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24 PARTE PRIMERA.—GRECIA T r . M A VI.

Anoiiuno T I H E S I A S Y E L C Í C L O P E P O L I F E M O 25

U T E N D U M E S T , vidchatur ( I d . ) , parecía q u e Catón n o leía s i n o


V q u e d e v o r a b a l o s l i b r o s , s i E S L I C I T O USAR u n a comparación
t a n prosaica.
Ulises 5 d a t i v o . — 6 a f i n d e ; — 7 I n t e n t o , f i n , esto es, e l o b j e t o a
que se dirige nuestro pensamiento o nuestro deseo, n o se dice
Cuántas i n c o m o d i d a d e s * n o t u v o q u e s u f r i r ^ U l i s e s e n a q u e l finis, q u en o tiene n u n c a significado sujetivo. Conseguir s u
s u l a r g o v i a j e , huinillándose h a s t a s e r v i r ' a l a s m u j e r e s , s i m u - i n t e n t o s e d i c e proposítum assequi; más f r e c u e n t e m e n t e c o n
u n a perífrasis r e l a t i v a i/'íorZ volumus consequi; ad ea quae cupi-
jeres se pueden l l a m a r * Circe y Calipso, y procurando e n todas
mus pervenire; quae volumus perficere, etc.—8 at.—9 de t a l
sus conversaciones hacerse afable y cortes c o n todos^ Y a u n
ánimo s e d i c e q u e e r a . P a r a s i g n i f i c a i q u e l o q u e s e a f i r m a e n
e n s u c a s a sobrellevó l a s i n j u r i a s d e s u s c r i a d o s y c r i a d a s , p o r * l a oración p r i n c i p a l está c o n f o r m e c o n e l carácter o m a n e r a d e
l o g r a r p o r f i n s u i n t e n t o ' . E n cambio» A y a x , c o n a q u e l ánimo ser d e u n a p e r s o n a o d e u n a cosa q u e se h a n o m b r a d o , e l escri-
que sele a t r i b u y e ' , h u b i e r a preferido m i l veces l a m u e r t e antes t o r l a t i n o i n t e r p o n e e l e g a n t e m e n t e e n e l d i s c u r s o u n a oración
que soportar tales humillaciones*". r e l a l i v a i n c l u y e n d o e n e s t a oración' e l n o m b r e q u e e x p r e s a e l
carácter o c u a l i d a d d e a q u e l l a p e r s o n a o d e a q u e l l a c o s a a c o m -
I Cuántas c o s a s . Nótese q u e e l a d j e t i v o o e l p r o n o m b r e pañado d e p r o n o m b r e r e l a t i v o y c o n e l v e r b o sum, c o n s t r u i d o
n e u t r o , s u p l e c o n e l e g a n c i a e n latín a n o p o c o s d e n u e s t r o s e n n o m i n a t i v o c o m o s u j e t o d e sum o e n a b l a t i v o ( a b l a t i v o d e
s u s t a n t i v o s específicos: Zeno pcrpessus est OMMIA pntius, quam c u a l i d a d ) refiriéndose a l a p e r s o n a o c o s a d e q u e s e h a b l a :
conscios drlemlae tyrannvlis indicaret ( C i c ) , Cenón q u i s o a n t e s F a c i l e , Q U A E T U A E S T P R U D E N T I A , o QUA P R U D E N T I A E S , q u i d
s u f r i r todos los tormentos q u e descubrir a los conjurados para optimum factu sit, vidrbis, t u verás fácilmente, dada tu pruden-
a c a b a r c o n l a tiranía. Ergo ct DOMESTICA feremus et P U B L I C A ( I d . ) , cia, l o q u e será m e j o r h a c e r . U s e s e u n a u o t r a d e l a s c o n s t r u c -
s o b r e l l e v a r e m o s , p u e s , las calamidades públicas y p r i v a d a s . c i o n e s i n d i c a d a s . — 1 0 T a l e s c o s a s . Véase l a observación a l a
Regum m u l t a sunt e x i m i a ad constituendam rempuhlicam (Id.), N o t a 1.
m u c h a s e x c e l e n t e s instituciones políticas s o n o b r a d e l o s r e y e s .
C f r . Illud Platonis ( I d . ) , a q u e l dicho, a q u e l l a sentencia de Pla-
VI
tón; ista innxmernbilia ( I d . ) , e s t o s casos i n n u m e r a b l e s . P e r o
adviértase ( | u e n o podría u s a r s e d e e s t e m o d o quot, porque
s i e n d o i n d e c l i n a b l e , l e f a l t a l a contraseña d e l género y d e l c a s o E l a g o r e r o T i r e s i a s y e l cíclope P o l i f e m o
e n q u e s e u s a ; póngase e n s u l u g a r quam multa.—2 n o sufrió..
Y a s e s a b e q u e e s t a negación e s u n i d i o t i s m o c a s t e l l a n o , y , p o r E l a l m a h u m a n a * puede hallar muchos y variados con-
l o t a n t o , n o d e b e u s a r s e e n latín. 1 1 0 , f . — 3 S i r v i e n d o (quum suelos, a u n sin^ hacer uso', de l a v i s t a . H a b l o d e lh o m b r e sabio
c o n s u b j u n t i v o ) . — 4 n o s e d i g a possunt appellari, q u e sería u n y docto, para el cual* v i v i r esl o m i s m o q u e pensar. A h o r a bien,
l e n g u a j e m u y i m p r o p i o . C u a n d o d e c i m o s «si m u j e r e s s e p u e d e n el sabio apenas tiene necesidad d e l a a y u d a * d e l o s ojos p a r a
l l a m a r C i r c e y Calipso», q u e r e m o s d e c i r «si p r o p i a m e n t e , s i
hacer sus investigaciones*. P o r esto precisamente' e l agorero
r e c t a m e n t e p u e d e n a q u e l l a s d o s l l a m a r s e mujeres», o s e a , s i
dcbrn p r o p i a m e n t e l l a m a r s e c o n este n o m b r e . Usese, pues, e l T i r e s i a s , a q u i e n n o s presentan» l o s p o e t a s c o m o a u n h o m b r e
g e r u n d i v o , y compárense e s t o s e j e m p l o s : S i leges NOMINANDAE sabio*, n u n c a n o s l e p o n e n deplorando*" s u ceguedad; e n c a m -
SUNT ac non faces urbis et pestes rei publicae ( C i c ) , s i l e y e s pue- bio** P o l i f e m o , a q u i e n H o m e r o n o s l e p i n t a c o m o h o m b r e
den llamarse a q u e l l a s y n o más b i e n i n c e n t i v o s p a r a d e s t r u i r cruel y salvaje**, se n o s presenta hablando*' c o n u n carnero y
l a república. M . Cato helluari Ubris, s i hoc verbo in tam clara re a l a b a n d o l a d i c h a d e éste, p o r q u e p u e d e ** i r s e d o n d e q u i e r e * ^
26 PARTE PRIMERA.—r.RECIA TEMA V I . E L AGORERO T I R E S I A S Y E L C Í C L O P E P O L I F E M O 27

' y p a c e r * ' l o q u e l e d a l a g a n a * ' . Y c o n razón l e h a c e h a b l a r H o - esto es: a u nn o haciendo u s o o a u n q u e n o h a g a u s o d el a v i s t a .


m e r o así, porque*» e l Cíclope tenía t a n p o c o * ' d e r a c i o n a l * " c o m o 3 P u e d e u s a r s e aquí adhibére, e s t a n d o c o m o está implícita-
aquel carnero. m e n t e indicado el f i n para q u e el hombre hace uso del a vista.
Adviértase d e p a s o , q u e adhibére n o e s s i e m p r e sinónimo d e
I N o s e d i g a anima, q u e es e l a l m a considerada c o m o e l ntor, s i n o q u e s i g n i f i c a más b i e n admovere, advocare, assumere,
p r i n c i p i o d e l a v i d a e n todos l o s seres v i v i e n t e s , a u n e n l o s y úsase d e o r d i n a r i o n o p o r e l s i m p l e «usar», s i n o p o r «usar p a r a
brutos; e l a l m a d e l hombre, e n cuanto se considera c o m o e l u n d e t e r m i n a d o fin» e x p r e s o o tácito; p o r e j e m p l o : adhibére
principio activo d el a v o l u n t a d y d elos afectos, sedice animus. tempus, diligentiam ad considerandos r e s ; adhibére aliquem in
E l gramático N o n i o e x p r e s a e s t a d i f e r e n c i a así: A n i m u s et consilium, e t c . , testem, e t c . ; n o , p o r e j e m p l o : adhibére vocem,
a n i m a Iioo distant: a n i m u s , quo sapimus, a n i m a , qua vivimus. vocabulum, e t c . , e n v e z d e uti voce, vocabuh; vocem, vocabulurn
2 R e s p e c t o a l a s v a r i a s m a n e r a s c o n q u e s e e x p r e s a e n latín e l usurpare, etc.—4 Dativo.
c a s t c l a n o «sin» s e g u i d o d e u n v e r b o , véase l a s i g u i e n t e n o t a d e 5 A c e r c a d e e s t a f r a s e véase e l T e m a I V , N o t a 17.—6 P a r a
M a d v i g , 370, a : «Primeramente, c u a n d o e l v e r b o p r e c e d i d o d o i n v e s t i g a r . — 7 itaque.—8 fingere.—9 S o b r e e s t a construcción,
«sin» i n d i c a u n h e c h o simultáneo d e l v e r b o p r i n c i p a l , s e e x - c f r . .375.
p r e s a p o r m e d i o d e l p a r t i c i p i o d e p r e s e n t e acompañado d e u n a 10 I n t r o d u c i r h a b l a n d o o h a c i e n d o a l g u n a c o s a , h a c e r h a -
negación: Haeo dico N U L L I U S reprehensionem VERENS, d i g o e s t o b l a r , e t c . , c u a n d o s e t r a t a d e u n d i s c u r s o , d r a m a , diálogo o
s i n temer q u e n a d i e m e l o r e p r u e b e . H a b l a n d o d e c o s a s q u e n o c o s a s s e m e j a n t e s , s e e x p r e s a e n latín c o n inducerc, fingere,
h a n a c a e c i d o o n o a c a e c e n , s e u s a e l p a r t i c i p i o d e pretérito, faceré, s e g u i d o s d e l p a r t i c i p i o d e p r e s e n t e o d e l i n f i n i t i v o e n
o s o l o o e n a b l a t i v o a b s o l u t o : Romani non ROGATI Graecis auxi- l o s v e r b o s a c t i v o s ( p a r t i c i p i o d e pretérito e n l o s d e p o n e n t e s ) :
lium ojferunt ( L i v . ) , l o s r o m a n o s , sin habérselo pedido, ofrecen Xenophon F A C I T ( I N D U C I T ) Socratem DISPUTANTEM ( C i c ) , J e n o -
s u a y u d a a l o s g r i e g o s . Cónsul, NON E X S P E C T A T O A U X I L I O colle- f o n t e n o s p r e s e n t a a Sócrates disputando. Hac orationc Plato
ffoe, pugnam commiltit, e l cónsul d a l a b a t a l l a sin esperar e l F A C I T Socratem USUM apud iudiccs ( i d . ) . Platón h a c e p r o n u n -
s o c o r r o d e s u compañero. Natura dedit usuram vitae tamquam^ c i a r a Sócrates e s t e d i s c u r s o a n t e l o s j u e c e s . P e r o c u a n d o e l
pecuniac, NULLA PRAESTITUTA D I E ( C i c ) , l a n a t u r a l e z a n o s h a verbo es pasivo, c o m o n otiene participio d e presente, se pone
d a d o a rédito l a v i d a c o m o u n a s u m a d e d i n e r o , sin fijar e l día e n t o n c e s e n i n f i n i t i v o : Plato CONSTRUÍ a Deo atque A E D I F I C A R I
e n q u e s e l a d e b a m o s r e s t i t u i r . S i p r e c e d e u n a condición, «sin» mundum F A C I T ( i d . ) , Platón h a c e a D i o s c r e a d o r d e l m u n d o .
s e e x p r e s a c o n n i s i : Haec diiudicari NON possunt, N I S I ante 1 1 S o b r e e l m o d o cómo s e h a d e p o n e r e n latín e s t a partícula
causam coqnovcrimus ( a v e c e s también: Haec diiudicarc NON a d v e r s a t i v a , véase e l T e m a V , N o t a 8 . — 1 2 Immanis ac ferus;
possumus N L S i meliris de causa edocti; o también N I S I causa d o s a d j e t i v o s j u n t o s m u c h a s v e c e s l e s i r v e n a Cicerón p a r a
ante coqnila), l a cuestión n o p u e d e r e s o l v e r s e sin haber antes s i g n f i c a r c o n energía u n s o l o c o n c e p t o ; véase e l T e m a L X X I V ,
e s t u d i a d o b i e n l a c a u s a . Tratándose d e u n a c o n s e c u e n c i a n e c e - N o t a 18; y c f r . I G N A R U S et IMPRUDENS tantorum scelerum et
saria o d e u n a circunstancia necesariamente concomitante, se malorum ( C i c ) . A b his rebus VACUA A T Q U E NUDA est ( i d . ) .
u s a después d e u n a f r a s e n e g a t i v a , ut non, o también quin y Erat vultu H I L A R I A T Q U E L A E T O ( i d . ) , e t c . , 110, e . — 1 3 S o b r e
qui n o n : Nihil ah illis tentatur, D E QUO NON ante mecuiii delibe- ésta construcción, véase l a n o t a 1 0 . — 1 4 Nótese q u e e s t a o r a -
rrnt, n o e m p r e n d e n jamás c o s a a l g u n a sin a n t e s haberse acon- ción e s d e p e n d i e n t e c i n d i c a u n a c a u s a n o según l a m e n t e d e l
s e j a d o conmigo». E s t a n o t a , p o r o t r o l a d o , n o e s c o m [ ) l e t a , e s c r i t o r , s i n o según l a m e n t e d e l a p e r s o n a c u y a acción s o
p u e s n o c o n s i d e r a , p o r e j e m p l o , e l c a s o e n q u e «sin» e q u i v a l e e n u n c i a e n l a oración p r i n c i p a l ; jcuál será, según e s t o , e l
a «aun no» s e g u i d o d e u n g e r u n d i o , q u e t i e n e e l s e n t i d o d e m o d o d e l v e r b o ? c f r . 594.
«aunque no» c o n s u b j u n t i v o , c o m o e n e l c a s o p r e s e n t e : e l h o m - 1 5 E s t a oración r e l a t i v a ( d o n d e = a l s i t i o q u e q u i e r e ) d e -
bre p u e d e h a l l a r m u c h o s placeres a i u hacer u s o d e l a v i s t a , p e n d e d e u n a oración d e iníiaitivo, y s i r v e p a r a c o m p l e t a r s u
28 PARTE PRIMERA.—GRECIA TEMA VIII.—LICURGO 29

s e n t i d o ; j e n qué m o d o deberá i r e l v e r b o d e e s t a oración?, 3 P a r a n o s e r r e c o n o c i d o , s i f u e s e e n hábito r e a l ( a b l a t i v o d e


c f r . t e m a I , n o t a 3, a l p r i n c i p i o . — 1 6 E l v e r b o p r o p i o sería c u a l i d a d ) . — 4 S e vistió u n v e s t i d o d e e s c l a v o . Múdese e l g e n i -
carpere (carpere gmmrn, herbam, e t c . : A l i a (animalia) suijuni, t i v o e n a d j e t i v o , c f r . ornatus regius; ornatus regaliz (Cic);
alia carpunt, alia vorant, alia mandvnl), o depascere: A q r i dc- ornatus militaris ( i d . ) ; puerilis species, sed senilis prudentia (id.);
pascuntur a pecare ( C i c ) ; si hacdi herbas deparerinf. (Col.); pero servilis color ( i d . ) , e t c . , 4 5 .
p u e d e u s a r s e también e l v e r b o d e significación genérica altin- 5 Úsese aquí e l a d j e t i v o medius, c f r . 363.—8 L a s o r a c i o -
(jcrc.—17 También p a r a e l v e r b o d e e s t a oración v a l e l a o b s e r - nes q u e e ndiscurso directo t i e n e n s u verbo e n f u t u r o ( A t e n a s
vación h e c h a e n l a n o t a 1 5 . — 1 8 Nótese q u e e s t e «porque» n o será v i c t o r i o s a ) , a l h a c e r s e d e p e n d i e n t e s d e u n v e r b o d e t i e m p o
p u e d e t r a d u c i r s e c o n quod n i c o n quia n i c o n quoniam; equivale p a s a d o (había p r e d i c h o ) p a s a n e n latín a l f u t u r o d e i n f i n i t i v o ,
a «pues, y a que», e s d e c i r , q u e e s partícula c o o r d i n a t i v a , n o e l c u a l t i e n e e n e s t e c a s o v a l o r d e f u t u r o p e r f e c t o . (Dieebat o
s u b o r d i n a t i v a , y c o r r e s p o n d e a l a s l a t i n a s nam, etenim, enini. dixit o dixerat se venturum esse, decía o d i j o o había d i c h o q u e
\9 N o será más r a c i o n a l q u e a q u e l c a r n e r o : Nihilo con compa- había d e v e n i r ) , c o m o e l p r e s e n t e d e i n f i n i t i v o t i e n e v a l o r d e
r a t i v o ; c f r . 4 2 1 — 2 0 «Racional» s e d i c e o r d i n a r i a m e n t e ralionis i m p e r f e c t o (dieebat o dixit o dixerat se timere decía o d i j o o
particeps; ratione utens; aquí d e b i e n d o h a c e r s e u s o d e l c o m p a - había d i c h o q u e temía), y e l p e r f e c t o d e p l u s c u a m p e r f e c t o
r a t i v o s e p u e d e r e c u r r i r a l a d j e t i v o prudens: Id cnim esl sa- (dieebat o dixit o dixerat se venisse, decía o d i j o o había d i c l i o
pientis P R O V i D E R E , ex quo sapientia est apprllala PRUDENTI/. q u e había v e n i d o ) . — 7 S e dirá aquí suus?, c f r . 526.
(Cic).

VII VIH

C odro Licurgo

E n t r e * t o d o s l o s q u e d i e r o n s u v i d a * p o r l a p a t r i a e l más L i c u r g o , o r g a n i z a d o r * d e l a república d e E s p a r t a * , juzgó


famoso es Codro, r e yd e Atenas, e l cual, para q u e n o l ed i s t i n - q u e n o debía e l e g i r s e e l r e y , s i n o q u e debía c o n s e r v a r s e ' u n o * ,
g u i e s e n p o r l a v e s t i d u r a r e a P , s e disfrazó d e e s c l a v o * y s e lanzó c u a l q u i e r a * q u e f u e s e , d e s c e n d i e n t e d e l a e s t i r p e d e Hércules.
e n m e d i o * d e l o s e n e m i g o s , p o r q u e había p r e d i c h o e l oráculo V i o él además q u e l o s e s t a d o s * c o n s t i t u i d o s e n monarquía' s o n
q u e A t e n a s saldría® v i c t o r i o s a s i s u ' r e y f u e s e m u e r t o e n e l m e j o r g o b e r n a d o s , c u a n d o a l a a u t o r i d a d d e l príncipe s e j u n t a
combate. la» d e l o s m e j o r e s c i u d a d a n o s * . P o r e s t o eligió v e i n t i o c h o c i u d a -
d a n o s , q u e llamó guerontes^", o s e a a n c i a n o s , y q u i s o q u e éstos
I Nótese q u e intcr p a r t i t i v o , n o s e e n c u e n t r a u s a d o s i n o
formasen e l consejo supremo d e l Estado**, aunque reteniendo
c o n c i e r t a r e s e r v a e n l a p r o s a clásica; además e s rarísimo e l
e l r e y e l p o d e r s u p r e m o * * . Dio a c u l t i v a r * ' a l a p l e b e l o s t e r r e -
u s o d e infer c o n u n s u p e r l a t i v o e n v e z d e l g e n i t i v o . Cicerón
d i j o : S . Roscius H O N E S T I S S I M Ü S Í N T E R SUOS numeraba!ur, pero n o s d e l o s r i c o s ; y ordenó q u e l a j u v e n t u d s e e j e r c i t a s e e n t o d o
aquí Ínter e q u i v a l e a apnd (Apud Helvetios longe nobilissimus género d e f a t i g a s , e n l a * * c a z a y * * e n l a c a r r e r a , e n s o p o r t a r e l
el ditissimus fuit Orgetorix ( C a e s . ) ; c f r . Adolescenti ínter suos el h a m b r e * * y l a s e d * ' , e l frío*» y e l c a l o r * * .
honesto et nobili ( C i c ) ; nobilis inter aeqxales jercbaiur (Nep.);
d i c e o r d i n a r i a m e n t e C . Sulpicius Gallus MÁXIME OMNIUM N O B I - I S u s t i t u y a s e e l s u s t a n t i v o v e r b a l p o r u n a oración r e l a t i -
LiUM Graecis litteris studuit. Indico Caesarem OMNIUM fere ORA- v a : q u e organizó l a república, e t c . O r g a n i z a r u n a república,
T O R U M latine loqui E L E G A N T I S S I M E , e t c . — 2 ofpetére mortem. temperare rempublicam; c f r . Rempublícam nosíri maiores me-
30 PARTE PRIMERA. CRECIA TEMA IX.—RELIGIÓN D E LOS ESPARTANOS 31

lioribus T E M P E R A V E R U N T instüulis el leyibus (Ció ) ; también i m p e r i i . — 1 3 Úsese e l g e r u n d i v o «Gerundiva eleganter adduntur


constituere rempublicam: Sapientissimi viri res publicas coNS- uccusativo verborum dandi, tradendi, relinquendi, accipiendi, ad
T i T U E R U N T , urbes condiderunt (Id'), cfr. 60, a.—2 Sustituyase fiiiem significandum. Llobera, 362.—14 E n e l cazar y e n e l
el n o m b r e propio d e l a ciudad p o r e l d e sus ciudadanos; c f r . c o r r e r , e t c . S e d i c e y a exe.rcere aliqua re, y a in aliqua re;con el
A T H E N I E N S I U M res publica Areopagi consilio regebalur (Cic), g e r u n d i o o e l g e r u n d i v o e s p r e f e r i b l e o m i t i r l a preposición
l a república d e A t e n a s e r a g o b e r n a d a p o r e l c o n s e j o d e l Areó- '(ablativo d e medio o d e instrumento), cfr. 59.
p a g o . A T H E N I E N S I U M civitas prudentissima fuisse traditur (Id.). 1 5 H a y aquí u n a s e r i e d e c o n c e p t o s e x p r e s a d o s d e d o s e n
C R E T U M leges laboribus erudiunt iuveniulem (Id.), etc., 45, 82. d o s c o n u n a conjunción i n t e r m e d i a : e n e l c a z a r y e n e l c o r r e r ,
3 habere.—4 U n o , c u a l q u i e r a q u e fuese, c o n t a l q u e descenilieae e n e l s o p o r t a r e l h a m b r e y l a s e d , e l frío y e l c a l o r . Nótese q u e
d e l a e s t i r p e d e Hércu e s . Y nótese e n p r i m e r l u g a r q u e «uno» e l latín c o n s e r v a l a m i s m a enumeración p o r g r u p o s q u e e l c a s -
s e g u i d o d e u n p a r t i c i p i o , d e u n a d j e t i v o o d e u n a oración r e l a - t e l l a n o , p e r o s u p r i m e , p a r a h a c e r r e s a l t a r l a oposición d e l o s
t i v a r e c i b e a v e c e s e l s i g n i f i c a d o d e «tal, d e t a l índole», y n o s e d o s c o n c e p t o s , t o d a conjunción e n t r e e l l o s ; y d i c e , p o r e j e m p l o ,
t r a d u c e e n t o n c e s c o n unus n i c o n aiiquis, s i n o c o n is, y e l v e r b o veliiii nolim, q u i e r a o n o q u i e r a , máxima minima, l o grande y
d e l a oración r e l a t i v a e n s u b j u n t i v o : Habelis EUM consulem- l o pequeño, prima postrema, d e l o p r i m e r o h a s t a l o último, d e l
qtii decretis vestris parere non dubitel ( C i c ) , tenéis un cónsul p r i n c i p i o a l f i n , iré rediré, i r y v o l v e r , comminus eminus, de
p r o n t o a s e g u i r v u e s t r a s órdenes. Qui potesl temperantiam lau- c e r c a y d e l e j o s , e t c . : Aedificiis ómnibus P U B L I C I S PRIVATIS,
dare I S , qui summum bonum in voluplate ponat'i ( I d . ) . ¿Cómo S A C R i s P R O F A N i s Marcellus pepercit ( C i c ) , M a r c e l o perdonó
podrá a l a b a r l a t e m p l a n z a uno q u e p o n e e l s u m o b i e n e n e l t o d o s l o s e d i f i c i o s públicos y privados, sagrados y profanos.
p l a c e r ? , e t c . ; e n s e g u n d o l u g a r q u e también e n e s t a c o n s t r u c - Glorian), honorem, imperium BONUS IGNAVUS aeque sibi exoptant
ción s e o m i t e f r e c u e n t e m e n t e is a n t e e l r e l a t i v o : Quem ñeque (Salí.), l a g l o r i a , e l h o n o r y e l p o d e r s o n a m b i c i o n a d o s tanto por
gloria ñeque pericula excilent, frustra hortcre (Salí.) a uno q u e los hombres de valer como por los que son para p o c o . — 1 8 esurire.
no se deja m o v e r p o r l a gloria n i p o r los peligros, e n v a n o i n - 1 7 s i t i r e . — 1 8 algére.—19 aestuare.
tentaréis m o v e r l e c o n p a l a b r a s ; c f r . 8 9 .
5 Nótese q u e «cualquiera», i n d i c a aquí c u a l i d a d : qualis-
cumque.—6 Civitas, a t i s . — 7 Monarchia es u n grecismo q u e
d e b e e v i t a r s e : Cicerón, q u e r e h u y e c u a n t o p u e d e l o s g r e c i s m o s I X
(véase l a a d v e r t e n c i a a l t e m a L V I , n o t a 11), d i c e imperium
singulare, potestas regia, regnum, regium imperium. Para evitar,
p u e s , r e p e t i c i o n e s inútiles, c o n s t r u y a s e : s o n m e j o r g o b e r n a d o s Religión d e l o s E s p a r t a n o s
o s e s t a d o s c o n p o d e r r e g i o , c u a n d o , e t c . — 8 ¿Cómo s e c o n s -
t r u y e «el de» s e g u i d o d e u n g e n i t i v o c u a n d o s e r e f i e r e a u n s u s - Los Espartanos dieron a s u r e y p o r auxiliar* u n agorero,
t a n t i v o n o m b r a d o y ae no t r o inciso?, cfr. 9 1 , c — 9 P a r a i n d i - y determinaron* q u ea u n e n e l consejo delosancianos hubiese'
car u n acualidad general q u e se observa e ncada i n d i v i d u o o u n a u g u r ; además* solían r e c u r r i r ' * e n l a s c o s a s más i m p o r t a n t e s
c a s o p a r t i c u l a r , s e u s a quisque precedido d eu nsuperlativo, e n
a l oráculo d e A p o l o e n B e l f o s . También L i c u r g o confirmó s u s
s i n g u a r s i e s m a s c u l i n o o f e m e n i n o , e n p l u r a l también s i e s
n e u t r o . Ex philosophis OPTIMUS E T GRAVISSIMUS QUISQUE con-
leyes c o n l a a u t o r i d a d d e l dios d e Belfos; p o r e s o ' queriendo
fitetur multa se ignorare ( C i c ) . E x variis ingeniis EXCELLEN- L i s a n d r o i n t r o d u c i r m u d a n z a e n ellas, se d e t u v o p o r respeto
TISSIMA Q U A E Q U E libavimus. ( C i c . ) M a d v i g , 4 3 6 , b, a l f i n . a a q u e l l a d i v i n i d a d ' . Y * l o s g o b e r n a n t e s " d e a q u e l l a república,
1 0 o l yépovxe?, l a t . séniores.— I I Q u e e s t u v i e s e j u n t o (pe- n o c o n t e n t o s c o n l o s c u i d a d o s d e l día, s e ponían a d o r m i r p a r a
nes) a e l l o s e l s u p r e m o c o n s e j o (summa consilii).—12 Summa soñar*" e n e l t e m p l o d e P a s i f a * * , q u e s e h a l l a b a e n e l c a m p o
32 PARTE PRIMERA. CRECIA TEMA XJ—EDUCACIÓN FÍSICA D E LOS ESPARTANOS 33

j u n t o a l a c i u d a d , p u e s tenían l o s sueños allí h a b i d o s p o r v e r -


dad infalible**. X

I adsessor, oris; e n c u a n t o a l a construcción g r a m a t i c a l ,


Educación física d e l o s E s p a r t a n o s
c f r . 3 7 5 . — 2 P u e d e u s a r s e e l v e r b o velle q u e e s f r e c u e n t e m e n t e
u s a d o p o r Cicerón h a b l a n d o d e p r e s c r i p c i o n e s legislativas:
Maiores nostri servís quaeri V O L U E R U N T . — 3 inleresse, con dati- L o s organizadores* d e los Estados d e Grecia, d e t e r m i n a r o n
v o . — 4 P o r «además» póngase idem, c o n c e r t a n d o c o n e l s u j e t o q u e l o s jóvenes r o b u s t e c i e s e n s u c u e r p o * c o n d u r o s y f a t i g o s o s
d e l a oración v nótese q u e e s t e e s e l m o d o más l a t i n o d e e x p r e - e j e r c i c i o ^ y l o s E s p a r t a n o s e x t e n d i e r o n ' e s t a determinación*
s a r e l c a s t e l l a n o «además» o «también», c u a n d o s i r v e p a r a a las nmjeres, las cuales e n las otras* ciudades l l e v a b a n por l o
enunciar d e n u e v o a l g u n a cosa d e u n a persona o cosa y a m e n - general u n a v i d a muelle y delicada, ocultas entre las paredes
c i o n a d a . C f r . 1 1 4 , c, y véase e l t e m a I I . N o t a 2 . domésticas. E s t e a c o s t u m b r a r s e " a l a s f a t i g a s hacía m e n o s g r a -
5 R e c u r r i r a l oráculo, oraculum fetére. P e r o nótese q u e voso el s o p o r t a r ' los dolores. E n sus trabajosos ejercicios e n l a
fctére s i g n i f i c a p r o p i a m e n t e d e m a n d a r , b u s c a r , a f a n a r s e p o r r i b e r a d e l Eurota», l o s jóvenes d e E s p a r t a e r a n m u c h a s v e c e s
c o n s e g u i r u n a c o s a , y n o i n c l u y e , c o m o e l «recurrir» c a s t e l l a n o , empujados, heridos, arrojados por tierra sin que' lanzasen u n
i d e a a l g u n a explícita d e m o v i m i e n t o ; así q u e «en Belfos» d e -
g e m i d o y viéronse c u a d r i l l a s d e jóvenes l a c e d e m o n i o s c o m b a -
berá c o n s t r u i r s e e n latín, c o m o s i n o i n d i c a s e ningún término
de^ m o v i m i e n t o v e r d a d e r o n i f i g u r a d o . — 6 Quítese l a c o n j u n - t i r * " e n t r e sí c o n i r a increíble a puñetazos, a p a t a d a s , a araña-
ción y únase e s t a oración c o n l a p r e c e d e n t e m e d i a n t e e l p r o - zos, h a s t a a mordiscos** y caer m u e r t o s a n t e s q u e darse** p o r
n o m b r e r e l a t i v o , c o n c e r t a d o c o n «leyes».—7 r e s p e t o a l a d i v i - vencidos.
n i d a d , religio, o n i s . — 8 Nótese q u e l a conjunción «y» t i e n e aquí
f u e r z a i n t e n s i v a y s i g n i f i c a «más aún»; p o r e s t o n o s e l a d e b e i Resuélvase e l s u s t a n t i v o v e r b a l e n u n a oración r e l a t i v a ;
t r a d u c i r s i m p l e m e n t e c o n et, s i n o c o n atque o m e j o r atque etiam : y véase e l T e m a V I I I . N o t a 1 . — 2 Úsese aquí e l p l u r a l y n o e l
Rem difficilern, dii immortales, A T Q U E omnium difficillimam s i n g u l a r , y nótese q u e e l latín t i e n e u n a t e n d e n c i a m u y m a r -
( C i c ) . Ipso die-die dico? immo hora A T Q U E E T I A M púnelo tem- c a d a a l a expresión c o n c r e t a , p o r l o c u a l v a r i o s s u s t a n t i v o s
f o r i s ( I d . ) . — 9 Resuélvase e s t e s u s t a n t i v o v e r b a l p o r e l p r o - que en castellano se p o n e n en singular, a u n cuando se refieren
n o m b r e d e m o s t r a t i v o , e x p r e s o o tácito, y u n a oración r e l a t i v a : a v a r i a s c o s a s o p e r s o n a s , e n latín s e c o n s t r u y e n o r d i n a r i a m e n t e
c f r . Magistratibus I I S Q U E , Q U I PRAESUNT, continetur respublica e n p l u r a l : luvenes CORPORA oleo perunxerunt ( C i c ) . Tándem
( C i c ) . E l E s t a d o depende d e sus magistrados y gobernantes. confecti vulneribus hostes T E R G A verteré ( C a e s . ) . Noslrorum ho-
Maximae geruntur res ab i i s , Q U I respublicas IIECUNT ( I d . ) , l a s minum I N G E N I A V I R T U T E S Q U E soleo mirari (Cic), etc.—3 trans-
m a y o r e s obras las l l e v a n a cabo los que gobiernan los Estados. ferre.—4 e s t a c o s a . Véase l a observación a l T e m a V . N o t a 1 .
Graeci regem illum volunt esse, qui conservat EOS, QUIBUS E S T 5 S o b r e e l m o d o d e c o m p o n e r «las otras», véase e l T e m a I I I .
P R A E P O S i T U S , quam óptima in conditione vivcndi (Id.). Los grie- N o t a 7 . — 8 consuetudo, i n i s , c o n g e n i t i v o o b j e t i v o . Y nótese a
g o s n o c o n c e d e n e l título d e r e y s i n o a q u i e n s e a f a n a p o r h a c e r e s t e propósito q u e e l g e n i t i v o o b j e t i v o añadido a u n s u s t a n -
l o más f e l i z p o s i b l e l a condición d e s u s vasallos, etc. t i v o r e p r e s e n t a e n latín n o p o c a s c o n s t r u c c i o n e s f o r m a d a s e n
1 0 incubare. C f r . S e r v . a d A r n . V I I , 8 5 ; INCUBARE diciintur castellano con diversas preposiciones; por ejemplo: consuetudo
proprie hi qui dormiunt ad accipicnda responsa.— II Pasiphae, PECCANDi; a c o s t u m b r a r s e al v i c i o ; vulgaris HOMINUM consue-
es o Pasiphaa, a e . — 1 2 N o s e u s e e l a b s t r a c t o vcritas; cfr. l a tudo ( p o r eonsuescere cum hominibus) ( I d . ) , e l t r a t o con l a g e n t e ;
observación a l T e m a I I I . N o t a 5 . opimo DEORUM (opinari de diis ( I d . ) , i d e a sobre l a d i v i n i d a d ;
quaestio ANIMORUM ( I d . ) , d i s p u t a acerca del a l m a ; excessus VITAE
s
TEMA X I . — D E S P R E C I O D E LA M U E R T E D E U N ESPARTANO 35
34 PARTE PRIMERA.—GRECIA

I N o n o s fué c o n s e r v a d o n i aún e l n o m b r e . A c e r c a d e l m o d o
( I d . ) , s a l i d a de la v i d a , e t c . , c f r . 1 1 8 . — 7 f c r f e s s i o ónis, c o n s t r u - d e e x p r e s a r «ni aún», c f r . T e m a X X . N o t a 1 1 . — 2 suprímase l a
y a s e i g u a l m e n t e c o n g e n i t i v o o b j e t i v o . — 8 j u n t o (ad) a l E u r o t a preposición y conviértase e l s u s t a n t i v o e n u n p a r t i c i p i o : s e n -
(Enrolas, a e j . — ^ acerca d e l o sv a r i o s m o d o s d e t r a d u c i r e l t e n c i a d o o c o n d e n a d o p o r l o s E f o r o s , c f r . 1 1 8 . — 3 «Uno» e s
c a s t e l l a n o «sin» s e g u i d o d e u n v e r b o , c f r . T e m a V I . N o t a 2. ^ aquí p r o n o m b r e i n d e t e r m i n a d o , e i n d i c a u n a p e r s o n a c i e r t a y
1 0 Nótese q u e «combatir» s i g n i f i c a aquí c o m b a t i r a porfía d e t e r m i n a d a , q u e n o s e q u i e r e o n o s e p u e d e n o m b r a r . ¿Cómo
a v e r quién p u e d e más; n o s e dirá, p u e s , n i pugnare ni dirnicare, s e expresará e n latín? i C o n aligi/is o c o n qiiidam? Aiiquis r e m
s i n o certare. A c e r c a d e l a construcción g r a m a t i c a l adviértase a u t p e r s o n a n ! i i i c e r t a n i s i g n i f i c a t . . . Qu'idaiíi «uno, u n cierto»...
q u e c o n l o s v e r b o s d e b e r , o b s e r v a r , oír (video, cerno, adsficio, personam a u t r e m notat certam a c definitam, quae non t a m e n
animadverto, audio) e l latín p o n e e l v e r b o d e p e n d i e n t e e n p a r - a c c u r a t i u s d c s i g n a t u r . L l o b e r a , 4 2 2 y 4 2 3 . — 4 ¿Se deberá e x -
ticipio, cuando representa l a cosa o l a persona e n u n estado p r e s a r aquí e l j i o s e s i v o ? c f r . T e m a 1 . N o t a 4.
d e t e r m i n a d o ; Catonem v i D i in bibliotheca SEDENTEM ( C i c ) ; a l
5 Nótese q u e l a proposición p e r t e n e c e a l a interrogación
contrario usa, c o m o e ncastellano, e linfinitivo, cuando quiere i n d i r e c t a ; s o b r e e l m o d o d e e x p r e s a r l a partícula i n t e r r o g a t i v a
kacer resaltar, n oe lestado d e l a persona o d e l a cosa, sino l a «§i», c f r . G 6 6 ; e n c u a n t o a l m o d o d e l v e r b o d e p e n d i e n t e , c f r . 6 6 5 .
acción: Saepe htmc Archiam V I D I , quum litteram scripsisset 6 Adviértase q u e aquí s e r e f i e r e l a r e s p u e s t a d e l E s p a r t a n o e n
nullam, magnum numerum versuum D I C E R E ex tempore (Cic.) f o r m a d i r e c t a ; y p o r e s t o n o s e d e b e d e c i r respondit, sino inquit:
E n e l primero d e los dos ejemplos citados, e lconcepto d o m i - véase l a a d v e r t e n c i a a l T e m a X X I I . N o t a 5 . — 7 Nótese q u e
n a n t e e s l a p e r s o n a (Catón); e n e l s e g u n d o n o e s l a p e r s o n a d e l esta respuesta es d e u nE s p a r t a n o y debe p o r l o m i s m o s e r
p o e t a , m a s s u improvisación l o q u e s e q u i e r e h a c e r r e s a l t a r b r e v e y c o n c i s a ( l a c o n i s m o ) ; así q u e p u e d e d e j a r s e c o n t o d o
(dicere ex tempore). E s t o s u p u e s t o , ¿cómo c o n s t r u i r e l v e r b o d e r e c h o e l i n c i s o «al contrario» y p a s a r i n m e d i a t a m e n t e a l a
«ver» e n l a f r a s e d e l t e m a ? — 1 1 P a r a c o n s t r u i r e s t o s s u s t a n t i - s u b s t a n c i a d e l a r e s p u e s t a ; nótese también q u e Cicerón, p a r a
v o s a b s t r a c t o s e n latín, c f r . 2 3 , g . ~ - \ c o n f e s a r s e . d a r más energía a l a r e s p u e s t a , s e a a f i r m a t i v a o n e g a t i v a , s u e l e
j u n t a r vero a l v e r b o , c o l o c a n d o d e o r d i n a r i o e s t a partícula d e s -
pués d e l p r o n o m b r e : ego vero; tu vero; Ule vero, e t c . : Quod scribis,
XI te, s i velim, ad me venturam: E G O V E R O te islic esse voló ( C i c ) .
8 E s t a r r e c o n o c i d o o s e n t i r r e c o n o c i m i e n t o , habere gratiam
(xáptv elSévci); a s i m i s m o gratiam referre, mostrarse recono-
Desprecio de l a m u e r t e de u n E s p a r t a n o c i d o c o n h e c h o s , e s t o e s , d e v o l v e r e l b e n e f i c i o r e c i b i d o (xápiv
áTToStSóvat) gratiam deberé, d e b e r g r a t i t u d o r e c o n o c i m i e n t o . A l
c o n t r a r i o , e n p l u r a l , gratias agere, d a r l a s gracia^s, s i g n i f i c a r
U n E s p a r t a n o d e l cual se ignora hasta* e ln o m b r e , despre-
c o n p a l a b r a s (graliae) l a g r a t i t u d p o r e l favor o beneficio reci-
ció l a m u e r t e d e m a n e r a q u e s i e n d o c o n d u c i d o a e l l a p o r s e n -
b i d o ; también grates agere, d e o r d i n a r i o s i g n i f i c a n d o u n a acción
tencia* d elos Eforos, y m o s t r a n d o u n semblante alegre y satis- d e g r a c i a s s o l e m n e a l a d i v i n i d a d : G R A T E S tibi AGO, summe Sol
f e c h o , a u n ' e n e m i g o s u y o * q u e l e preguntó s i n o d e s p r e c i a b a * ( C i c ) . — 9 Úsese multare, y e n c u a n t o a l régimen, c f r . 4 8 8 .
l a s l e y e s d e L i c u r g o , respondió': A l c o n t r a r i o ' , y o s i e n t o e l más R e s p e c t o a l a construcción d e l v e r b o , nótese q u e l a oración
g r a n d e reconocimiento» h a c i a él, q u e m e h a c o n d e n a d o * a u n a r e l a t i v a c o n t i e n e l a c a u s a d e l o e n u n c i a d o e n l a oración p r e c e -
p e n a q u e p u e d o * " p a g a r s i n r e c u r r i r a u n préstamo**. ¡Hombre** d e n t e ; así q u e qui e q u i v a l e a quum i s , ¿cuál será, según e s t o , e l
v e r d a d e r a m e n t e * ' d i g n o d e E s p a r t a ! T a n t o que** parece q u e modo del verbo? cfr. 577.
i n o c e n t e m e n t e fué c o n d e n a d o a m u e r t e u n o q u e tenía u n a l m a 10 A c e r c a d e e s t e v e r b o d e b e n n o t a r s e d o s cosas: l a p r i -
t a n grande**. m e r a , q u e l a oración r e l a t i v a i n d i c a e l e f e c t o d e u n a c u a l i d a d
36 PARTE PRIMERA. GRECIA TEMA X I I . — R E S P E T O D E LOS ESPARTANOS A LA V E J E Z 37

atribuida a u n a cosa (pena), y e l pronombre relativo t o m a e l que como embajadores* estaban sentados' en u n lugar aparte*",
s i g n i f i c a d o d e «tal que»; p o r c o n s i g u i e n t e , e l v e r b o deberá p o - t o d o s s e l e v a n t a r o n a recibirle** y l e s e n t a r o n e n t r e ellos**. Y
n e r s e e n s u b j u n t i v o ; c f r . 5 7 7 ; e n s e g u n d o l u g a r , q u e después habiendo toda l a m u l t i t u d aplaudido*' m u c h o a aquellos E s -
d e u n a oración p r i n c i p a l d e t i e m p o p a s a d o «ha condenado», p a r t a n o s , u n o d eellos dijo**: L o s Atenienses** s a b e n b i e n l o q u e
las oraciones dependientes se refieren p o r regla o r d i n a r i a e n
se d e b e h a c e r , m a s n o l o q u i e r e n h a c e r .
latín, y más e s p e c i a l m e n t e e n Cicerón, a l t i e m p o p a s a d o y s e
expresan c o ne limperfecto, aunque s ucontenido tenga valor I Úsese e l g e n i t i v o , y nótese q u e e l g e n i t i v o l a t i n o s e a
también d e t i e m p o p r e s e n t e , y e l c a s t e l l a n o d e h e c h o l o e x - objetivo o subjetivo, suple n opocas construcciones castellanas
p r e s e c o n p r e s e n t e ( e n c a s t e l l a n o «puedo», e n latín «podía»); f o r m a d a s c o n u n a preposición; c f r . contentio HONORUM, l u c h a
c f r . Hanc enim perfectam philosophiam semper IUDICAVI, quae •por l o s h o n o r e s ; incitamentum P E R I C U L O R U M , estímulo para
de maximis quaestionibus copióse POSSET ornateque dicere (Cic). a f r o n t a r l o s p e l i g r o s ; fidiieia V I R I U M suarum, c o n f i a n z a en s u s
Y o he tenido s i e m p r e p o r p e r f e c t a a q u e l l a filosofía q u e sabe t r a - p r o p i a s f u e r z a s ; omniiim divinarvm hnmanartimque R E R U M con-
t a r l a s más s u b i d a s c u e s t i o n e s c o n l a d e b i d a a m p l i t u d y c o n scnsio, c o n s e n t i m i e n t o en t o d a s l a s c o s a s d i v i n a s y h u m a n a s ,
t o d o s l o s e n c a n t o s d e l e s t i l o . — I I S i n u n préstamo.—12 «In etcétera.—2 P a r a s i g n i f i c a r e s t e s e g u n d o c o n c e p t o c o n c l a r i -
e x c l a m a t i o n i b u s a d m i r a n t i s a u tdolentis a d h i b e t u r accusati- d a d y energía suprímase l a conjunción c o p u l a t i v a , y repítase
v u s v e l s i n e i n t e r j e c t i o n e , v e l c u m o e t heu, u t : m e m i s e r u m ! en s u l u g a r e l a d v e r b i o n e g a t i v o nusquam. Nótese, además, q u e
o m e m i s e r u m ! h e u m e miserum!» L l o b e r a , 2 3 5 . — 1 3 K l a d - s i s e h u b i e s e d e e x p r e s a r l a conjunción, n o s e debería d e c i r
v e r b i o s e p u e d e o m i t i r c o m o s u p e r f i n o , c f r . 1 1 0 , c . — 1 4 ut, c o n et nusquam, s i n o nec nusquam, p o r q u e c u a n d o l a negación a f e c t a
subjuntivo; Adhibetur i t e m coniunctivus [ i norationibus quae a l a oración e n t e r a , c o m o s e d i c e ñeque p o r et non, así p o r et
c o n s e q u e n t i a m s i g n i f i c a n t v e l e f f e c t u m ] , p o s t partículas v t , neino, et nihil, et nulhis, et nusquam, et nunquam se dice o r d i n a -
«de m o d o que»... L l o b e r a , 3 2 8 . — 1 5 q u e e r a d e ánimo t a n g r a n - r i a m e n t e nec quisquam, ñeque qtiicquam, nec ullus, nec usquam,
d e . R e s p e c t o a l m o d o d e l v e r b o adviértase q u e l a oración r e l a - ñeque unquam: Dominatu unius omnia tenebantur Ñ E Q U E erat
t i v a expresa e lefecto d eu n acualidad atribuida a u n a persona, v s q , v M i consilio A T Q U E auctoritati LOCUS ( C i c ) . Sólo c u a n d o
p o r l o c u a l qui p a s a a t e n e r e l s e n t i d o d e «tal que»; véase a r r i b a l a negación s e r e f i e r e a u n s o l o c o n c e p t o o a u n s o l o término d e
la N o t a 1 0y cfr. T e m a V I I I . N o t a 4;e ncuanto a l a construc- l a oración, s e d i c e eí non, et nemo, e t c . : patior E T NON moleste
ción d e l n o m b r e q u e i n d i c a l a c u a l i d a d , c f r . 3 4 9 . fero ( C i c ) . Athenis apud Demetrium. Syrum, veterem E T NON
iqnobilem dicendi maqistrum, exerceri solebam (Id.); o cuando
s e r e c t i f i c a u n a suposición n o v e r d a d e r a : S i quam Rubrius
X I I iniiiriam suo nomine AC NON impulsu tuo fecisset ( I d . ) . — 3 «Y»
t i e n e aquí v a l o r i n t e n s i v o y e q u i v a l e a «y a u n , más aún»; pón-
Respeto de l o s E s p a r t a n o s a l a vejez g a s e quin etiam—¿i Ludi'orum, lossustantivos q u e significan
algún a c o n t e c i m i e n t o s e c o n s t r u y e n d e o r d i n a r i o c o m o l o s d e
E l E s p a r t a n o L i s a n d r o solía d e c i r q u e E s p a r t a e r a l a m o - t i e m p o , c u a n d o se quiere indicar e lp u n t o o e lespacio d e l t i e m -
p o e n e l c u a l o d u r a n t e e l c u a l s u c e d e u n a c o s a ; así s e d i c e pace,
r a d a más h o n r o s a p a r a l a v e j e z * ; p u e s e n ningún país s e c o n c e -
e n t i e m p o d e p a z ; bello, e n t i e m p o d e g u e r r a ; comitiis, durante
día t a n t o a l a e d a d n i * s e tenía m a y o r r e s p e t o a l a v e j e z . Y '
l o s c o m i c i o s ; adventu, e n l allegada, etc.; cfr.3 9 5 .
cuéntase q u e e n u n a f i e s t a * , e n A t e n a s , h a b i e n d o v e n i d o a l
5 Grandis natu.—6 Lleno ( d e e s p e c t a d o r e s ) , consessus, us.
t e a t r o u n h o m b r e a v a n z a d o e n e d a d * , c u a n d o había u n g r a n
7 Nótese q u e concivis n o e s clásico; d e b e d e c i r s e c i v i s : civis
l l e n o * e n él, n o s e l e dio l u g a r e n n i n g u n a p a r t e e n t r e s u s c o n - meus, m i c o n c i u d a d a n o ; cives tui, t u s c o n c i u d a d a n o s ; cives
c i u d a d a n o s ' ; m a s llegándose a q u e l v i e j o a a l g u n o s E s p a r t a n o s , eorum, s u s c o n c i u d a d a n o s , e t c . — 8 «Como» d e l a n t e d e u n s u s -
TEMA XIII.—SOLÓN 39
38 PARTE PRIMERA. GRECIA

Decía q u e e n v e j e c e r a p r e n d i e n d o t o d o s l o s días a l g o , e r a e l
t a n t i v o e n aposición, p u e d e p o n e r s e e n latín d e v a r i a s m a n e r a s ,
ijnayor placer q u e puede tener e l h o m b r e .
según e l c o n t e x t o ; c u a n d o e x p r e s a , c o m o aquí, u n a c a u s a , s e
t r a d u c e f r e c u e n t e m e n t e c o n qtium s e g u i d o d e u n v e r b o e n s u b - I Fué e l más s a b i o e n t r e l o s s i e t e . Nótese e n p r i m e r l u g a r
j u n t i v o : Achari, QUUM Romanorum socii cssent, auxilia mise- q u e n o s e d e b e t r a d u c i r «entre» p o r inter (véase l a observación
riint, l o s A q u c o s , como aliados d e l o s Romanos, mandaron al T e m a V I I . N o t a 1); e n segundo lugar, que construyendo
s o c o r r o s . — 9 Nótese, p o r l o q u e t o c a a l m o d o d e e s t e v e r b o , c o m o s e h a d i c h o «el más s a b i o e n t r e l o s siete» n o s e podrá t a m -
q u e a u n ( | u e l a oración r e l a t i v a está c i e r t a m e n t e c o m p l e t a n d o poco usar el genitivo partitivo, porque el n u m e r a l n o v a acom-
u n a oración q u e p e r t e n e c e a l d i s c u r s o i n d i r e c t o , n o f o r m a p a r - pañado d e ningún s u s t a n t i v o , y h a c e él l a s v e c e s d e s u s t a n t i v o ,
t e i n t e g r a l d e e l l a y a u n s e podría s u p r i m i r s i n m e n o s c a b o d e l y s i e n d o i n d e c l i n a b l e n o p u e d e p o r sí s o l o r e p r e s e n t a r u n g e n i -
sentido principal; y e n estos casos v a e n indicativo; c f r . L l o - t i v o . Recúrrase, p u e s , a l a preposición in ( c o n a b l a t i v o ) o e x .
bera, 3 1 3 , I I I . 2 Quítese l a proposición r e l a t i v a y c o n s t r u y a s e e l a d j e l i v o
1 0 L u g a r a p a r t e , locus ceríus.—i \ este v e r b o «único o solo» e n aposición d e l s u j e t o ; c f r . Stoicis habco gratiam,
so u s a m u c h o p a r a s i g n i f i c a r e l p o n e r s e e n p i e d e u n a a s a m - quod S O L I ex ómnibus eloquentiam virtutem ac sapientiam esse
b l e a : Fccerat avtem hoc Senatus, vt cunctus C O N S U R G E R E T , ct ad DIXERUNT ( C i c ) , y o e s t o y a g r a d e c i d o a l o s e s t o i c o s , porque
Caesarem accederet ( C i c ) . Y también i m p e r s o n a l m e n t e : itaguc fueron los únicos que no han separado l a elocuencia d e l a sabi-
in curiam venimus; honorifice sane CONSURGITUR ( I d . ) . Más duría y d e l a v i r t u d ; c f r . 1 1 1 . — 3 N o s e d i g a legislator nitam-
f r e c u e n t e m e n t e hablándose d e i n d i v i d u o s , A S S U R G E B E alicui: p o c o legum lator; véase l a observación a l T e m a L X X I . N o t a 9 .
levantarse a l v e n i r u n o e n señal d e r e s p e t o ; c f r . A n quisquam in 4 q u e u n E s t a d o (civitas, atis) s e r i g e (contineri) c o n d o s cosas,
curimn VENIENTI ASSURREXIT? ( C i c ) . — 1 2 Y l e r e c i b i e r o n p a r a p r e m i o s y penas.
s e n t a r l e . S o b r e l a construcción g r a m a t i c a l , c f r . 4 7 7 . — 1 3 M u l - 5 «condenar a muerte» s e d i c e e n latín clásico condemnare
liplicem flausinn daré ( a l i c u i ) . — 1 4 Nótese, p a r a l a c o n s t r u c - capitis, damnare capitis o capite; c f r . 4 8 8 . P e r o nótese q u e con-
ción d e l v e r b o , q u e también e s t a oración está e n d i s c u r s o i n d i - demnare, damnare se dice p r o p i a m e n t e d e l juez q u e i m p o n e
r e c t o . (Cuéntase q u e , e t c . ) . — 1 5 póngase e s t a s e n t e n c i a e n d i s - - p o r s e n t e n c i a a u n a c u s a d o l a p e n a d e l d e l i t o , según l o q u o d i s -
curso indirecto; y e n cuanto a l tiempo y a l m o d o de los verbos, p o n e l a ley, n o y ad e l al e y q u e contiene l a a m e n a z a d e l cas-
cfr. 6 7 4y siguientes. t i g o p a r a l o s t r a n s g r e s o r e s . L o m i s m o s e d i g a d e absolvere, que
e s l o c o n t r a r i o d e condemnare; p o r l o t a n t o estará b i e n d i c h o
dam.nari, absolvi lege Cornelia, s e r c o n d e n a d o , a b s u e l t o según
X I I I
l a l e y C o r n e l i a , m a s n o s e d i c e o r d i n a r i a m e n t e lex Cornelia
damnat, absolvit. Úsese aquí e l v e r b o sancire; c f r . Noxiae poena
Solón par esto, ut in suo vitio quisque plectattir: vis capite, avaritia
multa, honoris cupidilas ignominia SANCIATUR ( C i c ) . — 6 N o
Solón, a t e n i e n s e , fué e l más s a b i o e n t r e ^ l o s s i e t e s a b i o s y h u b i e s e s i d o d e l u n o o d e l o t r o p a r t i d o ; c f r . N o n licebat mihi
e l único q u e llegó a s e r * l e g i s l a d o r ' . Solía d e c i r q u e l o s E s t a d o s * N U L L I U S PARTÍS E S S E ( C i c ) , t e m ' a q u e p e r t e n e c e r a algún p a r -
giran sobre dos quicios, q u e s o n los premios y l a s penas. U n a t i d o ; n o podía e s t a r n e u t r a l . — 7 C o n s t r u y a s e : e n qué e s p e r a n z a
de s u s leyes c o n d e n a b a a m u e r t e ' a l ciudadano q u e e n t i e m p o c o n f i a d o l e r e s i s t i e s e , e t c . «Confiado», fretus, y e n cuanto a l
régimen, c f r . 4 1 0 . — 8 Adviértase q u e aquí s e r e f i e r e l a r e s -
d e revolución n o s e h u b i e s e declarado® p o r u n o u o t r o p a r t i d o .
p u e s t a d e Solón e n f o r m a d i r e c t a ; p o r l o c u a l n o d e b e p o n e r s e
P r e v i o m u c h o a n t e s d e q u e a p a r e c i e s e , l a tiranía d e Pisístrato, p o r «respondió» respondit, s i n o inquit; véase l a a d v e r t e n c i a a l
y p r e g u n t a d o u n día p o r éste cuál' e r a l a e s p e r a n z a e n q u e c o n - T e m a X X I I . N o t a 5,
f i a b a p a r a r e s i s t i r l e c o n t a n t a energía, respondió": M i v e j e z .
40 PARTE PRIMERA. GRECIA TEMA XV. LEÓNIDAS 41

bal ( I d . ) . — 3 N o concivis: véase e l T e m a X I I . N o t a 7 . - 4 C u l t u -


X I V r a l i t e r a r i a , litterac, arum. F r e c u e n t e m e n t e Cicerón u s a litterae
c o n e s t e s i g n i f i c a d o : rrant in eo plurimae L I T T E R A E nec eae vul-
Pisístrato gares, sed interiores quaedam et reconditae.—Tu sine ulla bona
arte, sine humanilate, sine ingenio, sine L I T T E R I S intelligis et
indicas? D o n d e s e v e q u e e l s u s t a n t i v o d e significación o b j e t i v a
Pisístrato fué p o r m u c h o s años* t i r a n o d e A t e n a s , d e l a
está u s a d o c o n significación s u b j e t i v a , c o m o modus por mode-
c i u d a d más f l o r e c i e n t e d e G r e c i a . V e r d a d e r a m e n t e * fué h o m - ración: tantus in summa polestate omnium rerum MODUS ( C i c ) ;
bre pernicioso para l a libertad d e s u s conciudadanos', pero discrimen p o r d i s c e r n i m i e n t o , f a c u l t a d d e d i s c e r n i r : Non esl
n i n g u n o fué e n s u s i g l o más d o c t o q u e él, n i n g u n o s u p o u n i r comilium i n vulgo, non ratio, non DISCRIMEN ( I d . ) ; eleqantia
m e j o r l a c u l t u r a literaria* c o n e la r t e y l af a c u l t a d d e hablar. p o r b u e n g u s t o : Celera, quae tibi eius loci et nostri studii el tuae
E l fué e l p r i m e r o , según s e d i c e * , q u e recogió l o s poeínas d e E L E O A N T I A E e s s e videbuntur, quam plurima quam primumque
H o m e r o d i s p e r s o s y c o n f u n d i d o s h a s t a entonces®, y q u e l o s millas (Id.), etc.
ordenó d e l m o d o q u e h o y J o s t e n e m o s . 5 N o s e d i g a aquí ut dicitur n i t a m p o c o ut aiunt. Estas
fórmulas s e u s a n a l o más p a r a c i t a r u n p r o v e r b i o , u n a s e n t e n -
I A c e r c a d e e s t a construcción g r a m a t i c a l , c f r . 4 5 6 . — 2 E l c i a c o n o c i d a y comúnmente r e p e t i d a , n o p a r a r e f e r i r u n a t r a -
a d v e r b i o «verdaderamente» está aquí u s a d o c o n s e n t i d o c o n - dición o u n h e c h o histórico. C o n s t r u y a s e , p u e s , así: S e d i c e
c e s i v o , y e q u i v a l e a «ciertamente, s i bien» latín quidem. Y a q u e él e l p r i m e r o recogió, e t c . , y ordenó, e t c . — 6 A n t e s d e e n -
e s t e propósito d e b e n o t a r s e q u e quidem c u a n d o e s partícula tonces, antea.
c o n c e s i v a , s e g u i d a d e sed (sed tamen, venan tamen) gusta de
e s t a r j u n t o a u n p r o n o m b r e y u n i r s e i n m e d i a t a m e n t e a él,
a u n c u a n d o e l p r o n o m b r e n o s e a l a p a l a b r a más s i g n i f i c a t i v a X V
d e l a f r a s e ; p o r e j e m p l o : Vale igitur, mi Cicero, tihique persuade
esse T E Q U I D E M mihi carissimum, S E D multo fore cariorem, si Leónidas
talibus monumentis praeceptisque laetabere ( C i c ) , adiós, p u e s .
Cicerón mío, y t e n p o r c i e r t o q u e e s g r a n d e e l cariño q u e t e
Leónidas, r e y d e l o s E s p a r t a n o s , h i z o f r e n t e * e n l a s T e r m o -
t e n g o , p e r o será todavía m a y o r , s i c o g e s g u s t o a e s t a s e n s e -
ñanzas y p r e c e p t o s ( d o n d e l a i d e a h u b i e r a p e d i d o q u e s e d i j e s e p i l a s a l ejército P e r s a c o n t r e s c i e n t o s q u e había l l e v a d o c o n -
te carissimum quidem mihi esse). Y e s t a n m a r c a d a e s t a t e n - sigo d e E s p a r t a , prefiriendo u n am u e r t e gloriosa a u n a vergon-
d e n c i a d e quidem a i r acompañado d e u n p r o n o m b r e , q u e sólo z o s a f u g a . A n t e s d e c o m b a t i r * , d i j o ' a s u s compañeros: «Comed
o r e l l a s e p o n e e l p r o n o m b r e p e r s o n a l d e l a n t e d e quidem, a u n c o n alegría, ¡oh. E s p a r t a n o s ! ; e s t a n o c h e t a l v e z c e n a r e m o s
o n d e n o e s n e c e s a r i o , diciéndose e n l a p r i m e r a p e r s o n a equi- c o n l o s muertos*». Y u n o d e * a q u e l l o s s o l d a d o s , habiéndole d i -
dem-nos quidem, e n l a s e g u n d a tu quidem-vos quidem, en la c h o u n P e r s a chanceándose: «No veréis n i s i q u i e r a e l s o l p o r *
t e r c e r a Ule, también is quidem, e n lugar del simple quidem;
l a m u l t i t u d d e l o s d a r d o s y d e l a s saetas»; «Bien»', respondió,
c f r . Quod dicturus sum puto E Q U I D E M ( e n v e z d e puto quidem)
«combatiremos a l a sombra». Y e n e f e c t o , t o d o s c o m b a t i e r o n
non valde ad rem pertinere, sed tamen nihil obest dicere (Cic).
Oratorias exercitationes non T U Q U I D E M reliquisti (en lugar d e c o n a l e g r e y e s f o r z a d o ánimo h a s t a m o r i r . S u m e m o r i a fué
non reliquisti quidem), sed certe philosophiam illis anteposuisti c a n t a d a p o r e l p o e t a Simónides* c o n e s t o s v e r s o s : «caminante,
( I d . ) . P . Scipio non multum I L L E Q U I D E M ( p o r non muUum d i l e a E s p a r t a q u e aquí n o s h a s v i s t o m u e r t o s p o r f i d e l i d a d ' a
quidem) nec saepe dieebat, sed omnes sale faceliisque supera- l a s s a g r a d a s l e y e s d e l a patria».
42 PARTE PRIMERA.—GRECIA TEMA XVI. PATRIOTISMO DE LOS ATENIENSES 4.3

I S e opponere. También l a f r a s e «con trescientos» s e p u e d e


c o n s t r u i r c o m o c o m p l e m e n t o d e l v e r b o opponere: seopuso a s i X V I
y a t r e s c i e n t o s , e t c . — 2 E s t a n d o p a r a c o m b a t i r . N o es l a u d a b l e
u s a r aquí, c o m o l o h a c e n L i v i o y o t r o s e s c r i t o r e s p o s t e r i o r e s , P a t r i o t i s m o de los Atenienses
el p a r t i c i p i o d e f u t u r o ; s e n c i l l a m e n t e es m e j o r f o r m a r u n a
oración c o n quum s e g u i d a d e l p a r t i c i p i o d e f u t u r o y e l v e r b o Los Atenienses*, n o pudiendo e n m a n e r a alguna resistire l
s u m ; c f r . Videmus progredientem Aiacem multa cum hüaritale, ímpetu d e l o s P e r s a s , habían d e t e r m i n a d o a b a n d o n a r l a c i u d a d ,
CUM DEPUGNATURUS ESSET ( y n o d e p u g n a t u r u m ) c u m Hectore y recogidas e n Trecena l a s m u j e r e s y l o s hijos*, subir a l a s n a -
( C i c ) . Véaae a e s t e propósito l a observación a l T e m a I V . N o t a 3 . ves y defender p o r m a r l al i b e r t a d d e Grecia. E n este t r a n c e
3 E l d i c h o d e Leónidas está aquí e n f o r m a d i r e c t a ; p o r l o c u a l m a t a r o n a pedradas' a u n t a lCirsilo, q u e Ies aconsejaba* per-
n o s e d i g a dixit, s i n o inquit; véase a e s t e propósito l a o b s e r v a - manecer e n l a ciudad y recibir a Jerjcs.
ción a l T e m a X X I I . N o t a 5 . — 4 Apud inferos.
5 «uno» c u a n d o s e u s a p a r a d e s i g n a r u n i n d i v i d u o e n t r e I E l h e c h o más i m p o r t a n t e d e e s t a b r e v e narración e s e l
m u c h o s s e t r a d u c e d e o r d i n a r i o e n l a p r o s a clásica (Cicerón y q u e v a e x p u e s t o e n e l s e g u n d o período ( l o s A t e n i e n s e s m a t a r o n
César) p o r unus ex o unus de, y n o c o n e l g e n i t i v o p a r t i t i v o : a pedradas a u n t a l Cirsilo, etc.); l o q u e se dice e ne l p r i m e r
unus D E M U L T i s ( C i c ) ; urm E X T R I B U S ( I d . ) ; unum D E L E G A - período c o n s t i t u y e l o q u e s e l l a m a antecedentes, esto es, descri-
T I S ( I d . ) , e t c . Sólo c u a n d o unus v a s e g u i d o e n u n a enumeración je l o s acontecimientos q u eprecedieron y l a s circunstancias
d e alter, tertius, e t c . , s e c o n s t r u y e c o n g e n i t i v o : Tria Graecorum q u e acompañaron u o c a s i o n a r o n l a acción p r i n c i p a l . A h o r a ,
genera, QUORUM U N Í sunt Athenienses, Acoles ALTERI. Dores nótese q u e e l e s c r i t o r l a t i n o s u e l e e n e s t o s c a s o s f o r m a r u n
T E R T I I nominabantur ( C i c ) . Gallia est oninis divisa in partes s o l o período, s u b o r d i n a n d o l a s o r a c i o n e s q u e c o n t i e n e n l o s
t r e s , Q U A R U M UNAM i n c o l u n t B e l g a e , ALIAM A q u i t a n i , TERTIAM hechos d e m e n o r i m p o r t a n c i a a l aq u e contiene e lhecho p r i n -
qui ipsorum lingua Celtae, nostra Galli appellantur (Caes.).— c i p a l , l a c u a l , c o m o e s l a más i m p o r t a n t e e n e l o r d e n d e l a s
6 «poD> c u a n d o s i g n i f i c a c o m o aquí u n obstáculo, u n i m p e d i - i d e a s , o c u p a también e l p u e s t o más s a l i e n t e e n l a c o n s t r u c -
m e n t o , s e t r a d u c e e l e g a n t e m e n t e c o n prae; p e r o adviértase ción g r a m a t i c a l . Únanse, p u e s , según e s t a r e g l a l o s d o s perío-
q u e e n l o s b u e n o s e s c r i t o r e s clásicos prae s e u s a s o l a m e n t e c o n d o s e n u n o s o l o , j u n t a n d o e n t r e sí l a s o r a c i o n e s s u b o r d i n a d a s
e s t e s i g n i f i c a d o e n l a s f r a s e s n e g a t i v a s (non, vix, possum) : NON p o r m e d i o d e l a conjunción e t ; y véase a e s t e propósito l a o b -
medius fidius P R A E L A C R I M I S possum reliqua N E C cogitare N E C servación a l T e m a L X . N o t a 4 . — 2 Nótese q u e «hijos» t i e n e
scribere ( C i c ) . Collis vix P R A E M U L T I T U D I N E hominum cerni po- aquí u n s e n t i d o l a t o y c o m p r e n d e l o m i s m o l o s h i j o s q u e l a s
terat ( C a e s . ) . Y n o e n f r a s e s p o s i t i v a s c o m o l o usó, p o r e j e m p l o , h i j a s ; p o r e s o n o s e dirá filii, s i n o liberi: LIBERORUM apellatione
M u r e t o : Nonnulli P R A E nimia laetitia exspirasse dicuntur, en nepotes et pronepotes ceterique, qui ex his descendunt, continentur
l u g a r d e nimia laetitia.—7 igitur; d e b e c o l o c a r s e después d e ( D i g . ) . — 3 layidibus obruére.—A suadére. C u a n t o a l régimen
a l g u n a o t r a p a l a b r a d e l a oración; c f r . 1 6 2 . — 8 P u e d e o m i t i r s e d e l v e r b o , c f r .651.
e l a p e l a t i v o poeta, p o r t r a t a r s e d e u n p e r s o n a j e c o n o c i d o e n t r e
los a n t i g u o s p o r esta s u cualidad. P e r o s i se quiere expresar e l X V I I
a p e l a t i v o , deberá t e n e r s e e n c u e n t a s u colocación, y n o d e c i r
poeta Simonides, s i n o Simonides poeta; c f r . 1 2 8 . Y véase a e s t e Ingratitud de los Atenienses.
jropósito l a observación a l T e m a L X V I I I . N o t a 4 . — 9 p o r h a -
M i l c i a d e s y Temístocles
)er obedecido, o h a b i e n d o obedecido.
M i l c i a d e s , e l v e n c e d o r d e l o s P e r s a s , s i n t e n e r todavía c i c a -
t r i z a d a s * l a s h e r i d a s q u e había r e c i b i d o e n e l p e c h o * e n u n a cé-
44 PARTE PRIMERA.—GRECIA TEMA XVIII. TEMÍSTOCLES 46

l e b r e b a t a l l a , acabó e n t r e g r i l l o s e n s u p r o p i a c i u d a d a q u e l l a cia d el a s e r v i d u m b r e ; m a s habiendo sido desterrado p o r e n v i -


v i d a q u e había s a l v a d o ' d e l o s d a r d o s d e s u s e n e m i g o s ; y T e - d i a d e s u s c o n c i u d a d a n o s , n o s u p o s o b r e l l e v a r * c o n e l ánimo
místocles, e x p u l s a d o y p r o s c r i t o p o r l a p a t r i a q u e él había l i - que hubiera debido", aquel ultraje de s u ingrata patria', y n o
b e r t a d o , s e refugió n o y a e n l o s p u e r t o s g r i e g o s p o r él* c o n s e r - habiendo h a l l a d o q u i e n quisiese ayudarle** e n s u s designios
v a d o s , s i n o e n t r e l o s p u e b l o s bárbaros* p o r él d e r r o t a d o s . Y n o c o n t r a l a p a t r i a , s e quitó a sí m i s m o l a v i d a . L o s retóricos g r i e -
faltan otros ejemplos d e l a ligereza y crueldad d e los A t e n i e n - g o s d i e r o n a s u m u e r t e u n c o l o r i d o trágico*, c o n t a n d o * " q u e
s e s c o n t r a s u s más i l u s t r e s c o n c i u d a d a n o s * . habiendo sacrificado u n toro y recogido s u sangre e n u n a copa,
l a bebió y cayó m u e r t o * * .
I Sanare. E n c u a n t o a l a construcción g r a m a t i c a l , c f r . 6 3 3 .
2 Adverso eorjiore; c f r . Ut cieatrices Popidtis Romaniis iudices- I I n publico; e s t o e s , e n l u g a r público. C o n f r e c u e n c i a l o s
qxte adspicerent A D V E R S O CORPORE exceptas ( C i c ) . Non possum a d j e t i v o s l a t i n o s s e v e n u s a d o s e n l a terminación n e u t r a d e l
imar/ines neqtie triumphos ostentare, at, s i res postulet, liastas, singular c o n valor d e sustantivos, sobre todo los adjetivos d e
vfxillum..., cicatrices A D V E R S O CORPORE (Salí.) y e n g e n e r a l s e l u g a r ; c f r . Veritas I N PROFUNDO est demersa ( C i c ) ; in OCCULTO
d i c e adversus e n e l lenguaje m i l i t a r a todo l o q u e se opone o stare ( I d . ) ; in E X C E L S O coUocare ( I d . ) ; in ANGUSTUM venire ( I d . ) ,
h a c e f r e n t e a l e n e m i g o . — 3 ex ( n o a h ) . — 4 Nótese q u e e l m e d i o c f r . 4 6 . — 2 Obsérvese e l m o d o e n q u e deberá i r e s t e v e r b o ,
o i n s t r u m e n t o i n d i c a d o aquí p o r l a preposición «pop> e s u n s e r a d v i r t i e n d o q u e l a oración, además d e e x p r e s a r u n a c a u s a , n o
r a c i o n a l ; ¿cómo s e expresará e s t a preposición e n latín?; c f r . 4 0 8 . según l a m e n t e d e l e s c r i t o r , s i n o según l a d e l a p e r s o n a c u y a
5 Adviértase q u e l o s e s c r i t o r e s l a t i n o s , e n e s p e c i a l Cicerón, acción s e e n u n c i a e n l a oración p r i n c i p a l , está añadida p a r a
e x p r e s a n f r e c u e n t e m e n t e l o s p u e b l o s bárbaros c o n e l s u s t a n - c o m p l e t a r u n a oración d e i n f i n i t i v o ( d i s c u r s o i n d i r e c t o : s e
t i v o c o l e c t i v o barbaria (también barbaries): Omnium fere civi- c u e n t a q u e Temístocles solía, e t c . ) ; c f r . T e m a I . N o t a 3 , a l p r i n -
tatum non Graeciae sólum, sed etiam B A R B A R I A E db Aristotele c i p i o . — 3 ¿Cómo t r a d u c i r e l v e r b o p r e g u n t a r ? ¿Con petere, c o n
mores, instituta, disciplinas cognovimus ( C i c ) . Non Aegyptii nec quaerére o c o n rogare? T o d o s estos verbos corresponden a l cas-
S y r i neo fere cuneta B A R B A R I A ( I d . ) . Graecia BARBARIAE lento t e l l a n o d e m a n d a r , es decir, i n q u i r i r d e o t r o c o n palabras a l g u -
concisa duello ( H o r a t . ) ; c f r . nobilitas p o r nobiles, servitium, n a c o s a ; p e r o e l p r i m e r o , petere, significa propiamente indus-
también servitia, p o r servi, vicinia, p o r vicini, auxilium y auxi- t r i a r s e p o r c o n s e g u i r a l g u n a c o s a p a r a sí o p a r a o t r o s ; e l s e -
lia, p o r copiae auxiliares, e t c . ; c f r . 3 3 , h . — 6 n o concivis, sino g u n d o , quaerere, s i g n i f i c a p r e g u n t a r p a r a s a b e ^ ; rogare signi-
c i v i s : véase e l T e m a X I I . N o t a 7 . fica demandar c o n sentido d e rogar o interrogar. Claro es q u e
aquí d e b e u s a r s e e l s e g u n d o v e r b o . E n c u a n t o a l a c o n s t r u c -
ción p u e d e u s a r s e e l p a r t i c i p i o d e p r e s e n t e c o n v a l o r d e s u s t a n -
t i v o ; y nótese q u e e s t e u s o d e l p a r t i c i p i o e s r a r o e n e l n o m i n a -
X V I I I
t i v o y e n e l acusativo d e lsingu a r y , e n cambio, m u y usado e n
e l p l u r a l ; c f r . audientes, l o s q u e o y e n u oían, l o s o y e n t e s ; intdli-
Temístocles gentes, l a s p e r s o n a s i n t e l i g e n t e s , l o s i n t e l i g e n t e s , y o t r o s s e m e -
j a n t e s : Semperne i n oratore probando aut improbando vuhji
S e c u e n t a q u e Temístocles a n d a b a p a s e a n d o d e n o c h e p o r iudicium cum I N T E L L I G E N T I U M indicio congruit? (Cic). M e d i d
l a c i u d a d ' p o r q u e n o podía* c o n c i l i a r e l sueño; y a l q u e l e p r e - leviter AEGROTANTES leniter curant ( I d . ) , e t c . ; c f r . 5 8 , a . — 4 S u -
g u n t a b a ' l a razón, l e respondía q u e l o s t r i u n f o s d e M i l c i a d e s prímase «en tiempo» y c o n s t r u y a s e e l g e n i t i v o dependiente
l e p e r t u r b a b a n e l sueño. N o m b r a d o a l m i r a n t e d e l a f l o t a A t e - c o m o u n s u s t a n t i v o d e t i e m p o ; véase l a observación a l T e m a X I I .
Nota 4.
n i e n s e e n t i e m p o * d e l a g u e r r a c o n t r a l o s P e r s a s , libertó a G r e -
46 PARTE PRIMERA. GRECIA TEMA XIX.—MEMORIA DE TEMÍSTOCLES 47

5 E l v e r b o «saber» e n e s t a f r a s e e s m e r a m e n t e ¡raseológico, I S e d i c e e t c . — 2 «Extraordinario», d i c h o d e u n h o m b r e


y no s e p o n e e n latín. S o b r e e l m o d o d e c o m p o n e r e s t a f r a s e y o d e suscualidades, c o m o d e ltalento, v i r t u d , m e m o r i a y seme-
o t r a s análogas, véase l a a d v e r t e n c i a a l Tenia L V I . N o t a 5; jantes, e n e l sentido d eexcelente, eminente, fuera d el o ordina-
c f r . 1 0 6 . — 6 ¿Podrá d e c i r s e dehuisset? Véase l a observación a l r i o , n o s e d i c e extraordinarius, n i insolitus o inusitatus o nomts,
T e m a I . N o t a 6 . — 7 Suprímase e l p a r t i c i p i o c o n s t r u y e n d o e l s i n o singularis, incredibilis, admirabilis, divinus, e t c . Nótese,
s u s t a n t i v o q u e s i g u e e n g e n i t i v o ( s u j e t i v o ) ; c f r . Pro veteribus además, q u e p a r a d a r más f u e r z a a d i c h o s a d j e t i v o s s e l e s añade
Helvetiorum I N I U R I I S fopuli Romani (Caes.), p o r l o s a n t i g u o s n m c h a s v e c e s enfáticamente e l p r o n o m b r e quidam: Ina-edibilis
u l t r a j e s hechos por los Elvecios a l p u e b l o R o m a n o . Véase l a Q U A E D A M ingenii magnitudo ( C i c ) . Incredibilis QUAEDAM et
observación a l T e m a X I I . N o t a 1; c f r . 1 1 8 . — 8 Y n o h a b i e n d o divina virtus ( I d . ) . Hahuit Lucullus divinam quandam memo-
h a l l a d o ningún a y u d a d o r c o n t r a l a p a t r i a . Nótese q u e «ninguno» riam rerum ( I d . ) . — 3 L i t e r a t o d e l o s p r i m e r o s o e n t r e l o s p r i -
u n i d o a u n s u s t a n t i v o d e p e r s o n a d e l género m a s c u l i n o s e e x - m e r o s ; q u e Cicerón d i c e in primis o cum p r i m i s ; p o r e j e m p l o :
p r e s a d e o r d i n a r i o e n Cicerón p o r nemo, e n l u g a r d e nidlus: homini I N PRIMIS improbissirno; homo domi suae C U M PRIMIS
Saepe soleo audire Rosciiim, quvm ila dicat, se adhiic reperire locuples.—4 polliceri.
D i s c i P U L U M , quem quidem probaret, potuisse NEMINEM (Cic); 5 E n t o n c e s , p o r v e z p r i m e r a , aparecía (proferre).—6 Qué
(ningún a l u m n o ) . Adhuc N E M I N E M cognovi POETAM, qui sibi c o s a p u d i e s e h a c e r (ejficére) a q u e l a r t e . — 7 Nótese q u e e s t e
non optimus videretur ( I d . ) . N E M O jere A D O L E S C E N S non sibi ad i n f i n i t i v o v i e n e a d e p e n d e r e n latín d e l v e r b o efficere; sobre s u
dicendum studio omni enitcndiim putavit (Id.), etc.—9 Colorea- construcción, véase 6 5 1 . — 8 ¿Cómo s e traducirá e s t e «le»? ¿Con
r o n (ornare) trágicamente s u m u e r t e . e l d e m o s t r a t i v o o c o n e l r e f l e x i v o ? Nótese q u e l a oración d e
1 0 Resuélvase e l g e r u n d i o e n u n v e r b o d e m o d o f i n i t o , i n f i n i t i v o a q u e p e r t e n e c e e l p r o n o m b r e , está e n u n c i a d a c o m o
f o r m a n d o u n a oración c o o r d i n a d a c o n l a a n t e c e d e n t e p o r m e - u n p e n s a m i e n t o d e l s u j e t o m i s m o d e l a oración p r i n c i p a l , y n o
d i o d e n a m . — I I Atiéndase a l a correlación d e l o s t i e m p o s , y c o m o u n a opinión d e l e s c r i t o r : y c f r . 526.—9 P a r a l a c o n s t r u c -
nótese a e s t e propósito q u e e l g e r u n d i o ( c o n t a n d o ) d e l q u e d e - ción d e l o s v e r b o s e n e s t e período hipotético p e r t e n e c i e n t e a l
penden los verbos d e las oraciones completivas (de acusativo d i s c u r s o i n d i r e c t o , nótese e n p r i m e r l u g a r q u e e n d i s c u r s o
c o n i n f i n i t i v o ) e q u i v a l e aquí a u n p e r f e c t o ( c o n t a r o n ) . d i r e c t o ( p a l a b r a s d e Temístocles) l a f r a s e sería: tú m e darás
más g u s t o s i m e enseñas, e t c . ; y q u e e n latín, según l a r e g l a
e x p u e s t a e n e l T e m a I , N o t a 3, e n l u g a r d e l p r e s e n t e , e n l a
prótasis (oración c o n d i c i o n a l : s i m e enseñas), s e debería p o n e r
X I X e l f u t u r o p e r f e c t o ( s i m e habrás enseñado); e n l a apódosis ( o r a -
ción c o n d i c i o n a d a : m e harás, e t c . ) , e l f u t u r o i m p e r f e c t o ; e n
M e m o r i a d e Temístocles s e g u n d o l u g a r q u e e l v e r b o d e l a oración p r i n c i p a l está e n p r e -
térito (respondió). P o r c o n s i g u i e n t e , ¿en qué m o d o y e n qué
E s f a m a * q u e Temístocles fué u n a p e r s o n a d e g r a n i n g e n i o t i e m p o deberá i r e n d i s c u r s o i n d i r e c t o e l v e r b o d e l a apódosis
y d e m e m o r i a e x t r a o r d i n a r i a * . Habiéndosele p r e s e n t a d o u n (oración c o m p l e t i v a : l e gustaría más) y e l d e l a prótasis ( o r a -
h o m b r e d o c t o y g r a n l i t e r a t o ' , prometiéndole* enseñarle e l a r t e ción s e c u n d a r i a : s i l e enseñase)? Véase l a n o t a a n t e s m e n c i o -
n a d a d e l T e m a I . — 1 0 L a oración r e l a t i v a f o r m a p a r t e i n t e -
de l a m e m o r i a , q u e e n a q u e l entonces comenzaba a estar e n
g r a n t e d e u n a oración d e i n f i n i t i v o ; ¿en qué m o d o d e b e i r e l
b o g a * , l e preguntó p a r a qué podría a y u d a r l e a q u e l a r t e * ; y h a - v e r b o ? C f r . T e m a I . N o t a 3.
biéndole r e s p o n d i d o e l m a e s t r o «para a c o r d a r s e ' d e todo», r e s -
pondió q u e a él l e * gustaría* más s i l e enseñase n o a r e c o r d a r ,
s i n o a o l v i d a r l o q u e n o quería** r e c o r d a r .
48 PARTE PRIMERA.—GRECIA TEMA XX.—ARÍSTinE.S 49

d e l m o d o d e l v e r b o , adviértase q u e e s t a oración r e l a t i v a e q u i -
X X v a l e a u n a f i n a l ( p a r a comunicárselo) y , p o r t a n t o , d e b e i r e n
s u b j u n t i v o , 5 7 7 . — 6 a n c l a r u n a n a v e , navem suhducere. Para
Arístídes m a y o r c l a r i d a d c o n v i e n e resolver este p a r t i c i p i o p o r u n a o r a -
ción r e l a t i v a : q u e e s t a b a a n c l a d a ; nótese q u e e l v e r b o «anclar»
Después d o l a v i c t o r i a o b t e n i d a * c o n t r a l o s P e r s a s , Temís- d e b e i r e n s u b j u n t i v o p o r d e p e n d e r e s t a oración r e l a t i v a d e
u n a oración d e i n f i n i t i v o , 6 7 7 , 2 . — 7 Nótese q u e e l v e r b o l a t i n o
t o c l e s d i j o e n l a a s a m b l e a a t e n i e n s e q u e tenía q u o d a r l e s * u n
suhducere q u e s u s t i t u y e a l c a s t e l l a n o «anclar», e n c i e r r a l a i d e a
consejo m u y provechoso para l aciudad, pero que era menes- d e m o v i m i e n t o ; c f r . SUBDUCERE n a v e s I N ARIDUM ( C a e s . ) ; SUH-
t e r ' n o s e s u p i e s e ; y hacía i n s t a n c i a s * p o r q u e e l p u e b l o l e d i e s e DUCERE c o p i a s IN COLLEM ( I d . ) ; SUBDUCERE m i l i t e s IN COLLEM
a l g u n o a q u i e n confiárselo-''. Diéronle a Arístides. A l c u a l d i j o (Salí.), e t c . — 8 Fórmese u n a oración d e r e l a t i v o : p o r e l c u a l
q u e podía i n c e n d i a r s e c r e t a m e n t e e l n a v i o e s p a r t a n o a n c l a d o * hecho era necesario que fuese a b a t i d o e lpoder d e los E s p a r t a -
en' el p u e r t o enemigo, y que hecho* esto, necesariamente que- n o s ; y nótese q u e s i b i e n l a oración d e r e l a t i v o d e p e n d e d e u n
daría a b a t i d o e l p o d e r d e l o s E s p a r t a n o s . Arístides, oído e s t o , i n f i n i t i v o (podía i n c e n d i a r e l n a v i o ; p o r e l c u a l h e c h o , e t c . ) ,
s e presentó e n l a a s a m b l e a e n m e d i o d e l a m a y o r expectación', por lo cual debiera i r en s u b j u n t i v o , sin embargo, cuando c o m o
y d i j o q u e e l c o n s e j o d e Temístocles e r a e n g r a n m a n e r a útil, aquí e l r e l a t i v o n o h a c e o t r a c o s a q u e u n i r l o a n t e r i o r m e n t e
pero que n o era honesto. E n t o n c e s * " los Atenienses, j u z g a n d o dicho con lo que sigue, puede usarse el i n f i n i t i v o ; en estos casos
el r e l a t i v o h a c e l a s veces d e l p r o n o m b r e d e m o s t r a t i v o c o n et:
q u e l o q u e n o e r a h o n e s t o n o e r a t a m p o c o * * útil, n o q u i s i e r o n
quo ¡acto = et eo jacto; Gallus dicehat ah Eudoxo Cnidío sphaeram
n i a u n oír a q u e l c o n s e j o , y l o r e c h a z a r o n s i n más p o r s o l a l a astris cáelo inhaerentihus esse deseriptam, c u i u s omnem ornatum
a u t o r i d a d d e Arístides**. et descriptionem, sumptam ah Eudoxo, Aratum E X T U L I S S E ver-
sihus ( C i c ) , ( d o n d e podría d e c i r s e también: eius omnem orna-
I N o s e d i g a victoriam reportare q u e sólo l o u s a Cicerón e n tum, o b i e n et eius, e t c . ) . M a d v i g , 3 5 6 . — 9 Üsese aqiií e l a b l a -
contraposiciones: Vt ah illa signa victoriae, non VICTORIAM t i v o d e m o d o ; c f r . MÁXIMA E X S P E C T A T I O N E in provinciam nos
E E P O R T A R E N T . P u e d e aquí s u p r i m i r s e e l p a r t i c i p i o y p o n e r s e venisse seito ( C i c ) ; también c o n c u m : I h i MAGNA CUM audiendi
e l s u s t a n t i v o q u e l e acompaña e n g e n i t i v o ; c f r . Civilis BELLI E X S P E C T A T I O N E considitur (Id.), 472.
victoria ( C i c ) , v i c t o r i a o b t e n i d a e n l a g u e r r a c i v i l ; B E L L I cala- 1 0 Nótese q u e «entonces» n o s i g n i f i c a aquí «en a q u e l t i e m -
mitas ( I d . ) , d e r r o t a s u f r i d a e n l a g u e r r a ; laus B E L L I O B E L L I po», s i n o «por t a n t o , así que»; n o s e t r a d u z c a , p u e s , c o n tune,
gloria ( I d . ) , g l o r i a g a n a d a e n l a g u e r r a : c f r . T e m a X V I I I . N o t a 7 . s i n o c o n itaque.—11 ne-quidem, c o l o c a n d o e n t r e l a s d o s partí-
2 q u e tenía u n c o n s e j o . — 3 opus esse c o n i n f i n i t i v o , 6 4 2 . culas l a palabra que se quiere hacer resaltar y sobre l a cual
4 postulare c o n s u b j u n t i v o c o n ut, 6 5 1 . r e c a e l a negación.—12 l o r e c h a z a r o n s o l a m e n t e p o r l a a u t o r i -
5 C o n f i a r a u n o u n a c o s a , aliquid cum aliqno communicare. d a d d e Arístides. E l a d v e r b i o «solamente» n o s e p o n e e n latín,
C u a n t o a l a unión d e l p r o n o m b r e r e l a t i v o c o n cum, nótese q u e estando claro por e lcontexto e lsentido l i m i t a t i v o d e la frase.
Cicerón d i c e quocum c a s i únicamente p a r a i n d i c a r u n a p e r s o n a 1 1 0 , a. P a r a p o n e r e n latín l a f r a s e «por l a a u t o r i d a d d e Arísti-
o c o s a d e t e r m i n a d a ; p o r e j e m p l o : Acúleo, QUOCUM erat nostra des», vuélvase e l s u s t a n t i v o a b s t r a c t o e n c o n c r e t o , y póngase
matertera; y u s a r e g u l a r m e n t e quicum refiriéndose a u n a p e r - c o n e l n o m b r e p r o p i o e n a b l a t i v o a b s o l u t o , 6 3 7 ; 2 2 , c.
s o n a s e a d e t e r m i n a d a o i n d e t e r m i n a d a . Quid dulcius quam
hahere QUICUM ( u n o c o n q u i e n ; p e r s o n a i n d e t e r m i n a d a ) omnia
audeas sic loqui ut tecum? Quidam socius et aflinis meus, QUICUM
( p e r s o n a d e t e r m i n a d a ) mihi necessitudo vetus intercedit. Acerca

t
TEMA XXII.—DIÁCORAS D E RODAS 61
50 PARTE P R I M E R A . — G R E C I A

f e c t o d e i n f i n i t i v o ; s i e l d e t e r m i n a n t e e s pretérito, e l i m p e r -
fecto se pone e n presente d einfinitivo. M a d v i g , 3 6 2 . — 8 cuida-
X X I d o s o d e d a r h o s p i t a l i d a d , hospitalis.—9 curialis, i s :y s e dice
curialis meus, tuus, e t c . , d e m i c u r i a , d e t u c u r i a , e t c . , c o m o
C i m ó n civis meus, tuus, e t c . , m i c o n c i u d a d a n o , t u c o n c i u d a d a n o ; tri-
bulis meus, tuus, e t c . , d e m i t r i b u , d e t u t r i b u ; . m w m c e p s meus,
etcétera, d e m i m u n i c i p i o , e t c .
E s cosa m u yr e c o m e n d a b l e q u e l a scasas d e l o s ciudadanos
1 0 Laciades, ae ( L a c i a e r a u n a v i l l a d e l A t i c a ) . — I I dever-
d i s t i n g u i d o s estén a b i e r t a s a l o s huéspedes i l u s t r e s ; y e s t a m -
tere o deversari.—12 P u e d e o m i t i r s e aquí e l p r o n o m b r e d e m o s -
bién h o n r o s o p a r a e l E s t a d o * q u e e n n u e s t r a s c i u d a d e s n o l e s trativo, c o m o sehace frecuentemente c o nlospronombres rela-
f a l t e * a l o s f o r a s t e r o s e s t a e s p e c i e ' d e l i b e r a l i d a d . Además d e t i v o s (qui, quicumque), cuando se refiere a persona i n d e t e r m i -
esto es m u y bueno para l o s q u e desean a d q u i r i r poder* p o r n a d a y e q u i v a l e a aiiquis, d e m o d o q u e podría r e s o l v e r s e e n
b u e n o s m e d i o s , g o z a r d e crédito y f a v o r * e n l a s n a c i o n e s e x - s i q u i s ; c f r . Xerxes proemium proposuit, QUi( s i q u i s ) invenisset
t r a n j e r a s p o r m e d i o d e s u s huéspedes. E s c r i b e T e o f r a s t o q u e e l j novam voluptatem ( C i c ) . — 1 3 t o d a s l a s cosas.
a t e n i e n s e " Cimón e r a ' c u i d a d o s o d e d a r h o s p i t a l i d a d * a u n a s u s !
conterráneos' d e L a c i a * " , h a b i e n d o d i s p u e s t o y d a d o o r d e n a
sus administradores q u e a cualquier h a b i t a n t e d e Lacia q u e X X I I
llegase** a s u g r a n j a , se le** diese t o d o l o necesario*'.
Dlágoras d e R o d a s
I S u m c o n dos dativos. H o c M I H I COMMODO est, e s t o e s
p r o v e c h o s o p a r a mí o r e d u n d a e n p r o v e c h o mío, 4 8 0 . — 2 egere Diágoras d e R o d a s , i l u s t r e a t l e t a y v e n c e d o r d e l o s j u e g o s
c o n a b l a t i v o , 4 0 1 . — 3 P o r «especie» dígase genus, éris, c f r . G E N U S olímpico.s*, h a b i e n d o v i s t o e n u n m i s m o * día a d o s ' h i j o s s u y o s *
fugnae ( C a e s . ) e s p e c i e d e c o m b a t e ; dulce orationis GENUS ( C i c ) ; v e n c e d o r e s e n O l i m p i a , s e acercó u n e s p a r t a n o a l a n c i a n o p a d r e
G E N U S vitae; G E N U S aetatis degendae ( I d . ) , e t c . P u e d e decirse y l e d i j o * , felicitándole": m u e r e , ¡oh, Diágoras!, p u e s n o e s p e -
también s e n c i l l a m e n t e «de e s t a liberalidad»; c f r . Quatuor PER-
rarás y a s u b i r ' a l c i e l o . P o r g r a n d e s tenían l o s G r i e g o s e s t o s
T U R B A T i O N E S sunt, t r e s CONSTANTIAE ( C i c ) , c u a t r o s o n l a s
especies d e p a s i o n e s , t r e s l o s medios d e r e f r e n a r l a s . Uti somno et h o n o r e s y t a l v e z c o n e x c e s o ; y e l q u e habló d e e s t e m o d o a
Q U I E T I B U S ceteris ( I d . ) , g o z a r d e l sueño y d e l a s demás clases d e Diágoras, t e n i e n d o p o r f e l i c i d a d s i n i g u a l ' q u e d e u n a s o l a f a -
r e p o s o , e t c . , 4 3 , b . — 4 posse multum; c f r . Aedui et sua virtute et m i l i a s a l i e s e n t r e s v e n c e d o r e s d e O l i m p i a , creía inútil q u e éste
populi Romani Impitio atque amicitia PLURIMUM i n Gallia q u e d a s e p o r más t i e m p o e n e s t e m u n d o , h e c h o b l a n c o d e l o s
P O T E R A N T ( C a e s . ) . M U L T U M quum in ómnibus rebus, tum in re golpes d el a fortuna*.
militari P O T E S T fortuna (Id.), etc.
5 Valere opibus et g r a t i a : c f r . G R A T I A ATQUE HOSPITIIS I Olympionices, a e . — 2 Idem después d e unus o n o s e p o n e o
F L O R E R E hominum nobilissimorum (Cic), etc.—6 E l adjetivo s e u n e a unus p o r m e d i o d e et, atque: Exitus quidem omnium
que denota e lorigen d e u n a persona, se pone ordinariamente U N U S E T I D E M fuil ( C i c ) , in ea causa omnes sentiunt UNUM
después d e l n o m b r e p r o p i o ; Thrasibulus ATHENIENSIS; Gorgia A T Q U E I D E M ( I d . ) . P e r o aquí m e j o r está e l s i m p l e u n u s ; c f r .
LEONTINUS; P r o t a g o r a s ABDERITES; Prodicus CEUS, e t c . , 1 2 8 . Septem fuisse dicuntur UNO T E M P O R E , qui sapientes et haberentur
7 E l latín n o t i e n e p a r a e l i m p e r f e c t o f o r m a e s p e c i a l d e i n f i n i - et vocarentur ( C i c ) . Dícese q u e e x i s t i e r o n a un mismo tiempo
t i v o ; p o resto e n l a soraciones d e i n f i n i t i v o s i e l v e r b o d e t e r m i - siete personajes tenidos p o rsabios y l l a m a d o s c o neste n o m b r e .
n a n t e e spresente o f u t u r o , e li m p e r f e c t o castellano pasa a per-
62 PARTE PRIMERA.—GRECIA T E M A X X I I I . — P E R I C L E S 63

3 Nótese q u e Cicerón y César u s a n p a r a e l a c u s a t i v o m a s - l o s f a v o r e c e d o r e s d e l p u e b l o ' , l e s parecía p o p u l a r y r e s u l t a b a


c u l i n o dúo y dúos; véase l a a d v e r t e n c i a a l T e m a L X X I V . N o t a d e s u a g r a d o . Y l o s a n t i g u o s p o e t a s cómicos, a u n * d i c i e n d o
1 2 . — 4 Exprésese aquí e l p o s e s i v o suus. C f r . T e m a I . N o t a 4 .
m a l * d e él, c o s a q u e " e r a p e r m i t i d o h a c e r e n A t e n a s e n a q u e l
5 Nótese q u e e n a p r o s a clásica, c u a n d o s e r e f i e r e e n f o r m a
t i e m p o , a f i r m a b a n q u e e n s u s l a b i o s residía l a e l e g a n c i a , y q u e
d i r e c t a e l d i c h o o l a r e s p u e s t a d e o t r o , n o s e d i c e n i dixit n i
respondit, s i n o inquit ( e l v e r b o dicere s e u s a s o l a m e n t e p a r a e r a t a l s u energía e n e l h a b l a r , q u e d e j a b a c i e r t o s c o m o ' a g u i j o -
s u p l i r l a s f o r m a s v e r b a l e s q u e f a l t a n a inquit, p o r ejemplo, n e s e n e l ánimo d e s u s o y e n t e s * . D e ' él d i c e e n p a r t i c u l a r e l
dixisse, o c u a n d o e l d i c h o está r e f e r i d o e n f o r m a i n d i r e c t a ) ; p o e t a Aristófanes q u e l a n z a b a r a y o s * " y t r u e n o s * * y ponía e n
añádase q u e itiqtdt, q u o e n l a narración histórica t i e n e también conmoción** t o d a l a G r e c i a .
v a l o r d e perfecto, n o se pone n u n c a delante d e l dicho o res-
p u e s t a , s i n o s e i n c l u y e a m o d o d e paréntesis después d e u n a I Cuando hablaba severamente (adverbio comparativo)
o v a r i a s p a l a b r a s d e l a f r a s e a q u e s e r e f i e r e . Véase, p a r a m a - c o n t r a l a v o l u n t a d d e l o s a t e n i e n s e s . Y adviértase q u e «cuando»,
y o r c l a r i d a d , e l T e m a L X l . N o t a 1 8 . — 6 gratulari. E l verbo es quum t i e n e aquí s e n t i d o t e m p o r a l , y e q u i v a l e a «todas l a s
d e p o n e n t e ; nótese q u e m u c h o s p a r t i c i p i o s d e pretérito d e l o s v e c e s que», p o r l o c u a l debería c o n s t r u i r s e c o n i n d i c a t i v o , 6 7 1 ;
verbos deponentes tienen valor de participios d e presente. p e r o c o m o aquí e s t a oración d e p e n d e d e o t r a oración d e s u b -
M a d v i g , 3 8 2 . - 7 Ü s e s e e l p a r t i c i p i o d e f u t u r o c o n sum (con- j u n t i v o , cuya idea aclara y completa, debe construirse c o n
iugatio periphrastica), q u e n o es enteramente igual a l f u t u r o s u b j u n t i v o . T e m a I . N o t a 3 . — 2 También e s t a oración d e r e l a -
i m p e r f e c t o , s i n o i n d i c a a v e c e s i m a acción f u t u r a según l a tivo depende de otra de subjuntivo.—3 Favorecedor del pue-
opinión d e o t r o ; c f r . Quare s i haec ita sunt, sic me colitote ut b l o , o , c o m o h o y s e d i c e , democrático, homo popularis, opuesto
deum; sin una E S T I N T E R I T U R U S animus cum corpore, vos tamen a optimates.—4 m i e n t r a s decían m a l d e él. «Mientras» t i e n e
memoriam nostram pie servabitis ( C i c ) ; d o n d e interiturus est n o aquí s e n t i d o a d v e r s a t i v o ; «bien q u e , a u n c u a n d o , a p e s a r de»,
e s l o m i s m o q u e interibit, s i n o q u e p r o p i a m e n t e s i g n i f i c a «si h a y s e e x p r e s a e n latín p o r cum c o n s u b j u n t i v o , M a d v i g , 3 1 3 .
d e morir», e s t o e s , s i e l a l m a n o e s , como otros creen q u e n o s e a , 5 D e c i r m a l d e u n o , mole dicere alicui; n o male dicere ali-
i n m o r t a l . — 8 f e l i c i d a d grandísima. P u e d e s u p r i m i r s e e l s u s t a n - quem n i de aliquo.—6 Sobre l a m a n e r a d e construir esta ora-
t i v o y p o n e r e n v e z d e él e l a d j e t i v o n e u t r o e n g r a d o s u p e r l a - ción r e l a t i v a nótese e n p r i m e r l u g a r q u e e l r e l a t i v o s e r e f i e r e
t i v o ; véase l a observación a l T e m a V . N o t a 1 . — 9 e x p u e s t o n o a u n s u s t a n t i v o , s i n o a u n a oración e n t e r a , p o r l o c u a l d e b e
(obiectus, a, umj a l a f o r t u n a ; c f r . O B I E C I caput meum civium l l e v a r e l género n e u t r o (quod o id quod) ; e n s e g u n d o l u g a r , q u e
¡urori - ( C i c ) ; s i b i e n p u e d e d e c i r s e también f i g u r a d a m e n t e d e l a oración d e r e l a t i v o d e p e n d e c i e r t a m e n t e d e u n a oración d e
m o d o p a r e c i d o a l c a s t e l l a n o telis fortunae: E a lege nati sumus, subjuntivo, pero n o c o m o parto integrante d e ella, pues se
ut ómnibus T E L I S F O R T U N A E proposita sit vita nostra (Cic). l)uede s u p r i m i r s i n menoscabo d e l sentido d el aprincipal, y e n
estos casos se pono e n i n d i c a t i v o , M a d v i g , 3 2 4 , hacia e l f i n .
L l o b e r a , 3 1 3 , I I I . N o t a . — 7 E s t e «como» e q u i v a l e a «por d e -
X X I I I c i r l o así» y s i r v e p a r a t e m p l a r l o a t r e v i d o d e l a metáfora; e l
latín l o e x p r e s a p o r quidam o quasi quidam; c f r . Etenim omnes
artes hahent QUODDAM comw.une vincidum et QUASI cognationc
Feríeles
QUADAM intcr se continentur ( C i c ) ; también c o n tamquam:
Trqnslatum vrrbum máxime TAMQUAM stellis QUIBUSDAM notat
Dícese q u e e r a t a n g r a n d e l a e l o c u e n c i a d e P e r i c l e s , q u e et iluniinat orationem ( I d . ) . — 8 S i b i e n auditor se encuentra
c u a n d o s e e n c a r a b a c o n * l o s a t e n i e n s e s diciéndoles l a s v e r d a d e s usado para indicar n o solo e l q u eescucha d e ordinario o p o r
d u r a s p o r e l b i e n d e l a p a t r i a , a u n l o m i s m o q u e decía* c o n t r a profesión, c o m o A U D I T O R Platonis, AUDITOR Theofrasti, etc. (so-
TEMA XXV. CIRO E L MENOR Y LISANDRO 65
64 PARTE PRIMERA.—GRECIA
I L o s n o m b r e s d e algún a c o n t e c i m i e n t o s o c o n s t r u y e n
b r e e l s i g n i f i c a d o d e l o s s u s t a n t i v o s v e r b a l e s e n tor, véase e l como los nombres de tiempo cuando indican e ltiempo e n e l
T e m a C X . N o t a 2 1 ) , s i n o también e l q u e c u m p l e p a s a j e r a y c u a l o d u r a n t e e l c u a l s u c e d e u n a c o s a ; véase e l T e m a X I I .
o c a s i o n a l m e n t e a q u e l l a acción, bonos A U D I T O R E S nancisci (Cic); N o t a 4 . — 2 Dígase: l o s ánimos d e l o s A t e n i e n s e s . Y nótese q u e
Semper oratórum eloquentiae moderatrix fuit A U D I T O B U M prtc- e l latín, p a r a d e t e r m i n a r c o n precisión e l s u j e t o o e l o b j e t o d e
dentia ( I d . ) , e t c . , s i n e m b a r g o . Cicerón, h a b l a n d o d e o y e n t e s l a acción, añade a v e c e s a l n o m b r e o a l p r o n o m b r e d o l a p e r -
p a s a j e r o s , u s a d e o r d i n a r i o e l p a r t i c i p i o audiens o u n a oración s o n a u n s u s t a n t i v o d e significación c o n c r e t a o d e t e r m i n a d a ;
r e l a t i v a : is Q U I A U D I T ; c f r . A U D I E N T I S animum moveré; aniinos s o b r e t o d o e l s u s t a n t i v o animus, h a b l a n d o d eacciones q u e p r o -
A U D I E N T I U M inflammare, e t c . Periclem scripsit Eupolis, cum c e d e n d e l espíritu h u m a n o o q u e s e r e f i e r e n a él; c f r . ANIMUM
delectatione acúleos etiam reliquisse in animis eorum, A QUIBUS alicuius moveré, cotnmovere, turbare, offendere, etc.: conmover,
E S S E T A U D I T U S ( C i c . ) . — 9 N o de eo. E l latín n o s u e l e u n i r e n l a t u r b a r , o f e n d e r a u n o ; ANIMUS abhorret ab aliqua re, s e n t i r d e s -
oración p r i n c i p a l l a preposición «de» a l n o m b r e d e l a p e r s o n a
g a n a d e u n a c o s a ; cogitare aliquid cum ANIMO SUO, p e n s a r e n t r e
o c o s a d e q u e s e t r a t a e n l a oración d e i n f i n i t i v o ; s i n o d i s p o n e
sí; statuere apud ANIMUM suum, deliberar, resolver consigo
l a f r a s e d e m o d o q u e e l n o m b r e q u e d e s o l o e n J a oración d e
m i s m o , e t c . ; c f r . S3.—3 Docére. Y nótese q u e e l v e r b o docere
i n f i n i t i v o . S e c u e n t a de Medea q u e huyó d e m o d o q u o , e t c . :
se c o n s t r u y e c o n d o s a c u s a t i v o s . C f r . 5 1 3 . — 4 a q u e l l a c o s a .
M E DEA M narrant sic fugisse, e t c . ( n o de Medea narrant eam sin
Véase e l T e m a V . N o t a 1 .
f u g i s s e ) ; CRASSO Cicero scribit nihil laetius F U I S S E , de Craso
5 Subiicére se. T r e s c o s a s h a y q u e n o t a r p a r a l a r e c t a c o n s -
e s c r i b e Cicerón q u e n a d a l e fué más g r a t o ( n o de Crasso Cicero
scribit, nihil ei laetius fuisse), M a d v i g , 3 4 9 , 5 . Véase l a o b s e r - trucción d e e s t a f r a s e : q u e e n l a s o r a c i o n e s d e i n f i n i t i v o e l i m -
vación a l T e m a L X . N o t a 9 . — 1 0 fulgurare.—\\ perfecto castellano pasa a presento d e infinitivo s i e l verbo
permiscére. d e t e r m i n a n t e está e n pretérito; q u e c u a n d o u n a oración s e c u n -
daria depende d e otra de infinitivo, para averiguar l a correla-
ción d e l o s t i e m p o s , s e v e e l t i e m p o d e m o d o f i n i t o q u e e n e l
X X I V c o n t e x t o r e p r e s e n t a e l i n f i n i t i v o ; q u e l a interposición d e l a
l u n a entre e l sol y l a tierra es u n hecho q u e debe cumplirse
Pericles explica u n eclipse de s o l antes d e l obscurecimiento d e l al u z d e l s o l , 6 7 8 ; M a d v i g , 3 3 7 .
6 Vuélvase e l s u s t a n t i v o p o r u n s u b j u n t i v o c o n cum; e n c u a n t o
a l t i e m p o d e l v e r b o d e b e h a c e r s e u n r a c i o c i n i o análogo a l d e l a
E n l a g u e r r a * q u e h i c i e r o n e n t r e sí A t e n i e n s e s y E s p a r t a n o s
N o t a p r e c e d e n t e . — 7 oppositus, M S . — 8 deficere; así solis, lunae
c o n e l m a y o r e n c a r n i z a m i e n t o , habiéndose d o i m p r o v i s o o b s c u -
defectus o defectio, e c l i p s e d e s o l o d o l u n a . — 9 P a r a u n i r más
recido e l s o l y c u b i e r t o e l cielo d et i n i e b l a s , l o s Atenienses* fue- e s t r e c h a m e n t e e s t a oración c o n l a a n t e r i o r , póngase e n l u g a r
r o n presa d e g r a n temor. S e cuenta q u e Pericles, q u e e r a e l d e l a conjunción c o p u l a t i v a e l r e l a t i v o : e l c u a l fenómeno ( l a
p r i m e r o d el a ciudad p o r s u autoridad, prudencia y elocuencia, c u a l c o s a ) d i c e n q u e , e t c . — 1 0 P a r a e s t a construcción, c f r . 3 6 3 .
enseñó' e n t o n c e s a s u s c o n c i u d a d a n o s l o q u e él había a p r e n d i d o
d e s u m a e s t r o Anaxágoras, q u e a q u e l o b s c u r e c i m i e n t o * tenía
que acaecer a ciertos tiempos fijos e i n m u t a b l e s , cuando l a XXV
l u n a se encontrase* t o d a bajo el disco d e l sol. C o nesta explica-
ción" libró a l p u e b l o d e t o d o t e m o r ; p u e s e n a q u e l l o s t i e m p o s Ciro el M e n o r y Lisandro
n o s e sabía todavía q u e e l s o l p o r l a interposición' d e l a l u n a Habiendo venido e lespartano Lisandro a l acorte d e Ciro
solía o b s c u r e c e r s e ' , y d i c c p ' q u e Tóales d e M i l e t o fué e l p r i m e r o * ' e l M e n o r * a l a c i u d a d d e S a r d e s * e n l a L i d i a , éste l e recibió c o n
e n n o t a r e s t e fenómeno.
66 PARTE PRIMERA.—GRECIA T E M A X X V I . — A T E N A S E N TIEMPO U E LOS T R E I N T A TIRANOS 67

g r a n d e a f a b i l i d a d y cortesía y l e llevó a v e r u n p a r q u e ' s u y o iunctus y coniunctus s e e n c u e n t r a n e n Cicerón c o n s t r u i d o s


c u b i e r t o d e magníficas p l a n t a c i o n e s * . A d m i r a n d o L i s a n d r o l a (le t r e s m o d o s , c o n d a t i v o , c o n a b l a t i v o y c o n c u m : iunctus
b e l l e z a d e l o s árboles, l a r e g u l a r i d a d * d e l a s h i l e r a s , l a s u a v i d a d alicui rei, aliqua re, cum aliqua re.
y limpieza delterreno y l a fragancia d elosaromas q u e exhala-
b a n las flores, dijo a Ciro q u e l ea d m i r a b a n o solamente l a dili-
X X V I
g e n c i a s i n o también e l i n g e n i o d e a q u e l q u e había s a b i d o " o r d e -
n a r l o y d i s p o n e r l o ' t o d o t a n b i e n . Y C i r o l e respondió*: « Y o s o y
A t e n a s e n t i e m p o de l o s t r e i n t a t i r a n o s
e l q u e ' h a d e l i n e a d o t o d o e s t o , y u n a b u e n a p a r t e d e e s t o s árbo-
l e s están p l a n t a d o s p o r m i mano»*". E n t o n c e s L i s a n d r o , m i - D o n d e r e i n a u n t i r a n o , allí n o diré q u e h a y u n E s t a d o d e -
r a n d o s u púrpura, e l e s p l e n d o r d e s u p e r s o n a y e l o r n a t o pér- f e c t u o s o , s i n o más b i e n q u e n o h a y e n t e r a m e n t e * ningún e s t a d o .
s i c o r i c o e n o r o y p i e d r a s p r e c i o s a s * * , exclamó: «Con razón**, L o m i s m o p u e d e d e c i r s e d o u n a república q u e esté c o m p l e t a -
¡oh C i r o ! , d i c e n l o s h o m b r e s q u e e r e s f e l i z , p u e s t o q u e e n t i v a m e n t e * e n p o d e r d e u n a facción. E n e f e c t o ' , jqué* v i n o a s e r l a
u n i d a l a f o r t u n a a l valor»*'. república a t e n i e n s e , c u a n d o , u n a v e z t e r m i n a d a l a g r a n g u e r r a
del Peloponeso, se a p o d e r a r o n i n j u s t a m e n t e aquellos t r e i n t a
I H a b i e n d o v e n i d o a (ad) C i r o e l M e n o r . — 2 Sardes, ium.
h o m b r e s d e l g o b i e r n o d e l a c i u d a d ? ¿Acaso* l a a n t i g u a g l o r i a
3 agcr eonsaephis, e n g r i e g o TtcpáSeiao?.—4 d i l i g e n t e m e n t e
do l a ciudad, s u proclara belleza, e l t e a t r o , l o s gimnasios, l o s
p l a n t a d o (consUus, a, u m ) .
5 Cambíese e l s u s t a n t i v o a b s t r a c t o e n p a r t i c i p i o : l a s h i l e r a s pórticos, l o s f a m o s o s p r o p i l e o s " , l a acrópolis' o l a s m a r a v i l l o s a s
bien dispuestas, l a tierra trabajada y limpiada. F i l a o hilera o b r a s d e F i d i a s o e l g r a n d i o s o p u e r t o d e l P i r e o ' podían h a c e r *
( d e árboles, d e p l a n t a s ) , ardo, i n i s ; c f r . Vites disponendae snnt q u e a q u e l l a república c o n t i n u a s e e x i s t i e n d o ? C i e r t a m e n t e q u e
ila, ut quiñi pedes I N T E R ORDINES ( e n t r e l a s f i l a s ) relinquantur n o , p o r q u e e l p u e b l o * * había d e j a d o d e t o m a r p a r t e e n l o s n e -
( C o l u m . ) ; t i e r r a l a b r a d a , humus subacta: Terra gremio mollito oñ gocios d e l E s t a d o .
SUBACTO semen sparsmn excipit ( C i c ) ; c f r . 58, b . — 6 E l v e r b o
«saber» e s aquí m e r a m e n t e fraseológico, y n o s e p o n e e n latín; I E l a d v e r b i o «enteramente» añadido a u n a negación p a r a
véase e l T e m a L V I . N o t a 5 ; c f r . 1 0 6 . E n c u a n t o a l m o d o d e l d a r l a m a y o r f u e r z a s e t r a d u c e e l e g a n t e m e n t e e n latín p o r
v e r b o , nótese q u e l a oración r e l a t i v a f o r m a p a r t e i n t e g r a n t e nullus; c f r . Nolite existimare, me, quum a vobis discessero, nus-
d e u n a oración d e i n f i n i t i v o ; c f r . T e m a I . N o t a 3 . — 7 dimetiri et quam aut N U L L U M fore ( C i c ) , n o vayáis a c r e e r q u e c u a n d o y o
describére.—8 Nótefse q u e l a r e s p u e s t a v a aquí e n f o r m a d i r e c t a ; d e j e d e e s t a r c o n v o s o t r o s habré d e j a d o e n t e r a m e n t e d e e x i s t i r
p o r l o c u a l n o s e d i g a respondit; véase e l T e m a X X I I . N o t a 5 . ( n o existiré a b s o l u t a m e n t e o e n t e r a m e n t e e n n i n g u n a p a r t e ) .
9 C o n s t r u y a s e así: p u e s b i e n , y o h e d e l i n e a d o , e t c . ; y tradúz- Hace bona in tabulas publicas N U L L A reáierunt ( i d . ) , d e e s t o s
c a s e «pues bien» c o n atqui, q u o t i e n e a l a v e z s e n t i d o a d v e r s a - b i e n e s n o s e i n s c r i b i e r o n e n l o s r e g i s t r o s públicos e n t e r a m e n t e
t i v o y a f i r m a t i v o ; c f r . O rem difficilem, i i ^ u i s , et inexplicabilem. n i n g u n o , e t c . ; c f r . 1 1 4 , a . — 2 Vuélvase e l a d v e r b i o e n a d j e t i v o
A T Q U I explicanda est ( C i c ) . . y c f r . 1 1 4 , c . — 3 N o s e t r a d u z c a «en efecto» c o n re o re vera;
1 0 P a r a e s t a construcción, c f r . 4 0 8 . — I I Omítase e l véase l a observación a l T e m a L X X , N o t a 7 ; úsese enim, q u e
a d j e t i v o «rico» y úsese e l a b l a t i v o d e c u a l i d a d . — 1 2 recte d e b e c o l o c a r s e después d e u n a o v a r i a s p a l a b r a s d e l a f r a s e ;
vero.—13 A t u . v i r t u d s e U n e l a f o r t u n a . Nótese q u e «so c f r . 1 6 2 . — 4 E s t e «que» e s i n t e r r o g a t i v o y e q u i v a l e a «qué cosa»;
une» e q u i v a l e a «va unida» e i n d i c a u n a m a n e r a d o s e r s i n e m b a r g o , n o d e j j e t r a d u c i r s e c o n quid, s i n o d e b e c o n c o r d a r
y a c u m p l i d a , n o q u e s o está c u m p l i e n d o ; deberá p o r e s t o e l p r o n o m b r e i n t e r r o g a t i v o c o n e l p r e d i c a d o . Y nótese a e s t e
d e c i r s e coniuncta est y n o coniungitur. Nótese también q u e propósito q u e c u a n d o p r i m e r o s e u s a u n p r o n o m b r e i n d e t e r m i -

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