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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

FACULDADE DE CIÊNCIAS E SAÚDE

Saúde Familiar e Comunitária

Doença de Alzheimer

Discente: Docentes

Josefa José D. Mutereda. Dr. Joaquim Dias

DSFC-FCS-
UCM

Beira, Abril de 2020


Índice
Introdução........................................................................................................................................2

Objectivos........................................................................................................................................3

Justificativa......................................................................................................................................4

Procedimentos metodológicos.........................................................................................................6

Apresentação e discussão................................................................................................................7

Doença de Alzheimer(DA) ou mal de Alzheimer ou demência de Alzheimer...............................8

Causas da doença de Alzheimer......................................................................................................9

Estágio ou fases da doença de Alzheimer......................................................................................10

Sintomas........................................................................................................................................10

Fatores de risco para doença de Alzheimer...................................................................................12

Prevenção da Doença de Alzheimer..............................................................................................13

Diagnóstico de doença de Alzheimer............................................................................................14

Tratamento de doença de Alzheimer.............................................................................................15

Conclusões.....................................................................................................................................16

Recomendações.............................................................................................................................17

Bibliografia....................................................................................................................................18
Introdução
No presente trabalho de saúde familiar e comunitária sobre doenças associadas a processos
cognitivos eu vou falar sobre a doença de Alzheimer, o que e, que tipo de pessoas ela afecta e
seu índice de incidência na população, causas, os estágios ou fases da doença, seus sintomas,
factores de riscos, como prevenir, diagnóstico, e tratamento.
Objectivos
• Geral:

No geral o trabalho vai falar sobre a doença de Alzheimer como ela começou e como foi
descoberta, a suas causas, os principais factores de riscos da doença, como funciona cada estágio
da doença, como se pode prevenir a doença, diagnóstico e o tratamento da doença.

• Específico:

Especificamente o trabalho tem como objectivo específico falar sobre as pessoas de risco na
população a apanhar a doença, a sua incidência na população, como adoptar medidas de
prevenção para a sociedade
Justificativa
Esse trabalho sobre a doença de Alzheimer tem muita relevância para a população porque essa
doença ela tende a não ser dada a sua devida importância porque ele pode ser evitada muito fácil
mesmo sendo de origem hereditária, assim com a pesquisa podemos ficar a saber como essa
doença pode ser tratado e sobretudo como pode ser evitada desde mesmo antes de atingir a faixa
etária de risco.

Sem esse estudo muitos idosos podem morrer e ser abandonados pelos seus familiares por conta
dessa doença, a doença o quando atingi um nível ou estágio muito avançado é muito difícil ser
tratado por conta de como o paciente vai se comportando já que ele também tem a tendência de
se isolar dos familiares, e sem o devido cuidado pode levar a morte mesmo antes de atingir a
expectativa de vida. E também com os conhecimentos certos os familiares podem saber como
lidar com esses doentes porque eles tendem por vezes as a ser muito agressivos, paranóicos e
ansiosos. Essa doença é responsável por muitas mortes no mundo inteiro.
Procedimentos metodológicos
Para fazer o trabalho tive que fazer pesquisas em livros relacionados com o tema como livros de,
psicopatologia, fisiologia, neurologia e psiquiatria, mas também li em alguns artigos de saúde.
Apresentação e discussão
Para esse trabalho usei 4 literaturas e todas eles na maioria dos temas abordados o mesmo
conteúdo, ou seja falaram a mesma coisa como no caso estágios, causas, fatores de riscos,
prevenção e tratamento mas em outros temas cada um falava do seu jeito abordava o tema de
uma maneira diferente no caso diagnóstico e cada um teve a sua própria definição mas a que eu
considero apropriada foi a de Fernando Filho de psicopatologia e medcurso de psiquiatria eles
teveram uma abordagem muito boa e de fácil compreensão de um modo geral como é essa
doença.
Doença de Alzheimer(DA) ou mal de Alzheimer ou demência de Alzheimer
Segundo Filho(2006) A doença de Alzheimer( pronuncia-se al-tz-rrai-mer) é um transtorno
progressivo que mata lentamente as células nervosas do cérebro. Foi descoberta pela primeira
vez em 1907 pelo clínico alemão Alois Alzheimer. Aproximadamente 1 a cada 20 idosos com 65
anos ou mais é acometido pela doença. Quantos mais avançada a idade maiores as chances de
surgir demência. Um estudo mostrou que 47% dos idosos com mais de 85 anos de idade sofrem
da doença de Alzheimer

Segundo Nitrine(2003) A Doença de Alzheimer foi descrita originalmente em uma paciente de


51 anos, com quadro de demência que se iniciou com ideias delirantes seguidas de declínio
cognitivo e que faleceu após quatro anos do início dos sintomas. Por este motivo, durante
diversas décadas o termo DA ficou reservado para a forma de demência degenerativa que incidia
na faixa etária pré-senil (antes dos 65 anos). A partir da década de 1970, com o avanço dos
conhecimentos na área, verificou-se que a então denominada DA era semelhante, tanto do ponto
de vista clínico quanto histo-patológico, à chamada demência senil, e o epônimo doença de
Alzheimer passou a ser utilizado independentemente da faixa etária do paciente.A DA
caracteriza-se do ponto de vista anatomo--patológico por atrofia cortical que acomete sobretudo
a formação hipocampal e as áreas corticais associativas. O exame microscópico revela perda
neuronal e alterações histológicas características, os emaranhados neurofibrilares e placas
senis.Os emaranhados neurofibrilares são lesões intra--neuronais, resultantes do acúmulo de
proteína tau, que é constituinte normal dos microtúbulos (parte do citoesqueleto neuronal) e que
sofre processo de hiperfosforilação (tau hiperfosforilada). As placas senis são lesões
extracelulares formadas por acúmulo central de proteína amilóide envolvida por termina-ções
nervosas (axônios e dendrites) degeneradas e restos de células gliais. A patogenia dessas
alterações ainda não é totalmente conhecida.

Segundo Guyton (2011) A doença de Alzheimer é definida como o envelhecimento precoce do


cérebro, começando em geral na vida adulta média e progredindo, rapidamente até a perda
extrema da capacidade mental - semelhante ao que se vê em idades muitíssimo avançadas.

A doença de Alzheimer é doença neurodegenerativa e fatal que resulta na diminuição da pessoa


cumprir as atividades da vida cotidiana, bem como variedades de sintomas neuropsiquiátricos e
distúrbios comportamentais nas fases mais avançadas da doença. Pacientes acometidos pelo
doença de Alzheimer em geral necessitam de cuidados contínuos, já a poucos anos depois do
início da doença. A doença de Alzheimer é a forma de demência mas comum nos idosos e estima
se que mais de 5 milhões de pessoas nos Estados unidos sejam acometidos pela doença. A
percentagem de pessoas com a doença de Alzheimer, aproximadamente, sobra a cada 5 anos de
idade, e cerca de 1% das pessoas, com 60 anos de idade, e cerca de 30% das pessoas, com 85
anos de idade, tem a doença.

Para o Medcurso (2013) A principal causa de demência é a Doença de Alzheimer (50-60%),


seguida pela Demência Vascular (15-30%). Doença de Alzheimer é uma doença
neurodegenerativa crónica e a forma mais comum de demência. A doença manifesta-se
lentamente e vai-se agravando ao longo do tempo. A doença instala-se quando o processamento
de certas proteínas do sistema nervoso central começa a dar errado, surgem então, fragmentos de
proteínas mal cortadas, tóxicas, dentro dos neurônios e nos espaços que existem entre eles. Como
consequência dessa toxicidade, ocorre perda progressiva de neurônios em certas regiões do
cérebro, como o hipocampo, que controla a memória, e o córtex cerebral, essencial para a
linguagem e o raciocínio, memória, reconhecimento de estímulos sensoriais e pensamento
abstrato. A doença afeta cerca de 6% das pessoas com 65 ou mais anos de idade. Em 2015, a
demência foi a causa de 1,9 milhões de mortes. Em países desenvolvidos , Alzheimer é uma das
doenças com maiores custos sociais e económicos. A doença tem um custo significativo para os
cuidadores, a nível social, psicológico, físico e económico. Em grande parte dos casos, a pessoa
com Alzheimer afasta-se progressivamente da família e da sociedade. Gradualmente, o corpo vai
perdendo o controlo das funções corporais, o que acaba por levar à morte. Embora a velocidade
de progressão possa variar, geralmente a esperança de vida após o diagnóstico é de três a nove
anos.

Causas da doença de Alzheimer


A causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que seja geneticamente determinada. A Doença
de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade, sendo
responsável por mais da metade dos casos de demência nessa população. Pensa-se que 70% do
risco seja de origem genética com vários genes implicados. Entre outros fatores de risco estão
antecedentes de lesões na cabeça, depressão e hipertensão arterial .

Estágio ou fases da doença de Alzheimer


A doença de Alzheimer costuma evoluir para vários estágios de forma lenta e inexorável, ou
seja, não há o que possa ser feito para barrar o avanço da doença. A partir do diagnóstico, a
sobrevida média das pessoas acometidas por Alzheimer oscila entre 8 e 10 anos. O quadro
clínico costuma ser dividido em quatro estágios:

Estágio 1 (forma inicial): alterações na memória, na personalidade e nas habilidades visuais e


espaciais.

Estágio 2 (forma moderada): dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar
movimentos. Agitação e insônia.

Estágio 3 (forma grave): resistência à execução de tarefas diárias. Incontinência urinária e fecal.
Dificuldade para comer. Deficiência motora progressiva.

Estágio 4 (terminal): restrição ao leito. Mutismo. Dor à deglutição. Infecções intercorrentes,


maior agressividade ou passividade, personalidade abusiva, ansiosa ou paranóica

NB: Nos casos mais graves do Alzheimer, a perda da capacidade das tarefas cotidianas também
aparece, resultando em completa dependência da pessoa. A doença pode vir ainda acompanhada
de depressão, ansiedade e apatia.

Sintomas
Segundo Filho (2006) inicialmente pessoas que sofriam de demência de Alzheimer
desenvolviam mudanças quase que imperceptíveis da personalidade e perda de memória para os
fatos recentes. Elas se cansam, se aborrecem e ficam ansiosas com mais facilidade. O padrão da
perda de memória é diferente daquele que temos como simples esquecimento.
Normalmente nos esquecemos do que passou há muito tempo e lembramos mais os fatos
recentes. Na demência de Alzheimer segue se o padrão inverso: esquece se primeiro o que se
aprendeu por último. Assim o paciente com Alzheimer lembra se dá infância, dos próprios pais,
do casamento ou fatos semelhantes. Isso dá a família a falsa impressão que a memória do
paciente está boa. A medida que a doença progride a pessoa vai esquecendo mesmo os fatos mais
antigos, deixando de reconhecer cônjuge e os filhos, por exemplo, este seria já um estágio bem
avançado. A dificuldade de memória seria basicamente de aprender fatos novos. Os trajetos
costumam a ser um bom parâmetro de acompanhamento da doença: inicialmente os pacientes
costumam a seguir caminhos familiares, mas perdem se em caminhos para lugares
desconhecidos. Outra manifestação dos estágios moderados é a repetição da mesma pergunta
várias vezes. Se a doença se aprofunda o paciente passa mesmo a se perder em caminhos
familiares, não é raro se ver paciente que se perdem dentro da própria casa, não conseguindo
chegar a um determinado cômodo. Nós estágios iniciais os pacientes tentam encobrir as falhas
com desculpas ou com histórias inexistentes. É comum também o surgimento de depressão, isso
confunde ainda mais o quadro clínico pode não ter sido devidamente diagnosticado.

Para medcurso(2013) O sintoma inicial mais comum é a perda de memória a curto prazo , com
dificuldades em recordar eventos recentes. Os primeiros sintomas são geralmente confundidos
com o processo normal de envelhecimento ou manifestações de stresse . À medida que a doença
evolui, o quadro de sintomas inclui dificuldades na linguagem, desorientação, perder-se com
facilidade, alterações de humor, perda de motivação, desinteresse por cuidar de si próprio,
desinteresse por tarefas quotidianas e comportamento agressivo. Em grande parte dos casos, a
pessoa com Alzheimer afasta-se progressivamente da família e da sociedade. Gradualmente, o
corpo vai perdendo o controlo das funções corporais, o que acaba por levar à morte. Embora a
velocidade de progressão possa variar, geralmente a esperança de vida após o diagnóstico é de
três a nove anos.

Entre os principais sinais e sintomas do Alzheimer estão:


•falta de memória para acontecimentos recentes;

•repetição da mesma pergunta várias vezes;

•dificuldade para acompanhar conversações ou pensamentos complexos;

•incapacidade de elaborar estratégias para resolver problemas;

•dificuldade para dirigir automóvel e encontrar caminhos conhecidos;

•dificuldade para encontrar palavras que exprimam ideias ou sentimentos pessoais;

•irritabilidade, suspeição injustificada, agressividade, passividade, interpretações erradas de


estímulos visuais ou auditivos, tendência ao isolamento.

Segundo Guyton(2013) As características clínicas da doença de Alzheimer incluem:

1. Deficiência de memória de forma amnésica

2. Piora da linguagem

3. Déficits visuoespacias

Anormalidades motoras e sensoriais, distúrbios de marcha e convulsões não são comuns até a
última fase da doença. Achado consistente na doença de Alzheimer é a perda de neurônios na
parte do sistema límbico que comanda o processo de memória. A perda dessa função da memória
é avassaladora.

Fatores de risco para doença de Alzheimer


A identificação de factores de risco e da Doença de Alzheimer em seu estágio inicial.

Alguns factores de risco para o Alzheimer são:

A idade e a história familiar: a demência é mais provável se a pessoa tem algum familiar que já
sofreu do problema;
Baixo nível de escolaridade: pessoas com maior nível de escolaridade geralmente executam
atividades intelectuais mais complexas, que oferecem uma maior quantidade de estímulos
cerebrais;

Trauma na cabeça;

Depressão ;

Hipertensão arterial .

Prevenção da Doença de Alzheimer


A Doença de Alzheimer ainda não possui uma forma de prevenção específica, no entanto os
médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social, regada a bons hábitos e
estilos, pode retardar ou até mesmo inibir a manifestação da doença.

Com isso, as principais formas de prevenir, não apenas o Alzheimer, mas outras doenças
crônicas como diabetes, câncer e hipertensão , por exemplo, são:

•Estudar, ler, pensar, manter a mente sempre ativa.

•Fazer exercícios de aritmética.

•Jogos inteligentes.

•Atividades em grupo.

•Não fumar.

•Não consumir bebida alcoólica.

NB: Quanto maior for a estimulação cerebral da pessoa, maior será o número de conexões
criadas entre as células nervosas, chamadas neurônios. Esses novos caminhos criados ampliam a
possibilidade de contornar as lesões cerebrais, sendo necessária uma maior perda de neurônios
para que os sintomas de demência comecem a aparecer. Por isso, uma maneira de retardar o
processo da doença é a estimulação cognitiTer alimentação saudável e regrada. Fazer prática de
atividades físicas regulares.
Diagnóstico de doença de Alzheimer
Segundo Filho (2006) Muitos leigos ao se informarem do quadro clínico da doença de
Alzheimer, acreditam poder fazer o diagnóstico a um parente próximo que está apresentando
problema no comportamento. O diagnóstico não é elementar e não pode ser feito na primeira
vista. Antes de fazer o diagnóstico o médico deve excluir as causas reversíveis e tratáveis.
Alterações que provocam quadro semelhante a doença de Alzheimer:

1. Depressão;

2. reacções a medicações e interacções medicamentosas;

3. transtornos que causam o desequilíbrio hidroeletrolitico do sangue como diabetes, desnutrição,


avitaminoses (como falaram da vitamina B12 no alcoolismo), problemas tireoideanos, alterações
no metabolismo de sódio e cálcio;

4. Problemas cardíacos ou pulmonares que afectam a nutrição e oxigenação do cérebro;

5. Exposição a substâncias poluentes e tóxicas como mercúrio, monóxido de carbono, poluentes


industriais, pesticidas, alcoolismo crónico.

Todas essas alterações são reversíveis ou tratáveis pelo menos em parte. É necessário agir no
tempo certo, porque a exposição prolongada ao agente agressor torna a lesão irreversível e o
dano irreparável. Por isso é importante antes de fechar o diagnóstico, ter excluido essas doenças.

Apesar do quadro demencial ser um só, há várias doenças que levam a demência. A mais comum
é a demência de Alzheimer, depois vem a demência multi-infarto, a demência por esclerose
múltipla, por Parkinson, Huntington e por Creutzfeld - Jakob (a doença da vaca louca). Essas
demência assim como Alzheimer são progressivas e incontroláveis. Apenas a por Parkinsonismo
começa a ser contratada actualmente.
Para medcurso (2013) O diagnóstico da Doença de Alzheimer é por exclusão. O rastreamento
inicial deve incluir avaliação de depressão e exames de laboratório com ênfase especial na
função da tireoide e nos níveis de vitamina B12 no sangue.

Quando se suspeita de Alzheimer com base no historial clínico, o diagnóstico é geralmente


confirmado com exames que avaliam o comportamento e a capacidade de raciocínio da pessoa,
podendo ser realizados exames imagiológicos e análises ao sangue para descartar outras causas.
No entanto, só é possível determinar um diagnóstico definitivo através de um exame ao tecido
cerebral

Segundo Nitrine (2003) O diagnóstico da DA baseia-se em quadro clínico compatível e na


exclusão de outras causas de demência pelos exames laboratoriais e de neuroimagem. Os exames
de neuroimagem revelam atrofia cortical, habitualmente de predomínio posterior, e hipocampal.
A acurácia diagnóstica quando da presença de perfil clínico característico e de exames
complementares normais ou inespecíficos (por exemplo, atrofia cerebral nos exames de
neuroimagem) é de cerca de 85%, aumentando com o acompanhamento dos pacientes e a
conseqüente comprovação do caráter progressivo da demência.

Embora não haja exame específico, muitos esforços têm sido feitos na busca de marcadores
biológicos que permitam diagnóstico mais preciso e, sobretudo, mais precoce. Técnicas como
medidas de volume do hipocampo por ressonância magnética, bem como a determinação de
concentração das proteínas tau e amilóide no LCR, são promissoras neste sentido.

Tratamento de doença de Alzheimer


O Alzheimer pode ser tratada pelo psiquiatra geriatra ou por um neurologista especializado no
tratamento da Doença de Alzheimer.

O tratamento do alzheimer é medicamentoso e os pacientes têm à disposição a oferta de


medicamentos capazes de minimizar os distúrbios da doença, que devem ser prescritos pela
equipe médica. O objetivo do tratamento medicamentoso é, também, propiciar a estabilização do
comprometimento cognitivo, do comportamento e da realização das atividades da vida diária (ou
modificar as manifestações da doença), com um mínimo de efeitos adversos.
Por isso, no âmbito do Ministério da Saúde, está disponível nas unidades de saúde de todo o país,
o medicamento Rivastigmina adesivo transdérmico para o tratamento de demência para Doença
de Alzheimer. Este tratamento está previsto no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas
(PCDT) desta condição clínica, que além do adesivo, preconiza o uso de medicamentos como:

Donepezila.

Galantamina.

Rivastigmina.

Memantina.
Conclusões
Concluí que a doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal
que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, comprometimento progressivo das
actividades de vida diária e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações
comportamentais. É a principal causa da demência 70%-80% dos casos. Em países
desenvolvidos, Alzheimer é uma das doenças com maiores custos sociais e económicos, a
doença tem um custo significativo para os cuidadores, a nível social, psicológico, físico e
económico.

Sintomas iniciais mais comuns são dificuldade em recordar eventos recentes, dificuldades na
linguagem, desorientação, alterações de humor, irritabilidade, suspeição injustificada,
agressividade, passividade, interpretações erradas de estímulos visuais ou auditivos, tendência ao
isolamento, A doença de Alzheimer não afeta somente a memória: afeta a capacidade de
raciocínio lógico, altera o personalidade e o comportamento, além de outras funções mentais. As
pessoas só desconfiam de demência quando vêem um idoso a ter falhas de memória. Na verdade
as mudanças no comportamento são suficientes para se suspeitar desse problema. O início
habitual é acima dos 65 anos de idade tem uma duração Crónica, as causas Pouco
compreendidas, e ela compreende 4 estágio desde o inicial que pode ser descontado por uma
irritação ao mas avançado ou terminal quando chega nesse estágio a esperança de vida é de 3 a 9
anos, os fatores de risco mas comuns podem ser idade, genética , trauma na cabeça, depressão ,
hipertensão arterial, o método de diagnóstico é baseado nos sintomas e testes cognitivos após
descartar outras possíveis causas condições semelhantes Envelhecimento normal,
Recomendações
Pelo que deu para perceber com a pesquisa essa doença tende a ser negligênciada até a pessoa
estar em um estágio intermediário, eu aconselho que as pessoas na faixa etária de risco para
aparição da doença fizessem consultas de controle para poder começar a tomar as medidas
necessárias, e também desde cedo começar se a fazer as medidas da prevenção os jovens para
evitar essa doença, as medidas de prevenção não são caras tendo em quanta que se contrair a
doença vai ser mas cara, as medidas são simples e podemos encaixa las no nosso dia a dia.
Também recomendo que os familiares não desistam dessas pessoas essa doença exige muita
paciência para com os doentes.

Dicas para ajudar:

Manter uma rotina regular quanto aos hábitos e horários diários;

Verificar a segurança do doente constantemente;

Objectos familiares ou necessários devem ser mantidos a vista do paciente;

Não descuidar da ingestão líquida e sólida;

Ajudar o paciente a ser tão independente quanto possível;

Oferecer exercícios e recreação regulares;

Mante - lo em contacto com amigos e familiares;

A visita ao médico deve ser periódica mesmo que não tenha surgido problema novo;

Instalação de corrimãos em casa especialmente na casa de banho;

Em caso de incontinência urinária ou fecal, a ida ao banheiro deve ser regular mesmo que o
paciente não peça, a cada 2 horas por exemplo.
Bibliografia
FILHO, F. (2006); Psicopatologia, São Paulo

GUYTON, A.(2011), Tratado de fisiologia médica (12ªedição), Rio de Janeiro, Elsevier editora

NITRINE, R.,(2003), Neurologia que todo médico deve saber, rio de Janeiro, Atheneu editora

Medcurso(2013), Psiquiatria

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