambiente
SEPLAG - Secretaria do Planejamento e Gestão http://www.seplag.ce.gov.br/
SESA - Secretaria da Saúde http://www.saude.ce.gov.br/site/
SESPORTE - Secretaria do Esporte http://www.esporte.ce.gov.br/
SETUR - Secretaria do Turismo http://www.setur.ce.gov.br/
SOHIDRA - SuperitendenciaSuperintendência de Obras Hidráulicas http://www.sohidra.ce.gov.br/
SRH - Secretaria dos Recursos Hídricos http://www.srh.ce.gov.br/
SSPDS - Secretaria da Defesa Pública e Defesa Social http://www.sspds.ce.gov.br/
STDS - Secretaria do Trabalho e Ação Social http://www.stds.ce.gov.br/stdsv3/index.asp
TV CEARÁ http://www.tvceara.ce.gov.br/
UECE - Universidade Estadual do Ceará http://www.uece.br/
URCA - Universidade Regional do Cariri http://www.urca.br/portal/
UVA - Universidade Estadual Vale do Acaraú http://www.uvanet.br/
Fonte: Pesquisa Direta, 2010..
QUADRO 1 – Listagem de todos os sites do Portal do Ceará na Web

A pesquisa abrangeu 25 sites - pós dividirmos os parâmetros de


avaliação, tomamos como base vinte e cinco endereços eletrônicos escolhidos pelo
processo de aleatoriamente amostragem probabilística simples (sorteio). e
utilizamos A metodologia utilizada para mensuração dos dados coletados na
amostra baseou-se em a metodologia usada por em Vilela (2003) com adaptações.
para obter os resultados e analisá-los. Para isso, os parâmetros foram divididos e o
16

seus pesos forami atribuídos aos parâmetros de acordo a seguindo a importância


deles com a importancia de cada um deles nos endereços eletrônicos da seguinte
forma (Tabela 2):

Tabela 2 – Parâmetros a serem avaliados para cada dimensão.

CONTEÚDO USABILIDADE FUNCIONALIDADE


Correção Navegação Privacidade
DIMENSÃO/PARÂMETROS
Autoridade Acessibilidade Serviços
Atualidade Links Comunicação/Feedback
VALOR DO PESO 3 2 3
Tabela 2 – Parâmetros a serem avaliados para cada dimensão.
Fonte: Adaptado de Vilela (2003)

A nota atribuída aos sites será uma média ponderada das dimensões
usadas para a análise para que possamos obter o resultado final e classificar os
endereços eletrônicos como Ruim, Regular, Bom e Ótimo. Para isso, utilizamos os
seguintes critérios de notas:
−Ruim: será classificado com esse quesito, o endereço eletrônico
que apresentar nota final entre 0 a 2,9;
−Regular: para ser considerado regular, necessita que a nota final
esteja entre 3 a 5,9;
−Bom: terá essa classificação aquele site que tiver como nota
final o intervalo entre 6 à 8,9;
−Ótimo: e por fim, se possuir nota final entre 9 a 10, terá o quesito
ótimo como avaliação.

Resultados
O E-Gov no estado do Ceará, vem crescendo de forma rápida e, desde o
ano de 2008, algumas secretarias concentraram quase que todos os seus serviços
17

pelo portal, fazendo assim com que os serviços sejam oferecidos de forma clara e
rápido, desde o download do Diário Oficial do Estado, contracheque do servidor,
serviços relacionados ao transito, como consulta de multas, emissão de
documentos, prestação de informações ligadas aos serviços públicos,
acompanhamento das ações de governo e condução dos negócios públicos, acesso
aos governantes e representantes eleitos. Essas são umas das possibilidades do
uso das tecnologias de informação e comunicação pela máquina administrativa
pública.

Após Após analissearmos dos sites escolhidos no estudo, para a


avaliação, foram apresenta-se dos os seguintes resultados,que estão mostrados na
tabela 3:

Tabela 3 – Resultados da avaliação dos endereços eletrônicos


Tabela 3 – Resultados da avaliação dos endereços eletrônicos.
ENDEREÇO ELETRÔNICO CONTEÚDO USABILIDADE FUNCIONALIDADE MÉDIA CLASSIFICAÇÃO
http://www.cagece.com.br/ 8 7 5 6,6 Bom
http://www.casacivil.ce.gov.br/ 7 6 6 6,4 Bom
http://www.cidades.ce.gov.br/ 8 8 5 6,9 Bom
http://www.bombeiros.ce.gov.br/ 5 5 4 4,6 Regular
http://www.defensoria.ce.gov.br/ 9 9 7 8,3 Bom
http://www.der.ce.gov.br/ 8 6 6 6,8 Bom
http://portal.detran.ce.gov.br/ 9 8 10 9,1 Ótimo
http://www.hemoce.ce.gov.br/ 7 7 5 6,3 Bom
http://www.hgf.ce.gov.br/ 5 4 4 4,4 Regular
http://www.idt.org.br/idt/principal.asp 6 6 5 5,6 Regular
http://www.policiacivil.ce.gov.br/ 7 6 5 6,0 Bom
http://www.pge.ce.gov.br/site/ 7 6 9 7,5 Bom
http://www.pm.ce.gov.br/ 7 6 6 6,4 Bom
http://www.sct.ce.gov.br/ 5 5 6 5,4 Regular
http://www.secult.ce.gov.br/ 4 6 7 5,6 Regular
http://portal.seduc.ce.gov.br/ 4 4 5 4,4 Regular
http://www.sefaz.ce.gov.br 7 6 8 7,1 Bom
http://www.seinfra.ce.gov.br/ 6 6 6 6,0 Bom
http://www.sejus.ce.gov.br/ 5 7 8 6,6 Bom
http://www.semace.ce.gov.br/ 8 9 6 7,5 Bom
http://www.seplag.ce.gov.br/ 9 8 6 7,6 Bom
http://www.saude.ce.gov.br/site/ 7 6 4 5,6 Regular
http://www.esporte.ce.gov.br/ 7 5 5 5,8 Regular
http://www.setur.ce.gov.br/ 6 6 3 4,9 Regular
http://www.uece.br/ 5 7 7 6,3 Bom
18

Fonte: Elaboração própria.

Os resultados servem para mostrar que Após vermos a tabela acima,


podemos concluir que: 60% dos sites avaliados foram classificados como “Bom”, ou
seja, possuem características que facilitam ao usuário o acesso aos mesmos. No
total dos sites amostrados, 36% receberam a classificação “Regular”, pois foi
perceptível a falta de elementos que trouxessem ao usuário um maior entendimento
sobre o que se deseja. Apenas 4% dos sites analisados podem ser classificados
como “Ótimo”, pois apresentam quase que todos os parâmetros avaliados e assim
permite ao usuário que o acessa, uma total tranqüilidade e facilidade para a
realização de operações online (Grafico 1).
O GRAFICO ABAIXO NÃO ESTA DE ACORDO COM O TEXTO OU
VICE-VERSA (É BOM OBSERVAR COM CUIDADO OS DADOS E O TEXTO).

60% dos sites avaliados foram classificados como Bom, ou seja, possuem
características que facilitam ao usuário o acesso a eles;
−36% receberam a classificação Regular, pois foi perceptível a
falta de elementos que trouxesse ao usuário que acessa um
maior entendimento sobre o que se deseja;
−e por fim, apenas 4% destes podem ser classificados como
Ótimo, pois apresenta quase que todos os parâmetros avaliados
e assim permite ao usuário que o acessa, uma total tranqüilidade
e facilidade para se realizar operações online.

O resultado apresentado acima pode ser visto no gráfico abaixo:


19

Gráfico 1 – Demonstrativo em percentagem das avaliações


Fonte: Elaboração própria

Ao analisar os sites por dimensões, ou seja conteúdo usabilidade e


funcionalidade, obteve-se os resultados apresentados no Grafico 2
Podemos também analisar por dimensões, pegando as notas atribuídas a
elas e realizando uma média aritmética, tendo assim uma nota global para cada uma
das três dimensões apresentadas. Desse modo, após ser calculada a média
aritmética global, tivemos como resultados os seguintes números:

SOMATÓRIA DAS MÉDIA


DIMENSÃO
NOTAS GLOBAL
CONTEÚDO 166 6,64
USABILIDADE 159 6,36
FUNCIONALIDADE 148 5,92
Tabela 4 – Médias globais das dimensões.
Fonte: Elaboração própria.

Veja o gráfico abaixo:


20

Gráfico 2 – Resultado das tres dimensões analisadas.Média global das


dimensões.
Fonte: Elaboração própria.

Ressalta-se neste estudo Foi interessante observar que todos os


endereços eletrônicos estavam no ar diariamente sem qualquer queda de página ou
lentidão do servidor no qual estão alocados, no período de realização da pesquisa
( de tanto a tanto) ?????.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho veio ratificar a necessidade de uma melhoria em


alguns endereços eletrônicos do portal Ceará para se adequar de forma efetiva a
modelo de Governo Eletrônico ou E-Gov. Em suma, buscou-se uma abordagem de
parâmetros que permitissem um embasamento teórico fornecendo um maior
conhecimento sobre o tema.
Apesar de tudo, os dados obtidos na pesquisa evidenciam a presença de
conhecimento sobre o assunto pelos elaboradores do Portal. Desta forma, os
21

resultados alcançados indicam que o Governo Estadual se preocupa com o tema e


ao longo do tempo vem buscando melhorar os serviços ao cidadão que necessita de
um serviço no qual deseja pela internet para que assim, não sobrecarregue o
espaço físico dos departamentos e gere maiores problemas a população.
Observou-se também que o modelo de Governo Eletrônico não só neste
caso, mas também para qualquer que seja a empresa, se faz necessário como um
instrumento de importância nas ações tecnológicas.
Por fim, conclui-se que essa pesquisa firmou a importância do E-Gov para
facilitar todo e qualquer serviço que se deseja, e podemos também analisar a
qualidade do serviço prestado em nosso portal estadual, desde a maneira de se
acessá-lo passando pela atualidade das notícias inseridas, até a prestação de
serviços públicos on-line feitos por ele.
Apesar de apresentar um crescimento notável, torna-se importante o uso
do E-Gov para que o Portal Estadual do Governo do Ceará possa responder de
forma mais adequada às solicitações dos usuários que o utilizam.

REFERÊNCIAS Ordem alfabética

ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho científico.


São Paulo: Atlas, 2001.

ALBERTIN, A. L.; Comércio eletrônico. São Paulo: Atlas, 2004.

NAKAMURA, Rodolfo.; E-commerce na internet. São Paulo: Érica, 2001.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de


metodologia científica. 4. ed revisada e ampliada, São Paulo: Atlas, 2001.
22

www.governoeletrônico.e-gov.br (BRASIL), acessado em 14 de outubro de 2010.

www.ceará.gov.br (CEARÁ), acessado em 09 de agosto de 2010 até 16 de


novembro de 2010.

www.redegoverno.gov.br, acessado em 16 de novembro de 2010.

VILELA, R. M.; Conteúdo, Usabilidade e Funcionalidade: três dimensões para a


avaliação de portais estaduais de Governo Eletrônico na Web. Tese de mestrado
UFMG, 2003

LEMOS, D. J.; ALENCAR, L. H.; COSTA, Ana Paula C. S.; E-gov: uma análise dos
sites estaduais de Pernambuco. Artigo apresentado na XXVI ENEGEP, 2006.

Oberer, 2000 ?????


Albertin (2002
Cameron (1997)
Kalakota e Whiston
Montagna (2005)
Lenk & Traunmuller (2000)
United Nations Development Programme (2010),
(BRASIL, 2010):

INCLUIR NAS REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS TODAS AS CITAÇÕES DO


TEXTO.