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Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética (CFE)

Colectânea de textos seleccionados a partir de pesquisas efectuadas na Internet utilizando o "Google" e que se pretende ajudem a descodificar os temas do Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética (CFE) da Área de Cidadania e Profissionalidade do Referencial de Competências-Chave de Nível Secundário, relativo ao Processo RVCC no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades.

[Nota: Todos os Adultos/Formandos devem mencionar no seu PRA as fontes de todas as leituras que efectuaram, não podendo copiar ou plagiar, arriscando-se à expulsão do processo RVCC.]

Boas leituras

Competência e critérios de evidência

Distinguir várias hierarquizações de valores, escolher e reter referentes éticos e culturais.

1. Sou capaz de identificar diferentes valores culturais?

2. Sou capaz de argumentar em contexto de tensão cultural?

3. Sou capaz de intervir em contextos de tensão cultural?

[

]

Proposta de Trabalho:

Ao longo das nossas vidas - pelas imagens que nos vão aparecendo na televisão, pelos filmes que vemos no cinema, pelas relações que estabelecemos com os nossos amigos e vizinhos, pelas viagens que fazemos pelo mundo fora e pela nossa possível experiência de emigrante - vamos apercebendo-nos que nem todos comungam da nossa forma portuguesa de ser e de estar, dos nossos valores ético e culturais, presentes musicalmente no fado ou gastronomicamente no Bacalhau à Brás. Por isso, aquilo que lhe proponho é que faça uma pequena reflexão sobre a pluralidade cultural e a correlativa relatividade axiológica, onde saliente vivências relativas com desafios multi-culturais.

Preparado em 15-08-2008 por adulto/candidato – cont@cto página: 3/19
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Preparado em 15-08-2008 por adulto/candidato – cont@cto página: 5/19
http://www.soaresbasto.pt/CRVCC/secundario/RVCC_CP.pdfl Preparado em 15-08-2008 por adulto/candidato – cont@cto

CP - NG5 - DR4 - Escolhas Morais e Comunitárias

Vídeo da Amnistia Internacional

Nem sempre é fácil fazer a desocultação das temáticas do referencial, pois os adultos, enquanto indivíduos únicos, com maior ou menor experiência de vida, com maior ou menor capacidade de expressão, nem sempre encontram em si mesmos a confiança para introduzir ou abordar alguns assuntos, às vezes apenas por falta de confiança ou motivação. O visionamento deste pequeno filme poderá funcionar como ponto de partida para reflexões bem interessantes

%20NG5%20-%20DR4 Preparado em 15-08-2008 por adulto/candidato – cont@cto

Direitos Culturais, Ética e Valores

Milagros del Corral

Consultora Internacional ExSudirectora Geral Adjunta para a Cultura UNESCO – Paris

Nesta era de incertezas que caracteriza este grande/pequeno mundo em que nos calhou viver,a reflexão ética volta a estar no centro das atenções. Não invento nada ao afirmar queestamos num momento de profunda transformação da sociedade, que afecta tanto a evoluçãodas civilizações como a dos valores,

certezas e modos de vida individuais e colectivos. Estatransformação que se esboça com a queda do muro

de Berlim e se inicia decididamente apóso selvagem atentado às Torres Gémeas do World Trade Center de

Nova York, desenrola-se aum ritmo sem precedentes, num contexto de profundas assimetrias no qual coexistem grupossociais num grau avançado de desenvolvimento, de liberdades públicas, de comunicações, deeconomia, de inovação e tecnológico que os conduz a uma vontade de hegemonia

global; eoutros de carácter tribal, tradicional, que vivem ainda numa etapa quase pré - histórica eparecem destinados a sucumbir à ditadura dessa hegemonia. Vários sintomas, permitem-nos,sem dúvida, vislumbrar já, que isto não se produzirá sem elevados custos de todo o tipo.

A novidade está, em que, pela primeira vez, temos uma consciência planetária; sabemos que esse

conjunto tão diferente de sociedades diversas está destinado a avançar em conjunto porque estamos todos

no mesmo barco. Daí as tensões políticas e sociais que conhecemos; odespertar de uma opinião pública

global; o isolacionismo com base na identidade entendido como antídoto ante a incerteza, e nalguns casos, a sua consequente manipulação como ideologia política de matiz racista; a globalização da pobreza e o seu consequente impacto nos movimentos migratórios e na composição multicultural das sociedades

industrializadas;o regresso ao misticismo e às religiões face à perda de valores; o aparecimento de novasmodalidades de terrorismo que sabem utilizar perfeitamente todos os meios e tecnologias decomunicação e cuja repressão conduz a uma psicose de segurança redutora dos direitoshumanos e das

de perder o já adquirido - as liberdades decidadania, os direitos, o

emprego, o controle da situação e, em demasiados casos, até a vida -de nos transformarmos em meros

números de simples valor estatístico

Abordagem a partir da ética Partindo desse princípio indissociável da nossa consciência democrática que consiste no reconhecimento da igual dignidade de todas as culturas, entendidas, não já, como merosconceitos cristalizados, mas como processo que rompe com a ideia de cultura como um“produto acabado”, trata-se agora de conjugar valores éticos diversos, ligados a costumes,hábitos, religiões e valores individuais e sociais próprios de cada comunidade humana echegar a um consenso acerca dos fundamentos partilhados sobre o que é desejável para uma sociedade global. Família, género, tolerância, meio ambiente e política são conceitos aceitespor todos, o difícil está em pormo-nos de acordo sobre “ o como e o quanto” de cada umdeles. Se bem que os direitos fundamentais do indivíduo, consagrados na DeclaraçãoUniversal dos Direitos Humanos sejam, na generalidade, aceites (ou talvez só aceitáveis para muitas culturas em que os direitos colectivos predominam sobre os individuais, e há os que se esforçam, não obstante, em dar - lhes a sua própria interpretação cultural1) caberia estabelecer se o respeito por valores diferentes, essencial à noção de direitos culturais colectivos, não implica, por acaso, um retrocesso da sua universalidade ao reconhecer especificidades de grupos diferentes em matéria tão sensível. Esta é a luta entre universalistas e relativistas dos Direitos Humanos. Daí a afirmação que os Direitos Humanos não são neutrais já que a Declaração Universal tipifica valores fundamentalmente partilhados pela cultura dominante, individualista, ao não mencionar o grupo, excepto no que respeita à família. Continuar a ler

liberdades públicas

E o medo

o medo, enfim, aodesconhecido

Uma questão de ética

A ética é uma questão que tem vindo a ganhar contornos importantes nos dias de hoje. A necessidade e exigência da sociedade actual têm por base a recuperação de uma conduta, perdida ao longo do tempo, baseada essencialmente no respeito.

Pretende-se o bem-estar em todas as áreas que afectam a vida de cada um. Como tal, os deveres de respeito e consideração devem ser aplicados e exigidos não só nas relações pessoais como também naquelas que são estabelecidas a nível profissional.

A ética deve ser uma premissa do mercado de trabalho. Não se trata de uma questão teórica, pelo

contrário, deve ser uma questão prática. Mais do que os próprios actos, os exemplos são muito importantes. A postura ética constrói ou destrói a reputação de uma empresa. A adopção de um comportamento ético consagra valor à imagem da organização.

A consciência de que as acções e decisões podem afectar e ter repercussões negativas na vida de outros

deve estar presente em cada um de nós. Numa empresa a obtenção do lucro não deve ser posta em cima da ética. Nada justifica ultrapassar os valores morais e éticos. O profissional, enquanto pessoa, deve pensar e decidir não só com vista no lucro, mas apoiado na ética. Esta deve ser presença constante nos negócios que se realizam e, sobretudo, nas relações que se estabelecem.

O modelo deve ser dado pelo líder. Os seus colaboradores irão seguir o seu exemplo. A actuação baseada

em princípios éticos é uma manifestação da responsabilidade social da empresa.

A ética posta em prática revela-se na própria constituição da empresa e no ambiente de trabalho saudável e benéfico à realização da vida profissional de cada pessoa. A adopção de padrões de conduta ética é uma exigência cada vez mais presente. A ética é aquilo que você faz e o que a sua empresa pratica.

Liete Lajas

Julgamos as empresas e os seus responsáveis pelas suas acções, não por piedosas declarações de intenções.

Sir Adrian Cadbury Um código ético (ou uma declaração de princípios, um ideário. uma carta de intenções, etc.) é um documento em que a empresa estabelece certos objectivos de carácter ético que deseja alcançar, dentro e fora da mesma, isto é, com os fornecedores de capital de risco, trabalhadores, directivos, etc., e/ou com clientes, fornecedores, instituições financeiras, comunidade local, economia nacional. etc. Contém, de uma maneira ou de outra, uma declaração de objectivos - a que se costuma chamar a missão da empresa -, os princípios éticos fundamentais e uma certa concretização daquela missão e destes objectivos em áreas específicas, de particular interesse(1).

RAZÕES PARA A INTRODUÇÃO DE UM CÓDIGO ÉTICO

Alertar para os perigos e dificuldades de uma elaboração ou implementação deficiente não deve ser entendido como oposição à existência de códigos éticos na empresa. Pelo contrário, pensamos que é um elemento necessário e útil (e que pode mesmo revelar-se um grande instrumento de direcção), mas - é bom que se diga desde já - a imposiçãp de códigos de conduta ética, só por si, não garante que as empresas sejam éticas; isso só se consegue se as pessoas que as integram são íntegras, isto é, possuidoras de todas as virtudes morais.

Razões de ordem geral que se podem apontar para justificar a criação de um código ético:

Antes de mais, a necessidade que a empresa tem, como instituição, de responder à nobre função de ajudar ao desenvolvimento humano e profissional dos seus membros. Se os empresários e directivos se esquecem desta função e não fazem o possível por incentivá-la, falham no mais nobre dos aspectos da sua profissão: o (auto) aperfeiçoamento (através do orgulho pelo trabalho bem feito e pelo valor do serviço prestado aos outros) dos membros da organização.

2. Toda a empresa que no futuro queira ter bons profissionais não pode prescindir do desenvolvimento ético dos mesmos. Um profissional tecnicamente muito preparado pode ser perigosíssimo se o seu nível ético, por desconhecimento ou má fé, é reduzido. Muitas vezes, a introdução de um rigoroso código ético - como o reconhecem altos executivos - pode evitar que a empresa negoceie com certo tipo de clientes ou utilize determinadas práticas, que aos seus concorrentes causaram graves dissabores, evitando-se, assim, perdas (financeiras e humanas) consideráveis.

1.

Há, contudo, outras razões:

Imperativos legais ou inclusive a necessidade de auto-regulação por parte das empresas, para evitar que a pressão da opinião pública obrigue os poderes públicos a impor uma legislação que, sendo necessariamente mais geral, implica uma maior rigidez de actuação.

A credibilidade face ao meio ou à própria organização também pode justificar a elaboração de um código de conduta, tendo em vista "criar" uma imagem externa (e interna) de responsabilidade, seriedade e excelência.

0 carácter punitivo e, portanto, dissuasor dos códigos, com o objectivo de evitar (ou pelo menos dificultar) actuações fraudulentas ou condutas indesejáveis dos membros da organização.

Por último, pode dizer-se que os códigos de conduta se podem revelar úteis instrumentos para a busca da identidade empresarial e para o reforço de uma determinada "cultura de empresa". Continuar a ler em: http://paginas.fe.up.pt/~ptcastro/JMMor1.html

Ética e Deontologia

Do grego “ethiké” ou do latim “ethica” (ciência relativa aos costumes), ética é o domínio da filosofia que tem por objectivo o juízo de apreciação que distingue o bem e o mal, o comportamento correcto e o incorrecto. Os princípios éticos constituem-se enquanto directrizes, pelas quais o homem rege o seu comportamento, tendo em vista uma filosofia moral dignificante. Os códigos de ética são dificilmente separáveis da deontologia profissional, pelo que não é pouco frequente os termos ética e deontologia serem utilizados indiferentemente.

O termo Deontologia surge das palavras gregas “déon, déontos” que significa dever e “lógos” que se

traduz por discurso ou tratado. Sendo assim, a deontologia seria o tratado do dever ou o conjunto de deveres, princípios e normas adoptadas por um determinado grupo profissional. A deontologia é uma disciplina da ética especial adaptada ao exercício da uma profissão. Existem inúmeros códigos de deontologia, sendo esta codificação da responsabilidade de associações ou ordens profissionais. Regra geral, os códigos deontológicos têm por base as grandes declarações universais e esforçam-se por traduzir o sentimento ético expresso nestas, adaptando-o, no entanto, às particularidades de cada país e de cada grupo profissional. Para além disso, estes códigos propõem sanções, segundo princípios e procedimentos explícitos, para os infractores do mesmo. Alguns códigos

não apresentam funções normativas e vinculativas, oferecendo apenas uma função reguladora. A declaração dos princípios éticos dos psicólogos da Associação dos Psicólogos Portugueses, por exemplo, é exclusivamente um instrumento consultivo. Embora os códigos pretendam oferecer uma reserva moral

ou uma garantia de conformidade com os Direitos Humanos, estes podem, por vezes, constituir um perigo

de monopolização de uma determinada área ou grupo de questões, relativas a toda a sociedade, por um conjunto de profissionais. Continuar a ler: http://www.psicologia.com.pt/profissional/etica/

Ética Profissional

DEFINIÇÃO

A Ética é a parte da filosofia que se ocupa com o valor do comportamento humano. Investiga o sentido

que o homem imprimi à sua conduta para ser verdadeiramente feliz.

Walkyria Paranhos.

Ética é a parte da filosofia que estuda a moralidade do agir humano; quer dizer; considera os atos humanos enquanto são bons ou maus. ETIMOLOGIA Etimologicamente, a palavra ética deriva do grego ethos, que significa comportamento. Pertencem ao vasto campo da Ética a reflexão sobre os valores da vida, a virtude e o vício, o direito e o dever, o bem e o mal. Sendo uma disciplina prática, a Ética procura responder a questão do tipo: que devo fazer? Como devo ser? Como devo agir? Quando essas questões éticas são colocadas pelos indivíduos e respondidas por suas consciências, surgem as normas morais. Desta maneira, podemos estabelecer a seguinte diferença entre normas morais e normas jurídicas:

normas morais: são regras de conduta que tem como base as consciências moral das pessoas ou de um grupo social. As normas morais podem estender-se por toda uma coletividade pormeio dos costumes e tradições predominantes em determinado meio social.

normas jurídicas: são regras sociais de conduta que têm como base o poder social do Estado sobre a população que habita seu território. Assim, uma das principais características da norma jurídica é a coercibilidade. Isto é: a norma jurídica conta com a força e a repressão potencial do Estado para ser obedecida pelas pessoas. Quando alguém desrespeita uma norma moral, como, por exemplo, um dever de cortesia, sua atitude ofende apenas a moralidade convencional de um determinado grupo, que não tem poderes energéticos para promover uma punição. Ao contrário, se uma pessoa desrespeita uma norma jurídica prevista, por exemplo, no Código Penal, sua atitude provoca a coação do Estado, que tem poderes efetivos para impor

uma pena ao infrator.

Exemplos de Códigos Deontológicos

Exemplos de Códigos Deontológicos Código Deontológico dos Médicos Código Deontológico dos
Exemplos de Códigos Deontológicos Código Deontológico dos Médicos Código Deontológico dos

Exemplos de Códigos de Ética

dos Jornalistas Portugueses Exemplos de Códigos de Ética C ó d i g o d e

Código de Ética

de Ética C ó d i g o d e É t i c a Código
de Ética C ó d i g o d e É t i c a Código

A Globalização da Pobreza e a Nova Ordem Mundial

Publicação: 24 June 08

A Globalização da Pobreza constitui uma crítica fundamentada e demolidora dos rumos económicos

e financeiros do mundo actual. O autor mostra como as estruturas da economia global mudaram fundamentalmente desde o início dos anos 80 e como as principais instituições financeiras internacionais, o FMI e o Banco Mundial, pressionaram o Terceiro Mundo e os países da Europa de Leste para facilitar essa mudança. Passa em revista as causas e as consequências da fome em África, a dramática crise dos mercados financeiros, a liquidação dos programas sociais do Estado e a devastação resultante da reorganização empresarial e da liberalização do comércio.

Em resumo, o livro põe a nu a nova ordem mundial, que se alimenta da pobreza humana e da

destruição do ambiente, ataca os direitos das mulheres, gera o apartheid social, incentiva o racismo

e os conflitos étnicos. O resultado, como mostram exemplos de todas as partes do mundo, é a

globalização da pobreza. Um livro interessantissimo que nos mostra outra visão do Mundo actual, editado pela Editorial Presença.

Comentários # Talina said on June 24, 2008 1:53 PM:

INTRODUÇÃO No período do pós-guerra-fria, a humanidade atravessa uma crise econômica e social de escala sem precedentes que está a conduzir ao rápido empobrecimento de vastos setores da população mundial. Assiste-se ao colapso de economias nacionais e a um aumento alarmante do desemprego. Na África subsaariana, no Sul da Ásia e em partes da América Latina, têm-se verificado surtos de fomes a nível local. Esta «globalização da pobreza» — que, em grande medida, fez retroceder as realizações alcançadas com a descolonização do pós-guerra — teve o seu início num Terceiro Mundo marcado pela crise da dívida no princípio dos anos 80 e a conseqüente imposição de reformas econômicas nefastas pelo Fundo Monetário Internacional.

# Talina said on June 24, 2008 1:53 PM:

A Nova Ordem Mundial é sustentada pela pobreza humana e a destruição do ambiente. Dá origem ao apartheid social, promove o racismo e os conflitos étnicos, mina os direitos das mulheres e, freqüentemente, precipita os países para confrontos destrutivos entre nacionalidades. Desde os anos 90, tem vindo a estender o seu domínio a todas as principais regiões do Mundo, incluindo a América do Norte, a Europa Ocidental, os países do antigo bloco soviético e os «Novos Países Industrializados» (NPI) do Sudeste Asiático e do Extremo Oriente. Ler em: http://sol.sapo.pt/blogs/talina/archive/2008/06/24/A-Globaliza_E700E300_o-da-Pobreza-e-a- Nova-Ordem-Mundial.aspx

Olhai o vagabundo que nada tem

e leva o sol na algibeira! Quando a noite vem

pendura o sol na beira dum valado

e dorme toda a noite à soalheira

Pela manhã acorda tonto de luz. Vai ao povoado e grita:

-

Quem me roubou o sol que vai tão alto?

E

uns senhores muito sérios

rosnam:

-

Que grande bebedeira!

E

só à noite se cala o pobre.

Atira-se para o lado,

dorme, dorme

Manuel da Fonseca, 1922 a 1993 (Poeta Português)